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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line!

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line!

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Thorkell Dragnar Godheim e Pippos Vitaminado. A qual não possui narrador definido.

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3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
Blindao
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Blindao
Sargento



~~ A Fortaleza Imortal ~~


Sargento

Aquela pacata e mundana ilha havia diminuído um pouco de meu entusiasmo, já que, enfim havia retornado para Grand Line; os mares cujas viagens ainda estão frescas em minha mente. Todavia, era uma ótima oportunidade de conhecer um reino um tanto quanto... peculiar.

Era a primeira vez que havia chegado em Altai, apesar das diversas em que ancorei. “É um ponto positivo de certa forma, Thorororo!” Pensei comigo, por um breve momento, durante a busca pela capitã. Logo ao dialogar com a bela mulher, ela nos indicava um local chamado de “Ninho Oirat” ao qual era bastante frequentado pelo povo.

~ Hoo. Interessante, capitã. Expressava interessa nas palavras da marinheira cujo significado estava um tanto nublado, mas para alguém experiente como eu sabia que o significado era: “o pau vai comer nessa ilha.” Era impossível esconder o sorriso que agora emergiria como uma Tsunami após o maremoto. ~ Parece que não vai demorar muito para estes músculos entrarem em ação! Thorororororo! As coisas iram esquentar em Altai, e eu estarei no meio do fogo! Riria animado, apesar de saber que meu propósito lá era ajudar a capitã a resolver as merdas que logo surgiriam, cedo ou tarde.

Assim que a capitã se afastasse, olhava para Vitaminado e falaria com ele. ~ Aí pimentão! Pelo visto ainda temos um tempo até a capitã tocar fogo na fogueira, bora ir nesse Ninho Oirat? Daria um tapa no ombro dele fazendo um sinal para ele vir junto durante o tempo que virava de costa e iniciava meus passos rumo ao local.

Havia puxado meu jarro, um recipiente personalizado e muito extravagante trajado em um silhueta afeminada e bem turbinada. *Glup-Glub-Glup. ~ Ahhh! Esse rum é dos bagual! Thorororororo! O gosto era forte, mas saciava a sede. Havia ganhado de algum conhecido a muito tempo atrás, usava para guardar bebidas exatamente para esse momento. ~ Não sei se vai gostar!? Apesar de que pinguço bebe qualquer coisa desde que tenha álcool, Thorororo! Passaria a garrafa para Vitaminado provocando ele como de costume. ~ Só não bebe tudo moleque, hoje tá calor e a sede tá osso. Dividiria minha bebida como um bom camarada, mas com um pé a trás de que o garoto pudesse beber tudo e me deixar a ver navios. “Aí sim eu te empalo vivo!”

Após pegar a garrafa de volta e colocar no bolso, esperava encontrar o tal Ninho. Pelo visto era algum tipo de construção grande e chamativa, se é que existe algo assim nessa cidade. Naturalmente, abordaria um dos nativos de forma carismática e perguntaria o local. ~ Saudações pequeno! Poderia nos mostrar onde fica o Ninho Oirat? Assim que fosse dito, responderia em um bom e estimulante som. ~ Thorororo, muito agradecido! Tenha um ótimo dia! Faria um sinal com a mão de forma positiva e então seguiria pelo caminho indicado.

Certamente não demoraria muito para encontrar ou chegar até a construção, afinal, todos esses metros de altura tem seus privilégios. ~ Ora, ora. Então esse é o Ninho Oirat?! Assim que chegássemos no local, proferia enquanto apoiaria as mãos na cintura e observaria os arredores.

Caso avistasse alguém próximo, por exemplo alguma bela moça, abordaria ela de forma galante. ~ Olá bela senhorita! Somos marinheiros recém chegados em Altai, viemos dar uma olhada nesta... pirâmide?! Só então percebia o tamanho e o formato da construção. ~ Poderia nos informar para que fins usam isso? É algum tipo de taverna, centro de esportes para animais ou algum tipo de sistema militar do reino? Carregado de carisma e um sorriso, puxaria conversa com a moça com intuito de conhecer um pouco mais sobre o local. Colocava a mão no queixo um tanto pensativo, pois, talvez houvesse algum motivo para a capitã indicar esse tipo de local.




Histórico:

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Pippos
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Pippos
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3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! Shuuma10

Casaço e sono? Cadê?! VITATA!
Vamos atrás do Thork maldito...


3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line!
Assim que chegamos no Quartel General da distinta ilha, era estranho como todos pareciam ser muito apegados aos animais, mas isso não importava muito, qualquer um pode ter o seu pet de estimação. Não demorei a logo tentar impor minha presença no supracitado QG, mas, estranhamente, ninguém parecia dar-me muita atenção por isso. Lógico que eu havia demonstrado um bom tom de voz, e todos por ali deveriam ter ouvido, mas, na Grand Line, haviam duas possibilidades: Ou eles ainda não me consideravam digno de ter uma presença divina, ou só não me conheciam ainda, VITATATA!

Mas não importava. Lógico que fiquei levemente frustrado, mas eu não demorei para logo satisfazer meu apetite em um resoluto café da manhã, onde almejaria comer alguns nutritivos alimentos e que pudessem estender meu desenvolvimento muscular, como bons ovos em algum pão para dar-me energia em consonância com a boa entrada de belas proteínas em meu corpo, tudo para deixar-me ainda mais vigoroso.

3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! Downlo10

Ao finalizar uma refeição em larga escala, digna de um semideus na Terra, ainda tomei uma boa dose de café para tentar aliviar minha ressaca. Eu suspirei ao seu fim,  pela satisfação, mas seguir até fora do estabelecimento e conhecer um pouco mais dessa ilha, indo sozinho mesmo. Não sabia bem onde o Thork havia ido depois de comer, mas acabei decidindo tentar dar uma volta pela ilha de nome esquisito. Para todo lado em que eu olhasse, haviam muitas pessoas acompanhadas de animais. Essa é a ilha dos animais de estimação? VITATA!Pensei rapidamente.

3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! Strangething-face

Nao demorei para logo me entediar e voltar ao QG. Talvez tirar um cochilo ou apenas dar uma boa descansada, e assim o fiz, logo indo até o supracitado espaço para tirar um bom descanso em qualquer lugar possível, mas, no lugar de ficar com sono ou algo do gênero, ainda me mantive esperto e sem vontade alguma de cochilar. Onde será que está aquele Cara de abacaxi?M e interessei em saber. Quando estou entediado, onde está esse saco  de pancada para eu poder me aliviar? VITATA.Me questionei, já interessado em sair e procurá-lo.

Levantei-me de onde quer que eu estivesse a repousar. O tempo de descanso havia sido bem curto, mas até que dava para alguma coisa. Talvez fora culpa do café para me deixar sem vontade de tirar um cochilo. De todo modo, eu iniciaria minha busca pelo meu irmãozão ali mesmo pelo QG. Faria questão de sair perguntando até mesmo para várias pessoas, bastava indicar que eu falava do outro grandão, mas que era o menos divino e que lembrava mais um abacaxi. Se eu sequer conseguisse alguma informação para encontrá-lo ou algo assim, faria questão de buscar pela minha superior mais charmosa, a Scarllet. Se ninguém me desse alguma informação útil, ela saberia.

Caso alguém ou até mesmo a Capitã me fornecesse a possível localização de meu companheiro, também pediria instruções para seguir, finalizando com um bom agradecimento pelas informações e já seguir para o lugar indicado. Caso contrário, eu teria de me virar para encontrá-lo por essa ilha louca. Buscando, talvez, algum lugar que chamasse a atenção ou até mesmo só ir rodando pela ilha em pontos que antes ainda não havia visitado, tudo para melhor aprender sobre o território em questão. – Vamos lá... pés divinos precisam conhecer bem esse território, antes de qualquer empecilho...Falei sozinho. Mas ainda valia destacar que, eu me lembro bem de que a Scarllet havia nos chamado ara ter uma conversa mais tarde onde ela dar-nos-ia algumas interessantes instruções, mas por agora eu só queria encontrar meu companheiro.

3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! James%2BMaslow%2Bcrown

Se de alguma forma, eu acabasse chegando ao Ninho de Oirat, faria questão de vasculhar por lá até o Thorkell ser bem avistável. Mas, por outro lado, também faria questão de analisar bem o lugar... ele era piramidal, mas acabava por me lembrar até mais um cone. Essa ilha, essa culturam, tudo era bem diferente, lógico que eu até parcialmente entendia, porque a Grand Line era bem misteriosa. De todo modo, eu daria um tapa na cabeça do lanceiro; - Tava te procurando, cabeça oca! - Finalizei, tentando vasculhar bem esse lugar com os olhos.


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Vitaminado Pippão

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Não levou muito tempo para que tanto Pippos como Thor pudessem se reunir, pois na procura do ruivo um soldado de aparência não muito chamativa e deveras comum havia lhe dito - Eu o vi falando com a capitã, ainda deve estar próximo do saguão principal. Desta instrução, fora fácil ao seguir os passos que fez anteriormente para que ambos pudessem se reunir.

Enquanto caminharam do lado exterior poderiam ver que realmente haviam sempre pessoas acompanhadas de criaturas maiores ou menores, algo que poderia despertar a curiosidade ou mesmo interesse dos marinheiros, ao qual viam a relação de homem e besta em uma frequência ao qual nenhuma outra ilha poderia demonstrar. Thor perguntou a um rapaz sobre como chegar ao local de seu interesse, era alguém de aparência peculiar mesmo para alguém com três olhos e não havia como evitar ter algum sentimento estranho em relação a como seus olhos eram únicos.

Ao chegarem no local poderiam ver uma imensa construção de pedra e madeira, era como uma grande piramide circular que se afunilava até o topo, mesmo para os gigantes, poderiam ver diversos andares ao qual os forçavam a olhar para cima caso quisessem ver o seu topo, se poderia ver também uma grande movimentação de pessoas e animais aos quais adentravam o local ao qual tinha uma magnitude impar.

Após algum tempo que pudessem aproveitar o local um Homem de cabelos brancos e pele morena teria abordado ambos os gigantes caso estivessem próximos, do contrário apenas Pippos. - Me pediram para entregar isso a vocês, para que possam repassar missões menores enquanto estão na ilha.- O homem teria então entregado um babydenden mushi, ao qual era emprestado para serviço mas, ainda era muito útil para ambos os marinheiros, que poderiam decidir entre si quem ficaria com o objeto.

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3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! 9g2joTh

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Sargento

Após abordar um civil com objetivo de buscar informações sobre o tal local conhecido por “Ninho Oirat”, inesperadamente, a aparência do jovem era bastante notória e incomum. “E olha que sou um gigante bastante vivido.” Todavia, não era algo que viesse me perturbar ou incomodar, ou muito menos caçoar o rapaz. É como diz o ditado: nunca julgue um livro pela capa.

Não tardou para chegarmos a entrada de Oirat, por sinal, era tão grande que até mesmo era necessário olhar para cima; algo que era insólito. ~ Fiuuuss! Que bodega das grandes hein! Isso até me fez lembrar de Elbaff, Thororororo! Proferia expressando um sorriso ao mesmo tempo que observava o alto da pirâmide. Claro que em Elbaff não eram esse tipo de construções em especifico, mas em tamanho com certeza. Até maiores, devido a existir tamanhos colossais de gigantes entre os próprios da raça.

Havia visto muitos nativos afiliados a diversos animais, algo que não era raro, porém, na quantidade que se via em Altai parecia ser algum tipo de cultura ou costume deles. ~ Ora bolas! Será que aqui eles adoram os animais ao ponto de não poder comer carne?? Falava comigo e para Pippos, enquanto coçava a cabeça e arqueava uma das sobrancelhas em dúvida. Afinal de contas, se fosse proibido comer carne já não teríamos cometido um crime anteriormente?

Logo um garoto havia se aproximado e falado conosco. ~ É o que moleque? Olhava de cima o rapaz enquanto fintava o baby den den mushi. “Outro sujeito de cabelos brancos? Será acaso?!” Pensava sem nexo nenhum com a situação ou informações. Contudo, viria perceber ser um marine. Pelo jeito era um soldado com a tarefa de nos entregar o comunicador. ~ Héh! Pois bem, agradeço seu esforço garoto! Agarrava o comunicador e erguia-o até a altura dos olhos para olhar mais de perto.

~ Tá aí uma engenhoca que nunca vou entender como funciona. Thorororo! Proferia de forma extrovertida, em razão de décadas viajando pelos mares e sempre acontecia de me deparar com esses estranhos dispositivos. “Háh! Não que isso seja o mais estranho na Grand Line, muito pelo contrário, isso é até normal. Thorororo!” Refletia por um breve momento, logo colocando o comunicador no bolso.

~ Aí beterraba divina! Falaria com Vitaminado lhe provocando como de costume. ~ Pelo visto não vamos ter muito tempo pra vadiar, to pressentindo que vão nos incumbir em alguma missão ainda hoje. Coçava o queixo enquanto pressagiará que nossa folga logo terminaria. ~ Apesar que cairia bem colocar estes músculos a trabalhar, Thorororo! Gargalharia durante o diálogo com Pippos.

Se havia algo que confiava completamente eram meus instintos, sem dúvidas! Era uma habilidade nata que me auxilia desde sempre. Isso foi forjada e refinada de forma natural durante todos os perigos em que estive; e certamente estarei. Afinal de contas... para realizar meu sonho de criar um reino é necessário ultrapassar todas as barreiras na minha frente, nem que seja na base da porrada.

Caso houvesse avistado alguma mulher próximo de nós, seja entrando ou saído do Ninho Oirat com seu possível animal de estimação, faria um gesto com a mão para a moçoila. –~Ei, ei, ei! Olá senhorita, é sempre movimentado por essas bandas? Puxaria papo com a nativa de forma carismática e amistosa.~ Hooh, entendo. Responderia as palavras da garota. ~ E tem ouvido algum boato estranho ultimamente? Perguntaria mesmo que não houvesse muito haver com a conversa, pois, talvez tivesse algo interessante. Afinal, a capitã mesmo havia dito algo estranho sobre essa ilha, mesmo que de forma bem subliminar.



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Pippos
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3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! Shuuma10



3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line!
Depois de cear um próspera reifeição de café da manhã e manter os nutrientes de meu corpo invejável mais nutrido, eu tirei um tempo para saciar minhas vontades em um descanso pleno. Mas, claro, eu acredito que ainda estava muito pilhado por vários fatores: tanto por uma boa dose de café nesta bela manhã como a euforia em estar, depois de muito tempo, novamente na Grand Line. Algo que mal me fez conseguir tirar um descanso pleno. Mas, de todo modo, sai de minha confortável posição de descanso para buscar o Thork seria o melhor a se fazer. Sendo respondido por um calmo soldado, o que me fez agradecê-lo em devida prontidão: - Muito, obrigado, meu bom! Espero que hoje você tenha um bom dia, VITATATA!Finalizei, já continuando minha busca.

Não demorei para logo encontrá-lo, e, posteriormente, ele me demonstrou um bom interesse nesse tal “Ninho de Oirat”, acho que a capitã havia falado algo sobre isso. De todo modo logo abordou um civil aleatório e o perguntou como chegar nesse bendito espaço. O civil não demorou em logo nos prestigiar com o caminho sem nenhum problema. Apesar de ser um lugar meio estranho, ao menos os civis dessa ilha são bem prósperos.

Assim que chegamos no tão esperado lugar, fiquei impressionado com seu tamanho, afinal, era, deveras, um alto lugar para pequeninos humanos inferiores. Lembrava uma pirâmide, mas, pelo seu formato mais arredondado, para mim, assemelhava-se mais a um cone. De toda forma, era um lugar mais antigo mesmo. Mas nada que me fizesse menosprezar a bela construção em questão, que pareça ter sido feita de bons materiais como madeira e pedra. Mas, nesse lugar, ainda havia essa intensa movimentação entre muitas pessoas e seus devidos animais. Eu to falando... em nossa nova vinda à Grand Line, acabamos caindo na ilha dos animais de estimação, VITATATA!Pensei rapidamente, logo rindo um pouco e tentando disfarçar cobrindo minha boca com a mão esquerda.

Em pouco o Abacaxi logo veio falar comigo, e, sem pestanejar, o respondi com firmeza: – Te lembra Elbaff? VITATA. Apesar de grande, se fosse da nossa terra, seria muito maior, VITATATA!Apesar de um não me lembrar muito de minha cidade, sabia bem de que lá, todas as estruturas eram propícias ao nosso verdadeiro tamanho e eram bem mais confortáveis. Analisando bem todos os civis que por ali se aproximavam e se perpetuavam com seus devidos animais, parecia ser algum templo realmente que perpetuava essa cultura a favor da criação de animais.

Era fascinante, mas o Thork acabou sendo um pouco desleixado e soltou algo que poderia ser até meio problemático naquele lugar. – Cala a boca, ô cara de Abacaxi!Exclamei, já fazendo um gesto decrescente com a mão para ver se ele abaixava a bola. – Calma aí, Thork... a gente ainda não sabe se esse lugar pode querer criar problemas com isso, por talvez se falta de respeito ou algo do gênero...Falei para ele em um tom mais baixo. Nunca havíamos vindo nesse lugar, e todo cuidado era pouco, pois além de criar problemas para nós, ainda podia criar conflitos para a Marinha na ilha. Apesar de talvez ele já ter falado em um baixo tom para mim, alguém ainda podia escutar, acidendalmente.

Do nada um estranho jovem de cabelos brancos chamava a nossa atenção. Arqueei as sobrancelhas para tentar compreender o que ele queria. Mas parece que ele apenas havia vindo fazer uma entrega. Uma entrega de um minúsculo caracolzinho. Ué?! Pra quê serve isso?Pegaria o que deveria ser entregue a mim com todo o cuidado do mundo, sempre utilizando meus dedos indicador e polegar para ter o mais sensato cuidado e alocá-lo em meus acessórios. – Obrigado, pequeno.Agradeceria ao jovem que havia realizado a entrega. – Mas... para quê serve isso? VITATATA!Gargalhava porque talvez fosse algo, inclusive até bem engraçado eu não saber do que se tratava, principalmente para mim agora tratava-me de um Sargento.

Thork não demorou para logo chamar a minha atenção e pontuar de que talvez tivéssemos mais obrigação e deveres a cumprir pela Marinha. – Ah, assim espero. Não gosto muito de ficar parado e entediado, VITATA. Tô mais interessado em surrar alguns fracassados e mostrar para todos dessa ilha quem é o Super Pippão! O fruto de uma vontade divina! VITATATA!Pontuei em um tom de voz mais alto e mais firme. Mas ainda precisava manter a calma e evitar problemas desnecessários, pois talvez não fosse muito interessante também falar demais.


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 Enquanto exploraram a abordagem do pequeno marinheiro se comparação a eles, havia ao ruivo  criado uma dúvida sobre o que se tratava, onde o soltado prontamente respondeu - Trata-se de um comunicador, não alcança grandes distâncias mas é plenamente útil para a comunicação rápida. Se me da licença eu preciso entregar mais um.- O homem se despediu rapidamente,  enquanto Thor continuou por ali a interagir com o companheiro marinheiro até que teria perguntado a uma moça que havia lhe chamado atenção sobre boatos - Hm… Você poderia ser mais específico?- Ela levantaria a dúvida, sendo possível ver que dentre seus cabelos uma pequena ave apareceu olhando para os dois.

Ela parou, olhou mais um tempinho e percebendo o que se esperava dela teria dito - Eu ouvi falar que há um grupo pirata que tem vendido os animais da ilha mas, tudo que sei é que logo a marinha vai cuidar deles, ou pelo menos foi o que meu irmão que é marinheiro falou. - Ela deu um grande e largo sorriso, ficando disponível para mais perguntas mas,  sem que muito tempo se passase um som teria sido ouvido por todos ali - PeroPeroPeroPero- do dendenmushi, e quanto fosse atendido seria ouvido um - Katcha! Onde o pequeno dendenmushi assumiu uma barba negra e feições mais duras enquanto falava - Thorkel e Pippos, precisamos de vocês para uma missão.  Carregamentos de suprimentos estão para chegar e precisamos que guiem um grupo de soldados para que a guarnição seja feita, quando chegarem no QG passarei o resto dos detalhes, sala a23. E então teria sido desligado o dendenmushi com mais um - Katcha! onde o pequeno caracol teria só voltado a sua aparência normal.

O que nossos companheiros gigantes teriam decidido a aprtir daquele ponto, seria de responsabilidade destes de já atender ao chamado logo ou não.

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3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! Shuuma10

Den Den Mushi?!
Que objeto interessante.
Mas agora vamos à missão!


3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line!
O entregador não demorou para logo saciar minha plena dúvida. Um comunicador? Que interessante...Sem pestanejar, logo recebi o meu mais recente e incrível aparelho para comunicação. Tudo bem que eu não sabia exatamente como funcionaria para atender a alguma ligação, se é que esta iria ocorrer, não é? Mas se fora entregue a nós, estava claro que a comunicação parecia ser bem necessária nesse exato momento. O meu irmãozão, como de costume, não demorou ara logo tentar se chegar para conversar com alguma mulher aleatória. Tudo bem que ele gostava de xavecar demais, mas criar um assunto aleatório para conversar com uma humana aleatória por ali... ai ai.

Mal deu tempo dela tentar entender bem a pergunta que logo soltou algumas palavras que pareciam até ser meio úteis. É... até que ele saber se comunicar bem com as mulheres é algo útil, para nós, VITATA.Mas enquanto ele tentava descobrir mais informações com ela, eu me mantinha curioso com aquele novo instrumento de comunicação, tentando observar bem e deixar minha e colossal marreta no solo para tentar analisar e também tentar entender ao funcionamento deste comunicador. Dentre seus cabelos, era possível também ver uma pequenina ave, tão pequenina que mal podia-se ver por entre seus cabelos. Caraca, todo mundo aqui tem um animal...Pensei.

Mas depois de ouvir a sua preocupação para coma segurança na ilha, eu tinha que fazer o meu papel de garantir-lhe de que eu estava ali para garantir sua segurança. – Não se preocupe, pequenina, nós somos marinheiros, e eu sou o Super Pippão, o fruto de...Um chato zumbido começou a tocar, zuada esta que era proveniente daquele tal instrumento de comunicação. Com ele em minha mão esquerda, logo tentei ser o mais cuidadoso possível e utilizar o polegar e o indicador de minha mão destra que estava livre para tentar abrir e falar nesse tal comunicador: - Oi? Aqui é o Super Pippão! Tem alguém aí?Depois de um ‘Katcha’, o tal instrumento caramujo que antes parecia estar adormecido, logo despertava e ganhava uma barba. Que esquisito...Estranhei, mas logo comecei a ouvir a voz de homem que parecia precisar dos nossos reforços.

Parece que o caramujo estava nos mandando ir até o porto e receber alguns suprimentos. – Err... Sim, senhor!Respondi com empenho e dedicação, pela força do hábito. Não sabia bem se o Thork também falaria alguma coisa, mas ao finalizar o assunto, logo desligaria o comunicador, e, novamente aquele ‘Katcha’ soou. – Então, bora pra o QG para receber instruções desses suprimentos, não é? VITATA.Falei, apenas reforçando o que estava disposto a fazer para prosseguir com a efetivação de nossa missão. Não sabia se ele iria propor algo diferente, mas, aparentemente, deveríamos logo partir para receber boas instruções em sua sala. Já estávamos bem acostumados com isso, mas agora estaríamos na Grand Line, e, claro, talvez algo ocorresse fora do esperado.

Enquanto seguíamos até a determinada localidade, eu ainda ficava meio confuso com alguns detalhes nesse comunicador. – Ei, Thork, não me leva a mal...Já soltei para evitar tremendas zoações sobre minha aparente dúvida, mas eu também sabia que não importava, de todo jeito ele iria querer tirar uma com a minha cara. – Olha, esse comunicador é bem esquisito mesmo, mas, como que eu sei se esse caracol barbudo representa uma patente superior à nossa? VITATATA!Gargalhei no final para pegar menos mal e tentar ter minha dúvida saciada de maneira menos feia.

3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! 3ee5394f0f5b0d7ef790724def9610407b04861fr1-1312-808v2_hq

Eu tinha quase certeza de que ele iria querer tirar alguma brincadeira comigo, era uma noção quase absoluta pelo grande tempo de amizade. Caso isso realmente ocorresse, eu não demoraria para logo soltar um: – Ah, vão se ferrar! VITATATA!Brincadeiras a parte, mas sempre faria questão de manter o nosso propósito e empenho em dia, para, o quanto antes, pegar o caminho já aprendido para chegar novamente até o Quartel General.

Assim que já estivéssemos no QG, faria questão de perguntar ou fazer o necessário para encontrar a sala a23, sempre mantendo meus belos olhos bem atentos, onde esperaria a chegada ou a instrução de algum(s) que estivesse(m) por ali para cumprir seu papel de auxílio a um novo superior na base do quartel. Também era esperado que fossem muitos suprimentos, pois estariam a pedir a ajuda de dois gigantes, e mais soldados eram mais do que necessários. Ao menos era o que eu imaginava, não é? Mas também fiquei imaginando sobre o tal grupo pirata que aquela jovem havia nos falado. Será que seríamos algum tipo de isca para acabar pegando esse tal grupo pirata? Ou esse bando pirata estaria interessado em interceptar os suprimentos mesmo no desembarque? Ah, tanto faz, pensamentos à parte, mas faria questão de aguardar as palavras de nosso superior para ter certeza de qual seria a procedência.


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Última edição por Pippos em Sab Jan 08, 2022 10:32 pm, editado 1 vez(es)

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“As vezes me esqueço de que Vitaminado é um moleque com fraldas ainda, Thororororo! Para não reconhecer os famosos Comunicadores da Grand Line.” Pensei comigo segurando o riso até expelir em uma boa gargalhada. ~ THORORORORORORO! Você tem muito o que aprender ainda, rapazinho! Seria debochado, apesar de não fazer parte do meu feitio, não conseguiria evitar. Provocando ainda mais o garoto que as traspassava uma aura determinada e forte, me fazendo esquecer que era bastante novo para um gigante.

Logo havia puxado papo com uma jovem moça de madeixas avermelhadas. ~ Mais especifico? Huum... Fiquei um pouco pensativo até perguntar novamente com maior clareza. ~ ...digo, somos recém chegados em Altai, por isso perguntei o que anda rolando por essas terras!? Coçava a barba enquanto fintava a ave sobre os cabelos da jovem, cuja resposta viria a seguir.

~ Certo, certo! Típico desses malditos piratas, mas pode confiar que nós resolveremos isso! Já que seu irmão é um irmão de guerra, responderei as suas esperanças ao levar justiça a esses bandidos! Bateria com a mão no peito para frisar minha devoção, responsabilidade e convicção em minhas palavras.

Antes que pudesse continuar a prosa com a bela moça, o comunicador de Vitaminado começava a tocar. ~ Ora, ora... parece que meus instintos estavam certos! Thorororo! Atenda isso de uma vez, seu cabeça de repolho. Falava ao centrar minha atenção a voz que sairia do dispositivo. ~ Positivo! Estamos deslocando ao quartel! Responderia antes do caracol desligar.

Voltava a olhar a jovem de cabelos vermelhos para então me despedir. ~ Agradeço sua atenção, senhorita. Tenha um bom dia! Acenaria com a mão para a moçoila, logo em seguida virando e caminhando em direção ao Q.G. ~ Vambora Pippoca! Thorororo! Esses músculos estão clamando para serem usados! Proferia de forma carismática e extrovertida como de costume, rumando pelo mesmo caminho feito outrora até o Ninho Oirat.

Durante nossa ida até quartel general, Pippos perguntava sobre o caramujo e sua função, além de questionar quem estava do outro lado do comunicador. ~ Háh! E faz diferença? Se minha lança é direcionada a meu alvo, o local de colisão é o de menos. Thorororororo! Falaria de forma sagaz, pois, para mim não importava quem estava chamando até o quartel, desde que pudesse continuar trilhando em direção aos meus objetivos, os empecilhos seriam apenas erradicados por esse corpo abençoado pelos Gigantes Primordiais.

~ Qualquer coisa, se for um merda arrogante de patente inferior é só você afundar o crânio dele com seu martelo, Thororororororo! Faria uma piada, apesar de conter um pouco de verdade por trás. ~ De qualquer forma, não é como se tivéssemos algo muito importante para fazer agora. Não leva pro coração, rabanete! Sorriria amigavelmente, enquanto proferia palavras que pudessem esvair quais queres pensamentos inúteis na cabeça do garoto.

Pelo visto havia dado certo, já que, a resposta de Vitaminado parecia mais descontraída e relaxada. ~ Thorororo! É isso aí mesmo! Pensar demais não te fará bem, deixa que eu assumo essa parte. Daria um tapa no ombro de Vitaminado, afinal, ele era um irmão caçula muito mais próximo de mim do que os que nunca havia conhecido em Elbaff. Mostrar para ele que poderia confiar e acreditar, fazia parte de minha indole.

Assim que chegássemos no quartel, agarraria a cabeça de um dos soldados que estivesse próximo a entrar na construção e ergueria ele até o alto virando seu corpo sutilmente até olhar nos olhos do marinheiro. ~ E aí rapaz. Pode fazer a gentileza e informar que Thorkell e Pippos estão aqui do lado de fora!? Infelizmente esse quartel parece muito apertado para nós dois, se é que me entende. Thororororo! Riria amistosamente para o soldado. ~ A sala é a23. Agradeço sua valorosa ajuda. Em seguida, levaria o sujeito até que seus pés tocassem o chão novamente e soltaria sua cabeça. Não seria bruto, mas também muito menos delicado.




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3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! 2uAvx3T_d
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Rainbow
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  Não levou muito para que ambos titãs pudessem estar próximos ao QG, a breve interação que tiveram antes no templo provou-se frutifera pois tiveram ali a noção do que os esperava no futuro, já que talvez a operação citada pela capitã envolvesse justamente parar esse grande grupo ao qual trazia terror aos cidadãos. Já os esperando estava um homem ao qual lembrou exatamente como a aparência que o Dendenmushi tomou anteriormente e junto a ele estavam alguns soldados diferentes dos que haviam trabalhado anteriormente e logo antes que perguntassem o homem diria - Sei que vocês já tem experiências com alguns soldados em especifico mas, no momento eles estão sendo colocados em teste, um que eventualmente vocês deverão passar. Aliás, sou o Tenente Bunker- Disse o homem esticando a mão a frente para cumprimentar os dois titãs, era um homem de estatura mediana para o padrão humano, tendo por volta de 1,70.

Caso decidissem corresponder ao aperto de mão poderiam ver que era um aperto bem firme que passava confiança, enquanto ele enfim explicou a missão a eles - É uma missão muito simples, vocês devem organizar os soldados e conduzir três carregamentos que devem vir, um deve ir, especificamente há apenas um dos soldados que sabe como conduzir um cavalo para direcionar a carroça, o soldado Orphian. - Ele apontou para um dos soldados que tinha uma aparência que destoava das demais, tendo um rosto mais androgeno que destoou quando ele retirou o boné da marinha fazendo uma continência aos dois.


- Ao todo vocês terão seis homens cada um e devem conduzir o serviço sem levá-los a exaustão e sem comprometer o tempo de entrega, este será o desafio de vocês. Vocês devem se dirigir ao porto por onde vieram, os navios devem chegar com um intervalo de trinta minutos um do outro, o cenário ideal seria o que o trabalho não se acumulasse. Então ele concluiria com - Alguma dúvida? Então o homem esperou por qualquer dúvida que pudesse ter, se não houvesse viria das instruções dadas por eles as ações dos homens.
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3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! 9g2joTh

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~~ A Fortaleza Imortal ~~


Sargento

Logo em que havíamos nos aproximado do pequeno quartel da marinha de Altai, lá já se encontrava um pequeno homem fardado com as vestes da marinha, semelhantes às do Tenente Smith, já percebendo a patente do marine. ~ Saudações Tenente Bunker! Você é muito educado, não precisa de tanta formalidade conosco. Thororororo! Proferia ao mesmo tempo que esticava a mão para cumprimentar o marinheiro.

Aqueles que chegavam a patente Tenente eram homens fortes e experientes, apesar de haver alguns casos em exceção, quase todos que havia conhecido eram marinheiros poderosos. Tanto é que, conseguia sentir isso só no aperto de mão. ~ Hoo. Você parece ser um dos bons! Kekeke! Aquele velho hábito de manifestar uma risada um tanto macabra surgiria devido a excitação em só imaginar a troca de forças entre mim e o tenente.

“Héh! Falei de o garoto ter esquecido dos perigos da Grand Line, mas devo estar ficando caduco. Até mesmo eu esqueci que aqui é bastante normal encontrar homens corajosos, centrados e abagualados! Thorororo!” Pensei comigo por alguns instantes ao mesmo tempo que fintava com intensidade nos olhos do Tenente até soltar sua mão.

Havia sinalizado para os soldados próximo dele com um breve aceno de mão, mostrando ter percebido suas presença e que valorizava elas, diferente de muitos que sobem na hierarquia e cagam pros outros marinheiros.

Bunker explicava qual seria a missão e seus detalhes, não poupando esforços para dramatizar a situação, talvez fizesse parte de sua personalidade. Todavia, parecia ser algo simples, até mesmo para um chimpanzé. ~ Certo, certo! Sou um Sentinela que detém bastante experiência nesse tipo de situação, pode ficar tranquilo que vamos finalizar sem nenhum pepino! Thorororo! Proferia ao gesticular com dedo de forma positiva, transmitindo calma e maestria nas palavras.

~ Negativo, Tenente Bunker. Responderia ao marine durante o tempo que viria apoiar as mãos na cintura e então olhar o grupo de soldados que havia sido designados a mim. – E aí camaradas! Prontos? Perguntaria para ver se havia algum desmotivado ou ainda com dúvidas.

De qualquer forma, acrescentaria ao explicar como agiríamos durante a missão. ~ Eu sou especializado na profissão de Sentinela. Devido a isso, já estive em muitas escoltas e entre vários do tipo. Somos em um total de 12 marinheiros e apenas 3 carregamentos, então temos que adotar um meio de proteção eficiente ao redor da carroça para que a viagem possa ser rápida e segura, neutralizando qualquer intenção de roubo por parte de criminosos. Explicaria lhes dando uma pausa para que digerisse as informações. “Apesar de que não seria nada ruim brandir minha lança contra alguns bandidos, Kekekeke!”

~ Eu e mais dois soldados ficaremos em frente da carroça. Já o sargento Vitaminado junto a mais dois soldados ficaram guarnecendo a parte traseira. Restando seis de vocês que se dividiram em dois grupos de três que protegeram as laterais. Assim montaremos um globo eficiente de defesas. Gesticularia com as mãos para mostrar a linha de raciocínio que por mais simples que fosse, talvez algum deles não entendesse, principalmente os mais inexperientes.

Caso houvesse duvidas, ou não, voltaria a dizer. ~ Porém! Devem ter em mente suas capacidades físicas e maestrias para que essas defesas sejam eficientes, exatamente por isso eu tomarei a frente como a primeira linha de impacto; junto aos soldados mais robustos! Vitaminado a segunda linha de impacto ao proteger a parte de trás; junto aos mais defensivos. Uma vez que, devido os pontos frente e atrás serem mais visados. E por fim, as laterais! Aqueles com maior mobilidade, agilidade e percepção devem se alinhar nas laterais. Proferia explicando com bastante detalhes como poderíamos defender com facilidade e eficiência o carregamento.  

Não chegaria dando ordens, como muitos pomposos do alto escalão faziam. Iria me expressar de forma serena, confiante e carismática. Elucidaria minha profissão, detalhando meu ponto de vista e também sendo resoluto. Queria conquistar a lealdade deles e usaria as palavras com persuasão e carisma de forma a gerar um animo em seus corações. Para que sentissem estarem com um sargento experiente, astuto e simpático.

Havia um porém nessa missão que, devido os novatos serem muito novos e provavelmente com pouca resiliência, teriamos que revezar entre eles. Algo que não seria necessário para Pippos e muito menos para mim. ~ No entanto! Como vocês acabaram se cansando rápido pela falta de experiência, 6 de vocês ficaram esperando aqui no quartel. Após voltarmos, 3 de vocês assumiram o lugar dos 3 mais cansados e após voltarmos de novo os outros 3 seguiram a mesma dinâmica. Então contando comigo e com o cabeça de rabanete aqui... serão um total de 8 marinheiros na escolta a cada turno. Havendo 3 na frente; 3 atrás e 2 em cada lateral. Daria uma pausa para que eles entendessem o que lhes havia dito até o momento.

~  Alguma pergunta? Fintaria os soldados nos olhos para avistar algum insegurança ou dúvida para a missão, apesar de que confiava plenamente na enxurrada de informações que havia lhes fornecido e ainda detalhado. Afinal de contas, os calos em minhas mãos e pés existem por um motivo: estampando toda a vivência nos mares.




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3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! 2uAvx3T_d
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Sargento




3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! Shuuma10

Início de uma escolta bem planejada...
Muito prazer, Grand Line!


3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line!
Já no Quartel General, eu, com todo o meu formidável ímpeto, manteria uma firme postura para tentar demonstrar toda a minha excelência como um bom Sargento, e faria questão de querer me apresentar para quem quer que por ali no QG aparecesse: – Olá, muito prazer, eu sou Pippos Vitaminado, o fruto de uma vontade divina, o herói que irá salvar este planeta de todo mal! VITATATA!Mas assim que me apresentei por ali, logo pude ver um homem de cavanhaque que lembrava muito aquele caracol na hora da chamada. Ahhh....Me toquei, logo tendo a necessidade de me desculpar pela desnecessária apresentação por ali, mas não que isso fosse um problema, pois além dele, deveriam haver mais marines pelas redondezas, e o meu nome precisava ser reconhecido!

Muito prazer, Tenente Bunker!Também faria questão de cumprimentá-lo, mas, claro, com todo o cuidado do mundo, porque seu tamanho era minúsculo, comparado ao meu. Mas o aperto fora bem firme, para um tão pequeno homem. Hmm... ele é forte.Deduzi. E, em seguida, ele não demorou para dar continuidade às íntegras instruções a respeito de como seria a escolta dos suprimentos, e assim prestaria bastante atenção em tudo que me fosse dito.

Em uma singela continência, eu não demoraria para esbravejar: – Fique tranquilo, senhor! Nós já temos sim uma boa experiência com a escolta em equipe e pode contar com a gente, que traremos todos os suprimentos em segurança! Esse grupo pirata não vai ser nada demais quando se tem o Pippos e o Thorkell, VITATA.Transpareci minha incomparável confiança, enquanto abraçava o ombro de meu companheiro para tentar mostrar um pouco mais da afinidade e sinergia que já tínhamos quando unidos. Não esquecendo, claro, de apertar um pouco ombro do Thork e ao fim do meu breve discurso, dar-lhe-ia alguns cascudos na brincadeira.

À medida que as instruções fossem finalizadas e já estivéssemos de frente com os soldados apontados, o Thorkell não demorou para traçar um excelente planejamento. Muito bem pontuado e idealizado, eu não demorei para logo concordar com ele com toda essa ideia traçada. – Bom plano, Thork! Não podia esperar menos desse Abacaxi, VITATA!Exauri, demonstrando plena confiança em meu bom companheiro de vida. Sempre soube que , juntos, não haveria problema algum a surgir.

Mas, em seu final, eu fiquei levemente desalinhado. Colocaria as mãos em meu queixo para tentar melhor refletir toda a ideia que ele havia destacado, mas algo me deixava levemente desalinhado. – Olha, Thork, tua ideia foi brilhante, eu sequer pensaria tão rápido como você para elaborar esse bom planejamento, mas ainda há um detalhe que me deixa meio desconcertado.Esclareci, mas apenas querendo complementar um único ponto para aprimorar ainda mais a ideologia de meu parceiro: – Veja bem, você sabe como é essa vida de soldado. Já passamos por essa etapa e sempre queremos dar o nosso máximo, certo?Suspirei.

Mas logo prossegui: – Partindo desse ponto de dedicação dos soldados, é muito esperado que alguns até queiram passar um pouco de seus limites, isso para tentar parecer digno de subir de cargo... Sim, nós dois sabemos bem como isso funciona.Sorri um pouco, mas mantive minha ideia: – Partindo desse princípio, eu acredito que a melhor decisão seria manter apenas você na linha de frente, afinal, tenho certeza de que você conseguiria manter a guarda na sua posição sozinho sem nenhum problema aparente, enquanto que eu me manteria na retaguarda também sozinho.Suspirei para dar uma bela pausa no discurso e dar tempo para que tanto o meu parceiro como os soldados pudessem absorver bem o que eu havia dito.

Nesse sentido, em cada turno de idas e vindas, seria a vez de dois dos soldados do Thorkell se aliarem a dois dos meus soldados, onde assim, teríamos quatro para fazer o cerco em torno de Orphian e de todos os suprimentos. Assim, todos teriam apenas uma ida e uma vinda, e acredito que isso não seria o suficiente para cansar excelentes soldados daqui de Hasagt, não é? VITATATA!Esperava que até mesmo os soldados concordassem comigo, pois apenas uma ida e uma vinda do porto não seria o suficiente para deixar-lhes exaustos , e isso seria uma verganho para o Quartel General de Altai, e nesse caso, ficaríamos melhor divididos e os soldados bem menos cansados.

Com minha ideia bem pautada, eu esperava que todos concordassem com meu planejamento, mas também concordaria se preferissem a ideia de meu parceiro, afinal, em uma lógica mais matemática, o cansaço dividido da minha maneira, não seria prolongado. E assim faria questão de estimular todos para que prosseguíssemos com a ideia que melhor fosse aceita. – Vamos nessa! Eu ainda quero toma uma quando voltar, VITATA VITATATATA!Gargalhei fortemente, tentando trazer mais ânimo e confiança a todos à medida que partíssemos para o porto, onde aguardaríamos a chegada dos suprimentos.

Mas logo tive um rápido lampejo em minha mente e logo soltei: – Calma, calma! Na minha cabeça, acabou de vir uma preocupação maior e necessária em toda a segurança desta missão!Minha expressão facial talvez até demonstrasse um pouco de nervosismo e preocupação com tudo o que seria possível de acontecer: – Thork, mas e a embarcação?! A gente não pensou na segurança dela enquanto estivéssemos a fazer o transporte dos suprimentos! Já imaginou que vamos realizar três viagens de idas e voltas e depois de fazer a primeira, e chegamos para a segunda, a embarcação está vazia!Agora eu havia expressado de forma rápida e precisa o anseio de toda a minha preocupação.

Com um olhar firme e expressão séria, logo prossegui: – É o seguinte, iremos ainda até o navio com dois soldados de cada grupo, totalizando seis, pois além dos quatro soldados, haverão os dois sargentos, certo? Ok. À medida que cheguemos na embarcação para fazer o desembarque dos suprimentos, um dos sargentos ficará em frente da embarcação para proceder com a segurança desta, enquanto que os quatro soldados irão prosseguir com o plano tracejado, e, outro detalhe, é que o Sargento Thork deverá sempre ficar na retaguarda, afinal, tem que ficar de olho nos suprimentos e com a nossa altura superior, mesmo estando atrás, já teremos uma ampla visão à frente!Urf, suspirei, agora com mais firmeza, pois precisei falar mais palavras de uma maneira mais rápida enquanto ainda expressava um pouco de receio.

Outro detalhe, Thork, não sei como você preferia manter as nossas trocas com as idas e vindas ao QG. Talvez apenas um se mantenha dando segurança ao navio e o outro fique responsável pelas idas e vindas com os soldados, ou então, nós revezaríamos à medida que um novo grupo chegasse para buscar mais suprimentos, onde caso de primeira eu estivesse mantendo a segurança do navio, depois eu iria levar suprimentos e buscar novos soldados.Finalizaria minha primeira fala e logo me preparava para partir, pois a primeira ida ao porto, teria, de fato a nossa dupla presença, e, no caminho, poderíamos melhor definir a procedência do planejamento até chegar ao supracitado espaço.


Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippão


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3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Sasha
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 A missão dada a eles era importante afinal de que valeria se ter soldados se não fossem bem guarnecidos? Havia pelos gigantes um cuidado extra denotado pelas suas preocupações e até mesmo também pelo modo como planejavam seguir com a missão, muito mais como uma escolta do que algo que exigiria muito mais trabalho duro do que qualquer outra coisa, se diferia muito até mesmo o respeito que a marinha tinha em determinadas regiões visto que roubar a organização em geral causava tantos problemas que transportes como estes eram muito mais seguros do que nos blues, apesar de ser um mar muito mais perigoso.

Os soldados de Thor, pareciam ter entendido bem as instruções apesar de sim, haver uma dúvida - Hm… Senhor, como o condutor esta sobre sua tutela, haverá um turno em que apenas um irá fazer o descarregamento, como decidiremos quem será o azarado?- Era a dúvida de um jovem com alguns adornos de penas, ao qual detinha uma séria dúvida ao qual talvez mesmo no brilhante plano de Thor, poderia ter passado despercebido.

O grupo de Pippos por outro lado? Bem, não tinha bem esse questionamento, pois o número era bem coerente com as instruções que haviam sido dadas, onde ouviu-se um sonoro “ Sim senhor”, seguido de que quando houvesse a resposta também de Thor, poderiam partir juntos, utilizando da própria carroça para facilitar a movimentação, a carroça era puxada por dois Bananawani, animais característicos de Alabasta e bem exóticos no local, que exigiam do condutor uma boa carga de esforço para os direcionar, mesmo os gigantes poderiam ir junto na carroça visto que era bem espaçosa e carecia de um teto que pudesse limitar, como eram animais extremamente grandes e fortes, seu peso também seria irrisório.

Quando chegaram no porto em uma das laterais do navio, poderiam ver uma bela Mink de pele escura muito bonita que segurava consigo uma prancheta e logo teria pulado diretamente a frente dos bananawani quando eles pararam, colocando uma das mãos sobre o focinho do bicho, que pareceu já a conhecer dada ao modo como o gigante bicho começou a balançar o rabo, a moça teria contornado e dito em direção a carroça - Thorkell e Pippos certo? Poderiam assinar que vão fazer a retirada de carga? Alguns dos meus homens vão ajudar a descarregar mas, é importante que vocês lembrem que o terceiro carregamento, será de armas e não de alimentos, então é recomendado um cuidado maior. - Ela teria mostrado a prancheta e oferecido uma caneta para que assinassem, daquele ponto, a ponte do navio já estava abaixada e dali, seria válido que dessem as instruções para que os homens devidos começassem o trabalho.

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3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! 9g2joTh

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~~ A Fortaleza Imortal ~~


Sargento

Após traçar um plano para nossa escolta, havendo simplicidade, mas não pecando em eficiência, Vitaminado pontuava sobre a parte final do revezamento entre os soldados. ~ Não precisa acariciar minhas bolas, pode falar o que achou estranho? Diria para o garoto enquanto arqueava uma das sobrancelhas e olharia para ele ouvindo suas palavras. “Não é pelo fato de ele ser mais novo que irei ignorar suas sugestões, afinal, somo uma equipe.”

~ Sim, geralmente tendemos a ultrapassar nossos limites, ainda que existam alguma almas mortas por dentro. Responderia a Pippos devido seu comentário sobre dar seu melhor, pois, por incrível que pareça existem muitos que respiram, mas estão mortos por dentro.

A ideia e colocação do garoto realmente possuíam sentido, era natural refletir sobre esse ponto. Não é que eu não confiasse na minha força, ora bolas! Isso confio indubitavelmente. Entretanto, a ideia era proporcionar experiência aos mais novos, além de conservar suas energias e forças, segundo o que o Tenente havia proferido anteriormente.

Soltei um leve suspiro. ~ Uffs. Coçava a cabeça até vir à responder Vitaminado. ~ Não está errado seu pensamento, pimentão. Porém, não devemos pensar apenas em nós! Claro que eu poderia muito bem suportar a linha de frente estando sozinho, não seria a primeira vez e certamente nem a última. Todavia, devemos solidar um caminho para que os mais novos possam adquirir experiência de forma adequada. Afinal de contas, se não fosse por essa razão apenas nós dois seriam suficiente, não acha? Thorororo! Riria após explicar para Pippos o motivo da organização do grupo.

~ Bom... se estiverem de acordo com a sugestão de Pippos, por mim não tem problema. Acrescentaria, já que, no final não haveria tanta diferença. Contudo, Vitaminado havia levantado uma questão um tanto interessante, mas que já havia pensando, só não explicado. ~ Acho que você não entendeu ainda. Assim que seguirmos viagem até o navio e deixarmos a carga, obviamente os três mais cansados permaneceram lá para descansar e guarnecer. Não iremos precisar deles na volta, já que, a carroça estará vazia. Daria um peteleco na testa do garoto para que prestasse mais atenção nas minhas palavras; apesar de que deveria ter dito com maior clareza.

Vitaminado havia levantado outras questões, parecia ter até mesmo ignorado o que havia dito. ~ Tsk! “Quando se complica o simples é a maneira simplista de dificultar a razão!” Parafrasearia com intuito de que Pippos percebesse que só estava complexando.

~ Não tem necessidade de dificultar a missão, seu olho do cu! Indagaria já um pouco irritado, pois, seja com 1 ou 3 soldados no final nossa missão é proteger a carga e os marinheiros novatos. Se houvesse mais, seria apenas mais trabalho de forma desnecessária. Já que, Pippos ainda não entendeu que a segurança dos recrutas também é essencial para o Tenente Bunker.

Um dos soldados abordaria uma questão ao perguntar para mim sobre o motorista e descarregamento. ~ Eu ajudarei no descarregamento em todos os turnos, afinal, só poderemos voltar para carregar. Estarei atento a qualquer ataque, pode ficar tranquilo. Porém! Caso eu perceba que um ataque poderá acontecer, anunciarei no mesmo instante em alto e bom som. Nesse momento foquem apenas em resguardar suas vidas e depois a carga. Comentaria ao me aproximar do soldado. ~ Enquanto eu estiver de pé, sua vida e a carga estarão a salvos, Thororororo! Tenha um pouco de fé nestes monstruosos músculos! Indagaria ao mesmo tempo que faria uma pose máscula ao mostrar os bíceps para o marinheiro.

~ Certo! Sem mais perguntas, seis de vocês aguardaram aqui. O resto vambora! Tomaria a frente dos animais que puxariam a carroça. “Héh! Esses lagartões fritos parecem uma delícia!” Pensei comigo mesmo, olhando com certa hostilidade e fome enquanto limpava a baba no queixo que logo surgiria devido estar com um pouco de apetite; ainda que fizesse pouco tempo que havia lanchado.

Caso os animais pressentisse meu apetite ou a intenção assassina de leve, soltaria um riso e colocaria a mão sobre a cabeça do animal. ~ Thorororo! Calma, calma bichano! Só estava brincando. Daria um tapinhas na cabeça do animal e em seguida tomaria mais a frente com alguns passos de distância, durante o tempo que faria um sinal para que me acompanhassem.

O caminho até o navio era tranquilo, mas uma vez que outra falaria para amenizar qualquer tensão e nervosismo dos marines. ~ Então, uma vez eu ouvi de um mercenário enquanto estávamos numa escolta que ele tomava suco devagar... vocês sabem o porquê? Proferia sobre um relata de vida de muito tempo atrás. ~ Porque ele disse que era “sucolento”! Thorororororo! Seria uma piada sem graça, mas mesmo que fosse caso certamente diminuiria qualquer pensamento negativo por parte dos soldados.

Assim que havíamos chegado no porto para descarregar no navio, notava uma jovem Mink que imediatamente nos abordava. ~ Saudações senhorita, sim somos nós. Complementaria a resposta da mulher. ~ Certo, manterei isto em mente. Agradeço sua preocupação. Diria com um sorriso no rosto durante o tempo que assinaria a pequena prancheta. “Ahhh! Nessas horas que sinto falta de ser esmurrado em um bar. O coisa mais chata.” Claro que a missão era importante, ensinar os mais novos também. Além de que ganhar dinheiro com esse tipo de missão era mamão com açúcar. Porém! Trabalho administrativo era algo que realmente odiava, até mesmo assinar um documento parecia ser tedioso para mim. ~ Nos vemos daqui a pouco, jovem. Acenaria para a Mink deixando apenas meus pensamentos lá mesmos.

~ Atenção! Você, você e você! Apontaria aleatoriamente para um do meu grupo, um que estivesse na lateral da carroça e um do grupo de Pippos. ~Só vocês ajudaram a descarregar os materiais, obviamente lhes auxiliarei. Enquanto isso, Pippos fica ligado pelas redondezas! Diria, por fim, fintando Vitaminado ao acenar com a cabeça para que ele entendesse meu sinal, pois, seria ele agora encarregado de nos proteger.

~ Após descarregar a carroça, vocês permaneceram aqui para descansar e guarnecer o local conforme dito antes. Entendido? Explicaria mais uma vez de forma simples, mas concisa e direta. Cravava a lança no chão e então começaria a ajudar a descarregar tudo que houvesse lá dentro da carroça; que por sinal era um veicula bastante espaçoso.

Dado algum tempo, já com tudo descarregado, lideraria novamente para que retornássemos até o quartel. ~ Tudo pronto? Vamos voltar! Exclamaria em alto e bom som para que todos ouvissem. Durante nossa volta, com os olhos e ouvidos atentos a todo instante, viria constantemente a observar o grupo no geral para ver se estava tudo certo.

Caso chegássemos até o quartel sem alterações, faria sinal para 3 dos 6 marines que lá haviam esperado. ~ Você, você e você! Viram conosco para escoltar a carroça nessa segunda leva. Por enquanto, ajudem a carregar a carroça por favor. Apontaria de forma aleatória, novamente. ~ Ah propósito, Orphian... você se encarregará apenas de manejar a carroça, não precisa sair do seu lugar quando voltarmos para o descarregamento. Falaria caso ele houvesse, possivelmente, ajudado antes ou tivesse a intenção posteriormente. ~ Preserve sua atenção e energia só para sua função. Explicava diretamente, pois, qualquer rateada do sujeito pela estrada seja por fadiga ou estresse, viria nos prejudicar. Afinal de contas, ele era o único perito para manusear o veículo. “Tenho que ter em mente que o oficio dele nessa missão é o mais crucial, caso formos atacados.” Pensava comigo, uma vez que, deveria priorizar a segurança do motorista a cima de todos.

Claro que deveria guarnecer todos dentro da equipe, pois, liderar era algo que não só deveria ser feito com palavras, mas também com atitudes, isso era o que acreditava. Exatamente por isso, possuía em mente defender qualquer marine estando sob minhas ordens. No entanto, isso seria num mundo “ideal”. Visto que estamos num mundo “real”, deveria sempre me precaver ao priorizar nossa equipe. Qualquer marine ferido pode voltar para o quartel e outro tomar seu lugar, enquanto o soldado se recupera. Mas já que detemos apenas um motorista, será difícil outro assumir seu papel. Todavia, se depender de mim nenhum aliado sentira o frio da morte sobre sua espinha, já que, estes músculos serviram como uma fortaleza em prol de nossas defesas.




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3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! Shuuma10

Inicio do transporte das cargas...
Mas a mink esclareceu o verdadeiro propósito damissão!
Confie em mim, Thork.


3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line!
Sempre que eu tentava tocar em assuntos interessantes, esse maldito fazia questão de me provocar e sacanear comigo com suas brincadeiras. Todavia, nessa primeira instância, eu estava focado demais para dar atenção à isso, e apenas me interessei pelo fato dele haver concordado comigo sobre os soldados talvez se esforçarem mais do que o esperado e que, por isso, seria importante mantê-los bem descansados. – Esse seria o quesito, onde há uma boa importância em mantê-los bem descansados para cumprir com a tarefa dada!Esclareci, já tendo mais um ponto em minha mente que seria mais útil nessa situação.

Por outro lado, o meu parceiro tinha suas convicções de maneira mais dura e, dificilmente conseguia vê-lo ceder ao meu plano facilmente, e era a partir disso que eu precisava continuar a manter minha decisão, pois um superior precisa mesmo ser firme em suas compreensões e escolhas, nossa visão era idêntica, afinal, manter a segurança dos soldados e dos suprimentos seriam a maior prioridade, de todo modo, eu ainda ficava com um certo receio em mente: – Thork, se parar para pensar bem, acredito, fielmente que esses esplêndidos soldados precisam sim de experiência, mas, na minha mente, a segurança tanto deles como dos suprimentos e da missão estão em primeiro lugar, e, não que seja algo apenas para nós, mas eu apenas não gosto de dar possibilidades ao fracasso dentro de um objetivo dado.Pontuei.

Tudo bem que os soldados novatos precisavam de experiência, mas haviam dois fatores que não me deixavam tranquilos. Em primeiro lugar, essa ideia de contar com que eles se dessem por cansados ou não, e isso era algo que, provavelmente não seria muito eficaz, pois, provavelmente, alguns se esforçariam mais do que outros, e ainda não conhecemos muito bem cada um de nosso grupo, como pontuei anteriormente. Isso seria bem problemático para uma missão que conta com o apoio de todos. De toda forma, logo fui rápido e preciso com o meu grupo: – Rápido! Entre vocês seis, quem são os dois mais resistentes e não se cansam tão fácil?Esperava uma resposta rápida, para não haver muito tempo para pensar, e até mesmo alguns dos soldados provavelmente falariam dois nomes em comum e, entre seis, dificilmente haveria um empate triplo. – É o seguinte, os dois mais resistentes serão os últimos e irão e voltarão sem tempo de descanso, então decidam logo entre vocês!Aguardava assim uma decisão sensata e mútua entre os soldados que em meu grupo estivessem.

Com todos os pontos firmados e decididos, pude houver bem a concordância de todo o meu grupo, deste modo, logo aclamaria para que partíssemos, como antes havia falado. Durante todo o caminho sereno e silencioso, o Thork gostava de tentar aliviar a tensão no ambiente, pois estava claro de que os soldados novatos já deveriam estar um pouco nervosos, VITATA. – Mercenário esperto, VITATATATA!Gargalhei com força ao entender a piada de meu amigo.

Dentro de uma empenhada caminhada, era esperado que logo estivéssemos no porto, e, por muita sorte, parece que o tal navio já havia chegado, onde pudemos visualizar uma bela mink que não demorou para vir até nós. – Isso, somos nós.Nao medi esforços para respondê-la rapidamente. – Pode contar com a gente, assinaremos sim.De primeira instância, faria questão de ler rapidamente de quê a assinatura se tratava, pois eu, como um ser divino, não aceitava falhas ou erros e gostava de ter tudo bem feito. Nesse sentido, caso estivesse tudo certo, assinaria sem pestanejar.

Mas a medida que ela conversava conosco, deixou bem claro de que a terceira carga seria a única que, de fato, seria a mais problemática. E, aparentemente, a única que, de fato requisitaria um suporte de força maior, como todo o quantitativo de soldados! – Então apenas o terceiro é de armas...Eu havia conseguido entender todo o potencial problemático de agora. Nessa escolta de suprimentos, nunca havíamos lidado com escolta de armas, apenas suprimentos básicos como comida e alguns materiais pouco mais pesados, mas, até hoje, nunca havíamos lidado com esse tipo de carregamento. – Entendo.Olharia fixamente ao meu grupo de soldados, que, obviamente estariam prontos para voltar comigo agora e guarnecer o carregamento de Orphian. – Mudança de planos! Vocês dois irão ficar aqui. Tudo para que na hora do terceiro carregamento, tenhamos todo o nosso grupo para proteger a carga!Esclareci, de modo que apenas eu e o Thork voltássemos ao QG para trazer mais dois soldados de cada, tudo para que o contingente estivesse completo na hora da volta. Algo que faria muito mais sentido em deixar os dois mais resistentes por último.

Esperava que o Thork também acompanhasse minha ideia, e assim poderíamos manter os soldados lá no porto, até mesmo descansando e fazendo a guarnição do navio, enquanto voltaríamos para levar os suprimentos e voltar com mais dois de cada grupo, onde, dessa forma, na terceira carga, a das armas, estaríamos em uma segurança muito maior. Mas tudo isso também seria analisando bem que a tal mink seria forte e conseguisse manter a segurança tanto dos soldados, como dos suprimentos e da carga. Eu ainda não conhecia muito bem essa mink, mas, já de cara, ela parecia demonstrar certa liderança e força, já demonstrando ter pessoas a seu comando. Algo que, inclusive, me deixava mais seguro em deixar meu grupo em suas mãos.

Eu sabia que o Thork já tinha sua mente bem estruturada na sua ideia, mas antes não contávamos que essa informação da escolta de armas: – Thork, confie em mim. Nesse caso, é melhor deixarmos todos os soldados aqui no porto. E, dessa forma, quando viermos buscar a terceira e mais importante carga, estaremos voltando para o QG totalmente munidos de defesa!Sobre todo esse papo de segurança e experiência para os novatos, eu não concordava muito, pois a organização e o sucesso dentro de uma missão traria uma experiência muito melhor do que a chance de não estarmos tão preparados para enfrentar os problemas na última escolta. Afinal, agora tudo faria sentido, principalmente no fato de uma escolta requerer dois Sargentos de força fazendo parte da missão.

Eu esperava que o Thork concordasse comigo, pois, nesse caso, poderíamos trazer a carga final de armas da maneira que iria conduzir à maior seguridade possível. E, se necessário, como grandões parrudos, nós teríamos plenas condições de, sozinhos voltar ao QG, acompanhados do condutor da carroça. Mas, caso meu parceiro não concordasse com a minha ideia de trazer mais segurança à apenas a última carga, eu não podia fazer muita coisa, afinal, como irmãos, e tendo a mesma patente, precisávamos confiar um no outro. Se ele acreditava que o grupo dele ganharia mais experiência trazendo as cargas, eu confiaria na ordem que ele daria ao seu grupo. De todo modo, apreciava também o seu diálogo com o condutor da carroça, para que ele dedicasse todos os seus esforços apenas para cumprir sua parte da missão.

Dessa maneira, logo iniciaríamos a volta para o QG, e, nesse sentido, tudo estaria funcionando exatamente como eu havia previsto e falado aos meus soldados, pois os dois últimos, de fato, deveriam ser os mais resistentes, pois deveriam aguentar ir e vir até o porto sem nenhum descanso sequer. De antemão, caso chegássemos de volta ao QG sem nenhum problema aparente, eu faria questão de salientar aos dois últimos previamente decididos de meu grupo: – Vocês dois serão as peças fundamentais para o sucesso dessa missão, então permaneçam aqui, descansando bem, para que possam suportar a euforia de ida e vinda da terceira viagem sem descanso! Conto com vocês!Terminaria manifestando um bom sorriso em minha face, sorriso ete que traria parte da minha boa confiança aos bravos soldados que enfrentariam o desafio de ir e vir sem descanso, mostrando muita convicção e resistência.


Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippão


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