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Capitulo II: Sonho de Uma Noite de Verão.


Aqui ocorrerá a aventura da Agente Agatha Baronesa e da Civil
Hany G. Drezat. A qual não possui narrador definido.
Kenshin
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Capitulo II: Sonho de Uma Noite de Verão.

Confiança provavelmente seria a frase que definiria meu estado atual, ao sair da sala do agente, olhava atentamente para a tempestade que caía do lado de fora da embarcação. "Mais um passo dado!" Pensava dando um pequeno sorriso no canto do rosto. O fator de agora ser uma agente sênior mudava as coisas de perspectiva, acima de mim naquele mar apenas a diretora.

- Como nos treinamentos do Coven, serei implacável! Falava voltando a caminhar pela embarcação.

A missão de erradicar com os revolucionários em Kano estava toda em minhas mãos, com as informações que Akagi tinha me passado, não seria uma tarefa simples de se realizar. "Vamos ter que nos infiltrar…" Não sabia ao certo quantos revolucionários estavam na ilha, apenas que o alvo deles era o governo mundial e não o da ilha, o que vinha a fazer sentido com a tentativa de invasão com ilhas aliadas ao governo mundial..

Sabia que o trunfo poderia ser ali, bolar um plano se infiltrando nas várias castas que existiam na ilha, para encontrar aqueles que eram contrários ao governo mundial, assim como em sirarossa provavelmente essa ilha deve ter nobres que estão articulando com os revolucionários. "Para acabar com um precisaremos acabar com todos de uma vez!" Começava a ficar um pouco ansiosa, a pesar de saber bastante da ilha, era um ambiente completamente novo, pessoas novas manter uma rede de informações vai ser uma tarefa árdua.

Conforme caminhava, batia com meu dedo indicador direito em minha perna, minhas caudas balançavam agitadas enquanto me perdia em meus pensamentos com o que estava por vir. - Preciso reunir todos, e ter um plano traçado antes de chegarmos na ilha! falava para mim mesma levando meus olhos para o chão da embarcação.

Mas assim, não era tempo de me perder em meus pensamentos, levantava a cabeça e precisava ir de encontro com Alex, certamente ele conseguira juntar o necessário para a reunião. - Alex! Falaria assim que encontrasse o rapaz, olhando diretamente em seus olhos manteria meu semblante sério como de costume se tratando de missões.

- Vamos precisar reunir a mesma equipe da última missão! Falava dando uns passos para o lado, tentando ter uma vista melhor do mar em meio a tempestade. - Uma sala que esteja vazia para que possamos ter uma reunião, oque tenho em mente precisará de discrição! Dava uma pausa levando minha mão direita ao meu queixo dando uma pequena coçada com o indicador.

- Por favor chame a Hany ela será um elo bem importante para essa missão, e se possível um mapa de Kano será bastante importante! Balançava minhas caudas calmamente, já estava mais tranquila e decidida do que realizaria na missão, ao menos como iniciar.

Caso Alex informar uma sala que pudesse ser usada para a reunião, seguiria diretamente para ela, organizando o local para o debate com a equipe, mas caso o mesmo não tivesse anda em mente, procuraria junto do mesmo por alguma sala vazia pela embarcação e logo em seguida o liberaria para buscar os demais agente e Hany para a missão e aguardaria no local organizando meus pensamentos para poder bolar o plano.



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Capitulo II: Sonho de Uma Noite de Verão. J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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O momento de organizar os pensamentos e focar no andamento do plano era este. Akagi estava bem ali e já escutou sobre a ajuda com as roupas. Com palavras diretas Hany conseguiu ao menos caminhar com a ruiva para longe das pessoas, infelizmente a falta de conhecimento da garota-peixe a faria ir direto pro quarto em que ficariam. – Lá deve ser melhor falar, não conheço bem esse lugar. – os grandes olhos da garota observavam a movimentação na embarcação, era um ambiente tão diferente que ela simplesmente não esperava aprender sobre todas as salas e regiões que existiam nele. "Ela é amiga da Agatha, deve saber um lugar bom se o quarto estiver ruim." Os passos da adolescente seguiram sua mais nova companheira ruiva se preciso, aproveitando este momento para voltar um pouco de atenção à sua cauda, basicamente a trazendo para dentro do corpo, ou simplesmente a escondendo de modo que a atenção não seria chamada tão fácil assim. A parte peixe ainda existia, mas assim como os dentes, Hany conseguia escolher quando as mostrar, provavelmente por ser apenas parte e não uma garota-peixe completa.

Se esconder é horrível, mesmo para uma criança tão animada, receber tantos olhares a incomodava lá fundo, mas não era muito. "É só por um tempo." A falta do que fazer acabou levando o braço direito até a boca da pequena Hany, mordendo ele para desviar pensamentos irritantes, focando no que realmente importava, que eram as mordidas e sua própria satisfação. – Vem sendo divertido, pensei que o governa estaria cheio de gente irritante e odeia os outros só por ver algo diferente neles, se só existisse gente assim eu ia acabar estragando tudo. – caçar cada um dos vermes até não sobrar um, provavelmente terminando como uma procurada, talvez até sendo presa, não pareceu o melhor plano, ainda mais se isso desse problema para a raposinha no futuro, para a garota-peixe ela acabou sendo a melhor maneira de controlar os impulsos sanguinários. – Foda, é bem bom ter uma parceira. – arrumar problema para outras pessoas, principalmente mais próximas a incomodava muito. Foi algo que ela fez com sua mãe, não gostaria que qualquer outro sofresse com a sua presença ou ações. – Akagi! O quarto, onde é que fica? – obviamente até o momento atual Hany estaria andando sem nem saber onde deveria ir, parando para questionar a ruiva depois de algum tempo.

As mordidas continuaram até então, era um trabalho longo e trabalhoso, aproveitando cada mordida, toda a dor e a calma que elas traziam. A garota-tubarão acabou com a seção de mordidas quando a sede tomou conta, largando isso para beber um pouco de água, dois goles que resolveria o problema facilmente. – A raposinha ta demorando. – comentava, esperando chegar no quarto para deitar na cama de leve e dar tempo da ruiva poder falar e ajudar na situação em que estavam. Tudo seria definido com Agatha, muito por isso a pequena não se esforçou tanto assim, sua ideia era achar Akagi e conversar um pouco sobre as tais roupas, nada mais. "Já tô me sentindo cansada, parece que isso nunca muda." Respirava fundo, fechando os olhos com pouca vontade de se erguer no momento, camas boas tinham esse efeito nela, algo sobrenatural que simplesmente a prendia num local confortável para dormir. "Que vida boa." Do nada Hany começou a sorrir, até mesmo rindo baixinho enquanto levava a mão direita até o rosto, tudo parecia quase como um sonho.

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A Selvagem e a Garota-Tubarão



Ryoma e Kenshin

O começo da nova aventura daquela dupla inusitada tinha seu início com calma, bem, não tanta por conta da tempestade que caía do lado de fora daquela embarcação. A pequena Hany tinha encontrado a ruiva citada por Agatha, que a ajudou com tudo que foi necessário, dando-lhe um par de roupas novas que a faria passar um tanto quanto despercebida por Kano, mesmo que as vestimentas não fossem da melhor qualidade - Essas[ são as únicas que cabem em você, acho que dá para esconder um pouco as suas particularidades, mas me lembre de melhorar isso em Kano, se precisar de algo melhor. - Falou a mulher com um sorriso no rosto, entregando uma roupa simples e bem fiel a imagem. Não demorou para que ela fosse levada até o quarto e lá esperasse pela selvagem, dando algumas mordiscadas enquanto a ansiedade tomava conta do seu corpo. Não apenas isso, naquele quarto de tamanho mediano existia uma cama simples, dois armários presos na parede e uma escrivaninha, mas tudo estava bem vazio e sem nada útil para passar o tempo. Hany podia sentir o navio sendo jogado de um lado ao outro, enquanto podia observar a forte tempestade pela pequena janela redonda existente, por onde passavam os clarões causados pelos relâmpagos.

Agatha estava não muito longe dali e notava a dificuldade que era caminhar pelo ambiente, o barco se mexia com ferocidade, ele era jogado de um lado para o outro pela forte tempestade. A água fria acertava seu corpo, afinal, a janela por onde ela olhava estava aberta. Alguns pingos capazes de incomodar seu corpo, pela velocidade que eram trazidos até a selvagem, pela ventania intensa que fomentava o clima. O odor salgado era algo claro desde o primeiro momento, assim como o cheiro de madeira molhada que vinha da própria embarcação, não era algo ruim, mas sim algo bem único encontrado em viagens. O céu escuro por conta das densas nuvens cinzas, ficavam claros pelos relâmpagos e logo em seguida eram acompanhados pelos estrondos no céu, ocasionado pelos trovões que pareciam se espalhar por cada pedacinho daquele mar revolto - Agatha o que está fazendo aí? - Falou Alex momentos antes da mulher ser capaz de chamá-lo, era ele o responsável por trazê-la de volta ao mundo real - Certo, deixe comigo! Tem uma sala seguindo esse corredor, segunda porta. - Apontou o homem para o estreito corredor onde estavam, mas para Agatha – dado seu físico esbelto – era capaz de caminhar com certa facilidade.

No caminho até a sala ela encontrou alguns cômodos repleto de marinheiros e agentes, conversavam com tranquilidade e alguns até pareciam estarem jogando algumas cartas. A sala não era tão grande, certamente iria caber todos os componentes daquela missão, porém, não mais que isso. Ela estava repleto de livros simples, alguns citavam a geografia do West Blue, enquanto outros pareciam contar histórias reais e fictícias. O cheiro liberado pelo lugar indicava que há muito tempo ele não era usado, algo que poderia irritar o nariz dos mais sensíveis; uma janela retangular existia entre as estantes presas nas paredes de madeira e era possível para Agatha ver que até mesmo os livros estavam presos, por alguns pequenos itens metálicos, pelo jeito o navio era bem preparado para enfrentar as piores adversidades possíveis.

Não demorou para que o grupo fosse chegando, um de cada vez: Laila, Leo, Luna, Alex e ficou faltando apenas Akagi e Hany. Falando neles, a responsável por ir até a garota foi a própria Akagi, que não tardou a chegar até o quarto e chamar a pequena garota-tubarão, falando que Agatha estava a chamando para acertar alguns pontos do plano que teria início em Kano. Enfim, após poucos minutos as duas que faltavam acabavam chegando por ali também, dando a liberdade para que Agatha pudesse começar sua reunião. O único problema daquilo era que a selvagem não teria muito tempo, já que qualquer um que olhasse pela janela conseguiria ver que a Ilha destino estava próxima, tendo no máximo 15 minutos até chegarem no lugar.


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Kenshin
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Capitulo II: Sonho de Uma Noite de Verão.

A tempestade parecia estar fora de controle, a água que vinha da janela batia em meu corpo, tão gelada quanto as águas de uma ilha de inverno, e tão forte como se um tritão estivesse disparando em minha direção. “Dizem que depois da tempestade vem a calmaria…” Talvez esse pensamento fosse correto, mas a calmaria não estava se aproximando de Kano. Talvez para os mais supersticiosos, ou os mais devotos possa dizer que essa tempestade estava para trazer grandes mudanças.

- Quem sabe esses trovões não sejam o presságio do fim daquela pessoa! Um sorriso de canto de rosto podia ser visto após minhas falas, estava determinada em aniquilar o rapaz que comandava os revolucionários da ilha, e que estava tentando invadir outras ilhas.

“Provavelmente eliminando ele, toda a estrutura revolucionaria desse mar, tenha uma perda considerável, e demore se reestabelecer, dando tempo suficiente para a CP aniquilar boa parte deles!” Meus pensamentos se divagavam ao encontrar com Alex.

A voz do rapaz fazia com que voltasse para a realidade, arqueando uma de minhas sobrancelhas quando o mesmo indicava o local no qual a reunião poderia ser executada. - Perfeito! Soltava caminhado na direção do local indicado.

Com uma das tarefas concluídas, precisava apenas que as pessoas se reunissem para a reunião, passando em frente a alguns cômodos, percebia a reunião de alguns grupos de marinheiros, não podia negar meu rosto de desprezo por parte deles. “As vezes precisamos ter uma mão de obra barata!” Não entendia bem o serviço da marinha em um navio do governo, mas talvez para a proteção primaria, ou lavar um chão quem sabe.

Logo então chegava no cômodo indicado por Alex, assim que abria a porta, sentia o cheiro abafado, algo como mofo. “Parece que faz tempo que ninguém usa isso aqui!” Caminhava para dentro do local, passando minha mão esquerda pelas estantes do local. Os livros eram presos por pequenas correntes metálicas, provavelmente prevenindo situações como a atual, com o balançar da embarcação provinda da tempestade.

Em uma estante não muito longe conseguia ver um livro que contava a geografia das ilhas do West, como não conhecia quase nada daquele mar, isso seria extremamente útil. - Vem muito bem a calhar! Falava estralando meu dedo indicador direito usando o polegar direito, em seguida seguia em sua direção retirando o mesmo da prateleira.

Com o livro em mãos, o colocaria em cima da pequena mesa que tinha no local, me sentando na poltrona. - Vamos ver! Me recostando na poltrona abriria o livro na página referente a Kano, o deixando aberto para que pudesse ilustrar o plano que estava surgindo em minha cabeça.

Aos poucos as pessoas que fariam parte da missão iam chegando no comodo, olhava calmamente para cada um que adentrasse ao local, tomando uma posição diferente. - Sejam todos bem vindos! Falava dando um breve sorriso assim que Hany e Akagi entrassem no local.

- Espero que estejam curtindo a viagem! Falava soltando o livro e deixando meu cotovelo escorado no braço da poltrona.

- Parece que nossa viagem não está muito longe de acabar, e temos que definir algumas coisas antes de atracarmos na ilha! Esperava que todos estivessem com a atenção em mim.

- Nós temos um único objetivo nessa ilha… Eliminar o líder do exercido revolucionário da ilha, e com isso extinguir todos aqueles que são contra o governo! Dava uma pausa demonstrando meu semblante sério e direto.

- Nosso principal alvo é o comandante Zhi Song, pelas informações trazidas, um garoto “escorregadio” que os agentes na ilha até hoje não conseguiram nem mesmo identificar seu paradeiro. Me levantava colocando o livro com os mapas da ilha mais ao centro da mesa para que o grupo pudesse observar.

- Pelas informações dadas por Akagi, seria muito fácil presumir que o garoto esteja escondendo no distrito Mòlìhuā, que é a região mais pobre da ilha, e onde reside a maioria das pessoas que são contra a nossa presença na ilha, já que o grupo revolucionário não está descontente com a regência e sim com o governo na ilha. Apontava o distrito no mapa para que todos pudessem seguir a linha de raciocínio.

- Mas duvido muito que o mesmo fique em apenas um lugar e tão pouco fique em um lugar tão obvio! Assim como em Sirarossa existiam nobres que estavam se aliando aos revolucionários, não duvido de acontecer o mesmo nessa ilha! Terminava de falar levando o dedo para o distrito nobre da ilha.

- O distrito Yīnghuā shèngkāi é o distrito nobre da ilha no qual também teremos que investigar, e graças a Hany temos alguém que pode estar trabalhando dentro desse distrito, existe um hotel Belucci nesse distrito, oque pode identificar submundo nessa região. Dava uma pausa olhando na direção da pequena tubarão. - Hany, quero que faça a ligação entre nós e o submundo da ilha, se puder ligar para Loki para facilitar essa ligação já seria uma ajuda, creio que você por ser uma simples civil, e com os possíveis contatos que o submundo dessa ilha possa ter, possa acabar por se infiltrar nos revolucionários, e assim termos alguém dentro. Naquele momento o plano começava a tomar forma.

- Leo, você é um dos nossos bons em se infiltrar, acompanhe a Hany nessa tarefa, manter uma conexão com o submundo e tentar se infiltrar na organização inimiga. Assim me voltaria agora para o restante do grupo.

- Como temos de investigar várias regiões, vamos dividir as demais, Akagi e Laila serão responsáveis por se infiltrar no âmbito inimigo, investiguem e façam amizades com a marinha Happo a pesar de não serem revolucionários propriamente ditos, são inimigos do governo e precisamos estar de olho neles.

- Luna e Alex, vocês são bastante experientes, e vão saber lidar com situações mais estressantes, vocês vão fazer um pente fino na nobreza da ilha, se infiltrem neles, veja quem tem relação com os revolucionários, quem esta descontente com o governo mundial! Levando minha mão no queixo, analisava toda a situação.

- Todos nós conseguindo fazer essas tarefas, oque está por vir, vai ser bem interessante, primeiramente vou estar indo ao quartel, estabelecer contato com os agentes e marinheiros da ilha, a partir disso, tentarei me infiltrar na nobreza regente da ilha, para que assim posso estar de olho em possíveis traidores lá dentro. Com um sorriso maléfico em meu rosto concluiria. - Se todos nós conseguirmos nos infiltrar, pegar a confiança dessas pessoas, poderemos reunir eles todos em um só lugar em um grande comício com intuito do fim do governo mundial, e assim que estiverem todos lá, não deixaremos nenhum deles vivos! O olhar sádico poderia ser visto a distância em meu rosto.

- Todos de acordo com as instruções? Aguardava assim as falas de cada um ou observações para que possam complementar o plano. Assim que a reunião acabasse me aproximaria me despedindo de Hany, e antes de sair da embarcação, juntaria minhas nove caudas, para que formassem uma longa e volumosa cauda, para que assim não chamasse tanta atenção ou denunciasse uma característica tão marcante e seguiria para o quartel da ilha.



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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Hany não tinha nem ideia que receberia algo tão lindo. Seus olhos basicamente fixaram na vestimenta rosa que Akagi tinha lhe entregue, parecia diferente de tudo que já vestiu, além de ser bonita e possuir um tecido confortável ao toque. O olhar da garota-peixe mostrou-se bem animado com sua possível roupa de Kano. – Oh, é linda! Preciso testar ainda, nunca usei algo assim, mas vou explorar a ilha e ver se tudo se encaixa bem. – proferiu de forma empolgada, só não se vestiu ali mesmo por ser um comportamento não muito humano da parte dela. "Queria muito entender a razão dos humanos terem tanto medo de pessoas sem roupas. Já chamei muita atenção, vou ficar na minha por agora." Bastante satisfeita, Hany guardou o kimono rosa em sua maleta e seguiu na direção do quarto em que ficaria. O movimento de um barco navegando na tempestade era novidade para a pequena, que simplesmente nadou toda sua vida nesses mares, entrando em barcos apenas por algum tempo, sem realmente viajar.

Olhar pela janela e explorar o quarto soava bem interessante, muito por isso ela iniciou sua busca por algo naquele lugar, mas encontrou apenas um lugar para descansar e armários. A janela mostrou uma visão bem diferente, uma tempestade de dentro do navio, que junto do balançar da embarcação, deixou o clima bem atrativo para a garota-tubarão. "Perto das ilhas isso não é recorrente, já nadei em tempestades antes, mas nunca tão longe." O mar sempre foi um lugar selvagem, principalmente para os fracos, Hany sentiu isso na pele e felizmente se fortaleceu ao ponto de nunca mais ter medo de algo. – Só da mamãe. – concluiu seus pensamentos assim que parou na frente de um dos armários, resolvendo colocar a maleta com o kimono em um deles, além da mochila, lança e outros pertences inúteis de carregar no momento. Tudo que restou consigo foram as luvas de combate, guardadas nas vestes, a garrafa de água e o dinheiro. "Isso fica mais seguro na minha mão." Outro gole era tomado da água, enquanto caminhava em círculos no quarto até receber o chamado de Akagi, partindo junto da ruiva até o local de reunião.

Em passos lentos e tranquilos a garota-peixe entrou na sala, encostando-se em uma das estantes de livros, próxima de onde Agatha estava para conseguir escutar bem sua explicação do plano. Hany acenou brevemente com a mão esquerda para a raposa, sorrindo logo em seguida enquanto observava melhor onde estava e todos os outros presentes na explicação do tal plano. "Parece algo grande." Os livros atraiam os olhos dela, mesmo sua atenção ainda continuando no que sua parceira tinha a dizer. A revolução não pareceu tão ruim no passado, até quando sua mãe falava sobre, Hany simplesmente não os odiava de modo algum. Eram pessoas que lutavam pela própria liberdade, correndo pelos meios criminosos para alcançar seus objetivos. O governo sempre foi mais sujo na visão dela, talvez ele até fosse o caminho mais fácil e fizesse o maior sentido de apoiar. Com toda a força que tinham, todo o dinheiro e apoio de muitos nobres, dificilmente perderia frente à revolução. Agora que estava do lado dos agentes, mesmo não fazendo total sentido em sua visão, acreditava neles e sentia que sua escolha estava correta. Principalmente com a ajuda que isso daria ao submundo no futuro.

Ah, sim! Loki com certeza deve conseguir ligar para alguém, ou apenas me indicar onde consigo conhecer melhor o submundo de Kano... Vou ligar pra ele depois daqui. – respondia ao fim das explicações de Agatha, já animada para as atitudes que tomariam em Kano visando mudar esta ilha para o melhor. Infiltrar-se fazia muito sentido, não era bem o tipo de trabalho que Hany se destacava, mas com bastante calma e algumas aulas de como se portar, talvez conseguisse desempenhar um bom serviço. – É, ninguém deve me conhecer. Se é pra ajudar, faço esse serviço de infiltração tranquilamente. – finalizava sua visão da parte que participaria. No fim, tudo que a pequena conseguia fazer era auxiliar sua companheira da melhor forma possível. – Vai dar tudo certo, vou me preparar no quarto. – rapidamente ela despedia-se de Agatha, acenando e mandando beijinhos enquanto corria de volta ao quarto onde eixou suas coisas. Como a explicação já estava clara, não tinha muito a ser feito ali, restava apenas pegar tudo e se comunicar com o chefe.

Com rapidez a garota-tubarão pegaria sua mochila, maleta e lança de volta, começando a caminhar na embarcação na busca por um den den mushi, imaginando se já viu um por ali ou não. Hany até mesmo questionaria tripulantes por informações sobre algum lugar onde poderia usar den den mushis de longo alcance, esperando caminhar até lá sem muitos problemas para assim sacar o número de Loki e realizar sua ligação. – Chefinho? – questionaria com calma. A confirmação de que era mesmo seu chefe do outro lado a faria continuar. – Kano já ta aqui do lado, parece ser um lugar com roupas próprias, provavelmente terei que me vestir diferente aqui... Principalmente por conta do plano da raposinha. – lentamente a jovem predadora explicaria o plano, tendo sua parte com maiores detalhes, pois era apenas aquela que importava a ajuda do submundo no momento, tomando cuidado para ninguém escutar além de Loki. – Preciso real conhecer o povo do submundo desse lugar, além de ter que me infiltrar nos revolucionários... Shaa, parece uma parada bem louca, não tenho ideia de como fazer isso ainda, se tiver alguma dica, tô aceitando. – infiltração era complicado, mesmo para uma garota tão poderosa e sábia quanto ela, Hany ainda tinha algumas coisas para aprender. – Fora isso, chefe, tá precisando de algo? Tenho essa missão aí, mas posso fazer outras coisas se precisar, não sei se ainda receberei serviços de ti, então fiquei em dúvida. – mudar de chefe não a agradava completamente, porém esse provavelmente era o caminho a se seguir imaginando que o avanço da garota-peixe na carreira a faria receber ordens de pessoas em posições bem mais altas do submundo.

Quando as informações, ordens ou apenas comentários de Loki fossem dados a pequena sorriria. – Obrigada pela ajuda, vou te ligar mais vezes, assim que der. Fica bem, descansa e come direito! – e assim a ligação terminaria, deixando Hany livre para iniciar seu caminho até a ilha assim que possível. Seguindo as indicações de seu chefe, ou apenas o próprio instinto na exploração de Kano.
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A Selvagem e a Garota-Tubarão



Ryoma e Kenshin

Não demorou para que os membros daquele “esquadrão” se organizassem e Agatha começasse a falar, usando todo conhecimento prévio passado por Akagi, uma antiga moradora de Kano. Todos escutaram com atenção cada palavra dita pela selvagem, que foram divididos em duplas com funções diferentes, inclusive Hany, que ficou responsável por uma missão complicada. Nenhuma pergunta foi feita, mostrando que Harkness tinha sido bem direta e didática sem suas palavras, deixando clara todas as funções que deveriam ser preenchidas. Hany não tardou a se despedir dos presentes, voltando e se ajeitando por completo, além de claro, pegar sua lança para eventuais situações perigosas ou necessárias. Não apenas isso, a garota saiu caminhando pelo navio em busca de um item já conhecido e visto por ela, um Den Den Mushi.

Bom, não foi complicado achar aquele item em um navio tão bem preparado como o do Governo, sendo visto em uma sala simples e ampla, com uma mesa retangular de metal e alguns armários nas paredes. Algumas figuras estavam por ali, elas olharam para garota com um olhar de reprovação, no entanto, diferente de antes não falaram nada que fosse contra sua espécie e bem, isso se deu pela presença de alguém que ela já esbarrou por aí, uma figura grande e careca, que parecia estar tendo uma pequena reunião com alguns homens. De qualquer forma, ela teve acesso com facilidade e sem delongas ligou para Loki – Oi, Hany? – Falou o homem do outro lado da linha, mostrando que se tratava do chefinho – Já chegaram em Kano? Esses navios do governo são realmente potentes! – Brincou o homem enquanto ouvia as palavras da pequena garota-tubarão – Entendo, isso é bem simples! Vá ao hotel Belucci e procure por Kevin Stravenford, ele é um velho amigo meu e o homem que será responsável por te ajudar enquanto estiver em Kano. Aliás, ele irá lhe passar algumas missões de suma importância, peço que você conclua elas com todo empenho, pois é muito importante para mim. – Falou o homem de maneira direta e reta – Como você está? Como foi de viagem? – Indagou o rapaz entre as palavras de Hany – Estou sim, por aqui está tudo bem... esse apoio do Governo está ajudando e tornando tudo mais fácil, grande parte disso vem por causa de você, então deixa eu te agradecer mais uma vez.. obrigado Hany, obrigado pelo que tem feito por mim. – Ele estava sendo sincero, como sempre foi com a garota-tubarão – Pode me ligar, estarei aqui pra você. – Concluiu o homem.

Não demorou para que o navio chegasse até o porto, que por sinal estava repleto de existências e aquilo mais parecia um verdadeiro formigueiro. A grande maioria utilizava de capas de chuva, porém, alguns realizavam seus trabalhos manuais sem qualquer tipo de proteção contra aquela tempestade, que assolava a ilha de Kano – Que estranho essa tempestade! – Eram frases que as duas escutavam durante o caminho, sendo que cada uma acabou seguindo para um lado distinto. Kano tinha uma arquitetura completamente única, formada por grandes templos e pessoas vestindo a carater; a tempestade continuava a cair sobre o corpo de Agatha, o cheiro das impurezas sendo levadas pela correnteza que tinha se formado – por conta da chuva – que ia em direção ao mar, o cheio do solo molhado e das casas de madeira eram odores que impregnava o nariz da raposa, além também do fedor da pequena feira de peixe e carne, lugar por qual ela tinha que atravessar para chegar ao quartel.

Enquanto caminhava pelo lugar, Agatha conseguiu perceber que a tempestade aos poucos começava a ficar mais fraca, a chuva cessava, mas as nuvens ainda dominavam o piso superior. O Distrito Yinghua era um lugar bem localizado, sendo ele no lado norte de Kano e era uma área completamente voltada para nobreza, com grandes estabelecimentos luxuosos, diferente daquela parte da ilha por qual Agatha foi obrigada a passar. Por ali o ambiente era completamente ouro, pessoas bem vestidas caminhavam por ali, algumas fechavam seus guarda-chuvas que mais pareciam ser banhados a ouro, algo estranho para um item como aquele, mas os ricos são estranhos. A casa de Banho Lyu era um estabelecimento chamativo, um lugar recheado de fontes termais e o vapor conseguia ser visto por cima dos muros, algo que poderia servir como local de relaxamento para a Selvagem, porém, o principal local não demorou a aparecer em sua vista: o Quartel da Marinha.

O lugar parecia ter sido construído há poucos anos, ele carregava uma arquitetura mais altura, sendo o edifício principal composto por três andares, um palacete simples, mas que não se distanciava muito da cultura local, tendo como dito alguns aspectos mais “atuais” em sua decoração. Como sempre o lugar carregava com orgulho as cores da marinha e era um lugar nitidamente bem guardado, já que a segurança era extrema, composta majoritariamente por marinheiros com expressões enfezadas, alguns estavam molhados, mostrando que a tempestade tinha atingido aquele ponto do lugar. O interior do templo não difere muito do seu exterior, sendo bem limpo e bem organizado, tendo até algumas placas de sinalização para localizações como refeitório, dormitório, vestiário, área de treinamento e também a sala dos superiores locais.

Ryoma

Hany por outro lado acabou indo por um caminho diferente, por causa de Leo, que pediu para que ela o acompanhasse até uma loja de roupas, afinal, ele estava usando o manto do governo e para sua missão aquilo não podia continuar cobrindo seu corpo. As ruas não eram muito diferentes das que Agatha passou, porém, ela passou por um lugar ligeiramente mais movimentado, tendo estabelecimentos de diferentes tipos, incluindo algumas lojas de roupa, sendo que Leo partiu na direção de uma especificamente masculina, deixando Hany por algum tempo livre por ali, caso ela quisesse realizar uma compra em mercado, roupa ou até mesmo uma arma nova. Caso ela quisesse, veria cerca de três lojas grandes, com roupas mais simples, medianas e até mesmo aquelas bem refinadas, que claramente variavam de preço.

Caso a garota não quisesse comprar nada de diferente, Leo não demoraria muito para voltar trajando nova vestes, algo bem mais civil e muito menos governo. Eles caminhavam pelo lugar desviando das pessoas que passavam para lá e para cá, o lugar bastante simples ia mudando para um ar mais fino e chique, até mesmo o odor da rua mudava, dando lugar a um ar puro que entrava confortavelmente nos pulmões da menina. O Hotel Belucci era chamativo como sempre, apresentando traços típicos de Kano e extremamente grande, tendo cerca de dez andares. O lugar era guardado, seguranças estavam na porta do lugar, mas eles não paravam algumas pessoas que entravam, apenas os observava com atenção. Caso desejasse, conseguiria entrar sem problemas.


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I had a dream

O hotel, é claro que seria lá. Era impossível esperar que a garota tivesse qualquer lembrança do lugar ser ligado ao submundo, muito menos onde encontraria pessoas de confiança assim. Kevin... Um amigo de Loki é sempre algo que Hany gosta, mesmo sendo esquisitos, acabam ajudando-a de diversas formas. – Sim, sim, vou ajudar como sempre, não precisa se preocupar. – comentava rindo de leve, mostrando um sorriso tão largo que podia até parecer estranho. Era um momento feliz, falar com seu chefe novamente, mesmo o tendo visto algum tempo atrás. – Tô ótima, esse barco é tão grande, tem tanta coisa pra ver que eu nem consegui explorar tudo nessa viagem curta. Comi um pouquinho e nem descansei tanto, deve ser a empolgação... – a conversa estava muito boa para ela estragar com algo tão insignificante quanto os agentes que não gostavam de sua presença, muito por isso ela apenas continuou falando e escutando a voz agradável do homem. – Ah chefe, precisa nem me agradecer, foi uma retribuição por toda a ajuda que me deu. Fico bem feliz que as coisas estão indo bem, ao menos assim posso continuar seguindo em frente sabendo que te ajudei, ajudei a organização e todos podem chegar num lugar melhor. – as bochechas dela começaram a corar levemente após falar tudo aquilo, era ainda mais estranho por estar em um lugar diferente do normal. – Eu sei, até outro dia... Te a... – merda, como assim... Hany desligou assim que parou de falar, olhando pros lados, levemente preocupada, iniciando seus passos para fora da sala de forma rápida.

A chuva caindo em sobre suas roupas ia lavando toda a preocupação que ela sentiu desde o fim da ligação. O rapaz que a acompanhava nem pareceu estar ali, Hany apenas seguia o caminho indicado, mas ela não o respondeu ou algo assim. Por algum tempo a garota apenas caminhou até notar que Leo seguiu para uma loja, deixando-a sozinha, ao menos por agora. "Roupas... É, posso procurar alguma coisa por aqui." Não demorou muito para ela se movimentar até uma das melhores lojas, passando o olho nas que tinham mais sentido para a ilha em questão. Infelizmente era complicado para Hany ter certeza se estava fazendo corretamente isso, indo muito mais pelas coisas bonitas do que aquelas que talvez fossem melhores pro momento e para a Kano. O primeiro conjunto de roupa que a garota  decidiu por comprar acabaria sendo mais escuro, tendo um tipo de vestido preto, sapatos da mesma cor, meia-calças brancas com detalhes em dourado que não estavam só nela, complementando também o restante da vestimenta, além de alguns acessórios também serviam para o cabelo. No geral a roupa encaixava bem no tamanho da garota e em seu estilo mais solto, livre. "Faz sentido." A próxima acabou sendo algo bem diferente do que o programado, mas por algum motivo ela observou diversas roupas e encontrou algumas que juntas faziam total sentido em sua cabeça, talvez até servissem pro trabalho da revolução. Este conjunto de roupa era mais voltado pro branco, com uma capa curta com capuz que cobria boa parte do corpo, escondendo o restante das vestes. A parte peculiar desse era a falta de calçados, usando apenas um pano que enrolava nas pernas, lembrando muito ataduras. Alguns acessórios iriam com este conjunto também, talvez até fosse mais caro. Hany queria o melhor possível, mas se o preço fosse muito abusivo e ela não conseguisse pagar, procuraria algo mais barato que conseguisse encaixar em seus desejos. O pagamento seria feito na hora, trocando para o seu vestido especial que secava incrivelmente rápido, deixando as vestes molhadas na maleta, enquanto o restante ia para a mochila por precaução.

Antes de retornar para onde tinha parado com Leo, ela iria atrás de um simples guarda-chuvas transparente. "Quero ver a cuva caindo." O único motivo para querer algo transparente era este, não importava se era pior ou melhor. Com o guarda-chuvas em mãos, Hany estaria mais tranquila para se mover, evitando molhar as roupas mais do que o necessário. Protegida da chuva e com as vestes especiais, parecia hora de partir. "Tá ótimo, cadê o maluco?" Sem a cauda a mostra, ou os dentes, seria muito mais fácil passar pelas ruas sem dar gatilho em qualquer odiador de peixes. Em uma missão tão complicada, Hany teria de usar de qualquer artifício para manter-se neutra, longe de vista e bem agradável aos olhos dos outros. O caminho livre a agradou, era tão simples ver o hotel que em pouco tempo estavam lá. Por ser um lugar conhecido dela, provavelmente não existiriam muitos problemas, por isso a pequena entraria lá junto de Leo, observando melhor quem naquela região poderia dar informações para ela. – Olá! – anunciaria sua presença de forma animada. – Procuro alguém chamado Kevin Stra... Stru? Não lembro. Sei que é Kevin, foi o Loki que me enviou, não sei se ajuda. – nomes, sempre um problema. Alguém que Loki conhecia devia ter bastante poder nessa região, ninguém o conhecer seria estranho. No caso das coisas irem muito bem e o encontro for arrumado rapidamente, restaria para a garota-peixe atualizar o homem, obviamente apresentando a ligação com o chefinho, além de dar a ideia da parte deles sobre a infiltração na revolução caso Leo não fizesse nenhuma objeção. Ele era do governo, sabia melhor como manter o controle dessas coisas.

É um trabalho meio pesado, não sei como pode nos ajudar, mas preciso avançar com isso para que meu chefe fique feliz. Posso te ajudar no processo também, todos podemos ganhar nisso, só quero algumas dicas, sugestões, qualquer coisa para prosseguirmos com o nosso propósito aqui. – a ideia sobre o governo estar ligado era melhor se Leo fizesse essa apresentação, por ser do lado deles, tinha como explicar com mais detalhes e verdades. – Sua vez, amigão. – diria dando uns tapinhas no ombro do loiro, caso houvesse a necessidade de alguma explicação da parte dele.

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Capitulo II: Sonho de Uma Noite de Verão.

O barco estava bem próximo da ilha ao fim da reunião, estava completamente satisfeita com as pessoas que fariam parte da missão, todos eles pareciam ter entendido tudo que estava proposto, uma tarefa verdadeiramente complicada, mas estava confiante em todos eles. "Quem diria que estaria depositando tanta responsabilidade neles…" Pensava ao fechar o livro que ilustrava a ilha.

A verdade que preferiria trabalhar sozinha, mas o tamanho da missão demandaria muito de mim, uma missão quase impossível, e além disso reconhecia que apesar de muito habilidosa, ainda não tinha forças o suficiente para bater de frente com tantos inimigos assim. "Se eu fosse um pouco mais forte!" Suspirava seguindo para o lado de fora da sala.

Finalmente conseguia ver o porto se aproximando cada vez mais, como Akagi mesmo tinha falado a ilha tinha uma população bastante densa. “Parece uma colônia de formigas em volta de algo doce!” Arqueava minha sobrancelha ao colocar ambas as mãos em cima do parapeito da embarcação.

Soltando um breve suspiro, passava a mão pelo parapeito, seguindo em direção a saída da embarcação. - A tempestade pelo visto não foi apenas em alto mar! O local estava bastante molhado, e as pessoas vestidas com capas pareciam protegê-las da chuva.

Balançava calmamente minhas caudas uniformemente como se fosse uma longa cauda volumosa, os pingos da chuva batiam em meu corpo, não me incomodava pois percebia que aos poucos a tempestade se tornava uma garoa. Minhas orelhas estavam atentas ao que os civis estavam falando, oque me surpreendia com eles falando. "Chuvas não são tão comuns por aqui?" Não sabia como era o clima da ilha, até então estava algo fresco, um pouco mais quente que Sirarossa, mas nada que pudesse me deixar cansada.

As casas mais simples que estavam em volta do porto, iam se transformando em casarões mais sofisticados finalmente se mostrando o lado nobre da ilha. "Quanta futilidade, tantos adornos, e pedras preciosas, tudo isso para poder exibir uma falsa sensação de superioridade, se não fosse pelo governo, quem garantiria a segurança de tantos idiotas!" Não podia negar que a vista era realmente bela, mas tudo aquilo não significava nada se um dia os revolucionários decidiram invadir.

"Sorte pode ser a palavra que define esses nobres, pois o'que os insetos presentes na ilha querem é apenas expulsar o governo!" Meus pensamentos se perdiam ao ver que o quartel general estava logo mais a frente.

Todos estavam seguindo para suas tarefas, inclusive Hany, agora eu precisava conversar com os agentes que estavam coordenando a ilha. - Espero que os que encontrar aqui sejam tão eficientes quanto os encontrados em Sirarossa! Soltava ao ver o quartel se aproximando cada vez mais.

O lugar era bem bonito, acompanhava a arquitetura do distrito, como de esperado lotado de marinheiros fazendo a ronda no local, alguns agentes estavam circulando por lá oque facilitaria, saber quem seria o agente em comando no quartel. Me aproximava do primeiro que encontrasse falando. - Olá, agente Harkness, tenho assuntos a tratar com… Dava uma pausa olhando a minha volta observando as pessoas que estavam pelo quartel … A pessoa que deve estar em comando! Esperava que a pessoa me levasse até o local que se encontrava tal agente.

Assim que encontrasse, pediria por uma reunião em particular com o mesmo, e antes de poder falar tudo referente a missão. - Antes de poder falar minhas informações, preciso saber qual a situação da ilha quanto nossos inimigos públicos locais! Arqueava minhas sobrancelhas esperando as falas da pessoa, para que pudesse continuar a bolar meu plano e saber como me infiltrar na nobreza principal da ilha.




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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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A Selvagem e a Garota-Tubarão



Kenshin

Agatha estava pronta para ação, caminhando pelas ruas de Kano observando toda aquela arquitetura única, tendo também a visão de algumas coisas que claramente não concordava. De qualquer forma, o trajeto até o quartel ocorreu com tranquilidade, observando a estrutura do lugar e tendo uma ideia do que estava por vir – Oi! - Falou um homem de cabelos longos e pretos, ele usava um grande kimono branco e cinza, carregava uma única espada no lado esquerdo da sua cintura. Sua expressão demonstrava ser alguém fechado, no entanto, seu jeitão tranquilo e um tanto quanto despojado, mostrava que ele era totalmente o oposto - Bem... O senhor Li no momento está ocupado em uma reunião, no entanto, você deu sorte de encontrar o segundo no comando do quartel general. - Falou o homem coçando a parte de trás da sua cabeça, colocando um sorriso tímido em seus olhos - Posso te ajudar em alguma coisa? - Indagou o homem logo em seguida - Aliás, venha comigo, vou te levar para o setor onde irá encontrar o senhor Li. - Falou o homem caminhando em direção às escadas.

Como dito, o lugar não fugia muito da arquitetura local, sendo bem acabado e construído com peças de boa qualidade. Caso Agatha acompanhasse o rapaz, passaria por um número alto de marinheiros e também agentes, enquanto observava algumas espadas meramente figurativas presas nas paredes, assim como alguns desenhos típicos do lugar - Harkness... eu já ouvi falar esse nome. - Comentou o homem enquanto subia as escadas com calma e tranquilidade, ele não parecia ter a mínima pressa para alcançar seu objetivo - Espere! Você veio de Sirarossa? - Esperava a confirmação - Ah! Então é você que foi mandada para ajudar com os revolucionários? Fiquei sabendo que eles tentaram dominar Sirarossa ou algo assim, não foi? - Perguntou enquanto passava pelo segundo andar, o lugar contava com diversas salas e era possível para a selvagem ver um grande Dojo, que contava com alguns homens e mulheres praticamente arte marcial.

Eles continuaram subindo até chegar no último andar, um lugar amplo, que contava com apenas duas salas e um grande “salão”. O ambiente era rodeado por grandes janelas e dali era possível ver boa parte de Kano - Ele está ali, deve sair em breve. - Comentou o homem para uma das salas que estava trancada, tendo um único homem de aparência intimidadora me sua porta, com ambas as mãos cruzadas para trás e um olhar fixo ao horizonte. Aquele “salão” contava com algumas mesas e sofás, parecia ser um ambiente mais tranquilo para bater um bom papo; ali também contava com uma mesa de madeira queimada, com um único pilar de concreto que estava preso diretamente no chão - Pode se sentar. - Falou o homem que levou Agatha até ali - Eu me chamo Ho Binn Soo. Já posso adiantar que a missão é problemática, a revolução está presa no cerne de Kano, está claro que eles recebem apoio de parte da população, desde os mais pobres até os mais ricos. No entanto, não conseguimos provas para que possamos agir com objetividade. - Comentou o homem sentando em um dos sofás existentes por ali, próximo da raposa – caso se sentasse - Inclusive aquele puto é um rato de merda, dificil de ser pego, maldito Zhi Song. - Finalizou o homem.

Agatha teria que esperar algum tempo até que a reunião de Li acabasse, ela podia interagir com o rapaz ou permanecer calada, era uma opção. De qualquer modo, mesmo não aceitando ir com Binn, ela seria levada até mesmo local por outro agente, tendo que esperar o homem de qualquer forma. Era possível ir a um dormitório ou talvez outro lugar? Sim, não seria difícil de achar e ela encontraria alguém para guiá-la pelo quartel com tranquilidade.


Ryoma

A Hany ia mandar um te amo? Foi isso mesmo produção? Bom, de qualquer forma, após falar com o chefe a garota partiu pelas ruas de Kano, tendo a chance de ver uma arquitetura certamente diferente do que já havia visto antes. Não demorou para que resolvesse fazer umas compras, aproveitando o momento que foi deixada sozinha pelo Agente, buscando por lojas com roupas um tanto quanto temáticas com o lugar, encontrando com extrema facilidade algo que supria seus requisitos. O lugar era amplo e contava com várias “araras”, com diferentes tipos de vestimentas, sendo a grande que a grande maioria carregava tons chamativos. O estabelecimento estava bem movimentado e as atendentes presentes – três – estavam ocupadas com seus respectivos assuntos – clientes – deixando que Hany pudesse olhar com tranquilidade.

Naquela procura ela encontrou algumas peças que eram do seu gosto e outras que claramente entravam no clima da revolução, algo que seria usado para se infiltrar, mesmo que a garota não fosse tão experiente nisso. A primeira vestimenta custava setecentos e noventa mil berries, sendo um vestido de alta qualidade e também resistente, algo nitidamente durável. O segundo conjunto era um pouco mais caro, custando o total de um milhão e duzentos mil berries, mantendo o mesmo nível de qualidade de resistência do anterior. O mais barato de todos foi o guarda-chuva, que foi encontrado junto com outros exemplares estampados e outros com uma cor única, tendo o valor de quarenta mil berries.

O pagamento foi feito no caixa e nenhuma pergunta veio por parte das vendedoras locais, que trataram Hany com bastante educação. Trocou a roupa no provador e bem, estava pronta para continuar sua busca pelo Hotel e também o tal do Kevin. Enfim, utilizando seu guarda-chuva ela saiu com maior tranquilidade, agora não estava tendo seu corpo banhado pela água, encontrando Leo não muito longe dali, utilizando uma roupa simples – calça, camisa de manga e um sobretudo preto - O melhor jeito de se disfarçar, é deixando claro quem você é. - Falou o homem mostrando seu look para Hany, era uma das melhores estratégias? Com certeza não, mas ele era alguém experiente nesse assunto, certamente sabia o que estava fazendo.

Não demorou para que a dupla chegasse no hotel e lá puderam sentir um clima mais agradável, o lugar parecia climatizado e era extremamente amplo, carregando todo luxo que os hotéis daquela rede tinham. O lugar estava um tanto quanto movimentado, algumas pessoas estavam no saguão ao ponto de formar uma pequena fila para atendimento, que logo andou enquanto os clientes eram direcionados pelos empregados, que por sinal estavam extremamente bem vestidos e interagiam de forma cordial com todos os presentes. O ambiente contava também com um pequeno espaço próximo a recepção uma espécie de salão que contava com um pequeno bar, onde existiam dois barmans que serviam alguns drinques, enquanto outros vinham de algum espaço na lateral do salão, carregando algumas bandejas com alimentos, servindo nas mesas existentes por ali.

Olá, seja bem vinda. Entendo, só um momento por favor. – Falou o homem responsável pela recepção, seus olhos eram castanhos, sua pele era tão lisa e sem nenhuma imperfeição ao ponto de causar inveja a qualquer um, assim como seus cabelos, vermelhos como o sangue e penteados para trás – Um dos nossos funcionários levará vocês até o senhor Kevin. – Completou o homem deslogando um dos caramujos que tinham por ali. A dupla foi levada por um homem de aparência bem simples, que carregava algumas cicatrizes no lado esquerdo do rosto, como se estivesse sido cortado algumas vezes. Os dois atravessaram o salão e chegaram a uma outra área, um lugar que parecia ser o salão de um grande restaurante, que contava com cerca de quinze mesas, com um número considerável de pessoas – Última mesa, podem ir. – Finalizou o homem apontando para o canto do salão, onde um homem de Dreads, com a pele escura – exceto em alguns pontos do seu corpo, que carregavam tons mais claros – seus olhos eram amarelos e sua íris branca, algo que podia ser notado na medida em que eles se aproximavam.

O homem estava em uma mesa sozinho, degustando um pedaço grande de carne, enquanto tomava um vinho um pouco mais escuro que o normal. Nas mesas ao seu redor, dois homens que pareciam dois armários gigantes estavam sentados, vestiam um terno escuro, suas expressões fechadas e postura, deixavam claro que se tratavam de dois seguranças – Oi! Hany, certo? E você deve ser o Leo! - Falou o homem assim que ambos chegassem perto -Não precisa ficar surpreso, nada acontece aqui sem que eu saiba. - Continuou o homem - Brincadeira, ainda não sou tão bom assim com as informações, mas estou trabalhando para ser. De fato, o Loki já tinha me passado algumas informações por alto, o resto foi fácil de descobrir. - Bradou, tomando um grande gole do vinho em seguida - Servidos? Podem pedir o que quiser. - Continuou o homem ouvindo as palavras de Hany e também algumas falas ditas por Leo, que explicou todo o necessário para que o plano desse certo - Os revolucionários aqui são bem rígidos quanto novos membros, eles estão em uma... guerra com o governo, o clima anda tenso nos últimos tempos. - Falou Kevin dando espaço para que eles pedissem algo, se assim quisessem - Eu posso conseguir, tenho alguns contatos, no entanto, preciso saber como vocês fariam isso. Por mais que seja para o Loki, meu nome que está em jogo... você Hany, como agiria dentro da revolução? Está disposta a fazer as missões com eles? Está disposta realmente a fazer um trabalho para mim? - Questionou o rapaz olhando diretamente nos olhos da garota-tubarão.


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A chegada ao quartel tinha sido tranquila, a ilha realmente era cheio de beleza, mas como bem sabia não podia julgar um livro pela capa. “Vermes se rastejando em meio a uma maçã tão bela!” Analisava enquanto via a construção do quartel cada vez mais perto.

Não podia parar de pensar que aquela ilha estava sendo o principal motivo daquele mar estar infestado de revolucionários. - Uma maçã podre pode acabar estragando um pomar inteiro! Soltava para mim mesma enquanto caminhava balançando minha cauda “volumosa”, o governo não podia ficar mais parado enquanto a situação cada vez mais piorava naquele mar.

“Me pergunto qual poderia ser o destino de Sirarossa se eu não tivesse aparecido lá!” De fato o Coven era implacável com seus ativos, enviando-os em locais certos para que possam desempenhar seus trabalhos em prol do governo mundial.

Adentrando no quartel não demorava para ser atendida por um marinheiro, e como sempre não estava ali para fazer rodeios, pedia por uma reunião com o superior em comando ali. - Entendo… Com essas vestes não consigo identificar se é um marinheiro ou não! Falava analisando o rapaz dos pés a cabeça.

Independente da conversa o rapaz então falava que me levaria onde estaria o tal senhor Li. “E la vamos nós lidar com marinheiros em assuntos do governo!” Não era de todo ruim ter que conversar com os marinheiros, provavelmente teriam alguma informação pertinente ou coisa do tipo, mas precisava falar com os agentes que estavam na ilha.

Seguindo pelas escadarias, conseguia ver que o lugar de fato era tão bonito quanto as ruas do distrito, o número de marinheiros ali era bem considerável, em meio a eles alguns agentes, provavelmente juniores. O rapaz seguia mais a frente me guiando pelas escadarias ornamentadas, quando divagava em seus pensamentos, o rapaz então falava meu sobrenome, no qual parecia ter reconhecido.

- Alguns deles tentaram fazer uma investida contra a ilha, mas pela má sorte deles eu estava lá… Olhava de relance pelas janelas do local ao final de minha fala, não tinha muito oque falar sobre a situação, a final quanto menos gente soubesse melhor.

- A única certeza é que eles vinham dessa ilha… Meu olhar de descontentamento poderia ser visto a distâncias, estava ali para limpar a bagunça dos marinheiros e agentes daquela ilha, que não tinham a capacidade de lidar com um grupo de revolucionários.

Chegávamos ao que parecia ser o último andar do prédio, o lugar era bem amplo, com três cômodos, uma grande janela no qual conseguia ver boa parte da cidade. “Uma vista digna de um quartel general!” Estar ali em cima, poderia ajudar bastante a coordenar ações naquela região, me pergunto como deve ser a efetividade da marinha no restante da ilha.

- Vocês tem um belo local! Soltava olhando a minha volta, o rapaz informava onde se encontrava o comandante do quartel, a sala que o mesmo se encontrava havia um guarda a sua frente. “Humm uma reunião que não quer ser atrapalhado!” Pensava balançando minhas caudas em curiosidade.

Seguíamos até um dos cômodos, o lugar era bem tranquilo, espaçoso, de fato feito para poder ter reuniões importantes, o rapaz era um bom anfitrião estendia um dos seus braços pedindo para que me sentasse. Com um sorriso singelo em meu rosto seguia até uma das cadeiras do local, sem muita cerimonia me sentava cruzando minha perna direita em cima da minha esquerda, em seguida colocando todo o meu conjunto de caudas em cima de minhas pernas.

- Nenhuma hipótese de apoiadores está sendo descartada aqui! Balançava minha perna calmamente ao escutar a fala do homem. - A operação começou assim que pisei nessa ilha, levo meu trabalho muito a sério, não sei qual a patente do seu chefe, mas os assuntos que tenho de tratar é com o marinheiro responsável e o agente coordenador do local… Olhava de relance para onde o tal chefe sairia.

- Mas até que eles apareçam, me diga, como são os nobres dessa ilha, principalmente a realeza! Falava voltando o meu olhar ao marinheiro, e começaria a alisar minha longa cauda.

Até as pessoas aparecerem, precisava saber cada vez mais sobre a ilha, principalmente a realeza já que era lá que iria me infiltrar. - Todos nessa ilha são possíveis inimigos ao governo, e preciso fazer um pente fino para descobrir quem são… Assim esperava escutar tudo que o homem tinha a falar antes de tomar alguma decisão, talvez seria o tempo do tal Li aparecer.



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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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I’m in disbelief

As compras fizeram um bom trabalho de distração, ocupando o tempo de Hany por algum tempo. Felizmente não foi necessário falar muito, toda a escolha e pagamento basicamente já estavam decididos, restando-lhe apenas entregar o dinheiro nas mãos da pessoa responsável. "Pra andar por aí como se fosse da ilha eu posso ter aquela roupa chamativa, não devo precisar tanto assim, mas é bom ter algo preparado." Leo não parecia tão diferente assim, talvez não fosse seu trabalho virar outra pessoa, apenas fingir ser uma. – Pro que vamos fazer, talvez seja melhor mesmo. – infiltrar-se na revolução vestida com roupas da ilha não fazia muito sentido. Algo mais livre servia melhor para o serviço, ficando claro que Hany não tinha nenhum problema em se mostrar como realmente era, apenas queria evitar danificar de alguma forma o plano de Agatha com suas ações. "Posso acabar aprendendo algumas coisas com ele, não vai ser inútil o ter por aqui." Andar com a raposinha teria deixado-a bem feliz, mas reclamar não mudaria mutia coisa. Leo acompanharia a garota-peixe e os dois precisavam se dar bem, ou teriam algum problema durante esse serviço.

Só olhar para esse hotel já parecia um privilégio bem grande, uma construção tão bem feita e majestosa, viver para enxergar algo tão incrível construído por pessoas normais era fascinante. Sirarossa era como uma casa, isso fez tudo em Kano parecer mais real, mais vivo e bem melhor apresentado. As pessoas não a conheciam como a filha de um peixe qualquer, eles apenas viam uma garota quase humana, só isso bastava. "Às vezes o problema está na ilha, não nas pessoas." Não existe lugar perfeito. "Perfeito... É até estranho ver alguém assim, parece alguém que eu conheço." Os cabelos, cor de sangue, do atendente acabavam puxando muito da pouca atenção que Hany tinha aos arredores. Gente bonita existe em todo lugar realmente. Se a filha de um homem-peixe e uma humana é tão perfeita, obviamente existiriam outros que tiveram a mesma sorte. A falta do que dizer fez a pequena apenas acompanhar as indicações dos funcionários, analisando melhor as pessoas por perto e também o interior da magnífica construção. Depois da curta caminhada, finalmente chegavam ao objetivo. A mesa mais ao canto era o local em que ficariam junto do homem com quem precisavam trocar algumas palavras.

Isso... – saber o nome dos dois a deixou levemente surpresa, abrindo um sorriso logo em seguida. – Sempre bom saber das coisas, isso ajuda um pouco. – com Loki já explicando algumas coisas a ele não devia demorar muito até conseguirem alcançar o objetivo de estarem tendo aquela conversa. A conversa continuou e Hany não se mostrou extremamente interessada, simplesmente deu uma olhada para a mesa, cardápios e chamou algum garçom para a servir. – Me arruma um pedação de carne e algo doce pra beber. – os pedidos seriam ditos em voz baixa, apenas para o garçom, esperando não atrapalhar o decorrer da reunião. As questões mais importantes finalmente estavam ali. Para a garota-tubarão era complicado entrar de cabeça na revolução sem um plano, mesmo que sua ideia fosse exatamente essa, auxiliar os outros fazia muito mais sentido. Liderar não é o forte dela e talvez nunca será. – Não tenho as melhores ideias, gosto de entrar, resolver o problema e sair... Ia fazer o mesmo aqui, mas como a raposinha pediu uma ajuda mais complexa... – os olhos dela voltaram-se para Leo por alguns instantes, parecia pensar em algo. – Sou boa nisso de seguir ordens, quero ajudar eles como se eu realmente fosse a favor da revolução. Enquanto eles confiarem em mim, posso ajudar você, Agatha e todos que precisarem de lá. Não quero colocar ninguém em perigo, até prefiro fazer isso sozinha. – novamente ela olhava para seu companheiro de viagem, deixando até um pouco de preocupação vazar no olhar. – Loki confia em ti, então eu confio também. É só me falar, eu vou dar um jeito de fazer. – afirmou sem medo algum, sua determinação podia ser sentida na voz e no olhar.

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A Selvagem e a Garota-Tubarão



Kenshin

Agatha conseguia entender como Kano funcionava em pouco tempo na Ilha, parecia fazer sentido a forte presença do exército revolucionário no lugar, já que aparentemente o epicentro de toda aquela organização era ali, em Kano. De qualquer forma, ao olhar pelas janelas pode ver parte da Ilha, conseguindo ver toda sua arquitetura com cores fortes e chamativas, o que dava uma cara única ao ambiente. Ela tinha tempo a perder? Não muito, no entanto, não deixava de interagir cordialmente com aquela figura que a levou até ali, que também se mostrava interessado com as palavras da selvagem – Os Nobres? Bem... falando de forma geral.. - Antes que pudesse começar o falatório o rapaz arregalou os olhos - Não me apresentei, certo? Me chamo Hwan Soo. - Disse com um sorriso largo em sua face - A nobreza posso dizer que é algo bem... tranquilo? Sim, acredito que essa seja a melhor palavra para defini-los. Bem, eles apoiam o governo e sempre ajudam financeiramente quando necessário, mas não acredito que tenha alguns apoiando a revolução por aqui, pelo menos, não que tenhamos informação. - O homem finalizou colocando a mão no queixo de maneira pensativa - Talvez com Samiokos, Cheng Samioko é o dono de uma das maiores empresas mercante em Kano, ele realizava transporte para odos os Blues e também a Grand Line, no entanto, foi investigado e não encontramos nada. - Finalizou momentaneamente.

O homem parou por mais algum tempo e então continuou - Ah! Tem a família E-Taee, eles são do ramo dos minérios e afins, fazem a compra e entrega de diferentes tipos de materiais, conseguiram até uma filiação com o governo para extrair Chumbo Branco lá em Flevance, eles apoiam a marinha e o governo, no entanto, são estranhos. Tenho uma leve suspeita pessoal sobre essa família! - Finalizou o homem nitidamente feliz, ele parecia estar confortável o bastante após passar aquele montante de informações, que bem... não eram das melhores. De qualquer forma, após o tempo necessário Agatha pode ver e escutar a porta do estabelecimento se abrindo, tendo algumas figuras bem vestidas saindo do lugar com sorrisos amarelos em suas faces - Senhor Li! - Gritou Hwan acenando para ele, que respondeu - Essa senhorita quer falar com o senhor! Venha, pode entrar. - Falou o homem chamando Harkness.

Agora chegarem na sala ela seria apresentada por Hwan, que prontamente falaria seu nome completo e também de onde a protagonista veio - Entendo, então você foi a enviada pela diretora. - Falou o homem sentado em sua poltrona. A sala era relativamente grande e contava com cerca de 10 cadeiras espalhadas, além de uma mesa de madeira retangular e alguns livros e mapas em cima dela. Uma grande janela ficava logo atrás da poltrona, onde Agatha conseguia ter a visão de outra parte da Ilha, que mantinha padrão da arquitetura do lugar e também suas cores, mostrando um certo padrão pelas construções do lugar - Do que você precisa? - O homem era sucinto e manteve o semblante sereno em seu rosto.


Ryoma

Hany estava dentro de um dos maiores hotéis daquela Ilha, lugar onde a grande maioria sabia o que acontecia, no entanto, ninguém tinha “culhões” o bastante para fazer alguma coisa. Não demorou para que ela e Leo encontrassem o homem responsável por inseri-los no Exército, isso é, se ele julgasse a dupla capaz, afinal, era o nome dele que estava em jogo. O Agente não pediu nada além de uma água, enquanto Hany recebia uma carne gostosa e também um suco bem doce de laranja, algo bem gostoso por sinal - Entendo... - Falou Kevin ouvindo cada palavra de Hany, vendo que a garota-tubarão era mais direta e reta em suas ações, algo totalmente diferente do necessário para aquela jornada que eles estavam visando encarar - Desse jeito não dá, você não tem tato para mentir ou enganar, seria facilmente descoberta. - Comentou o homem de maneira educada, enquanto continuava sua refeição - O mínimo que você precisa é saber mentir, porque lá você vai estar sendo observada a todo momento, ninguém aceita tão fácil assim um novo membro em sua organização. - Finalizou o homem.

Antes que ele pudesse ter chance de falar mais alguma coisa, Leo tomou a frente no falatório – Deixe que eu ensino ela como atuar, é uma habilidade que cabe bem nessa situação e que eu já estava planejando ensiná-la. - As palavras do funcionário do Governo geraram um sorriso na face de Kevin - Agora as coisas já melhoram e não me leve a mal, eu confio em Loki e se ele confia em você, sei que tem habilidades significativas, no entanto, nem sempre ser boa de briga é o bastante. - Falou dando uma curta pausa para ingerir o resto da bebida - Porém, ser boa de briga é o que eu preciso nesse momento. O Exército faz alguns negócios e recebe algumas ajudas, dentre elas, existe uma figura que eu preciso que morra, de preferência dentro da base da revolução, mas não pode ser algo logo de cara, já que vocês vão ser dois novatos e isso será bem suspeito. - Ele pausou mais uma vez finalizando o último pedaço de comida em seu prato - Você luta mais de uma arte marcial? Seria bom tentar finalizá-lo usando um estilo de luta diferente do que você mostrar aos revolucionários, estarei mexendo os pauzinhos para que mais pessoas entrem logo após vocês, assim da para jogar a culpa em um deles. De qualquer forma, preciso de algumas horas para finalizar tudo, mas só farei isso se você conseguir me convencer que vai conseguir mentir se for necessário. - Finalizou o homem dando espaço para que pudessem tirar algumas dúvidas.

De qualquer forma, quando todos os assuntos estivessem resolvidos por ali, Hany ouviria Leo chamando a garota para fora dali - Preciso te ensinar atuação, com isso você vai ser capaz de fingir sentimentos como tristeza, alegria, surpresa e todos os outros.... para um infiltrado, isso é crucial para criar uma “nova identidade”, mas no nosso caso acaba sendo algo bem simples. Precisamos de um lugar mais “barato” e longe dos holofotes para ficarmos também, não podemos ir para o quartel, pois não sabemos quantos olhos estão direcionados ao lugar e isso pode estragar todo plano. Conseguiu ver algum hotel pelo caminho? - indagou o homem olhando ao redor em busca de um lugar, não encontrando nada até onde seus olhos eram capazes de enxergar - Vamos procurar, para que lado? - Questionou o rapaz deixando a tomada de decisão para Hany.


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Peraí! – falou alto e com certa irritação na voz. – Sei mentir muito bem, só não precisei antes. – a confiança exalava ao cruzar os braços, até um sorriso surgiu em seus lábios. Hany tinha zero noção do que mentir, enganar ou fingir ser alguém realmente significava. E mesmo sabendo disso, ela tinha total confiança que conseguia realizar o serviço sem qualquer ajuda. Incrível... – Não vou negar ajuda, sei nada desses revolucionários. Só me ajuda nisso, vai dar tudo certo. – fora uma atitude de revolucionário, existia também o problema de vestir-se como um, algo diferente do que ela era naquele ponto, mudar seu rosto, roupas e talvez até penteado. Tornar-se alguém novo para que isso nunca fosse ao encontro dela, no futuro. "O chefim não diria isso... Ele me aceitou sem nem saber quem eu era, precisou só de um trabalho, só uma oportunidade basta." A pausa nas falas deixou espaço para degustar a carne, aproveitando também um pouco do suco entre as mordidas rudes e agressivas durante a refeição.

Sim, eu sei. Muito sangue por aí chama atenção, não vou fazer merda. – a falta de tato que ela tinha em momentos complicados tinha chances de causar problemas, Hany não queria decepcionar Loki, muito menos Agatha. Ter sucesso aqui garantia mais ajuda para seu chefe, deixando-a mais perto de resolver os problemas de dívida. – Tenho a lança, minha arma mais usada... Tem até os meus dentes nela. Mordo bastante também, talvez usar a técnica que os peixões me ensinaram ajude nisso. Pareciam boas na água, tentei pouco fora dela. – manipular água dentro e fora da água é uma vantagem que nunca pareceu útil para uma garota que gostava tanto de morder, socar como um homem-peixe era estranho demais. Felizmente o momento de entender melhor as vantagens daquela arte marcial tinha chegado. – E... Sou meio fácil de reconhecer, acho que vou precisar mudar o visual. – alterar o rosto com maquiagem ou só uma mudança de estilo ajudaria muito, principalmente com as roupas novas. As ideias de Leo soavam interessantes, deixavam a pequena bem empolgada para aprender, erguendo-se rapidamente do assento após finalizar a carne, limpar suas mãos e rosto e beber o resto do suco.

Hotéis... Lembrar de algo que ela nem estava procurando tanto assim era impossível. Hany gostaria muito de ter a resposta positiva para a pergunta de seu companheiro, mas não conseguia nem mesmo esconder a tristeza. – Não... – cabisbaixa ela falava junto do balançar de sua cabeça negativamente. – Vamos procura por aqui! – a empolgação retornava tão rápido que ela nem lembrava do motivo para estar triste, abrindo um sorris largo, caminhando confiante. – Aprender é legal, gosto de ler bastante, queria ter estudado com mais pessoas no passado. Parecia divertido. – humano tem tanto privilégios que dá até raiva. Com grande atenção nos arredores, além de explorar, conhecer coisas novas e se divertir, Hany também procuraria hotéis mais baratos e com uma aparência não tão chamativa para ficarem. Toda vez que conseguisse ver um, pararia e conversaria com Leo. – Esse aqui, é bom? – a opinião do agente ajudaria nessas coisas, quem tinha experiência com missões assim era ele. – Podemos procurar mais, temos tempo. – na visão da garota-peixe, onde iriam criar o local para retornar pouco importava, dormir, trocar de roupas e coisas do tipo ela faria até na rua se isso não chamasse tanta atenção. Por isso Leo basicamente decidiria em qual hotel ficariam, se houvessem mais opções. Os pagamentos ela mesma faria, imaginando que uma simples civil alugando um quarto não levantaria tantas suspeitas. Só lá dentro as coisas seriam descarregadas, livrando-se do peso inútil antes de continuar.

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Capitulo II: Sonho de Uma Noite de Verão.

Apesar de sentir uma leve incompetência dos marinheiros e agentes que estavam na ilha, não podia negar que tinha uma breve impressão de que eles pareciam ser um pouco mais profissionais que os que estavam em sirarossa. "Talvez eu possa usar esses marinheiros, apenas talvez…" Pensava analisando as falas do jovem marinheiro.

- Os nomes típicos dessa ilha são interessantes! falava dando um pequeno sorriso, enquanto esfregava as pontas dos dedos da minha mão direita.

- Eu não confio em ninguém senhor Soo! Dava uma pausa olhando em direção a janela, aquela conversa me pedia uma boa xícara de chá ou algo mais amargo para tatear o paladar.

- Se tem uma coisa que aprendi com minha vida, é que devemos desconfiar até mesmo daqueles que se juram os mais fiéis dos homens! Arqueava a sobrancelha, voltando a olhar na direção do marinheiro.

Percebi uma breve excitação nas falas do homem, que fazia o mesmo pensar um pouco mais sobre as suas informações, parecia que não eram todos os nobres de confiança. "Por isso mandei Luna e Alex investigar a nobreza!" As falas do homem se complementam com meus pensamentos. Alguns nomes eram falados, que chamavam a minha atenção, nomes a quais seriam bem úteis, para futuras investigações principalmente pela dupla de Alex.

- Para quem confiava bastante em seus nobres, até que entregou nomes bem relevantes! Um sorriso de canto de rosto podia ser visto, quando levava meus dedos de volta para minha volumosa cauda. Antes que pudesse falar mais algo com o rapaz, escutava uma porta se abrindo, levava minha cabeça na direção do barulho e via que a reunião havia terminado, um homem jovem saia de dentro da sala acompanhado de algumas pessoas.

"Hmmm…" Inclinava minha cabeça observando cada pessoa que estava com o homem, bem vestidas eram as pessoas, provavelmente nobres pertencentes àquele distrito. Lambia meus lábios quando o rapaz chamava pelo nome de seu superior, uma pequena faísca podia ser vista saindo do meu olho direito.

O homem jovem vinha em minha direção, voltava a minha cabeça a uma posição ereta com um olhar confiante. O rapaz vinha em direção a sala, sentia o ar de superioridade vindo do mesmo, assim que ele passava da porta, descrusava minhas pernas e me levantava. - Enviada pela diretoria para limpar a bagunça dessa ilha! Um sorriso sarcástico podia ser visto em meu rosto, enquanto colocava a mão direita em minha cintura. - Creio que pelo teor da conversa seria interessante a porta fechada! Estendia o braço esquerdo em direção a porta, esperando que algum deles a fechasse.

O homem se sentava em sua poltrona, quando esperava que a porta fosse fechada para dar continuidade na conversa. Assim que fechassem a porta, voltaria a me sentar na cadeira onde estava, voltando a minha posição anterior. - Gosto quando as pessoas são diretas! Falava com um sorriso ao escutar as falas do marinheiro.


- Vamos ao ponto central! A diretora me deu jurisdição para lidar com os revolucionários da forma que eu achar conivente, e meu plano já se iniciou… Levava minha mão direita para cima da minha coxa e dando suaves toques com minhas garras. - O que peço de seus marinheiros é apenas apoio, seja com equipamentos ou com informações, o que tenho em mente é grande, e vamos precisar de todos vocês. Esperava que tivesse prendido a atenção do rapaz.

- Mas primeiro preciso de algo bem perigoso, como sou nova na ilha não conheço quase nada, e para meu plano dar certo, preciso me infiltrar na corte da ilha de alguma forma… Um sorriso simpático em meu rosto. - Algumas roupas comuns da ilha e os contatos certos já posso iniciar uma investigação no palácio, vocês podem me auxiliar com isso? ou terei de tentar da maneira mais difícil? Assim esperava que a conversação com os marinheiros fosse proveitosa, ainda não sabia quem era o agente responsável pela cp da ilha, mas não importava muito a missão era minha, e eu precisava tomar as decisões.



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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022