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II - Fool me Twice

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Sasha
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II - Fool me Twice Seg Mar 14, 2022 1:51 pm
Relembrando a primeira mensagem :

 II - Fool me Twice

Aqui ocorrerá a aventura  do Pirata Lyosha Bulgakov  e da  Caçadora de recompensas Jyundee Kujoh. A qual não possui narrador definido.

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Re: II - Fool me Twice Qui Abr 21, 2022 7:00 pm
I - Fool Me Twice



Jyundee Kujoh

O que levava um homem a ser tristemente engolido pelas trevas, entrar no abismo e se tornar parte dele? Aquilo era uma face das trevas, por que um homem como aquele teria se entregado daquela forma, e aquela mascara? E aquelas roupas, o que tinha acontecido? Naquele momento apenas Furu dava um pouco de animo a nossa caçadora, por vezes loira nesse momento.

Assim ela se aproximava da marinheira responsável, que logo parava um segundo de coordenar os homens que estavam ali tentando apagar o fogo, e estavam bastante empenhados em salvar as vidas, com sua audição aguçada ela acabava ouvindo o que a mulher falava.

Antes de chegar até ela, era simplesmente o número de baixa, até então 5 mortos no incêndio, e 8 feridos, mas os resgates não paravam.-Quem é esse que carrega com você?- e então ela ouvia tudo que a caçadora tinha a dizer, enquanto parava alguns instantes para dar ordens, mas logo parava completamente pra observar, ela ficava surpresa a ver aquele rosto familiar.

Um dos homens mais confiáveis da ilha, mas aquelas roupas. E a mascara que estava por ali, era algo que logo lhe chamaram atenção.-Paul era o besteiro encapuzado? O besteiro estava sumido a anos. Iremos apreender Paul, estamos ocupados, então será bem vinda toda a ajuda, mandarei Adélia com você.-Então ela parou e procurou rapidamente com o olhar antes de gritar.

Ela chamava uma garota que corria do meio das casas, ela parecia estar tomando notas, vinha correndo e quase que tropeçava mas se ajustava denovo, dando apenas uma cambaleada pois pisou em falso desviando da pedra que quase levou ela ao chão.-Soldado Adelia Bryes se apresentando pra serviço.- disse ela batendo continência meio desajeitada, mas a chefe não tinha tempo para corrigir posturas.

Então suas ordens eram claras.-Ajude a caçadora, leve ela para a casa de Paul Werneck, e ajude na investigação do logal.- A mulher recolhia o corpo de Paul, e algemava ele, colocando na parte de trás de uma carruagem. -Acerto os valores com você assim que retornar.então ela mais uma vez a moça de patente menor bateu continência, e logo deixou que a líder saísse dali, enquanto ela se apresentou para Jyu, falando com ela a respeito da situação.-Levarei você onde precisar senhora caçadora.- Disse ela de forma respeitosa, esperando que Jyu se movesse primeiro para que então ela começasse a guiar.

Lyosha Bulgakov

A chegada de Lyosha não era a mais sutil para o trabalhador da loja, ele se assustava, arregalando completamente os olhos que até mesmo saltavam pra fora das caixas, enquanto ele abria a boca, mandando um grito estridente.-OOOOQUEEEEEEEE?- Era essa a primeira impressão, o que diabos estava acontecendo ali pensou ele, tinha um cara que não tava ali e agora tava ali.

Ele começava a praguejar na mesma hora antes de se acalmar.-MADITOOOOSSS DISSERAM QUE O EFEITO DO FADA VERDE IA DURAR UMA NOITE. Yeah!!- Mas então ele começou a perceber que não se tratava de uma ilusão, era muito pior, o homem tinha mesmo surgido do nada, ele fazia barulho, falava, e o corpo era claramente sólido.

Não tinha como ser uma das coisas da fada verde… Então ele começou a olhar para o cofre, ele lembrou do que ouviu de manhã, o grande assalto ao teatro, mas claro ele não tinha certeza de onde aquilo veio, só foi a primeira coisa que pensou.-Cara esse cofre é bem potente, onde você conseguiu essa parada? Yeah!!- ele coçava a parte de trás da cabeça, mas toda sua opinião mudava quando ele via o dinheiro ali dentro, era grana pra um caralho…

Ele tinha de vender muita coisa pra dar aquela grana ali, e certamente uns dez por cento daquilo era bem vindo.-Fiuuu uma puta grana parceiro Yeah!! Mas eu gostaria de quinze por cento, o que acha? Sabe, o silêncio custa um pouco, e além disso, não vai ser tão simples abrir, ele tem umas 4 camadas YEAH!! vou levar algum tempo Yeah terei de fechar a forja por algum tempo.- disse ele barganhando com Lyosha sobre os valores. Mas no fim se o ponto se mantivesse firme, sobre os dez por cento.

Ele iria parar e então pensar, observar a situação e falar.-Então doze por cento Yeah, doze é suficiente Yeah, o que acha Yeah.- era uma situação simples de barganha, mas ao menos as coisas pareciam estar rodando pra um caminho que não era tão abusivo. Alesya observava o que eles discutiam, mas não entrava na negociação querendo ver no que ia dar isso.



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Lyosha
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Re: II - Fool me Twice Qui Abr 21, 2022 8:31 pm




let us never fear to negotiate





Quem disse que não se pode julgar um livro pela capa, com toda certeza, banhou-se nas águas do equívoco. A aparência rude e incomum do ferreiro entregava a sua personalidade, bem, ao menos era essa a sua primeira impressão. A indagação de Godo fazia sentido, era esperada, um tipo como aquele tentaria agarrar qualquer vantagem que conseguisse. Mantendo um sorriso carismático forçado no rosto, responderia com tranquilidade. - Você me parece ser um tipo esperto, Godo, e creio que as notícias nessa cidade correm rápido. Digamos apenas que esse é um financiamento patrocinado por aqueles que gostam de arte. - Não se importava de revelar os seus crimes, ainda mais para uma figura sem credibilidade como aquela.

A contraproposta daquele delinquente, sugerindo quinze por cento, era simplesmente ultrajante, mas Lyosha não deixaria a sua face trair seus pensamentos, sustentando seu sorriso habitual. - Você tem razão, Godo, não só o silêncio, mas toda informação custa caro. Dito isso, imagine o que aconteceria se começassem a espalhar que, nesse estabelecimento, todo tipo de vilão e criminoso é amparado e atendido, ou, melhor ainda, imagine o que aconteceria se a Marinha descobrisse isso e resolvesse iniciar uma investigação? - O espadachim adotaria um semblante pensativo, não tinha certeza se aquele homem estava metido em algum esquema sujo e ilegal, mas lhe parecia algo provável. - Não faço ideia do que descobriram. - Sua sugestão era acompanhada por um sorriso malicioso, que logo dava lugar ao sorriso amistoso habitual. - Além disso, se meus ouvidos ainda funcionam bem, essa é a melhor forja da cidade, não é mesmo? Abrir um cofre deveria ser um trabalho fácil. - Acreditava que, mesmo tendo demonstrado seus pontos com sutileza, a coerência de seus argumentos eram o suficiente para convencê-lo.

A oferta de doze por cento, apesar de não ser mais ultrajante, ainda o irritava bastante. Não havia tido tanto trabalho para dar mais de um décimo de seus lucros para uma figura patética como aquela. Abandonaria o sorriso fingindo, adotando uma feição séria, que exibia raramente. - Eu acho, meu caro amigo, que você está abusando da sua sorte. Como você mesmo alegou, essa é a melhor forja da região, mas existem outras forjas, algumas boas, outras medianas e até mesmo as medíocres, que aceitariam esse serviço com alegria. - Olharia ao seu redor, observando bem a loja. - Você diz que teria de fechar a loja, o que entendo completamente, mas, a não ser que existam outros invisíveis como eu, parece que não existe uma fila de clientes esperando para serem atendidos. - Estava determinado a não pagar mais que um décimo do seu lucro, pensava estar sendo bastante generoso com esse valor. - Bem, se você não quiser o dinheiro, encontrarei outro que queira, não vou obrigá-lo. - Declararia, após suspirar, daí então, começaria a movimentar de forma a pegar o cofre, esperando que Godo aceitasse sua proposta e protestasse.

Se o ferreiro aceitasse os dez por cento, prosseguiria de forma a pagar o combinado e desvendar o conteúdo dos envelopes, caso contrário, realmente procuraria por outra forja e faria a mesma proposta.



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Re: II - Fool me Twice Qui Abr 21, 2022 8:44 pm

忠義 Chuugi




Havia algo não planejado nisso tudo, mas de questões não respondidas, a marinha parecia se encarregar de todas, tão quanto as algemas que aprisionavam meu capturado, sua influência sutil sempre acabava por me acorrentar de volta ao chão, com sugestiva confusão com o semblante perdido que se desenhava em meu rosto, tornei a questionar a mulher encarregada outra vez, entendendo a complexidade de toda a emergência, por mais que não fosse me estender por muito tempo naquela primeira conversa - Precisamos com urgência conversar quando estiver tudo certo por aqui, Furu poderia fazer as honras? - Acenava para o alegre canino, que outrora não parava de me lamber os cantos do pescoço, era divertido, mas a situação requer um ar austero, mas tudo tinha uma forma fácil de lidar com o bom cão - Quer ganhar mais um petisco? Sei que apesar de fofo você é um safado manipulador louco por biscoitos, consegue gravar o cheiro desse ai pra mim? Em troca eu lhe dou dois! - Caso o pilantra se relutasse em fazê-lo, não hesitaria em aumentar a proposta.

- Três, te dou três e não se fala mais nisso! Eu devia é colocar você em uma dieta por ter ficado dormindo esse tempo todo, quase me matou do coração -

Em perceptível planejamento, obtido seu cheiro, coisa que nos levou a ter tantos problemas até então, agora seria mais plausível considerar que conseguiríamos mais provas substanciais caso chegássemos ao covil daquele facínora. Foi de poucas apresentações que me postei diante da baixa patente, não que me tece a soberba, mas o tempo pedia urgência tão quanto as labaredas enamorando as estruturas de madeira das casas, mas a curvatura como de costume como cumprimento fora indispensável - Tenho um pouco de pressa pela verdade, gostaria de dispensar apresentações prolongadas se possível Bryes, seu nome é quase igual ao de um procurado meu… Bryers, heh! Enfim, temos que ir até a casa do Guarda Paul, não sei o que diabos é isso que vocês estão falando sobre Besteiro Encapuzado, seria uma grande realização saber mais, porém a princípio eu estava procurando um homem chamado Gararam, honestamente não me deixaria muito contente saber que o Besteiro e este outro estavam trabalhando juntos, muito menos se ambos não tiverem ligação alguma e eu só tenha o encontrado por engano, o que significa que outro assassino está solto e meu verdadeiro alvo está esquartejando mulheres enquanto vou à casa de outro psicopata. De qualquer forma, me leva até lá, tenho as chaves, vamos fazer buscas em tudo no apartamento, cada canto escondido, cada móvel, né Furu?! -

Das circunstâncias tínhamos diversas, verificar uma residência nunca era fácil, mas eu começaria com o óbvio, tentar abrir com as chaves que tinha em posse, do contrário iria tentar encontrar algum lugar que pudesse passar, no pior dos cenário, teríamos de andar pelos arredores a fim de descobrir a fechadura correta a ser aberta, para só então poder verificar o interior. Registros, marcações e utensílios pessoais, todos os móveis revirados e tirados do lugar, era esperado que um guarda com tanto renome tivesse um esconderijo dentro de casa ou algo que pudesse transparecer ser apenas mais um cidadão comum, sendo assim, já esperada vagar pela casa e encontrar algum mecanismo - também padrão do sujeito, que levasse até um cômodo extra ou coisa parecida, verificar a presença destes era um tiro no escuro, mas havia algumas coisas para se atentar, passagens de ar incomuns por alguma parede ou parte do assoalho, o som oco ao tocar em algum superfície que servisse de porta escondida e, é claro, o faro de Furu.


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Re: II - Fool me Twice Qui Abr 21, 2022 10:23 pm
I - Fool Me Twice



Jyundee Kujoh

Então, agora apesar de não estender a conversa ele acabava dizendo que precisava conversar, ele pedia que Furu checasse o cheiro, ele então fazia um pouco de doce, ficando meio balançado, mas logo que ouvia dois biscoitos, ele quase como se entendesse a ideia latia mais uma vez, como se pedisse mais, e quando ele entendeu o três ele logo fez o Woof Woof, e girou em torno de si mesmo, animado, ele foi saltitante, e começou a farejar, pegando um cheiro e outro das partes do casacão, e da pele, e as nuances de diferença, ele ficava pouco tempo nisso.

Então quando se sentiu pronto ele voltou em prontidão balançando a cauda e com a boca aberta pronto pra receber seus biscoitinhos. E ele sabia cobrar fazendo a carinha de pidão, e moça que tinha ficado ali logo sorriu dizendo.-Own ele é tão meigo.- ela realmente tinha ficado encantada com o bichinho, que naquele momento, parecia bastante empolgado com a pessoa nova que ele estava conhecendo. Então enquanto a garota falava sobre como eles iriam revirar tudo o doguinho dizia Wooof concordando completamente, em prol do seu biscoito.

Ele era uma criatura fofa e de índole claramente voltada para biscoitos tudo tinha corrido bem até aquele momento, desde que as coisas continuassem bem tudo estava bem, a garota falava que queria ser breve mas tinha dito muito mais coisa, do que se apenas falasse seu nome, era isso que pensou a marinheira, no entanto ela apenas respondeu.-Certo, apenas me siga então.- disse a garota a qual ela aparentemente não estava afim de conhecer, uma que certamente adorou o cachorro, mas não ia muito com a cara da dona.

Ela levou eles até a casa, e deixou que a porta fosse aberta, ela estava incomodada já de cara com trabalhar com uma freelancer, que considerou por si mesma como sem educação. A casa na parte de cima era bem comum, tinha carpetes bonitos, um sofá bem macio, coberto por uma capa impermeável, movendo ele de lugar nada de diferente embaixo. O cheiro era forte, era algum tipo de incenso. Aquilo atrapalhava o olfato, era um cheiro forte para o doguinho, que ia caçando os traços a mais daquela roupa.

A marinheira ia ajudando a revirar as coisas, e Furu finalmente tinha chegado a um resultado, ele começava a latir na cozinha perto do que parecia ser uma tábua, solta, mas como exatamente aquilo funcionaria, talvez fosse destacável, mas e se fosse uma armadilha, era visível um fio ligado aquela tábua mas muito muito fino algo que furu apontou com o nariz, se não ninguém mais teria visto esse fio. Agora ela teria de decidir o que fazer com uma tábua e um fio.

Lyosha Bulgakov

O homem estava tentando processar, era muita informação para um cérebro de bigorna, ele fazia um olhar de quem não estava entendendo tantas coisas assim, ele parecia sério sobre o assunto até que se sentiu insultado em relação a não ter cliente.-Acredito que nunca trabalhou numa forja Yeah!! Provavelmente é algum tipo de polito, tenho 12 pedidos pra confecionar, eles me pagariam dois milhões no mínimo Yeah. Os doze por cento me asseguram que se eu perder algum desses clientes o valor vai cobrir isso Yeah-Ele explicava seu ponto, depois de se sentir insultado, aquilo ali podia não correr tão bem, ele estava lidando com alguém com um cérebro provavelmente não muito desenvolvido.

E isso não iria sair bem, até porque mesmo que no final os dois concordaram em agir de alguma maneira era bem complicado.-A marinha Yeah, eu posso pagar propina Yeah, as coisas não são tão honestas como o parceiro pensa Yeah. Mas tudo bem Yeah, vou abrir essa coisa Yeah- ele pegou o cofre e levou pra o interior, e passou o maçarico, era um processo de esquentar e derreter metal que verdadeiramente era um tanto pesado. Ele passava quase duas horas lá dentro até retornar, com o cofre aberto, ele logo colocava em cima do balcão.

O metal ainda tava quente, e derretido em uma parte, mas agora eles tinham o dinheiro e os envelopes para poder checar.-Muito bem Yeah, quero minha parte Yeah!!!- Lyosha poderia contar com ao todo 14.000.000 ali em mãos, que ele teria de pagar 10% ao ferreiro. E claro ele poderia abrir as cartas em mãos, o cara encarava ele depois de ter feito o serviço de abertura, bastante serio, sem muito gosto na face, ele queria a grana dele e só.

Alesya estava despreocupada, mas levantava pra olhar a grana mais de perto, ela pegava também os envelopes pra ver como eles pareciam de perto, e bem, era um papel macio com um selo de nobreza, deveria ter vindo da família real da ilha, ou de alguma outra, o cheiro apesar de ter se misturado com o do aço derretido era originalmente de jasmim, e ainda tinha um pouco disso ali.-Isso devia cheirar bem antes.- atestou ela com o papel próximo ao rosto.

E o cara da forja, logo comentava, sobre os evelopes.-Melhor abrir pra ver se não tem mais dinheiro aí Yeah.- disse ele ignorando qualquer misticismo por trás da ideia dos envelopes, de forma até anti climatica.



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Dano Explicado: Danos restaurados depois do descanso longo.
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Re: II - Fool me Twice Sex Abr 22, 2022 6:08 pm




A secret's worth depends on the people from whom it must be kept





Um amendoim era pequeno, mas devia parecer algo gigantesco quando comparado ao cérebro daquele homem rústico e sem cultura. Provavelmente a tal “fada verde” tinha causado danos em sua cognição, com uma força muito maior do que o ferreiro empregava nas marretadas executadas para dar forma ao aço com que trabalhava. A presença de Godo, como sua figura, era desagradável, mas o importante é que, finalmente, ele tinha sido capaz de abrir aquele cofre.

Apesar da ojeriza que sentia em relação àquela figura, era um homem honrado, de forma que, após constatar o valor total, entregaria a porcentagem devida para o artesão. - Tinha quatorze milhões de berries no cofre, como foi acordado entre nós, você fica com um milhão e quatrocentos mil, enquanto eu fico com doze milhões e seiscentos. - Até um tolo como aquele precisava mexer com dinheiro para sobreviver, ainda mais trabalhando em uma loja, de forma que Lyosha torcia para que ele fosse capaz de compreender conceitos básicos de matemática e não questionasse a sua conta. Se houvesse alguma discordância, explicaria seus cálculos com um sorriso forçado no rosto, como se falasse com uma criança de cinco anos. - Não é uma conta difícil de se fazer, basta eliminar um zero. - Não conseguia pensar em uma explicação mais básica e resumida que essa.

Com o lucro garantido, sua curiosidade voltava-se exclusivamente para aqueles envelopes. A afirmação de Alesya era pertinente, quem quer que tivesse escrito aquilo tinha tido muito zelo, além disso, o fato do selo estar intacto lhe deixava intrigado. Apesar da burrice inata, Godo não estava completamente equivocado em sua sugestão. - Você está certo, amigo, vou abrir agora mesmo. - Concordaria, com um sorriso irônico no rosto. Se houvesse algum dinheiro ali, o que era extremamente improvável, sua palavra obrigava-o a dividir na proporção combinada.

Observaria bem o brasão imprimido nos selos, guardado a imagem na sua memória, em seguida, violaria o lacre e começaria a desvendar o conteúdo daquelas mensagens. Mostraria o conteúdo presente nos envelopes para o ferreiro, deixando claro que não escondia nada, mas não revelaria os conteúdos das mensagens, lendo atentamente o que quer que estivesse relatado ali. Independentemente do que descobrisse, tentaria esforçar-se para manter a sua expressão e não trair seus pensamentos.

Após a leitura, dobraria os papéis, guardando os mesmo no bolso interno de seu terno, em seguida, encararia Alesya com um sorriso arrogante eu seu semblante. - Vamos indo, meu bem, ainda temos muito o que fazer hoje. - Declararia, oferecendo o braço para a mesma. A declaração era verdadeira, independentemente do que descobrisse, ainda precisava reencontrar-se com Mihaela e deixar a nova embarcação pronta para partir a qualquer momento, além disso, não era prudente andar com tanto dinheiro em mãos.

Dirigiria-se, junto de Alesya, até a filial do Banco Atlas que havia visitado anteriormente, chegando-lá, esperaria por sua vez de ser atendido e informaria os dados de sua conta. - Gostaria de depositar dez milhões, por favor. - Entregaria a quantia logo após realizar o pedido, não pretendendo passar muito tempo naquele estabelecimento.

Assim que voltasse à rua, olharia para sua parceira, com uma proposta irrecusável em mente. - O que acha de fazermos algumas compras? - Sabia que precisava economizar, tanto que tinha guardado boa parte do dinheiro, mas também sentia que precisava comemorar de alguma forma e isso lhe parecia ideal, poderia até comprar alguns presentes para os outros.



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Última edição por Lyosha em Dom Abr 24, 2022 11:43 pm, editado 2 vez(es)
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Re: II - Fool me Twice Sex Abr 22, 2022 9:23 pm

忠義 Chuugi




- O que? Agora? Não quer depois? Não sei se estou com eles aqui… - De uma cobrança imediata do canino, sugeria que ele deixasse para depois em algum momento oportuno, já que comer durante o serviço ia contra nossos meios de serviço, éramos profissionais e o foco deveria ser mantido, mas duvido que ele entenderia isso com tão pouco tempo de ação, e eu também devia dar um desconto por ser sua primeira missão - Lembre-se que não fazemos isso durante o trabalho sério, mas vou abrir uma exceção já que eu gosto muito de você… tsc - Resmunguei breve frente ao seu comportamento completamente desleal e baixo ao fazer a cara fofa.

Quem sabe a falta de dificuldade para acionar a residência fosse mesmo uma forma de acobertar sua culpa, aroma forte cobrindo outros cheiros pela casa, me fazia questionar um pouco sobre a origem daqueles, parando e enfim dando tempo aos pensamentos, além do guarda, somente uma das testemunhas além do próprio tinha sobrevivido, a estranha mulher que tinha me vendido a tinta de cabelo, o conhecimento daquele pelos registros era grande, seu cuidado para lidar com as mais diversas situações, peguei-me perguntando então se ele sabia o que aquela mulher tinha visto. Uma relação entre eles talvez? Cliente e comprador, conhecidos por uma longa data, ao que fosse, o cheiro do incenso de alguma forma parecia me lembrar daquele ambiente desconfortável e dos relatos confusos dos dois.

A presença da marinheira no estado de busca certamente me incomodava, até então, só tinham me atrapalhado com as provas de pistas circunstanciais, não é como se eu tivesse um conceito já pré estabelecido sobre os oficiais de azul, mas daqueles até o começo de minha procura revelaram falhas ao extremo, um chamado “Besteiro Noturno” ou coisa parecida não antes mencionado no relato da primeira oficial, eles eram todos bons cheios de teoria, se quer saber, a minha é de que não faziam ideia do que estava acontecendo desde o começo - Furu, cuidado, deixa que eu cuido disso - Da preocupação faria uma caminhada para analisar mais de perto aquele pedaço solto, ligava ao fio, provavelmente, conhecendo a figura que havia pego, ligada a algum mecanismo.

Procuraria por algum outro sinal de mecanismo pelo local, seguindo a lógica, se aquilo acionasse outra coisa, como por exemplo arremessar dardos em nossas cabeças ou fazer chover ácido, haveria alguma abertura ou “fio” que ligassem essas duas partes, creio eu, se possível, iria tentar arrancar as madeiras ao redor daquela sobressalente, querendo encontrar parte das ferramentas ou algum caminho que ligasse ela a algum outro ponto, apenas seguindo para que pudesse encontrar. Ao fim, descobrindo uma abertura em algum outro lugar, teto, paredes ou coisa do tipo, a primeira atitude não seria de romper a ligação com a tábua, não sabíamos como funcionava, tampouco os efeitos, minha preocupação não era com a possibilidade de alguma coisa ser atirada em nossa direção, mas sim com o comprometimento das possíveis provas.

“Não devo mexer nisso a menos que tenha certeza do que faz, se comprometer as provas não vai ser nada bom, continuemos procurando por algum outro lugar” Da busca exaustiva faria uma procura ainda maior pela casa e seus arredores, querendo ter certeza de que aquela tábua era mesmo a única coisa anormal na casa, não me restando muita coisa além de mexer nela para descobrir o que faz, mas pronta para os sons que pudesse provocar com esse movimento, afinal, tentaria esquivar do que fosse ouvindo os sons dos mecanismos.



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Re: II - Fool me Twice Dom Abr 24, 2022 7:17 pm
I - Fool Me Twice



Jyundee Kujoh

Jyun se encontrava numa situação  complicada uma armadilha se colocou à sua frente, e ela era absolutamente leiga nesse quesito, ela não entendia de máquinas de forma geral, e quem dirá de armadilhas, naquele momento ela foi removendo as laterais da tábua, e aos pouco vendo que havia um mecanismo embaixo, mas ainda mais, encontrava canos ligados aquilo.

Aquele momento parecia intenso, ele encontrou mais três mecanismos de cordas, olhando nos arredores, por trás, das cortinas, quando a Marinheira entendeu o que estava acontecendo, ela arregalou os olhos, pois viu o que era a máquina ali abaixo, as linhas as cordas…

Aquilo era provavelmente explosivos, os canos devem conter algum gás.-Ow ow ow ow ow Você sabe como desarmar isso? Ou ta tentando ir na loucura?- e era retórica a pergunta pois ela estava vendo que a garota começava a andar para o caminho errado, e qualquer pequena merda, poderia mandar tudo pelos ares.

Ela inspirava profundamente soltando todo o ar. Estava claramente incomodada de estar ali, e de ter sido enviada pra a aquele lugar, mas logo voltou a falar.-Isso aqui vai explodir e mandar a casa toda pelos ares, estes tubos, devem ter gás metano, no melhor dos casos um incêndio.- disse com uma feição extremamente séria.

Então ela começou a assumir a frente dessa questão.-Eu consigo desativar, mas, preço que se afastem, existe chance de falha mesmo eu conhecendo armadilhas, ele foi engenhoso.- ela então ajoelharia sobre as tábuas ali abaixo, e olharia o que estava ali, então ela abria a lateral da mochila que ela carregava consigo, e tirava ferramentas, uma chave inglesa, uma de fenda, algumas outras coisas, e começava a mexer ali no mecanismo.

Levava trinta minutos pra ela conseguir remover a tampa sem enxergar por conta que a principal parte cobria o local tinha a linha. E depois disso levava mais uma hora, pra ela conseguir ir desmontando o mecanismo sem foder com tudo, onde então ela podia remover a linha.-Agora preciso de você, segure essa chave exatamente nessa posição com toda sua força.- disse ela com bastante paciência.

E deixaria que a mulher fizesse isso por ela, quando então iria começar a mexer na segunda parte e remover, um negócio diferente, o segundo mecanismo era uma alavanca, que quando ela puxava abriu porta para um alçapão.

Então, ela não esperava qualquer agradecimento, apenas começou a abrir o alçapão com cuidado novamente e então disse.-Podem entrar, não vai mais explodir, pode soltar a chave.- e com isso ela voltou para recolher as ferramentas, e colocar na mochilinha presa ao cinto.

Ela seguiria as moças, para lá pra baixo, então lá em baixo, ela encontraria um Piano sozinho, sim era uma sala vazia com um enorme piano ali, ele tinha aparentemente uma partitura no local, as teclas não pareciam empoeiradas, o que significava que ele era usado com certa frequência. Mas o que um piano sozinho fazia naquela sala?

A partitura era de uma música infantil, chamada de “Lilly’s Baby Dream” onde furu começou a sentir os cheiros e latir para a parede ele apontava com o focinho para a parede atrás do piano. Como se tivesse algo ali atrás, o doguinho era realmente muito útil nesse cenário de investigação.

Então por último Jyu percebia mecanismos ligados a parte de baixo do piano, talvez ela tivesse que fazer algo no piano, para revelar alguma coisa, ou algo desse tipo. Seja o que fosse agora isso era completamente por conta da caçadora, já que certamente Furu não sabia como resolver o enigma, e a marinheira, apesar de ver os mecanismos, não se tratava de uma armadilha, e ela não tinha ideia de como resolver.

Lyosha Bulgakov

O homem depois de tudo aceitava os um milhão e quatrocentos mill com certa facilidade, não questionando os números em si apenas dizendo.-Sou muito bom em contar Yeaaaaah por isso sou bom ferreiro Yeeeaaah!!- Ele derrepente começou a fazer YEAAAAAH mais longo, provavelmente por estar bem mais animado agora, depois de receber sua parte do dinheiro.

Ele então ainda falava mais sobre suas habilidades.-Godo consegue dizer o peso de qualquer coisa só de olhar Yeah por isso, ele é um ferreiro ESPETACULAR!! Sei dizer qualquer valor em dinheiro só de olhar. Yeah-Disse ele falando de sua habilidade com números, não dava pra saber ser era real ou se ele estava metendo o louco, mas ele parecia bem verdadeiro enquanto falava isso.

E ele continuava falando enquanto Lyosha estava ali pra abrir as cartas complementando a sua história de vida, que com toda certeza nosso colarinho branco não se importava nem um pouco.-Aliás, quase fiz parte da equipe científica da marinha, produzindo coisas espetaculares YEAH fui expulso por falta de CO-MU-NI-CA-ÇÃO YEEEEAAAAH eu não conseguia trabalhar em grupo.- então Lyosha abriu todas as cinco cartas, mostrando que nenhum dinheiro ali havia.

Então começava ali nas cartas o assunto, eram todas aparentemente trocas entre uma das cuidadoras do teatro, provavelmente o chefe e algum homem do lugar, talvez alguem com titulo de nobreza, mas sem revelar muito sobre quem ele era já que ambos se comunicavam por alter egos o conteúdo era sobre paixão ardente. Eles se provocavam em palavras, uma das cartas era um grandioso poema, a outra continha um texto escrito, onde ele agradecia sobre outra cara e respondia, eles marcavam coisas que queriam fazer.

Algumas das coisas do texto eram de uma lascívia memorável. Mas as cartas tinham em todas elas um final criptografado, talvez fosse o local dos encontros ou coisa desse tipo, mas a verdade era que nosso mãos leves não sabia a resposta para aqueles criptogramas, e com toda certeza se quisesse desvendar teria de ir atrás de mais respostas.-Derreterei o cofre na forja, pra que não restem provas Yeah, boa sorte.- disse ele agora de bom humor.

O cara estava satisfeito, recebeu sua parte prometida, e tudo funcionou como ele queria até então. Com isso ele chamou Alesya para que finalmente pudessem sair, ela então agarrou o braço dele por entre o ombro e disse.-Muito bem, prossigamos.- disse dando um sorriso enquanto eles caminhavam.

Então já no banco ele depositou dez milhões, algo bem pensado, afinal, quantos canalhas invisíveis não podem estar à espreita por ali.-Adoraria, preciso de mais algumas roupas confortáveis para dormir. - Então ela comentou com ele, deixando que a guiasse pra o destino que fosse.



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Re: II - Fool me Twice Seg Abr 25, 2022 5:20 am




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———O conteúdo das cartas deixava Lyosha intrigado, apesar do teor sensível e libidinoso daqueles textos, mesmo que esses revelassem a natureza de um caso extraconjugal, o jovem não via motivo para guardá-los tão bem. Parando para pensar bem, chegava a conclusão de que seria muito mais prudente rasgar ou queimar aquelas mensagens caso sigilo e discrição fossem prioridades. Não conseguiu atribuir nenhum valor para aquelas mensagens, mas, se estavam guardadas tão bem, deveriam valer algo. Por precaução, carregaria as cartas consigo, quem sabe servissem como material de chantagem no futuro ou algo do gênero.

———Esforçaria-se para ignorar os balbucios de Godo, de forma que as palavras do ferreiro entrassem por um ouvido e saíssem pelo outro, ele já tinha cumprido sua função e não tinha mais nenhuma utilidade. A ideia de derreter o cofre para não deixar provas lhe surpreendia positivamente, mostrava que a cabeça daquela criatura não era completamente oca, mas julgava que esse pensamento era a consequência de ter feito muitos trabalhos escusos e não sagacidade ou inteligência. De toda forma, não esconderia a sua surpresa, revelando um sorriso incrédulo ao escutar aquelas palavras.

———As palavras que nunca ignorava, entretanto, eram as de sua amada cozinheira, que às vezes podia dizer barbaridades. - Não vejo problema nenhum com seu guarda-roupa, gosto dele inclusive. - Protestaria, lembrando da camisa larga da noite anterior que havia lhe agradado bastante. Ele, por outro lado, tinha a plena convicção de que precisava de novas roupas.

———Assim que chegassem em um lugar onde pudesse fazer compras, procuraria por uma alfaiataria ou estabelecimento similar, onde pudesse comprar roupas novas. Tentaria comprar um par de camisas sociais vermelhas, para combinar com os seus olhos, dois coletes sociais negros, duas calças sociais da mesma cor, mas listradas, e dois ternos de fenda longa, nas mesmas especificações. Também buscaria comprar um lenço vermelho que pudesse guardar no bolso do terno, para se limpar se fosse necessário e, depois do que aconteceu na noite passada, um par de luvas de couro. O destino de suas roupas atuais era, inevitavelmente, o descarte, de forma que seria prudente ter um par de reserva, caso precisasse se envolver em combate novamente.

———Após lidar com o assunto mais urgente, as suas roupas, acompanharia Alesya em qualquer compra que ela desejasse fazer, daí então, pensaria em Mihaela e Jyundee, achava que seria oportuno surpreender as duas com um presente. A navegadora era alguém fácil de presentar, bastava encontrar um baralho de tarot, uma bola de cristal ou qualquer outra coisa que evocasse um ar de misticismo. Jyundee era uma pessoa mais difícil de presentear, mas pensava que talvez um instrumento musical fosse de seu agrado, uma flauta ou algo parecido.

———Por fim, compraria uma boa garrafa de champagne, já que sabia que era tradição estourar uma ao batizar um novo navio, algo que aconteceria em breve. Ao finalizar as compras, retornaria até o hotel, procurando pelo quarto de Mihaela, para saber se tudo relativo ao navia havia ocorrido bem no dia anterior.



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Re: II - Fool me Twice Seg Abr 25, 2022 4:23 pm

忠義 Chuugi




- Como assim loucura, não é só quebrar essa merda? Nunca vi mecanismo quebrado funcionar - Disse desviando olhar confuso para Furu, apesar dela parecer entender sobre o assunto, ainda não entendia o real motivo de todo pânico, mesmo frente a sua declaração sobre tudo poder ir pelos ares - E por que não furar o cano e deixar o gás ir embora? Quer dizer, é só não encostar na linha - Apesar de escapar um tom irônico indesejado, fiz-me tão séria quanto ao questionar sobre a engenhosidade, no fim eu já estava esperando por alguma coisa que pudesse apagar todas as provas ao acionar de uma peça sobressalente ou coisa parecida, fizera isto comigo durante toda a luta, não havia motivos para ser diferente em sua casa.

Estaria perambulando pela casa até o presente momento que se fizesse necessária minha ajuda, sem pensar muito sobre o assunto, apenas me assegurando que Furu mantivesse o focinho curioso em uma distância minimamente segura. Seguindo adiante, fiz-me surpresa pelo novo achado, aparentemente nem o mais genioso dos mecanismos para aquele era o confiável, embora fosse completamente louvável a pedida para uma proteção mais concisa de seus pertences, os fios no assoalho serviam para afastar os indesejados que não sabiam pelo que estavam procurando, já o piano parecia servir como uma espécie de segurança reforçada para aqueles mais próximos do sujeito, se é que havia alguém, ou apenas ele talvez gostasse da sensação de guardar o segredo.

“Como é que a Komi fazia mesmo?” Me lembrava um pouco da tarde que tive, ver o piano não necessariamente me trazia memórias emotivas do bom momento, mas as recordações me faziam questionar um pouco a coincidência que aquilo era, de seus defeitos mais aparentes, aquele o menor, tinha um maldito bom gosto musical, não me referindo exatamente com relação à partitura posta no instrumento. Percebendo a natureza dos mecanismos postos na parte inferior, reconhecendo os trejeitos de Furu indicando alguma coisa por ali, de meu breve instante faria a captura daquelas páginas repletas de alegorias - símbolos musicais.

Se possível, faria uma averiguação inicial antes de efetivamente tentar tocar, as notas podiam revelar um uso contínuo, imaginando que pela manutenção fosse quase um hobbie do sujeito pela prática, desgaste de teclas e cordas não iriam me revelar muita coisa, mas eu estava interessada em olhar o interior para ver se havia alguma aparente ligação entre os mecanismos e cordas, sabendo do pouco sobre aqueles mecanismos, sendo quase impossível definir uma evidente diferença entre o que poderia ser parte padrão do piano ou o que era de fato uma construção pessoal do criminoso, tentava encontrar algo que se ligasse as cordas que não aqueles mecanismos acionados pela tecla para produzir o toque na corda e então ecoar o som, qualquer coisa acionada além disso seria meu principal suspeito, a fim de verificar com mais clareza, iria tentar notas diferentes, dando uma certa alternância entre as notas listadas na partitura e as que não estavam, tentando perceber alguma diferença na hora em que eram emancipadas.

Tentando começar por simplesmente tocar as notas denotadas no papel, posteriormente, tentando encontrar alguma relação entre as páginas caso não desse certo, sobrepô-las ou inverter, de forma que pudesse achar outra sequência de notas corretas que pudessem ser tocadas. Perceber se daria certo ou não apenas na especulação era um pouco subjetivo, mas em geral as notas vinham acompanhadas de símbolos, mesmo que as mais simples das composições ainda respeitam algumas regras estruturais, se não estas, pelos próprios desenhos daria pra perceber tratando-se ou não de um tom existente.

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Re: II - Fool me Twice Ter Abr 26, 2022 12:26 am
I - Fool Me Twice



Jyundee Kujoh

Como sempre sua forma de falar, e maneira de agir perante conhecimentos que não possuia era levemente desagradavel para a marinheira, que respondia, já com certo incomodo.-Se quebrar os canos o gás vai vazar para dentro, a falha na tubulação vai nos dar pouco tempo pra sair rápido daqui, isso se não romper em chamas instantaneamente. Se quebrar a máquina ela vai ativar os dispositivos. Armadilhas são feitas pra que você tente quebrar, é isso que qualquer um que não entenda faria.- explicou ela enquanto trabalhava, antes que a caçadora fosse vagar pela casa.

Então quando ela terminou chegava-se a fase do piano, sua primeira tentativa era a mais simples apenas tocar a canção nas notas exatas que ali estavam, enquanto que isso não trouxe resultados, a musica era bem bobinha, passava mesmo essa vibe infantil, algo feito para o entretenimento de crianças, no entanto quando ela invertia a melodia, podia ouvir que as notas agora tinham um som mais soturno, então em muitas tentativas.

Uma se encaixou, colocando as notas alternando entre elas, de trás pra frente, pulando uma e indo pra próxima, e no final tocando as que sobravam pelo meio. Era meio macabro, parecia um tipo de som fúnebre que dominava os ouvidos de todos que estavam ali, era estranho o que notas musicais podiam fazer, alterando sua ordem, e função, se podia criar muitas coisas.

Mas quando ele chegava nesse ponto, a parede abria ali, entrando para dentro de um cão, indo de forma horizontal, da esquerda para direita. Ali estavam vários barris, eles pareciam realmente cheios, o cheiro era de sal, mas quando abrissem poderiam ver, órgãos humanos, conservados dentro do sal, baços, fígados, corações, úteros, estômagos. Todos em grandes barris.

Porém a coisa mais perturbadora ali eram as balanças, e pratos, que tinham certo sangue, elas ficavam numa mesa à parte para pesar, o que indicava, que ele provavelmente comia os órgãos daquelas pessoas. Havia ali também um grande freezer, onde ele congelava os órgãos mais velhos, provavelmente para retardar ao máximo o apodrecimento. A maior parte do estoque era antiga, apenas dois órgãos eram frescos e deviam ter sido mortos de forma recente, o resto era de mais de um ano provavelmente.

Não dava pra saber se eles estavam ou não em condições de consumir, mas pareciam visualmente saudáveis, ele era um cientista então devia talvez usar mais do que apenas sal e congelamento como conserva, talvez tivesse criado seu próprio método. Mas dessa forma apenas dois dos quatro crimes poderiam ser relacionados a ele, e o resto era uma incógnita, não dava pra saber de quanto nem de onde, mas certamente foram a muito tempo.

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Lyosha ignorava completamente seu novo melhor amigo Godo. Mas não deixava de ouvir por nenhum minuto a moça a seu lado, algo que lhe saltava aos ouvidos, e ela correspondia a situação, falando.-Aprecio o seu bom gosto, mas preciso de mais algumas coisas.- disse sorrindo pra ele de forma bastante sincera, em relação aquele elogio, e com isso, os dois seguiam para as compras.

A primeira alfaiataria que ele entrou esbanjava riqueza, era um lugar de classe, um prédio de ao menos 5 andares, com uma entrada bonita, tapete vermelho logo na entrada, ele, podia ver que era um lugar de classe, enquanto ele ia reunindo as roupas, as pessoas o olhavam, ele se vestia bem, mas ao mesmo tempo suas roupas já estavam meio surradas pelos combates.

Então chegando ali ele pegava as roupas que queria e levava até o balcão, onde a moça sem demora logo lhe disse.-São 780.000 por tudo.- disse ela esperando o dinheiro para dar baixa nas mercadorias, que logo ela despacharia em sacolas pretas bem bonitas, com a logomarca da loja M&W então deixaria que ele levasse as coisas consigo, e só então Alesya começaria a guiar ele pelas compras.

A garota o levou para uma loja de roupas femininas, onde ela entrou saltitante, toda animada, dizendo pra ele.-Vou testar alguns looks diferentes, vem comigo.- Então ela ia pegando várias roupas, mais voltadas pra dormir, alguns pijamas, mais confortáveis.

Eram todas com 100% algodão que ficavam confortáveis mas destacavam bem suas curvas, pegou uma cinzenta, uma preta e uma azul escuro. Vestiu a calça cinza com a camiseta de mesma cor, ficava bem nela, ainda destacava suas curvas muito bem, mas parecia dar um grau de conforto excelente.-E aí o que achou?- dizia ela, entrando e saindo dos vestiários, e colocando todas as roupas de dormir de cores variadas.

Então depois disso, ali na loja ele podia ver alguns artigos musicais, alguns que ele poderia escolher se quisesse, violões, flautas, uma escaleta, e algumas coisas parecidas. Na parte mais fantástica, tinham colares de ocultismo, anéis, filtros dos sonhos, e coisas desse tipo, que ele poderia escolher exatamente o que queria. Algo certo era que ele ia gastar mais com champanhe, algo que logo a mulher da loja o vendeu dizendo.-Custa 200.000 berries.- depois embalaria pra ele levar.

Por fim independente do que ele escolhesse ele ia voltar pra encontrar Mihaela, e quando o fizesse, ele iria chegar no quarto, bater na porta e ela iria abrir apenas uma brechinha, onde olharia com um olho só e então depois vendo que era ele, iria deixar ele entrar.-Oi sumido!! Achei que não ia aparecer mais, sumiu um tempão. Acertei tudo lá com o carpinteiro.- disse ela abrindo a boca, parecia meio cansada, e soltava um bocejo bem longo enquanto se espreguiçou depois disso.




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Re: II - Fool me Twice Ter Abr 26, 2022 1:36 pm

忠義 Chuugi




A singularidade me surpreendeu, embora elaboradas notas compostas desenhadas para alguém que minimamente entendesse do assunto, o fato de conseguir resolver com uma conclusão tão singela me deixou estranhamente alegre, desenhou-se aquele sorriso no rosto, diferente de uma satisfação, a estranha melancolia parecia evadir-me, talvez por tamanha presunção, a certeza desde o princípio me circundava, os estranhos pontos que ligavam os assassinatos e relatos desconexos me faziam crer na culpa do homem. Tendia ao decepcionante ocaso, no fim, não havia capturado o homem que procurava de início, das duvidas existentes algumas ainda estavam sem respostas, cabendo a mim buscá-las noutro determinado momento.

- Ai está Furu, acima de qualquer suspeita, abaixo do nariz da lei, nada como ser um renomado guarda ou vigia local… - Tecendo a mão por dentro da bolsa, puxando mais alguns biscoitos para dar ao cachorro como forma de recompensa, enfim, ensinando-o que ao final de cada trabalho duro, era de se deleitar com a recompensa, independente de qual fosse - É assim que faremos a partir de agora, mas! - Ponderando então a outra hipótese, coisas não respondidas como o incêndio nas docas, podendo ter ou não algo com relação ao crimes, depois das casas em chamas era de se questionar - Conhecimentos anatômicos aprofundados, um gosto peculiar pela música e instrumentos clássicos, além da genialidade para plantar e planejar dispositivos e armadilhas, possivelmente alguém muito solitário, deveria gostar da companhia de alta classe ou coisa parecida, sempre bem prepotente quando falava de si mesmo…- Pensava alto sobre o perfil do sujeito, não era uma análise psico sobre seu comportamento ou coisa parecida, na verdade, uma reunião de todas as informações que me surgiram até então, estes revelando alguns possíveis comportamentos, provavelmente úteis na hora de interrogar ou capturar.

- Vamos ver se conseguimos tirar algumas informações dele Furu, ainda tem um tal de Gararam Bryers à solta, usemos a recompensa desse comedor de órgãos para reparar algumas casas - Na companhia de meu novo fiel aliado, partiria de volta para o QG, agora querendo fazer uma visita formal ao novo hóspede de lá - Aí estão as provas de que precisavam - barris, freezer, pratos - vai apreendê-los agora ou quer que eu chame reforços? - Disse com uma feição extremamente séria, mas por dentro sorria, singela e silenciosa, da cara de bunda que a mulher estava fazendo desde muito cedo, parecia não gostar de seguir ordens, irônico vindo de uma funcionária da marinha, se não gostava do meu jeito, era só terem capturado ele antes.

Assim que chegasse até o QG, faria minha apresentação de sempre, curvando em cumprimento aos encarregados pelo atendimento, denotando a seriedade - Olá, mais cedo aconteceu um incêndio em algumas casas locais, provocados pelo guarda Paul Werneck, o auto intitulado Besteiro Encapuzado, fomos até a residência dele e as provas de mais de uma dezena de assassinatos, violação de cadáveres e afins estão por lá. Não quero a recompensa desse sujeito, usem o dinheiro para reparar as casas danificadas no incêndio, usem o resto para me dar algum suporte na captura de Gararam Bryers, os crimes dele ainda estão sem resposta e eu gostaria de questionar Paul sobre alguns ocorridos, talvez ele possuam ou não ligações com alguns fatos, pode ser que esse Gararam nem esteja vivo ou nesta ilha, mas alguns assassinatos apesar de serem semelhantes em alguns aspectos, possuem modus operandi diferentes -


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Re: II - Fool me Twice Ter Abr 26, 2022 6:55 pm




over-dressed or under-dressed





———Não se importava em gastar quase um milhão de berries para adquirir novas roupas, estilo e elegância eram coisas que não tinham preço. O modo que uma pessoa se veste é a forma que ela tem de se apresentar ao mundo e nada pode ser mais valioso que isso, afinal, as primeiras impressões são as mais importantes. Com as sacolas em mãos, Lyosha mal podia esperar para estrear as novas peças.

———Para muitos homens, acompanhar uma mulher durante as compras é algo entediante e maçante, com certeza esse não era o caso para o espadachim. Como amante da moda e de tudo aquilo que é belo, conseguia se entreter facilmente observando as diversas peças de vestuário, tentando identificar as tendências da moda daquela região como se isso fosse uma espécie de jogo. Mal notava o tempo passar enquanto Alesya experimentava as roupas que havia separado.

———Quando a sua opinião foi requisitada, não pode deixar de abrir um sorriso carregado de malícia. - Sendo honesto, preciso deixar registrado que prefiro você quando não está usando nenhuma delas. - Após a provocação, começaria a pensar seriamente no assunto. Gostava muito de preto e vermelho, não sabia se isso se dava por questões de harmonização com suas características físicas, por questões de gosto pessoal, por ter aprendido que essas cores escondem melhor manchas de sangue ou simplesmente por puro costume. Apesar de saber que o azul escuro valorizava os olhos da mulher, o preto simplesmente lhe parecia mais agradável. - É difícil encontrar algo que não lhe caia bem, mas acho que o conjunto preto é a melhor escolha. - Responderia, com sinceridade e sem gracinhas, afinal tratava-se de um assunto seríssimo.

———Relativo aos presentes, acabaria comprando uma flauta para Jyundee e um filtro dos sonhos para Mihaela. A flauta parecia ser um instrumento básico, que qualquer músico seria capaz de tocar, e a navegadora já carregava bugigangas demais consigo, de forma que um filtro dos sonhos parecia ser a escolha ideal. Acabaria comprando esses dois presentes, não se importando em pagar o preço necessário. Também não se importava nem um pouco em gastar aquela quantia com o champagne, afinal, assim como a elegância, a sorte também não tinha preço.

———Abria um largo sorriso ao rever Mihaela, estaria mentindo para si mesmo se dissesse que não estava morrendo de saudades daquela criatura irritante. Sabia que haviam passado pouco tempo separados, mas a consideração que nutria por ela era tamanha que fazia esse curto espaço parecer uma eternidade. - Eu estava procurando alguém para lhe substituir, por isso estava sumido, infelizmente não achei ninguém minimamente capaz. - Afirmaria, em tom claro de brincadeira. Logo em sequência, pegaria o presente que havia comprado para ela e entregaria-o. - A propósito, Mica, vi isso no mercado e lembrei de você, espero que goste. - Esperava que a mulher ficasse feliz com o presente, mas não se surpreenderia com qualquer outra reação, Mihaela definitivamente era uma caixinha de surpresas.

———Ficava feliz e tranquilo ao saber que tudo relativo ao novo navio tinha dado certo, de forma que era uma árdua tarefa esconder a empolgação em seu semblante. - Só nos resta comprar os suprimentos, daí então já estamos prontos para zarpar, correto? - Não tinha nenhuma pressa em abandonar aquela ilha, havia achado o ambiente agradável apesar de suas desventuras, mas quando se era um procurado era sempre bom ter a opção de fugir assim que fosse necessário. Comprar os suprimentos parecia ser um tarefa que acabaria recaindo sobre Alesya, já que ela era, sem dúvidas, a mais capaz quando se tratava desse assunto.

———Se seu raciocínio estivesse certo, só restava uma coisa a se fazer. - Bem, já que tudo parece estar pronto, só falta o toque final. - Revelaria a garrafa de champagne para a navegadora, esperando que ela ficasse tão empolgada quanto ele. - Ouvi dizer que, se você não batizar seu barco com uma garrafa de champagne, sofrerá uma sorte terrível em alto mar. - Esperava que a mulher validasse as suas superstições, dessa forma a única coisa que precisariam fazer era arrumar um nome.

———Esse momento lhe parecia extremamente importante, de forma que gostaria que Jyundee estivesse presente nesse ritual, mesmo que ainda não tivesse conversado com ela sobre as notícias veiculadas no jornal. - Mica, por acaso você tem notícias de Jyundee? - Se suas memórias não lhe enganavam, ambas estavam dividindo o mesmo quarto.



Lyosha Bulgakov
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Shiori
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Re: II - Fool me Twice Qua Abr 27, 2022 3:05 pm
I - Fool Me Twice



Jyundee Kujoh

Depois de tudo restava a reflexão sobre seu inimigo, um cara muito estranho e atípico, e claro a recompensa tão sonhada do pequeno Furu, que respondia com um latido animadíssimo pelo biscoito. Enquanto pegou os biscoitos na mão dela, comendo eles e degustando, ele girava felizão depois de comer com a linguinha pra fora ele dava dois latidos em agradecimento. E mais um confirmando o que ela falava sobre eles agirem daquela forma, e deveriam ir.

Então quando questionava a marinheira, ela mantinha a mesma seriedade, tendo ficado com a guarda alta, durante todo o tempo que Jyu estava por perto, por simples razão da caçadora ter destratado ela no ato de conhecer ela. Algo que não envolvia o que aconteceu no lugar, mas sim a maneira como foi tratada com desdém de graça, e certamente aquilo iria ficar na mente daquela moça.

De qualquer forma, ela respondia com exatidão a pergunta.-Felizmente tenho tecnologia para levar tudo.- e então ela tirou umas capsulas rosas do bolso, e simplesmente fez elas engolirem os barrios, várias dessas cápsulas compactaram todas as provas com extrema facilidade. Aquilo era simplesmente simples pra ela, e sem sequer esperar muito pela caçadora ela avançou para o QG.

Ela imaginava que Jyu não seria capaz de carregar aquelas provas consigo, afinal eram muitas coisas para que a caçadora sozinha pudesse lidar. Talvez a garota desse um jeito, mas na mente da marinheira, aquilo ali era apenas mera pretensão por parte da mulher ali. Chegando lá, no Qg a mulher de patente mais elevada, esperava por a garota, onde ela logo a recebeu, quando as provas já haviam sido entregues.

Ela ouvia detalhadamente tudo que a caçadora disse.-Certo, o dinheiro será desviado em parte para restauração das casas, o valor final era um total de 12 milhões pela captura do encapuzado, ele era bem mais perigoso que o Bryers. 8 milhões vão para as casas, e posso usar quatro milhões para te disponibilizar dois soldados que tenham capacidade de te ajudar nessa investigação, lidar com armadilhas, e similares. Ou pelo mesmo valor, posso lhe conseguir alguns equipamentos, algemas, binoculos, cordas, e similares, e apenas um soldado para auxílio, depende do que você precisar mais, auxilio de pessoal preparado, ou de material de trabalho.- disse ela explicando no que ela poderia ajudar sobre a situação, antes de falar sobre o homem em questão.

Então sobre Paul ser interrogado era o segundo assunto iniciado, que ela começava logo em seguida a trazer as informações necessárias sobre essa ação.-Paul deve estar disponível para interrogatório logo de manhã, ele não deve acordar mais no dia de hoje, mas posso conceder algum tempo com ele, para busca de informações sem problemas.- disse ela com tom de voz bastante cordial, não tinha no entanto a demonstração de muita emoção no que dizia, tento uma abordagem séria e profissional.

Lyosha Bulgakov

Então Lyosha pagou mais cem mil numa flauta e uns vinte mil num filtro dos sonhos, no fim a bugiganga era um presente bem barato. Enquanto que Alesya acabava levando três do conjunto preto, depois da colocação seria do rapaz, onde ela aceitou a ideia, tinha gostado daquilo também.-Apesar de não ser tão elegante como minha pele, já deve valer um pouco.- falou ela respondendo a ideia, mas também a provocação do rapaz, enquanto ambos tinham a finalização de suas compras.

Então quando ele viu a figura loira era aquele velho pensamento familiar, uma boa e velha sensação de provocação, onde ele não levou muito tempo para começar com ela, o jogo que sempre tinham, a troca de farpas era de lei.-Há é? E eu tava tentando ver se encontrava uma função pra você no navio, vou te usar de peso de papel enquanto eu tiver traçando as rotas, desse jeito você vai ter função nas viagens keke.- disse ela com o bom e velho tom ácido de suas colocações, parecia que ela estava com aquilo guardado a horas pra falar quando tudo começasse.

Mas logo sua atenção se voltou ao filtro dos sonhos que ela agarrou com uma velocidade fenomenal, dizendo.-Graças aos deuses!! Eu tinha deixado o meu em casa, maldito agiota!!! Ontem mesmo sonhei que um coelho gigante tentou serrar o meu pé como vingança!!! Obrigada.- disse já colocando ele dentro de seus pertences sem fazer muitas perguntas sobre o assunto. Então quando, o papo sobre isso rodou para a questão do nome do navio.

Ela então fazia um olhar sombrio, como se soubesse muito sobre essa questão, então ela logo começava a falar dos horrores das viagens.-Isso com toda certeza. Certa tripulação velejou pelo mar sem dar nome ao seu navio, e amanheceram com caranguejos grudados nas bolas!! E quando isso acabou, o barco bateu de frente com uma montanha perto de Swallow, adivinha? Eles acharam os corpos sem as calças, e as bolas inchadas, e essa tripulação ficou conhecida como os bolas roxas. Eles até sobreviveram ao naufrágio, mas o capitão bola roxa está por aí, um destino muito pior que a morte!!- disse ela com uma seriedade que apenas ela conseguiria, mesmo com uma história tão bizarra quanto essa. Era difícil de crer para a maioria em uma lenda como essa, mas pra ela aquilo era real.

E com todo esse clima quando a pergunta era sobre a caçadora, ela então levava algum tempo buscando a informação na memória, sobre a última vez que se viram.-Eu não vi ela depois que dormi, e acordei, ela não estava no quarto, deve ter chegado depois que eu deitei, e saído antes de eu acordar.- disse ela sem ter muita certeza sobre o paradeiro da espadachim.



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Re: II - Fool me Twice Qua Abr 27, 2022 6:31 pm

忠義 Chuugi




Diante da retórica, ambas opções não eram satisfatórias, das quais a que melhor me agradava sendo a decisão por manter a economia em prol de interesses pessoais, análises mais precisas dos instrumentos capturados, quem sabe até a manutenção e produção de algo que pudesse me ser útil dali em diante, a dura lição de aprender e se adaptar com os oponentes, diferentes de suas malícias sistemáticas, mirava meu foco na obtenção de produtos que fossem realmente utilitários ao invés de simples armas focadas apenas em matar.

- Na verdade, gostaria de ficar só com o dinheiro restante, os soldados seriam de grande ajuda, mas suponho que parte deles não se adequariam do jeito que trabalho ou penso, mas se não for possível, eu aceitaria a prestação de alguns serviços no desenvolvimento de equipamentos, compreendo muito pouco de mecanismos e suas funcionalidades, mas lutando contra esse homem, Paul, percebi que alguns instrumentos com funcionalidades em batalha podem ser determinantes, mesmo sendo alguém formidável - Da graça de minha própria ignorância, fazer de uma desvantagem meu ponto forte, embora o estudo não fosse aprofundado, o simples fato de compreender um pouco da complexidade que permeia os mecanismos seria o bastante para me dar algumas ideias bem simples do que poderia fazer, a própria flecha com gás sonífero usada contra mim sendo um desses instrumentos, talvez não com algo que possa prejudicar a mim e meu oponente, ou perfurante a ponto de poder causar-lhe danos severos. Bombas de Fumaça.

- Agradeço pela atenção, não sei ao certo minha disponibilidade para a visita amanhã, rogo peço que, se na minha ausência, façam prescrição das declarações, não que eu queria ensiná-los a fazer o trabalho, mas desde o começo da minha busca pelo Gararam me deparei com algumas falhas que dificultaram a investigação, tanto minha quanto a de vocês, então peço que não tome isso para o lado pessoal - Daquela inexpressiva silhueta - com o olhar distante ainda relembrando das dificuldades ocasionadas pelas falhas, não sendo direta minha posição quanto àquela crítica, aceitar ou rejeitar com palavreados sarcásticos, de pouco mudariam, já que ao passo de meu embarque para a próxima ilha, problemas ainda surgiriam que não mais me dizem a respeito, absorver estes pontos poderia ser benéfico ou simplesmente imutável, o que sei é que de pequenas mudanças, diminuições de falhas, a perfeição se desenha, cabia a justiça determinar se ela queria ou não ser algo assim.

A tornar, com os passos leves voltaria para lugar em que havia me hospedado junto aos outros, precisando de um tempo para descansar, não esquecendo de reencontrar a minha futura colega tripulante noutra hora para convencê-la de vir conosco.



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Lyosha
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Re: II - Fool me Twice Qua Abr 27, 2022 10:15 pm




a ship has no reason to fear turbulence





———A resposta de Mihaela contra a sua provocação, à primeira vista, poderia parecer uma declaração certeira. Era verdade que o jovem não ajudava içando velas, controlando o timão ou limpando o convés, essas tarefas braçais não lhe caiam bem, mas engana-se quem crê que Lyosha realmente é inútil em alto mar. Ao bem da verdade, o trabalho dele talvez fosse o mais árduo de todos. Com um sorriso presunçoso no rosto, não hesitaria em responder sua companheira. - Aí que você se engana, cara Mica, na nossa tripulação eu faço o trabalho mais complicado de todos: roubar, ou pior ainda, comprar o barco em que velejamos. - Apesar do teor humorístico, não exagerava nessa parte. Comprar era realmente muito pior do que roubar, preferia que suas ações pesassem em sua consciência em vez de seu bolso, afinal, não podia pagar boas peças de roupa ou entradas de espetáculos com sua consciência.

———Vendo a reação da navegadora ao receber o presente, sentia-se genuinamente feliz com aquela reação, parecia que toda a alegria que não tinha experimentado até então vinha surgindo de forma retroativa a partir do momento em que se juntou a esse grupo. Ao escutar a história da tripulação dos bolas roxas, sentia um frio percorrer a sua espinha, não tinha nenhum intuito de compartilhar aquele destino, de forma que julgava ter feito uma ótima escolha ao ter comprado aquela garrafa de champagne.

———Gostaria muito que Jyundee estivesse ali com eles, mas sua ausência não era o fim do mundo. A caçadora certamente tinha coisas importantes para tratar, ou podia apenas estar os evitando após ver os cartazes. De toda forma, a mulher parecia ser do tipo que era capaz de se proteger sozinha e saber que ela não estava metida em nenhuma encrenca já era o suficiente para Lyosha.

———Havia pago caro naquele barco e esperava ter feito um bom negócio, não entendia os detalhes técnicos, por isso deixou Mihaela como encarregada, mas esperava, mesmo sendo leigo, que a nova embarcação fosse mais confortável que a antiga. Mentiria se dissesse que não estava curioso para ver como seriam seus novos aposentos quando estivesse em meio ao mar. - É realmente uma pena que ela não esteja aqui, mas isso não muda os nossos planos. - Comentaria, com uma expressão momentânea de leve pesar. - Nos leve até o novo navio, não precisamos batizá-lo agora, mas quero vê-lo logo. - De certa forma, aquela viria a ser a sua nova casa, assim sendo, era inevitável começar a criar expectativas.



Lyosha Bulgakov
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