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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Sab Mar 19, 2022 1:18 am
Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - Ascendendo às profundezas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Deep Cutt. A qual não possui narrador definido.

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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Ter Abr 12, 2022 10:46 pm

Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 15

O Longo Dia das Bruxas

— Metálico não é mesmo? Quem sabe uma espátula? Acertei? Um possível problema na cozinha... – Ele respondia cutt, a sua voz trazia um cheiro forte de cigarro e com a garrafa pela metade, já era de se entender que ou ele tinha muitos pacientes, ou o próprio homem tomava tudo aquilo.

A faca era posta sobre a mesa e o medico somente olhava de canto de olho, prestando atenção na ergonomia da lâmina, Deep tomava um gole, sentindo seu corpo mais leve, era um whiskey bem forte.

Então, a operação começava, ele primeiramente passava alguns líquidos para limpar a ferida, estes que ardiam e em seguida, com a agulha e a linha, começava a sutura.

Uma sutura profunda, fechando as camadas mais internas e possíveis de cuidar, até as mais perto da pele de Cutt, o processo demorava em torno de dez minutos, quando finalmente o médico acabava.

— De fato você está... – Ele até começava a responde-lo, mas ouvia a fala final de Cutt.

— Temos nossos dias de luto, após isso, queremos primeiro encontrar o assassino e no futuro, se reunir para decidirmos os próximos passos, quem sabe eu levo você comigo para a reunião, se for da sua vontade...

— Está pronto, toma esse remédio de oito em oito por dois dias e jajá deve você estará se sentindo melhor. – Ele botava na mesa um recipiente com quatro comprimidos e um copo de água.

Lentamente, ele caminhava pelos corredores, chegando ao seu quarto, tomava um banho, notando que suas roupas estavam completamente sujas de sangue, ele relaxava os músculos com o banho quente e deitava sobre a cama, lentamente pegando no sono.
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Ascendendo às profundezas

capitulo 2



Após uma curta conversa, mais longa do que éramos acostumados, nos foi passado um remédio para tomar e um aviso de uma reunião que poderia vir.

Gostaria de participar sim…

Respondemos a fala do médico logo antes de tomar uma dose do remédio, pegar o mesmo junto da faca e voltar para nosso quarto.
A sutura era bem feita, mas incomodava e nos fazia mancar levemente, uma falha no espaço de pisadas que era marcada de forma mais fácil pelo assobio que a borracha do sapato fazia no chão encerado. Entramos em nosso quarto, roupa cheia de sangue, facas manchadas de escarlate, cobriamos as lâminas de ambas as facas com pasta de dente para passar a noite tirando as marcas de sangue dos cantos e detalhes da lâmina, preparamos a banheira do quarto com o sabão e jogamos a roupa lá dentro para ficar de molho pela noite também. Entramos então no banho quente de banheira, onde esfregamos nossas unhas e toda área repleta de sangue.

Lembrava do meu medo durante a manhã, o medo de largar a faca, agora a faca estava longe, sabia que não tinha feito um trabalho perfeito, mas tinha sido muito melhor.

"Quase morreu e acha que fez um trabalho decente? HUMANINHO DE MERDA… Você ainda é um fraco e ainda por cima quer me provar que é burro???????"

Assim que terminamos o banho, fomos ao quarto onde nos deitamos na espuma da cama toda rasgada no chão com um lençol sobre mim.

Ao acordar, iríamos ao banheiro escovar os dentes, logo antes de limpar a pasta da lâmina das facas com água e finalizar a limpeza ao secar com papel higiênico.

Em seguida pegariamos as roupas e as esfregariamos contra si mesmas buscando a posição que menos forçasse nossa sutura, assim que limpassemos o sangue de tudo, iriamos para o quarto, virariamos a cama sem colchão de lado e colocariamos as roupas para secar na parte mais alta, onde poderiam ficar esticadas.

Depois nos vestirtiamos com nossas roupas casuais com as facas na cintura, uma de cada lado, logo em seguida iriamos ver se tinha algo para comer no restaurante, saboreariamos o que tivesse lá, se tivesse algo e em seguida tomariamos nosso remédio.

Então iriamos passear pelo hotel, apesar de estarmos aqui a meia semana, só entramos e saímos do nosso quarto ou da cozinha, não vimos nada ou ninguém dali direito, então dariamos uma passeada buscando ver mais companheiros da organização e nos inteirar nos trabalhos dali, não que nos importasse muito, mas para dominar, precisamos conhecer.

Não nos esconderiámos, seriamos furtivos ou nada do tipo, ouviriamos o que não fosse um problema ouvir ou que pelo menos a galera não se importasse de esconder de mim.










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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Qua Abr 13, 2022 12:59 pm

Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 16

A Manhã Seguinte

A roupa ia tirando a coloração avermelhada a cada minuto naquela composição de água e sabão, a cada instante durante sua limpeza pessoa, Cutt sentia certas dores, era seu corpo pedindo por um descanso.


Azazel não dava descanso para a cabeça do homem, que talvez, fosse sentir falta daquele silencio de antes. Ele se secava, deitando sobre o colchão e dormindo sem muita demora.

O dia era nublado, a chuva havia parado poucas horas atrás e a cidade naquele horário tinha um movimento bom, dentes escovados, lâminas limpas, roupas finalizadas e postas sobre a madeira do colchão, o sol não iria ajudar no processo de secagem, mas o vento que entrava pela janela, já poderia ajudar.

Cutt tomava o remédio prescrito após comer uma boa porção de ovos com bacon, ao fim, daria uma breve caminhada pelo hotel, alguns outros assassinos andavam carregando seus equipamentos e se reunindo sobre debaixo de um telão, que exibia as execuções programadas.

Haviam alguns políticos, piratas e até civis com recompensas na cabeça, assim como trabalhos mais específicos, como queima de arquivos ou sequestro.

Um homem coberto de cicatrizes pelo corpo, cabelos cor de madeira e uma preenchida barba, se aproximava de Cutt, ele fumava um cigarro e dizia, — Novato por essas bandas? Nunca vi seu rosto aqui... – Dizia soltando a fumaça ao lado.

Algumas pessoas voltavam seus olhos para aquela conversa, o homem que falava com Deep parecia importante e então seria Cutt alguém importante também?
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Ascendendo às profundezas

capitulo 2



Após nos ajeitarmos e tomarmos nosso café da manhã, demos uma volta pelo hotel, havia mais um pessoal trabalhando e pegando serviços diversos, tinha até um local com trampos dispostos. Eu assobiava baixinho, espantado com a organização do local.

Um homem então se aproximava da gente, perguntava se éramos novatos, pois ele nunca viu a gente por ali ou nosso rosto.

Sabe… Depende de como você conta se alguém é novato ou não… Estamos aqui a menos de uma semana, mas já matamos mais de trinta… Fora que nós nunca vimos sua cara também… Mas se quer saber, a gente trabalhava limpando uns problemas pro Boldhur, agora meio que estamos no “freelance”... E você, quem é?

Manteremos nossas mãos nos bolsos, bem tranquilos na conversa, ele podia ser o que fosse, ainda era um mero mortal e nós éramos um receptáculo e seu demônio. Nenhum mortal estava acima de nós ali, em poder? Talvez por enquanto. Em hierarquia? Logo isso mudará… Mas não baixariamos nossa cabeça a ninguém.

Se nos fosse perguntado o nosso nome, responderemos:

Somos Azazel…

Se fosse perguntado o por que de falarmos no plural, diríamos:

Porque NÓS somos Azazel…

Se tentassem ligar a morte de Boldhur a uma falha do nosso trabalho ou colocarem a qualidade do nosso serviço em cheque por isso, diríamos:

Nosso trabalho é matar, não manter alguém vivo…

Se em qualquer momento tentassem nos bater ou relar de alguma forma, desviaremos do golpe ou toque, nos curvando o mínimo para longe do golpe para não ser acertado e ainda estarmos próximos do corpo do atacante, para o qual sacariamos a minha faca rotineira e a levaríamos a seu pescoço numa clara ameaça.

Não gostamos que nos toquem…

Olhariamos com olhos frios, era óvio que podiamos matar ali se provocados, não eramos um capacho a ser chutado e tratado como inferior de forma a aceitar isso, éramos um assassino de sangue frio, fiéis apenas a nós mesmos em momentos de necessidade, nenhum dinheiro ou poder nos faria não matar alguém, mesmo ali naquele hotel cheio de assassinos e criminosos, nossa lealdade era pra com quem nos contratava, pela duração do contrato, fora isso nós somos como uma víbora num buraco, se cutucarem demais, vão ser picados sem dúvida alguma. Inclusive foi por isso que Boldhur me contratou, ele mandou eu lutar com dois capangas dele no hotel até a morte, um estranho matar mafiosos na casa da máfia, esse foi nosso teste e talvez algo do tipo refresque a memória dos outros, afinal estamos sempre de máscara.









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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 17

A Manhã Seguinte

— Um assassino iniciante então... o numero só aumenta... bom, me chamo Dex, sou um “freelancer” como você mesmo disse...

— Seu rosto é ao mínimo interessante senhor Deep... Eu andei espionando você e vi alguns serviços seus como a freira, adoraria contratar os seus serviços para uma missão em especifico, porém não será nessa ilha.

— O que acha? Interessando? Aqui – Entregava um papel com um número ‘44’ – Me encontre no farol e vá até a doca 44, foi um prazer conhece-lo...

Ele esperava alguns segundo para ver se Deep falaria algo, logo partindo pela porta da frente, caminhando direção ao cais.

— Em busca de algo especifico senhor? – Dizia uma garota que ficava sentada ao lado dos telões com as execuções.
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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Qua Abr 20, 2022 11:45 pm

Ascendendo às profundezas

capitulo 2



O homem que havia puxado conversa rapidamente falava sobre nos dar um trabalho e usava meu nome de humano, a raiva subia em mim neste momento, não queremos mais ser chamados assim, a raiva escalonou e inflamou nossos olhos que fuzilaram o homem que permaneceu ali nos olhando calados, quem ele pensava que era para nos vigiar assim e ainda revirar uma identidade que queremos esquecer? Felizmente, perante nosso silêncio o homem partiu nos deixando um… Cartão?

Queríamos distância daquele homem, queríamos que ele esquecesse nosso antigo nome para que pudéssemos fazer uma nova vida, por isso assim que o homem saía, amassamos o papel e colocamos no bolso, sem a mínima intenção de buscar por ele no futuro. Uma mulher então me chamava a atenção com uma fala, me perguntando se nós queríamos algo. Em meio aquela chuva de emoções, por um segundo eu perdi o controle de minha natureza.

Daria então um passo rumo à mulher, loucura sádica estampada em minha.

Queremos matar cada desgraçado do mundo, banquetear sua carne e nadar em seu sangue e…

Nossa sede de sangue era tanta que se podia cortar a mesma com uma faca, mas perceberiamos e parariamos de caminhar rumo à mulher e saíriamos do recinto.

POR QUE PAROU? QUERO SANGUE…

Não podemos matar alguém assim aqui dentro, sem a permissão dos grandões…

EU SOU O GRANDÃO AQUI… EU NÃO APENAS PERMITI… EU MANDEI…

Mas ela faz parte da organização, iria fuder nossa relação de trabalho…

FODASE… EU QUERO SANGUE, SE VOCÊ NÃO PODE ME DAR SANGUE QUANDO QUERO TRABALHANDO AI, NÃO VAI MAIS TRABALHAR ALI NÃO…

Mas a gente não precisa da força deles pra crescer? Você mesmo me trouxe aqui…

E eu mesmo estou mandando sair, termina as mortes que te passaram e vamos pegar a grana e passar para outra, tenho outras tarefas, você já entrou num nível bom o suficiente para eu te dar mais força, não precisamos mais desses merdas para crescer.

Mas a gente vai fazer o que, pegar o dinheiro do narigudo pelas mortes e voltar pra rua?

Os humanos tratam aqueles iluminados como nós pelo nome de loucos e degenerados, você deve os pastorear e usar o dinheiro que juntou para alavancar uma procissão rumo a carnificina global…

Global?

Sim…

Não sei se dou conta…

E VOCÊ ACHA QUE EU NÃO DOU CONTA…


Caminhariamos discutindo mentalmente conosco mesmos, claramente perturbados pelo que estava em nossa mente, sairiamos do hotel rumo a cidade e observariamos os resultados da noite anterior, ver como a cidade estava reagindo aos ocorridos, inclusive se vissemos um jornal, o comprariamos para ver se algo havia ido parar por lá.

Com ou sem o jornal, rumariamos pelas ruas buscando algum consultório médico e caso achassemos um, entrariamos e perguntariamos a quem nos atendesse.

Estamos querendo saber se tem algum lugar na ilha onde tratam os ditos… Loucos…

Falaria isso coçando repetida e compulsivamente atrás da orelha direita.










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Narração - 18

A Manhã Seguinte

Aquela atitude era a pior possível, o homem brincava com um lado de Cutt que ainda estava mal resolvido, sim, o homem entrava em um estado de fúria, que sentia seu corpo queimar de dentro pra fora, sua língua chegava a ficar amarga por causa da raiva.

A mulher tirava momentaneamente o foco de Deep daquela situação, de forma completamente bizarra o homem chegava a ter pensamentos obscuros, mas entrava em conflito com sua mente, eles não conseguiam concordar, porém Cutt parava a aproximação e a mulher somente ficava o olhando com uma cara calma, com certeza ela já teria ouvido tantas coisas bizarras antes neste submundo.

Deep saia do hotel e as ruas estavam vazias, não demorava muito para que em um poste, houvesse um toque de recolher até segunda ordem.

Encontrava no chão da rua, um jornal do dia de hoje, ele estava quentinho e parecia ter sido lido a poucos instantes atrás.

Porém, nas notícias, poucas coisas falavam sobre seus feitos, chegava a ser mencionado, mas os piratas dominavam completamente as matérias.

Ele caminhava pela Sirarossa vazia como nunca antes tinha visto, as ruas eram silenciosas e até o barulho dos ratos andando pelas lixeiras era possível de se ouvir.

Ele demorava, mas encontrava um consultório, entrando pela porta frontal, ele era recebido por um médico, que dizia, — Bom dia! Imagino que seu caso seja sério, afinal, as ruas estão perigosas demais para sair, qual o problema?

— Ah lugar onde tratam loucos? Existe um hospício a poucas quadras daqui, seguindo para o norte da ilha, ou melhor dizendo, o porto, você encontrará algumas placas.

— Se chama, asilo Theodore Morgan... Além disso, mais algum problema? Percebo que você está andando com uma compensação para um dos lados, sofreu um machucado abdominal recente? Gostaria que eu desse uma olhada?
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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Sex Abr 22, 2022 11:18 pm




Ascendendo às profundezas

capitulo 2




Em nossa caminhada, encontramos um jornal, nossos feitos de alguns dias atrás apareciam nele… Um sorriso se abria em nosso rosto quando via que estavam nos chamando de demônio, era isso que a gente queria, mas o fato de estar tão oculto no jornal nos incomodava. Lendo o mesmo via que a primeira página falava de um pirata, o homem era venerado como um deus… Realmente, ficar no submundo sem que saibam quem nós somos não atingirá nossos objetivos completamente, mas nos permitia agir sem sermos pegos e com ajuda de peixes graúdos.

Eu sou o único peixe graúdo que você precisa que te ajude agora…

Oh sim claro, olha esse cara na foto, o cara é dourado, tão falando que ele tem o poder de um deus, como nós conseguiriamos sequer nos manter nesse nível, esse cara se tornou um deus, não tem como competir..

Basta se tornar um demônio.

Sim, eu sei, você fala isso de sempre, mas tirando uns truques de mágica e uns conhecimentos e ideias legais, você nunca me dá nenhum poder legal ou forte, você apenas fica ai, pedindo sangue e…

ESTÁ ME DESAFIANDO????????

Minha cabeça explodia em dores profundas e com isso percebo meu erro, ok? Eu entendi que estou errado, eu sei que você é poderoso, mas eu não e como você nunca me presenteia com nada mais do que migalhas de poder, é difícil pensar que posso um dia sequer me igualar a esse cara…

Nos igualar…

Isso, você entendeu… Não tem como ter confiança quando só tenho truques…

Já disse que você já está merecendo um bom presente… Não irá tardar agora… Você irá ficar impressionado, agora procure os que os humanos chamam de loucos, dentre eles acharemos nossos iguais… Para podermos navegar.

Após isso então eu continuava minha caminhada, encontrando uma clínica após passar por uma Sirarossa vazia e com quase ninguém à vista. o médico que me atendia falava de um hospício ali perto e depois notava que eu estava um pouco torto por minha dor na ferida já tratada.

Já está tratado, apenas dói um pouco ainda, nada que não esteja melhor em pouco tempo, mas talvez um pouco de remédio para dor seria muito bom…
Ohhh rapaz… Por isso escolhi você…

assim que o médico virasse de costas ou olhasse para outro lugar para pegar os remédios, sacaria as facas em minha cintura, arremessaria a de minha mão direita mirando seu olho esquerdo, em seguida passaria a outra faca para a mão direita e avançaria em sua direção para o apunhalar no tronco, mirando o coração por entre as costelas, para ele morrer de forma a me deleitar com a cena.

Conseguindo esfaquear o homem, iria fechar a porta do consultório e despedaçar o cadáver do médico logo antes de verificar se encontrava algo útil na clínica, tipo dinheiro ou algo que parecesse de valor.

Em seguida, pegaria um dos dedos cortados do cadáver e usaria a parte ensanguentada como lápis para escrever na parede “O demônio matará a todos…”.

Por último faria o caminho indicado pelo doutor, rumando em direção ao porto, buscando pelo asilo Theodore Morgan. Se o avistasse, observaria bem seus arredores para me lembrar dos detalhes e então prosseguiria rumo ao porto, em busca de um bar.

Caso eu chegasse em algum bar, procuraria pelo barista e lhe diria:

Me vê uma garrafa de cerveja… Hein, aproveitando, estou dando uma olhada nas estruturas da cidade para aprender mais sobre o assunto, sabe me dizer onde fica a central de distribuição de energia?”

Se em algum momento fosse atacado, tentaria desviar do golpe indo para o lado logo antes de tentar arremessar minha faca no pescoço do atacante.














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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 19

A Manhã Seguinte

Deep viajava em seus pensamentos conforme conversava com Azazel, as paginas do jornal eram passadas uma por vez, até que finalmente, a leitura fosse finalizada.

Deep chegava a contestar a ajuda que Azazel dizia fazer, mas ele não queria mais discutir aqui, apenas dando novas ordens ao homem.

[...]

O medico entendia a deixa feita por Cutt, ele pegava no armário alguns remédios de dor e botava sobre a mesa, — Aqui está, fique pra você... – Era um tubinho laranja com cerca de dez comprimidos – Eles te ajudaram com a do- Sua fala era pausada, conforme olhava para baixo e sentia uma faca fincada em seu tronco, ele olhava para Cutt, sem entender direito.

Agonizando com a dor, ele apertava os braços de Cutt com força, conforme lentamente sua respiração ia diminuindo, até que ele morresse.

Vasculhando a clinica após despedaçar o médico, ele encontrava dentre os pertences do homem, um amontoado de grana, o senhor realmente parecia rico, conseguindo coletar 15 milhões de berries, ele as guardava numa maleta, que ficava cheia até o topo, mas fechava.

Deep saia de lá, seguindo seu caminho para o asilo, deixando para aqueles que encontrassem o corpo, uma pequena obra de arte feita com sangue sobre a parede.

Ele chegava em frente ao hospício, o local era cercado por muros altos de cinco metros e ao topo, arame farpado que parecia passar corrente elétrica.

Em cada uma das quatro pontas, haviam torres de vigia, guardas faziam a ronda constantemente pela volta e o local, com toda aquela segurança, parecia proteger a cidade daqueles malucos com muita precisão.

Ele estava no porto e não tinha dificuldade para achar um bar, um dos poucos lugares lotados de Sirarossa, aquele bar estava parcialmente cheio, mas ele conseguia entrar, indo ao balcão e falando com o barman, que entregava uma garrafa de cerveja.

— Infelizmente não sei te dizer, essas instituições públicas, costumam ficar perto de um quartel da marinha, afinal, normalmente são locais que malucos buscam para atacar...

— Mais alguma coisa?
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Ascendendo às profundezas

capitulo 2




Após nos divertirmos com o médico, encontramos um mini tesouro, se pretendemos sair da ilha, aquilo ajudaria muito, pegamos a maleta de dinheiro, lambemos nossas facas para limpar suas lâminas e prosseguimos para achar o asilo. E que belo asilo, o lugar parecia muito seguro e focado em manter qualquer um preso ali… Em ficar longe de qualquer outro lugar, o que me parecia um bom sinal, se queriam manter a galera ali, então a gente com certeza queria eles fora daquelas paredes, prosseguindo nossa busca, fomos a um bar pedir informações e uma breja para ajudar a soltar a língua do barman.

HYAHAHAHAHA… COF COF… HAHAHAHA…

A gente ria e se engasgava com a bebida quando o homem nos respondia, era exatamente o que estávamos fazendo, era hilária a colocação e o uso de sua fala bem conosco, era precisa e isso era hilário.

Sim com certeza… O QG eu sei onde fica, sou daqui, posso procurar por lá, mas me diga, andei pela cidade toda e não vi ninguém, achei que fosse por causa do tal “demônio” do jornal… Mas o bar está bem movimentado… Dia cheio no porto ou algo assim?

Tomaríamos a bebida conforme o homem falava e o pagaríamos com o dinheiro do nosso bolso.

Em seguida, iríamos dar voltas pelo porto buscando ver algo que pudesse parecer interessante e até mesmo para notar o movimento de barcos, afinal iriamos precisar de um barco para sair da ilha e no jornal falava que muitos marinheiros viriam para a ilha.

Caso em algum momento víssemos alguém carregando uma fruta com desenhos muito estranhos e naturais em sua casca, a entidade daria um alerta e então diríamos:

-Ei você… Isso está a vendo?

Se a pessoa respondesse que não ou começasse a fazer alguma falácia em busca de negociar algo, apenas abriríamos a maleta de dinheiro, mostraremos o dinheiro, fecharemos a maleta e sacudiremos de forma tentadora na frente da pessoa em busca de os fazer aceitar a troca.












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Narração - 20

A Manhã Seguinte

De forma atípica, Cutt tinha uma reação boa? Ele ria da fala do homem, que o olhava com um olhar de desdém, afinal, a resposta tinha sido seria e não uma brincadeira.

— Quando as pessoas morrem, os entes costumam vir aos bares afogar as magoas, creio que você já consiga juntar as peças do quebra cabeça. – Cabisbaixo, ele ia limpando a mesa, sua feição era parecida com a daqueles que haviam perdido alguém nos últimos dias.

O dinheiro de Deep era jogado no balcão, botando a toalha no ombro, ele conferia e acenava se despedindo do homem.

Caminhando pelo porto, ele parecia bem movimentado, várias famílias pareciam estar indo viajar? Ou talvez estariam fugindo, o fato era, o porto talvez seria o local mais cheio da cidade naquele momento.

Porém, algo atraia mais seus olhos do que propriamente a movimentação, sobre a mesa de uma tenda na entrada de um beco, um vendedor, oferecia talvez a fruta mais estranha que Deep já viu, ela parecia ser a única na bancada.

— Bom dia jovem, você quer a fruta? Será em torno d- Cortado pela mala sendo aberta, ele arregalava os olhos, movendo os braços pra frente tentando pegar a maleta, enquanto falava, — Isso deve ser o suficiente! Hehehe de pra cá.

Cabia agora a Cutt, decidir se iria dar os quinze milhões ou se tentaria resolver as coisas de outra forma, talvez algo... mais da sua indole...
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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Ter Abr 26, 2022 11:02 am

Ascendendo às profundezas

capitulo 2




No bar, após algumas falas do barista, percebemos que o bar estava lotado de amigos e familiares de nossas vítimas, o canto de nossa boca se inclinava para cima, que sabor doce escorria em nossa língua, presenciar o luto dos que gostavam de nossas vítimas era um bônus enorme, mas eu tinha mais coisas pra fazer antes de aproveitar a situação.

Saímos do bar e notamos um movimento estranho, muitas pessoas pareciam estar se preparando para viajar, talvez fugindo da ilha que tinha um assassino à solta? Talvez.

Ali, a fruta…

A voz me chamava a atenção para algo que estava sendo vendido, uma fruta com desenhos na casca como eu nunca vi antes, realmente me era muito estranha.

Você pediu poder, eu o invoquei na ilha no formato de uma fruta… Ela será como uma que você nunca viu… Pode ser aquela…

A possibilidade dos poderes demoníacos que sempre sonhei estarem tão próximos me trazia uma sensação de euforia como de uma criança numa loja de doces, apenas enfiei a maleta de dinheiro na fuça do vendedor, não me importava preços, se aquilo era o meu poder, valia muito mais do que qualquer acúmulo de dinheiro no planeta e me permitiria pegar todo o dinheiro de volta e ainda mais depois, não me importava a grana.

Pegaria a fruta e a levaria à boca com vontade,  a morderia consumindo o máximo que conseguisse, até mesmo o bagaço e talo se conseguisse.

Caso nada ocorresse, correria atrás do vendedor buscando o encontrar e aplicar uma facada em suas pernas para o derrubar.

Já caso fosse uma fruta especial e começasse a nos transformar,  conforme a dor da transformação irrompesse em nosso corpo, iriamos começar a fazer um misto de gargalhada e gritos de dor, enquanto isso nosso corpo se inflamaria aos poucos, chamas saindo de feridas que se abriam conforme pêlos negros e grossos cresciam em faixas do nosso peito, braços, pernas e pescoço, como se nós estivessemos nos tornando um misto estranho de alguma coisa. Nosso corpo começaria então a inchar e crescer. As roupas rasgariam conforme cresceríamos até os três metros de altura enquanto observamos gargalhando nossa mutação e chamas saindo de nossa boca. Quando a transformação terminasse seríamos uma criatura mista de três metros de altura, um corpo se assemelhando ao humano mas com faixas peludas que pareciam ser de outra coisa, sem genitálias, meu rosto estaria totalmente deformado e com um nariz de coala no meio.

Spoiler:

Se ainda tivesse alguém observando nossa transformação quando acabasse, iriamos rugir para a pessoa soltando uma espessa névoa negra ácida em direção a mesma, sem nem mesmo percebermos que podíamos fazer aquilo antes, era um momento de descobertas.

Pegariamos nossas facas, correríamos e pulariamos no barco que as pessoas estivessem tentando correr para ele, faríamos um sinalzinho de não com o dedo indicador e diríamos:

Cap. 2 - Ascendendo às profundezas - Página 3 No-no-ghost-rider

A gente não lembra de deixar vocês irem embora… Queremos brincar agora… Pega Pega… Tá comigo AHHHHHH…

Gritariamos, tentando soprar chamas vermelhas contra o barco para o incendiar e depois em suas velas para não poder nem sair dali enquanto queima.

Se alguém perguntasse se éramos o demônio do jornal, diriamos:

Ora ora, você é inteligente, o que foi que me entregou? As chamas? HYAHAHAHAHAHA

Se tentassem nos atacar, tentariamos bloquear o ataque segurando o membro do atacante usado no ataque com nossos novos músculos potentes da mãos esquerda e em seguida faria uma tentativa de agarrar o agressor pelo pescoço e o erguer na altura do nosso rosto com a mesma mão, humanos estúpidos precisam aprender uma lição, então tentaria soprar em sua cara uma rajada de névoa negra ácida até ele parar de se debater, momento no qual o jogaria no chão com desdém e uma gargalhada.








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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 21

A Manhã Seguinte

Azazel tinha feito o que prometia, Cutt via a sua frente, a oportunidade de conseguir um poder que pudesse amplificar completamente sua força.

Quase que apaixonado pela busca do poder, ele entregava a maleta para o vendedor sem pensar duas vezes, o vendedor olhava-o rindo e entregava a fruta.

Sem mais delongas, Cutt ingeria toda a fruta de uma vez, ele a mastigava e sentia seu amargo gosto, sendo provavelmente o pior gosto que já teria sentido, dava vontade até de chorar.

Nos primeiros segundos nada acontecia, mas em seguida, Deep sentia algo mudando de dentro pra fora em seu corpo.

Suas roupas começavam a se rasgar conforme a transformação acontecia, suas pernas agora de coala, rasgavam os tênis e a calça de Cutt.

Sua pele alternava entre partes ainda humanas e partes animalescas se aproximando de um coala, a estampa rajada de um coala cobria o corpo de deep sobre os pelos e sua caixa torácica aumentava consideravelmente.

Porém não era indolor como parece, na verdade, cada mudança em seu corpo, doía, os ossos que mudavam, ele sentia se quebrar e em seguida se reconstruir.

Seus braços são de humano até os antebraços, que são bem maiores que o comum e com certeza mais peludos do que o normal, chegando ao rosto deformado, Cutt tinha seu nariz transformado em um de coala agora, a transformação podia ser meio bizarra e seu rosto já era irreconhecível naquele estagio.

Assim como dito, seus ossos quebravam e se reconstruíam, logo notando que não somente seu peso havia aumentado, mas seu tamanho, já que agora via a banca do vendedor de cima.

Tudo parecia acabar, tirando o arder por toda extensão do seu corpo, era como se sua pele queimasse.

O Rugido era alto o suficiente para atordoar muitos a sua volta, assim como o liquido viscoso e ácido que corroía o topo da barraca.

A gritaria começava e Sirarossa estava novamente em caos, com aquela aparência aberrante, Cutt agora pulava em um barco de viagem que estava prestes a partir, porém ainda preso no deck.

Ele se deparava não só com humanos, mas também com marinheiros que estavam ali para fazer a escolta.

Era alvejado por três tiros, esses sem efeitos aparentes além da dor momentânea e o sangramento, sua raiva era tamanha que na tentativa de proferir palavras, Deep acabava cuspindo fogo sobre todo o barco, que começava a pegar fogo, ele estava no deck, quase que barrando a fuga dos civis.

Dois marinheiros pulavam no cais e corriam para cima do homem, ambos com espadas em mãos, tentavam com golpes verticais, acertar o coala gigante, porém, um era empurrado pelo impacto, enquanto que o outro, pego pelas mãos fortes e grosas do monstro.

Cutt segurava-o na altura do rosto e tentava igual antes, cuspir ácido no marinheiro, sua tentativa era levemente falha, já que sim, ele era queimado pelo ácido, porém a falta de controle, fazia com que pouco saísse e o homem acabasse morrendo agonizando em gritos de desespero.

O outro marinheiro, caído ao chão, olhava com medo para o assassino, perguntando quem era ele, finalmente, estava na hora do mundo saber quem era Deep Cutt, o serial killer de Sirarossa!

Alguns civis pulavam na agua tentando fugir do fogo, conforme o barco afundava, com cerca de quarenta pessoas dentro. Consegui ouvir perfeitamente os gritos de socorro e as suas costas, ouvia fortes barulhos de passos, como seu uma multidão estivesse vindo, na verdade, era um batalhão da marinha que se aproximava em uma corrida coordenada.
Historico Deep Cutt:
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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Qua Abr 27, 2022 11:11 am

Ascendendo às profundezas

capitulo 2





Como uma explosão de dor e euforia, o poder me era entregue finalmente, após uma vida de servidão a entidade, finalmente minha merecida recompensa e a felicidade era tamanha, que mesmo perante insana dor, ainda gargalhamos em meio aos gritos.

Em meio a nossa gargalhada, como uma tosse, sai uma névoa negra de nossa boca e corrói o teto da barraquinha que agora era pequena perto do nosso tamanho.
Fomos então pro barco para atormentar os que já estavam com medo e querendo fugir da ilha, disparos eram feitos e nos acertavam causando dor, o urro de raiva fazia fogo brotar de minha boca e incendiar o barco.

Caraca, primeiro a transformação, a força, a névoa, agora fogo também? Estou amando isso aqui.

Vai vendo jovem…

Tem mais???

Eu disse que sou poderoso… Tem mais e ainda muito mais se você seguir minha vontade… Mas presta atenção nos marinheiros ali…

Dois marinheiros vinham para cima de nós, derrubamos um e agarravamos o outro, tentávamos cuspir a névoa no homem de novo, falhamos na quantia, mas acertamos na ação, a morte era lenta e dolorosa, o que caía muito bem para um humano inferior que desafiou um demônio.

O marinheiro caído perguntava quem nós eramos com medo em seus olhos, um sorriso psicótico surgia em nosso rosto distorcido enquanto eu coçava o nariz de coala com o indicador esquerdo.

Ora, pensei que já estava óbvio… Você não leu o jornal? É ÓBVIO QUE EU SOU AZAZEL, O DEMÔNIO HYAHAHAHAHAHAHAHAHA…

Ririamos enquanto tentamos soprar chamas no homem, mas por uma falha, até sairiam chamas, porém chamas azuis que não queimam o homem, no entanto este provavelmente sentiria um frio poderoso como se encarasse uma nevasca. Observaria curioso mais um dos meus poderes e então esfaquearia o marinheiro no chão.

Civis pulavam na água, então iríamos jogar mais névoa neles na água, porém outra falha ocorreria e sairia na realidade um raio violeta de nossa boca.

Percebemos já a chegada de reforços da marinha, por um momento meu corpo retesava querendo correr.

NÃO… Não precisa se preocupar mais, inimigos assim não páreo para um demônio mesmo em grande número… Te ensinarei como falar como um demônio… Repita comigo…

Repetiremos então a fala da entidade em minha cabeça enquanto fazíamos uma pose de avanço nos preparando para atacar.

PENSARAM QUE PODERIAM ME DERROTAR POR ESTAREM EM MAIOR NÚMERO? QUE INGÊNUOS… NÃO, NEM É INGENUIDADE, VOCÊS PROVAVELMENTE TEM UMA NOÇÃO DE PODER DIFERENTE DA MINHA… LHES ENSINAREI… ISTO É…

Spoiler:

Usariamos nosso avanço de movimentação rápida usual, mas agora com as novas pernas muito mais poderosas para um salto ainda mais abrupto em direção ao maior marinheiro da linha de frente do batalhão, visando aterrissar com os dois pés em seu peito e usar como apoio para um poderoso pulo para cima, tentando o empurrar sobre outros marinheiros enquanto no ar eu carregaria um raio violeta e o cuspiria mirando este marinheiro tentando fazer o raio ser conduzido para os outros que ele estiver tocando.

...PODER…

Após cuspir nosso raio, tentaremos cuspir a névoa negra para queimar os mais próximos e dificultar sua visão de nossa aterrissagem. Gritamos todo nosso anúncio de sermos o demônio, pois sabíamos que ali perto haviam os civis que conheciam quem nós matamos, eles provavelmente não se segurariam em participar dessa luta e eu poderia usar seu amadorismo a meu favor para atrapalhar a marinha.

Ao aterrissarmos, dobrariamos os joelhos para amortecer ao máximo a queda e já as esticariamos em seguida para reciclar a força em um avanço potente e rápido para rodear a névoa e atacar o batalhão pelo lado direito, tentaremos correr em ziguezague entre os marinheiro esfaqueando o mais próximo, girando em trezentos e sessenta graus para ver nossos arredores antes de dar outro avanço para uma direção com mais espaço entre os inimigos, para continuar nosso ziguezague, faríamos os giros e esfaqueamentos a cada cinco metros e usariamos os marinheiros como plataforma de pulo caso o chão estivesse muito ocupado para a gente conseguir correr, dessa forma além de pular para todo lado ainda os jogaríamos para longe com a força e caso o marinheiro fosse fraco demais para aguentar o impulso e caísse impedindo o pulo, o usariamos como uma prancha de deslizar, o esfaqueariamos e rolariamos para longe dele para pegar o chão como apoio para pulo novamente.

Cap. 2 - Ascendendo às profundezas - Página 3 Madara-uchiha

Sempre que a gente girasse para ver os arredores, cuspiriamos névoa negra para queimar e dificultar a visão dos que estavam naquele bolo de morte na direção oposta a qual nós iriamos ir.

Tentaria desviar da maioria dos ataques, antecipando meus giros e ziguezagues para sair da frente deles e tentando fazer com que os marinheiros e talvez os civis, acertassem a si mesmo com os ataques. Ataques que eu não conseguisse dar meu avanço para desviar, tentaria bloquear com a adaga na mão direita e usar minha força para resvalar o golpe e o jogar contra algum outro inimigo próximo.

Nós manteríamos nesse ritmo até a névoa negra começar a se acumular no local, nós tentaremos aproveitar do bolo confuso e da dificuldade de visão para saltar para fora da luta, continuar cuspindo mais e mais névoa, enquanto rodearemos a luta intercalando disparos de névoa e gargalhadas que fariamos ecoar no chão da luta e nos próprios marinheiros e civis que possam estar ali, fazendo parecer que ainda estamos na bagunça e talvez até os fazer atacarem a si mesmos na confusão.

Durante a luta observariamos os oponentes, em busca de elos fracos que fossem os “mascotes” do grupo, pessoas carismáticas que os outros gostam e protegem, correntes são tão fortes como o elo mais fraco, então estudaremos o comportamento desses oponentes.

Se em algum momento durante a nossa tentativa de estar fora da confusão com eles na névoa, alguém percebesse a enganação, bem… Hora da aula de química senhores… Ácidos são excelentes condutores elétricos… Cuspiriamos um raio no bolo de gente e névoa tentando fazer o choque se espalhar.









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-Fala do Deep

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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 21

O Demônio de Sirarossa Aparece!

Deep quase que se perdia na euforia do momento, mas Azazel estava lá para acalmar seus nervos.

Os buracos de bela escorriam com sangue, não sendo nada grave naquele momento, Deep se sentia mais forte do que nunca.

Naquele instante, finalmente o mundo conheceria o demônio Azazel, que fazia sua breve apresentação a aquele marinheiro atormentado.

A chama azul que não queimava, enriqueci-a os membros do marinheiro, que não conseguia fugir e era esfaqueado diversas e diversas vezes, gritando e agonizando até que seus olhos finalmente se fechavam.

Deep tinha dificuldade em controlar seus poderes, tentando fazer uma coisa, ele acabava fazendo outra... não que fosse ruim, já que o raio em contato com a água carbonizava a maioria dos civis que estavam boiando, sobrevivendo só aqueles que mergulharam bem fundo.

Diferente do esperado pela tropa, Deep não parecia ter a intenção de fugir, pelo contrário, ele disparava em direção aos marinheiros, vendo mais de perto podia notar que eram cerca de quinze marinheiros, em sua maioria soldados ou cabos.

Pulando bem alto com a impulsão recebida pelas fortes pernas, Deep dava de cara com um meio-gigante que parecia ter sete metros e portava um machado de guerra.

Usando-o de trampolim, ele sobrevoava os demais marinheiros e agora, começando a controlar melhor, liberava o raio violeta de antes, este que pegava cerca de quatro marinheiros que acabavam caindo no chão, não mortos, mas certamente incapacitados.

Porém momentaneamente ele sentia que não conseguia liberar os poderes, caindo no chão, no meio de todos aqueles guerreiros, uma batalha de um contra onze ali começava.

Seu tamanho dificultava sua movimentação mais rápida, porém ainda assim, Deep conseguia passar pelos marinheiros, desviando de parte dos golpes, os que recebia, nem surtiam efeito.

Com o ziguezague, Cutt conseguia cortar a garganta de muitos marinheiros e aos poucos tudo começava a ficar mais vermelho.

Usando os corpos em uma forma de se impulsionar, ele aumentava a velocidade de movimentação e de seus ataques, um caia em sequência do outro.

Pela euforia quase se distraia, mas nos instantes finais, conseguia proteger um explosivo ataque por parte do marinheiro do machado, ainda assim, sua adaga amassava no local que o golpe a atingia.

— Ei seu demônio, brigue com alguém do seu tamanho, seu porco. – Apontando para Deep com o machado, o marinheiro com a outra mão fazia um sinal com a mão, chamando-o para o pau.

Dos quinze marinheiros, haviam agora sete.
Historico Deep Cutt:

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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas - Página 3 OAKySZI