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Arrumando a cozinha pt1. Dom 24 Abr 2022 - 11:09
Arrumando a cozinha pt1.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Tensei. A qual não possui narrador definido.
Tensei
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Re: Arrumando a cozinha pt1. Dom 24 Abr 2022 - 15:10



- Tensei -



Ah, o mundo! Que baita lugar sujo e cheio de pessoas escrotas, um lugar que apodrece aos poucos e vai levando o resto de bondade e felicidade que ainda resta em alguns seres, e ao eu vós pergunto: Isso não maravilhoso?! E me deixe responder a essa pergunta - Sim, isto é! - Ver as pessoas apodrecendo ao meu redor só me fazia sorrir, um sorriso verdadeiro de felicidade. A maioria das pessoas vive um vidinha medíocre, sem roubar, matar ou cometer qualquer tipo de crime e sem nenhuma emoção, e novamente eu vós pergunto: Onde está a vida nisso?!  Viver é experimentar o melhor do mundo, mesmo que isso acabe te matando no caminho. Carnes caras, vinhos finos, dinheiro, ouro e poder! Tudo que eu sempre quis desde que vivia como um rato abandonado pelas ruas de Sirarossa estava agora diante de mim, só precisava começar a percorrer o caminho até tais tesouros, e, com certeza eu deixaria muitos corpos no caminho.

Estava tão disposto enquanto caminhava pelas ruas de minha cidade natal, mas de fato não tinha muitos planos de por onde começar minha buscar por meus sonhos de luxuria. Não usava roupas finas simplesmente por não ter nenhuma, trajava apenas uma bermuda de coloração preta e uma camisa vermelha aberta, talvez mais velha que eu, além de um par de chinelos também pretos. Roupas simples mas de modo nenhum desleixadas, todas limpas e bem arrumadas na medida do possível, afinal andar desaprumado era algo que não faria! Por onde começar, oque buscar? Precisaria responder essas perguntas o mais rápido possível - Bem ... Eu vou ter que comer logo, meu estômago já tá gritando KakKAkakAk! - Falar sozinho era algo que fazia com certa recorrência, e não me importava de parecer um estranho no meio da rua. Com a comida em mente me decidi, iria começar procurando por um kit de cozinha, iria precisar para minha viagem de talheres, pratos e panelas. Antes de continuar no entanto pararia no lugar em que me encontrava e levaria a mão direita até o bolso da bermuda, de onde um colirio saia e lentamente eu levava até meus olhos, pingando duas gotas em cada um, incluindo o terceiro olho escondido pelo cabelo.

Meu ritual estava feito e agora me restava partir em busca de meus desejos, apesar de conhecer a ilha, afinal havia nascido nela, nunca tinha procurado por algum kit do tipo que buscava agora. Andando pelas ruas iria olhar em voltar, com olhos afiados e ligeiros buscaria por qualquer tipo de venda ou mercado que pudesse ter utensílios de cozinha, tudo isso enquanto carregava um sorriso largo e limpava os dentes com a língua, deixando a mesma de fora. E o sorriso tinha um motivo, eu de modo algum pretendia pagar por nada que queria arranjar, então com certeza não demoraria para a confusão começar e isso me fazia rir muito mentalmente. Não encontrando com minha vista nenhum lugar desse tipo iria recorrer até os idiotas da rua, pessoas normais que vivam uma vidinha normal - Hey! Onde consigo utensílios de cozinha por aqui? - Não agradeceria ou mostraria gratidão, independente da resposta, iria apenas voltar a andar e no caso da pessoa me indicar alguma direção seria para lá que eu tentaria seguir. Conseguindo encontrar alguma venda ou coisa do tipo, sem demora eu iria em busca de minhas coisas - Vendedor(a)! Preciso de um kit de cozinha, talheres, facas, panelas, me mostre tudo! -  Aguardaria então uma resposta de alguém no estabelecimento.






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Re: Arrumando a cozinha pt1. Ter 26 Abr 2022 - 15:47

NARRAÇÃO


O clima cinzento de uma cidade urbanizada não era agradável e tampouco saudável. Era possível afirmar que o excesso de gás carbônico atrapalha a circulação de oxigênio em alguns cérebros diminuindo suas capacidades e causando danos a longo prazo. Sim, esta foi a única explicação encontrada pelo narrador para entender o nascimento de um ser tão deplorável quanto Tensei. Fruto de maus tratos e violência, criado em um ambiente transtornado por um sociopata, desde pequeno teve a crueldade como uma característica comum. O verdadeiro fruto do meio? Então, partindo desse pressuposto os ladrões das favelas roubam pelo ambiente em que vivem ou têm suas próprias necessidades? Debates filosóficos à parte, somente em uma ilha tão violenta ao ponto do Governo Mundial abandoná-la, poderia abrigar a existência de um ser tão bizarro que faz parecer ser uma double account do Deepola, my nigga.

Tensei caminhava pela ilha buscando por coisas específicas embora não tivesse um objetivo futuro tão bem definido assim. O sol tentava aquecer as peles e causar câncer nas pessoas, mas as nuvens bloqueiam mesmo sendo meio-dia. Sirarossa parecia uma ilha abandonada por deus, assim como nosso protagonista. Todavia, o sádico possuía boas qualidades. Ele era um cozinheiro de mão cheia - inclusive com outras mãos. Para exercer sua função, procurava por um kit de cozinha. Após perder o lugar onde passou sua infância e seu único tutor, ele estava largado a sua própria vontade, tornando-se o homem mais temível do mundo. Nada era mais perigoso e imprevisível do que alguém sem laços e algo a perder. Se um pai mataria por seu filho, o que um filho sem pai seria capaz de fazer pela total ausência de sentimentos e obrigações sociais?

Falando sozinho, a aberração de cabelos púrpura e sobrancelha esquisita chamava a atenção, inclusive ao colocar algo em seu olho. Aquela foi a última aplicação e agora tinha mais essa preocupação, visto que era um hábito necessário em sua vida manter os olhos limpos, todos os três. Sim, ele também tinha três olhos. A cara do bullying. Apesar de tudo, era vaidoso e confiante em suas habilidades, capaz até de usar as duas mãos ao mesmo tempo. Característica rara e valiosa. Passando pelos estabelecimentos, gerava uma certa repulsa, contudo, eram tantas características exóticas que tornava impossível definir o real motivo.

Durante sua busca, encontrou à sua esquerda um restaurante em condições ruins com uma jovem de cabelos negros em um rabo de cavalo limpando e servindo sozinha. Do lado direito, havia uma loja de ferragens e utensílios. A variedade de produtos era visível na vitrine, embora a qualidade seja questionável. Para completar, um pouco mais a frente um pequeno grupo de pessoas fechava a rua para ver um homem anunciar junto a um cartaz um festival culinário de bairro. Consciente ou não, Tensei havia chegado em uma rua que poderia ser conhecida como “polo gastronômico” e muitas opções estavam ao seu alcance. O que ele fará agora?
Tensei:

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Re: Arrumando a cozinha pt1. Ter 26 Abr 2022 - 17:43



- Tensei -



- Apenas um trago nesse meu cigarro (...) - A musica que ecoava em minha mente repetidamente começava a me incomodar, pelo simples fato de eu não me lembrar de onde havia ouvido a mesma. E isso fez meu humor mudar de sorridente para algo carrancudo e com olhar de raiva para todos a minha volta "Esse sistema de merda que cria músicas repetitivas e as faz ficarem presas na mente dos trabalhadores, os induzindo a fazer coisas que não querem!" Obviamente tal pensamento só poderia ocorrer na cabeça de alguém que não bate bem das ideias, ou seja, minha mente era perfeita para fomentar tais coisas.

Ora pois, que acontecer de eu andar tanto até finalmente chegar a um lugar interessante. Uma simples rua de merda que no entanto possuía tudo que eu precisava, talvez se os demônios existam eles estavam me ajudando de alguma forma. Um restaurante com uma bela moça, uma loja com materiais velhos mais utilizáveis e o povo comentando sobre um festival de comida? A decisão mais sabia me fez virar na direção da loja de ferragens, afinal elas era meu objetivo primário, todavia, no entanto, desde quando eu fui sábio? - Percebeu a morena no restaurante idiota? - Tal pergunta feita por mim para mim não precisou ser respondida, pois assim que me lembrei da mulher me virei na direção ao restaurante.

Com a mão esquerda levada até meus cabelos tentei arruma-los de uma forma mais bela possível, antes de finalmente me aventurar para dentro do restaurante. Não chegaria muito perto da mulher, isso normalmente causaria uma primeira impressão ruim, e eu pretendia que este encontro fosse bom para ela - Com sua licença madame! - Cuspia tais palavras enquanto tentava entrar no restaurante, e uma vez dentro do mesmo começaria o teatrinho pessoal - Me chamo Tensei, aquele que um dia terá seu nome escrito no mundo da culinária! - Enquanto falava me curvava e exibia um sorriso largo e branco - Estou a procura de ingredientes e de uma ajuda para entrar no festival culinário que todos falam nas ruas (mentira). Foi quando me deparei com esse estabelecimento, é uma posse sua madame? - Enquanto falava caminhava cada vez mais para perto da mulher.

- Mesmo se não for a dona, poderia me ajudar? Preciso de ingredientes, será que poderia me vender alguns? - Após falar tentava ficar a uma distancia média de 2 metros da mulher, enquanto aguardava uma resposta da mesma, deixava o sorriso no rosto enquanto com os olhos tentava fitar melhor a mulher morena - Não estou nadando em dinheiro mas posso pagar oque faltar com trabalho, fui treinado pelo melhor cozinheiro da ilha! - Não me importava de ser observado por outros, a vergonha é algo somente daqueles que possuem algo a perder, eu no entanto não desfrutava dessa regalia.

Inicialmente não iria agir de forma muito suspeita, precisava ver a mulher mais de perto e constatar se valeria a penar matar, afinal somente a beleza poderia encher meu corpo de alegria. Enquanto aguardava uma resposta da mesma observaria em volta, procurando possíveis armas e até mesmo talheres, verificando todas as possíveis saídas e/ou entradas, ou seja, analizando o ambiente até ter uma imagem clara de tudo para poder finalmente formar um plano. Não poderia me esquecer de olhar a cozinha "Vai ser estranho se pedir para usar a cozinha assim idiota! Espere ela se apresentar e responder ao seu questionário do bolsa família! " Devo dizer que até mesmo eu possuo pensamentos inteligentes as vezes, afinal um cozinheiro de meu nível ainda estava para nascer.






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Re: Arrumando a cozinha pt1. Ter 26 Abr 2022 - 18:58

NARRAÇÃO


Arrumando a cozinha pt1. Maid510


Várias formas tem a morte, para o sádico de cabelos roxos calcular quem e como morreriam era um hobby. Ao melhor estilo shinigami, inclusive nos cabelos coloridos, ele decidia a próxima alma a ser ceifada e mesmo tendo opções pacifistas, o membro da tribo dos três olhos optou pelo alvo aparentemente mais fácil. A jovem trabalhadora não fazia ideia do demônio que entrava pelo seu estabelecimento. Como um vampiro precisando de autorização para entrar em um cômodo fechado, Tensei pediu licença para entrar, momento este em que a atendente deixou cair a vassoura com a qual varria o chão e se colocou em posição de reverência para recepcionar o “cliente”.

- Se-Seja bem-vindo…


Arrumando a cozinha pt1. Maid10


Ela parecia atrapalhada e empolgada, provavelmente era inexperiente no serviço. Já o “freak” mostrou um lado manipulador interessante - Estou a procura de ingredientes e de uma ajuda para entrar no festival culinário que todos falam nas ruas. Foi quando me deparei com esse estabelecimento, é uma posse sua madame? - A atendente corou imediatamente. Parecia orgulhosa do lugar, embora estivesse longe de ser luxuoso.

- S-Sim… E-Eu virei a dona com a morte do meu avô…

A jovem tentava disfarçar a tristeza com um sorriso amarelo, mas aquele ainda parecia um assunto doloroso e recente. O cozinheiro então tentou barganhar a compra de alguns alimentos para participar na competição e esse tópico mudou o clima positivamente. Os olhos da pequena brilharam e ela parecia bastante animada com a participação do estranho.


Arrumando a cozinha pt1. Maid110


- CLARO QUE SIM… Ma-Mas… Eu não posso te dar porque o comércio tá difícil… - Tensei então propôs trabalhar para compensar, momento este em que os olhos da maid brilharam. - SIM, COMBINADO!

Com a guarda baixa, o acrobata pôde finalmente avaliar o cenário. Era um restaurante simples com uma entrada principal. Ao entrar, era dividido em duas partes, tendo um balcão para bebidas e pedidos rápidos e do outro lado 4 mesas com 4 cadeiras cada. Havia uma porta atrás do balcão que provavelmente daria para a cozinha. Enquanto observava, uma apresentação era inevitável.

- Meu nome é Hope… E o seu, senhor?


Arrumando a cozinha pt1. Maid310


O que Tensei fará agora? Teria os alimentos e até mesmo utensílios ao seu dispor, além de uma jovem sozinha em um restaurante vazio.

Tensei:

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Re: Arrumando a cozinha pt1. Ter 26 Abr 2022 - 19:52



- Tensei -



Talvez em algum tipo de descrição, ou imaginário popular todo aquele cenário que eu via poderia ser descrito como céu. Ter todo aquele estabelecimento a sua disposição e a jovem e bela dama como companhia seria perfeito para começar o plano. Ouvindo atentamente as respostas da mulher um sorriso ainda maior tomou conta de meus lábios - Linda Hope, como o destino é maravilhoso por nos juntar aqui! - Era impossível não utilizar de minhas características sedutoras, que com toda certeza do mundo eu possuía de sobra. Ainda sorrido mirei meus olhos para a cozinha do local, ou ao menos para a porta que eu esperava ser a mesma.

- Hope-chan, pode me mostrar a cozinha. Eu quero preparar um prato especial hoje, tenho certeza que nenhum juiz vai recusar meu Curry do amor! - A receita de Curry era algo maravilhoso, podia nutrir por muito tempo por possuir ingredientes cheios de fibras e energia, então não havia escolha melhor para uma competição - Além disso eu acho que é um prato pode servir aqui no restaurante, se me ajudar a preparar vai ver o qual maravilhoso é. - E de fato aquela não era uma mentira total, eu já tinha visto o chef que me ensinou a cozinhar servir tal prato diversas vezes, no entanto ele usava uma carne "diferente" da convencional, e eu não queria matar de imediato uma jovem tão bela e preservativa.

- Se puder me trazer os seguintes ingredientes podemos começar Hope-chan! - Ao falar passaria verbalmente uma lista de ingredientes na esperança da mesma possuir tudo ali em seu restaurante.

Lista:

A receita estava com os ingredientes correto, mas passei o dobro da quantidade de todos os materiais, afinal queria reservar ao menos um pouco para mim. Na possibilidades de ter todos os ingredientes em mãos e de Hope me ceder a cozinha eu iria começar o preparo do prato. Iniciando pelo processo de cortar os legumos e vegetais (cebola, batata e cenoura) em pequenos cubos, mantendo as mãos firmes para que todos ficassem o máximo possível do mesmo tamanho, apertando a faca sempre de forma firme e rápida afim de executar tal tarefa com certa velocidade. Após picar os vegetais iria separar a cebola e então pegar a carne para começar a cortar a mesma em cubos, no entanto dessa vez não queria deixar todos do mesmo tamanho pois a fibra fornecida pela carne deveria além de tudo dar sabor ao prato. Finalizando tal tarefa iria colocar uma panela em fogo médio e adicionar 2 colheres de sopa de óleo, e então jogar a carne e a cebola, mexendo um pouco manteria tudo no fogo até que a carne cozinhasse e ficasse com um aspecto macio. Em outra panela iria em fogo baixo ferver 4 copos de agua e colocar a bata e a cenoura, deixando a mesma tapada para ferver mais rápido, quando estivessem macios dentro da fervura iria então finalmente com calma acrescentar a carne com as cebolas e por fim o tempero, aumentando o fogo para médio e mexendo por algum tempo até que o caldo encorpasse.

Na possibilidade de não haver todos os ingredientes ali, eu iria trocar o tempero já pronto por uma feito na hora me utilizando de outros ingredientes.

Ingredientes tempero:

Se fosse bem sucedido na tarefa de preparar tal pranto iria estar com um enorme sorriso no rosto - Hope-chan, quero que seja a primeira a provar, por favor faça as honras! - Tentaria então segurar na mão direita uma das facas usadas na cozinha, enquanto aguardaria alguma reação da mulher dona do estabelecimento, não queria tentar qualquer coisa sem antes saber oque ela acharia de minha comida.






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Van
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Re: Arrumando a cozinha pt1. Qua 27 Abr 2022 - 14:41

NARRAÇÃO

A interação entre o casal de amantes da culinária era a melhor possível. Hope se deixava encantar pelas palavras e atitude do esquisito mesmo com sua aparência exótica. A dona do estabelecimento era uma pessoa livre de preconceitos cuja visão do ser era profunda e longe de uma superficialidade externa simples. Ela valorizava pequenas atitudes e gestos, mantendo a confiança na pessoa até haver algo que quebre esta sensação. Tensei não tinha intenção maligna evidente e até mesmo ao oferecer o preparo de um prato especial o fazia alguém interessante e amigável.

- Claro, tenho isso tudo sim. Vamos na cozinha.

Hope estava tão à vontade e contente com o novo amigo que até sua gagueira e jeito atrapalhado haviam sumido. A aberração aproveitava e cobria suas teias observando cada detalhe daquela cozinha que não era das maiores, porém, possuía uma porta nos fundos, possivelmente para despejar lixo e servir como saída de emergência. Devidamente informado e suprido dos alimentos solicitados, o rapaz de cabelos roxos iniciou o preparo como um verdadeiro chef.

Arrumando a cozinha pt1. Sugoi10

A morena observava incapaz de controlar sua animação com as habilidades do cozinheiro. Suas capacidades estavam muito à frente de todos que ela já tinha visto. O controle das ervas, do corte e o aproveitamento do tempo. Não havia desperdícios, aquele homem era um verdadeiro profissional da culinária. O tempo passou tão rápido para a dupla que pareciam estar em transe. E o aroma da comida, uau, que cheiro.

- Hope-chan, quero que seja a primeira a provar, por favor faça as honras! -

- E-E-E-EU? Claro…

Arrumando a cozinha pt1. Foodga10

Mais vermelha que um chili, Hope aceitou e ao melhor estilo shokugeki no souma, sentiu a sensação de um foodgasm tomar conta de si ao experimentar aquela refeição. Parecia uma cena de filme do cineband privê de tão forçado, mas estamos em um rpg de one piece, o que é cabível no roleplay. A cena intensa foi interrompida pela chegada de clientes que foram atraídos pelo cheiro intenso do curry, comida esta conhecida pelo forte aroma exalado devido aos temperos.

- Hey… É daqui esse cheiro?

Dois homens entraram parecendo animados e foram rapidamente recepcionados por Hope que os acomodou em uma mesa e no lado de fora mais pessoas passavam e se sentiam atraídas pelo cheiro da refeição. Era questão de tempo até o estabelecimento ficar completamente cheio.

- Chef… Pode fazer mais para os clientes? Você pode me ajudar a salvar esse restaurante!

Arrumando a cozinha pt1. Animac10
Tensei:

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Re: Arrumando a cozinha pt1. Qua 27 Abr 2022 - 16:35



- Tensei -



Tudo, exactamente tudo, estava ocorrendo da forma mais bela e  perfeita existente. O preparar do prato era feito de forma a ocorrer sem nenhum problema, e ao ver o rosto cintilante de Hope ao provar a comida a excitação tomava conta de meu corpo " MAGNIFICO!! " A exclamação mental vinha junto de um sorriso enorme que até mesmo fazia minha língua saltar da boca, lambendo meus dentes e gargalhando - KakKAkakAka Ô Hope-chan, que bom que gostou! - O sorriso macabro em nada combinava com a situação, no entanto era oque eu tinha o oferecer naquele lindo momento. No entanto tal espectáculo foi interrompido quando dois homens adentraram o restaurante, aparentemente atraídos pelo cheiro de minha refeição, não poderia achar eles culpados por isso, no entanto eu ia cobrar um preço alto por quebrarem tal clima.

Não demorou até a jovem vir me falar sobre o preparo de mais comida para aqueles homens, e foi nesse momento que meu sorriso deixou de existir - Obviamente eu posso, no entanto não me leve a mal Hope. - A mudança de humor era notável, nem mesmo o "-chan" havia sido adicionado ao nome da bela garota - Acredito que não tenhamos discutido qual será meu pagamento. Oque exactamente eu vou poder pegar? - Enquanto falava tentava segurar uma faca de cortar carne, no entanto de modo algum aquilo era feito com a intenção de intimidar - Acredito que possamos fazer o seguinte, eu cozinho para você hoje e faço desse restaurante conhecido pela comida maravilhosa que preparo. E em troca ... - O olhar era violento e percorria o corpo da garota, como uma besta selvagem fitando sua presa, até que ... O enorme sorriso voltou a meu rosto, e dessa vez carregava um pouco de carinho pela mulher.

- Uma panela grande, uma frigideira, duas facas de cozinha, um garfo grande, uma tábua de corte e uma colher de pau ... Acredito que isso seja o suficiente para um acordo entre a gente. Se topar podemos começar agora Hope-Chan! - As palavras eram ditas de forma gentil mas firme, determinando que aquele seria meu pagamento pelo trabalho. No fim das contas, cozinhar era oque eu mais amava fazer. Nessa peça de teatro existiam duas possibilidades: Hope aceitar meus termos e ela recusar. Caso a mesma aceitasse meu sorriso se manteria e eu começaria imediatamente a tentar preparar o Curry que tinha chamado a tenção daqueles homens, faria de forma meticulosa como antes tinha preparado para a mulher, afinal mesmo não gostando de estar ali como um trabalhador eu já havia servido em um restaurante durante boa parte da vida, e sabia que agradar aos clientes era o mais importante.

- Hope-chan está pronto, uma porção para 4 pessoas! - Anunciaria ao terminar o preta, esperando uma boa reação tanto dos clientes quanto da jovem dama dona do restaurante. No entanto na possibilidade da mesma recusar minha oferta por achar a mesma muito cara, meu sorriso desapareceria instantaneamente e as palavras sairiam de forma fria e sem vida - Nesse caso não temos acordo, a não ser que tenha algo melhor para me oferecer. - Nem mesmo seu nome seria dito e então caminharia na tentativa de deixar o restaurante, rumando na direção da loja que havia visto antes, a qual possuía muitas panelas e utensílios. Conseguindo chegar na mesma usaria minha mão esquerda para abrir a porta (caso tivesse uma) - Hey ... Quero um kit de cozinha, me mostre os valores e oque vem neles. - As palavras brutas vinham de um humor magoado por ter sido rejeitado anteriormente.






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Re: Arrumando a cozinha pt1. Qui 28 Abr 2022 - 18:22

NARRAÇÃO


A satisfação em cozinhar uma refeição e ter gerar sensações através de um bom prato era a motivação principal em todos os chefs pelo mundo. Cozinhar não era apenas combinar alimentos. Era sobre encontrar formas, ligações e esperar pelas reações positivas das pessoas que experimentaram. Comer até animais comem, mas degustar e apreciar o esforço… Uau, essa era a melhor parte da culinária.

Mesmo o sádico Tensei entendia esse conceito e perdia momentaneamente o controle de suas emoções ao ver a expressão de felicidade em Hope. O cozinheiro exalava excitação ao observar de perto o rosto satisfeito da dona do estabelecimento, mas antes que pudesse aproveitar ainda mais o momento, clientes adentraram o recinto e solicitaram pelo curry. Imediatamente a morena requisitou a ajuda do homem de cabelos roxos que novamente mostrava um descontrole temporário e até assustava Hope que levou a mão direita a frente dos seios inconscientemente, mas voltou a relaxar ao ouvir as palavras de seu novo parceiro de negócios.

- Uma panela grande, uma frigideira, duas facas de cozinha, um garfo grande, uma tábua de corte e uma colher de pau ... Acredito que isso seja o suficiente para um acordo entre a gente. Se topar podemos começar agora Hope-Chan! -

- Ce-Certo!

Ela concordou por não haver outra opção. Embora estivesse incomodada, estava determinada a reerguer o restaurante e possivelmente encararia qualquer adversidade para isso.

E assim, Tensei voltou para a cozinha enquanto Hope ficou responsável por atender os clientes com sua simpatia. O vaidoso era realmente valioso em suas habilidades e fazia parecer fácil cozinhar. Hope tentava observar como ele fazia como se estivesse tentando aprender ou copiar. Ela tinha algum conhecimento pois em vários momentos ignorava o que ele estava fazendo como se estivesse esperando o próximo passo da receita. Não demorou até a primeira porção ser concluída e os clientes atendidos. Era unânime, um show de onomatopeias referentes a satisfação em comer.

Infelizmente para Tensei, quatro porções não eram suficientes e para completar o problema, novos clientes surgiam e perguntavam acerca de outros pratos. Por volta de dez pedidos estavam pendentes e Hope chegava com o sorriso mais aberto do mundo para entregá-los ao cozinheiro-chefe do restaurante.


Arrumando a cozinha pt1. Beg-anime


- Por favor… esses pratos, chef-san!

O tempo passava e cada hora chegavam mais clientes. Como Tensei irá lidar com essa situação?
Tensei:

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Re: Arrumando a cozinha pt1. Qui 28 Abr 2022 - 19:13



- Tensei -



O lado ruim de ser bom em alguma coisa é que sempre vão surgir pessoas querendo que você faça mais e mais. Enquanto mais clientes chegavam minha irritação só aumentava, nem mesmo Hope com seu belos rosto e corpo maravilhoso podia me alegrar mais, no entanto algo de bom vinha daquilo tudo: Eu havia conseguindo um kit de cozinha totalmente de graça! Aos menos para mim cozinhar nunca foi algo chato e se precisava fazer aquilo para conseguir seguir minha vida é oque eu faria. " Isso mesmo chefinho, continue ai enquanto tanta coisa boa te espera pelo mundo! " Talvez por ser escravo de minha própria mente eu fui obrigado a concordar com tal afirmação. Precisava dar um jeito de sair dali, e o mais rápido possível.

Antes de começar a preparar qualquer coisa iria então separar meu kit garantido e tentar já deixar o mesmo guardado comigo em minha mochila (acredito que todos comessem com uma), então me voltaria para o trabalho de chef, dando uma olhada nos pedidos - Penne, lulas e mariscos ao basílico ... Um prato perfeito para encerrar meu trabalho nessa merda. - O ultimo prato preparado seria feito com todo cuidado, seria o prato perfeito pois trazia nele as vitaminas e nutrientes dos frutos do mar com os carboidratos da massa de macarrão, além de nutrientes dos temperos que usaria, naquele prato em especial colocaria alho e pimentas biquinho fritos e cortados por cima da receita já pronta. Executando tudo com o máximo de cuidado possivel tentaria colocar a receita pronta em um prato de uma forma que o mesmo mostrasse uma apresentação digna de um chef de meu calibre.

Prato pronto:

Sendo feliz na realização do mesmo eu iria segurar o prato com a mão esquerda enquanto tentava pegar uma faca daquelas de manteiga mesmo na mão direita, e colocando o braço para trás tentaria imitar a postura de um garçom - Hope-chan, me deixe servir ao cliente esse prato. É minha obra de arte! KakKAkakakaKA. - Autorizado ou não pela mulher eu iria tentar deixar a cozinha e caminhar lentamente na direção da primeira mesa que encontrasse com pessoas, não me importando com quem fosse, homem, mulher, pirata, marinheiro. Mantendo a postura com a mão direita nas costas tentaria me aproximar e colocar o prato na mesa em frente a pessoa - Com a bênção do próprio chef, por favor experimente! - Mal terminaria de falar antes de começar meu ataque a pessoa em minha frente.

Me utilizando do movimento surpresa iria tentar mover o braço direita com velocidade máxima na direção do pescoço da vitima, sem nem mesmo saber seu nome, idade ou qualquer coisa, esperava conseguir cravar a faca no ponto mencionado. " Se não fizer isso nunca vai parar de trabalhar aqui chefinho KakAkakkakAk! " Sendo efetivo ou não o sorriso em meu rosto finalmente voltaria, com uma gargalhada que a muito não aparecia. Não demorando iria logo em seguida flexcionar o joelho direita e com a perna esquerda tentar aplicar um chute com força total no rosto da vitima, na esperança de jogar a mesma para longe da mesa, afinal não queria que aquilo, morto ou não, caísse por cima de minha obra culinária. Novamente não me importando com o sucesso de tal ato iria correr na direção de minha rota de fuga, levando comigo a mochila. A rota que havia gravado em minha mente nada mais era do que a porta dos fundos da cozinha, me movendo a velocidade máxima que meu corpo permitiria, tentaria sair por ela e encontrar um beco ou viela onde correria por alguns minutos antes de finalmente voltar a caminhar calmamente, sempre mantendo o sorriso no rosto a todo momento.

Na possibilidade de alguém tentar me impedir de fugir só me restaria a força, não me importando com quem quer que fosse, se entrasse em minha frente eu me utilizaria do impulso para tentar aplicar um chute na boca do estômago da pessoa, seguida por uma joelhada mirando o queixo. Sendo impedido por alguém com armas de fogo iria forçar uma fuga me movimentando em "zig-zag" da esquerda para a direita, afim de dificultar qualquer disparo em minha direção, mas sabendo que não seria provável, não pararia de correr enquanto meu corpo respondesse, mesmo que atingido. Caso um ou mais meliantes com armas brancas me paracem, iria focar minha atenção em seus ataques afim de esperar o tempo exacto em que fossem executa-los, para que nesse instante eu saltasse para a direita tentando evitar tais ataques. Não pretendia lutar naquele momento, e por isso procuraria sempre por rotas de fuga.






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Re: Arrumando a cozinha pt1. Dom 1 Maio 2022 - 21:51

NARRAÇÃO


No mundo do marketing e dos grandes negócios existe uma síndrome que afeta os trabalhadores reduzindo sua produtividade e eficiência. O termo usado é "burnout". Normalmente os sintomas são de fadiga e impaciência. Diante de tantos pedidos, Tensei parecia experienciar um surto psicótico aos moldes da síndrome supracitada. Entretanto, esse surto já é de longa data e o cozinheiro era algo problemático naturalmente. Era difícil descrever os motivos que o levaram a agir da maneira que agiu e suas consequências para o restaurante seriam profundas.

Ao preparar um belo prato de frutos do mar, muito bem decorado, o sádico pediu para servir o prato e receber assim os elogios de seus clientes. A ingênua Hope sequer considerou a hipótese de impedi-lo e autorizou com um grande sorriso no rosto. Entretanto, a cena seguinte foi grotesca e violenta. O cliente estava tão maravilhado com o prato que só percebeu a agressão quando já estava longe da mesa após o chute. Sua última visão poderia ser considerada uma obra de arte, pois poucos segundos eram suficientes para lhe tirar a consciência e consequentemente a vida devido ao ferimento na artéria aorta.

Uma grande gritaria e confusão começou logo após o ataque. Hope caiu de joelhos com os olhos abertos enquanto lágrimas percorriam o seu rosto chocado. Os demais frequentadores fugiam desesperados com medo, principalmente ao ouvir as gargalhadas maléficas do bizarro. O homicida fugiu pela porta dos fundos com o kit de culinária que ele havia separado anteriormente e não tinha ninguém à sua procura. Ele agora estava livre para fazer o que bem entendesse, tendo deixado apenas uma história digna de filmes de terror para trás.

Novamente de volta às ruas, o assassino poderia voltar e tentar se inscrever para o festival como se nada tivesse acontecido, entretanto, era uma simples questão de tempo até sua fama se espalhar por toda a ilha e devido aos seus traços únicos, facilmente seria identificado. O que ele fará agora?

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Re: Arrumando a cozinha pt1. Seg 2 Maio 2022 - 17:38
Tensei escreveu:


- Tensei -



Com uma fuga bem sucedida e um caos digno de palmas a expressão em meu rosto não poderia ser outra a não ser um enorme sorriso, sádico, e com a língua para fora a gargalhada ecoava de minha garganta. Qual o motivo de ter matado um desconhecido? Por que de tanta brutalidade? E o pior, por que aquilo me deixava tão animado? Responder tais perguntas precisaria ficar para depois, afinal minha mente em pura adrenalina não demorou para começar a pensar " Matar com as mãos que você cozinha não é muito pratico, não acha? " E era uma verdade inquestionável, afinal usar maravilhas para matar ratos era, no mínimo, um desperdício. No entanto a grande questão era: Como me livrar dos seres que fossem indesejados, de uma forma mais eficiente?

Tal questão no entanto não me manteve ocupado por muito tempo, pois em alguns minutos eu já havia me esquecido dela e começado a pensar em outra coisa: MEU COLIRIO. A irritação que sentia nos olhos estava voltando e eu precisava urgentemente conseguir mais, afinal já estava sem. E com tal pensamento fui em busca de uma farmácia ou algum lugar em que pudesse encontrar tal produto, tentando me manter atento a placas e lojas menores que pudesse deixar para trás. Mesmo sendo um nativo da ilha não conhecia muito as ruas daquela parte e por isso caso não encontrasse sozinho me restaria perguntar, e nesse caso abordaria a primeira pessoa que encontrasse na rua - Me da uma ajuda, estou perdido e preciso de uma farmácia urgente! Onde posso encontrar uma? - A pergunta de forma desesperada seria repetida até que alguém conseguisse me fornecer uma informação utilizável.


Conseguindo encontrar o local procurado iria tentar adentrar o mesmo e buscar por algum atendeste/vendedor - Hey, preciso de colirio para os limpar minhas retinas, qual o maior fraco que tem e o valor?  - A expressão de sorriso já não estava mais em meu rosto, em seu lugar algo mais desesperado aparecia enquanto aguardava uma resposta.






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Re: Arrumando a cozinha pt1. Seg 2 Maio 2022 - 21:06

NARRAÇÃO


A fuga aconteceu sem maiores dificuldades. A adrenalina que antes tomava conta de seu corpo abandonava o corpo suado e excitado do cozinheiro, relaxando-o aos poucos e o fazendo acordar para seu atual estado físico. O sangue quente era um ótimo remédio paliativo para esconder dores e sintomas, mas eventualmente ele esfria e todas as condições antes bloqueadas voltavam, muitas vezes até pior do que antes. Seja pela animação, cansaço, tempo ou até mesmo pelos temperos… Não era possível identificar o motivo, porém, os olhos do maníaco voltaram a queimar e ele precisava urgente de um colírio.

Desperado, o chef iniciou a busca por uma farmácia onde poderia comprar o precioso remédio. Passos, muitos passos e minutos de procura até finalmente encontrar algo parecido com uma drogaria. Em seu interior, um homem na melhor idade o atendia. Ele conseguia notar os sintomas de dependência que Tensei exalava, mas se acalmou ao escutar o pedido. Normalmente, remédios para dor eram os mais procurados por pessoas assim e esse alívio o fez baixar a guarda para o sádico.

- Hey, preciso de colirio para os limpar minhas retinas, qual o maior fraco que tem e o valor? -

- Sim, tenho aqui… 20 mil berris…

O idoso então virou-se para pegar o pequenino frasco e após ler o rótulo com certa dificuldade, colocou sobre a mesa. Se o freak focasse sua atenção para o remédio, perceberia que daria para 5 usos nos 2 olhos ou 10 em apenas 1. O atendente então voltou sua atenção para o cliente com um sorriso suave e caloroso, típico de um avô satisfeito com sua vida e sem muitos remorsos.

- Algo mais?

A drogaria estava praticamente vazia. Apenas uma cliente em um corredor e Tensei no balcão falando com o dono. O homem de cabelos roxos estava numa parte da ilha não tão boa financeiramente falando, então era normal ter comércios vazios, ainda mais após o boato de que um louco havia assassinado um homem em um estabelecimento perto dali. Os boatos acabaram distorcidos com o passar de uma boca para outra e já não se tinha mais a descrição de alguém. O assassino conseguia ouvir os murmuros pelas ruas mesmo dentro da loja. Algo sobre um chef não gostar de uma crítica ao seu prato, cabeça de berinjela e boca sem dentes. O que ele fará agora?


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Re: Arrumando a cozinha pt1. Ter 3 Maio 2022 - 12:05
Tensei escreveu:


- Tensei -



Se o mundo fosse mais como o velho atendente de farmácia ele seria um lugar melhor para se viver, a cordialidade e aparência inofensiva foram as responsáveis por me fazer baixar a guarda enquanto escutava as palavras do mesmo. O vidro da substancia liquida que havia sido posto em cima do balcão era exactamente oque eu precisava, a irritação em meus três olhos era tamanha que mesmo já mais relaxado eu ainda sentia meu corpo começando a colapsar. Abstinência? Talvez essa fosse a resposta, afinal desde que meu velho "pai" e chef havia me dito para deixar os olhos sempre prontos eu adquiri a mania de pingar colirio de tempos em tempos. Já mais calmo pude ver que o item me daria 10 usos se usado em somente um olho, e mesmo não sendo muito deveria bastar por enquanto.

- Não quero nada mais meu velho, vou ficar somente com o colirio ... - E por alguns segundos tive o obscuro pensamento de não roubar aquilo, que tipo de pessoa eu seria se deixasse aquele senhor vivo? Bem, apesar disso o pensamento foi logo brecado por minha bela mente - Disse 20.000? Certo. - Enquanto respondia retiraria minha bolsa das costas e sem enrolar muito começaria a abrir a mesma enquanto fingia ter pego algo de dentro dela a fecharia - Aqui está. - Tais palavras seriam tidas antes de eu tentar executar um ataque contra o idoso inocente, assim que a mochila estivesse fechada eu me arriscaria colocando a mão esquerda sobre o balcão e com o impulso das pernas tentaria executar um salto junto de um chute murando o rosto do vendedor, meu objectivo era pular o balcão e derrubar o velho ao mesmo tempo.

Se fosse bem sucedido em tal ato iria emendar uma sequência de chutes contra o dono daquele estabelecimento, tentando aplicar dois com a perna direita mirando o estômago e as genitais do homens, e um com a perna esquerda mirando seu pescoço. Conseguir ver o rosto de dor de um ser com tantos anos de vida seria algo magnifico, algo que com toda certeza faria um sorriso enorme aparecer em meu rosto - POR QUE VOCÊ NÃO MORREU DE VELHICE? A VIDA É MUITO SOFRIDA NÃO É? - Exclamaria caso meus chutes conseguissem acertar o alvo, tudo isso enquanto tentaria executar vários chutes e pisões na cabeça do idoso visando o mesmo deixar a vida para trás e todo esse sofrimento. Após tal ato voltaria a tentar executar um salto por cima do balcão e pegar o colirio enquanto fazia isso, para então começar a fuga.

No entanto caso meu primeiro chute não fosse bem sucedido, seja por uma defesa inesperada do homem ou por qualquer descuido eu utilizaria minhas mãos para tentar derrubar o mesmo, com um soco mirando o queixo do idoso, seguido ai por uma tentativa de chutar seus genitais e voltar a espanca-lo. Ver o sofrimento e o sangue do senhor me deixaria mais feliz naquele dia que até o momento estava sendo até que muito satisfatório. Porem na ínfima possibilidade do velho, ou mesmo algum cliente estar armado ou saber lutar, e nessa caso tentar me impedir, eu sabia oque fazer, ao menos pensava assim. Caso fosse posto na mira de alguma arma de fogo iria buscar alguma estrutura onde pudesse me esconder atrás, afim de criar uma barreira para possíveis tiros, seja o balcão ou alguma prateleira. Me mantendo coberto aguardaria o fim dos disparos, tentando calcular o tempo exacto que a pessoa demoraria para carregar afim de ter uma abertura para correr na direção da saída.

Se fosse interceptado por alguém com armas brancas de algum tipo a estratégia era outra. Nesse caso procuraria avançar na direção do perseguidor ou seja lá quem fosse, mantendo meus olhos atentos em suas mãos ou na arma que empunhava, afim de perceber o momento exacto que ele atacaria para me mover á esquerda, afim de me esquivar e então tentaria aplicar um chute mirando a altura do joelho da pessoa e então tentaria avançar na direção da mesma aplicando um chute giratório mirando o estômago e por fim usaria minhas mãos, afim de tentar segurar o rosto da pessoa e aplicar uma mordida visando o nariz. A força da mordida não seria extrema, mas buscaria utilizar pressão o suficiente para causar um grande corte e só então me voltaria para a fuga novamente. Dessa vez no entanto não buscaria becos e vielas e sim o porto mais próximo.

Se conseguisse fugir já devia ter causado caos de mais naquela pequena região da cidade, além disso eu já tinha planos de ir para o mar e por isso correria buscando um porto. Tendo nascido e crescido naquela droga de ilha eu nunca tinha estado no mar e por isso encontrar um navio disposto a me levar seria um sonho. Me mantendo primeiro correndo e depois diminuindo a velocidade mas ainda andando rápido para deixar os locais de crimes para trás o mais rápido possível. Se conseguisse encontrar algum barco, ou porto, buscaria pelos tripulantes das embarcações com a seguinte pergunta - Boa tarde, sabe de algum barco que está indo para Kano? Eu pago para me levarem lá. - A parte do pagamento era verdadeira, para deixar aquele local eu estaria disposto de gastar meu dinheiro, no entanto se mesmo assim não me aceitassem eu ofereceria meus serviços - Também seu cozinhar, posso ajudar na viagem. - Aguardaria uma resposta enquanto me manteria atento, não queria ser pego de surpresa por alguém me perseguindo.






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Re: Arrumando a cozinha pt1. Qua 4 Maio 2022 - 16:49

NARRAÇÃO


Gatilho é o ponto de pressão utilizado em armas de fogo para disparar seus projéteis. Também é um termo utilizado para explicar momentos que antecedem surtos ou descontroles. Algumas pessoas têm gatilhos que demoram anos de sofrimento para serem disparados, a maioria resiste e só ativa quando estão em situações inevitáveis, mas Tensei não era uma pessoa ordinária. Sua mente era psicótica e não possuía gatilhos, ou melhor dizendo, era como se fosse uma arma com defeito mecânico onde qualquer movimento súbito poderia ativar o gatilho. Uma verdadeira roleta russa de decisões sociopatas!

Na farmácia, nem mesmo uma situação simples e controlada passa despercebido. Diante de um idoso inocente e indefeso, ele o atacou simplesmente para saciar seus desejos mais nefastos e lhe deu uma surra sem sequer pensar na própria segurança. A outra cliente no interior do estabelecimento saiu gritando ao ver o ataque aleatório e as pessoas do lado de fora se entreolharam sem entender bem o que estava acontecendo. Em seu interior, Tensei se alegrava ao ver um idoso se afogar com seu próprio sangue após as lesões internas e parar de se mover poucos segundos depois. Seu frágil corpo não resistiu aos ataques violentos do cliente que agora possuía o frasco de colírio pelo preço de uma vida.

Ciente dos perigos nas ruas, ele iniciou sua fuga em direção ao porto. Não teve dificuldades pois o sol já estava dando adeus e a noite trazia pessoas ruins para as ruas, além de afugentar os covardes. O cozinheiro não sabia até que ponto seus feitos tinham alcançado e escolheu fugir correndo para se afastar da cena do crime o mais depressa possível. Ele assim o fez por alguns minutos até começar a andar para poupar energia, pois o cansaço já era sentido.

No trajeto inteiro, viu pessoas o observarem e virarem a cara, mas sua aparência bizarra sempre causou esse tipo de olhar, logo, estava acostumado a receber esse tipo de olhar. Em um tipo de descida, ele podia ver o porto de longe, assim como pessoas vestidas de branco em alguns pontos próximos. O local estava bastante movimentado. Para chegar até o porto, precisaria passar pelo meio da multidão ou dar a volta por um local mais deserto e perigoso. O que ele fará agora?


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