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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Sab Mar 19, 2022 1:18 am
Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - Ascendendo às profundezas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Deep Cutt. A qual não possui narrador definido.

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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas - Página 4 WN4Utd7


Deep
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Ascendendo às profundezas

capitulo 2




Os buracos de bala ardiam em nossa carne, mas a euforia pelos novos poderes ardiam ainda mais… A luta prosseguia contra os marinheiros, nossa gargalhada se tornava mais alta conforme o sangue se espalhava no porto, até que um machado descia com poder explosivo em mim, pude bloquear, mas a faca amassou e sentimos uma pontada na ferida das balas.

TSC…

O homem parecia confiante, nos falava para o enfrentar, mas havia sete deles ali restando dos quinze iniciais, quem devia estar confiante era a gente, não ele.

Trocaríamos as facas de mão, jogando a danificada para a mão esquerda e passando a faca de cruz para a direita, então a gente se colocaria em locomoção rumo aos outros marinheiros, se o grandão queria ser o primeiro, teríamos certeza de o deixar por último. Cuspiriamos névoa ácida contra o que estivesse mais longe e nos jogaríamos para cima do mais próximo mirando uma facada em seu peito… Repetiremos esses ataques até sobrar apenas o grandão ou sermos impedidos. Se alguém bloqueasse um golpe nosso, tentaremos o agarrar com a mão esquerda pelo pescoço, o arremessar para o ar e o acertar com um raio. Se alguém desviasse da gente, arremessaríamos a faca danificada mirando suas pernas e depois encaixariamos uma cuspida de chamas em seu tronco.

Se tentassem nos atacar, tentaremos sempre desviar pulando para longe da trajetória do ataque e rumo ao oponente mais próximo para continuar nossos ataques.

Se sobrasse apenas o grandão, usariamos nossas novas pernas poderosas, para manter distância dele com poderosos movimentos de velocidade em zigue zague enquanto nos manteríamos cuspindo uma longa labareda sobre ele, o cozinhando aos pouco com um sorriso de desdém no rosto.

Se conseguíssemos matar todos os marinheiros do local, arrancaremos a cabeça do grandão usando a faca, para podermos carregar conosco. Em seguida iremos para a beira onde o barco estava afundando, cuspirmos raio em todos que estivessem tentando sair da água e depois em quem estava na água para tentar matar a todos ali.

Se não tivesse mais marinheiros ou pessoas na água para matar, iriamos sair do porto, tentariamos subir nos telhados usando os pulos poderosos com nossos novos músculos e correremos pelos mesmos em busca de uma loja de roupas que tivesse itens para homens grandes. Durante a busca cuspiriamos bolas de fogo noas prédios que passamos, isso deixaria um rastro a ser seguido até a gente, mas creio que as pessoas pedindo ajuda e o rastro de destruição vai os atrapalhar em me perseguir.

Se achassemos uma loja de roupas, quebraremos sua porta se necessário, pegaremos uma jaqueta e uma calça que parecessem nos servir e sairemos dali agora sem criar mais incêndios, rumaremos pro outro lado da ilha e nos esconderemos embaixo da primeira ponte que víssemos, colocaríamos as roupas novas e começariamos a queimar o crânio do homem até sobrar só osso.

Se eu percebesse estar sendo observado em algum momento, diria:

Seja útil, pelo menos, se vai assistir… Sabe fechar feridas?

Estava sendo seguido a algum tempo por esse outro assassino de Sirarossa, queria matar ele por causa de ter roubado minha presa e caçado em meu território, mas a entidade me disse para atrair os degenerados e loucos sob meu comando, talvez fosse a hora de começar.






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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Qua Maio 04, 2022 11:39 pm

Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 22

O Demônio de Sirarossa Aparece!


Confiante em suas capacidades, Cutt sequer cogitava fugir, Azazel parecia gargalhar quase que entusiasmado com a soberba do marinheiro que logo receberia o que merecia.

Deep queria curtir aquele embate, por isso se ajeitando, corria primeiro em direção aos outros marinheiros, levemente amedrontados, ainda que eufóricos com as palavras do meio gigante, eles até tentavam bater de frente, mas eram completamente aniquilados, um em seguida do outro.

Ainda que Deep tenha tomado cerca de quatro estocadas no processo, sua carapaça parecia segurar parte do dano que poderia ter sido grave em seu antigo corpo humano.

Ainda assim, sua pelugem ia se borrando com o sangue derramado, tanto o dele quanto o de seus inimigos.

Com facadas e sua chuva ácida, ele começava a brincadeira, em segunda partindo para ataques com agarrões, projetando diversos marinheiros para distancias bens consideráveis.

Seu corpo era mais pesado e ainda não havia controle completo dele, por isso, era atingido pelos golpes antes citados.

O marinheiro do machado, não havia ficado parado vendo sua tropa morrer nesse tempo, na verdade ele até tentava acertar Azazel, contudo, com o machado pesado em mãos, era difícil bater de frente com a velocidade elevada do homem coala.

Porém com uma finta não esperada, ele no meio de um avanço, jogava seu machado em direção a Cutt, que desviava por questões de centímetros, a brecha aberta era suficiente e se aproximando de Deep o meio gigante puxava o machado por meio de um fio bem resistente preso entre a arma e sua mão.

Com pouca distancia e sem muito espaço para esquivar, Deep recebia um ataque em cheio no seu peito, era um corte diagonal descendo da direita para a esquerda, o sangue sujava completamente o machado e com o impacto ele voava alguns metros

Caindo na beira do cais, Cutt poderia olhar sua obra de arte, conforme o tempo passava, corpos carbonizados subiam até o topo da água, começando a boiar, ainda que visse alguns civis fugindo com vida, ao menos física, porque mental já não havia mais, ele conseguia contar quinze civis mortos entre os na água e os que antes tinha matado dentro do barco.

Em passos pesados e firmes, o marinheiro se aproximava apoiando o machado no ombro.

— Ei sua aberração, preparado para ser ceifado para o inferno? – Ele sorria com certa soberba, dando tempo para que deep se levantasse.
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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Qui Maio 05, 2022 4:50 pm

Ascendendo às profundezas

capitulo 2



Após um movimento errado, acabamos tomando uma machadada no peito e éramos arremessados para longe, a dor irradiava pelo nosso peito conforme o sangue escorria manchando nossos novos pêlos e nossa pele mestiça. Aterrissamos cuspindo sangue, a dor fazia nossa cabeça zunir enquanto minha visão girava buscando me achar.

Mas estar ferido numa luta, não era nossa primeira vez, desde pequeno era sempre assim, estamos sempre lutando feridos e sempre lutamos melhor nessas situações, creio que o nome disso seja adrenalina, mas o próprio ditado diz que um animal ferido é perigoso.

Cambaleante nos levantaremos, colocaremos a faca contra nossa mão esquerda e diríamos babando sangue:

Hyahahahaha… DOR… È por isso que lutamos… Esse é normal, nossa natureza…

Com um movimento rápido e uma careta de dor faríamos um corte na palma de nossa mão e começamos a rir enlouquecendo na dor.

O apelido que o jornal deu e que você evita tanto usar… Quer saber por que nos deram ele? Na verdade, por que não te damos uma demonstração? Acho que é hora do demônio… Te assombrar…

Sabíamos que se nos deixássemos cair ali, seríamos mortos sem a mínima chance de fuga, então usamos a dor a nosso favor, tentaremos usar a adrenalina do momento para continuar lutando mesmo com quase desmaiando de dor. mais importante que isso abusarmos da situação para pegar mais poder emprestado da entidade, ativando assim nossa habilidade de assombrar.

Mancando andaríamos rindo em meio a um choro de dor, um som que não poderia ser descrito melhor do que como “sons de um homem insano”, estávamos nos divertindo com aquilo, mesmo estando olhando a morte nos olhos, estávamos apavorados, em dor profunda e rindo.

Cuspiriamos a névoa ácida mirando o rosto do marinheiro, queríamos dificultar sua visão, temporariamente com o ataque ou por mais tempo se queimássemos seus olhos, de qualquer forma, aproveitaríamos cada segundo para nos movermos rapidamente para parecer que nos teleportamos devido a visão dificultada do gigante. Tentaríamos dar impulsos de movimento de um lado para outro do gigante, dando a parecer que teleportávamos ao seu redor, distribuindo facadas e tentando cuspir ácido em seus olhos.

O homem era maior e tinha uma arma de maior alcance, para nos defendermos manteríamos uma distância mínima de seu corpo, onde ainda podiamos manobrar nossa arma tranquilamente, mas provavelmente ele não teria a mesma facilidade. Qualquer ataque que o homem lançasse, tentariamos abaixar e passar por baixo se fosse possível, caso contrário usariamos o próprio gigante como plataforma para pular por sobre seu ataque, sempre o furando com a faca quando possível para o enfraquecer e cansar, assim como sempre enviando névoa contra sua cara tentando queimar totalmente sua visão.

Se em algum momento conseguíssemos queimar bastante os olhos do gigante, pulariamos para trás para ganhar uma distância e diriamos:

-Tem medo do escuro? É melhor ter…

Então ativariamos nossa habilidade de retalhar, aquele ataque sedento e veloz que guardamos até agora para uma ocasião especial, o usariamos de forma a área dele não sair para a parte de água do porto, assim tentando evitar uma queda, mas de forma ao gigante ainda estar dentro da área e então iniciariamos o ataque, sumindo em pleno ar enquanto a área começaria a receber diversos inúmeros cortes de faca, literalmente tentando retalhar em pedaços tudo e todos no local

Cap. 2 - Ascendendo às profundezas - Página 4 0fa7555ef9f5d4e0d5cae820b0a3e3f432548a20_00

Se o marinheiro acabasse por morrer, tentaremos arrancar sua cabeça e sair daquele local carregando a mesma e buscando alguma grande ponte da ilha onde pudéssemos nos esconder sob ela para averiguar nossas feridas.






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-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Seg Maio 09, 2022 10:01 pm

Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 24

O Demônio de Sirarossa Aparece!


O meio gigante sorria com as palavras de Deep, ele apertava o machado que era segurado pela sua mão direita e parecia bufar raiva pelas narinas.

O homem preferia por ficar parado conforme o assassino se aproximava, Cutt parecia bem machucado, mas sua vontade de matar era maior que as dores sentidas, ainda que gritantes, ele se matinha de pé na base do ódio.

A fumaça era cuspida contra o homem, que prontamente botava um óculo de aviador, ele puxava o ar para dentro de seus gigantes pulmões antes que a nevoa finalmente chegasse e segurando o machado com duas mãos, girava em seu próprio eixo, alternando o grau de posição do machado, ele dificultava a aproximação, assim como dispersava a nevoa com mais facilidade.

Ainda que isso fosse quase que uma defesa perfeita, sempre haveria brechas e o peso do machado ia dificultando, cada vez ficando mais lento, dando espaço para que com suas novas pernas, Cutt cortasse o marinheiro em diversos pontos.

O retalhar era ativado e os cortes perfuravam a carcaça grossa do marinheiro que apesar de tudo, se mantinha de pé, ainda que com cortes profundos nos braços e pernas.

Ele cuspia sangue e logo sua pele começava a se avermelhar, — Você mexeu com o marinheiro errado... quanto mais eu apanho, mais forte eu fico.

Sorria de forma sádica e até que assombrosa, dando um forte dash em direção de Cutt, uma fumaça parecia sair de seus músculos e cabeça, que pareciam até aumentar de tamanho.

Ele berrava estremecendo as madeiras do convés e com uma aproximação quase que não visível a olho nu, batia com a parte sem fio do machado contra o tronco de Deep, exatamente em suas costelas direitas.

O assassino era jogado contra uma casa no porto, batendo com força nos tijolos que se quebravam, porém não parava por aí, ao sentir o impacto, ele já sentia a mão do marinheiro sobre seu pé.

Batendo-o contra o chão de um lado pro outro, acabava arremessando Cutt contra a barraquinha do vendedor que a minutos atrás havia conhecido.

Ele respirava de forma super ofegante e caia de joelhos no chão, aquela forma quase que berserker parecia cansar muito o marinheiro, que aos poucos ia ficando com uma coloração mais normal e a fumaça ia parando.
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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Ter Maio 10, 2022 3:27 pm

Ascendendo às profundezas

capitulo 2



O marinheiro tirava um óculos do rabo, mas isso não impedia que a névoa atrapalhasse sua visão por si só sem necessariamente queimar seus olhos, nossa habilidade vinha para o ferir, mas aparentemente ele tinha algum truque na manga, parecia se tornar mais forte, nos arremessava para longe com um poderoso golpe e prosseguia para nos  chacoalhar e nos bater contra o chão logo antes de nos jogar na barraca que compramos nosso poder.


Nossa visão se tornava torpe  e confusa quando tentávamos nos manter conscientes, a dor era enorme, podíamos sentir o sangue quente escorrer pelo nosso peito e o gosto metálico de sangue em nossa boca era bem presente, adicionalmente a isso parecia que ambos estávamos sofrendo com os efeitos de nossas técnicas, nos sentimos cansados e ele parecia que estava passando por um efeito parecido, caído de joelho onde estava.

Resmungando de dor tentaremos ficar em pé e sorrir.

Quase nos derrubou nessa, maldito… Na real, estamos bem cansados e doloridos… Mas… Não precisamos ir até ai pra te matar…

Tossiremos um pouco de sangue e abriremos a boca mostrando faíscas elétricas violetas logo antes de tentarmos cuspir um raio de coloração igual a das faíscas, contra o peito do marinheiro. Daremos um passo e cuspiremos outro raio, tentando assim ferir o alvo e o manter parado devido a eletricidade em seus músculos. uma vez que estivesse mais próximo, mudaria meu cuspe para uma constante de fogo, tentando torrar o gigante.

Se tentassem nos atacar, tentaremos cuspir um raio contra o ataque, tentando impedir o mesmo com nosso próprio ataque e usando raio para ver se ele ajuda a impedir a movimentação do atacante.

Se conseguissemos matar o gigante, arrancariamos sua cabeça e a levaremos conosco enquanto tentariamos avançar o quão rápido conseguissemos para longe dali e buscando uma das muitas pontes de Sirarossa, para nos esconder abaixo dela






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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Ter Maio 10, 2022 8:03 pm



- Bellanji chega! -



Antigas culturas adoram a morte como se está fosse uma deusa gostosa e cheia de encantos, no entanto, não era dessa forma que eu via isso. Apesar de sentir um prazer estranho e deveras divertido ao causar dor em minha vitimas, eu de modo algum amo a morte, meu amor está sendo todo usado em mim mesmo, me amar incondicionalmente fazia com que ao matar ou causar dor aos outros um tesão extremo tomasse conta de meu corpo. Após a bela noite de sono que acabou sendo interrompida pelos gritos no porto eu finalmente estava no local do burburinho, e deuses ... Que cena!

Aparentemente um furacão havia passado por ali, pois a destruição era tamanha que eu me recusava a crer que pessoas normais fariam aquilo. " E ai babaca? Oque vai fazer? " E como sempre minha mente tinha as melhores perguntas, afinal mesmo assistindo aquele show eu não tinha motivos para interferir. Mas eu podia dar meu próprio show, afinal depois de dormir bem eu estava recuperado e ansioso pelo prazer da dor alheira.

Minha primeira reação seria olhar em volta, a busca por vitimas era visando pessoas com aparência frágil, como mulheres, crianças ou idosos que pudessem estar por ali assistindo aquela confusão. Na possibilidade de encontrar qualquer pessoa com tal descrição iria avançar na direção da mesma, utilizando de minha velocidade máxima e pegando impulso saltaria e girando meu corpo tentaria aplicar um chute rodado na direção do rosto do ser - KakaKAkakak. Aqui não é um bom lugar pra ficar, você não concorda? - Sendo efectivo em tal movimento a sequência de golpes teria como objectivo causar o máximo de danos possíveis a pessoa, tentaria aplicar chutes seguidos mirando o pescoço e face, colocando força o suficiente para tentar acabar com a vida sofrida daquele ser.

Sendo efectivo ou não em minha ação eu sabia de uma coisa: Seria extremamente gratificante! A dor sentida pelos outros faria um sorriso enorme surgir em meus lábios e uma gargalhada viria a seguir. No entanto pararia abruptamente quando me lembrei de que deveria deixar a ilha. Voltaria meu olhar então em busca do catalisador de toda aquela confusão e burburinho, afinal tal ser havia acabado com meu sono e devia pagar por isso antes de eu deixar a ilha. Procuraria ao redor e ao mesmo tempo me manteria atento a possíveis ataques, afinal eu estava sendo procurado no dia anterior, tentando desviar de qualquer coisa com um rolamento para a esquerda e buscando abrigo atrás de alguma caixa ou construção.

Caso encontrasse o causador daquela merda iria na direção do mesmo, cauteloso no entanto puto - Hey, que merda é essa de fazer barulho essas horas? Tem trabalhadores querendo dormir porra! - Aguardaria uma resposta atento para não ser atacado, ao mesmo tempo que me preparava para executar algum ataque.






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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Qui Maio 12, 2022 10:45 pm

 Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 25


O Demônio de Sirarossa Aparece!





O combate era de gigantes, o porto naquele momento já estava bem destruído e um furação parecia ter passado por ali, Cutt estava cansado depois daquele combate longo e querendo ou não, usar suas habilidades em primeira mão lhe cansavam de forma expressiva.
 
Os dois se encontravam num estágio de fadiga e machucados muito parecidos, o chão era coberto de sangue como se ele fosse na verdade pintado naquela cor.
 
O marinheiro levantava conforme ouvia as palavras de Deep, se apoiando sobre o machado, ele tinha um rosto sanguinário, somente sendo reconhecido como marinheiro por causa da farda.
 
Porém Deep tinha uma ideia que poderia poupa-lo tempo e que provavelmente funcionaria, ele disparava um raio em direção ao marinheiro, que gritava arremessando seu gigante machado na direção assassino.
 
O raio era cortado em dois feixes pelo machado, que girava rapidamente até deep, o movimento era tão rápido que ele somente sentia o impacto do machado fincando em sua clavícula, como o encontro de suas costas a uma parede.
 
Batia contra ela, com o machado o prendendo contra a parede, ele podia ver a sua frente o marinheiro completamente carbonizado, ainda assim, o mesmo morria em pé.
 
Era neste instante, alguns metros dali que Tensei voltava a realidade quando sentia sobre seu pé um aperto, olhando para baixo, notava uma mulher toda ensanguentada carregando um bebê que não parava de chorar.
 
— Por favor nos aju- Tal pedido era interrompido pelo forte chute no rosto da mulher, que com o impacto repentino, acabava desmaiando e soltando a criança, que batia a cabeça contra o chão e agora berrava.
 
Em seguida, um forte barulho acontecia a poucos metros dali e o homem poderia ver preso contra uma parede, um ser grande com um corpo completamente deformado, sendo composto por partes animais e humanas.
 
Sendo provavelmente o causador de tudo, o jovem se aproximava, logo o confrontando, notando que Deep naquele momento estava num estado bem delicado e grave, ele conseguia ainda assim se mover, primeiro tendo que tirar aquele machado que o prendia contra a parede.
 
Com seus sentidos a flor da pele por causa da euforia, ele ouvia passos fortes chegando, provavelmente a três minutos dali e com todos os acontecimentos, provavelmente seriam marinheiros.
 
Alguns civis emergiam das águas do porto, em sua maioria chorando e carregando corpos de outras vítimas, enquanto em maioria, o mar de Sirarossa parecia estar com uma infestação de corpos, já que muitos boiavam batendo-se contra as beiras do cais.
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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Seg Maio 16, 2022 2:30 pm




Ascendendo às profundezas

capitulo 2



Em uma disputa de poder, nossa luta terminava conosco presos a uma parede pela arma do inimigo e o oponente morto por nosso raio violeta. Enquanto isso mais uma pessoa aparecia no local, ele chutava uma mulher com seu bebê e vinha gritar conosco. Parecia que ele estava nervoso com o barulho.

Ouvindo o berro do estranho homem, poderia muito bem cuspir um raio e o fritar, mas ele chutou aquela mulher, se incomodou com o barulho, não com a matança e a entidade me falou para juntar os degenerados, talvez ele possa prestar para algo... Então segurariamos o machado e o retiraremos, nos libertando da parede... Uma labareda pequena sairia pelo canto da minha boca e olharia com um olhar frio pro homem:

Vai querer encarar também? Ou prefere se juntar a festa? Estamos montando um bando de pessoas como nós para tomar esse mundo para quem realmente pode o aproveitar... Que tal?


Após a resposta do homem, diria:

Bem, mas espero que não se importe de um testezinho só para ver se você realmente serve para o grupo que estamos montando... Sacramento negro... Precisamos que mate alguém e nos traga sua cabeça... Sabe como é... Burocracia... E você meio que já fez metade do serviço…

Apontaremos para a mãe caída no chão enquanto iriamos por a mão nas dolorosas feridas para tentar aplacar seus efeitos e caminhar rumo ao corpo do marinheiro para tirar a cabeça do seu cadáver. usaremos seu próprio machado para o derrubar e decapitar com a lâmina.

Se o homem nos trouxesse a cabeça de alguém, ficaríamos surpresos com sua escolha de alvo, nos parecia que ele era degenerado o suficiente para se unir a gente.

HYAHAHAHAHA.... Muito bom... Você me será muito útil... Agora vamos sair daqui... tentar nos esconder em alguma ponte da cidade e aí você pode atrair algum médico até nós para nos curar... Ninguém vai nos ajudar se formos até eles…

Dizendo isso, sairiamos mancando rumo a ponte grande mais próxima e tentaríamos nos esconder abaixo dela, sempre tentando segurar as feridas de forma apertada, tentando estancar o máximo possivel do sangramento.












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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Seg Maio 16, 2022 3:19 pm



- Bellanji chega! -



lA tal batalha entre monstros acabava com ambos feridos e com muito sangue em campo, aquilo estranhamente me deixava animado e despertava minha curiosidade pelo ser preso por um machado na parede "Olha um louco, e não é um espelho agora kaKKaakaka! " Vendo aquela criatura metade humano e metade ... Não faço ideia do que ele realmente era, me respondendo enquanto retirava uma arma enorme de seu corpo, meu sorriso não pode deixar de aparecer, vindo junto de uma gargalhada

- Me juntar? Kkakaakakkka! Nunca pensei em fazer parte de algo, mas estou saindo dessa ilha e se me ajudar eu faço umas comidas pra você. -

Parava enquanto levava a mão esquerda até o cabelo, o retirando do rosto e revelando o terceiro olho:

- Isso senão se importar de viajar com uma aberração ... Apesar que você também não é normal kakKakakak!

Um teste? Aquele ser me propunha algo interessante no entanto eu não via prazer em brincar com alguém que já não sente dor.  Pegando a faca de cozinha na minha mochila ainda sorria enquanto me virei para a criança que a mãe havia deixado:

- Fazer oque, se isso vai me ajudar a sair daqui com alguém forte..

Caminharia na direção da criança e tentaria aplicar um golpe de faca em seu frágil estômago, depois faria cortes lentos em seu pescoço, sentindo um estranho prazer enquanto fazia isso. Após tal ato iria me dirigir na direção do ser com a cabecinha em mãos:

- Espero que sirva !

Caso a resposta da aberração fosse positiva eu precisava arrumar uma forma de sair daquele local o mais rápido possível, afinal não queria servir de alvo para mais marinheiros que podiam vir a chegar. Ofereceria meu ombro para ajudar o apoio do ser e tentaria me dirigir para algum lugar seguro, uma ponte, um beco ou mesmo uma casa abandonada onde poderíamos nos esconder e enquanto isso me apresentaria:

- Pode me chamar de Tensei ... E como eu te chamo?

Após tais palavras iria tentar deixar o local em busca de alguém para ajudar aquele saco de sangue que pingava cada vez mais. Uma clínica, ou farmácia ou qualquer um que pudesse me parecer ter experiência em medicina seria meu alvo, buscaria correndo pois não tinha muito tempo a perder. Caso encontrasse algum estabelecimento iria adentrar o mesmo de forma bruta e falar alto:

- Me ajudem, meu amigo foi atacado pelo assassino no porto, ele não tem muito tempo! -

Esperava que tal afobação fosse suficiente para conseguir enganar alguém e assim levar o mesmo até o esconderijo, afim de tratar os ferimentos de meu mais novo parceiro.






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Van
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NARRAÇÃO


Sirarossa nunca mais seria a mesma depois daquele dia triste. Os sobreviventes da maior chacina que a ilha já viu teriam traumas e histórias para contar para todo o sempre. Seria o conto do dia em que uma besta peluda poderosa assassinou brutalmente pessoas no porto sem o menor pudor. Não o bastante, tamanha crueldade ainda atraiu outras pessoas para o caminho de terror pavimentado com corpos inocentes. Deep Cutt era uma criatura única, mas não era único, pois dentro daquele corpo outras vozes e pensamentos pareciam coexistir. O desequilíbrio mental era evidente no trato com outros seres, mostrando total preocupação com moralidade, um verdadeiro exemplo de psicopatia. Diferente de sociopatas que são incapazes de entender o conceito. Não, o akumado sabia o que fazia e sentia prazer com isso. A ausência de remorso o tornava um monstro incorrigível e assim como pessoas que mandam cartas para serial killers, ele acabava recebendo um fã em sua jornada.

O rapaz de cabelos roxos apareceu e após um diálogo tão estranho quanto a dupla, entraram em um acordo com uma condição bestial. Uma pessoa sã hesitaria diante de tal proposta, porém, Tensei a aceitou e cumpriu de maneira macabra à altura do mais novo companheiro. Uma pequena criança serviu como sacrifício para a criatura e agora o acordo estava selado entre os esquizofrênicos.

E assim, a dupla seguiu em direção a um abrigo temporário. Tensei ofereceu seu ombro para o outro psicopata, mostrando que confiava naquele monstro e vice-versa. Estranhamente, as almas pareciam idênticas, talvez até gêmeas. Acharam um esqueleto de barco inacabado - provavelmente um projeto abandonado ou cancelado. Era deserto o bastante para receber Cutt e não ser incomodado. A Marinha estava mais preocupada em reagrupar e cuidar dos feridos do que ir atrás do pirata no momento. Já tinham suas características, então era questão de tempo até um cartaz ser produzido.

O chef deixou o companheiro e procurou por ajuda. Não era um bom ator, contudo, era um homem sensível e soube achar as pessoas certas para ajudá-lo. Dois médicos, ou melhor dizendo, um médico idoso e outro um pouco mais novo. Sem pensar duas vezes, ambos acompanharam o cozinheiro, encontrando o smiler ferido.


Cap. 2 - Ascendendo às profundezas - Página 4 Invaded7b


- N-Não pode ser… Então, você causou aquelas mortes e quer nossa ajuda?


Cap. 2 - Ascendendo às profundezas - Página 4 Doctor-future-diary-1


- Espere, Doutor Edward… Somos médicos, fizemos um juramento para salvar todos.

- Mas Sensei Nozomu…

- Sem mas… se um de nós negarmos o atendimento, seríamos tão assassinos quanto ele… Só podemos esperar que ele melhore e o que ele fará com a própria vida… Tsc, não está em nosso poder decidir!

O mais antigo pegou sua maleta e iniciou o procedimento, tocando em Deep com as mãos trêmulas, embora o olhar fosse firme. Sua determinação era inigualável pois conseguia encarar Deep sem desviar o olhar, mesmo com cada pêlo do seu corpo brigando para fugir dali. Enquanto Doutor Edward coçava a cabeça desesperado, congelado de pavor. O que a dupla fará agora?

Deep Cutt:

Tensei:

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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas - Página 4 SV0Tlmo