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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Sab Mar 19, 2022 4:18 am
Cap. 2 - Ascendendo às profundezas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Deep Cutt. A qual não possui narrador definido.

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~Cap. 2 - Ascendendo às profundezas~


Pedaços de espuma, molas de colchão e penas se espalhavam por um quarto escuro de hotel com as cortinas da janela fechadas, havia destruído os travesseiros e a cama do lugar em busca de apaziguar e fazer as pazes com Azazel, o demônio em minha mente.
Apesar disso ainda ouvia ele caçoar de mim em meus sonhos, afinal de contas no meu último assassinato, acabei por terminar muito ferido, um tanto quanto de falta de preparo de minha parte, Azazel até me ensinou algo novo para evitar problemas, ainda assim aqui estou eu, um tiro na mão esquerda, outro no ombro do mesmo lado e uma costela quebrada, ataduras de pano me davam uma aparência tratada, mas a maior ferida estava por dentro, o deônio me comia por dentro, a dor e o barulho de mastigação eram impossíveis de ignorar, ainda assim nenhuma parte de mim estava sendo destruída, pelo menos não no corpo físico, era um castigo por minha ineficiência.

Apesar de eu ter dormido… Mal, mas dormi, ainda teria que ficar mais um bom tempo de molho para me curar e Azazel não pretendia me deixar quieto por todo esse tempo, matei tantos esses últimos dias que ele ficou muito mais presente. Está bem alimentado, até falando falas inteiras, acho que só por isso ele não me abandonou ainda após ver minha falha.

Levaria a mão machucada ao peito e me levantaria escorando o ombro bom na parede, a faca ficou em minha mão direita durante todo meu sono, sentia como se caso eu a soltasse, o demônio perderia o interesse em mim e iria embora. Caminharia de forma trôpega para o banheiro e olharia meu rosto no espelho… No fim das contas apenas um humano.

Golpearia o vidro com o punho da faca para parar de ver minha imagem e então perceberia que para escovar os dentes, precisaria soltar a faca… Minha mão tremia, incerto se devia soltar ou não o instrumento de corte. Suando frio, começaria a me coçar com as unhas da mão no peito, respiraria fundo e soltaria a faca rapidamente na pia, partindo então para uma escovada de dente tão rápida quanto possível, para então empunhar a faca de novo assim que faltasse apenas enxaguar e cuspir a espuma da boca.

Ainda podia sentir a voz no fundo da minha mente, sabia o que ela esperava, o que ela queria e o dinheiro em cima da mesa estava lá por um motivo.

Vestiria com cuidado minhas roupas casuais, colocaria minha faca na cintura, dinheiro no bolso do shorts e desceria para tomar café da manhã no hotel, comeria um pouco de tudo que estivesse disponível, sempre com a mão ferida nas costelas, andar manco, lento e olhar apático.
Após comer, sairia as ruas em busca de um lugar para comprar livros de estudo, Azazel tinha sido direto no que ele queria.

Se eu achasse uma loja de livros iria no balcão e diria em tom sem muita emoção:

-Preciso de livros para aprender sobre Anatomia, zoologia e… É… Uhn… Química, isso… O que você tem ai?


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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Ter Mar 22, 2022 10:01 pm

Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 01

A longa noite que está por vir...

Se fosse fácil não teria graça certo? Era talvez o que podia se passar na cabeça de Cutt, seu estado era delicado, ainda que recuperado da maioria dos machucados, os que restavam de sua ultima empreitada, haviam o pego de jeito.

Levantada de forma meio arrastada, sua condição não era das melhores e após horas dormindo, seu corpo havia se tensionado, processo recorrente dos machucados severos que sofreu e que traziam para o seu corpo, assim como para Azazel, a incerteza sobre suas capacidades.

Ficava de frente para a janela, que entre as cortinas, propagava os feixes de luz, estes mais fracos, porém alaranjados, já era o final da tarde e a noite, estava prestes a chegar em Sirarossa.

Já no banheiro, olhava pelo vidro que chamava de espelho, visto que ele estava todo arrebentado, poucos pedaços do seu rosto e corpo, os quais estavam completamente acabados.

O “espelho” acabava de fim, se despedaçando em dois e caindo sobre o chão, eram tantas incertezas sobre o demônio, que Deep era ágil escovando os dentes, logo retomando a faca a sua mão.

As gazes podiam segurar o sangue e vestindo roupas mais casuais e pouco chamativas, Cutt descia, agora já não sendo mais o café e sim, o jantar.

O cheiro das comidas, ao menos traziam uma leve sensação de conforto, ele enchia o prato, principalmente com uma chamativa macarronada, seu olhar apático e o rosto pálido ia se normalizando a cada garfada, a comida confortava um pouco do seu estomago, ainda que, a cada puxada de ar quando estava sentando, sentia sua costela fisgar.

Já nas ruas agora, demorava para encontrar uma loja aberta, mas conseguia entrar em uma biblioteca que parecia já estar prestes a fechar, a bibliotecária já tirava alguns anúncios da frente.

— Boa tard... – a senhora, dava um passo para trás, ficando com um certo medo, querendo ou não, a situação de Cutt não era das melhoras e a mulher tinha medo dele ser um bandido ou coisa do tipo.

Porém as palavras do homem, acalmavam os ânimos da moça, que soltando a respiração lentamente, dizia, — Ahh... certo, gostaria de entrar? Estou fechando, mas enquanto eu procuro, você pode esperar lá dentro.

Com a deixa, ela partia para dentro com pressa, enfiando-se entre as prateleiras da livraria, ainda que pequena, a variedade era grande e após alguns instantes, ela retornava com dois livros.

— Aqui estão, parece que meu livro de Zoologia foi alugado já... mas, deixe-me ver – Indo até a bancada abria um longo caderno – Aqui, Jonathan, a entrega esta para amanhã, o que acha de voltar e pega-lo?

— Os outros dois estão aqui – Empurrava os livros pela bancada, chegando até os olhos de Cutt, ‘Anatomia – A Base da medicina’ e ‘Química – Do novato ao experiente’.

— Você tem a opção de compra-los, ou até mesmo aluga-los com limite de dois dias para a devolução, sendo cobrado 10 por cento do valor do livro a cada dia de atraso, sendo acumulativo.

Era tinha um rosto simpático, mas não deixaria de encontrar suas formas para enxugar qualquer que seja o interessado.
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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Qua Mar 23, 2022 11:38 pm



~Cap. 2 - Ascendendo às profundezas~

Eu achei que havia acordado cedo, mas parece que o tempo passou bem mais do que o esperado. Jantei no hotel e apesar da comida deliciosa, ainda me sentia um tanto para baixo, minha mão no peito continuava a subir para o pescoço para coçar o mesmo com vigor, a pele já estava vermelha quando terminei a refeição lambendo os beiços. Claramente uma bela refeição, talvez não a que eu devia ter sendo o receptáculo de Azazel, mas ainda assim minha língua humana festejava com os sabores em festa.

Uma caminhada trôpega e meia depois, encontrei uma biblioteca, a reação de medo provinda de quem me atendeu acendeu uma faísca dentro de mim, o sabor da macarronada parecia sumir de minha boca, a mesma se enchia de água como se eu olhasse para um javali assado com a pele crocante e bem glasseada. No entanto, me mantinha fixo em meu objetivo e fazia o pedido, aparentemente ela tinha os livros que Azazel queria, mas um estava emprestado. Um infortúnio que fazia minha pálpebra direita tremelicar.

-Tá… E qual o preço para comprar?

Se o preço de compra dos dois somados fosse igual ou inferior a dois milhões, compraria o livro, até porque eu não tinha endereço ou documentos para preencher algum cadastro de empréstimo. Se fosse mais caro que isso no entanto, faria um “hummm…” prolongado como se pensasse, enquanto rasparia a unha no balcão ou mesa mais próximo, faria isso como se pensasse no assunto, mas de forma ritmada e fitando os olhos da mulher, enquanto moveria a cabeça lentamente para os lados e busca de colocar em estado hipnótico, no qual diria:

-Você parece que está cansada… Com sono… Suas pálpebras parecem pesadas…

Se tivesse que hipnotizar a moça, assim que ela piscasse muito lentamente, puxaria a faca da cintura com a mão direita e a enfincaria na garganta da mulher antes de retirar a mesma e esfaquear repetidamente o peito da mulher em busca de seu coração. Logo em seguida, após ela parar de se mover, me apressaria para fechar a porta da biblioteca como se a mesma já estivesse fechada. No entanto se mais alguém chegasse pela porta, não esperaria a pessoa notar algo e gritar, rapidamente faria um corte horizontal em seu pescoço, tentando aproveitar da surpresa e puxaria a mesma pela roupa para que caísse para dentro antes de fechar a porta, apagando a luz e levando os corpos para os fundos da biblioteca longe de janelas, para então verificar os registros da biblioteca em busca do endereço de cobrança para o empréstimo do livro que eu queria.

Se conseguisse comprar aqueles dois livros, iria pagar e voltar para o hotel, onde na entrada, pediria alguma bebida forte para eu poder beber para amenizar a dor enquanto usaria a noite e a luz de meu quarto para ler os livros, começando pelo de química.




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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 02

A longa noite que está por vir...

Para infelicidade da mulher, sua resposta era um aval para seu fim, talvez ainda receosa de ser um ladrão, ela cobrava um valor acima do pagável por Cutt.

— Os dois para compra fica 3 milhões, já que são os dois últimos do estoque... - Mal sabendo que aquelas seriam suas ultimas falas, ela abria um sorriso carismático tentando melhorar o clima do local.

Contudo, Cutt naquele momento, tinha outros planos para a bibliotecária, com certa facilidade e com um gancho fácil, ela a levava a um estado de hipnose.

— Rea - Palavra inacabada, onde naquele momento quase que dormindo em pé, ela fechava os olhos, posteriormente, sentindo a faca perfurar sua garganta, que vazava bastante sangue, ainda que nada absurdo.

Esfaqueando-a repetidas vezes, não demorava muito até que o coração finalmente ficasse a mostra, pulsando pelas últimas vezes...

Por sorte a porta estava fechada, com o vento das noites de Sirarossa favorecendo Deep, contudo, nem tudo era um mar de rosas e logo em seguida uma garotinha abria a porta com pressa, dizendo, — Mamãe chegu – Quando se deparava com aquela cena traumática ao extremo.

Em um estado de negação a garota ficava em silencio, sem conseguir se quer se mover, assim, Cutt não tinha muito dificuldade e apesar dos machucados, ele aplicava com precisão o corte horizontal, que chegava a fazer a cabeça da jovem cair para trás antes que seu corpo então caísse.

Elas eram arrastadas até os fundos, sendo deixadas na dispensa, caminhando de volta para a entrada, ele averiguava o livro, encontrando o endereço de quem havia pegado o livro.

Ficava a algumas quadras da onde ele estava, coisa que uma caminhada de cinco minutos seria suficiente, ainda assim, tomando uma decisão mais segura, ele voltaria para o hotel carregando os dois livros adquiridos, em passos lentos.

Sentia como se o osso fraturado latejasse, sentindo uma dor que corroía seu corpo, ainda estava incapacitado pelos machucados e naquele momento, dois alvos bobos como aqueles, se tornavam uma tarefa difícil.

A noite era movimentada e as ruas estavam bem cheias, antes de subir, pegava uma garrafa de rum na recepção, esta que ficaria na conta do quarto, seguindo então para seu quarto, ele teria tempo naquela noite que estava apenas começando...
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~Cap. 2 - Ascendendo às profundezas~

Conforme minha faca entrava na carne de minhas vítimas, podia sentir como se a voz em meu ouvido respirasse profundamente em prazer, a filha da mulher aparecia, provavelmente para voltar pra casa com a mamãe, mas assim como era comigo, a mãe dela não estava mais ali e logo nem ela, infelizmente eu não estava em condições de me divertir mais com a situação. Peguei minhas coisas e rumei para meu quarto pegando bebida antes para apaziguar o ardor em minha costela.

~Aprendizado de química~

Tomei um gole de rum para a dor da costela não me atrapalhar demais a leitura e me deitei num amontoado de espumas que montei no canto do quarto, luz ligada para facilitar a leitura e dei início a aquisição de conhecimentos.
Eu até pensava em parar para descansar às vezes devido a leitura ser longa, mas a voz em minha mente ficava me cutucando, era uma escolha dela e ir contra isso teria seu preço, um preço que eu não queria pagar.
Não demorou muito e comecei a entender o livro sobre química, começando a perceber como a química poderia ser usada para ferir os outros, principalmente a parte de ácidos, me deliciou com belas ideias. A parte sobre combustão me parecia dava ideias também, talvez eu devesse no futuro aprender um pouco sobre explosivos, com certeza daria para usar com esses conhecimentos químicos.

A cada novo capítulo via novos usos e coisas que podia fazer, rapidamente estava hipnotizado pelo conteúdo e o “devorava” avidamente, não precisava nem da voz me pressionando mais, na realidade até esquecia dela um pouco, era fácil pra mim compreender do porque ela queria que eu aprendesse sobre isso.

No fim quando terminei o livro, um bom e longo tempo havia passado, com certeza minha capacidade de ler e aprender teria me tornado o favorito de alguma faculdade por aí, não fosse eu ter gostos menos ortodoxos. Afinal, eu tinha quase certeza que havia aprendido bem os conteúdos do livro.

~Final do aprendizado~

Após a leitura do primeiro livro, estava empolgado, a mesma havia me dado diversas ideias, se todos os livros indicados pela voz fossem assim, era fácil imaginar que realmente eu aumentaria muito minhas forças a cada livro, mas ainda assim ficar parado tanto tempo fazia minhas feridas coçarem. Então tomaria um outro gole de rum e sairia para caminhar um pouco pelo hotel, passaria na cozinha ver se tinha algo para beliscar, ou pelo menos importunar os cozinheiros, estes já me viram entrar pela porta dos fundos do hotel gotejando sangue algumas vezes, sempre tinham reações interessantes com minha presença, acho que o que ocorre quando você está mais acostumado a cortar cebola do que alguém com o coração pulsante. Triste vida de cozinheiro.

Me sentaria na frente do hotel para tomar um ar observando a movimentação da rua e o céu. Se nada de muito interessante ocorresse, voltaria ao meu quarto para me lavar na banheira e me preparar para a próxima leitura.

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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Sex Mar 25, 2022 12:21 am

Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 03

A longa noite que está por vir...

A noite ia se passando e enquanto Sirarossa vivia, Cutt passava um tempo lendo o livro a qual havia adquirido, nada fora do comum acontecia, as dores esperadas vindas dos machucados, levemente melhoradas com a forte bebida, contudo, isso não tirava sua atenção durante a leitura.

Em um período relativamente bom, ele terminava o livro, precisando neste momento relaxar a mente, andando pelo hotel, naquele momento, o lugar era bem vazio, com muitos corredores e andares solitários, a cozinha já estava fechada então restava a Cutt se dirigir até a frente do hotel.

Percebendo que pelas nuvens, uma forte chuva estava para chegar, já que, mesmo de noite, elas se destacavam pela cor acinzentada, não só isso era percebido, como já naquele horário, a movimentação de pessoas começavam a diminuir, afinal, as ruas de Sirarossa já não eram mais seguras.

No escopo de Deep, ele podia ver melhor do que ninguém a sujeira das ruas, sendo elas propriamente sujeira, ratos, indo até para bandidos que de vez passavam por lá, pessoas que no rosto, ele entendia a má intenção.

Voltando após um tempo para seu quarto, o banho relaxava seus músculos, deixando-o até que com um pouco de sono, porém ele tinha coisas a fazer e não poderia parar naquele momento.
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~Cap. 2 - Ascendendo às profundezas~

Ainda era bem no meio da madrugada quando terminei meu primeiro livro, a leitura havia sido mais rápida do que imaginei, não havia muito o que importunar na cozinha e lá fora as ruas continuavam mais vazias, aparentemente os casos de assassinato recentes haviam diminuído os passeios noturnos da galera por ali. Isso me trazia uma sensação deliciosa para mim, eu queria mais, apesar de ferido, quase queria sair e matar alguém apenas para a situação continuar.

“É bom ser temido não é? Mas machucado assim você apenas vai me dar desgosto, melhor você voltar para terminar o que mandei… Ser um pouco útil.”

o sorriso em meu rosto se inverteu, estava envergonhado de minha performance recente e a fala de Azazel apenas me fazia lembrar de minha vergonha. Retornava a meu quarto e tomava um banho para relaxar e voltar aos estudos.

O sabão ardia em minhas feridas, assim como despir e me vestir incomodavam a costela danificada, então tomei outro gole do meu remedinho caseiro para dor

Sentaria novamente em meu canto, dessa vez mais confortávelmente, já esperava uma leitura interessante baseado no que li da outra vez.

~Aprendizado de Anatomia~

De livros em mãos e feridas com dor reduzida por um gole de rum, me colocava a ler o livro de anatomia e rapidamente me interessava, as imagens de corpos abertos e as informações sobre as partes do corpo me eram de alto interesse, rapidamente me colocava a imaginar os diversos corpos abertos que já vi e tentar puxar detalhes da imagem na memória para poder identificar o que tinha visto. Até mesmo usava meu corpo como área de teste, tateava meu corpo tentando identificar a posição dos ossos e músculos em comparação com as informações do livro, até mesmo colocava meu dedo sobre a posição das artérias para poder sentir o pulso delas de forma a confirmar e entender sua posição.

Aquele livro todo assim como o anterior, ou até mesmo mais, era um parque de diversões para mim, me dizia muito sobre como ferir, torturar e matar uma pessoa, era simplesmente uma leitura muito estimulante ao ponto de eu ler e reler muitas partes, apenas para reviver a leitura das descrições e gravar elas mais intensamente, principalmente posições de tendões e artérias, as partes mais interessantes para causar dor e morte a alguém. Devido a leitura repetida de várias partes, acabava por demorar um pouco mais na leitura. Mas assim como o objeto anterior de estudo, eu tinha uma boa ideia do assunto, quase certo que eu havia aprendido todo o conteúdo, com toda certeza se eu tivesse ido para uma faculdade, poderia ser visto como um prodígio.


~Fim do aprendizado~


Após o término da leitura, tomaria dois copos da bebida para poder acalmar os ânimos causados pela leitura estimulante e aproveitaria para dormir e descansar para gravar bem os aprendizados na mente.

Assim que acordasse procuraria a área de refeições do hotel para comer algo e após me empanturrar caso tivesse algo por lá, voltaria ao quarto, colocaria meu casaco e calça escuros com a máscara enrolada em meu pescoço como um lenço e a faca na cintura. Esperaria então a noite cair e sairia do hotel, me esgueirando pelos cantos escuros das ruas, rumo ao endereço do cara que tinha emprestado o terceiro livro que me faltava aprender.

Esperava que com a morte na biblioteca, a mesma tivesse sido fechada e portanto o homem não seria capaz de entregar o mesmo, ainda tendo ele em sua posse. Iria rumo ao endereço e me encostaria em alguma sombra por perto, para observar a movimentação na casa e na rua.

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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 04

Deep Cutt: Ano Um

Não muito diferente do primeiro livro, Cutt movido por uma vontade quase que de pagar pelos seus erros anteriores, ao menos na visão de Azazel, lia o livro por completo e gastando mais boa parte da noite, o som das ruas foi se esvaziando até que o silencio reinou do lado de fora.

Uma chuva bem fina e forte, assolava Sirarossa, deixando-a ainda mais sombria, dessa forma, ao fim, Deep, tomava duas doses do rum, naquele momento já sentindo seu corpo mais relaxado.

Ele acabava por cair no sono e a noite se passava, noite turbulenta, muitos momentos acordando por causa das coceiras ou até mesmo dores, ainda assim, seu estado era tão delicado, que facilmente caia em um sono profundo.

Para sua infelicidade ou não, ele tinha um despertar mais lento, a chegada do sol, costumava dar vida ao dia e no estado em que Sirarossa estava, as coisas realmente não seriam fáceis.

A chuva havia se agravado e agora era algo expeço e visivelmente mais forte do que posteriormente, trovões traziam som para aquela manhã silenciosa e os raios a luz que faltava.

Cutt, já se sentia muito bem, quase que recuperado por completo, as dores serias passaram e ficava-se apenas algumas dores de junta e mecânica.

Pelos corredores, ele se deparava com alguns hospedes, que em maioria eram hostis, pouco falando e sempre tentando ficar o mais longe possível.

Ele tomava um bom café da manhã, voltando para seu quarto, ele tinha um assunto pendente a resolver, se preparava, vestindo seu “traje” e esperando a noite chegar, coisa que não demorava muito.

Porque algumas horas depois, com o céu cinza e chuvoso, o dia parecia escurecer mais cedo, logo partia de lá, entre as sombras ele se movimentava e naquele dia, o clima estava totalmente ao seu favor.

Ele caminhava pelos quarteirões até chegar na rua, ficando sobre o telhado escuro de uma conveniência logo ao lado da casa, ele notava que tudo era bem vazio, de vez em quando pessoas passavam e em alguns momentos eram marinheiros patrulhando.

A casa, estava completamente apagada, era ao menos o que parecia visto dali, nada fora do comum acontecia no recinto que Cutt observava.
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~Cap. 2 - Ascendendo às profundezas~


Cap. 2 - Ascendendo às profundezas 197357570000201

A água caía conforme a chuva prosseguia, o movimento nas ruas era diminuto, a chuva e a onda de mortes corria com as pessoas da rua e gerava um aumento da patrulha da marinha. Eu observava de um telhado próximo a casa de meu alvo e apesar de não ver nada incomum, a luz da mesma parecia estar apagada, como se ninguém estivesse em casa. Um empecilho surgia no entanto, constantemente marinheiros passavam por ali e eu não sabia quem era o dono da casa, tinha visto seu nome, mas não faço nenhuma ideia além disso.

Enquanto observava, movia meu braço esquerdo, mesmo com o incômodo das feridas recentes, precisava mover meu corpo para ele não definhar, mesmo que ainda incomodasse e doesse.

No entanto, eu não tinha pressa para me enfiar numa casa sem saber o que enfrentaria correndo o risco de um marinheiro ver a bagunça e se intrometer, na realidade talvez eu pudesse tirar proveito da presença da marinha, Azazel anda me dando uns truques legais e seria bom os usar nesses casos.

Esperaria um marinheiro passar em frente a casa do meu alvo e então imitaria um barulho de facada em algo molhado, seguido de uma fala emotiva.

-Não, não, por favor… SOCORRO…

Faria todos os sons e falas ecoarem antes chegarem no marinheiro que passava, de forma a fazer eles parecerem vir da casa, queria que o homem gerasse um movimento estranho por ali e revirasse a casa em busca da pessoa morrendo, fora que se o mesmo arrombasse a porta para mim, seria um lucro enorme.

Assim que parecesse que o som foi ouvido pelo marinheiro, me abaixaria o máximo possível para tentar enxergar o que ocorreria, porém me mantendo escondido ao mesmo tempo.

Observaria a situação de longe, a menos que percebesse que o marinheiro entrou na casa e ia fundo na mesma. Nesse caso, desceria do meu telhado, de faca em punho e máscara no rosto, me apoiando pelas beiradas e estruturas para diminuir a descida e evitar pular de muito alto. E assim que percebesse que ninguém observava a entrada, me esgueiraria pela porta e tentaria rumar por pontos sem ninguém na casa em busca de algum ponto escondido onde pudesse me enfiar. Sempre andando na ponta dos pés em passos rápidos, tentando evitar assim que a água empoce em pegadas muito perceptíveis.
Se eu achasse algum armário de roupas ou dispensa, entraria na mesma para me esconder e esperar o “mal entendido” com o marinheiro se resolver. Já se eu encontrasse uma lareira apagada e sem ninguém a observando, entraria na mesma e subiria pela chaminé usando minhas pernas para me manter acima do chão, tentando evitar ter de forças minhas mãos e braços para me manter ali.

Se dentro da casa, alguém me percebesse, tentaria me aproximar num ríspido e rápido movimento, no qual tentaria passar a faca horizontalmente em sua garganta no ponto onde as cordas vocais deveriam estar, para evitar um grito. Em um ágil movimento rotaria a faca em minha mão, colocando ela com a lâmina horizontalmente, para mirar uma estocada entre as costelas para acertar o coração, tentando assim matar o mais rápida e silenciosamente possível, enquanto forçaria meu braço para fazer o alvo girar conforme provavelmente viria a cair, de forma a eu o abraçar com meu braço direito, fazendo o sangue ter que escorrer primeiro pelas roupas antes de cair pelo chão, me dando tempo de esconder o corpo no local mais ermo da casa próximo de mim, fosse algum armário, cômodo de pouco uso ou embaixo de uma cama.



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Narração - 05

Deep Cutt: Ano Um

Um solitário e quieto marinheiro que patrulhava, acendia seu cigarro conforme caminhava pela rua, parando brevemente sobre debaixo de um poste, a luz falhava, apagando e acendendo.

Ele estava coberto por uma capa de chuva, uma gota escorria pingando de seu boné e subitamente apagava o fumo, resmungando, o marinheiro logo se virava rapidamente, botando a mão sobre o coldre, dizendo em voz alta, — Quem está ai?! – De forma exaltada e tensa.

Porém da casa, onde ele havia escutado os gritos de socorro, o silencio dominava e movido pelo nervosismo, o homem caminhava até a porta, passo a passo, sua respiração era levemente ofegante e suas mãos parcialmente tremiam enquanto as pontas dos dedos, geladas estavam.

Era então, que ele, agora já na porta, batia três vezes, — Marinha! Abra imediatamente a porta! – A breve quebra do silencio acontecia, porém, logo tudo ficava quieto.

Assim, o lobo solitário, pegando uma lanterna e a ligando, lentamente girava a maçaneta e para sua surpresa, a porta se abria, ele entrava lentamente na casa e Cutt por um tempo, não veria mais nada.

Os minutos se passavam e o marinheiro parecia correr preocupado e levemente perturbado, com um den den msuhi em mãos, ele entrava em contato com um batalhão.

— Cabo Jax! Batalhão na escuta? – Recebendo o sinal positivo, ele continuava – Na rua 4, casa 48 encontrei o corpo de um homem, provavelmente o dono da casa, peço que enviem a equipe de perícia, porque... sinceramente, eu não consigo des- descrever a cena – Cortava a fala subitamente, gorfando ao chão.

Do rádio, era possível se ouvir, — Certo! Chegaremos em quinze minutos, fique aí e isole a área... cambio desligo.

O Retorno não acontecia, já que neste instante, o solitário marinheiro caia em seu sono eterno, quando de forma ágil, Cutt, o degolava, precisamente sobre as cordas vocais, o homem caia no chão e até se arrastava em direção ao den den mushi, porem ele logo, começava a se engasgar no sangue, até então, morrer sobre a chuva de Sirarossa.

As águas levavam o sangue até os bueiros, ainda assim, estava Deep na rua e o corpo sobre seus pés, a muito longe, se via uma luz de lanterna, provavelmente sendo uma outra patrulha e não a equipe de perícia.

Mas afinal de contas, o que a casa guardava para a chegada de Deep e Azazel? E o que o marinheiro presenciou lá dentro?
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~Cap. 2 - Ascendendo às profundezas~


Por um tempo tudo seguia de acordo com o plano, mas a falta de resposta seguida da porta destrancada, somavam numa situação que eu já percebia ser anormal, por isso começava a me mover para poder agir sem perder muito meu tempo.

Como eu imaginei, algo estranho estava ocorrendo, mas de uma forma que eu não adivinharia tão facilmente, o marinheiro após pouco tempo saía falando que encontrou o corpo de um homem dentro da casa, logo antes de vomitar.

“Fraco infeliz… Mande-o ao inferno… Temos algo mais preocupante aqui…”

A fala de Azazel era seca e precisa, assim como o corte que fiz na garganta do marinheiro que morreu sem dar maior alarde via den den mushi. A pessoa dentro da casa, meu alvo, havia sido morto por alguém antes de mim, uma afronta enorme… Era minha presa, MINHA… E um infeliz vem na MINHA área pegar MINHAS presas… Obviamente eu não havia demarcado território o suficiente ou eu não era temido o suficiente, disso que Azazel estava falando esses dias, se eu fosse mais temido, essas coisas não aconteceriam. Mas de qualquer forma, se quero pegar o livro que Azazel me mandou ler e se quero conhecer meu ilustre convidado um pouco mais, os marinheiros falaram que chega em quinze minutos, podem demorar uns dez para começarem a aparecer, então tenho que finalizar tudo em uns cinco minutos.

Pegaria o den den mushi do marinheiro caído e entraria apressado na casa tentando absorver o máximo do ambiente, queria primariamente ver o “playground” do meu concorrente, entender seus gostos, seu cartão de visita, ver detalhes da cena, caso eu visse o livro que queria ou alguma porção de dinheiro, aproveitaria para os pegar e por dentro da minha jaqueta para evitar que a chuva os molhasse.

Eu tinha pressa então apesar de eu tentar ver um pouco de tudo, não buscava mínimos detalhes, queria dar uma geral rápida na casa e uma geral minimamente mais detalhada na cena do crime.

Durante todo o tempo, manteria o den den mushi em minha mão esquerda, com o dedão da mão sobre sua boca, assim se ele começasse a falar, eu apenas permitiria o som a sair no caso de não perceber ninguém por perto, caso contrário firmaria o dedo para abafar qualquer fala do aparelho.

Se eu visse algum bilhete ou pista deixada intencionalmente pelo assassino, iria, se possível, colocar a mesma em minha jaqueta para poder a levar comigo e estudar mais sobre ela depois.

Com algum espólio ou não, sairia do local assim que visse um pouco de tudo, se não tivesse ninguém na rua, sairia correndo por ela para ir para becos escuros, já no caso de ter gente na rua, teria de improvisar, tentaria usar muros e casas próximas para pular de uma a outra, tentando dar um passo nesses muros na vertical para conseguir pular e me agarrar no teto para subir nas mesmas. Obviamente minhas feridas apesar de melhores, ainda eram bem recentes, então as sentiria, porém serraria muito os dentes e respiraria profundamente me concentrando na situação para evitar fazer algum barulho desnecessário.

Pulando muros, passando por cima de casas e me esgueirando por becos escuros, buscaria a maior distância possível da cena do crime, buscaria um beco ermo, onde eu estivesse sozinho em sua imensidão escura, levaria o den den mushi a boca e diria:

-Sinceramente, marinha… Estou decepcionado… Não bastava eu estar ativo na cidade, assassinando sem ser pego, vocês permitiram que outro assassino entrasse no meu parquinho para pegar minhas presas, hoje algum assassino matou quem eu queria matar e isso me frustrou muito, até poderia fazer o trabalho de vocês e ir atrás desse assassino eu mesmo, mas aí qual o trabalho de vocês? Não, decidi me divertir um pouco mais, a cada dia que vocês não tiverem pêgo esse meu concorrente… Eu irei fazer uma carnificina… Posso matar o regente da ilha, uma criança numa escola, uma esposa dona de casa ou um doente num hospital… Eu não ligo, será aleatório, vocês não tem como proteger a ilha toda, vão ter de trabalhar na investigação… Fazer um bom trabalho uma vez na vida de vocês…

Se a pessoa na linha perguntasse quem eu era, diria:

-Eu sou o receptáculo do príncipe do inferno… A lâmina gélida a fazer jorrar o sangue quente de Sirarossa… Eu sou a expiação dos humanos que negaram a si mesmos a liberdade de fazerem seus desejos… Sou a libertação daqueles que querem apenas se divertir causando dor como a natureza nos fez… EU… Sou Azazel…

Assim que parassem de responder ou que eu terminasse minha apresentação, usaria minha faca para cortar o den den mushi ao meio para o matar/destruir, já que eu não sabia se podiam rastrear aquele bicho.

Em seguida, continuaria caminhando pelos becos escuros e tetos de casas de Sirarossa, não correndo, dessa vez calmo, atento, buscando ver uma casa com alguma janela aberta pela qual fosse possível entrar… Afinal de contas preciso mostrar que minha ameaça era real.

Se eu visse alguma casa com alguma janela aberta, tentaria observar a mesma, seu formato, tamanho, movimento, para poder me planejar.



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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Ter Mar 29, 2022 11:46 pm

Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 06

Deep Cutt: Ano Um

Aquilo era inaceitável, Cutt não se conformava com mais um assassino em sua área, afinal, onde esta o medo que ele tanta gosta de ver nos rostos das pessoas nesse assassino. Talvez a angustia podia doer neste momento mais do que as feridas.

Ele não tinha tempo a perder e por precaução, Deep tentaria acabar seus objetivos ali o mais rápido possível, então nem se importando com o corpo do marinheiro morto, ele adentrava na casa.

Tudo era muito escuro, mas a lanterna do marinho lá havia ficado iluminando o chão, o corpo de um homem morto, seu corpo continha cortes de faca por toda a extensão, mas o que chamaria a atenção de Deep, era, não havia uma sequer gota de sangue derramada no chão.

O motivo logo surgia quando conforme a lanterna rodava pelo chão, ela iluminava uma das paredes, que era completamente pintada com sangue, o que era pintado era quase que incompreensível, sinais e escritas que o mesmo não conseguia entender, porém todas levavam para uma parede em especifico.

Nesta, o livro estava fincado por uma faca na parede e alguém havia escrito em sua capa, ‘Para meu futuro melhor amigo’, escrita seguida de uma carinha feliz.

O que havia deixado o homem provavelmente nauseado foi o cheiro do cadáver, ainda que recente, algumas moscas o pairavam.

Não havia mais tempo e recolhendo o livro, juntamente da faca, ele partia dali, saindo pela porta de trás e pulando o muro com certa dificuldade, Cutt sentia a cada momento, menos dor.

Deep se afastava de forma rápida da casa, porém antes de realmente partir, ainda tinha uma coisa para fazer, entrando em contato via Den Den Mushi, ele finalmente se apresentava.

Durante suas falas, uma fala era ouvida, ainda que cortada, — Qu- Quem é você? Seu lunático!!

Encaixava perfeitamente com o fim de sua apresentação, sem muito remorso, ele partia ao meio o rádio, afinal, Cutt não queria ser seguido.

Pelos becos ele se afastava em questão de segundos da casa, logo se deparando ao sair de uma viela, com uma casa iluminada, pelo janelão frontal, se via uma feliz família jantando, um pai, uma mãe e dois filhos.

A casa tinha outras janelas e até uma porta dos fundos, assim como uma porta que levava para o sótão, logo, entrar não seria uma tarefa difícil.  
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Última edição por Jean Fraga em Qui Mar 31, 2022 2:16 am, editado 1 vez(es)
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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Qua Mar 30, 2022 10:39 pm



~Cap. 2 - Ascendendo às profundezas~


Eu achava uma casa que seria perfeita para minha diversão de hoje, mas quanto mais eu pensava no acontecido, mais transtornado eu ficava. Pelos escritos ao redor do livro e o fato de estarem ao redor do dito livro, apontava duas coisas, provavelmente a mensagem era pra mim e provavelmente a pessoa sabia que eu estava atrás daquele livro, isso que me deixava preocupado, única forma de saber isso, seria se a pessoa estivesse na biblioteca quando eu pedi a lista de livros. mas seria uma coincidência muito grande a pessoa estar escondida lá e decidir brincar comigo, o que significa que essa pessoa já estava atrás de mim.

Imaginar que algum filha da puta tem os culhões de vir atrás de mim para me perseguir, me dá náuseas, não que eu seja o ser mais perigoso do mundo, mas com certeza não sou o mais fácil de acompanhar sem chamar atenção, todo meu estilo de locomoção já é complicado de seguir e a pessoa precisaria se mover ainda mais agilmente e ainda mais silenciosamente. Tudo isso para ir atrás de alguém que se perceber sua presença, seria um combatente problemático, não é um comportamento predatório… Esse ser quer algo comigo em específico, algo que não tenha a ver com me prender.

Com muito a pensar daria a volta na casa, sempre abaixado e furtivo para evitar a detecção, de forma a tentar alcançar a porta dos fundos. Se conseguisse chegar à porta, tentaria entrar por ela e caminharia rumo ao jantar da família, de faca em punhos.

Uma vez que visse alguém na casa, iria para cima em velocidade máxima. Se a pessoa estivesse sentada à mesa, encararia de forma sinistra, mostrando a faca que eu segurava, esperava quem reação a me ver, a família, ou pelo menos uma pessoa, se levantasse.

Se ninguém levantasse antes de gritar, avançaria no mais próximo mirando sua garganta com a lâmina mirada na artéria, logo antes de agarrar- me na cabeça da pessoa e a forçar para cima e para o lado, tentar abrir a ferida e girar o corpo da pessoa para jorrar sangue nos outros.

Se alguém levantasse, pularia em sua direção com minha velocidade no pico e tentaria um corte no abdômen, mirando de forma a permitir acesso aos intestinos, os quais eu tentaria puxar e jogar sobre os outros com um agarrão com a mão esquerda e um rodopio, como quem joga confete numa festa.

Minha ideia era causar pânico total e uma cena de crime violenta, logo antes de prosseguir, não queria as crianças correndo, fugindo ou se escondendo, então se elas ainda não tivessem sido atacadas, as priorizaria, cortes rápidos nas carótidas permitiriam lidar com elas rapidamente e as transformar em fontes para a festinha.

Caso eu conseguisse matar três e sobrasse apenas um, começaria a rir de forma sinistra e então diria:

-Entenda… Só estou aqui porque a marinha não fez o trabalho dela hoje… Avisei eles, matarei a cada dia que não prenderem o assassino que apareceu hoje, aí eles não me prendem, nem prendem os outros e vocês que se fodem…

O último da família eu atacaria diferente, me moveria ao seu redor tentando fazer o sobrevivente ficar de costas para uma parede, então tentaria pular com toda a velocidade na parede, para pegar impulso e me jogar contra as costas do alvo com força aumentada, mirando o punho da faca numa vértebra do pescoço, visando a danificar para tetraplegia.

Sempre que tivesse visão da nuca do sobrevivente e ele ainda se movesse, tentaria acertar outro golpe com o cabo da faca até esmagar a vértebra o suficiente para a tetraplegia.

Se eu fosse atacado, tentaria me desviar pulando nas paredes para fazer zigue-zagues incomuns, visando não ser acompanhado pelo atacante e me reposicionar para um ataque contra a garganta, se não for o último familiar, porém se for o último, visaria a nuca com o cabo.

Se eu conseguisse matar três familiares e tornar o quarto tetraplégico, amontoaria os mortos quase que abraçados ao tetraplégico, visando tornar a espera por ajuda que ele passaria numa sensação agonizante, eu queria que ele sofresse, pois gosto disso e queria ele vivo para dizer que eu estive ali só por causa de minha ameaça a marinha.

Em seguida, sairia correndo da casa, em busca dos cantos escuros das ruas novamente. Se eu não percebesse ninguém vindo atrás de mim, voltaria ao meu quarto no hotel passando pela entrada dos fundos, onde abriria o livro sobre anatomia animal para ver se estava muito danificado.

Já no caso de estar sendo perseguido pela marinha ou qualquer um que me cace, tentaria buscar uma área com muitas casas, onde tentaria subir nas mesmas e pular pelos telhados tentando despistar os marinheiros.

Já no caso de eu perceber algum estranho me perseguindo de forma furtiva, correria rumo ao mar, pelas docas, onde normalmente terias prédios, mercadorias e caixotes espelhados bem próximos ao mar. Em tal lugar faria muitas curvas tentando forçar o perseguidor a chegar mais perto para conseguir me acompanhar sem me perder muito de vista. Assim que eu chegasse na beirada pro mar, faria a última curva me escondendo atrás do que era a “esquina” e imitaria os sons dos meus passos correndo e me distanciando a esquerda, de forma a tentar enganar o perseguidor a passar ali.

Caso percebesse que o meu perseguidor mordeu a isca, assim que ele fosse passar na esquina, me jogaria em um giro, usando minha perna direita para dar uma rasteira, mas dobrando meu corpo para a frente para que o corpo do perseguidor caísse sobre minhas costas, logo antes de fazer força com minhas pernas e costas para impulsionar ainda mais forte o mesmo rumo ao mar, como uma manobra circense para aumentar a força do pulo de alguém, mas aqui visando apenas jogar o perseguidor na água para o pôr em um ponto de fragilidade, no qual eu mostraria minha e diria:

-Pois bem… Quem é você?






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Narração - 07

O Longo Dia das Bruxas

Angustia, Deep sentia-se completamente deslocado, em uma situação nem um pouco esperada por ele, na verdade aquilo era muito pior, porque até agora, o “adversário” tinha informações precisas de Cutt, enquanto o mesmo, sequer tinha ideia de quem poderia ser.

Ele tinha que deixar sua marca, um aviso para os marinheiros que suas ameaças não eram brincadeira, sorrateiramente, ele ia pelas sombras até a porta dos fundos, por onde, a besta entraria.

A passos lentos o som dos risos e gritos da família se amplificavam e ele naquele momento, comemoravam o aniversario de seis anos do menino, informação que Cutt conseguia quando passando pela cozinha, ele via um bolo com velas a cima “Feliz Aniversario Jake!’, era o que estava escrito em chantily sobre o bolo de chocolate.

Ele passava pela porta e era visto frontalmente pelo garoto, provavelmente o aniversariante da noite, o garoto não compreendia e acabava entrando numa espécie de paralisia.

Não demorava muito até que os pais, sentados ao lado do garoto, olhavam para Cutt, o pai logo levantava dando dois passos para trás, — Por favor, você quer dinheiro? Nos te damos, mas não machuq – se quer havia tempo de completar, ele sentia um fino corte e em seguida passando as mãos sobre o pescoço, o sangue as encharcavam, ele olhava de volta para Deep e até tentava avançar no lunático, mas já estava fraco demais e acabava somente caindo ao chão.

A mulher gritava em desespero e tentava se levantar, quando tinha sua barriga aberta, retirando parte do intestino dela, a cena era uma completa nojeira e extremamente brutal.

A garotinha até tentava correr, mas acabava caindo no chão ao tropeçar em seu próprio pé e Deep, não tinha intenção de poupa-la, um forte golpe sobre a vertebra fazia a cair no chão e aparentemente a garota não conseguia se mexer, ficando imóvel.

Ela chorava sem conseguir se mexer, até que o garoto corria com uma faca tentando atacar o maluco, sem sucesso algum, ele somente sentia o limpo corte em seu pescoço, que jorrava sangue para todos os lados.

A garota via tudo aquilo e a incapacidade de se mover, de fazer algo, era o que mais destruía ela por dentro, ela tentava falar algo, mas a dor era agonizante e tudo só se amplificava quando os corpos dos seus entes ficavam todos jogados a sua volta.

Deep havia feito o que planejava então, partia do local com pressa, logo desaparecendo entre as sombras, eram quando, chegando no hotel, em um beco mais claro, uma pessoa surgia da sombra, juntamente de dois guardas, ele era baixinho, usava uma cartola, tinha o nariz mais diferente que Cutt teria visto e andava como um pinguim.

— Parece que você finalmente apareceu... para não termos problemas, Boldhur me falou sobre você e bom, eu estou precisando de alguém que... faça uma pequena limpa na cidade...
Historico Deep Cutt: