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Sasha
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Relembrando a primeira mensagem :

III - Prendam, segurem, agarrem, capturem! Peguem o traidor agora!

Aqui ocorrerá a aventura do(s) Revolucionários Lucy Von Kral & Mary Van Tassel. A qual não possui narrador definido.


Última edição por Sasha em Ter Jan 25, 2022 1:10 pm, editado 1 vez(es)

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 III - Prendam, segurem, agarrem, capturem! Peguem o traidor agora! - Página 5 WN4Utd7


Formiga
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Sombras em Stevelty


Lucy - Mary


Lucy encontrava uma quantidade considerável de produto inflamável que seria capaz de suprir a sua necessidade, carregando tudo na cápsula encontrada por Gigi anteriormente. Mary por outro lado falou sobre todo o plano com os membros daquele grupo, que entenderam perfeitamente como tudo seria realizado, ficando animado para se vingar – mesmo que de forma irrisória – do Governo e dos Marinheiros que já lhes causaram tantos problemas. Mary e Vesra foram pelo mar, contornando a ilha até avistarem aquela estrutura prisional que estava repleta de criminosos, incluindo os adeptos à revolução citados pela figura que liderava o assentamento naquele dia. Porém, diferente do esperado, Mary, Vesra e dois homens saíram do barco, indo por terra, se escondendo na própria vegetação existente ao redor da prisão. Lucy por outro lado foi com o restante do pessoal por terra, cortando todo caminho na mata, seguindo guiado por um dos homens da revolução que tinha o conhecimento para tal ação.

Todos aguardaram a pequena garota se esgueirar pela vegetação, que cobria completamente seu corpo e dava uma certa facilidade para que ela chegasse até a parte frontal da prisão. Como citado na narrativa anterior, um pequeno espaço entre o portão e o solo se mostrou presente, um espaço grande o bastante para que a pequena figura revolucionária conseguisse passar e agora se encontrava no interior daquela prisão. O pátio inicial era como no mapa que viu anteriormente, tendo as estruturas bem visíveis e também o portão que dava acesso para área dos prisioneiros alguns metros à frente, mas esse não era o objetivo principal da pequena. Em solo ela conseguia ver a presença de sete marinheiros que caminhavam por ali, alguns carregavam lençóis aparentemente limpos e entravam no dormitório, deixando a porta de acesso aberta. Outros pareciam ir até o refeitório, caminhando em passos largos e conversando de maneira relaxada, mostrando que não esperavam uma investida por parte da organização rival.

Não demorou para que Lucy entrasse no dormitório e notasse uma dezena de beliches, a grande maioria bem arrumados, mas ainda sim existiam aqueles bagunceiros que deixavam roupas e toalhas molhadas em cima das suas camas. O lugar era relativamente fechado, mas existiam janelas espalhadas pelo lugar, cerca de cinco ou seis, algumas não era possível ver com clareza, por conta dos itens existentes no lugar. Alguns marinheiros estavam ali dentro, cerca de quatro deles pareciam responsáveis por reabastecer as peças de cama limpa, enquanto outros três estavam deitados em suas respectivas camas, jogando conversa fora. A pequena notava que o caminho estava livre, realizando suas ações com total efetividade e logo retirando os itens da cápsula, começando um verdadeiro incêndio naquele lugar - FOGO! FOGO! - Gritou um dos marinheiros vendo as chamas se propagarem com velocidade pelas camas e tecidos espalhados pelo ambiente. A garota aproveitou da sua furtividade natural e da sua minúscula estatura para passar despercebida perante os olhos dos inimigos, que estavam mais preocupados em chamar a atenção dos seus companheiros em busca de ajuda.

Ela conseguiu se manter furtiva do lado de fora do lugar, se escondendo atrás de um amontoado de caixas vazias, provavelmente onde a comida dos presos ficavam. De qualquer forma, notou um número considerável de marinheiros se reunindo em frente ao lugar que em poucos segundos estava tomado pela chama, lançando uma densa fumaça acinzentada que chamava a atenção de Mary e o restante dos revolucionários que estavam esperando unicamente o sinal. Um dos homens que não era adepto a revolução partiu da mata em direção ao grupo de marinheiros que fazia a ronda, atacando um deles por trás e logo sendo seguido pelos outros homens que também não faziam parte do exército, começando uma verdadeira briga na lateral da prisão e Mary conseguia ver aqueles homens lutando contra os marinheiros da posição em que ela estava – INIMIGOS! INIMIGOS! – Gritou um dos marinheiros que tinha ficado nos muros fazendo a segurança, disparando com sua arma na direção do grupo invasor, que retrucavam com tiros – alguns dos membros

Quando o aviso do marinheiro chegou já era tarde, a porta principal tinha sido aberta e alguns dos homens passaram correndo para o lado de fora carregando baldes, vendo a presença do barco que se aproximava gradativamente do porto INIMIGOS PELO MAR! – Gritou um deles desesperado enquanto enchia o balde com água – TOQUEM A SIRENE! – Gritou outro que tinha acabado de encher o balde e estava prestes a voltar correndo para dentro do lugar – as portas ainda estavam abertas. Lucy conseguia ver um cenário caótico no interior da prisão, o fogo tinha tomado conta de todo dormitório e um número alto de marinheiros corriam de um lado para o outro, se tornando até mesmo difícil ter uma estimativa de quantos homens estavam ali. Alguns estavam sem camisa, outros devidamente uniformizados, eles corriam como baratas tontas tentando buscar pelas suas armas e também ajudar a conter as chamas. Alguns homens armados estavam voltando para os muros com velocidade, subindo as escadas de concreto que davam acesso ao lugar.

O caos tinha sido instaurado, o grupo de revolucionário deveriam ser rápidos em suas ações para que as sirenes não fossem tocadas, afinal, um grupo ainda maior de protetores da lei chegaria em pouco tempo, vindo mais rápido se ouvissem a sirene indicando que algo tinha dado realmente errado. A revolução parecia esperar um sinal de Mary ou Lucy, mesmo que as chamas tivessem dado start em toda situação, no fim, os homens não tinham culhão suficiente para se responsabilizar pelos seus atos. Mary estava próxima a entrada, escondida na vegetação e pedras que cobriam seu corpo, enquanto Lucy estava no interior do lugar próximo às caixas e não muito longe do dormitório em chamas.


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Achiles
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Prendam, Segurem, agarrem, capturem! Peguem o traidor agora!



Tudo estava seguindo nos trinques, parecia que pela a primeira vez na revolução alguma coisa aconteceria como deveria acontecer sem nenhum imprevisto e com um número bem baixo de mortes do nosso lado. Mas é claro que isso não acontecia, marinheiros começavam a gritar dizendo que tinham avistado inimigos na terra e no mar e que iriam tocar o alarme.

Eu tinha duas decisões para tomar, uma delas era correr para as muralhas na procura da sirene e impedir que ela fosse tocada ali ou iria para a sala dos marinheiros que também poderia ter a sirene, fosse essa um caramujo ou apenas algum aparato alto o suficiente para ser ouvido. – Se fosse um caramujo, eles falavam para se comunicar com o QG e não tocar a sirene. É estranho... Marinheiros são sempre tão certinhos. – Resmungava em uma voz quase inaudível apenas para expressar os meus pensamentos e então olharia para os lados mais uma vez procurando por qualquer papel que houvesse.

Independente de qual fosse, pegaria e colocaria ele sobre a minha cabeça e então começaria a minha subida pelas escadas na direção das muralhas procurando achar aquela sirene que haviam dito, não parando de correr em nenhum momento e ignorando os atiradores que focavam nos revolucionários já que tinham coisas mais importantes para serem encontradas.

O papel era simplesmente para tentar ocultar ao máximo a minha presença já que olhos desatentos ignorariam coisas simples, por mais estranhas que fossem, em movimento. Considerariam que algo do meu tamanho fosse um rato ou similar correndo com alguma coisa presa em sua cabeça. Bom, talvez essa foi a minha intenção e meu pensamento, por mais ilusório que pudesse parecer.

De toda forma, prosseguiria para o meu objetivo e se encontrasse a sirene, não focaria nos marinheiros que estivessem perto ou qualquer um que estivesse operando ela, sentaria a marreta na safada tentando usar de toda a minha força para amassá-la e quebra-la em um único golpe, recorrendo a uma sequência se fosse necessário.

Em meio ao caminho, tentaria me esquivar de qualquer espada, tiro, bomba, ou o que fosse tentando sempre prosseguir em meio ao caminho nem que tivesse que correr nas paredes ou saltar de muro em muro para prosseguir a muralha. Em caso de ser interrompida e não haver alguma forma que conseguisse passar devido a um marinheiro, tentaria acertar as suas bolas com um golpe, fintando-o e então acertando-o na cabeça do sujeito, na proposta de adquirir tempo suficiente para continuar a me movimentar.

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Kamikaze Run
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Nome: Kamikaze Run
Rank: 2
Descrição: Lucy para por alguns segundos para calcular a sua rota e ângulo de ataque realizando um avanço sem hesitação e veloz, tentando surpreender o seu inimigo com a sua agilidade e realizar um ataque com a sua arma.

Componentes: Prontidão (Qualidade), Veloz (Raça)
Requisitos: - Lucy deve parar por no mínimo (2) segundos antes da execução da técnica.
- Lucy não consegue cancelar a técnica ou mudar de alvo no avanço.
Penalidades: N/A
Aditivos: Dano Aumentado I
Dano: Força + 30%
Bônus: N/A
Stamina: 210.


HistóricoNome: Lucy von Kral
Posts: 21
Ganhos:
- Proficiência: Química
- Proficiência: Explosivos
- Maleta Azul – 15U
- Garrafa Térmica 1L (9/10)

Perdas:
- 2.600.000 B$

Dinheiro – Bolso: 5.740.000 B$

Inventário:
- Martelo Profissional
- Sela com Bolsa Acoplada
- Capsulas Weltschmerz

Qualidades:
- Mestre em Haki
- Prontidão
- Ambidestro
- Furtividade Natural
- Veloz
- Diminuto

Defeitos:
- Louca
- Apegada
- Dependência
- Bisbilhoteiro
- Ajustes
- Exótico

Proficiências:
- Adestramento
- Cavalgar
- Costura
- Doma
- Física
- Furtividade

Saúde:
- Tá sussa!

Cor da fala: - Fala


Objetivos• Aprender Química e Explosivos
• Fabricar ou encontrar Explosivos
• Capturar Zev
• Executar três missões em nome do Exército
• Chegar no Farol


Vício: 05/10


Kerigus
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KerigusMarinheiro
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Mary Van Tassel


O caminho até o local não teve nenhum problema, talvez o governo não esperasse um ataque naquela prisão, ou não estivesse monitorando o local. O problema começou depois do incendia, a ânsia de começar o ataque talvez tivesse afetado a galera que esperava do lado de fora e não tinha a disciplina dos revolucionários a ponto de eles não terem esperado a hora certa de iniciar o combate e o fizeram antes do navio iniciar do outro lado, o que comprometeu um pouco nosso plano, afinal a ideia era o navio chamar atenção para o mar primeiro e depois nós fazermos um ataque surpresa pelo outro lado. - Não seus idiotas… - Eu falava tentando parar os homens que iniciavam o ataque, mas era tarde demais a cagada já estava feita.

Ouvia os gritos dos marinheiros lá dentro percebendo a chegada próxima do navio, mas uma coisa me chamou atenção um grito sobre tocar sirene o que me fez pensar que era uma boa não deixar eles fazerem isso. - Vesra e mais 2 foquem em parar essa sirene o resto comigo, vamos libertar nossos colegas. - Me levantava e puxava minha espada saindo correndo na direção do local e cortando tudo que estivesse na minha frente e não fosse aliado, sempre focando cortes no pescoço, estocadas no joelho quadril, meu objetivo ali além de matar era incapacitar o adversário, afinal eu não queria parar para lutar e sim passar rápido e libertar os prisioneiros e sair dali logo. Usaria minha memória do mapa do local que Robbins tinha para ir até onde os prisioneiros estavam sempre deixando tudo aberto.

Precisava tomar cuidado algum inimigo mais forte poderia aparecer ou então algum ataque surpresa poderia surgir tanto deste inimigo mais forte quanto de alguém mais fraco, tentaria me esquivar de qualquer golpe que eu perceba saindo para o lado com mais espaço e se necessário desviando o golpe com minha espada para auxiliar na esquiva. Estaria sempre atenta aos prisioneiros, se eles resolvessem se rebelar quando tudo começar era importante não acertar um sem querer e acabar reduzindo o que poderiam ser meus aliados.

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Lucy - Mary


O combate estourava e Mary via a necessidade de agir, mesmo que seu plano não tivesse sido colocado totalmente em prática. Pela porta principal a garota passou, mas antes deixou ordens claras com aqueles que estavam ao seu lado, incluindo Vesra. A situação no interior do Quartel era caótica, as chamas se alastraram tomando conta por completo do dormitório, enquanto ela pôde perceber uma pequena figura passando correndo em meio a multidão, afinal, ela já estava acostumada com o pequeno tamanho de Lucy. Inimigos se colocaram em sua frente e ela realizou movimentos simples, mas capazes de se defender e também contra-atacar. Nem todos os marinheiros estavam prontos para aquela investida surpresa, aliás, se estivessem não seria surpresa né? De qualquer forma, a ruiva lutou inicialmente com certa facilidade, pegando os inimigos que apareciam em sua frente, enquanto Lucy como supracitado, partiu com velocidade em direção às muralhas, esquivando-se dos inimigos.

Enquanto a ruiva estava lá embaixo no calor do combate, a pequena investiu usando tudo que tinha em busca da tal Sirena, matutando em sua mente o que seria usado para avisar a Lvneel que a prisão estava sendo atacada. Não demorou muito para que ela pudesse avistar na muralha uma espécie de trombeta cor de ouro, ela era grande e seu corpo fazia alguns círculos. Um marinheiro que vestia apenas a calça do uniforme e corria segurando-a estava perto, ele parecia desesperado olhando para as chamas que queimavam o dormitório, sua fisionomia e físico indicavam que era alguém novo, provavelmente não passava dos seus vinte anos. Lucy era experiente e bem veloz, usando de todo seu potencial para passar como um verdadeiro relâmpago pelo garoto, atingindo com toda sua força a trombeta que não se mostrou tão resistente quanto sua aparência, indicando não ser feita de ouro e muito menos de um material capaz de resistir ao poder da revolucionária.

O garoto arregalou os olhos vendo aquela cena, tendo sua face transformada em pura fúria. Ele largou sua calças e ficou apenas de cueca, partindo para cima da garota com ferocidade – FILHA DA PUTAAAAAA! – Ele parecia louco e literalmente dava uma voadora na direção da pequena. No local onde estava Mary era possível notar a presença de mais alguns dos homens que tinham ido até aquela missão, entrando pelas portas que foram impedidas de serem fechadas por Vesra. A ruiva estava bem, seus movimentos eram fluidos e precisos, atingindo seus oponentes com maestria, no entanto, ela sentiu um golpe acertando a sua panturrilha. Por mais que procurasse ela não conseguia ver nenhum oponente e então novamente era acertada, dessa vez na altura do seu ombro e sentiu uma fisgada, parecia uma espécie de flecha, mas com proporções extremamente pequenas, parecia mais um palito de dente. Não demorou para que seu corpo começasse a ser atingido como uma verdadeira chuva de palitos, que acertavam diversas partes do seu corpo, começando a causar uma dor significativa, mas ainda sim ela não conseguia ver da onde tinha, parecia estar vindo de todos os lados.

Por fim, a luta continuava em meio aquele caos e a ruiva não conseguia chegar até o portão onde separava ela dos prisioneiros, já que cinco homens bem armados estavam a sua frente, em suma utilizando armas brancas como adagas e espadas – 3 espadachins e 2 com adagas -. Não só ela como outros aliados ao seu redor eram atingidos por aqueles palitos, mas o alvo não era encontrado, parecia estar se movendo ao redor deles ou estava invisível? Era algo estranho. Na muralha Lucy tinha além do inimigo de cueca que voava em sua direção, cerca de dois oponentes, um deles usando manoplas grandes e prateadas, enquanto outro parecia carregar pistolas e estava pronto para disparar em sua direção, parecia apenas esperar que o garoto saísse da sua frente.


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Prendam, Segurem, agarrem, capturem! Peguem o traidor agora!



- Quem você pensa que está xingando?! – O olhava com uma sobrancelha levantada enquanto minha postura mostrava-se em firme, controlava a minha respiração para manter o meu fôlego após a última corrida e a série de escadas que tive que subir. Percebia que o peladão acionava um ataque contra mim, uma voadora, por assim dizer. Mas, visto daquele ângulo, parecia mais um carrinho do que realmente qualquer coisa problemática.

O plano estava dando certo e a minha intenção de impedir que a trombeta viesse a ser tocada tinha dado certo. – Três inimigo. Três alvos. Três mortos. – Concluía em um rápido raciocínio do que deveria fazer e o meu primeiro movimento era me esquivar da voadora daquele peladão, esperando até um último momento para me movimentar para a lateral e então encaixar um salto na direção do de manoplas prateadas, a intenção era mantê-lo na linha de tiro do atirador para que o memo não conseguisse me alvejar com facilidade e corresse o risco de acertar os seus companheiros.

Contra o pugilista, focaria em tentar um ataque na altura de seu joelho com um movimento horizontal e então dar um pulo para trás, imaginando que o peladão pudesse me cercar e esse seria o golpe surpresa contra ele, tentando pegar em seu contrapé e acertá-lo com uma marretada em seu peito desnudo como uma estocada já que não poderia ficar parada e precisava da sua cobertura, procurando passar pelo corpo para que antes que o mesmo viesse a cair ou dar passos para trás, eu já estivesse ali. Minha intenção era que ele não caísse e sim fosse para frente, empurrando-o com toda a força que eu tinha para servir de cobertura tanto para um inimigo como para o dois.

Seria nesse momento que respiraria e calcularia as minhas laterais, olhando para as muradas e então verificando os ângulos para que disparasse em velocidade contra o pugilista uma segunda vez, neste momento, focando em acertar o seu braço direito com um golpe ascendente na intenção de quebrar a sua guarda por baixo e em um movimento mais fraco do que o Kamikaze acertar o seu pescoço com uma marretada firme.

Para o atirador, faria uma graça, com a calça do rapaz caída no chão, procuraria rapidamente amassá-la em uma bola e então jogar na direção daquele homem, idealizando uma distração e então tentando atacar por debaixo, focando em sua trombeta e então subindo com um golpe ascendente para o seu queixo. – Como um demônio, eu ataco. Vermes. – Completaria se metade ou mais dos meus planos desse certo.

Para minhas defesas, não elaboraria muito, tentando me defender da melhor forma possível já que eles eram três e eu apenas uma, por isso, recuaria bloqueando seus ataques com o meu martelo ou me esquivando, dependendo do espaço e o que fosse mais viável para aquela decisão através da memória muscular de meu corpo e sem digerir muito o assunto.

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Kamikaze Run
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HistóricoNome: Lucy von Kral
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Kerigus
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KerigusMarinheiro
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Mary Van Tassel


Apesar dos pesares, o início foi bem tranquilo de matar marinheiros estava sendo bem fácil, o que era irônico às vezes parecia ser mais fácil para um médico matar do que salvar uma vida. Isso era outra coisa que andava me coçando a cabeça, desde que eu comecei a realmente fazer missões para os revolucionários eu acabei me tornando a causa de muitos machucados que eu tratei quando estava somente sendo médica por ai, apesar de eu estar causando isso para o outro lado, ainda assim era uma mudança um tanto irônica novamente.

O problema começou quando palitos que doiam para caralho começaram a me acertar de todas as direções, não somente a mim eles estavam acertando meus aliados também, a dor parecia ser maior do que devia ser, então provavelmente eles estavam envenenados e eu simplesmente não conseguia achar quem era que estava os lançando contra mim. Depois de alguns segundos tomando palitadas pelo corpo, precisava encontrar quem estava fazendo aquilo antes que se torne um problema maior, provavelmente meu inimigo seja um anão para ser tão difícil assim de encontrar, e um bem rápido inclusive.

Iria tentar encontrar o que eu imaginava que era uma anã assim como Lucy me atacando com os palitos, caso a encontre me aproxima com toda minha velocidade para dar um chute nela, como se ela fosse uma bolinha de tênis. Durante a investida tentaria me esquivar das agulhas vindas em minha direção e de potenciais marinheiros tentando me atacar, se possível iria contra atacar os marinheiros com golpes tentando inutilizar, seja cortes no pescoço para sangrar ou estocadas em seus joelhos e cintura visando inutilizar uma das pernas dos marinheiros. Não encontrando ou não conseguindo alcançar o suposto anão devido a sua velocidade, tentaria reduzir o número de tropas da marinha no local o mais rápido possível, aqui o objetivo era realmente matar, sempre tentando me esquivar do máximo de palitos que eu perceba vindo em minha direção e golpes de marinheiros, com esquivas rápidas saindo para o lado do oponente quando possível e contra atacando com cortes ou estocadas em pontos vitais como artérias, coração ou pescoço. Na minha cabeça eu precisava acabar com aquilo o mais rápido possível com o máximo de baixas para o governo fazendo com que o inimigo invisível perceba que não vale mais a pena ficar lutando ali por ja foi derrotado. Era importante também seguir na direção dos prisioneiros, talvez se eu os libertar eles consigam falar algo sobre esse inimigo invisível.

Então durante o combate tentaria me mover na direção de onde os prisioneiros estavam, mesmo tomando agulhadas por todos os lados e sentindo muita dor, seguraria até perceber que a dor era demais e injetaria uma ou 2 doses de morfina para não sentir a dor e conseguir seguir, somente o suficiente para a morfina não afetar meus sentido e eu conseguir salvar os prisioneiros, pois isso nos daria uma vantagem maior no combate.

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Lucy


Lucy estava firme e pronta para o combate, mesmo que no momentos e encontrasse em uma desvantagem numérica, no entanto, isso não abalava o ímpeto da garota. O primeiro inimigo vinha com uma voadora que realmente mais parecia um carrinho, porém, ele pouco se importava com a altura do seu golpe, já que estava visando unicamente acertar sua inimiga com um baita chute em sua face. O primeiro inimigo passou direto e a garota partiu rapidamente em busca do pugilista, Lucy não era burra o bastante para se colocar na linha de tiro inimigo.

Seu tamanho como sempre a ajudava no combate, sua agilidade acentuada a fazia se mover com clareza e objetividade, acertando o joelho com uma martelada horizontal. O antagonista não parecia muito experiente em combate, mas se manteve resistente mesmo após o golpe que havia recebido. Ele realizou uma investida com um soco de cima para baixo, como se desejasse esmagar a revolucionária em um único movimento, mas viu seu ataque sendo em vão, já que sua antagonista lançou seu corpo em um salto para trás. A protagonista dessa aventura como dito era alguém experiente e sabia que o peladão não iria se dar por vencido ou simplesmente assistir o combate, como esperado pela jovem, ele investiu aproveitando-se da posição onde estava para investir com velocidade, visando acertar um chute nas costas da pequena.

O salto a colocou em uma posição vantajosa e ela desceu em um movimento pesado, dando literalmente uma marretada em seu peito: Crack!. Foi possível escutar o som da caixa torácica do garoto se espatifando, mas ainda sim, o combate não estava vencido, faltavam dois inimigos que também não ficaram parados. No momento do seu golpe e em meio aquela confusão e gritaria, Lucy escutou o som do disparo efetuado pelo Atirador, que acertou seu pequeno braço de raspão, mas, provavelmente ela pode sentir o perigo que seria ser acertada por um daqueles tiros – Um tiro e você estoura o peito dela! Olha o tamanho dessa coisa! – Gritou o marinheiro pugilista que estava se preparando para investir, vendo a revolucionária pegar cobertura no corpo do garoto, empurrando-o para frente com toda sua força.

O pequeno tempo de liberdade criado pelo corpo do garoto foi suficiente para que Lucy planejasse suas próximas ações, usando sua habilidade para se impulsionar na própria muralha e disparar contra o pugilista com toda sua velocidade e explosão. Porém, o que ela não contava era que não foi a única que tinha planejado algo: Assim que saiu de trás do corpo do garoto, pode ver o pugilista mastigando alguma coisa e um líquido esverdeado escorrendo pelo canto da sua boca; seus olhos rapidamente ficavam vermelhos, assim como seu corpo acompanhou a mesma coloração dos olhos, deixando-o com um aspecto monstruoso. As veias estavam saltadas e pareciam que iam explodir a qualquer momento, seus músculos ficaram ligeiramente mais torneados e sua saliva também estava com uma coloração alterada, carregando o mesmo verde do material ingerido pelo homem.

No momento do ataque da garota ela teve a real surpresa, o homem estava acompanhando a sua velocidade, quiçá estivesse até mesmo um pouco mais rápido. No momento do ataque no braço do homem, ela não notou esquivas ou nenhuma espécie de bloqueio, na verdade, ele moveu usando toda sua cintura como base para lançar um potente soco contra a martelada da garota, que desestabilizou todo o restante da sua ação. Lucy podia sentir seu braço tremer com o impacto do golpe e por pouco não teve seu martelo lançado para longe, mas ainda sim, ela conseguiu resistir a força do seu oponente. BANG! O som do disparo atravessou os ouvidos da pequeno milésimo após o encontro de forças, o disparo dessa vez acertou a parte de dentro da sua coxa direita, passando novamente de raspão – Ela é muito pequena! Alguém mais um pouco. – Comentou o atirador dando um salto para trás, esticando seu outro braço para realizar um segundo disparo. Porém, o oponente de tonalidade vermelha não esperou, iniciando uma sequência de golpes pesados na direção da garota que bloqueava usando o martelo, percebendo rapidamente que não conseguiria manter aquelas defesas por muito mais tempo, já que a força do seu oponente se alastrada por todo seu corpo a cada golpe. O atirador estava sem um ângulo favorável ao disparo, se aproximando alguns passos enquanto seu aliado arrastava Lucy para trás com cada soco desferido.

Entre os movimentos do pugilista, ela conseguiu ver o atirador se movendo de forma estranha, era como se ele estivesse jogando o seu braço para atirar, não era algo reto como anteriormente, o que ele estava tramando? De qualquer forma, não tinha muito tempo para pensar, ela estava sendo alvejada com uma enxurrada de socos.


Mary

A ruiva era a médica que mais tirava vida nesse mundo de One Piece, oh mulherzinha pra matar marinheiro, viu? De qualquer forma, inicialmente ela notou uma certa facilidade em ceifar a vida dos seus inimigos, grande parte disso vinha do movimento surpresa feito pelos revolucionários, mesmo que isso não tivesse dado tão certo assim como imaginado pela garota. Enfim, tudo estava muito bem até ela sentir as primeiras pontadas acertando seu corpo, percebendo rapidamente os pequenos palitinhos que perfuravam sua pele e tão rápido quanto isso, foi a resposta criada em sua mente: seu oponente era um anão. Quando sua mente teve essa noção tudo pareceu ficar mais claro, já que foi possível para ruiva notar uma movimentação rápida de uma coisa pequena, que se movia entre os marinheiros e até mesmo os inimigos, usando seus corpos como base para se manter em movimentação de um lado ao outro.

Se tratava realmente de um anão e Mary pode vê-lo ao pegar o pequeno homem de surpresa, tentando acertar um chute em seu micro oponente, que mostrou ter uma aparência velha, jáue a pele do seu rosto estava completamente enrugada – Opa! – Falou o velho deixando que o chute passasse próximo ao seu corpo, desviando com uma certa maestria. Ele carregava um pequeno tubo de madeira e Mary pode ver que ele atirava usando seus pulmões para soprar com velocidade, já que assim que esquivou do movimento da garota, ele disparou mais alguns palitos sem sua direção. Mary ficou parada? Não! Também tratou de esquivar as ações do velho, deixando que seus ataques passassem sem acertá-la e logo voltou sua atenção aos arredores, efetuando cortes pelas costas dos marinheiros que estavam enfrentando seus aliados por ali, fazendo sua espada ficar banhada com o líquido rubro da vida.

Pelo jeito Mary não estava com tempo e nem saco para enfrentar seu oponente, optando por ir em direção ao portão que separava a revolução dos prisioneiros, que por sinal, estavam eufóricos e sedentos para que pudessem ter a liberdade novamente. Vesra e seus companheiros tinham lidado com o grupo que defendia o portão, deixando o espaço livre para Mary realizar suas ações, pelo menos era isso que eles imaginavam. A ruiva sentiu algumas espetadas, porém, seu ímpeto parecia inabalável e claro, uma dose de morfina ajudou a contar a dor que se espalhava pelo seu corpo. Como já esperado, aqueles palitos estavam envenenados e ela pode começar a sentir os efeitos, porém, provavelmente dado o tamanho da arma, ainda não tinha uma dose realmente prejudicial ao corpo da garota, que apenas notava suas vistas ligeiramente turvas, mas ainda sendo possível discernir o que estava a sua frente.

Um jovem que não parecia ter mais que doze anos estava parado entre ela e o portão, era possível escutar o som dos prisioneiros batendo no portão de ferro e pedindo para serem libertados. O garoto carregava uma pequena espada de madeira, seu corpo estava tremendo e em seus olhos era possível ver o pavor que corroía seu corpo – Vocês mataram meu pai! Irei matar todos vocês! Todos! -Ele gritou com toda força. Na lateral do portão existia uma alavanca, provavelmente o item responsável por abrir e fechar aquela porta de metal. Caso olhasse para trás, Lucy veria Vesra lidando com o anão e a revolução parecia estar em uma situação complicada, já que era possível contar nos dedos os números de homens com vida e força para continuar lutando. Ela precisava agir rápido, afinal, o sucesso daquela missão e a vida dos seus aliados dependia unicamente dela.



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Achiles
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Prendam, Segurem, agarrem, capturem! Peguem o traidor agora!




A situação começava a ficar tensa e eu sentia meus pelos se arrepiando, meu sangue esquentava e saia de meus ferimentos recentes, as balas eram perigosas e levavam uma parte da minha carne. O primeiro havia perecido diante do meu martelo, o pugilista havia se transformado em uma aberração do qual não poderia descrever corretamente e o atirador estava ainda mais preciso do que antes, ambos estavam rindo de minha estatura?! Filho da puta. – Sua morte chegará ainda mais cedo do que o previsto. – Uma veia saltava em minha testa e agora estava enfurecida, o filho da puta tinha dito que eu era baixa?! Tomar no meio do cú desse musculoso grotesco!

Análise Rápida de Combate: “O Pugilista já recebeu um golpe em sua perna, ele não sentiu tanto, mas repetidos podem fraturar aquele membro, deixando-o mais lento do que eu mesmo com essa droga esquisita. O atirador ainda permanece intacto, entretanto aproximar dele pode ser um pouco mais difícil já que o vermelho entrará em meu caminho, principalmente agora que ele está com uma velocidade parelha a minha.”

A chuva de golpes fazia com que eu não tivesse muito tempo para pensar em uma estratégia e se tornava ainda mais difícil me posicionar melhor e com certeza o atirador estava planejando algo enquanto eu me mantinha atenta com o pugilista. Minha resposta para aqueles golpes era ir tentando acertar as suas mãos com o martelo da mesma forma que ele vinha para não bloquear apenas por bloquear, principalmente porque a minha arma não era das melhores e não confiava nela o suficiente para tal. Não ter meu machado ou as minhas adagas comigo eram situações complicadas já que não conseguia exibir um arsenal de ataques mais elaborados.

Quando houvesse a menor folga para escapar daquela chuva de ataques, faria o meu. Focaria na mesma lateral que havia acertado o homem e replicaria o golpe aplicado antes tentando enfraquecer aquela região e diminuir a sua velocidade. Repetindo a mesma forma quando houvesse uma segunda chance ou terceira, divergindo apenas no ângulo para tal ataque, tentando atacar com a cabeça do martelo de uma forma diferente ou em movimento vertical ou diagonal.

Quanto ao atirador, da mesma forma que eu iria recuando para me defender dos ataques do grandalhão, tentaria ir ganhando espaço para trás e procurando uma área mais coberta como a área interior de uma torre ou similar, dessa forma, conseguiria um espaço mais apertado que eu teria mais chance contra dois inimigos, principalmente um que ficaria mais tempo me deixando ocupada.

Se sentisse que algum dos meus golpes tivesse sido efetivo e feito o pugilista dobrar seu joelho e desta forma ter uma maior brecha, aproveitaria para posicionar o meu corpo e calcular uma rota em direção ao atirador, fosse usando os muros como um “trampolim” ou o próprio corpo do grandalhão a minha frente. – Kamikaze Run. – E em um movimento vertical, tentaria acertar o seu ombro que estivesse usando a arma, tentando desloca-lo e impedir que ele fosse conseguir fazer aqueles giros com o corpo de uma maneira mais difícil.

Caso tivesse tempo para um segundo golpe antes do vermelho conseguir me alcançar, realizaria um movimento horizontal em direção ao torso do atirador, tentando prejudicar a sua respiração com um golpe poderoso em seu peito.

Minhas intenções não eram apenas finalizá-los de uma vez, precisava enfraquece-los para que não sofresse tantos danos já que estava em uma guerra e ferimentos resultavam em tratamentos, que resultavam em descanso. E, infelizmente, era um luxo que eu não poderia ter naquele momento já que Zev ainda estava respirando perto do governo.

Então, além de tentar me posicionar de uma melhor forma diante do atirador, também procuraria coberturas, fosse agarrando do lado de fora do muro, uma placa de armadura que estivesse no chão para posicioná-lo a minha frente enquanto fosse avançando ou algum pedaço de madeira que conseguisse jogar contra o atirador, apenas para tirar a sua visão.

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Kamikaze Run
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Nome: Kamikaze Run
Rank: 2
Descrição: Lucy para por alguns segundos para calcular a sua rota e ângulo de ataque realizando um avanço sem hesitação e veloz, tentando surpreender o seu inimigo com a sua agilidade e realizar um ataque com a sua arma.

Componentes: Prontidão (Qualidade), Veloz (Raça)
Requisitos: - Lucy deve parar por no mínimo (2) segundos antes da execução da técnica.
- Lucy não consegue cancelar a técnica ou mudar de alvo no avanço.
Penalidades: N/A
Aditivos: Dano Aumentado I
Dano: Força + 30%
Bônus: N/A
Stamina: 210.


HistóricoNome: Lucy von Kral
Posts: 23
Ganhos:
- Proficiência: Química – Post 03
- Proficiência: Explosivos – Post 04
- Maleta Azul – 15U – Post 06
- Garrafa Térmica 1L (9/10) – Post 06
- Missão 01 – Buscar Suprimentos – Post 16

Perdas:
- 2.700.000 B$ - Post 06

Dinheiro – Bolso: 5.640.000 B$

Inventário:
- Martelo Profissional
- Sela com Bolsa Acoplada
- Capsulas Weltschmerz

Qualidades:
- Mestre em Haki
- Prontidão
- Ambidestro
- Furtividade Natural
- Veloz
- Diminuto

Defeitos:
- Louca
- Apegada
- Dependência
- Bisbilhoteiro
- Ajustes
- Exótico

Proficiências:
- Adestramento
- Cavalgar
- Costura
- Doma
- Física
- Furtividade

Saúde:
- Ai! ai! Ai!
- Escoriações pelo Corpo – Saradas
- Tiro de Raspão no Braço – 00/02
- Tiro de Raspão na Coxa Direita – 00/02

Cor da fala: - Fala


Objetivos• Aprender Química e Explosivos
• Fabricar ou encontrar Explosivos
• Capturar Zev
• Executar três missões em nome do Exército
• Chegar no Farol


Vício: 07/10


Kerigus
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KerigusMarinheiro
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Mary Van Tassel


O anão era rápido o que faria com que acabar com ele desse um certo trabalho, e tempo era o que a gente não tinha a ideia ali era salva e fugir, não precisava matar todo mundo só salvar quem precisava ser salvo e fugir, então fui direto para os presos tentar salvar eles. O caminho foi um banho de sangue onde minha espada ficou completamente vermelha de tanto sangue das inimigas, até que um garoto me parou dizendo nós matamos o pai dele, bem o meu caso é igual ao dele logo somos 2 órfãos tentando vingar sua família, no fim o mais forte ganha como sempre, o problema é que sempre terão novos órfãos se matando até o dia que essa guerra entre os 2 lados acabar.

Bom eu não podia fazer nada pelo garoto além de passar por ele e seguir com minha missão. - E vocês mataram os meus. - Respondia completamente indiferente quanto a frase dele, e depois simplesmente seguia para cima do garoto para iniciar o combate já tentando uma estocada no peito do garoto, não ia subestimá-lo então tomaria cuidado para que ele não me ataque de surpresa, me esquivando de algum ataque que ele tente me afastando e voltando novamente com uma estocada no peito do garoto. Se o combate se seguir manteria minhas esquivas e tentando sempre matar o garoto, tentar imobilizar ele ali não resolveria o problema afinal ele estava realmente estava determinado a acabar comigo, logo ele não iria parar somente porque eu inutilizei uma perna ou braço dele, meus contrata ataques após as esquivas sempre seriam em artéria do garoto ou bem no peito, tentando acabar com ele rapidamente, talvez sem muita dor, mas assim a morte era o que restava para ele.

Conseguindo passar pelo garoto era hora de puxar a alavanca e abrir a porta para soltar os presos, depois disso já soltava uma ordem para os presos que quisessem ouvir, os que me ignorarem provavelmente ficariam para trás e seriam presos novamente em algum momento. - RÁPIDO PEGUEM ARMAS DOS MORTOS E AJUDEM OS FERIDOS, VAMOS ACABAR COM ISSO LOGO E SAIR DAQUI O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL. - Gritava o mais alto que eu conseguia e iria na direção de Vesra e do Anão para tentar acabar com ele, o veneno dele seria um problema e eu pensei nisso mais agora e não antes, mas com os presos libertos era um bom momento para virar o jogo a nosso favor.

No caminho tentava acabar com o máximo de inimigos possível, sempre tentando inutilizar ele com um ou 2 golpes, seja inutilizando uma perna com um corte ou estocada no joelho e junta do fêmur com o quadril, ou simplesmente cortando cabeças. Chegando perto de onde Vesra estava tentava me sincronizar com ela para acertar um corte no anão, ele era pequeno talvez acaba-se o cortando ao meio mas essa a vida em uma guerra. Durante o caminho e o combate contra o anão iria sempre tomar cuidado para não receber golpes me esquivando sempre que possível de forma não desviar do meu caminho até o anão e contra atacar quem estiver me focando, no combate contra o anão teria que tomar cuidado com suas agulhas, então tentaria me esquivar delas caso as perceba e também me esquivaria do anão no caso dele ter outra arma que não seja aquela lança agulhas.

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Sombras em Stevelty


Lucy


Lutar contra dois oponentes já era algo complicado, ainda mais quando um deles se mantém à distância enquanto outro toma a frente do ataque. Lucy estava encrencada com toda situação, os ataques pesados daquele marinheiro, enquanto continuava a bloquear os ataques do homem repetidas vezes. Claro, ela sentia o impacto percorrendo por todo corpo enquanto bloqueava com um outro ataque, sentindo cada vez mais a força do homem, que parecia aumentar gradativamente, enquanto sua pele continuava a ficar com uma tonalidade intensa. Qual o plano da garota? Acertar repetidas vezes aquele local que atacou inicialmente, afinal, existe aquele ditado: “água mole pedra dura, tanto bate até que fura.”

Ela acertou algumas vezes enquanto se movia com velocidade, Aos poucos a região atingida começava a ficar mais fraca, o homem era resistente, porém, por mais “forte”que seu corpo pudesse estar naquele momento, ele ainda se tratava de um humano comum. Enquanto a garota acertava, ela tentava ganhar espaço no campo de batalha, mas aquela muralha não contava com muitos lugares que a pequena figura pudesse usar. Lucy viu o espaço abrindo após os seus ataques, usando pela segunda vez o seu típico ataque e avançando com velocidade em direção ao atirador. Ela conseguiu avançar com tamanha velocidade ao ponto de interceptar o ataque do seu oponente, atingindo seu ombro com selvageria, fazendo o lutador a distância gritar de dor. Ela não parou por aí, acertando um segundo golpe que foi capaz de quebrar os ossos do peito do homem.

Ao finalizar aquela sequência a garota pode sentir seu corpo sendo preenchido pela exaustão que vinha logo após exceder o limite da sua Stamina. O atirador cuspia sangue, enquanto era possível ver o homem avançando pelo seu flanco com velocidade, mesmo que sua perna atingida parecesse um tanto quanto comprometida. Lucy não ficou parada, buscando por algo para usar de cobertura, para sua infelicidade nada foi encontrado por ela naquele ponto do muro, ali não era um bom lugar para se lugar. O marinheiro robusto retornou com mais uma sequência de golpes, ele parecia cada vez mais em fúria e sem o mínimo de raciocínio possível, acertando até mesmo a parede, ignorando os danos que seu próprio corpo sofria. Ele ainda apresentava perigo para Lucy, enquanto o atirador agonizava no chão.


Mary

Os efeitos do veneno deixavam a visão de Mary turva, porém, ela ainda conseguia realizar suas ações com uma certa tranquilidade. Como uma médica, sabia que aquilo só piorava, então era necessário cumprir a sua missão o mais rápido possível. O garoto em sua frente não foi um empecilho, ela também tinha seus traumas e amarguras que carregava desde muito tempo atrás e naquele momento não cabia empatia ou qualquer outro tipo de sentimento que pudesse deixar o garoto com vida. Ela agiu com frieza, acertando uma estocada limpa no peito do garoto, que jogou sangue para fora, arregalando seus olhos onde a revolucionária conseguia ver o verdadeiro pavor. As lágrimas ainda escorriam pelo seu rosto, enquanto ele caia de joelhos após aquele ataque direto e limpo – THEO ESTÁ MORTO! ELES MATARAM O THEO! – Gritou um dos marinheiros que conseguiram ver aquela cena.

Após passar pelo garoto ela abriu a porta, liberando todo aquele poço de selvageria que estava preso há muito tempo. Mary gritou, dando instantaneamente uma ordem para aquele bando de criaturas selvagens que já foram liberadas fazendo o que eles faziam de melhor: matar. Sim, os marinheiros não tiveram chance, não aqueles que estavam próximos à entrada, onde foram esmagados e mortos sem um pingo de chance. Vesra estava ferida, mas ainda lutava contra o anão que continuava a desviar com certa facilidade, ficando mais lento quando aquele grande grupo de prisioneiros avançou contra os marinheiros, que tentaram barrar a passagem dos criminosos – PELA REVOLUÇÃO! – Gritou um dos homens passando correndo ao lado de Mary, acertando um marinheiro com um chute de cima para baixo, usando o calcanhar e esmagando a cabeça do homem com facilidade, mostrando sua força.

Mary não demorou a chegar onde sua companheira estava, acertando com sua espada alguns homens que passaram pela sua frente. O anão como supracitado não estava confortável com aquele quantidade de gente, o que deu a chance para Mary acertar um golpe certeiro no anão, que foi cortado ao meio pela ruiva que estava banhada no sangue de terceiros. O combate se tornava caótico, os marinheiros estavam sendo sobrepujados, porém, eles ainda sim resistiam, eles carregavam a esperança em seus olhos. Alguns criminosos passavam com velocidade pela saída da prisão, enquanto outros pareciam descontar suas frustrações nos marinheiros presentes e o último grupo fazia parte da revolução, que rapidamente entendeu que seus companheiros estavam por ali – OS REFORÇOS ESTÃO A CAMINHO! – Gritou um dos marinheiros – O FOGO CHAMOU A ATENÇÃO DELES! VAMOS! CONTINUEM! – Gritou outro enquanto continuava sua peleja desvantajosa.

Pelo jeito não faltava muito tempo para que outros marinheiros chegassem por ali, Mary sentia os sintomas aumentando cada vez mais a cada minuto que passava. Seu corpo ficava pesado, sua visão turva e o suor parecia cada vez mais excessivo. Os marinheiros não desistiam de tentar ter uma virada naquele combate.



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Matar o garoto foi fácil demais, como eles deixam alguém tão fraco como um dos guardas de uma prisão, não faz sentido, talvez ele tenha virado o mascote da galera e queria participar mais e trouxeram ele para este local. Talvez isso fosse fazer alguns deles querer mais ainda meu sangue, mas agora era tarde demais e eu precisava me preocupar em libertar os prisioneiros, logo após eu fazer isso o caos aumentava, os prisioneiros começavam a massacrar os marinheiros.

A treta se espalhava e eu via Vesra precisando de uma ajuda com o anão, o que rapidamente era resolvido, com aquele monte de gente ele acabou ficando mais lento o que me ajudou a dividir ele no meio enquanto ele lutava com Vesra. A coisa tava complicada, minha visão começava a ficar turva, e eu suava cada vez mais, precisávamos sair dali logo ou o problema seria muito maior, sair correndo provavelmente não era uma opção então eu simplesmente gritava do do fundo dos meus pulmões. - TODOS MUNDOS PRAS DOCAS TEMOS UM BARCO ESPERANDO PARA FUGIRMOS, SOMENTE FOQUEM EM ABRIR CAMINHO PARA FUGIRMOS. - E com isso puxava o máximo de energia restante que eu tinha para uma investida final até o barco.

Esperava que todos conseguissem ouvir o que eu havia falado já que agora era hora de mais sangue, não falava mais nada, somente olhava para Vesra e fazia um sinal com a cabeça indicando para irmos e ia na direção do barco o mais rápido que podia. Durante o caminho me esquivava de qualquer golpe vindo em minha direção, sempre saindo para o lado num ângulo diagonal e na direção da fuga, usando o mínimo de movimento possível, precisava conservar energia ali para chegar até o barco. Todas as minhas esquivas seriam seguidas de um contra ataque o mais simples possível, seja um corte ou estocada no pescoço ou no joelho, queria inutilizar o máximo possível ou somente causar problemas temporários até alguém mais que esteja fugindo finalize o adversário. somente iria parar quando estiver dentro do barco e já estivermos saindo do local sem inimigos por perto. Chegando no barco protegeria ele como podia, sempre tentando me esquivar o mais rápido possível e com o mínimo de movimento possível, contra atacando sempre em áreas frágeis do meu adversário tentando o inutilizar o mais rápido possível. - RÁPIDO ENTREM PRECISAMOS SAIR LOGO. - Gritaria assim que entrar no barco para tentar acelerar todos que estavam vindo.

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Mais um dos inimigos estavam no chão e ainda estava vivo, mas não parecia nada bem e se não tivesse um atendimento morreria com o tempo, ou seja, meu foco era o brutamonte que disparava uma sequência enorme de golpes em minha direção e meu corpo era tomado por uma exaustão, Kamikaze era uma técnica que gastava bastante da minha stamina e eu tinha a utilizado durante muito tempo sem sequer descansar.

Focaria na defesa, aquele homem não estava são e seu corpo não deveria aguentar muito mais tempo já que os ferimentos se acumulavam, tanto os causados por mim como por ele próprio. Utilizaria do meu ágil corpo para me esquivar para diferentes direções procurando sempre um espaço mais aberto para conseguir continuar me movimentando, em últimos casos, usaria meu martelo para redirecionar os golpes tentando nunca disputar uma força direta com o homem.

Não usaria de nenhum ataque até ter a certeza de que o corpo dele estava tão cansado quanto o meu, seria esse momento em que tentaria acertar a sua cabeça para tentar dar um fim a aquele ataque e ao homem. Entretanto, caso esse momento nunca chegasse, continuaria na defesa.

O grito de Mary seria o estopim para a minha fuga daquelas muralhas, a missão estava em sua parte final e eu já não precisava mais acabar com os marinheiros naquele momento, haveria outra circunstância. “Run”. Rapidamente começaria a recuar de costas para que não tirasse a visão do meu inimigo e se sentisse que estava longe o suficiente, viraria para acelerar o máximo que eu conseguia em direção a embarcação, descendo as escadas e tentando me esquivar de qualquer tropa marinheira que restasse.

Conseguindo chegar dentro da embarcação, tomaria todas as precauções necessárias para não ser acertada por balas ou flechas, tentando utilizar o próprio martelo ou o que restasse dele para bloqueá-las e jogá-las na direção oposta. De toda forma, minha ideia seria manter o máximo possível de atenção e evitar qualquer marinheiro de entrar a bordo, acertando-o com meu martelo.

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Kamikaze Run
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Dinheiro – Bolso: 5.640.000 B$

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Qualidades:
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- Prontidão
- Ambidestro
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- Veloz
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Defeitos:
- Louca
- Apegada
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Proficiências:
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- Costura
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- Física
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Saúde:
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- Escoriações pelo Corpo – Saradas
- Tiro de Raspão no Braço – 02/02
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Cor da fala: - Fala


Objetivos• Aprender Química e Explosivos
• Fabricar ou encontrar Explosivos
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Lucy - Mary


A missão chegava em seu ápice, com os prisioneiros em fuga a vantagem numérica mudou a maré a favor dos revolucionários, já que como citado anteriormente, os criminosos estavam sedentos pelo sangue dos marinheiros locais. Mary refletia sobre o garoto e acreditava que era um simples mascote, sendo que na verdade, ele foi um filho carinhoso de um marinheiro alocado naquela missão pela hierarquia da organização, uma vida ceifada em nome da revolução. De qualquer forma, suas palavras foram fortes o bastante para inflamar a vontade dos criminosos e direcionar os membros do exército que estavam presos para seguir o caminho até o pequeno e simplório porto próximo a prisão. Lucy ainda lutava na muralha e notava que o seu antagonista não estava em uma boa situação, parecia que seu corpo iria rachar e perder suas forças a qualquer momento, um bom sinal para pequena. Claro, ela também não estava em uma das melhores situações, a exaustão causada pelo uso excessivo de Stamina cobrava seu preço, mas em comparação ao antagonista, ela se encontrava em um momento melhor.

A pequena criatura continuou com sua movimentação, mesmo que estivesse claramente inferior às realizadas algum tempo atrás. O antagonista continuava em sua tentativa de vencer, mas como citado, seu corpo começava a dar claros sinais que não aguentaria por muito mais tempo, dando a brecha necessária para a revolucionária desferir um potente golpe em sua cabeça, mas que também não carregava toda força da garota, não sendo capaz de superar a resistência do inimigo, no entanto, causava danos significativos ao ponto de incapacitá-lo naquele momento. O grito de Mary alcançou seus ouvidos e então ela partiu o mais rápido que seu corpo conseguia, passando pelas escadas e encontrando o grupo que abria caminho em meio aos poucos marinheiros que continuavam a lutar. Um rugido selvagem cortou os ouvidos da dupla protagonista e elas puderam ver o inimigo de Lucy se levantando, o sangue escorria da sua cabeça e um dos seus olhos pareciam ter saltado para fora. O homem partiu usando todo ímpeto que lhe restava em direção a Lucy, porém, encontrou seu fim nas mãos de alguns criminosos que empalaram-no com as armas que conseguiram dos marinheiros mortos... até o último momento o homem direcionou seu olhar para Lucy, seu ímpeto mostrava e ele não queria deixá-la escapar.

Os revolucionários presos abriam caminho junto com alguns outros homens que tentavam escapar da prisão, enquanto outros continuavam a espalhar o caos entre os marinheiros que sobravam. O barco estava pronto para sair dali, o caminho aparentemente livre, com alguns focos de combate ao redor do porto, já que alguns marinheiros que fizeram a ronda ainda estavam vivos e combatendo os inimigos. O som dos apitos alcançaram agora os ouvidos do grupo que fugia, eles conseguiram ver um grande batalhão vindo de Lvneel, já que as chamas chamaram a atenção da população local. Os criminosos se espalharam correndo por diferentes lados, enquanto o pequeno destacamento da revolução corria em direção ao navio, chegando no navio que se mostrava pronto para zarpar. O som dos disparos eram ouvidos e alguns até mesmo atingiam o navio, mas para infelicidade da organização defensora da lei, eles estavam longe demais. Por fim, o barco começava a sair dali, deixando alguns criminosos ainda no porto, que logo tomavam outras direção, alguns até mesmo tentavam ir pelo mar atrás do navio.

O caos ainda era visto na prisão e os sons de batalhavam ainda ecoavam pela região. O navio era embalado pelos fortes ventos e logo se distanciava da costa, deixando as coisas ligeiramente mais tranquilas, exceto para Mary, que sentia o veneno se espalhando pelo corpo e os sinais se tornando ainda mais fortes, mas aquilo não parecia apontar um risco sério a sua vida, mas isso só o tempo diria. A embarcação não ficava tão longe assim da costa, ela contornava Lvneel até chegar quase que do lado oposto a prisão, mas parando um pouco antes do ponto de partida – Não sei se eles estão atrás da gente, mas preciso tirar esse navio daqui! Preciso de alguns homens para irmos até Minnion, não posso deixar que o navio seja destruído ou capturado. – Falou o navegador local, sendo apoiado por alguns dos homens que topavam ir com ele naquela jornada, deixando quem quisesse continuar na Ilha na região citada da costa. Lucy continuava cansada, era nítida a exaustão em seu corpo.



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Localização : Lvneel - North Blue
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Prendam, Segurem, agarrem, capturem! Peguem o traidor agora!



O combate tinha o seu fim com a nossa vitória e em uma embarcação que estava bem com os diversos revolucionários que tínhamos ido resgatar e de brinde ainda soltamos alguns criminosos que certamente causariam alguns problemas para a marinha local. Esperava, que com tantas atitudes contra o governo e a marinha em si, adiariam a partida de Zev o suficiente para conseguirmos estabilizar a nossa base e assim partir em direção a batalha final contar o traidor maldito.

Meu corpo estava visivelmente cansada e não tinha forças para fazer nenhuma brincadeira ou qualquer outro tipo de atitude além de comemorar em silêncio a nossa vitória. Já me sentindo um tanto mais segura dentro da embarcação e longe da prisão, retiraria a minha garrafa de café de todo aquele processo com a cápsula que guardava as coisas magicamente e tomaria uma dose do composto que me deixaria levemente mais energizada. Abençoada seja a cafeína.

Mesmo sabendo que isso não curaria a minha exaustão, daria a energia o suficiente para partirmos em direção a nossa base reagrupar. – Alguns dos homens fiquem para cuidarem do barco, escolham entre si e sejam rápidos. O restante, vamos seguir em direção a base. – Olhava na direção de Mary e via que a garota não estava tão bem assim, parecendo estar prestes a cair a qualquer momento. – Você e você. – Apontaria com o dedo indicador, escolhendo dentre eles, dois revolucionários mais fortes fisicamente. – Ajudem a carrega-la! Vamos!

Dizia, comandando o primeiro destacamento em direção a base revolucionária e contando com a sorte de que um dos revolucionários que conhecesse a mata e a geografia local pudesse nos guiar pela rota mais rápida em direção a nossa base após desembarcamos da embarcação. Chegando na base, rapidamente encaminharia Tassel para um médico dos revolucionários. – Não sei o que aconteceu com ela, mas sua consciência foi se perdendo aos poucos. – Diria, se Mary em meio ao caminho chegasse a desmaiar antes de falar alguma coisa ou algo do tipo.

Entregando a minha companheira em mãos seguras, me direcionaria até a nossa atual regente, pronto para relatar a missão que tínhamos feito. – O resgate foi um sucesso, queimamos a prisão e chamamos a atenção da marinha como um todo que foi fervorosamente tentar resgatar a sua prisão em chamas. Vários criminosos e revolucionários escaparam da morte e da prisão, alguns ainda devem estar perdidos pela matas e provavelmente outros acabaram sendo presos novamente, entretanto, posso dizer que a missão foi um sucesso.

 III - Prendam, segurem, agarrem, capturem! Peguem o traidor agora! - Página 5 6F9DP52

HistóricoNome: Lucy von Kral
Posts: 25
Ganhos:
- Proficiência: Química – Post 03
- Proficiência: Explosivos – Post 04
- Maleta Azul – 15U – Post 06
- Garrafa Térmica 1L (9/10) – Post 06
- Missão 01 – Buscar Suprimentos – Post 16

Perdas:
- 2.700.000 B$ - Post 06

Dinheiro – Bolso: 5.640.000 B$

Inventário:
- Martelo Profissional
- Sela com Bolsa Acoplada
- Capsulas Weltschmerz

Qualidades:
- Mestre em Haki
- Prontidão
- Ambidestro
- Furtividade Natural
- Veloz
- Diminuto

Defeitos:
- Louca
- Apegada
- Dependência
- Bisbilhoteiro
- Ajustes
- Exótico

Proficiências:
- Adestramento
- Cavalgar
- Costura
- Doma
- Física
- Furtividade

Saúde:
- Ai! ai! Ai!
- Escoriações pelo Corpo – Saradas
- Tiro de Raspão no Braço – Saradas
- Tiro de Raspão na Coxa Direita – Saradas
- Exaustão I

Cor da fala: - Fala


Objetivos• Aprender Química e Explosivos
• Fabricar ou encontrar Explosivos
• Capturar Zev
• Executar três missões em nome do Exército
• Chegar no Farol


Vício: 09/10


Kerigus
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Créditos : 5
KerigusMarinheiro
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Mary Van Tassel


O combate estava chegando ao final, como éramos muitos a coisa ficou fácil de certa forma, e talvez os nossos companheiros que não eram da revolução e não tinham muito auto controle, ajudaram na nossa fuga ficando para trás causando confusão e reduzindo a quantidade de inimigos tentando parar nosso caminho. Já no barco via que um batalhão chegava por terra, o que me dava um alívio afinal não era um batalhão de barco e eu precisava de uma folga porque esse veneno estava acabando comigo.

- Foi por pouco essa eim Mary, acho que foi a pior situação que nos encontramos até hoje… esse veneno tá te pegando legal melhor relaxa um pouco pra ele se espalha mais devagar. - O Velho leu meus pensamentos de novo mas ainda tinha uma coisa que eu precisava fazer antes de parar e descansar. - Peguem cordas livres e tentem ajudar os que vem nadando se não der pra ajudar não podemos fazer nada. - Falava para aqueles que estavam na volta antes de me atirar em um local seguro, não tinha condições de cuidar de outros no momento, afinal o veneno tava pegando pesado, mas pelos meus conhecimentos médicos não parecia ser um problema para a minha vida ainda.

Depois de um tempo chegamos num local do outro lado da ilha e era hora de descer, o barco ficava para trás e o que parecia ser o capitão pedia alguns voluntários e dizia que precisavam ir para Minion e evitar que o governo pegasse o barco. Nesse momento eu saia junto dos que estavam no local, provavelmente seria difícil fazer tudo devido ao efeito do veneno, mas se eu tivesse força o suficiente eu diria para quem estiver próximo de mim qual era o veneno e diria que era importante ele saber caso eu não estivesse acordada quando chegar na base. Na floresta se ainda estivesse consciente falava o nome e iria descrever ervas que possam me ajudar com o efeito do veneno, caso contrário estaria somente desmaiada ou acordada completamente sem forças carregadas como um boneco.

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