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Voice of the Soul Seg Maio 10, 2021 10:06 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Voice of the Soul

Aqui ocorrerá a aventura dos(a) Marinheiros Eric Flamesguard e Annabelle Petit Barozzi. A qual não possui narrador definido.

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Voice of the Soul - Página 3 J09J2lK

Antestor
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Re: Voice of the Soul Ter Jun 08, 2021 5:07 pm






Voice of The Soul

Não se havia exatamente água com Elias, na realidade era algum tipo de bebida alcóolica, mas, melhor que tomar óleo de cozinha de toda forma. No final o importante é que serviu para os meus propósitos e os sedativos puderam ser utilizados e eu pude realizar o meu trabalho sem muitos incômodos, afinal, pelo visto Annie tinha dado um jeito no calor que fazia naquele navio, não tinha dúvida que ela conseguiria resolver, ela é um gênio, afinal. De qualquer maneira já havia passado tempo o suficiente naquele calor infernal para me fazer suar demais. Terminado o procedimento eu conseguia respirar mais aliviado, já que grande parte daquela tensão de outrora já não mais existia; a corrida contra o tempo havia terminado. Junto de Elias e do recém conhecido Pietro, nós conseguimos transportar o soldado para fora do navio sem grandes dificuldades e lá fora não demorava para encontrarmos mais soldados da Marinha para que o homem pudesse ser levado para ser tratado de melhor forma. Todo mundo sabia que a Capitã Linda era uma ótima médica e com certeza poderia ajudar o homem em sua recuperação lá no QG, com certeza ela tinha mais experiência com isso do que um médico iniciante como eu. - Ufa. Deu tudo certo no final. - eu dizia ao olhar para o soldado ferido, já lá fora e com as bandagens trocadas. - Muito obrigado gente, sem vocês eu não iria conseguir! - fiz uma rápida reverência, já me preparando para voltar para o navio em busca do restante dos marinheiros. Acenei brevemente para os que por ali ficavam e a passos rápidos comecei o meu retorno. Meu primeiro trabalho como médico de campo havia sido um sucesso e eu não poderia deixar de agradecer aos outros pelo apoio que me deram.

Voltei rapidamente para o barco, tentando chamar a atenção de quem ainda estivesse por lá e por ação do destino eu conseguia achar logo quem eu mais amava no mundo; o meu sentimento perene por Annie com certeza nos fazia ser inseparáveis. Ao me aproximar de minha amada, eu fiz o que todo bom homem faria para sua mulher numa situação como aquela que estávamos: chequei ela completamente, em busca de queimaduras ou algum tipo de ferimento. Ela estava no local mais perigoso do navio no momento de desespero, afinal. Graças a Deus, nada de ferimentos eu encontrava, ela parecia estar em perfeito estado. Institivamente eu pegava nos quadris de Annie, querendo puxa-la para um abraço, pouco me importava se ela estava suada ou não, porém... eu finalmente me dava conta que não estávamos sozinhos ali, tinha uma grande plateia nos olhando e sabia que Annie se sentia bastante envergonhada com essas demonstrações de afeto em público, apesar de pessoalmente eu não me importar. - Droga, o remédio! Como pude me esquecer? - meu sorriso de felicidade ao saber que Annie não tinha se machucado logo virava um semblante de preocupação. Eu tinha me esquecido completamente desse detalhe, porém Annie fazia o favor de me lembrar. Merda, será que ela já está sentindo os efeitos de sua doença?! Eu conhecia bem a minha princesa e sabia que ela não gostava que eu ficasse preocupado com ela, mas, era impossível, sempre me deixava muito apreensivo essa questão da doença dela. Como minha princesa havia dito, não se tinha mais feridos, então a prioridade era encontrar os remédios para Annie antes que fosse tarde demais.

Porém logo um estrondo enorme ecoou pelo navio, mas, que vinha lá do lado de fora, parecia que alguém havia estourado uma bomba. - Cacete! Essa foi das grandes! - exclamei ao escutar o enorme barulho, um pouco desnorteado. Os marinheiros que estavam com Annie diziam que precisavam fazer um relatório e encontrar uma tal de Lucy. - Ah, desculpem-me. - respondia ao marinheiro, parecia que eu estava atrapalhando a passagem dos mesmos enquanto ainda estava tentando entender o que estava acontecendo. Eu abria caminho para os outros marinheiros passarem assim como Annie, talvez ela estivesse sabendo melhor da situação, porque eu simplesmente estava voando com tudo aquilo que ocorria. Seguiria ela assim que ela começasse a correr e a me explicar o que de fato ela imaginava o que era. Minha princesa acreditava que não tinha sido um simples problema mecânico que havia ocorrido ali no navio, mas, sim algum tipo de sabotagem feito por alguma pessoa. Pelo que ela tinha falando antes, eu já deveria ter percebido isso. - Então, você tá achando que essa tal de Lucy? Ela desapareceu, né, então isso só pesa ainda mais a suspeita pra cima dela. - completaria a fala, ainda em constante movimento. Lá fora, eu buscaria localizar alguém que estivesse agindo de forma suspeita, com minha visão um pouco mais avantajada, talvez isso não fosse uma tarefa tão difícil. Ainda que houvesse alguém que foi destacado do serviço de patrulha a pouco tempo, com certeza algum dos marinheiros que ainda estavam pelo porto poderiam ter avistado alguém agindo de forma estranha. - Bom dia soldado. - faria uma breve reverência, me aproximando de algum marinheiro em patrulha. - Você por acaso viu alguém agindo de forma estranha por aqui ou viu uma mulher saindo daqui dessa região do porto com trajes de marinheiro? O nome dela é Lucy. - terminaria, esperando uma resposta do marinheiro. Ao fim, independente da resposta do mesmo, eu agradeceria por ele ter cedido uma parte do tempo dele para mim. - Certo, muito obrigado. - com as informações que me fossem dadas, eu iria decidir os meus próximos passos.

O porto era um lugar bastante grande, com certeza teria locais suficientes para a mulher poder se esconder, isso é claro, se for realmente ela que tenha feito essa sabotagem no navio. Voltaria até Annie, onde poderíamos organizar melhor como seria a nossa busca. - Voltei, princesa. - pararia um momento para poder respirar e claro, pensar direito no que deveria fazer a seguir. - Você precisa comprar os seus remédios. - com um olhar sério, eu colocaria minhas mãos nos ombros de minha amada. - Se tivermos que entrar em combate, não quero que você tenha uma crise no meio da luta. - as consequências disso poderiam ser fatais para Annie, então eu não deixaria isso acontecer de maneira alguma. - Se quiser eu posso continuar a busca sozinho. - traria minha nerd para próximo de mim, abraçando-a. - Eu te amo, tá? É por isso que eu me preocupo tanto com você. As vezes pode parecer exagero, mas, eu só quero o melhor para você, princesa. - diria sorrindo para ela, falando num tom mais baixo. O medo de que alguma coisa acontecesse com Annie sempre era presente em meu coração. Maldita doença. Mas, queria ouvir o que ela tinha a dizer sobre como ela estava se sentindo no momento. Não poderia obrigar ela a fazer o que eu queria, mas, esperava que ela tivesse um senso de autopreservação maior. Se eu tivesse que caçar o culpado sozinho, eu tenho confiança que minha pontaria não iria me deixar na mão, com certeza eu conseguiria segurar as pontas.



Histórico:
Nome: Eric Flamesguard
Estilo de Combate: Atirador
Proficiências: Primeiros Socorros, Anatomia, Farmácia, Diagnose e Toxicologia
Profissão: Médico
Localização: Shells Town - East Blue


Posts: 7
Ganhos: Kit Médico da Marinha (Sedativos, Álcool, Bisturi, Agulha e Linha de sutura, Bandagens, Remédio [1 unidade])
Perdas: 125.000 berries (Entregues a Annabelle), Bandagens e Sedativos.
Milabbh
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Re: Voice of the Soul Ter Jun 08, 2021 10:35 pm
Narração - Voice of The Soul
Localização: Porto de Baixa Shells Town
Período do dia: Fim de Tarde

Os momentos que antecediam o encontro caloroso, e estamos falando da temperatura mesmo, eram embalados pelas falas ríspidas da marinheira para com os tripulantes do navio. Lilith até abria a boca para falar, mas era rapidamente interrompida por Annie, que adivinhava o que sairia dali.

De qualquer forma, já tinham uma suspeita: A piran... Digo, Lucy. A marinha parecia ter recomendado a tal moça, mas teria sido bom conferir se ela era o que dizia, afinal, ao que tudo indicava, acabara de tentar matar alguns marinheiros, usando um golpe simples e sujo.

Enquanto isso, Eric terminava seus trabalhos e entregava o ferido nas mãos de uma patrulha, agradecendo a ajuda dos tripulantes e se sentindo aliviado por completar sua primeira de muitas missões que ainda viriam, e o melhor, com sucesso. Agora só restava encontrar Annie.

Os passos da marinheira ficavam cada vez mais pesados à medida que avançava pelos corredores, indicando que seu corpo não poderia aguentar mais muito tempo sem o antídoto para sua doença. No entanto, um bom substituto logo poderia ser encontrado, e assim ela o fazia, seguindo a voz dele.

Depois de aliviados e conversados, o jovem Jorge se pronunciava, e pegava de volta sua camisa, para só então ouvirem o estrondo lá fora. Após uma rápida entreolhada, ambos já sabiam o que fazer, e corriam pelo navio novamente, enquanto Annie aproveitava para explicar a situação.

Lilith, por sua vez, arfafa e tentava alcançá-los. - Calma lá gente! Quem morreu?! - Ao falar isso, ela soltava um pequeno guincho. - Opa, esquece. - E seguia o caminho no encalço do casal.

Uma vez lá fora, se viam na presença dos marinheiros, que ao serem indagados sobre a carga, respondiam. - Na verdade tínhamos prisioneiros, sim. Uma dupla de piratas, mas não eram muito valiosos, e já foram levados ao QG. - Robervaldo olhava em volta, enquanto Annie entrava no navio para checá-lo, constatando que não havia nada mais por lá.

Ao voltar para superfície, protagonizava uma bela cena com Eric. O loiro se preocupava com o bem estar de sua amada, afinal, seu corpo já era naturalmente mais fraco, e agora estava sem seu remédio, não sabiam o que poderia acontecer. Mas aquela cientista não se deixava abalar, muito pelo contrário, sabia que não tinha nada a temer enquanto estivesse com ele ao seu lado. Além disso, claro que ela não daria esse gostinho de vitória para a Dona Morte ainda.

Mas quando terminavam de conversar, era hora de localizar a tal impostora. Eric aproveitava sua visão avantajada para vasculhar seus arredores, e era aí que seus olhos estacionavam em uma figura bem destoante do resto. Ali, parada no meio de todo aquele caos que fora instaurado, jazia alguém que parecia plena.

Uma mulher trajando roupas vermelhas e pretas, com um tapa olho adornando um de seus belos olhos carmesim. Ao seu lado havia um homem carregando um enorme machado, que parecia protegê-la. E sob os pés da moça, envoltos por uma bota de couro preta, jazia um mini barril de pólvora, que ela acendia e chutava na direção deles, com um sorriso no rosto.

- Achei que não sairiam! Aqui um presente pra vocês... - O barril rolava pelo cais até explodir parte dele, derrubando pedaços de madeira pela água. As pessoas que antes haviam por ali, agora corriam desesperadas pelo porto, e a marinha também não se fazia presente, uma vez que tinham ido escoltar o ferido. - Parece que se livraram dos marinheiros para mim, obrigada!

- L-Lucy?! - Jorge olhava embasbacado para a mulher, como se estivesse realmente incrédulo. - Eu sabia que essa daí não era flor que se cheirasse. - Robervaldo cruzava os braços e olhava feio para ela.

- Hmmm, sinceramente? Achei meio brega... Bota de couro é tão século passado. - Lilith mergulhava em devaneios sobre moda, enquanto analisava a mulher, ignorando o clima tenso que se formava ao redor.

ControlePosts: 07

Annie
Doença: (7/15)
Ferimentos:
Ganhos:
- Espada (Katana) Gasta da Marinha (+1 em Força)
- Kit Mecânico da Marinha (Ferramentas diversas)
- Mochila da Marinha
Perdas:
- Só neurônios


Eric
Ferimentos:
Ganhos:
- Kit Médico da Marinha (Sedativo, Álcool, Bisturi, Agulha e Linha de sutura, Bandagens, Remédio [1 unidade])
Perdas:
- 125.000 Berries (Entregues a Anabelle)

 

Considerações
Lilith
Voice of the Soul - Página 3 Encomenda_-_Cubo_02-03_-_Sem_Assinatura 


Velho Marinheiro (Robervaldo)
Voice of the Soul - Página 3 1-1212967747


Marinheiro do Meio (Elias)
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Marinheiro mais Novo (Jorge)
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Lucy
Voice of the Soul - Página 3 Beidou-Genshin-Impact-01-1024x576



emme



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Voice of the Soul - Página 3 QeMkXKw
Falta de Humildade:

Voice of the Soul - Página 3 ABC
Antestor
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Re: Voice of the Soul Qua Jun 09, 2021 10:51 pm






Voice of The Soul

Antes que eu pudesse continuar minha parte na busca, eu tinha notado alguém bem suspeito durante estava vasculhando apenas por cima a área do porto de uma forma mais generalizada. Era uma mulher que usava roupas extravagantes, parecia até mesmo que queria chamar atenção, apesar de que roupas como aquelas num calor desse não fosse uma das escolhas mais inteligentes. Ao lado da mesma, parecia que a mulher tinha um tipo de guarda, era um homem que trazia um enorme machado em suas mãos, arma tão extravagante ou um pouco mais que as roupas da mulher que seu portador acompanhava. O mais preocupante no entanto veio depois; a mulher tinha consigo um barril de pólvora, que logo foi acendido e chutado em direção ao barco de onde estávamos, explodindo antes que pudéssemos fazer alguma coisa e consequentemente levando uma parte do cais, que já era bem precário, para a água. A mulher se gabava por não haver mais marinheiros pelo porto, mas, isso não seria problema. Aqui nós temos o suficiente, disso eu tenho certeza. - Então a meliante deu as caras, né? E pelo visto ela tem um cumplice. - falava com um sorriso sarcástico em meu rosto enquanto olhava para a mulher. - Encontramos em quem você pode bater agora, princesa. - voltava meu olhar para Annie, sabia que minha amada estava doida para dar uma surra no culpado do navio e pelo visto, a gente nem precisou ir muito longe para poder encontra-la, a criminosa praticamente pediu para ser capturada agora, aparecendo bem na frente das pessoas que ela mais devia evitar.

As suspeitas eram confirmadas com o grito de Jorge e com o olhar de decepção de Robervaldo, aquela era Lucy, a nossa principal suspeita sobre quem havia sido a pessoa a ter sabotado o navio. - Bom, ela está cometendo um grave erro ao querer nos enfrentar... no entanto, há algo que me preocupa; há vários civis que precisam ser evacuados daqui. O pessoal do Mercado Público já deve ter escutado o som também e logo se criará um tumulto ainda maior. - com olhar sério eu olhava para todos os marinheiros que estavam perto de mim. - Temos que ter uma enorme cautela nesse combate. - ainda que meu coração começasse a acelerar e a adrenalina começar a correr em meu sangue, nós precisávamos tomar conta primeiramente da vida dos civis que ali estavam antes de se preocupar com a luta propriamente. Então, eu tinha que achar algumas maneiras de ganhar algum tempo até os cidadãos estarem longe do perigo. - Ah, então quer dizer que encontramos a ratazana que traiu a Marinha! - eu exclamava para que a maldita Lucy pudesse escutar, com um sorriso confiante em meu rosto. - Você deve ser besta não é? Aparecer para a gente assim é pedir para ser presa! Tzahahahahaha! - queria chamar a atenção da mesma para mim, para ganhar um tempo para que os civis se afastassem dela. Eu começava então a retirar uma de minhas flechas de minha aljava e pegava o arco em minhas costas com a outra mão, ainda sem colocar a flecha na corda do arco. - Sugiro que você se renda ou arcará com graves consequências. A escolha é sua. - então eu finalmente tencionava a flecha na corda do arco, buscando mirar perfeitamente em direção de Lucy.

Se tudo desse certo, nesse momento eu já teria comido tempo o suficiente para os civis correrem dali, então não teria mais motivos para ficar segurando aquela flecha, logo disparando-a em direção de Lucy sem hesitar por muito tempo. Meu objetivo inicialmente era evitar os pontos vitais dos criminosos, não era o momento de partir para uma abordagem mais fatal, então a flecha seria disparada visando acertar uma das pernas de Lucy. - Eu te cubro, amor. Acaba com eles. - eu sorriria para Annie, ainda que nervoso. Ainda tinha minhas incertezas sobre seu estado de saúde, mas, só me restava confiar em Annie e fazer tudo que eu puder para poder ajuda-la. - O restante, deem uma força na evacuação dos civis! Façam a proteção deles que nós damos conta da Lucy! - exclamaria para o restante dos marinheiros, correndo para buscar algum tipo de proteção como caixas ou barris e etc, onde eu poderia ter cobertura para possíveis ataques de longa distância e me agacharia, preparando meu próximo disparo. Puxaria mais uma vez uma flecha de minha aljava, colocando-a na corda e tencionando-a. Flexionaria os músculos de minhas costas e buscaria meu alvo. Respirando lentamente para logo em seguida exalar, relaxando a minha mão que segurava a flecha e a corda. Essa era o pequeno ritual que todo arqueiro fazia antes de atirar a flecha. Dessa vez, minha intenção seria atingir um dos braços de Lucy, buscando debilitar ainda mais o seu combate, retirando a sua mobilidade para que Annie não tivesse muitos problemas quando estivesse se aproximando.

Antes de atirar mais uma vez, buscaria analisar como Lucy e seu capanga atacaria, não sabia quais tipos de arma ela portava e o homem poderia ter mais algo além do machado também. De qualquer maneira, seguiria o procedimento padrão para se defender de armas de longo alcance; buscando cobertura e mantendo-me protegido dos disparos até sentir que pararam para recarregar. Para combate corpo-a-corpo, eu confiaria em meus reflexos para realizar fintas e rolamentos (sempre segurando minhas flechas) para o lado para ataques verticais na parte de cima do meu corpo e eu simplesmente saltaria para trás para golpes baixos que tentassem acertar minhas pernas. Caso o homem do machado viesse a me atacar com um corte horizontal, me agacharia rapidamente e rolaria para o lado, segurando as flechas da aljava que ficava em minha cintura. Rapidamente pegaria mais uma flecha e colocaria a mesma na corda, puxando e disparando a queima roupa no homem, correndo logo após para ganhar uma maior distância e cansar meu adversário. No entanto, se eu estivesse tranquilo, continuaria com minha estratégia de cobrir Annie, puxando mais uma flecha, porém, esperando uma brecha ser aberta na defesa de Lucy por Annie, para disparar mais uma vez contra os braços da criminosa. - Cuidado, princesa! - alertaria minha nerd, claro, ela tinha que saber quando eu iria disparar para que ela não fosse atingida pela minha flecha. Após isso, voltaria a focar em minha defesa e a analisar como os nossos adversários lutavam, teria que ter bastante informação de como os dois agiam para poder combate-los da melhor forma possível. Por, fim, buscaria ver como andava o progresso de evacuação do porto, antes de pegar mais uma flecha e planejar meus próximos ataques.



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Re: Voice of the Soul Qui Jun 10, 2021 7:04 pm





»» there's an imposter ««

- Annie-


Voice of the Soul - Página 3 Samira12


Parecia que realmente existia alguma coisa sendo transportada no navio, para ser mais específica, dois prisioneiros. Ainda não sabia ao certo o que o infiltrado poderia querer ao certo dos prisioneiros - Amigos? Alguém que deve dinheiro? Pura diversão? - pensava enquanto via o mundo em minha volta se tornar caótico. Lucy não demorava para dar as caras e causar um estrondo no porto - Brega demais. Aquele tapa olho é tão ultrapassado. - comentava para Lilith enquanto começava a brincar com a minha adaga.

Eric parecia tão empolgado para a luta quanto eu - Primeira missão e temos que lidar com uma caolha cafona dessas. - sorria para o meu raio de sol - Conto com você. - o fato dela se apresentar de uma forma tão espalhafatosa como aquela, me deixava curiosa. Seria ela apenas burra ou existia algum propósito por trás de todo aquele show. Rapidamente desceria do navio refilando com os marinheiros - Cara de piranha, tapa olho e voz de travecão. Sério que ninguém suspeitou de que ela não era uma marinheira? - parava para pensar um pouco -  Ok, não tem nada de errado com a voz dela mas precisava de um terceiro motivo.

Procuraria alguma cobertura no porto, de preferência ao lado de Eric, dando prioridades a caixas grandes. Esperaria que Eric começasse a distrair eles com os seus ataques de longe; assim que ele disparasse a primeira flecha, eu saltaria para fora do navio, correndo em direção de Lucy, segurando a minha katana com a mão esquerda e a adaga com a direita.

O grandão certamente parecia ser o protetor dela, teria que tratar dele primeiro, dessa forma Eric teria abertura para tratar de Lucy. Ao chegar perto de Lucy, o mais provável seria que o cachorro dela tentasse ficar na nossa frente e me atacar, então, caso isso acontecesse, eu realizaria uma finta para a minha direita e usaria a katana e a adaga para bloquear o golpe num movimento rotativo, rebatendo-o para a minha esquerda.

No bloqueio aplicaria o máximo de força possível para desestabilizar o equilíbrio do pirata e criar uma abertura para então aproveitar o momentum do meu golpe para realizar um corte com ambas as armas em Lucy caso estivesse perto o suficiente; não estando perto o suficiente, eu saltaria o mais alto possível e enfiaria a adaga no ombro do pirata, usando o peso do meu corpo para trazer a adaga para baixo e realizar um enorme corte no seu braço. Após qualquer um dos casos, me afastaria dos dois para poder analisar melhor a situação.

O capanga da Lucy era claramente grande e, infelizmente, talvez mais forte que eu. Não podia me deixar levar pela emoção da luta e toda a adrenalina que ela trazia ao meu corpo, afinal ainda não havia tomado os meus remédios hoje e a última coisa que eu queria era cair no chão exausta antes de declarar vitória. Precisava manter a guarda alta até que Eric deixasse a carne macia para que eu pudesse dar o golpe final. Tentaria sempre manter a distância do guarda, me desviando com movimentos rápidos e curtos, sempre usando a minha katana para bloquear o machado dele para facilitar a defesa.


HistóricoNome do Player: Skÿller
Tracker

  • Acordou.
  • Foi até ao QG e recebeu uma tarefa da Capitã Linda.
  • Pegou ferramentas e uma katana. Foi até ao local indicado pela Capitã com Eric.
  • Chegou no navio da marinha e foi até a sala da caldeira. Resolveu o problema.
  • Teorizou sobre a existência de algum infiltrado no navio.
  • Lucy apareceu no porto explodindo tudo, confirmando a teoria de Annie.

Nº de Posts: 8
Remédios: 08/15
Ferimentos

  • Ainda nenhum

Ganhos:

  • Espada (Katana) Gasta da Marinha (+1 em Força)
  • Kit Mecânico da Marinha (Ferramentas diversas)
  • Mochila da Marinha
  • 125.000 berries (dado por Eric)

Perdas

  • N/A




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Voice of the Soul - Página 3 O0yljIK

Voice of the Soul - Página 3 WhdRXxk

Fala Annabelle
Pensamento Annabelle
Fala Lilith
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Créditos : 05
Localização : Flevance - North Blue
MilabbhAvaliador
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Re: Voice of the Soul Ter Jun 15, 2021 10:18 am
Narração - Voice of The Soul
Localização: Porto de Baixa Shells Town
Período do dia: Fim de Tarde

- Quem é Lucy, palerma? Vocês podem me chamar de Soberana Rainha dos Mares... É, acho que vai servir. - Um sorriso sarcastico e diabólico se formava nos lábios rubros da mulher, que era escondida por trás de uma pequena cortina de fumaça, causada pelo barril de pólvora. Annie e Lilith não se continham, e julgavam toda a escolha de roupas da mulher, na verdade, Eric também o fazia, mas não verbalizava.

Era nesse momento de fala, no entanto, que ele bolava um plano em sua cabeça. Precisava ganhar tempo para evitar que os civis saíssem feridos dali, afinal, um combate com as prováveis bombas da mulher poderia causar muita destruíção e ferimentos, por isso, sua melhor aposta era irritá-la. Já a cientista, se escondia como podia atrás de barris, enquanto esperava o momento certo para atacar.

Eric logo começava a falar com ela em tons de sarcasmo e desafio, mas não deixava de se dirigir à sua amada, reafirmando que a hora da batalha se aproximava. Ele atingia seu objetivo, e a mantinha ocupada enquanto alguns civis desesperados corriam para longe do porto. No entanto, o que via na mulher não era raiva, e sim uma espécie de animação.

- Ratazana...? Não, meu bem, eu estou mais para Gabiru. - O sorriso nunca deixava seu rosto, e ela novamente preparava um barril ao seu lado, posicionando-o sob seu pé direito, e abaixando sensualmente o tronco para acendê-lo.

- Psst. Parece que a maioria dos civis saíram. - Robervaldo falava da maneira mais furtiva que conseguia, enquanto olhava o porto ao seu redor.  Jorge, por sua vez, apenas assistia tudo incrédulo, perdido no que fazer, como sempre.

Eric então sacava uma de suas flechas e mirava rapidamente na mulher, já preparado para soltar a corda tencionada de seu arco. Quando ele ia disparar, porém, um projétil passava zunindo ao seu lado, furando a madeira perto de seus pés. Fato esse que acabava o desconcentrando, e ao soltar a flecha, ela passava perigosamente próxima ao rosto da suposta Lucy, mas não a acertava.

- Tsc, essa foi perto, hein? - A mulher sorria, enquanto o homem com o enorme machado se apoiava nele, como se fosse uma bengala. Se olhassem ao redor, identificariam sobre um prédio baixo a presença de um atirador.

- Deixa aquele lá comigo. E você, Jorge, faz o que o loirinho mandou! - Robervaldo saía em disparada antes que qualquer outra coisa pudesse ser dita, e Jorge confirmava a ordem de Eric com a cabeça, já seguindo na direção onde os civis poderiam estar.

Isso deixava o casal sozinho de frente com os dois inimigos. Eric então olhava para sua amada e lhe assegurava que protegeria suas costas, enquanto ela avançava para a batalha, e assim o faziam. O loiro corria para atrás de caixas de carga, se protegendo dos possíveis disparos do atirador que Robervaldo tinha ido perseguir.

Escondido e preparado para mais um disparo, Eric soltava a corda, e a flecha cortava o ar com uma velocidade impressionante. Lucy, no entanto, não era tão desprevenida, e percebia a aproximação do projétil, conseguindo desviar no último segundo, mas não sem antes ter o braço cortado pela lâmina.

Ela encarava o lugar de onde a flecha havia sido atirada, e com um sorriso falava. - Ora, ora... Parece que o cãozinho também sabe morder. - Eric, por sua vez, não cessava os disparos e mesmo que eles não estivessem efetivamente acertando ninguém, até o momento, sua ação era muito útil para irritar os inimigos e deixá-los distraídos.

Enquanto isso, finalmente chagava o momento da cientista sair de seu esconderijo. Rapidamente, de forma que seus inimigos quase nem notavam, ela escapava correndo, empunhando sua katana e adaga, avançando na direção dos dois.

Como ela mesma previu no trajeto, o brutamontes se punha na frente de Lucy, impedindo que Annie pudesse continuar. O homem erguia seu machado e o abaixava com tudo na direção da marinheira. Ela, já preparada para tal possibilidade, se esquivava do golpe enquanto o repelia em um movimento rotatório.

Sua defesa era bem sucedida, e o homem recuava alguns passos, no entanto, parecia que sua força não bastava para desequilibrá-lo, ao menos não naquele momento. Mas a moça não se dava por satisfeita ainda, e com um pulo alto, ela alcançava o ombro do pirata gigante, tentando fincar sua adaga ali.

No entanto, ela nem chegava a ter a chance, uma vez que o pirata erguia o braço e batia com força nela, atirando-a para longe dele. A moça caía sobre algumas caixas, que se quebravam com o impacto. A dor de ser arremessada logo a atingia, e podia ver pequenos cortes pelo corpo, causados pelos pedaços de madeira.

Eric não podia ver tão bem sua amada de sua posição, no entanto, a julgar pela quantidade de sangue, que era praticamente inexistente, sabia que suas lesões não eram graves. De qualquer forma, Annie havia conseguido realizar seu objetivo, e agora estava afastada para analisar a situação.

E ela era a seguinte: Lucy estava fora da madeira do cais, sobre pedras do piso da cidade. Seu capanga se encontrava alguns metros a frente, já sobre a madeira. Annie estava caída entre os dois e Eric, e por pouco não foi parar no mar. Já seu amado se encontrava ao lado do navio, escondido atrás de algumas caixas, mas com uma visão boa para mirar nos inimigos.

Fora daquela cena, havia Jorge, que corria pelos limites do porto, tentando achar civis desamparados, enquanto se esquivava de tiros. E robervaldo, que agora chegava na base do prédio em que o atirador se encontrava.

Mas não havia muito mais tempo para analisar e pensar, uma vez que Lucy terminava sua preparação e novamente chutava o barril de pólvora, agora na direção de Annie. O objeto vinha rolando pela madeira e produzindo um som estridente de pavio sendo queimado, e em pouco tempo a alcançaria.

ControlePosts: 08

Annie
Doença: (8/15)
Ferimentos:
- Dor no corpo (0/3)
- Pequenos cortes superficiais (0/5)
Ganhos:
- Espada (Katana) Gasta da Marinha (+1 em Força)
- Kit Mecânico da Marinha (Ferramentas diversas)
- Mochila da Marinha
Perdas:
- Só neurônios


Eric
Ferimentos:
Ganhos:
- Kit Médico da Marinha (Sedativo, Álcool, Bisturi, Agulha e Linha de sutura, Bandagens, Remédio [1 unidade])
Perdas:
- 125.000 Berries (Entregues a Anabelle)

 

Considerações
Lilith
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Velho Marinheiro (Robervaldo)
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Marinheiro do Meio (Elias)
Voice of the Soul - Página 3 Bdfb346c979c0ca1786cbe21c40e1fb1


Marinheiro mais Novo (Jorge)
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Lucy
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emme



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Falta de Humildade:

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