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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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I - Não existe sombra sem luz.

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
I - Não existe sombra sem luz. Qui 13 Maio 2021 - 1:06
I - Não existe sombra sem luz.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Revolucionários Anne Redgrave, Lucy Von Kral e Mary Van Tassel. A qual não possui narrador definido.

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I - Não existe sombra sem luz. J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
Achiles
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Achiles
Avaliador
Re: I - Não existe sombra sem luz. Qui 13 Maio 2021 - 10:15
Lucy von Kral

Eu sinto saudade do sorriso deles e da maneira como eles me tratavam e me serviam chá em pequenas gotas devido ao meu pequeno tamanho. Eu sinto saudade dos momentos em que passei com eles e agora que fiz cada coisa, não há como voltar, porém foi um caminho necessário para salvar as suas vidas já que jamais me perdoaria por ter tido chance de realizar algo e não ter feito.

Entretanto, estou feliz por ter conquistado novos companheiros em minha jornada até aqui e ter a Princess ao meu lado voando alegremente é algo que me conforta. Sorriria, mostrando a minha felicidade e dando um leve toque na nuca de Anne. - Hey, como vamos conseguir dinheiro? - Estava sem ideias já que nossas opções recentemente tinham se esgotado, ainda precisaria fazer umas pequenas compras já que tinha perdido todas as minhas armas.

Estivemos fazendo todos os tipos de contratos para conseguir dinheiro para nossos objetivos próprios e por isso, não queria sossegar já que tinha metas para cumprir. - Aaaah! Já não consigo ficar parada! Quando será?! Quando?! - Dado o nosso tempo de passagem naquela ilha e sem uma missão, meus nervos já estavam a flor da pele querendo uma agitação já que ficar parada não era comigo! - Por sinal… Tenho que refazer a cela para a Princess… A última arrebentou e sequer consegui costurar de volta… - Colocaria uma das minhas mãos em meu queixo, mostrando um ar mais pensativo. - E também tenho que comprar umas novas armas, da última vez, elas saíram voando! E seria como achar uma agulha em um palheiro. - Coçava a cabeça, sabendo que a responsabilidade pelas minhas armas eram minhas e elas voaram tão alto e veloz quanto Gigipsta.

Voltando ao assunto das celas, eu tinha tamanho e conhecimento o suficiente para voar nas costas da minha ave, corujas em geral são bem leves e seus ossos são ocos, algo do qual aprendi do meu velho, legal, né?! Cof cof… Para Gigipsta, meu peso está longe de ser um problema e a verdadeira questão da necessidade de uma cela é para poder voar em suas costas já que é impossível segurar em suas asas devido ao óleo natural da sua superfície que deixa ela bastante lisa. Bela aula de Biologia, a propósito, não?! Pena que só sei até isso...

Antigamente, meus pais foram capazes de confeccionar uma pequena cela de couro que era leve e forte o suficiente para aguentar, porém, não tenho ideia de como refazê-la e por isso talvez fosse precisar de um ferreiro ou semelhante… - A propósito, se tá fedendo! - E daria um salto, pousando no chão com os bracinhos para cima e começando a caminhar com as minhas próprias pernas a frente do grupo e começando a dar pequenas risadas a respeito da brincadeira. Mas, convenhamos, lidar com doze sovacos é complicado… ainda mais sendo um peixe.

Daria uma olhada para cima para tentar identificar a Princess sobrevoando nós ou ela tinha apenas ido em algum local diferente para evitar uma grande quantidade de pessoas como ela estava acostumada. É complicado manter ela distante de mim, porém sem a cela complica bastante trazê-la conosco ao céu aberto já que não gosta de ficar no pulso de ninguém.

Meu caminho seria guiado pelos meus companheiros e esquivaria das pessoas, tentando chamar a menor quantidade de atenção possível. Nesse dia, estava usando uma roupa preta com detalhes em branco, bem vestida e com botas de cano longo, algo típico de minha vestimenta. - Vou ir atrás de um ferreiro, depois vou naquele restaurante lá no centro. - Me animaria já sentindo as cédulas de dinheiro da qual eu gastaria.  - Vou indo! Tchau! - Diria, começando o meu caminho de forma acelerada atrás de qualquer forja.

Encontrando o estabelecimento, adentrava o mesmo e procuraria pelo ferreiro mais próximo da entrada, já subindo em seu balcão para ter a minha atenção. - É o seguinte! Quem é o melhor ferreiro daqui?! - Gritaria, apontando o dedo na direção deles! - Preciso de um par de adagas e um machado! Quem se dispõe a fabricá-los?! - Eu sabia bem como chamar a atenção, Hihihi! - Eu tenho cento e vinte e cinco mil berries. Deve ser o suficiente para pagar pela mão de obra e material gasto devido ao tamanho delas. - Comentaria com qualquer um que respondesse.

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Kerigus
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Kerigus
Marinheiro
Re: I - Não existe sombra sem luz. Sex 14 Maio 2021 - 1:06
Mary Van Tassel


Era estranho estar só com o velho de novo, fazia tempo que não tinha essa sensação, apesar de não depender de mim mesmo por de certa forma ter ajuda dos revolucionários, se eu quiser evoluir dentro da organização e vingar minha família preciso tomar atitudes diferentes das que venho tomando. Ficar somente em um hospital dos revolucionários tratando quem aparecer sem fazer maiores contatos não era útil para o meu objetivo, esse foi um dos motivos que resolvi sair.

Agora o que fazer primeiro, preciso encontrar revolucionários nessa ilha estranha, e não vai ser fácil. - Acho que antes de tudo você deveria conseguir algumas coisas úteis, tipo cigarros uma arma, talvez bota ou luva para se precisar bater em algo. - Estava com saudades das dicas do velho, antes tudo que ele fazia era me dizer para tomar cuidado com alguma veia ou nervo durante uma cirurgia, além de encher o saco pra sair daquela vida estagnada de médico de clínica da família. - Verdade, vou focar nos cigarros primeiro, se sobra grana eu compro um par de luvas… Sempre dando boas dicas velho, sentia falta disso. - Ele virava para mim e respondia. - Era só ter saído antes como eu falei, mas não preferiu fica brincando de médico. - Eu olhava pra ele e respondia balançando a mão na frente do rosto como se tivesse afastando fumaça. - Ta ta eu já entendi essa parte, agora vamos as prioridades.

Agora era seguir o caminho e achar uma loja onde eu consiga comprar cigarros e fósforos. Não deve ser difícil achar um local desses, então começava a andar pelo local onde eu estava a procura de um local para comprar o que preciso. Não preciso um maço completo de cigarros ou uma caixa inteira de fósforos, até porque não tenho muito dinheiro pra isso e para uma arma, e também não é como se eu fosse uma chaminé de tanto que fumo. Achando um local onde venda o que eu preciso iria direto para o atendente e perguntaria se vendem cigarros e fósforos avulso. - Olá, quanto custam cigarros e fósforos avulsos? Não quero comprar pacotes inteiros por agora. - Diria com aquele sorriso característico, já tentando aproveitar da minha beleza pra conseguir algum desconto talvez. Se não conseguir comprar por esta forma neste local pediria informações sobre onde eu posso conseguir o que quero. - E sabe me informar onde eu posso conseguir comprar em quantidades separadas assim? Ah… e também onde posso encontrar uma loja de armas, estou precisando de luvas novas. Sabe como é, o mundo é um local perigoso para uma garota andar sozinha.

Tendo uma resposta positiva sobre os cigarros e fósforos avulsos diria. - Me vê 3 cigarros e 5 fósforos então por favor. Ah e onde posso encontrar um local pra comprar armas aqui por perto? To precisando de umas luvas novas. - Falava já colocando a mão no bolso para pegar o dinheiro e pagar o vendedor, tinha uma noção do valor, afinal eu era uma viciada, então se fosse um valor muito exagerado ia tentar a mesma coisa em outro local.

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Mephisto
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Mephisto
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Re: I - Não existe sombra sem luz. Sex 14 Maio 2021 - 6:35
Missão 1


Vou dizer uma coisa, odeio a preguiça que dá de manhã, preciso me alongar mais, acho que foi insuficiente, a caminhada era em busca já do chefe que vai nos passar a missão, quer dizer, era isso que eu queria fazer, não tava pensando em nada além disso já tinha um tempo.

Porém a criatura pequena ali no ombro tava falando de outras coisas.-Uma cela? Tá bom, vamo ver isso, mas depois a gente volta pra fazer missão, ainda não fizemos nenhuma e eu quero conseguir pegar missões maiores, e isso vai dar mais dinheiro também viu?!!- eu tinha de falar do dinheiro por que Lucy poderia não ser tão altruista quanto eu era no fim das contas.

E bom, eu não tinha muito mais o que dizer que não isso, continuei metendo o pé, até que vi ela saltando de uma vez. Admito que num primeiro minuto, eu imaginei o pior, eu pensei nela caindo as pernas sendo esmagadas, e ela virando uma paçoquinha no chão… As vezes eu esqueço que o povo dela não é frágil só pequeno.

Mas que papo de fedor é esse? Tomei banho tem nem uma hora direito, já conferi o cheiro duma vez ali pra ver se tava tudo certo. -Masoque? Eu tomei banho tem uma hora, isso é aquelas piadas né?- Disse olhando pra ela com um sorriso no rosto, que já mostrava que eu tinha entendido que não era algo pra se preocupar, quer dizer eu achava que não, bom a pergunta era uma retórica.

Continuei seguindo com ela em busca do que quisesse, eu não tinha necessidades por enquanto até ela conseguir as coisas dela iria junto, quando ela fosse entrar em alguma loja eu iria junto, pra ver que que tinha de bom, ia procurar mochila no lugar, as vezes ferreiro faz umas costura legal de mochila. Depois que ela fizesse as perguntas dela e obtivesse respostas pra o que queria já iria mandar a minha.-Po quero umas coisas também, tem uma mochila por aí em? Eu tava afim de uma simplesinha pra carregar suprimentos e essas coisas.- joguei a verde ali quem sabe eles não me arrumavam alguma coisa também.




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Milabbh
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Milabbh
Civil
Re: I - Não existe sombra sem luz. Sex 14 Maio 2021 - 22:22
Narração - Não Existe Sombra Sem Luz
Localização: Stevelty
Período do dia: Manhã

Andando pelas ruas nem tão pacatas assim da cidade de Stevelty, a dupla seguia. Era difícil evitar os olhares diversificados, afinal, não é todo dia que uma mulher de estatura avantajada e pares de braço extras caminha tranquilamente pelo centro. Algumas encaradas eram de repulsa, outras de curiosidade, de qualquer forma, todos pareciam ignorar a pequena Lucy, que seguia do lado.

Falando dela, se alguém prestasse o mínimo de atenção, notaria que estava absorta em seus próprios pensamentos, que envolviam saudades de casa , além de devaneios biológicos. Mas ela mesma se acordava dos pensamentos ao puxar conversa com Anna.

A mulher-peixe, por sua vez, só conseguia manter a cabeça fixada em um objetivo: Sua missão. Contudo, ao ser abordada pelo ser diminuto que a acompanhava, se dava por vencida e tomava o caminho até uma ferraria que havia por ali. Lucy aproveitava para saltar de cima do ombro da amiga, e não era uma queda muito curta.

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A preocupação de Anna poderia até ser infundada, mas não podemos culpá-la, afinal, é de se esperar que uma pessoa tão pequena seja frágil. Entretanto, o sentimento logo se esvaia ao ser interrompido por uma pequena piada. Ambas davam risadas e continuavam seu caminho, até se depararem com a loja que procuravam.

A entrada era indicada por uma placa de madeira que pendia balançando lentamente com o soprar do vento. Ao adentrarem no local, imediatamente sentiam o calor extremo que emanava da forja. Lucy, com sua personalidade energética, logo subia no balcão e saía falando pelos cotovelos, enquanto que Anna apenas esperava pacientemente sua vez.

Um jovem olhava a cena confuso, mas não sabemos se o motivo era a presença das duas estranhas espécies ou pela forma intensa como a pequena se comunicava. - M-Melhor ferreiro? - Antes que qualquer outra palavra fosse dita, no entanto, um homem mais velho e rechonchudo aparecia ao lado do rapaz.

- Quem você acha que é para falar assim?! Vocês duas tem mais é que... - A frase por pouco não era completada, isso porque uma nova figura surgia em cena. Claramente ela chamava a atenção, já que todos paravam imediatamente o que faziam para encará-la. Os cabelos já rubros, ficavam ainda mais incandescentes ao serem iluminados pela luz cálida que emanava da forja, e seu rosto belo, quando enfim revelado, arrancava até pequenos suspiros.

- Err... Eu, eu.... Bem vinda, senhorita. Em que posso ajudar? - O homem gordo agora abaixava o dedo que tinha erguido para apontar para as duas outras moças, e seu tom de voz acompanhava, agora em uma fala quase mansa. Era óbvio que uma discussão havia se desenrolado por ali, mas o que ninguém sabia era o que a figura misteriosa queria.

I - Não existe sombra sem luz. 83d7c-amagi2bbrilliant2bpark

De qualquer forma, vocês devem estar se perguntando: Quem é tal bela moça? E eu vos respondo, caros leitores. Nossa terceira e última beldade se chama Mary, e algumas horas mais cedo ela vagava na companhia etérea de seu fiel Velho pelas ruas da cidade. Em seus pensamentos, algo se destacava: A vontade de se provar verdadeiramente, além de querer encontrar novas companhias ideológicas.

Os devaneios eram interrompidos pela fala do companheiro espectral, dando suas dicas preciosas novamente. Mary, por sua vez, acatava as sugestões e decidia ir procurar por suprimentos, mas não sem antes trocar algumas farpas com seu amigo imaginário, claro.

Os dois então caminhavam em busca de uma loja que pudesse vender os tais cigarros e fósforos. Não precisavam vagar muito, já que ali perto encontravam um pequeno quiosque, cuja dona parecia malandra e sorridente. - Bom dia madame, o que precisa? - Ela colocava uma mão sobre o balcão, enquanto a outra levava um fósforo até a boca. - Hmmm, geralmente a gente não vende assim não, sabe? Mas como cê é arrumadinha... Quantos de cada vai querer? - A frase terminava com uma piscadinha e o sorriso malandro, enfeitado pelo palito de madeira com pólvora.

Com as quantidades já estabelecidas, a vendedora separava os produtos e então olhava para cima, calculando mentalmente o preço total. - Vai ficar 45.000 dos cigarros e 15.000 dos fósforos... Então tudo fica 60.000 Berries, madame. Aqui. - Ela entregava uma pequena sacola com as compras e recebia o dinheiro, mas se mantinha atenta às palavras da ruiva. - Ahhh, se precisar de proteção, pode deixar comigo... - O sorriso malicioso se formava naturalmente no rosto da vendedora, mas ela pigarreava e seguia. - Bom, de qualquer forma, descendo essa rua ai tem um ferreiro, eles podem te ajudar.

E bem, agora já sabemos o que aconteceu, e estamos de volta para o momento atual: Uma anã, uma peixa e uma ruiva entram em uma loja, o resto é a história que começa.

Controle
*Lucy
Ferimentos:
Ganhos:
Perdas:

*Mary
Ferimentos:
Ganhos: - Cigarros (0/3)
- Fósforos (0/5)
Perdas: - 60.000 Berries (Cigarros e Fósforos)

*Anna
Ferimentos:
Ganhos:
Perdas:  

ConsideraçõesOFF: Olá nerds que navegam na internet e nos mares de Auburu RPG! (Que saudadezinha de falar isso) Vim aqui para dar boas vindas à sua nova aventura. Dito isso, espero que vocês se divirtam e criem novas memórias incríveis por aqui. Bom... Então vamo nessa :3
Ahhh, antes que eu me esqueça: Qualquer dúvida, dica, sugestão ou só vontade de desabafar memo, chama no disco!   



emme


Kerigus
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Kerigus
Marinheiro
Re: I - Não existe sombra sem luz. Sab 15 Maio 2021 - 6:21
Mary Van Tassel


A mulher que me atendeu parecia não ser uma pessoa muito confiável, mas ela tinha o que eu queria e eu tinha o que ela queria, e isso era dinheiro. - Arrumadinha hahahahah, essa é nova, ainda me diverte a forma que as pessoas se refere a ti hahahaha. - O velho e suas piadinhas, ele sempre se divertiu com isso e me incentivou usar a minha beleza para conseguir as coisas, não que eu precisasse me esforçar muito pra isso, toda essa beleza que mamãe e papai me deram já era o suficiente pra mim não precisar me esforçar muito, trouxe alguns problemas também, mas sempre consegui me virar. Minha resposta para o velho era controlada, afinal eu era arrumadinha e queria esse desconto, então somente olhava para ele de canto de olho sem apresentar muita expressão.

Transação concluída era hora de seguir em frente, não queria ficar muito tempo ali com aquela mulher, só comprar o que eu queria e já era. Já conhecia aquela frase sobre me proteger, ela só queria uma oportunidade de arranjar um prostituta nova para algum cafetão da cidade, e eu não ia cair nessa. Depois de me afastar enquanto seguia na direção que ela indicou falava como velho em tom de voz baixo. - Me proteger sei… - O Velho gargalhava e me respondia de forma sarcástica enquanto andava de costas ao meu lado olhando na direção da mulher. - Olha a cara de pessoa confiável dela, eu acho que confiaria um filho para essa mulher cuidar, tenho certeza que ele deve ter uma casa cheia de mulher que ela protege com todas suas forças, pobre mãe de família essa mulher deve sofrer para cuidar de um monte de criança com um pequeno quiosque no meio da rua HAUAHUHAUUA. - Parava um pouco de caminhar e olhava para um tanto perplexa. - O que? - Ele me falava. - Tás bem sarcástico hoje, tá empolgado com a nova jornada é? - Não muito do feitio do velho fazer isso, parecia estar mais feliz hj. - Talvez, acho que é o ar poluído dessa cidade que deve ta me afetando. - Eu voltava a andar e respondia. - A tá bem.. Eu acredito.

Já na entrada da forja percebia uma falação louca, tinha alguém muito energético lá dentro. - Opa, isso vai ser divertido. - Novamente olhava para o velho e respondia. - O que tá acontecendo contigo hj? - Seguia em frente quando o velho e talvez dono da loja me notou e mudou completamente o tom de voz. - HÁ eu disse que ia ser divertido, deixa eu anotar no meu caderninho imaginário aqui, só hoje 2 vezes já se apaixonaram por ti. - O velho tinha tirado o dia pra me zuar só pode. Por uns poucos segundos fingia que não tinha notado que o vendedor da forja estava falando comigo, pois eu realmente não tinha certeza, e se alguma das outras duas não falasse nada nesse pequeno momento eu responderia. - Não se preocupe, atenda elas primeiros, eu fui a última a chegar. - Tudo isso com o meu lindo e belo sorriso meigo, mas por dentro eu queria arrancar os dentes do velho com alguns socos. Qualquer tentativa de ser atendida antes das outras 2 seria explicitamente ignorada.

Caso a loja tivesse equipamentos a mostra eu iria olhar um par de luvas de couro com alguns detalhes em metal para machucar um pouco mais, nada muito bem feito podiam até mesmo ser usadas, desde que tivessem em condições mínimas de uso. Sempre olhando as luvas com os braços cruzados e uma certa curiosidade, as vezes mexia no meu cabelo. - Dupla peculiar essa, acho que lembro de você atendendo o povo do mar algumas vezes na clínica, mas gente pequena assim, essa daí cabe na tua mão não? Como tu faria uma cirurgia nessa ai? Vai precisar de uma lupa acha um órgão. - O Velho estava certo, era uma dupla peculiar para não se dizer... Estranha pra caralho, mas elas estavam ali de boa antes de mim, apesar da menor parecer ter mais energia que o tamanho dela permite armazenar. - É… São diferentes… Eu sou muito boa no que faço, e uma das coisas que eu faço é cirurgia, então acho que seria de boa. - Respondia o velho em voz baixa, não queria parecer mais louca do que já sou na frente das moças que estavam ali.

Conseguindo meu par de luvas ou não, iria me aproximar e puxar conversa com a tritão. - Bem… Digamos… Energética tua amiga. O que procuram nessa cidade que eu mal conheço e já não vou muito com a cara? A propósito meu nome é Mary. - Elas parecem peculiares o suficiente para o meus planos, e para os revolucionários também, afinal aquela gente em geral é tudo peculiar… bem talvez não tanto. Mas o velho recomendou novas amizades, vamos ver no que dá, caso chegue minha vez de ser atendida, iria comprar o de luvas que eu queria e pagar uns 150.000 no máximo.



Histórico:


Última edição por Kerigus em Dom 16 Maio 2021 - 6:06, editado 1 vez(es)
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Mephisto
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Re: I - Não existe sombra sem luz. Sab 15 Maio 2021 - 15:32
Missão 1


Sinceramente as vezes eu sinto vontade de demolir alguns lugares, o cara já veio com papo estranho, eu não to muito feliz com isso, ainda mais que… Eu vou só puxar o papo pra essa galera.-Alou!!! Eiii Aloou- levantei os 6 braços pra cima acenando de modo a demonstrar que eu tava ali por que o cara ta ignorando uma mulher de dois metros, ele deve ter problema de vista, miopia.

E depois de acenar com os braços já mandei logo.-Ei e a minha mochila, tem aqui?- e nisso focaria em tentar ajudar a mostrar a pequena que tava ali também, até porque era difícil enxergar ou perceber ela sem saber que ela tá ali. -Ela quem é a primeira, aliás- disse apontando 3 indicadores do lado direito pra demonstrar o que eu estava falando.

Assim, eu queria minha mochila, queria ela pra caralho, mas sinceramente, podia esperar um pouco né, sim eu tinha ficado inquieta com a atitude do vendedor… Não vou morrer por isso. Até que o que a ruiva lá falou veio aos meus ouvidos, chamando certa atenção na mesma hora. -Ein? Há, tá, meu nome é Anne, eu to aqui a negócios, vim encontrar uma galera aqui- disse coçando a parte de trás da cabeça, e só agora eu tinha notado, por olhar pra ela com mais clareza e sem estar com certa raiva por ser ignorada.

Ela de fato era atraente, as madeixas ruivas e olhos vermelhos pareciam algo um tanto exotico por sinal. Entretanto tentei não a fita muito pra não passar a impressão errada já de primeira..-Ta fazendo o que por aqui, veio de passagem?- Disse de maneira a demonstrar um pouco de curiosidade mas isso advinha principalmente do fato que naquela hora fiquei achando estranho a maneira que ela falou da ilha, como um lugar ruim então devia ser coisa de força maior.

Quando a Anã falasse comigo responderia ela com prontidão já.-Eu desço já já pro porto e a gene se encontra por lá- comentei de modo breve ainda ficando mais algum tempo dando uma olhada pela loja.




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Última edição por Mephisto em Dom 16 Maio 2021 - 12:51, editado 3 vez(es)

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Re: I - Não existe sombra sem luz. Sab 15 Maio 2021 - 22:34
Lucy von Kral

- Você não pode me ajudar em nada, valeu! Atenda as minhas companheiras enquanto eu falo com seu chefe, ok? – E vai tomar no cú se não gostar porque não sou obrigada a ficar recebendo xingo de ninguém principalmente sendo uma cliente que venho trazer dinheiro ao estabelecimento. É isso mesmo, aqui ó!

- Senhor, com licença, você é o gerente ou o dono do estabelecimento, corrija-me se eu estiver errada. Será que poderia fabricar três itens que eu gostaria? – Eu olhava para ele ainda estando no balcão e não avançando mais do que ali já que poderia se mostrar desrespeitoso.  – Os dois primeiros são um par de adagas desse tamanho aqui, ó! – E daria um espaço entre as minhas mãos mostrando o tamanho delas o que deveria ter três a cinco centímetros, no máximo. – E o terceiro item é um machado de duas mãos, esse pode ser maior, tipo, assim, ó! – E mostraria algo com quase o meu tamanho direcionando minha mão até a altura do meu torso. – Tenho o orçamento de quinhentos mil berries para os três, não me importo se custar esse valor em específico. O preço deve ser condizente com o material e seu tamanho, então, se puder fazer por um preço equivalente, eu agradeço.

Seria nesse momento em que retiraria o valor correspondente ao dito e um pouco mais e então pediria um favor. – Por sinal, eu tenho um certo interesse em forja, será que eu poderia pagar um pouco a mais por um pequeno aprendizado? – E esperaria pela resposta do homem.

Quanto a Anne, eu a observava tendo uma leve conversa a respeito da mochila com o atendente e depois uma mulher que não tinha percebido a presença, parecia que ela tinha despertado o interesse em nós e Redgrave que não é boba nem nada já teria respondido. Eu, sequer estava me importando naquele momento com a sua presença, não era como se estivéssemos em perigo algum.

Se o homem aceitasse a minha proposta, então me viraria para Anne para poder avisá-la que talvez eu fosse demorar um pouco. – Hey Anne, talvez eu demore um pouco aqui. Você prefere me esperar ou nos encontramos em outro lugar? – Perguntava. Porém, caso o homem se recusasse a me ensinar em relação a forja, então guardaria o dinheiro sobressalente e ficando com os duzentos equivalentes em mão. – Bom, é uma pena, era grana fácil para você e para mim um conhecimento, depois encontro algum ferreiro que me ensine. Porém, ainda quero comprar os três itens. – Confirmava.

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Off:

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Re: I - Não existe sombra sem luz. Dom 16 Maio 2021 - 18:03
Narração - Não Existe Sombra Sem Luz
Localização: Stevelty
Período do dia: Manhã

Tudo acontecia de maneira rápida, e Mary, bem educada como era, decidia não intervir na cena, preferindo deixar que as duas fossem atendidas primeiro, afinal, haviam chegado antes. Por isso, a ruiva se mantinha calada e começava a observar as armas ali expostas.

Para seu deleite, não demorava muito e encontrava um par de luvas pretas com detalhes prateados, que eram feitos em algum tipo de metal, e cumpririam bem o propósito de machucar que ela tinha em mente. Enquanto observava o item, Velho ficava conversando com ela sobre coisas diversas, inclusive a dupla dinâmica.

Falando nelas, inclusive, a tritão já estava impaciente, e ao levantar seus 6 braços, quase esbarrava no teto do recinto, erguendo a voz para ser notada, como se precisasse. De qualquer forma, perguntava de sua mochila e já indicava quem era verdadeiramente a primeira da fila.

A pequenina, por sua vez, estava para lá de estressada com aquele tipo de tratamento. Não que fosse raro, afinal, estando acompanhada de Anne, que sofria bastante preconceito, era de se esperar. Ainda assim, isso não significava que aceitaria de cabeça baixa e, por isso, se dirigia ao gerente ainda de forma respeitosa. O rechonchudo, depois de tudo o que aconteceu, agora parecia mais contido, e mesmo a contragosto, ouvia Lucy.

- Quer que eu faça coisas tão minúsculas e ainda quer exigir o preço?! - Ele parecia estar ficando irritado de novo, mas rapidamente uma nova figura entrava em cena. Uma moça empurrava o gordo para o lado olhando-o com cara feia. - Acho que nunca fabricamos algo assim antes... É um desafio, gostei! - Ela sorria simpaticamente e então terminava de responder. - Irei começar imediatamente e calcularei um preço justo pelo esforço e mão de obra, tudo bem?

Antes que ela recolhesse o dinheiro sobre o balcão, porém, ouvia o pedido da pequena, e então olhava para o gordo. - Claro que sim, só vamos precisar tomar mais cuidado porque eu não quero que você... Bem... Caia na forja. - As pessoas riam baixinho, mas logo se continham para que a atendente continuasse. - Podemos ir, então?

Com a fala, a pequena decidia avisar que iria demorar. Anne, por sua vez, estava envolvida em uma conversa com a misteriosa ruiva. Os olhos da tritão, contudo, viam além do tal mistério, e enxergavam também a beleza que fez com que todos parassem o que estavam fazendo para admirá-la. As duas trocavam nomes e motivações para estarem na ilha.

Ainda assim, Lucy se intrometia só para dizer que estava de saída, deixando a dupla ali. A pequena seguia a atendente até a parte dos fundos da loja, onde a forja se encontrava, e lá poderiam começar o aprendizado. - Bem, eu vou te ensinar enquanto forjo suas armas, ai já matamos dois coelhos com uma cajadada só!

Com essa fala, a moça começava o processo, ao pegar um pedaço de ferro que ela julgava ser suficiente e começar a trabalhá-lo no fogo. - Então, essa primeira parte aqui é a fundição. Basicamente, tem que deixar o ferro "mole" pra conseguir moldar ele, entendeu? - Enquanto falava, a moça fazia os procedimentos, depois tirava o ferro de dentro da forja e o levava para a bigorna.

- Aqui é onde martelamos o ferro, até que ele atinja a forma que queremos. Mas isso pode ser feito várias vezes, por exemplo nas katanas, é um processo bem cansativo. - Novamente, ela demonstrava enquanto falava, e a cena que se formava diante dos olhos de Lucy era uma verdadeira festa.

Faíscas voavam para todos os lados, mas para seu tamanho diminuto, mais pareciam fogos de artifício. Seu transe só era quebrado ao ouvir o barulho ensurdecedor do martelo batendo no ferro, seguido do som da calefação da água em contato com o metal incandescente. - Ahh, deve ser bem incômodo pra você né? Mas já já acostuma. Enfim, ai quando você acha que já está bom, coloca na água para resfriar e manter a forma nova que você deu.

Um tempo se passava e a ferreira pegava o ferro já no formato de um machado pequeno. - Bom, agora vem a parte dos frufrus. - Ela dizia sorrindo enquanto seguia até uma pedra. - Isso aqui é uma pedra para afiar, basicamente, você deve apertar esse pedal ai pra fazer ela girar, daí joga água e passa a lâmina com leveza. - Novamente as faíscas pulavam, e agora o barulho não era incômodo.

No fim, a mulher ensinava a decorar a arma de maneira simples. - Olha, eu me considero boa ferreira, mas como disse, nunca fiz uma arma tão pequena assim. Por isso vou te cobrar só os 500.000 mesmo, a aula fica como garantia do trabalho. - Com um sorriso, ela entregava os itens.

Enquanto isso, na parte da frente, Anne e Mary agora eram atendidas. A tritão ia primeiro e conseguia sua mochila por 260.000 Berries, já que o vendedor ainda parecia não ir muito com sua cara. Enquanto isso, a ruiva comprava as luvas que viu antes por 120.000 Berries, mais uma vez usufruindo de toda a sua beleza.

ControlePosts: 02

*Lucy
Ferimentos:
Ganhos:
- 2 Adagas Clássicas
- Machado Clássico
Perdas:
-500.000 Berries (2 Adagas e Machado personalizados + Aula)

*Mary
Ferimentos:
Ganhos:
- Cigarros (0/3)
- Fósforos (0/5)
- Par de Luvas Gastas
Perdas:
- 60.000 Berries (Cigarros e Fósforos)
- 120.000 Berries (Luvas)

*Anna
Ferimentos:
Ganhos:
- Mochila
Perdas:
- 260.000 Berries (Mochila)
 

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Achiles
Avaliador
Re: I - Não existe sombra sem luz. Dom 16 Maio 2021 - 22:12
Lucy von Kral

Aquele gordo estava merecendo um belo de um soco na cara e eu teria feito se uma moça não tivesse empurrado e mandado aquele filho da puta descansar. A moça mostrava-se bem mais gentil em seu atendimento e tornava as coisas menos caóticas. – Como assim cair na forja? Não entendi, porque eu cairia? – Ficava um tanto curiosa em relação ao fato de não ter entendido o motivo para tal comentário, pois, uma humana adulta dificilmente cai, principalmente alguém que é treinada para andar de maneira silenciosa como eu. Realmente, não entendi. – Ok, Anne. – Daria um sorriso gentil antes de adentrar a forja e agora começava a sentir um calor ainda mais forte do que antes, chegava a ser um pouco incômodo como se a chama ficasse cada vez mais forte a cada momento em que eu passava lá e não tinha percebido como esse trabalho poderia ser tão penoso ao corpo.

Começo do Aprendizado: Forja

Primeiro de tudo, o importante é ter a maior atenção possível e observar os primeiros passos, que normalmente são os mais importantes, com bastante cautela e tentar anotar mentalmente esses passos. Seriam esses primeiros momentos dos quais começaria a aprender aquela nova arte conhecida como Forja. Eu olharia cada movimento de sua mão de uma forma única e sempre tentando aproveitar de novos ângulos para observar com atenção cada detalhe de que ela estava me ensinando e mostrando. – É interessante, e fica ainda melhor com o som. – Poderia se dizer que o som da água sendo evaporada com o metal quente era reconfortante para os ouvidos após tamanhas marteladas que aconteciam e as faíscas tornavam aquela arte como uma espécie de espetáculo.

Conforme as coisas iam se moldando, percebia cada vez mais os detalhes daquela arte e como ela estava tratando o metal, deixando-o resfriar naturalmente algumas vezes e como era um processo demorado. Eu, em cada segundo, tentava experienciar não somente o que ela estava fazendo, como também os outros ferreiros no tempo em que o metal quente esfriava naturalmente para temperar a sua lâmina.

Com o tempo se passando, cada vez mais o trabalho ia sendo feito com grande maestria pela Ferreira e eu sentia até mesmo uma certa admiração pelo o seu trabalho e por me deixar participar daquelas criações que me deixavam até mesmo com um pouco de orgulho por ter ajudado a criar, seja colocando o metal na água ou batendo-o em um martelo, mostrando que eu poderia ser uma boa Ferreira assim como ela, embora ainda me faltasse um tanto de experiência. No fim, o processo de afiar deixava as coisas ainda mais interessantes e ver como que o fio da lâmina era criado e como era aperfeiçoado, tendo parte nesses processos.

Fim do Aprendizado: Forja

Com uma grande quantia de tempo tendo se passado desde que começamos o aprendizado, minha cabeça ficava pensando em como que estaria Gigipsta, talvez descansando em alguma estrutura fixa por perto enquanto me esperava e como que Anne estaria me esperando no porto, por sinal, será que tem alguma loja por perto? Meu café acabou recentemente e desde então não consegui achar algo para repor.

Esses meus pensamentos eram interrompidos quando a ferreira conversava comigo mais uma vez. – Ah, sim, agradeço de coração pelo atendimento e pelas novas armas. – Dizia, guardando-as em seu coldre na minha cintura e o machado em minhas costas. – Eu acho que tenho mais dois trabalhos para você futuramente que tenho em mente, devo voltar aqui outra hora ou dia, como você gosta de desafio, pode ser interessante. Tchau! – Daria um leve sorriso, já pulando da bancada e saindo pela porta, abrindo-a eu mesma.

- Gigipsta! – E daria um assobio já procurando um lugar mais vazio para que ela pudesse pousar ao meu lado. – Vem cá, garotona! – E começaria a fazer um leve carinho na parte debaixo de seu bico procurando mantê-la confortável. – Já estava com saudades, hehe, logo mais nós devemos estar voando juntas, você vai ver. – Sorriria. – Volte a voar, vou para o porto encontrar com a Anne, daí você poderá vir depois. – Dizia, mostrando com as mãos um leve pássaro de sombra que era o sinal para ela voar novamente que me moveria, algo básico.

Dessa forma, começaria o caminho pelas ruas uma nova vez, desta vez em uma corrida acelerada e me esquivando de qualquer cidadão que fosse dar um passo. Meu objetivo seria me direcionar ao porto, algo que não deveria ser difícil já que estávamos nessa ilha algum tempo, Anne parecia ter dito que me esperaria em um local específico e por isso tentaria lembrar qual local passamos daqui pela última vez e tentar encontrar a mulher-peixe, o que não deveria ser muito difícil já que ela chama atenção por onde passa, aquela pitelzinho, hihihi!

- Anne! – Gritaria se a avistasse, não poupando folego para me aproximar dela. – Cheguei! Agora com armas novas, hehe. Por sinal, queria te pedir um favor. – Varreria o chão com um dos pés em uma pose mais tímida. – Eu queria tomar um café... mas, queria que você carregasse uma garrafa de café pequena para mim... será que teria como? Precisaríamos passar em uma loja e comprar a garrafa e depois o café... – E continuaria varrendo o chão até ter uma resposta. Se fosse positiva, rapidamente pularia para abraça-la em seu rosto e lhe dar um beijo na bochecha! E então sentaria em seu ombro. – Então, o que nós tínhamos para fazer aqui mesmo? – Perguntaria em um tom mais calmo e baixo para não incomodar o seu ouvido.

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Dependência (Café) – 3/10

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Mephisto
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Re: I - Não existe sombra sem luz. Seg 17 Maio 2021 - 14:59
Missão 1


Depois de tudo era só jogar o dinheiro sobre a mesa, pegar a mochila e jogar nas costas. Iria sair dali sem muitos devaneios indo até o porto, afinal já tinha o que queria e estava tranquila agora. Assim que chegasse no porto iria sentar na beirada, onde tiraria os sapatos e colocaria ao meu lado, deixando meus pés na água pra sentir ela sobre mim.

Era algo que eu sentia falta, poder nadar o dia todo livremente, quando as coisas eram mais fáceis, mas na prática, não tinha por que pensar em muito até que a baixinha chegasse por ali e aí sim iria me levantar enxugar os pés e colocar os sapatos de novo já me dirigindo a ela.-Aeee, chegou, posso, eu comprei a mochila justamente pra isso. Sem ela ia ficar ruim carregar as nossas coisas.- comentei dando um sorrisinho, e me espreguiçando. Iria com ela até a loja de conveniências mais próxima, onde esperaria ela comprar as coisas e jogaria tudo dentro da mochila.

Depois disso era hoa de sair dali e ir para nosso superior. Iria caminhar numa boa até o nosso ponto de encontro com ele, jogaria Lucy no ombro se ela quisesse ir comigo, deixando a mão rente ao chão pra ela subir, colocando ela ali. E assim era hora da gente seguir para nossa missão. Então a caminhada ia ser tranquila, onde quando finalmente chegasse no ponto de encontro diria.-Anne Redgrave e Lucy Von Kral a serviço senhor.- mas falaria isso apenas se reconhecesse o contato que tinha ficado de nos encontrar aqui na ilha.

Se não visse ele por ali apenas esperaria e diria isso pra ele quando ele chegasse, mas antes que ele chegasse puxaria papo.-Caraca, achei que ele já ia ta aqui, ele tá demorando em?- diria tentando manter o tom de voz baixo pra não chamar atenção com a voz, mais do que minha aparência já podia se destacar.




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Re: I - Não existe sombra sem luz. Seg 17 Maio 2021 - 22:28
Mary Van Tassel


Depois de encontrar as luvas que queria fui conversar com a tritão, ela era realmente chamativa, 6 braços e ainda mais alta que eu, o fato de ela ser um tritão deve ter causado grandes dores de cabeça para ela. - Dupla peculiar essa, talvez seja uma boa segui elas, não é muito normal ver uma dupla diferente assim fora dos revolucionários, vai que dá certo. - O Velho tava certo talvez fosse uma boa seguir elas, até porque até agora eu não tenho plano nenhum então, e não é como se elas fossem querer me recrutar para ser prostitura como a outra vendedora tentou fazer. Puxava assunto com a tritão tentando me enturmar talvez até demais, pois ela pareceu ficar meio confusa de início. - Cheguei hoje na cidade, e já não gostei muito já que uma mulher tento me engana pra se prostituta dela, mas enfim eu vim atrás de uns amigos, eles vivem meio fora de cena, então vou ter que procurar. - Talvez fosse um passo muito grande já falar sobre revolucionários, então tentei ser um pouco mais discreta, talvez tenha falhado nisso o importante era conseguir uma forma de seguir as duas.

Chegava minha vez de ser atendida, e eu então pagava as luvas e já com um pequeno sorriso vestia elas, apertava o suficiente para elas ficarem confortáveis e presas o suficiente, luva frouxas são ótimas para causar machucados em um soco bem dado. Enquanto me ajeitava percebia que a tritão e a anã iam se encontrar nas docas, isso era a oportunidade perfeita para arranjar uma desculpa e pelo menos ir até o porto com elas, depois eu do meu jeito, sigo elas, largo a real e rezo pra alguma entidade inexistente fazer com que eu esteja certa, sei lá… alguma coisa deve funciona ou eu vou acabar batendo em alguém.

- Ouvi tu falando com a anã que vão se encontrar no porto, posso acompanhar vocês? Até pelo menos, é pra onde eu pretendo ir e não tenho muito conhecimento do local, e é sempre bom andar com uma companhia. -Tendo uma resposta negativa da tritão sairia da loja e a esperaria do lado de fora, tentaria me esconder e depois seguir ela, se o Velho acha que elas tem algo haver com a revolução elas devem realmente ter, ele nunca falha nessas coisas. Tendo uma resposta positiva da tritão seguiria com ela até o porto e lá ficaria de olho em volta, com sorte eu encontraria algum conhecido dos revolucionários, afinal se me mandaram para cá alguém deve saber que estou chegando. - Você conhece a cidade? Alguma dica onde posso encontrar meu amigos? - Perguntaria pra tritão, enquanto esperava a anã com ela.

Quando a anã chegasse diria. - Bom, agora que sua amiga chego acho vamos nos separar, eu tenho que procurar meus amigos e vocês os seus, bom conhecê-las, até mais. - Então me afastaria e as seguiria de longe, não é muito difícil notar uma tritão de 6 braços e todo esse tamanho, a anã provavelmente seria impossível notar, principalmente se as docas estiverem cheias. Caso contrário seguiria com elas seja lá onde estiverem indo.

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Milabbh
Civil
Re: I - Não existe sombra sem luz. Ter 18 Maio 2021 - 12:27
Narração - Não Existe Sombra Sem Luz
Localização: Stevelty
Período do dia: Manhã

Após uma aula super produtiva, bem como a aquisição de suas armas, a anã estava pronta para tomar seu rumo novamente, e seu novo destino era o porto, onde havia combinado de se encontrar com Anne. A ferreira se despedia da pequena com um sorriso, após confirmar que adoraria fabricar novos projetos para ela.

Então, ao sair da forja, avistava Gigipista pousada sobre a placa de entrada do estabelecimento. O animal descia graciosamente e aceitava o carinho oferecido. As falas da anã pareciam ser compreendidas pelo pássaro, que com um chirriar, alçava voo e acompanhava o caminho da dona, olhando-a das alturas.

Enquanto isso, no porto, Anne não estava sozinha, isso porque Mary decidiu segui-la, afinal, o radar do Velho não falhava para essas coisas, e se ele dizia que a dupla era interessante para os revolucionários, então não havia motivos para dúvida.

De qualquer forma, a tritão estava sentada no cais de madeira, sentindo a água gelada bater contra suas escamas alvas. Enquanto ela aproveitava as carícias das pequenas ondas, bem como a brisa salgada que vinha do oceano, Mary se mantinha ali parada, ponderando se devia ou não trazer à tona o papo de revolução.

Envolta em seus pensamentos, porém, quase não percebia a aproximação da pequena Lucy, na verdade, mesmo que estivesse atenta talvez não percebesse. Já Anne, pelo costume, logo via sua amiga chegando e se apressava em levantar e calçar os sapatos, ouvindo o que a anã tinha a dizer.

Elas combinavam que a tritão seria o burro de carga inventário, e que era hora de comprar as coisas que seriam carregadas. Mary, ao ver a comoção, decidia se separar das duas, ao menos na teoria, já que pretendia segui-las a distância. Com isso, se afastava um pouco para se misturar à multidão, mas ainda notava a grande tritão por ali.

Agora a dupla original seguia até uma loja próxima do porto, que parecia vender vários tipos de especiarias e, dentre elas, o cobiçado café. Os preços estavam em um cartaz do lado de fora, e uma garrafa do líquido custava 200.000 Berries, e rendia até 10 copos. Se Lucy quisesse, poderia comprar rapidamente, mas era hora de encontrar o contato revolucionário.

Não era muito difícil, no entanto, notar uma figura não muito furtiva seguindo-as, isso se prestassem atenção. De qualquer forma, iam até o ponto de encontro, uma área próxima das cavernas da cidade, onde ninguém costumava ir. Quanto mais se aproximavam, portanto, menos movimento havia, até o momento em que Anne e Lucy estavam sozinhas, não fosse por Gigipista, que se empoleirava em uma árvore, além de Mary e Velho, escondidos ali por perto.

Contudo, tal situação não perdurava por muito tempo e, em meio às reclamações de Anne, uma figura emergia das sombras. - Olá senhoras... Suponho que sejam as enviadas do Exército, Sou Zev, ao seu dispor. Não foram seguidas, certo...? - A pergunta do homem soava mais como um desafio, para saber se as moças haviam percebido Mary em seu encalço, mas continuava.

- Bom, não sei se já foram informadas de algo, mas temos um problema em nossas mãos. - Ele tirava um papel do bolso e entregava para as moças. - O indivíduo aí se chama Pierre, e foi trazido como carga pelos caçadores de recompensa, contudo, o deixaram escapar... Patético. Mas a competência de tal grupo não vem ao caso. - O homem apontava para o papel e seguia. - O Jack foi preso por tráfico de pessoas, e desde que fugiu, tem operado aqui. Infelizmente, não tínhamos nenhuma informação sobre ele... Até o momento.

Procurado:

O homem sorria desafiadoramente antes de prosseguir, e então encarava a dupla. - Essa caverna atrás de mim... Temos motivos para acreditar que está sendo usada como uma nova base do criminoso, contudo, não conseguimos entrar ainda por falta de pessoal. Bom, é ai que vocês entram: Vocês são o pessoal!... Isso inclui você também, querida. - O homem se dirigia à Mary, com um sorriso simpático no rosto. - De qualquer forma, já adianto que os caminhos ai dentro são muito confusos, e existem bichos... Diferentes, no sentido de terem se adaptado para viverem ai. Ahh, a informação mais fidedigna lista cerca de 10 escravos de variadas raças, mas podem haver mais, então cuidado com as contagens. - Ele então colocava as mãos na cintura, como se estivesse aliviado. - E então, alguma dúvida?

ControlePosts: 03

*Lucy
Ferimentos:
Ganhos:
- 2 Adagas Clássicas
- Machado Clássico
Perdas:
-500.000 Berries (2 Adagas e Machado personalizados + Aula)

*Mary
Ferimentos:
Ganhos:
- Cigarros (0/3)
- Fósforos (0/5)
- Par de Luvas Gastas
Perdas:
- 60.000 Berries (Cigarros e Fósforos)
- 120.000 Berries (Luvas)

*Anne
Ferimentos:
Ganhos:
- Mochila
Perdas:
- 260.000 Berries (Mochila)
 

Considerações
Zev
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Kerigus
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Re: I - Não existe sombra sem luz. Qua 19 Maio 2021 - 6:21
Mary Van Tassel


Seguir elas de forma furtiva seria uma ótima ideia, se eu fosse boa em furtividade, mas a pressa e o fato de estar em uma ilha desconhecida se mostrou um problema na minha tomada de decisões, o que resultou em algo talvez cômico pra quem olhava. - Segui elas é uma ideia até que boa, mas assim? - O Velho tava certo, mas eu não ia dar o braço a torcer mesmo sabendo a verdade. - Xiu, eu to indo muito bem não enche o saco… - E o velho sabia a verdade, por isso ele respondeu só rindo e sendo ironico. - HAHA to vendo…

Depois de um tempo seguindo as duas a verdade se revela, elas realmente eram do exército revolucionário. O homem que falava com elas era um tanto diferente, bronzeado, loiro com umas tatuagens, talvez se eu gostasse de homens isso me chamasse atenção mas como não era o caso, era só um homem que passava as ordens pelo exército revolucionário. A missão era simples, entra em uma caverna, enfrenta uns bicho no caminho e acha um procurado que os caçadores perderam no local. Até que era simples a missão que elas estavam recebendo, mas para a surpresa de ninguém o homem tinha me percebido seguindo elas e me chamou para me juntar ao grupo. - Olha só acho que visão incrível esse cara tem, como ele te percebeu. - E lá vinha o Velho com as piadinha dele de novo, hoje tava sendo um dia especial para ele. - Xiu xiu… - Eu balançava a mão como quem estivesse afastando fumaça ao meu lado.

Ao me aproximar diria. - É eu sou melhor em dar socos e chutes do que não ser percebida… mas pelo menos acertei e vocês também são do exército. - O que era totalmente verdade, afinal socos e chutes eu tinha treinamento, já não ser percebida era totalmente ao contrario.O cara que estávamos procurando tinha pelo menos 10 escravos com eles, isso poderia tornar tudo pior, o ideal era salvar todos mas com gente como esse procurado era quase certo de sempre se esperar o pior. Escravos me traziam memórias ruins que por um breve momento me fazia me perder em memórias, eles eram sempre os mais difíceis de tratar, não só pelo que era feito com eles quando eram escravos, mas os olhos de quem perdeu todas as esperanças mesmo já estando seguro, esse era a parte mais complicada na maioria das vezes. Algumas informações eram importantes saber antes de começar a missão, que seria minha primeira, então já seguia com as perguntas. - Sabem quantas pessoas além dos escravos estão com esse cara? - Era importante saber isso, mas era um informação muito específica e talvez eu não obtivesse uma resposta, outra dúvida era. - Esses escravos podem acabar ajudando ele, por medo ou algo assim? - No caso, aqui era mais uma questão de até onde eu ia com as porradas, afinal eles eram escravos não mereciam apanhar bastante que nem o homem que estamos procurando, e a última pergunta era. - A gente precisa trazer esse cara vivo? - Essa pergunta era importante, porque né, pode acontecer de sem querer eu acabar matando um traficante de pessoas, sabe como é às vezes o soco ou o chute podem escorregar e acertar num local errado.

Depois de tudo combinado e explicado a anã vinha me fazer perguntas e eram varias. - Curiosa ela... - O Velho falou exatamente o que eu pensei era muita pergunta jogada diretamente em mim mas com calma eu respondia cada uma delas. - Vamos devagar uma pergunta de cada vez, meu nome é Mary e quanto a primeira pergunta, eu pedi pro velho fica quieto, longa historia explico depois da missão se quiser saber mais... meu cabelo é ruivo natural não é assim por causa da revolução não... eu estou seguindo vocês desde o porto, tu tinha dito que tinha notado achei que sabia... Eu não sabia que eram revolucionarias, mas como eu passei um tempo em um hospital dos revolucionários cuidando de todo tipo de gente vocês me pareceram ser um deles então resolvi seguir vocês para ver se estava certa, acho que era isso... - Como tanta curiosidade cabe nesse tamanho todo era a pergunta que eu queria fazer mas preferi deixar para depois, afinal a tritão também tinha algo para falar. - Certo... o melhor mesmo eu e tu chama atenção e cobrir uma a outra enquanto a ela aproveita e fica de elemento surpresa. - Estava curiosa para ver como Anne lutava, aquele monte de braço deve ser trabalhoso de lidar em um combate corpo a corpo.

Histórico:


Última edição por Kerigus em Qui 20 Maio 2021 - 5:25, editado 1 vez(es)
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Achiles
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Re: I - Não existe sombra sem luz. Qua 19 Maio 2021 - 18:44
Lucy von Kral

A estratégia de ter alguém para carregar a minha garrafinha de café funcionava e avistávamos um local em que tinha uma plaquinha como algo digno dos deuses dando o sinal para comprá-lo logo. – Anne, ali, ó! Vou rapidão e já volto! – E rapidamente iria correndo já adentrando a loja e procurando pelos itens que precisava, pelo jeito, Redgrave queria encontrar com o líder revolucionário e isso exigia uma certa pressa que minhas compras não poderiam atrapalhar. – Bom dia, boa tarde, boa noite! Hihihi! É, vou querer uma garrafa de café e café! – Sorriria, já retirando o valor de duzentos mil berries dos bolsos para pagar e colocando os itens nas minhas costas para carregá-los. – Obrigada! Até mais! – E com eles em mãos, entregaria para Anne. – Aqui estão! Coloca na mochila? – Sorriria.

Com tudo resolvido nessa parte, seguíamos em direção a uma caverna onde encontrávamos o nosso contato, Zev, uma figura um tanto esquisita para ser bem sincera e com uma aparência que parecia ser suspeita por onde andasse, bom, as vezes o melhor disfarce é o óbvio e em seu caso isso parecia ser o correto. De imediato, ele começava a nos passar o plano do qual faríamos, basicamente adentrar uma caverna e capturar um cara que estava em seu interior da qual contém animais.

Mas, era aí que a coisa mais absurda acontecia, sim! A garota ruiva lá daquela loja de armas que eu sequer teria prestado atenção aparecia em cena, fazendo algumas perguntas para Zev em relação a missão e se mostrando que também era uma revolucionária assim como nós. – Ah, claro que sabíamos, é. Ela não é tão furtiva quanto eu. – Comentava, claramente mentindo, eu sequer tinha dado muita atenção para isso já que confiava em Anne completamente para me guiar e perceber esses passos. Cof...

Levantaria minha pequena mãozinha como se tivesse uma dúvida, algo que poderia até passar despercebida e por isso após as perguntas, faria a minha. – Vocês tem algum cordão longo ou algo parecido? Os caminhos são tortos, se tivessem um cordão, eu poderia ir na frente procurando por algum perigo e qualquer coisa eu dou um grande puxão ou só volto. – Comentaria, dando uma primeira ideia de como poderíamos começar aquela missão sem que tivéssemos tantos problemas com sermos surpreendidas.

Deixaria os outros detalhes do plano para elas e me concentraria em algo bem mais importante do que tudo, sim, ela, a razão do meu viver. – Psiu! – Diria em um tom meio baixo e esperando que ela descesse do céu em que eu iria até o seu encontro. – Gigipsta, eu vou ter que entrar ali... – Diria apontando para a entrada da caverna enquanto faria um carinho leve abaixo do seu queixo. – É um lugar apertado, então, stay. – Diria o comando do qual faria com que ela desse um leve choro comum e eu iria querer ficar ainda mais com ela. Nesse dia, devido aos locais movimentados e agora fiquei longe dela durante muito tempo o que partia meu coração. – Vou ficar mais um tempinho e depois te recompenso certinha. – Daria um abraço nela bem leve para não machucá-la e mais um carinho na cabeça e então viraria para as minhas companheiras. – Então, to pronta. – Diria, sacando minhas duas adagas e mostrando um sorriso travesso.

Porém, antes que começássemos, algumas coisas tinham me chamado a atenção em relação a aquela mulher e uma delas era ela ter dito para alguma coisa ficar quieta. – Hey, qual seu nome? – Perguntaria, me aproximando da ruiva. – Por sinal, quem tu pediu para ficar quieto agora pouco? – E começaria uma série de perguntas. – Seu ruivo é natural? É por causa da revolução que você usa o cabelo vermelho? Para combinar? – Daria uma leve pausa para respirar. – Você está nos seguindo desde quando? Você já sabia que éramos revolucinárias? – E cessaria as minhas perguntas e minha curiosidade por enquanto.

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