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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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I - Edgerunners

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Shiori
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I - Edgerunners Qua Jan 04, 2023 4:36 pm


I - Edgerunners


Ellie [Pirata]

não possui narrador definido.
Aberta

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Jean Fraga
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Re: I - Edgerunners Qua Jan 04, 2023 8:58 pm

I - Edgerunners | Post - 01 | Musica

Despertava após um longo descanso, os últimos dias haviam sido mais difíceis que os anteriores, o sol parecia mais quente do que o normal e a baixa umidade era o ponto mais difícil de se acostumar nesse mar de areia.

Botava minha roupa e olhava a minha volta, notaria se os demais ainda estavam dormindo, em principal Maki, tirando-a do sol caso os feixes de luz a atingissem por entre as madeiras nas janelas.

Essa casa abandonada já estava ficando incapaz de suportar nosso grupo e precisa agir, buscar um lugar mais confortável para meus aliados, não só isso… Eu precisava de um laboratório, talvez fosse a hora de ir atrás de uma moradia mais fixa.

Havia me demitido a poucos dias do restaurante e nessa etapa, precisava juntar mais dinheiro, porém como… bom, ir até a cidade seria a solução para tudo. Já que ao checar meus bolsos notava que os cigarros já haviam acabado.

Com isso em mente, vestiria o resto da minha roupa, dando um beijo sobre a testa de Maki e finalmente partindo rumo à cidade.

Não gostava muito de ir lá, nesse estágio meu nome já devia ser minimamente conhecido pela Grand Line e bom, mesmo que de forma injusta, todos meus crimes foram a mando da corporação… Mas isso não chega a ser algo importante para a sociedade…

Resmungando ia sentindo uma dor de cabeça, lembrar do passado e sem o apoio dos cigarros tudo ficava mais difícil, mas pensando pelo lado positivo, talvez por aqui pudesse recomeçar… Já conhecia até agora três pessoas, Izumi, Kaoru e Tron.

Me perguntando então o que eles estariam fazendo por agora, talvez pudesse encontra-lós mais tarde para conversar, pois por agora precisava focar nesses dois objetivos. Com isso em mente, em silêncio iria primeiro em busca de uma tabacaria.

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Deep
Novato
Re: I - Edgerunners Sex Jan 06, 2023 2:46 am

~Narração~

Ellie se vestia, dava uma olhada em Maki e nos outros e então saía rumo a tabacaria. o sol daquela manhã apesar de estar a pouco tempo no céu já ardia na pele, uma empoeirada brisa morna invadia as narinas da jovem lhe ressacado a garganta conforme adentrava os pulmões.

As ruas de areia clara refletiam o calor do sol, jogando sua luz e um ar quente na moça, a sensação era como se o sol risse de quem estava ali naquele fim de mundo árido, mas a mulher seguiu até o centro comercial da cidade, não que o local fosse melhor que o resto, mas era onde se podia comprar as coisas.

Ao chegar no centro ela pode ver um bar, local onde poderia comprar seu tabaco, uma loja especializada ali era bem difícil de se imaginar, tempos difíceis. Na frente do bar tinha um banco no qual um senhor de chapéu lia um jornal com um saco de couro a seus pés e um coreto improvisado de madeira sobre si lhe fazendo sombra.

Vendo a menina caminhar no sol, o homem tirava uma cabaça da sacola e levava ela a boca, sem uma única gota, sedento e com calor o homem dobrava seu jornal e saía do banco, cruzando com Ellie enquanto ela se aproximava do bar.

Uma pequena escada de poucos degraus lixada pela areia no vento rangia sob os pés da moça, lá dentro uma garçonete limpava as mesas e ajeitava as cadeiras até que a viu, rumando ao balcão para estar pronto para a atender.

-Que calor logo cedo hein? Parece que hoje será um dia daqueles bem quente mesmo…

Sob as falas da mulher, Ellie chegava ao balcão e então sentia uma brisa em suas costas,, primeiro seu cérebro pensou que era uma brisa, mas o vento ficou mais forte, mais forte e mais forte, era como se o tempo tivesse parado enquanto um ventilador dava chilique atrás da jovem e quando um pedaço da parede de madeira passou voando ao seu lado, seu cérebro entendeu o que ocorria… Uma explosão.

Seu corpo era jogado com violência contra o balcão junto dos destroços da parede e de mesas, por sorte de Ellie o balcão era bem fraco e não ofereceu muita resistência, a permitindo atravessar ele e aterrissar num chão coberto de farpas e lascas de madeira ao lado da garçonete que se jogava ao chão em busca de proteção.

Conforme a explosão terminava, o som de madeira ruindo e quebrando começava e o que sobrou da construção vinha a baixo. uma viga caía sobre as panturrilhas de Ellie e uma tábua com pregos a acertava nas costas onde ela podia sentir as pontas tortas dos pregos velhos furando sua carne, vigas partidas de madeira caíam e se acumulavam sobre ela a escondendo sob os escombros até que uma pesada madeira caía em sua nuca a desacordado.

Seus olhos pesados se abriam, uma dor gritava em sua nuca, seus olhos ainda não focados após acordar, não enxergavam bem, mas ela sentia um líquido morno na mão esquerda ao tentar se mover e se olhasse poderia ver assim que os olhos voltassem ao normal a imagem de uma saindo de debaixo de uma pilha de madeira, a mão de da garçonete, sobre uma poça de sangue que crescia aos poucos indo rumo a Ellie.



Não abra:
Resumo Ellie:




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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Jean Fraga
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Re: I - Edgerunners Sex Jan 06, 2023 8:42 pm

I - Edgerunners | Post - 02 | Musica

Não era meu lugar favorito… ou muito menos o meu clima preferido, mas em dezenove anos em Vedde eu nunca me senti tão livre, ainda que passando por um momento difícil e de adaptação, valia a pena ter fugido, ou melhor, ter me libertado de certas correntes.

Passava por um senhor mas sequer prestava atenção em seu rosto, naquelas temperaturas meu foco era ir para a sombra, me proteger da morte lenta que o deserto trazia consigo e principalmente, conseguir meu maldito tabaco. Resmungava pois sabia que não devia ter viciado nisso porém agora não importava mais.

Ia até o balcão sem olhar no rosto dos demais, havia aprendido nos últimos meses que nesse mundo poucos estão abertos para conversas e com isso em mente, preparava-me para sentar numa das cadeiras.

Tudo era tão rápido que o tempo até parecia ir mais devagar, virando-me não tinha tempo de reação, mas ao ver aquela madeira passando a poucos centímetros de mim eu juntava os pontos e acabava, sorrindo.

Não que fosse o esperado, mas sentia falta nesse momento do caos, ainda que fosse numa situação ruim. Mas aos poucos a preocupação ia crescendo, pensava em fazer algo mas meus músculos não respondia, naquele momento só conseguia viver o que estava acontecendo.

Era arremessada e entre cada piscada tudo ia ficando pior, só conseguindo pensar em Maki, como ela ficaria se eu morresse… seria eu a mãe que saiu pra comprar cigarro e nunca mais voltou?

Era incapacitada pela viga sobre minhas pernas e a tensão ia crescendo, tornando-se um desespero, não podia morrer ali, daquela forma e o mais agoniante naquele momento era quase não sentir dor, pois sabia que naquela ocasião poderia acabar morrendo sem nem sentir.

Eu precisav-... Acordava desnorteada, com a visão turva buscava informações no ambiente sem saber exatamente o que havia acontecido, conforme os pedaços do quebra cabeça iam se juntando respirava lentamente, o ar entraria pelas narinas e sairia pela boca, tentava não me mexer muito para não acabar me atolando mais naquela pilha de madeiras.

E perder o controle naquela situação seria o fim, tinha objetivos maiores que não iria ser uma pilha de madeiras que me impediria. Avistava a garçonete e aquilo era mais um aviso do que qualquer coisa, não podia acabar daquele jeito.

Inicialmente tentava olhar para mim mesmo, buscando entender em que situação eu estava, quais membros estavam presos, o que havia machucado e o que estava incapacitado. Com essa análise feita, voltaria o olhar para o meu arredor, buscando captar as informações do ambiente.

Olhando para cima checaria as madeiras, elas estavam sendo seguradas pelo meu corpo ? Ou consegueria me mover livremente caso me arrastasse com calma? Checaria um possível começo de incêndio, ponto que me alertava que deveria me apressar.

Faria até mesmo algo que não tinha costume, gritaria por ajuda — SOCORRO!! TEM EU E MAIS UMA MULHER SOTERRADAS, ALGUÉM NOS AJUDE!! — Indagava não estar sozinha pois poderia trazer o foco da ajuda para mim, afinal, pouco me importava com o que aconteceria com aquela moça.

Aguardava momentaneamente uma resposta e sem ela teria que fazer algo, com a flexibilidade que por tanto tempo treinei e a furtividade que havia aprendido, me sentia confiante em sair dali.

Primeiro, lentamente retiraria meus membros presos abaixo das madeiras, prestando atenção se não era um ponto de fixação das demais madeiras e caso fosse, puxaria algum escombro para substituir o apoio.

Em seguida, trilharia um caminho até a saída mais próxima, assim, rastejaria lentamente, quanto aos possíveis objetos que teriam me perfurado, eu não os tiraria, pois poderia começar uma hemorragia sem fim.

Pensaria depois em quem seria o culpado, porque, primeiro precisava sobreviver, mas uma coisa era certeza, quem quer que seja, iria pagar pelos danos que causou a minha pessoa, teria sido isso um aviso do destino para que eu parasse de fumar?

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Deep
Novato
Re: I - Edgerunners Sab Jan 07, 2023 12:14 am

~Narração~

Acordada, Ellie buscava se orientar, apenas duas vigas se apoiavam diretamente nela, a sobre suas pernas e mais pesada e a sobre suas costas que tinha pregos a ferindo levemente, o resto estava armado de forma a deixar um pequeno espaço livre para a garota se mover, porém um espaço quase tão pequeno quanto o de um caixão.

Ela forçava para suas pernas saírem de baixo das vigas, mas a falta de posição dificultava muito fazer força, levando uma cor rubra a suas bochechas e um ofegar a sua boca enquanto se esforçava. Em seguida era a vez de liberar-se da viga sobre as costas, para que pudesse se mover, usando os braços ela se apoiou para poder erguer e mover de cima de si a madeira, fazendo um movimento quase de flexão e tentando não agir muito rápido para não derrubar tudo sobre si mesma.

No entanto sua mão esquerda escorregava no sangue da garçonete morta a sua esquerda, logo quando ela estava saindo de baixo da madeira, fazendo a madeira ser derrubada de uma vez e movendo várias madeiras com um efeito dominó que a deixou num espaço ainda menor, no entanto, com a mobilidade da madeira, uma feixe de luz do sol acertou seus olhos, aquele sol quente quase vertical, seria já meio dia? Teria ela desmaiado tanto tempo?

A fresta para fora devia ter a largura quase de um pulso humano e cerca de um metro até fora da madeira, mas era difícil olhar muito, pois areia e poeira caiam do buraco no rosto da mulher.

-OOf OOF…

-Percebeu algo garoto?? Onde?


Um cão latindo era ouvido e aparentemente sua dona o acompanhava, mas estavam longe, assim como a madeira quente do sol e pouco espaço dificultavam respirar, fora que mesmo que estivesse num local aberto, ellie não saberia se conseguiria gritar normalmente, ela sentia como se tivesse sido colocada num saco de tijolos e chacoalhada.

-ALGUÉM AQUI???? POR FAVOR TENTE NOS DAR UM SINAL…

A mulher voltava a gritar, parecia estar em busca de algum sobrevivente, no entanto eles pareciam não estar na pilha de escombros, até mesmo para evitar a derrubar sobre algum sobrevivente.

Um uivo se ouvia, teria o cão achado Ellie? Estaria ela salva?

Infelizmente não, o aumento da areia caindo pelo buraco e o som de assobio contínuo, faziam se acreditar que o uivo era do vento.

-Vamos Kassandra, já estamos aqui a mais de quatro horas, conseguimos salvar apenas três, não tem mais ninguém vivo nessas pilhas de destroços, vamos para a guilda logo, o tempo está piorando.

-Vai você, ainda pode ter alguém aqui…

-Caramba sua teimosa, eu sei que sua irmã Raquel trabalhava aqui no bar, mas perder sua pele numa tempestade de areia não vai trazer ela de volta a vida…

-CALADO… Tá com medo do vento vai se esconder… Rufos, ta farejando algo?

-OOF!!!


Ellie podia ouvir conforme o vendaval crescia, assim como a areia caindo pelo buraco aumentava, agora já parecendo com uma pequena ampulheta.

Não abra:
Resumo Ellie:

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Legenda:

-Fala do Deep

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Kaoru
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Re: I - Edgerunners Sab Jan 07, 2023 11:56 pm


Tell me why?





Eu nunca me acostumaria ao clima desta ilha, era tão diferente e desconfortável em relação ao que eu estava acostumada que eu tinha uma forte vontade de simplesmente parar em algum bar e tomar algo gelado, era desconfortável especialmente porque minhas asas neste momento só me faziam me sentir mais quente. Coloquei a mão na nuca enquanto fechei meus olhos, respirando fundo enquanto pensei até em reclamar e expressar isso a minha companheira mas no fim apenas teria levado a minha mão sobre o topo de sua cabeça enquanto olhei em frente, sem que eu dissesse nada por alguns segundos.

Sabia que ela me pergunteria o porque eu fiz isso e claramente não era só pela diferença entre nossos tamanhos mas, um modo de me sentir mais segura e tranquila em relação ao que eu teria a dizer. - Estava pensando em beber algo, não consigo me acostumar com a temperatura daqui. a teria olhado agora, retirando a mão do topo de sua cabeça enquanto ajeitei o meu cabelo para que meu rosto e o meu sorriso ficassem mais visíveis.

- Não conheço muito sobre o local em que estamos ainda... Mas não acho que vá ser difícil ou mesmo problemático andarmos um pouco para vermos melhor o que há ao redor... Quando conclui a minha frase, como um modo de mostrar preocupação ergui um pouco a minha asa direita de modo que eu pudesse fazer sombra para Izumi enquanto andávamos, procurei por algum lugar ao qual parecesse convidativo para que pudéssemos apenas parar e esfriar a cabeça um pouco, discutir os planos ou apenas não cozinhar mesmo.

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Izumi
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Izumi
Civil
Re: I - Edgerunners Dom Jan 08, 2023 12:20 am
Edgerunners



A ilha era realmente um bom lugar, o clima era bem parecido com o que eu era familiarizada, sim aquela sensação térmica próxima de Dragora, ilhas quentes são preferenciais para meu método de combate, elas ajudam na propagação, e funcionam melhor com minha assinatura. Estava ali curtindo o momento meio largadona, os braços pra trás, até escutar as reclamações do meu fofuxo.

Diferente de mim ele não parecia estar acostumado com um clima desse tipo, fazia sentido pensar assim, nem todos os celestiais devem ser ligados ao calor.-É, realmente, em dragora acho que você ia surtar pequetuxo, lá deve estar fazendo uns quarenta e cinco graus agora, principalmente mais pro centro.- acabei comentando sobre o ambiente que poderia causar até algum medo nele, e aliás por que eu chamei ele assim? Ele tem um e noventa… Bom tanto faz, parece um apelido legal.

Mas realmente queria beber algo, me hidratar seria uma coisa bem produtiva.-Verdade, verdade, vamos ver um lugar pra ir, tá eu concordo que não sabemos muito então só existe uma forma lógica, sensata e prudente de procurar um bar. Vou fazer o Dragão mandou. Vai assim: O dragão mandou eu escolher esse daqui, mas como sou teimosa eu escolho esse daqui. - trocando o dedo de direção pra cada palavra apontando pra algum estabelecimento, ou rua.

E quando terminasse iria comentar.-Vamos naquele lugar ali, se não for lá, a gente tira dúvida.- e iria pegar na mão dele e ir carregando junto comigo até o lugar, onde iria ver do que se tratava o ambiente antes de entrar, e se me parecesse seguro, iria bater na porta se estivesse fechada, ou entrar se tivesse aberta. Se alguém viesse questionaria.-Qual o lugar mais próximo que venda algum tipo de bebida gelada por aqui?- era isso que eu precisava saber até então.



HistóricoTurno: 1
Nome: Izumi Hoshi
Nota Fiscal:
-

Ganhos:
-

Perdas:


Status:

PDV: 7760/7760
STA: 200/200
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS:
CONTAGEM DE DEFEITOS: 01/10

Dano Explicado: N/A


RedPanda
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Re: I - Edgerunners Dom Jan 08, 2023 2:38 am
Tron Orseus



Mais um dia se iniciava em Dust Howl, e como sempre eu me escondia nos lugares que eu passava a noite, antes que eu saísse do local que estava dormindo, me cobria com um manto para caso um Orseus estivesse por perto não seria visto com sorte.

Minha barriga roncava, a minha teoria estava correta, meu corpo só consegue ficar operacional com uma quantidade mínima de duas refeições por dia, menos do que isso começo a sofrer com limitações físicas e corporais.

Pegava um bloco de anotações e escrevia sobre enquanto andava por aí, sempre olhando ao redor e se via algo interessante pelo caminho, ou quem sabe um cheiro bom, eu precisava de um café da manhã.

— Merda, se eu ainda tivesse todo o meu equipamento do meu antigo laboratório, talvez eu conseguisse me fazer um estomago sintético ou algo do gênero...

Pensava em alto comigo mesmo, era no mínimo uma desgraça não ter dinheiro ou equipamentos como antes, e minhas economias são bem.... Basicamente esmolas, eu precisava de mais dinheiro se quisesse me transformar em um ciborgue como ele... Pai.

Começava a desenhar da maneira pífia que sabia, apesar da tecnologia ser muito importante o design também é! Um nobre como eu não pode usar qualquer coisa surrada, tem que ser pelo menos apresentável.

I - Edgerunners B1f49efe38b114063602f4212b977bf4

Se encontrasse algum lugar interessante para comer entraria e olharia ao redor para as pessoas, sempre escondendo meu rosto da melhor forma possível, infelizmente com tanta carne e pouco metal eu ainda era fraco demais.

Me sentaria em alguma mesa vaga e pediria um café da manhã recomendado pelo local e comeria enquanto anotava mais coisas em meu pequeno bloco de notas.

Histórico :

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Jean Fraga
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Re: I - Edgerunners Seg Jan 09, 2023 12:36 pm

I - Edgerunners | Post - 03 | Musica

Para minha infelicidade nada dava certo e era quando ouvia uma voz feminina quase que inaudível pela provável distancia que ia ficando ainda mais impaciente, porém não era hora de desistir.

Precisava chamar a atenção daqueles que estavam do lado de fora e com isso em mente, viraria meu corpo, ficando de barriga para cima. Começaria olhando em volta, focando-me em entender a disposição das madeiras, suas direções e principalmente se o caminho de saída estava fechado.

Lembrava de um jogo que joguei durante a infância, mais conhecido como Jenga e com ele em mente, tinha uma ideia. Analisando as madeiras, precisava abrir o buraco por onde fugiria.

Começaria passando meus braços e pernas sobre as madeiras que prendiam tudo e com o tato, buscava encontrar um ponto de menor pressão, por onde conseguiria move-las, ou melhor, chuta-las.

Achando os pontos de pressão, onde precisaria as vezes de pouca força para movê-las, começaria com o auxílio das pernas, a empurrar as madeiras, iniciaria todo movimento com calma, para que não desencadeasse um efeito domino. Assim, se uma madeira inicialmente começasse a sair, mas em seguida se firmasse eu rapidamente conseguiria parar de move-la.

Olhando sempre ao meu arredor para ver se nada estava prestes a me esmagar, tentando desviar da trajetória da madeira com rolamentos laterais, conforme a abertura fosse se abrindo, eu voltaria a gritar.

SOCORRO!! ESTAMOS PRESAS DEBAIXO DAS MADEIRAS!! TEM EU E MAIS UMA MULHER SOTERRADAS, ALGUÉM NOS AJUDE!! — Com esperança que as vozes de antes pudessem me ouvir, intercalaria essa fala complexa com curtos gritos — SOCORRO!! — Sempre me atentando as madeiras que movia.

E notando qualquer tipo de aproximação externa, intensificaria os gritos, dando mais informações — ESTÁ SOTERRADO EU E UMA GARÇONETE... — Voltava o olhar para ela, sabendo que provavelmente ela já estava morta — ELA ESTÁ GRAVEMENTE FERIDA, CREIO QUE ATÉ DESACORDADA! — Ponto esse que poderia ser importante para que as pessoas do lado de fora agilizassem no resgate.

Continuaria com calma e priorizando a precisão para assim guardar energias, usando da força somente se as madeiras fossem de fato muito pesadas.

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Deep
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Deep
Novato
Re: I - Edgerunners Qua Jan 11, 2023 3:18 pm

~Narração~

Kaoru e Izumi


Kaoru e Izumi chegavam à cidade da ilha, sob um sol ardente do meio dia e um vento uivante que soprava um ar quente em seus rostos, quase como se um forno tivesse aberto na frente deles. Ao longe uma nuvem de poeira enorme se arrastava como uma coberta sendo colocada sobre um filho dorminhoco, uma cena que seria bela, se não fosse tão destrutiva. A cidade se preparava para a chegada da tempestade, todos estavam se fechando em suas casas feitas de destroços de madeira já muito lixados por outras tempestades de areia.

-Aqui Aqui…. Rápido.

Um homem gordo e careca usando um avental com os dizeres “Kiss da cook” as chamava pra dentro de um dos estabelecimentos que estavam fechando as portas.

Sem muitas opções e com o vento já começando a doer devido a areia batendo na pele de forma incômoda, a dupla entrava se deparando com um local com algumas mesinhas e cadeiras, assim como um letreiro que provavelmente o homem retirou para não o perder no vento “Pousada Clarice”.

-Oooff, mais essa hoje, além de tudo uma tempestade de areia, só o que faltava mesmo…

Dizia o gordão forçando um pano por baixo da fresta da porta.

Tron

Não muito longe dali, Tron acordava em seu canto, uma casinha abandonada no canto da cidade, ele estava se importando pouco com os arredores enquanto desenhava alguns designs, a folha balançava dificultando um pouco, mas ele prosseguia mesmo assim rumando aonde normalmente se pediria uma comida e bebida na cidade, a taverna, mas quando chegou ao destino se deparou com um monte de madeira quebrada ao lado de uma cratera de areia queimada onde um cachorro e sua dona rodeavam em busca de algo.

Ellie e Tron

Enquanto isso sob as madeiras, Ellie provavelmente bateu forte demais com a cabeça, pois esqueceu boa parte da física que ela conhece, coisas como inércia e momento angular. ela por um momento via no monte de madeiras entrelaçadas um jogo de torre de madeiras empilhadas, um jogo no qual o tamanho das peças impede que o tamanho longo delas multiplique o peso dificultando o manuseio, um jogo onde as peças são lixadas e lisas para reduzir atrito, um jogo onde as madeiras são empilhadas, uma comparação meio fraca de jogos, seu caso estava mais próximo de um pega-varetas, madeiras longas, entrelaçadas e aleatórias e qualquer um que jogou um pega varetas sabe muito bem o que ocorre quando se tenta iniciar arrancando uma vareta de baixo.

Ellie passou seu braço sobre uma madeira e tentou a mover, obviamente ela buscou a posição que conseguisse mover e aí que está o problema, tudo está se apoiando em algo ali e quando ela moveu, tudo mudou de posição, fazendo madeiras caírem e a acertarem no braço esquerdo, o som de osso sendo esmagado e a sensação do braço esmagado por toneladas de pressão foram suficientes para encher seu corpo de adrenalina o suficiente para ela ter forças pra gritar por ajuda, mesmo sem muito ar pra respirar.

-SOCOR…

Ela começava a gritar, no entanto as madeiras começavam a pressionar seu tórax, impedindo-lhe a fala e expulsando qualquer ar de seu pulmão.

Enquanto isso, tron observava uma mulher ruiva e musculosa observar a madeira quando o monte começava a desabar e eles podiam ouvir bem baixinho um suave grito vindo do centro da pilha, tron mal pode ouvir, mas a mulher estava atenta e correu pro local, enfiando as mãos sob a pilha de madeira e com um berro, sua veia da testa infla como uma cobra cascavel e ela erguia boa parte da madeira daquela área, dando visão de Ellie.

Ao ver Ellie, ela parecia decepcionada por algum motivo, mas ao ver a mão morta ao lado de Ellie, a cor pareceu se esvair de seu rosto, seus lábios se contorceram e só após alguns segundos ela prosseguiu.

-Vamos, eu vou te tirar daí.

Ela tinha que tirar mais algumas madeiras para poder tirar a garota da pilha, mas as que ela segurou iriam cair se ela soltasse, em busca de achar uma maneira de resolver a situação, ela via tron observando e não exitava.

-HEY VOCÊ, ME DÁ UMA MÃO AQUI…



Não abra:
Resumo Ellie:
Resumo Kaoru:
Resumo Izumi:
Resumo Tron:


_________________

Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Kaoru
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Kaoru
Civil
Re: I - Edgerunners Qua Jan 11, 2023 4:06 pm


Tell me why?





Os planos acabaram sendo interrompidos pela natureza, não era lá a primeira vez, um sorriso surgiu em meu rosto até que antes do comentário que eu faria, o estranho ajudando corrigiu a minha fala a minha pequena Izumi - No fim parece que o dragão sorri mesmo para nós. Comentei logo me aproximando do local, usando da minha envergadura de forma circular para que minhas penas tivessem ali protegido Izumi de levar mais areia que o necessário Evitando assim também que eu fosse elevado para trás como uma vela aberta em tempestade sem a força para lutar contra o problema. No entanto, a força de Izumi era crucial e com a sua mão segurei firme para que fosse menos custoso para que nós pudéssemos adentrar ao local, apesar de tudo esse tipo de coisa sempre me fazia corar um pouquinho afinal, segurar as mãos é sempre muito legal e meu coração de donzela se agita um pouquinho.

Quando chegue ao local que encontramos abrigo i e vi o avental eu primeiro suspirei, abanando um pouco o rosto para passar o tom rubro, não era lá muito legal a sensação que eu tinha por entre as penas e então as chacoalhei um pouco de modo que não espalhasse mais areia do que o necessário e ela apenas caisse, comentando ao homem - Avental maneiro, comprou aonde? Eu teria dito agora, observando bem onde estávamos, a recepção foi conveniente, não havia bem o que reclamar naquele momento e o papo furado era útil para atrair alguma simpatia do homem, visto que eu havia trazido alguma areia pra dentro do local.

Se tivesse alguma vassoura à vista, eu teria dito - Eu arrumo a bagunça que eu fiz. E então não me seria problemático juntar a areia que eu mesma trouxe e juntar em um canto, até que eu voltasse a atenção ao que estava acontecendo, velhos hábitos talvez? Eu não sabia bem dizer mas não é como se eu fosse na hierarquia o faraó, estava bem longe disso em minha vida passada.

Ouvi o que o homem teria a dizer e então perguntei caso tivesse visto o símbolo de pousada - Uma pousada né? Como funciona? Não acho que a tempestade vá nos deixar sair tão cedo e a garganta esta seca. Eu teria deixado clara as minhas intenções e por não ter sido muito direta, talvez o homem pudesse dar opções. Naquele momento a minha prioridade era o problema de agora, o que viria depois, seria algo que o Kaoru do futuro teria de lidar.


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Izumi
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Re: I - Edgerunners Qua Jan 11, 2023 4:06 pm
Edgerunners



A tempestade tava sinistra, e acabei corrigindo Kaoru.-Acho que ele não gosta de ser contrariado!! Eu queria aquele ali, ele jogou a gente pra lá.- e sem demoras fui rapido para receber o quanto antes o auxilio necessario para entrar no local, onde usei da minha força, segurando na mão de Kaoru, para me mover o mais veloz que podia com o impacto sempre fixando firme os pés no chão até entrar no local.

Assim que estivesse lá dentro iria respirar levemente mais aliviada, mas não completamente desatenta, estaria ainda prestando atenção nos arredores enquanto dizia.-É, eu ainda não consigo vencer do clima… Ainda… Muito obrigada carinha gente boa.- estenderia a mão para ele com um sorriso em meu rosto, realmente estava agradecida pela ajuda dele para nos salvar, por mais que imaginasse que não estava totalmente segura já era algo a menos pra se preocupar.

E por fim, concordava com Kaoru, o avental era legal mesmo, parecia algo personalizado, o que me fazia imaginar que talvez devessem ter coisas assim na ilha, mas ele perguntou antes de mim, então acabei não questionando apenas complementando.-Gostei do avental também.- deixei isso no ar dando uma olhada em volta para ver como era a estrutura do lugar, além de claro compreender que era uma pousada.

Mas logo depois dos questionamentos dele iria colocar os meus também.-Na verdade, quanto custa uma noite aqui? E a comida e bebida viriam inclusos? Ou é por fora se pegarmos uma estadia?- complementei o que ele tinha perguntado com outras coisas que vieram na minha mente até então, mas nada demais também era meramente algo que havia passado em minha curiosidade, saber o que sairia mais em conta, afinal, era uma ilha bem inóspita às vezes.



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Nome: Izumi Hoshi
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Re: I - Edgerunners Qua Jan 11, 2023 7:15 pm
Tron Orseus



Quando finalmente chegava em meu destino, o local estava completamente desabado, mas que merda toda era aquela, eu só queria uma manhã calma, mas pelo visto o destino tinha outro rumo para mim.

Uma moça ruiva com um cachorro, andava perto dos destroços, talvez estivessem vendo se havia algum sobrevivente, mas pensando no peso de tudo aquilo, eu não imaginava que alguém teria conseguido viver.

As madeiras do nada, se movimentava em caiam ainda mais fundo, esmagando provavelmente alguém se estivesse lá embaixo, mas por um segundo se dava para ouvir um pequeno grito, meus olhos arregalavam, o quão forte era a pessoa que teria aguentado sobreviver a tanto peso.

A moça sem perder tempo levantava uma grande madeira mostrando quem estava soterrado, e eu a conhecia! A moça ruiva gritava pela minha ajuda, normalmente eu nem ligaria, mas como eu já conhecia a Ellie eu ia ajudar.

Usando minha limitada força eu levantaria a madeira que estava bloqueando a saída da garota, seu braço também não estava nada bem, eu precisaria dar uma olhada depois, e talvez até uma cirurgia seria necessária.

— Saia logo daí estupida, eu não sou forte para aguentar isso por muito tempo.

Se ela conseguisse eu soltaria a madeira e colocaria as mãos no joelho para respirar um pouco, tinha feito muita força, não era exatamente o meu forte, talvez se eu tivesse braços robóticos eu poderia fazer isso com mais facilidade.

— Você está bem, me deixa ver esse seu braço, não se preocupe eu sou médico.

Bom eu não era exatamente um médico, mas acho que pode se colocar dessa forma depois de tantos experimentos em seres humanos e salvando suas vidas para não perder minhas cobaias.

Faria um diagnóstico completo e veria se seria necessário uma cirurgia de fato, ou se apenas um gesso ou tala seria o suficiente para a calcificação correta do osso.

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Re: I - Edgerunners Qua Jan 11, 2023 9:48 pm

I - Edgerunners | Post - 04 | Musica

Talvez fosse culpa do medo, a incerteza sobre estar vivo no dia de amanhã, o nervosismo de não cumprir tudo que vinha prometendo, mas fato era, tudo que eu pensava era quase inútil, talvez até mesmo inútil.

Já não conseguia pensar direito e a sequencia de erros demonstrava isso, tornando-se mais real quando percebia minhas mãos tremendo. Sabia que morrer era a forma como o destino poderia me parar.

Não era a garota que reclamava de dor, depois de tudo que havia passado poucas coisas tiravam gritos de agonia de minha boca. E depois de tanto tempo os guardando, era com meu braço sendo esmagado que descarregava toda minha vontade.

A vontade de viver em um ultimo pedido, um pedido de socorro que sequer completava, meu tórax era apertado e perdia a força para continuar, sorria entendendo a situação que havia me botado.

Tragava o ar, como se em minha boca tivesse um cigarro... nem mesmo isso tinha no fim de tudo, um fim onde o que mais busquei seria o motivo da minha morte, a liberdade.

Eu cheguei tão perto... — Repetia inúmeras vezes enquanto tentava aceitar, rindo conforme criava nojo de mim, olhando então para a pouca luz que entrava pelo buraco acima de mim.

Finalmente aceitando, fechava os olhos, afinal, já havia vivido o suficiente, Maki e os cientistas estavam livres e sem mim, eles não teriam que continuar essa caminhada incessante pela imortalidade.

Havia me desligado do exterior, havia me desligado da vida e demorava alguns segundo para perceber que as coisas haviam mudado, a claridade era muito mais forte que antes.

Abrindo os olhos esperava nesse momento estar em outro plano, mas era com as palavras que ouvia que arregalava os olhos, inicialmente não conseguindo ver nada até que me acostumasse.

O-O que? — Não conseguia entender, por que havia recebido essa segunda chance? Eu merecia? E por segundos tudo se passava diante de meus olhos, voltando a realidade só quando olhava para Tron, o garoto que havia conhecido anteriormente.

Ainda em choque era difícil me levantar, mas por instinto faria a força que conseguisse para sair dali, usando meu braço direito e as pernas para tal ato, deixando o esquerdo por hora parado.

Se não tivesse força para levantar, tentaria usar as pernas e o braço para ao menos tirar meu tronco do buraco, então rastejaria lentamente para fora.

Estando segura, sentaria no chão, em seguida deitando e ficando de barriga para cima, falando — Por Favor... Eu preciso de um cigarro... Só um... — Era difícil aceitar por tudo que havia passado e me sentia quebrada mentalmente... tudo piorava quando olhava para meu braço esquerdo e entendia sua situação.

Com os conceitos anatômicos que tinha, conseguiria entender o estado que aquele membro se encontrava, assim daria uma risada de nervoso — Que merda... — Soltaria a cabeça para trás olhando para o céu.


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Re: I - Edgerunners Sex Jan 13, 2023 1:39 am
~Narração~

Kaoru e Izumi

Na pousada a dupla adentrava e elogiava o avental do homem que agradecia.

-Obrigado, foi presente da minha esposa, creio que ela comprou de um vendedor de rua que costuma ficar mais ao centro.

Agora dentro do local, podiam ver bem o homem, ele era enorme, maior que kaoru, devia beirar os três metros de altura, sua careca roçava o teto, suas pernas eram relativamente curtas, as sobrancelhas se uniam formando uma única formação da mesma cor do bigode.



Kaoru pegava uma vassoura que estava atrás da porta e falava que ia arrumar a bagunça que fez. Em resposta o sacudia o bigode e colocava a mão no ombro direito de Kaoru dando um leve tapinha como reconhecimento.

Big Ódi:

-Obrigado criança, vai me poupar um pouco as costas… A propósito, meu nome é Ódiski... Mas todos me chamam de Big Ódi..

O homem foi colocar uns panos em mais duas janelas enquanto o jovem varria a areia do chão, mas o mesmo queria ter mais informaçõe sobre a pousada, então o grandão tratou de lhe dizer.

-Bem, se tivermos sorte a tempestade não acabará tão cedo… Mas tenho várias bebidas aqui, suco de cactus, tequila, rum, licor de chocolate… Bem esse tem bem pouquinho, é difícil conseguir e eu gosto dele, hehe… mas se estiverem sem dinheiro posso ofertar uma água pela casa, não é como se vocês pudessem sair daqui se quisessem… Mas temos alguns quartos, quinhentos mil berries a diária deles… Mas e… Uhmm Nós só temos um quarto com cama de casal e ele está alugado no momento… Obviamente o bar e comida são separados…

Falando isso o homem se sentava no chão atrás do balcão, ficando da altura que uma pessoa de altura normal ficaria no balcão que era obviamente feito para pessoas de altura mais mediana, algo que provavelmente seria o motivo de o homem reclamar das costas.
Enquanto sentado o homem pegava uma garrafa de suco de cactus e enchia um copo para beber enquanto limpava o balcão com um pedaço de pano bege muito pequeno para seus dedos roliços.
Seus olhos não eram visíveis, mas a dupla podia perceber que de alguma forma ele estava observando as portas e janelas enquanto fazia seu serviço, quase como se esperasse que alguém batesse à sua porta.

Ellie e Tron

Tron reconhecia a garota nos escombros e se apressava em ajuda, as madeiras eram pesada mas ele fazia seu melhor, assim como o cachorro da mulher vinha ajudar a puxar a sobrevivente dos escombros.

Por fim eles conseguiam tirar Ellie debaixo das madeiras e a mulher podia jogar as que carregava de lado sem medo de a machucar, no entanto ela se abaixava para olhar algo embaixo das madeiras.

tron ajudando sua conhecida naquela situação complicada e rodeado de um vento uivante, não via uma sombra vindo correndo atrás dele, vinda uma varanda próxima a sombra era pequena e vinha de fora de sua visão por entre a areia.

Era rápido, era silencioso, era…

-ELLIE…

Maki, irmã de Ellie aparecia, deve ter acordado com o barulho da explosão e esperado por perto até agora, seus olhos estavam inchados e suas bochechas estavam arranhadas pela areia no vento. Ela se agarrava abraçada a barriga de Ellie que gemia de dor, então Maki recuava.

-Desculpa…

Tron avaliava as feridas como conseguia, Ellie parecia ter uma fratura no braço esquerdo, um hematoma grave na nuca e vários arranhões, foi um acidente perigoso, mas ela deveria ficar bem em breve.

-ELA AINDA RESPIRA…

A ruiva gritava com felicidade e se erguia com a garçonete no colo, lágrimas nos olhos e um sorriso no rosto.

-Vamos levar elas ao doutor, RÁPIDO…


Dizendo isso a mulher seguia a frente rumo a um beco não longe dali, uma casa de madeiras azuladas para ser mais preciso. Maki se posicionava sob um braço de Ellie para a ajudar a andar e parecia esperar que Tron ajudasse com o outro lado.

Se eles a seguissem, chegariam ao local, onde a mulher entraria chutando a porta e a escancarando.

-Dr. Staucio… Cadê você velho?


Uma voz masculina rouca e baixa vinda dos fundos aparecia.

-Ora mas que diabos, o que está…

Doutor Staucio:

Um velho aparecia dos fundos e ao ver a situação já se apressava ajudar a carregar Ellie e gritava.

-Temos mais duas aqui…

Uma enfermeira jovem e loira vinha e ajudava com a garçonete, enquanto o doutor olhava para a ruiva e dizia com seriedade.

-E arrume a porta que aqui é um hospital… Minha nossa…

Eles levariam as feridas para macas no fundo, onde poderiam encontrar um grupo de pessoas saindo chorando lá de dentro e cruzando com elas rumo a saída.

-Precisamos uma compressa gelada na nuca da de cabelo colorido e tente averiguar o dano ao osso, vou ver o que posso fazer com a Samantha.

Por sorte Samantha poderia ser salva com uma doação de sangue de sua irmã e Ellie com uma compressa gelada na nuca e o osso do braço colocado no lugar e imobilizado com uma tala ficaria bem logo, apesar de ainda estar bem zonza devido ao remédio para dor na injeção que tomou e a fraqueza e tontura, provavelmente por todo o ocorrido.

Deitada na maca, Ellie ainda não conseguia se levantar, mas ciente do bom trabalho o doutor acendia um cigarro, o qual Ellie fazia tamanho bico, que ele acendia outro e dava a ela.

-Obrigado por pedir ajuda, se você não tivesse nos chamado a atenção, nunca teria salvado minha irmãzinha, me chamo Kassandra, é um enorme prazer te conhecer, apesar do momento triste pra isso.

Kassandra:

Não abra:
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Resumo Tron:

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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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