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Kenshin
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Cabras da Peste, vol 1- Amanhecer do Sul Qua Maio 12, 2021 12:21 am
Relembrando a primeira mensagem :

Cabras da Peste, vol 1- Amanhecer do Sul

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Deep Scaleback. A qual não possui narrador definido.

_________________

Cabras da Peste, vol 1- Amanhecer do Sul - Página 6 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Subaé
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Amanhecer do sul, 16


A situação mais desafortunada se tornou real. Zayn me cobrou sete milhões e uns quebrados pelas bebidas. Só pelas bebidas! Eu não tenho idéia de onde vou arranjar tanto dinheiro assim, e para ser realista, se eu tivesse não pagaria.
Não depois da audácia que ele teve ao rir de mim.
Eu sou um cabrito velho, não um palhaço.
Peguei a alga em meu bolso, olhei um pouco para ela com uma cara de nojo e depois comi.
“espero que valha a pena… Hummm é gostoso!!”

A comida me concedeu um bem estar incrível, entretanto meu peito doía e a respiração estava cada vez mais pesada e cansativa, eu preciso tomar esses remédios… Sendo assim, antes de qualquer outra coisa, recolheria um dos remédios em meu bolso e depois engoliria o remédio com ajuda de conhaque. Depois de secar a garrafa, arremessaria a mesma na cabeça do servente que estivesse mais próximo de mim - ZeBebEbEbEBeBebe!! Sinto te informar … Hic.. Que não vai receber um centavo até o dia que aviste as caravanas de ali… hic.. Ababwa - Neste ponto Zayn já estava ciente da mentira, essa foi a minha maneira de deixar claro que não iria pagar.

Cabras da Peste, vol 1- Amanhecer do Sul - Página 6 Bebe_a11

Minhas próximas ações não foram pensadas, meu corpo guiado pela mente sem lucidez apenas seguiu o instinto que queimava em mim. Um instinto que não aceita curvar a cabeça ou recuar perante uma briga. Não por raiva ou justiça, mas por puro orgulho e teimosia.

Avançaria contra Zayn o mais rápido que meu atletismo permita, correndo em passos desajeitados e sem muito equilíbrio contornaria os inimigos que avançassem contra mim -Ôpa!- seja pulando por cima deles -Licencinha- ou dando uma cambalhota por debaixo de suas pernas seguida de uma rasteira -Sai da frente, miseria!! - Seguiria até o chefe deixando os outros para trás.

Caso alcance Zayn, estaria atento para esquiver de algum potencial ataque que ele desfira, e neste caso cambalearia para o lado oposto go golpe, sempre me afastando um pouco mais do que o suficiente. Um homem daquele porte com toda certeza deve ser muito forte e é por isso que eu o chutaria em um lugar onde nem o mais forte dos fortes tankaria. Sem muita delonga e com pouca performance, assim que a oportunidade surgisse eu chutaria bem no meio das pernas do lorde de sal. Girando meu corpo em um movimento de estrela, contornaria o pobre homem que levou meu chute  me colocando entre Zayn e seus dois seguranças particulares (E por consequência os que estiverem perto deles também).

Antes que meus pés (ou melhor, cascos) tocassem o chão novamente, aproveitaria minha posição para girar o corpo horizontalmente com as mãos desferindo uma sequência de chutes  nos inimigos próximos.

-ZABUMBADA ESTÓICA!!!!


off:

Zabumbada Estóica:

Estilo Bebe, Arrota e Peida:

Histórico::


Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.
-Roubar remédios da farmácia
-Encontrar o bonde
-saciar vício
-Aprender proficiências Condução e Astronomia
-Prender o anão perneta dentro de uma garrafa. (NPC companheiro)
-começar a desenvolver liderança
240/240100/1002/1015/15

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Formiga
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Cabras da Peste

Vol 01 - Amanhecer do Sul


Dia 01 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 16


Todos

Toda a farsa montada por Subaé e Blade caia por água abaixo, Zayn revelava suas verdadeiras intenções mostrando que estava apenas se divertindo enquanto comia, mostrando um senso de humor incomum. Entretanto, parecia que ele não conhecia as peripécias do lendário Capitão e sua trupe de desajustados loucos por uma bela briga, exceto Blade, que normalmente preferia resolver as coisas de maneira democrática, porém, anteriormente na primeira batalha em grupo acabou matando duas pessoas de uma maneira cruel, revelando o seu lado mais obscuro. Todos realizavam a ingestão do termogênico natural obtido pelo tritão em seu pacífico mergulho, aquilo proporcionou a eles um pequeno “buff”, mas, nada tão grande assim, é claro.

Ao escutar as palavras proferidas pelo trio Zayn e seus homens pareciam prontos para batalha, contudo, o anfitrião principalmente observava as atitudes do canino, diferente do esperado em uma briga, inicialmente ele não partia para cima de nenhum deles, mas sim buscava por uma das janelas e seus olhos entraram em contato com a grande lua cheia que pairava no céu, aquilo despertava seus instintos mais profundos, o mesmo era dominado por uma selvageria indescritível e não só isso, seu corpo também sofria alterações daquela herança genética que para uns, podia ser dito até mesmo como uma maldição. Seu corpo crescia, seu pelo mudava e sua aparência, que antes lembrava um humano, agora estava repleta de fúria. Um uivo estrondoso viajou por todo território do salão, em contrapartida, a tal transformação que enchia os olhos de Zayn, o tritão chamava sua atenção ao também realizar uma espécie de transformação, onde seus músculos cresciam enquanto suas grossas escamas lutavam para conter toda aquela abrupta mudança, o som vindo do seu corpo era algo que fazia Zayn sorrir – ISSO! – Ele gritou enquanto ficava perdido, não sabia para que lado olhar e voltava sua atenção até o Mink, que estava bem próximo a ti.

A trupe estava pronta para o duelo, com selvageria Blade investiu para cima dos homens que estavam próximos a ele, agarrando-os pelas cabeças e ”aplicando” o electro, uma descarga de eletricidade que percorria todo o corpo dos homens, que não conseguiam mostrar suas habilidades perante a tamanha ferocidade que emanava do canino. Zayn ao ver aquela cena gargalhava de maneira fora do comum, era como se estivesse gostando de toda a situação que estava vendo com seus próprios olhos. O colossal tritão corria em direção ao anfitrião – que ainda continuava no mesmo lugar – como esperado pelo mesmo os capangas não deixariam que ele chegasse até o chefe tão fácil assim, dois dos homens que estavam vindo da região da porta corriam contra o tritão, um deles estava alguns passos a frente, indo na linha de colisão do trem desenfreado que estava vindo, seu punho estava alguns centímetros abaixo da flutuante, no momento que Deep entrou em seu raio de ação o mesmo disparou um veloz e potente soco, que parou nas escamas do homem peixe, este último não perdeu tempo e desferiu um golpe que carregava toda a magnitude da sua existência, uma combinação de todas suas habilidades acertava em cheio a região da têmpora, o som do crânio quebrando podia ser ouvido por todos presentes ou seria apenas o rangido que as escamas estavam fazendo? O homem que estava um pouco atrás não se intimidava com aquela cena e continuava sua investida, aplicando um chute na caixa dos peitos do tritão, que também se mostrava ineficiente perante a força da natureza, de maneira rápida utilizava o mesmo como impulso, lançando-se para trás. Deep podia ver o anfitrião cada vez mais próximo, quiçá em sua mente podia sentir os seus ossos se quebrando com o choque que estava próximo a ocorrer, porém, de uma forma abrupta ele sentiu que algo o atingiu de baixo para cima, na altura do seu queixo, o golpe era forte o bastante para que mesmo naquelas condições ele ainda sentisse uma certa dor e pior ainda, ele notava que a sua investida havia sido interrompida com aquele movimento.


Cabras da Peste, vol 1- Amanhecer do Sul - Página 6 Screen11


Não parando por aí ele sentia seu corpo sendo empurrado para trás por um trabalho em equipe sem igual, os dois homens que vinham da porta com o último que atacou o tritão com o chute, aproveitando-se do momento pularam na direção do mesmo, apoiando ambos os pés em seu tronco e empurrando com toda força que lhes fora dada por Deus, lançando-o cerca de dois metros para trás – Vamos cuidar desse. – Disse o homem responsável por parar a investida de Deep O tritão se encontrava em uma situação perigosa, quatro homens estavam à sua frente, sendo um deles o que mostrou capacidades para-o parar, atrás, apenas um homem se mantinha atento aos seus movimentos e parecia que a qualquer momento pularia em suas costas.

Zayn batia palmas Alegre com tudo aquilo que estava acontecendo ao seu redor, Blade havia detonado dois dos seus homens e continuava sua investida em direção agora ao segurança N1 (Gladios) de Zayn, talvez fosse efeito da sua transformação, mas, o mesmo NÃO estava com uma lança. Vendo que a fera vinha em sua direção ele caminhou visando tomar a frente da batalha, para evitar que seu mestre fosse pego no fogo cruzado – Bom menino... – Disse Zayn. No momento em que Blade tentava tirar uma lança imaginária de sua mão, era acertado por um chute que mais parecia ser uma bala de canhão, aquilo jogava o animalesco alguns metros atrás, chocando com as cadeiras e mesas que até então estavam arrumadas – Gladios! Como sempre mostrando toda sua capacidade desde os primeiros momentos. – Elogiava Youssef voltando sua atenção ao caprino, que nesse meio tempo já estava na peleja contra um dos seguranças que anteriormente encontrou no corredor, o mesmo cortou a distância entre o balcão e seu chefe em questão de segundos, o Bode mostrando suas habilidades saltava por cima do mesmo, continuando sua investida contra Zayn. Contudo, para o azarado capitão ele tinha escolhido o pior alvo entre todos, minto, ele foi – por sorte – o único a conseguir chegar perto o bastante do anfitrião, este realizava um ataque simples esbanjando um sorriso no rosto, um Jab, seguido por um direto, os golpes mais básicos do pugilismo. Por mais que estivesse atento uma diferença na velocidade de ambos se mostrava extremamente cruel, o capitão era acertado pelos dois golpes, ambos na testa, não parando por aí um cruzado era desferido tão rápido quanto os primeiros golpes e uma movimentação com os pés era realizada, saindo da linha de ação, deixando o corpo do Bode passar direto – Shurororororo! Tanto tempo que não luto. – Proferiu o homem mostrando que ainda estava brincando com seu oponente.

Um dos homens – o que estava mais longe na região do balcão, próximo à porta da cozinha – passava correndo por Zayn e Gladios, indo em direção à fera que parecia não ter tomado danos consideráveis ou pelo menos não estava sentindo ainda. Subaé, por outro lado, se encontrava caído próximo a Zayn, sentia como se sua cabeça fosse explodir, contudo, ele ainda estava bem. Cerca de dois metros à sua direita Gladios estava em pé, olhando diretamente em sua direção e a sua esquerda, cerca de um metro ou até menos, Zayn socava o ar como se estivesse brincando. Por último fortes batidas ocorriam na porta do palácio, cerca de três antes que - de maneira forçada - a mesma fosse aberta e uma dupla surgisse na porta, suas vestes eram pretas, um deles estava de boné e ambos quase que instantaneamente partiam para cima de Gladios, atacando-o com sinergia e ferocidade, o homem se defendeu com dificuldade, mas, foi obrigado a de afastar do seu mestre.




Histórico Geral:

Legendas:

Log de combate:


Última edição por Formiga em Sex Jul 09, 2021 7:25 am, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : Ajeitando histórico do Subaé)
Deep
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DeepAssociado
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Minha técnica ao ser usada assim logo de cara era uma tentativa de limpar os inimigos e os impactar na luta para facilitar o resto da luta após o fim do efeito, já esperava nocautear alguns numa porrada, mas sentir dor e ser jogado para trás era inesperado, aparentemente essa luta seria mais interessante do que eu imaginava, no entanto, os quatro a minha frente mantinham uma distância ao invés de correrem para cima instantaneamente e o que estava atrás de mim parecia esperar o melhor momento para atacar também. Minha transformação acabaria logo, o que faria sentir mais dor e ter menos força, não muito, mas ainda assim colocaria eu e os inimigos numa situação onde eles teriam alguma vantagem… Ou será que não? Eu sei que sem a técnica, posso inflar, eles não, estão buscando aberturas para atacar, um estilo de luta tão fraco e medroso… Já perderam a luta em suas mentes.

-O que foi? Me acertaram um soco, me jogaram para trás e agora? Se vocês não vem…

Rugiria e correria para cima dos quatro sem hesitação, sem medo, esse era meu estilo de luta, até onde eles terão coragem de continuar erguendo seus punhos contra mim? Não é uma disputa de força, não sou o mais forte dos mares… Mas coragem... Não me teste, vou te assustar.

Com inimigos próximos desferiria socos com meus sólidos punhos tentando causar o máximo de dano aos inimigos, tentando os socar e os jogar uns nos outros com minha força.

Se atacado, formaria uma base para não ser movido e forçaria a parte acertada contra o próprio ataque, gargalhando logo antes de tentar usar o tempo do ataque para acertar um agarrão no membro dos atacantes usando minhas mãos, tentando logo depois arremessar qualquer um que eu pegasse contra o teto.

Se alguém se agarrasse a mim, me jogaria sobre o oponente mais próximo, com o agarrado virado para baixo, tentando esmagar mais de um com a queda.

Se minha técnica terminasse e eles se alegrassem a me atacar, assim que se aproximassem, tentaria me inflar o máximo que desse no local, para surpreender eles e os empurrar, nesse momento se alguns deles fossem empurrados para perto dos meus braços, os seguraria e murcharia trazendo os agarrados um em direção ao outro fazendo eles se chocarem.

Se eu estivesse ao lado de algum inimigo caído que tentava se levantar, pisaria em sua cabeça com toda minha força e peso para tentar o fazer ficar caído.
Histórico:




_________________

Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

Cabras da Peste, vol 1- Amanhecer do Sul - Página 6 R69xxX4
Jupges
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JupgesCivil
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Blade
Lobão
Antes de receber o golpe, na mente do lobo só se passava a ideia de morte, sangue e violência, depois do golpe na mente do lobo só se passava a figura daquele que ousou reagir. O lobo se recuperava e respirando fundo dava o latido mais alto que pudesse, a voz rouca e cansada devido a transformação podia sofrer alterações, mas depois de rugir o lobo se levantaria bípede.

Esperaria no mesmo local com a sua postura totalmente ereta, observando o segurança que ousou entrar em seu caminho contra sua presa, a cabeça levemente torcida, Blade esperaria pelo ataque do segurança, quando o segurança atacasse, Blade tentaria agarrar seu braço ou sua perna e se jogaria para trás com ele, tentando derrubar o segurança para cima de seu corpo, se o segurança caísse em cima dele, Blade aproveitaria para morder sua jugular, abraçando o segurança e alternando as posições, rolando lateralmente no chão para deixar o segurança intrometido em baixo do lobo.

Se o segurança não caísse em cima de Blade, ele apenas aproveitaria a oportunidade para dar continuidade ao seu ataque contra Gladios, se levantando rapidamente e indo em direção ao seu atacante.

Blade agora corria para cima de Gladios, e via mais 2 figuras sem se importar com elas, caso eles se colocassem no caminho Blade empurraria com violência os dois, usando de seu peso corporal agora ampliado para realizar uma espécie de encontrão contra os homens. Se focando no Gladios, Blade iria em cima do segurança em movimentos de zigue-zague para confundi-lo, pulando de um lado pro outro, se o segurança atacasse Blade se jogaria no chão para evitar o ataque e morderia a virilha de Gladios, puxando a carne com violência.

Continuando o ataque Blade encravaria suas garras dianteiras nos ombros de Gladios e as traseiras na sua barriga, se apoiando em cima do segurança e mordendo a área de sua cabeça ou pescoço, se retirando de cima dele puxando suas unhas e boca para trás juntas de seu peso. Blade então se jogaria em cima de Gladios utiizando de seu peso, para tentar imobilizar ele no chão e começaria a corta-lo com suas unhas e morder ele incansavelmente.

Caso Gladio continuasse a reagir Blade simplesmente jogaria seu corpo contra o ataque de Gladio, cortando o ataque no meio recebendo parte do dano, e mordendo em seguida o braço do Gladios.






objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:
Subaé
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Amanhecer do sul, 17

Dois socos foram o suficiente para derrubar as minhas  expectativas. Esse maldito Zayn é forte viu…Não importa, os meus companheiros  estão dando o máximo deles na batalha que acontece logo atrás de mim,sendo assim eu preciso fazer o mesmo.

Pensei em deixar o lorde para depois e nocautear o seu guarda costas mais próximo, mas dois homens de preto invadiram o palácio e avançaram contra o mesmo. Não sei quem eles são, mas neste momento são o inimigo de meu amigo, então são uma espécie de aliados.

De joelhos no chão, saltaria abruptamente para me levantar (Fazendo na frente do rosto e do peito uma base defensiva com os braços) aproveitaria o movimento e a proximidade para dar uma cabeçada no queixo do pugilista. Depois, chutaria seu abdômen para arremessar o meu corpo para trás a fim de me distanciar do mesmo.

Caso ele me golpeie, bloquearia o soco com uma das pernas (usando a canela). Usando um pouco de força contra o golpe, aproveitaria do impacto para me distanciar.

Não sei quem me falou certa vez, “a melhor defesa é o seu ataque''. Sendo assim, bolei um plano.

Já em pé e encarando o inimigo, aguardaria até que o mesmo desfira seu próximo golpe, e neste momento eu daria uma forte cabeçada em sua mão. Independente da força do golpe ou da dor que eu sinta, apenas me manteria de pé na frente dele, se eu caisse, me levantaria, então aguardaria o próximo ataque.

Quanto ele desferisse o segundo soco, diferente da primeira vez, eu NÃO golpearia sua mão com minha cabeça.
Curvaria meu corpo para me esquivar de seu golpe, e quando Zayn estivesse com o braço esticado eu abraçaria seu braço e me puxaria para perto com um salto, para em fim dar-lhe uma joelhada na orelha. Aproveitaria a situação para morder a mão do nobre forte o suficiente para que meus dentes deixem uma marca permanente.

Logo depois, me afastaria de Zayn (O suficiente para não tomar no cu desprevenido) e olharia ao redor em busca de alguma faca grande, peixeira ou cutelo. Ou quem sabe um taco de sinuca? Enfim, buscaria por algum destes objetos e caso aviste algum, correria até o mesmo para recolhe-lo.

Se Eu estiver levando uma surra, e apenas neste caso, observaria o meu redor em busca de uma janela, e nesse momento observaria o luar resplandecente de Petra Yuni.


Histórico::


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-Roubar remédios da farmácia
-Encontrar o bonde
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Cabras da Peste

Vol 01 - Amanhecer do Sul


Dia 01 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 17


Todos

A batalha que ocorria no interior do Palácio de Sal tirava a tranquilidade que reinava no recinto, parecia que se perdurasse por muito mais tempo alguns curiosos não resistiriam a vir e aquilo com certeza traria uma série de malefícios ao renomado local e também ponto turístico de Petra. Contudo, o ambiente se mostrava cada vez mais hostil com o trio nada convencional que ali estava inserido, o capitão e seus dois membros lutavam arduamente contra forças que pareciam superar as suas capacidades, mas, eles não arredariam o pé dali por nada nesse mundo.

O robusto Scaleback se mostrava de certa forma surpresa pelo fato de alguém ter conseguido causar dor em seu corpo recheado por gordura músculos, parecia que diferente das outras, essa luta não seria fácil para o peixão. Mesmo em desvantagem numérica e com um oponente hábil o bastante para lhe causar danos, ele – assim como os outros membros da tripulação – continuaria enfrentando toda e qualquer adversidade que pudesse a vir existir em seu caminho. Uma afronta era liberada dos seus lábios e aquilo fazia saltar uma veia que cortava a testa do homem responsável por lhe causar dor – Você está zoando o God Dog? – Questionou irritado observando o rugido seguido da investida do tritão. Enquanto investia Deep conseguia notar que dois dos seus inimigos também realizavam a mesma ação, no momento do choque uma troca de socos acontecia e talvez para surpresa do tritão, aqueles homens mostravam reflexos capazes de desviar dos socos do homem peixe, em meio aos desvios alguns golpes conseguiam ser conectados no tronco do tritão, mas, que para ele não passava de uma simplória massagem em seu abdômen. A dupla não conseguia manter a constância nas suas ações e logo um deles se via sendo lançado ao ar pelo tritão, se chocando no teto e recebendo graves danos ao cair no chão – Seu merda! – Era a única coisa que o homem peixe conseguiu escutar antes de sentir três dores pontiagudas na região do seu tronco, por mais que forçasse seu corpo contra os ataques que vinham em sequência, ele sentia que sua artimanha não era o bastante para diminuir o impacto causado por God Dog, que – diferente dos outros – mostrava o vigor necessário para manter a constância de suas ações e gradativamente aumentar os danos causados no corpo do tritão, já que como uma metralhadora, acertava mais e mais socos movendo-se com velocidade em volta do homem peixe.

Os homens que restavam sentiam um aumento em sua moral ao ver o seu superior lidando com o tritão e ganhavam ainda mais confiança para realizar seus ataques, em contrapartida, a técnica utilizada por Deep já estava chegando ao fim e ele via aqueles homens indo em sua direção. Como – talvez – um último recurso utilizou das suas capacidades raciais para inflar todo o seu corpo no momento em que eles estavam prestes a atacar, de maneira súbita lançou os homens alguns metros atrás – inclusive o único capaz de causar danos satisfatórios ao tritão – Que porra é essa? – Gritou God Dog encarando aquela esfera rechonchuda – Toda hora o caralho de uma coisa diferente! – Gritou novamente visivelmente irritado com toda a situação. Um dos seus homens – caído ao seu lado – tomou rapidamente a iniciativa de ir em direção ao tritão, contudo, recebeu um forte soco em sua face e foi lançado contra o balcão – Ninguém mais se envolve, ele é minha presa agora. – Disse tirando o terno.

Em outro ponto do salão podíamos ver o capitão da trupe em maus apuros, estava no chão ao sentir a diferença de poder entre ele e o anfitrião do local, mas, assim como Deep ele não ligava para coisas triviais e não se renderia perante um inimigo. Sua primeira ação foi agir de maneira abrupta logo após levantar, aproveitando a distância para realizar uma tentativa de ataque em Zayn, que, por outro lado, desviava majestosamente do ataque desferido pelo caprino, desferindo um soco carregado com um poder maior que os dois primeiros na direção do bode, esse último não era lá muito inteligente, mas, naquele momento em específico tinha se superado. Ao defender com a canela sentiu a mesma trincar, como se uma fissura abrisse por quase toda a extensão da sua tíbia, causando uma dor que pioraria com certeza quando a adrenalina baixasse.

Por fim, antes mesmo de conseguir realizar qualquer uma das ações descritas ele ouviu e viu uma explosão acontecer alguns metros à sua frente, na direção onde os dois homens estavam anteriormente lutando contra Gladios. Uma espécie de fumaça roxa se espalhava rapidamente pelo local e uma sensação de "perigo" se espalhou por todos ali – Não respirem essa merda do Ahi. – Gritou Zayn se afastando em uma velocidade que o Bode não era capaz de acompanhar. Da fumaça ele via um homem alto de roupas pretas, cabelo curto e escuro com alguns ferimentos em seu rosto sair carregando Blade – que estava desacordado no momento – Corram agora! – Falou o homem próximo a Subaé. Um pouco atrás ele percebia que Deep chegou literalmente rolando, como se estivesse sido chutado por alguém e poucos segundos após sua chegada, o outro homem de roupa preta surgia – Precisamos sair agora! – Disse ofegante.

Da fumaça um grito furioso era emitido – Iremos segurar ele, corram daqui e encontrem meu chefe lá embaixo. – Disse um dos homens voltando sua atenção para o furioso Gladios que vinha disparado em sua direção, interceptado pela dupla que voltava ao combate, uma sequência monstruosa de golpes foram desferidos por cada um deles, o som ecoava pelo local e era até mesmo capaz de afastar aquela fumaça que pouco a pouco ia se esvaindo do local – Lorde Subaé... já estou voltando. Shurorororooro – Falou Zayn atrás da fumaça. Se eles reparassem um pouco mais na luta podiam ver que Gladios parecia mais cansado que o normal, como se estivesse tendo uma certa dificuldade para respirar, mas, ainda sim, se mostrava um tanto quanto mais forte do que a dupla que continuavam com dificuldade de segurar a fúria emanada pelo homem.  Por último, a dupla ouvia uma movimentação que acontecia atrás da fumaça e uma silhueta surgia do alto vindo na direção deles, atravessando a fumaça.




Histórico Geral:

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JupgesCivil
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Blade
Lobão
Blade abria os seus olhos levemente, exausto e olhava de relance para a figura que carregava ele, o ser parecia ser menor que ele, o que causava a Blade um certo estranhamento.

Mais estranho que isso foi o último flash que Blade teve enquanto ainda estava transformado, de ele se preparando para atacar um segurança e em seguida tudo se apagara, a última reação de Blade antes do mesmo desmaiar por conta da exaustão, foi assoviar chamando Lua para acompanhar ele.

Logo depois o mesmo fechava os olhos exausto, sem reação quanto ao mundo ao seu redor, se deixando ser carregado pelo homem misterioso. Mas em uma última tentativa sem esperanças, tentaria me libertar do homem mesmo que exausto, mesmo sem muita esperança de me soltar esperando que o homem não usasse de força para me prender aproveitaria e tentaria observar mais do ambiente tentaria analisar o que aconteceu enquanto eu estava desacordado e veria meu capitão no chão nesse momento caso eu tivesse conseguido me libertar, exausto iria até Subaé e tentaria ajudar ele a se levantar.

Blade cansado apoiaria Subaé nos braços e começaria a andar até a porta o mais rápido possível, no caminho diria -FUDEU CAPITÃO BORA SAIR VAZADO!. Blade tentaria sair pela porta e se chegasse nas ruas ele continuaria caminhando para o mais longe possível, se Lua ouvisse o assovio ela provavelmente estaria seguindo o dono neste exato momento.






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Os oponentes pareciam muito nervosos comigo e com minhas cartas na manga, pois assim que minha técnica terminou, passei a usar de minha capacidade de inflar na luta, tirar trunfos da manga assim acabavam por sentirem a pressão e ficarem putos.
O principal oponente parecia se preparar para uma luta mais ferrenha, ele parecia forte, assim como parecia não estar em seu máximo ainda, pois bem, eu também ainda tinha mais poder do qual usufruir em combate, até o momento estava apenas testando técnicas e me aquecendo, logo Subaé e Blade vão terminar suas lutas e vamos rir da cara desses…

Subaé e Blade estavam perdendo suas lutas de alguma forma, aparentemente seus oponentes eram fortes, talvez mais que o meu até, minha técnica havia me deixado com a visão focada no ataque, esqueci completamente de olhar meus companheiros, perder eles aqui seria o oposto do que treinei para conseguir… Talvez eu conseguisse atrair os golpes dos outros para tentar lutar com todos, não seria provável a vitória, mas daria tempo aos outros dois.

No entanto, uma explosão de gás ocorria, eu tomava um chute e acabava por rolar devido a estar fora de base, dava de cara com um homem que entrava ali, pelos gritos dos oponentes para tomarem cuidado, diria que ele era alguém que estava mais interessado em comer o rabo do Zayn, famoso inimigo do meu inimigo, o homem falava sobre segurar os inimigos para que corrêssemos.

-EU NÃO VOU CORRER, CARALHO…

A fala saia automaticamente da minha boca e eu me colocava em pé para lutar, mas a visão de meus companheiros naquele estado me preocupava, não queria permitir que eles morressem e não possuía forças para garantir a vitória ali, eu ainda era fraco pra esse encontro e a frustração era enorme.

Cerraria meus dentes, soando de raiva e frustração, exitaria por um segundo e morderia meu lábio inferior até sangrar.

-AH CARALHO…

Decidido pegaria Subaé com uma mão e Blade com a outra, tinha que sair dali, obviamente os caras eram temporariamente aliados, mas não dava pra saber suas reais intenções para conosco, assim como não podia arriscar uma emboscada com meus companheiros feridos. No entanto fugir sem algum tipo de proteção poderia ser pior… Ah caralho… Foda-se.

Com meus companheiros, um em cada braço, correria pra rua com uma careta, procuraria ver se a rua possuia alguma queda ou apenas correria até perceber alguma, segurando eles inflaria e me jogaria na descida segurando eles ao lado para tentar não amassar eles, minha ideia era rolar rua abaixo para pegar distância da briga, faria isso até o mar ou o deserto, procuraria uma gruta ou local abandonado para entrar, local onde jogaria os caras no chão.

-MAS QUE MERDA… O QUE ACONTECEU? PORRA… Dez anos separados e vocês apanhando pra dono de bar, porra? Fizeram o que nesse tempo? aprenderam crochê?

Nervoso eu socaria alguma parede ou porta próxima.
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Amanhecer do sul, 18
Soundtrack post 18:

Meus movimentos foram facilmente previstos pelo pugilista. Não consegui acertá-lo e, ainda por cima, ao me defender (Com a perna esquerda) senti uma tremenda dor aguda no local golpeado que logo se estendeu para todo o resto da perna.

Cabras da Peste, vol 1- Amanhecer do Sul - Página 6 Quebro10

Gritei quando tentei apoiar a perna novamente no chão, a dor foi tanta que apenas caí debruçando-me sobre a perna ferida.

Felizmente, mais uma vez, fui salvo pela intromissão da “Sorte”. Por acaso, aparentemente, Zayn tem outros inimigos além de mim e pelo visto a minha baderna foi útil para eles.
Sendo assim, a batalha deles me será útil também.
Amo trocas justas.

- Te agradeço mais uma vez - Falei em voz baixa. Caso tenha interesse em saber, meu agradecimento foi direcionado para ela, a mulher mais acolhedora e ciumenta que existe neste mundo.Seu nome é Sorte: A mulher invisível que me segue para onde quer que eu vá.

Observaria ao meu redor, no chão, em busca de alguma coisa interessante que tenha caído no chão do bar no meio do tumulto. Dinheiro, alguma jóia, souvenires, documentos, mapas ou quem sabe alguma arma qualquer… Qualquer coisa que pareça custar uns bons Bellyes…. pegaria o objeto em questão e guardaria em um dos bolsos.

Buscaria também alguma cadeira ou mesa de madeira próxima (uma mesa seria melhor) - Isso vai doer - Ainda no chão, deitado, chutaria com minha perna direita alguma das pernas de apoio de cadeira/mesa para que a mesma quebre.
Depois, rolaria para me desviar da cadeira/ mesa, caso ela caia em minha direção.

O impacto do golpe, mesmo sendo com a perna boa fez a minha canela esquerda pulsar de dor - PUTA QUE PARIU!! - Não tem jeito, mesmo eu já tendo recebido mais ferimentos mortais do que eu gostaria o meu corpo não se acostumou a dor intensa…

Caso eu consiga quebrar a perna da mesa/cadeira, usaria a mesma como bengala, me apoiando para conseguir caminhar. Caso a mesma não quebre, buscaria por alguma outra coisa perto de mim para que eu possa improvisar uma bengala.

Deep estava se saindo muito bem no combate, mas minha real preocupação é com Blade e Lua. Uma subiu de meu campo de visão, enquanto o outro estava aparentemente desmaiado nos braços de um desconhecido.

Uma passo de cada vez, seguiria em passos dolorosos em direção ao meu companheiro canino…. “Tec!”... bateria forte a “bengala” no chão antes do próximo passo...

Tec....tec... tec…

Ao me juntar com Blade, abraçaria-o com um braço (direito) e com o outro braço (esquero) me apoiaria na bengala - Se apoie em mim amigão - Não apoiaria meu peso sobre Blade já que o mesmo aparentava estar demasiado fraco, ao invés disso, apoiaria o meu peso sobre a bengala improvisada e usaria ele apenas como apoio para não perder o equilíbrio.

-Cadê Lua? - questionaria caso a mesma não estivesse com o dono.

Caso Deep apareça e me carregue em uma das mãos eu me sentiria um tanto envergonhado e inútil -Ô SEU BACALHAU AZEDO, TA VIAJANDO É? - Enquanto o mesmo corresse comigo em suas mãos eu espernearia, balançando os braços e bufando - ME BOTA NO CHÃO! TU NÃO TÁ VENDO QUE EU TAVA CONSEGUINDO FUGIR PERFEITAMENTE BEM NÃO???

Espernear doía um bocado, e até deu pra aguentar pois eu estaria sendo carregado, mas assim que o mesmo começasse a rolar, tudo o que eu conseguiria fazer seria chorar de dor por conta das possíveis batidas que minha canela tomaria durante todo o percurso
- CUIDADO COM MINHA PERNAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA………

Ao final do rolamento, eu estaria tontinho, em minha cabeça tudo continuaria girando, mesmo que Deep me colocasse no chão de novo - Me bota no chão…..- Deitaria com a barriga para baixo, posicionado, e vomitaria toda a bebida e um pouco mais. - Puta que pariu peixão… como é que você aguenta rolar desse jeito….- e vomitaria mais um pouco.

-Bora pro bar de Tulin, preciso que o Peri dê um jeito na minha perna...


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Proficiências:
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-Carismático
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-Destemido
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-Idioma silvestre
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Defeitos:
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-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
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-Apegado (ao chapéu)
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-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.
-Roubar remédios da farmácia
-Encontrar o bonde
-saciar vício
-Aprender proficiências Condução e Astronomia
-Prender o anão perneta dentro de uma garrafa. (NPC companheiro)
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Cabras da Peste

Vol 01 - Amanhecer do Sul


Dia 01 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 18


Todos

Entre alguns deslizes e escolhas erradas, o trio se encontrava em perigo. De um lado Deep, resmungava a quem quisesse ouvir que ele não sairia dali, a luta nem bem tinha começado para, ou será que seu oponente não se equiparava em força aos dois homens enfrentados por Subaé e Blade? Do outro lado tem o capitão que – literalmente – tomou um sacode de Zayn, a diferença de forças era grande, mas admito que ele não arredou o pé, mostrando para que veio. A perna trincada causa-lhe dor, a fissura criada após um soco do seu oponente se estendia por alguns centímetros em seu osso. O Bode sentia uma forte e aguda dor ao tentar utiliza aquela perna como um apoio, pareceu entender que necessitaria de algum tempo para que pudesse recuperar totalmente a sua força. No meio desses dois existia um homem, na verdade, um mink canino que havia abandonado até então sua racionalidade no momento do combate, talvez, se a situação fosse um pouco mais favorável ele teria conseguido saciar a sede selvagem por sangue que tomou conta de si, após sua transformação. Blade foi o mais afetado dos três, também, o lobo tinha se jogado de cabeça em meio ao caos instaurado no Palácio, será que estava tentando assumir a responsabilidade por toda a situação? Sinceramente, não sei. Assoviou para que Lua retornasse, mas, por algum motivo, não obedeceu ao comando.

Subáe como um bom aproveitador de situações, buscava achar algo em meio aquela bagunça. Para sua infelicidade anteriormente o salão havia sido limpo pelos empregados da casa, apenas lixo – que foi espalhado pela briga – era encontrado pelo menos, alguns pedaços de madeira que voaram após Blade ser lançado contra elas, mas, nada de útil. A luta ferrenha da dupla misteriosa continuava contra Gladios e aquela silhueta vindo da fumaça se mostrava ser God Dog, que ao atravessar a cortina recebia um único e forte chute no abdômen – de um dos homens que estavam enfrentando Gladios – sendo lançado contra o bar. O homem que acertou o rival de Deep, tirou a camisa rasgada demonstrando um físico bem trabalhado, sua musculatura parecia transpassar a pele de tão aparente que estava, mas, a coisa que mais chamava atenção era uma marca de garras – recente – em suas costas, parecia que um animal tinha rasgado de ponta a ponta, diagonalmente o homem.

Por mais que Deep quisesse continuar o embate ele via que a situação não estava muito boa, Subaé se encontrava de pé utilizando a perna de uma mesa como apoio. Pegou Blade com uma mão e Subaé pela outra, desse último ouviu algumas reclamações, o orgulho de um capitão se mantinha firme, provavelmente estava sendo difícil para ele ter que sair daquele combate de tal maneira, mas, a vida já é uma vitória. O trem-bala da colina corria com ambos em mãos, antes de passarem pela porta viam Lua vindo correndo da região do balcão, latindo desesperadamente. Era visível que ela estava com medo de algo, da luta?

O plano foi realizado com êxito pelo trio, contudo, antes de se afastarem o bastante do Palácio escutaram um rugido furioso, era semelhante ao dado por Gladios, porém, estava diferente. O rugido animalesco ecoou pelos arredores do palácio e chamaram a atenção da guarda, alguns dos seus homens rapidamente corriam em passos largos para ver o que estava acontecendo no estabelecimento. O quarteto já estava longe a essa hora, no deserto, mas, próximo a Arosa. Escondidos atrás de um amontoado de areia que escondia até mesmo o Tritão – Sentado e desinflado, é claro. – Alguns metros a frente a cidade se mostrava, eles estavam “no fundo” das construções daquele lugar.

Em meio a vômitos, o capitão trazia a Taberna de Tulin para o game, provavelmente iria servir como a base de recuperação deles.



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Sem demora eu pegava meus companheiros e saía rolando, largava para trás uma parte de meu coração, não era de minha índole fugir de uma briga e era exatamente para não precisar o fazer, que treinei tanto esses dez anos, não ter força para sobrepujar os inimigos era frustrante, mas ver meus dois colegas sendo surrados de forma quase amadora me enraivece, era quase como se apenas eu levasse a sério a necessidade de nenhum de nós perder a vida.

Quando após rolar, chegava numa parte baixa, o deserto, soltava meus colegas, eles zonzos pela viagem trôpega e eu puto pela derrota amarga e a fuga vergonhosa, ouvia então Subaé reclamar da rolagem e perguntar como eu aguento aquilo, eu estava muito nervoso e já é fácil me tirar do sério normalmente.

Me aproximaria do bode, tirando a soqueira espinhosa, a jogando na areia e em seguida dando um direto de direita na bochecha do mink.

-Da mesma forma que eu aguentaria esse soco… Se quer mesmo prosseguir no mar, tem que se tornar mais durão.... O que diabos foi aquilo lá atrás?

Ouviria a resposta do bode e ficaria ainda mais irado, sua resposta simplória me parecia incoerente e até mesmo infantil.

-O mar é seu? O MAR É SEU????

Eu estava irado, me jogava sobre meu capitão usando minha força para subjugar ele contra a areia fofa, ajoelhava sobre suas mãos enquanto segurava sua cabeça contra o chão para o olhar com fúria, olho no olho.

-Entenda uma coisa, capitão,  o mar é dos fortes.... Está se sentindo forte hoje? pois eu não…

Me levantava em seguida, não queria ferir demais o homem que reencontrei a pouco, queria apenas trazer sensatez a sua mente, algo que me parecia estranho ser EU quem deveria fazer, mas não sou fácil, minha raiva borbulhava e antes de me levantar socava furiosamente a areia ao lado da cabeça do bode.

Ouvia Blade conversar algo fora da conversa ali dentro, mas não prestava muita atenção, Subaé por sua vez falava sobre se sentir vivo, um sorriso sarcástico surgia no meu rosto, enquanto colocava minhas mão nas laterais de minha cintura em uma postura impaciente.

-Terei que concordar contigo capetão... Mas preferia sobreviver pelas nossas próprias forças daqui pra frente... Que tal?  E vc blade, talvez a cachorra não acompanhou eu rolando, ou sei lá…

Eu respondia as falas de Blade sem nem pensar direito, não estava num momento feliz, os rapazes conversavam sobre voltar no Tulin, não me parecia legal se escorar naquele cara de novo, mas com o desaparecimento do anão amigo dele e lembrando do som que a canela do capetão fez, creio que o único lugar que podemos descansar corretamente seria lá. Enquanto isso, Blade, no meio do deserto, cheirava o pano do anão para tentar seguir seu cheiro, sendo que estávamos super longe de onde ele sumiu.

-Você tá no meio do deserto, a menos que sarna dê super faro, você não vai sentir ele agora…

Os rapazes continuavam conversando enquanto eu remoía em silêncio a fuga que eu odeio fazer, ouvia então um papo do Blade sobre frio e eu não ter pêlos.

-Eu tenho bolas... Tente criar alguma…

Aparentemente Blade estava preocupado comigo, eu estava chateado e nervoso demais até mesmo para soltar um “teu cu”.

-Bem... Podemos voltar pro Tulin, ver se o anão tá lá, buscar abrigo e comida... Não é algo que me agrada, mas o anão é amigo dele… Ele deve ajudar…

Blade encaixava então uma fala querendo fugir da ilha, eu não queria nem fugir da luta, imagina da ilha, impensável, não antes de sentir que terminei minha luta.

-Eu não saio daqui sem antes matar o hot dog…

Dizia claramente pondo um ponto final na minha fala, mas Blade insistia dizendo que poderíamos voltar em dois anos para matar o cara, aquilo fazia uma veia saltar na minha testa.

-Farei amanhã... Se encher meu saco, volto lá agora… Vou pro Tulin comer, que ganho mais do que ouvindo asneira… Consegue andar ou o neném quer colo?

Blade comentava sobre ir rolando, mas acho que ele não entendeu que estavamos num ponto baixo, já que rolei até longe na descida, não importa para onde fossemos na ilha agora seria subida.

-Eu não rolo na subida, gênio.... Manja gravidade? Já estamos no baixo, daqui eu rolo pro mar só, inteligência rara…

Blade então acabava comentando sobre eu carregar eles pelo mar, realmente poderia ser mais rápido e livre de problemas.

-O restaurante dele é pertinho do mar msm.... Mergulhei lá perto... Dá pra ter uma ideia de onde  é... hummm

Pegaria então os rapazes e os colocaria cada um num ombro e quando Blade reclamasse sobre a cadela dele, apenas diria:

-Na água eu carrego ela... Até lá ela pode andar... Tá bem e com 4 patas…

Carregaria eles até a orla mais próxima, entraria na água mantendo minhas costas para fora da água, deixaria eles se ajeitarem e a cadela subir também, então prosseguiria na direção do lado da ilha que estava o restaurante de Tulin, assim que eu encontrasse a beira do mar na qual mergulhei quando saí do restaurante de Tulin, voltaria a terra com os colegas nos ombros e cadela caminhando ao lado. Iria até o local que procurávamos e bateria na porta até Tulin atender.

-Deu bosta… Vou usar sua cozinha e ingredientes, faça um desconto…

Diria isso colocando a pérola e o chicote de metal na mão dele como pagamento e esperando a aprovação pra ir cozinhar.




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Amanhecer do sul, 19: vivo


Cabras da Peste, vol 1- Amanhecer do Sul - Página 6 Aredor10

- Puta que pariu peixão… como é que você aguenta rolar desse jeito? - Perguntei para Deep, cuja resposta veio seguida de um forte soco em minha bochecha. Aquele foi o terceiro soco que recebi na cara naquela noite e isso fez mais um dente meu cair.

-É óbvio que eu consigo viver no mar - Respondi - O mar é meu, não é uma questão de querer ou não… Mas não posso negar, parece que estou fora de forma ZeBeBeBeBe!! Foi mal!

Minha resposta parece ter irritado o baiacu-parede, pois foi me prensando contra o chão que o mesmo me deu um puta sermão.

-Sai de cima seu obeso!!! - Protestei em vão enquanto Blade se metia na para apartar a discussão. Quanto Deep me soltou, olhei para o mesmo e cuspi no chão antes de responder a sua provocação - O mar é para os que vivem, você se sente vivo? Pois eu sim!

Tentei me levantar por conta própria, mas a dor na canela foi tão agoniante que nem mesmo no chão fofo do deserto de Arosa era possível me apoiar. Caí no chão novamente com as mãos abraçando a perna trincada - Ui, ai ui! Que merdaaaa!!!

Depois de minha breve discussão com Deep, Blade veio nos perguntar sobre Lua -Oxente rapaz! Ela tá aqui, ô - A situação foi tão caótica que ele não percebeu a presença da cachorra até que eu mostrasse ela ali ao nosso lado.

O mais engraçado foi o que Deep disse ao ver Blade tirar o mini chapéu de Peri dos bolsos e tentar farejar - Zé BeBe BeBe! - Eu apenas dei muita risada da situação.

-O anão deve ter voltado pro bar de Túlin - Opinei - Bora dormir e de manhã vamos pra lá!

Foi quando a discussão mudou de foco, Deep e BLade discutiam sobre ir ou não embora de Petra Yuni. O lobo queria fugir e o peixe queria se preparar para uma revanche, e eu só queria um médico para minha perna.

Fiquei deitado na areia afagando lua por algum tempo, foi quando ouvi o Peixão perguntar “consegue andar... ou o neném quer colo?”. Olhei com um sorriso zueiro para o cozinheiro, vesti o chapéu, ergui os braços e respondi
- Uma ajuda seria legal…

Ele nos ergueu nos ombros e partimos para o bar de Tulin. Durante a travessia, eu apenas olharia para baixo, evitando ao máximo observar a lua cheia.

Quando chegássemos ao bar de Tulin,adentraria antes mesmo que o homem nos convidasse para entrar -Bom te ver, amigo! licença!!- Imitando Peri, eu pularia de uma perna só até o assento confortável mais próximo e me sentaria nele. Depois, com a ajuda das mãos, apoiaria a perna esquerda em cima da mesa (Caso eu estivesse em um sofá, apoiaria a perna esquerda no braço do mesmo, a perna direita eu deixaria dobrada para fora. Deitado confortavelmente. Largado no sofá   ).

-EI TULIN, CADÊ O ANÃO? EU PRECISO DE UMA AJUDINHA DELE AQUI!!!

Comida a essa hora, eu dispenso. Um lugar para deitar também seria muito útil, mas minha maior preocupação agora era encontrar o pequenino, ou qualquer outro com tais habilidades, para poder tratar de minha canela trincada.

Caso Peri não esteja ali - O QUE?? O VELHOTE NÃO VOLTOU PRA CÁ?! - Uma pequena sensação de culpa preencheria meu peito - Puts, ele deve ter se perdido…acontece comigo às vezes… - Perdido ou não, eu só não queria deixar claro para o homem que eu criei um tumulto e fui embora sem me lembrar de seu amigo pequenino.  

-Olha só, eu acho que fudi minha canela… Você não teria como me ajudar? Ou quem sabe chamar alguém que possa fazer isso?? - Se Tulin pudesse me ajudar, eu agradeceria.

Durante o tratamento, auxiliaria quem estivesse me tratando entregando vez ou outra a ferramenta solicitada, sim, talvez seja necessário me explicar melhor qual seria a ferramenta, pois não entendo nada de medicina e é capaz que eu entregue a ferramenta errada.

Naquela altura, é bem capaz que o cheiro da comida de Deep já estivesse perfumando todo o ambiente, Observaria todos aqueles que estivessem no Saloon, observaria quem estivesse me tratando e começaria a falar -Vocês deves olhar para mim ver apenas “Um velho decrépido”, “Um bebum acabado”, “Um fragmento de uma era que já passou”.... A verdade é que por muito tempo eu fui só um morimbundo a procura da morte - Pegaria um rolo de gaze e entregaria ao enfermeiro sem que ele tivesse me pedido - MAS SABEM DE UMA COISA? MESMO CONTRA TODAS AS EXPECTATIVAS EU AINDA ESTOU AQUI, VIVO!

-Vocês podem achar que é uma piada, mas não é! -
Observaria todos no recinto, um por um, olho no olho, e até mesmo olharia para a cozinha (pelo rombo na parede que Deep fez mais cedo) e fitaria aqueles que estivessem lá dentro - As coisas que aconteceram hoje me fizeram perceber que o meu tempo ainda não acabou. Petra Yuni me reuniu novamente com minha determinação e com o meu sonho, mais importante que isso, eu reencontrei os meus companheiros!

Um belo sorriso estampou o meu rosto, se é que um sorriso capenga, cheio de dentes faltando pode ser chamado de “belo”.

- FAÇAM SUAS APOSTAS, SEUS CUZÕES!! MESMO COM UMA NOVA GERAÇÃO BATENDO NA PORTA, ESSE BODE VELHO AINDA ESTÁ AQUI, MAIS DETERMINADO DO QUE NUNCA! DEEP, BLADE, TULIN… E TODOS QUE ME OUVIREM... LEMBREM-SE!!
EU SOU O GRANDE CAPITÃO SUBAÉ, AQUELE QUE SERÁ O REI DOS PIRATAS!!!



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Última edição por Subaé em Ter Jul 20, 2021 8:54 pm, editado 1 vez(es)

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Blade
Lobão
Blade parava por um segundo e tentava absorver a situação, segurando o seu enjoo por ter rolado ladeira abaixo. Depois respirava e dizia para os dois patetas, -Eu não sei o que aconteceu, mas eu não sinto dor nenhuma eu só estou cansado pra caralho, e vocês podem parar de brigar por favor?

Eu estou com dor de cabeça bebi demais, era o que Blade pensava com sua mão na testa, pressionando como se estivesse segurando o seu cérebro no lugar certo. Bocejava, o lobo estava exausto e queria mesmo descansar, seu olhar pesado pois suas pálpebras não conseguiam segurar o peso de se manterem acordadas.

Quando o bode começou a falar sobre o mar ser para os que vivem, Blade sem paciência nenhuma disse, -Ah vai dar esse teu cu murcho aí capitão

E depois o lobo se perdia em devaneios, -Eu odeio lutar a gente deveria ter pulado a janela do quarto, falando disso onde está a Lua? Eu assoviei e ela não veio ah não pera. Blade olhava para o lado e achava a Lua, logo em seguida dava um tapa na própria face, -Eu estou com sono ela está aqui caralho

Blade cansado dizia, -Eu só quero um canto pra dormir porra, e um remédio pra dor de cabeça, falando nisso cadê o anão que o capitão foi buscar? Ah é ele me deu o gorro do meliante. Em uma ação meio sem sentido Blade colocava o gorro no nariz e tentava sentir o rastro do anão.

Respondendo o Deep, Blade dizia, -É eu acho q só senti cheiro de areia, caralho como é que a gente esqueceu o anão?. Respondendo Subaé, -Mas o anão tinha dívida pra cobrar porra, como ele foi pro Tulin sozinho?. Blade esfregava o olho tentando se manter acordado.

Quando Blade ouvia Subaé dizendo sobre dormir e ir ao amanhecer, ele dizia, -Subaé irmão eu tenho pelo tu tem pelo, a Lua tem pelo o Deep só tem escama, alguém aqui vai sentir frio

O lobo sem paciência retrucava Deep, -Eu estou simplesmente me preocupando com você seu corno, depois tu morres de hipotermia aí dá um puta trabalho pra enterrar

Quando Blade ouvia a ideia de Deep sobre voltar para o Tulin ele dizia, -Eu acho que deveríamos ir embora de Petra, o mais rápido possível

Quando confuso Blade ouvia Deep falando sobre um tal de hot dog, ele dizia, -Ah eu to com raiva do segurança lá também, como era o nome mesmo? Gladios né, mas não é nada que a gente não possa resolver daqui um ano ou dois

Vendo que sua esperança de sair de Petra era infrutífera, super cansado e desgostoso, com um mal tom de voz Blade dizia puxando suas pálpebras para baixo, -Eu só quero dormiiiir!

E sobre ser carregado no colo o mink dizia para o tritão, -Apesar de ter ficado tonto, ir rolando pra lá economizava um tempo viu

Quando Deep concordava com a ideia de ir rolando Blade dizia Quem precisa de navio quando se tem um tritão? Pega a Lua também aí tu viras um barco porra, e eu posso dormir em paz

Blade aproveitaria o caminho no barco, quer dizer Deep, para tentar dormir um pouquinho até chegar no Tulin, e chegando lá mergulharia a sua cara em uma mesa se escorando e tentando descansar





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Todos

Algumas coisas não saem como planejado, as expectativas vão por água abaixo e o gosto da derrota reina. Aquele trio era formado por homens que em meio a diferenças, continuavam a visualizar um caminho lado a lado. Por mais frustrantes que algumas coisas possam ser, às vezes servem como o ingrediente que faltava, para tornar a receita perfeita. Diferentes vivências, pensamentos e principalmente, opiniões viraram foco da conversa entre eles. Subaé se encontrava em uma situação ruim para um capitão, mas também, passar longos dez anos vivendo totalmente o oposto daquilo realizado por ele, ao retornar a Petra, era algo que pesava em suas decisões e também na eficiência daquilo que buscou. Deep, por outro lado, carecia de um tato interpessoal com terceiros, afinal, nem tudo se resolvia na porrada. Blade, quiçá, fosse o mais caótico dos três! Se mostrava medroso, em contrapartida, tinha um lado um tanto quanto cruel, um sadismo que subitamente parecia tomar conta das suas ações e guiá-lo apenas para o caos e desordem.

Ainda em meio ao deserto, eles conversaram. Na verdade, brigaram, pelo menos entre Deep e o seu Capitão um atrito momentâneo se instaurou, contudo, foi levado pelos ventos frios do lugar. A ida até o mar não demorou, estava relativamente próximo e o tritão serviu de barco, nadando pela costa até chegar ao porto, onde continuaram a pé por alguns minutos. O caminho estava pouco movimentado, apenas um punhado de civis conversavam nas portas das suas casas e observavam os quatro passando – Ahn? Por que estão assim? – Indagou um robusto homem de pelos ruivos, que limpava a entrada da sua Taberna – Entrem – Engoliu a seco o resto das dúvidas que surgiram em sua mente.

Arqueou as sobrancelhas dando uma boa olhada nos arredores, buscando ver se o caos que eles se meteram, não estava à espreita. O Bode imitando Peri, adentrou no Taberna em pequenos pulos, sentando-se em uma das cadeiras do salão. Blade fazia o mesmo, contudo, repousava sua cabeça em umas das mesas e não fazia nada além de descansar, seguido por Lua, deitada no chão ao seu lado. O Tritão parecia um pouco irritado com toda aquela situação, Tulin não se deu ao trabalho de respondê-lo, apenas sinalizou com a cabeça, dando-lhe a permissão necessária para cozinhar – Antes que eu me esqueça, alguns ingredientes acabaram. – Bradou um pouco sem jeito, colocando os itens dados pelo tritão em uma das mesas.

O Peri não estava com vocês? – Questionou após a primeira investida do capitão com relação ao velho anão – Ele não apareceu aqui, a última vez que o vi, foi quando saiu junto com vocês. – Suas palavras estavam carregadas com uma certa preocupação, afinal, ambos tinham uma amizade real – por mais que Peri tivesse mentido – Ele não se perdeu, aquele pequeno conhece Petra como a palma da sua mão, onde vocês foram depois daqui? – Indagou em um tom sério. Se aproximou do Bode ao escutar suas lamúrias – Infelizmente o único médico era o Peri. – Falou olhando para o nada, por míseros segundos – Espere um pouco. – Falou voltando a si e partindo para trás do balcão, parecia mexer em algumas coisas entre as garrafas.

Voltou em passos céleres com uma bandagem surrada, mas que serviria ao seu propósito – Só sei o básico, isso deve ajudar por enquanto. – Enrolou apertando um pouco a canela do Mink, escutando as palavras de bêbado do canela de vidro em sua frente. Levantou enquanto ainda escutava as palavras do bode, indo em direção a porta e a trancando em seguida – Rei dos piratas? – Deixou escapar seus pensamentos, sendo tomado por uma expressão de surpresa. Sinceramente, Tulin parecia não imaginar que algo velho como aquele, desejasse algo que ardia nos corações dos jovens dessa época – Audacioso... – Falou mantendo seus olhos no Mink – Sonhos são o que move o homem, mas, seja realista e me diga. – Estreitou um pouco seus olhos, tomando uma faceta ainda mais séria que antes – O quê aconteceu? Devo me preocupar? Na verdade, já estou na merda, não é? – Indagou o Ruivo.



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Uma vez com os rapazes no colo de Tulin, ficava livre para fazer algo para ajudar a galera a se reerguer, Tulin me avisava que alguns ingredientes estavam em falta, mas eu me viraria com o que encontrasse.


~Criação~


A cozinha estava limpa, mas o estoque estava ralo, provavelmente todos os ingredientes para o dia haviam esgotado e seriam comprados frescos no outro, precisava então buscar fazer algo com os ingrediente que eram estocados por mais tempo e portanto ainda existiam. Fora isso precisava de algo para ajudar nosso descanso e a melhora dos ferimentos, sendo que o que mais preocupava era a canela do capetão, esta havia feito um som estranho e atrapalhava o andar, no entanto não estava toda torta e mole, então provável que não chegou a quebrar, mas sem um médico por perto era melhor caprichar na comida.

Havia um pouco de leite fresco sobrando do uso do restaurante, o coloquei pra ferver numa panela. Encontrei alguns grãos em estoque, aveia, amendoim e amêndoas foram minhas escolhas, os três eram muito bons para ajudar o corpo a sarar e fortalecer o mesmo, inclusive eram ricos em cálcio, então junto do leite virariam um super mingal morno para ajudar a descansar e recuperar as forças.

Coloquei a aveia no leite para até ter uma quantidade que viraria um mingau, peguei dois punhados de amendoim torrado e amêndoas, quebrei e esmaguei os dois num pilão até virar um granulado e adicionei ao mingau.

Uma garrafa de rum com menos da metade da garrafa, sorria para mim no canto da cozinha, adicionava o líquido no mingau, ajudaria a dar sabor e formigar um porco as dores que poderia se ter.

Deixei meu mingau fervendo enquanto mexia bem para não queimar, assim que ficou bem cozido enchi quatro tigelas até a borda de meu grosso mingau de cor marrom-clara e cheiro suave de amendoim com rum, eu havia fervido o suficiente para os grãos soltarem seu açucar, então quando provei, recebi na língua o doce abraço de um mingau morno, no ponto certo, quase virando um creme.

Com uma colher de madeira em cada tigela, peguei as quatro, duas em cada mão e as levei ao grupo.

~Fim da criação~


Me aproximaria da conversa e colocaria uma tigela de mingau na frente de cada um, inclusive de Tulin.

-Vai ajudar vocês a descansar, recuperar e dar energias para ficar mais forte, pois sabemos muito bem que precisamos.

Olharia pra Tulin e diria em bom tom:

-Come um pouco do mingau para que a informação não desça a seco… Mas se o anão não voltou, então ele provavelmente foi pro leilão, assim como nos três não estaremos com preços na cabeça lá porque conseguimos pelo menos correr… Eu preferia ter destroçado a galera e sair ferido, do que inteiro e me acovardando, mas infelizmente se eu não saísse de lá teríamos todos entrado pelo cano…

Enfiaria uma colherada de mingau na boca e iria saborear bem, já que estava bem feito e saboroso, com o doce muito equilibrado.

Se algum dos rapazes do bando perguntasse do que era o mingau, diria:

-Não importa do que é, fará bem… Fará o mesmo efeito se eu enfiar pelo seu toba, então come que é mais fácil.

Terminaria meu mingau e me levantaria:

-Tulin posso me deitar em algum canto para descansar? Amanhã eu tenho um Hot Dog pra matar…

Se Tulin me falasse um lugar que eu pudesse encostar, iria pro mesmo, senão iria me deitar no primeiro canto dali que visse e começar a roncar automaticamente no sétimo sono e com o peito inflando e desinflando levemente conforme eu respirava dormindo.
Histórico:




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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

Cabras da Peste, vol 1- Amanhecer do Sul - Página 6 R69xxX4