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III - Death or Paradise

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Achiles
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Achiles
Pirata
III - Death or Paradise Qui Maio 05, 2022 11:49 pm
Relembrando a primeira mensagem :

III - Death or Paradise

Aqui ocorrerá a aventura aberta do(a) Pirata Lyosha Bulgakov & do(a) Caçador(a) de recompensa Jyundee Kujoh. A qual não possui narrador definido.

Achiles
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Achiles
Pirata
Re: III - Death or Paradise Seg Maio 09, 2022 6:29 pm

Gigipeto na Área!


Methis era o nome daquela mulher que me oferecia o emprego após ver que minhas habilidades superavam a sua expectativa e após se apresentar já me passava a tarefa do dia em que teríamos que fabricar cinco armas de fogo, o que não era muito complicado, o único problema seria se além daquelas armas de fogo, também fosse pedido para que eu fabricasse munições, o que era algo que nunca tive experiência. – Armas de fogo não são um problema para mim, o único porém é que não tenho conhecimento relacionado a projéteis. – Confirmava com ela e sendo sincera para não me comprometer em fazer algo do qual não sabia e correr riscos não apenas para mim, como para quem estava perto.

- Consigo sim, só me mostrar onde que estão as peças que daí eu me viro. – Ihuul! Trabalho, caralho! Só fica desempregado quem quer! Chupa mundo!

- Certo, hora de organizar. – Pensava em voz alta ao ver as peças de armas e então começaria a fazer uma espécie de ”mise en place” ordenando elas conforme as suas utilidades e etapa no processo e etiquetando onde cada uma deveria ficar, a organização era fundamental para que realizasse cada rifle da melhor forma possível e com a melhor garantia de que funcionaria em um combate.

Por isso, aproveitaria para fabricar as peças que estavam faltando ou que teriam que serem feitas a mão, aquecendo o metal e fazendo os procedimentos padrão de moldar o metal para depois temperá-lo e ao fim detalhar ele para que tivesse as proporções e qualidade correta para a sua determinada função. Repetiria esse mesmo procedimento quantas vezes fossem necessários para peças diferentes e para a quantidade especificada de cada rifle que teria que ser fabricado.

Quando chegasse a hora de trabalhar na montagem, primeiramente, começaria limpando cada peça onde era necessário para montar com o mínimo de sujeira possível e o menor índice de fuligem ou qualquer outro problema que pudesse ser encontrado que faria um mal funcionamento do aparato.

Na montagem, trabalharia primeiro em uma ordem específica de peças que encaixaria, anotando em um papel cada procedimento que deveria fazer e montar, não que eu não os tivesse em minha cabeça, mas a questão era a organização e ter certeza de que não estava esquecendo nada. E apenas então, começaria a real montagem daquelas armas.

O tempo não era problema e trabalharia com a maior cautela e dedicação que tivesse, mostrando uma concentração inabalável e não me preocupando com o horário de almoço ou idas ao banheiro de imediato, segurando-as para que nunca interrompesse um processo inteiro da criação de uma arma, finalizando-a para suprir essas necessidades biológicas.

Apenas quando todas estivessem montadas que faria o leve entalhe de uma marca simples de um risco que começava afundando para dar um charme a mais naquela arma. Entretanto, ainda não havia acabado com aqueles rifles, precisava testá-los, mesmo que forma mais simples possível, apertando os gatilhos, puxando os ferrolhos. – Aqui, Methis. – Diria, mostrando uma caixa com os rifles embalados e em um carrinho para facilitar a locomoção dentro da forja e para a entrega aos clientes. – Acredito que falta apenas testá-los em ação de verdade. Se você desejar, posso fazer isso, apenas preciso das munições. – Diria, tentando passar um pano em minhas mãos e braços para limpar um pouco da fuligem espalhada e principalmente em meu rosto.


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Lyosha
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Lyosha
Administrador
Re: III - Death or Paradise Ter Maio 10, 2022 7:36 am




Greed is a bottomless pit





———De acordo com as informações fornecidas por Godo, a embarcação era extremamente chamativa, de forma que não deveria ser uma tarefa árdua encontrá-la. Esperava que um navio carregando uma carga valiosa como essa tentasse atrair o mínimo de atenção possível, mas, para a sua sorte, não parecia ser o caso. Se a descrição estivesse correta, o barco certamente não estava no porto e, durante seus intervalos de leitura, procurar algum sinal dele no horizonte mostrava-se uma tarefa infrutífera.

———A chegada de Alesya era uma grata surpresa, provavelmente morreria de tédio se passasse o resto do dia sozinho esperando uma carranca em formato de leão surgir diante de seus olhos. Lyosha saudava a mulher com um sorriso caloroso no rosto, que se intensificava ao notar a existência do bolo capaz de sanar sua fome, o momento era perfeito para fazer um lanche. - Obrigado, eu realmente estava começando a ficar com fome. - Seguraria o prato descartável com a mão esquerda, apoiando-o por baixo, enquanto usava a mão destra para empunhar o garfo e começar a alimentar-se. Apreciaria bem o primeiro pedaço, em seguida, exaltaria as qualidades de sua parceira. - Está delicioso, como de costume. Não precisa se desculpar por isso, na verdade, eu que deveria agradecer. - Com o estômago mais tranquilo, resolveria sanar a sua dúvida mortal. - Foi você que comprou aquelas cestas de frutas? Vi elas mais cedo na cozinha, mas fiquei em dúvida se você tinha comprado elas ou se era alguma oferenda, ou algo parecido, de Mihaela. - Independentemente da resposta, não se arrependeria de ter sido precavido.

———As informações compartilhadas pela cozinheira relativas a comoção no centro da cidade eram interessantes e batiam com o que Godo havia falado mais cedo. - Eu fui visitar Godo, ele disse que uma garota havia sido acusada de traição contra a coroa, talvez seja isso, esse tipo de situação sempre chama atenção. - Se estivesse no lugar da mulher, com certeza faria questão de ver o que estava acontecendo, não seria capaz de ignorar um evento como esse, a curiosidade lhe trairia. - O dinheiro foi suficiente para fazer as compras? - Perguntaria após terminar o bolo, com a esperança de que algo tivesse sobrado. Lhe parecia que quanto mais dinheiro ganhava, mais dinheiro precisava gastar. Se as coisas continuassem assim, demorariam anos até ter capital suficiente para concretizar os seus objetivos.

———A embarcação descrita por Godo finalmente aparecia no horizonte e, como era de se esperar, chamava bastante atenção, inclusive a de Alesya. Ao botar os olhos no alvo, o sorriso de Lyosha se enchia de malícia. - Chamativo até demais. Como já falei, encontrei Godo mais cedo, ele me disse que um navio exatamente com essa aparência traria uma carga de metais e jóias. - Encararia sua parceira, atento para perceber bem as suas reações diante da sugestão. - Dependendo de quantos homens estiverem no navio e quão cansados eles estiverem depois da viagem, pode ser um roubo fácil. - Mesmo que decidisse não prosseguir com o assalto após uma análise, não faria mal algum dar uma olhada.

———- O que me diz? - Perguntaria, enquanto estendia seu braço para ela, sugerindo que ela pegasse o mesmo e o acompanhasse. Acompanhando ou não, desembarcaria do Samsara e começaria a ir em direção ao lugar que o barco com carranca de leão aportou, ou iria aportar. Chegando lá, tentaria não chamar atenção e observaria o barco, prestaria atenção no número e na condição de seus tripulantes, assim como no tamanho e estrutura da embarcação, observando quantos deques possuía para estimar a área que precisaria explorar para achar a carga.



Lyosha Bulgakov
5





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Johnny Bear
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Re: III - Death or Paradise Ter Maio 10, 2022 1:57 pm

武士道 Bushido




Decerto os aspectos mais técnicos eram especialidade de uma navegadora, das quais por mais vago em sentido que fosse, possivelmente ela compreendia as condições de seu barco tão bem quanto um adestrador entende seu animal, aproximação e afinidade, coisas que convergem diretamente com o tal batismo do barco, essa estranha ligação não pessoal,para falar a verdade, à superfície das ideias não me convenceu completamente da sua veracidade, mais parecia um conto de fadas ou mais outra superstição tal como a que nos deparamos na ilha anterior, não obstante, há de se fazer algum sentido nas palavras, a princípio, meramente fantasiosas, diferente de um sorriso desdenhoso, arqueei algo mais sincero e apreensivo, acenando positivamente com a cabeça, querendo acreditar que talvez pudesse ser verdade.

- Compreendo, não me parece muito palpável isso de espíritos, mas há um pouco de essência no que fala, é possível alguém ver esse espírito ou coisa parecida? Algum relato que seja -



A irritadiça Mica prontificava um combate que eu queria a todo custo evitar, embora a todo momento eu estivesse tentando contê-la de uma situação merda ainda maior, os pensamentos ficavam cada vez mais embaraçosos, embora ninguém ali pudesse sentir, tampouco me descrever em palavras, talvez eu pudesse ser a pessoa com a maior cólera pelas condições, não somente pelas amarras morais que me impediam de ações explosivas. Razões e motivações ambíguas nos dadas, das leis eram tomadas brechas perversas, contudo, elas serviam para ambos os lados, cabendo a nós também poder utilizá-las, mesmo que não partisse de um princípio lógico ou sequer existente - ao menos para mim - aquela prisão ainda não esboçavam qualquer motivação - Que tipo de problemas tais estes uma pessoa que passa o dia todo estudando poderia ter causado? Elas tem feito pessoas comprarem livros? O Reino considera pessoas inteligentes um problema? -

Ao passo que Mica fazia fustigar aos meus sentimentos, controlá-los era como um teste irrisório, a mão claramente pendia ao cabo da lâmina pousada na bainha, mas meu corpo congelava temendo sempre algo pior - Você quer que lutemos contra eles aqui e agora? E então o que fazemos depois? Fugimos? Eliminamos testemunhas? Esse não é o tipo de pessoa que sou Mihaela, é esse o tipo perfil que eu caço, mas não quer dizer que eu vou ficar parada sem fazer nada, agir como um criminoso não nos faz melhor que eles, e se for esse o caso, não tem motivo para que eu continue empunhando uma espada - Seu desdém era ofensivo, maculava o meu orgulho e talvez, só talvez, tivesse me feito considerar um pouco mais tomar atitudes irracionais daquele ponto, como se corpo e mente estivesse se desalinhando nos ideais - Se ela está sob jurisdição não a trate como sua refém -

Se tratando de assuntos internos da monarquia, temia por uma impassível tomada de decisão, não envolvendo diretamente a Marinha, apelar por um pedido à coroa ou uma investigação mais aprofundada era válido, contudo não imaginava que fossem ser coerentes no julgamento, nem os motivos pareciam ser, na pior das hipóteses havia sempre uma terceira opção de adiar essa sentença por um tempo indeterminado devido a… algumas interferências externas. Novamente o tempo corre, mas do pouco instante que segue, consigo pensar lucidamente nas próximas decisões, ações e possíveis planos para traçar, nenhum bom o bastante, tampouco fácil executar, será que é prudente colocar a liberdade dela e a nossa em risco numa explosão irracional ali mesmo? Ou talvez quem sabe planejar uma forma de tirá-la da prisão em um momento mais oportuno, trabalhado e estudado.

- Você pode distrair eles e me dar a chance de fugir com ela daqui, por hora, mas não há garantia nenhuma de que vá dá certo e todos sairemos bem disso inclusive a situação de Komi pode ser agravar. Ou nós podemos seguir para o barco e estudar uma forma de tirá-la da prisão, é só me sinalizar qual o que está disposta a perder - Indaguei, num tom baixo, somente para a loira ouvir, deixando que ela também tivesse o poder de decisão da dura situação, já que tinha respostas tão fáceis, não hesitaria em começar uma corrida em direção ao guarda que fazia Komi de refém, contando com as ações ofensivas de Mihaela e minha esquiva para driblar o lanceiro mais adiante com uma jogada de corpo para longe de uma possível estocada, sinalizando com a mão, tal como no percurso que fizemos no petshop, direcionando Furu até o alvo, não sendo este um cão feroz que pudesse ajudar mordendo e atacando o sujeito, serviria de alguma distração, talvez mero incentivo para que Komi oferecesse alguma resistência ou vontade de fugir.

- Começa a correr quando der - Não era um plano imensamente calculado, mas com a ajuda de Furu rodeando, latindo e atrapalhando o homem enquanto passava ao redor das pernas do dele - assim como fazia comigo e com a Mica - aproveitaria para tentar aplicar uma trombada de corpo nos dois, era bem provável que ele pudesse tentar usar Komi como escudo se fosse desferir algum golpe, portanto, temendo ferí-la, talvez empurrando e com a ajuda do peso da garota, ele pudesse cair ou ao menos ser o suficiente para titubear-lo, o bastante para que abrisse uma brecha em que Komi pudesse se soltar e começar a correr - Vai com o Furu, ele pode abrir algum caminho -

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Dados:

Objetivos:






Shiori
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Re: III - Death or Paradise Qua Maio 11, 2022 9:47 pm
III - Death or Paradise




Jyundee Kujoh



A coisa tinha começado a esquentar completamente. A ronin havia pensado em maneiras de agir, algo que parecia tudo começar a caminhar para o mais caótico possível, a conversa entre as loiras ia desenrolando, até a proposta de Jyu que parecia ser algo mais real para Mihaela. 


Então Mihaela respondia em voz baixa.-Não confio que vão deixar ela viva, se deixarmos eles virarem aquela esquina. Acho que devemos tirar ela daqui agora.- disse baixinho com seriedade, ela realmente achava que ela seria morta, talvez fosse uma preocupação vaga. Mas antes de ação acontecer.


Em um dos golpes de Mihaela antes que Jyu tomasse qualquer ação que pudesse prejudicar ela.  Komi se soltou, e toda desajeitada se jogou no chão pegando o caderninho, ela escrevia nele e quando o soldado tentava se aproximar, Jyu fazia sua ação, não deixando que ele o fizesse.


Mas a pequena moça então mostrava algo para as duas moças, era um texto escrito, que parecia ser mais uma preocupação dela que qualquer outra coisa, ela começava a chorar e tremia no chão ainda, tinha machucado o joelho na queda mas não deixava de exibir a plaquinha pra encobrir suas lágrimas.


Por favor, não se machuquem, eu fiz algo errado, não quero que acabem feridas por mim, fui longe demais, por favor, não se machuquem por minha causa.



E pela primeira vez a voz de Komi era ouvida por Jyu ela tentava balbuciar algumas palavras e seu choro culminou num grito que parecia ter profunda dor dentro dela.-p-p-p-p-p-p-p-por—p-po-por- f-a-f-a-fav-fa-f-v-o-r- e depois da falha tentativa de comunicação o que restava era um choro alto, onde ela não conseguia se mover.


Furu se aproximava, mordendo levemente a camisa dela e puxando tentando tirar ela daquele recanto de parede. Ela passava a mão na cabeça do cachorro, mas mesmo isso não parecia a acalmar, ela estava em um estado horrível, parecia que tudo tinha dado certo, e agora, com ela mais paradinha, era possível ver alguns pequenos machucados.


Ela tinha o que parecia ser uma marca roxa no pescoço e outra no pulso, provavelmente havia sido brutalidade por parte dos soldados. Não necessariamente eles a agrediram gratuitamente, mas uma civil sendo tratada como uma criminosa perigosa certamente tinha dessas.


Lyosha Bulgakov



A comida da garota estava como sempre uma delícia, e claro a troca de informações, levava Lyosha a crer que talvez aquela cesta de frutas fosse dela, mas a moça na verdade não tinha levado nada para lá.-Aaa obrigada, eu fiz com poucos ingredientes, ele poderia ficar melhor, mas acho que já ficou bom o suficiente. Mas essas cestas não são minhas não, devem ser da loira.- disse ela coçando o queixo depois de pensar no assunto.


Então o papo rumava para o possível acontecimento complicado que estava rolando por ali, algo que fazia Alesya pensar na situação como ela era, se algo assim estava rolando na cidade, isso significava que eles estavam mais “seguros” momentaneamente, porém Mihaela foi pra aquele lugar…-Pobre moça, provavelmente vai ter um julgamento terrível. Aliás, Mihaela foi pra aquele lugar né?- disse pensando que ela pudesse se envolver no meio disso.-Ela sabe se cuidar não é?- disse meio que como uma pergunta retórica.


Ela se preocupou brevemente com a loira, mas era improvável que ela se metesse nesse tipo de confusão, e ainda mais ela tava com a caçadora, que devia por alguma rédea na situação se algo acontecesse. E então desse ponto que o convite para o assalto a embarcação surgia, ela finalmente ia ter seu primeiro ato criminoso.-Parece um alvo fácil.- disse ela ouvindo o contexto da história, a ganância é realmente uma bela forma de se afundar na vida, e ela queria participar dos ganhos e conquistas.


Então ela aceitava prontamente a ideia segurando o braço do rapaz e puxando sua pistola, se preparando para que pudesse fazer o serviço.-Será um prazer!! Posso distrair eles se for necessário também, o barulho dos tiros deve puxar um monte deles até mim.- comentou ela como uma forma de sugestão enquanto eles começavam a se aproximar do barco que aportava, ali eles podiam analisar completamente o cenario.


Aquele era um cargueiro, o barco conhecido como “Mercantel” feito especialmente para viagens longas, ele tinha 10 câmaras e 3 decks inferiores, haviam ao todo 15 homens armados ali dentro, eles iam e vinham do deck inferior, mas nunca ficavam mais de cinco do lado de fora, onde dois ficavam sempre cuidando de uma entrada para o deck inferior, provavelmente era pra lá que ficavam as coisas mais importantes. 


A maioria deles parecia já um pouco cansados, o que era um bom sinal par ao furto, claro, eles ainda tinham condições de lutar, então não seria de graça, mas realmente era algo a se pensar, pois com certeza afetaria o desempenho deles. Então era um cenário favorável, já que eles provavelmente não esperavam algo após o início do desembarque.


Caitlyn Gigipeto



Com a colocação da garota de que não poderia fabricar projéteis a mulher respondeu. -É importante aprender isso no futuro, mas por hora é apenas as armas em si.- disse como quase que uma intimação, afinal havia necessidade as vezes de produção massiva de projéteis, no entanto nada de urgência.


Mas nem todas as notícias eram boas, quando ela pedia para lhe levarem as peças, a mulher rapidamente explicou.-Você terá de fabricar peça por peça, só temos um cabo sobrando pra você se basear.- e assim ela entregou os materiais e o unico cabo que teria de ser massivamente reproduzido.


Com isso o trabalho começou, e muitas peças pequenas tinham de ser produzidas, e claro a maior dificuldade era forjar encaixes perfeitos, pra que as peças pudessem ser colocadas uma sobre a outra, o trabalho era detalhista, mas a garota se focava completamente em sua produção, e isso levava quase 7 horas de foco absoluto.


Então no fim ela montava todas as peças, testando seus encaixes, todos os rifles estavam prontos e sua primeira jornada oficial de trabalho completa, então ela mostrou a sua superior.-Acho que estão boas, parece tudo em ordem, vou levantar um alvo.- Então ela pegou um saquinho de munições já usado, colocou na mão da mulher.


Então com o alvo paralizado ali na frente ela dizia.-Vamos testar rifle a rifle.- Com toda certeza era uma atividade divertida, apesar de simples, dar alguns tiros num alvo qualquer. Mas também era bom, já que agora ela saiu de perto da fornalha e do infernal calor que a sala da forja fez durante grande parte do dia.





HistóricoPosts: 05
Nome: Lyosha Bulgakov
Nota Fiscal: 
+4.060.000 B$ (em mãos) + 11.000.000 (Banco)
- 2.000.000 - Reabastecimento do Barco - (Turno 2)
- 250.000 - Kit de Arrombamento - (Turno 3)
Ganhos: 
- Proficiência Arrombamento (Turno 1)
- Proficiência Atletismo (Turno 3)


Perdas: 



Status: 


PDV: 14.664/14.664
STA: 500/500
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: 
CONTAGEM DE DEFEITOS: 0/10


Dano Explicado: Danos restaurados depois do descanso longo.
—------


Posts: 05
Nome: Jyundee Kujoh
Dinheiro: 2.690.000
Ganhos:

Perdas: 
-
Status: 


PDV: 13.972/13.972
STA: 500/500
CONDIÇÕES: 
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: 0/10


Dano Explicado:
—------
Posts: 05
Nome: Caitlyn Gigipeto
Nota Fiscal: 
- 250.000 B$ (em mãos) 
- 100.000 - Chocolate - (Turno 1)
Ganhos: 
- Chocolate Branco (8/10) (Turno 1)



Perdas: 



Status: 


PDV: 9620/9620
STA: 400/400
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: 
CONTAGEM DE DEFEITOS: 01/10


Dano Explicado: .




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Achiles
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Re: III - Death or Paradise Qua Maio 11, 2022 11:39 pm

Gigipeto na Área!


As coisas não aparentavam serem tão boas como tinha visto de primeira, as peças teriam que ser forjadas peça por peça e não havia nada preparado especificamente para a produção que não fosse o metal provido da forja o que dificultaria um pouco mais, entretanto, com a minha experiência isso era possível e dado um tanto de dedicação e tempo as coisas sairiam.

Methis me dava uma intimação leve em relação aos projéteis, entretanto isso não era algo que eu me preocupava tanto já que não conseguiria aprender de uma forma tão instantânea enquanto trabalhasse ali daquela forma.

O trabalho era intenso, o maior problema era conseguir encaixar peça com peça e ter um bom acabamento para elas e após sete horas de trabalho, estava concluído. O que havia começo de manhã se estendia até tarde e não poderia negar que um leve cansaço abatia sobre o meu corpo, principalmente devido ao calor e a longa jornada. – Eu mesma? Certo! – Dizia empolgada, atirar sempre foi uma atividade divertida, porém era péssima naquilo e só conhecia os princípios básico da arma e não das técnicas de disparo. Antes de tudo, pegaria rapidamente dois algodões ou similar e colocando em meus ouvidos, minha audição era mais apurada que os dos humanos e os barulhos do disparo certamente incomodariam elas, por isso, queria diminuir o máximo possível do barulho.

Pegaria o saco de munições e então colocaria sobre um balcão em que direcionaria a ponta da arma para baixo e fora da direção de qualquer outro ser, não queria acabar atirando em alguém por acidente, colocando duas munições na arma escolhida dentre as cinco para dispará-la apontando para o alvo e apoiando a sua base em me ombro ou da forma que melhor ficasse. – Encaixar, apontar e atirar. – Sussurrava e então efetuaria o primeiro disparo e tentaria segurar bem a arma para ela não saltar da minha mão. – Boom! – Gritaria brincando e então tomando cuidado para efetuar o segundo disparo.

Com os outros rifles, faria o mesmo para testá-los precisamente utilizando apenas de poucas munições já que levar a arma ao estresse tão cedo não seria tão saudável, principalmente se havia algo que não estava correto. Caso fosse este o caso, procuraria esperar a arma esfriar para desmontá-la e verificar o seu erro e então arrumar este erro, montando-a novamente e levando ao teste.

Ao terminar por completo os testes, respiraria mais profundo esperando receber uma parte do dinheiro da jornada ou ele por completo em que contaria cada nota para ter certeza de que estava certo. – Certinho. – Sorriria começando a pensar em como eu gastaria aquele dinheiro e provavelmente seria em uma boa janta em algum lugar decente. – Precisa de mais alguma coisa para hoje? – Perguntava com curiosidade a respeito do assunto. - Por sinal, Methis, queria poder pedir um favor. Gostaria de usar a sua forja para fabricar algo para mim, aceito descontar no meu pagamento, se possível. - Combinava com a moça.

Forja: Adaga

Não queria perder muito mais tempo e se o meu favor fosse aceito, começaria de imediato. O primeiro passo para toda forja era sempre escolher o material que seria utilizado e nesse caso se tratava de um aço. Começando a aquecê-lo na fornalha para que pudesse moldá-lo da forma que tinha preferência. Enquanto esse processo acontecia, começaria a traçar os planos e dimensões que aquela minha arma teria.

Dessa forma, faria todos os procedimentos relacionados a esta forja em si e como que ela deveria ser feita para que uma adaga com alguns detalhes pudesse sair, temperando bem o metal e focando em dar uma cor a ela para que tivesse as características necessárias como imaginava.

Daria acabamento a aquela peça que deveria ser bem mais tranquila de fazer do que forjar peças e cinco rifles do zero, praticamente, por isso, sorriria ao ver um bom trabalho tendo sido feito, separando uma bainha de couro. Dando, assim, fim a criação de mais uma obra.

Fim

Com o fim da forja, esperava já estar liberada de qualquer serviço e assim prosseguir para algo que estava me fazendo falta, assim como o chocolate, os livros. Ter um hobbie como uma leitora nata era simplesmente incrível e fazia um bom tempo desde a última vez que eu tinha lido algo. Por isso, com o dinheiro nos bolsos, começaria a me guiar em direção a biblioteca ou loja de livros mais próxima dali que eu conseguisse lembrar em Lvneel por ter passado por perto ou semelhante.



Status:

Ganhos/Perdas:

Objetivos:

Adaga(Criação Simples):

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Lyosha
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Lyosha
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Re: III - Death or Paradise Qui Maio 12, 2022 3:14 pm




The best lies about me are the ones I told





———As considerações de Alesya eram pertinentes, Mihaela era o tipo de pessoa que atraia confusão como restos de comida atraíam moscas. Lyosha era do tipo de pessoa que se sentia aflito com a mera ideia de um companheiro em perigo, mas era diferente quando se tratava da navegadora, de forma que simplesmente esboçava um sorriso, se divertindo com a ideia. - É provável que sim. - Responderia a pergunta da cozinheira antes de começar a fazer suas colocações sobre o assunto. - Não ficaria surpreso se ela estivesse envolvida nessa confusão, ela é do tipo que sempre arruma problemas por onde quer que passe, mas se ela soubesse que eu ousei me preocupar por conta disso, provavelmente me ameaçaria de morte com ao menos umas dez formas bem criativas de me fazer sofrer. - O espadachim confiava plenamente em sua primeira companheira e a considerava uma igual, para isso, era essencial enxergá-la como alguém que poderia lutar lado a lado, não alguém que teria de proteger, assim sendo, acreditava que a mulher conseguiria aguentar qualquer confusão que comprasse e não se se preocupava com isso.

———A reação de Alesya, declarar a carga da embarcação como um alvo fácil, deixava-o bastante surpreso. Não sabia se aquilo era fruto de excesso de confiança, inocência ou pura arrogância, de toda forma, ficava um pouco preocupado. - Eu invejo a sua confiança. - Responderia, com um sorriso terno no rosto. - Pela minha experiência, se algo pode dar errado, vai dar errado, principalmente em planos de última hora. - As ressalvas deixavam a sua consciência mais tranquila, não queria que a atiradora pensasse que tudo seria um mar de rosas.

———A sugestão da mulher poderia ser uma boa ideia, mas a personalidade provocadora de Lyosha não deixaria aquelas palavras passarem incólumes. - Então a sua sugestão é fazer uma dúzia de homens correr atrás de você? Bem cômodo, não? Sorte a sua que não sou ciumento. - Deixaria claro o tom humorístico de suas palavras pela entonação de sua voz, daí então começaria a analisar a embarcação.

———Apesar do estado de seus tripulantes, a embarcação tinha um tamanho considerável, de forma que o espadachim sentia que teria de cobrir uma grande área até eventualmente achar a carga que procurava, nesse tempo, mais inimigos, como marinheiros, poderiam se amontoar ao redor do barco e tornar a sua fuga bem mais difícil. Pensaria por instantes em suas opções, até ter uma ideia e encarar Alesya com um sorriso malicioso no rosto. - O que acha de simplesmente perguntarmos onde está a carga antes de qualquer coisa? - Era um plano ousado e nem um pouco convencional, que necessitaria de muita lábia e cara de pau para funcionar, mas, se desse certo, pouparia muito tempo e trabalho. Claro, entenderia se sua parceira ficasse confusa com essa ideia, mas simplesmente olharia para ela sorrindo e diria, confiante. - Apenas confie em mim, entre na história e não machuque ninguém se não for extremamente necessário. - Colocaria uma de suas mãos ao redor da cintura de sua parceira, como amantes costumam fazer, então começaria a caminhar em direção ao navio chamativo.

———Aproximaria-se da embarcação sem qualquer medo, receio ou pudor, afinal era apenas um homem com uma mulher ao seu lado, ou melhor, aos olhos de desconhecidos não era nada além disso. Chegando perto o suficiente para ver bem os tripulantes da embarcação, acenaria para um deles e gritaria. - Com licença, meu bom senhor, vocês são um navio cargueiro, não são? - Esperaria que o homem confirmasse, em sequência, perguntaria, parecendo inofensivo. - Eu e minha esposa temos uma proposta de negócios para fazer, será que poderíamos subir na embarcação e falar com responsável? - Esperava que a possibilidade de lucro lhe abrisse as portas, ou que ao menos encontrasse menos resistência por conta disso. Se recebesse uma negativa tentaria insistir. - A proposta é boa e não consegui encontrar outro cargueiro no porto, ao menos me escute. - Apelaria, usando o melhor tom que pudesse.

———Conseguindo pôr os pés no convés da embarcação, se apresentaria de forma cortês. - Muito prazer, me chamo Laszlo e essa é minha esposa, Alessa. - Usaria nomes parecidos com os verdadeiros, para tornar a mentira mais fácil. - Nós dois temos um negócio de destilados, que expande cada dia mais, queríamos saber se vocês poderiam transportar uma dezena, ou até pouco mais que uma centena, de barris de carvalho. - Se fosse indagado sobre a localização da entrega, perguntaria antes de responder. - Vocês já tem uma rota específica traçada? - Independentemente da resposta, abriria um largo sorriso. - Perfeito, essa rota cai como uma luva. - Em sequência, diria que o destino da carga era qualquer uma das ilhas mencionadas.

———Caso não existisse uma rota preestabelecida, declararia que o destino da ilha era Minion Island, já que era a única ilha deste Blue que conhecia e era um serviço relativamente fácil. Seria o mais amigável possível nessa negociação e aceitaria qualquer preço pelo serviço, já que não planejava pagar mesmo. Antes de fechar o negócio, entretanto, faria uma pequena ressalva. - Antes de fazer o pagamento, preciso averiguar as condições das salas em que os produtos vão ser armazenados, os barris não podem ser colocados em qualquer lugar, não é mesmo, amor? - Não entendia dos detalhes técnicos, mas sabia que comida não podia ser transportada de qualquer jeito e acreditava que o mesmo acontecia com bebidas, de forma que deixaria essa deixa para Alesya responder, já que era mais entendida do assunto.

———Faria questão de olhar todos os cômodos de carga do navio e, se gerasse desconfiança, diria que era para determinar com precisão quantos barris poderia enviar de uma vez só. Determinando o local onde acreditava estar a carga de jóias e metais, tentaria entrar lá e decidiria o que fazer em seguida.



Lyosha Bulgakov
6





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Re: III - Death or Paradise Qui Maio 12, 2022 9:13 pm

武士道 Bushido




Não havia certo uma maneira mensurável de pesar as decisões, mesmo que no calor do momento emancipando dos sentimentos - isto é, não havendo tanta influência destes, pouco pude ter a certeza do que seguiria adiante, fossem dos impulsos e incentivo da própria Mihaela, meus trejeitos e conceitos já estabelecidos sobre a personalidade da mulher, estes imparciais ou até mesmo a perjura dos soldados, já antes me quebrada a confiança na índole dos fardados - os fatores diversos me levavam a tomar um determinado posicionamento, embora não julgasse justo, afinal não cabia a mim intervir na justiça dos homens, mas até que ponto esta decisão se postava, quando meu código seguia dizendo que eu deveria proteger as pessoas inocentes? Incapazes de empunhar armas.

Questões ambíguas, embora declarações mais do que rígidas foram feitas a respeito da índole daquela, muitas das quais eu ainda estava por me recusar a acreditar, frente a confirmação de ter feito algo terrível, a moral então desabou, posta sob um profundo dilema incapaz de solucionar, a razão e a lei chegavam a um ponto onde uma teria de sobrepor a outra para que algo pudesse ser feito a respeito, deste questionamento então, para qual lado deveria pender?

- “Algo de errado” aqui “algo de errado” ali, que merda é essa tão perigosa que ninguém tá afim de falar? Você tem uma bomba no porão? Uma coleção de órgãos que usa para cometer canibalismo? - No tom mais severo, ainda que não possessa, era de se perceber em meu próprio tom o início de um incômodo genuíno, por mais clichê que possa ser, as informações na cabeça se embaralham ainda mais, o poder de decisão não só recaindo a mim e o dilema moral que parecia inutilizar minhas ações me encurralavam, era como estar em um beco sem saída, com o perseguidor cada vez mais perto, há portas, mas de fato nenhuma se abre.

- Eu não vou sair daqui enquanto você não começar a correr - Recusava a responder ofensivamente, indo diretamente contra meus princípios, tampouco tinha saco e sequer argumentos plausíveis para querer convencê-la do que fizera não ser algo tão ruim assim, meu sentimentalismo não serviria de nada, mas quem sabe um pouco de incentivo duro pudesse intervir, diferente de mim, ela parecia ser bem fácil de se deixar levar pela emoção.

A dor é um processo suportável, já havia provado por este caminho várias vezes, mas tão somente o sentimento vívido é quem dita a verdadeira reação, me preparava para levar alguns golpes, esquivando dos quais pudesse, para os lados ou recuando cada vez mais, mas se chegado ao momento em que tivesse de escolher entre ser atingida ou deixar Komi receber o golpe, não hesitaria em me postar frente da lâmina ou da arma há de ser utilizada para intimidar.

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Re: III - Death or Paradise Sex Maio 13, 2022 2:07 pm
III - Death or Paradise



Jyundee Kujoh

A garota já tinha percebido que aqueles homens nem pareciam seguir as leis, era dubitável se eles eram mesmo guardas naquele instante, a arqueóloga no chão, ouvia as palavras da samurai, que parecia realmente desejar que ela fugisse, suas palavras mexiam com a garota que chorava em alto som. Mas aos poucos ela começava a sentir a fraqueza em seu corpo, era muito certo que o espadachim tinha feito algo com ela.

A garota não conseguia levantar dali, Furu ficava em cima dela e tentava lamber o rosto dela, pra que ela acordasse, mas realmente algo tinha sido feito, então voltemos algum tempo atrás quando ela estava ainda na biblioteca, por precaução o homem lançou um pequeno pó na bebida dela, que iria começar a fazer efeito posteriormente.

Provavelmente isso começava a atrapalhar ela, mas ele tinha falhado na dose, já que ela não dormia, começava a tentar se levantar, então Mihaela começava a perceber a situação comentando.-Acho que ela está drogada-ela reconheceu a forma que ela se movia, não por que ela era medica, mas conviveu com muitos drogados ao longo de sua historia.

Aquilo parecia bastante, e quando Komi levantou e deu alguns passos, ela caiu de novo, no meio da corrida, mas ao menos ela ficava fora da linha dos ataques, tanto do alcance da lança, quanto da espada, Furu subia em cima dela e começava a rosnar para os inimigos como se tentasse proteger ela, enquanto que o combate entre todos eles parecia um impasse, ataques de nenhum dos dois lados encaixavam, nem os de Jyu, nem os dos inimigos.

Cada vez mais as pessoas iam se aproximando, Komi ainda acordada no chão, acariciava furu, ela não tinha forças pra chorar tão alto quanto antes, e aos poucos suas lágrimas iam cessando, ela olhava pra o céu, refletindo sobre sua vida até ali, ela nunca tinha tido amigos, e pela primeira vez que parecia ter conseguido alguém, a vida tentava tirar dela.

Era frustrante, a impotência que ela sentia era real. Ela não podia fazer nada naquela situação, apenas torcer para que as duas moças que vieram lhe salvar ficassem bem, ela sabia que independente do que acontecesse, as coisas simplesmente poderiam acabar ali, poderia ser a última visão que ela teria. Com o resto de suas forças, ela ia tentando se arrastar pelo chão pra fazer alguma coisa, de forma extremamente lenta.

Lyosha Bulgakov

O rapaz não deixava de brincar com a sugestão da mulher, afinal era uma oportunidade de ouro, a qual ela também respondia, de maneira brincalhona.-É isso que dá, sair com uma mulher disputada.- falou em tom de provocação, com aquela história, mas o ponto mudou rapidamente, onde ele falava sobre as leis do universo, todas as coisas estão fadas a dar errado e sempre ser o pior possível.

A garota realmente nunca tinha se metido em um assalto, então era tudo que ela podia supor, então confiava no julgamento dele, até o ponto que ele falava algo que soava absurdo, ele queria simplesmente chegar lá e perguntar.-Eim? Como assim? Simplesmente chegar lá e perguntar, por que eles diriam.- mas como o homem apenas dizia para que ela confiasse, bem, ele deveria saber o que estava fazendo, então ela dava de ombros e dizia.-Se tu dizes, vamos tentar.- e assim foram, assim que chegaram no lugar ainda na entrada do Navio e acenaram um dos seguranças veio falar com eles.

E foi aí que o papo começou, Lyosha era bom com as palavras ele falava de uma maneira que não levantava suspeitas, a garota ao seu lado também facilitava a crer, afinal os dois realmente se vestiam como gente da alta classe, o rapaz com seu terno em perfeito estado, cabelo arrumado, bem perfumado, e a moça, com seu elegante vestido, simples, porém belo. Os dois estavam a caráter para o que ele dizia.-Oh sim, somos um barco de transporte.- respondeu com sinceridade, ouvindo o que era passado pra ele sobre a situação.

Então ele deixou que eles embarcarem, para falar com o chefe deles, provavelmente era quem cuidava de gerenciar a segurança.-Me sigam.- e levou eles para o local, era fora dos decks, indo para onde ficava a cabine de comando do navio, ali eles podiam ver um homem mais velho e cabelos brancos e um tapa olho no olho direito, era um cara mal encarado-Bem vindos a o Lions Gate, o que buscam aqui?- disse ele olhando para o perfil dos dois, que pareciam gente rica, é claro.

A ideia dele não parecia nada absurda, então ele foi perguntando sobre a rota, e antes que ele obtivesse resposta o rapaz dizia que aquela rota estava boa.-Nós iremos daqui para Momoiro na grande linha, temos uma entrega importante lá.- e quando ele dizia que a rota era perfeita, o capitão ficava levemente confuso, ele pensava, que aquele rapaz não parecia tanto o perfil deles, mas bem, nada de tão absurdo assim, afinal ele podia ser só algo de negócios.

Era isso ou a moça com ele na verdade, quem era parte da comunidade de lá. No fim isso não era da conta dele então se reservou a manter a ideia de negócios.-Nosso barco seria sim capaz de carregar tudo sim, então você pode nos dizer onde ficam os barris e meus homens irão buscar tudo, claro preciso também dos dados do ponto de entrega, qual região de Momoiro e quem é o comprador ou a empresa a receber?.- mas antes que eles continuassem, o rapaz fez sua colocação, dizendo que precisava de alguma informação a mais, ver todas as instalações do barco.

A garota concordava com a segunda afirmação dando um viés de confirmação que sim, eles precisavam ver tudo antes de contratar.-Sim querido, com toda a certeza.- e o homem parecia calmo ao menos até então, no entanto era nesse ponto em que as ideias certamente divergiam, onde o homem aceitaria a proposta mas não naquele horario.-Bem, mas é claro, isso será possível assim que nossa mercadoria for entregue, felizmente estou finalizando um contrato. Assim que tudo for entregue posso guiar vocês pelo barco, ou algum especialista se preferirem.- disse ela com uma proposta que claramente ia contra a ideia de Lyosha, mas como o rapaz ia buscar métodos de convencimento para isso?

Caitlyn Gigipeto

Com os rifles preparados, era só disparar, ela testava um por um contra os alvos, porém ela não sabia usar eles então, o recuo era forte e todo disparo quase jogava ela pra trás, e realmente a dona percebeu que era uma péssima ideia mandar ela testar, mas ainda assim ela acertou mais ou menos no alvo, quer dizer, ela acertou na placa de madeira mas completamente longe da região onde o alvo ficava.

A mulher então tocava no ombro dela como um sinal de que já tinha dado por aquele dia.-Muito bem, fez um ótimo trabalho, as armas estão como foi pedido.- ela buscava então o dinheiro, dois milhões e quinhentos mil, mas escutava o que a moça perguntava sobre mais trabalho e também sobre descontar os materiais de uma adaga.-Por hoje é só. Descontarei quinhentos mil então, pode pegar aço de boa qualidade pra fazer sua arma.- então ela entregou dois milhões na mão da mink.

Agora com a grana em mãos sua chefe dizia logo.-Irei conseguir mais trabalhos pra você, então amanhã pode fazer mais dinheiro.- disse como forma de instigar a moça a voltar ali de novo para trabalhar, e agora sim veio o período de forja, como ela já estava pegada no batente aquele era só mais um momento de preparação.

Ela fazia todo o trabalho com aço perfeitamente, deixando sua bela adaga em ótima condição, o aço até reluzia. Então toda a adaga era preparada, em mais um longo ritual de forja, quente pra caramba, ela saia de lá com a bicha na Bainha de couro andando para a biblioteca, ia ser um dia pacifico e…

O que porra era aquilo? Aparentemente uma galera se reunia ali vendo alguma coisa, passando entre as pessoas, ela podia ver, uma peituda ruiva com espada, e uma loira esquisita cheia dos colares com uma foice, enfrentando o que pareciam ser soldados da ilha. Enquanto outra mulher estava deitada no chão com um cachorro em cima dela, rosnando e latindo pros inimigos das duas.

E cara, era o mais completo caos, sua biblioteca e seus livrinhos bem ali do lado, mas interditada no momento, por que? Por conta dessa briga de arruaceiros, era realmente complicado imaginar muito diferente disso, todos estavam ali para ver essa briga ou só foi por acaso? É claro que os zé povinho estavam ali pela fofoca, certamente algo que chama atenção da curiosidade de qualquer um.




HistóricoPosts: 06
Nome: Lyosha Bulgakov
Nota Fiscal:
+4.060.000 B$ (em mãos) + 11.000.000 (Banco)
- 2.000.000 - Reabastecimento do Barco - (Turno 2)
- 250.000 - Kit de Arrombamento - (Turno 3)
Ganhos:
- Proficiência Arrombamento (Turno 1)
- Proficiência Atletismo (Turno 3)

Perdas:
-

Status:

PDV: 14.664/14.664
STA: 500/500
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS:
CONTAGEM DE DEFEITOS: 0/10

Dano Explicado: Danos restaurados depois do descanso longo.
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Posts: 06
Nome: Jyundee Kujoh
Dinheiro: 2.690.000
Ganhos:
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Perdas:
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Status:

PDV: 13.972/13.972
STA: 500/500
CONDIÇÕES:
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: 0/10

Dano Explicado:
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Posts: 04
Nome: Caitlyn Gigipeto
Nota Fiscal:
250.000 B$ (em mãos)
- 100.000 - Chocolate - (Turno 1)
+ Ganhou 2.500.000 - Trabalho concluído como Civil (Turno 4)
- 500.000 - Aço de boa qualidade pra adaga - (Turno 4)
Ganhos:
- Chocolate Branco (8/10) (Turno 1)
- Adaga Forjada


Perdas:
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Status:

PDV: 9620/9620
STA: 400/400
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS:
CONTAGEM DE DEFEITOS: 01/10

Dano Explicado: .



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Re: III - Death or Paradise Sex Maio 13, 2022 9:51 pm

Gigipeto na Área!


Para mim, não havia uma satisfação melhor do que ver um bom trabalho ser concluído e realizar cada parte do processo era uma perfeição incrível. Poderia concluir que a adaga ainda tinha pontos para melhorar, mas até o momento, minha experiência em forja não deixava que ficasse ainda melhor. Todas essas sensações suprimiam qualquer sentimento negativo em relação ao calor de forma que sequer isso me incomodava a ponto de que achasse a forja mais entediante ou similar.

Com minha adaguinha nova em sua bainha de couro, pensava que meu dia estava concluído e que poderia seguir tranquila até a biblioteca onde poderia concluir com sucesso e apenas ter uma boa janta. Mas, algo me chamava a atenção e atiçava a minha curiosidade.

De forma rápida, começava a me esquivar entre as pessoas para olhar mais de perto o que estava acontecendo como uma boa espectadora e conseguia ver uma cena que era bastante esquisita. Haviam guardas da ilha lutando contra alguns estranhos e eles pareciam ter uma menina chorando com um cachorro latindo em cima dela. As pessoas pareciam estar como eu ali, uma zé povinho observando toda a aquela cena e como uma boa espectadora, não poderia deixar de perguntar os motivos para tal assunto.

- Ei, o que que está acontecendo? Porque os guardas reais estão se defendendo deles? – Julgava que os guardas eram homens mais pacíficos e protegiam as pessoas assim como a imagem da marinha era para ser. – Vocês conhecem eles? É alguma pirata famosa? – Fazia uma segunda pergunta querendo saber mais um pouco em relação a aqueles assuntos.

Não era do meu interesse participar daquela confusão ou não, aquela pica não era minha e de toda forma, não era uma heroína ou pretendia ser, apenas queria seguir vivendo a minha vida da melhor forma possível. – Bom, agora quero ver quem ganha essa treta. – Diria curiosa com a situação e os diferentes golpes de que poderiam acontecer, assim como as espadas ou armas de quem estava usando e as qualidades que elas aparentam.

Entretanto, o que me deixava realmente curiosa era em relação a garota com o cachorro em cima dela latindo para os demais, por que ele estava protegendo-a daquela maneira e ela estava chorando daquele jeito? Será que os guardas que estavam cometendo abusos?!


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Última edição por Achiles em Sab Maio 14, 2022 6:20 pm, editado 1 vez(es)
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Lyosha
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Re: III - Death or Paradise Sab Maio 14, 2022 2:12 pm




Don’t raise your voice, improve your argument





———Sentia-se reconfortado pelo fato dos tripulantes daquele navio cargueiro não terem o reconhecido, aparentemente, sua fama, ou melhor, infâmia, não se espalhava tão rápido pelos mares, fato que o tranquilizava. Sabia, desde que cogitou esse plano, que esse era um curso de ação arriscado, mas aparentemente a sorte favorecia os ousados, tendo em vista que tudo parecia correr ao seu favor até este ponto.

———As lacunas em suas declarações iniciais eram fáceis de preencher, de forma que responderia-as prontamente com o intuito de aumentar sua credibilidade. - Relativo a entrega da carga, não precisa se preocupar. Farei uma ligação para um de meus sócios, Alphonse, para que ele receba-os com homens para carregar os produtos assim que vocês aportarem, é difícil para seu navio passar despercebido. - Oferecia um sorriso amistoso junto dessas palavras, como se falasse aquilo em um tom misto de brincadeira e elogio. - Alphonse também é uma figura caricata, um homem esguio de longos cabelos azuis, que usa um tapa olho para cobrir o olho esquerdo. Deve ser tarefa fácil identificá-lo, tudo que precisa fazer é estimar um data de chegada para que eu possa avisá-lo. - Não sabia nem um pouco da cultura dessa tal ilha chamada Momoiro, de forma que só podia torcer para não ter falado nada absurdo em sua descrição.

———O outro ponto levantado pelo capitão daquela embarcação podia lhe dar uma oportunidade para facilitar sua vida, caso fosse inevitável entrar em combate. - Seus homens podem buscar a carga agora? Nossa destilaria fica duas ruas atrás do castelo real. É uma construção verde com o logo de uma cobra branca na entrada. - Abriria um sorriso cortês, para tentar ganhar a confiança do homem após usar como referência um dos poucos lugares que conhecia, que convenientemente não ficava tão perto do porto. - Os barris já estão prontos para serem transportados, só preciso ver as instalações da embarcação, para saber se são apropriadas para esse produto e determinar a quantidade de envio. - Seguiria por esse caminho, tentando forçar uma inspeção.

———A recusa do capitão em deixá-lo explorar o interior do navio era compreensível, mas tentaria persuadir o homem do contrário. - Mil perdões, amigo, não demonstrei boas maneiras. Estava tão empolgado com a ideia dessa parceria que esqueci de perguntar o seu nome, poderia dizê-lo? - Agiria como se realmente tivesse cometido uma grande ofensa, daí então, começaria a tratar o homem sempre pelo nome, para tentar criar uma ideia de proximidade entre eles. - Entendo as suas ressalvas quanto a me mostrar o interior do navio quando a carga de outro cliente está lá, é compreensível e nobre que você respeite a privacidade dele. - Tentaria demonstrar que realmente compreendia e aceitava esse raciocínio antes de fazer qualquer ressalva.

———Faria um pequeno suspiro, então retornaria a argumentar. - Entretanto a vida é cruel e tempo é dinheiro para mim, para você, para todos nós na verdade. Imagine que fechamos negócio, ou nem isso, somente começo a transportar a carga, daí descubro que não posso enviar a quantidade que planejava pelo fato de um ou dois locais de armazenamento serem inapropriados para meu produto? Ou, pior ainda, todos eles. Imagine o tempo e recursos que perderíamos por conta disso, quando todos esses problemas podem ser evitados em questão de minutos? Seria bom para nós dois, já que, se, infelizmente, os ambientes não forem propícios, você fica livre para procurar outro cliente e eu fico livre para procurar outro transportador, sem tomar nenhum prejuízo em nossos planos. - Falaria de forma sincera e confiante, como se estivesse convencido que essa realmente era opção mais benéfica para ambos.

———Obviamente Lyosha sabia que cautela daquele homem era justificada, mas trataria de usar isso ao seu favor. - É claro que existem situações em que não é benéfico para o senhor, entretanto, permitir minha vistoria enquanto a carga ainda está no navio. De início, já consigo pensar em algumas: você pode estar metido em algum negócio ilegal, como tráfico humano, sendo esse o caso é até melhor que não fechemos negócio, ou então desconfia que eu e minha mulher podemos roubar ou prejudicar a carga, mas isso chega a ser delusional, imagine, ladrões ou sabotadores entrando de cara limpa pela porta da frente. - Finalizaria com uma boa gargalhada, para afastar ainda mais a possibilidade dessa ideia.

———Esperava que com essas palavras conseguisse acesso ao interior do navio, mas, se a razão falhasse, a violência teria de triunfar. - Lamento que não tenhamos conseguido fechar negócio. Antes de ir, gostaria de saber o que é aquilo ali no convés, fiquei curioso desde que pisei nessa embarcação. - Apontaria para um local que estivesse atrás do homem. Esperaria que ele virasse de costas, daí então, com a mão livre, rapidamente sacaria sua lâmina e tentaria desferir um profundo corte horizontal na altura da cintura do capitão.



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Re: III - Death or Paradise Sab Maio 14, 2022 10:46 pm

武士道 Bushido




- Mica eu agradeço pela mente sensata e a análise, mas sem querer ser rude acho que isso não vai me ajudar mais nem um pouco - Em meio a um semblante austero, a análise sobre a negligente abordagem dos sujeitos, embora tornasse as complicações maiores, mesmo que já presentes desde o início, não se passava pela minha cabeça elaborar caminhos que pudessem contornar isso, agora, fá-lo-ia. Tentando não me preocupar com o tempo, sendo coisas demais na cabeça, uma de nós teria de tirar ela dali - Quanto tempo até o efeito passar ou ela conseguir se levantar? -

Mesmo que em bom tom, era quase uma pergunta retórica, de suas alternativas, nenhuma me serviria, tampouco era conivente para a fuga, tão só me cabendo o papel de servir como um apoio para tirá-la dali, mas então o dilema a se enfrentar, postar-me ofensiva contra o guarda ou então me aproximar da garota e colocá-la em perigo de ser trajetória dos golpes, os mais não iriam mais intervir, quer fosse o senso moral, ainda mais do que uma plena satisfação pessoal, defender ambições pessoais era difícil, exigiam sacrifícios aos quais muitos eu não estava tão disposta a fazer.

- Consegue levar ela até o Capitão? Eu seguro eles, provavelmente até virarem a esquina - Não é muito diferente de como era de se imaginar como as coisas iriam terminar não é? Bom a princípio faria frente para que Mica pudesse pegar Komi, ajudá-la a apoiar-se e então começar a correr - Vai com elas Furu, você é o único que vai saber me encontrar - Não era bem um tom melancólico, mas já imaginava atrás das grades da prisão aproveitando um bom e velho prato de cimento com barro, possivelmente seria possível alcançar a liberdade da garota colocando a minha em risco.

Não que fosse me colocar como alvo tão fácil, mas frente a uma eminente quantidade de ataques, utilizaria a espada, ainda embainhada, numa posição horizontal que pudesse barrar algum golpe do espadachim, tentando desviar da estocada do segundo guarda girando para o lado, de modo a ficar de frente para ele e, se possível, colocar minha perna entre as dele durante o avanço ou o golpe, com o claro intuito de atrapalhar a movimentação. De pouco hesitaria em colocar meu corpo a frente dos golpes que fossem colidir diretamente como uma das duas, priorizando posicionar de forma que a bainha ou a espada recebessem o cortes, meu corpo sendo a última instância numa condição alarmante.

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Re: III - Death or Paradise Dom Maio 15, 2022 10:11 pm
III - Death or Paradise



Jyundee & Caitlyn

A garota tinha chegado pela região, e naquele momento, ela começou a perguntar a uma galera ali perto, onde uma das moças que parecia bastante curiosa respondeu, fazendo aquele resumo bacana de como as coisas estavam acontecendo.-Foi meio sinistro te falar, aquela loira tava ali, e do nada puxou a foice né, ela já chegou vrau e o cara da lança bloqueou.- disse fazendo aquele movimento com os braços pra mostrar de forma completamente imprecisa o que eram os tais movimentos.

Então ela continuava falando parecendo empolgadaça com o que tinha acontecido, era como se ela estivesse sentindo que viveu o momento da vida dela, talvez pela pouca idade que aparentava ser, aquilo fosse mesmo um momento muito único e importante.-Daí a peituda deu pra trás, falando “Mas por que tão levando ela” cá entre nós pareceu covarde até na hora, aí a da foice falou parecendo uma cena de livro “Então você vai deixar sua amiga pra trás sem fazer nada?” foi um momento sinistro- explicou ela sobre o que viu até então, certamente pouco precisa, e sem nada tão relevante assim.

E por fim ela contava mais ou menos o que achou que tava acontecendo só com o que viu.-Mas o que eu acho que está acontecendo é que, os guardas por alguma razão iam prender essa menina, e elas foram defender ela, eles falaram algo sobre ser uma “Traidora do Reino”, bom ela deve ter feito algo pra irritar alguém do castelo, eles costumam ser bem temperamentais, e digamos que não é um governo tão justo assim.- disse dando de ombros para a situação, e nesse momento, era onde as outras duas moças voltaram a falar.

E as duas zé povinho ali começaram a ter a atenção focada no que estava acontecendo. Ela dizia para a outra moça sobre as drogas e a retruca era de quanto tempo isso demoraria, em resposta era dito.-Não faço ideia, eu entendo de química, porém, não sei a quantidade que foi usada. Nem exatamente a substância, eu acho que eu deveria levar pra o… O… aquele abusado, o Doutor Peste, porque temo que possa danificar ela de algum modo, talvez permanentemente.- as palavras dela não eram nada boas no meio da luta, e ficava ainda mais estranho…

Por que Mihaela dizia tudo isso, desferindo golpes laterais de foice, e abrindo um pequeno talho no rosto do cara, como se conseguisse manter esse foco dividido com alguma facilidade, ou talvez isso fosse seu exterior, tentando acabar com o psicológico do oponente, mas no fundo sua atenção fosse total. E foi aí que Jyu deu sua sugestão, dando também a ordem para Furu, de modo que ela pudesse ir com ele pro barco, assim talvez Furu achasse ela de volta, afinal ele era um cachorro farejador no fim das contas.-Deixa comigo, que eu resolvo isso.- ela piscou o olho e deu um chute pra frente, era uma finta, ela não sabia chutar e deu uma pancada na lança com o cabo da foice afastando o cara pra trás. Ela puxou um broche de sua camisa e prendeu em Jyu.-É de proteção, vai te dar sorte.- disse piscando o olho e agarrando a moça no chão, enquanto a espadachim se valia de sua bainha para segurar os dois inimigos.

E nisso eles dois tentavam avançar para parar ela, mas o cara da lança vendo que não daria sabia que eles teriam de dar a volta pelo outro lado, mas antes disso pediu ajuda.-Eei eii, você mesmo, a loira vai passar do seu lado, você mesmo sarnenta, da orelhinha de gato, quer dizer sarnenta não, gatinha, quer dizer, menina gato isso, pega ela!!- e Mihaela de fato estava passando ali na lateral de Gigipeto, deixando aquele sorriso enorme e brilhante no rosto, carregando a moça caída com o cachorro fofo seguindo ela.

Enquanto a outra zé povinho falava.-Ihh te chamou de sarnenta aí… Eu não deixava!!- disse claramente tentando tocar fogo na situação que estava ali na frente dela, algumas pessoas só querem ver o circo pegar fogo.

Lyosha Bulgakov

O homem estranhava levemente a descrição do Sócio, ele certamente não parecia alguém de Momoiro, mas como o tal homem deveria ser rico, ter feito uma filial lá não parecia um problema. Talvez tivesse sido até mesmo enviado pra lá, claro, tudo poderia ter acontecido nos tempos em que o cargueiro estava viajando. Então tudo parecia começar a ir bem, quando ele falava a localização das bebidas, algo que o capitão puxava um caderninho do bolso e rapidamente anotava.-Muito bem, terei homens disponíveis em mais ou menos quarenta minutos, é o tempo que meu contratante terá removido a carga do barco, ele deve chegar em pouco tempo.- e então o argumento mais longo começava questionando primeiro o nome do comandante ali a sua frente.

Ele então sorria em cortesia respondendo a pergunta de maneira bastante calma, ele certamente era um homem de bastante sangue frio, ou como se diz, sangue de barata provavelmente.-Sou o Capitão Lionel Berskoyov, dono das empresas de transporte Lions Gate. Como é um homem de classe certamente conhece esse nome. Trabalhamos dentro do North Blue e da Grand Line. Fazendo uma transição por toda a rota, tenho contrato com a maioria dos homens ricos da região.- e isso com toda certeza já mostrava para Lyosha que ele estava conversando com um peixe grande.

E então era aí que ele metralhava o homem com palavras que era bastante atencioso ouvindo todas as colocações do rapaz, de modo a ficar calmo e em silêncio esperando por sua vez de falar. Alesya apenas assistia ao debate verbal que eles estavam tendo naquele momento, ela estava achando isso tudo muito interessante, era como ler um daqueles livros de aventura e fantasia. Quando Lyosha terminava o homem retomava a palavra dizendo.-Eu compreendo sua preocupação senhor Laszlo. Mas meu barco possui espaço para pelo menos dez mil barris de carvalho apenas nos decks inferiores. Esse barco é um Mercantel, eu consigo me mover 18 dias inteiros pelo mar sem reabastecer, com carga cheia. Meu barco é modificado, tenho cinco decks inferiores preparados para todos os tipos de carga. Não apenas isso, apenas de olhar por fora, você vê não vê? O tamanho, ele possui um tamanho de 200 metros de comprimento por 40 metros de largura, sendo assim um dos maiores Mercatel que você verá por aí. Ele parecia muito orgulhoso mesmo sobre o barco que possuía.- E então começava o papo sobre talvez essa carga secreta, ser algo do submundo, algo que obviamente aquele homem não admitiria.

Mas só o fato de ele não se chocar com essa afirmação, era suspeito, na verdade ele trabalhou provavelmente muitas vezes para o submundo do crime, para crescer seu nome muita coisa deve ter acontecido, e ele era raposa velha, quantos capitães de indústrias mercantis vivem depois dos trinta anos num mundo de piratas? Pouquíssimos, afinal cargueiros desse tipo são alvos perfeitos para ladrões, o que provavelmente mostrava da parte dele no mínimo sorte pra caralho.-Essa carga está vindo diretamente para o Governo Mundial, e como alguém da alta classe, imagino que sabe o sigilo que essa organização cobra, e paga mais ainda pelo não vazamento de informações importantes. Então temo que não possa lhe ajudar se esse for o caso, no entanto, posso lhe passar um número de Den Den Mushi de uma empresa disponível, que trabalha em parceria comigo. Eles lhe deixarão checar todo o barco.- falou ele explicando que talvez o homem devesse buscar alguém diferente se ele tinha pressa e exigia aquele tipo de coisa, ele disse isso de forma cortês e prestativa, tentando ser amigável com Lyosha a todo tempo.

Vendo que não iria ter muito mais brechas para a negociação foi aí que a coisa ficou feia, o rapaz puxou ali a lâmina quando o velho virou de costas, e desferiu o ataque, no entanto sua lâmina passou em algo que era certamente metal, ele ouvia o barulho e aço riscando com aço enquanto capitão se virou pra ele sem dano algum.-Sinto que essa foi uma péssima escolha senhor Laszlo. Como você é um rapaz jovem, e parece ter um promissor futuro, serei cortês em lhe deixar ciente de que essa é uma luta que você não pode vencer com uma arma dessas. Quando muito jovem eu comi a Rīdo Rīdo no Mi, a fruta do chumbo, meu corpo inteiro é duro como chumbo, acredito que eu seja uma barreira que você não quer enfrentar. Mas serei cortês e lhe darei a oportunidade de deixar o barco sem comprar essa briga.- disse ele agora com uma feição rigida e dura, mais parecia um pai bravo com um filho do que qualquer outra coisa, o nosso assassino de idosos estava em maus lençois, só tem velho forte nessa desgraça é? O destino pode ser cruel às vezes.



HistóricoPosts: 07
Nome: Lyosha Bulgakov
Nota Fiscal:
+4.060.000 B$ (em mãos) + 11.000.000 (Banco)
- 2.000.000 - Reabastecimento do Barco - (Turno 2)
- 250.000 - Kit de Arrombamento - (Turno 3)
Ganhos:
- Proficiência Arrombamento (Turno 1)
- Proficiência Atletismo (Turno 3)

Perdas:
-

Status:

PDV: 14.664/14.664
STA: 500/500
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS:
CONTAGEM DE DEFEITOS: 0/10

Dano Explicado: Danos restaurados depois do descanso longo.
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Posts: 07
Nome: Jyundee Kujoh
Dinheiro: 2.690.000
Ganhos:
-
Perdas:
-
Status:

PDV: 13.972/13.972
STA: 500/500
CONDIÇÕES:
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: 0/10

Dano Explicado:
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Posts: 05
Nome: Caitlyn Gigipeto
Nota Fiscal:
250.000 B$ (em mãos)
- 100.000 - Chocolate - (Turno 1)
+ Ganhou 2.500.000 - Trabalho concluído como Civil (Turno 4)
- 500.000 - Aço de boa qualidade pra adaga - (Turno 4)
Ganhos:
- Chocolate Branco (8/10) (Turno 1)
- Adaga Forjada


Perdas:
-

Status:

PDV: 9620/9620
STA: 400/400
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS:
CONTAGEM DE DEFEITOS: 01/10

Dano Explicado: .



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Achiles
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Achiles
Pirata
Re: III - Death or Paradise Seg Maio 16, 2022 9:31 am

Gigipeto na Área!


Uma garota me explicava um pouco do que acontecia e eu ficava ainda mais curiosa para saber o reais motivos daquela briga o que me deixava ainda mais animada em vê-los brigando quando via que até mesmo tinha tido uma discussão interna entre os grupos com a peituda e a loira falando algumas coisas que parecia até um conto de uma história ou similar a isto. “Traidora do Reino?!” Haha! Muito bom!

A luta continuava emocionante e até mesmo um dos guardas recebia um talho em seu rosto do que fazia com que eu soltasse um “Uuuh” em voz baixa e eu conseguia ouvir que falavam sobre um tal de Doutor Peste, outro nome que parecia sair de um conto e eu pensava se aquilo tudo não era realmente uma encenação e começaria a pedir por moedas logo depois que finalizassem, entretanto, o golpe parecia bem mais real do que uma simples peça de teatro.

Era quando alguém começava a chamar a mim? Um homem de lança que participava daquele combate e se dirigia a mim como SARNENTA?! e mesmo se eu tivesse ouvido errado, a moça ao meu lado não tinha ouvido, ele realmente tinha me chamado de sarnenta! – Quem é que você está chamando de Sarnenta, ô filho da puta?! – Começava a dar passos em direção ao homem irritadaça com aquela situação. Os olhares eu até tinha aprendido a ignorar, mas agora xingamentos direto a minha pessoa, principalmente a minha aparência, isso eu não tolerava de forma alguma.

O sangue começava a subir em minhas veias começando a esquentar o meu corpo cada vez mais e até mesmo algumas faíscas do eletro começavam a sair de meus pelos com uma raiva latente e uma expressão em meu rosto de que tinha detestado aquele comentário e meu jeito impulsiva me fazia cada vez mais me aproximar daquele homem para xingá-lo e batê-lo até que ele arrependesse por completo daquele comentário infeliz.

- Você tá realmente merecendo apanhar, seu bosta. Tá pensando que é quem para xingar as outras pessoas dessa forma?! – Continuaria a me aproximar ignorando qualquer perigo das batalhas por perto e ignorando por completo a moça loira que ele tinha dito para eu parar. – Tá pensando que sou algum animal de estimação, palhaço?! Sou nenhuma idiota para tu dar ordem não, caralho. – E se houvesse qualquer retruca que fosse daquele homem, uma simples palavra que não fosse: “Desculpa!” então eu avançaria em sua direção com o máximo de velocidade que conseguisse alcançar e desferiria uma simples voadora de dois pés em direção ao seu crânio.

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- Seu canalha! Vê se aprende a tratar os outros direito! – E se o homem tivesse caído, começaria a chutá-lo no chão mesmo bem em sua barriga, entretanto, caso o homem conseguisse bloquear o golpe ou esquivar dele, rapidamente sacaria a minha adaga para me proteger de qualquer ataque com a sua lança direcionando a lâmina de minha arma na direção da dele e buscando refletir o seu ataque para uma outra direção e assim diminuir a distância entre nós e provocar um combate mais curto do qual era mais favorável devido a diferença entre nossas armas. Conseguindo essa aproximação fortaleceria o electro em meu braço direito do qual usaria para usar as minhas garras e arranhar o seu peito e passar a eletricidade em sua direção e usando da minha adaga, tentaria aplicar um corte em seu braço de apoio da lança.

Minhas defesas contra a lança caso eu não conseguisse avançar para dentro seria tentar me movimentar com agilidade para as laterais em rápidos saltos e usar principalmente minha adaga para bloquear qualquer ofensiva ou estocada em minha direção nunca confiando apenas em minha esquiva, sempre usando ambos para forçar uma abertura.


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Re: III - Death or Paradise Seg Maio 16, 2022 1:52 pm

武士道 Bushido




De uma compostura exacerbada, aquela inquietante vontade de revidar regozijava nos recônditos de minha cabeça, embora não para tanto, a fuga da loira seria bem acobertada num escândalo maior, era só preciso assegurar um pouco de tempo, uma vez que isso não parecia uma situação tão alarmante assim, se tratando de um decreto vindo da monarquia, imaginei que talvez render um cartaz de procurado por Komi fosse apenas um exagero ou condição muito difícil de acontecer, embora não existente, mas isso são problemas posteriores, afinal, eu também corria o risco de ter um com o meu rosto dependendo do que viria.

- Me preocupo seriamente quando você fala isso - Não era de se levar a mal, mas a palavras de Mica não me traziam tanta confiança assim, era uma jovem impulsiva e muito inconsequente, aparentemente não enxergamos o mundo e as regras do mesmo jeito, embora eu estivesse disposta a mudar um pouco de opinião depois dos acontecidos nessa ilha, havia um sério problema arraigado nos fardados, algo que nem mesmo eles pareciam querer combater, metafórico tal como uma diarista que varre a sujeira para baixo do tapete.

Me manteria obstruindo a passagem dos guardas, não utilizando de golpes ou contra golpes para com estes, apenas deixando que meu corpo servisse de barreira inviabilizando a passagem, empurrá-lo-ia sempre que tivesse uma brecha depois de esquivar bem sucedida de um golpe da estocada ou da espada. Sendo este o máximo que estaria disposta a fazer no momento, um ligeiro desvio e então encurtando a distância entre nós, trombando meu corpo no do sujeito, mirando na lateral para que fosse mais fácil fazê-lo perder o equilíbrio, dando prioridade para fazê-lo numa direção ao qual não fosse aquela que a arma estivesse empunhada - se ele está com a espada na canhota, obviamente vou tentar desestabilizá-lo pela destra e vice versa.

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Lyosha
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Lyosha
Administrador
Re: III - Death or Paradise Seg Maio 16, 2022 5:57 pm




You've got to have steel in you somewhere





———Ao sentir o choque de metal com metal, o espadachim ficava atônito por alguns instantes, aquilo não fazia nenhum sentido. O capitão lhe fazia o favor de explicar aquela habilidade, aparentemente haviam muitos no mundo com poderes estranhos como os do próprio Lyosha. A atitude de Lionel havia sido cortês e piedosa, de forma que, com um sorriso cordial no rosto, retribuiria o favor. - Antes de tudo, lhe peço perdão pela falta de verdade em minhas palavras, menti até quanto ao meu nome, chamo-me Lyosha. - O jovem não sentia nenhum remorso quanto ao fato de comportar-se como uma criatura ardilosa, mas pensava que seria rude de sua parte não fingir ao menos um pingo de arrependimento.

———O sorriso amistoso do jovem começava, aos poucos, a se distorcer, na medida em que as palavras saiam de sua boca. - Já que me fez um favor ao confessar a natureza de suas habilidades, também vou lhe revelar algo útil, não gosto de ter dívidas com ninguém. Você deveria tomar mais cuidado com os seus subordinados ou os contratantes de seus serviços, não pisaria nesse convés sem saber a carga que você transporta, alguém vazou essa informação. - Suspiraria, daí então, guardaria na bainha a rapieira que havia sacado há pouco. - Agradeço a oportunidade, provavelmente você está certo, essa é uma luta que eu deveria evitar. - Daria as costas para o capitão do Lions Gate, sem baixar sua guarda, em sequência, tentaria recordar-se dos outros tripulantes que estavam no convés e encararia Alesya, com um sorriso mordaz em seu semblante.

———Começaria a deslocar-se com passos lentos indo em direção ao convés, como se fosse abandonar a cabine, mas, antes de sair do cômodo, viraria-se novamente, agora encarando Lionel, como se tivesse uma ressalva para fazer. - Existe apenas um pequeno problema nisso tudo, eu encontrei pessoas extraordinárias nessas últimas semanas, que decidiram depositar a confiança e o sonho delas em mim. Eu iria desonrar todas elas se recuasse por conta de uma mera casca de metal. - Encararia sua parceira por um mero instante, com uma clara feição de empolgação, então sussurraria. - Eu só vou lhe dar uma ordem como capitão: não morra. - Logo após, voltaria sua sua atenção para o capitão do Lions Gate novamente. - Além disso, eu estava extremamente entediado. - Com um sorriso malicioso escancarado em seu rosto, abriria a porta da cabine e começaria a correr para o convés, esperando que a atiradora tivesse o raciocínio para acompanhá-lo.

———Não perderia tempo, sabendo que não poderia danificar a pele de seu oponente com uma lâmina, concentraria-se nos danos que era capaz de causar. Tentaria aproximar-se com a maior velocidade possível do homem que fazia a ronda no convés, assim que tivesse alcance, sacaria ambas as lâminas que carregava, desferindo, nesse mesmo movimento, um golpe horizontal contra aquele tripulante, de forma que as espadas atravessassem a carne do oponente num movimento de fora para dentro, similar ao corte de uma tesoura, enquanto os braços do espadachim se cruzavam. Tentaria utilizar da relativa “surpresa” para dar cabo do primeiro oponente, encaixando qualquer ataque de oportunidade que conseguisse depois do primeiro movimento, após isso, tendo diminuído um pouco a diferença numérica, poderia focar nos homens que guardavam a entrada dos deques inferiores. Ficaria atento a qualquer reação de seu alvo, caso não pudesse contar com a surpresa, esquivando-se dos ataques da forma que julgasse mais apropriada e saltando para trás logo em seguida, buscando criar alguma distância entre eles.



Lyosha Bulgakov
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