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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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I - Não existe sombra sem luz.

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
I - Não existe sombra sem luz. Qui Maio 13, 2021 1:06 am
Relembrando a primeira mensagem :

I - Não existe sombra sem luz.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Revolucionários Anne Redgrave, Lucy Von Kral e Mary Van Tassel. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Achiles
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Achiles
Pirata
Re: I - Não existe sombra sem luz. Seg Jun 21, 2021 10:43 pm
Lucy von Kral

As coisas tinham voltado para o nosso lado até que surgiam mais seguranças e toda aquela cena parecia que seria um massacre e era algo que não queria que acontecesse, não era para eles terem tantos soldados assim, era?! Zev era um completo filha da puta se este fosse o motivo, pois jogar três agentes para os leões e torcer para que convencêssemos os escravos para uma guerra contra os escravistas era literalmente um gigante problema, seria a mesma coisa que mandar camponeses para enfrentar persas. – Mary! Quais são as chances daquele cara lá do começo vier nos ajudar?! – Gritava, procurando chamar a sua atenção mesmo que não fosse a melhor das situações. – Anne, o que fazemos?! – Perguntava para Anne, tentando ter a sua atenção já que parecia que tínhamos libertado todos os escravos e agora uma guerra se aproximava.

Com tantos inimigos, teria que achar uma maneira de conseguir me infiltrar sem que eu fosse pisoteada e tentar ataca-los por baixo de uma forma que os atrapalharia em um combate direto. Essa era uma boa estratégia e que eu aplicava muito bem, principalmente com um companheiro amaldiçoado que poderia me ajudar nesse quesito. – Pablo! Você deve ter sido amaldiçoado quando ainda era um bebê, por isso não lembra... – Me pegava pensando e até mesmo um pouco divagando sobre o verdadeiro assunto que importava. – Mas isso fica para outra hora! É! Me ajude a ataca-los por baixo, da mesma maneira que fez com a Mary! – Afirmava com a cabeça e então, começaria.

Meus ataques surgiriam da mesma forma que começaria das últimas vez e relembraria bastante da tática que eu fiz com as aranhas que seria esperar um primeiro embate para tentar atacar usando das minhas adagas e realizar cortes que comprometeriam as posturas dos meus inimigos como seus calcanhares ou atrás de seus joelhos com cortes horizontais que comprometeria menos a minha movimentação.

Agiria com sutileza e inteligência procurando prever por onde os meus inimigos pisariam e também o movimento de suas armas para que não viesse a ser acertada mesmo sem querer em que me esquivaria para uma direção mais propícia e tentaria um novo ataque independente do inimigo quando possível.

Conforme fôssemos avançando, também tomaria mais cuidado em relação as minhas companheiras e aos seus inimigos no quesito de ver se seria necessária uma ajuda e assim focaria meus ataques mais neles já sabendo que elas seriam capazes de derrubá-los mais facilmente se eu interferisse em suas lutas.

Já participei de muitas lutas, porém uma luta de tamanha intensidade e quantidade de pessoas era novidade para mim que me fazia sentir uma energia estranha, não era felicidade ou ansiedade, era algo relacionado ao medo ou o que parecesse com isso. Sabia que estava fazendo a coisa certa ao mesmo tempo que sabia que aquela luta poderia tomar proporções negativas de uma forma muito rápida e este tipo de pensamento era problemático.

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Dependência (Café) – 3/10

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Kerigus
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Kerigus
Marinheiro
Re: I - Não existe sombra sem luz. Ter Jun 22, 2021 4:38 pm
Mary Van Tassel


As coisas pareciam estar melhorando de certa forma, alguns escravos já estavam liberados e outros estavam em processo de serem liberados pela anã e pela tritão. O cara que tava lutando comigo parecia ja ter decidido o lado que ficaria, e o Velho tecia seu comentario. - Esse ai já era nem perde tempo tentando convencer, isso se ele for um escravo… - E era isso que eu iria fazer. - Luta justa… tu não é um escravo né? - Deixava a pergunta no ar enquanto me afastava dele me aproximando de onde as minhas colegas estavam, não ia me aproximar demais somente o suficiente para facilitar a minha vida parando os capangas que vinham tentar nos parar.

Durante essa aproximação provavelmente viriam ataques em minha direção, com isso eu precisaria me esquivar, faria isso de forma a sempre me aproximar do local onde os escravos estão sendo liberados com saltos me distanciando do meu adversário até chegar na distância desejada. Era importante agora parar o inimigo e não necessariamente derrotá-lo, por isso sempre tentaria golpear os joelhos com toda minha força e sempre na lateral do joelho como intuito de torcer o joelho e tentar causar problemas de mobilidade e faria iniciando o ataque contra aqueles que estiverem fazendo uma investida contra minhas aliadas. Obviamente poderia receber ataques durante essa minha tentativa de ataque e minha esquiva seria pulando por cima do golpe se fosse baixo, me afastando com um pequeno salto para longe do golpe em alturas médias e me abaixando para caso de golpes altos, no caso de estar em uma distância curta voltaria com um soco no queixo do meu atacante após desferir o meu golpe no joelho do outro inimigo.

Sempre durante este combate estaria primeiro focada em não tomar porrada, já que na maioria dos casos os inimigos estariam indo em nossa direção e não nós na direção deles. Desta vez não importando a altura ou direção do ataque eu tentaria me afastas do meu adversário com um pequeno salto e voltaria da mesma forma com um chute na lateral do joelho, eu queria fazer eles sentirem dor e ficarem ali parados um tempo sem reagir pelo menos até os escravos estarem liberados. Ficaria de olho também em possíveis ataques surpresa, em casos de eu me esquivar de um adversário e um outro vir me atacar durante a esquiva, sendo assim caso isso acontecer eu iria novamente me esquivar com um salto me afastando do novo atacante e voltaria para cima dele com um soco no queixo.

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Mephisto
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Mephisto
Avaliador
Re: I - Não existe sombra sem luz. Qua Jun 23, 2021 6:57 am
Missão 1


A cada palavra, aos poucos eu via que alguns se inflamaram com o que eu dizia, isso por si só, já tornava aquele momento muito melhor, pensei muito no que estava acontecendo, sabia que algo que queria depois daquilo era melhorar ainda mais a minha oratória. Porém não tinha tempo para pensar muito mais nisso agora. Respondendo Lucy já de cara.-Agora vamos proteger eles Lucy!! Confira se não tem mais nenhum que ainda não tenha sido liberto, eu vou também quebrar mais jaulas, pois não tenho a certeza que todos foram.- era uma medida preventiva, para evitar que alguns ainda estivessem sem poder agir.

Então com meus ânimos elevados pelo pequeno momento de glória, comecei a ajudar a quebrar as jaulas, iria começar a socar e chutar as jaulas que ainda não tivessem quebradas. Enquanto iria tentar evitar os ataques, mas também proteger os escravos. Se algum dos novos inimigos passar, é claro.

Nesses casos iria realizar bloqueios rápidos, indo pra frente do inimigo me colocando como uma muralha entre ele e os escravos que estavam sendo libertados. Iria fazer movimentos circulares, de dentro pra fora e de fora pra dentro. Para que os punhos ou armas não me tocassem, batendo contra o pulso do atacante ou as laterais de suas armas.

Então após o bloqueio tentando achar uma brecha, onde iria desferir um soco triplo, visando afastar o tal para trás. E sempre tomando cuidado para não ser atingida, em caso de ataques baixos com chicotes ou coisa do tipo, tentaria erguer a perna pra evitar dela ser enrolada por ele, no momento perto do impacto. Se fosse muito cruzado e pudesse atingir as duas, daria um salto rápido tipo de pular corda, para evitar o impacto.

O método agora era libertar e lutar pra manter a liberdade deles, e assim poder mais uma vez trazer paz e talvez, ajudar muitas famílias, afinal muitos deles deviam estar sendo roubados de suas esposas, filhas...




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Milabbh
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Pirata
Re: I - Não existe sombra sem luz. Qui Jun 24, 2021 8:40 pm
Narração - Não Existe Sombra Sem Luz
Localização: Cavernas de Stevelty
Período do dia: ???

A situação rapidamente escalava para algo mais intenso e perigoso. Pela quantidade de pessoas, era impossível não pensar em uma guerra que se aproximava, e como temiam, os diversos capangas chegavam cada vez mais perto, encurralando as meninas uma contra as outras.

Mary soltava uma indagação na luta, que era respondida com um riso irônico, seguido de uma fala ainda mais debochada. - Acho que você já sabe a resposta para isso, não? - Ele, no entanto, não atacava, e esperava a aproximação de reforços.

Lucy, por sua vez, continuava nos devaneios sobre maldições, o que deixava Pablo completamente confuso. Fato esse exposto por sua sobrancelha erguida e boca aberta. No entanto, não havia tempo para discutir origens, a luta se tornava cada vez mais inevitável.

Anne sabia disso, ela compreendia tudo aquilo de uma forma única, e logo tomava as rédeas da situação. Suas ordens fluiam quase que naturalmente, assim como seu discurso, talvez levasse jeito para a coisa. Sua resposta imediata mobilizava suas companheiras, mas também alcançava os escravos.

Alguns deles pareciam realmente impressionados com a determinação da tritão em protegê-los e, com isso, começavam a arregaçar suas mangas, literalmente, enquanto se dirigiam à área onde jaziam as armas de combate.

Os escravos se armavam, e como em uma forma de pagar a dívida, um a um passavam pelas 3 moças, tomando a dianteira e fazendo a linha de frente. Aproveitando o momento, a tritão voltava até as jaulas e verificava a presença de mais escravos, e isso tanto causava alivio quanto um certo desespero.

Ali, encolhido em uma delas, havia um pequeno corpo, que parecia chorar abafado no meio de todo o tumulto. Seus pelos acinzentados eram cobertos por trapos azulados, além de uma camada generosa de sujeira.

Ao ver sua jaula quebrada, encarava receoso a tritão e, talvez por alívio, ou mesmo medo, ele ia até ela sem falar nada. Ficava posicionado atrás do corpo avantajado da mulher, encarando o caos que se formava. Por sorte, Anne estava pronta para qualquer ataque, pois ele realmente vinha, ainda que de forma não hostil, por enquanto.

Um inimigo surgia das sombras, carregando consigo uma enorme espada de duas mãos, sorrindo maliciosamente para Anne e o pequeno mink ao seu lado. - Você tem algo que é meu, e eu quero de volta. - A fala do homem era imediatamente seguida de um engolir em seco, que emanava do diminuto ao lado de Anne.

- Não me devolve, por favor. - Os grandes olhos amarelados, repletos de lágrimas e súplica encaravam os da tritão, que agora tinha um oponente solo para ela.

Já na arena, os escravos se engalfinhavam com os guardas do "show", deixando Mary e Lucy mais livres, mas não o suficiente. Aquele homem com quem a ruiva lutava e que não era um escravo, agora retornava, mas sem sua espada. No lugar dela, porém, ela notava que existiam botas, o que só poderia significar duas coisas: Ele era estiloso, ou lutava taekwondo, mas também poderia ser os dois. De qualquer forma, já partia para cima dela.

A ruiva, notando o golpe, pulava para fugir, e quando pousava já depositava um chute na parte lateral do joelho do oponente. No entanto, seu golpe era ineficiente, uma vez que as botas do homem eram altas e revestidas. - Isso vai ser divertido...

Lucy já havia saído dali, e não via os problemas das companheiras. Na verdade, seu objetivo era atrapalhar o combate dos inimigos, acertando-os por baixo. Surfando por entre todos, ela conseguia fazer alguns estragos, com a ajuda de Pablo, claro.

Alguns caíam, outros urravam, e haviam aqueles que mal sentiam, mas ela estava fazendo seu trabalho. Isso é, até que em sua frente surgia um inimigo, armado com algo que lhe era familiar. Uma lâmina curta e fina pendia de sua mão, era um punhal ornado com cristais vermelhos.

Nem dava tempo de apreciar a beleza da arma, uma vez que ela agora vinha com tudo diretamente em seu pequeno coração "amaldiçoado". Talvez fosse obra do destino, ou mesmo uma piada sem graça do universo, mas agora todas tinham um inimigo similar a si próprias para enfrentar. Por sorte, porém, os escravos continuavam na batalha contra seus captores, lhes dando tempo para seus próprios embates.

ControlePosts: 12

Lucy
Vício: 3/10
Ferimentos:
Ganhos:
- 2 Adagas Clássicas
- Machado Clássico
- Garrafa de Café (1/10 usos)
Perdas:
- 500.000 Berries (2 Adagas e Machado personalizados + Aula)
- 200.000 Berries (Garrafa de café)


Mary
Vício: 3/10
Ferimentos:
Ganhos:
- Cigarros (1/3 Usos)
- Fósforos (2/5 Usos)
- Par de Luvas Gastas
Perdas:
- 60.000 Berries (Cigarros e Fósforos)
- 120.000 Berries (Luvas)


Anne
Ferimentos:
- Corte superficial no braço (4/5)
Ganhos:
- Mochila
Perdas:
- 260.000 Berries (Mochila)


Considerações
Zev
I - Não existe sombra sem luz. - Página 4 File_31e67eb893_original


Pierre
I - Não existe sombra sem luz. - Página 4 Pierre


Pablo
I - Não existe sombra sem luz. - Página 4 13c0ca71bd08b294914ed26c7bb3ed03


Tritão
I - Não existe sombra sem luz. - Página 4 Uroko_sama_by_cearyauryn_d6ry87i-fullview.jpg?token=eyJ0eXAiOiJKV1QiLCJhbGciOiJIUzI1NiJ9.eyJzdWIiOiJ1cm46YXBwOjdlMGQxODg5ODIyNjQzNzNhNWYwZDQxNWVhMGQyNmUwIiwiaXNzIjoidXJuOmFwcDo3ZTBkMTg4OTgyMjY0MzczYTVmMGQ0MTVlYTBkMjZlMCIsIm9iaiI6W1t7ImhlaWdodCI6Ijw9NTc2IiwicGF0aCI6IlwvZlwvOTQwZTE1NzYtZDk5Mi00MTg0LTk2OTktMTA1MDViYWZhYWJmXC9kNnJ5ODdpLTQyZjNkOTg3LTJmOWMtNGFiNi04NzM5LWRhZDM1ZTczNmFiZi5qcGciLCJ3aWR0aCI6Ijw9MTAyNCJ9XV0sImF1ZCI6WyJ1cm46c2VydmljZTppbWFnZS5vcGVyYXRpb25zIl19


Pequeno Mink
I - Não existe sombra sem luz. - Página 4 9ba9da2f9476d3edb638f1aa9b6300b2


emme



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Achiles
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Achiles
Pirata
Re: I - Não existe sombra sem luz. Sex Jun 25, 2021 10:59 am
Lucy von Kral

Meu coração estaria mais tranquilo em uma situação em que a luta estava bem mais favorável para nós do que parecia e que o nosso trabalho estava indo bem, mas eu sentia um leve acelero e possivelmente uma adrenalina a mais... Talvez fosse apenas a cafeína mexendo com o meu corpo devido a alta quantidade ingerida. De qualquer forma, as ações que pensávamos serem as mais corretas eram devidamente perfeitamente executadas e o nosso lado parecia mais favorável.

Nesses ataques, uma adaga que era um tanto bela e mortal aparecia e um inimigo do qual não estava me recordando havia aparecido em minha frente, a pessoa parecia ter um apreço mortal e prestava atenção em mim, o que dificultava a minha furtividade e claramente me colocava em uma situação de combate fixo contra ela, já que escapar de alguém que vai conseguir me ver com maior clareza era algo ainda mais complicado.

Então, guardava as minhas adagas e puxava o meu machado com velocidade, procurando ter a minha arma sacada e pronta para o combate, algo que rivalizaria contra o seu punhal de uma maneira mais fácil de atacar e defender do que utilizar as minhas adagas para tal ato. Desta forma, começaria atacando invés de tentar qualquer defesa, pois sabia que a minha velocidade combinada ao meu tamanho amaldiçoado me garantia uma boa agilidade.

Usaria de pequenos saltos laterais para a minha movimentação, aproveitando de um fator possível de imprevisibilidade e começaria o meu primeiro ataque direcionado ao seu calcanhar o que poderia ser previsível, porém era um golpe difícil de defender. Esse golpe viria de um arco horizontal usando da lâmina do machado para tentar um corte limpo e independente do sucesso procuraria movimentar os meus pés de maneira a girar o meu corpo em 180° e agir com um impulso saltando na direção de sua coxa em que tentaria aplicar um segundo corte, este na vertical em uma ascendência para tentar abrir um ferimento que possibilitaria um sangramento.

Tentaria, nesse meio, dar um pequeno chute para me impulsionar para baixo para que pudesse aproveitar da minha agilidade para tentar novamente realizar o mesmo giro e provocar um terceiro ataque em sua direção, desta vez focado em tentar acertar a parte traseira de sua coxa que não havia acertado ainda, procurando, nesses passos, estar rotacionando os movimentos de maneira a tentar fazer com que ele tivesse que virar na minha direção para tentar ver os meus ataques.

Porém, para procurar estar sempre me esquivando melhor, eu tentaria agir em meio as forças inimigas tentando atrai-lo para ali e fazer com que ele não tivesse tanta liberdade para tentar me atingir, assim, usaria sempre saltos laterais para escapar dos seus golpes e procurar evitar qualquer aproximação massiva de distância dele. Com o meu machado em mãos, também tentaria bloquear os seus ataques usando do próprio cabo dele quando viesse a ser necessário, procurando agir do meu corpo para nunca ficar parado e sim tentar defletir o seu golpe para outra direção e desviar na oposta.

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Objetivos:

Dependência (Café) – 4/10


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Mephisto
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Mephisto
Avaliador
Re: I - Não existe sombra sem luz. Sab Jun 26, 2021 2:02 am
Missão 1


O combate agora finalmente parecia estar repleto de vilões… Sim, isso mesmo, agora a luta podia seguir com a base da força bruta, então, era hora de bater em alguém. Então mandei uma resposta simples.-Nem, se preocupe, a gente não vai devolver ninguém. Vocês não tem dono, são livres!!- Disse já iniciando meu combate. Bem ele tinha um espadão.

E como ele tinha um espadão; isso já me deixava um tanto animada, porque gosto muito de espadas, é minha forma secundária de combate, derrubar ele e pegar a arma pra usar durante esse embate, pode ser uma ideia válida, só durante esse momento. Mas não esperava que existisse qualquer facilidade nisso.

Então era hora de começar a investida. Pra começo de conversa iria me aproveitar do fato de ser uma espada grande, onde iria avançar pra cima dele, esperando que pela confiança no tamanho de sua arma, ele agisse mais despreocupadamente, então eu iria golpear, mas não da maneira esperada, iria bater na lateral da espada dele.

Com uma mão miraria um cruzado que visava atingir mais próximo da ponta, com a outra mais perto da base do cabo, onde ele segurava, Movendo meu corpo lateralmente pra entrar na área de perigo, então, com o outro lado do corpo, iria fazer um uppercut mirando o queixo dele, vindo com toda a força tentando fazer ele cair.

No entanto, mesmo com isso iria manter meu cuidado sempre, iria ficar atenta para me defender dos ataques, se visse algum golpe que pudesse me atingir iria tentar bloquear ele, eu sempre bloquearia batendo com as palmas da mão sobre as laterais da espada. Iria fazer movimentos rápidos que funcionariam da seguinte forma.

Iria me mover para a lateral esquerda ou direita batendo com a palma da mão contra a lateral da lâmina, assim visando não apenas afastar a lamina de sua trajetória mas também estava saindo da frente do ataque. Esse seria o método principal que usaria pra me defender.

Mas também ficaria atenta a ataques de fora da luta, como por exemplo projéteis, sempre me preparando a sair da frente se fosse preciso, usando sempre as laterais como saídas principais, ou me afastando pra trás. No entanto, qualquer coisa que eu pudesse bloquear, preferiria usar disso, pois, nesse caso, manter posição era importante. Por isso manteria a estratégia anterior, de defesas de fora pra dentro e dentro pra fora, movendo os braços com um giro raido e constante nesse caso..




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Kerigus
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Kerigus
Marinheiro
Re: I - Não existe sombra sem luz. Sab Jun 26, 2021 4:46 am
Mary Van Tassel


Mais pancadaria pra lá e pra cá, o filho da puta realmente não era um escravo, só alguém que gostava de pancadaria e provavelmente tava la pra manter os escravos em cheque, aquele tipo de pessoa que merece uma surra de vez em quando só pra não perder o costume de apanha e não volta a ser trouxa caso tenha deixado. Mas agora o importante é que a pancadaria tava mais parelha já que os escravos tinham pego em armas e já tinham reduzido um pouco do peso do combate de cima da gente, meu adversário novamente era o vagabundo infiltrado, ele tinha ums botas bem grandes que atrapalhavam golpes em suas pernas, mas isso não era um problema, além de taekwondoca eu era uma boa pugilista, então tudo que eu precisava fazer era dar uns socos na cara dele que uma hora ele ia cair, mas devia tomar cuidado primeiro ele usou uma arma e agora parecia estar mais confortável com o combate usando as botas gigantes dele.

Durante o combate assumiria uma posição com os braços levantados na altura do rosto e mantendo a perna direita na frente, manteria cuidado especial com os chutes dele tentando sempre me esquivar me afastando dele em caso de golpes com altura média e baixa e aproveitando o embalo da volta daria um direto focado no meio do rosto do homem. Caso ele de algum chute alto, faria a esquiva básica do Boxe onde eu inclino meu corpo para trás tirando meu rosto da frente, mas neste caso a volta seria um pouco diferente, iria para cima com um contra-ataque composto de uma sequência de 3 socos, um jab de direita bem no meio da cara dele, seguido de um gancho de esquerda querendo ver ele morder a lingua, mas era bem dificil isso acontecer só que não custa sonhar, e terminaria a sequencia com um cruzado de direita no queixo.

Vendo ele cambalear com algum dos golpes, era hora de ir para cima com mais afinco, ainda tomando cuidado com os golpes dele e também golpes externos, afinal não era de se esperar que uma luta contra bandidos fosse justa. Eu partiria para cima do homem com sangue nos olhos, dando uma sequencia de chutes e socos tentando acabar com a luta de vez, afinal sabia que os escravos estavam já um tanto acabados da vida de escravidão, então era melhor acabar com aquilo o mais rápido possível, meu golpes seriam chutes na letaral do corpo na altura da costela e cruzados de direita e esquerda na cara, sempre focando o local onde eu percebi uma abertura no momento.

Como já mencionado, era importante tomar cuidado com os meus arredores, precisava confiar que minhas colegas eram capazes de derrotar seus adversários, mas os escravos poderiam estar com problemas durante o combate. No caso de perceber um adversário novo se juntando ao meu combate 1 a 1 contra o maluco que eu tava querendo espancar pra deixar de ser trouxa, pararia meu golpe para focar na esquiva, afinal ali um golpe recebido na hora errada poderia acabar com o combate para o meu lado. Minha esquiva nesse caso seria me afastar de quem quer que esteja em combate comigo, me aproximar de 2 ou mais adversários ao mesmo tempo seria problemático pois poderia facilitar o combate para eles, sempre que possível após a esquiva daria um contra-ataque comum soco no rosto no caso do trouxa ou um chute nas pernas no caso de algum capanga ou guarda venha para cima, e seguiria o combate nesse ritmo, na minha cabeça apesar de ter que acabar com aquilo um tanto rápido, se eu me perdesse no foco e não entendesse bem o modo como meu inimigo luta, as chances de eu cometer um erro e piorar as coisas eram maiores, combates com uma quantidade de grande gente assim, sempre podem ser problemáticos.

Histórico:

Milabbh
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Milabbh
Pirata
Re: I - Não existe sombra sem luz. Seg Jun 28, 2021 2:15 am
Narração - Não Existe Sombra Sem Luz
Localização: Cavernas de Stevelty
Período do dia: ???

Lucy encarava seu oponente em meio a batalha que a rodeava. A poeira subia, tornando a cena similar a um filme antigo de faroeste. O que mudava, porém, eram as armas de escolha: Um punhal e duas adagas. No entanto, só durava por um curto período de tempo, uma vez que a pequenina resolvia trocá-las por seu machado.

Agora devidamente armada, ela decidia atacar primeiro. Com saltinhos, se aproximava, e quando julgava estar próxima o suficiente, investia com sua lâmina contra o calcanhar do inimigo. Apesar de ser uma surpresa para ele, seus reflexos pareciam estar em dia. Com um pulo gracioso, ele desviava do corte, se afastando um pouco dela.

Lucy, porém, não se dava por vencida, e em um semi giro do corpo, o acertava de raspão na coxa. O último ataque da pequena visava os isquitibiais do oponente, que rapidamente se virava para ela e cortava o ar.

Pequenos fios prateados dançavam em frente aos olhos de Lucy, contudo, estavam cobertos por manchas carmesim. A ardência que sentia na bochecha, somado à sensação de um líquido escorrendo por seu rosto só poderiam significar uma coisa: Havia sido atingida.

Os dois se encaravam ofegantes por um momento, mas logo isso era interrompido por mais um ataque, agora partindo do inimigo. Com o punhal em mãos, ele avançava até Lucy, sem saber, no entanto, que estava caindo cada vez mais na armadilha da pequena.

Quando ela segurava o golpe com seu machado, já estavam entre vários aliados do homem, que lutavam contra os escravos libertos. A cena para qualquer um seria estranha, uma vez que a moça desaparecia no meio do caos. Ainda assim, seu inimigo continuava pressionando a arma contra a dela.

Anne, por sua vez, parecia se animar com a visão do novo inimigo, ainda mais quando via a arma que usava. Seu plano parecia simples, agora só faltava colocá-lo em prática. Sem demoras, ela o fazia, tentando usar o tamanho da arma contra aquele que a empunhava.

E, para sua sorte, era bem sucedida. Ao se aproximar, o homem balançava a espada, certo de que acertaria seu alvo, contudo não contava com o golpe diferenciado da tritão. A quantidade arrebatadora de mãos lhe atingia com vários golpes. Um na ponta da arma, outro no cabo e um no queixo.

Irritado e meio tonto pelos golpes, ele dava alguns passos cambaleantes para trás, mas não sem antes puxar com força sua espada para baixo, abrindo um pequeno corte na mão de Anne. Não que isso fosse um problema, afinal, ela tinha outras 5 para usar.

Ele então passava a manga da blusa sobre a boca, limpando o pouco de sangue que havia sido drenado pelo murro da mulher em sua frente. Ela, por sua vez, assumia uma postura defensiva para possíveis ataques de fora, no entanto, notava que tudo estava bem deserto, tirando o pequeno mink, que agora estava encolhido atrás de uma jaula.

O inimigo olhava para ele e, em seguida, mudava seu foco para Anne novamente, sorrindo sarcasticamente, enquanto limpava os dentes ensanguentados. - Vai pagar por isso, tritão nojenta. - Com essa fala, ele segurava o cabo da espada com as duas mãos, e como se fosse uma lança, corria mirando uma estocada na barriga da mulher.

Assim como suas companheiras, Mary também estava ocupada, pois tinha sua própria batalha para vencer. Ela logo percebia que o estilo de luta do oponente era o mesmo que o seu, no entanto, agora ele só tinha suas botas, e ela ainda podia contar com seus punhos para derrubá-lo.

A ruiva já sabia as condições em que os escravos ao seu redor se encontravam e era exatamente por esse motivo que não queria demorar muito naquela luta. Com isso em mente, assumia sua posição defensiva bem na hora que ele vinha para cima.

Desviando seu tronco, ela aproveitava o embalo para avançar contra ele e lhe dar 3 socos no rosto. Cada um deles parecia ter sido acertado contra uma pedra, uma vez que o homem sequer se mexia. Ela não hesitava, porém, e continuava atacando, agora usando suas pernas para chutar o tronco do oponente.

Mary acertava todos os seus golpes, no entanto, por quê eles não pareciam causar estragos? Ela estava focada em acabar com aquilo, mas ainda precisava ficar atenta aos seus arredores. No momento em que desviava por um breve segundo sua atenção, porém, sentia um impacto absurdo em seu tórax.

Se olhasse para frente durante seu magnífico voo, veria a perna do oponente completamente esticada, enquanto o pé revestido de botas longas repousava sobre seu esterno. A força do golpe era suficiente para arremessá-la longe, e só parava por bater contra o corpo de outra pessoa.

Era um escravo grande e, apesar de cambalear, ele não caía, mas ajudava a moça a se erguer novamente. - Você está bem? - Se quisesse respondê-lo, precisaria primeiro retomar seu fôlego, uma vez que ele tinha sido roubado pelo taekwondoka, e não de uma forma positiva.

Falando nele, era possível vê-lo atravessando o caótico campo de batalha, em meio à faíscas de armas e poeira da arena. Se aproximava lentamente de Mary novamente, e o escravo que a havia ajudado já se comprometia com outro combate.

ControlePosts: 13

Lucy
Vício: 4/10
Ferimentos:
- Corte na Bochecha (0/5)
Ganhos:
- 2 Adagas Clássicas
- Machado Clássico
- Garrafa de Café (1/10 usos)
Perdas:
- 500.000 Berries (2 Adagas e Machado personalizados + Aula)
- 200.000 Berries (Garrafa de café)


Mary
Vício: 4/10
Ferimentos:
- Hematoma no Tórax (0/3)
Ganhos:
- Cigarros (1/3 Usos)
- Fósforos (2/5 Usos)
- Par de Luvas Gastas
Perdas:
- 60.000 Berries (Cigarros e Fósforos)
- 120.000 Berries (Luvas)


Anne
Ferimentos:
- Corte superficial no braço (5/5)
- Corte na Mão (0/5)
Ganhos:
- Mochila
Perdas:
- 260.000 Berries (Mochila)


Considerações
Zev
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Pierre
I - Não existe sombra sem luz. - Página 4 Pierre


Pablo
I - Não existe sombra sem luz. - Página 4 13c0ca71bd08b294914ed26c7bb3ed03


Tritão
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Pequeno Mink
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emme



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Pirata
Re: I - Não existe sombra sem luz. Qui Jul 01, 2021 12:16 pm
Lucy von Kral

A situação estava um tanto pior com um corte em meu rosto do qual não me agradava nenhum pouco, porém era comum em batalhas. Entretanto, sentia que os meus movimentos ainda estavam lentos demais comparados aos dos meus inimigos de forma que eu fora acertada e ele ainda não tinha sofrido um golpe forte o suficiente para ser chamado de dano. – Morrerá em minhas mãos, verme imundo. – E seria o momento em que tentaria disfarçar a minha voz pela multidão de gritos e sons de batalha que estavam acontecendo de forma frenética.

Aproveitando desses movimentos em meio a uma agilidade da qual tentaria passar sem ser acertada ou atingir ninguém de propósito através de esquivas pensadas e saltos com uma maior destreza. Agindo assim, tentaria alcançar rapidamente a lateral de seu corpo onde efetuaria um corte horizontal em direção a sua nuca utilizando o machado, aterrissaria na coisa mais próxima que houvesse para aproveitar o impulso e tentar um segundo golpe rápido em sua direção, desta vez focando um primeiro corte em seu rosto, o primeiro de muitos.

E da mesma forma de impulsionar o meu corpo em um giro, tentaria aplicar um segundo corte no mesmo local em sua coxa para tentar agravar o ferimento e fazer com que ele se tornasse ainda mais problemático do que era anteriormente e assim talvez garantir uma vantagem naquele combate.

Em meio aos meus ataques, sempre priorizaria as minhas defesas e seria através delas que talvez pudesse continuar atacando da mesma forma repetidamente até que o meu inimigo caísse. Minhas defesas seriam simples, pois a simplicidade é mais eficaz que a complexidade e por isso tentaria estar sempre agindo de maneira veloz para abusar da minha agilidade, correndo entre os meus inimigos e companheiros para confundi-lo e assim esquivar de ataques planejados, ou, em último caso, utilizar o meu machado para tentar fazer com que o seu golpe deslizasse para fora do meu pequeno corpo, tentando nunca combater força com força.

Nesse meio tempo, em que estivesse correndo do meu inimigo, tentaria investigar onde estavam as minhas parceiras revolucionárias e como os seus combates estavam indo, sabia que talvez sofressem uma maior dificuldade devido a eu não estar participando ativamente deles e por isso queria saber a situação para que, dependendo da situação, talvez pudesse agir em sua ajuda, principalmente de Mary da qual eu não conhecia sua força.

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Marinheiro
Re: I - Não existe sombra sem luz. Sex Jul 02, 2021 5:54 am
Mary Van Tassel


A coisa tava ficando cansativa, eu tava batendo uma parede literalmente as juntas do cara pareciam não dobra e 3 soco na cara não fizeram nada. Depois de notar isso eu simplesmente recebo uma montanhada na barriga, o cara devia se mais forte que o procurado. - Que porra… - Quem conseguiu as informações dos revolucionarios ta precisando aprende a trabalha coletando informação porque depois dessa, da pra nota que ou ele não existe ou é um grande incompetente. Me levantava ainda com uma certa dificuldade e sem tempo de agradecer o escravo que me ajudou, agora era hora de lidar com a parede, mas toda parede tem seus pontos fracos e no caso dessa, bolas eram com certeza pontos fracos, eu estou pensando em olhos e outros lugares também é claro.

Como ele vinha em minha direção eu me levantaria rapidamente e já iria para cima dele completamente focada no combate com ele. Primeira coisa ao me aproximar se ele não me atacar antes seria dar um gancho no seu queixo que seria mais para chamar a atenção e abrir um pouco a guarda para um chute no saco já que eu sei que aquilo iria fazer ele sentir dor, a não ser que ele esteja com algum tipo de cueca de aço também. Após o chute era hora de um golpe em outro local que é sensível, e este local era a traqueia, com meu conhecimento médico sabia que ali eu teria uma vantagem enquanto ele se engasga que duraria talvez mais que um chute no saco, daria um soco bem dado com toda a minha força bem na traqueia do homem, se ele morresse com um melhor mas dificilmente isso aconteceria. Ele não protegendo o local quando meu soco acertar iria repetir a dose mais 1 ou 2 vezes se possível, ele protegendo ou eu conseguindo acertar mais 1 ou 2 vezes era hora de partir para dedo no olho, colocaria minhas duas mãos na cara dele e tentaria enfiar com toda minha força os polegares no rosto dele até sentir o sangue aquecer meus dedos.

Ele me atacando antes eu precisaria me esquivar e abrir uma oportunidade para dar o chute no saco e os socos na traqueia, então me esquivaria me afastando dele com um movimento rápido para trás saindo do alcance do golpe dele voltaria com um direto de direita na cara dele, mantendo a minha perna esquerda na frente para após dar o soco desferir um chute no saco e então tentar seguir para a minha sequencia de na traqueia e dedo no olho. Claro que tudo podia dar errado e eu não consiga o chute no saco ou ele não sinta o suficiente, ou sei lá… ele é um eunuco. Isso mudaria um pouco o combate mas não muito, desistiria do chute no saco e iria direto para a traqueia dele, como ele parece ser bastante resistente o que me resta mesmo é esses golpes em pontos específicos. Então manteria minhas esquivas com movimentos rápidos sempre tentando me afastar dele, após duas esquivas para trás me esquivaria para o lado que eu notasse que tivesse mais espaço tentando me mover em círculos, afinal se eu sempre ficar na mesma direção um hora vou chegar na parede, com essas esquivas sempre tentaria contra atacar ele com socos primeiro no rosto e depois na traqueia, após umas 2 tentativas falhas com socos no rosto, tentaria um chute na costela para ele baixar a guarda e então entraria com o soco na traqueia, acertando esse soco seguiria a sequencia de golpes na traqueia com o intuito de no final conseguir cravar meus dedos nos olhos dele. Mas durante todo esse combate eu precisava me manter de olho em contra ataques dele também, então caso tente me atacar de alguma forma enquanto eu estiver o golpeando pararia o ataque e me afastaria tentando abrir outra oportunidade.

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Mephisto
Avaliador
Re: I - Não existe sombra sem luz. Sex Jul 02, 2021 4:38 pm
Missão 1


A luta havia começado a esquentar, havia um ferimento em minha mão agora, mas iria usar isso a meu favor. Simplesmente iria mais uma vez voltar a luta começando por lançar o sangue da mão, contra os olhos do meu oponente. Eu originalmente iria fazer outra coisa, porém não podia deixar essa oportunidade passar. Então após a tentativa de distrair ele ou cegar o meliante iria iniciar a sequência.

Logo começaria dando um soco baixo na altura do umbigo, um soco médio nas costelas, com a mão do meio, e um alto na altura do rosto, com os outro braços evitaria usar a mão ensanguentada, e socaria com as outras duas. batendo contra ele mais uma vez. Em seguida, aplicaria um chute direto na altura do joelho dele tentando desequilibrar.

Seguindo então com um ataque de ombro, usando o ombro que não estava ferido. Para tentar empurrar ele pra trás. Enquanto isso, sempre tomaria cuidado pra não deixar ele encaixar ataques em mim, usando de movimentos rápidos, indo pra os lados tentando evitar tomar danos maiores. Enquanto a luta corresse.

Usaria bloqueios simples para caso fosse necessário, movimentos de dentro pra fora e de fora pra dentro, aplicando uma defesa circular com os braços, sempre indo contra a lateral das lâminas e não contra as lâminas em si. Essa era a base da luta até então.




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Pirata
Re: I - Não existe sombra sem luz. Dom Jul 04, 2021 8:53 pm
Narração - Não Existe Sombra Sem Luz
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Período do dia: ???

Irritada por ter levado um golpe, e determinada a cabar com aquilo, Lucy proferia algumas palavras e partia para o ataque. Como um ágil gafanhoto, e com o tamanho de um também, ela corria pela multidão, se esquivando com maestria até alcançar seu alvo.

Uma vez perto dele, ela mirava sua nuca, cortando horizontalmente o ar. O homem rapidamente abaixava, esquivando do golpe. No entanto, não contava com a destreza da pequena, que ao pegar impulso nas costas de um escravocrata, se jogava novamente para cima do inimigo, cortando seu rosto.

Surpreso, ele levava a mão ao ferimento, deixando sua guarda aberta para mais um corte, agora em sua coxa. A lâmina penetrava fundo em seus músculos, imediatamente provocando um sangramento e desequilibrando-o.

- Arghhhh, sua maldita. Lute de forma justa! - Falava o escravocrata, muito justo, realmente.

Com sua fala, um sorriso malicioso surgia no rosto, e do nada ele arrancava na direção de Lucy. Brandia sua lâmina contra ela, mas a moça usava seu machado para defletir o golpe, e o homem ia ao chão sem equilíbrio. Aproveitando o momento, ela começava a correr por entre as pessoas, forçando seu oponente a perseguí-la, mesmo que ele estivesse mancando e sangrando.

O rastro carmesim enfeitava a arena, e aos poucos se tornava irreconhecível com as outras tantas manchas que o maculavam. Era perceptível que o número de escravocratas diminuía, e o perseguidor de Lucy ficava cada vez mais abatido. Ela então olhava ao redor, buscando suas companheiras. Por sorte avistava Mary, que parecia finalizar seu combate.

A ruiva se erguia da queda, e quando avançava em direção ao seu inimigo, levantava poeira pela arena, deixando o ambiente bem épico para uma batalha. Seu soco passava de raspão no rosto do homem, que sorria vitorioso ao ver que ela errava... Ou será que acertava?

Seu alvo nunca havia sido o rosto, e isso se provava quando ela conseguia desferir um poderoso chute no meio das pernas do inimigo. Lágrimas se formavam em seus olhos, e ele encolhia o corpo sentindo a imensa dor percorrer todos os nervos ali presentes.

Não satisfeita, Mary aproveitava para acertá-lo na traqueia, ponto esse onde ela já sabia que além de dor, causaria uma obstrução de vias aéreas superiores, acarretando em uma dificuldade momentânea de respirar. Seu golpe acertava em cheio, e imediatamente o homem começava a tossir e arfar, tentando recuperar seu ar.

Insintivamente levava as mãos até o local atingido, consequentemente, protegendo-o, mas isso não impedia Mary. Agora ela estava com raiva genuína de seu inimigo, e só queria finalizar a luta. Posicionava suas mãos no rosto do oponente, e com os polegares nos globos oculares, apertava com força, até sentir o estrago sendo feito.

O homem levava as mãos de encontro com as de Mary, e desesperadamente tentava tirá-las dali. As unhas dele fincavam fundo na pele da ruiva, mas ela parecia determinada demais para se importar. Lentamente, o líquido escarlate que escorria dos dois começava a se confundir, e manchava a areia sob seus pés.

Assim como o oponente de Lucy, ele também não teve nem chance de contra atacar, e agora caía no chão, grunhindo de dor. Só restava saber como andava Anne, que tinha sumido da arena.

A tritão se encontrava em um local escuro e cercado de jaulas, e era ali que enfrentava seu oponente. Com o corte na mão, um plano surgia em sua cabeça, algo que lhe permitiria tomar a vantagem para si, e não se lamentar pelo ferimento.

A pequena hemorragia que escorria do corte era usada para cegar o oponente. Seu movimento era rápido, e a primeira parte de seu plano, executada com maestria. O sangue atingia em cheio os olhos do oponente, que gritava com a ardência e irritação.

- Como ousa?! - Esbravejava tentando encontrar sua oponente com os braços.

Incapacitado de enxergar, ele só sentia os socos contra seu corpo. Cada um em um ponto referente a altura dos braços da tritão. O do rosto o deixava atordoado, enquanto que os outros o faziam grunhir de dor, por conta da força.

A finalização vinha com um chute no joelho, que derrubava o oponente. Ele até parecia querer se levantar, mas o pequeno mink, que até então estava parado atrás de Anne, pegava um punhado de areia e jogava contra o rosto do inimigo, fazendo com que ele desistisse da ideia.

A revolucionária aproveitava sua chance e investia com seu ombro contra o escravocrata. Ele caía de costas a alguns metros de onde estavam, e todo o ar deixava seus pulmões com o impacto. Anne agora se encontrava em cima dele, e via o estrago quando ele tentava abrir os olhos.

Não sabia se estavam vermelhos pelo sangue ou por terem sido irritados por conta da areia, de qualquer forma, ele gritava e apertava as pálpebras, como se quisesse se limpar. Não parecia enxergar nada ainda, uma vez que dava golpes sem sentido para todos os lados.

Nas jaulas, a tritão percebia que não havia mais ninguém, e tirando os gritos de seu oponente, notava que tudo ficava mais quieto. Mary e Lucy, por sua vez, viam que a arena estava tomada de mortos e feridos dos dois lados, mas os escravos saíam vitoriosos.

Perto de uma das arquibancadas, largado na areia e parecendo que havia sido pisoteado, jazia Pierre, desmaiado e bem surrado.

ControlePosts: 14

Lucy
Vício: 5/10
Ferimentos:
- Corte na Bochecha (1/5)
Ganhos:
- 2 Adagas Clássicas
- Machado Clássico
- Garrafa de Café (1/10 usos)
Perdas:
- 500.000 Berries (2 Adagas e Machado personalizados + Aula)
- 200.000 Berries (Garrafa de café)


Mary
Vício: 5/10
Ferimentos:
- Hematoma no Tórax (1/3)
- Arranhões nas Mãos (0/3)
Ganhos:
- Cigarros (1/3 Usos)
- Fósforos (2/5 Usos)
- Par de Luvas Gastas
Perdas:
- 60.000 Berries (Cigarros e Fósforos)
- 120.000 Berries (Luvas)


Anne
Ferimentos:
- Corte na Mão Inferior Esquerda (1/5)
Ganhos:
- Mochila
Perdas:
- 260.000 Berries (Mochila)


Considerações
Zev
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Pierre
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Pablo
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Tritão
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Marinheiro
Re: I - Não existe sombra sem luz. Sex Jul 09, 2021 5:20 am
Mary Van Tassel


Aquele chute no saco do desgraçado me fazia me sentir realizada de certa forma, mas não acabava por ai, o soco no pescoço não mudou muito, mas apesar da minha cara sem emoção enquanto eu afundava meus dedos nos olhos do homem por dentro eu estava “Isso... sofre filho da puta” - Essa foi pesada… Quase perdeu o controle foi? - Talvez o velho estivesse certo mas eu não ia admitir. - Não tô ótima… - Falava enquanto ignorava o sangue do homem nos meus dedos, agia como se eles não estivessem ali, mas olhava para as marcas de unha que sangravam e soltava um suspiro. Talvez para quem estava de fora a imagem fosse um tanto amedrontadora, afinal normalmente as pessoas demonstram emoções quando estão afundando seus dedos nos olhos de outros.

Antes de qualquer coisa, dava mais um chute na cabeça do homem que estava lutando comigo. Depois disso olhando em volta percebia que a briga tinha acabado, não via Anne na volta então virava para a anã e dizia. - Vê se encontra Anne, eu tento organizar as coisas aqui enquanto isso, não é bom fica muito tempo aqui, pode vir reforço de alguma forma. - Esperava a resposta da anã caso Anne não apareça rapidamente, então gritava para os escravos. - JUNTEM TODOS OS FERIDOS, E PREPAREM TOCHAS PARA SAIRMOS DAQUI ANTES QUE VENHAM MAIS INIMIGOS. - Depois de falar isso iria procurar algumas algemas pelo local para usar em pierre, deve haver alguma em um guarda ou alguma algema aberta de escravo e a usaria em Pierre, depois de algemá-lo daria mais uns 3 socos no seu queixo, para garantir que ele está apagado e para quebra também

Depois disso esperaria todos estarem ali e explicaria para os escravos como iríamos proceder agora. - O caminho a frente é complicado, como não sabemos outros caminhos vamos usar o que já conhecemos, mas ele tem um perigo bem chato que são aranhas gigantes, mas não se preocupem as tochas irão as manter longe então vamos andar com o máximo de tochas possível acesas, ajudem quem não consegue andar ou precisa de ajuda, vamos todos juntos sair daqui vivos para a liberdade, após isso vamos fazer um tratamento rápido em quem precisar com mais urgência, por favor aguentem mais um pouco até sairmos das cavernas.

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Re: I - Não existe sombra sem luz. Sab Jul 10, 2021 9:22 pm
Lucy von Kral

As coisas aconteciam da forma da qual eu menos gostava, com um monte de inocentes mortos. Essa sensação de que o trabalho do qual tínhamos feitos não era satisfatório era visível em meu semblante de que não compreendia como que apenas três revolucionários teriam sido enviados em uma missão tão importante quanto esta.

Eram quando as falas de Mary recobravam a minha consciência em relação ao meu posicionamento e rapidamente tentaria ajeitar o meu cabelo curto e limpar as minhas mãos em minhas roupas e olharia na direção das vozes da ruiva. – Vou procura ela, volto logo! – E então ouvia as suas ordens para os novos cidadãos do mundo, um título bem mais agradável do que: “Ex-Excravos”.

Dito minha fala, prosseguiria para a execução dos meus passos em direção ao último local avistado de Anne, possivelmente perto de onde tínhamos libertado os presos e era naquela direção da qual tentaria encontrar a minha companheira tritã. – Anne! Você está aqui?! – E assim com os meus gritos, tentaria buscar uma rápida cobertura para tentar me esconder de qualquer inimigo que ainda poderia estar escondido em meio as jaulas, se sentisse algum ataque vindo, tentaria abusar dos meus reflexos para que, em um rápido movimento, pudesse saltar em uma direção contrária ao golpe e esquivar do mesmo, já sacando as minhas duas adagas para um possível combate contra o tal ser.

Em caso de encontrar Anne, acenaria em sua direção. – Anne! Está tudo bem?! – Daria um sorriso meio torto, procurando apenas demonstrar mais empatia do que uma verdadeira felicidade, coisa da qual não estava sentindo naquele momento após observar os corpos mortos. – Mary tá organizando todo mundo, é hora de ir, vamos? – Perguntaria, acenando com a mão a direção que deveríamos seguir.

Assim, concentraria em sair daquele local já prevendo que Anne teria ganho o seu combate já que nunca a vi sofrer em uma luta física e estava acostumada em ver a tritã se sobressaindo de forma monumental acima de seus inimigos. Por isso, não tinha tanta preocupação com ela... O que me incomodava era o que ela sentiria ao ver os tritões mortos em meio ao combate contra os escravistas.



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Dependência (Café) – 6/10


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Mephisto
Avaliador
Re: I - Não existe sombra sem luz. Qui Jul 15, 2021 7:45 pm
Missão 1


Naquele ponto as coisas pareciam ter sido controladas, todos libertos, muitos feridos, mas ainda assim, a vitória era nossa, tudo parecia normal, exceto pelo meu oponente maluco, gritando e esbravejando. Eu não podia simplesmente deixar que as coisas fossem demorar mais, afinal até mesmo o lider ali havia sido derrotado, então iria fazer uma pose firme. Com as pernas entreabertas.

Desferiria um soco tripo, com as três mãos boas. A ideia era muito simples, puxar a umidade do ar, para não ter de me aproximar dos movimentos de espada, aumentando o meu alcance, assim, não precisando tocar meu oponente com as mãos, para realmente finalizar sem dar chance de ele me machucar ou machucar outros se recuperando.

Nesse exato momento, usaria de meus punhos lançando os golpes de ar úmido disparando contra ele, de uma só vez, tentando finalizar com certeza ele. Então, se não fosse suficiente, repetiria por mais três vezes. E por fim, voltaria pra falar com a pequena. -Ta tudo bem sim, vou precisar só tomar banho, e tratar os cortes que levei. Mas to inteira.- comentaria, agora ajudando elas a terminar o que precisasse.

Carregar prisioneiros pra fora, e também tranquilizar os escravos, falando um pouco sobre a vitoria.-Não existe força, que possa cercear a liberdade. Nascemos livres, vivemos livres, e mesmo que muitos possam tentar cortar nossas asas nunca será suficiente. Sempre existe força, não se deixem ter suas vontades roubadas, apenas pensando em viver mais um dia, pois isso não irá lhes garantir nada, sempre vale a pena lutar por si, nunca desistam de si mesmos. Mesmo que tudo diga que devam.- Comentei com um sorrisão no rosto, dava pra ver o ar de vitória, mesmo as grandes custas, eu queria demonstrar que tudo ali valeu a pena.

Soube desde o começo que não seria uma vitória limpa, mesmo assim, não me arrependia de ter inflamado o coração deles como pude. Naquele ponto, queria apenas mostrar o quanto a liberdade era valiosa, olhando nossas perdas meus olhos ainda se encheram de lágrimas, queria ter salvo ainda mais, por isso precisava ser forte, ficar melhor e dominar meu corpo, dominar as águas e um dia ser aquela que vai libertar todos eles.




Historico:
Vantagens & Desvantagens:

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I - Não existe sombra sem luz. - Página 4 2sfsWNF