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Mazushi: Por um punhado de berries

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Mazushi: Por um punhado de berries Qui Maio 13, 2021 6:01 am
Relembrando a primeira mensagem :

Mazushi: Por um punhado de berries

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Yu Wei, Ren & Izzy. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Deep
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Deep
Novato
Re: Mazushi: Por um punhado de berries Ter Set 21, 2021 11:54 pm

~Narração~

Draken pegava o cartaz de Luke e seguia para pedir informações, a mulher para quem ele perguntou as mesmas respondeu com uma cara de muito entusiasmo com o que estava fazendo, mas ao mesmo tempo um pouco de desapontamento.

-Desculpe não temos muitas informações, tudo que sabemos que ele aparentemente tem alguma aptidão com facas e faz trabalhos de assassinato por aluguel, a gente acredita que ele está nessa ilha ainda, mas não temos muitas informações além disso…

Um marine de meia idade e tapa-olho estava vendo a situação e ergueu sua voz.

-Ele é um cara que trabalha nas sombras dessa cidade, esguio com mortes limpas, mas que obviamente ele tomou seu tempo para as fazer, sua capacidade de combate não é muito conhecida, mas ele é muito bom em se esgueirar, se esconder e pegar desprevenido, já tivemos que limpar o cadáver de dois que foram atrás dele no último mês, é um alvo complicado…

O homem falava isso e olhava para Draken de cima a baixo, como se o medisse, como se o avaliasse, parecia ser um homem meticuloso, mas não parecia ter intenção de oferecer ajuda, afinal ele era um marine, não teria obrigação de ajudar um civil, talvez estivesse apenas medindo se o cadáver do rapaz seria pesado de se carregar.
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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Seg Out 04, 2021 10:50 pm
Mazushi
Por um punhado de Berries




Com o cartaz em mãos, o mudo ia questionar a mulher sobre o procurado, mas ela estava com uma expressão mista, parecia entusiasmada com o que estava fazendo, mas ao mesmo tempo, um pouco desapontada, mas com o que? Bem, ela respondia o que o aspirante a caçador perguntava, Luke segundo ela, tinha uma aptidão com facas, então ele seria um lutador corpo a corpo usando facas? Ou seria um atirador, arremessando-as? Além disso, ela dizia que Luke era um assassino de aluguel, ao contrário dela, Draken sabia que o pirata estava na ilha e que havia entrado numa luta, pois havia esbarrado com ele no hotel famoso da ilha e ele estava sangrando. Estava para escrever algo em seu caderno, quando escutava uma voz masculina, fazendo o mudo se virar, era um marinheiro de meia idade e tapa-olho, ele passava mais algumas informações.

Segundo ele, Luke é alguém que trabalha nas sombras, um sujeito que se esgueira por aí, um assassino por assim dizer, assim como o mudo, por isso que as capacidades de luta do pirata não eram conhecidas, ele pegava suas vitimas de surpresa e não dava chance alguma delas se defenderem e contra-atacarem, ou fugirem. O jovem Nostrade então escrevia em seu caderno: – Obrigado. Mostrava para a mulher e então, continuava a escrever: – Parece que Luke encontrou alguém que possa reagir, encontrei ele no Belucci, sangrando e ferido, provavelmente o contratante estava hospedado lá. Mostrava então para o caolho a mesma coisa que havia mostrado para ela mais a nova informação. E então, guardava o caderno e a caneta de volta no bolso interno do terno, o do lado esquerdo. Durante a caminhada para fora do QG, retirava do bolso direito interno a caixa de fósforo e um cigarro, o cigarro era segurado com a boca, enquanto buscava causar atrito entre a cabeça do fosforo e a lateral da caixa.

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*Não acho que Luke ainda esteja conversando em Belucci, mas preciso conferir.* Pensava, enquanto erguia o fosforo até o cigarro para acende-lo, fazendo uma cabana, para facilitar sua ação.
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Guardava então a caixa de fósforo de volta no lugar e jogava o fósforo usado em um canto apropriado, segurava então o cigarro com a mão direita e dava um trago. Retirava o vício da boca e expelia a fumaça para cima. *Não se passou muito tempo, ele ainda deve estar ferido..* Enrolava o cartaz e colocava em seu bolso esquerdo da calça, enquanto caminhava com passos silenciosos como sua voz, ia em direção ao hotel famoso de Sirarossa, Hotel Belucci. Uma vez chegando lá, fingiria estar fumando o cigarro para depois entrar, mas na verdade, Nostrade avaliava o saguão com seus olhos em busca de Luke ou de alguma pista que pudesse levar o mudo até ele.




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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Sex Out 08, 2021 11:12 am

~Narração~

Draken acendia um cigarro após avisar da presença do Luke no hotel, o mudo saía então rumo ao local que viu seu alvo, mas ao chegar lá, junto com ele chegaram alguns marinheiros, aparentemente enviados para verificar a denúncia do próprio mudo. Eles já chegavam revistando clientes e fechando a entrada e saída no hotel, um grupo de marinheiros chegava para os ajudar a fechar o local e fazer uma busca.
Talvez ter dado essa informação à marinha tenha sido uma ideia não muito boa, já que agora eles acabariam por atrapalhar sua caçada, pois estavam impedindo a entrada de todos no prédio.
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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Sab Nov 06, 2021 5:30 pm
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Era para ser algo simples, mas ironicamente, por sua “boca grande”, após chegar próximo do hotel, um grupo de marinheiros também chegavam, provavelmente estavam lá após a denúncia feita pelo próprio aspirante a caçador, aqueles marinheiros chegavam já revistando os clientes, fechando as entradas e saídas do famoso hotel, um novo grupo também chegava para auxilia-los e também, para fazer buscas, tudo aquilo era como usar uma roupa neon num local escuro e querer ser discreto, o tumulto causado pelos marinheiros iria prejudicar a caça. Soltava então a fumaça para cima e jogava o cigarro no chão, pisando nele para apaga-lo e após saciar o vício, o mudo procuraria por um marinheiro, o de meia idade e tapa olho, isto é, se ele estivesse lá. Se sim, caminharia até ele com passos silenciosos, durante a caminhada retiraria seu caderno e a caneta, próximo do sujeito, chamaria a atenção dele, cutucando-o com a caneta tampada e após a devida atenção dele ser chamada, escreveria em seu caderno. – O que vocês estão fazendo? Esse tanto de marinheiro é como se vocês estivessem gritando que estão aqui para pega-lo. Só estão atrapalhando minha caça. E então, mostraria para ele e depois, guardaria o caderno e a caneta de volta no lugar. Caso aquele marinheiro em específico não estivesse lá, procuraria por outro que demonstrasse ser o líder deles e repetiria as mesmas ações.

Entrar no hotel e conseguir o que queria seria difícil agora com toda aquela movimentação dos marinheiros e por isso, iria procurar por Luke pelos arredores do hotel, caminharia com seus passos típicos e com uma performance de etiqueta, como se fosse alguém com dinheiro, visto como se vestia, mas era apenas uma isca para atrair Luke ou outra pessoa que pudesse lhe falar sobre o procurado. Sabia que o pirata era um sujeito que agia nas sombras e por isso, caminhava pelos arredores do hotel famoso de Sirarossa procurando por ele ou pistas que levassem a ele, mas sempre tomando cuidado com as costas. Por isso, caso avistasse ele, pararia de agir feito alguém com dinheiro e sim como um qualquer. Procuraria ficar numa distância segura do procurado para que não fosse pego e seguiria ele. Caso fosse visto e Luke corresse, o aspirante a caçador utilizaria de sua velocidade e atletismo para correr e perseguir o procurado. Se alguém viesse para cima do mudo, Nostrade procuraria se esquivar deslizando para o lado e se agachando e então, procuraria executar um chute alto, que atingisse a lateral da cabeça daquela pessoa, se a mesma bloqueasse ou se esquivasse, o mudo se afastaria da pessoa e ficaria numa posição de luta.





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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Ter Nov 09, 2021 9:35 pm

~Narração~

O mudo se dirigia para um marinheiro que parecia estar comandando a equipe e escrevia uma mensagem no caderninho, mas quando ia a mostrar, recebia uma resposta nada amigável.

-Sai para lá rapaz, não darei autógrafo, estou trabalhando…


O homem não era o mesmo que havia conversado com ele antes e esse parecia ser muito mais impulsivo, pois achou que o papel era para pedir autógrafos e não para comunicação.

Draken então tentou circundar o hotel, mas era difícil o fazer, pois todas as vielas próximas estavam repletas de marinheiros interditando o local, porém ele fez da melhor forma possível, andando alguma ruelas para baixo, tão perto do hotel quanto era permitido.

O mudo caminhava ao lado de um canal com um cheiro nada bom quando viu alguns metros à sua frente, uma figura coberta por um sobretudo e com a cara sob uma máscara, a figura pulou de cima do teto de uma casa para a rua e pegou uma canoa vazia para começar a remar canal abaixo.

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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Sab Dez 04, 2021 11:38 pm
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Não era o mesmo marinheiro com quem havia conversado no quartel general, Draken havia ido conversar com ele para tirar alguma satisfação, pois aqueles marinheiros estavam atrapalhando a sua caçada contra Luke, mas o marinheiro responsável não dava a mínima, se precipitava e achava que o que o aspirante queria era um autógrafo e por isso, nem se dava ao trabalho de ler. O jovem Nostrade então nem esquentava em escrever mais alguma coisa, apenas guardava o caderno e a caneta em seus respectivos lugares e partia para o seu trabalho solo, que era circular pelos arredores de Belucci, mas, graças ao enorme grupo de marinheiros, andar pelas ruas era difícil, as vielas estavam infestadas deles, logo, Draken acabava por caminhar algumas ruelas abaixo, tão perto do famoso hotel quanto possível. *Com essa área infestada de marinheiros, caça-lo vai ser algo difícil, ele deve estar se escondendo, esperando o movimento deles diminuírem para então, que possa sair.*

Estava próximo de um canal, seu cheiro não era dos melhores, fazendo o mudo se questionar se, seria melhor não sentir cheiro ou não se comunicar verbalmente. Mesmo com o cheiro ruim, o assassino continuava a caminhar até que via algo estranho, um sujeito um pouco mais na sua frente, coberto por um sobretudo e com seu rosto escondido por uma máscara, essa pessoa estava em cima de um telhado, pulando de lá para a rua. *Espera, essa pessoa saiu dessa casa direto para o teto? Ou então, posso presumir que possa ser o Luke com o jeito dele de agir, começou a pular de teto em teto, assim a marinha nunca iria olhar para cima ou procurar nos telhados. Mas, e se não for ele? Porque raios alguém estaria usando um sobretudo e uma máscara nessa ilha? Alguém só usa isso se quer esconder sua identidade e se for esse o caso, pode ser o Luke ou algum outro procurado qualquer..*

Do telhado ele pulava para a rua e então, pegava uma canoa, o jovem Nostrade não podia deixar assim, não podia gritar para ele e nem para os marinheiros, muito menos voltar e mostrar um papel para alguém e por isso, o aspirante á caçador começava a procurar por alguma pedra ou alguma outra coisa que pudesse arremessar contra a cabeça do encapuzado, se achasse, guardaria por um instante, pois procuraria por uma outra canoa, não sabia remar e por isso, esperava que alguma canoa estivesse com um “remador” e se tivesse, escreveria rapidamente em seu caderno enquanto adentraria: – Preciso que você siga aquela canoa com o sujeito encapuzado e de máscara. Pago após eu pega-lo. Se a pessoa concordasse, apenas retiraria o objeto que iria arremessar naquele encapuzado e aguardaria a distância pelo menos, diminuir um pouco. Se o objeto fosse de concussão, como pedra, tijolo dentre outros, procuraria arremessar visando a cabeça dele para desnorteá-lo ou até mesmo, nocauteá-lo. Agora, se fosse algo laminado ou de vidro, miraria nas mãos do encapuzado para que pudesse retarda-lo por algum tempo.

Se o remador se recusasse a fazer aquela perseguição, exigindo um pagamento agora, se a quantia requisitada fosse exorbitante, Nostrade apenas sairia da canoa e procuraria uma estrada por terra que interligasse com o caminho que o encapuzado estava fazendo com a canoa. Se houvesse, o rapaz dobraria o joelho e então, começaria a correr começando com um sprint, começaria a correr com tudo para que pudesse alcança-lo por terra, até mesmo arremessaria o que havia pego, quando estivesse em um alcance aceitável e então, continuaria a correr para intercepta-lo. Se o local que fosse para intercepta-lo fosse do outro lado do canal, procuraria chegar antes da canoa e ficaria atento, mas não sem antes procurar por pelo menos, mais dois objetos antes de ficar em posição defensiva. Se fosse uma ponte ou um arco, aonde todas as canoas ou pelo menos, a canoa dele, passasse bem próxima, ficaria lá e então, teria que tomar uma decisão: *O que eu posso fazer é pular na canoa e começar uma luta num terreno instável. Se eu pular, preciso pegar equilíbrio e me manter de pé para não cair após pisar na canoa, seja nela ou para fora. Ao pisar na canoa, ele também pode perder estabilidade e cair para fora ou cair na canoa, o que me daria uma vantagem momentânea, assim como o contrário.*

Se precisasse, pegaria impulso para invadir a canoa, isto é, quando a distância fosse propícia para o pulo. Ao pular, Nostrade dobraria os joelhos e procuraria ficar parado para seu centro de gravidade se ajeitar, mas não ficaria desatento, se precisasse se defender, procuraria bloquear o que viesse colocando seus braços na frente, mas se fosse algo laminado ou disparo, procuraria dar um giro de 180º para o lado que mais lhe proporciona-se uma melhor esquiva naquele momento e então, giraria de volta, retornando para o ponto aonde estava anteriormente. Se ao pisar na canoa, o seu corpo começasse a ir para trás, Draken procuraria inclinar seu corpo para frente e dobraria os joelhos, buscando consertar aquilo, a mesma coisa seria se o corpo do mudo ao pisar na canoa, fosse para frente. E repetiria a mesma defesa caso o encapuzado atacasse nesse caso. Caso o rapaz estivesse perseguindo o mascarado pela canoa de outra pessoa, seja para pagar depois ou pagar antes por um preço que não fosse exorbitante, e após lançar o objeto citado no início, procuraria invadir a canoa do encapuzado, seguindo os casos supracitados.






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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Sex Dez 10, 2021 4:18 pm

~Narração~

Draken pegou  uma pedra solta do chão, esta tinha o tamanho de meio tijolo, ele entrava numa canoa com um homem já dentro e mostrava seu cartão querendo perseguir o fugitivo.

-Ta doido? Por que eu remaria para você ir atrás do cara? É da marinha por acaso? Do governo? Vou descer o canal para ir pescar, vaza…

Diante do irredutível pescador, Nostrade saiu da canoa e correu atrás do canal em busca de acompanhar a canoa, ele correu atrás do fugitivo com alguns metros de distância, mas o mesmo parecia bem atento e reparou no mudo que o perseguia, mesmo vendo a perseguição ele continuou a remar até chegar na boca de saída de uma galeria de esgoto onde ele desceu da canoa, adentrou a galeria deixando assim a canoa prosseguir com a correnteza.

Pouco à frente da entrada da galeria havia uma ponte que cruzava o canal e portanto permitiria ao perseguidor chegar ao lado onde estava a galeria e ganhar acesso à sua entrada. A galeria era escura, parecia ter uns dois metros de raio e exalava um fedor de esgoto, assim como de produtos químicos fortes.

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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Dom Dez 19, 2021 12:15 am
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O diálogo com o cara na canoa para que ele remasse junto com o mudo atrás do suspeito era jogado água abaixo, o cara se recusava a ajudar Draken, perguntando se ele era da marinha ou do governo, ele ia descer o canal para pescar e por isso, o rapaz de terno saia da canoa e perseguia a canoa inimiga á pé, com uma pedra do tamanho de meio tijolo em mãos. O mascarado continuava a remar pelo canal, mesmo percebendo a presença constante do mudo que o acompanhava, parecia confiante de que conseguiria despistar o seu perseguidor em algum momento. O cara na canoa chegava próximo de uma galeria de esgoto e adentrava, deixando a canoa seguir o seu rumo, se o aspirante a caçador demorasse, poderia perder o seu alvo dentro daquele local. Graças á uma ponte que cruzava aquele canal, Nostrade conseguia chegar naquele lado, ganhando assim, um acesso á uma entrada, não era a mesma na qual o seu alvo havia passado, mas poderiam estar conectadas de alguma forma e o único problema era que lá dentro não tinha uma alta visibilidade, se entrasse sem preparo, ficaria perdido.

Não iria entrar logo de cara, procuraria por perto uma outra pedra, mas desta vez, seria para fazer uma espécie de eco localização. Sua audição era aguçada e por isso, ao encontrar algo arremessável, como pedras e etc, o aspirante a caçador guardaria a primeira pedra, a do tamanho de meio tijolo no bolso externo do terno e então, com o novo item arremessável, seguraria com a mão direita enquanto que com a esquerda, pegaria a sua caixa de fósforo que estava no bolso interno do terno e com o auxílio de alguns dedos da mão direita, pegaria um fósforo e o acenderia, raspando na lateral da caixa. *Será que eu posso adentrar esse esgoto com um fósforo acesso sem causar nenhuma explosão ou desastre?* Jogaria então o fósforo galeria adentro e daria dois passos para trás e aguardaria alguns segundos para ver se obtinha alguma resposta. Se mesmo com o fósforo aceso, nenhuma reação dentro da galeria ocorresse, o mudo observaria o fósforo, caso ainda estivesse aceso, pegaria ele pela parte da madeira e o usaria como tocha e nesse momento, arremessaria a nova pedra ou objeto arremessável que havia encontrado e arremessaria, óbvio, no caminho adiante e então, ficaria parado, utilizando-se de sua audição aguçada para pegar os menores detalhes possíveis do caminho e caso estivesse alguém próximo. Caso ao jogar o fósforo, as chamas se apagassem, gastaria um segundo fósforo para seguir a linha do caso supracitado.

Andaria pela galeria cautelosamente, com passos inaudíveis e furtivamente, agora estaria segurando a primeira pedra com a mão esquerda enquanto que a mão direita estaria segurando a tocha improvisada. Sabia das informações de Luke que o marinheiro velho havia dito e por isso, não daria brechas para ataques sorrateiros pelas costas. Caso com sua audição aguçada, notasse a aproximação de alguém vindo em sua direção, seja pela frente, pelas costas ou pelos lados, o assassino iria girar para o local, se fosse em qualquer direção exceto a frente e então, assim que obtivesse um alcance melhor, arremessaria com a mão esquerda, como se fosse uma bola de beisebol, mirando no rosto de quem viesse, provavelmente seria do mascarado. Teria que contar mais com sua audição para as ofensivas e defensivas, para se defender, procuraria bloquear o que viesse colocando seu braço esquerdo na frente, mas se fosse algo laminado ou algum disparo, procuraria dar um giro de 180º para o lado que mais lhe proporciona-se uma melhor esquiva naquele ambiente e então, giraria de volta, retornando para o ponto aonde estava anteriormente.

Ao bloquear o ataque se fosse um corporal, iria contra-atacar com um chute alto na altura do queijo de seu agressor com a perna direita e então, caso acertasse, com a esquerda, giraria e durante o giro, posicionaria a direita na horizontal, procuraria dar um segundo chute, mas desta vez, um chute lateral, da esquerda para a direita, visando ainda o rosto do alvo. Com apenas um ou dois chutes, pararia sua própria ofensiva e manteria a guarda. Se fosse uma arma laminada, ao se esquivar, o mudo procuraria atingir o cotovelo do braço que o suspeito empunhava tal arma, um chute forte e rápido com a perna direita, seu objetivo era desarma-lo, mas também era de machuca-lo. Se a arma caísse no chão, o aspirante a caçador procuraria pega-la e caso fosse uma arma branca de porte pequeno, esperaria um momento adequado para então, usa-la como arma de arremesso e lança-la na direção de seu alvo, mais especificamente, no pescoço. Se a ofensiva dele fosse com uma arma de fogo seria um pouco mais difícil, pois geralmente atiradores buscam ficar nas linhas de trás e depois do disparo, provavelmente seu alvo procuraria se afastar dali e tentar de novo, mas mesmo assim, o contra-ataque seria do mesmo estilo do caso anterior, procuraria se aproximar do oponente e atingi-lo no braço e então, roubar a arma de fogo dele.

Caso ninguém se aproximasse de Draken, o próprio continuaria a seguir o caminho do esgoto, com sua audição aguçada em alerta e com seus passos silenciosos para que não fosse detectado pelo mascarado, só se o próprio tivesse uma boa visão e detectasse o fósforo aceso. *Para onde essa galeria vai me levar? Preciso tomar cuidado para não ser pego em alguma armadilha na saída desta galeria ou até mesmo durante o percurso. Para Luke ter entrado na galeria de esgotos, ele deveria estar confiante de que enxergaria tudo no caminho ou ele deve estar fazendo que nem eu, uma tocha improvisada.*







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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Qui Dez 23, 2021 9:12 am

~Narração~

Draken seguiu o fugitivo pela entrada do esgoto, o mudo pegou outra pedra e acendeu um fósforo, jogando o fósforo no esgoto, nada ocorreu, mas o mesmo se apagava ao atingir o chão cheio de musgo.

O interior do encanamento se constituía de um canal de esgoto no centro e duas estreitas passarelas cobertas de musgo nas laterais, a entrada era muito escura, porém mais ao fundo o teto era coberto de musgo fosforescente que não clareava muito, mas era o suficiente para se ter alguma visão em um tom de verde fosco e sinistro. O cheiro do local, como é de se esperar, é horrível uma mistura de fezes, putrefação, bolor, podridão e produtos químicos impregnava o local e agora as narinas do mudo que vinha jogando suas pedrinhas para ter uma ideia melhor do caminho.

Não que isso realmente o ajudasse, ele podia ouvir o som ecoando no túnel, a água correndo, ratos fugindo de seu barulho e baratas acelerando pelas paredes, mas por mais que ouvisse isso ele não era capaz de se localizar puramente pelo som ou até mesmo mapear o local através do som.

Conforme andava o rapaz se aproximou de um ponto onde três dutos se uniam no cano que ele estava sem ouvir nada e com a visão debilitada, poderia ter sido pego numa emboscada, mas o som da roupa do seu atacante se movendo no escuro permitiu que ele reagisse a tempo, uma kukri era brandida mirando seu peito, o mudo desviava da lâmina com um giro, porém seu oponente também era ágil e continuava seu movimento usando o momento de seu ataque para potencializar um chute com as botas no rosto de Draken que ganhou uma estampa de lodo do solado do sapato na bochecha direita.

Usando de suas habilidades, o oponente do mudo girava em um rodopio buscando um segundo chute no rosto do mesmo, mas o golpe foi parado pelo braço do mesmo. O caçador então aproveitou sua mão livre e arremessou a pedra contra o rosto de seu atacante que desviou em uma pirueta elegante para trás, seu manto chacoalhando na escuridão então veio na direção do rosto de Draken. Uma cabeçada? Um jogo de corpo?

Seria um golpe, não fosse a audição do mudo o fazer ouvir as botas de seu oponente batendo contra a parede lateral do duto, ele havia jogado sua capa como uma distração no escuro. O rapaz girava desviando por pouco da lâmina do kukri cuja ponta chegava perto o suficiente para dar um corte pequeno e horizontal na parte do peito em sua roupa.

O inimigo não esperando pela capacidade de seu oponente de reagir e esquivar, era empurrado por sua velocidade na direção do esgoto, sem chances de frear devido ao musgo no chão tornar o mesmo liso e mais escorregadio. Sem opções o oponente batia os pés no chão e pulava por sobre o esgoto e contra a parede oposta do duto, na qual ele se chocava com força, se ouvindo um gemido de dor e o som metálico de sua kukri caindo no chão logo antes de cair na água fosca e fétida.

Sem a capa era possível se ver a roupa do alvo, a mesma que Draken viu mais cedo, era certo que era seu alvo, alvo o qual agora sem arma ou capa para ocultação de sua identidade, se via sem opções a não enveredar em outro duto, novamente em uma corrida.


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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Sab Dez 25, 2021 12:26 am
Mazushi
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Sua preocupação em acender o fósforo no esgoto e aquilo desencadear uma explosão em cadeia era dissipada de sua mente quando o mudo jogava aquele fósforo no esgoto para testar, o fogo se apagava quando caia no chão cheio de musgo daquele local. Com pedrinhas, Draken entrava na galeria atrás de seu alvo, o cheiro era horrível, irritava as narinas do aspirante a caçador, mas precisava ignorar aquilo e seguir em frente, o criminoso havia corrido lá para dentro, agora precisava encontra-lo naquela galeria aonde constituía de um canal de esgoto no centro e nas laterais, passarelas estreitas com aquele musgo cobrindo o chão. Graças á sua audição apurada, o mudo conseguia escutar a água daquele lugar fluindo na direção correta e animais correndo por seu habitat, mas não era hora de analisar, apenas prosseguia no caminho e em um certo momento, o jovem assassino chegava em um certo ponto da galeria que três dutos se uniam naquela linha que estava pisando para prosseguir, sua visão estava debilitada, mas sua audição estava compensando o outro sentido.

Um som de roupa denunciava a aproximação de alguém, só poderia ser Luke, seu alvo, mais ninguém entraria naquela galeria visto que a marinha estava mais focada no hotel, aonde o próprio mudo havia dito aonde havia visto o criminoso pela última vez. Conseguia desviar da sua arma branca com um giro, mas acabava sendo acertado pela sola dele no lado direito de sua bochecha, com direito a sujeira. Mas não acabava por aí, o alvo ainda buscava um segundo chute, mas por sorte, Nostrade conseguia bloquear com o braço e com a mão livre, tentava acertar o rosto do criminoso com a pedra que havia pego antes de pedir a carona, mas Luke acabava por desviar dando uma pirueta para trás, ele era um sujeito bem ágil e flexível para fazer tais manobras assim naquele local. Por alguma razão, o manto dele vinha na direção do rosto do aspirante, uma distração para seu próximo ataque? Draken chegava a pegar o manto de Luke e graças ao seu sentido aguçado, podia escutar botas batendo nas laterais e com reflexo ou sorte, conseguia se safar, não por completo, pois ainda recebia um pequeno corte na horizontal em seu peito, acertando sua roupa.

Talvez pelas respostas inesperadas do mudo, o pirata não conseguia frear por conta de sua velocidade e do piso estar cheio de musgo, Luke acabava por se chocar contra a parede oposta do duto, podia se escutar o som do gemido de dor causado pelo impacto, agora tinha mais certeza de que era ele, Luke, o seu alvo. *Pelo menos é ele, estava me sentindo incomodado, achando que esse cara poderia ser uma distração para o próprio Luke sair de fininho, mas pela roupa, é o próprio. * A sua arma branca acabava por cair das mãos dele e fazendo um splash na água do esgoto, mas depois de dois chutes, o rapaz sabia que o criminoso sabia lutar na base do corpo-a-corpo. O que ele fazia? Fugia. Draken usava parte do manto do alvo para limpar o lado direito de sua bochecha e então, não perdia tempo e voltava a perseguir o seu alvo, segurando ainda o manto após usa-lo de papel para limpar o lado direito do rosto.

Em sua jornada naquela galeria, perseguindo o alvo, esperaria que Luke viesse de novo em sua direção e se viesse, o mudo estaria preparado. Se Luke viesse com um chute lateral, o assassino procuraria bloquear aquilo com o seu braço do lado que o chute viria e então, com a outra mão, jogaria o manto no rosto dele e assim, buscando bloquear a visão do criminoso momentaneamente para então, durante o voo do manto, o aspirante a caçador ergueria sua perna direita para um chute alto na altura do queixo de Luke e não era só isso, com seu pé de apoio, procuraria dar um giro completo para a direita e durante o seu giro, ajeitaria sua perna para que pudesse executar um chute na horizontal, visando o lado esquerdo do rosto de Luke. Se ele bloqueasse ou se esquivasse do chute alto, abaixaria a perna rapidamente e buscaria dar um impulso na direção dele assim que seu pé tocasse no chão e com o impulso, esperaria encurtar a distancia entre eles mais rápido, antes que Luke pudesse pensar em algo e então, procuraria dar uma joelhada na barriga do criminoso e se ele bloqueasse a joelhada, com o outro pé procuraria dar um chute com a sola de seu pé no joelho esquerdo para assim, tentar desestabiliza-lo ou até mesmo, quebrar tal parte. Caso ele bloqueasse o chute lateral, ao abaixar a perna, o mudo se agacharia e então, faria um giro completo para então, tentar um chute no peito de Luke. Se ele se esquivasse do chute alto, faria a mesma ação do caso de ele ter bloqueado ou se esquivado do chute alto, iria avançar com um impulso na direção que ele havia se esquivado, mas neste caso, ao invés de uma simples joelhada na barriga dele, Draken tentaria dar um pulinho e aplicar tal joelhada no meio da cara do criminoso.

Caso o ataque não fosse um chute lateral, mas sim um chute alto, Draken procuraria se esquivar dando um salto para trás e quando pisasse no chão e ter total equilíbrio de seu centro de gravidade, avançaria na direção de Luke para um contra-ataque e então procuraria executar um chute baixo com sua perna direita. Caso ele bloqueasse o ataque, retrocederia um pouco sua perna e logo, levantaria ela mais um pouco para um segundo chute, agora nas costelas do lado direito dele. Se ele se esquivasse para trás do chute baixo, Nostrade daria um passo para a frente e com a mesma perna, tentaria um chute alto no queixo do pirata. Se a esquiva fosse para a esquerda, o assassino com a perna esquerda tentaria um chute alto na lateral do rosto de Luke como uma contramedida, mas se fosse uma esquiva para a direita, o jovem Nostrade procuraria executar um simples chute no joelho esquerdo do pirata na intenção de desestabiliza-lo ou então, se tivesse sorte, quebrasse o joelho dele ou no melhor dos casos, feri-lo e assim, fazendo com que seu reflexo e ritmo, caíssem. Se fosse uma joelhada ao invés de um chute lateral ou alto, procuraria bloquear com seu braço e então, ao jogar o manto nele, procuraria segurar aquela perna do alvo para então, com sua perna direita, dar um chute no joelho da perna que Luke usava de apoio para aquele ataque.

Se fosse ataques braçais, utilizaria das mesmas estratégias defensivas e ofensivas, dos casos supracitados, mas com um adendo: Se Luke tentasse um soco direto, tentaria bloquear com seu braço enquanto que com a outra mão livre, jogaria o manto no rosto dele e então, Draken seguraria o braço do pirata e o usaria de corrimão, puxaria o braço para a distância entre eles encurtar e então, com o outro braço, seguraria o ombro de Luke para ter como apoio e então, daria um pulo, dobrando sua perna direita e visando o queixo do criminoso com seu joelho, seria uma joelhada lá. Se ele ainda tivesse mais uma arma branca consigo, o mudo utilizaria de seus reflexos e agilidade para se esquivar dos ataques e então, contra-atacaria com os golpes citados nos casos do ataque de Luke ter sido com as pernas. Se durante seus contra-ataques, o pirata tentasse ataca-lo de novo, faria uma defensiva adequada para a situação e continuaria com a ofensiva daquele caso. *Uma arma de fogo ou então algo para arremessar seria bem melhor, minhas pernas não são fortes o suficiente para matar alguém, posso tentar nocauteá-lo para então, mata-lo, mas fora isso, vai ser uma luta para ver se eu nocauteio o alvo antes de ele me nocautear.. Preciso quebrar ele e reduzir seus movimentos, os joelhos se tiverem quebrados ou machucados, sua fuga e seus reflexos vão cair de qualidade, o que me daria vantagem, assim como nocauteá-lo me daria uma vantagem ainda maior sobre ele.* Refletia após todas as suas ações.




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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Ter Dez 28, 2021 2:13 am





Legenda


Narração.
"Pensamentos".
-Falas.







- Bom, já que é assim, gostaria que nos colocasse em seus registros como caçadores, ou muito ao menos aspirantes, assim como quem são nossos alvos. O nome é Yohan Mikaratsu e Raven Ravenov. - Respondeu o rapaz ao homem de cabelos rosas, mesmo sabendo que não eram registros oficiais ele ainda sentia que seria mais fácil de lidar com a marinha em alguma eventualidade se tivesse aquele respaldo.

- Parece que não será nada fácil, independentemente de quem escolhamos. Tanto a galera do hotel quanto do cassino não são moleza. Mas isso só deixa tudo mais divertido, não é mesmo? Kiiiiishishishi! - Comentou ele com Raven ao saírem da sala, enquanto caminhavam rumo a recepção mais uma vez. Lá, ele pôde ver um rapaz com um caderninho conversando com alguns marinheiros, ou mais especificamente, ouvindo, já que não aparentava falar nada. Ele pegava o cartaz de Luke e mostrava suas anotações à recepcionista. Será que era mudo? Um outro marine também se manifestava, e enquanto isso ocorria, Yohan se dirigia para a entrada, tentando não dar na telha que estava observando a situação, mas fazendo seu melhor para ouvir tudo.

Quer fosse possível ouvir o que o marinheiro de tapa olho dizia ou não, Yohan sabia que o rapaz calado estava atrás de Luke. Trocando um olhar maroto com a tontatta, o musico parou perto do portão e ajoelhou, fingindo estar amarrando os sapatos, e vendo o, possivelmente, mudo, esperou que esse se afastasse um pouco antes de se erguer e começar a tentar segui-lo. Mesmo após a conversa com o Tenente, ele ainda estava em duvidas qual era o primeiro alvo que deveria ir atrás, mas agora parecia que o destino escolhera um para ele ao colocar aquela pessoa na sua reta.

Yohan não sabia se o homem era um iniciante como ele, ou se era alguém mais experiente. Não sabia se ele tinha maiores informações anotadas naquele caderninho ou não. Mas havia a possibilidade de que ele pudesse leva-los até o foragido, e isso certamente pouparia bastante trabalho. Assim, tentou usar sombras, objetos, e pessoas para sempre estar fora de vista do outro possível caçador caso este se virasse para trás, ao mesmo tempo em que ele e a tontatta mantinham uma distância adequada para não permitir que ele desaparecesse. Assim que ele começava a seguir o outro, sua família amaldiçoada começava a tocar uma música estranha que só ele podia ouvir, mas as batidas se integravam perfeitamente com a sensação que aquela stalkeada estava trazendo a ele.

Se chegassem ao hotel e se deparassem com a cena dos marinheiros interditando o local, o musico coçaria a barba, com as sobrancelhas se franzindo um pouco. - Tá de sacanagem que eles resolveram fazer uma operação contra ele bem na hora que viemos. - Competir com um monte de marinheiro no local para pegar Luke primeiro seria praticamente impossível, mas ao se imaginar dando um tiro no homem bem na frente de todos e ainda ser pago para isso, fez com que ele observasse mais um pouco. E ele não era o único, o rapaz do caderninho também não parecia ter desistido e olhava aqui e ali. Sem perder tempo, Yohan continuou a segui-lo.

“Será que esse cara vai conseguir o que a marinha não? Mas... não é como se eu tivesse outra opção além de recuar não é mesmo? E tendo vindo até aqui, é melhor ir até o final, certo?” Considerou ele, tentando se convencer que não estava desperdiçando o próprio tempo. E foi então que as coisas ficaram interessantes. Uma perseguição! De início, Yohan achou que poderia ter sido avistado e que o rapaz estava tentando despista-lo, mas depois percebeu que o homem estava perseguindo alguém encapuzado. “É ele? Luke? Não pode ser!!” Com um sorriso no rosto, e se sentindo muito sortudo, o musico se pôs a correr também, ainda deixando que o “mudo” ficasse no limite de sua visão e tentando não fazer sons ao correr para não chamar a atenção.

Seguiria assim até que visse o outro parado na frente de uma galeria que dava para os esgotos. Observando as ações dele, o próprio Yohan reduziu os passos. - Ah velho, os esgotos não. Eu definitivamente não bebi o suficiente para isso hoje. - Comentou baixinho com a tontatta. As chances de conseguir capturar o inimigo no escuro, em um território desconhecido, eram baixas, e pensar no fedor que ficaria entranhado nele e em suas roupas, o faziam querer dar as costas e ir embora. Mas no fim, quer fossem as palavras que Raven poderia vir a dizer, ou ver o mudo entrando no túnel, fez com que após uma suspirada, Yohan também os seguiria rumo à escuridão.

- Fique escondida entre meus cabelos ou nas minhas costas, só se revele se necessário. Um golpe certeiro. - Comentou baixinho com a companheira ao entrarem no local. O maior cuidado que precisava tomar era em não fazer barulho, já que havia alguém logo na frente limpando o caminho de possíveis armadilhas e emboscadas. “O louva-a-deus espreita a cigarra, sem saber que o papagaio está atrás.” Lembrando-se de um ditado antigo, sorriu mesmo enojado com o cheiro do local. Sacando a pistola e garantindo que estava cheia de balas, tentou acostumar seus olhos ao ambiente de baixa visibilidade. Em silencio, buscou se mover rapidamente pelas laterais, próximo às paredes, mas apesar de rápido, pisaria com suavidade para não fazer som.

Prestando atenção mais à frente, se ouvisse barulhos de luta, aceleraria mais um pouco, mas não se revelaria. Assim que avistasse os vultos, reduziria os passos e sempre se escondendo nas sombras, avançaria com a arma erguida, apontada. Observaria os estilos de luta e a velocidade de movimentos deles, esperando a oportunidade perfeita para atirar. Em um certo ponto, três dutos se uniam ao caminho, e se ali Yohan já avistasse a briga, seguiria os dois rumo ao duto em que eles fossem, pegando a kukri antes se esta estivesse à mostra. Se ao chegar ali eles já tivessem partido, praguejaria baixinho, e após pegar a arma se ela estivesse à vista, faria sinal de silencio para Raven tentando ouvir sons de passos ou da próxima briga.

Se conseguisse identificar o caminho tomado pelos dois adversários, iria atrás deles do mesmo modo de antes, e se os encontrasse, mirando ainda escondido, seu alvo seria Luke. Não agiria de imediato, deixando que os dois se batessem e se cansassem, ajeitando sempre a mira até finalmente disparar um alto Bang! Quando? No momento em que Nate estivesse ou dando um golpe final, começando a fugir mais uma vez, ou a ser derrotado. Onde seria o tiro? No peito. Com a visibilidade do local era melhor mirar na porção mais fácil de atirar. E depois, quase que imediatamente, Bang! Bang! Mais dois disparos, um na perna para garantir que fugir não seria mais uma opção caso ele não morresse logo, e outro na cabeça para finalizar.

Se o homem estivesse morto, ou neutralizado, Yohan andaria em frente, se revelando, mas ainda mantendo uma distância segura do homem que lhe levara até ali. - E aí. Vi que tava tendo um pouco de dificuldades e resolvi dar uma mãozinha. O que acha de dividir essa recompensa?. - O sorriso maroto no rosto, a arma apontada para aquele que ainda estava de pé, e uma Raven escondida sem se revelar. O musico até desejava que o outro negasse a oferta e o forçasse a tomar mais uma vida naquele lugar imundo.

Caso um dos dois avançassem contra ele, não se afobaria. Daria passos para trás em zigue zague para confundir os inimigos, atirando no mais próximo, recarregaria quando possível e necessário. Na mão esquerda, a kukri segurada firmemente caso se aproximassem o suficiente para ataca-lo corpo a corpo. Movendo a arma em posição defensiva, moveria o braço da esquerda para direita para tentar defletir qualquer ataque dos membros superiores, e moveria em estocada para baixo caso o golpe viesse por baixo. Mas sua defesa final? Raven, que no momento certo certamente agiria, se preciso. Se não estivesse com a kukri, tentaria se esquivar de golpes contra ele, quer fosse se abaixando, se inclinado para os lados, com rodopios, passos para os lados ou para trás, e após cada esquiva, tentaria dar um tiro, deixando a arma do lado da cintura, como um caubói.

---

Já se por qualquer motivo Yohan não conseguisse seguir o rapaz, e jamais visse o suposto Luke, iria ao invés para uma loja de armas tentar comprar uma katana e se decidir entre ir para o cassino ou para o hotel. - Olá, gostaria de comprar uma espada, quanto que tá? -  Diria ao vendedor. E depois de comprar a arma, pegaria uma moeda, tiraria cara ou coroa. Vendo o resultado, iria rumo ao decidido pelo resultado.







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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Qua Dez 29, 2021 4:13 pm

~Narração~

Draken
O jovem permanecia em sua perseguição e ouvia sons de alguém pisando em escadas, arrastando algo pesado de metal e depois arrastando de volta. Não demorou e o jovem viu a saída de esgoto no teto, a qual era uma tampa de metal redonda e da qual descia uma escada de metal até o duto.

O mudo subiu as escadas e tentou empurrar a tampa de metal, mas algo havia sido puxado sobre a mesma e ele conseguia erguer muito pouco a tampa, apenas o suficiente para ouvir sons de passos se distanciando assim como o de uma pesada chuva que começou a cair dos céus agora completamentamente acinzentados, já devia ter passado algum tempo desde que, ele iniciou sua busca pelos esgotos, mas parecia que sua busca havia sido impedida por um peso que ele era incapaz de erguer. Porém ele poderia notar cruzes e criptas rodeando a saída do esgoto.

Nisso o mudo escutou algo que o fez prestar atenção, alguém o seguia pelos canos, ele podia ouvir a pessoa pulando para trocar de lado nos dutos para prosseguir pelo mesmo caminho que ele.


Yohan

Yohan acompanhava o mudo de perto, mas perdeu distância quando entraram nos esgotos, era simplesmente escuro demais para ele saber onde pisava, mesmo com os musgos luminescentes no teto do local. Ele podia até ouvir alguma luta, mas não conseguia ver, estava longe e no escuro, a kukri ele até ouviu cair no esgoto, mas não tinha certeza do que era devido a falta de visão no local e mesmo que soubesse não conseguiria recuperar a arma de dentro da profunda água contaminada por fezes e químicos.
Ele então chegou em uma encruzilhada, três dutos menores se juntavam nesse duto maior, ele já tinha andado um bom tempo atrás desses caras no esgoto, já devia estar embaixo de uma parte diferente da cidade. Ainda assim ele podia ouvir ecos distantes de passos em correria por um dos dutos, ele precisava pular por cima da água para continuar os seguindo e o fez, tentou se manter escondido, mas algum barulho acabava por ser feito, mesmo que mínimo, seria necessária uma audição muito boa para o perceber.


Yohan e Draken

Yohan então prosseguiu pelo duto até dar de cara com o jovem que ele seguia desde a marinha, não se via Luke em lugar algum, mas o rapaz estava parado embaixo de uma escada que dava saída do esgoto, os jovens se olhavam numa situação que não tinham programado.

Enquanto trocavam olhares, uma brisa começava a soprar vinda do fundo do duto, ela trazia fedor de fezes, mofo e barro. O mudo devido a sua capacidade de audição podia ouvir algo sendo carregado naquela brisa que vinha se fortalecendo até se tornar um vento, era um rugido distante, como se um enorme leão corresse rugindo para cima deles.
Não abra:
Resumo Overlord:
Resumo Ragnar:


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-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Qua Dez 29, 2021 10:59 pm
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No fim das contas, Luke tomava a decisão de não continuar aquela luta, mesmo possuindo alguma habilidade para lutas corporais, o procurado teria perdido a fé quando sua arma branca havia se perdido na água contaminada. O aspirante a caçador perseguia o criminoso novamente e com sua audição aguçada, o mudo escutava pisadas em o que parecia ser uma escada, havia uma saída e Luke estava fugindo, não poderia deixar aquilo acontecer. Nostrade começava a subir por aquela escada de metal e até aí estava indo tudo bem, mas quando foi para empurrar a tampa, algo ocorria. A tampa exercia uma força peso maior do que o comum, tinha alguma coisa em cima dela, impossibilitando do mudo de empurrar e sair do esgoto e com isso, apenas um pouco da tampa era empurrado e assim, passos se distanciando eram escutados pelo rapaz, além de uma forte chuva que caia na ilha e aquilo não era um bom sinal para quem estava na galeria de esgotos. * Quanto tempo será que se passou? E o que Luke botou em cima da tampa? Não consigo empurrar e pelo pouco que vi de fora, tem criptas e cruzes, seria um cemitério o lado de fora?*

Sons de passos eram escutados pelo mudo, seguindo pelo mesmo caminho que o próprio havia feito na caçada atual. Era um homem, provavelmente na mesma faixa etária que o assassino, mas não era Luke, era uma terceira party. Com a chegada dele, uma brisa vinda do fundo do duto surgia, ela trazia todo o fedor que podia trazer, mas não era só isso, com sua audição aguçada notava algo a mais, algo estava sendo carregado naquela brisa que aos poucos vinha se fortalecendo. * Não consigo empurrar a tampa, correr de volta para aquela entrada pode ser a única forma de sair e evitar o que está por vir do fundo do duto..* Levaria sua mão direita até o lado interno de seu terno e retiraria o caderno e sua caneta, seu meio de comunicação. – Não sei quem é você, mas a tampa não pode ser empurrada. Luke colocou algo em cima dela e apenas consigo abrir um pouco. Do lado de fora, tem cruzes e criptas, presumo que seja um cemitério. Algo está vindo do fundo do duto e não é coisa limpa, ainda mais que está chovendo. Temos duas opções: A primeira é tirar o peso de cima da tampa, mas para isso, precisaríamos de alguém no lado de fora para empurrar o que quer que seja ou pedir ajuda para alguém rapidamente. A segunda opção é simplesmente correr por onde vim e chegar naquela entrada de onde eu e você viemos. Mostraria o caderno com as anotações para aquele sujeito de forma que ele pudesse ler e então, guardaria de volta no lugar o caderno e a caneta. Caso notasse uma dificuldade do cara em ler por conta da mal iluminação, retiraria rapidamente a caixa de fósforo e pegaria um palito e acenderia sua cabeça para que então, com o fósforo aceso, o sujeito pudesse ter uma visibilidade melhor do que antes.

Caso o sujeito sugerisse ir pela tampa acima da escada, mesmo com algo bloqueando, mas ele tivesse algo a mais em mente e explicasse ou mostrasse, o mudo iria subir as escadas de novo e com toda a sua força, empurraria a tampa, pegando agora pelas laterais da tampa e ficaria empurrando em busca de ajudar seja qual fosse a ideia do cara. Se alguém estivesse do lado de fora tentando remover o que estivesse obstruindo a saída do esgoto, Draken procuraria auxiliar a pessoa, fazendo força de baixo para cima na tampa ou até mesmo, se conseguisse visualizar, para o lado que a pessoa estaria tentando remover o empecilho. Caso não tivesse ninguém do lado de fora, Nostrade ficaria fazendo movimentos repetitivos, empurrando a tampa e fazendo a gravidade fazer o resto, isto é, a tampa voltar para a origem, ia fazendo aquilo com sua força regular, em algum momento, o peso em cima da tampa iria se cansar e tombar para o lado, aliviando assim um pouco do peso, ou então, poderia ocasionar algum barulho os movimentos do mudo ou com sorte, a queda do peso e com isso, alguém vir. Se por algum milagre, o peso fosse retirado, o aspirante a caçador empurraria a tampa e sairia rapidamente do esgoto.

* O que deve estar vindo do fundo do duto não deve ser algo bom, o melhor caminho que posso fazer é sair por essa saída já que estou aqui, o problema é o peso que Luke colocou em cima da tampa. Preciso, na verdade, precisamos encontrar uma forma de sair pelo buraco acima, mas pelo que dá a entender é um cemitério logo acima, mas e se as pessoas por perto forem criminosos? Gritar por ajuda não seria uma boa ideia, além do mais, sou mudo. O cara aí atrás que teria que gritar. As melhores opções é a de encontrar alguém do lado de fora que retire o peso da tampa e a opção de eu empurrar a tampa várias vezes com força para mover o peso. Gritar por ajuda seria bom se atraísse algum civil ou marinheiro, gritar para atrair piratas e criminosos seria um tiro no pé. A péssima escolha seria eu descer as escadas e sair correndo até a entrada por onde eu vim, tem 50% de chances do fluxo, isto é, se for o que estiver vindo do fundo do duto, me pegar no caminho ou então, os outros 50% é eu acabar escorregando na corrida. Um erro na corrida e eu posso acabar me sujando todo ou pior, me afogar. * Se a única solução fosse correr pelo caminho que havia passado, isto é, se ainda tivesse tempo antes do que quer que fosse que estivesse vindo do fundo do duto, alcançasse aquele local, o mudo não hesitaria em correr com toda sua força e atletismo pelo caminho que havia vindo, tomando cuidado para não pisar em falso em nada ou pior, deslizar e perder a direção da corrida.





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Última edição por OverLord em Sex Dez 31, 2021 5:12 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Qui Dez 30, 2021 6:28 pm





Legenda


Narração.
"Pensamentos".
-Falas.







Em meio aquele cheiro fétido, andando por aquele túnel escuro, ele podia sentir que estava chegando cada vez perto da sua presa. Os sons ficavam mais próximos a cada passo dado, e ele já podia se visualizar metendo uma bala no fugitivo, roubando a caça bem debaixo da boca do homem do caderno. O coração retumbando de antecipação, um vulto de um deles apareceu em seu campo de visão, e ao se aproximar mais rapidamente erguendo o cano da arma e tomando mira, pôde reconhecer o homem que estivera seguindo até ali. Mas onde estava Luke?

Observando melhor a situação, ele viu a escada com a tampa fechada. O foragido provavelmente escapara por ali, mas então porque o outro estava parado e não o seguira? Antes que Yohan pudesse pensar mais a respeito, percebia que havia sido avistado. “Bem, isso é um pouco embaraçoso.” Não baixou de imediato a arma, apesar de não pretender atirar no outro por enquanto. Sim, aquele lugar era ideal para um assassinato, mas a presa escolhida era Luke ou uma das duas mulheres cujos cartazes estavam em seu bolso. Se preciso, derrubaria outros que ficassem no seu caminho, mas apenas se preciso.

- Hey, cadê ele? Estou na cola do Luke a um tempo e vi ele fugindo do hotel quando os marines chegaram, e você o seguindo também. – Uma explicação rápida que misturava verdades e mentiras foi feita, e quando o homem colocou a mão dento do terno, o músico se tencionou levemente preparado para disparar, mas ao ver o caderno e uma caneta sendo puxados, entendeu. Guardando a arma, se aproximou e tentou ler o que estava escrito, forçando um pouco os olhos. Desde que conseguisse, acenaria positivamente com a cabeça. – Entendo, talvez estejamos com sorte. Me chamo Yohan, e essa é minha parceira Raven. – Dando dois tapinhas nos ombros, sinalizou para a tontatta aparecer. – Ela é bem forte. Ao menos mais forte que eu, kishishi. – Continuou, rindo sem nenhuma vergonha do que dizia. – Se conseguir abrir o suficiente para ela passar, ela pode ver melhor o lugar e tentar empurrar do lado de fora. Com vocês dois, é possível que consigamos continuar em frente.

Com um plano rápido feito, Yohan só advertiu a pequena antes dela sair. – Se der de cara com ele, ou uma emboscada, volte imediatamente pela abertura. Cuidado, sabe como. Se não der para empurrar mesmo, mas você achar que dá para seguir ele sem ser vista, nos avise e veja onde ele vai parar. Nos reunimos no meu casebre e decidimos o que fazer lá. – Raven era ainda mais furtiva que ele devido seu pequenino tamanho, e na maior parte do tempo mais esperta também. Sem ter o que fazer além de ver os esforços dos dois, e esperar pelos resultados, o musico olhou em torno buscando visualizar o clã de fantasmas que o assombrava, mas não os encontrou. Parecia que tinham tirado uma folguinha. “Nem eles gostam de andar pelos esgotos huh, tsc.”

Caso Raven não conseguisse passar pela abertura, ou mesmo que conseguisse, mas não desse para ajudar a tirar o objeto de cima da tampa, só restaria dar meia volta e tentar sair daquele lugar fedido o mais rápido possível já que de acordo com o mudo, havia algo vindo do fundo da tubulação, e Yohan não queria estar ali para ver o que era. Se ela avisasse que tentaria seguir Luke, uma vez saindo do esgoto, o músico retornaria a sua casa. – Vou aguardar o retorno dela para ver o que ela descobriu, pode vir junto se quiser. Qual seu nome mesmo? – Avisaria ao rapaz de terno.

Já se ela avisasse que não tinha como segui-lo e retornasse, após saírem do esgoto correndo, parando na ponte ali perto, ele suspiraria. – Siiigh, eu sabia que não valia a pena entrar ali. Droga. Agora preciso tirar esse cheiro. E de uma bebida também. Sim, uma boa bebida, bem quentinha. Qual seu nome mesmo? – Perguntaria ao outro por fim.

No entanto, se eles conseguissem remover o peso de cima da tampa e sair por ali, Yohan analisaria o local e se tinha como saber para onde Luke havia escapado, para então segui-lo da forma mais furtiva possível. Apesar de improvável, se fosse atacado, tentaria desviar do golpe saltando para a diagonal oposta ao golpe, em direção ao chão, dando uma cambalhota e sacando a pistola, para mirar ainda ajoelhado e atirar no atacante, se erguendo e recuando para avaliar a situação.





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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Sex Dez 31, 2021 10:11 pm

~Narração~

Ao se esbarrar os rapazes não se estranharam,  se explicaram e se comunicaram de forma a não precisarem resolver algum mal entendido na porrada.
Draken decidia explicar a situação e possibilidades estratégicas da dupla em detalhes, fazia um verdadeiro texto para o outro ler na baixa lux, enquanto isso o vento no duto aumentava rapidamente chacoalhando seus cabelos e tornando o “rugido” alto o suficiente para Yohan poder ouvir também, na baixa luz o rapaz tinha dificuldade de ler e Draken acendia um fósforo para este ler com mais facilidade, no entanto o fósforo era apagado rápidamente pelo vento formado.

A água entre os vãos de concreto entre eles  começa a correr mais rápido,  aumenta seu volume, barro e espuma começam a se tornar visíveis na água corrente que saía do nível comum e ia para onde eles pisavam lhes molhando os pés de água fétida.

Eles decidem mandar a pequena ajudante de Yohan para liberar a passagem, Draken ergue a tampa do esgoto para que a mesma saía, ela se depara com um cemitério e uma lata de lixo lotada foi puxada para cima da abertura, ela conseguia mover a lata com certa facilidade e assim o fazia.

Dentro do esgoto do esgoto ainda o so agora já era infernal, assim como o vento, assim que a pequena saiu pela tampa os rapazes viram ao longe um paredão de água e barro descendo o tubo em alta velocidade, segundos depois a tampa ficava mais leve e Draken podia tirar a tampa, ele até colocava uma mão para fora, mas o tempo perdido escrevendo e lendo uma mensagem tão longa, lhes tirou tempo de fuga, o paredão de água acertava Yohan no meio da escada e Draken quase saindo, este até tentava se puxar para fora, mas sua força era muito pequena perante toda aquela água e ele foi arrastado pelos dutos de concreto com seu novo colega.

A água estava suja, lamacenta e turbulenta, ambos não conseguiam nem dizer onde era acima ou embaixo, se sentiam sendo jogados contra paredes de concreto, sentiam entulho, carcaças de animais a muito  mortos, apodrecidos e jogados no esgoto colidindo com seus corpos. Ocasionalmente sentiam baratas e ratos andando por seus braços conforme os animais vivos eram tragados pela água e batidos juntos na turbulência com os rapazes.

Draken em certo momento se sentiu ser arremessado contra o chão de costas, dessa forma todo seu ar foi usurpado de seus pulmões e substituido pela lama, esgoto e água de chuva que entraram sem pedir licença por sua garganta.

A saída do esgoto chegava e a água se projeta no canal em volume, canal o qual rapidamente aumentava de volume devido aos vários esgotos desaguando nele, os rapazes era jogados contra a margem oposta ao cano, Yohan era capaz de se agarrar, mas poderia ver o corpo do mudinho boiando e descendo pelo canal.

Draken estava um tanto quanto desorientado pela falta de oxigênio e pancada que recebeu, dessa forma
quando bateu na margem externa não conseguiu se agarrar, mas avistou relances de um céu nublado e escuro, ele estava se afogando, precisava impedir isso.
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Resumo Overlord:
Resumo Ragnar:


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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

Mazushi: Por um punhado de berries - Página 4 TbTEfdK