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III - Death or Paradise

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Achiles
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Achiles
Pirata
III - Death or Paradise Qui Maio 05, 2022 11:49 pm
Relembrando a primeira mensagem :

III - Death or Paradise

Aqui ocorrerá a aventura aberta do(a) Pirata Lyosha Bulgakov & do(a) Caçador(a) de recompensa Jyundee Kujoh. A qual não possui narrador definido.

Achiles
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Achiles
Pirata
Re: III - Death or Paradise Sab Jun 04, 2022 2:01 pm

Gigipeto na Área!


Trabalhar é uma coisa ótima, te distrai a cabeça e sentir a sensação de algo bem feito era melhor do que muitas coisas por aí. Sinceramente, era algo do qual eu amava fazer e sentiria falta se não tivesse algo para fazer durante um bom tempo então o calor da fornalha não me incomodava tanto quanto deveria, mas sabia que me sentia mais fraca em um ambiente como aquele. Methis passava um extra além de apenas forjá-las como também embalar elas, o que para mim não era um problema.

Assim como havia sido instruída, separava os caixotes corretamente embainhando as espadas e então colocando-as em seus devido lugares e pregando os caixotes para fechá-los bem ou apenas colocando uma tranca (depende do que deveria ser feito). O dinheiro entrava em meu bolso com o valor correto de mais dois milhões, eu estava ficando sem grana depois dos gastos recentes, então, aquilo era muito mais do que bem vindo e meu sorriso no rosto demonstrava a minha felicidade.

- Mais cinco escudos? Tudo bem, consigo fazer. Além disso, gostaria também de pedir o mesmo favor que tinha feito ontem, gostaria de forjar algo para mim mesma. – Confirmava com ela já que não via aquilo como um problema já que queria mais algumas ferramentas para fortalecer os meus golpes e pensava em um anel para dar uma ajuda nesse dano mais físico quando não estivesse usando da minha adaga e sim meu corpo como um todo.

Escudos variavam materiais, poderia ser de diferentes tipos e eu usaria o que tinha estabelecido pelo projeto que pegava para trabalhar, fosse ele de metal e madeira algumas coisas não mudariam muito. Começaria trabalhando o material em específico para começar a moldá-lo e fabricar diferente partes da chapa assim como marcar o seu recorte com ferramentas para fazer um círculo perfeito ou semi-perfeito em relação aos redondos e quando aos triangulares, marcando-os com moldes para fabricá-los com uma maior precisão em seu formato já que isso importava em dobro do que as espadas.

Desta forma, teria uma base para exercer pontos em que a resistência poderia aumentar com diferentes tipos de produtos e formas de trabalhar para elevar o seu potencial defensivo, dando uma boa trabalhada no material, principalmente no metal, já que este deveria vir com uma resistência ainda maior e principalmente nos escudos onde seu interior era de madeira, para fazer uma borda de metal e assim defender melhor os ataques, assim como o seu centro em que utilizar uma semiesfera para defletir alguns dos golpes e concentrar a defesa em certos pontos.

Era através de técnicas como essas que um bom escudo era feito, meu pai tinha me ensinado bastante em relação a esses materiais o que me ajudava bastante. Quanto ao agarre da mão ao escudo, faria com tiras de couro envolta de um metal para que houvesse uma pegada mais firme ao equipamento e também não fosse completamente desconfortável e em principal, não machucar a mão do usuário.

Assim que tivesse terminado eles e testá-los, também os embalaria, colocando-os em caixotes com um pouco de feno para que ficassem mais organizados e não danificasse eles de alguma forma em meio ao transporte, seriam caixas retangulares para caber um maior espaçamento deles e assim concentrar mais feno. – Methis! Tá pronto! – Confirmava com ela. Caso tivesse sido me dado permissão, então começaria a minha forja em relação ao anel que tinha em mente.

Forja: Anel

O dia havia sido bastante exaustivo, mas ainda não havia sido finalizado. Com bastante comprometimento com o meu trabalho como ferreira, começava a forjar algo para mim, em específico, era um anel comum que encaixaria bem em meus dedos e poderia colaborar em um combate mais físico em que não fosse utilizar a minha adaga.

Eu utilizaria dos melhores materiais disponíveis para o uso assim como as minhas técnicas já estabelecidas e proporcionaria um bom trabalho de forja para que pudesse fazer algo que fosse tão bonito como mortal para o inimigo.

Fim

Após depositar o tempo necessário para a construção desse item, encaixaria ele em meu dedo médio e sentiria a força em meus golpes em algum alvo para que fosse possível dar uma mínima testada antes de me arrumar para sair do estabelecimento. – Agradeço, Methis. – Sorria. – Acredito que esta seja a última vez que trocaremos palavras até um bom tempo. – Não deixava mais explicações e após pegar os meus itens e vestir o meu cachecol para cobrir um pouco do meu rosto, partiria em direção ao restaurante mais próximo para bater um rango já que o dia havia sido longo.

“Ah, mas por quê você disse isso para a Methis?!” Era simples, desde o começo meu intuito era fazer uma grana rápida para poder partir em direção a Grand Line. Minha família, em teoria, havia ido em direção, então deve ser real segundo a história daquela velha. Preciso encontrar meus dois irmãos que viraram caçadores de recompensas e partiram em direção após a montanha vermelha. Agora, apenas precisava encontrar alguém que navegasse tão bem e estivesse disposto a encontrar um caminho para o outro lado da montanha vermelha...

- Hey Chefia, manda um pratão de arroz, feijão e um belo de um bife! – Diria para o garçom após me sentar em uma mesa para aproveitar de uma boa refeição em um restaurante qualquer. – Pode me trazer um belo suco de goiaba bem doce também! – Sorria, esperando pelos itens pedidos.


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Lyosha
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Re: III - Death or Paradise Dom Jun 05, 2022 11:04 pm




I should have known better





———Após mais explicações por parte de Komi, o espadachim sentia que finalmente havia entendido o panorama geral daquela situação. Mesmo ciente de tudo aquilo que ocorria, esse esquema vilanesco que incriminava inocentes e espalhava a corrupção não lhe interessava nem um pouco, não era um herói que ansiava por salvar aquela ilha e não tinha nada a ver com toda essa confusão.

———Pensava que se envolver nisso e tomar qualquer ação não lhe traria nada além de dor de cabeça, mas era inegável que estava em posse de informações valiosíssimas. Valiosíssimas, essas cartas valem a vida de Calvino, uma chance de contra-ataque para os revolucionários e uma execução bem mais fácil para os planos de Sirmec. Mesmo sem nenhum interesse em empunhar sua espada por qualquer uma dessas causas, era inegável que poderia fazer um lucro fácil e adiantar os planos que fez junto de Alesya.

———Enquanto pensava no curso de ação que devia tomar, ou melhor, se realmente deveria colocar seu dedo nisso, encararia a historiadora com um sorriso terno e agradeceria por sua cooperação. - Obrigado por ter explicado tudo, Komi. Agora não tenho mais nenhuma dúvida. - Fazer algum lucro com Calvino lhe parecia a opção mais difícil, o homem simplesmente teria de acreditar na palavra de um completo estranho que afirmaria que sua vida está em perigo, além disso, também teria de acreditar em toda uma teoria da conspiração e confiar na criptografia feita por uma “criminosa”.

———Estando imerso nesses pensamentos, era surpreendido pela chegada de Jyundee e uma criatura folgada de quatro patas, que entrava ali como se fosse o dono do local. Sabia que a relação dele com a caçadora poderia estar passando por algumas tribulações, mas agiria normalmente. - É bom revê-la, Jyundee. Gostou do novo navio? Resolvemos chamá-lo de Samsara, não sei você, mas com certeza achei ele bem mais confortável que seu predecessor. - Conversaria casualmente, tentando captar o humor da mulher.

———Após a tentativa de conversa fiada para tentar sentir o clima, iria ao assunto inevitável que deveria ser tratado entre eles. - Mica e Komi me contaram tudo o que aconteceu, então imagino que tenha muitas perguntas. - Suspiraria com pesar, pensando que a conversa poderia ser bem desagradável. - Mica também me falou que você descobriu que somos piratas. Bem, sendo honesto, eu não gosto desse rótulo. Apenas cometo alguns crimes vez ou outra, acho isso um exagero. Um homem que bebe aos finais de semana não é um alcoólatra, não é mesmo? Essa lógica também se aplica aqui. - Contrariando o costume, não estaria sorrindo, já que pensava que isso poderia ser interpretado como deboche ou fanfarronismo.

———Seria o mais sincero possível com a caçadora, achava que devia isso a ela. - A verdade é que eu já queria lhe contar isso há muito tempo, mas nunca havia encontrado oportunidade. - Pensava que, talvez, ela quisesse saber os crimes que ele havia cometido, nesse caso, tentaria evitar responder diretamente. - Tudo que faço é agir de acordo com o que eu acho certo ou necessário, em um dia isso significa roubar alguém, em outros, salvar uma garota muda das garras de um governo autoritário. - Responderia, agora já com o sorriso costumeiro no rosto. - Na verdade, acho que isso está na conta de Mihaela, mas você deve ter entendido o ponto. - Se Jyundee não surtasse, o que esperava que fosse o caso, escutaria tudo o que ela tivesse a dizer com uma atenção genuína. Se tudo estivesse bem no fim, voltaria a pensar sobre as cartas.

———Sirmec e Jean eram sem dúvidas as opções mais interessantes, Sirmec tinha certeza da veracidade das cartas e de seu conteúdo, enquanto Jean aparentava já conhecer a historiadora e confiaria na sua decodificação, bastava pensar para qual lado deveria entregar essas informações. - Se não for incômodo, poderia me dizer exatamente a natureza de sua relação com Jean Lihito? - Se a mulher pudesse fazer uma ponte entre ele e o revolucionário, seria fácil vender aquelas informações sem ter nenhum problema, caso contrário, visitar a Madame Sirmec parecia ser mais oportuno.




Lyosha Bulgakov
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Johnny Bear
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Re: III - Death or Paradise Seg Jun 13, 2022 11:35 pm

武士道 Bushido






Para que de se haver tantos gastos se no fim, se faz uma longa e incansável busca pelo disfarce, fosse pela proximidade com os velhos “companheiros piratas” ou ao que se deve pela própria identificação bem observada, existia uma possibilidade contida de manter aquela aparência como uma espécie de outra figura, a de se agir como uma agente diferente de modos duma velha caçadora, ao encalço das figuras que me assombram. Considerava ser perigoso demais acabar gostando da ideia e desenvolver um personagem próprio daquele que se sobressai de minha real e verdadeira pessoa, fingir ser alguém que não é exige conhecimento e muito tempo de dedicação, estava longe de ser o tipo de pessoa que saberia conciliar as duas realidades diferentes.

Naquela reflexão mental não mediava valores numéricos, mas sim as muitas ações que o levaram àquele resultado, era louvável perceber que a ficha possivelmente era extensa, em meus pensamentos mais recônditos não queria me dar ao luxo de confrontá-lo no instante, estávamos nesse momento todos no mesmo barco, tão quanto se faz o sentido literal do não literal, assombrava-me algum medo genuíno de ter que efetivamente prendê-los com minhas próprias mãos, ou sequer morrer tentando, afinal não existiria honra maior para um caçador, não é? Mas ao que se detalha então chega outra vez a incógnita da persona. Eu ainda sou uma caçadora? Aos olhos daqueles do governo possivelmente não mais, fiz-me ciente de que independente dos rótulos, o que valia era minha própria decisão, era duro desistir, gostava da sensação de fazê-lo, mas até que ponto isso iria intervir nas ações diretamente.

Infantilidade, como uma forma doce de passar pano aos crimes, ao que se faz de minha própria justiça começar a fechar os olhos para esse tipo de coisa só me tornaria cúmplice, ainda mais que o tempo todo minhas motivações nunca foram os valores numéricos nos cartazes. - Quinze, treze e vinte. Heh! Vocês vão causar problemas - Reconhecia que eventualmente, o aumento de força era exponencial, caçadores mais ambiciosos podiam se dar ao luxo de buscar piratas mais fortes conformes as habilidades cresciam, muito embora esse não fosse meu caso, tinha um gosto peculiar pelos desafios menos sangrentos, era sempre incômodo ter de empunhar a espada e muito mais simples seguir rastros para capturá-lo num momento de fragilidade.

Ao passo que toda aquela conversa simples sobre a comodidade do barco me cansava, era certamente bom ver que todos pareciam ter se entendido, estavam até mesmo trabalhando juntos em um aparente plano. Soltei aquele fraco riso tímido, acompanhava o ar saindo do nariz quase como uma evidente ironia, ao que se dava toda aquela cordial apresentação do novo Samsara, busquei pela comida do cachorro que já se ia rolando no chão com sua percepção muito ruim do clima, para ele era quase como uma diversão infinita - É um bom cachorro, apesar de ser dócil demais, isso parece ser um pouco problemático. Alegre e dócil, não estar preparado para algumas rasteiras que a vida pode dar - Tentei não fazer aquele tipo reflexivo clichê que temos aos montes, pois como bem sabia, piratas adoram conversar, aparentemente a lábia é alguma espécie de código primário desses sujeitos, a desconversar do que fizeram ou simplesmente tentar convencer de que você não é bom o bastante para enfrentá-los, enaltecer seus feitos ou ostentar alguma inteligência exacerbada.

- Acho que eu tenho uma porção delas, mas não interessa muito se você vai ou não me responder todas elas, afinal uma hora ou outra são assuntos que sempre acabam voltando, o guarda de hoje pode ter sido só o começo. Amanhã eu posso acabar ouvindo mais coisas, de vocês, deles. Mentiras, verdades. É fácil de se chegar no que realmente aconteceu, mas essa… falta de transparência pode ser um problema - Ao saque da espada, com aquela acuidade rotineira, ostentava o frio que passava uma lâmina, embora não fosse tão clara uma ameaça, haviam pontos a se provar os quais não demonstro tanto interesse assim, afinal cada qual tem seus próprios ideais, até mesmo tive os meus no momento de uma difícil decisão anteriormente, mas existia uma falsa sensação de linha moral que dividiam os que mereciam dos que não mereciam estar em liberdade, muito volátil eu diria - É isso o que me separava de piratas como vocês - Tecendo o fio da lâmina pelo braço esquerdo, forçando-a contra a pele, mas como sempre não haveria corte para correr o sangue, tampouco para sequer me machucar.

Uma certa anestesia preenchia minha cabeça - Ao menos era o que eu pensava, mas para que dessa merda toda? dinheiro? - arremessava a quantia restante que me sobrara aos pés de Lyosha, ao que se esvai se a quantia pelo vento, talvez pela força com o impacto a se perder pelos buracos do convés, as notas não eram tantas assim para se formar um mar verde a seus pés, mas era tudo o que eu tinha - Interessante que tocou nesse assunto de… salvar a garota muda por que eu vejo que vocês estão se dando, muito bem aqui, estavam até conversando antes de eu chegar, posso saber do que se trata? - Um sorriso alegre a se desenhar em meu rosto, pela primeira vez agora, estava visivelmente contente apresentando o incômodo, mas era certo de que conhecia pouco sobre o assunto, não é como se eu pudesse usar isso ao meu favor, mas de pouco aquele teste da sua honestidade quem sabe fosse valer o esforço.

Quem sabe sua resposta fosse determinante o bastante para querer me fazer buscar por conta própria todas as informações, mais cedo ou mais tarde.

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Dados:

Objetivos:






Shiori
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Re: III - Death or Paradise Ter Jun 14, 2022 1:42 pm
III - Death or Paradise



Caitlyn

Ela então aceitou a segunda proposta, iniciando os serviços, produziu então os escudos, e quando foi receber o dinheiro, pediu pra fazer algo pra si, então a mulher em questão deixou que isso acontecesse, deduzindo quinhentos mil do pagamento dela.-Certo, aqui está com o dinheiro retirado do valor total, fica quatro milhões e quinhentos então.- e com isso ela tinha agora o dinheiro e podia forjar.

Forjou o anel que desejava, e depois disso vazou dali, deixando no ar que talvez fosse demorar muito pra ver a mulher de novo algo que ela não sabia como aconteceria, então ia comer, por que era esse o negócio, se não tem rumo, coma bastante, ela entrou no restaurante, onde o homem estranhou sua presença.

Ele não tinha a conhecido, mas achou parecido com algo que viu por ali, no entanto até então estava tudo bem.-Certo moça, irei mandar que preparem.- ele então entregava a comida, deixando ali no local, depois de mais ou menos vinte minutos de espera por parte dela, algo que certamente tinha gerado uma impaciencia.

Mas valeu a pena no fim a carne cheirava bem, todo a textura parecia boa, era comida de qualidade, e quando ela terminasse, o homem deixaria a conta como um papelzinho para ela pagar no balcão, um valor de 120 mil berries, o total da refeição o junto pelo prato bem recheado e comida de restaurante.

Jyundee & Lyosha

O clima esquentou entre os dois que estavam naquele recinto, ele até comenta sobre não gostar de rótulos, mas Mihaela não era de grande ajuda, já que ela tava naquele momento passando na frente da porta com dois ramos de capim santo e jogando água pelo barco com eles com a ponta dos ramos, provavelmente o ritual de purificação que ela falou envolvia isso aí, ela ia fazendo isso enquanto cantava uma música que não ajudava no argumento, mais ou menos assim.-Somos piratas Sim!! OH!! Somos piratas sim!! HO!!- e olhou para dentro do quarto, dando de ombro e mandando um.-Que que foi gente?- jogou duas mãozinhas de água por ali, e saiu de novo indo pro resto do barco enquanto assobiava numa melodia parecida com a da música que estava cantando.

Algo que quase arrancava uma gargalhada de Komi que se continha colocando o caderno na frente do rosto, para que não vissem que ela tava segurando o riso depois da aparição completamente anti climática da loira, em relação às palavras sérias que aqueles outros dois proferiram. A caçadora até mesmo chegou a jogar seu dinheiro no chão, algo que Furu estava catando com a boca e juntando num montinho, quem disse que o cachorro não gosta de dinheiro? Aquilo ali compra muitos biscoitos certamente. E deitou a barriga por cima do dinheiro, como quem dizia, se ninguém quer é meu.

Então o papo ia e vinha, quando Komi pegou as folhas do caderno, e entregou a Jyu, já que nesse ponto, ela não ia redigir tudo novamente, ali estava a explicação do crime que ela cometeu, e o que exatamente estava acontecendo no reinado, nos arredores, e o que ela escrevia de forma complementar era.

Isso é tudo, você me inspirou a revelar as coisas que descobrir, eu tinha algumas dessas coisas a muitos anos mas nunca disse pra ninguém, e você me inspirou a fazer o que eu achava que era certo, e eu fiz.

Escreveu ela ao final, depois de mostrar todo o conteúdo para a garota, afinal, ela não tinha problema que ela soubesse o que ia acontecer, era toda uma trama complexa, e nesse ponto Lyosha queria saber a relação dela com o revolucionário da ilha, algo que a moça explicava.
Nunca vi ele pessoalmente, mas posso conseguir pra você um encontro com ele amanhã cedo se quiser, algo que posso falar com meu Tio, ele desenvolveria esse encontro.

Especificou ela, sobre como acreditava que as coisas iriam se desenrolar, é bem, um encontro de manhã, permitiria que ele tivesse uma liberdade de ação grande de noite, então Alesya entrou pelo quarto por um momento, vendo a caçadora por ali, ela a cumprimentou também.-Você voltou, bem vinda, a gente tinha se preocupado, você sumiu por uns dias.- disse ela passando por dentro do quarto para pegar alguma coisa no armário, aparentemente algo que tinha deixado ali enquanto ele era um quarto vazio.



HistóricoPosts: 20
Nome: Lyosha Bulgakov
Nota Fiscal:
+4.060.000 B$ (em mãos) + 11.000.000 (Banco)
- 2.000.000 - Reabastecimento do Barco - (Turno 2)
- 250.000 - Kit de Arrombamento - (Turno 3)
+ 17.000.000 - Furto pra Godo - (Turno 14)
Ganhos:
- Proficiência Arrombamento (Turno 1)
- Proficiência Atletismo (Turno 3)

Perdas:
-

Status:

PDV: 14.664/14.664
STA: 500/500
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS:
CONTAGEM DE DEFEITOS: 0/10

Dano Explicado: Danos restaurados depois do descanso longo.
—------

Posts: 20
Nome: Jyundee Kujoh
Nota Fiscal:
+ 5.490.000 (em mãos)
- 150.000 - Pagando Doutor - (Post 16)
- 200.000 - Tinta de Cabelo - (Post 19)
- 800.000 - Roupas Diversas - (Post 19)
- 2.000.000 - Máscara de Gás - (Post 19)
Ganhos:
- Mudança na cor do cabelo, preto com mechas brancas, permanente dessa vez. (Post 19)
- Máscara de Gás (Post 19)
- Roupinhas Variadas (Post 19)
Perdas:
-
Status:

PDV: 13.972/13.972
STA: 500/500
CONDIÇÕES:
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: 0/10

Dano Explicado:
—------
Posts: 18
Nome: Caitlyn Gigipeto
Nota Fiscal:
250.000 B$ (em mãos)
- 100.000 - Chocolate - (Turno 1)
+ Ganhou 2.500.000 - Trabalho concluído como Civil (Turno 4)
- 500.000 - Aço de boa qualidade pra adaga - (Turno 4)
- 35.000 - Livros - (Turno 14)
-1.000.000 - Mochila - (Turno 17)
+ Ganhou 4.500.000 - Dois trabalhos como civil - (Turno 18)
Ganhos:
- Chocolate Branco (7/10) (Turno 1)
- Adaga Forjada
- Livros: Acrobacia, Costura, Química, Toxicologia, Lógica, Herbalismo (Turno 14)
- Proficiência Acrobacia (Turno 14)
- Proficiência Costura (Turno 15)
- Mochila Grande 10u (Turno 17)


Perdas:
-

Status:

PDV: 9620/9620
STA: 400/400
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS:
CONTAGEM DE DEFEITOS: 05/10

Dano Explicado: .



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Pirata
Re: III - Death or Paradise Ter Jun 14, 2022 1:44 pm

Gigipeto na Área!


O trabalho havia sido perfeito, tudo estava pronto e era ótimo ter um baita de um dinheiro no bolso, o anel estava bem encaixado em meu dedo médio e o estômago forrado com uma belíssima comida com tudo que eu tinha pedido com uma ótima refeição. De toda forma, era hora de partir para algo melhor. Em meu saldo atual, tinha cinco milhões e isso deveria ser o suficiente para partir em direção a Grand Line de alguma forma, fosse de forma legal ou ilegal.

Por isso, meu próximo destino era o porto onde começaria a minha procura por algumas embarcações que algum tripulante ou capitão parecesse estar interessado em algum tipo de navegação, não me importaria com o caráter da pessoa já que eu sabia me virar e uma das coisas que me fazia ficar pensando naquele momento era naquela loira que saiu correndo quando estava protegendo a cidadã perto da biblioteca, e bom... será que ela não teria algum barco não? Tipo, mesmo sem querer né... Eu a ajudei. Então, ela me devia algo e ela mesmo tinha dito algo assim se me lembro bem!

Bom, de toda forma, meu intuito era tentar perceber aquilo antes de ir lá e tentar subornar o cara para me levar junto até o outro lado da montanha vermelha ou arranjar alguma forma de entrar infiltrada em um tipo de embarcação. Quanto aos guardas, tentaria me acobertar da melhor forma possível usando do meu cachecol e a da capa para me manter o mais longe de suas vistas entrando em becos ou o que fosse necessário para que não fosse reconhecida.

- Hehe... causei algum caos por aqui. – Sorriria claramente orgulhosa de meus atos contra a discriminação de nós, minks! Se não conseguisse achar nenhumas pistas, procuraria o bar mais barra pesado ou o mais porco dentre os que estavam ali e certamente encontraria os piratas mais fedidos e horrendos já que um bom bar para eles era ruim. É! Piratas são sujos! Duvido que eles saibam a última vez que tomaram um banho.

Pensando em piratas, isso me vinha o pensamento daqueles homens que tinha visto nos cartazes na manhã anterior a esta, aquele homem invisível em ascensão e também alguns dos outros, ficava pensando se amanhã eu não acordaria e estaria lá meu rosto estampado por eletrocutar alguns idiotas e deixar uma marca de rosto de gatinho no peito de um cara desses com uma adaga...

- Vou querer um rum! Gaaarrrr! – Bateria a mão na mesa e rosnaria como um bom pirata deveria fazer ou era assim que a minha mãe me aterrorizava das histórias de piratas que ela me contava quando eu era criança.


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Lyosha
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Lyosha
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Re: III - Death or Paradise Ter Jun 14, 2022 8:27 pm




Delinquency theory





———Esboçaria um sorriso após a apresentação do canino. - Ele realmente parece ser um bom garoto, bom demais na verdade. Acho que ele vai precisar aprender a ser um pouco mais duro se quiser andar ao seu lado, afinal, capturar criminosos não é uma tarefa fácil. - Apesar das palavras leves, a situação em si era um tanto quanto desconfortável, já que claramente existia um elefante na sala.

———Havia declarado anteriormente que responderia às perguntas de Jyundee, realmente havia falado sério e, agora, reiteraria suas palavras. - Em minha defesa, digo a verdade quando falo que estou disposto a responder qualquer pergunta, além disso, reitero que nunca menti para você. Omiti alguns fatos e acabei distorcendo alguns acontecimentos em nome de nossa boa convivência? Claro que sim, mas a vida exige certos sacrifícios, é um mal menor. - O saque da espada causava certa preocupação, talvez, se não tivesse tanto controle sobre seu temperamento, tivesse reagido diante da suposta ameaça. Ao fim, achava o ato um pouco exagerado, mas conseguia entender o ponto da caçadora naquele momento. Entretanto, a tensão foi tanta que não conseguiu nem achar graça das atitudes de Mihaela, que em outros casos teriam aliviado o clima.

———Ao presenciar as cédulas voando, Lyosha adotava uma postura mais séria. Como ele mesmo disse, iria sanar toda e qualquer dúvida, era um homem de palavra. - Exato, dinheiro. Eu particularmente odeio o termo pirata, acho algo infantil e bobo, contrariando minha querida Mihaela. A palavra que eu usaria para descrever o nosso grupo seria delinquentes. - Lyosha suspiraria fundo, pois estava prestes a proferir palavras dolorosas. - Eu não sei se você reparou, mas todos nós somos um fodidos, não vem ao fato qual é a causa desse fato, tivemos uma família de merda ou um trauma na infância, pouco importa. O importante é que não podemos ser normais, não somos normais e não poderíamos ser nem se quiséssemos. Ou você acha que Mihaela poderia ser uma dama da alta sociedade, Alesya poderia ser uma dona de casa e eu poderia ser um médico renome? - Lyosha apontaria para o montante jogado no chão. - E essa é exatamente a razão que faz com que isso seja tão precioso para nós, somos uns fodidos e, por conta disso, só podemos contar com nós mesmos. Isso é o que faz com que nós sejamos capazes de nos inserir no mundo, de fazer uma boa refeição e dormir em uma boa cama, com muita sorte, criar um lugar nosso. Mas, mais importante que tudo, é esse dinheiro que você despreza que possibilita que nós sejamos capazes de proteger uns aos outros, proteger a família que escolhemos e correr atrás dos nossos sonhos, já que, se falharmos, nenhuma outra pessoa vai nos ajudar por caridade. - Era exaustivo falar com tanta seriedade, ia de encontro contra sua natureza.

———O próximo assunto, felizmente, era algo bem mais leve e descontraído, sua relação com Komi. - Você sabe o que dizem por aí, sou um cara carismático, que faz amigos por onde passa. Altruísta também, estamos traçando um plano para salvar essa ilha das garras da tirania, ou qualquer outra colocação poética nesse sentido, não é mesmo Komi? - Declararia, num tom claramente leve e despojado, como se as palavras anteriores não tivessem sido proferidas.

———Aproveitando que o drama fora interrompido, encararia Jyundee com um sorriso no rosto. - Obviamente, você é bem vinda para se juntar a nós. - Após isso encararia a historiadora. - Eu ficaria muito agradecido se você falasse com seu tio e fizesse essa ponte, para podermos encontrar esse tal de Jean. - Pensava que a cooperação da garota estava praticamente garantida, sua preocupação era a reação da caçadora com tudo que fora dito.




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Re: III - Death or Paradise Qua Jun 15, 2022 6:55 pm

武士道 Bushido




Tende a ser decepcionante ou chato eu sei, é duro poder encarar algumas explicações mais claras na vida, embora as motivações nunca fossem ambições arraigadas em minhas contínuas perseguições, eventualmente nuances de seus hábitos vazavam junto aos sarcasmos, quer fossem meras desculpas jogadas ao vento como prévia para sensibilizar uma prisão abrupta - forma esta de escapar sem nenhuma punição, ou aqueles que me vinham ao mero desdém dos sujeitos, nesse trabalho não precisamos ouvir histórias, conhecer passados, tampouco nos sensibilizar com os erros, mas como em tudo, posto à prova de ensino, na falha misturava toda a retórica, tornando a um experimento interessante.

Ouvi histórias, conheci vossas motivações, embora não de sua totalidade, resumir ao âmbito de sua pura ganância não era bem a totalidade, conheci tais “inocentes morais” que viviam à margem de uma lei inclinada a certos interesses, da qual a verdade nunca se é absoluta, compreendia isso depois da reflexão feita mais cedo neste mesmo dia, era de se compreender uma necessidade de balancear todo o mundo, papel deste grande governo, cujo qual demonstrava enormes e evidentes falhas, a ruir por um sistema potente esbravejante de sua força, desde sendo o poder revolucionário.

Sorri, me saia triste como as lágrimas que corriam, a dura sensação de uma decepção, mesmo que não me coubesse a opção de julgar, era como esperar um grande soco no estômago, para por fim, o silêncio, e então este golpe nunca chegar - A primeira vez que o vi não achei que fosse assim tão superficial, como muitos outros que cruzei em meu caminho, algo tão supérfluo como notas não deveriam dar tanta sensação assim de poder, fico desapontada em saber que estava errada ao seu respeito - Rabiscava o convés do navio com a ponta da espada, tal como um balde de água fria me atingia, então de repente estava ali, fazendo traços desconexos superficiais na madeira.

- Eles parecem temê-la mais do que você, a coroa, o que ela sabe vale mais do que simples notas de papel - Postava adiante na conversa do tal “grande plano” dos senhores, embora tivesse uma opinião muito forte quanto a isso, não era bem do meu feitio prosseguir com a ideia, tudo parecia colidir para um mesmo ponto, vender informações parecia tão fútil - É como uma grande mina de ouro em suas mãos, você quer simplesmente vendê-la para o primeiro garimpeiro que aparecer, ou quer aproveitar essa oportunidade para escavar um pouco mais? - Entendia bem o ponto, mas não é como se eu tivesse resposta para minhas próprias perguntas, na verdade, esperava que alguém sensato pudesse me provê-las, diante de todos aqueles dados.

- Você tem um homem com sérios problemas com a coroa, outro que corre risco de vida e alguém com muito poder e seus podres, tirem vossos antolhos, faça do revolucionário seu peão, coloque-o na mesma cela que os nobres que mais odeia, você tem a recompensa pela cabeça de todos eles e talvez o perdão real - Não era exatamente um plano genioso que distinguia diferentes etapas e formas de se arquitetar uma investida, mas se existia uma coisa na qual parecia me empenhar bastante, era gostoso colher e buscar informações, das quais aquelas se interligam como pontos, direcionando a história de uma maneira não tão linear, já que não é bem assim que a mesma é escrita - É tudo pelo dinheiro não é? Capitão -


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Re: III - Death or Paradise Qui Jun 16, 2022 11:28 pm
III - Death or Paradise



Caitlyn

Enquanto isso a felina tinha seu momento auto reflexivo, ela comeu bem, e então ela pensava sobre o que exatamente estava por vir, ela queria achar talvez a loira mas, tinha de pensar sobre suas intenções, e claro existiam outras questões, como o fato de que agora talvez sua cabeça estivesse a prêmio… E com isso ela fazia sua atuação de pirata batendo na mesa e tudo, algo que no momento fez o garçom se mover de onde estava, e trazer realmente a garrafa de Rum.

Ele colocava sobre a mesa um Rum bem potente, dava pra ver no rótulo os 68% de álcool, e logo ele começou a agradecer falando pela tal garrafa.-Muito obrigado moça, aqui está ele.- e nesse momento o rapaz do cabelo laranja, com as grandes asas a reconheceu, ele estava passando ali e logo que a viu entrou no lugar segurando uma única rosa na mão.

Ele colocava a rosa perto dela e falava mais uma vez sobre o que ele buscava.-Uma rosa para uma Rosa. Então nos vimos novamente.- ele dessa vez não estava incisivo apenas sentou na cadeira do outro lado da mesa, como se estivesse ali apenas para conversar, ele acabava puxando o assunto do que havia acontecido.-Você foi arrumar problema logo numa ilha maluca dessas?-falou ele fazendo gesto pra chamar o garçom.

E quando o homem chegava ele pedia duas rodadas de bife, pagando também batatas fritas e molho especial para acompanhar. Era um momento em que ele parecia apenas bater um papo sobre o que realmente ocorreu.

Jyundee & Lyosha

A tensão que parecia se formar no ar daquela sala era tão densa que dava para realmente se cortar com uma faca. A conversa progredia enquanto Komi apenas observava e ouvia. Ela não compactuava do pensamento de nenhum dos dois que estavam naquele ambiente, não nessa parte. Ela compreendia o apreço pelo dinheiro, afinal, sem ele o mundo não é capaz de girar, mas não se venderia por ele, ou ao menos, não para fazer algo que fosse contra o que ela acreditava, fora de suas ideias, sonhos, fora do que representava sua vida. E por isso não trairia a si mesma pelas notas de papel.

Mas também não as dispensaria, e lutaria por elas se precisasse. Já para Alesya que passava ali, apenas parecia uma coisa fútil esse tipo de conversa, exceto pela palavra delinquentes, algo que ela nesse momento tomava momentaneamente a palavra.-Acho que delinquente também não cai bem, talvez… Vítimas da Sociedade. É isso, somos vítimas de um mundo que tentou nos esmagar com tudo que tinha. Toda ação gera uma reação, não é? - falou dando uma piscada, e agora sim ela se retirou do local.

Komi se mantinha pensativa sobre outras coisas e divagava diante desse momento, Furu não se importava tanto ficando tranquilo em cima das suas notinhas, e ainda tinha um bom lugar pra ficar por ali. Então, no fim, depois de ler a história, as coisas pareciam ser como sempre extremas para a caçadora. Ao mesmo tempo que sua ideia parecia eficiente, ela contava com a superioridade física e intelectual deles para subjugar dois grupos de alguma forma.

Entretanto ela não era a estrategista deles, e tão pouco tinha a intenção de puxar todos os dados que possuía naquele momento para tentar convencer qualquer lado a mudar de ideia sobre o que pensava. Mas o que ela tinha a escrever era sobre o que ela mesma pensava, sobre o que ela mesma sentia.

Não espero que nenhum de vocês entenda como é viver aqui, já que são estrangeiros. Mas o que tem acontecido aqui é algo revoltante pra muita gente. Não é que ninguém faça nada, mas quem tenta se levantar morre, desaparece, vai “visitar parentes distantes” então, piratas são apenas um dos problemas que você pode dar de cara na ilha.

Ela descrevia algo em parte proveniente de sua experiência pessoal, tão pouco desejava convencer ninguém de algo, apenas dizia o que se passou em sua mente, por fim confirmando também, o que havia sido acordado. Afinal, era bom que as cartas fossem para Jean, já que era desse ponto que tudo poderia andar realmente adiante.

Irei falar com meu tio, e te dou algum retorno.

Ficava claro que ela não estava tentando tomar lados, ela tinha seu próprio lado, queria deixar alguma herança positiva para a ilha que nasceu, talvez uma mudança, talvez alguma coisa grande, ou no mínimo esperança.



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Re: III - Death or Paradise Qui Jun 16, 2022 11:47 pm

Gigipeto na Área!


- Mas puta merda, hein, cara! – Eu olhava para aquela rosa soltando eletricidade pelas minhas orelhas de forma bem incômoda, ver aquele cara representava problemas já que ele conhecia os meus atos de defesa que obviamente eram mal vistos pelos guardas e aparentava ser um caçador. – Os caras me chamaram de sarnenta e tu diz que eu que fui atrás de problemas, pô?! – Tomava um dos goles daquele rum fazendo a pior careta que se poderia imaginar já que não era habituada a tomar altas doses de álcool de forma tão rápida.

Eu pegava dos meus bolsos um chocolate para tirar um pouco do gosto amargo daquela bebida enquanto olhava para aquele anjo. – Se tu pretende falar mais alguma asneira como aquela de casamento ou filhos, pode esquecer, filhão. – Eu olhava ele de cima para baixo. – Essa gata aqui não gosta de pássaros. – De toda forma, uma das minhas mãos permanecia no cabo de minha adaga pronta para qualquer ação ofensiva por parte daquele homem já que não confiava nele nenhum pouco e a única coisa que tinha ido fazer naquele bar era encontrar algum navegador e uma embarcação.

- Por sinal, tu que é caçador, tu sabe onde aquela loira foi parar?! – Eu pensava um pouco já que ela não aparentava ser das melhores pessoas do mundo em vista dos guardas já que tinha dado um pau em geral por ali junto com a ruiva peituda. – Parece que de alguma forma que ajudei ela... Não gosto de não saber o nome de quem ajudo indiretamente. – Falava no maior tom tranquilo já que aquele homem não era um verdadeiro perigo, minhas habilidades eram melhores do que a dele, tinha confiança nisso.

Além disso, caçadores não devem ser pessoas tão ruins assim já que o irmão que procuro é este que virou caçador e partiu em direção aos mares mais perigosos do outro lado da montanha. – Além disso, há alguém quem procuro, ele tinha virado caçador. Você ouviu falar sobre alguém com sobrenome "G." ? – Aproveitava aquele encontro para extrair o máximo de informações possíveis do homem enquanto daria leves goles para ir me acostumando com a bebida e pegando alguns amendoins para disfarçar o gosto daquele álcool pirata.


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Re: III - Death or Paradise Sex Jun 17, 2022 2:10 pm





even thieves have principles





———Tolos acreditam que palavras são apenas sons propagados no vento, não poderiam estar mais enganados. Palavras podem destruir reinos, quebrar corações ou mudar o curso da história. Por conta desse grande peso inato às palavras, Lyosha sentia-se um pouco triste com as declarações da caçadora, que alegava estar desapontada com ele. Obviamente isso não era o fim do mundo, de forma que, apesar de estar um pouco sentido, tentaria agir como sempre e brincar com a situação. - As palavras machucam mais que a espada, sabia? Se continuar sendo ríspida assim terei de me segurar para não chorar. - Alegaria, com um sorriso que indicava um leve deboche de sua parte.

———As questões de terminologia levantadas pela cozinheira deixavam o grupo ainda menos coeso sobre qual seria o termo ideal para descrevê-los. - Particularmente, vítima da sociedade é um termo que não me apetece. Dá a impressão de que somos fracos, e simplesmente nos rebelamos por indignação ou necessidade, não acredito que seja esse o caso. Somos apenas espíritos livres que não se encaixam nas regras sob as quais definiram que devemos viver. Se precisamos de algo, vamos lá e pegamos, se achamos que a atitude é certa, vamos lá e fazemos. Não somos anjos ou demônios, somos simplesmente humanos vivendo da melhor forma que somos capazes. - Era uma discussão interessante, com certo teor acadêmico, mas a conversa com Jyundee certamente era mais importante no momento.

———As próximas palavras proferidas pela espadachim, que revelavam a linha de pensamento que ela havia traçado, surpreendiam e muito Bulgakov. - Simplesmente diabólico, eu adorei. - Declararia, com um largo sorriso e um brilho no olhar. - Nunca pensei que você seria esse tipo de pessoa. Ao contrário de você, que se decepcionou comigo, estou verdadeiramente encantado com sua pessoa. - Declararia, como uma provocação velada.

———As colocações da mulher somadas a discussão moral que haviam acabado de ter expandiam os seus horizontes, de forma que começava a analisar esse cenário por um outro ângulo. - Você não poderia estar mais certa, tudo o que eu queria era lucrar com essa situação. O destino desse pobre homem pouco me importava e, entre Jean e Sirmec, Jean era apenas a opção mais fácil por conta dos contatos de Komi. - Após admitir a culpa, alagaria o seu sorriso. - Porém, como você me fez relembrar, eu acredito que sejamos delinquentes, dessa forma, não temos o luxo de perdoar ou esquecer alguém que encoste a mão em um dos nossos. Tudo que temos é nossa reputação. - Daí então, encararia a historiadora. - Não sei a opinião de vocês, mas, por destino ou necessidade, acredito que Komi já seja uma das nossas. - Esperava uma reação positiva da estudiosa, mas sabia que ela não tinha nenhuma outra opção fácil, já que toda a ilha estava atrás dela e não seria fácil encontrar outro grupo de malucos dispostos a defendê-la.

———Apesar de sua boa sequência de raciocínio, Jyundee não poderia estar mais errada em sua conclusão. Com um sorriso malicioso no rosto, encararia a caçadora. - Você não poderia estar mais enganada, parece que meu belo discurso entrou por um ouvido e saiu pelo outro. O dinheiro não tem nenhuma importância, tudo que importa é viver conforme desejamos, proteger aqueles que amamos e tentar criar o nosso próprio futuro. - Faria uma pequena pausa dramática antes de continuar. - Apenas acontece do dinheiro ser o meio mais fácil de alcançar tudo isso, então recomendo que recolha o que jogou ao chão antes que o seu cachorro decida fazer dele o seu território. - Ao fim, lhe parecia claro o rumo que deveriam tomar.

———Empolgado, faria uma confissão. - Estranho quando Mihaela me chama assim, mas, quando é você, fica mais estranho ainda. - Suspiraria, antes de proferir sua decisão. - Amanhã, declaramos guerra contra essa ilha. Ou uma batalha, quiçá até mesmo uma escaramuça. Não tenho delírios de grandeza, o importante é que eles não saiam impunes depois do que fizeram. - Ajudar os revolucionários e, consequentemente Komi, que parecia ser a vítima dessa história, lhe parecia o ideal. - Nós podemos ser vigaristas, mas somos nobres vigaristas, às vezes fazemos o que é certo. - Trataria de dormir bem e alinhar a sua visão com os demais membros daquela embarcação, já que o dia seguinte tinha tudo para ser agitado.




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Re: III - Death or Paradise Sab Jun 18, 2022 3:56 pm

武士道 Bushido




Daqueles anseios fiz-me presunçosa? Ao breve questionamento em meio a algumas respostas morais as quais eu não estava tão disposta assim a responder, na verdade as questões como esta nunca entraram em completa sincronia, afinal ao prisma daquele que não se encaixa ao do próximo e a outra razão para a discrepante noção vinha da genuína ideia de provocar mudanças. Para aqueles fosse o motivo simples de revolucionar um mero local em seu poder, mudar as peças do jogo, muito breve minha análise tomava um pouco proporções aquém do que eles estavam vendo.

- Não sei bem o que quer dizer com “ser esse tipo de pessoa”, mas ao meu ver não existe lado certo ou errado entre esses dois, a vida não precisa ser apenas preto e branco - Da prosa de Komi já conhecia bem, ao passo que este tem sido então meu principal motivo por empunhar uma espada, de motivações embora agora não mais tão óbvias, ainda era de meu desejo continuar lutando por quem não podia, mas ao passo que isso se tornava uma tarefa completamente tendenciosa inclinada a meus próprios interesses e desejos se tornava um problema, daí então surgia a ideia de punir a ambos, sem tomar um partido na disputa, não era como se abster do poder de decisão, mas sim de encontrar uma maneira ainda mais correta de solucionar o grande problema, sem recorrer aos extremos, por mais justificáveis que fossem.

- O que quero dizer é que seus sentimentos podem deturpar a visão com qual ele enxerga as coisas, posso tentar checar até que ponto a nobreza está envolvida com isso, mas derrubar completamente um sistema como esse pode trazer muitas mudanças que talvez só são boas a longo prazo, sinceramente não tenho desejo nenhum de travar uma grande batalha, isso só traz baixas para “vítimas da sociedade” como gostam de dizer. Pense que cada guarda real dessa ilha trabalha por uma causa, corrupto ou não, tal qual você não gosta do termo pirata, acho que eles também não se sentem muito confortáveis pela fama de serem vistos com maus olhos pela população, imagino que como todos aqui há algo pelo qual eles prezam - Era uma forma mais garbosa de tentar convencê-los do óbvio, não existem atalhos em grandes conflitos, mas tampouco todo caminho precisa ser uma longa subida, sacrifícios desnecessários aos montes se formam em guerras, pois então deixem que apenas poucas frutas se eliminem para que a safra seja melhor cultivada.

Dado ao qual, minha decisão era óbvia, ao que se passava adiante era notável que Komi soubesse de algo ou simpatizasse com alguma causa, era difícil dizer se existia então uma decisão correta, mas como bem havia dito, colocar homens movidos por muitos sentimentos ao encontro do poder era perigoso, talvez fosse o homem certo, mas não para liderar - Acho que isso tudo pode ser resolvido sem necessidade de um grande combate, na verdade, não precisamos sequer sujar nossas mãos com isso, como eu disse, colocai-vos numa mesma cela a ambos, deixem que apodreçam na sarjeta, acho que Aston se recusaria a ir pessoalmente capturar Jean Lihito? - Instigou minha curiosidade sobre algumas formas de manipular um encontro, até mesmo forjar dados que pudessem facilitar isso, muito embora fosse fácil de imaginar que com tantas provas existentes sobre a corrupção, com a ajuda de Komi seriam encontradas e expostas - O que o povo acha do restante dos nobres? Alguém que eles confiem para liderar? - Direcionava a Komi, tornando ao capitão muito breve após sua fala.

- Por qual motivo eu iria me curvar para pegar papéis do chão? - Furu poderia brincar com as notas, talvez isso instigasse um pouco a fúria de Lyosha, ou simplesmente sua urgência em tomar uma decisão, no mundo nos negócios eles tinham uma credibilidade muito grande com relação a tempo e dinheiro - Furu agora tem uma fortuna, pode ser o rei dos piratas, heh! -


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Re: III - Death or Paradise Dom Jun 19, 2022 6:04 pm
III - Death or Paradise



Caitlyn

Ela parecia estar já irritada só de ter a presença dele ali, então ele começava respondendo a primeira colocação dela.-Mas é claro, tem de ter autocontrole gatinha, proporcionalidade, xingamento com xingamento, não xingamento com facada.- disse ele dando de ombro, quando chegaram os bifes, deixando um pra felina e um pra ele, ele ia partindo a macaxeira e cortando os bifes e comendo, a batata ficava acessível pros dois.

Então quando falava sobre casamento, ele respondia logo de cara.-Mas é evidente, que nós ainda vamos casar, pode não ser hoje e nem amanhã, mas vamos.- disse confiante torando o pedação de bife e tomando um gole do suco, enquanto ia ouvindo ela falar. e quando ouvia sobre um sobrenome “G.” Ele buscava dados na sua memória.

E lembrava de alguém com quem ele conviveu um tempo.-Sobre a loira eu não vi mais ela, mas ela seguiu pro porto, o barco dela deve estar pra lá. Já sobre o sobrenome eu convivi por algum tempo com um rapaz chamado Adam G. ele me falou que estava caçando um cara grande.- ele cortava mais um pedaço de bife e comia, logo em seguida pegando algumas batatas pra passar pra dentro também.

Ele começava a falar um pouco da experiência dele, sobre esse novo rapaz, explicando a situação de forma eficiente.-Eu estive alguns meses com ele, ele está caçando um cara chamado Gregory Victh, é algo que ele ta falando sempre. Parece que ele aficionou nesse procurado, é um peixe grande de fato, vale uns cento e cinquenta milhões, é um Supernova como chamam.- comentou explicando mais ou menos o que ele tinha vivido com esse cara em especifico.

Jyundee & Lyosha

O debate pseudo filosófico entre o pirata e a caçadora era sempre interessante, tipo a moça preto no branco, falando que o mundo não é preto no branco, e o pirata assassino de idosos falando de boas ações, só tinha comédia na sala. De todo modo o debate seguia, e Komi já estava de certo modo meio cheia disso, e então acabava respirando profundamente, demonstrando que aquele negócio já tinha chegado num ponto incômodo.

Enquanto Furu ouvindo o papo de rei dos piratas dava dois latidos e cobria o olho esquerdo com uma pata, como se tivesse entendido absolutamente tudo que era ser um pirata, não ter um olho e espera espera… Será que ele não estava só imitando sua dona? Já que ela tinha dinheiro e faltava um olho? A aparência dela era bem pirata parando pra pensar…

Bem, aparências são aparências, e depois da discussão que claramente não tinha vencedor, a pequena Komi levantava seu caderninho com algo escrito. Ela acabava bocejando meio que sem controlar e cobria rapidamente a boca após o fofo bocejo que ela tinha dado.

Acho que por hoje o melhor é irmos dormir, amanhã vocês vão ter tempo pra digerir isso tudo e pensar sei lá. Eu ao menos preciso ir recarregar as energias, tive um dia intenso.

Então nesse tempo Furu parecia ter se aninhando também, ele no fim fez uma caminha com o dinheiro e tava deitadão e tranquilo por ali, só todo enroladinho e preparado para uma bela noite de sono. Komi levantava outra vez o caderninho antes de sair.

Estou indo tomar banho, até depois.

E foi saindo rapidinha com passos curtinhos porém rápidos, onde ela foi aos poucos sumindo da visão dos dois, para poder se preparar para a belíssima noite de sono, até mesmo Mihaela que era cheia de energia, foi para seu quarto dormir. Ela antes deixou um papel grudado na porta do quarto de Lyosha, que se ele fosse pro quarto iria poder ler “Dividas, você me deve uma king size” era só isso.

Quando ele entrasse veria que Alesya tinha saído do banho e pegado no sono na cama de casal, ele poderia notar isso pelo fato da umidade no chão, mesmo puxando a água ainda tinha gotas pelas paredes e pelo lugar espalhado. O que revelava o que tinha acontecido, além disso ela tinha deixado algo na mesa para ele, era uma torta, aparentemente de maçã, e tinha um bilhete “Essa não foi com as maçãs da oferenda, pode comer tranquilo” e um coração desenhado a mão pela moça.



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Nota Fiscal:
+ 5.490.000 (em mãos)
- 150.000 - Pagando Doutor - (Post 16)
- 200.000 - Tinta de Cabelo - (Post 19)
- 800.000 - Roupas Diversas - (Post 19)
- 2.000.000 - Máscara de Gás - (Post 19)
Ganhos:
- Mudança na cor do cabelo, preto com mechas brancas, permanente dessa vez. (Post 19)
- Máscara de Gás (Post 19)
- Roupinhas Variadas (Post 19)
Perdas:
-
Status:

PDV: 13.972/13.972
STA: 500/500
CONDIÇÕES:
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: 0/10

Dano Explicado:
—------
Posts: 19
Nome: Caitlyn Gigipeto
Nota Fiscal:
250.000 B$ (em mãos)
- 100.000 - Chocolate - (Turno 1)
+ Ganhou 2.500.000 - Trabalho concluído como Civil (Turno 4)
- 500.000 - Aço de boa qualidade pra adaga - (Turno 4)
- 35.000 - Livros - (Turno 14)
-1.000.000 - Mochila - (Turno 17)
+ Ganhou 4.500.000 - Dois trabalhos como civil - (Turno 18)
Ganhos:
- Chocolate Branco (7/10) (Turno 1)
- Adaga Forjada
- Livros: Acrobacia, Costura, Química, Toxicologia, Lógica, Herbalismo (Turno 14)
- Proficiência Acrobacia (Turno 14)
- Proficiência Costura (Turno 15)
- Mochila Grande 10u (Turno 17)
- Anel (Turno 19)


Perdas:
-

Status:

PDV: 9620/9620
STA: 400/400
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS:
CONTAGEM DE DEFEITOS: 05/10

Dano Explicado: .



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Achiles
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Achiles
Pirata
Re: III - Death or Paradise Dom Jun 19, 2022 7:16 pm

Gigipeto na Área!


Aquele homem ia em contando algumas coisas, quanto ao negócio sobre o casamento, eu só revirava os olhos apenas ignorando boa parte daquele assunto já que considerava impossível qualquer coisa com aquele cara, não gostava dele, para mim, ele era apenas uma fonte de informações. – Quê?! – Adam tinha virado caçador?! Mas ele tinha sido encontrado pelos meus pais! Será que minha família inteira virou um clã de caçadores e eu vou ser a única pirata?! Vish!

Aquelas revelações me deixavam um tanto curiosas e conforme eu ficava cada vez mais curiosa, meu apetite aumentava, começando a usar minhas garras para ir perfurando as batatas e levando até a boca dando alguns goles no rum até que tivesse seu fim e conversando em meio a esse tempo. – Me conte mais desse Gregory Victh, é um peixe mesmo ou é apenas uma forma de se referir a alguém valioso? – Pô, peixes são fáceis de se caçar e tinha certeza que felinos tinham uma vantagem ainda maior nesses casos.

- E como que o Adam estava?! Ele tinha sido encontrado pelos seus pais?! Haviam me contado que ele tinha se encontrado com eles! – Comentava quase batendo na mesa de intensidade. – Você sabe para qual ilha que ele chegou?! – Meus olhos tinham toda a sua atenção ignorando qualquer olhar por perto. – Porra, preciso encontra-lo! Quanto tempo foi isso?! – Meus olhares traçavam planos de como ir ao seu encontro, precisava encontra-lo. Encontrar Adam seria o primeiro passo já que meus pais poderiam estar ou não com ele, entretanto, ainda haviam dois irmãos na Grand Line também, minha família inteira parecia estar do outro lado da montanha e eu era a única que ainda não tinha ido.

Olharia para o primeiro garçom que chegasse por perto e então chamaria por ele. – Ô campeão! Me trás mais umas batatas aqui que essas já foram, pode botar na conta dele. – Apontava em direção para o pássaro que não em recordava do nome. – Um ato de cavalheirismo pagar a conta para a dama né? – Sugeria, de toda forma, não importava, o que importava mesmo era saber mais sobre minha família.


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Lyosha
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Re: III - Death or Paradise Ter Jun 21, 2022 4:37 pm





calm before the storm





———Utilizaria a deixa criada por Komi, aproveitando-se do momento para encerrar aquela discussão exaustiva. - Bem, acho que tudo que poderia ser dito já foi dito, quaisquer outros argumentos não passariam de palavras vazias. - Declararia, dirigindo-se para Jyundee enquanto dava de ombros, indicando que nada mais poderia ser feito. - Lhe desejo uma boa noite de sono, mas, antes de dormir, pense bem. O lado que você escolher amanhã demonstrará sua lealdade, não só para mim, mas para o resto do mundo. - Começaria a se dirigir para fora do quarto, mas, antes de abandonar o aposento, viraria-se para encarar a caçadora, com um sorriso no rosto. - Mesmo se acabarmos em lados diferentes, espero que você não tenha arrependimentos, afinal, é minha amiga. - Não falava nada além da mais pura verdade.

———Esboçava um sorriso ou ver a cobrança de Mihaela, de fato tinha uma dívida e planejava cumpri-la. Samsara era um bom navio, mas suas ambições eram maiores que ele. Não o deixaria para trás, mas sua próxima embarcação seria melhor e mais confortável, onde a navegadora certamente teria uma cama melhor, afinal de contas, sua palavra valia mais ouro. Reputação é o recurso mais importante de um homem.

———O pirata estaria mentindo se falasse que o gesto de Alesya não amoleceu seu coração, era impressionante como aquela mulher conseguia variar o seu comportamento, agindo de forma completamente impiedosa e sem remorso em uma hora e sendo terna, carinhosa e atenciosa em outro momento. Comeria a torta de maçã feliz, pensando que havia amarrado seu burro no lugar certo. Antes de dormir, tomaria um bom banho, daí então deitaria-se com cuidado, tentando não incomodar o sono de sua amada.

———Acordaria no dia seguinte, animado e inspirado, sentindo que criaria boas memórias e agiria de forma correta. Estava pronto para influenciar a história daquele lugar. Tomaria um bom banho, em sequência, vestiria de forma a ficar impecável e abandonaria o conforto de seu quarto, para encontrar as suas companheiras e determinar como agiriam naquele dia.



Lyosha Bulgakov
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Re: III - Death or Paradise Qua Jun 22, 2022 1:13 pm

武士道 Bushido




De seus irrisórios trejeitos, ao que se fez já não valia muito mais o esforço de esquentar a cabeça,de então finais conclusões, acenos alegres e sutis de Furu, bem como as participações inconveniente dos demais, encerrando um pequeno trecho que parecia querer esquecer de minha história, daquele imenso vazio se fez por menor das reflexões, já não mais preocupada em estar certa ou errada no fim de tudo, mas se fazer por direito na lógica de um criminoso era então a melhor das decisões? Naquela indomável e sugestiva ausência de mediação, se passava uma única dúvida em minha cabeça, tal essa que perturbava até mesmo em leito.

O que fazer então adiante. Além de fitar o teto, engolia os pensamentos naquele véu que era o anoitecer, apesar do dia cheio de contusões, a perturbação dos meus próprios questionamentos ficavam maior à medida que os olhos se cansaram. Sobre estar então num caminho cheio de nuances, era como pisar em ovos decidir o próximo passo, afinal, por mais óbvia que fosse a resposta para minha antiga vida, também era de se reconhecer que como uma reconhecida inimiga do governo os esforços em manter boas relações seriam fúteis, muito do que se espera então se cai, dava um tempo até então ruir aquele disfarce por inteiro, não sendo um ponto tão negativo ser reconhecida por uma faceta que não me pertence.

O recuo matutino não era como esperado, apesar das desavenças, era de se compartilhar um célebre café, daquela comodidade sentia o estranhamento, vinha Furu um dos poucos confortantes na situação, como sempre esperava sua personalidade agitada, afagando-o e então dando a este o deleite de sua refeição, mas já me preocupava com as novas despesas, com as quantias jogadas ao vento na noite anterior, era preciso arranjar mais com alguma caçada ou trabalho secundário, renovará ao calor dos músculos, a intenção de se vender, mas ainda regozijava da incógnita do que faríamos com aquele reino.

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Dados:

Objetivos: