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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Sab Mar 19, 2022 1:18 am
Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - Ascendendo às profundezas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Deep Cutt. A qual não possui narrador definido.

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~Cap. 2 - Ascendendo às profundezas~


Mas que festa, isso sim é um aniversário, com surpresa e todo o mais, excitado com a situação e quase não sentindo muito já as feridas antigas, voltei ao hotel após terminar e me deparei com uma figura bem incomum, sua aparência era bem estranha se é que eu posso julgar esse quesito, mas sua oferta de matar gente era maravilhosa e eu vou aceitar com toda a certeza… Não pera, mas o trato de não cobrar em troca de ter minha conta no hotel paga, é apenas com o Boldhur, para fazer as coisas que Azazel quer fazer, vou precisar de grana, essa deve ser a hora perfeita para ganhar um extra.

-Entendo… Mas se falou com o Boldhur, sabe da minha capacidade… Então deve saber que eu terei que cobrar uma quantia justa… Algo que beire os três milhões por alvo…


Esperaria uma resposta e perante uma negativa, apenas ignoraria o grupo e voltaria ao meu quarto.

Já perante uma resposta positiva, diria:

-Vamos conversar aqui mesmo ou você tem algum escritório ou quarto no hotel?

Se o homem tivesse algum lugar para conversarmos, o acompanharia tranquilamente.

Caso algum dos guardas tentasse me tocar ou tirar minha máscara em algum momento, seguraria meu instinto assassino para não o atacar de imediato e transferiria todo esse impulso para meu olhar que fitaria a alma do mesmo através de seus olhos e apenas “desviaria” do toque, me distanciando do movimento, enquanto diria:

-Se você gosta dessa mão… Mantenha ela longe de mim… Ou vai ter que pegar ela do chão…

Se estivéssemos para falar de negócios, iria direto a eles, dizendo:

-Quais os alvos? Alguma informação para me ajudar a encontrar os mesmos… Alguma preferência na forma da morte…

A última parte da fala eu diria com um olhar brincalhão, enquanto passava a palma de minhas luvas na lâmina da faca para trazer seu brilho sinistro ao ambiente.







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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Sex Abr 01, 2022 12:02 am

Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 07

O Longo Dia das Bruxas

O Até então não apresentado, ouvia a fala de Cutt, abrindo um extenso sorriso, mostrando seus dentes pontiagudos e acentuando a curvatura de seu nariz pontudo.

— O pouco que pude falar com Boldhur sobre você, foi... interessante e sua proposta... – Sobre debaixo de um guarda-chuva, ele acendia um cigarro.

— Trazendo a cabeça dos alvos até minha mesa, você terá os três milhões...

Olhava ao céu, — Que deus o tenha Boldhur, seus esforços serão notados pela sociedade...

— Por enquanto, nessa fase de, ainda estamos se conhecendo, podemos falar dos negócios aqui mesmo...

Ele sacava de dentro de seu sobretudo, três fotos, as entregando a Cutt, — Aqui está, a foto de dois deles e bom... eu não sei bem o que interpretar da terceira, mas nosso alvo, ele tem certos padrões em suas mortes e na imagem, se pode entender melhor isso...

A primeira imagem, apresentava uma alta e forte garota, já a segunda, mostrava uma empregada? Pelo menos era assim que ela se vestia e por fim, a ultima foto, mostrava a cena de um homicídio, batendo o olho e vendo as marcas no corpo ao chão e os desenhos sobre as paredes, ele já podia entender quem seria o terceiro alvo.

— A primeira, conhecida como, A freira, reside uma igreja a poucos quarteirões daqui - Entregava um papel com a localização exata - Já a emprega, trabalha num hotel de luxo que fica no centro, normalmente indo embora pela madruga e sobre o terceiro alvo, eu só tenho essa imagem...

— Quem tirou a vida de Boldhur foi o alvo da terceira imagem, então, se você o traze-lo vivo para mim, eu duplico o pagamento referente a cabeça dele.

— Temos um acordo? – O céu se iluminava com um raio, o barulho era alto e o sorriso do contratante só ficava mais macabro, — Eu me chamo Oswald... e você assassino?
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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Sex Abr 01, 2022 11:31 am



~Cap. 2 - Ascendendo às profundezas~


O homem falava enquanto me mostrava imagens e a terceira foto me fazia perceber que quem me perseguiu recentemente era o terceiro alvo, até mesmo preparei para a marinha ir atrás dele e agora vou ter que caçar ele, afinal o cara quer a cabeça do alvo.

Eu estava intrigado na questão, então demorei entender, até que as falas do recém apresentado, Oswald, me fizeram entender.

-Pera… Você está me falando que o terceiro alvo matou o Boldhur…

Meu pulso acelerou, mordi o canto do meu lábio em raiva, todo o plano da entidade, tudo que estive lutando para conseguir nos últimos dias, tudo isso esse infeliz estava estragando.

“MATARRR… QUERO AS ENTRANHAS DELE ESPALHADAS NO CHÃO…”

Sim Azazel, não precisa nem comentar, esse infeliz vai aprender com quantos corpos se faz um funeral, nem que eu tenha que retalhar meia ilha atrás dele.

-Meu nome? Pode me chamar de Azazel… Agora quanto a trazer o cara vivo… Primeiro que eu não sou alguém que se contrata para não matar alguém e segundo que esse cara está se intrometendo demais nos meus planos… Não vou deixar ele viver mais, garantirei a morte dele, não dá pra confiar nesses capangas de vocês mafiosos… Principalmente contra esse aí… As duas primeiras você quer alguma prova da morte ou prefere esperar sair no jornal?

Eu estava muito nervoso, dava longas pausas em minha fala para conseguir formar as frases, em seguida após a resposta do homem, diria:

-Mais uma coisa… Onde te encontro depois do serviço, qual o nome da igreja e hotel para eu poder resolver esses agora mesmo  e que horas são agora?

Após ser respondido, iria me virar e rumar para longe do hotel, em direção a igreja se fosse bem antes da madrugada e rumo ao hotel se fosse.

Uma vez perto do local onde supostamente meus alvos estavam, começaria a observar a estrutura, movimento no local e possíveis entradas e saídas do mesmo, assim como reconhecer estabelecimentos próximos, um reconhecimento geral de território. Enquanto observava esperando alguma movimentação, abriria o livro pego mais cedo, para ver se eu ainda poderia usar ele para aprender algo no futuro ou se estava destruído.



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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 09

O Longo Dia das Bruxas

A compreensão de Cutt era lenta, algumas informações sobrepuseram outras e com o amontoado disso, ele demorava para entender quem realmente era o alvo três e o que ele havia feito.

— Sim... Foi encontrado ontem morto, jogado ao chão e apunhalado quarenta e sete vezes... A cena era horrível pelo o que falaram.

A chuva parecia ir diminuindo e alguns ratos corriam pelos cantos das paredes, a iluminação da lua ia se aumentando, deixando tudo mais visível.

Ele se nomeava a Oswald, que inclinava o rosto o saudando, — Bom, você quem sabe, nas minhas mãos ele eu fazia-o sofrer por incansáveis horas, mas quem tem esse trabalho é você.

— Três milhões para cada então? Estamos acertados? Os jornais já informaram tudo que eu necessito, não se preocupe.

— O nome da igreja é Igreja Presbiteriana de Sirarossa, ela fica como eu disse a três quadras daqui, você a verá de longe, não se preocupe.

— Já o hotel se chama Parque dos Cisnes, fica no centro e Azazel..., não se preocupe quanto ao local de encontro, podemos ficar combinados de se encontrarmos aqui mesmo.

— São uma da manhã agora... – Ele sequer se despedia, logo partindo e deixando em Oswald um sorriso amargo.

Indo em direção a igreja, não demorava muito até que guiado pelas luzes extravagantes, ele chegava em frente à catedral, a iluminação potencializava sua magnitude, dando a impressão de ser muito maior do que realmente era.

Nesse horário o lugar já estava fechado e somente uma luz acessa era possível de se notar, ficando na torre a direita de Cutt, talvez tivesse pelo menos um ser acordado naquele momento. Além da grande porta central, ele encontrava uma porta pelos fundos, a sua volta, poucos prédios haviam.

Sendo um lugar bem isolado de outras construções, não havia movimento aparente, o livro de antes, estava completamente riscado e manchado de sangue, sendo inutilizável.
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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Sab Abr 02, 2022 10:33 pm

Ascendendo às profundezas

capitulo 2



Spoiler:


Mais uma vez me via tendo como alvo uma freira, acho que o submundo de Sirarossa não deve ser muito de ir na missa. De qualquer forma a catedral era bem grande e parecia ainda ter pelo menos uma pessoa acordada naquele momento. Uma porta estava ali para ser usada, só não sabia se ela permitiria minha passagem agora.

Iria até a porta e tentaria abrir, se conseguisse, começaria a vasculhar a catedral.

Já no caso de a porta estar trancada, procuraria ver se achava alguma abertura ou janela aberta que me permitisse a entrada, tentaria alcançar tal abertura pulando alto na parede, dando um passo na mesma e então me jogando para cima novamente tentando alcançar o local.

Se eu entrasse na catedral, começaria a vasculhar a mesma andando bem devagar e evitando barulhos, vasculharia todo cômodo e local, qualquer pessoa encontrado dormindo ou sem me ver, me aproximaria calma e furtivamente, atacaria sua garganta, na parte de cordas vocais com um corte horizontal para evitar berros e prosseguiria a esfaquear até a pessoa parar de se mover. Para em seguida, prosseguir vasculhando o local, qualquer dinheiro ou bens de valor que coubessem em meus bolsos, os colocaria lá, assim como facas e canivetes seriam colocadas um por um em meu cinto. A cada morte olharia o rosto do cadáver para ver se batia com o da foto, mesmo que achasse a pessoa rapidamente, prosseguiria olhando toda a catedral para matar todos que encontrasse.

Caso eu fosse atacado, tentaria me desviar pulando para longe do golpe rumo a parede mais próxima, a qual caso eu conseguisse por meus pés nela, rapidamente pegaria impulso para me jogar rumo ao alvo, mirando um corte contra a parte das cordas vocais em sua garganta, seguido de diversos corte que executaria rodeando o alvo e mirando área dolorosas e com alta irrigação de sangue na área da barriga, axilas e costas, de forma que caso o oponente fosse muito mais lento e eu conseguisse ficar em suas costas, tentaria cortar seus tendões de aquiles, para que o mesmo não pudesse pedir ajuda, fugir ou fazer qualquer coisa que não fosse sangrar até dolorosamente até a morte.

Todo produto ou líquido inflamável que eu visse, espalharia pelo local que o encontrei, o derrubando no chão, tentando fazer isso de forma cuidadosa para não fazer muito barulho.

Todo fogão pelo qual passasse, abriria suas bocas de gás para que o mesmo começasse a vazar.

No caso de eu não conseguir achar mais ninguém após dar uma olhada, procuraria uma fonte fogo, fósforo ou vela e a jogaria contra algo inflamável antes de sair do local para incendiar o mesmo.

No caso de incendiar o local, esperaria um pouco a frente do mesmo, observando da escuridão para ver se alguém sairia correndo.






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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 10

O Longo Dia das Bruxas

No momento em que Cutt abria a porta, ratos corriam pelos seus pés e um vento forte vindo de dentro, o arrastava alguns centímetros para traz, o vento trazia consigo o som de um órgão, que ecoava pelas longas paredes da catedral, até chegar nos ouvidos do homem.

Bem ao fundo da catedral, abaixo de uma estátua, estava lá a freira, está que tocava o gigante instrumento que cobria a parede da igreja.

Algumas velas iluminavam aquele local completamente escuro e vazio, Cutt queria concluir sua missão e com um rápido avanço, ele ia até a freira que aparentemente, não tinha o visto.

Era quando, sem muita dificuldade, ele cortava a garganta dela, no momento em que ela virava para ele, ela caia sobre o órgão, sendo esfaqueada mais algumas vezes, encharcando os chãos da catedral de sangue, tudo parecia fácil demais.

Porém ao piscar os olhos, Cutt novamente se encontrava na entrada da catedral e para sua surpresa, estava lá a freira, agora de joelhos ao chão, rezando para a estatua a sua frente, em voz baixa ela proferia palavras inaudíveis.

Ao fim ela se virava para o homem, olhando-o sobre acima de seu ombro, ela não realmente o olhava, já que seus olhos estavam cobertos por um aparato de metal, ainda assim juntado as mãos em forma de reza, ela falava diretamente com o assassino.

— Que deus perdoe essas pessoas ruins... – Lagrimas escorriam de seus olhos e as velas começavam a se apagar, era quando a ultima apagava que ela sumia.

E para a surpresa de Deep, ela era muito silenciosa, conseguindo desviar centímetros antes de uma pequena adaga o acerta-lo.

Ele conseguia se afastar, porém quando tentava o ataque rápido, ela já parecia ter sumido.

Para a sorte do assassino, por entre as vidraças no topo da catedral, a luz da lua iluminava parcialmente o local, porém uma nuvem parecia estar prestes a se aproximar, conforme a chuva e os trovões indicavam que a noite estava somente começando.
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Ascendendo às profundezas

capitulo 2





Quando abri a porta da catedral, fui recebido com um vento estranho e potente que trazia o nostálgico som de um órgão, lá estava meu alvo, de costas para mim, um golpe fácil. Ataquei e a esfaqueei banhando o chão em escarlate viscoso, mas assim que terminava, era como se tudo reinicie de um ponto atrás no tempo, a mulher estava não apenas bem, como rezando e nada havia ocorrido. Sim, agora posso ter o prazer de a esfaquear de novo, até gosto dessa brincadeira, mas se eu ficar nisso vou perder muito tempo e me machucar à toa novamente, preciso ser mais eficiente nas mortes dessa vez.
Provavelmente o ocorrido era uma ilusão, era o que mais me parecia ser o caso, no entanto antes mesmo de poder pensar demais na situação, percebia uma adaga se aproximar rapidamente e em um movimento de última hora conseguia desviar do golpe, ela era silenciosa e rápida, com certeza uma oponente habilidosa e em breve estaremos num breu devido as nuvens no céu.

“ME DÊ SEU SANGUE MORTAL…”

Sim Azazel, preciso do seu apoio nessa luta, talvez o ritual até me ajude a sair de qualquer ilusão que possa estar ocorrendo.

-Reze freira… Azazel está aqui para te levar pro inferno…

Spoiler:

Faria um corte na palma de minha mão esquerda para que o sangue começasse a escorrer como oferenda a meu demônio, sumiria da frente da mulher e reapareceria para longe dela, usando meu assombrar.

-HYAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA…

Começaria a rir histericamente aproveitando a acústica do local para fazer minha risada ressoar alta pelo local todo como se viesse de todas as direções, isso somado a minha furtividade deviam confundir a audição da mulher. Meu assombrar e a “venda” em sua cara deviam cuidar da visão, tinha apenas mais um  sentido normalmente usado para localização.

Tentaria sumir dando um impulso rumo a mulher e aparecendo do seu lado girando no sentido horário visando um corte em suas costelas, mais especificamente nas costelas mais próximas quanto fosse possível da axila. E sempre que ela estivesse em meu alcance, tentaria lhe causar um corte nas costelas para tentar dificultar sua respiração para a cansar.

Se atacado, tentaria curvar a parte atacada para longe do ataque, enquanto tentaria bloquear o ataque com minha própria faca, não em uma disputa de força frente a frente, mas batendo a lâmina na diagonal contra a dela e movendo o braço de forma perpendicular ao ataque dela, tentando assim desviar a força do golpe para longe de mim.

Se a mulher tentasse em algum momento atacar minhas pernas, pularia por cima dela em busca de desviar do ataque, meu pulo seria feito de forma a no momento que estivesse sobre ela, meu corpo estivesse de ponta cabeça, para poder tentar uma facada contra seus músculos do ombro direito e poder ainda bloquear ataques caso necessário fosse.

Tentaria testar os limites de movimentação da mulher, sempre que persse ela de vista ou percebesse um ataque dela, tentaria pular alto em direção as paredes e dar um passo por elas em busca de ver se ela conseguia me perseguir lá, logo em seguida sumiria ao me impulsionar rumo ao chão e reapareceria já em meio aos assentos da catedral, caso houvessem, ou no meio do local no caso não houvesse assentos.

Caso houvessem bancos pela catedral, também usaria e abusaria de meu equilibrio e capacidade acrobática para lutar correndo sobre ele, usando o movimento de deslizar e cair das cadeiras a meu favor para continuar meus movimentos enquanto me equilibraria para evitar uma queda.

Se em algum momento eu tropeçasse, e caísse por qualquer motivo, tentaria rolar na queda para evitar ferimentos e com um salto já me levantar terminando a “queda” em pé.

Durante toda a luta me manteria rindo em eco para tentar distrair minha oponente.







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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 11

O Longo Dia das Bruxas

Cutt era enganado, sua primeira conclusão era que tudo aquilo não passava de uma ilusão? Mas seria isso realmente real? Afinal, ela não segurava a mão naquela ilusão, realmente tentando mata-lo.

Deep queria acabar com aquilo e sem muito remorso, cortava sua mão, iniciando o ritual conforme o sangue escorria, pingando no chão, os ventos fortes assolavam a catedral que aguentava firmemente a tempestade que acontecia do lado de fora.

Ele desaparecia e a mulher se mantinha no mesmo lugar, abaixando às mãos que antes estavam juntas, com mexidas de rosto despretensiosas, ela parecia, procurar por Deep.

O local já era barulhento e suas vozes somente potencializavam o turbilhão de informações que chegavam na mente da freira, ele conseguia se camuflar perfeitamente no ambiente com seu assombrar e re aparecendo, ao lado da moça.

O forte golpe desferido na direção das costelas acertava em cheio, dilacerando os tecidos, abrindo um grande buraco entre duas costelas, o pulmão era parcialmente visível dali e ela nesse instante sorria para o assassino.

No tempo de um piscar de olhos, Deep era pego num verdadeiro ponto cego e tocando-o com o dedo indicador, ele voava alguns metros batendo suas costas com força contra uma das pilastras laterais.

Ele sentia a dor dos machucados de ontem, dar uma leve pontada, mas o sangue já mais quente, ia aliviando tudo isso, por entre as cadeiras, ele mantinha uma corrida efetiva, mais um golpe desferido nas costelas, porém era nesse instante que de relance, Cutt não conseguia ver seu reflexo no espelho, gerando certa estranheza em sua cabeça.

Ainda assim, mais um golpe forte era acertado na moça que dava lentas passadas para trás, tornando-se fumaça e aparecendo nas costas do assassino, chutando-o com força nas costas, ele arrastava até o pé das escadas centrais.

— O meu Deus, permita-me acabar com o sofrimento deste demônio, me conceda sua... FORÇA! – diferente de antes, o grito da freira ecoava fazendo os ouvidos de Cutt doerem, a sua volta, o chão parecia tremer e lentamente quebrar, aos poucos se abrindo e com isso, a luz do magma subia, a lava ao fundo, era coberta de almas que gritavam e choravam.

Por sorte, Deep conseguia dar uma cambalhota, saindo do meio da rachadura, que cortava a catedral agora no meio, só parando nos limites da porta e da estátua.

Tendo uma largura de três metros, a lava aquecia todo o local, deixando sobre a chuva que caia, a catedral completamente iluminada, as nuvens até cobriam a lua, mas com a iluminação do magma, até as partes mais escuras se clareavam.
Historico Deep Cutt:

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Ascendendo às profundezas

capitulo 2




Spoiler:

Após uma trocação formidável de golpes, era arremessado contra uma pilastra, muitas dores antigas vinham para meu corpo junto com novas, partia então para mais um ataque e de relance notava não me ver num espelho, isso me parecia incomum, mas nada perante o que acontecia depois, a mulher parecia invocar o próprio inferno a minha frente, uma rachadura partia a catedral em dois. Conforme observava aquilo e o fato de que nada sumiu quando fiz meu ritual, me assustava um pouco, não era uma ilusão comum e parecia um poder imenso, no entanto minha entidade não falava nada, algo estranho, era para ela estar inquieta numa briga com poderes de outra divindade… Ou seja…

-Hyahahaha… Sinceramente, muito bom, qual seu truque? Sério, catedral de teor de religiões modernas, divindade que se chama por deus,  não por um nome próprio e esse deus te dá poderes que se assemelham a uma descrição fundada em textos modernos da descrição infernal… Tem mais furos nisso do que nas suas costelas… Então eu vou te dar uma chance de desfazer isso antes que eu tenha motivos para te maltratar ainda mais…

Falaria isso olhando para ela como quem olha para um pedaço de merda no chão e começaria a rir fazendo minha risada ecoar pelo local para confundir e mostrar o sentimento de superioridade.

-Sabe estranho você conseguir criar tamanha ilusão, com detalhes tão absurdos e falhar no espelho, assim como é estranho ser um poder paranormal real, pois sua história religiosa não combina com o poder trazido.

Se a mulher me atacasse nesse meio tempo, usaria dos pontos cegos de sua visão para usar o efeito de meu assombrar e sumir saindo de sua visão nesses pontos, pulando numa parede e reaparecendo parado atrás dela e continuando minhas falas como se não fosse nada demais. Sempre trabalhando minha arrogância e fala ecoada para tentar forçar um estado paranoico de inferioridade, queria ela sentindo a pressão da situação.


--Sabe, não importa o que isso seja, você não tem poder para me matar ou eu já estaria morto com todo esse poder que você fala ter… E você me parece não se mover rápido quando não quer demonstrar algum poder… Algo clássico em truques…

Continuaria me desviando dela e caso acertado, sentiria a dor e riria histericamente.

--Olha eu vou achar seu truque e eu vou destruir você, mas quanto mais puto você me deixar, mais você vai implorar para que eu te mate rapidamente depois…

Entre uma esquiva e outra, enquanto falaria e após apanhar se ocorresse, continuaria avaliando o local, jogaria uma cadeira ou algum objeto nos espelhos para os quebrar e ver o que ocorria, iria abrir a porta da catedral para ver se via o exterior normalmente, jogar o livro de zoologia ensanguentado na lava, iria olhar os cantos do local em busca de descobrir o truque, mas sempre tentando desviar enquanto fazia isso para evitar a dor e danos.

Caso em algum momento eu trombasse com algo que parecesse estranho e fora de lugar, como espelhos, máquinas, totens e coisas religiosas, tentaria os derrubar e quebrar.

Se em algum momento eu percebesse que as coisas fantasiosas criadas por ela sumiam ou paravam de aparecer, assim como se ela parece que algo estava errado, diria:

-Ops… Parece que a fé de alguém está falhando… Me desculpe por retalhar seus planos…

Em seguida avançaria com velocidade total contra ela e ativaria o mais novo truque que a entidade me ensinou, minha técnica de retalhar, fazendo toda a área ao redor da freira começar  a ter cortes e dano aparecendo enquanto minha risada ecoaria no local.








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-Fala do Deep

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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Qui Abr 07, 2022 10:27 pm

Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 12

O Longo Dia das Bruxas

— Truques? Ilusões? – A freira genuinamente parecia não estar entendo aquelas palavras de Cutt, — Quão tolo você pode ser? Porém... já acabou para você... eu.

Ela sumia, assim como Deep havia feito com seu assombrar, basicamente copiando a habilidade do assassino, aparecendo a poucos metros dele, Cutt conseguia esquivar do golpe.

A cada instante, Deep ia sentindo seu corpo mais real, algo que antes de forma imperceptível não acontecia, ele verdadeiramente começava a crer na realidade, ela sorria e logo começava a gargalhar.

— Não acredito que me deparei com um peixe pequeno desses... Mas agora já acabou para você.

A cadeira sobre o espelho, somente o fazia quebrar, porém, eram quando jogava o livro sobre a lava, que ele tinha um rápido lapso de memória.

Deep se via em terceira pessoa, ele estava deitado no chão, aparentemente dormindo, com a freira acima dele encostando seus dedos sobre a cabeça do homem.

Lapso que se passava em questões de segundos, mas o que havia visto realmente parecia a realidade, novamente todas as paredes e o próprio chão, começavam a tremer, se rachando de pouco em pouco.

— Merda... eu tenho que acabar logo com isso... – Dizia em um tom baixo, porém sabendo que se aquilo se estendesse, o fim seria iminente para a freira.

Ela era atingida por um golpe quase invisível que fazia a freira partir ao meio, sangue para todo lado e seu corpo divido ao chão, porém ele conseguia notar a presença de alguém em suas costas e assim que virasse, ela atingido por um forte golpe de adaga, perfurando alguns centímetros acima de seu umbigo, a facada, parecia real, já que o sangue começava a escorrer e a dor vinha.

Ela se afastava, mostrando estar parcialmente cansada, já que era difícil de acertar ele todas as vezes.
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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Sex Abr 08, 2022 12:34 am

Ascendendo às profundezas

capitulo 2




A cada instante, ficava mais inquieto pelo silêncio em minha mente, mesmo após chamar a ajudar de Azazel e demorar tanto para matar a mulher, ele não vinha me ameaçar e a cada instante parecia cada vez mais que meu corpo se sentia diferente e a mulher parecia me imitar.

Mas quando eu tacava o livro na lava, tudo fazia sentido, podia me ver deitado com a mulher ao meu lado, era óbvio agora o porque Azazel não falava comigo, eu não estava em meu corpo. Nem mesmo ativei realmente minhas habilidades e técnicas.

-Peixe pequeno você diz? Então me diga… Por que você tá suando com essa cara tão desprezível contra um peixe pequeno… Entenda vadia, Eu não sou um peixe pequeno… NÓS somos…. AZAZEEEEEEEEEEEELLLL…

Gritaria o nome da entidade o qual havia tomado para mim, usaria o nome para me agarrar a sensação de meu corpo como um catalista da realidade, como se eu desse a mão para a entidade em meu corpo para que pudéssemos voltar a ser um só. faria força enquanto me concentrava, até uma veia saltar em minha garganta, tentando estraçalhar aquele mundo da mulher e voltar ao meu corpo.

Se a mulher me atacasse, tentaria a bloquear a segurando pelo pescoço com a mão direita e continuando minha tentativa de voltar ao meu corpo.

No caso de eu voltar ao meu corpo, tentaria agarrar a mulher pelo pescoço dela com minha mão direita e lamber sua bochecha, antes de a empurrar para longe com as pernas.

-Hyahaha… Como eu pensei… Gosto de galinha… Agora me diga… Do que foi que você chamou a gente mesmo, vadia? Me diga, você já teve curiosidade para saber qual cor você é por dentro? vamos te mostrar agora… Peixinho pequeno…

Se após voltar ao corpo, a mulher tentasse nos atacar, desviaria no último instante, nos dobrando para longe do ataque e deixando pé direito para fazer a mulher tropeçar, ao mesmo tempo que levaria a faca a lateral do membro usado pro ataque e deixaria a faca deslizar pelo comprimento todo do membro em um longo corte acompanhando a queda da mulher, tentando inutilizar membros e causar dor, mas sem matar rapidamente.

Se a mulher tentasse correr de nós em algum momento, correria e nos jogaria em um mortal atrás da mulher, para dar alcance para nossa faca cortar os tendões de Aquiles dela.

Se a mulher em algum momento nos olhasse com medo ou em situação de estar muito ferida, tirariamos a máscara que agora estaria acima da boca por termos movido ela com a língua para lamber, faríamos isso para revelar nossa expressão antes de dizer.

-Agora é a parte que você implora pela sua vida até perceber que não vai ser poupada e começar a implorar por uma morte rápida… Porfavor… Tente apelar pro meu lado humano… É minha parte favorita de matar… É hilário…

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Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 13

O Longo Dia das Bruxas

Era no instante em que Deep percebia que tudo aquilo não passava de um sonho, que toda a catedral começava a rachar, o chão tremia e as vidraças no topo da catedral se quebravam, caindo na lava, fazendo que aquela dimensão dos sonhos começasse a se destruir.

As falas de Cutt era a ultima coisa que acontecia ainda naquele local, já que ao abrir os olhos, estava lá ele deitado ao chão, com a freira em cima dele, ela ainda parecia não ter despertado e esse curto tempo foi o suficiente para o assassino.

Ela despertava, tentando recuar, mas era pega pela mão firme de Cutt, ele então se levantava trazendo-a pelo pescoço, uma sádica lambida era desferida na bochecha rosada da freira, que com as duas mãos tentava segurar o braço que a enforcava.

A venda prateada caia dos olhos da freira, por debaixo daquilo, olhos azuis como o céu, já marejados, demonstravam todo o medo da garota, ela se remexia tentando respirar e era neste instante que após um forte chuto na boca do estomago, ela voava alguns metros.

Ele cuspia ao chão, quase vomitando com o chute recebido e andando sobre quatro apoios, ela tentava se afastar, seguindo até a estatua que antes rezava abaixo.

Porém Cutt tinha outros planos para a moça, cortando rapidamente seus tendões, fazendo com que ela caísse ao chão, gritando de dor e agora, perdendo o movimento dos pés.

Ela virava-se, olhando para ele de baixo para cima, em meio a sua saia, um liquido começava a manchar o tecido e com certeza não era sangue.

A fala de Deep era quase que perfeitamente completada com um raio que caia poucos metros da catedral, clareando tudo, juntamente do forte barulho.
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Ascendendo às profundezas

capitulo 2



Saia do transe que aquela freira me impôs, uma lambida era dada em sua bochecha para saborear a presa logo antes do abate, um corte nos tendões selavam sua fuga, o líquido de cor estranha escorrendo de suas roupas selavam sua capacidade reação.

Finalmente, humano… Onde diabos você foi, essa putinha estava me dando nos nervos já, inclusive… Barriga.

Ouvindo a voz prestava atenção e então uma dor me fazia reparar na ferida em minha barriga, agarraria a arma ainda presa lá e tentaria a tirar sem ferir nenhum órgão, forçando as mandíbulas para tentar aturar a dor sem resmungar demais, observaria a faca em minha mão e então diria:

Uma bela faca… Ficarei com ela de lembrança…

Era hora da nossa diversão. Riria e partiria para cima da mulher fazendo cortes em seus membros quando ela tentasse se defender com eles e tentando vasculhar sua anatomia com os cortes de formar a ver o que aprendi nos livros, mas dessa vez ao vivo, faria uma breve revisão das partes que me interessavam mais no livro de anatomia e arrancaria a cabeça da vítima, cortando a carne com as facas e chutando até o osso se soltar.

Em seguida, brevemente vasculharia o local por cima, pegando qualquer dinheiro que visse e o levando comigo junto com a cabeça.

Saindo da catedral eu voltaria a máscara sobre meu rosto e arremessaria a cabeça contra a janela da casa mais próxima, queria que o caso fosse achado facilmente para sair nos jornais, era o acordo com o narigudo.

Em seguida seguria pelas esquinas, becos e cantos mais escuros até o hotel, onde já era comum eu ver o médico e pedir remendos, buscaria algum, mostraria a ferida e diria:

Preciso que feche…






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-Fala do Deep

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Re: Cap. 2 - Ascendendo às profundezas Seg Abr 11, 2022 11:25 pm

Cap. 2 - Ascendendo às profundezas




Narração - 14

O Longo Dia das Bruxas

Deep estava mais calmo, voltando a ouvir Azazel, que logo o alertava, o assassino por sua vez, mantinha o sangue frio, lentamente tirando a faca, que com seus ensinos em anatomia, conseguia tirar sem furar ou cortar nenhum órgão.

Preferia por guarda a faca daquele fatídico dia, logo usando a própria arma contra seu antigo portador, a freira era severamente cortada, morrendo alguns minutos depois de hemorragia generalizada, a aula de anatomia chegava ao seu ápice a cada corte feito no tecido da mulher.

Ao fim, retirando a cabeça, ele vasculha a igreja sem muita demora, não encontrando nada de útil, sem muita enrolação, jogava a cabeça da freira em uma casa logo ao lado, ela quebrava a janela e rolava até a sala de jantar.

Com a mascara protegendo seu rosto, a chuva dava boas vindas as ruas, o frio ia se intensificando e talvez aquilo era bom, diminuía parte das dores sentidas.

Porém tinha seu lado problemático, o frio juntamente do corte profundo que agora sangrava bastante, fazia Cutt se sentir mais mole, o corpo parecia fraquejar, mas Azazel parecia reanimar seu corpo, com gritarias e falas pouco amigáveis.

Sua sorte era que em um dia de chuva como aquele, o sangue escorreria pelas ruas, não deixando nenhum rastro.

Chegando no hotel pela porta dos fundos, os cozinheiros o olhavam com uma cara desconfiada, mas não o confrontavam, logo chegando ao medico que naquele momento estava no meio de uma leitura.

— O que foi dessa vez? Foi atacado por um gato? Quem sabe um cão... sente-se. – Ele puxava uma cadeira, empurrando um whiskey que corria pela mesa até as mãos de Deep, o medico pegava seus equipamentos e logo começava a mini cirurgia.

— Noite chuvosa essa, não é? – Dizia puxando papo durante a sutura.
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Ascendendo às profundezas

capitulo 2



Após nossa diversãozinha com a freira, arremessamos sua cabeça numa casa e prosseguimos com nosso caminho, mas a perda de sangue constante somada ao frio daquela chuva nos faziam sentir como se fossemos desmaiar.

“Não… Tu não vai me cagar tudo de novo vai? Pare de ser um merdinha…”

Obviamente, Azazel me fazia companhia em nossa mente, sinceramente, o tempo que você ficou caladinho foi até bem calmo. Nossas mentes continuavam numa discussão prolongada enquanto a água pingava profusamente em nossas roupas, a respiração pesada forçando passagem através do pano molhado da máscara, o gosto de tecido molhado invadia nossa boca conforme a entrada de ar respingava a umidade da máscara em nossa boca, fizemos tantas vezes esse caminho nos últimos dias que era como se nossos sapatos fossem sozinhos… Ou essa sensação seria pela falta de sangue e a proximidade de uma perda de consciência?

O que nos pareceu uma eternidade depois, adentrava o hotel e passava a cozinha como de costume, a borracha de nosso sapato assobiava a cada passo arrastado, apesar do frio diminuir a dor na barriga, ainda ardia um pouco e a dor que nos impulsionava para dar mais passos, um rastro de água sangue, sujeira e pessoas observando confusas era deixado para trás, não que isso fosse incomum para mim, afinal de contas eu sempre chegava encharcado, fosse água, fosse sangue meu ou de outrem e sempre os cozinheiros observavam estranhando a cena.

Logo a sala do médico se aproximou, cansado, abrimos a porta com os ombros a empurrar a mesma, o médico estava em meio a leitura, rapidamente entendeu a situação, ele devia ver isso direto, não era seu único cliente nesse hotel de criminosos e eu mesmo estava aqui direto. O homem até tentava uma piadinha sobre o que me feriu antes de jogar uísque para mim.

-Tenta chutar algo mais metálico…

Diríamos a fala colocando a faca que tiremos da ferida em cima da mesa do médico, assim ele poderia ver o que havia causado a mesma, para ter uma melhor ideia do que esperar. Em seguida dariamos um longo gole na forte bebida para dar uma anestesiada.

Assim que sentisse alguma dor na ferida, virariamos para olhar com fúria para o médico, mas me lembraria que da última vez que me feri, também doeu o tratamento, mas ainda assim me sarou totalmente, não seria justo ser agressivo com ele sem motivos, então iriamos desfazer a cara de ódio e dar outro gole na bebida, era incomum recebermos ajuda, mas era melhor saber nos portar com os poucos que o fazem.

-Chuva é? Pensamos que estávamos suando demais…

Faria a tentativa falha de uma piadinha para aliviar a tensão e daríamos um sorriso amarelo, tínhamos o traquejo social de uma víbora faminta… Interagir de forma normal sem fingir ou tentar matar depois era algo muito incomum para a gente.

-O que a galera vai fazer depois da morte do Boldhur? Sabe algo? Já se reuniram para falar sobre o caso? Queríamos falar com os chefões da área, afinal agora estamos entrando para o clubinho totalmente, né? Até porque ainda somos novatos aqui, mas já entendi que não devia ser tão simples matar um daqui…

Se liberado pelo médico, iria para meu quarto tomar um banho quente e dormir.









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