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II - Fool me Twice

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II - Fool me Twice Seg Mar 14, 2022 1:51 pm
Relembrando a primeira mensagem :

 II - Fool me Twice

Aqui ocorrerá a aventura  do Pirata Lyosha Bulgakov  e da  Caçadora de recompensas Jyundee Kujoh. A qual não possui narrador definido.

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Re: II - Fool me Twice Seg Mar 28, 2022 5:14 pm
I - Fool Me Twice



Jyundee Kujoh

A segunda parte do treino começou a acontecer naquele meio tempo, onde a garota agora começava a treinar o cachorro fofuxo para conseguir ensinar ele. Às vezes ficava difícil, quando ele fazia aqueles olhos pidões olhando pra Jyu, como se fosse um crime não lhe dar os petiscos de uma vez.

Ela resistiu aos ataques de fofura, começando a treinar ele mais uma vez, era difícil, mas lentamente ela ia convencendo o cachorrinho a fazer o serviço. Ele por sua vez quando corria pelo circuito, parava no fim esperando o petisco com a linguinha de fora, mostrando um leve cansaço por correr no lugar.

Era um bicho bem tranquilo, que no final se mostrava carinhoso abraçando a perna da caçadora em um salto. Então a moça que era responsável pelo ensinamento aparecia por ali dizendo.-Muito bom, parece que você entendeu como fazer o adestramento, ele gostou de você- dizia ela se agachando e acariciando o cachorrinho, enquanto ele rolava no chão e ficava de barriguinha pra cima, todo provocativo.

Komi vinha até ali onde eles estavam saindo um pouco da area dos gatos, ela até observava o cãozinho dando um sorriso, mas não brincava com ele ainda, apenas tinha parado pra ver o que eles estavam fazendo por uma maior curiosidade do que estava acontecendo. Era um cenário bem gostosinho de estar.

Lyosha Bulgakov

O beijo que eles dois dividiram naquele momento, era diferente de todos que eles dois tinham tido até o momento, da parte de nenhum deles, aquilo vinha de uma lasciva ou libido, era algo caloroso, vinha do fundo do coração, não se tratava apenas do contato físico, aquilo era algo que impressionava mais uma vez Alesya, que percebeu que o rapaz estava cheio de surpresas naquela noite.

Quando eles paravam a conversa voltava a acontecer enquanto Lyosha, levantava alguns pontos interessantes, ele entrava na conversa questionando sobre seu cartaz, e ela sorria ao ouvir sua preocupação.-Ele mostra uma faceta sua bem diferente do comum, eles se esforçaram pra tirar aquela foto. Mas eu não achei feia, você parece um ator fazendo algum papel vilanesco.- disse isso com sinceridade em relação ao que pensou quando viu pela primeira vez o cartaz.

Então o ponto entrava na percepção de como ele enxergava a vida, e tudo que ele queria dividir com a moça que sorridentemente parecia despreocupada.-Somos protagonistas de nossas próprias histórias, não é mesmo? Podemos escrever o livro que desejarmos, ou compor nossa própria sinfonia.- dizia pelo contexto da conversa, ela concordava com a ideia, claro ela era ambígua em suas palavras mas essa era a graça da conversa dos dois. Um papo que ao mesmo tempo era simples, parecer levemente mais complexo.

Quanto a informações sobre o que acharam dela, ela sorria ao ouvir aquela pergunta, era algo que ela sabia que poderia parecer pertinente, mas para ela sempre foi bobo, a razão é que ela era uma mulher que trabalhava em tabernas, e normalmente isso gera todos os tipos de boatos.-Pra ser bem sincera com você, eu nunca fui bem vista, quando estava estudando, era uma esquisita, quando comecei a trabalhar, era uma mulher no meio de um ambiente carregadamente masculino. Não acredita em quantos tapas tive de dar em rostos familiares de bêbados na taberna.- explicou ela sobre o que via acontecer em tanto tempo que passou naquele lugar, e sabia que era complicado.

Ela então não deixava de falar um pouco mais sobre sua vida naquele ambiente, onde mesmo que trabalhasse para seu coroa, não era um mar de rosas.-Além disso, quantas vezes tentaram me passar a mão não conto, e quantos boatos surgiam por ser “Garota de bar” acredite ser considerada uma assassina para mim é bem mais fácil do que lidar com a fama de meretriz que caiu sobre mim. Afinal melhor ser temida que desrespeitada kikiki digo, muitas tabernas de fato oferecem suas garotas, não é nosso caso, mas tive de lidar com isso, ainda mais quando saia com alguém e ia em jantares de alta classe, nunca me viram como uma namorada mas como uma “acompanhante de luxo”- e assim ela acaba se abrindo sobre mais um pedaço de sua vida, não era que ela ligava exatamente para a fama em si, mas para algumas consequências disso.

Ela completava o que tinha a dizer então finaliza toda a história sobre isso.-Sabe o problema não era o que as pessoas pensavam, mas a situação, o desrespeito, o assédio muitas vezes, ter de aguentar isso pelo ambiente, sem meter uma bala na cabeça de muitos desses caras. Estava farta dali, queria sair e viver outra vida.- ela não pensava em ser uma criminosa antes disso é claro, mas não deixava a ideia lhe soar como algo ruim, afinal muitas coisas saiam disso de uma maneira positiva para ela, como o medo conquistado no coração de malucos como esses.

Mas logo tendo completado isso o papo fluía em outros termos, onde a garota dava um sorriso de ponta a ponta de seu rosto, a felicidade era grandiosa ao ouvir a colocação de Lyosha, a ideia de ter seu próprio restaurante era simplesmente inebriante.-SIM!! Vai ser o restaurante móvel mais badalado dos cinco mares. Vamos viajar o mundo todo servindo a melhor comida que um chef pode produzir.- disse ela abraçando ele emocionada, até mesmo uma lagrima escorria de seu rosto, dava pra ver o quanto toda aquela conversa foi muito importante pra ela, até mesmo removendo no final sua postura classuda de femme fatale. Era algo raro ela sair do salto, mas naquele momento ela desceu completamente dele.



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Re: II - Fool me Twice Seg Mar 28, 2022 10:05 pm
Clever as the Devil and twice as pretty



Não conseguia entender exatamente o que Alesya sentia, não era uma mulher, e, infelizmente, existem males que só recaem sobre elas, como os que havia acabado de escutar. Apesar de ser incapaz de se colocar na pele de sua parceira, entendia seu raciocínio, aos seus olhos, parecia uma decisão sóbria e isso lhe bastava para prosseguir sem peso na consciência. Retribuiu o abraço carregado de sentimentos e, após esse momento de vulnerabilidade, enxugava a lágrima da mulher com zelo e delicadeza. Notando que as emoções não estavam mais à flor da pele, abriria um sorriso capcioso e agiria como costumava fazer, provocando-a. - Você precisa aprender a ver o lado positivo das coisas. Certamente é horrível que os outros digam que você é uma acompanhante de luxo, mas com toda certeza é melhor que ser só uma acompanhante, não? O de luxo agrega certo valor. - Não estranharia se tomasse o tapa, assim como ela confessou fazer com os clientes mais atrevidos do bar, só esperava que não fosse com tanta força.

Depois do breve momento de descontração, voltaria ao tópico principal do assunto, com um sorriso radiante no rosto. - Definitivamente, vamos! - Concordaria, esperançoso. O pensamento da realização desse objetivo, por alguma razão, lhe trazia alegria e empolgação. - Nós vamos viajar até encontrarmos um carpinteiro que seja capaz de construir isso. - Parava para racionalizar um pouco a situação, pensando nos elementos necessários para que a ideia se concretizasse. - Também vamos precisar de uma dezena de pessoas para trabalhar lá, que sejam fortes o suficiente para defenderem o lugar, tanto de clientes sem noção como do resto do mundo. - Com toda a certeza era um sonho possível de se realizar com o planejamento correto.

Existia apenas um problema nisso tudo, dinheiro, precisariam de muito dinheiro para tirar essa ideia do papel. Subitamente, um plano ambicioso surgia em sua mente. - Você já ouviu falar que a oportunidade faz o ladrão? - Perguntaria, retoricamente. - Com certeza precisaremos de muito dinheiro para tornar essa ideia realidade. - Mostraria um sorriso malicioso, como um prenúncio da sugestão que faria. - Imagine, apenas por um momento, que estamos em um grande teatro, lotado, onde todos pagaram uma entrada para assistir uma ótima peça. - Sacaria seu relógio de bolso, para conferir as horas antes de continuar. - Por acaso do destino, você conhece alguém que tem a capacidade única de ficar invisível, que poderia apenas esperar o tempo passar até o teatro encerrar as suas atividades, ficando invisível até esse momento para não ser detectado. - Até agora, o plano lhe parecia fácil e plausível, afinal, só precisariam esperar. - Quando os assentos e o palco estiverem vazios, talvez restem alguns seguranças noturnos, mas, hipoteticamente, não seria difícil lidar com eles. Evitando-os, bastava roubar toda a receita que o teatro fez no dia, roubando o dinheiro do caixa ou de um cofre. - Olharia empolgado para a mulher, orgulhoso de seu próprio plano. - O que me diz? - Perguntaria, com um sorriso estampado no rosto.

Se não escutasse nenhuma objeção, daria início ao seu plano, simplesmente esperando. Caso Alesya não tivesse desejo em participar da ação, simplesmente executaria o roubo sem ela, deixando-a voltar ao hotel. - Receio que não vou ser capaz de acompanhá-la em sua volta, peço perdão, mas garanto que não vou demorar muito. - Se, entretanto, a mulher concordasse com seu plano, começaria a traçar o seu plano de ação. - Espere aqui até eu voltar. Eu vou fazer um reconhecimento do local, ver onde guardam o dinheiro e conferir se existem guardas. Assim que eu acabar de fazer isso, volto aqui, pegamos o dinheiro juntos e vamos embora. - Se Alesya discordasse do plano, explicaria seu posto de vista. - Eu posso tornar nós dois invisíveis, isso é um fato, mas preciso encostar em você o tempo todo e ainda faremos barulho, é mais rápido se eu for sozinho. - Esperava que ela concordasse após a exposição dos fatos, já que não tinha o que fazer se ela mantivesse a opinião após isso.

Quando o tempo fosse oportuno, abandonaria o camarote. Ao sair do local, encararia sua companheira uma última vez. - Se algo der errado, basta atirar e eu vou aparecer. - Começara a andar pelo teatro enquanto permanecia invisível, andaria calmamente pelo local, com passos lentos e silenciosos como os de um felino. Manteria sua audição atenta enquanto avançava, tentando notar a presença de guardas e evitando-os em seu trajeto. Avançaria pelo local sem pressa, primeiro, rumaria até a bilheteria, chegando lá, tocaria nos caixas e usaria os poderes de seu fruto para tornar a parte externa do objeto invisível, vendo assim a quantidade de dinheiro existente dentro de cada um deles, em sequência, conferiria se estavam abertos ou não. Não roubaria nem uma moeda ainda, depois dessa etapa, voltaria ao teatro para procurar por uma sala de administrativa, tesouraria ou algo do gênero, onde a existência de um cofre fosse provável, encontrado, também usaria os poderes de sua Akuma no Mi para ver o conteúdo no interior do objeto, para saber se o saque valeria a pena ou não.

Durante o caminho, se atentaria para notar qualquer objeto valioso. Identificando algo de valor, tomaria o objeto para si nesse mesmo momento. Durante o percurso, se estivesse muito escuro, usaria rapidamente o isqueiro para iluminar o ambiente brevemente e saber por onde seguir. Após o reconhecimento, retornaria para Alesya, para que pudessem começar o roubo em si.



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Última edição por Lyosha em Ter Mar 29, 2022 12:54 am, editado 1 vez(es)
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Re: II - Fool me Twice Seg Mar 28, 2022 10:22 pm

忠義 Chuugi




Komi vinha ao meu resgate, já não tão perto assim, dos instintos provocativos da fera fofa que me atracava, tomava aquele bicho no colo, passando a mão na cabeça algumas vezes, com o fim do treinamento, saltitei orgulhosa por ter adestrado o primeiro bichinho, já no pouco tempo que me fazia disponível, fiquei um pouco surpresa agora, com a emoção um pouco mais baixa e a respiração mais leve, vendo que Komi ainda estava por ali e não tinha de fato saído ou tivesse se isolado em algum canto no meio de tanta gente.

- Te chamarei de… Furūtsujūsu! - Apesar do nome um tanto incomum, em sua língua nativa tinha um significado simbólico, dado um nome a este depois de olhar diretamente em seu olhos e atracado para mais algumas afagadas na barriga, virei-o de volta para frente, onde pudesse ver a Komi um pouco distante - Vá até ela Furu! Acho que vai adorar te conhecer - Apontei o alvo para o ataque voraz da fera fofa, assim que estivesse pronto, colocá-lo-ia no chão para que pudesse avançar em seu mais avassalador golpe - Faz a carinha, ataque ela com as lambidinhas também - Iria segui-lo um pouco mais atrás, tendo certeza de que iria até o alvo certo, no fim, a ideia era fazer os dois novos tripulantes se conhecerem… Shiiiu a Komi ainda não sabe, mas também faz parte do bando.

- Acho que não tenho mais muita coisa em mente para fazer, tem algum outro lugar que queira visitar? Se não podemos nos separar por aqui, tenho algumas buscas pendentes e você seus próprios assuntos, podemos nos encontrar amanhã na biblioteca, tudo bem?! - De longe já se havia uma certa insegurança quanto à procura, em um clima tão bom de distrações e risadas, minha busca implacável e a luta deixaria de lado um cenário mais romântico e poético para um verdadeiro show de horrores, era difícil conseguir manter as coisas em segundo plano e ainda conseguir me divertir, saber diferenciar trabalho e lazer muitas vezes não era um trabalho suportado por muitos de meu âmbito.

Seguiria de passos calmos, com ou sem a Komi, dali para então o último destino de nossa visita pela ilha caso ela ainda tivesse coisas a me mostrar, do contrário, traçando rumo ao porto sem muita cerimônia, já acompanhada do novo ajudante em serviço, não fazendo menção de exigir muito deste pequeno já no seu primeiro dia de trabalho, apenas questões de rastreio me seriam suficientes, colocá-lo em perigo estava completamente fora de cogitação. Buscaria, inicialmente, por provas do ocorrido pelo local, manchas de sangue, sinais de confronto e/ou conflito que estivesse restante jazido por ali, como por exemplo instrumentos quebrados, coisas pelo caminho danificadas, optando por dar um tempo para organizar e enumerar outra vez todas as informações já me passadas anteriormente.

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Dados:

Objetivos:





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Re: II - Fool me Twice Ter Mar 29, 2022 12:46 am
I - Fool Me Twice



Jyundee Kujoh

A fofura corrompe qualquer um, até mesmo os mais fortes, o doguinho deitado no colo de Jyu era todo felizão, balançava a cauda de um lado pro outro com as carícias, e as vezes agarrava sua mão com as patinhas lambendo ela de leve, e às vezes dando mordidinhas, de brincadeira, nenhuma machucava.

E aquela arma iria ser usada contra a nova moça introvertida do bando, ele correu certinho no alvo e a garota se agachou pra receber ele, dava pra ver seus olhos brilhando como se virassem duas estrelas grandonas.

Ela sorridente começava a afagar ele, enquanto ele se exibia dando pequenos lambejos nas mãos dela. Ele então dava uns pulinhos e rolava ficando de barriguinha pra cima, onde Komi acariciava muito empolgada, era duplo ataque de fofura, um vindo da moça e outro do Furu.

Realmente ver os dois ali interagindo e brincando entre si era um dos pontos altos daquele dia, e olha que ele teve muitos pontos altos certamente. Então dito tudo isso, o momento era feliz pra todos eles. Com o fim desse tempo, Jyu questionava Komi se existia algum outro lugar que ela quisesse ver.

A garota então pegou o caderninho que o doguinho parou pra cheirar e ver o que era, ele parecia curioso ao ver a garota movendo o lápis e até colocava a patinha na coxa dela, como se pedisse pra ver primeiro que os outros. E ela então mostrava pra moça a ideia que ela tinha.

Quero te levar pra outro lugar, vou te mostrar um local que eu gostava de ir bastante, faz algum tempo que não vou, então não sei se ainda é o mesmo, venha comigo.

Disse fazendo certo mistério, mas logo via que as coisas iam funcionar corretamente, antes das moças saírem, o preço do bicho vinha à tona pela dona do pet shop.-Os documentos dele moça, há e os custos, não vai querer comprar ração? Ele custa ao todos quatrocentos mil berries, a ração dele custa cem mil berries.- ela explicou, o que era algo esperado, animais custam muito caro, e manter eles também.

Então depois de isso resolvido Komi levaria ele para o que parecia ser um tipo de casa de shows ou ensaios, era um lugar pequeno mas com diversos tipos de instrumentos, estava vazia e era provavelmente lugar público, já que ela ia entrando lá, ou no mínimo ela tinha algum tipo de influência no lugar algo assim. Com o bloquinho em mãos ela escreveu de novo pra explicar o que era aquele lugar.

Eu vinha aqui ouvir as pessoas tocando, e algumas vezes brincava no piano, não sei tocar praticamente nada, mas eu tentava as vezes mas era bem pequena, aqui é um lugar que me faz lembrar de quando descobri mais sobre o mundo lá fora, meu tio me contava muitas histórias bem ali.

Escreveu apontando no final para um banco já bem gasto, que provavelmente estava ali a diversos anos, afinal aquele lugar devia ter sido poucas vezes reformados, os instrumentos eram bem gastos, mas as cordas eram novas, o que indicava que faziam a manutenção básica neles.

Lyosha Bulgakov

Aquele momento entre os dois era realmente algo que iria marcar bastante a jornada dos dois. Ele não compreendia tudo, mas sabia o suficiente pra retomar sua pose, fazendo uma bela piada para com a situação.-Há com certeza, eu seria um dos grandes nomes da profissão. Até me orgulho das minhas skills nessa área.- disse piscando o olho com um sorriso provocativo, retomando completamente a postura que carregava consigo a maior parte do tempo, ela soltava o rapaz se afastando levemente.

Sua postura era perfeita e elegante como sempre, se parecendo com as damas da mais alta classe que Lyosha pudesse ter conhecimento. -Mas o problema do cargo, são rapazes aproveitadores com hormônios alterados- depois disso, ela segurava o rapaz no terno e aproximava-se dele se encostando toda. Mas tinha bastante cuidado, para não causar qualquer dano, sabia exatamente onde e como pegar. Em seguida desamassava com as mãos passando a mão por todo o tórax do rapaz.

A conversa se seguiu sobre o assunto, onde agora ele falava sobre a oportunidade que ele tinha naquele ambiente, era um grande negócio, ele podia fazer um furto sem qualquer consequência, ou ao menos pensava nisso de maneira bem conceituada.-Eu ia sugerir de participar desse seu grandioso furto. Mas imagino que não iria ajudar muito, além do mais você consegue ficar completamente invisível.- Disse ela sorrindo sobre o assunto, não fez muita questão.

Mas antes de sair dali, ela logo o agarrou abraçando ele e o beijando, ela realmente colocava sua alma naquele beijo ao qual ela aproveitava por bastante tempo. Quando parava olhava ele bem nos olhos com clara paixão em seu modo de olhar, e com palavras carregadas de sentimentos ela falava.-Vê se volta inteirinho viu? Tome cuidado.- disse então deixando ele na cabine e saindo para fora do lugar, onde foi para o ambiente que deveria.

Enquanto isso todos tinham saído exceto por um casal que ficava alguns minutos a mais ali, e depois iam embora aos beijos, Lyosha finalmente estava pronto para agir, naquele tempo, ele simplesmente notou que agora era entre eles e os seguranças, podia avaliar o teatro e buscar seu cofre. Ele podia ver que o local tinha em média 15 seguranças que faziam a vistoria, as portas foram fechadas com ele ali dentro, então teria de dar um jeito para sua fuga também.

O lugar tinha dois andares, essa parte de cima tinha apenas os camarotes, e era pouco funcional, então era fácil imaginar que estava lá embaixo em algum lugar. O ambiente embaixo tinha o palco, as cadeiras, e nas bordas algumas portas. 5 pra ser exata, o que provavelmente daria pra salas diferentes, ele teria de provavelmente testar uma a uma pra descobrir onde o dinheiro havia ido.

Além de precisar tomar cuidado pois os seguranças não davam muito espaço, era algo de apenas 30 a 40 segundos da saída de um e chegada do outro, ele tinha que cuidar para com a porta já que portas não se abrem sozinhas.



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Re: II - Fool me Twice Ter Mar 29, 2022 2:59 am
Time, the greatest thief of all



O beijo apaixonado de Alesya junto de seu olhar fazia Lyosha sentir pela primeira vez que tinha algum lugar, ou melhor, alguém para quem voltar. Esse sentimento lhe trazia confiança, sabia que retornaria em segurança, já que não decepcionaria aquela que o esperava. - Não precisa se preocupar, com toda certeza eu prefiro passar a noite com você do que com o Doutor Peste. - Piadas à parte, era cômodo estar hospedado no mesmo lugar que o médico caso algo desse errado. - Além disso, fiquei curioso com as habilidades que você mencionou, provavelmente voltarei logo para descobrir do que se trata. - Se despediria da mulher com um sorriso sugestivo antes de começar a focar em seu plano.

A execução da tarefa era árdua, a quantidade de seguranças no local era grande e, obviamente, teria de lidar com as portas. - É sempre mais fácil falar do que fazer. - Lamentaria para si mesmo em um sussurro, como se fosse um fantasma naquele local. Agiria no segundo andar do teatro, que lhe era mais familiar. Tendo certeza de estar só, sacaria uma de suas espadas, deixando a mão esquerda livre e a direita ocupada. Ficaria próximo do camarote que ocupou com Alesya, já que tinha certeza de que este estava aberto, e esperaria alguns minutos para saber se aquele trajeto estava no percurso de ronda de alguns dos seguranças. Caso notasse um segurança sozinho traçando esse caminho, aproximaria-se do mesmo por trás, silenciosamente, enquanto se mantinha invisível. Quando o mesmo estivesse ao seu alcance, não cometeria o mesmo erro de antes, não tentaria poupá-lo. Com a mão esquerda, taparia a boca do homem, para abafar qualquer grito, enquanto a direita guiaria a espada de forma a atravessar as costas do alvo na altura do peito.

Faria sua lâmina dançar dentro da carne do segurança, parando apenas quando percebesse que a vida havia se esvaído daquele corpo. Nesse instante, sem deixar o corpo cair ao chão, carregaria-o para dentro do camarote e fecharia a porta com cuidado. Removeria sua espada do corpo e disporia o cadáver no chão, para vasculhar os pertences do mesmo. Procuraria por alguma chave de qualquer espécie, ou apenas algum objeto que ele carregasse consigo que fosse capaz de fazer barulho ao ser arremessado, além disso, se achasse algum dinheiro em seus bolsos, obviamente pegaria para si, já que não seria mais útil ao seu dono. Tendo sorte ou não em seus espólios, começaria a rasgar as roupas do segurança, de forma a fazer uma bola de pano.

Os guardas eram muitos, não conseguiria lidar com todos, a solução para lidar com isso era óbvia, precisava apenas fazer o mesmo que Don Alejandro De La Vega e Mary Von Ouchenfurt haviam feito no palco, precisava apenas chamar atenção. Usaria sua rapieira para rasgar um dos assentos do camarote, expondo assim a espuma que recheava a mobília se fosse acolchoada. Usaria seu isqueiro para incendiar a bola de pano e rapidamente colocaria a mesma dentro do rasgo que havia feito, com a parte da bola incendiada ao lado de fora, para que o fogo não se extinguisse ao ser abafado.

Se não tivesse encontrado um guarda solitário, executaria o mesmo plano, mas em vez de uma bola de pano feita com pedaços de roupa usaria uma bolota feita com o próprio couro ou tecido dos assentos do camarote. Caso os assentos fossem feitos apenas de madeira, obviamente o plano estava fora de cogitação. Criando a fagulha inicial de seu plano, literalmente, sabia que precisava de tempo para que o fogo se alastrasse e tinha de distrair os guardas até lá, a melhor maneira de fazer isso era simplesmente ser extravagante.

Mesmo que não tivesse tido sucesso em abater um guarda solitário ou iniciar um incêndio, ainda assim, dirigiria-se até o palco principal, sempre invisível e com passos lentos e silenciosos, tentando assim evitar ser notado. Era erudito o suficiente para saber que, por trás das cortinas de um palco, existia todo um sistema complexo de cordas e roldanas que eram operados por funcionários para trocar de cena, alterar a iluminação ou simplesmente abrir e fechar as cortinas, ao menos acreditava que era pra ser assim.

Dentro dos bastidores do palco, procuraria por essas cordas e simplesmente começaria a cortá-las, buscando fazer com que materiais teatrais, luzes, elementos do cenário e até mesmo as cortinas do lugar caíssem, chamando assim a atenção de todos para o palco. Obviamente, enquanto fazia isso, olharia para cima, para que nada despencasse na sua cabeça. Seu objetivo era chamar a atenção de todos os guardas do local, então, assim que fizesse isso sairia imediatamente do palco, rumando até as cadeiras da plateia furtivamente, mas com velocidade, enquanto invisível.

Julgava que os seguranças teriam de lidar com essa crise, era essa a função deles afinal de contas. Nesse momento, não agiria, apenas permaneceria seguro e os observaria enquanto trabalhavam. Pela reação do grupo, tentaria determinar qual das cinco salas era a mais importante, era natural que todos eles olhassem e se preocupassem com a sala mais importante diante de qualquer indício de ameaça e, felizmente ou infelizmente, nesse mundo não existia nada tão importante quanto o dinheiro. Observaria atentamente olhares, linguagem corporal, fala ou qualquer outro indício que pudesse ajudá-lo a determinar qual daquelas salas era a prioridade deles enquanto lidavam com a distração criada.  



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Re: II - Fool me Twice Ter Mar 29, 2022 3:37 pm

忠義 Chuugi




Aquecido meu coração, pouca menção fiz ao chamar Furu de volta para meu encalço, embora tomada sutilmente pelo ciúmes, vê-los se darem bem era uma boa sensação tão quanto fosse comigo, ao passo que dali seguiríamos para a próxima localidade da qual Komi gostava, me pega de surpresa, todo o trabalho investigativo deveria esperar por enquanto, afinal estávamos dando continuidade ao passeio, em devaneios estes que quase me perdi ao bradar da atendente ao questionar-me sobre o pagamento do cachorro, não era uma surpresa, mas seu indagar me palpitar o coração com um certo medo, imaginando não ter a quantia para pagar, a princípio, antes dela dar os valores.

- Ahm, pode ser com a ração, imaginei que o adicional pudesse ser mais caro, mas esse valor não é exatamente um problema - Corei em alívio, não passando demais da minha cota existente, tampouco excedendo sua metade, ainda me restava muito dinheiro em mãos sem sequer saber direito com o que gastar, num rápido lampejo, veio-me as palavras da navegadora que, em algum momento, exaltou a necessidade de em um futuro próximo comprarmos um barco diferente para continuar navegando, tão como Komi havia dito, era necessário uma embarcação forte que conseguisse aguentar a subida pela montanha.

- Aqui está - Entreguei a quantia pedida, tornando a curvar-me perante a moça que embora, muito fizesse pelo dinheiro, seu conhecimento e tempo passados a mim tinha mais valores dos quais o monetário podia cobrir - Obrigado por tudo - Com a Komi me conduzindo e eu ao cachorro, continuamos andando pelas ruelas, tão curiosa pelos novos ares quanto Furu, que provavelmente estaria cheirando pelos arredores o quanto podia, daria conta de mantê-lo no caminho sem perder tanto o foco, se não com os próprios comandos, com a ajuda de um ou dois petiscos para torná-lo a guiar-se até mim, já que estava livre de coleira.

Percebia certa melancolia no local, apesar das boas memórias que pudesse ter tido um dia, tão pouco parecia restar, ou ao menos, era o que a solidão imensurável que apenas os objetos nos deixavam me provocava esse sentimento - Ainda usam esse lugar? - Quem sabe fosse mera impressão, talvez até mesmo intencional clima rústico do ambiente, mas tudo parecia um tanto abandonado, como se já não fizesse tanto sucesso, vivendo apenas nas memórias.

Procurando por algum violão ou outro instrumento de corda, me esgueirava pelo que sobrava de lá, assim que alcançasse algum, postaria a tocar uma breve melodia, praticando um pouco do que havia aprendido alguns dias antes, como num impulso, tornando apenas a um tom melódico que preenchesse o ar, afinal, cantar não era bem minha especialidade.

- É um lugar bacana, ainda fazem shows por aqui? Furu não pense em mijar nos instrumentos! Venha me acompanhar na melodia - Deixaria o vocal por conta do amigo canino, uma vez que ele com toda certeza era melhor que nós duas em se expressar, minha voz não era boa e tampouco conhecemos a de Komi - Por que não fazemos um show? - No ápice de minhas ideias fantasiosas, esta a pior, tínhamos o trio inabalável da pianista, eu nas cordas e o cachorro no vocal, a união mais sinistra de Lvneel.

- Ahm, eu não entendo muito sobre piano, mas sei algo sobre as notas que o compõe, se quiser tocar um pouco sinta-se a vontade, ficaria feliz em ajudar a tocar uma melodia, mesmo que simples - As combinações de ritmo eram inúmeras, para não dizer infinitas, encontrar e diferenciar algo agradável do mesmo esforço de tocá-las de forma embaralhada exigia uma sensibilidade, afinal, até mesmo garranchos podiam ser considerados obras de arte, por quais motivos não uma música completamente desarmônica? A arte era incompreensível em sua complexidade, mas ajudaria Komi a compor sua música elucidando alguns tons que fossem harmônicos para tocar em seguida, não obstante, geralmente essas máquinas tinham um espaço para colocar cadernetas com as notas em sequência que precisava tocar, sendo assim, na presença de um, iria apontar para ela quais vinham sucessivamente, até que tivesse tocado um refrão por completo.

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Re: II - Fool me Twice Ter Mar 29, 2022 10:52 pm
I - Fool Me Twice



Jyundee Kujoh

Nesse momento ela pagou pelo doguinho e seguiu para o local dos instrumentos enquanto Furu parecia começar a conhecer a cidade, ele ia o caminho todo marcando territorio nas árvores dali até o lugar. Ele parecia empolgado pela cidade sempre com a cauda balançando.

Lá a primeira pergunta era sobre o local ser ainda usado, a garota, parava por uns segundos com dúvidas sobre sua resposta, por que ela não vinha ali a algum tempo, mas pelas cordas em bom estado ele imaginava que sim, e não deixava de trazer esse pensamento a tona, escrevendo no caderno.

Eu não venho aqui há muito tempo. Mas acho que ainda devem vir algumas pequenas bandas, ou pessoas ensaiar, falo por que as cordas do violão estão bem novas.

Furu já ia levantando a perna pra mijar no violoncelo, quando Jyu o alertava sobre não fazer aquilo, ele baixava a perninha e murchava as orelhas, fazendo um som triste com a boca e olhando com olhinhos pidões, era como se ele dissesse “Por favorzinho, só uma vez… deixa vai…” aquela era a técnica fofura do convencimento, com alto grau de impacto no coração do dono.

E das ideias mais estranhas, vinha rapidamente uma reação de Komi que acabava sorrindo por achar engraçada a ideia e pegava o lápis escrevendo bem rápido sobre o que o assunto tinha se tornado.

Podemos, só preciso fechar a porta, pra ser mais privado, espera um segundinho.

Então ela ia até o lugar e fechava o portão grandão depois de conferir se a rua estava vazia, ela sentava no piano fazendo um movimento de cabeça que provavelmente queria dizer “Vamos” ela se tremia toda, as mãos mão pareciam parar quietas, era como se ela fosse vibrar tanto que a qualquer hora explodiria.

Ela estava “pronta” furu olhava pra os dois empolgadão começando a correr pela sala, então quando Jyu pegasse o violão a garota começaria a tocar o piano, ela não era perfeita, errava algumas notas, mas não chegava a prejudicar completamente a performance, enquanto isso Furu começou a uivar no ritmo da música. Era uma melodia interessante, o cachorrinho até que não era tão desafinado assim.

Ainda bem que o lugar tinha isolamento acústico, então possivelmente ninguém de fora estava ouvindo, provavelmente se incomodaria com o som desconexo, porém certamente divertido.

Lyosha Bulgakov

O rapaz naquele momento analisava a situação, raramente os seguranças apareciam sozinhos, mas finalmente um deles parecia solitário ali. Ele era um careca de óculos escuros, ele foi por trás do rapaz com cuidado e colocou a mão na boca dele, tapando e deu uma espadada.

Mas isso não ficava de graça, o segurança em questão deu uma mordida com toda sua força na mão de Lyosha, ele conseguia fazer algum barulho escapar em seu grito, apenas um “CUIDADO” mas aquilo ecoou pelo teatro. Ele continuou mordendo e mordendo aquela mão, dilacerando tudo que estivesse entre as mãos e a carne.

Ele era um meio tritão, aqueles dentes eram uma arma, e ele começou a dar cotoveladas tentando atingir o espadachim que agora tinha sangue escorrendo de suas mãos. No entanto, as estocadas de espada levaram o segurança a inconsciência, talvez até mesmo morte, o coração tinha parado de bater, e não se sentia a respiração.

Ele não era exatamente um médico, então o atestado de óbito não era a praia do espadachim, mas isso provavelmente era o suficiente. O pior era que aquele corpo havia babado toda a mão do rapaz, deixando saliva por toda a mão e até mesmo a manga de seu terno estava levemente suja agora.

Logo ele checou os bolsos e achou um isqueiro zippo, ele pegou aquilo junto das algemas e jogou pela janela, onde ele caiu perto do palco, os seguranças que vinham de um dos corredores, abriam apenas uma das portas um ficava pra trás pra fechar ela, os outros se juntavam, dois em cada porta, totalizando 10 dos 15, um estava morto a posse, e então 4 eram responsáveis por checar o barulho.

Os 10 eram bem organizados, um deles era lutador físico e o outro portava uma arma de longa distância, geralmente uma doze. Eram exatamente dois artistas marciais com manoplas e botas, dois espadachins e um tritão que provavelmente lutava Karatê dos Homens Peixe, ele provavelmente era o mais forte ali, tendo 6 braços. Dos 4 que procuravam o que estava acontecendo ao centro, dois ficavam mais atrás, carregando duas armas calibre doze, e  os dois mais à frente eram lanceiros. Enquanto isso, o rapaz, logo começou a fazer sua segunda parte do plano, ele tocou fogo numa bola misturada de pano numa cadeira.

Ele fez os cuidados e o fogo logo se iniciou vendo o incêndio iniciando ali em cima os 4 guardas correram, um deles pegou um tipo de extintor de incêndio enquanto os outros três corriam atrás dele dando espaço para que eles trabalhassem. Mesmo assim o fogo se alastrou rapidamente pelos móveis e isso ocupou-os por algum tempo.

Com isso em mente o espadachim desceu invisível começando a cuidar do palco, ele agia como uma assombração. Coisas caiam do teto, e para salvar os instrumentos que ainda estavam ali quatro guardas abandonaram seus postos momentaneamente, mas três das portas eram avidamente protegidas, mas era fácil imaginar que o tritão protegia a maior delas.

E também que ele era o líder, puxando um den den mushi pequeno do bolso ele logo começava a falar.-Mochi Mochi!! Aqui é o chefe de segurança Dyavel!! Preciso de reforços, e um aviso à marinha, para que eles cerquem o local, estamos presos com algo fenomenal aqui dentro. Não sei ao certo, mas acho que um cara muito veloz provavelmente- ele não havia chegado à conclusão de invisibilidade ainda, imaginou algo similar a coisas que já viu antes velocidade e ilusões de movimento.

Mas ele tinha certeza que havia um alvo ali, ele então começava a fazer o que parecia uma técnica, ele começava a concentrar seus ouvidos, usando seu controle de umidade para captar vibrações em terra como se estivesse dentro da água, era uma emulação de ambiente, mas isso aumentava em muito sua concentração. Essa técnica provavelmente era um pouco além, talvez Jujutsu? Lyosha não tinha como saber, afinal, essa parte era algo que ele não entenderia por completo.

O que o espadachim de fato via era as orelhas do rapaz se mexendo como se buscasse micro sons ou movimentos, enquanto o ar a sua volta ia ficando mais úmido, não dava pra saber a extensão daquilo, talvez fosse algo grandioso talvez não, era algo que ele tinha de descobrir na tentativa e erro, talvez ele tivesse de fazer uma atenção maior ainda, e forçar eles a vir para o lugar. Mas e se as portas estivessem trancadas de chave? Bem, eram riscos altos agora, as coisas ficaram complicadas.

Era importante ter em mente que eles pareciam bem treinados, e provavelmente seriam coordenados pelo tritão ali no ambiente, tudo virou um jogo bem perigoso. Algo que realmente poderia trazer desafio ao nosso homem invisível.



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Lyosha
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Re: II - Fool me Twice Qua Mar 30, 2022 5:41 am
An injured black cat



Estava amaldiçoado, tinha certeza disso. Era um homem supersticioso, não podia negar, mas essa constatação vinha de uma pura observação dos fatos. Quando Mihaela lhe falou sobre a tal fruta do diabo, achou que ela estivesse insana, depois disso, quando descobriu que conseguia ficar invisível, achou que seria invencível. Não poderia estar mais errado, em ambos os casos. Desde que adquiriu aquela habilidade, que lhe parecia ser incrível inicialmente, todas as suas ações foram fadadas ao fracasso. Magicamente, todas as pessoas que cruzavam o seu caminho tinham instintos animalescos, sendo capazes de detectá-lo por olfato, audição ou sabe-se lá o que, além disso, todos que encontrou desde então passaram a ser extremamente fortes, até um velho marinheiro com a aparência indefesa se transformava subitamente em um guerreiro feroz assim que ele se aproximava. Como a navegadora havia mencionado, esse fruto com certeza era uma artimanha do diabo e, ao consumi-lo, tinha feito um pacto onde o demônio havia roubado toda a sua sorte, não tinha dúvidas quanto a isso.  

O azar era tão grande que não conseguia nem dar conta de um mero segurança de teatro sem ferir-se. Aquela criatura repugnante havia mordido sua mão como se fosse ela mesma um cão, a dor era intensa, tinha sido um desafio manter sua mão entre os dentes sem deixar um grunhido de desconforto escapar. Ao menos já havia realizado a sua vingança, isso deixava a situação um pouco menos pior no seu ponto de vista. Passado o fato, sentia-se imundo e isso lhe causava raiva, sua bela mão subitamente tinha se tornado um aglomerado de saliva e sangue e, bem, preferia nem pensar em como isso afetava as suas roupas para não entrar em colapso.

Apesar da sujeira causada pelo ferimento ser o que mais lhe incomodava, reconhecia que a situação em geral não lhe era muito favorável. O espadachim contava que os seguranças fossem demorar mais para notar o incêndio, de forma que o pequeno espetáculo realizado no palco seria o suficiente para chamar a atenção de todos eles até que o fogo tivesse se alastrado o suficiente, tornando-se uma ameaça real que não poderia ser ignorada e mobilizaria todos, fazendo ao menos a maioria deles abandonar seus postos, infelizmente não foi o que aconteceu.

Havia lidado apenas com um segurança e, para conseguir isso, havia danificado sua mão, ao ponto de não ser capaz de utilizá-la com toda a sua coordenação e destreza. Lhe restava apenas uma mão boa para manejar uma lâmina e ainda restavam quatorze seguranças, se todos tivessem o mesmo nível de força que o primeiro, com certeza não desejava encará-los.

Lyosha definitivamente desejava aquele dinheiro e estava cansado de sua maré de fracassos, ansiava por uma mudança, mas o dinheiro que poderia ganhar ali não lhe serviria de nada se estivesse morto. Mesmo se tirasse um coelho da cartola e conseguisse lidar com os seguranças sem confrontá-los, ainda precisaria abrir a sala e, já que não seria capaz de arrombar um cofre, carregá-lo por aí com uma mão ferida depois de ter chamado tanta atenção, mesmo ficando invisível, estava fora de cogitação.

Como se tudo isso não fosse o suficiente, ainda tinha que incluir o reforço da marinha nessa equação. Se tivesse três ou quatro pessoas como reforço, talvez se sentisse mais confiante para agir e comprar aquela briga, mas, sozinho, julgava que, se resolvesse lutar, suas chances de ganhar giravam em torno de dez por cento. Se de fato mergulhasse na insanidade, acreditava que o melhor curso de ação seria apostar todas as suas fichas em um único golpe contra o chefe de segurança, para eliminá-lo ou incapacitá-lo em uma única tacada, após isso, precisaria pegar o Den Den Mushi e cancelar o pedido de ajuda se passando pelo homem, rezando para que eles acreditassem. Se o movimento desesperado funcionasse, o que era pouco provável, ainda precisaria, milagrosamente, eliminar os outros seguranças um por um antes que qualquer reforço chegasse.

Não arriscaria sua vida de forma tola, não após prometer tudo que havia prometido para Mihaela e Alesya. Recuar não era uma vergonha, era uma atitude sensata a se adotar naquele cenário. Observaria os movimentos estranhos do chefe de segurança sem mover nem um fio de cabelo, tentando até mesmo diminuir o ritmo de sua respiração. Lhe parecia óbvio que aquilo era uma tentativa de identificá-lo, mas não sabia como tentaria fazer isso, pelo tato, olfato ou audição, por conta disso, lhe parecia que permanecer imóvel para evitar ser detectado era a atitude mais sagaz.

Ficaria como uma estátua até perceber que o chefe de segurança havia desistido da tentativa de rastreá-lo ou até ser detectado. Se fosse encontrado, mesmo estando invisível, começaria a correr pelo teatro em direção a saída, mergulhando de vez em quando no meio dos assentos do teatro para desviar-se dos tiros das armas de fogo que poderiam surgir. Chegando a saída, chutaria a porta e, se a mesma abrisse, correria pelas ruas de Lvneel até julgar que estava seguro. Se a porta estivesse trancada e não abrisse com o chute, simplesmente começaria a correr na direção contrária de seu avanço, esperando que o barulho distraísse os seguranças por alguns instantes até resolver o que iria fazer em sequência.

Se o homem-peixe falhasse em detectá-lo, quando percebesse que o mesmo havia parado com os movimentos estranhos, começaria a se deslocar aproveitando-se da sua invisibilidade. Enrolaria sua mão machucada em parte do seu terno, para não deixar uma trilha de rastros de sangue para ser seguida ao se movimentar. Andaria furtivamente, como se fosse um felino rondando a sua presa, tomando muito cuidado para não esbarrar em nada ou ninguém. Tentaria se dirigir até a saída do lugar, sem pressa alguma. Quando alcançasse a porta, realizaria um toque suave na porta com a ponta de um dos pés, para certificar se a mesma estava trancada ou não sem fazer barulho. Se percebesse que a porta estivesse aberta, forçaria a mesma e sairia do local em disparada, parando de correr apenas quando estivesse seguro.

Se a porta estivesse trancada, aguardaria em um ponto próximo da saída e esperaria que alguém abrisse a porta, seja no momento da saída de algum dos seguranças ou na chegada dos reforços da marinha, nesse instante, tentaria aproveitar a movimentação dos outros e pegar uma carona, saindo sem ser notado. Quando se encontrasse do lado de fora e julgasse estar seguro, começaria a rumar em direção ao hotel.


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Re: II - Fool me Twice Qua Mar 30, 2022 11:23 pm

忠義 Chuugi




Respondia à provocação daquele pequeno ser mais séria do que antes, para o azar deste, aquele golpe já havia sido aplicado antes e todos nós sabemos que um golpe não funciona duas vezes contra um mesmo cavaleiro , sendo assim, dirigi o olhar dominante, mas com pesar, suspirei não querendo brigar com o bichinho - Não são nossos equipamentos Furu, outras pessoas cuidam disso, vai ter que se contentar em mijar nas árvores da rua - Sem exatamente puní-lo duramente pela tentativa, ponderei que talvez ele pudesse compreender, embora não em sua totalidade, a importância de não fazê-lo, numa tentativa de inibir sua tristeza, afaguei-o puxando mais para perto e assim pudéssemos começar o show, esperando somente que Komi fizesse as honras de fechar a porta, não que para mim tivesse um problema de ser ouvida pela cidade toda.

Notas saiam, tentei ao máximo ditar o ritmo, naquela fração, tentei continuar fazendo o possível para que Komi pudesse se sentir mais confortável tocando as notas, optando por algumas mais simples de se alcançarem, ritmo moderado, acelerando em alguns momentos, embora erros fossem existentes, era divertido pensar que ela sabia algo, estava escondendo mais do que havia dito então - Então você tem habilidades ocultas! Toca bem melhor do esperado, pelo que me disse - Ao término da composição, aplaudiria breve, a atuação de Komi e também de Furu, encaminhando na direção daquela, decidida a, por mais que me doesse pensar, dividir por hora os caminhos.

- De verdade, deveria voltar a praticar, não é tão ruim assim quando não se importa tanto com as pessoas ouvindo, se você gostar, faça. Tehe! - Iria pegar Furu para dar caminho ao objetivo - Foi uma ótima tarde, conhecer a ilha e… obrigada por tudo - Meus olhos lacrimejavam de felicidade, não era um adeus, apenas uma breve despedida, mas mal podia conter a emoção - E-eu te vejo amanhã, tudo certo? Biblioteca, leve o caderno! Temos um trabalho importante com a segurança da ilha para fazer, diga tchau a ela Furu! - Atirando a pequena fera ao colo de Komi para que ele pudesse dar as lambidas de despedida - Não esquece, biblioteca amanhã cedo! Ainda quero conhecer o resto da ilha, E VOCÊ NA MINHA TRIPULAÇÃO! -

Curvei-me, como de habitual, mas honestamente agradecida pelo passeio e pela ajuda, por mim e pelo Furu - O que acha Furu, será que vamos convencê-la a explorar o mundo conosco? - Já esperando uma reação positiva - pois se não o fizesse eu não daria mais petiscos, muahahaha! - sorri pelo cachorro concordar e estar tão enérgico quanto eu para as boas vindas da futura nova tripulante - Faremos uma pequena festinha de comemoração, o que acha de vestir chapéu de festa e comer um bolo? -

Dali partiria em direção ao posto para finalmente começarmos com o principal problema, mas a mudança de ares iria me custar alguns segundos antes de efetivamente estar pronta, logo após, começando a perguntar para alguns dos transeuntes que passavam pelo portuário sobre os dois que tinham visto os corpos na cena do crime - Boa tarde, poderia me dizer onde posso encontrar Paul Werneck? Guarda local e também uma mulher de cabelos ruivos que atendo pelo nome de Sabrina - Me dada uma direção para seguir, vi-me questionando ambos com a mesma pergunta, mas não sem antes fazer as devidas apresentações.

- Olá, sou uma caçadora a procura de Gararam Bryers (mostrei o cartaz), ele foi o responsável pelo assassinato de algumas mulheres, asquais dentre elas você deve ter presenciado o cadável ainda na cena do crime, gostaria de mais informações detalhadas sobre esse dia se não for um incômodo relembrar estas memórias, preciso da descrição mais exata do que vocês viram, marcas, cortes ou o modo que o sangue estava espalhado se apresentava algum sinal dela ter sido arrastada ou morta ali mesmo. - Eram questões que metralharam palavras aos indivíduos, portanto, tentei ser menos invasiva, dando intervalos entre as vírgulas para que pudessem pensar e falar ou acenar positivamente/negativamente com a cabeça.


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Re: II - Fool me Twice Qui Mar 31, 2022 7:26 pm
I - Fool Me Twice



Jyundee Kujoh

A música ali era algo não muito coordenado, apesar de todos fazerem um papel, apenas Jyu realmente entendia do assunto. Mas logo a melodia se finalizava, onde ele elogiava a garota, que acabava respondendo com um movimento de cabeça, um tanto tímida quanto a situação.

Então nesse momento as coisas continuavam, ele explicava a situação que ele teria de sair dali naquele momento. Marcando um horário e local com a Komi. Que pegou o caderno e escreveu sobre o assunto, deixando ali as informações que queria.

Irei pra lá, no mesmo horário de hoje, é quando termino de fazer as minhas coisas. Estou lá todos os dias, é minha rotina, sempre fico na biblioteca durante esse tempo.

Explicou ela de maneira mais clara sobre como ela administrava seu tempo nessa questão, estar ali não era bem obra do destino, em qualquer cenário Jyu sempre teria a encontrado naquele mesmo lugar, naquele mesmo horário no mesmo canal. O que não era algo surpreendente dado a demonstrada obsessão pelo conhecimento que ela demonstrava.

Até amanhã, espero que se divirta. Estou indo para casa agora.

Então ela fez uma reverência e começou a se mover, ela andava toda dura, mas com passos acelerados que pareciam que ela estava até correndo. Era o jeito dela, provavelmente por conta do nervosismo ela não conseguia soar tão natural como deveria.

E nesse momento ele brincava com a ideia dela ser sua tripulante com o cachorro, que respondia ele com um olhar esperançoso e um “WOOF” um latido simples, que poderia significar qualquer coisa, mas mais provavelmente era um “Sim” ou um “Talvez” mas parecia convicto. Ele estava animado, e balançava a cauda de um lado pro outro, aparentemente queria brincar mais.

Ele ficava andando entre as pernas de Jyu e se esfregando ali, passando a cabeça na panturrilha dela, como se estivesse cobrando carinho. Era mais um golpe baixo provavelmente daquela coisa fofuxa. De qualquer modo, o tempo ali passou e a mulher tinha de tomar suas decisões.

Ela ia para o porto, local esse onde poderia ter acesso a informações, sobre pessoas que procurava, algo que levava ali algum tempo, a maioria das pessoas respondia apenas com um “não conheço” até que finalmente um dos transeuntes conhecia o segurança, e apontava o lugar que ele ficava. Dizendo apenas “Aquele ali”. Lá ele questionou ao guarda que começara a responder.-Sem marcas de puxão, o sangue estava no local em que caiu. Ela no entanto correu com algum ferimento, tinha uma trilha de gotas que deve ter caído dela. Mas só correu por 5 metros e foi pega.- explicou ele sobre esse assunto.

Ele então começava a explicar a disposição dos cortes, e como exatamente aconteceu para ter uma ideia do que ele imaginava a cena inteira.-O primeiro corte era o do pescoço, ele é diferente de todos os outros, ele não foi feito por uma arma qualquer, como uma espada ou adaga, foi uma arma de lançamento, mas ela teria que girar no ar pra fazer cortes daquele jeito, eu sugiro um Chakran, e ele jogou ele na hora que ela correu, esperando o espaço pra finalização.- então ele demonstrava como ele imaginava o lançamento, um passo pra frente e um disparo.

Depois dessa demonstração ele voltou a falar sobre o assunto de novo, agora abordando mais alguns dados dos cortes.-Outro detalhe importante é que ele cortou os pulsos dela, e também os calcanhares, ele feriu zonas onde ficavam suas artérias de maneira cirúrgica. Haviam muitas marcas então ela provavelmente se debateu muito no chão durante o processo.- explicou ele, o que já lhe gerou a maior estranheza, a qual ele iria expor após essa fala, onde assim como para a marinha ele explicava isso sempre sem entender como aquilo aconteceu.

Então ele mesmo ficava confuso mas explicava.-Parte do mistério é que ela demorou a morrer, mas não ouvi nenhum grito, e juro que patrulhei essa área várias vezes, inclusive o beco que aconteceu. Mas voltando para os cortes, eles foram feitos por laminas pequenas, um bisturi talvez, ou uma navalha, ele cortou a barriga e removeu o útero das moças, assim como parte do estômago, mas isso não as matou, ela agonizou até a morte por perda de sangue. Ele cortou também a ligação dos braços e pernas, de modo a separar esses membros do corpo, esquartejando ela. Ela estava completamente nua, mas não sabem se ela foi ou não violada, os exames mostram que não, mas pelos estragos dos cortes avaliações precisas disso eram complicadas. - era algo realmente muito sinistro e de fazer qualquer estômago embrulhar completamente, mas afinal era a caçadora que havia começado a buscar essas informações por conta própria.

Então ele de maneira intrigada explicava a situação final a que ele chegou nesse assunto.-O maior problema pra mim é que os tempos não batem. Não faz sentido a hora da morte com o local, e menos ainda com quando ela foi achada, eu simplesmente não entendo nada do que aconteceu. Há e tendo feito toda essa barbaridade, não deixou rastros além do corpo, nenhuma pegada, nenhuma digital, nenhum cheiro diferente, é como se ela tivesse sido morta por um fantasma.- disse ele, sabendo que não existem cortes espontâneos que surgem nos corpos do nada e fazem eles serem esquartejados.

Lyosha Bulgakov

O tritão continuava sua tentativa, mas com o rapaz imovel, ele não era capaz de encontrar nada, apenas desistiu e parou de usar a técnica que estava anteriormente tentando aplicar. Ele então começava a falar dando ordens.-Procurem na parte de baixo, Thomas, fique vigiando a porta. Eu vou lá em cima ver o que aconteceu. Arsen desapareceu, e ele deveria me ajudar a liderar a operação.-Ele provavelmente se referia ao morto, que devia ser o segundo em comando daquela equipe ali, isso poderia gerar o pensamento de que provavelmente ele era o segundo mais forte dali. Ou seja, os outros seguranças deveriam ter um grau de poder menor, não sendo impossível um combate com alguns deles provavelmente.

Entretanto, logo os homens começaram a se mover, onde ele podia ver que eles se espalharam pelo local, alguns deles indo para as zonas mais afastadas do lugar, e caminhando entre as cadeiras, e uns no palco, por trás do palco ficava a porta do cofre, onde estava o rapaz sozinho agora com a doze na mão. O assaltante então foi para a saída naquele momento mas quando pegou na maçaneta ela estava fechada, ele deu um chute chamando a atenção onde o metal fez um alto som de estrondo.

Dois dos seguranças vieram naquela direção. Ele ainda estava preso ali dentro com aqueles homens e precisava tomar alguma atitude, fosse iniciar uma matança para carregar o cofre, ou fosse lidar com aqueles homens de alguma maneira para sair do lugar. Os homens eram bem organizados, mas ainda existiam pequenas falhas em sua estratégia, principalmente agora que estavam buscando a fonte do problema separadamente.

Mas para o azar de Lyosha, não houve uma porta aberta, eles estavam empenhados em manter o rapaz preso ali dentro, e continuar em busca das coisas, talvez a maior ideia fosse arrombar as portas de madeira, e sair por alguma das janelas nelas, já que talvez, o chute funcionasse melhor nelas, do que nas portas da saída. Era um momento peculiar, mas agora apenas a porta do cofre e da saída estava protegida, ele poderia tentar qualquer outra naquele momento.

A disposição das portas tinha grande distância entre si, coisa de 10 a 15 metros de uma para outra, sendo que o palco ficava no meio disso, então, quem estava na porta de saída, não conseguia ver o que acontecia na porta da esquerda e a maioria não ouviria também, além do mais ele poderia tentar iniciar mais outro incêndio no palco. Pois ali tinha álcool, mais especificamente o usado para limpar instrumentos de corda, para remover sujeira e reduzir chance de ferrugem.

Seu golpe ainda não tinha acabado, ele poderia tomar muitas precauções naquele instante, mesmo que as coisas estivessem ruins, sua mão machucada, ele ainda tinha forças nela, talvez com esforço pudesse carregar um cofre invisível por aí. Porém o pensamento era complicado, ainda tinham mais coisas para ele resolver naquele momento, entre elas como ele vai se portar dali por diante.



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Lyosha
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Re: II - Fool me Twice Sex Abr 01, 2022 3:35 am
Only a devil can point the way out



Ao saber que o homem-peixe que havia atacado anteriormente era o segundo em comando, começava a ver um fio de esperança ser tecido. O fato do líder daquele grupo se ausentar momentaneamente também pesava ao seu favor, já que ele aparentava ser a maior ameaça de todas. Mesmo com as boas notícias, seria insano se acreditasse que a maré havia virado a seu favor. O cenário ainda lhe era completamente desfavorável, desejava apenas ter sumido dali como se fosse um fantasma, era o curso de ação mais prudente, mas, como falhou em fazer isso e não via uma solução fácil diante de si, era hora de encarar a realidade e virar um demônio.  

Tinha uma boa oportunidade para agir com a ausência do homem que parecia ser o mais capaz de detectá-lo, não a desperdiçaria de forma alguma. Antes de tomar qualquer ação, respiraria fundo e clarearia a sua mente, nada que existisse além daquele teatro importava nesse momento. Com calma e delicadeza, começaria a desembainhar sua outra lâmina, portando assim armas em ambas as mãos. Mesmo sentindo-se encurralado, começaria a agir com calma e método no lugar de puro desespero e instinto de sobrevivência, algo que seria comum nessa situação.

O primeiro problema que tinha de resolver consistia nos dois guardas que vinham em sua direção. Ao mesmo tempo que a presença deles era um problema, também era uma oportunidade, afinal, por estarem se deslocando em sua direção, acabavam por ficar relativamente isolados de seus companheiros. Começaria a correr em direção a dupla, sem se importar em fazer barulho. Ficar invisível era algo que, em conceito, já lhe parecia natural, mas, para os outros, cogitar a possibilidade de um homem invisível poderia ser considerado loucura, de tal forma, emitir sons enquanto avançava podia até mesmo ajudar a implantar medo e nervosismo no coração de seus adversários.

Sua maior preocupação ao emitir qualquer som era a possibilidade de ser alvejado pelas armas de fogo, mas, se os guardas resolvessem atirar, estariam arriscando criar uma situação de fogo amigo, além disso, não seria fácil acertá-lo com precisão mesmo que o escutassem, já que estaria sempre se movimentando e invisível.

Avançaria em direção ao par de guardas com a maior velocidade possível, com um movimento de explosão muscular para usar toda a sua agilidade desde o início. Encarando-os, tentaria calcular se a distância existente entre os dois era curta o suficiente para que pudesse atacar ambos simultaneamente. Se a proximidade entre os dois permitisse esse movimento, cruzaria seus braços da altura do peito e correria em direção ao espaço existente entre os dois, assim que tivesse o alcance necessário, descruzaria rapidamente os seus braço, executando assim um corte horizontal simultâneo com as duas lâminas, num movimento similar ao que uma tesoura executaria se não tivesse uma trava. Tentaria realizar o golpe de tal forma que o mesmo alcançasse a altura do pescoço dos alvos. Sabia que era extremamente provável que ambos tivesse alturas diferentes, assim sendo, tentaria trabalhar com uma margem de erro entre algo abaixo da sobrancelha e acima do peito, já que essas áreas também eram sensíveis.

Esperava que seus oponentes fossem ao chão com esse golpe súbito, mas, se não fosse o caso, não deixaria que eles retomassem o fôlego e se organizassem, começaria a desferir cortes diagonais na altura de seus troncos, até que ambos estivessem no chão. Quando caíssem, fincaria a ponta da espada em seus corpos na altura do peito e torceria a mesma antes de retirar, para certificar-se que não precisaria lidar com eles mais uma vez.

No cenário da distância existente entre seus alvos não for suficiente para permitir a execução de um único ataque para alvejar os dois, durante a corrida, posicionaria-se de forma que um dos seguranças ficasse como um obstáculo entre ele próprio e o outro guarda. Usaria a rapieira da mão esquerda para desferir uma estocada contra o segurança mais próximo em qualquer ponto do seu tronco, aproveitando-se do peso de seu corpo e do embalo do movimento de corrida. Acertando o primeiro alvo, continuaria correndo, com a espada cravada ou atravessada no corpo do segurança, carregando-o assim até seu colega de trabalho. Tendo oportunidade, arremessaria o corpo do segurança que arrastava em seu parceiro, tentando derrubar ambos. Se o movimento fosse o suficiente para derrubar ou tirar o equilíbrio do segundo segurança, tentaria utilizar-se dessa brecha para golpeá-lo da melhor forma possível, visando neutralizá-lo junto ao seu companheiro.

Durante sua movimentação, ficaria atento para tentar evitar qualquer golpe, afinal, ser invisível não significava ser intangível, seus adversários ainda podiam tentar golpear o ar e acertá-lo. Se visse algum indício de estocada ou corte vertical, faria seu corpo pender para a esquerda ou direita, o que fosse mais apropriado na ocasião, visando assim se evadir da trajetória do golpe. Na hipótese de cortes horizontais, executaria um pequeno salto para trás, no sentido do golpe, a não ser que o golpe fosse baixo ao ponto de ser capaz de evitá-lo com um salto ou alto ao ponto de poder simplesmente se agachar para esquivar.

Após lidar com a dupla, voltaria a se movimentar com mais zelo e cuidado. Buscaria dar uma volta ao redor do palco, evitando aqueles que estavam lá, e ir até o segurança que utilizava uma escopeta. Além de estar guardando a sala que lhe despertava interesse, o fato dele carregar consigo uma arma de fogo também era extremamente problemático, era incômodo lidar com inimigos que podiam atacá-lo à distância. Tentaria se aproximar por uma das laterais, com passos lentos e silenciosos. Assim que visse um espaço para atacar, usaria a rapiera que carregava na mão esquerda para realizar um corte vertical que buscava atingir o cano da arma, para que seu portador fosse incapaz de utilizá-la em um movimento de reação, enquanto usava a arma livre para executar uma estocada que tinha como objetivo fazer a ponta da lâmina atravessar o pescoço do segurança.

Conseguindo lidar com mais esse adversário, começaria a se dirigir ao segundo andar, afinal, provavelmente começariam a procurá-lo por ali com mais afinco e, no segundo andar, talvez tivesse a oportunidade de enfrentar o chefe de segurança em uma luta individual.          


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Re: II - Fool me Twice Sex Abr 01, 2022 6:03 pm

忠義 Chuugi




Pelo que me fora descrito, o problema agora se fazia por mais complexo e maior do que a marinheira havia me dado a impressão de passar, trejeitos passaram a acompanhar as brechas locais, todo aquele intervalo de tempo entre os eventos que ocorreram na doca - possivelmente ocasionados por Gararam, até o início dos primeiros ataques às mulheres locais fora cenário perfeito para que pudesse ter feito reconhecimento da ilha, com os oficiais ocupados buscando um culpado pelo caso e seguindo a risca por um perfil pré descrito, perderam seu rasto, por conseguinte, este se fez ainda mais arraigado o local, conhecendo becos e ruelas, como um tumor que reconhece e desapercebidamente passa pelo sistema imunológico, até se tornar de fato um verdadeiro problema. Sendo mais provável que tenha obtido conhecimento geográfico antes dos primeiros crimes relatados.

- Se foi ele o responsável pelo navio em chamas que atracou no porto, então a confusão deu tempo o bastante dele conseguir se esconder e conhecer bem essa ilha, não obstante, pode ser que também tratemos de um morador que com muito conhecimento, sendo neste caso apenas um farsante do homem que atacou Stelvelty, o fato é que normalmente com ataques muito bem planejados pode ser que não deixem rastros tão evidentes, contudo eles existem, não somente no local dos ataques, os oficiais isolaram a área? O movimento local pode muito bem ter destruído algumas coisas, mas nada que vá me atrapalhar dali, como eu disse, não é o único lugar que existem evidências. Se bem me lembro ele fez quatro vítimas nessa ilha, onde estão as outras três? Gostaria de saber um pouco mais das condições e do local, também existe uma outra testemunha, uma ruiva  chamada Sabina, poderia me acompanhar? Se não for um incômodo deixar o seu posto, é claro - sorri desconcertada - mas creio que não seria um problema já que a grande maioria aqui quer esse homicida fora das ruas, não é? -

Confirmações posteriores poderiam ser a prova de meu ponto, mas neste momento, me dou ao luxo de me atentar a outros dados, pelo que o guarda dissera, ela tinha conseguido correr por uma distância considerável antes de ser pega pelo agressor, já dando para saber uma direção pelo o homem podia ter vindo, sua arma de arremesso possivelmente caindo em um ponto não tão distante do corpo, mas não me fiz tão esperançosa assim ao ponto de querer encontrá-la por ali, me fazendo mais contente apenas por averiguar o local de onde possivelmente este viera, apenas buscando por coisas bem visíveis, o que é comum quando não se sabe exatamente o que está procurando. Provavelmente ele tinha noção o bastante de utilizar luvas e limpar bem os instrumentos antes de sair. Retirar o estômago e o útero, talvez um colecionador de troféus ou um vendor do mercado negro, mas se decidido por mantê-los em bom estado, era preferível que os colocasse sob refrigeração, deduzi, não seria algo tão comum assim ver alguém andando com caixas térmicas, ele poderia deixá-las apodrecer de fato, mas aí então teríamos uma pista muito mais evidente, o odor. Furu faria frente para cobrir esta nossa falta de acuidade - Ah, perdão Guarda Paul, esse aqui é o Furūtsujūsu, meu cãozinho, ele pode ser um pouco enérgico às vezes, mas ele consegue fazer algo que nenhum de nós poderia, captar os odores, ficaria impressionado ao saber o quanto eles são superiores quando se trata de sentidos. Ei Furu! Está oficialmente recrutado para nossa primeira missão juntos! Você poderia me ajudar? Tente procurar por isso - Disse enquanto apontava para as marcações de sangue no chão no lugar do incidente, mesmo que tenham limpado aquilo inúmeras vezes antes de chegarmos, ainda existiam restos de sangue nos rejuntes, respingos em lugares mais afastados e nas paredes, por mais que o cheiro de limpeza também pudesse ser forte e sobrepor o primeiro odor, ainda seria um sinal positivo, já que indicava que Furu havia conseguido encontrar algo ou ao menos me compreender.

De qualquer forma, buscaria na cena do crime algum resquício do que poderia haver dos instrumentos de operação, embora não fosse tão comum, utilizar lâminas curtas para operações tão grandes demandavam um pouco mais de tempo para abrir caminho, uma vez que para cortar os tecidos significava passar por algumas camadas de pele antes de se chegar aos órgãos, ainda assim, removê-los de seus respectivos lugares também necessitava de extrema precisão, o que o nosso suspeito tinha para dar de sobra, mas seu estilo sanguinário não parecia muito bem o tipo de ser tão pragmático a ponto de não existir erros, apenas fez questão de diminuí-los com a prática. Lâminas e instrumentos descartáveis seriam o meu principal foco, não queria encontrá-los inteiros, na verdade por pequenos pedaços e marcas de sangue em lugares desconexos seria o pote de ouro no fim do arco íris.

- Temos quatro ataques que requerem um conhecimento anatômico incrível, mas ele faz isso como diversão, sua precisão é incrível somado ao fato de utilizar armas a distância e cortes perfeitos, mas independente de tudo isso, ele ainda precisava comprar instrumentos médicos novos, por dedução, as vítimas continuavam vivas durante os ataques, cortar a garganta era então somente uma forma de impedir com que fizessem barulho, dado ao seu gosto de vê-las agonizando até a morte, é louvável que não utilize nenhum tipo de anestésico geral, permitindo ainda que elas se mexam até estarem completamente esquartejadas, alguns pedaços podendo ficar nos próprios corpos ou no caminho enquanto ele limpa os instrumentos e se dá ao trabalho de descartá-los, mas o desgaste acompanha a necessidade de adquirir mais, nem que seja preciso averiguar o registro de vendas de instrumentos médicos de toda ilha, eu vou atrás desse fornecedor se for preciso, e também uma última coisa: Os corpos, averiguaram direito eles? Algumas atitudes de impulso agem sobre o corpo sob situações extremas quando lutamos pela sobrevivência, talvez tenham deixado alguma marca no agressor, por uso das unhas para se defender ou coisa parecida, Furu aqui pode farejar pelo sangue das vítimas já que ele se enxarca delas ou pelos traços de DNA que elas possam ter captado no calor do momento -

Tomava uma longa pausa depois da fala, as ideias me vinham à cabeça, tudo por mera captação, repetir em voz alta ajuda a memorizar e questionar minhas próprias deduções, também contando com a opinião do guarda caso ele ainda estivesse comigo na busca - Temos também que ligar os pontos, as vítimas devem ter alguma relação, não apenas por serem mulheres, a Marinha divulgou os nomes delas ou algo assim? Familiares e tudo mais -

No fim, eu ainda precisava analisar os outros três casos e checar as informações de Sabina, tudo parecia culminar para um sujeito muito mais facil de identificar do que realmente era, assim que pudesse abordar a ruiva, faria a mesma apresentação que dei ao guarda, tornando às perguntas habituais - Boa tarde! Sou a caçadora Jyundee a procura de Gararam Bryers - mostrei novamente o cartaz, ele foi o responsável pelo assassinato de algumas mulheres nessa ilha e em Stelvelty, as quais dentre elas você deve ter presenciado o cadáver ainda na cena do crime, gostaria de mais informações detalhadas sobre esse dia se não for um incômodo relembrar estas memórias -

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Re: II - Fool me Twice Sab Abr 02, 2022 8:04 pm
I - Fool Me Twice



Jyundee Kujoh

O homem ouvia os comentários de Jyu sobre o assunto, algo que ele ponderava, mas haviam detalhes faltando que poderiam levar a moça a sua colocação que ele apontava.-Na verdade me faltou ser mais especifico, para que os cortes tenham sido feitos, sem que o sangue tivesse sido mexido de alguma maneira, ele teria que não pisar no chão, pendurado em uma corda talvez. Veja bem eu avaliei o terreno, e o sangue, se alguém fizesse aqueles cortes, ele teria que estar perto da vítima, com isso quando o sangue escorresse banharia os pés dele, mas todo o sangue que escorreu dela, escorreu limpo, o que indica que os cortes foram feitos vindo de cima, o sentido da lâmina é bem claro também vieram de cima para baixo enquanto ela se debatia.- enquanto ele explicou isso, o catiorro estava correndo atrás da própria cauda e ele conseguia, sem querer ele dava uma mordida com força em si mesmo e gania, em seguida ficando envergonhado ele deitava cobrindo os olhinhos com a pata.

Então o rapaz explicou as outras quatro vítimas de modo a deixar aquilo sem qualquer dúvida para Jyu, ele sabia que não haviam informações muito além daquelas perseguindo o homem daria poucos resultados ele gostaria de ajudar mais, mas realmente não haviam coisas que ele tivesse percebido..-Olhe as outra vitimas tiveram o exato mesmo fim, amputações, útero e estômago removidos, estavam desnudas, não havia provas de violação, mas é provável que tenha acontecido. Ele não deixou rastros e novamente parecia ser capaz de flutuar. Minha teoria sobre esse assunto é simples, ele usa cordas e se pendura nos telhados, escapa pelos tetos de forma rastejante, e por isso não é visto. O problema é que isso não nos dá mais do que coisas circunstanciais, e em todos os casos ele some antes de qualquer coisa acontecer. Irei lhe levar até Sabina, talvez ela te diga algo diferente, mas duvido muito. Entretanto o cão realmente é um fator que pode ajudar- Então com furu apresentado o guarda se abaixou fazendo carinho na cabeça do doguinho, que ficava feliz, ele parecia gostar do guarda, ficando empolgado.

Furu respondia ao chamado quando era pedido de ajuda ele parou e farejou o local, ele buscou algo ali mas o cheiro dos produtos e o tempo já tinham sobreposto, ainda tinha cheiro de sangue, bastante sangue, entretanto o catiorro reconhecia isso. Então balançando a cabeça mostrando que nada naquela cena era util. Eles andavam nas quatro cenas de crime, uma após a outra, furu às vezes achava algum cheiro mas não tinha trilha de pra onde o cheiro seguisse, ele sempre esbarrava na parede de uma casa ou de um beco, e mesmo que contornassem o cheiro sumia.

O próprio furu ficava meio chateado com a situação, mas o cachorro se sentia levemente confiante que se ele visse o bandido, ele reconheceria o cheiro dele. Mas sem uma peça de roupa, sem qualquer vestígio, era difícil, pois muitos cheiros estariam no local, a vítima, o predador, marinheiros e talvez o guarda. No fim não tinham traços de DNA ele jamais foi ferido por as vítimas, e a razão era explicada anteriormente o primeiro ataque geralmente vinha de um chakram jogado a distância, talvez ele usasse algo nele, o que poderia ser outra pista.

Enquanto isso depois de toda a busca ele questionava sobre as mulheres e ligações entre elas, e o homem ali respondia quase que de imediato sobre o assunto.-Elas nem se conheciam entre si, uma delas nem dessa ilha era, veio do East Blue. Elas tem uma ligação entre elas. Cabelos loiros. Todas eram loiras. A segunda ligação é que todas eram mulheres muito bonitas. E andavam bem vestidas, encontrá-las sem roupa naquele estado é bastante triste. E ele não levou dinheiro, as roupas delas foram encontradas longe das cenas de crime, mas ele não as levou nem guardou. Uma delas tinha muito dinheiro consigo, estava indo depositar o lucro de 3 meses de uma taberna, adivinha? Ele não coletou um centavo.- ele comentava aquilo com certo nojo do que ele mesmo estava falando, ele odiava a ideia de que uma pessoa como esse tal homem existisse, mas era verdade, ele estava ali…

Então ele logo começou a mais uma vez tentar deixar esse assunto ainda mais explicado, mesmo que ele entendesse que a garota fazia o trabalho dela, ele não deixava de dizer o que ele sabia.-Veja bem, algumas pessoas, elas não querem lógica, o mal absoluto existe no mundo, sei que é difícil acreditar que alguém mataria assim, de graça, só por achar uma moça loira e bonita, mas não seria o primeiro.- disse ele com um tom de voz triste ao ponderar que tal maldade existia no mundo e era verdade que ela existe mesmo, eles só podiam tentar remediar.

Então chegando na casa da Sabina, ela os atendia, parecia ser uma moça bem diferenciada, dava pra ver assim que ela abriu a porta, ela tinha o que parecia ser um local para uma cartomante, mesa com bola de cristal, e vários símbolos e medalhões pendurados pelo teto. As grandes cortinas, ela talvez fosse esse tipo de mulher.-Sejam bem vindos, querem que eu veja o seu futuro?- Mas Jyu foi bem direta ao dizer o que veio buscar ali, uma coisa que ela não tava muito afim.

Mesmo assim percebendo que não se tratavam de clientes ela respirou fundo, sentou-se e começou a falar, era uma mulher com aparencia marcante, pele escura, cabelos negros, olhos igualmente, tinha algumas tatuagens tribais pelo corpo.-Uh? Caçadora em… Bom, eu vi um corpo morto, esquartejado, sangue pra caramba e liguei pra marinha, sem passos, sem sinais, se eu fosse descrever diria que a pessoa se despedaçou de forma instantânea. Era de manhã, horário que faço minha caminhada matinal, ela estava no beco, destroçada. Eu vivia na grand line então isso pra mim não é algo muito incomum, por isso não tive um choque ao ver. No entanto, posso dizer que foi ato de um demônio, o rapaz certamente é possuído por forças malignas.- disse com um tom de voz bem sério sobre o assunto, ela não tinha qualquer dúvida.

Mas logo ela começava a ficar estranha, as suas pupilas sumiram e seus olhos ficavam completamente brancos, uma aura estranha emanava dela de forma visível, algo na cor roxa.-AS FORÇAS DAS TREVAS RODEAVAM AQUELE CADAVER!! Aquele era um ato do filho do mal!! A encarnação das trevas. Eu posso lhe dizer, buscar pistas talvez não seja o caminho.- então seus olhos voltaram ao normal e ela parecia exausta começando a respirar ofegante, não dava pra saber se era atuação ou se ela estava cansada, parecia genuína ao menos.

Ela então começou a falar o que ela queria dizer com isso.-Você tem os requisitos para uma presa dele, falta o cabelo, eu posso lhe arrumar uma tinta que sai em 48 horas, só tenho para dois usos, custa duzentos mil cada uso, posso pintar o cabelo pra você e te deixar loira, e assim você atrai ele até você, ao invés de lutar em uma busca por um fantasma, o que acha?- era certamente uma ideia que poderia parecer tentadora, não era certeiro, mas para uma situação de tão poucas pistas, talvez fosse uma ideia levemente útil.

Lyosha Bulgakov

A situação pedia que o rapaz deixasse de ser um homem comum e assumisse sua responsabilidade ao se tornar realmente o marginal que poderia. Vendo os homens em sua direção numa bela oportunidade ele avançou o corte duplo, atingindo a garganta de ambos os homens, que engasgaram no sangue, eles ainda tentavam atacar mas, nada estava em volta.

Lyosha se esquivou, o punho passava perto de seu queixo, mas nada atingia, o segundo deu um chute bem perto do joelho, mas por pouco ele saiu da frente. Vendo agora a chance e desferiu alguns golpes rápidos nas laterais, eram cortes velozes e fortes que visavam machucar e enfraquecer. O que funcionou, os homens haviam recebido os golpes, mesmo tentando se esquivar, não conseguiam saber de onde os ataques viriam.

Os dois se afastaram, ficando em fila para o rapaz, eles não sabiam que era uma fila, estavam de costas um ao outro, e seguravam as gargantas muito feridas, estavam na pior, e logo vendo a oportunidade o espadachim investiu em direção aos dois, perfurando o primeiro e atravessando o segundo com sua estocada, derrubando os dois, que engasgaram no próprio sangue no processo tendo os corações perfurados.

Aqueles ataques chamaram atenção, onde ele via alguns dos seguranças correndo naquela direção mas se retirou dali no mesmo momento, rodando ao redor do palco, para que ele conseguisse sair da mira dos inimigos que agora acreditavam ter algo sério acontecendo ali embaixo. Ele depois de ter feito seus movimentos de gatuno, agora se aproximava do rapaz que guardava a porta. Ele ia a passos lentos e o rapaz nem parecia ver nada.

Seu novo inimigo estava completamente vigilante, mas sem enxergar nada ele não sabia o perigo, quando viu a espada havia batido contra o cano da arma a levantando para cima, o negócio era que ele disparou atingindo o teto do lugar, que começou a derrubar pó ali. Ele sentiu a espada se aproximar e viu levemente o pó cair na lâmina, ele saltou mas não foi capaz de se defender, recebendo um golpe no ombro ao invés do pescoço.

O pó que caiu por cima de Lyosha agora já tinha se fundido à sua invisibilidade, já não dando mais visão o rapaz estava ainda vivo, mas no chão mirando a arma. Ele até fez um disparo mas sem sucesso, passou raspando quase tocando o braço do espadachim que pode sentir mesmo o vento e calor, mas não foi ferido. Agora ele tinha um rapaz no chão para finalizar, ele parecia desesperado buscando qualquer indício para atirar, ele tinha de agir rápido, ou os seguranças chegariam ali após o tiro.



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Re: II - Fool me Twice Seg Abr 04, 2022 6:33 am
In the midst of chaos



A mudança de mentalidade do espadachim tinha se mostrado indubitavelmente eficaz. Encarando a situação de forma pragmática e deixando qualquer moral ou sentimentalismo de lado, havia começado a minar a superioridade numérica de seus adversários, desta forma, já tinha tirado três seguranças de cena até esse ponto, o quarto estava a caminho.

Não tinha muito o que pensar na situação em que se encontrava, bastava agir. Havia evitado o último tiro por sorte, e não é do tipo que gosta de dar chances ao azar, de forma que não estava disposto a deixar o acaso rolar dados novamente. Aproveitaria-se do estado de seu inimigo, jogado ao chão, e tentaria resolver a situação rapidamente.

Usaria a lâmina que empunhava na mão direita para traçar um arco no ar, de forma que a espada colidisse com o cano da arma por esse mesmo lado, empurrando assim a arma de fogo para a esquerda, evitando assim a mira do atirador. Após o primeiro movimento, usaria a lâmina livre, localizada na mão esquerda, para realizar uma estocada diagonal, de cima para baixo, usando todo o peso do seu corpo enquanto tinha como alvo o tórax do atirador.

Deixaria a rapieira no corpo do segurança, empalando-o, e colocaria o seu pé esquerdo sobre o braço do homem, fazendo pressão, para que, se ainda estivesse vivo, não pudesse movimentar a arma. Usaria a mão esquerda, que agora estava livre, para pegar a arma de fogo, caso encontrasse resistência nessa tentativa, usaria a lâmina que carregava no outro punho para amputar a mão do guarda e daí então pegar sua arma.

Tinha plena consciência de que não era um exímio atirador, muito longe disso, mas não queria aquela arma para lidar com os outros seguranças, precisava apenas abrir caminho. Encostaria o cano da arma na maçaneta da sala que estava sendo protegida por aquele homem, em sequência, daria dois ou três tiros, esperando dessa forma conseguir arrombar a porta e garantir a sua futura entrada no local. Estava ciente de que, desferindo tantos tiros, chamaria atenção para aquele local, mas isso fazia parte do seu plano, entretanto, tendo sucesso ou não nessa empreitada, largaria a arma de fogo no chão e pegaria novamente a sua segunda espada, que estaria cravada no corpo de seu oponente.

Começaria a dirigir-se até o palco, esperando cruzar caminho com um punhado de seguranças ou ao menos um deles. Se avistasse um segurança solitário, apenas tentaria ultrapassá-lo de forma furtiva, entretanto, ao se deparar com uma dupla ou grupo maior, abriria um sorriso invisível e começaria a avançar contra eles em alta velocidade.

Assim que julgasse ter alcance suficiente, saltaria ao ar aproveitando-se de todo o seu impulso e tentaria usar o peso de seu corpo para começar a rotacionar no ar, utilizando assim a sua técnica Sussurro espectral: sisyphus. O ponto de sua primeira aterrissagem era o membro do grupo que lhe parecesse mais capaz, dessa forma, visava tanto desferir um golpe devastador no mesmo e incapacitá-lo quanto deixar os seus parceiros desnorteados e com pavor.

Na execução do segundo salto, usando o corpo da vítima do golpe como base, tentaria continuar avançando com silêncio e cautela na direção do palco, tomando cuidado para pousar com graciosidade e cuidado. Assim que encontrasse o chão, olharia para trás, conferindo o dano que causou e o estado do grupo antes de avançar.

Buscava alcançar o palco sem chamar mais atenção e, chegando a esse destino, procuraria o álcool que viu anteriormente e espalharia o mesmo pelos objetos presentes no palco. Quando julgasse ser o suficiente para iniciar um ponto de incêndio, usaria seu isqueiro para dar início a esse processo. Logo após a ignição, voltaria a correr em direção ao grupo de guardas que havia ultrapassado, afinal, não desejava que o fogo se extinguisse quase de imediato como da outra vez, precisava distraí-los.

Não precisava matar todos eles, além de desnecessário era algo extremamente difícil, acertar um golpe limpo não era uma tarefa fácil, ainda mais quando se está só contra um grupo de inimigos. Se posicionaria  de forma a nunca ficar cercado pelo grupo, não mergulharia no meio deles e começaria a atacar, em vez disso, avançaria de forma a tentar rodeá-los enquanto permanecia em movimento constante.

Lyosha simplesmente começaria a dançar com seus opoentes, se pudesse acertar um golpe fatal, como um corte no pescoço ou uma estocada no coração, certamente faria esse movimento, mas seu intuito atualmente era ganhar tempo enquanto as chamas se espalhavam, de forma que tentaria encaixar golpes para atrasar ou incapacitar seus inimigos, usando seus conhecimentos anatômicos para isso. Buscaria executar cortes na panturrilha, tendão ou parte de trás das pernas dos seguranças, para afetar suas capacidades de mobilidade, ou então seus braços ou pulsos, para que tivessem mais dificuldade ao usar suas armas.

Apesar de desejar causar dano, tentaria não se expor demais ao risco, dando mais prioridade para continuar se movimentando e não ser cercado por seus inimigos. Ficaria atento para se desviar de qualquer ataque, saltando no mesmo sentido dos golpes de curta distância desferidos e usando suas armas para bloquear a trajetória do ataque em último caso, ou rolando para um dos lados para desviar dos projéteis em caso de ataques à distância. Sempre que visse um segurança se isolando ou indo em direção ao palco, daria prioridade para atacá-lo em relação aos outros.

Sussurro espectral - sisyphus:
       



Histórico:
Johnny Bear
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Re: II - Fool me Twice Seg Abr 04, 2022 4:27 pm

忠義 Chuugi




Por breves os esforços, as condições eram convenientes até demais para o sujeito, sem marcações, odor inibido pela limpeza, orquestrava de forma duvidosa a investigação, já que as nuâncias se faziam presentes no relatos, menos esclarecedores do que os próprios fatos, talvez fosse mais conveniente apenas que me mostrassem de uma vez as vítimas para fazer a análise, dada a decorrência chula de seus registros - De seu primeiro avistamento foi me dito que ele se banhava em sangue, gargalhando sobre as vítimas, agora seu deleite passou a tão somente atacar sorrateiramente assim, ao menos fizeram com que ele se adaptasse à toda essa atenção e segurança que estão dando, o problema é que pode ter sido tarde demais - Me incomodava a ideia de ter que partilhar do prisma daquele, não por uma excedente presunção e arrogância, mas sim pela forma como tudo era passado, me sentia apenas uma personagem assistindo uma peça, sempre tomando resolução a partir dos outros, já que não conseguia fazer o principal, investigar por mim mesma.

- Não entendo, você me diz que o primeiro corte é o do pescoço, possivelmente por algo arremessável, mas vindo de frente que não na horizontal, isso teria acertado também o rosto, a não ser que tenham vindo pelas costas, o que não faria sentido já que daria para ouvir seus gritos de algum lugar. É possível que estivesse em diagonal, mas dificilmente acertaria o pescoço na altura correta sem decepar seu queixo ou algo assim. Pode ser que ele seja rápido o suficiente para esquartejar e perseguir suas vítimas num tempo mínimo, não ser visto e ainda retirar seus órgãos, muito bom de mira e ainda ataque pelos telhados sumindo sem fazer ruídos ou… - Relutei em reconhecer, mas muitas informações tão somente não se completavam, cortes vindos de cima para baixo não danificavam cordas vocais como golpes horizontais, um acerto vindo de cima dos telhados muito menos teria ângulo apto a tal, estaria ele então vindo pelas ruas dos becos e no momento de esquartejá las ele então, de alguma forma, se prendia nos tetos e realizava os procedimentos? Julgando resta-me apenas duas opções, sendo uma delas bem mais ampla que as demais - Seu relato pode estar falho, o que sou incapaz de validar sem os corpos e fizeram o favor de estragar a cena do crime com alvejantes… Relaxa Furu, não é culpa sua, seu olfato ainda vai ser útil em breve… Mas voltando ao assunto principal, temo que esse caso tenha mexido demais com você, pode ser realmente que ele tenha um poder paranormal que viabilize algumas das anomalias que presenciou de forma tão perfeita, contudo faremos os devidos esclarecimentos quando ele for pego -

Discordante da ideia pressuposta, ao que se cabia na decisão daquele, suas motivações ainda também existiriam, todo aquele discurso inefável sobre o mal apenas por fazer o mal não me cabia, uma vez que estudada a mente dos praticantes, era possível compreender algumas razões pelas quais suas ações eram feitas, embora jamais justificáveis, nos ajudavam a compreender ações que resultaram em tais fatos, assim como tudo na história, era importante aprender com os erros do passado e impedir que essas fontes voltem, o mais cedo possível. Com os sentimentos incertos e remexidos pelo caso, muito mais pela minha incapacidade de atuar diretamente do que pela gravidade das ações do sujeito, tomei aquela caminhada silenciosa para ignorar um pouco do mundo exterior, embora atenta ao caminho, resolvia os pequenos turbilhões em minha mente, não deixando que isso afetasse o resto da investigação, se é que ainda tinha algo a ser investigado e não teorias ou conclusões por intermédios de terceiros.

Na presença da segunda testemunha, fiz-me mais apreensiva apesar da pressa, seus trejeitos me lembravam um pouco Mihaela, mas o que me indicava é que eu precisava seguir o barco, atuando a me render ao seu misticismo, embora suas metáforas ainda me fossem conflitantes - É uma ideia, mas a Mica poderia me ajudar com isso, o problema é que eu não sei onde diabos ela está agora - O valor não era expressivamente grande, mas me senti caindo em uma grande armação de merchan feito pela mulher, de qualquer forma, não queria emplacar muito em uma outra busca desesperada por uma fantasma, mas não deixaria de tomar as devidas providências - Certo fazemos assim então, passarei em algum beco qualquer para esperar por ele, Furu você consegue sentir o cheiro quando ele estiver perto não é? Estaremos em um lugar sem mais ninguém, ele deve ter um odor característico, lavar o sangue deve dar um trabalho -

Rendida aos esforços que não mais meus, iria até um beco isolado como de costume eram os ataques, trajada com as vestimentas padrões, só que loira ao invés da cabeleira escarlate, não querendo colocar Furu em perigo, orientei-o para que ficasse à entrada vigiando minhas costas, assim que pudesse ver alguma coisa, alertando com um latido ou barulho alto suficiente que pudesse ouvir, daria também uma atenção maior para os sons, já que era meu sentido com maior acuidade, barulhos vindos de cima, já que as teorias implacáveis apontava ataques vindos de lá, a espera para o anoitecer também seria conveniente, menos pessoas nas ruas, mas uma emboscada com a ajuda da marinha só poderia me atrasar mais e dificultar as coisas, afinal, eles já tornaram isso trabalhoso demais limpando todas as provas.

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Dados:

Objetivos: