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Kenshin
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Cabras da Peste, vol 1- Amanhecer do Sul Qua Maio 12, 2021 12:21 am
Relembrando a primeira mensagem :

Cabras da Peste, vol 1- Amanhecer do Sul

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Deep Scaleback. A qual não possui narrador definido.

_________________

Cabras da Peste, vol 1- Amanhecer do Sul - Página 4 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Deep
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O banquete prosseguia tranquilo apesar do papo pesado, o taverneiro humano falava de escravos, obviamente algum conhecido querido fora pego, teria perguntado se era a primeira vez que ele via isso, já que sendo tritão convivo com preconceito todo o dia, mas a carne estava suculenta demais para parar de morder, só para dar uma puxada de orelha.

Notava uma movimentação crescente de pessoas do lado de fora do estabelecimento, o movimento se intensificou nas vendas, ou problemas estão se preparando ao nosso redor.

Em seguida diria pro cozinheiro do local:

-Falto só uma sobremesa mais forte manja, lembro de uma receita de minha mãe, eclair au poivre, um eclair com chocolate e pimenta, não como desde muitos anos atrás, se eu soubesse fazer eu até faria mas…. Pera… Tu sabe fazer doce tão bem quando sabe dar um soco o parceiro? Me ensina?




Esperaria a resposta do cozinheiro e se ele pedisse dinheiro para me ensinar, cutucaria o capetão para que pagasse e diria:

-Paga ae capetão, normalmente eu bato nas pessoas para pegar o que quero, mas não da pra espancar por uma aula…




Se não fosse conseguir minha aula, diria:


-Faz assim capetão… Paga aí, resolve suas coisas, vou sair na frente, respirar um ar, observar o movimento, para vocês não serem os primeiros a saírem lá fora… Afinal de contas vocês parecem ser meio frágeis com relação a arranhões…


Dizendo isso sairia do local primeiro e observaria os arredores, forçaria os músculos do corpo para posicionar bem as escamas e formar uma base firme, no caso de certo atacado ao sair ou depois.

Caso algum inimigo me atacasse, avançaria em sua direção tentando pegar ele com minhas mãos, erguer de cabeça no chão.

Fora um ataque, observaria os arredores e seguiria o Subaé andando à sua direita, levemente para trás.

Se alguém esbarrar no caprino ou o insultar, pegaria a pessoa pelo colarinho, tentaria a erguer até estar da minha altura se necessário, soltaria ar pelas narinas como um touro furioso e jogaria o ser pro lado para sair da frente

Histórico:




Última edição por Deep em Sex Jun 11, 2021 11:28 pm, editado 1 vez(es)

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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

Cabras da Peste, vol 1- Amanhecer do Sul - Página 4 R69xxX4
Subaé
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Amanhecer do sul, Post 9


Já havíamos terminado de comer, e eu estava catando os tomates cerejas que sobraram da salada quando Tulin nos explicou sobre o leilão da família Vrunc. Me empolguei ao ouvir sobre, afinal, leilões são cheios de gente importante, dinheiro e coisas de valor. Mas quando ouvi sobre os escravos, a fúria tomaria conta de meu corpo fazendo que eu arremessasse a bandeja da salada na parede.

-Burgueses desgraçados! Ninguém tem o direito de roubar a liberdade de alguém…

Eu sei que não sou um exemplo de boa pessoa, na verdade sou um sádico miserável, mas até piratas cruéis tem seus “limites”, e a escravidão é o meu limite.

Morrer é melhor do que não ser livre. Além disso, festas não acontecem onde a liberdade não existe.

Ao fim da conversa, eu ergueria Peri e o colocaria em cima de meu chapéu de couro, entre os chifres - Se segure firme, duende - Diria para ele - É claro que eu te ajudo, só precisa apontar quem é que eu preciso chutar.

Pegaria o frasco com os remédios que Josuk me deu e entregaria para o velho anão perneta - Ei velhote, você é um médico né? Pois bem,  o cara de tábua me deu esses remédios canábicos, mas eu suspeito que estejam envenenados. Verifique pra mim a procedência dessas pílulas já que tu vai estar sem fazer nada enquanto eu ando nesse sol.

Assim que levantasse da mesa,  olharia para Deep, Blade e Lua - E aí meu povo, simbora? Peixão, tu vem com a gente? - Diria.

Seguiria rumo a porta do estabelecimento quando Tulin veio me cobrar o valor da garrafa.
Colocaria a minha mão em seu ombro amigavelmente antes de falar - Meu amigo, eu sei que é muito importante pagar o que devemos. Mas o que acha de eu te pagar com sangue? - Atribuiria toda a minha lábia na minha fala, olharia seriamente nos olhos de Tulin e lhe daria uns tapinhas no ombro para descontrair - Não me entenda mal, não estou te ameaçando. Minha proposta é : Me entregue esta garrafa e em troca eu prometo que vou fazer os Vrunc sangrarem.

De certa forma eu já esperava que o comerciante aceitasse a minha proposta, mas para falar a verdade eu pouco me importo em qual seria a sua resposta, apenas continuaria andando e deixaria o homem para trás.

- O velho perneta está comigo, pense nisso como uma garantia de minha palavra.

Se Tulin insistisse em me cobrar pela bebida eu entregaria apenas metade do dinheiro solicitado (75.000 B$) - Isso é tudo o que tenho, agora me deixe em paz.

Durante o caminho eu puxaria conversa com aqueles que estivessem caminhando comigo para não deixar o clima tenso.
-Ei Blade, que assunto é esse que você tem pra resolver no palácio? Tem alguma forma que eu possa ajudar?

Voltando a minha atenção para Peri, perguntaria - Ei velhote, onde é que eu posso encontrar livros de Geografia e Astronomia? Eu preciso estudar um pouco sobre navegação e já estou enrolando esse estudo há uns cinco anos.

Caso eu e meu grupo sejamos atacados em algum momento, eu apenas seguraria o meu chapéu para certificar que o anão não caísse com os meus remédios e sairia correndo para onde houvessem mais pessoas, a fim de me misturar na multidão e despistar seja lá quem quer que tenha vindo me atacar.

- COOORREE CAMBADA!!!! SE A GENTE SE DESENCONTRAR, NOS ENCONTRAMOS LÁ!


Histórico::


Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.
-Roubar remédios da farmácia
-Encontrar o bonde
-saciar vício
-Aprender proficiências Geografia e Astronomia  
-Prender o anão perneta dentro de uma garrafa. (NPC companheiro)
-começar a desenvolver liderança
240/240100/1009/1015/15

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Cabras da Peste, vol 1- Amanhecer do Sul - Página 4 Unknown

Tabela de preços:
Jupges
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JupgesCivil
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Blade
Lobão
Blade olhava para Lua e acenava negativamente com a cabeça, ela já comeu carne demais por hoje. O mink ouvia sobre os escravos e dizia, -Eu rezo pela vida deles, afinal não posso salvar todo mundo e nem faço questão. O lobo falava isso meio triste mas estava sendo realista, não tem muito o que fazer quanto aos escravocratas.

E depois disso ouvia o bode prometendo fazer os Vrunc sangrarem, nesse momento Blade puxaria ele pra perto e dizia, -Tá comendo merda porra! Conta comigo, somos um, dois, três, quatro, cinco se contar com o duende. Já eles são uma família de escravocratas, quem tu acha que sangra capitão? Blade falava isso com medo do capitão ignorar, já que se ele fosse enfrentar os Vrunc, Blade teria que ir junto.

Sobre a pergunta de Subaé, Blade levantaria sua mão e acenaria negativamente com a cabeça, -Isso é problema meu capitão, deixa que quando eu chegar lá eu resolvo, mas se prepara pra lutar, porque tem haver com o Josuk vai saber se ele vai estar lá ou não.

Depois de responder Subaé, Blade guiaria o caminho até o Palácio de Sal, chegando lá o lobo procuraria pelo Chadd, se o achasse iria até ele, se não achasse ele perguntaria por ele pra ir até o homem. Conseguindo se aproximar Blade diria, -Chadd... me diz que sua filha não precisa daqueles remédios. Me diz que é só uma gripezinha que ela tinha pegado., após a introdução Blade explicaria o que aconteceu, que Josuk tinha começado uma briga com um velho amigo dele, este estava atrás de Blade nesse momento, e que antes que o lobo pudesse conversar, Josuk foi embora. A história poderia sofrer algumas alterações aqui e ali, como se eles fossem os mocinhos da história, e como se Josuk fosse o grande vilão, mas não era problema por agora.

E caso Chadd não estivesse lá, o lobo olharia pro duende e diria, -O que tu queria fazer aqui? O cara que eu preciso encontrar não está no Palácio de Sal agora, mas aqui provavelmente é seguro, então vamos fazer as coisas com paciência.

Caso fosse uma armadilha, o lobo sairia correndo do Palácio de Sal junto com seu capitão, se bem que essa era menos provável, já que Josuk não deu nem tempo do mink explicar que Chadd havia contratado ele pra buscar o remédio.

Durante a longa e quente caminhada até o Palácio de Sal, Blade tentaria sempre se esquivar do Sol infernal de Petra Yuni, buscando sempre uma sombrinha em qualquer canto.






objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:
Formiga
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Cabras da Peste

Vol 01 - Amanhecer do Sul


Dia 01 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente || Início de Tarde
N° de Postagens do Narrador: 09


Todos

A conversação continuava de maneira tranquila, apesar das palavras carregadas de Tulin, o clima não havia mudado - Doce? Parece que o destino lhe trouxe aqui meu companheiro, você está na presença do melhor confeiteiro de Petra, quiçá do mundo. - Disse o ruivo orgulhoso e mantendo seu peito estufado - Não cobrarei pelos ensinamentos, mas não posso deixar de cobrar pela garrafa. As coisas não estão muito boas para os comerciantes da região, por mais que meu estabelecimentos não seja alugado, ainda preciso pagar uma "taxa de segurança", creio que vocês já entenderam o que quero dizer. - Falou de maneira tranquila logo após ouvir as palavras de Subaé, pegando o valor de 75mil das mãos do Mink - No entanto, se precisarem de um par de braços, pode contar comigo. Na verdade, voltem aqui antes do leilão se realmente forem fazer algo. - Finalizou caminhando em passos calmos até a cozinha, chamando o tritão no caminho.



Blade e Subaé

A dupla de Minks junto com o velho e aparentemente novo membro da trupe, saíram do bar logo após finalizar a comilança e se depararam com um clima tão tranquilo quanto aquele que dominava o interior da taberna do Tulin, Peri estava no ombro de do bode analisando os comprimidos pedidos pelo mesmo, olhava de maneira concentrada, cheirava e até mesmo dava algumas lambidas no remédio - Acho que está certo, não costumo errar, mas também não dou garantia. Porém, comigo aqui, morrer você não vai se tomar e for algo de ruim. - Deu o diagnóstico mostrando certa confiança no trabalho feito, bom, era isso que ele tentava passar pelo menos - Livros? - Pensou alto enquanto coçava seu pescoço - Você pode achar em algumas lojas na cidade, até mesmo em algumas barracas é possível achar. - Respondeu saltando em direção a Lua, caindo próximo ao seu pescoço e ali ficando sentado, acariciando o animal - Que cachorrona. - Pontuou.

No caminho o grupo notava o alto fluxo de gente transitando pelas ruas, pessoas comprando e outras oferecendo produtos que variavam bastante, alimentos, roupas, armas, cosméticos, pintos (animal) coloridos. Não demoravam para que pudessem ter o vislumbre que o Palácio de Sal causava, dada sua beleza única e encantadora. Suas cores brilhantes estavam ainda mais chamativas pelo forte sol que pairava sob suas cabeças -Ficou sabendo de briga com o pessoal do Josuk…? - Algumas frases eram escutadas saindo da boca das pessoas que passavam por eles, se tivessem alguma dúvida sobre a dimensão dos seus atos, agora teriam a certeza que tudo aquilo tinha dado o que falar.

O interior do palácio não tinha muita gente, contudo, Subaé principalmente podia notar alguns olhares em sua direção carregados com um certo desgosto, algumas pessoas tamparam os narizes ao passarem pelo Mink - Que fedor! - Gritava um dos homens sentados procurando da onde vinha tal cheiro - Você peidou? - Perguntou o mesmo para a mulher que lhe acompanhava, recebendo quase que instantaneamente um tapa na cara e vendo em seguida a bela moça ruiva saindo do recinto - BLADEEEEE! - O grupo escutava um grito vindo de um homem alguns metros à frente deles, parecia meio bêbado, mas nada muito diferente de antes VENHAM, VENHAM! - Gritava enquanto empurrava o grupo na direção contrária de onde ele estava, que doido. Os levava para próximo à entrada do palácio, onde tinha alguns bancos e uma pequena mesa disponível para eles - Conseguiu os remédios? Josuk não encheu o saco? - Indagou antes que Blade pudesse falar.

Chadd escutava toda a história contada pelo canino, enquanto olhava fixamente para Peri, na verdade ambos estavam se encarando - Nunca vi um anão. - Soltou o que estava preso em seus pensamentos - Tá afim de ver minha segunda perna? Arrombado! - Bradou em um tom agressivo o pequeno homem, mostrando o dedo do meio para o homem - Só não te dou uma coça, porque você é amigo do meu amigão aqui. - Falou Chadd colocando a mão no ombro de Blade - Odeio anões e você é o primeiro que eu encontro. - Concluiu. Sua atenção voltava para o lobo - Não conseguiu? Já esperava… não, minha filha na verdade melhorou um pouco, entretanto, ainda precisa do remédio. Mas você não pode pedir mais a Josuk, enfim, eu dou um jeito. - Disse em um tom tranquilo, não parecia preocupado ou incomodado com toda a situação que tinha ocorrido - Ainda bem que o Boron morreu, não gostava dele mesmo e nem ele de mim, menos um para me preocupar. - Falou olhando ao redor, como se procurasse por alguém - Ei! Alin, venha cá. - Chamou Chadd.

Se prestassem atenção podiam ver uma mulher alta, com o corpo dotado por curvas que deixariam qualquer ser vivo louco, sua roupa se resumia a um conjunto de blusa e saia longa na cor preta. Uma grande trança cobria parte do seu rosto e se estendia até a altura da sua cintura, tendo a coloração azul bebê, assim como os olhos da beldade que caminhava na direção do grupo como se desfilasse por uma passarela - Oi Chadd! E aí pessoal, todos bem? - Sua voz doce entrava pelos ouvidos dos que ali estavam - Essa é Alin e ela é minha… chefe? Podemos dizer isso por enquanto. - Falou o homem com um sorriso no rosto - Aliás,, o que vão fazer amanhã à noite? Estão precisando de um trabalho? Irei acompanhar a senhorita aqui em um leilão e preciso de mais gente para fazer a segurança dela, o que acham? - A oferta tinha sido feita - Se aceitarem vocês precisam tomar um banho, principalmente você. - Apontou Chadd para Subaé.



Deep

Deep estava na cozinha e lá tinha uma percepção melhor do tamanho do local, uma área espaçosa e com itens muito bem separados e organizados existia na cozinha do Cheff - Confeitaria é algo simples e ao mesmo tempo complicado, você como um cozinheiro sabe que com pequenos erros na dosagem dos ingredientes, pode por todo o prato a perder. Além disso muita das vezes precisará usar sua criatividade para atender a expectativa do cliente.- Tulin falava de maneira calma enquanto lavava suas mãos na pia - Com doce esse detalhe requer uma atenção ainda maior, normalmente no preparo do prato existe todo um acompanhamento, por exemplo, em uma torta. Além da massa, existe a presença do recheio, da cobertura, do glacê e todos esses componentes tem como obrigatoriedade estarem em sintonia, deve ser algo doce, contudo, não perdendo o ponto e se tornando algo enjoativo na primeira garfada. - Enquanto falava o ruivo pegava alguma ingredientes nos armários e ia colocando balcão na extremidade do cômodo que estavam - Venha cá. - Tirou da geladeira um bolo com cerca de 10Kg, era grande - Tenho uma encomenda para amanhã e você fará o recheio e a cobertura, entretanto, te mostrarei o passo a passo. - Então o homem começava a preparar um recheio de chocolate, colocando na panela leite condensado e pó de cacau, manteiga e creme de leite, misturando até que ficasse no ponto - Você vê que está bom quando percebe duas coisas, que o leite condensado engrossou e que está soltando do fundo da panela, veja, prove e sinta o sabor, a textura. - Entregou uma colher, dando espaço para que o tritão provasse - Não pode ser algo líquido, se não derrama, essa é a textura ideal para que nossos clientes possam sentir o recheio. Agora, é sua vez! Preciso de mais recheio de chocolate e também de morango. - Falou se afastando um pouco mais, porém, a uma distância que pudesse ver o modo com que Deep cozinhava - O recheio de morango eu preciso que seja levemente mais doce que o de chocolate. - Finalizou.


LegendasTulin  ~ Aparência
Peri Erê ~ Aparência
Sem nome
Josuk
Boron
Yagger
NPC's
Chadd ~ Aparência
Lua
Nome (??)
Josuk
Eve
Alin ~ Aparência
Personagens random




Histórico Geral:

FICHAS - NPC:

Log de combate:
Deep
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DeepAssociado
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O cozinheiro Tulin, aceitava me ensinar confeitaria, o que somado a sua capacidade de luta, me fazia começar a ter algum apreço por ele, até comecei a decorar seu nome,  ele falava então que tinha que pagar por sua segurança, o que me trazia uma surpresa.

-Como assim? Você brigou bem… Pra que pagar por segurança? Só descer a porrada neles… Ohhh, seu probleminha de tossir as tripas… Façamos assim, me ensina, banca os ingredientes gastos e me aponta os caras… Vou fuder o rabo deles com meu chilli… Assim você fica de boa… Não sou bom de pagar dinheiro, mas sou bom de devolver favores, principalmente os de descer a porrada em alguém.

Acompanhava Tulin pra cozinha enquanto os outros saiam, o local era bem maior do que parecia, eu conseguiria trabalhar ali tranquilamente, caso eu não gostasse da pirataria e da pancadaria. Tulin começava uma receita para iniciar meu treinamento, ele iniciava a cobertura e o recheio, me mostrando alguns básicos da confeitaria:

~Aprendizado: Confeitaria~


Eu experimentava o recheio e cobertura do bolo de morango com chocolate e ouvia Tulin me dizer que precisava do recheio de morango mais doce.

-Entendo, confeitaria funciona igual culinária comum então, coisas mais ácidas se equilibra com gordura e coisas amargas com doce, por isso você colocou mais manteiga na cobertura de chocolate e mais açúcar no morango, assim quando juntos eles se equilibram, mas não ficam sempre juntos pra ficar com gosto de nada.

-Exatamente… Mesmo conceito de um prato salgado, no entanto na confeitaria o buraco é mais embaixo compreende, tudo é medido e exato, devido ao excesso de açucar e a presença de gorduras, facilmente os pratos azedam ou amargam por erro de proporção, já misturar doce com amargo gera azedo, assim como misturar gorduroso com azedo gera amargo, então se sobrar o mínimo que seja o sabor se perde.

Experimentava o recheio ouvindo a explicação e fazia uma cara feia.

-Pera não posso só ir na intuição e no olho?

-Não, precisa pelo menos verificar os pesos com bastante cuidado, normalmente usando uma balança.

-Por isso nunca consegui fazer sequer algo próximo do que minha mãe fazia, sempre azedava. Quanto de açúcar eu coloco no recheio de morango então?

Tulin puxava uma balança rústica de pesos com alguns pesinhos.

-Temos trezentos gramas de morangos ali, eles tem o próprio açúcar já, mas queremos um pouco mais, a proporção para fazer o creme sem amargar seria um por três, um de açúcar para três de fruta ou dois por três se não fosse uma fruta no recheio, já que como eu disse as frutas trazem o próprio açúcar.

-Então no caso são cem gramas de açúcar? Aquele pesinho ta escrito “100 g” uso ele?

Pegava o pesinho de cem gramas e colocava de um lado da balança para pesar no outro cem gramas de açúcar.

-Não, pera, você precisa por o açúcar para medir num copo, para não perder nada ou sujar a balança, então precisa por um copo idêntico junto do peso, para ignorar ele.

Eu ficava meio aborrecido com o quanto de cuidado se precisava com confeitaria, estava acostumado a despedaçar carne, jogar com sal no fogo e apenas adicionar os temperos até ficar com o gosto que queria, com certeza não dá pra fazer algo de confeitaria enquanto bêbado.

Experimentava o creme do recheio após adicionar o açúcar pesado e mexer, notava que o sabor era bem cítrico e docinho, algo tropical, mas minha língua implorava por refrescância.

-E se a gente colocar uma folha de hortelã?

Tulin ria perante minha fala enquanto provava o creme também.

-Você está aprendendo confeitaria, mas claramente já é um cozinheiro acostumado com sabores meu caro, realmente a hortelã vai trazer um toque muito interessante, mas ela é bem ácida e diferente de um prato salgado, o doce não possui sal para neutralizar a acidez, será preciso colocar uma leve pitada de sal para ficar apenas o sabor refrescante.

Tulin adicionava a folha de hortelã e me deixava provar, realmente vinha um gosto ácido incômodo, não era forte, mas estragava o gosto, ele então jogava uma leve pitada de sal, mexia e me dava pra provar novamente, era como mágica, o sabor estava delicioso.

-Realmente sem compensar os sabores com as dosagens certas, fica uma merda, é algo bem mais delicado que uma culinária comum. Mas ainda não tem o sabor dos doces de minha mãe, o sabor era delicioso, mas era como se o sabor desse um soco na sua cara.

-Um soco na cara? Qual era o doce?

-Acho que se chamava eclair au poivre, era uma criação dela na época de pirataria…

-HAHAHA… Entendo… Não é um doce comum esse ai, nunca ouvi falar dele na realidade, mas deve ser algo forte pra fortalecer o corpo pra se aventurar no mar… O “poivre” no nome significa pimenta, então deve ser um doce de picância bem acentuada… Você equilibra o sabor, mas deixa eles equilibrados porém fortes, esses estão equilibrados, porém suaves, o equilíbrio não é sempre suave como em pratos salgados. Mas me diga, sabe fazer uma massa brisée? Preciso que faça para a torta.

-Massa brisée eu sei fazer, uso para tortas salgadas, manteiga, sal, água e farinha… Mesma receita para um doce?

-Sim, como a massa é neutra… Sem açúcar… É perfeita para salgados ou doces, pois eleva o sabor do recheio.

Pegava os ingredientes da bancada e preparava a massa que eu sabia fazer, Tulin me dava uma forma, a qual eu untava e colocava a mas cobrindo o fundo e as beiradas logo antes de por no forno para pré-assar. Quando a massa começava a dourar, me aprontava para tirar ela do forno e Tulin me impedia.

-Opa, não não, deixa ela ficar bem douradinha, o creme e recheio doces que não possuírem ovos como esses, não precisam ser cozidos, mesmo os que possuem ovos precisam ser cozidos bem menos que um recheio de carne ou vegetais para tortas salgadas, então para recheios com ovos você precisaria deixar a massa quase pronta e para recheios como esse você a deixa já pronta… Ela não voltará mais pro forno.

Esperei mais alguns minutos prestando atenção na coloração da massa e no momento que esta estava perfeitamente cozida, a retirei do forno e peguei a panela de recheio para virar dentro da massa.

-Não… Doces são mais frágeis, deixe a massa descansar e esfriar para não dar choque térmico no recheio que já estava desligado e gelando, depois não vire a panela, isso vai por ar demais no recheio e como ele não tem uma consistência gelatinosa, ele ficará seco, você iria querer ar na massa se fosse um recheio ou  massa mais molhada, para deixar fofinho, mas esse recheio vai é secar se tiver muitas bolhas de ar…

Eu realmente precisa de muita paciência para confeitaria, não era a toa que não conseguia fazer bons doces mesmo sendo bom cozinheiro, é uma arte diferente. Esperei a massa esfriar e coloquei o recheio em colheradas suaves, após rechear toda a massa, coloquei a cobertura de chocolate sob a observação de Tulin, fui bem delicado na colocação e me garanti que ficasse bem lisinha a camada de cobertura de chocolate. Tulin me passo então uma caixa na qual coloquei com muito cuidado a torta que já estava pronta para entrega.

-HAHAHA você consegue ser delicado no fim das contas, mas basicamente é isso, como você já sabe lidar bem com culinária normal e construir sabores, para fazer doces basta aprender que precisa tomar cuidado total com quantidades e preparos devido a delicadeza dos pratos.

~Fim do aprendizado~


-Entendo Tulin, é bem complicadinho de acostumar e com certeza não posso fazer um doce bêbado como poderia fazer um churrasco, mas é até tranquilo… Hein… Que tal se você me emprestar uns ingredientes para eu fazer o doce de minha mãe?Lembro como o que ela usava de ingredientes e sabendo o cuidado do preparo, creio que posso fazer, ai eu vou atrás dos cara por você já com meus lanchinhos, como tem bastante pimenta e canela, deve até dar uma esquentada nos meus passos de dança…




Histórico:



Última edição por Deep em Dom Jun 20, 2021 12:36 pm, editado 1 vez(es)

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Legenda:

-Fala do Deep

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Amanhecer do sul, Post 10


Tulin insistiu em cobrar o valor da bebida, mas não posso julga-lo. Para dizer a verdade ele foi bem legal com a gente até, mesmo depois de levar uma surra do Deep ele nos serviu muito bem e ainda por cima vai ensinar técnicas culinárias novas pro peixão. Paguei os 75 mil e fui embora do bar.

-Até mais peixão!

Felizmente, ao lado de fora não havia nenhuma emboscada preparada para mim. Ao invés disso as pessoas estavam comentando sobre a briga que aconteceu mais cedo com Josuk, naquele momento eu sorri, afinal eu gostei de ouvir tais comentários.

Quando o velho terminou de inspecionar eu recolheria meu frasco com comprimidos e o guardaria novamente no bolso - Valeu velhote - Diria - Acho bom que eu não morra, se não eu te mato - depois disso ele me explicou sobre onde conseguir os livros e pulou para ficar com Lua.

Durante o resto do caminho eu fiquei prestando atenção nos tabuleiros de vendas. Precisei me segurar para não sair comprando as roupas, cosméticos e os pintinhos coloridos. Mas pelo visto não havia nenhuma barraca com livros ali. Caso eu encontrasse uma barraca de livros pediria um exemplar de um livro sobre Astronomia e mendigaria para que me vendessem por 10 mil bellies - Faz esse descontinho ai na moral, eu sei que não vai te "empobrar".

E aí chegamos no palácio de sal, uma bela e majestosa construção que se destacava das demais por fora e mais ainda por dentro. Lá dentro algumas pessoas reclamavam da minha presença e do meu cheiro, para eles eu apenas mostraria o meu dedo do meio.

Foi quando um homem escandaloso veio gritando até nós. Quase dei um chute no cara por causa do susto que ele me deu, pensei que seria um caçador, mas ele se mostrou bem próximo de blade. Percebi que se tratava de um aliado.

Enquanto Chadd conversava com Blade a minha mente divagou, nada naquela conversa me importava, para dizer a verdade eu estava mais interessado em observar os arredores e identificar onde estava o bar e a mesa de apostas. Talvez quem sabe eu encontrasse alguma estante de livros por ali, ou quem sabe algum rico solitário que eu pudesse explorar futuramente.

Minhas atenções foram puxadas de volta à conversa quando uma bela mulher se aproximou da gente e puxou conversa - Olha mamãe, eu não gosto de fêmeas humanas, mas você tem as curvas mais belas que eu já vi! - Diria em tom de flerte, entretanto não daria bola caso ela correspondesse.

-Mas é claro que a gente aceita esse trabalho, né blade? Temos mais um companheiro que vai ser de grande ajuda  - Responderia a proposta de Chadd - Mas tomar banho... EU? Só se a senhorita em pessoa me lavar - Olharia para ela e ergueria as sobrancelhas em uma tentativa inútil de ser sexy - Mas vamos deixar de lenga lenga e podem ir desembuchando qual é o serviço. Proteger ela do que? Quero saber também quanto iremos receber.




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Proficiências:
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-Ameaça
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Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
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-Idioma silvestre
-Chifres curvos
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Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.
-Roubar remédios da farmácia
-Encontrar o bonde
-saciar vício
-Aprender proficiências Geografia e Astronomia
-Prender o anão perneta dentro de uma garrafa. (NPC companheiro)
-começar a desenvolver liderança
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Blade
Lobão
Blade ficava feliz que no fim tudo tinha dado certo, até a  ̶g̶o̶s̶t̶o̶s̶a̶  chefe do Chadd chegar, Blade havia em seus anos de experiência, experimentado mulheres de todos os tipos e raças (menos anãs), mas aquela era diferente, ela era especialmente bonita.

Quando Subaé começou a ser ''indelicado'' com a senhorita, Blade daria uma cotovelada de leve nele, em seguida dando uma batidinha no peito e pedindo pra ele esperar com um gesto.

Blade estava tranquilo até ouvir a proposta, e pior ver que Subaé concordava, *Cof Cof* -Subaé tu tá ficando maluco irmão? Não vale a pena arriscar tua liberdade como mink, por um rabo de saia não. Com todo respeito é claro não me leve a mal Chadd e Alin. Mas é que os donos do leilão são escravagistas, tu sabe como é fica complicado pra mim.

Blade estava visivelmente preocupado, pois visava muito sua liberdade, mas vaga e malandramente continuava, -Mas assim é aquilo né, pagando bem que mal tem? Desde que vocês ofereçam uma boa quantia eu posso pensar pô. O lobo gesticulava e tentava ser o mais convincente possível, -E assim, não pense que só com esse bode tu vai conseguir uma segurança boa, o chifrudo tá no osso, vocês precisam de um cara mais imponente, e mais chamativo mesmo. O mink tentava jogar toda sua lábia pra cima dos dois.

Continuando o raciocínio Blade já falava, -E Chadd mano, em nome da nossa amizade caralho, tu ia gostar de me ver arriscando meu rabo por mixaria? Porra assim como eu não desejo isso pra tu, tu não tem que jogar isso pra cima de mim. Vamos mandar um papo direito aqui irmão, eu ainda to tentando te ajudar como amigo mesmo, porque eu confio em ti, se fosse qualquer outro eu não aceitava nem fodendo. E mais uma vez o lobo avançava, dessa vez com um migué, pro lado emocional da coisa ainda por cima, aproveitando que Chadd estava bêbado.

Agora olhando para a Alin, -Agora é claro, eu não posso negociar sem a parte importante da discussão, a senhorita Alin é claro. Afinal ela é uma joia rara, deve ser bem cuidada e bem escoltada, ela é quem vai decidir no final das contas. E antes de tudo, me perdoe pelo comportamento do meu grande amigo aqui, ele é chucro mas é porque ele veio de longe, simplesmente ignore o comportamento dele, eu mesmo enfio ele na água se preciso. Após terminar a frase, puxaria Subaé e daria uma espécie de abraço nele, para poder sussurrar no ouvido dele, -Abafa o caso capitão, deixa essa daqui comigo.






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Cabras da Peste

Vol 01 - Amanhecer do Sul


Dia 01 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente || Início de Tarde
N° de Postagens do Narrador: 10


Blade e Subaé - Horário: 14:20

No caminho até o encontro de Chadd, o capitão buscou por livros do seu interesse, contudo, não os encontrou. Aliás, o palácio de sal podia até mesmo ser considerado um ponto turístico de Petra Yuni, dada a beleza exótica da construção. Subaé por alguns momentos voltava sua atenção ao redor a fim de visualizar o que estava acontecendo no salão principal da estrutura. Por todo território do recinto era possível ver cerca de vinte e sete mesas com quatro cadeiras cada, entretanto, algumas estavam juntas, com um aglomerado de pessoas em suas cadeiras. Os garçons passavam de um lado para o outro amontoado de pedidos, carregavam principalmente bebidas que variavam desde grandes torres de cerveja a drinks que exalavam uma certa “tchan” de especial, tendo até mesmo cores incomuns, como laranja e verde-claro, por exemplo. Falando sobre os outros clientes que estavam ali diversas facetas podiam ser vistas pelo bode, uma variedade imensa de pessoas que carregavam suas peculiaridades na sua aparência, alguns aparentavam ter o montante de dinheiro suficiente viver uma vida de tranquilidade e luxo, já outros aparentavam uma certa humildade no que diz respeito ao poderio financeiro. Porém, algo de interessante pode ser notado pelo Mink, apesar das aparências divergirem, todos ali aparentavam estar em harmonia e sem qualquer tipo de preconceito, pelo menos, era isso que o ambiente passava.

O pequeno grupo que havia se formado na mesa começava o diálogo de maneira direta, principalmente pela proposta feita por Chadd, que de maneira rápida obteve uma resposta do bode que procurava saber valores e qual tipo de serviço teriam que realizar – É simples, vocês atuaram como seguranças da madame ao meu lado, apenas por precaução. – O homem falou de maneira tranquila voltando seu olhar a bela Alin, que mexia seus lábios como se fosse dar início a um falatório, porém, as palavras de Blade a fizeram conter suas ações e apenas ouvir o que o canino diria – Bom... – Chadd bradou após Blade finalizar todas suas questões, ele parecia meio confuso com o que queria para o seu futuro, por um momento recusou-se temendo pela sua vida e em questão de segundos, aceitava o trabalho – Do que vocês estão falando? – Bradou o homem enquanto trocava olhares com Alin – Sinceramente não tenho a mínima ideia do que está falando, o grupo Vrunc? Eles nem sequer vão dar as caras no leilão. – O homem continuava a falar de maneira tranquila sem esboçar nenhuma reação diferente – A precaução é apenas por estarmos em Petra, um dos poucos lugares seguros aqui é o Porto. O leilão tem relação com a venda de alguns territórios e estabelecimentos, a Alin quer começar alguns investimentos na cidade e veio de longe para isso. – Proferiu de maneira séria – Blade, somos conhecidos... Mas você tem que maneira nas coisas que você fala, se fosse qualquer outro aqui teria levantado e deixado vocês aqui, atoa. Ofereci um trabalho e você já começa a puxar assuntos que não devem ser fotos de maneira descuidada. – Seu olhar passava um certo desconforto pela situação ocasionada pelas palavras do Lobo – Chadd, escravistas? Existe esse tipo de gente aqui? – Questionou de maneira ainda mais séria Alin, suas palavras carregavam uma firmeza não demonstrada por ela até então – Claro que não minha senhora, isso é coisa do passado. Ignore meu amigo Blade, o sol não lhe fez bem. – Falou Chadd.

A mulher não conseguia esconder seu descontentamento quando o assunto teve relação com escravos, talvez aquela palavra lhe trouxesse lembranças de momentos nada agradáveis – Quando você resolver, me avise. – Bradou levantando da mesa, seguindo em direção a um pequeno grupo aos fundos do salão – Cara, você tá querendo morrer?! – Questionou o homem que se mostrava exaltado – Você não pode falar esse nome de maneira tão banal assim! – Falou baixinho enquanto fechava sua mão com força – Se alguém escuta isso, você morre! O bode morre e eu também morro! Na verdade, todo mundo morre, até o anão e o cachorro. – Disse tentando não levantar seu tom de voz – O salário é bom, minha chefe costuma pagar bem seus funcionários. Creio que fique em torno de quinhentos mil berries para cada, por cerca de quatro a cinco horas de trabalho, no máximo. – Sua voz parecia ter normalizado novamente, ainda estava sério, uma veia saltada em sua testa chamava a atenção de todos que estavam na mesa, mas Chadd aparentava se controlar pouco a pouco – Esse seu amigo é de confiança? Não acredito que teremos problemas, mas, todos precisam estar atentos a um possível sequestro, afinal, Alin é membro de uma rica família do North Blue. Com certeza sua chegada chamou atenção de bandidos que querem se dar bem. – Concluiu o homem passando a mão em seu cabelo, como se quisesse extinguir toda a tensão que existia no seu corpo – Se concordarem me encontrem amanhã aqui na porta do Palácio as oito horas da manhã, o leilão se inicia às nove, não irei tolerar atrasos. – Arrastou com seu corpo a cadeira para trás, levantando devagar e tirando de um dos bolsos um papel amassado e meio amarelado – Se quiserem um lugar “bom”, barato e de confiança, vá nesse hotel. Ao lado dele tem uma loja de roupas, calça, camisa de manga e um sapato social. Irei avisar que vocês irão, sem bagunça e por favor, tomem um maldito banho. – Concluiu de vez sua fala saindo dali sem sequer esperar uma resposta do grupo, deu alguns passos em direção onde Aline estava, entretanto, voltou logo em seguida – Não é permitido a entrada de animais, e se o anão for, que use roupas adequadas também. - Finalizou o homem dando as costas para o grupo, caminhando até o seu destino.



Deep - Horário: 17:45

Tulin ria com as palavras e a animação de Deep para resolver o problema – Não é tão fácil assim, meu amigo. – Falou de maneira cabisbaixa – O buraco é muito mais embaixo, os homens do Josuk são só a ponta do Iceberg. Você entenderá quando for ao Leilão. – Parecia que toda trama envolvendo aquela ilha se resumia ao leilão, talvez fosse apenas a tal grupo Vrunc ou teriam mais pessoas envolvidas nesse “esquema”? Bom, o tritão uma hora ou outra teria a informação completa de tudo o que rolava no lugar.

O Titã novamente mostrava suas habilidades, porém, dessa vez eram voltadas para culinária e não para pancadaria desenfreada. Antes de iniciar o seu aprendizado acertou com Tulin simplórios detalhes relacionados a arte da Confeitaria, em meio a trancos e barrancos, conseguiu gradualmente entender toda a magia que existia por trás daquela arte. Era perceptível a diferença de estilos ao ser alertado pelo homem sobre alguns fatores únicos na produção dos doces, principalmente manter-se atento às medidas necessárias para que nada passasse do ponto, coisa que pelo visto não era muito a praia do tritão. Contudo, o professor estava sempre atento e chamava a atenção quando necessário, reforçando seus ensinamentos para que nada saísse errado. Outro ponto importante aprendido por Scaleback era o uso da paciência na confeitaria, diferente de outros ramos onde a velocidade era mais importante, a calma deveria reinar naquele ambiente. Como duas crianças brincando não perceberam que o tempo havia passado, pela pequena janela que dava para os fundos do estabelecimento, o tritão podia ver que a noite estava próxima – Ficamos foi tempo nessa brincadeira, em? – Falou o Ruivo – Pelo menos tiramos algo de bom disso tudo, tenho minha entrega pronta e você agora tem habilidades com doces, mas, nunca deixe de praticar e como um bom cozinheiro, arriscar sempre que possível na busca pela melhoria gastronômica. – Finalizou guardando o produto feito por eles – E então, vai procurar pelos seus amigos? – Indagou o robusto homem enquanto notava a porta do seu estabelecimento abrindo, clientes chegavam para mais uma noite de bebedeira – De dia é mais tranquilo, mas agora de noite o “bicho pega”. – Disse observando alguns clientes de longa data – No momento não posso te fornecer esses ingredientes, até porque, estou sem canela. Na verdade, estou sem bastante coisa, tinha que ir às compras hoje... Que droga! – Reclamou – Sobre “aquele” problema, você não vai encontrá-los por agora, não está no tempo de vim cobrar o pagamento. Mas se me ajudar com isso amanhã, podemos chegar a um acordo grandalhão, é bom trazer seus amigos também. – Antes de sair da cozinha pegou alguns copos de vidro e colocou em uma bandeja – Sinceramente, eles não devem vir amanhã, tô falando besteira. Enfim, a gente conversa depois, agora tenho que atender. Seus amigos ainda devem estar no palácio, creio eu, se não os achar e quiser ficar por aqui. Sinta-se em casa, mas lembre que não está. – Gargalhou saindo da cozinha.



Histórico Geral:

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Deep
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Localização : Sirarossa - West Blue
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Via o local enchendo conforme Tulin falava, o dia já galopava para seu fim e cozinhar tinha me dado fome, novamente eu não tinha dinheiro pra pagar e agora já não mais como dar nada em troca para Tulin, muito menos podia tentar roubar dele, já havia criado algum laço.

-Beleza Tulin, vou tomar um rumo… Mas dou uma passada aqui depois, quero que tu experimente um dos eclairs da receita de minha mãe, até outra hora…

Ramaria então rumo ao mar e mergulharia buscando o fundo em busca de alga-marron, sabia muito bem onde encontrar plantinhas devido a meus conhecimentos em herbologia, também sabia que seriam úteis para uma luta que pudesse ocorrer, já que posso usar elas pra me fortalecer, apesar do gosto não ser dos melhores sem cozimento.
Também iria coletar ostras que achasse, as quais já abriria, usando minha força, as duas primeiras que achasse para comer, assim como já engoliria a carne das ostras abertas mastigando muito bem, saboreando o gosto fresco delas.
Também prestaria atenção aos arredores em busca de algum peixe baiacu, o qual tentaria pegar com as mãos, usando golpes de água de meu karatê subaquático, para atrapalhar o nado em fuga do pequeno.


Histórico:


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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

Cabras da Peste, vol 1- Amanhecer do Sul - Página 4 R69xxX4
Subaé
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Amanhecer do sul, Post 11


Alin quase começou a falar, mas Chad a interrompeu para dar sermão em Blade por ter dito coisas que não deveriam ser ditas.

-Tá vendo lobão, quem fala o que não deve é você! ZEBEBEBE! - Sussurrei para ele enquanto cutucava suas costelas de volta.

Chadd continuou o falatório e eu ouvi cada palavra enquanto encarava a dama de seu lado.

-É claro que o outro cara é confiável, eu aposto os meus chifres nisso!

Pegaria o papel amarelado e guardaria no bolso, junto do pote de remédios.

-Ta, ta… Eu aceito o trampo, amanhã às oito estaremos aqui, fique de boas - Me levantaria da mesa e deixaria Blade e Chadd para trás, iria em direção a Alin.

- Acho que não fomos apresentados corretamente, eu sou o inigualável Capitão Subaé. É um prazer enorme calar com você - Ergueria a mão em convite para que ela segurasse - Posso te pagar uma bebida? - Caso ela aceitasse o meu convite, levaria a mulher para uma mesa afastada onde pudéssemos conversar melhor - Senta aí, morena - Diria após puxar uma cadeira para que Alin se sentasse, depois disso sentaria em sua frente e ergueria o braço para chamar o garçom.

-Ô garçom,traz uma bebida digna para uma mulher, e traga também um baralho - Encararia Alin e sorriria mostrando a falta de meus dentes - Gosta de apostas?

Quando a bebida e o baralho chegassem eu observaria a mulher beber (caso ela beba) e pegaria o baralho para poder embaralhar as cartas - Vamos jogar 21, conhece as regras? - Eu iria distribuir as cartas para nós dois e caso ela não conheça as regras eu explicaria.

- Desculpe ser tão direto, mas me parece que você não conhece muito bem essa ilha e muito menos as pessoas que aqui vivem. Não consigo acreditar que uma investidora igual você deixe detalhes assim passarem despercebidos - Caso alguma das mãos de Alin estejam sobre a mesa eu iria acariciá-la,  talvez isso faça ela se sentir mais confortável - Por isso só consigo pensar em dois cenários. Ou alguém está te escondendo a sujeira daqui, ou você quer enganar a gente…então, já que vou arriscar a vida de meus companheiros te protegendo, eu gostaria de saber qual é o tipo de negócios que você quer ter nesse deserto dos infernos?

Minhas palavras eram ditas em baixo tom, eram quase sussurros de uma conversa franca entre duas pessoas que (provavelmente) tem o rabo preso em problemas maiores do que podem lidar.

Caso a mulher me desse um fora e não aceitasse ir conversar a sós comigo eu viraria as costas e deixaria todos os presentes na conversa -Até amanhã então, “xuxuzinho”.

Iria até a mesa mais cheia (com lugar vago para mim, óbvio) e me sentaria na cadeira.
Olharia os presentes nos olhos, um por um, e depois que todos ali (ou pelo menos alguns) tivessem me encarado eu iria bater levemente três vezes na mesa para chamar aa atenções de uma vez por todas.

-Vejo que estão empolgados com a bebedeira, eu proponho melhorar a diversão…. Peçam mais uma rodada de drinks, bora apostar quem bebe mais. quem ganhar leva o dinheiro... E ai bundões, vocês topam?



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Blade
Lobão
Blade observava Subaé saindo da mesa e ficava quieto, ''Como é que esse bode está vivo?'', era o que ele pensava na sua própria solidão, fazia tanto tempo que o homem não via seu capitão, que agora era até mesmo difícil de acreditar que o bode na sua frente, era o seu capitão, deixando isso de lado, Blade via que com o nome dos Vrunc não se mexe, cuspia no chão após pensar nessa família, a visão mental dos Vrunc para Blade era um bando de nobres genéricos, e provavelmente ele não estava errado.

~ENSINANDO COMANDO~

Sem um puto no bolso beber ali seria difícil, mas atrapalhar o capitão agora não parecia ser uma boa ideia, então Blade chamava Lua e acariciava ela logo depois sussurrando, -Lua, preste atenção no que eu vou te falar, no leilão são proibidos animais então eu não vou poder te levar, mas se a coisa ficar feia eu vou te chamar com esse assobio, Blade estava tentando explicar um comando simples para Lua, o assobio era característico para tentar facilitar sua compreensão, durava 3 segundos, tendo duas pausas do meio e se tornando mais estridente no final.

Blade esperava que Lua tivesse entendido, então repetia o assobio mais algumas vezes para fixa-lo na mente da cadela, então perguntava -Você entendeu? É muito importante, se a gente precisar fugir eu vou te chamar com esse assobio, além disso acabei de me lembrar que eu ia te ensinar a lutar. Blade se levantava, chamava Lua e saia do Palácio, acenando para Subaé.

Blade saia do Palácio com Lua, e procurava por um lugar para poder treinar ela, o lugar apenas precisava ser isolado, sem muita gente, poderia ser um beco próximo ou coisa do gênero. Ao chegar no local, Blade começaria a treinar ela, começando sua explicação, a ideia era treinar ela para ser um cão de guarda. -Lua, a primeira coisa que eu devo te dizer, é para morder o pescoço quando for atacar alguém, mas a virilha não é nada mal, Blade falava a última parte sussurrando, afinal era um truque sujo, e um tanto quanto baixo, o lobo ficaria ali o tempo que fosse necessário, treinando e explicando o que deve ser feito em um combate para sua cadela, mostrando pra ela que o certo no combate é atacar os pontos fracos.

~FIM DO ENSINAMENTO~
 
Quando terminasse de treinar a Lua, Blade voltaria para o Palácio de Sal, e iria até Subaé, -Pergunta, tu tem grana pra me emprestar pra tomar um goró? Também preciso comprar uma carninha pra Lua se não for abusar, te pago depois que terminarmos o serviço., Blade pediria o dinheiro e iria até o balcão pedir, caso Subaé não desse o dinheiro, Blade simplesmente ficaria sentado no balcão esperando a boa vontade do capitão.






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Cabras da Peste

Vol 01 - Amanhecer do Sul


Dia 01 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 11


Subaé - Horário: 15:20

O fluxo de pessoas no interior e exterior do palácio parecia aumentar cada vez mais, principalmente no lado de dentro onde a grande parte parecia ir aos outros andares do estabelecimento. O pequeno grupo próximo à saída conversava de maneira tranquila, pelo menos era isso o que passavam aos que estavam em sua volta, nós sabemos que o clima entre eles não estava dos melhores. O capitão zoava o membro do seu bando após ele falar o que não devia, trazendo um pouco de descontração ao ambiente ali formado – Se é confiável, então não temos mais o que conversar. Amanhã aguardo vocês aqui no horário. – Disse o homem que ofertou o serviço, retirando-se em seguida da mesa e indo para o lado de fora do Palácio, carregando em suas mãos um maço de cigarro.

Subaé levantou da mesa quase ao mesmo tempo que Chadd, porém, foi segundos mais rápido que o mesmo e largou o resto do grupo sem sequer se despedir, mas que capitão esse em? Enfim, o Bode dirigiu-se até Alin, a mulher estava sentada em uma mesa com mais algumas pessoas que expressavam um certo desgosto ao escutar o convite do Mink – Senhores, com licença. – Bradou calmamente a mulher enquanto se levantava da cadeira, ignorando a mão estendida pelo caprino e o acompanhando até outra mesa. Alguns passos adiante a dupla estava sentada em uma mesa que acabara de ser utilizada, algumas garrafas de bebida e pratos sujos com resto de comida estavam ali, a mulher ergueu seu braço e uma tatuagem com símbolo de pavão pode ser vista por Subaé em seu pulso – Me desculpe meus senhores, estarei retirando os itens agora. – Disse o garçom fazendo todo o malabarismo necessário para pegar todos os itens da mesa e em seguida, levando-os para a cozinha. Não demorou para que outro garçom viesse com um pano e dois copos com água, realizou de maneira rápida a higiene da mesa e serviu ambos os copos para a dupla – Sim senhor, é pra já. - Disse o garçom de aparência jovial, não tinha mais que seus dezessete anos – Não tenho interesse em coisas que dependam da sorte, prefiro ações palpáveis e seguras. – Falou Alin de maneira extremamente calma após ouvir a indagação de Subaé.

Demorou alguns minutos e o garçom voltou com um martini para Alin – Senhor, infelizmente não temos baralho. – Falou um pouco desconcertado – Sinto muito senhor, qualquer coisa estou a disposição, com licença. – Concluiu se retirando educadamente da mesa. Enquanto a mulher ingeriu parte do drink o caprino vinha com uma série de perguntas, tentava até mesmo segurar nas mãos da mulher que esquivava com maestria – Existe um terceiro cenário. – Falou olhando diretamente nos olhos do Bode – Você presume que “algo de errado” esteja acontecendo, talvez seja algum trauma ou más experiências ao longo da sua vida. Entretanto, você está perante um membro da família Vonterrier, guarde futuros achismos ou especulações para si ou seus amigos. – Sua voz estava séria e passava uma certa frieza – Porém, creio que seja injusto não dar mais informações para alguém com o dever de proteger minha integridade. – Voltou a degustar da bebida – Você está certo e fez uma constatação genial, aqui é um deserto que e pelo que eu soube, grande parte está inexplorado. Existe o quê? Duas cidades? Sendo que Arosa é dominada pelos marginais, tendo como local seguro apenas o Porto da Ilha e lá se você ainda não percebeu, o fluxo de mercadorias entrando e saindo é de encher os olhos. Além disso, a ilha é bem localizada e tenho certeza que com o investimento certo, possamos criar aqui um local agradável, aproveitando do clima exótico e paradisíaco, conheço muitos homens que passariam suas férias nesta região. – Parou olhando ao redor como se procurasse por alguém – Eu não pude trazer toda minha comitiva, apenas um e pensei em contratar alguns mercenários que vi anteriormente, porém, Chadd insistiu que seria melhor homens da sua confiança… – Falou mantendo a serenidade em suas palavras – Você tem capacidade necessária para o serviço? – Indagou.

Antes de ter tempo de responder um grupo com três homens se aproximavam da mesa, sequer olhavam para o Mink – Senhorita Alin, algum problema por aqui? – Indagaram olhando unicamente para mulher – Qued que eu retire o lixo do vosso ambiente? – Continuou falando e dessa vez, com uma certa rispidez em suas palavras – Querido Max, agradeço pela preocupação, mas, esse homem é meu funcionário. Não sabia que a família Vrunc se importava tanto assim com seus convidados. – Colocou o Drink na mesa olhando para o homem do centro, que tinha uma aparência chamativa e que captava a atenção daqueles a sua volta, sua pele era branca como a neve, seu olho esquerdo azul como os céus de Petra, um tapa olho cobria o olho direito e por fim, suas madeixas amarelas e levemente bagunçadas completava a beleza do homem – Perdão pela intromissão, mas sim, nós prezamos pelo bem-estar dos nossos convidados. – Falou de maneira cordial ainda voltando sua atenção totalmente à mulher, já um dos homens ao seu lado encarava o Mink com um certo nojo no olhar – Se me dá licença, estou indo. – Disse enquanto saia do lugar.


Blade - Horário: 15:20

Blade continuava na mesa com Peri e Lua, aproveita o momento para ensinar alguns truques a sua companheira, o comando era um assobio característico que indicava um chamado por parte do Mink, repetiu algumas vezes e pelo que aparentava era algo simples de ser aprendido, não tendo muitas dificuldades por parte da cadela – Au-Au! (Entendi!) – latiu. Acompanhado de Lua o canino saia do palácio de Sal e via o alto fluxo de pessoas entrando e saindo do estabelecimento, não só isso, próximo do local via um grupo treinando ao ar livre, pareciam ser soldados, dada tamanha rigidez e disciplina notável em seu treinamento. Andava mais um pouco pelo chão quente, pelo jeito o Mink não ligava tanto assim para sua mascote, que diferente dele, não tinha nenhuma proteção em suas patas para evitar o intenso calor do solo. Não demorou para encontrar um local afastado do Palácio e também da outra estrutura que existia em cima de uma espécie de morro, onde o mesmo ensinava alguns truques a sua mascote, um novo comando referente a como se portar em uma batalha, onde ela deveria atacar e de alguma forma não explicava, continuava a ensiná-la por algum tempo. Contudo, ele notava que o sol ia ficando cada vez mais fraco, era um sinal que o dia estava começando a acabar e a noite chegaria em algumas horas.


Blade e Subaé - Horário: 16:30

O Canino retornava até o Palácio de Sal junto de Lua que aparentava sofrer com suas patinhas queimando, era necessária uma atenção por parte do Mink a sua companheira, afinal, ela começava a mancar da pata traseira esquerda. Por fim, a dupla se reunia na mesa e Blade fazia um pedido ao seu capitão, aguardando sua resposta em seguida.



Deep - Horário: 18:26

Deep via a Taberna do Ruivo enchendo e o mesmo ficando atarefado com o atendimento dos mesmos, já que Peri não estava mais lá para auxiliá-lo. Tulin realizou um aceno com sua mão ao ouvir as palavras do tritão, não podia dar mais atenção, senão iria de enrolar completamente em seu trabalho.

O Titã seguiu pelas ruas ainda movimentadas de Arosa em direção ao mar, o sol já estava indo embora e ele notava que a iluminação da cidade não era das melhores, algumas lâmpadas que pareciam ter sido colocadas pelos próprios moradores se mostravam mais úteis do que alguns postes de luz, alguns piscavam sem parar e outros sequer pareciam ter energia. No caminho percorrido pelo mesmo pode ver também alguns barraqueiros já guardando suas mercadorias e alguns bares pelo caminho lotados de gente, entretanto, alguns grupos se formavam nas esquinas e a bebedeira rolava solta.

O tritão estava agora próximo ao Porto da Ilha, o fluxo era intenso na carga e descarga de mercadorias que não podiam ser identificadas pelo homem peixe, apenas se prestasse atenção veria um aglomerado de caixas dos mais variados tamanhos sendo transportadas. Era notável também a segurança do lugar sendo feita por pessoas armadas e ao que parece, alguns mercenários mal-encarados. O Porto era extenso e contava com várias "baías", a arquitetura das lojas se mostrava diferente das existentes em Arosa, o acabamento estava bem feito, eram devidamente sinalizadas e com uma diversidade de cores, diferente da monocromática aparência da cidade em que Deep estava outrora.

Cabras da Peste, vol 1- Amanhecer do Sul - Página 4 Tenor

O pôr do sol mostrava a beleza única e imponente da natureza, no horizonte pode ver o sol que aparentava ser engolindo pela vasta extensão do mar, mas, o tritão nem sequer deu atenção aquilo, apenas saltou em direção ao seu “habitat” em busca de alguns itens específicos. Enquanto buscava pelos itens via alguns peixes que o encaravam, talvez achassem um tanto quanto estranho um baiacu daquele tamanho, aliás, vai saber o que os peixes estavam pensando. Em sua busca o tritão encontrava algumas ostras e já comia duas delas, tendo apenas uma porção com 7 em suas mãos agora. A alga foi um tanto quanto difícil de encontrar, precisou de um empenho a mais por parte do destruidor e finalmente encontrou uma pequena porção que daria para realizar quatro usos. Por fim a busca pelo semelhante desprovido de inteligência (se comparado ao Tritão) foi falha, encontrou alguns outros espécimes, mas não o Baiacu.

Por fim, o tritão continuou no mar, já que em sua narração não saiu de lá. Quando saísse, veria que a lua cheia pairava no céu.



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Caminhando pela cidade, via o sol se pondo no horizonte, seria uma bela inspiração para um artista, mas a inspiração para cozinheiros é a fome, com certeza nesse ponto aí minha inspiração tava a mil.
Pude ver uma galera colocando uns caixotes na doca, talvez tivesse algo a ver com o leilão, mas sozinho não virava encrencar com isso e eu tava cagado de fome.
Mergulhei e coletei algumas algas marrons e algumas ostras, as quais já comi duas ainda dentro da água.
Sairia então da água e olharia para a lua, já passei um tempo grande o suficiente com minks para saber o que significava.

-Ihh rapaz… Caldo vai entornar…

Colocaria as quatro longas e largas folhas em minha pochete que antes estava vazia, separaria as folhas e as enrolaria fazendo quatro rolinhos de alga. Começaria a tentar enrolar as algas enquanto segurava as ostras na outra mão, mas incapaz de fazer isso com uma mão só, começaria a resmungar e colocaria as ostras no chão para poder fazer a tarefa com ambas as mãos. Uma vez feitos os quatro rolinhos, os guardaria e pegaria as ostras, curvaria meu braço esquerdo junto ao peito e apoiaria minha ostras entre meu peito e o braço recurvado. Começaria a caminhar rumando ao palácio de sal, no caminho eu abriria as ostras usando a mão direita e os dentes, comeria a carne e lamberia a parte interna da concha como se fossem picolés, as lamberia até sair todo o gostinho salgado e então repetiria o processo com a próxima ostra.

Se eu achasse alguma pedra ou pérola dentro das ostras, a guardaria em minha pochete.

Se em algum momento me xingassem, faltassem com respeito ou zoarem de mim de qualquer forma, jogaria uma das cascas vazia de ostras em meu “colo” em quem me fez alvo de zombaria e diria em tom sério:

-Que foi? Tá querendo morrer hoje é?


Se tentassem brigar comigo, deixaria acertarem o primeiro golpe e ficaria o mais impassivo possível perante o golpe, pegaria mais uma ostra a abriria e e jogaria sua carne em minha boca, em seguida pegaria o brigão pela cabeça com minha mão direita, o ergueria acima de minha cabeça e o jogaria no chão de cabeça logo antes de pisar na mesma com meu peso.

-Mais alguém quer zoar o baiacu?

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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Subaé
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Créditos : 05
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Amanhecer do sul, Post 12

“Se eu soubesse que ela falava tanto eu nem tinha chamado” Pensei.

A mulher me falou um pouco sobre os seus planos em Petra, parece que ela está preparando uma rede de hotelaria… E aí veio um mauricinho que começou a flertar com ela.
Observei a conversa dos dois e falei ao final.

-Se eu tenho capacidade para o serviço? Mas é claro que tenho!! Eu sou o bode mais inesquecível do Sul, O amante das biritas e o terror dos emocionados. Eu sou o grande capitão Subaé-san! - Diria olhando nos olhos de Alin antes de levantar - Inté mais ver, morena. Vou resolver meus corres - Pra ser sincero não me importo muito com os objetivos dela e muito menos com a sua segurança. Estou muito mais interessado em conseguir entrar no Leilão sem chamar atenção.

Seguiria na direção de Blade, mas ao olhar para trás observaria o mauricinho caolho e cuspiria no chão antes de soltar um comentário em alto e bom tom.

-É CADA OTÁRIO QUE ME APARECE VIU - Olharia para Blade novamente - E ai amigão, bora pegar esses ternos?

Caso ele me pergunte sobre o Peri eu me espantaria com a pergunta - Oxe, achei que o velho tava com você…- Eu diria. E se ele brigasse comigo por eu ter esquecido o anão na mesa eu responderia - E POR ACASO EU SOU O PAI DELE PRA TER QUE FICAR ME LEMBRANDO ?

-Lua não consegue farejar ele não? - Eu perguntaria, mas a julgar que lua está com as patas feridas essa não seja uma opção válida - Bora fazer assim, vai indo pra estalagem cuidar da Lua enquanto eu procuro esse velho de merda - Pegaria o papel amarelado e leria com atenção o endereço escrito nele, depois entregaria o papel para o Mink lupino.

-Ô PERI!!!! CADÊ VOCÊ??? - Gritaria enquanto buscasse o perneta em miniatura - APARECE AÍ SEU PUTO!! - Buscaria pelo anão em todos os lugares, desde debaixo das mesas, levantaria os chapéus das pessoas para ver se ele não estava lá escondido, e até saias e vestidos eu levantaria para ver se o anão não estaria por lá.

Caso eu o encontrasse diria - Não some assim não porra, ta viajando é? Já achou o cara que te deve? - Caso Peri me aponte o devedor eu iria até o indivíduo cobrar a dívida. -Ei bonitão/bonitona, eu soube que tu ta devendo uma grana ao meu amigo perneta. Tu não tem decência não?? Como você fica devendo pra um velho aleijado, ein? SEU MERDA! Pague o que você deve agora, ou você vai se meter em um problema com alguém do seu tamanho dessa vez.

Talvez agora eu consiga intimidar o infeliz. Feito isso eu não teria mais nada para fazer no palácio.

Caso não tenha mais nada para se fazer no palácio (ou se eu não encontrar Peri de jeito nenhum) eu iria para a estalagem encontrar Blade e Lua.
Vez ou outra eu precisaria parar alguém no meio do caminho para situar minha localização (afinal, eu sabia o endereço mas não o caminho).

Quando chegasse na estalagem, soltaria um assobio forte e no ritmo característico que eu sempre usava para me comunicar com Blade para que ele soubesse que eu estava por perto caso ele ouvisse. Sendo assim, antes de ir para o hotel eu entraria na loja de roupas.

- ME DISPACHE - Diria ao entrar, visando atrair a atenção do vendedor mais próximo - Eu preciso alugar três ternos para um serviço que farei amanhã de manhã, quanto custa? - Explicaria ao alfaiate as medidas de Blade e Deep (mesmo não tendo tanta precisão ao explicar eu daria o meu melhor para tentar fazê-lo da melhor forma), depois disso pagaria o valor solicitado e recolheria as vestimentas.

Caso eu seja atacado (independente de quando) o meu foco seria sempre desviar, para só depois contra atacar com um chute que golpeie a cabeça do oponente (de cima para baixo), jogando-o de cara no chão. (faria isso quantas vezes fosse necessário/possível)

Se o inimigo for alguém "durão" eu aproveitaria o momento em que sua cabeça estivesse no chão para pisa-la pelo menos umas quatro vezes, pra matar mesmo.

Traumatismo craniano.


Histórico:


Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.
-Roubar remédios da farmácia
-Encontrar o bonde
-saciar vício
-Aprender proficiências Geografia e Astronomia
-Prender o anão perneta dentro de uma garrafa. (NPC companheiro)
-começar a desenvolver liderança
240/240100/1006/1012/15

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Tabela de preços:
Jupges
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Créditos : 00
JupgesCivil
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Blade
Lobão
Blade observava com atenção as patinhas de sua cadela, e carregaria ela no colo para evitar mais esforço vindo da mesma, -Eu já vou cuidar de você, diria o lobo para sua fiel companheira. Então Blade procurava por Peri, pra saber se ele tinha uma pomada ou algo do tipo.

Quando chegava para conversar com Subaé, Blade falava -Cadê o anão?, e ao ouvir a resposta de seu capitão ele gritava, -COMO DIABOS TU ESQUECEU O ANÃO!?. Blade chegava a ficar cansado, mas quando ouvia a pergunta de Subaé respondia, -Saber ela sabe, até eu sei mas ela tá machucada coitada

Depois de ouvir a proposta de Subaé, Blade assim o fazia alugando o quarto no nome do Subaé, levando Lua pro quarto da estalagem e deitando ela na cama, -Vou cuidar de você agora Lua.

Blade usava de suas perícias veterinárias, pegava seu cachecol que estava usando de manto para se proteger do calor, e rasgava sua ponta, o suficiente para improvisar ataduras para as patas de Lua, antes de fazer procuraria por uma fonte de água em algum dos banheiros da estalagem, para higienizar o cachecol, e também para poder depois higienizar as patinhas de Lua, com o cachecol limpo e com o ferimento de Lua higienizado, Blade deixaria compressas feitas com o pano do cachecol em cima do ferimento, até que a dor de Lua passasse. Por fim Blade usaria o os panos retirados do cachecol que estivessem secos para fazer ataduras para a cadela.

Depois Blade sairia do quarto, e iria até o bar, pediria pro garçom um bife pra entregar no quarto em que eles estavam, e daria ele pra Lua quando chegasse. O lobo pediria pra deixar na conta de quem alugou o quarto.

Depois de deixar a Lua de repouso Blade, procuraria por Subaé e tentaria ajudar ele a encontrar o anão.






objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico: