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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Capitulo II: Sonho de Uma Noite de Verão.

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Capitulo II — Sonho de uma noite de verão


Agatha Baronesa [Agente] e Hany G. Drezat [Civil]

não possui narrador definido.
Fechada

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A Selvagem e a Garota-Tubarão



Kenshin

Agatha continuava sua conversa com Limosa – Ah, não é nada demais, deixo meus pensamentos escaparem em alguns momentos... seria delicioso ver Kano banhada com o sangue de alguns inimigos. – Falou a mulher com serenidade – Ambição é o que move os homens e mulheres existentes nesse mundo e bem, irei acertar todo o necessário para que o encontro aconteça, acredito que não irá demorar. – Falou a mulher mantendo o sorriso em sua face – Kano jamais seria uma cidade monótona, muito pelo contrário, fico feliz que tenha gostado. – Continuou como uma boa anfitriã – Perfeito, tenho o lugar certo e não precisa se preocupar com pagamento, será minha convidada a partir de hoje. Vamos? – Concluiu começando a caminhar pelo lugar, guiando a raposa para fora da mesma e também ao exterior do prédio, sendo acompanhada por duas armários que usavam trajes finos.

No caminho, a raposa não demorou para tentar conseguir mais informações – Encontrei ele na Grand Line, ele já atuava como um mercenário e criamos um vínculo, onde pude ajudá-lo a melhorar em seu ofício, conseguindo a Akuma no Mi do camaleão. – Disse enquanto caminhava pelas ruas em passos lentos e calmos. Não demoraram mais que poucos minutos para chegarem até uma pousada com as características típicas da Ilha, principalmente as cores chamativas. Não apenas isso, a principal atração daquela pousada era claramente os adornos metálicos e também de ouro que estavam em todos os lugares da arquitetura do lugar e principalmente no imenso dragão que circulava os andares do prédio, finalizando com uma grande cabeça no teto. O lugar era grande, contava com cerca de cinco andares e tinha um espaço mais que suficiente para abrir mais de cinquenta pessoas – Uma das melhores da região. – Falou enquanto entrava no estabelecimento. O salão principal era luxuoso, bem iluminado e climatizado - Tudo de última geração, porém, sem perder a cara de Kano. – Bradou a mulher que logo foi recepcionada por um dos atendentes do lugar – todos os funcionários vestiam trajes vermelhos na parte superior e preto na parte inferior, tanto os homens quanto as mulheres – Cuido bem dela, é minha convidada. – Falou Limosa – Preciso resolver algumas coisas e encontrar outras pessoas, sinta-se em casa. – finalizou a mulher seguindo seu caminho até o interior do lugar.

Falando na região, o salão principal contava com cerca de sete pessoas, sendo quatro deles hóspedes e três funcionários, sem contar com o que estava na frente de Agatha e a própria protagonista – Minha senhora, o que precisa? – Indagou o homem de cabelos brancos, óculos redondos e uma pele ligeiramente enrugada em sua face. Enquanto era recepcionada, Harkness conseguia ver um grupo com trajes um tanto quanto diferentes dos moradores de Kano, todos utilizavam roupas mais simples – camisas de manga longa, calças, mas todas de qualidade mediana. O grupo – 5 pessoas – entrou sem passar pela recepção, atravessando o salão e indo até as escadas que ficavam localizadas no extremo direito do ambiente.


Alek

Samira pensava por breves momentos qual assunto podia ser abordado dessa vez, já que ela estava ali, iria claramente aproveitar o máximo que podia – Mecânica? Ótimo, bom que combina. – Bradou o homem com alguns livros novos em sua mão, porém, diferentes dos anteriores, esses estavam tomados por uma densa camada de poeira – Nunca mais usei esses, por isso a poeira. – Comentava como se devesse alguma satisfação a mulher – Alguns anos atrás eu usei eles para aprender mecânica, minha ideia era ser um grande ferreiro, mas, acabei indo por uma área diferente. – Comentou o homem antes de começar o ensinamento, mantendo a mesma didática e atenção que utilizou antes.

O tempo necessário passou naquele aprendizado que acabou sendo um tanto quanto divertido, já que mecânica era um assunto que Barto parecia gostar e dominar – Tenho um desvio em alguns ossos, além de uma condição degenerativa na maioria deles. – Bradou sentando no sofá, colocando um dos livros usados em seu colo – Sim, infelizmente tive que me aposentar bem cedo, pelo menos dos trabalhos braçais. Ainda dou consultoria em alguns pontos científicos, além de ajudar sempre que necessário, pelo menos, na parte teórica. – Continuou falando de maneira tranquila, contando parte da sua história – Digamos que sim, até onde sabem não existe cura para minha condição, então, não tem muito o que fazer além de esperar minha hora chegar... por isso que resolvi ensinar o máximo que conseguisse nesse tempo, quero deixar um legado ao povo de Kano, que nem sempre tem acesso a educação básica. – Falou com um certo orgulho das suas próprias ações – Afinal, eu entrei na marinha para ajudar as pessoas e farei isso, de uma forma ou de outra. – Conclui Barto.

Em meio aquela conversa, a dupla pode escutar um burburinho do lado de fora, que logo se transformaram em gritos e pedidos de socorro – O que? – Questionou o rapaz levantando com rapidez – tendo seus limites – e caminhando enquanto repousava sua mão na lateral da sua cintura, na parte posterior. Ele olhou pela janela e conseguiu notar – Samira também conseguia ver – algumas pessoas passando correndo e logo em seguida, o silêncio tomou conta da região – O que está acontecendo? – Questionou caminhando até a porta e passando a chave, além de encaixar o ferrolho existente na parte superior da porta – Muito estranho, muito estranho... – Disse o homem virando e caminhando em direção a brutamontes – Nessas últimas semanas algo estranho está acontecendo em Kano, até mesmo na marinha tenho a sensação que a qualquer momento uma bomba vai explodir. As pessoas comentam, sabe? Meus alunos... dizem que algumas figuras novas rondam por aí, navios carregados de caixas chegam tarde da noite, já comentei, mas parece que o governo já está fazendo algo... mas ao mesmo tempo acho que eles não ligam direito. – A voz de Barto parecia imersa em descontentamento, ela claro que ele não estava feliz com o rumo que a Ilha estava tendo – Ainda tem a ação do pessoal das sombras, você deve saber, os integrantes do submundo que agem por baixo dos panos... já tentaram me cobrar um valor de “segurança”, mas não... eu não dobrei meus joelhos para essa laia! – Falou com um pouco mais de raiva – Não acho que seja seguro você sair agora... então, existe mais algo que posso te ensinar? – Finalizou o homem.


Ryoma

Boo deixava clara suas opiniões sobre as tramas que estavam acontecendo por ali, o que fazia o homem concordar com algumas coisas - Faz sentido, deve ter algo por trás que precisem chamar atenção... enfim, não temos informações para tentar concluir do que tudo isso se trata, por hora, vamos apenas aceitar que estamos às cegas. - Falou o homem deixando logo em seguida que Hany pegasse no sono, enquanto ele permaneceu por ali, até que o sono viesse para ele também. De qualquer forma, ao acordar Hany rapidamente partia em direção ao banho, notando que Leo despertava do seu sono logo após a garota voltar do banho, já sendo metralhado por todas as falas da garota que parecia ter dormido pensando em um plano, criando algo realmente chamativo - Er... certo? Isso pode ser feito, mas, você acha mesmo necessário? - Indagou o homem inutilmente, já que a pequena estava fixa do seu plano.

O homem parou por alguns segundos enquanto ponderava como tudo aquilo seria possível - O hotel não é difícil, nem o restante também, podemos fazer tudo com álcool ou tentar encontrar algum explosivo, mas, acho que essa segunda opção é complicada. - Bradou o homem saindo do hotel, onde foi possível ver que Byakko e uma outra garota estavam trabalhando na recepção, tendo um cliente fazendo o check-in. De qualquer forma, as ruas de Kano estavam ligeiramente diferentes, a população estava nitidamente assustada e também era possível escutar alguns burburinhos e conversas paralelas, onde o assunto foram algumas mortes que aconteceram na noite anterior - Você pretende fazer isso quando? De dia? A noite? - Questionou o homem continuando sua caminhada - Que tal nos separarmos? Você acha um hotel e eu tento achar os explosivos, se não, pensamos e outra coisa como álcool, gasolina ou qualquer produto inflamável. - Disse o home já seguindo por um caminho oposto ao da pequena Hany, largando a menina sozinha no meio da rua Aliás, pode deixar que eu te encontro! - Falou por último.

De qualquer forma, por aí mesmo era possível para a garota avistar um hotel simples, bem mais simples do que o que eles estavam hospedados. Após caminhar mais um pouco, veria um hotel de tamanho médio, com cerca de três andares e aparentemente alguns quartos na parte de trás; as portas estavam fechadas e existia uma fila com cerca de cinco pessoas logo na porta, com grandes malas. Caso a garota procurasse por mais opções, encontraria um lugar realmente chique, com uma construção que se assemelhava a um grande templo “chique”, com adornos metálicos e de ouro em sua estrutura, além de uma grande cabeça de dragão pendurada com orgulho no topo do prédio, enquanto o corpo descia enrolando pelos cinco andares da estrutura do lugar. O ambiente contava com dois seguranças em sua porta, dois homens realmente grandes e musculosos, que utilizavam ternos pretos como traje. Claro, ela encontraria outros pequenos hotéis simples, alguns levemente melhores que o do Byakko e outros piores.


Histórico:


Legenda:


Samira
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Créditos :
54
Localização :
País de Kano
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Samira
Administrador







Ato XV.



"Não posso matá-lo..."

Refletia, enquanto ouvia um pouco daquilo que ele tinha a compartilhar. "Mas eu preciso... Pela missão."
Aquela questão já estava me corroendo, aos poucos me incomodando e se tornando numa crescente dificuldade. "Ele parece ser um homem bom, quer ajudar o povo com o que pode... Com o conhecimento."

— O que tá havendo lá fora? — Perguntava ao perceber a movimentação na rua. Barto se adiantava, tomando o rumo da porta para trancá-la, passando o ferrolho no encaixe superior. — E amanhã você vai numa reunião com o Governo falar sobre isso? — Perguntaria, dando uma olhada pela janela para a rua lá fora. Provavelmente os novos integrantes dos revolucionários já estavam agindo, e aquilo estava chamando bastante atenção pelas ruas.

Ao me afastar da janela, voltava a minha atenção ao senhor, e ao conflito que tinha internamente. Eu não queria de forma alguma tirar a vida de alguém que não merecia perdê-la. Ele era um homem bom, matá-lo me tornaria uma pessoa má?

Aprendizado de Anatomia


— Queria aprender Forja também, mas acho que já está tarde para fazermos barulho... Deixarei para amanhã, tudo bem? — Perguntaria, pronta para então mudar o foco dos meus estudos naquele momento, tomando para algo mais voltado a entender o meu próprio corpo e o corpo de animais, como aqueles das zoans. Talvez me viesse a ser útil se eu quisesse alterar minha forma de alguma maneira. — Tem algo de Anatomia aí pra mim? — Perguntaria, esperando que ele tivesse pelo menos algum livro bacana que já era algo que eu podia me virar.

Passaria aquele período lendo os materiais que Barto me indicasse, além de também ouvir suas explicações a respeito dos fenômenos anatômicos. Levantaria algumas dúvidas que me surgissem, principalmente na condição de humana, mas também na condição de um animal. — Axolotl, sabe algo sobre? — Perguntaria quando fosse conveniente, tentando entender algo sobre a anatomia daquele animal, que muito provavelmente fazia parte da minha anatomia naquele momento.

Continuaria tentando entender os conceitos que fossem trazidos, por fim, tentando realizar quaisquer exercícios práticos que Barto indicasse através de figuras anatômicas, de esqueletos de brinquedo ou até mesmo de nosso próprio corpo. Apenas me dando por satisfeita quando tivesse uma maior certeza do meu entendimento sobre aqueles temas.

— Você sabe algo sobre isso? — Perguntaria, mostrando-o o meu mapa do tesouro. Além disso, também mostraria a ele uma foto do local, que parecia ser uma caverna úmida. — Fica em algum canto da ilha, tem alguma ideia?

— Acho que já tomei muito de seu tempo... Posso voltar amanhã? — Me levantaria do sofá, dando alguns tapinhas em minhas vestes. "Não posso matá-lo... Deve ter alguma outra alternativa..." Olharia em volta, com um certo receio. Tentaria pensar em alguma maneira possível de encontrar o revolucionário e a T.I.L.T sem me infiltrar no exército revolucionário. Não era aquilo que eu imaginava dos revolucionários: um bando de assassinos, delinquentes e sabotadores. Me parecia que eles eram os verdadeiros vilões, apesar de eu entender que o mundo é muito mais do que preto ou branco.

— Muito obrigada mesmo. — Concluiria, apertando sua mão e esperando que o homem fosse até a porta a fim de destrancá-la. — Foi um prazer. — Diria, cochichando ao seu ouvido. Aproveitaria do momento em que ele fosse até a porta para, por detrás, enlaçá-lo com a mão esquerda em sua boca, tampando-a, enquanto que a mão direita agarraria o seu pescoço, apertando-o com força. — Eu não queria... — Algumas lágrimas começariam a escorrer dos olhos, circulando as maçãs do rosto. — Você... Droga! — Ainda mantinha a voz baixa, por mais que a entonação se tornasse exclamativa. O braço direito não deixaria de sufocar o pescoço de Barto por motivo algum, mesmo que ele tentasse reagir, empurraria-o contra a porta, de forma a limitar os seus movimentos e usar de meu peso para que ele não acabasse fazendo uma bagunça em sua própria residência numa tentativa de se libertar. — Você devia ter pago a taxa de segurança... Droga! — Manteria o aperto em seu pescoço, até que percebesse o seu corpo se esvaindo de vida. E, ainda nesse momento, manteria o aperto apenas para ter certeza. Não queria de forma alguma olhar para o rosto dele novamente. Seria vergonhoso para mim vê-lo se erguer, vivo, após o meu ato de traição.

Assim que tivesse a certeza de sua morte, confirmaria ao sentir os seus batimentos cardíacos, usando da ponta da cauda para examinar o seu peito. Por fim, deixaria o seu corpo sem vida em cima de algum sofá, cobrindo-o com um pano. Tocaria em suas pálpebras, abaixando-as, e finalmente lhe dando um merecido descanso. — Requiescat in pace. — Sussurraria, recolhendo suas chaves, abrindo a porta e saindo da residência, trancando-a em seguida. Jogaria a chave em um canteiro próximo, ou em algum matinho.

Enfim, sairia caminhando dali, em direção a hospedaria de antes. Esperava me encontrar com os revolucionários o mais breve possível. Mas se não acontecesse, apenas refletir um pouco sobre minhas ações seria o bastante.






Objetivos
- Aprender Forja, Anatomia, Mecânica, Mecatrônica
- Conseguir um NPC Acompanhante com Condução e Navegação.
- Conseguir seguidores, talvez.
- Finalizar o tesouro que iniciei na aventura passada.
- Fazer alguns serviços.
- Me encontrar com Kenshin e Ryoma, e andar com o Ryoma no meu colo tal qual a imagem a seguir:
Capitulo II: Sonho de Uma Noite de Verão. - Página 6 Spy-X-family-anime-thumb
- Ir pra GL.



Histórico da Aventura
GANHOS

- Perícia Mecatrônica (Post nº 13)
- Perícia Mecânica (Post nº 14)
- Perícia Anatomia (Post nº 15)

PERDAS

-

ALTERAÇÕES

- Berries: ฿31.8150.000 -> ฿31.815.000
Nota Fiscal
- xxx B$ (xx - Post nº 01)
- xxx B$ (xx - Post nº 01)


- Localização: País de Kano

RELAÇÕES


STATUS

PDV: 17.252 (+3.200 Raça) (+20.000 Formas Básicas) = 40.452
STA: 400
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: N/A

DIÁRIO DE BORDO

NOME DO BARCO

Autossuficiência:
Celeridade:
Estrutura:
Durabilidade:
Poder de fogo:

EXPERIÊNCIA

Experiência: 14 posts
Experiência Akuma no mi: 1 posts
Experiência Rokushiki: Não se aplica
Experiência Outro caminho: Não se aplica
Experiência Hakis: Não se aplica

Quantidade de Postagens do(s) Narrador(es): sei lá man

Resumo:

Total sexo




Mini-Ficha
Nome: Samira Evelynne Malkova
Alterego Submundo: N/A
Cargo/Distrito/Salário: Associada/None/2.600.000
Proficiências
História
Criptografia
Investigação
Falsificação
Furtividade
Lógica
Geografia

Qualidades e Defeitos
Qualidades
Versátil
Impassível
Atraente
Destemida
Prodígio
Talentosa
Pau para toda obra
Defeitos
Extravagante
Sonâmbulo
Devassa
Ambição
Teimosa

Profissão
Socialite do Submundo da Arqueologia: +30% em Tesouro; Conhecimento do submundo; Desconto na abertura de estabelecimentos; Desenvolve fama e carreira pública em Arqueologia como se fosse Civil normal.

Estilo de Combate
Artista Marcial
Chicoteadora

Acompanhantes e Seguidores
[Acompanhante]Arthur Chesire: Considera o rapaz o seu irmão mais novo. Tem bastante intimidade com ele, já que passaram grande parte de suas infâncias sendo escravos de um nobre de Sirarossa. A vida dos dois juntos teve muitos altos e baixos, se meteram em muitos bicos para sobreviver desde então. Mas decidiram sair de Illusia juntos e ganhar o mundo de alguma forma.


Akuma no Mi
- Sara Sara no Mi: Model Axolotl

Outro Caminho
N/A

Técnicas
N/A

Haki
N/A

Rokushiki
N/A

Atributos
Força: 1190 (+240 EDC) (+200 Arma) = 1630 Class. 11
Destreza: 715 Class. 7
Acerto: 20 (+240 EDC) = 760 Class. 7
Reflexo: 1 Class. 1
Constituição: 241 (+160 Raça) (+1000 Forma Padrão) = 1401 Class. 10

Agilidade: 380
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: nem se dá ao trabalho
Resistência: 0
Penetração: 0

Cores do Template
fala
roxo
royalblue
blueviolet
hotpink
laranja
fala2
laranja2
sky




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Capitulo II: Sonho de Uma Noite de Verão.

A mulher parecia ter percebido que havia falado demais, ou simplesmente vivia em seu próprio mundinho com aquelas falas. Independente do que fosse, precisava me manter atenta com as falas dela, a mesma aparenta saber de muita coisa, e antes que pudesse eliminá-la, poderia sugar mais algumas informações pertinentes. "Assim que achar que não é mais necessária para mim, enfiarei as minhas garras em sua goela!" Pensava dando um sorriso simpático ao escutar o convite da mulher para ficar em suas dependências.

- Parece que vai ser bem divertido, uma oportunidade ímpar, para que possamos nos conhecer melhor! Assim começava a seguir a mulher pelos corredores do local.

Dois homens corpulentos começaram a nos seguir, obviamente faziam parte da segurança pessoal de Limosa, em conjunto do misterioso assassino que tinha eliminado o nobre de agora a pouco. O que gerava uma dúvida em minha cabeça sobre a origem do rapaz, e como não tinha papas na língua já perguntava sobre o mesmo para a nobre.

Já do lado de fora do local, a mulher então falava que tinha encontrada o rapaz na grand line, e que o mesmo era um usuário de akuma no mi, arqueei minha sobrancelha esquerda interessada em tudo aquilo, a maioria dos mercenários que tinha encontrado até presente momento vinheram da grand line, isso mostrava o poder aquisitivo que os nobres desse mar tinha para ter esses tipos de "bichinhos" de estimação.

- Ah, bem interessante! Balançava minhas caudas calmamente, um usuario de akuma no mi era algo bem peculiar, ainda mais se tratando de uma com a habilidade bem intrigante e perigosa. "Isso explica não ter percebido sua presença de imediato!" A habilidade do assassino poderia vir a ser uma dor de cabeça, por sorte nunca fui de confiar em apenas um dos meus sentidos, tinha um olfato e uma audição muito boa para lidar com esse tipo de gente.

- Em zou falamos que usuários de akumas zoans tentam simular nossas características… Inveja talvez hahaha. Gargalhava colocando a mão direita a frente de minha boca enquanto caminhávamos pelas ruas.

Não demorou para que chegássemos no local de destino, uma grande construção com a aparência bem típica com o restante da ilha, a diferença era a presença de uma grande estátua de dragão que envolvia o prédio dando um toque único ao local. - Bom sua aparência remete ser bem interessante… Respondia a mulher dando um breve sorriso enquanto colocava minha mão direita na cintura.

Caminhávamos para dentro do local, onde era tão chique quanto parecia, de fato uma grande construção digna da estadia de nobres ou pessoas realmente importantes. - Parece que os investimentos aqui são muito bem planejados! Coçava meus dedos analisando todos os lugares que estavam à minha vista.

Limosa me deixava sozinha na recepção enquanto ia tratar de alguns assuntos pessoais, o local em si parecia bem tranquilo, a não ser um grupo que chegava indo direto para as escadarias, suas vestes claramente não eram daqui, mas pareciam bastante decididos para onde seguir. - Quem são aqueles? Perguntava ao atendente quando ele me questionou se precisava de algo, escutaria oque o mesmo tinha a dizer.

- Bom, não é da minha conta, quero um quarto, tive um dia e tanto, quero descansar! Falava olhando a minha volta, a informação não era falsa, precisava descansar para que continuasse minha investigação. - Irei tirar um cochilo, mas se Limosa quiser me convocar, podem bater na minha porta! Assim seguiria para o local que pudesse descansar.



Histórico:

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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A Selvagem e a Garota-Tubarão



Kenshin

A interação entre Lady e Limosa ocorreu de maneira tranquila, enquanto a mulher tecia elogios, a figura adepta a revolução apenas agradecia a cada um deles. Não demorou para que chegassem e muito menos se separassem, deixando a agente livre para fazer o que achasse melhores – O da frente, de cabelos verdes e cicatriz no rosto é o irmão da Senhorita Limosa, Antony. E o resto são seus homens, se não estou engano, são todos primos. – Disse o homem que estava recepcionando a mulher em um tom suave. De qualquer forma, a mulher foi levada a um dos quartos logo no segundo andar – Certo, qualquer coisa retorno aqui para avisá-la. – Concluiu o rapaz deixando Agatha no quarto luxuoso e bem amplo. O lugar contava com acabamentos em porcelana e um minério branco que brilhava graciosamente; a cama era imensa, cabia umas seis da figura do governo deitadas de maneira confortável; uma mesa grande – feita de madeira – estava presente no quarto, além de um guarda roupa com quatro portas e um espelho grande em sua frente – porta de correr. O banheiro era de tamanho médio, todo feito em mármore, inclusive a banheira de proporção satisfatória, além de claro, a temperatura da água podia ser regulada nos botões presos nas paredes.

Agatha estava ali para descansar, tendo a visão da imensidão de Kano em sua janela, uma vista realmente invejável. Ela conseguiu dormir? Sim, se assim desejasse teria algumas boas horas de sono, até que seria despertada com duas batidas em sua porta – Senhorita Lady? – A voz do mesmo atendente invadia o quarto da mulher com facilidade – A senhora Limosa lhe aguarda. – Continuou a falar em tom sereno – Estarei aqui fora lhe aguardando para acompanhá-la. – Finalizou o homem dando algumas passos para trás – era possível ver por conta da sombra por baixo da porta. Harkness teria o tempo hábil para se preparar ou caso já estivesse pronta, podia ir sem demora – Por favor, siga-me. – Diria o atendente logo ao ver a protagonista, começando uma caminhada pelos corredores do lugar, levando-a até o terceiro andar. Aquela área não era diferente dos andares inferiores, portas bem construídas, acabamento na lateral do corredor e alguns detalhes bem modernos, como algumas fores espalhadas pelo lugar.

O percurso não demorou muito, levando a mulher até um outro quarto com porta preta, tendo alguns detalhes brancos e dourados. O homem abriu a porta e deixou espaço suficiente para que Agatha passe e sua visão era realmente de um ambiente luxuoso, ainda mais que o quarto onde havia sido alocada anteriormente. O ambiente tinha o dobro do tamanho do seu quarto, além de uma grande cama – duas vezes maior que a sua – com entalhes draconicos em sua estrutura. Alguns quatro estavam espalhados pelas paredes, desenhos da própria Limosa em diferentes ângulos, vestimentas e até mesmo sentada em um imenso dragão azulado – Espero que não demora demorado muito.. – A voz da mulher invadiu os ouvidos da protagonista, era possível ver Limosa saindo do banheiro usando uma roupa de banho da mesma cor da porta – Alguns convidados estão chegando, por favor, pode se sentar. – Continuou falando apontando para algumas cadeiras existente na lateral do lugar.

A anfitriã caminhou até o imenso guarda-roupa, tirando de lá um vestido longo e laranja, vestindo na frente de Agatha sem qualquer sinal de vergonha. Assim que ela se vestiu, a porta abriu em um rompante grosseiro e a figura vista pela agente anteriormente invadia o quarto, acompanhado dos seus homens – Já não te falei para bater antes de entrar? – Falou Limosa em um tom de descontentamento – E eu não me importo, já te falei, não foi? – Retrucou a figura masculina sem qualquer educação – Agindo como uma criança, você não cresce não é Antony? Ainda fazendo isso na frente de uma convidada. – Continuou a mulher olhando para Agatha – Me desculpe por isso, meu querido irmão não tem muitos modos. – Bradou a mulher.

Antony não se desculpou, simplesmente caminhou e sentou na cama, enquanto seus homens entraram e fecharam a porta – Por que me chamou aqui? – Indagou o homem observando Agatha por completo – Nossa convidada tem vínculo com Zou e nos ofereceu a entrada nessa Ilha, você sabe o quão difícil isso é. Estou aqui para traçarmos algumas coisas de suma importância, afinal, precisamos dar um jeito de levar aquilo para a Grand Line e consequentemente o novo mundo, ainda mais agora que Jhonson está a caminho. – Bradou a mulher olhando diretamente para seu irmão – Ele está vindo ou já chegou? – Questionou o homem – Já chegou, irá chegar em breve aqui. – Respondeu a mulher voltando sua atenção para Agatha – Vou ser bem direta, não planejava entrar em contato com você tão cedo, no entanto, fui informada de alguns problemas e precisamos de você logo agora. Estaremos levando uma carga importante para Grand Line e isso não é um problema, a questão realmente é chegar no novo mundo e principalmente em Zou. – Bradou Limosa se aproximando de Agatha – Quando falei sobre esse lugar os figurões ficaram interessados, afinal, é um ponto importante e fora das mãos do Governo. E então, como podemos chegar até Zou? – Finalizou a mulher de maneira bem simples.


Alek

Um pequeno empecilho surgiu momentaneamente na mente de Samira, como ela podia ceifar a vida de um homem tão bom? Claro, aquela dúvida não durou por muito tempo, afinal, ela sabia que a missão era algo importante para sua evolução orgânica no submundo – Não sei, mas ultimamente tem acontecido alguns conflitos pela cidade e pelo que vi, não apenas em Kano para ser bem sincero. Um conhecido que veio aqui hoje mais cedo, me contou que aconteceram algumas mortes em Sirarossa, pelo jeito, obra da revolução. – Comentou o homem em resposta a brutamontes – Não, meu papel amanhã é outro. – Continuou a falar de maneira bem simples – Olha... – Ele parou por alguns segundos olhando diretamente nos olhos de Malkova – Você sabe que o Governo está em pé de guerra com o Exército Revolucionário desde sempre, porém, nos últimos tempo isso parece ter ficado ainda pior. Algumas informações mostram que o inimigo está agindo em diferentes lugares, parece que a pouco tempo aconteceu uma guerra em Lvneel, lá no North Blue. Com isso, a marinha está querendo melhorar seu poder bélico e como falei, eu tenho tal conhecimento. – O homem era bem sincero e extremamente direto em suas palavras – Não serei o único lá, essa é uma reunião com vários homens e mulheres que querem lutar pelo certo, aliás, o que você faz da vida? – Parou por alguns segundos enquanto se ajeitava definitivamente onde estava sentado – Você parece ser alguém forte e imponente, seria útil nessa luta em busca da paz. – Finalizou o homem abrindo um dos livros qe estava ao seu lado – Mas, vamos começar logo. – Finalizou.

Dali pra frente o aprendizado em Anatomia aconteceu com fluidez, Barto mantinha sua didática nos ensinamentos, dando uma leve explicação – bem por cima – sobre o Axolotl, deixando claro que em meio aquela bagunça, talvez existisse um livro com mais informações. O tempo necessário foi gasto naquele aprendizado e Samira agora detinha o conhecimento anatômico das mais variadas espécies, sendo alguém hábil para usar tudo que foi aprendido da maneira que desejasse. A mulher não demorou para lançar outra pergunta a Barto, que observou com atenção o mapa e também a foto do local – Uma Caverna? Deixe-me ver... – Ele pegou a foto e aproximou dos seus olhos, ficando de pé e caminhando lentamente entre as pilhas de livros existentes pela casa, indo até a lateral daquele cômodo – Cadê você....? – Indagou enquanto vasculhava entre os livros e outros objetos em cima de uma mesa – Achei! Haha, sabia que estava aqui. – Continuou o homem pegando uma espécie de pergaminho velho, amarelado e com algumas manchas marrons espalhadas pela sua estrutura – Esse é o mapa que eu mesmo fiz, se existe um lugar como esse da foto em Kano, vai estar aqui. – Concluiu o homem enquanto se aproximava de Malkova.

O rapaz então abriu o seu mapa e Samira conseguiu ver um mapa bem detalhado, com linhas e informações bem alocadas, que proporcionava uma facilidade em se localizar usando o mesmo – Distrito Juhua, com certeza está lá. – Bradou o homem observando o mapa e a foto – Não consigo saber exatamente onde, pois, esse lugar é uma área voltada para exploração de recursos, com minas, cavernas e esse tipo de coisa por lá. Bem, é um lugar explorado por instituições privadas e pelo Governo, mas já aviso que não posso te ajudar com isso, até queria, mas não tenho tanta moral assim. – O sorriso amarelo tomou conta da sua face – Mas tenho certeza, chegando lá e procurando você será capaz de encontrar. – Bradou Barto. Samra não permaneceu por muito teve calada, agradecendo pelos ensinamentos e também ponderando uma forma de concluir seu objetivo, sem ter que matar o pobre homem – Não se preocupe, sempre que precisar estarei por aqui... claro, meu prazo de validade não é tão grande assim. – Disse e logo em seguida estampou um grande sorriso em sua face – Você não tomou meu tempo, na verdade, você trouxe uma cor ao meu mundo cinza... ficar sozinho por aqui é entediante e amargo, gosto de pessoas como você, que buscam conhecimento, educadas e atenciosas... eu quem devo agradecer pelo tempo que esteve aqui. – Falou o homem enquanto caminhava vagarosamente em direção a porta de saída – Posso dizer que se eu tivesse tido uma filha, queira que ela fosse como você, uma pesso.. – Ele não teve tempo de finalizar sua frase, afinal, foi pego de surpresa pelos movimentos precisos de Malkova, que deu o “abraço” que o levaria para morte.

Barto tremeu e tentou reagir da maneira que podia, porém, para sua infelicidade ele estava na presença de uma verdadeira titã, uma criatura que não estava ali para brincadeira. As lágrimas escorriam pelos olhos do homem, que tentava de todas as formas fazer contato visual com a mulher, talvez na esperança que pudesse tocá-la de algum modo, contudo, isso não aconteceu. Poucos segundos foram necessários para que o corpo doente do homem perdesse seu brilho, seus olhos viraram e a tensão dos seus músculos se pararam, deixando claro que sua alma já não habitava mais aquele corpo. Samira estava triste? Sim, mas ela sabe como é o mundo em sua pior forma. Revolucionários eram os vilões? Sim, na visão de um adepto ao governo eles com certeza eram monstros, no entanto, era realmente isso? Ficaram algumas questões em sua mente.

Ela saiu do lugar, sem antes ter o mínimo de cuidado possível com o corpo de Barto, deixando-o com os olhos fechados, repousado no sofá que tanto parecia gostar e por fim, cobrindo seu corpo. As ruas estavam estranham, o clima parecia pesado e poucas figuras estavam caminhando por ali; alguns rastros de sangue eram visíveis a mulher, mas, não existia a presença de corpos pelo caminho que traçou até aquela velha hospedaria – Está indo para onde? – Uma voz conhecida invadiu os ouvidos da brutamontes em determinado ponto do caminho – alguns metros antes do seu destino – Como uma boa anfitriã não posso fazer corpo mole, como pediu, aqui estou. – Bradou com um sorriso malicioso em sua face – Sei que fez o trabalho, foi difícil? Barto era uma pessoa que eu gostava, na verdade, que todos gostavam. Uma pena ter escolhido o lado errado, afinal, alguém que apoia o governo não é bom em sua totalidade. – A mulher falou se aproximando de Malkova em passos lentos e de maneira bem tranquila, como se não se importasse com qualquer tipo de reação adversa vinda da sua parte ou qualquer outro perigo que a noite em Kano podia proporcionar – Seja bem vinda a Revolução! – Finalizou falando bem baixinho o mais perto que ela conseguia chegar do ouvido da brutamontes – a mulher é menor que a Samira – passando a ponta da língua pelo pescoço da figura adepta ao Submundo – Pronta para trabalhar? Acho que amanhã você já põe a mão na massa... então, tem tempo ainda. – Finalizou a mulher.

Aquilo tudo podia finalizar na cama? Sim, pelo andar da carruagem provavelmente elas chegariam aos finalmente, isso é, se tivessem tempo para isso. BANG! – O som do disparo foi propagado pelas ruas e a mulher era atingida no peito esquerdo, mas não dava para saber se havia sido direto no coração ou não. No momento em que tudo isso aconteceu, um homem surgiu da escuridão de um dos becos – Senhora! – Gritou olhando em direção ao disparo, vendo que uma figura estava próximo a algumas caixas, cerca de vinte ou trinta metros a frente. BANG! – O segundo disparo aconteceu e o homem que provavelmente era responsável pela segurança da mulher se colocou na frente do tiro, recebendo o disparo em seu antebraço direito, que atravessou aquela área e acertou se ombro – PORRA! – Gritou enquanto apertava seus dentes um contra os outros – Preciso que tire ela daqui! Volte até aquele lugar onde aconteceu a reunião, ganharei tempo. – Disse o homem puxando uma espada curta que estava presa horizontalmente na parte de trás da sua cintura, segurando com a mão esquerda. Por fim, era possível para Samira ver que cerca de três homens estavam vindo na direção do trio, enquanto o atirador permanecia com sua arma apoiada em um dos caixotes, provavelmente esperando a oportunidade certa para outro disparo.


Histórico:


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Samira
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Samira
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Ato XVI.



Aquela mulher não podia ter aparecido em pior hora. Não havia como olhar para ela com calma, nem como relaxar em um momento como aquele. Eu apenas precisava descansar e pensar um pouco. Ao fim, me parecia que todos tinham suas boas causas, mas que ainda assim, todos eram os vilões. No fim... "Eu também sou uma vilã."

A reflexão seguia enquanto a mulher continuava falando. Eu prestava pouca atenção, mas estava satisfeita que ao menos aquela parte de minha missão seria concluída em breve. — Agradeço as boas vindas... Foi... Difícil para mim. — Revelava, talvez ela fosse uma boa pessoa para que eu revelasse ao menos um pouco da minha frustração. Quem sabe me fazer passar por aquele trauma fosse me dar alguma compensação financeira do exército?

— Amanhã? — Pareceria confusa, erguendo uma das mãos e segurando a ponta de seu rosto com delicadeza, aproveitando de sua proximidade de meu corpo. — Estava pensando em pôr a mão na massa agora mesmo... — Dizia, pronta para receber uma resposta positiva para o meu avanço, até que...

BANG

Olhava assustada na direção do som, até que aos poucos passava a entender a tragédia que estava acontecendo. Um disparo seguia, atingindo a revolucionária em seu peito. Imediatamente um homem surgia de um dos becos próximos, aparentemente um de seus guardas, pulando na frente de um disparo seguinte e se prontificando para o combate.

— Sim. — Concordava com a cabeça, passando o braço direito por debaixo do tronco da moça, recolhendo suas pernas do chão e apoiando suas costas em meu braço esquerdo. — Vou te tirar daqui. — Diria. Aquilo era importante para mim. De alguma forma, o desejo em salvar uma vida vinha após a retirada de uma.

— Não se preocupe. — Mas a minha movimentação mal se inciaria e já podia perceber a aproximação de três outros homens. "Droga." Viraria rapidamente as costas ao atirador, dessa forma criando uma muralha com as costas, protegendo a moça de possíveis disparos. Em seguida, flexionaria as pernas exageradamente, pronta para um enorme salto que pudesse iniciar a minha movimentação.

— Saiam da minha frente! — Sairia em disparada, chutando o chão com as pernas e lançando o meu corpo para a frente, correndo na direção contrária à do atirador, de forma que pudesse receber possíveis disparos. Correria ao meu máximo, utilizando de minha força e vigor para manter uma velocidade constante pelas ruas, em direção ao local de outrora, onde havia ocorrido aquela reunião dos revolucionários. Lá eles provavelmente seriam capazes de ajudá-la da melhor forma possível.

Se o meu caminho passasse pelo trio, faria minha cauda surgir às minhas costas, esticando-a pouco antes de alcançá-los. A tentativa seria a de avançar por alguma brecha entre eles e, pulando quando chegasse mais próximo, teria o objetivo de passar a cauda em um movimento circular, repentino, de um lado para o outro - como um chicote rasteiro - que visaria atingir com força as pernas de todos os três, desequilibrando-os. Ao fazê-lo, seguiria o meu caminho rapidamente.

Tentaria me recordar do caminho pelo tanto que já tinha olhado e estudado aquele mapa de Kano, além do fato de que já tinha feito aquele percurso em outro momento, buscando refazê-lo da melhor forma possível, e com a maior segurança, evitando atacantes e pessoas suspeitas, passando longe delas em minha corrida. Não pararia para dar atenção a distrações, fazendo o possível para chegar lá o mais breve e segura possível.

— Abram a porta! — Rugiria ao chegar próximo dos portões do que parecia ser um templo. Entraria rapidamente e repousaria o corpo da mulher em alguma superfície segura. — Chame um médico! — Avisaria, assim que chegasse ao que parecia ser a base dos revolucionários, tentando manter a vítima acordada. — Já estamos em segurança, você vai conseguir. — Tentaria dar uma olhada pelo ferimento e encontrar o local em que a bala a tinha atingido, tentando usar dos meus conhecimentos recém-adquiridos para supor algo, mas tentaria não ser muito invasiva em minha observação.






Objetivos
- Aprender Forja, Anatomia, Mecânica, Mecatrônica
- Conseguir um NPC Acompanhante com Condução e Navegação.
- Conseguir seguidores, talvez.
- Finalizar o tesouro que iniciei na aventura passada.
- Fazer alguns serviços.
- Me encontrar com Kenshin e Ryoma, e andar com o Ryoma no meu colo tal qual a imagem a seguir:
Capitulo II: Sonho de Uma Noite de Verão. - Página 6 Spy-X-family-anime-thumb
- Ir pra GL.



Histórico da Aventura
GANHOS

- Perícia Mecatrônica (Post nº 13)
- Perícia Mecânica (Post nº 14)
- Perícia Anatomia (Post nº 15)

PERDAS

-

ALTERAÇÕES

- Berries: ฿31.8150.000 -> ฿31.815.000
Nota Fiscal
- xxx B$ (xx - Post nº 01)
- xxx B$ (xx - Post nº 01)


- Localização: País de Kano

RELAÇÕES


STATUS

PDV: 17.252 (+3.200 Raça) (+20.000 Formas Básicas) = 40.452
STA: 400
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: N/A

DIÁRIO DE BORDO

NOME DO BARCO

Autossuficiência:
Celeridade:
Estrutura:
Durabilidade:
Poder de fogo:

EXPERIÊNCIA

Experiência: 16 posts
Experiência Akuma no mi: 1 posts
Experiência Rokushiki: Não se aplica
Experiência Outro caminho: Não se aplica
Experiência Hakis: Não se aplica

Quantidade de Postagens do(s) Narrador(es): sei lá man

Resumo:

Total sexo




Mini-Ficha
Nome: Samira Evelynne Malkova
Alterego Submundo: N/A
Cargo/Distrito/Salário: Associada/None/2.600.000
Proficiências
História
Criptografia
Investigação
Falsificação
Furtividade
Lógica
Geografia

Qualidades e Defeitos
Qualidades
Versátil
Impassível
Atraente
Destemida
Prodígio
Talentosa
Pau para toda obra
Defeitos
Extravagante
Sonâmbulo
Devassa
Ambição
Teimosa

Profissão
Socialite do Submundo da Arqueologia: +30% em Tesouro; Conhecimento do submundo; Desconto na abertura de estabelecimentos; Desenvolve fama e carreira pública em Arqueologia como se fosse Civil normal.

Estilo de Combate
Artista Marcial
Chicoteadora

Acompanhantes e Seguidores
[Acompanhante]Arthur Chesire: Considera o rapaz o seu irmão mais novo. Tem bastante intimidade com ele, já que passaram grande parte de suas infâncias sendo escravos de um nobre de Sirarossa. A vida dos dois juntos teve muitos altos e baixos, se meteram em muitos bicos para sobreviver desde então. Mas decidiram sair de Illusia juntos e ganhar o mundo de alguma forma.


Akuma no Mi
- Sara Sara no Mi: Model Axolotl

Outro Caminho
N/A

Técnicas
N/A

Haki
N/A

Rokushiki
N/A

Atributos
Força: 1190 (+240 EDC) (+200 Arma) = 1630 Class. 11
Destreza: 715 Class. 7
Acerto: 20 (+240 EDC) = 760 Class. 7
Reflexo: 1 Class. 1
Constituição: 241 (+160 Raça) (+1000 Forma Padrão) = 1401 Class. 10

Agilidade: 380
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: nem se dá ao trabalho
Resistência: 0
Penetração: 0

Cores do Template
fala
roxo
royalblue
blueviolet
hotpink
laranja
fala2
laranja2
sky




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Capitulo II: Sonho de Uma Noite de Verão.

Talvez a mulher não fosse a única a mandar naquele lugar, a pesar de uma aparência um pouco mais rude, o irmão de Limosa parecia andar com tamanha propriedade que facilmente afirmava que ele mandava também no estabelecimento. “Uma administração em duas partes? Ela com os negócios e ele com a segurança?” Pensava caminhando em direção ao quarto que o atendente me guiava.

Após dar as informações para o rapaz, olhava para o aposento escolhido para meu descanso, o lugar de fato era muito bonito, sua arquitetura poderia ser invejado por qualquer pessoa que trabalhasse com hotelaria. - Muito obrigada! Falava fechando a porta e me espreguiçando.

Caminhava pelo local adentrando em meus pensamentos, aquele lugar não poderia comentar nada e nem planejar em voz alta, não sabia quando que aquele usuário de akuma no mi poderia aparecer, mas de fato estava mais esperta, deixar meu olfato em alerta para sentir o cheiro daquele idiota.

Aproximava da janela, onde tinha uma bela vista da noite da cidade, a calmaria da ilha era tamanha, nem parecia quem um grande teatro estava sendo armado, tanto pelo governo quanto pelos revolucionários, eram tantas as dúvidas que vinham em minha cabeça. “Qual tipo de arma eles estão desenvolvendo!” Lembrar das falas dos velhos faziam uma faísca sair de meus olhos, me questionava se essa arma poderia mudar o cursor da guerra no West.

“Esse mar já é podre por si só com a presença do governo, se por algum motivo o governo perder…” Pelo visto o futuro do destino daquele mar estava todo em volta de minha missão. - Descansar, amanha será um longo dia! Levava a minha mão até a janela, observando calmamente as luzes da cidade.

Me afastava indo em direção da cama, onde retirava parte de minha roupa e sapatos, em seguida deitando no local, me encolhia mantendo minhas caudas em volta do meu corpo servindo de cobertura naquela noite. O sono vinha suavemente, a noite seguia tranquila, descansava o suficiente para poder estar disposta para o próximo dia, acordava com o som de alguém me chamando pela porta, o atendente informava que Limosa estava me convocando. - Muito obrigada, logo me prepararei para encontrá-la! Assim me levantava me despreguiçando, balançando todas as minhas caudas, despertando daquele sono gostoso.

Vestia minhas vestes novamente me preparando para poder ter o encontro com o tal grupo, conseguia ver os pés do atendente pela fresta da porta, assim seguia até o lado de fora do local, o rapaz pedia para que o seguisse, acenava positivamente com a cabeça para o mesmo, e assim o seguindo.

Logo mais chegava em um novo aposento, um bem maior do que eu estava alojada, Limosa estava saindo do banho, seminua em minha frente, minha vontade era de com um golpe acabar com a vida daquela mulher, mas não era o momento, e certamente aquela lagarta que ela chama de guarda estava por perto, tentava usar do meu olfato para poder saber onde estaria o mesmo.

- Não se preocupe, tive um bom sono enquanto aguardava! Falava seguindo em direção as cadeiras que a mesma tinha apontado. - De fato tem uma ótima rede de hotelaria… Me sentava cruzando minha perna enquanto me recostava no acento.

Com a invasão do irmão no local, Limosa parecia um pouco alterada, a conversa entre os dois indicava a importância da reunião logo cedo, precisavam transportar algo, e principalmente escondê-lo em algum lugar, o interesse em Zou para eles só aumentou mais ainda, isso me deixava em uma posição confortável para negociação.

- Parece ser uma relação interessante a de vocês! Falava dando um sorriso para descontrair.

- Cede ao pote não é mesmo… Estralava meu dedo me aconchegando mais ainda no meu acento. - Sabe como sou Limosa, não dou nada de graça muito menos sem saber do que se trata… Sei que entrei para poder criar a ligação entre a revolução e Zou, e de fato é uma ilha complicada de se achar, mas quem quer rir, tem de fazer rir, me conte do que se trata de ser transportado, e quem é esse tal Jhonson? Tinha de me empoderar como alguém difícil, mesmo não sendo uma transação verdadeira, não podia entregar as coisas de mão beijada.



Histórico:

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Ryoma
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Endless loneliness, I know that feeling

Talvez não seja. – explodir tudo, botar o hotel no chão só para matar uma pessoa não era muito bom. Chamaria muita atenção, talvez houvessem pistas por aí que ligariam a dupla. Esse plano só tinha problemas, nada fazia ele ser bom pro estilo mais cuidadoso e secreto dos dois, só que na cabeça da garota, aquele plano era espetacular, fazia muito sentido e ainda parecia a única opção válida. Ela só queria queimar algo tão grande pela primeira vez, desejo infantil e idiota que mesmo Boo não conseguia afastar de sua mente. – Mas vamos mesmo assim! Vai dar tudo certo. – ter descansado tão bem foi reconfortante, dando toda a energia que a pequena precisaria nesse dia. O banho, escovar os dentes e colocar novamente as roupas não foi tão demorado, tudo isso aconteceu logo após Boo acordar, conversando com Leo enquanto se limpava e arrumava tudo.

Hoje. Noite. O medo deles é bom, vão deixar as ruas vazias quando escurecer. Aí podemos agir, ninguém vai ser tão idiota e corajoso de sair quando algo ruim começar a acontecer. – tudo isso era dito baixo, apenas para Hiko, mesmo não sendo boa o bastante para esconder sua própria presença ou agir furtivamente, Hany entendia que falar mais baixo e próxima de alguém resolvia muito dos problemas que causavam o vazamento de informações. – Não conheço essas coisas, pode pegar aquilo que achar melhor. Se achar o plano muito idiota, pode deixar que eu faço sozinha, é um negócio meu mesmo. – ela estava completamente séria, não queria um parceiro que estava duvidando do plano dela, mesmo não sendo o melhor, ainda foi algo que a pequena pensou sozinha. Com os caminhos definidos, Boo brevemente afastou-se do loiro, acenando após soltar a mão dele, confirmando positivamente com a cabeça quando escutou suas últimas palavras. Alguém como ela não encontraria Hiko, muito menos lembraria facilmente de um ponto de encontro numa ilha desconhecida. "Aprendeu bem rápido, ele tem potencial. Quem sabe..." O sorriso que ela mostrava após a despedida e os pensamentos logo sumia, voltando para o semblante mais fechado, sério e até um pouco triste tomava conta dela.

A procura por hotéis levou a pequena predadora para lugares estranhos, encontrando acomodações muito superiores ao que estavam ficavam, porém, claramente chamativas. Como o foco era a simplicidade, algo mais escondido, com poucas pessoas que se importariam com eles ou cobrariam um valor abusivo. "Esses parecem bons, vou organizar o lugar e ver quais parecem bons." Boo exploraria bem os hotéis mais simples, checando rapidamente o valor das diárias, se era possível pagar alguns dias ao invés de pagar diariamente num horário fixo, além de dar uma olhada na quantidade e qualidade dos quartos. A privacidade ajudaria um pouco na hora de esconder algumas coisas, precisando ver todos os aspectos mais interessantes que ajudariam a dupla na decisão. A pequena queria apenas algumas opções, três bastavam, três hospedarias simples, tendo uma ruim, a mediana e a melhorzinha delas. "Leo pode decidir qual é melhor, posso explicar essas coisas complicadas pra ele." A cabeça dela também guardaria bem a localização dos locais visitados, checando se existia nome de ruas ou apenas alguma construção/coisas chamativas por perto para usar como referência.

Com a busca terminada, Boo continuaria explorando a cidade, checando lojas, parando na frente delas para analisar os produtos por algum tempo até se cansar e caminhar mais um pouco por aí. Ela não estava procurando nada, apenas queria ver se existiam coisas interessantes num valor aceitável que ela poderia comprar. No máximo, sua cabeça conseguia pensar que precisaria de algo útil e muito letal para matar Byakko e a revolucionária sem muitas dificuldades. Destruir um velho na porrada mostrou que aquele jeito não servia tão bem, mesmo sendo gostosinho para ela, ainda ficava longe de arrancar pedaços e perfurar as presas. Algo que ajudaria nesse processo sem entregar a identidade dela talvez fosse bem útil, Hany não tinha muita ideia do que poderia ser, mas ela sabia que se conseguisse encontrar alguma coisa assim na exploração, com toda certeza pararia para checar, conferindo a qualidade e o preço também, mesmo que não fosse um objeto ou algo semelhante.

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A Selvagem e a Garota-Tubarão



Alek

Tudo parecia tranquilo e provavelmente aquele encontro acabaria na cama, no entanto, o destino tinha outros planos para a protagonista. Tudo aconteceu com velocidade, assim como as ações de Malkova que rapidamente pegou a mulher no colo, colocando seu próprio corpo como forma de proteção, partindo em disparada sem pensar duas vezes. Mais tiros foram escutados, assim como o som do estouro de um combate físico, mostrando que o suposto guarda tinha feito seu papel com maestria. Malkova tentou ser o mais veloz possível, mantendo a constância em seus passos, afinal, ela tinha o vigor necessário para correr por muito mais tempo que qualquer um ali. De qualquer forma, não demorou para que ela dobrasse uma das esquinas, deixando toda aquela confusão para trás.

O destino era simples, não era difícil encontrar referências para encontrar o caminho definitivo. As ruas estavam bem menos movimentadas como supracitado, era possível para a garota ver algumas manchas e poças de sangue espalhadas pelos cantos de Kano, o que indicava que mais pessoas tinham concluído com êxito suas tarefas. Por fim, após o tempo necessário a mulher chegou na rua onde seu destino ficava, não encontrando um mísero ser humano por ali, nem mesmo aquele guarda para qual mostrou a moeda anteriormente. A porta do lugar estava entreaberta e em um movimento bruto ela atravessou a porta, quase quebrando por completo aquela parte da construção.

E o lugar? Completamente vazio, apenas o assobio do vento atravessando as pequenas frestas do lugar era responsável pelos sons existentes no ambiente. Ao observar a mulher, Malkova conseguiu ver que o tiro havia sido feito um pouco acima do coração, algo que claramente colocava a vida da mulher em risco. O líquido rubro da vida vazava como uma pequena nascente, ela estava perdendo muito sangue e precisava de ajuda com velocidade, afinal, cada segundo era importante para sua total recuperação. O que Samira faria sozinha ali? Ela tinha alguns conhecimentos, porém, eram os necessários para cuidar da paciente? Bem, eu acredito que não.

O silêncio foi cortado pelo som dos passos do lado de fora, passos claramente pesados... seriam inimigos? Elas foram perseguidas? Samira teria que enfrentar todo aquele problema com seus próprios punhos? A tensão existente no ambiente caiu pro água quando a figura do guarda apareceu na porta, suas roupas estavam rasgadas, sua face banhada em seu próprio sangue, que jorrava por um ferimento horizontal em sua testa. Um dos seus olhos estavam do tamanho de melão, ele havia lutado e vencido, pelo menos, era o que aparentava – J-já saíram aqui? M-merda. – Falou o homem com dificuldade, enquanto se escotava no canto da porta tentando se manter de pé como podia – Não temos tempo... – Ele se aproximou mancando, era possível ver alguns cortes e furos em sua perna direita –Isso vai ajudá-la momentaneamente. – Ele falou quase sem forças, enquanto deixava seus joelhos tocarem o chão com brutalidade – Preciso de mais um favor. – Disse com um sorriso amarelo em sua face – Pode levá-la até a Senhora Limosa? Na verdade, ao senhor Antony. – Disse o homem aplicando uma espécie de pomada no ferimento da mulher.

A figura masculina então mergulhou seus dedos em seu próprio sangue, que formou uma pequena poça logo abaixo dos seus joelhos – Siga... – Ele estava a cada segunda com menos força, mas seu ímpeto parecia maior que a própria morte – Em linha reta, casa redonda, direita... dragão. – O homem foi falando o caminho e fazendo um desenho no chão com seu próprio sangue, dando total capacidade para que Malkova chegasse até o seu destino – Eles vão ajud... – Ele não conseguiu sequer terminar sua frase ou ao menos se despedir da mulher desacordada no chão. O que Samira faria? Levaria a mulher até outro ponto? Era possível para ela ver que o sangramento havia parado, uma pequena pomada verde-musgo havia sido eficaz.

Caso resolvesse continuar no auxílio daquela figura, ela passaria pelas ruas de Kano que continuavam com o mínimo de movimento possível. As instruções dadas pelo homem eram certeiras, não sendo difícil para Malkova encontrar as referências e se guiar com facilidade até chegar ao seu destino, um prédio em uma das áreas mais luxuosas de toda Kano, tendo um dragão enrolando em toda sua estrutura, sendo a cabeça no topo da construção. Dois armários estavam logo na frente do prédio e no momento que vissem a mulher no colo de Malkova, dariam passagem e um deles a guiaria pelo grande salão interior – bem luxuoso. Aquilo chamava atenção de alguns clientes existentes por ali, mas não parecia ser algo preocupante, a face do próprio segurança dizia que sua única preocupação era o bem estar da mulher. Sem delongas, eles subiriam as escadas com velocidade, até que chegariam a um corredor que mantinha o nível do luxo da construção, tendo algumas flores espalhadas pelas laterais, além dos adornos em ouro e outros minérios nas paredes.

Samira estaria em um lugar completamente diferente e era possível ver alguns metros a sua frente uma figura feminina de cabelos ruivos, que batia duas veze na porta antes que um homem abrisse. Com aquilo, Samira, o segurança e a mulher entravam no quarto onde estavam um número considerável de pessoas, tendo como destaque uma figura feminina de aparência divina, ela parecia ter um número alto de rabos e era claramente uma Selvagem. Uma outra figura extremamente bela estava por ali, sua pele branca e cabelos negros chamavam a atenção também; por fim, um homem que parecia ser o líder dos outros homens que estavam ali dentro se mostrava presente, com uma face um tanto quanto irritada estampada – O que aconteceu? Melinda? – A mulher falou com preocupação – sem ser o Kenshin – se aproximando em passos rápidos de Samira.

PS: Continua lá no final

Kenshin

Toda aquela situação parecia colocar Agatha em uma posição cada vez mais importante, afinal, para sua sorte tudo dependia das suas ações. Como uma raposa astuta que é, não demorou para usufruir da sua posição atual, buscando conseguir ainda mais informações sobre o que estava ocorrendo por baixo dos panos em Kano – Você... – Falou Limosa mordendo seu lábio inferior e trocando rápidos olhares com seu irmão, que parecia estar incomodado com toda aquela situação - Como é algo realmente necessário, irei tentar ser o mais breve possível. - Disse a mulher sentando na cama - Saiba que se isso vazar, lhe matarei com minhas próprias mãos. – Bradou Antony com uma certa raiva em seu olhar e era possível para Harkness sentir que aquele homem não estava para brincadeira, ele realmente não era qualquer um – Existe uma criação dentro da revolução que será capaz de suprimir todo o governo, em resumo, um explosivo concentrado e com capacidade para atingir uma área controlada, evitando riscos para estruturas e vidas ao redor. – Ela começou a falar nitidamente relutante, provavelmente estava escondendo um pouco do jogo, mas passava informações importantes – Isso não foi criado para ser usado aqui, mas sim na Grand Line, onde iremos conseguir mexer realmente com o mundo. Enviamos algumas para lá, mas o problema maior é a fabricação, já que nesse out mar, tudo acaba sendo mais complicado. – Bradou Limosa.

Ela rapidamente foi cortada pelo seu irmão – Existem bases para fabricação, mas pelo que soube os materiais são bem específicos e complicados de transportar. Zou seria um lugar extremamente seguro para isso, dava para fazer tudo longe dos olhos do governo. – Bradou o homem com um olhar sério – Jhonson é nosso pai e uma figura importante no exército. – Ele foi curto e grosso em sua resposta. Aquela conversa tinha tudo para continuar, no entanto, a batida na porta interrompeu toda interação e logo um dos homens de Antony foi verificar do que se tratava. Agatha rapidamente pôde ver uma figura conhecida por ela entrando no lugar, se tratava de Akagi, que estava com roupas típicas de Kano e o cabelo solto, algo bem diferente do que era visto normalmente. Não apenas isso, uma mulher musculosa – mais com sua feminilidade – entrou carregando uma outra figura em seu colo, que claramente abalou o equilíbrio de Limosa e Antony, que ficaram visivelmente preocupados com a situação na qual a mulher se encontrava.


Kenshin e Alek

Samira estava numa sala repleta de figuras estranhas e que pareciam bem preocupadas com o estado da mulher em seus braços – O que aconteceu? Me conte! – Bradou Limosa – a figura bela, além de Agatha – Coloque-a na cama e você! Chame o Jinnin. – Continuou dando espaço para que Malkova colocasse a mulher na cama – Onde está o guarda dela? – Indagou a mulher enquanto tentava fechar o pulso da figura em estado crítico, dando espaço logo em seguida para que a brutamontes pudesse explicar todo o ocorrido.

Akagi ia falar diretamente com Antony – Senhor, parece que temos um problema. Me chamo Akali Von Grann, a senhorita Huang me mandou aqui para lhe avisar sobre isso, mas pelo jeito, algo de ruim já aconteceu. - Akagi falava sem desviar o olhar, ela claramente estava metida com algo... mas aquilo não era o seu papel, o que aconteceu? – Tsc, agora já é tarde! Aqueles merdas realmente nos traíram? – Falou Antony enfurecido, chutando todos os itens que via pela frente – SAIA! SAIA AQUI AGORA! NÃO PRECISAMOS DESSE TIPO DE CRIANCISSES POR AQUI. – Bradou Limosa ainda mais enfurecida que o homem, sendo obedecida com facilidade pelo irmão, que saiu batendo a porta – quase derrubando e pisando com força no solo – IREMOS MATAR TODOS HOJE! – Era possível ouvir seu grito e suas falas no corredor, do lado de fora.

Poucos segundos após tudo isso, um pequeno velhinho com olhos puxados e barba longa chegou no quarto, já rapidamente partindo para cama e abrindo sua maletinha dourada – Desculpe, mas pode me dar um tempo? Esse é um momento extremamente ruim, preciso de alguns minutos. Você, por favor espere aqui também, precisa ser recompensada por isso. – Bradou Limosa em direção a Agatha e todos os presentes na sala (Alek, Kenshin e Akagi). Ao saírem da sala – acompanhadas pelo segurança do lugar – eram levadas até outro quarto existente ali mesmo no corredor, em uma porta na lateral - Você... eu estava procurando por você. - A mulher de cabelos ruivos falou em direção a Malkova - Venham mais para cá, preciso contar algo a você - Falou bem baixinho enquanto caminhava em direção a janela do quarto – um quarto grande, com uma cama de solteiro, uma pequena mesa... tudo com muito luxo.

Akagi então parou e logo começou a dar as explicações necessárias - Vou ser rápida! A senhora Huang tem uma parceria com o Governo, ela relatou tudo o que aconteceu e também o que lhe pediu para fazer, assim que soube que um atentado a Melinda estava sendo planejado. Eu sou do Governo também, uma agente que está se passando por alguém do submundo que obedece ordens de Huang. - Bradou Akagi em direção a Samira - Ela pediu para lhe informar para ter cuidado, a revolução está em guerra com ela mesmo, parece que existe outra facção indo contra as ações da figura de liderança aqui de Kano. - Toda conversa podia ser escutada por Agatha, por conta da sua audição aguçada, ela logo entendia que aquela mulher se tratava de alguém do submundo, assim como a pequena Hany - Eu vou ser sincera, pelo jeito que tudo aconteceu, você estará perto dos figurões em breve e precisamos de você. Tenho uma proposta... está disposta a ouvir? - Akagi era direta e deitava espaço para que Agatha tomasse a frente, isso é, claro a selvagem achasse necessário - Não preciso nem dizer que caso conte isso a alguém, ninguém vai acreditar, certo? - Brincou Akagi.


OBS IMPORTANTE:

Caso Samira não ajude Melinda, ela permaneceria no lugar até que morresse. No caso da brutamontes procurar por um médico, acharia uma simples “curandeira” que abriria a porta da sua casa para ajudá-la, no entanto, faria uso de ervas e outros itens um tanto quanto estranhos, demorando um bom tempo para que tivesse uma resposta.

Sem a chegada de Samira e Melinda, Agatha teria sua reunião interrompida por Akagi, que passaria as informações sobre esse tal atentado e a merda toda que estava prestes a rolar. Ela seria educadamente mandada para fora do quarto junto com Akagi, ficando nesse outro quarto que narrei para vocês. Nesse caso, ela teria tempo hábil para interagir com Akagi e ser informada que ela agora estava trabalhando como uma capanga de Huang, uma figura importante no submundo e que tinha uma parceria com o Governo. Ela seria informada que a revolução estava em pé de guerra e que algumas mortes ocorreram por Kano naquela noite, em suma, de pessoas com algum valor para o Governo/Marinha e Nobreza local.


Ryoma

Boo estava decidida a meter completamente o louco e botar fogo no lugar, mesmo que isso pudesse chamar atenção, eles dariam um jeito e fazer tudo no sigilo. De qualquer forma, ela encontrou tais hotéis e notou uma discrepância considerável nos valores, já que os mais simples custam de 60 até 140 mil por dia – tendo desconto se pagasse a partir de 5 dias de vez; os intermediários estavam na faixa de 150 até 300 mil por dia – sem desconto; e os mais chiques começavam na casa de 1 milhão, não tenho um teto máximo, variando bastante do lugar e da qualidade do quarto. Ela encontrou lugares com discrição em todos os níveis, principalmente nos mais simples, que sequer tinham algum tipo de registro.

De qualquer forma, ao voltar para rua ela notaria uma Kano tranquila, mas era possível ouvir alguns comentários sobre o ocorrido da noite passada, tendo uma real noção que outras pessoas tinham dito êxtito em suas missões. Em sua caminhada ela pode encontrar lojas de roupas dos mais variados tipos, como lojas especializadas em vestidos, kimonos, roupas típicas de outros lugares – como roupas com uma temática semelhante a Alabasta, vinda de Petra Yuni por exemplo. Foi possível para garota avistar inúmeros restaurantes com comidas distintas, lojas de móveis, artes e também armas. Ela encontrou uma loja de tamanho médio e bem construída, que estampava com orgulho em sua vitrine algumas armas que claramente eram boas! Espadas, lanças, machados e armas de fogo, aquela loja parecia ter de tudo. Boo pode encontrar uma loja voltada a gastronomia e itens usados na cozinha, como facas de diferentes tamanhos e cutelos! Por fim, ela pode encontrar uma loja que tinha itens votlados para sobrevivência, como cordas, roupas de exploração, barracas e todo tipo de item que pudesse ser usado por ali.

Por fim – após ter tempo hábil para comprar algo que fosse do seu interesse – ela veria Leo no meio da rua como se estivesse a procurando. Ele carregava dois sacos, sendo que um deles parecia ter uma espécie de galão, enquanto no outro não era possível enxergar o que tinha dentro - E então, achou algo bom para gente? - Indagava o homem assim que se aproximasse de Boo.



Histórico:


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Samira
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Samira
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Ato XVII.



Muitas coisas acabavam acontecendo em uma sequência inumerável de eventos. No final, o que importava era que Melinda estava sob cuidados médicos naquela mansão que seu próprio guarda tinha indicado. O homem parecia ter lutado bravamente, mas chegou a um fim honrado. "Eu nunca faria uma coisa dessas por alguém, pff", pensava agora, com um pouco mais de tempo para refletir os últimos acontecimentos.

Ao repousar Melinda sobre a cama, voltava a minha atenção a quem eu imaginava ser a dona do lugar, talvez a tal senhora Limosa. — Fomos emboscados na rua. Eu corri o máximo que pude para salvá-la. O guarda... Não resistiu. — Resumia a situação. Alguns outros diálogos paralelos aconteciam entre Limosa e outro homem, mas não tinha muita ideia de qual era aquela relação, muito menos sobre o envolvimento da Raposa de Nove Caudas bem ali. "Cosplay maneiro", pensei, tentando vez ou outra olhar para a bunda da mulher e entender onde estavam penduradas aquelas caudas.

Por fim, ao ser chamada em um quarto separado para conversar, uma Akagi explicava algumas questões relacionadas ao acontecido, e incrivelmente aquilo parecia ter grandes ligações com o envolvimento da senhora Huang, por quem eu estava no meio de todo aquele caos. Akagi informava a respeito de alguns conflitos internos entre os revolucionários, e que muito provavel que em breve eu teria acesso aos figurões do exército. — Desembucha. — Responderia, por dentro eu estava bem curiosa a respeito de tudo aquilo, mas por fora tentaria apenas manter uma expressão de "vejo esse tipo de coisa todo dia".

Os olhos, que pulavam de um ponto ao outro do luxuoso quarto durante a conversa, se fixariam na face de Akagi frente a sua última pergunta. Era estúpido que pensasse precisar me alertar qualquer coisa sobre sigilo. Eu estava nesse ramo há tempo demais para tolerar um aviso daqueles de alguém que mal conhecia, e que sequer era minha superior para que eu pudesse ao menos "deixar para lá". — Pula essa parte. Não sou uma novata nos negócios. — Responderia, a expressão fechada e as sobrancelhas franzidas. — Estou ouvindo.

Permaneceria ali, disposta a ouvir a proposta que Akagi me tinha sugerido. Não tinha qualquer intenção de ser rude ou de parecer inacessível, pelo contrário, queria estebelecer muito bem os limites daquela relação profissional, e não deixar que aqueles cães de caça do Governo confundissem o meu profissional com uma intimidade inexistente na relação. Tateando os bolsos, puxaria um cigarro e uma caixa de fósforos. — Posso? — Perguntaria, interrompendo qualquer momento da conversa. Penderia o cigarro entre os lábios, e o acenderia com o fogo riscável do fósforo, caso me fosse permitido o fumo. Do contrário, apenas voltaria a guardar tais itens.

— O que eu ganho com isso? — Perguntaria, caso não tivesse ficado claro na explicação qual parte da proposta seria favorável a mim, ou caso apenas precisasse ouvir muito bem e com todas as palavras.

— Me chamo Samira. — Faria a minha apresentação caso necessário, estendendo a mão para cumprimentar cada uma das envolvidas. Por fim, ficaria à espera de mais instruções e principalmente do contato da senhora Limosa com mais detalhes sobre Melinda.





Objetivos
- Aprender Forja, Anatomia, Mecânica, Mecatrônica
- Conseguir um NPC Acompanhante com Condução e Navegação.
- Conseguir seguidores, talvez.
- Finalizar o tesouro que iniciei na aventura passada.
- Fazer alguns serviços.
- Me encontrar com Kenshin e Ryoma, e andar com o Ryoma no meu colo tal qual a imagem a seguir:
Capitulo II: Sonho de Uma Noite de Verão. - Página 6 Spy-X-family-anime-thumb
- Ir pra GL.



Histórico da Aventura
GANHOS

- Perícia Mecatrônica (Post nº 13)
- Perícia Mecânica (Post nº 14)
- Perícia Anatomia (Post nº 15)


PERDAS

- 1 Cigarro (Post nº 17)
- 1 Fósforo (Post nº 17)

ALTERAÇÕES

- Berries: ฿31.8150.000 -> ฿31.815.000
Nota Fiscal
- xxx B$ (xx - Post nº 01)
- xxx B$ (xx - Post nº 01)


- Localização: País de Kano

RELAÇÕES

Senhora Huang, Melinda, Barto, Senhora Limosa, Akagi Von Grann

STATUS

PDV: 17.252 (+3.200 Raça) (+20.000 Formas Básicas) = 40.452
STA: 400
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: N/A

DIÁRIO DE BORDO

NOME DO BARCO

Autossuficiência:
Celeridade:
Estrutura:
Durabilidade:
Poder de fogo:

EXPERIÊNCIA

Experiência: 17 posts
Experiência Akuma no mi: 1 posts
Experiência Rokushiki: Não se aplica
Experiência Outro caminho: Não se aplica
Experiência Hakis: Não se aplica

Quantidade de Postagens do(s) Narrador(es): sei lá man

Resumo:

Total sexo




Mini-Ficha
Nome: Samira Evelynne Malkova
Alterego Submundo: N/A
Cargo/Distrito/Salário: Associada/None/2.600.000
Proficiências
História
Criptografia
Investigação
Falsificação
Furtividade
Lógica
Geografia

Qualidades e Defeitos
Qualidades
Versátil
Impassível
Atraente
Destemida
Prodígio
Talentosa
Pau para toda obra
Defeitos
Extravagante
Sonâmbulo
Devassa
Ambição
Teimosa

Profissão
Socialite do Submundo da Arqueologia: +30% em Tesouro; Conhecimento do submundo; Desconto na abertura de estabelecimentos; Desenvolve fama e carreira pública em Arqueologia como se fosse Civil normal.

Estilo de Combate
Artista Marcial
Chicoteadora

Acompanhantes e Seguidores
[Acompanhante]Arthur Chesire: Considera o rapaz o seu irmão mais novo. Tem bastante intimidade com ele, já que passaram grande parte de suas infâncias sendo escravos de um nobre de Sirarossa. A vida dos dois juntos teve muitos altos e baixos, se meteram em muitos bicos para sobreviver desde então. Mas decidiram sair de Illusia juntos e ganhar o mundo de alguma forma.


Akuma no Mi
- Sara Sara no Mi: Model Axolotl

Outro Caminho
N/A

Técnicas
N/A

Haki
N/A

Rokushiki
N/A

Atributos
Força: 1190 (+240 EDC) (+200 Arma) = 1630 Class. 11
Destreza: 715 Class. 7
Acerto: 20 (+240 EDC) = 760 Class. 7
Reflexo: 1 Class. 1
Constituição: 241 (+160 Raça) (+1000 Forma Padrão) = 1401 Class. 10

Agilidade: 380
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: nem se dá ao trabalho
Resistência: 0
Penetração: 0

Cores do Template
fala
roxo
royalblue
blueviolet
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laranja
fala2
laranja2
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Ryoma
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Ryoma
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Endless loneliness, I know that feeling

A procura por outro quarto se provou bem interessante. Existiam tantas opções, cada servia para certos tipos de pessoas, nenhuma realmente fugia do padrão rico, pessoas normais e os pobres. "Vamos de pobreza, encaixa melhor no papel." A fala de registros era a melhor parte, Hany com toda certeza marcaria apenas estes que realmente pareciam discretos, salvando em sua cabeça os pontos de referência chamativos para poder retornar até lá quando necessário. Pagar menos que cem mil berries por dia era o ideal, deixaria mais tempo para todas as preparações e também liberaria espaço para gastarem em outras coisas mais importantes. "Vou pegar uma faca, algo assim." Em passos lentos a pequena seguiu rumo a uma das lojas que vendia facas, canivetes e coisas assim. Seu primeiro movimento foi caçar algum canivete branco, simples e que fosse fácil de manusear para uma pessoa do seu tamanho. "Branquinho é bom, preciso de um isqueiro também... Outra faca seria legal, será? Bom, vai te que ser." Com mais algum tempo gasto na busca de outra faca, Boo terminaria escolhendo um cutelo de cabo branco, simples e de tamanho inferior aos para adultos. Junto desses dois itens, se houvessem isqueiros na loja a garota também pegaria um para combinar com as novas aquisições. Nenhum dos novos equipamentos servia para lutar ou matar alguém, Boo os comprou por puro interesse, não tinha nem ideia de como usar. Se a qualquer momento dessas compras a necessidade de apresentar um motivo para levar coisas tão perigosas surgisse, calmamente a garotinha sorriria, dizendo. – Meu irmão pediu, ele saiu para comprar outras coisas! Sou responsável por isso, hoje vou aprender a cozinhar. – diria alegremente, esperando que isso fosse suficiente. Caso não desse certo, restaria para ela aguardar a chegada de Hiko ou apenas entregar o dinheiro e sair andando com tudo na mochila, ignorando qualquer chamado.

As compras seriam finalizadas o mais rápidos possível, deixando Boo livre para ir comer algo, passando em qualquer restaurante, lojinha ou até barraca que oferecesse alimentação rápida. Aguardar muito tempo até algo ser preparado a deixaria incomodada. Seu foco seriam comidas bem simples e rápidas de se fazer, batatinhas, algum lanche, talvez até espetinhos diversos. Não importava muito qual fosse a opção, ela terminaria pegando a mais rápida, pagando sem enrolar, levando um pouco para si mesma e seu parceiro. "Tem que estar bom." Sem tempo para esperar, Boo começaria a devorar sua parte da refeição, caminhando tranquilamente na espera de ser encontrada por Leo, algo que não levou muito tempo. – Peguei algumas opções. – respondeu entre mordidas. – Pega aqui. – entregaria a parte dele dos alimentos, continuando a falar assim que terminou de mastigar. – Tem uns que nem registram, só precisamos pagar mesmo. – ela então explicaria as opções mais baratas e discretas ao agente, esperando que com a ajuda dele fosse possível escolher exatamente onde ficariam. Essas decisões precisam ficar nas mãos de gente responsável. Se mesmo com tudo apresentado ela não conseguisse decidir junto dele as coisas seriam definidas na pura sorte, pensando em todas as opções baratas e então lhe falando números sem explicar muito. Qualquer número escolhido seria o hotel em que ficariam, não importando o quão ruim fosse, ainda seria um dos mais baratos.

Com a decisão feita não restaram muitas opções. Boo acompanharia seu parceiro de volta ao hotel em que estavam se fosse a escolha dele, ou apenas seguiriam até o novo para já reservarem o quarto. – Você que manda, já decidi muita coisa hoje, to cansada. – o cansaço era bem visível, talvez por comer rápido demais ou estar andando por aí, estava complicado para a jovem híbrida pensar muito. O local para onde iriam não importava tanto assim, tudo que a pequena tinha para fazer acabava sendo organizar as coisas, preparar tudo que usariam na destruição e assassinato de Byakko, imaginando que já havia finalizado sua refeição, já deixaria tudo pronto para viagem se estivessem na hospedagem alugada inicialmente. – Peguei uns brinquedinhos, não sei como vai funcionar, mas a parte importante eu resolvo. Quando tudo ficar mais quieto e vazio a parte boa pode começar. Não precisa enrolar, mesmo que eu esteja dentro ainda. – um foguinho não ia matar a poderosa predadora, todo esse teatro terminaria na vitória dela e a destruição de mais um prédio. Triste e irado, coisa de maluco. Até a hora do serviço começar a garota-tubarão cuidaria de ajeitar sua maquiagem se não houvesse feito isso ainda, guardando também tudo que ligava ela a Hany e por fim, brincaria um pouco com as facas novas. Assim que as coisas ficassem quietas, os passos dela levariam-na para a recepção, ou onde Byakko estivesse. Tudo começaria com uma saudação simples, conversar um pouco com ele, talvez até brincar até ter certeza que podia iniciar o plano. E se o mink não estivesse por lá, bem, as chamas começariam do mesmo jeito. Seria até melhor queimar tudo e aguardar a chegada dele sentada na frente do hotel, rindo e brincando com o canivete.

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Capitulo II: Sonho de Uma Noite de Verão.

A reunião seguia de forma bastante interessante, definitivamente eu tinha o controle sobre a situação, claramente isso deixava Limosa em um estado desconfortável, era nítido que a mulher tinha um certo costume em comandar seja lá qual for a situação. "Como puxar os fios de uma marionete!" Pensava ao ver a mulher mordendo o seu lábio inferior.

A mulher estava para falar, o seu irmão ainda tentava me ameaçar, aquilo fazia eu soltar uma risada ao fim da frase do mesmo. - Garoto, não me faça rir… De onde vim, comia crianças como você no café da manhã! Lambia meus lábios enquanto levava meu cotovelo para o braço do assento, onde eu poderia usar de apoio para minha cabeça enquanto escutava o que Limosa tinha a falar.

Da forma que os velhos da noite anterior falavam, esperava que fosse uma arma de destruição em massa, que poderia acabar com o governo, mas se tratava de um grupo de explosivos controlados, o que ainda sim poderia ser perigoso, mas não mostrava tão perigoso assim, ao menos não de imediato. "Para eles conseguirem fazer algo com isso demandaria eles conseguirem adentrar nos principais locais do governo, o que duvido muito que isso possa acontecer tao facilmente." Ser uma arma utilizada em fases a tornava um perigo lento, invadir as principais bases do governo não era um tarefa fácil, e os generais do exército sabiam muito bem disso.

- Interessante… Me mostrava interesse no assunto, não pela arma em si, mas pelas supostas áreas de fabricação de tal armamento. - Uma coisa é o armazenamento, outra é a fabricação, Zou não compactua com qualquer tipo de poluição, logo fábricas não serão implantadas em nossa ilha.

A conversa se seguiu, com a informação de quem se tratava o homem que tinha sido citado anteriormente, isso explicava o porquê eles estarem envolvidos com os revolucionários, o pai era a árvore podre que tinha contaminado aquela família, a final os frutos não costumam cair tão longe da fruteira. "Capturando o pai, poderia tirar o máximo de informações dele!" Tendo a pessoa que era realmente ligada à revolução, poderia matar os dois que estavam à minha frente livremente.

Mas antes que pudesse falar, batiam a porta retirando toda a atenção da reunião, assim que a mesma se abria, conseguia ver algumas figuras, uma delas reconhecia, Akagi, estava diferente, claramente disfarçada, ao seu lado uma mulher musculosa, que chamava a minha atenção, poderia sentir um cheiro diferente vindo dela, era parecido com o cheiro do guarda costas, mas diferente.

A visão certamente chama bastante atenção, principalmente pela dupla de irmãos terem ficado bastante aflitos, quem era a pessoa que estava nos braços da dupla. "Akagi tem alguma coisa haver com isso?" Me questionava me mantendo calma olhando para o corpo da pessoa, ao mesmo tempo bem contente, se Akagi estava ali significava que o plano estava seguindo de forma orgânica, a questão era, quem é a mulher com ela, uma revolucionária?

Toda aquela situação parecia despertar um sentimento de fúria nos irmãos e de urgência, ambos saiam pedindo para que a gente aguardasse, um velho aparecia indo ao leito do corpo onde abria sua maleta. - Um dia movimentado! Soltava balançando a cauda suavemente.

Me levantava calmamente seguindo o segurança até uma outra sala junto com as outras, indo até um aposento um pouco menor, me recostava em uma das paredes do local. Claramente Akagi não me reconhecia em meu disfarce, assim chamando a garota que tinha chegado com ela para um canto, aquilo me fazia questionar mais ainda quem era aquela pessoa?

Mantinha minhas orelhas atenta a conversa que ambas estavam tendo, conforme a garota ia falando, ia esclarecendo o que estava acontecendo, a mulher parecia ser alguém envolvido no submundo da ilha, o que me deixava um pouco mais tranquila naquele recinto, ao menos o que aparentava estávamos entre "amigos" por assim dizer.

Logo mais Akagi dava mais uma informação que chamava bastante atenção, parecia que dentro dos próprios revolucionários da ilha, tinham uma certa rivalidade entre eles, o que era muito benéfico para nós, separados eles eram mais fracos, permitindo que pudéssemos esmagá-los com mais força ainda.

- As paredes têm ouvidos… Falava ao perceber uma chance para poder entrar na conversa, esperava que Akagi reconhecesse minha voz.

Me aproximava mostrando todas as minhas nove caudas para que ficasse claro para a garota quem eu era. - Ou melhor, coisas perto das paredes tem ouvidos… Parava bem próxima de ambas as garotas.

- Muito prazer Samira. Dava uma pausa com um sorriso para a garota. - Por hora me chame de Sith, os ganhos dos membros do submundo são os acordos de sempre, mas diferente de alguns creio que possamos fazer um trato interessante, sinto um cheiro peculiar vindo de você, e meu olfato não engana, mas para um determinado trato eu preciso saber, esta ao lado da revolução ou do governo!? colocava a mão em minha cintura aguardando a sim as falas tanto de Akagi quanto da Samira.



Histórico:

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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A Selvagem e a Garota-Tubarão



Alek e Kenshin


Agatha conseguiu algumas informações importantes sobre os planos da revolução, mas, será que a tal arma era unicamente um explosivo controlado? Ela podia confiar de corpo e alma nas palavras ouvidas? Será que não haviam omitido um fator importante na confecção daquele explosivo? Bem, essas eram questões que podiam surgir em sua mente e que ela não encontraria respostas naquele momento. De qualquer forma, a presença de Akagi mostrou que tudo estava indo bem e de forma orgânica, ela e seu grupo avançavam pouco a pouco nas entranhas nefastas existentes em Kano.

Samira estava presente e agora imersa em toda aquela confusão, já que sua “chefe” – vamos chamá-la assim – se mostrava uma adepta ao governo, pelo menos, em prol dos seus próprios benefícios. Akali – Akagi se apresentou com um nome diferente – explicou um pouco da trama por trás da chefe de Samira, citando claramente que ela tinha um acordo com o Governo e, pelo jeito, estava ajudando contra os revolucionários. Akali – Akagi – não teve tempo de continuar  e ouviu uma voz que conhecia há muito tempo. Sua expressão se manteve inerte ao acontecimento, ela não queria revelar para Malkova que já conhecia aquela raposa.

A ruiva se manteve em silêncio e escutou as palavras da selvagem com atenção, como se fosse algo novo para ela também. Agatha claramente queria usar Samira, afinal, ela parecia ter ligação com as figuras importantes por trás de toda a trama. Entretanto, para que aquela conversa pudesse continuar, Samira teria que responder uma pergunta de suma importância, algo com capacidade de estourar uma verdadeira batalha entre duas figuras imponentes naquele lugar. Malkova estava do lado da revolução? Ela apoiava o governo? Ou será que existia uma terceira opção?

O odor do cigarro se espalhava pelo ambiente com velocidade, o que fazia Akagi abrir a janela do quarto e deixando que a brisa da noite levasse aquele cheiro. Agatha continuava por ali aguardando a resposta e nenhum som parecia vir do corredor, pelo jeito, as figuras lá fora ainda estavam preocupadas com a vida de Melinda.


Ryoma


A pequena Boo se interessava por algumas coisas e realizou uma pequena compra, adquirindo um canivete branco, um cutelo e cabo branco e também um pequeno isqueiro, que provavelmente seria usado para atear fogo para todos os lados. De qualquer modo, nenhum problema ocorreu no processo de compra, sendo bem fácil para ela adquirir aqueles itens e lgo encontrando com Hiko. A garota não demorou para encontrar uma pequena barraquinha na lateral da rua, que contava com alguns salgados oferecidos em pequenas porções. O valor acabou sendo bem em conta, com certeza era um lugar para voltar em outro momento. E o sabor? Maravilhoso, os salgados eram variados e derretiam na boca da garota, que sentia o sabor da massa e dos recheios – frango, carne e queijo e presunto.

Não demorou para que ela encontrasse com Hiko e oferecesse a comida, que foi aceita pelo homem que parecia com fome e logo devorava uma das porções - Obrigado, está uma delícia. - Comentou enquanto caminhava lentamente, esperando a resposta da pequena Boo - Entendo, então temos muitas opções e bem, melhor ficar no baratinho mesmo. - Falou o homem em meio as mordidas e mastigadas - Agora que sabemos onde ficar, podemos voltar ao Hotel onde Byakko está. - Concluiu Hiko (Leo) aumentando o ritmo dos seus passos rumo ao destino.

Não demorou muito para que chegassem lá, a recepção estava vazia e eles conseguiram com facilidade retornar ao quarto, pelo jeito, aquele lugar não contava com a presença de muitos clientes. O quarto estava tranquilo como sempre, pelo menos, era o que eles visualizavam inicialmente. No primeiro momento a dupla apenas descansou e em seguida Hany voltou suas atenções para maquiagem, refazendo cada pequena parte do seu disfarce enquanto deixava o tempo passar. O tédio era a companhia da dupla, já que Leo passava a maior parte do tempo deitado em uma das camas com uma expressão pensativa, talvez, estivesse tentando chegar a uma conclusão com o assunto da noite passada.

Bem, em determinado ponto a noite foi dando suas caras novamente – e nesse momento Leo saiu do quarto com os itens para atear fogo em tudo, desejando boa sorte para a pequena -  e a pequena passou a brincar com as novas facas, vendo que não tinha muito tato para aquele tipo de arma. Entretanto, algo que realmente chamou atenção da menina foi a existência de alguns pelos brancos e pretos no canto do quarto, isso podia ser normal? Sim! Talvez ela não tenha reparado? Claro, isso era possível, no entanto, os pequenos pelos estavam espalhados por outros lugares do quarto, como se um felino daquela pelagem tivesse caminhado por ali recentemente.

Estranho ou não, ela estava pronta para finalizar com tudo aquilo e logo partiu em procura do felino, encontrando-o na recepção do lugar... como se estivesse esperando por ela – Achou que seria fácil assim? Achou mesmo que eu não iria reconhecer um dos homens de Kevin? Só não pensei que ele mandaria uma criança fazer o serviço. – As palavras do felino eram claras, ele mostrava que havia sacado o plano de Kevin e estava pronto para enfrentar Hany de frente – Já tem um tempo que não sujo minhas mãos, mas tudo bem, faz parte. – Falou contraindo seus dedos e deixando suas garras afiadas darem as caras. Ele avançou subitamente em direção a Hany em alta velocidade, desferindo uma sequência de golpes diagonais com suas garras – de cima para baixo – que estavam revestidas com uma espécie de eletricidade.

No momento em que o combate começou, o fogo também se iniciou com velocidade, vindo da parte interior da pousada e também da saída principal - Ela falhou?- Questionou o homem em meio aos ataques.


Histórico:


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Ato XVIII.



— Prazer, Sith. — Soltava, baixinho. Meu olhar pesava de vez em quando, abaixando para ver as formas de seu corpo, tendo dificuldade em prestar atenção no que ela estava de fato falando. Ela dizia algo a respeito dos meus ganhos naquele esquema, e que seriam os mesmos que a maior parte dos acordos que eram feitos entre membros do governo e o povo do submundo. Por fim, ela parecia ter dúvida com algo que tomava uma relevância bem grande, ao que tudo indicava até mesmo pela maneira como Akali esperou a resposta.

— mfufu — Uma risadinha me escapava pelo canto dos lábios. — Sendo completamente sincera, para mim no governo só tem corrupto fodido. — Diria, pensando um pouco na forma como aquelas pessoas estavam realizando negociações provavelmente de longo prazo com o submundo. Se isso não era uma corrupção descabida eu não sabia o que era. — E nos revolucionários só tem marginal leproso. — Gesticularia com as mãos, de um lado de meu tronco colocava uma palma na horizontal, e do outro permaneceria a outra, como dois pratos de uma balança. — Você pergunta de que lado eu estou nessa sujeira? — Movia ambas as palmas das mãos uma contra a outra, chocando-as em frente ao meu peito, e então entrelançando os seus dedos para então apontar para mim mesma com o polegar.

— Eu estou do MEU lado. Na MINHA sujeira. — Diria, assertivamente. Me causava quase que uma certa indignação a lógica de que só haviam esses dois lados disponíveis para escolha. — As minhas ambições são muito maiores.

— Então... Von Gran. — Viraria-me para a moça ruiva, desviando o olhar rapidamente para um possível decote. — O que vocês, corruptos fodidos, querem que eu faça? — Sorriria.





Objetivos
- Aprender Forja, Anatomia, Mecânica, Mecatrônica
- Conseguir um NPC Acompanhante com Condução e Navegação.
- Conseguir seguidores, talvez.
- Finalizar o tesouro que iniciei na aventura passada.
- Fazer alguns serviços.
- Me encontrar com Kenshin e Ryoma, e andar com o Ryoma no meu colo tal qual a imagem a seguir:
Capitulo II: Sonho de Uma Noite de Verão. - Página 6 Spy-X-family-anime-thumb
- Ir pra GL.



Histórico da Aventura
GANHOS

- Perícia Mecatrônica (Post nº 13)
- Perícia Mecânica (Post nº 14)
- Perícia Anatomia (Post nº 15)


PERDAS

- 1 Cigarro (Post nº 17)
- 1 Fósforo (Post nº 17)

ALTERAÇÕES

- Berries: ฿31.8150.000 -> ฿31.815.000
Nota Fiscal
- xxx B$ (xx - Post nº 01)
- xxx B$ (xx - Post nº 01)


- Localização: País de Kano

RELAÇÕES

Senhora Huang, Melinda, Barto, Senhora Limosa, Akagi Von Grann

STATUS

PDV: 17.252 (+3.200 Raça) (+20.000 Formas Básicas) = 40.452
STA: 400
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: N/A

DIÁRIO DE BORDO

NOME DO BARCO

Autossuficiência:
Celeridade:
Estrutura:
Durabilidade:
Poder de fogo:

EXPERIÊNCIA

Experiência: 18 posts
Experiência Akuma no mi: 1 posts
Experiência Rokushiki: Não se aplica
Experiência Outro caminho: Não se aplica
Experiência Hakis: Não se aplica

Quantidade de Postagens do(s) Narrador(es): sei lá man

Resumo:

Total sexo




Mini-Ficha
Nome: Samira Evelynne Malkova
Alterego Submundo: N/A
Cargo/Distrito/Salário: Associada/None/2.600.000
Proficiências
História
Criptografia
Investigação
Falsificação
Furtividade
Lógica
Geografia

Qualidades e Defeitos
Qualidades
Versátil
Impassível
Atraente
Destemida
Prodígio
Talentosa
Pau para toda obra
Defeitos
Extravagante
Sonâmbulo
Devassa
Ambição
Teimosa

Profissão
Socialite do Submundo da Arqueologia: +30% em Tesouro; Conhecimento do submundo; Desconto na abertura de estabelecimentos; Desenvolve fama e carreira pública em Arqueologia como se fosse Civil normal.

Estilo de Combate
Artista Marcial
Chicoteadora

Acompanhantes e Seguidores
[Acompanhante]Arthur Chesire: Considera o rapaz o seu irmão mais novo. Tem bastante intimidade com ele, já que passaram grande parte de suas infâncias sendo escravos de um nobre de Sirarossa. A vida dos dois juntos teve muitos altos e baixos, se meteram em muitos bicos para sobreviver desde então. Mas decidiram sair de Illusia juntos e ganhar o mundo de alguma forma.


Akuma no Mi
- Sara Sara no Mi: Model Axolotl

Outro Caminho
N/A

Técnicas
N/A

Haki
N/A

Rokushiki
N/A

Atributos
Força: 1190 (+240 EDC) (+200 Arma) = 1630 Class. 11
Destreza: 715 Class. 7
Acerto: 20 (+240 EDC) = 760 Class. 7
Reflexo: 1 Class. 1
Constituição: 241 (+160 Raça) (+1000 Forma Padrão) = 1401 Class. 10

Agilidade: 380
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: nem se dá ao trabalho
Resistência: 0
Penetração: 0

Cores do Template
fala
roxo
royalblue
blueviolet
hotpink
laranja
fala2
laranja2
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Ryoma
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Ryoma
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Endless loneliness, I know that feeling

Era estranho, as poucas experiências que Hany teve nas duas ilhas que passou só lhe mostraram o quanto as barraquinhas de rua valiam. Restaurantes são bem caros, existem muitos humanos irritadinhos e muitas vezes nem deixam uma garota-peixe entrar. As barriquinhas são perfeitas, pequenas e rápidas no serviço, além de ser na rua, onde ninguém tem muita coragem de falar merda sem levar um soco, ainda mais em Kano. Como a primeira refeição do dia estava garantida, Boo já não teve muito mais para se preocupar, suas compras haviam terminado e a espera para encontrar Hiko novamente não foi longa. Seus novos equipamentos não tinham o melhor encaixe no estilo de luta dela, talvez nem funcionassem como armas, mas pareciam tão bons só de os olhar que ela simplesmente não conseguiu deixar essa oportunidade passar.

Bem, bom... É incrível que seja de rua. – muitos restaurantes não teriam aquela qualidade, sentir os salgados derretendo e ainda ter toda essa experiência junto de Leo, parecia até melhor. Comer com amigos, passar por coisas juntos e até ter o mesmo sentimento é algo que a pequena pouco passou nos últimos anos. Amigos, ou até colegas de trabalho, não tinham muitos. – Imaginei, não somos ricos, não devemos nos passar como um. – o pouco que ela conseguisse economizar ajudaria no pagamento da dívida, então mesmo que a vontade dela fosse pegar o mais caro, descansar na melhor cama, comer da melhor comida, Hany não tinha o direito de usufruir disso até conseguir muita grana, dinheiro suficiente para não precisar nem olhar se tinha o bastante no banco. "Vamos chegar lá um dia, certeza." Lentamente a pequena ia comendo, pensando e guardando as coisas que não usaria no momento, deixando o canivete num bolso interno acessível das vestes, assim como o cutelo, que precisava ficar escondido, porém, fácil de alcançar se necessário. A parte traz dela, por baixo das vestes foi o esconderijo do cutelo.

O retorno ao hotel foi breve, as coisas estavam tão definidas que ninguém precisou dizer nada durante o caminho. Boo tinha um serviço para cumprir, mesmo sem informações, precisava fazer isso hoje e da forma mais tranquila possível. Por sorte tudo seguiu bem, terminando com a dupla no quarto aguardando a noite, ou o retorno de Byakko. "Matar ele... É, ele me lembra algum animal, espero que seja dos fracos." Com Leo partindo e algum tempo de espera, Boo partiu do quarto sem nem mesmo ligar para os pelos brancos, algo que ela simplesmente não viu ou sentiu com seus pés. Um erro bobo, algo normal para uma pessoa que lembrava muito crianças pequenininhas. Estranhamente a surpresa que Hany sentiu não fazia muito sentido. Não era como se ela ou Leo estivessem tomando cuidado, falando baixou ou vigiando os movimentos no hotel. Eles entraram ali e acreditaram estarem protegidos, em segredo. Ambos erraram, infelizmente quem mais pagaria seria a pequena Boo. – Oh... É, não pensei em ter dificuldades aqui, erro meu. – o desafio a divertia. A chance de morrer no fogo junto dele existia, mas quem se importava com isso mesmo?

Os ataques, bem... Boo não tinha intenção de levar golpes como aqueles, ela se orgulhava do quão bem evitava golpes usando só sua velocidade e os movimentos fluidos do corpo. Com calma ela seguiria a mesma ideia de esquiva de sempre, muitos inimigos poderosos caíram nisso: saltar para longe, seja para os lados, atrás e as diagonais. Mover o corpo para longe do golpe especifico, afastando a cabeça, o tronco de leve para trás/lados e coisas do tipo. A última opção seria usar alguma das mãos para alterar a direção das garrafas, empurrando o membro usado pelo oponente para alguma direção onde o corpo dela não fosse ser acertado. Essa estratégia permaneceria mesmo quando ela estivesse avançando para atacar, parando ataques em que o lado perdedor claramente fosse o dela, usando das táticas defensivas na tentativa de ganhar alguma vantagem de distância ou posicionamento, criando aberturas na defesa do mink.

As chamas provavelmente tomariam conta do lugar rapidamente, Hany tinha pouco tempo para ganhar aquilo sem ser queimada no processo. O mink era quem mais teria problemas, aqueles pelos, o calor e a fumaça provavelmente foderiam com a vida dele, não que a garota-peixe soubesse disso. Ela estava mais preocupada em sorrir e avançar, manter-se perto de Byakko. Sua ideia de ataque estava focada em o manter no prédio a qualquer custo. Não importava o momento, Boo avançaria contra ele se o mesmo estivesse tentando escapar do lugar, usando do próprio corpo para impedir que ele fosse longe, puxando por suas vestes, rabo, braços ou pernas se necessário. Além disso, Boo também tentaria golpear o mink algumas vezes, quando a oportunidade fosse interessante. A pequena predadora faria ataques simples, chutar as pernas do felino lateralmente, os joelhos ou tornozelos dependendo do quão complicado e alto ele fosse. Pisar nos pés dele, realizar rasteiras, joelhadas ou chutes nas partes íntimas dele também soava interessante na cabeça dela. Os braços serviriam mais de apoio, segurando Byakko para que os golpes alcançassem o alvo, ou criando uma base no chão para ela conseguir chutar, além de os usar para bloquear ataques que pudessem atrapalhar sua investida.

As novas compras teriam uso se a oportunidade surgisse em algum momento. Qualquer abertura interessante para algum corte seria respondida numa puxada do cutelo, cravando ele na parte mais fácil do mink, seguindo com mais chutes, joelhadas e cabeçadas se necessário. O estilo mais livre dela usaria até mesmo de objetos encontrados no próprio hotel, bater com uma cadeira nas costas do mink, derrubar estantes ou o empurrar contra algo para facilitar que outros ataques conectassem. Em momento algum Hany pararia de avançar, a todo momento sua intenção era deixar Byakko preso, sem saída e até com medo de morrer. Situações assim sempre a favorecem. – É um bom momento para você desistir, gatinho. – a morte dele era certa, nenhum presa fugiu dela até então, essa não seria a primeira.

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Capitulo II: Sonho de Uma Noite de Verão.

Com o tempo passando o odor do cigarro ia infestando o ar do local, a recepção da mulher não fora de resistência perante minhas falas ou tão pouco a minha presença por ali, quase como se ela não temesse quaisquer consequências que possam a vir ser aplicadas pelas conversas daquela sala. “Que mulher interessante!” Analisava a postura da mesma, certamente era alguém que eu deveria estar mais de olho.

Mas antes de afirmar um acordo com a mesma, precisava saber as intenções da mulher, ela podia ser alguém do submundo, mas eu poderia confiar nela? Até agora apenas Hany tinha minha total confiança. “Hany…” Não tinha conseguido noticias da garota tinha um tempo, esperava que a mesma estivesse bem e que sua parte no plano estivesse seguindo nos conformes.

Mas esse não era o assunto, Samira estava a minha frente, e dava uma resposta bastante ousada, mas certeira. - Hahaha Mama… Soltava uma pequena gargalhada ao escutar oque ela falava sobre o governo e os revolucionários. - Temos opiniões que não são tão divergentes o quanto pensei… Balançava minhas caudas ao sentir a brisa do vento que adentrava pela janela.

- Eu seria uma tola, se negasse ou se ficasse com raiva por uma afirmativa dessas sobre o governo. Me aproximava mais um pouco da janela para poder observar o lado de fora. - Mas tem uma fala sua que me chamou a atenção, lutar pela minha “sujeira”, ou você é realmente forte, ou uma tola. Virava meu rosto em sua direção dando um sorriso de canto de rosto.

- Mas seu cheiro não é de tola, então presumo que deva ser forte, e a força me agrada, e a ambição nada mais é do que a vontade de sua força sendo expressada, o governo é falho de certas maneiras, mas isso porque o poder está nas mãos de cinco pessoas que não sabem oque estão fazendo. Pausava olhando na direção da Akagi.

- E não me venha com hipocrisia, sei do que estou falando, olha esse mar, olha essa ilha, cinco cabeças que não serviram para limpar um único mar… Eu tinha minha devoção para com o governo, meu dever para com o mesmo, mas não podia negar que aqueles que governavam, certamente não sabiam oque estava fazendo.

- E dito tudo isso… Parece que não está contente com seus chefes e nem eu com os meus, não sei você, mas sinto uma oportunidade, e não é das pequenas. Dava um sorriso malicioso na direção de Samira, esperava que ela estava entendendo aonde eu queria chegar.

- Bom, mas antes de eu poder fazer um trato benéfico para nós duas, tenho de finalizar meu trabalho atual, acabar com a revolução dessa ilha, se eu conseguir isso, e nos auxiliarmos em nossos trabalhos, creio que podemos no futuro criar uma aliança, mas não uma aliança governo submundo e sim uma aliança Agatha e Samira. Dava uma pausa, lembrando que não tinha falado meu nome verdadeiro para ela.

- Meus modos… Me aproximava da garota indo até seu ouvido. - Me chamo Agatha Hakness… Me afastava olhando nos olhos da garota com um sorriso em seguida me afastando. - Seguirei com meus afazeres, tenho de retirar mais informações desse lugar, e capturar o pai desses idiotas, se forem ficar seria um evento bem interessante de se ver, caso contrario, espero ver você em outro momento! Assim dava margem para que as duas pudessem seguir para seus afazeres, e esperava pela volta da dupla dinâmica.



Histórico:

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Capitulo II: Sonho de Uma Noite de Verão. - Página 6 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022