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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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I - Não existe sombra sem luz.

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
I - Não existe sombra sem luz. Qui 13 Maio 2021 - 1:06
Relembrando a primeira mensagem :

I - Não existe sombra sem luz.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Revolucionários Anne Redgrave, Lucy Von Kral e Mary Van Tassel. A qual não possui narrador definido.

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I - Não existe sombra sem luz. - Página 3 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Mephisto
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Mephisto
Avaliador
Re: I - Não existe sombra sem luz. Sex 4 Jun 2021 - 18:52
Missão 1


Naquele momento, um sorriso brotou no meu rosto, tudo que eu queria, era simplesmente essa oportunidade, era impossível não sentir que ganhei na loteria.-PODEM VIR!! EU QUERO VER O QUE CONSEGUEM FAZER!!- E desse modo minhas reações seriam claras para os ataques que eles estavam tentando aplicar em mim.

Iria me virar lateralmente para aparar o cara com a faca, me movendo levemente para a esquerda ou direita, baseada em que mão ele estava usando. A intenção era que metade do meu corpo ficasse pra fora da direção da faca, onde agiria usando o braço superior para agarrar o pulso do atacante, enquanto saia da frente do golpe, aplicando uma rasteira nele, aproveitando de sua própria velocidade e força, para puxar ele na mesma direção em que ele tentou golpear, usando a perna para o desequilibrar.

Enquanto isso para garantir a defesa iria ficar atenta ao chicote levantando a perna no momento em que notasse ele se aproximando pra só então seguir a minha sequência de ataques. Iria começar pelo cara da faca, onde iria desferir um soco triplo, mirando o centro de seu corpo, a cabeça, e a região pélvica, movendo todo meu corpo com uma base firme pra frente aplicando os golpes. Onde teria cuidado se visse a faca se aproximando eu iria tentar dar uma cotovelada no antebraço inimigo, tentando afastar mais ainda ela.

Em seguida iria disparar um chute direto subindo minha perna na altura no peito e disparando o ataque onde jogava o peso de meu corpo junto do golpe. E se durante a execução, visse o chicote se aproximando iria me impulsionar pra cima fazendo o chute direto virar um golpe aéreo, ainda mirado no centro do corpo. Se de alguma forma minha perna fosse segurada, iria usar a base fornecida pelo inimigo, para então girar em torno de meu próprio eixo desferindo um chute com a perna livre mirado no maxilar.

Continuaria os ataques, dessa vez fazendo uma tentativa de empurrão,  jogando meu corpo pra frente com força, usando milha lateral, iria tentar com os ombros empurrar meu inimigo para trás, para atrapalhar o chicoteador. Era uma sequência simples que eu tentava não só chamar atenção toda pra mim, mas também desconcertar eles. Também iria sempre me preparar pra casos de ataques mais simples.

Se ele viesse com ataques que os bloqueios não pudessem ser realizados com eficiência, iria mover meu corpo rapidamente tentando me distanciar do ataque inimigo, fosse apenas movendo meu tórax para ataques diretos mais curtos, saltando ou retirando a perna da direção do chicote já que pensei que ela deveria querer enrolar ele ao invez de apenas bater, e tirar meu equilibrio.

Em todo caso se em algum momento houvesse oportunidade agarraria o chicote e puxaria ele, com força, usando para além dele o peso do corpo como também um fator para tentar desarmar ele, ou no mínimo puxar até mim.




Historico:
Vantagens & Desvantagens:





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Kerigus
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Kerigus
Marinheiro
Mary Van Tassel


- Desgraça de teia!! - Falava enquanto me sacudia raspando as costas no chão, sentia as teias cedendo e logo estava livre, mas tudo continuava acontecendo rápido a tocha apagava e caia do meu logo e eu corria para acender antes que as aranhas se aproximem e voltem a ser um problema para lidar. Mas com isso o inimigo já vinha para cima e eu não tinha muito tempo para relaxar, sentia a vontade de fumar chegando e não sabia quanto tempo ia conseguir segurar aquilo, percebia isso depois de enfrentar um dos homens, mas era hora de focar, no breve momento de paz eu me concentrava para focar completamente naquele combate e terminar tudo o mais rápido possível para conseguir fumar em paz e salvar os escravos é claro.

O nosso querido vilão parecia não ter muita paciência e seus capangas pareciam estar com um certo medo da tritão, essa era minha oportunidade, sabendo que no momento Lucy estava no meu capuz, usaria somente minhas pernas para combate, mas também pois estava com a tocha em uma das mãos o que dificultava de socos de certa forma. Iria direto para cima do homem com chicote já que ele estava focado na tritão e era o alvo mais distante dela, chegaria para cima dele com um pisão na região do tronco, seja na lateral, peito ou costas dependendo da direção mais rápida que eu conseguisse me aproximar. Tomando cuidado com os ataques da tritão eu iria o mais rápido possível o atacar com um chute nas costelas do lado onde ele está segurando o chicote, como a arma dele era um chicote eu me manteria mais próximo possível do homem para dificultar seus golpes. Minhas esquivas me fariam me manter sempre próxima a ele e tomando cuidado com as paredes do local sempre com movimentos rápidos para desviar do golpe, seja me abaixando ou me movendo para a lateral do homem. Tomaria cuidado com o adversário principal, por enquanto ele parecia estar somente mandando seus capangas para cima da gente, mas não deveria demorar muito para ele partir para cima da briga, afinal Lucy estava deixando eles meio confusos, e nós 3 sabiamos nos defender muito bem, então manteria o mesmo esquema de esquivas e golpes caso ele se junte ao combate ou caso o outro capanga venha a me atacar também. No caso de o lider ser um atirador eu usaria o corpo de seu capanga como proteção, tentando manter o capanga ocupado comigo enquanto o mantenho entre mim e seu líder para dificultar os tiros e me dar uma chance de me esquivar do tiro.

Meus golpes seriam focados em chutes nas pernas e joelhadas em regiões mais altas do meu adversário. Caso eu esteja na frente ou atrás do homem meus chutes seriam focados na lateral e próximos ao seu joelho, caso ele se abaixe com um golpe utilizaria a outra perna para dar uma joelhada de preferência na cabeça mas caso não seja possível seria no estômago ou na região da cintura, caso eu esteja mais ao lado dele o chute inicial seria na parte de trás dos joelhos e seguiria com a joelhada caso ele se abaixe, no caso do homem não se abaixar com meu golpe, daria um pisão de cima para baixo na parte de fora do joelho do homem com o intuito de torcer e causar muita dor.

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Milabbh
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Milabbh
Civil
Narração - Não Existe Sombra Sem Luz
Localização: Cavernas de Stevelty
Período do dia: ???

A situação que antes parecia desesperadora, aos poucos virava a favor do grupo de revolucionárias, e Anne, ao perceber isso, sorria consigo mesma. Ao ver a aproximação abrupta do inimigo, ela rapidamente se esquivava, enquanto agarrava-o pelo punho e lhe derrubava no chão.

No entanto, ele não demorava para se levantar. Na verdade, parecia bastante ágil, e com um empulso já estava de pé, pronto para lutar novamente. Por sorte, enquanto isso, Mary ocupava o segundo inimigo, e seu chicote não poderia alcançar a tritão, por ora.

A ruiva se detinha nos chutes, que inclusive, acertavam em cheio as costelas do homem. Arfando e tossindo, ele segurava o local atingido, se encolhendo e afastando. Agora sua atenção estava completamente focada em Mary, e ele não hesitava.

Com a chegada da moça, ele sorria maliciosamente, enquanto empunhava seu chicote e lhe acertava uma espécie de coronhada. Por sorte, o golpe pegou em seu ombro, e o máximo que ocorreu foi uma leve dorzinha e uma tocha derrubada, que diminuia sua luz.

- Briguem, desgraçados. Briguem! - Pierre exclamava como se fosse um telespectador animado, assistindo a uma competição.

I - Não existe sombra sem luz. - Página 3 EXG2fWNXsAAvENN

Entretanto, essa falta de iluminação dava a abertura perfeita para que Mary executasse mais um de seus chutes, agora mirando o tronco do inimigo. O golpe já era poderoso por si só, e novamente deixava o adversário sem ar. Mas uma surpresa vinha junto.

Correndo furtivamente pelo corpo da companheira, vinha Lucy, se aproximando rapidamente do inimigo. A pequena pulava e em meio à trajetória sacava suas adagas, cortando a garganta do inimigo em sua frente, formando um "X".

O líquido carmesim começava a jorrar de forma dramática, inundando o chão do poço. O comparsa tinha um breve momento de surpresa, que logo se transforamava em ira, que era toda descontada em Anne. Já Lucy, por sua vez, aproveitava a queda do corpo para se esconder, mantendo seu anonimato.

Enquanto isso, a tritão era obrigada a travar uma batalha com alguém cego de ódio. O homem investia com tudo em sua direção, com a faca apontada para ela. A moça, já preparada, desferia um soco em 3 pontos do desafiante.

No entanto, a emoção demasiada impedia que o inimigo parasse de avançar, TATAKAE! e sua faca não parava, mesmo que tivesse sido atingido. A lâmina rasgava superficialmente um dos braços de Anne, que não perdia tempo e devolvia o golpe com uma cotovelada, que quase quebrava o braço do homem.

Era nesse momento que Lucy se aproximava e usava seu machado para romper completamente o tendão calcâneo do oponente. O sangue novamente formava a cascata que pintava o chão ao redor, inclusive a pobre diminuta, que tinha seus pés quase cobertos pelo líquido.

Entretanto, com a tocha no chão, seu disfarce era finalmente exposto, e agora não mais estava protegida da visão de seus inimigos. Para sua sorte, porém, Anne dava cabo de mais um. Com um poderoso chute, ela acertava o esterno do homem, que era jogado com força contra a parede de pedra.

O impacto era tão forte que o ele, assim como seu falecido companheiro, também arfava e tossia, mas o gesto era adornado em sangue. Era visível que estava com uma tremenda dificuldade de respirar, e era aí que a tritão atacava novamente, até que finalmente ele também caía no chão, se arrastando lentamente pela pedra fria.

- Tsc, tsc, tsc.... É aquele ditado, não é? Se quer algo bem feito, faça você mesmo! - O "anfitrião" se aproximava da abertura do alçapão e encarava com nojo os mortos. - Parece que me equivoquei quanto a quantidade de visitantes, não é, pequena? - Ele sorria maliciosamente para Lucy, enquanto falava. - De qualquer forma, espero que ainda tenham fôlego, pois nem começamos a diversão ainda! - Pierre agora se virava teatralmente jogando a capa para o lado e andando lentamente para a escuridão.

I - Não existe sombra sem luz. - Página 3 Tenor

Os passos do homem começavam a ficar mais distantes. Será que poderiam alcançá-lo? E se sim, conseguiriam derrotá-lo? E que consequências isso traria? Eram muitas indagações sem respostas, mas pelo menos agora pareciam ter um breve momento de paz. A não ser para Mary, que já sentia seu corpo suar frio e as mãos tremerem pela falta de nicotina em seu sistema.

ControlePosts: 08

Lucy
Vício: 3/10
Ferimentos:
Ganhos:
- 2 Adagas Clássicas
- Machado Clássico
- Garrafa de Café (0/10 usos)
Perdas:
- 500.000 Berries (2 Adagas e Machado personalizados + Aula)
- 200.000 Berries (Garrafa de café)


Mary
Vício: 8/10
Ferimentos:
- Ain, ain: Dor no ombro (0/3)
Ganhos:
- Cigarros (0/3)
- Fósforos (1/5)
- Par de Luvas Gastas
Perdas:
- 60.000 Berries (Cigarros e Fósforos)
- 120.000 Berries (Luvas)


Anne
Ferimentos:
- Corte superficial no braço (0/5)
Ganhos:
- Mochila
Perdas:
- 260.000 Berries (Mochila)


Considerações
Zev
I - Não existe sombra sem luz. - Página 3 File_31e67eb893_original


Pierre
I - Não existe sombra sem luz. - Página 3 Pierre


emme


Achiles
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Achiles
Avaliador
Re: I - Não existe sombra sem luz. Ter 8 Jun 2021 - 20:36
Lucy von Kral

Nas minhas primeiras vezes lutando contra alguém, o sangue já foi algo que tinha me incomodado e após tantas vezes que o derramei, com motivo ou sem motivo, por bem ou por mal, atualmente... ele já não me incomoda mais. Perder a minha furtividade em meio ao último confronto foi um erro meu, talvez eu poderia ter esperado mais e daí talvez teríamos conseguido capturar o homem com capa mais facilmente. “Mas já contando vitória, Lucy?!” É claro, porra, o filha da puta teve a ousadia de me chamar de PEQUENA?!

- O filha da puta! Vai tomar no cú! Pequeno é o seu pinto que não faz cócegas nem em uma mosca! Cuzão do caralho! Espero que tropece e caia com o olho em cima de um prego! Desgraça do caralho! – Eu então olharia para Anne com um olhar envolto de raiva. – Passa meu café que vou atrás desse desgraçado! – Diria já colocando meu machado em meu ombro e começando a caminhar em direção a minha companheira até ver que ela poderia estar machucada e talvez não fosse o momento correto para prosseguir. – Alguém se machucou? – Perguntaria, por último mas não menos importante, já que não partiria sozinha nem mesmo se todos estivéssemos bem.

Seria o momento em que tentaria analisar melhor a minha companheira mesmo que eu não tivesse nenhum conhecimento médico para tratar algum ferimento de forma mais elaborada e mesmo assim subiria até o ombro mais saudável de Anne. – Caralho, ainda bem que esse merda tá morto, feriu minha companheira não merece menos! Escravista de merda. – Seria o momento em que saltaria novamente do ombro dela para cair em cima do escravista causador da dor e bateria com as costas do machado em qualquer região e cuspiria em cima de seu corpo. – Lixo. – Arquearia o lábio mostrando um nojo desse homem.

Olharia para Mary que provavelmente a esta altura estaria fazendo algum tratamento em minha companheira e teria os meus olhos iluminados por um brilho de curiosidade naquele cuidado me aproximando cautelosamente de um ângulo que fosse possível observar com cautela e até mesmo segurando a tocha caso fosse necessário.

- Certo! O óbvio está óbvio, mas como devemos prosseguir? – Perguntaria para as minhas companheiras já que seguir sozinha era impossível. – Minha presença já foi notada, seguir sozinha já não é mais possível. Vamos nos manter próximas com a tocha a nossa frente e seguimos pelo caminho que acharmos mais plausível? – Perguntaria, porém esquecendo de outra coisa óbvia olhando para cima. – Porra, até me esqueci que tínhamos que subir por ali ainda. – Apontava com o dedo indicador, ainda esperando uma resposta das minhas companheiras.

I - Não existe sombra sem luz. - Página 3 6F9DP52

Histórico:

Objetivos:

Dependência (Café) – 5/10



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Mephisto
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Mephisto
Avaliador
Missão 1


Tudo que aconteceu foi meio confuso pra mim, tomei uma facada no ombro, e o golpe havia me feito na mesma hora franzir o cenho, mas ele não durou muito, mesmo que os danos recebidos tenham sido altos, sua queda foi inevitável, assim como a queda do outro que recebeu o chute.

Nesse ponto havia dado quase tudo certo, exceto que o cara ia embora? Como assim maluco? Naquele momento já comecei a gritar vendo que o cara tava indo embora.-ESPERA AÍ O CUZÃO!! VEM PRO PAU PORRA!! TÁ COM MEDINHO, VEM NO MANO A MANO!!- Comecei a provocar ele naquele momento, mas imaginava que seria ineficaz.

De qualquer modo, agora sabia como ter um modo de sair mais fácil, então já entreguei o café pra Lucy, a respondendo.-Sim, ele acabou cortando meu ombro, mas nada demais eu tenho outros WAHAHAHA.- falei de forma descontraída do assunto, até por que não pareceu ser nada tão sério, mesmo que depois eu deva ter de tratar, não sou médica, então não tenho total noção da profundidade, pareceu ok.

Nesse ponto já não iria mais perder tempo, até porque tinham pessoas dependendo de nossa eficiência, já dizendo.-Vamos simbora, quebrar eles antes que tudo dê errado.- Diria já dando aquela caminhada mais forçada em direção a saída, e quando ouvisse a pergunta da anã responderia.-Ele saiu por um canto por ali, então é isso que a gente tem de fazer. E sim o ideal é a gente se ajudar a sair, vamos segundo próximas pra enfrentar o que vier.- e seguiria novamente até conseguir sair do lugar, esperando que a ruiva trouxesse a tocha com ela.

Meu avanço ia ser apesar de veloz, cuidadoso, usando disso pra me preparar ao pior, como ele está por ali escondido esperando a gente, ou ter mandado mais capangas, então caminharia em prontidão, esperando que ataques pudessem vir, ficaria mais a frente servindo também como escudo pra as outras duas. Quando finalmente estivesse proxima do alçapão então veria se era possivel sair sem ajuda, se fosse apenas seguiria numa boa saindo o mais rapido que desse.

Se não fosse meu plano era cooperativo.-Bom, pra subir vamos fazer o seguinte, eu vou tirar as calças e camisas daqueles caras, aí ruiva eu te impulsiono pra cima, você me usa de alavanca e sobe com as roupas, agente transforma elas em cordas improvisadas, isso se eles não tiverem cordas, vou checar também, e assim, vê se tem algum lugar pra amarrar se não ela ajuda a eu poder subir.- Disse já indo revistar os corpos, ver se tinham cordas ou até algemas, afinal vieram nos prender, se tivessem algemas, eu aproveitaria pra algemar as mãos deles pra trás, se fossem cordas veria o tamanho em relação ao tanto que tivéssemos de escalar.

Se necessário, fosse pelo tamanho da corda ou pela ausência dela, iria remover as roupas deles, amarrando uma na outra e entregando para Mary, dizendo.-Vamos tentar isso?- e se ela aceitasse, já apoiaria ela nas mãos tentando ajudar ela a se posicionar para subir, erguendo ela o máximo que desse.




Historico:
Vantagens & Desvantagens:


Última edição por Mephisto em Sab 12 Jun 2021 - 22:07, editado 1 vez(es)

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Kerigus
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Kerigus
Marinheiro
Mary Van Tassel


O combate foi mais complicado do que eu imaginava, provavelmente devido ao fato de eu estar louca para fumar. O golpe no ombro me fez derrubar a tocha, mas agora que estava tudo acabado eu pegava a tocha novamente já com a mão tremendo e com a outra mão tremendo eu pegava um cigarro colocava na boca e acendia usando a tocha, aquela sensação me acalmava rapidamente, a nicotine chegando nos meus pulmões e se espalhando pelo meu corpo era tudo que eu precisava agora, e como aquilo era bom naquele momento. Agora que voltava ao meu estado completamente normal, percebi a tritão gritando e xingando o homem que fugiu. - A faze o que, vamos ter que ir atrás dele então…

Primeira coisa, antes de mais nada iria olhar o braço da tritão, se lembro bem ela recebeu um corte ali. - Deixa eu ver isso aqui, antes da gente faze algo. - Falava enquanto ouvia a ideia dela de como sair dali e inspecionava o local do corte. Se fosse algo que precise de um cuidado um pouco maior, rasgava um pedaço mais limpo da roupa de um dos capangas e fazia uma atadura improvisada ali. - Por enquanto não tenho nada pra trata esse braço então depois quando a gente termina eu faço uma coisa mais bem feita. - Caso não fosse nada diria. - Tá tranquilo, só da uma limpada depois pra garantir e vai fica tudo ótimo. - Durante todo o processo estaria falando com o cigarro na boca já que demorava um pouco para ele acabar.

Agora era hora de sair dali, a ideia da tritão era boa então era hora pôr em prática, com a ajuda dela subia para a parte de cima. - Bem, ele sabe que tu existe, mas acho que da pra ti se manter seguindo em frente já que não é fácil de perceber nesse escuro, ele só te noto porque a tocha caiu perto de ti, mas acho melhor a gente não faze isso mesmo, as aranhas agora sabem que todas estamos aqui então te mantém escondida na gente como antes, já que apesar do homem saber que tu existe, ele não vai te como sabe em qual de nós tu ta escondida, e assim tu não tem perigo de se ataca pelas aranhas por ir longe da luz da tocha. - Respondia para a anã após a indagação dela, então com a ajuda da tritão subia usando segurando a tocha e tomando cuidado para não apagá-la. - Tomem cuidado com as aranhas enquanto eu olho um local para prender a corda ou roupa deles. - Iria manter a tocha o mais alto possível para manter a luz dentro do poço e evitar as aranhas atacando quem estiver la embaixo enquanto olho se existe um local para conseguir ajudar elas a sair, não iria muito longe não iria me afastar muito do buraco uns 2 ou 3 passos no máximo, afinal se o local for longe demais não vai dar distância até o buraco. Achando o local para amarrar pegaria com a tritão a corda ou as roupas presas umas nas outras e amarraria no local, jogando a outra ponta dentro do buraco.

Não achando um local usaria meu corpo de apoio. - Segura a tocha Lucy. - Diria para a anã enquanto deito meu corpo no chão na beira do buraco e estico meu braço para a tritão segurar e conseguir sair do buraco. Não tendo distancia o suficiente para isso pegaria a corda de roupas que a tritão fez e enrolaria um pouco no meu braço esquerdo, depois passaria por trás da minha cintura o resto da corda e segurava com o braço direito, então jogava a outra ponta para dentro do buraco enquanto segurava com o braço direito aquele lado, procuraria um local próximo do buraco para ter uma boa base no chão e conseguir segurar o peso da tritão sem escorregar, manteria meu corpo levemente inclinado para trás e os joelho flexionados, no pior dos casos me ajoelharia com uma perna enquanto a outra ficava para frente servindo de freio.

Conseguindo sair do local seguia mantendo os olhos e ouvidos abertos para qualquer coisa e prestando mais atenção novas armadilhas, principalmente agora que temos uma luz para iluminar o local.

Histórico:

Milabbh
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Milabbh
Civil
Re: I - Não existe sombra sem luz. Qua 9 Jun 2021 - 23:10
Narração - Não Existe Sombra Sem Luz
Localização: Cavernas de Stevelty
Período do dia: ???

Ao passo que a luta chegava ao seu fim, as moças percebiam que Pierre dava indícios de uma retirada estratégica, vulgo fuga. Todas pareciam iradas com o comportamento do inimigo, e o xingavam e amaldiçovam, enquanto observavam impotentes seu distanciamento.

Ainda que gritassem, no entanto, de nada adiantava, e o homem continuava seguindo seu caminho para longe dali, deixando-as sozinhas novamente. Exceto pelas aranhas, claro. Mas agora era hora de aproveitar alguns poucos segundos de paz para checarem a saúde e traçarem um novo plano.

Lucy já pedia seu amado café, e aproveitava para olhar o ferimento de sua amiga. A tritão, por sua vez, só sentia uma leve ardência no local, e como ela mesma disse, tinha outros membros para dispor.

Já Mary, nem dava muita importância para seus arredores. Àquela altura, seu corpo nem mais lhe obedecia, e sua visão já ficava embaçada por conta da abstinência. A fim de remediar isso, ela acendia um cigarro em seus lábios e dava uma forte tragada, sentindo a fumaça quente invadir seus pulmões.

A sensação de alívio era quase instantânea, e ela podia sentir seu corpo relaxando com a nicotina. Só aí que ela percebia o que estava acontecendo, e que o homem havia escapado, além de notar o corte no braço de Anne.

Por sorte, era uma médica habilidosa, e logo percebia que não era um feriemento profundo, e que não causaria maiores problemas, só seria bom ficar de olho para previnir infecção. De qualquer forma, enquanto checava, ouvia o plano da tritão.

Lucy, por sua vez, dava mais uma machadada no inimigo que havia ferido sua amiga, e lhe atirava um cuspe em seguida. Ao virar seu olhar para as outras duas, no entanto, sua feição mudava de nojo para interesse, e ela assistia encantada à cena.

Mas agora não era hora para isso, afinal, ainda precisavam encontrar os escravos e dar cabo do tal Pierre. Decidiam então ficarem juntas durante a caminhada, afinal, Lucy não estava mais furtiva. Por sorte ainda tinham a tocha, e as aranhas não mais se aproximavam, mas ainda tinham que sair dali.

Anne dizia seu plano, e as moças rapidamente o executavam. A tritão pegava cordas pequenas em formato de algemas, e amarrava as mãos dos capangas mortos, mas nada que fosse ajudá-la na escalada. Por isso, com as roupas dos defuntos, elas improvisavam uma corda, e Mary usava sua companheira como uma escada para subir até a borda.

A ruiva dava algumas recomendações antes de subir, e com tudo resolvido, se impulsionava para cima. Por enquanto tudo dava certo, e em pouco tempo já se arrastava pelo chão, escalando para fora. Uma vez de pé, com Lucy descendo de seu ombro, ela vasculhava o local em busca de algo para prender a "corda".

Felizmente, estavam em uma caverna repleta de estalagmites próximas às paredes. A julgar pelo diâmetro, pareciam resistentes, e era ali mesmo que Mary amarrava uma das pontas, mantendo a tocha firme para não correr risco de um ataque aracnídeo.

No fim, ela arremessava a corda de volta para Anne, que começava a escalá-la. Mary a ajudava a subir quando se aproximava da beirada e, enfim, estavam todas reunidas. Agora livres, podiam seguir seu caminho, e quanto mais adentravam na caverna, mais difícil de enxergar se tornava, e a temperatura caía rapidamente. No entanto, podiam se guiar por um de seus sentidos: A audição. Não era preciso ter um ouvido apurado para escutar os ecos de grunhidos e correntes que tomavam a caverna, e era para lá que seguiam.

De repente, o cenário ia mudando, as coisas ficavam mais claras, e ali naquele ponto várias estruturas improvisadas de madeira começavam a surgir. Mas antes que pudessem prestar atenção,três brutamontes chegavam, cercando-as e prendendo-as no corredor.

- Vejo que as atrações da noite chegaram! - Pierre se aproximava sorridente, agora iluminado por uma luz cálida e amarelada. - Que tal começarmos? Ainda não vi toda a capacidade de vocês direito... Precisamos definir para quem vendê-las, e por quanto! - Ele fazia um sinal de dinheiro com as mãos, já aproveitando para estalar o dedo em seguida. - Peguem-nas.

Os capangas abraçavam cada uma delas, carregando-as no colo e seguindo para três portas distintas. Uma vez na frente delas, as mesmas se abriam e as moças eram atiradas com força. Lá dentro era pequeno e escuro, mas podiam ouvir uma multidão gritando e aplaudindo.

- Rrrrrrespeitável público!!!! Bem vindos a mais uma luta subterrânea. - A fala começava e os gritos iam diminuindo, aparentemente para prestar atenção. - Hoje conseguimos espécimes raríssimos! Temos um Tritão! - O povo aplaudia e festejava. - Um anão! - Novamente os gritos ecoavam, e até barulhos de madeira eram produzidos, como se batessem contra as possíveis arquibancadas. - E uma humana... - A plateia parecia soltar um "ahhhh" desgostoso. - Mas não se enganem! É uma beldade ruiva! - E com essa simples fala, a animaçao retornava.

Pierre parecia conduzir seu pequeno show lá fora, enquanto as moças estavam acuadas em seus quadradinhos. Percebiam que haviam frestas entre as madeiras, e elas não eram muito resistentes, assim como a porta. Além disso, poderiam se comunicar, mas não era certo o que aconteceria depois.

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Lucy
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- 200.000 Berries (Garrafa de café)


Mary
Vício: 0/10
Ferimentos:
- Ain, ain: Dor no ombro (1/3)
Ganhos:
- Cigarros (1/3 Usos)
- Fósforos (2/5 Usos)
- Par de Luvas Gastas
Perdas:
- 60.000 Berries (Cigarros e Fósforos)
- 120.000 Berries (Luvas)


Anne
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- Corte superficial no braço (1/5)
Ganhos:
- Mochila
Perdas:
- 260.000 Berries (Mochila)


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Pierre
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Mephisto
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Re: I - Não existe sombra sem luz. Dom 13 Jun 2021 - 1:04
Missão 1


O plano pra sair dali deu certo, mas o que era perturbador, era o que a audição trazia, grunhidos, sons de correntes, isso já me deixava com os ânimos ainda mais alterados, eu sabia o que estava acontecendo naquele lugar, por isso quase que inconscientemente cerrei os punhos enquanto caminhava meio ao lugar, mas a coisa ainda podia ficar pior.

Do nada, aparentemente a gente parou numa cela? É isso? Uns caras agarraram a gente, e por que exatamente não reagimos? Bom, foda-se a gente ta preso num negocio, o cara ta fazendo show, essas madeiras não parecem assim tão resistentes, então eu vou acabar com isso logo.

Nesse momento no entanto cerrei os punhos a fúria começou a tomar conta do meu corpo, mas naquela hora, lembrei que ali não era apenas a minha vida em jogo, a vida de muitos escravos, a vida da propria Lucy e da Ruiva poderia ser comprometida por qualquer ação impensada. Dessa vez não deixei a besta me dominar, falei baixinho então pra Lucy.-Ei, você consegue passar pelas frestas.- vendo se assim poderíamos já gerar um efeito de furtividade antes de minha saída.

Então se ela me respondesse que era capaz, ou que poderia de alguma forma passar pelas frestas diria a seguinte mensagem.-Certo, se aproxima do cara, que eu vou mandar ver enquanto isso, pra prender a atenção, faz então o que faz de melhor.- isso se a resposta dela fosse positiva, se fosse negativa, teria de dar um jeito de me libertar e libertar ela junto.

Então começaria por mim, iria começar a dar socos na madeira, um após o outro usaria primeiro todos os três braços da direita pra socarem todos exatamente o mesmo ponto e depois os três da esquerda, iniciando uma sequência de socos seguidos, batendo alternadamente com toda a velocidade que eu tinha.

Usando de minha prontidão para não perder velocidade entre os socos, e assim poder realmente aplicar uma sequência rápida de golpes usando cada um dos braços para facilitar a sequencia para tentar quebrar a madeira, usando inclusive todo o peso do meu corpo em uma ombrada final.

E se conseguisse desse modo sair de onde estava iria chamar atenção toda pra mim, pisando no local onde lucy originalmente estivesse, então dando um chute na madeira de cima pra baixo, tentando forçar ela a quebrar mas fingindo que estava só apoiando o pé.-Acha que eu vou fazer parte desse seu plano idiota!! EU VIM AQUI DESMANTELAR VOCÊS E VOU FAZER ISSO!!- Diria com ímpeto apontando o dedo indicador do braço superior direito para ele. E se eu não tivesse conseguido quebrar a madeira da caixa de Lucy ainda, iria aplicar mais um chute nela, tentando faze rum buraco para ela sair também.

Por fim me prepararia para o combate, onde iria começar apenas com a forma defensiva, usando por enquanto de esquivas, faria um jogo de pés básico, onde iria me movimentar pra direita, e pra esquerda, e sempre caminhar em zigue zague em cima do lugar, tentando deixar a minha movimentação caótica e mais difícil de prever.

Enquanto apenas golpes que notasse que esquivar pra os lados ou pra trás, não fosse dar resultado, então sim bloquearia. Para diretos mais direcionados ao meu torax e rosto, bloquearia fechando uma defesa na frente do corpo, onde os cruzaria na frente do corpo formando três X um no centro do tórax, um na região do umbigo. Se fossem cruzados usaria meu cotovelo para bater contra o antebraço do oponente evitando o ataque.

Para casos de armas cortantes, iria bloquear elas focando em bater na sua lateral, usando o antebraço ou a palma da mão, dando um golpe na lateral delas, seja de fora pra dentro ou de dentro pra fora, mas não apenas bateria contra a lateral da lâmina, iria também, me mover pra o lado contrário ao qual realizei esse movimento ou seja, se bati para a esquerda, meu corpo iria girando em seu eixo pra direita, tanto pra aplicação de força, como para facilitar que não me mantivesse ali no centro do ataque.




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Re: I - Não existe sombra sem luz. Dom 13 Jun 2021 - 11:49
Lucy von Kral

A sensaçao da cafeína passando pelas veias do meu sangue era um sentimento energético e quente que me fazia ficar ainda mais animada e talvez fosse este o nosso erro durante a nossa caminhada pela caverna da qual ficava confuso em meio a tal e quando percebíamos, estávamos presas em uma espécie de circo ou clube de luta clandestino. – Anão é a sua vó! Filha da puta! Tá chamando quem de pequena?! Lixo do caralho! Vem para porrada se é o machão mesmo! Fracote de merda! Frango! – Minha mente começava a trabalhar em uma rotina bem mais acelerada e enquanto eu xingava aquele maldito de trezentas coisas, meus pensamentos voltavam ao que nossa audição fora capaz de conseguir alcançar e a sensação era que as coisas ruins ainda estavam por vir.

Ao ouvir o que Anne tinha a dizer, rapidamente daria uma checada nas frestas em nossas celas e veria se seria possível passar entre elas, nesse meio tempo, já também entenderia que elas eram frágeis e provavelmente quebrariam com uma machadada ou duas. – Devo conseguir passar. – Comentaria em uma voz quase inaudível sendo o suficiente para que Anne conseguir ouvir. E logo voltaria aos meus xingamentos assentindo com a cabeça um “sim” para minha companheira. – Corno do caralho! Sua mulher deve estar dando para outro nesse momento! – E então pararia, sentando em um dos cantos da cela para começar a tirar a atenção de mim, porém, preparando para dar um soco nas frestas ou uma machadada, dependendo se as minhas armas estivessem ali.

Quando observasse as ações de Anne, esperaria o momento correto para então tentar quebrar a minha caixa com um buraco suficiente para que eu pudesse passar e rapidamente procuraria o canto mais escuro ou o que pudesse ser mais fácil de me esconder, minha ideia seria tentar esperar o máximo de tempo possível antes de qualquer ação. Provavelmente, para aquilo ser considerado um clube de luta, teriam inimigos, e este seria o momento em que eu teria que brilhar em minha furtividade para poder passar despercebida por todos eles e tentar cortar o mal pela raiz.

Então, pensando desta maneira, no momento em que entrassem, contaria até dez e então me movimentaria para tentar explorar a menor luminosidade do local em uma aproximação lateral em direção ao maldito Pietro, procurando escalar onde era possível até o mais perto que conseguisse de chegar nele sem ser vista. Meus movimentos seriam leves e sútis procurando usar de qualquer pano que pudesse me acobertar para continuar avançando tentando desviar de qualquer atenção possível.

Em momento em que tivesse que me defender de alguma maneira, procuraria pular ou me esquivar para os lados tentando continuar avançando da melhor forma possível, minha intenção não era segurar os inimigos ou eliminá-los ali, e sim, cortar a cabeça do chefão.

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Re: I - Não existe sombra sem luz. Dom 13 Jun 2021 - 17:36
Mary Van Tassel


A gente conseguiu fugir do buraco até que de forma fácil e o caminho foi tranquilo, até demais, tava tudo muito fácil depois daquele combate rápido, assim como o combate foi rápido a merda também foi rápida, em resumo… Estamos cercadas, que merda é essa, estamos presas… foi isso. Agora o maluco que a gente tinha que caçar estava apresentando tudo como se a gente estivesse em um circo apesar de aquilo ser uma arena. - Que merda é essa? As informações dos revolucionários não podiam estar tão erradas assim… como eles não sabiam que esse cara tinha esse negócio? - Eu tava muito puta com aquilo, apesar de por fora parecer que eu estava completamente tranquila, mas eu tava muito puta. - E olha que tu pergunto se tinha mais gente quando a gente entrou na caverna eim… - Bem lembrado pelo velho aquele inútil não sabia disso ou foi muito bem pago para fingir que não sabia disso, não sei se agora a gente conseguiria resolver isso tudo como foi pedido, isso é uma porra de uma arena como a gente vai captura o líder deboa e sai com ele vivo andando desse lugar sem dezenas de guardas nos esperando, ainda mais que estamos enjauladas esperando a hora de sermos libertadas para a rinha.

Olhava em volta e se visse a tritão tentando algo eu iria tentar o mesmo, aparentemente cada uma tinha jogada em um local, então meus chutes próximos a fechaduras seria a forma que eu procuraria para sair dali caso eu perceba uma das minhas companheiras tentando o mesmo, caso contrário somente esperaria a porta ser aberta, não tava muito afim de falar então somente prestaria atenção em tudo a minha volta, quantos guardas pareciam ter no local, o tamanho da arquibancada, se tinha sala vip, o chão da arena onde estávamos, outras portas na mesma arena e o principal, onde tava o vagabundo que nos colocou ali. Tudo era importante, afinal precisava de toda informação possível para conseguir sair dali com vida e não ser sei lá… vendida para algum nobre tarado filho de uma puta.

Como o combate era inevitável e imaginava que dessa vez eu tinha mais espaço para me mover por ali, manteria minhas esquivas com movimentos menos contidos do que quando estava no buraco e sempre que possível focando em contra ataque após uma esquiva. Esquivas para golpes altos seriam me abaixando e movendo meu corpo para o lado, sempre focando o lado que tenha mais espaços para movimentação após a esquiva, para golpes baixos seria uma movimento rápido com um pequeno salto para trás para sair da área do golpe ou pularia por cima do golpe caso seja uma arma longa de combate a curta distância tipo uma lança, pois este tipo de arma torna mais difícil a esquiva me afastando do golpe. Os contra ataques seriam baseados do que eu observar no momento sobre a defesa do meu inimigo, sendo um soco na cara caso veja abertura na defesa em cima, um soco na costela ou estômago caso a defesa esteja aberta nessa área ou por fim um chute no joelho no caso de guarda aberta nas pernas.

Mas não era hora de ficar somente na defesa quando tudo começar primeiro inimigo próximo a mim eu já iria para cima correndo e soltaria um pisão no peito jogando primeiro o joelho esquerdo para cima como uma finta e então fechando o pisão com a outra perna, o objetivo aqui era jogar o cara longe e machuca bastante o torso do homem. Dando certo já partiria para cima dele novamente caso o golpe não o afaste dando um chute nas costelas, caso o golpe afaste ele eu iria para o próximo adversário e começaria com uma sequência de Jab Direto repetida 2 vezes tentando deixar ele o desnorteado com socos na cara.

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Re: I - Não existe sombra sem luz. Seg 14 Jun 2021 - 22:20
Narração - Não Existe Sombra Sem Luz
Localização: Cavernas de Stevelty
Período do dia: ???

Presas como ratinhos de laboratório, as moças analisavam a situação no mínimo estranha em que se encontravam, mas logo as ideias começavam a surgir. Anne e Lucy percebiam que podiam novamente tirar vantagem do tamanho diminuto da alva e, para isso, seria proveitoso criar uma distração.

A pequenina olhava ao seu redor e ali próximo ao chão identificava uma fresta maior entre as madeiras que, se forçada, poderia dar espaço o suficiente para que ela passasse. Mary, enquanto isso, ouvia calada o plano das duas, e com a deixa da tritão, começava seu estardalhaço.

A ruiva e a moça de seis braços começavam seu escarcel, chutanto com violência as paredes de madeira que as cercavam, enquanto Lucy erguia seu machado e abria uma fresta para a liberdade e ela logo se escondia atrás de uma pedra qualquer e espiava seus arredores.

Já suas companheiras, assistiam as madeiras caírem ao seu redor, e seus olhos simplesmente não podiam acreditar no que viam. Uma estrutura improvisada com madeira e panos coloridos formava uma tenda iluminada e abarrotada de pessoas de todos os tipos. O piso era de areia, e a plateia ficava mais elevada.

Pierre, por sua vez, e para a felicidade das 3, se encontrava no meio da arena, mas em volta de toda a sua extensão arenosa, podiam ver pessoas fortes, que provavelmente faziam a "segurança do evento". Anne lutava contra seu impulso de sair arrancando cabeças, mas ver aquele apresentador de uma figa ali protagonizando um show, fazia seu sangue ferver.

A tritão erguia seu braço, e em uma cena dramática, proferia suas palavras de ódio, mescladas à juras de morte. Enquanto isso, Mary parecia completamente estarrecida com tudo o que lhe cercava. O buraco ali era bem mais fundo do que parecia, no sentido literal e figurado.

Seu transe não durava muito, no entanto, uma vez que Pierre as encarava sorridente, de uma forma quase certeira de que elas não poderiam lhe fazer mal. - Eu vos apresento: A ruiva e a tritão!! - Ele erguia os braços dramaticamente e apontava para elas. - Cuidado com os pés, não pisem na anãzinha! - As risadas ecoavam pela arena improvisada, enquanto a "anãzinha" xingava mentalmente.

Mas isso não a impedia de avançar, e coberta por um trapo que achou no caminho, ela continuava em frente. Contudo, durante suas andanças pelos cantos escuros da arena, avistou uma cena que apertaria o coração de qualquer um que o possuísse.

Presos em jaulas (também não muito resistentes), cheios de marcas de chicote e com suas extremidades envoltas por grilhões, jaziam os escravos. Haviam minks, tritões, anões, humanos, e todo tipo de raça por ali... E eram bem mais do que 10 pessoas. Mas o pior de tudo, é que 3 deles estavam sendo libertados e guiados até a arena: Um tritão, uma humana e um anão eram puxados com violência até a areia e Lucy apenas podia assistir impotente.

Ela não parava seu avanço, mas continuava olhando o que se passava com os três escravos. E finalmente chegavam até a parte iluminada. - Ahhhh, chegaram nossos desafiantes!!! Em uma batalha de iguais, quem será o vencedor? Façam suas apostas e que vença o melhor! - As pessoas gritavam suas torcidas e entravam em êxtase com a cena bizarra. - Ao fim da luta, os mais resistentes serão leiloados, então ganhem muito dinheiro nas apostas!

Os grilhões eram soltos e caíam com um estrondo no chão, levantando um pouco da areia. Por um instante, o silêncio fúnebre reinava no ambiente, e os escravos encaravam a dupla em sua frente com certo pesar, mas ainda assim, vontade de viver.

Armas lhes eram entregues, e eram espadas, por mais que talvez nem fosse o estilo de luta deles. E com isso, avançavam para um ataque. Pierre recuava para um canto da arena, e ficava atento à luta, mas claramente olhava para o chão, buscando Lucy.

No entanto, o embate ficava muito interessante para que pudesse desviar seu olhar. Anne usava suas mãos para repelir os golpes do tritão, que eram impressionantemente rápidos. Em seus olhos, havia certa tristeza por ter que lutar com a moça, mas ele seguia atacando, e ela defendendo em um frenesi caótico, até que conseguia afastá-lo, e ele a encarava um pouco ofegante.

Já Mary, parecia mais que estava em um jogo de pular corda, uma vez que abaixava e pulava com tamanha velocidade que seu inimigo quase não conseguia acompanhar. Tanto que em determinado momento, ela aproveitou de uma abertura e acertou-lhe um soco na cara, fazendo-o cambalear para trás.

A ruiva já se preparava para outro ataque, mas foi impedida antes que pudesse realizá-lo, e de tal forma que pode provar um pouco de seu próprio veneno. Sem ao menos entender o que havia acontecido, ela caía de bunda no chão, fazendo a poeira levantar em torno de si, mas com certa atenção, podia ver uma figura diminuta ao seu lado, com sua pequena perninha esticada.

Ele a havia derrubado, e sorrindo se afastava em direção a um trapo que estava jogado no meio da arena. O trapo, aos olhos de todos, parecia apenas aquilo, no entanto, para um semelhante de Lucy, era o esconderijo perfeito e, exatamente por isso, ele a encontrava.

Por sorte, o tecido era fino e ela conseguia ver a aproximação da lâmina desproporcionalmente grande para o anão. Lucy rapidamente se esquivava para o lado, vendo a espada fincar na areia, atravessando o trapo que antes era seu esconderijo.

No momento, cada uma estava de frente com seu semelhante, e todas só sabiam de uma coisa em comum: Aqueles seriam seus inimigos. No entanto, Lucy possuía uma informação a mais, aqueles eram escravos e pareciam tão aflitos quanto elas para saírem daquele lugar.

Enquanto isso, assistindo tudo com um brilho psicopata nos olhos, se encontrava Pierre, agora sentado na fileira da frente da arquibancada, a mais baixa delas. Suas mãos se agarravam à madeira improvisada como barra de proteção, e ele bradava alguns incentivos eventualmente.

- Vamos, o que estão esperando? Onde está a ação?!

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- 60.000 Berries (Cigarros e Fósforos)
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Anne
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Re: I - Não existe sombra sem luz. Ter 15 Jun 2021 - 21:36
Lucy von Kral

A situação não parava de piorar e era quando conseguia ver as pessoas acorrentadas que um repúdio maior do que já sentia acometia o meu coração e me deixava ainda mais inquieta e até mesmo um tanto sanguinária, algo que já não combinava tanto com a minha personalidade, porém, era um sentimento que estava vivendo naquele instante. E então era quando eu via outra pessoa diminuta quase me acertando com uma espada completamente oposta ao seu tamanho. – Caralho! Você também foi almadiçoado?! – Perguntava, olhando para o seu tamanho. – Cara, quem foi a bruxa maldita que te amaldiçoou?

Em combates, normalmente ficava quieta, porém aquela situação era completamente oposta a uma batalha e talvez eu tinha como descobrir algumas informações da bruxa e quem sabe retornar ao tamanho normal que eu pertenço! – Qual é o seu nome? Quando que você ficou pequeno desse jeito? – Perguntava, guardando o machado em meu coldre procurando mostrar nenhuma agressão contra ele. – Não há necessidade para agressão, não somos inimigos. Além disso, você talvez tenha algumas respostas para algumas perguntas minhas! – Continuava as minhas falas e então me lembrava das grades com os escravos e olharia rapidamente para Anne e estipularia a direção em que elas estavam. – Anne, Mary, os escravos estão a “diria”

E então teria minha atenção voltada ao homem a minha frente em que não tinha nenhuma intenção de lutar, dito isso, se percebesse a sua agressão voltando-se a minha pessoa uma segunda vez, procuraria me esquivar lateralmente do seu ataque. – Por que não para de atacar? Você é burro, por acaso? – Eu realmente não entendia o motivo que eles tinham para lutar, porque gastar energia em um duelo contra alguém sendo que os escravistas estavam logo ao lado e eram um bando de fracos? – Olhe ao seu redor. Você não percebe? Estamos em vantagem. – Daria um sorriso travesso apontando para Pierre.

- Aquele filha da puta me chamou de anã, vê se pode! Eu apenas estou em um estado temporário! Maldito do caralho! – E olharia mais uma vez ao humano a minha frente. – Venha, me ajude a libertá-los. – Apontaria. – Vamos nos vingar. – Meu sorriso se mostraria bem mais perverso nesse instante em que sacaria o meu par de adagas e começaria a ir em direção aos escravos quase que ignorando o cara a minha frente.

Em qualquer momento que sentisse a necessidade de uma esquiva, tentaria rolar pelo chão ou dar saltos laterais para escapar dos seus golpes, em caso de perceber que seria tarde demais para tal movimento, utilizaria as minhas adagas para tentar defletir o seu golpe para outra área mais afastada do meu corpo em um movimento paralelo com as armas.

Meu foco seria tentar quebrar primeiramente as jaulas que eles se encontravam com as próprias adagas, perfurando-as na madeira e então usando das minhas pernas para usar como alavanca e tentar destruí-las. Sabia que os grilhões ainda seriam um problema, porém acreditava que talvez a força de Anne fosse o suficiente para quebra-los já que tudo parecia ser de má qualidade. – Viva a revolução. – Sorriria se conseguisse libertar sequer um escravo em uma fala baixa para mim mesma em que tinha em mente os pensamentos de Anne e sabia que isso faria bem internamente para ela. E repetiria conforme fosse necessário para tentar liberar toda as dezenas de escravos.

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Mephisto
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Re: I - Não existe sombra sem luz. Qua 16 Jun 2021 - 23:03
Missão 1


Aparentemente ele queria usar escravos como nossos inimigos? Isso me parecia meio estranho, ele não parou pra pensar que de alguma maneira eles podiam se virar contra ele? Naquele momento, apenas aproveitei para bater um papo enquanto me defendia.-Aí cara, por que tu não da uma relaxada aqui, se senta, descansa enquanto eu liberto vocês? Pensa comigo, quantas chances tu tem de se rebelar e se livrar dessas correntes, não tem por que lutar comigo, só relaxa, se senta, e deixa a gente agir.- diria em tom alto, não existia razão pra qualquer embate, não ia de forma alguma buscar continuar enfrentando o tritão, iria focar em libertar o resto deles aproveitando inclusive da força deles.

Independente de continuar ou não sendo atacada, iniciaria um discurso enquanto tentaria evitar os golpes, iria fazendo um jogo de pés me movimentando pra esquivar dos golpes, sempre indo para os lados, e tentando ficar próxima das jaulas enquanto ia esquivando, pra se algum ataque viesse, ao invés de me atingir talvez batesse na jaula, se tivesse oportunidade em meio as esquivas, iria desferir socos ou chutes nas jaulas com intuito de quebrar elas, e libertar quem estava dentro aos poucos.

Enquanto iria nessa dança, evitando atacar qualquer escravo ali, afinal, não os enxergo como verdadeiros inimigos iria falando.-Levantem-se!! Ainda existe esperança pra todos aqui. Acreditem, mesmo que hoje tudo pareça perdido, isso não é o final, irei libertar todos aqui, e veremos a liberdade de novo, porque eles não podem roubar nossa FORÇA DE VONTADE!!- meu intuito era reacender as chamas que talvez tivessem se apagado dentro do coração delas, ou ao menos tentar isso.

De qualquer forma não daria mole, mantendo sempre as esquivas e bloqueios em dia, tanto tentando evitar o tritão, como tentando evitar outros inimigos que estivessem por ali, tomando cuidado a cada movimento. Se fosse preciso realizaria bloqueios usando os braços para fazer movimentos de dentro pra fora. Mas ainda continuando com minhas palavras.-Devemos desafiar a tirania, pois vamos lutar juntos como homens LIVRES!! POIS É ISSO QUE NÓS SOMOS, PODEM ESCOLHER FICAR, PODEM ESCOLHER SE ENTREGAR!! MAS É ISSO MESMO QUE QUEREM?- eu sabia o quanto era dificil se levantar nessas situações, eles podiam estar agora com seus espiritos quebrados.

Mas se existia a minima chance de reacender a chama no coração deles, a minima chance de fazer eles sentirem vontade de lutar novamente, de buscarem sua liberdade, queria dar isso a eles, queria entregar mais um pouco a vontade de viver, a vontade de tentar, um objetivo, e mesmo que eu fosse em algum momento atingida ou recebesse danos, tentaria resistir, e se caísse levantaria, continuando a fala, continuando a tentar trazer um pouco de garra.




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Re: I - Não existe sombra sem luz. Qui 17 Jun 2021 - 5:29
Mary Van Tassel


Porradaria comendo solta e filha da puta na arquibancada adorando, eles tinham a porra de um anão também que obviamente focava em mim. - Se fude… - Diria revoltada com tudo aquilo, mas aparentemente de acordo com a nossa anã eles eram escravos também, nesse momento dava para ouvir a tritão iniciando seu discurso com o tritão que ela estava enfrentando, eu aproveitava para ouvir e tentar falar com aquele que estava lutando comigo, mas ficava de ouvido aberto para o que a tritão falava.

Assim como minha colega de tamanho avantajado eu não iria atacar, iria somente ficar me esquivando enquanto ela falava, sempre tentando me afastar de quem estiver me atacando e tomando cuidado com a anã deles, vai que ela resolve me pegar de surpresa novamente. - Cara relaxa, não faz sentido a gente luta um contra o outro quando podemos nos unir e sair daqui carregando algumas cabeças… - Diria para o adversário a minha frente. Enquanto a tritão tentava os convencer eu me mantinha esquivando, não era hora de bater, era hora de diplomacia. Sempre que houvesse uma pausa na fala da tritão eu gritaria a todos pulmões usando todo o poder da minha beleza cativante e voz maravilhosa e mamãe e papai me deram. - LIBERDADEEE!!!!!

A tritão seguia o discurso e eu seguia ouvindo e me esquivando. - Espero que isso funcione se não vai ser complicado sair daqui. - O Velho falava algo que ja estava preso na minha mente a algum tempo, essa porcaria de situação é foda, se não conseguirmos convencer o primeiro grupo de escravos provavelmente não conseguiremos convercer os proximos, e sair da arena talvez seja meio complicado, e eles provavelmente vão continua mandando gente pra cima de nós ate perdermos.

Após a tritão terminar de falar era minha vez de incluir algumas palavras. - Levante-se contra aqueles que tentam os controlar, vamos mostrar que juntos somos mais fortes que qualquer governo de merda ou nobre broxa com filho incompetente, VIVA A REVOLUÇÃOOO!!!! - Talvez provocar a plateia de certa forma não seja uma ideia muito boa mas foda-se eu queria ve sangue nos olhos dos escravos que estavam ali, e esse sangue focado para o lado certo era a melhor coisa naquele momento.

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Milabbh
Civil
Re: I - Não existe sombra sem luz. Sex 18 Jun 2021 - 10:06
Narração - Não Existe Sombra Sem Luz
Localização: Cavernas de Stevelty
Período do dia: ???


- Amaldiçoado...? - Essa era a fala que Lucy ouvia logo após desviar do golpe. O pequenino parecia completamente confuso, e piorava a cada nova pergunta da anã. - Eu sou Pablo, e sempre fui pequeno... Você é maluca? - Ele observava a moça guardar seu machado e, por um breve instante, vacilava com sua enorme arma, ouvindo o que ela tinha a dizer. - Há sim, se não eu vou morrer.

Os olhos do diminuto pareciam tristes, principalmente agora que tinha trocado algumas poucas palavras com ela. Ele novamente erguia sua enorme espada e corria na direção de Lucy, que no momento, falava algo para suas amigas. Por sorte, ela percebia o ataque e se esquivava, aproveitando para mexer com a cabeça de seu companheiro de tamanho.



- Vantagem...? - O pequeno realmente parava novamente e analisava a situação ao seu redor. Era verdade, agora eram 6 contra 6, contando os seguranças e Pierre. De qualquer forma, era visível que o pequeno estava em dúvida, mas continuava ouvindo Lucy. - Mas você é... Deixa para lá. Acha mesmo que conseguimos? - A pequena deixava um sorriso invadir seu rosto, e uma chama de determinação dançava em seu olhar enquanto ela proferia suas palavras de vingança.

Parecendo convencido, o pequenino acenava firmemente com a cabeça, e assim, ambos aproveitavam de seu tamanho diminuto para chegar até as jaulas antes identificadas por Lucy. Eles avançavam sem serem notados, já que os olhos da plateia estavam fixados nas outras duas lutas que aconteciam, e finalmente chegavam no local.

Lá, os dois trabalhavam em equipe e conseguiam libertar uma pessoa. - Vocês são revolucionários? - O escravo perguntava, e o pequeno Pablo, em tom sarcástico, respondia. - Ela é, eu to decidindo ainda. - E sorrindo, ajudava o maltrapilho a sair.

Enquanto isso, na arena, Anne passava pela mesma situação de sua amiga diminuta, e queria evitar combate com o tritão em sua frente. Aquele ali, a julgar por seus olhos, seria ainda mais fácil de convencer do que o anão, uma vez que nem mesmo pestanejava ao ouvir as falas da mulher.

- Vamos encenar, se não podem desconfiar. - O homem piscava para ela e lhe dava um golpe, mas claramente sem intuito de acertá-la, já que ele mirava na areia ao lado dela, fazendo a poeira subir, e deixando a plateia em êxtase. - Eles só gostam do show.

Entendendo a situação, Anne começava a praticamente dançar na arena, fingindo esquivas contra golpes falsos, e ia repetindo os movimentos até chegar o mais próximo possível das jaulas. Era nesse momento em que estavam perto, que ambos tinham a mesma ideia.

O tritão se fingia de sanguinário e dava repetidos golpes desordenados, enquanto a revolucionária se esquivava facilmente, deixando que a lâmina acertasse a estrutura frágil que prendia os cativos.

E era quando uma das jaulas finalmente se partia que a tritão decidia fazer um pequeno discurso. Os escravos a encaravam atônitos e amedrontados, mas ouviam suas falas. Alguns seguiam sentados nas jaulas, seus olhos fundos e sem brilho. Já outros, começavam a se erguer e concordar com ela.

Mas ao fim, quando já estava quase gritando palavras de incentivo, via a cena de esperança se formar diante de seus olhos. Um a um os escravos se levantavam, primeiro concordando baixo, mas em pouco tempo já erguiam suas vozes com ela, e saíam da estrutura agora quebrada, se enfileirando ao seu lado.

Até o momento, Anne e Lucy estavam a salvo de qualquer ataque, já que os seguranças estavam perto de Pierre e os escravos não mais as ameaçavam, por isso, tinham a oportunidade de libertá-los de suas jaulas e grilhões, mas isso não ficaria assim por muito tempo.

E isso deixava apenas uma dupla na Arena. Mary se levantava da queda que o anão havia causado, e aproveitava para ouvir as falas de Anne para com seu inimigo. No entanto, ele não parecia sentir medo ou remorso, na verdade, em seu rosto era possível ver que estava gostando daquilo.

Ainda assim, a ruiva não atacava, e se mantinha esquivando dos golpes, que não paravam de vir. Talvez o homem fosse surdo, ou apenas estivesse confortável com sua situação, de qualquer forma, não parecia possível persuadi-lo.

O grito de liberdade de Mary ecoava pela arena enquanto ela via suas amigas libertando os escravos, mas aquele em sua frente sorria maliciosamente. - Quem vocês acham que são? Pensam que são muito melhores que nós, não é? Tão melhores que não se garantem em uma luta justa!

Ao fim de sua fala, ele avançava novamente na direção da ruiva, que esquivava novamente, enquanto dava atenção a Velho, que falava o que todos pensavam, como sempre. Contudo, mesmo enfrentando um escravo conformado, mesmo sabendo que o velho tinha razão, e mesmo que estivesse vendo os seguranças agora avançando em sua direção, ela também se pronunciava.

Sua fala era cortada por arfadas e pausas enquanto desviava dos golpes, mas isso não a abalava. E com o fim de sua fala, aqueles que se uniram a elas falavam em uníssono "VIVA A REVOLUÇÃO". Pierre parecia irado, e a plateia começava a entrar em pânico.

- Ora, se acalmem. Não é a primeira vez que animais dão trabalho, não é? Não se preocupem, temos tudo sob controle. - O procurado nojento falava enquanto barulhos pesados de passos podiam ser ouvidos. Rapidamente, a arena era tomada de pessoas com aparência maldosa.

Eles carregavam diversos tipos de armas, e olhavam para as três moças com uma sede de sangue imensurável. - Peguem-nas. - Pierre ordenava. A plateia ia a loucura, e aquilo que antes era uma vantagem, se tornava quase uma guerra. De um lado os serviçais do escravocrata, do outro os escravos unidos à revolução. Como lutariam isso?

ControlePosts: 11

Lucy
Vício: 2/10
Ferimentos:
Ganhos:
- 2 Adagas Clássicas
- Machado Clássico
- Garrafa de Café (1/10 usos)
Perdas:
- 500.000 Berries (2 Adagas e Machado personalizados + Aula)
- 200.000 Berries (Garrafa de café)


Mary
Vício: 2/10
Ferimentos:
- Ain, ain: Dor no ombro (3/3)
Ganhos:
- Cigarros (1/3 Usos)
- Fósforos (2/5 Usos)
- Par de Luvas Gastas
Perdas:
- 60.000 Berries (Cigarros e Fósforos)
- 120.000 Berries (Luvas)


Anne
Ferimentos:
- Corte superficial no braço (3/5)
Ganhos:
- Mochila
Perdas:
- 260.000 Berries (Mochila)


Considerações
Zev
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Pierre
I - Não existe sombra sem luz. - Página 3 Pierre


Pablo
I - Não existe sombra sem luz. - Página 3 13c0ca71bd08b294914ed26c7bb3ed03


Tritão
I - Não existe sombra sem luz. - Página 3 Uroko_sama_by_cearyauryn_d6ry87i-fullview.jpg?token=eyJ0eXAiOiJKV1QiLCJhbGciOiJIUzI1NiJ9.eyJzdWIiOiJ1cm46YXBwOjdlMGQxODg5ODIyNjQzNzNhNWYwZDQxNWVhMGQyNmUwIiwiaXNzIjoidXJuOmFwcDo3ZTBkMTg4OTgyMjY0MzczYTVmMGQ0MTVlYTBkMjZlMCIsIm9iaiI6W1t7ImhlaWdodCI6Ijw9NTc2IiwicGF0aCI6IlwvZlwvOTQwZTE1NzYtZDk5Mi00MTg0LTk2OTktMTA1MDViYWZhYWJmXC9kNnJ5ODdpLTQyZjNkOTg3LTJmOWMtNGFiNi04NzM5LWRhZDM1ZTczNmFiZi5qcGciLCJ3aWR0aCI6Ijw9MTAyNCJ9XV0sImF1ZCI6WyJ1cm46c2VydmljZTppbWFnZS5vcGVyYXRpb25zIl19


emme