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Kenshin
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Relembrando a primeira mensagem :

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas Subaé, Deep Scaleback, Blade Sharptree e do Civil Tensei Pugnale. A qual não possui narrador definido.

_________________

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 4 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Jupges
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Blade
Lobão
A adrenalina no corpo de Blade abaixava, e com isso a dor de seus ferimentos aumentava. Blade se abaixou um pouco e aguentou a dor, quando conseguiu se levantou, e assobiou para Lua vir até ele, o canino iria atrás de sua sniper no chão logo em seguida.

Blade chamou por Subaé, -Eu preciso do Deep capitão, preciso de linha e uma agulha também pra me costurar, devo te dizer que a dor que sinto está foda. Blade então se viraria e caminharia com Lua do seu lado até o bar de Tulin.

Chegando lá Blade começaria a farejar pelo rastro de Deep, a possível destruição do lugar assustaria Blade, quem poderia ter feito isso? Deep? Será que ele estava bem? 10 anos atrás Deep não tinha essa força toda para fazer isso, e 10 anos atrás a pança dele era 8 vezes menor. Se Blade conseguisse achar o rastro de Deep iria o mais rápido possível até ele.

Caso Blade entrasse na casa, quando visse a situação das crianças sentiria um aperto em seu coração, sua infância não era das mais luxuosas então conseguia entender a situação delas, mesmo que não pudesse fazer nada para ajudar, Blade esperaria Subaé entrar caso ele acompanhasse o lobo e fecharia a porta. Procuraria então por algum
material de costura na casa, geralmente casas pobres tem esses materiais para poder remendar roupas, Blade precisava costurar seu corpo.

Caso achasse Blade pegaria e iria até Deep, se sentaria, e começaria a costurar seus ferimentos, já fazia isso com animais, não deveria ser muito diferente em humanoides. Blade ficaria ali então em silêncio, no mesmo ambiente de Deep.






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Subaé
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12: Onde está o peixe?

A trombeta voltou a tocar quebrando o silêncio que havia se instaurado nas ruas de Arosa.
Em minhas mãos havia uma garrafa meio cheia; na minha frente, três inimigos derrotados; e atrás de mim estavam Blade e sua fiel companheira, Lua.
Além disso tudo, ao meu lado havia uma loja de armas ainda aberta, com a vidraça quebrada e com um corpo estirado na entrada.

Blade me avisaria sobre estar ferido e que iria atrás do Deep -Tá certo, vai indo na frente - Diria ao me dirigir até a loja de armas.

Sem perder muito tempo, andaria rapidamente na ponta dos cascos até a caixa registradora no balcão e guardaria todo o dinheiro que houvesse ali em minha cueca. Depois pegaria a primeira faca que encontrasse e prenderia a mesma entre meu cinto e a minha calça, pegaria uma bomba simples (se houvesse alguma por ali), depois sairia da loja correndo atrás de meu companheiro - EI SHARPTREE, ESPERAAAA...

Se ao sair da loja eu não conseguisse mais avistar blade, iria correndo direto até o bar de Tulin onde passamos a noite.

Durante o caminho até o Bar de Tulin eu ficaria atento às barracas abandonadas em busca de coisas de valor. Se eu encontrasse caixas registradoras ou bolsas de dinheiro esvaziaria as mesmas guardando todo o espólio na cueca, se encontrasse jóias e bijuterias brilhantes eu pegaria as mesmas e vestiria todas (anéis nos dedos, colares no pescoço, pulseiras nos braços… mas os brincos eu guardaria nos bolsos pq os furos já estão ocupados).
Entretanto minha maior vontade era encontrar em alguma barraca um pote com remédios canábicos.

- Que merda aconteceu aqui? - Exclamaria ao ver a destruição do bar de meu amigo humano - não sobrou nem uma prateleira.... nem uma garrafinha…- Fiquei indignado, acabei de fazer minha parte no trato e agora ele não vai nem poder me dar um goró!

Blade iniciaria a busca olfativa pelo baiacu-parede, enquanto isso eu, em luto, só consegui ficar olhando para o chão cheio de garrafas espatifadas - Tadinhas... Algumas nem sequer chegaram a ser abertas… Quanto desperdício, que tragédia!

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 4 56321f19-2ad1-4a9d-a3ea-960f65194a52

Não vou mentir, diante de tal cena foi difícil segurar as lágrimas que escorriam pelo meu rosto. Tirei meu chapéu em respeito àquele lugar, lar de tantos bêbados.
-Eis o fim de mais um boteco...

Assim que Blade encontrasse o rastro de Deep eu o seguiria até encontrarmos o cozinheiro.

-Que caralhos aconteceu com vocês?- Perguntaria ao chegar na casa onde Deep as crianças estavam. Se o baiacu tivesse preparado alguma comida eu pegaria a metade que ele deixasse a toa - Valeuzão Deep! Eu tava cagado de fome! - Depois de dividir a comida que seria das crianças, eu daria uma parte para Blade e comeria a outra sentado no chão.


------------------------------------------------------------------------------------------


Se algum perseguidor aparecer durante a busca por Deep , eu pararia de correr e enfrentaria o guarda - Blade, você precisa ir atrás do Deep pra ver se ele tá bem!! Vai e eu cuido desse(s) verme(s)!

Caso os guardas me atacassem eu apenas me esquivaria de seus ataques inclinando o tórax ou o rosto na direção oposta dos ataques - Eitalelê, quase! - Zombaria ao esquivar.

Se houverem dois perseguidores, eu daria um mortal para trás para ganhar espaço. Ao pousar no chão, colocaria a garrafa (e a bomba) no chão, e com as mãos livres partiria em disparada na direção da dupla de perseguidores. Ao chegar perto deles eu daria uma estrelinha e esticaria ambas as pernas no momento certo, erguendo-as fortemente contra os queixos dos dois seguranças .

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 4 AnnualLeafyEarwig-size_restricted

Voltaria até a garrafa e a bomba e pegaria meus pertences de novo.

Se alguém tentasse passar correndo por mim para alcançar Blade eu teria que me abaixar para dar uma rasteira, golpearia a lateral do calcanhar do perseguidor fazendo que ele perdesse o equilíbrio e caísse. Depois pisaria em sua cabeça.

Depois seguiria pela rua atrás de Blade

- EI SHARPTREE, ESPERAAAA...


Histórico:

Combate::


Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
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Qualidades:
-Carismático
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Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.

-Acertar as contas com Zayn
-saciar vício
-Aprender as proficiências Condução, Navegação, e Astronomia
-Encontrar o anão perneta chamado Peri.
-continuar a desenvolver liderança
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Última edição por Subaé em Qua Set 01, 2021 2:29 am, editado 1 vez(es)

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Deep
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Adentrava a força uma casa e me deparava com os moleques larápios que me roubaram antes.

-Ora ora se não são os pestes… Fiquem calmos, só vou usar a cozinha e sair… Mas vocês deviam aprender a roubar só de quem não consegue matar vocês… Fiquem mais fortes que aí não precisarão sentir medo… KUKUKU...

No entanto por mais que eu quisesse comer e estivesse faminto, comida era escassa ali, achei um o suficiente para um rápido sanduíche o qual eu comia e um resto das coisas que haviam roubado de mim, não era muito, mas graças a culinária ter muito isso de reaproveitar tudo, eu sabia bem o que fazer com aqueles ingredientes.

Primeiramente eu guardaria o gengibre na minha pochete, em seguida acenderia o fogão deles, mesmo que fosse a lenha e colocaria o leite, as rodelas de abacaxi picadas em pedaços bem pequenos, parte do açúcar coloco para quebrar o ácido do abacaxi e adocicar a mistura e outra parte coloco num prato com metade do pacote de canela e misturo os dois pós. Após alguns minutos mexendo o líquido no fogo ele já estaria bem uniforme, eu retiraria então a panela do mesmo do fogo e fatiaria os pães cada um em quatro grossas fatias. Colocaria uma frigideira no fogo e uma a uma iria submergir cada fatia de pão no leite aquecido, para que o mesmo amolecesse com a temperatura e umidade do leite, fora pegar sabor, em seguida passaria o pão úmido na mistura de açúcar e canela para só então jogar na frigideira quente para caramelizar o pão numa deliciosa e suculenta rabanada.

Colocaria metade das rabanadas, as feitas com as laterais dos pães num prato separado, as outras dez fatias restantes eu colocaria oito dentro de algum guardanapo dobrado que colocaria em minha pochete para depois. Levaria as rabanadas no prato para as crianças e sairia com minhas duas fatias na mão.

-Parem de chorar e fiquem fortes para ganhar grana pra ajudar sua mãe… Valeu gurizada, mais sorte na próxima…

Sairia então da casa mastigando uma das duas rabanadas que eu separei para comer, voltar para o restaurante de Tulin seria um problema, com toda essa algazarra que ouve lá, deve estar cheio de gente ou autoridades, não que hajam muitas na ilha, no entanto eu precisava encontrar com os rapazes e por isso voltaria lá mesmo assim.

Se encontrasse com um dos rapazes do bando, diria:

-Opa… Partiu leilão?

Daria mais uma mordida em minha fatia de rabanada e lamberia o açucar e canela caramelizado de meus lábios.

Histórico:




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Cabras da Peste

Vol 02 - Tacando merda no Ventilador


Dia 02 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 12


Blade e Subaé

A dupla estava finalmente junta e faltava apenas um membro para que todo o grupo de piratas estivessem unidos novamente. Em meio ao reencontro eles perceberam que a trombeta parou de soar, o silêncio tomou conta do ambiente.  O capitão como um bom aproveitador, buscou no interior da loja de arma por dinheiro e alguns objetivos específicos, entretanto assim como Blade ele não conseguiu entrar nada do que buscava, aquela loja sinceramente estava caindo aos pedaços.

O trio - contando com Lua - partiu em direção a Taberna de Tulin, eles mal sabiam o que os aguardava naquele lugar. No caminho o bode agiu de maneira esperta, tentando usufruir o máximo que conseguia, tendo a ideia de que encontraria barracas abandonadas, mas, talvez ele tenha se esquecido que estava em Arosa, o lugar onde todas as pessoas são espertas! Em sua viagem ele não encontrou nada além da poeira que era carregada pelos ventos, sim, as ruas estavam vazias, assim como as barras. Não sabia se os vendedores que rapidamente recolheram seus produtos ou se alguém foi mais rápido que o bode no roubo.

O comércio de Tulin não era longe do ponto inicial e eles puderem presenciar a real definição de destruição, o Bode saiu de lá deixando apenas um buraco na parede e agora apenas escombros. Uma cena cômica foi realizada pelo capitão, que chorou feito um bebê vendo o desperdício que tinha acontecido, as bebidas, todas se perderam com a explosão.

Sem se preocupar com Tulin, eles continuaram a seguir, agora em busca do tritão.blade utilizou seu nariz aguçado, mas nem precisou de muito para encontrar o seu aliado, afinal, o mesmo deixou um rastro de sangue e também um corpo por onde passou, coitado de Stuart, morreu de uma forma cruel. Em questão de tempo, eles estavam na frente da residência das crianças e viram que a porta estava arrombada, quem mais poderia ser capaz disso?


Blade - Deep - Subaé

No interior da casa ele teve a real noção do quão precária era a situação financeira e sanitária daquela residência, enquanto observava os ingredientes que poderiam ser utilizados, o homem-peixe sentiu um odor nada agradável. Nos fundos da casa, por baixo da fina e estreita porte, um líquido fétido de cor marrom acinzentada passava por debaixo da estrutura. O odor era capaz de arder as narinas dos presentes - Droga! De novo? - O menino falou enquanto corria em direção ao problema, seus passos eram pesados, mostrando sua insatisfação com aquele defeito aparentemente corriqueiro. Já a garota agradecia ao tritão pela sua benevolência, por um momento pensou que iria sofrer represálias, como quando roubava das barraquinhas "protegidas" por Josuk.

O Baiacu aproveitava o que tinha a sua disposição para fazer uma refeição saborosa, em meio a mistura e afins, conseguia cozinhar o que chamava de rabanada. Enquanto cozinhava notou a presença dos seus companheiros, Blade por sua vez buscava por itens de costura na casa, mas, nada foi encontrado por ele. Por fim, o trio estava reunido e agora faltava apenas conversar para ver quais os próximos passos. O silêncio que dominou o lugar por algum tempo, foi cortado por um som potente e explosivo, como se fosse um canhão sendo disparado… Parecia que o início do fim, já tinha começado.




Histórico Geral:

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Subaé
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13: Reunião

Percorremos debaixo do sol quente pelas ruas vazias, infelizmente não havia nenhuma mercadoria esquecida por aí. “Eita povinho ruim de se roubar”

Finalmente chegamos em uma espelunca sem porta, quando adentramos o local encontramos Deep com uma mulher a beira da morte e dois pirralhos. Todos, exceto a mulher, tinham uma deliciosa rabanada em mãos.

Minha boca salivaria ao ver a comida, por isso olharia em volta buscando onde estava a minha porção.

-Ei Deep, eu quero comida também! - Para meu desgosto, parece que não tinha nenhuma rabanada para mim - Por que as crianças melequentas ganharam rabanada e eu não???? - Perguntei indignado.

Deep me daria uma resposta seca, depois comentaria sobre um tal médico da casa ao lado - Bora lá então - Diria sem dar muita atenção ao que estava sendo discutido no momento.

A questão é que algo naquela casa me trouxe lembranças de muito tempo atrás. Quarenta anos atrás eu também era um moleque fodido e fraco igual aquelas crianças. Me aproximaria do menino encarando maldosamente sua refeição - Você estaria disposto a morrer por essa refeição?? - Perguntaria antes de Blade me desse um pescotapa.

1- Se ele me desse a rabanada, eu comeria.

2- Se ele me enfrentasse eu sorriria e viraria-lhe as costas sem dizer mais nada.

3- Se ele oferecesse a comida para a mãe eu não faria a ameaça dita acima, apenas sorriria ao me lembrar do povo humilde, mas unido, de Mandacari Vis.

Em seguida, Blade iria propor uma fuga de Petra Yuni. Proposta que eu e Deep recusariamos sem ao menos pensar - Eu quero surrar o Zayn!!

Blade continuaria a dar motivos para nos convencer de seu plano, e em certo ponto da conversa Deep diria que dois prédios caíram em cima dele. Ouvir aquilo me fez ficar incrédulo com tudo aquilo que eu conheço como real, Com toda certeza o Deep fracote que eu conhecia a dez anos atrás não é o mesmo cara fodão que esta aqui na minha frente.

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 4 Enel-mind-blown

- D..Dois prédios! - Perguntei pelo choque da informação, mas ao perceber que aquilo não era nada para Deep eu blefei para parecer mais fodão - Eu aguentaria três…

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 4 Monkey-d-luffy-whistle
Evidentemente o meu corpo não aguentaria tal dano.

Conversa vai, conversa vem, e aí o Blade me perguntaria o porquê de eu estar sendo perseguido pelos seguranças. De pronto, responderia - Ah, eu só matei o filho do Joseph Vrunc. Tulin que me pediu.

Perguntariam, incrédulos, mais uma vez sobre o meu feito - É isso mesmo que eu falei, eu matei o filho do escravocrata de merda.

Blade questionaria meu feito dizendo algo que me tocou muito “ Você matou o filho de um dos caras mais poderosos de Petra a mando de um cara que você conheceu ontem?” Ele disse.

- Claro que sim, Joseph merece sofrer um pouco nessa vida. Além disso, Tulin me deu cachaça de graça, ele é gente boa - Respondi.

Deep comentaria sobre alguém ter explodido o Tulin, logo me lembrei do boteco e das garrafas destruídas e a fúria tomou conta de meu ser - Deep, quem explodiu aquele bar já está morto? - Felizmente a resposta do homem baiacu me acalmaria - ufa, que bom.

-Tá certo então, bora atrás desse médico - Ao fim do diálogo, decidimos que o melhor seria conseguir tratamento para as feridas de Blade antes de decidir o que faríamos.

Foi quando um som estonteante ressoou no ar. Um baque ensurdecedor que anunciava o combate, aquilo eram tiros de canhões?

-Eu vou olhar que barulho é esse!! - Falei ao saltar de susto por conta do estrondo - Ei menino - Diria caso ele tenha me feito sorrir - Se você quer ter condições de um dia proteger sua família, vem aqui comigo agora!

Sairia da casa pelo buraco na parede que Deep fez ao entrar, mas ao invés de ir para a casa do médico eu ficaria ali parado buscando encontrar quem foi que fez aquela barulheira. Se não tivesse ninguém alí iria com Blade até a casa do médico.

Se houvesse alguém do lado de fora eu avançaria correndo contra o mesmo - Chupa o meu…- Saltaria na sua direção e abraçaria sua cabeça usando minhas pernas, cruzando-as na sua nuca. Depois giraria meu corpo para o lado, apertando as pernas forte para que sua cabeça girasse com o movimento de meu corpo, diagonalmente, fraturando seu pescoço.

Caso um combate tenha se iniciado no local eu Inspiraria o máximo de ar que meus pulmões pudessem para gritar o mais alto que eu conseguisse - ZAYN, SEU DESGRAÇADO!!! APAREÇA PRA ME ENFRENTAR SE VOCÊ TIVER CULHÕES PARA ISSO !!!! - O grito ecoaria pela silenciosa cidade de Arosa.




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Última edição por Subaé em Qua Set 01, 2021 2:30 am, editado 4 vez(es)

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As condições da casa eram precárias, mas para minha surpresa meus companheiros apareciam ali, provavelmente devem ter visto a situação do restaurante do Tulin e seguiram meus rastros até aqui.

Inclusive, Blade já chegava pergunto sobre um touro e um lobo, que eu supunha serem os que fugiram da briga lá atrás.

-Até que sim, os amiguinhos deles explodiram o Tulin e me deram um corte nas costas, mas esses dois aí não quiseram dançar comigo não...Inclusive... Tu ta fudido hein sarnento… Saiu nos beijos com um moedor de carne?

O capetão queria comida, mas eu não ia dar pra ele nem o pouco que eu tinha guardado pra mim nem o que já tinha entregue pras crianças.

-Não ganhou porque não me trouxe ingredientes... Agora vamo levar esse lobo aqui perto, que tem um médico… Mas ele trancou a porta com grades... Vamos precisar bater na porta com jeitinho…

Blade sugeria que saíssemos da ilha, eu indignado retrucava:

-Hey... Ainda tenho que matar o hot dog.

O sarnento parecia querer sair muito dali, ele parecia ver um perigo que eu ignorava.

-Minha cara de preocupação... Ainda aguento mais umas bombas e prédios sendo jogados em mim... To sussa.

O lobo parecia surpreso que um prédio havia caído em cima de mim, mas pra mim era algo simples.

-Dois... Mas o que tem?

Com a fala os dois companheiros de bando pareciam se assustar com os ocorridos de minha última luta, porém apesar dos danos tomados arderem em minhas costas, eu queria ficar e lutar, fora que não era tudo isso na minha visão também, então tratei de tentar fazer parecer algo comum.

-Ué... Quarta feira, pô.... Normal.

A conversa inclinava muito para sairmos da ilha, Blade era o principal citador de tal possibilidade, logo eu tentava desestabilizar sua vontade com algumas chacotas.


-Eu achava q vc era mink lobo, não galinha....

Desatava então a imitar uma galinha e seus “popós”, tudo sem muita funcionalidade na conversa, logo um nome que eu já tinha ouvido, mas não tinha me importado, surgia.

-Quem é esse Func ai? Ahhh, o Tulin tá no hospital, explodiram ele…

Eu perguntava sobre o nome que surgia enquanto mordiscava minha rabanada e lembrava de Tulin, já aproveitando pra contar aos rapazes.
A conversa se prolongava e o capetão perguntava se quem explodiu o bar, havia morrido.

-Deve tá... Fiz confete com ele, dá pra pular carnaval agora…

Aparentemente o capitão havia matado o filho de algum grande nome da ilha e Blade tava surtando com o que estava ocorrendo, não me era lá grandes coisas, era só mais um dia com Subaé, era comum essas coisas no bando, quando não era um fazendo merda era o outro.

-O capetão mexeu com uns caga grosso… Qual a novidade? Somos os cabras da peste não a porraa do green peace

O lobo insistia em sairmos da ilha, eu não via o porque da fuga e era contra, mas eu não podia simplesmente abandonar o bando que acabou de se reunir.

-Eu não quero ir não... Por mim eu compro a briga... Mas não sou o capitão.

Assim que comentassem sobre o médico que citei, diria:

-É logo ali... O cara cura geral sem problema... Mas fechou a porta com medo dessas trombeta ai… Oh mink codorna... Fala com ele aí você que é mais calminho…

Deixaria os rapazes fazerem a conversa com o médico e ficaria apenas de olho nos arredores enquanto iniciaria a segunda fatia de rabanada que eu trazia em minhas mãos.

Se visse alguém que parecesse algum inimigo ou encrenca, diria:

-Rapazes… Temos companhia…

Em seguida caminharia em direção a pessoa e em um tom zombeteiro, diria:

-Perdão, mas você não pode passar por aqui não… Vai dar a volta, vai...

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-Fala do Deep

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Blade
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Sentado na cozinha, sem conseguir curar seus ferimentos, um tanto quanto preocupado Blade falava com Deep, -Olá bom dia, você sabe de alguma coisa sobre lobos e touros filhos da puta?

Mediante a pergunta de Deep, sobre a sua situação Blade responderia, -Se moedor de carne for apelido pra lobo acho que sim, inclusive eu quero um médico, se eu não tratar desses cortes vou cair gelado em pouco tempo.

Quando Blade visse Subaé indo roubar a comida da criança, daria um tapa no pescoço dele com sua mão boa, em seguida diria, -Deixa o guri comer
seu porra
. Continuando para um assunto importante Blade diria, -Vamos no médico e depois roubamos um barco, precisamos sair da ilha o mais rápido possível.

Ao perceber que seus aliados não queriam sair da ilha Blade se apressava em dizer, -Eu acho que vocês não entenderam a situação em que um grupo de caçadores de recompensa, já veio atrás da gente e ainda é de tarde. Quando Deep disse para Blade que já sabia da existência do lobo que o atacou, o mesmo pode deduzir que se tratavam de caçadores de recompensa.

Blade estava falando isso tentando se mostrar o mais racional naquela situação, então sua postura foi simplesmente quebrada por um comentário de seu companheiro, -Pera um prédio caiu em você?. Após ouvir que foram dois Blade exclamaria, -E VOCÊ NÃO QUER IR EMBORA?

Aquilo confirmava as suspeitas de Blade sobre ser Deep quem causou tamanha destruição mais cedo, Blade então voltaria para seus pensamentos e diria, -Se atentem ao que eu falo precisamos ir embora o mais rápido possível, foda-se o Zayn e foda-se o maldito Hot Dog. Quando Deep começasse a imitar uma galinha Blade ignoraria ele e se voltaria a Subaé, -Subaé que mal lhe pergunte, não tinha só um mink atrás de você, o que você fez pra irritar os outros dois caras?

Blade estava em Petra já há algum tempo, tempo suficiente para saber quem era Vrunc, e quando Subaé disse que havia matado seu filho, Blade ficou branco, se segurou na cadeira e gritou, -VOCÊ FEZ O QUE!!!!!!!!!!?. E então completaria o absurdo que Subaé havia feito, -Você matou o filho de um dos caras mais poderosos de Petra a mando de um cara, que tu conheceu ontem?

Blade rapidamente ficava ansioso, mas logo se acalmava, não queria mostrar aos seus companheiros que estava nervoso, então se apressaria e diria, -Eu acho que vocês não estão entendendo, o tamanho da merda em que estamos metidos. NÓS NÃO TEMOS MAIS 20 ANOS DE IDADE!

Blade então se estressaria e diria para Deep, -Vamo pro médico primeiro depois a gente resolve. Ouviria que deveria ir até uma tal codorna então era isso que faria.

Blade iria até a codorna, e pediria pra ser tratado, -Por favor senhor! Eu tenho dinheiro, se você não me deixar entrar eu vou morrer. Caso conseguisse entrar se sentaria em algum canto e esperaria para ser tratado.

Caso ele não me deixasse entrar miraria minha arma na cara dele e diria, -Passa a porra da chave! Então entraria e esperaria ser tratado







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Cabras da Peste

Vol 02 - Tacando merda no Ventilador


Dia 02 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 13


Todos

Na teoria as leis foram criadas para manter o equilíbrio na sociedade, com elas, toda escolha tem uma reação e nem sempre aqueles que buscam determinado objetivo, estão dispostos a arcar com a conta que isso o trás. Piratas podem ser descritos como rebeldes, pessoas que colocam seus desejos acima do bem maior, que é a paz. Diferente do primeiro grupo, os piratas se mostram sempre prontos a arcar com as consequências dos seus atos, tirando as poucas ovelhas negras existentes neste grupo. Assim como os demais da sua "espécie", Subaé desde que retornou a ativa sempre fez aquilo que lhe deu na telha: Agrediu Josuk que apenas queria vender o remédio, revelando com isso toda uma estrutura criminosa que ele carregava. Não poupou esforços no combate contra Zayn, mesmo estando dentro da sua casa e sabendo que poderia não sair vivo dali, na verdade, acredito que essa última opção sequer passou pela sua mente. Agora, para firmar um contrato com um aliado, trouxe a morte a uma criança, filha de um dos maiores homens de Petra e sim, ele sabia o que estava fazendo e todo problema que isso iria acarretar.

Talvez tenha confiança em suas habilidades e em seus companheiros? Talvez seja apenas a pura ignorância em achar que seus desejos estão acima das ambições de terceiros? Sinceramente não sei, apenas sei que as consequências das suas ações ecoariam por toda a ilha, não só agora, como também no futuro.

O reencontro com todo o trio aconteceu de maneira tranquila, Deep estava parcialmente recuperado da batalha e externou tudo o que aconteceu, inclusive com Tulin. Blade ainda sangrava, sua situação só tende a piorar caso ele não encontre o tratamento necessário, mas, agora ele já sabe onde ir. Entre todas as figuras existentes nesse cenário, uma que vale a citação é a interação do Bode com a criança, querendo a sua rabanada, que tipo de criminoso é cruel o bastante para pedir e/ou cogitar roubar o alimento de pessoas carentes? Ainda mais naquele nível.

A criança o encarou com fogo nos olhos, ele estava com fome a muito a alguns dias e seu corpo - se não fosse os alimentos roubados de Deep - não iria aguentar por mais muito tempo. Abraçou a comida em suas mãos e deu alguns passos para trás, sem tirar os olhos do Mink e o encarando com uma selvageria que o experiente pirata podia contar nos dedos, as vezes que viu algo assim - Não! Se quiser você vai ter que tomar. - Respondeu - Para trás Zabé, fique perto da mamãe. - Disse o jovem e sua irmã o obedeceu, correndo até onde sua mãe estava.

Parecia que Subaé estava buscando apenas testar o garoto, já que deixou ele de lado após sua resposta e voltou a conversar com sua tripulação. Tendo o resto das informações do tritão - sobre sua ferrenha batalha - e também respondendo algumas coisas, mostrando que o motivo daquela trombeta tocar, foi o próprio capitão. Blade era a voz da razão, ele conhecia Petra Yuni e sabia que a situação agora só iria piorar, Zayn, os Vruncs, parecia que o grupo tinha mexido com pessoas poderosas daquela região.

Por último, o caprino retornou até a criança e lhe fez um convite - Você… - Ele falou enquanto virou para sua família, em sua mente ele sabia que aquela oferta não era uma das melhores e também, não era uma das piores. Vários garotos - colegas - saiam em barcos pesqueiros, barcos de caçadores de recompensa e também de outros piratas, em busca de conseguir uma vida melhor - Sim! - Ele disse em um rompante de adrenalina que surgiu em seu corpo, sua irmã parecia entender, na verdade, era provável que eles já pensassem em algo do tipo - Mas, preciso que minha irmã e minha mãe venham comigo… pelo menos, até a próxima ilha ou até eu juntar dinheiro para deixá-las em um lugar bom. - Ele continuou falando seguindo Subaé - Eu tenho um tio, ele é irmão de minha mãe. Ele está em Baritela, baratiela, bararatifela…. Não lembro ao certo, se você for passar por lá, podemos deixá-las em seus cuidados. - Concluiu acompanhando seu novo mestre, seus olhos brilhavam com a esperança de conseguir dinheiro o suficiente para ajudar as duas mulheres da sua vida.

O grupo agora se dirigia até o médico, eles estavam em meio a conversa e a criança admirava-os como se fossem super heróis - Você aí doente, entre. - Disse o doutor antes mesmo que Blade pudesse abrir a boca. A garota de cabelos negros com pontas vermelhas saia do interior só lugar, abrindo apenas uma 'banda' da grade, grande o bastante para que Blade pudesse passar sem dificuldades - Tinha certeza que o grandão estava no meio dessa confusão, vocês mexeram com alguém que deveria permanecer quieto. - Falou o doutor enquanto analisava os ferimentos do Canino - Para sua sorte, tenho uma promessa que sigo independente do que possa me causar, ajudar os outros, assim como fui ajudado um dia. Segure aí, vai doer. - Bradou e começou a higienização das feridas, limpando e tirando todos os resíduos existentes naqueles fortes. Por último, realizou a sutura de maneira ágil, por mais que gostasse de ajudar, ele também tinha um lugar a zelar - É como falei com o grandão, cuidado com movimentos bruscos demais, se isso abrir você com certeza morre. - Deu um tapinha nas costas do mink e o empurrou para fora do seu simplório hospital.

O grupo estava nas ruas desertas de Arosa e tão rápido quanto a grade foi aberta, ela foi fechada. No meio da rua o grupo observava a situação decorrente das suas ações, até então, tudo estava em perfeita paz e harmonia - E então Capitão, para onde va… - A pobre criança não teve a chance de finalizar suas palavras, um estrondo ecoou por toda a ilha, um tiro de canhão foi disparado a quilômetros de distância e acertou em cheio o corpo do menino. A bala não explodiu, atravessou seu tronco criando um ferimento cilíndrico com as proporções do projétil, o menino caiu já sem vida.

Do horizonte eles puderam ver um amontoado de homens e mulheres, algumas carroças contavam com canhões em suas estruturas. Alguns homens vinham a cavalo e outros correndo feito animais e também como seres humanos normais. O som era alto e indicava que não era apenas aquele grupo que estava a caminho, pelas ruas de Arosa o barulho de passos, gritos e xingamentos eram ouvidos. Uma leva de tiros foi disparada pelo grupo que vinha na direção da tripulação pirata, enquanto outros homens avançavam com variadas armas na mão, eles não demorariam mais que um ou dois minutos para alcançar o trio. BOOM! BOOM! BOOM! Três balas de canhão foram disparadas além dos tiros de armas de fogo, o que o grupo faria?



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Subaé tinha a tendência de chamar as pessoas mais estranhas e impensáveis para obando, por isso tantos anos atrás éramos um grupo tão heterogêneo de forma que os poucos que se reuniram hoje em dia já são um grupo totalmente cheio de figuras… Contudo, chamar uma criança qualquer, poxa vida, eu sou sem noção, mas ai é foda, o moleque não vai durar no mar.

De qualquer forma eu sabia que não tinha como enfiar nada na cabeça do capetão depois que ele se decidia, então era só torcer pelo melhor e seguir nossos caminhos. Fomos até o médico anterior que abriu sua porta pro ferido e o costurou, Blade tava num estado de dar dó, o cara tava estourado mesmo depois de ser costurado, mas estourado mesmo ficou o guri com um tiro de canhão que veio de forma a surpreender a todos.


- Ih... Sabia que o moleque não ia durar…

Dizia eu sem muita surpresa para com a morte e apenas caçando os meus arredores pelos atacantes, logo vi um grupo vindo pro ataque e eu já ia me preparar para uma batalha ferrenha, quando Blade me interrompeu, ele parecia estar mal e ainda dizia que eu não era imortal.

-Teu cu no meu pau... Não vou fugir de outra luta, eu posso lutar...

Eu estava completamente irritado com o pedido de fuga, eu já havia corrido de uma briga para salvar a pele deles no dia anterior, porque fugiria de novo? No entanto, Blade tinha um ponto chave que me doía o ego, ele estava fraco, ferido e se acertado pelos canhões teria o mesmo fim do garoto. Puta que pariu, nem eu aguento um tiro de canhão ainda, por mais que meu ego estivesse sendo partido ao meio, era cada vez mais óbvio que não tínhamos outra opção senão correr ou morrer. Por mais que meu estilo de luta fosse não recuar nunca, meu estilo de vida era proteger meus colegas para poder ter eles comigo, por mais que a gente fosse um bando de desajustados, cabeça-quentes e que lutamos entre nós de vez enquanto, ainda assim éramos o mais próximo de família um do outro no mundo que vivemos atualmente, não me restava opção.

-Tsc… Caralho, fugindo de briga de novo, fica difícil assim... TSC... Por onde então nessa porra do caralho?

Perguntava, puto, o capetão então dava ordem de irmos pro cais, o porto, realmente eu ia fugir não só da briga, como da ilha também.

-Você não consegue nem ficar em pé direito... Mas é um sarnento do carai mesmo, bora…

Dizia pegando o lobo ferido e iniciando minha corrida em direção ao porto da cidade, Subaé parecia me ver como um obeso incapaz de velocidade, acho que ele não notou que meu porte físico é básico para minha raça, na realidade eu estou em meu peso ideal.

-Eu aguentaria até brigar, mas o sarnento tá caindo duro aqui…


Respondia enquanto prosseguia em fuga carregando o lobo com um braço só, o esquerdo eu deixaria livre para ir derrubando coisas por onde passava, virando barracas, carroças, andaimes e o que fosse em busca de atrapalhar o caminho para quem vinha atrás da gente.
Se acabassem nos alcançando, colocaria Blade sentado nos meus ombros para ter as duas mãos livres e sem parar de correr desferiria socos laterais visando jogar os inimigos para longe.
Se os inimigos tentassem impedir nosso caminho com barricadas ou eles mesmos, apenas aceleraria minha corrida e jogando o meu ombro esquerdo a frente tentaria atropelar qualquer obstáculo.
Se tentassem me agarrar, amarrar ou laçar, prosseguiria minha corrida arrastando o que quer que fosse possível eu arrastar e tentando forçar os inimigos que viessem junto dessas amarras a trombar com as construções ao nosso lado.

Se entrássemos em algum beco sem saída, caso as paredes do beco parecessem ser de algo que eu conseguisse quebrar, apenas atropelaria o muro e seguiria reto. Já no caso de não parecer possível quebrar o obstáculo, jogaria Blade e Subaé por cima do mesmo.
Histórico:




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-Fala do Deep

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14: ...e respingou

Não tivemos nenhum problema para conseguir um médico para o BLade, o homem se prontificou para tratar as feridas de Sharptree enquanto fiquei com Deep e o bacuri melequento que não parava de falar exaltado sobre viajar até “Balareta”

- O nome é Baterilla! Repete comigo, BA-TE-RI-LLA… Primeira lição: Procure aprender as coisas antes de tentar parecer um sabichão, ou só vai parecer um idiota! - Ter aquele moleque por perto me lembrou da época que o Moon navegou com a gente, Pena que quando me reencontrou se voltou contra mim e depois sumiu… Aquele moleque era um bom navegador.

Blade saiu da casa do enfermeiro com algumas bandagens e curativos em volta de seu corpo, significa que estávamos prontos para mais uma rodada de ação. O moleque começou falar alguma coisa mas foi interrompido por um segundo estrondo.

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 4 Oco110

"Eu devia ter comido  aquela rabanada"

Com uma cara de nojo, limparia todo o sangue que tivesse respingado em meu rosto usando a lateral da mão. Depois, olharia para a mãe e irmã do garoto e diria - Isso aqui não foi culpa minha…

O lobo e o tritão começariam a discutir sobre ficar ou não ficar para lutar.
Incrivelmente, Deep seria convencido pelo cão que bradava nossa necessidade de obter um barco e fugir dali.

Achei que era só mais um chilique de medo, olharia para onde o tire veio e ao ver o exército extremamente bem armado entendi a situação. Olharia novamente para a mulher e a menina e diria:

-Se quiserem viver, podem nos seguir! Vamos passar em Baterilla de qualquer forma, podemos deixar vocês na casa de seu irmão… Mas já vou avisando que não vou me responsabilizar pela segurança de ninguém, se vierem, estão por sua própria conta e risco!

Voltaria minha atenção para meus companheiros, sorrindo por conta da excitação. Faz muito tempo que não sentia a morte me rondar tão de perto.

-Aguenta correr, Depão? - Perguntaria ao ver o baiacu remendado carregar o lobo no mesmo estado. Sua resposta arrancaria mais um sorriso banguela de mim.

-PARA O CAIS ENTÃO!!  CORRE CAMBADA !!

Seguiríamos correndo em direção ao cais, sem parar para nada; O mais importante agora é encontrar um bom barco para que possamos dar o fora desse pedacinho de inferno chamado Petra Yuni.

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Correria em zigue zague, não só por conta da bebida, mas para confundir a mira dos canhões daqueles que querem me matar.

Se aparecessem inimigos tentando bloquear nosso caminho eu chamaria a atenção de Deep para entrarmos em alguma viela ou rua paralela.

Se em algum momento eu ficasse sozinho com Blade, ajudaria ele a se levantar e seguiria até o porto ajudando ele a se manter de pé se fosse preciso.


Histórico::

Combate:::


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-Talentoso
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-Encontrar o anão perneta chamado Peri.
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Blade
Lobão
Blade começava a estranhar os tiros de canhão, assim como estranhava a pressa de seu médico em atendê-lo. Após sair do consultório muito mais aliviado e dar uma boa respirada no ar de Petra Yuni, com Lua ao seu lado a última coisa que esperava era ver uma criança fazendo cosplay de pudim, tadinho do menino só com um buraco no meio.

A primeira reação de Blade foi soltar um grito de surpresa, -TA PORRA MENOR!, no mesmo exato momento Blade se agilizaria até Deep falando, -Deep olha pra mim rápido e me escuta, tu pode aguentar dois prédios caindo em você uma explosão do bar do Tulin tu pode ser forte fazer e acontecer mas me escuta, VOCÊ NÃO É IMORTAL!, nesse momento Blade se estressava um pouco mais, o que trazia a dor de seus machucados de volta, Blade dizia isso segurando a dor de seus machucados em uma posião meio corcunda, apesar de não querer admitir não teria como ele sobreviver esse combate.

Então mediante a reação de Deep Blade diria, -Eu não vou te deixar morrer, mas se eu lutar eu vou ficar igual o moleque.

Após ver que Deep concordava em fugir, Blade diria pra Lua, -Vai correndo na nossa frente garota! Então deixaria Deep o pegar no colo, empunhando sua sniper e aproveitando o apoio do corpo de Deep para colocar a sniper no ombro de Deep, usando o corpo rechonchudo de Deep Blade miraria nas carroças, caso condutores estivessem presentes, Blade atiraria em suas cabeças tentando impedir o avanço das carroças, se o condutor não estivesse visível, Blade atiraria no ponto de junção das rodas da carroça a estrutura, tentando soltar uma das rodas para capotar as carroças.

Se um homem se aproximasse de cavalo, Blade atiraria em um dos joelhos do cavalo, buscando tombar o cavalo nas areias de Petra em alta velocidade, se ele estivesse muito próximo para usar a mira da sniper, Blade usaria ela como se fosse um fuzil comum para não atrapalhar sua ação.

Se algum homem conseguisse se aproximar normalmente, sem ajuda de outros meios de locomoção, Blade puxaria seu revolver e atiraria rapidamente no homem, mirando olhos, ouvido ou em caso de proteção de um capacete, nas pernas de seu inimigo, principalmente bacia e joelho. Em último caso miraria aproximadamente na junção da coluna com o quadril, por não conhecer de anatomia poderia errar então seria o último caso.

Se em algum golpe de sorte Deep derrubasse algum tipo de explosivo no chão, seja vindo de carroças, lojas ou carregamentos sendo transportados em becos, Blade esperaria uma grande concentração de pessoas surgirem próximas a eles, para atirar nos explosivos. Sua preferência a explosão seria dada as carroças.






objetivos:

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Cabras da Peste

Vol 02 - Tacando merda no Ventilador


Dia 02 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 14


Todos

O pequeno exército deu as caras em uma aparição digna de filmes do Tarantino, a morte da criança aconteceu de maneira tão rápida, quanto seus pensamentos em um dia, se tornar forte. Então pessoal, nem sempre atravesse de cabeça as portas que a vida abre, às vezes um canhão pode estar o aguardando. Em uma rápida discussão, o trio acertava sua estratégia, novamente, causando uma certa irritação e desconforto para o tritão briguento, por ele, ficariam e partiram para o combate.

Em meio a uma corrida cômica e uma leva de tiros, eles correram pelas ruas não mais silenciosas de Arosa, partindo em direção ao porto da Ilha. Blade era quem estava mais debilitado, forçando seu companheiro a carregá-lo pelo caminho adentro, entretanto, ele não assistiria de maneira pacífica toda aquela cena. Portando seu rifle ele buscou utilizar dos seus dons como atirador, o grupo que o perseguia estava – alguns deles – montados em carroças que em sua “bagagem”, levavam canhões. O objetivo do canino era simples, usar da sua mira para impedir e/ou incapacitar seus inimigos, tirando proveito do alcance que sua arma proporciona. Sua ideia foi extremamente inteligente, contudo, não contava com os movimentos sinérgicos do batalhão que o perseguia. Após os disparos, ele pode ver uma dupla bloqueando todos seus disparos, ambos seguravam escudos arredondados e sem nenhum símbolo em sua estrutura. A dupla utilizava armaduras, um deles levava em seu corpo uma armadura dourada e brilhante, já o outro era totalmente presa e sem qualquer tipo de brilho. Seus cabelos azuis e longos chamavam a atenção, mas, o que realmente chamava atenção eram suas habilidades com o escudo, ao bloquear os disparos do lobo com total facilidade.

Após virar algumas esquinas, o trio – sendo guiado por Lua, que estava na frente – viu em sua frente uma barreira, um amontoado de homens armados – com armas brancas – estavam à sua espera. A barreira? Foi feita com sacos de areia e alguns entulhos simplórios. Deep prontamente sabia o que era necessário fazer, aumentou a velocidade dos seus passos e como um trem atravessou o bloqueio, lançando tudo pelo ar. Não parando por aí, o grupo que estava o perseguindo atirou com o canhão mais algumas vezes, acabando por acertar seus próprios homens e espalhando a areia utilizada na barreira ao vento, parte dela, caiu sobre os olhos do homem-lobo, dificultando sua visão.

O grupo que vinha logo atrás não parecia ligar pelo dano colateral, na verdade, eles pareciam estar se divertindo com a situação na qual estavam inseridos. O porto não estava longe e o trio agora podia ver a imensidão do mar que os aguardavam, precisavam apenas continuar em linha reta e logo chegariam ao lugar. No caminho, um punhado de homens estavam à sua espera – dessa vez sem barreira – e eles investiram de maneira selvagem contra o trio. Dentre os inimigos estavam seres humanos portando armas de fogo, minks que carregavam uma diversidade grande de armas e também um tritão, ele era esguio e de cor azulada, carrega um bastão. Por trás o grupo se aproximava cada vez mais, os disparos ocorriam e as balas se aproximavam dos piratas. A rua contava com um aglomerado de casas de madeira – sem becos -, as portas estavam fechadas, exceto uma.

Lutar? Fugir? Quais seriam as ações tomadas pelo grupo? Eles carregavam um membro debilitado e o número de inimigos passava dos quinze. O porto aparente estava vazio, o que era bem estranho. A silhueta de alguns dos barcos era algo visível para o grupo, entretanto, não dava para identificar de fato a aparência e nem as reais proporções das embarcações, mas, parecia que seis navios estavam atracados no lugar. Os inimigos frontais investiam com sagacidade, seus ataques sempre seriam direcionados nos pontos vulneráveis dos corpos dos piratas – Garganta, olhos, coração e afins -, era claro que eles tinham apenas um objetivo: matar os cabras da Peste.



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A fuga tinha início contra minha vontade, os inimigos tinham carroças com canhões que poderiam ser perigosas armas, até mesmo barricadas eles tentavam fazer para nos parar, mas Blade derrubava seus pilotos assim como eu derrubava suas barricadas de forma a rapidamente nos aproximarmos do porto onde nos deparamos com uma nova investida de inimigos, um grande grupo armado.

Éramos agora cercados de uma forma que não teria como defender alguém que eu segurasse, seria necessária outra forma de os proteger, uma forma que estava mais dentro de minhas capacidades do que correr.

Pegaria Subaé junto de Blade e os colocaria sobre o telhado da construção mais próxima dizendo:

-Preparem o navio... Eu vou segurar eles e já chego lá...


Me viraria então para a multidão, apertando meus punhos com as soqueiras armadas e olhando para todos como se nada existisse, um olhar completamente sem medo, quase feliz pela situação, uma energia sombria começaria a emanar de minha arma e subir pelo meu braço como uma serpente agoural.

-Aqueles que não quiserem morrer… Fujam agora… Eu não vou pegar leve com nenhum de vocês…

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 4 Luffy-enies-lobby
Ficaria encarando os inimigos esperando ver se alguém decidiria recuar, se me atacassem ou tentassem seguir meus colegas, começaria a me movimentar dando início real ao combate.

Correria por entre meus inimigos, atropelando os que estivessem à minha frente e socando os que tentassem me flanquear, meus golpes com os punhos seriam sempre mirados na cabeça dos alvos para tentar desmaiar eles ou matar os mesmos mais rápido.

Se algum inimigo pulasse dentro de meu alcance, aproveitaria que ele provavelmente não poderia mudar de direção em pleno e tentaria o golpear tentando o jogar contra outros inimigos.
No caso de alguma carga estar amarrada por ali para ser levada para algum navio do porto, puxaria as caixas tentando derrubar elas sobre o grupo de inimigos sem me importar de eu estar junto com eles.

Aproveitaria o grande número de inimigos contra eles mesmos, tentaria sempre socar um contra os outros, para tentar fazer eles se trombarem para não conseguirem se movimentar direito e assim eu poder encaixar socos mais bem colocados para derrubar ou matar logo, sempre tentando pressionar o crânio dos inimigos entre algo duro e meus punhos quando era possível.

Se tentassem seguir meus companheiros, eu apenas me moveria atropelando tudo e todos até chegar a quem os perseguisse para o fazer ter que lutar comigo.

Se canhões voltassem a se aproximar, correria para cima deles, tentando os erguer do chão e os jogar sobre os inimigos para tentar destruir assim as peças móveis dos canhões e os impedir de serem movidos e mirados tão facilmente.

Se os inimigos começassem a me ferir demais, correria para a parte mais alta da rua, miraria o maior grupo de inimigos, pegaria impulso rezando para meus pontos já estarem curados e iniciaria a rolar inflado tentando atropelar todos como baratas na frente de uma roda.


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15: Para à orla

A fuga prosseguiu, cada vez mais complicada. Quanto à mulher e à menina? Parece que elas preferiram continuar em Petra Yuni.  Corremos por um longo caminho entre escombros e barricadas e quando já estávamos perto da praia um grupo de inúmeros inimigos nos cercou.

-Beleza, parece que é hora de lut…- MInha fala seria interrompida quando Deep pegasse eu e Blade e nos arremessasse no telhado mais próximo. Ele falou que seguraria os inimigos então eu responderia -Estarei com um navio em um piscar de olhos, tome cuidado peixão!

-Vamos,Blade! precisamos conseguir um navio sem demora! - Diria ao ajudar meu companheiro a se pôr de pé -Foi mal cara, mas agora você vai precisar correr.

Correria pelos telhados com Blade em direção ao porto  sem parar para  nada; Sempre atento para me esquivar de ataques ou projéteis, correriamos e pulariamos de casa em casa até a orla da cidade.
Precisamos de um veículo para fuga.

Mesmo se houvessem inimigos no chão, perseguindo a gente, não parariamos.

Caso em algum momento inimigos impeçam nossa passagem, eu beberia TODA a bebida presente na garrafa sem me importar com o forte gosto de álcool destilado que me ebriagava a cada gole.

Precisaria abrir uma  brecha na defesa inimiga.

Depois de dar o último gole, suspiraria embriagado ao sentir minhas pernas cambalearem junto de meu corpo que  avançaria aos inimigos em disparada com a garrafa vazia em mãos e ao alcançar o grupo chutaria a arma (rifle, revolver, etc) do atirador mais próximo para o alto, depois quebraria a garrafa vazia na cabeça do homem cuja arma eu chutei.
Se não houverem atiradores, chutaria a arma do oponente mais próximo.

Sem perder tempo, e sem soltar a boca da garrafa, avançaria contra o mais próximo e enfiaria a parte cortante  da garrafa quebrada no pescoço do infeliz. Soltaria a garrafa ensanguentada ao chutar seu peito.

Se arremessassem alguma granada ou bomba na gente, eu  correria até ela e a mandaria de volta para onde veio com um corte (movimento de Volei).

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 4 Volleyball-tishchenko
Depois me jogaria no chão e tamparia os ouvidos.

Se atirassem em mim ou me atacassem corpo a corpo, eu me jogaria para o lado para desviar fazendo estrelinha, e contraatacaria quando minhas pernas estiverem para o alto, descendo-as com rapidez contra o topo da cabeça do atacante. Talvez ele moda a lingua.

Assim que abrisse uma brecha na barreira inimiga, avançaria com Blade para o porto deixando tudo e todos para trás…

Ao chegar no Porto, buscaria por um dos postes com roldanas que esteja sendo usado para retirar mercadorias pesadas de algum navio e iria até ele. Seguraria firme a corda e chutaria a roldana para partir o frágil mecanismo dessas peças. Consequentemente, por conta do peso da mercadoria, eu seria puxado com a corda para cima.

-ZeBeBeBe! Beleza, agora é só achar algum barco que preste...

Lá em cima, com uma boa vista de toda a área, buscaria observar quais eram os estados dos barcos que estivessem ali para decidir qual seria o melhor para roubar.


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-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
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-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
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Blade assobiaria por Lua, que deveria estar no chão ainda, para indicar que ela deveria seguir seu dono como fosse possível. Blade correria em conjunto com Subaé, pulando pelos telhados com certa dificuldade, a dificuldade não estava na movimentação em si, e sim na dor de seus cortes que, apesarem de estar tratados ainda não estavam em boa condição.

Blade colocaria a Tkiv em suas costas e empunharia sua pistola, se algum dos invasores chegassem perto de Lua pelo chão, Blade miraria sua nuca se aproveitando do posicionamento para defender sua fiel companheira.

Blade acompanharia Subaé e caso seu capitão parasse para lutar, Blade daria apoio na linha de trás, Blade então gritaria, -Lua! Ajude o capitão! Caso a batalha ocorresse no chão seria possível para ela intervir, mas talvez ela encontrasse algum meio de subir se a batalha ocorresse nos telhados.

Para ajudar seu capitão Blade miraria naqueles que se aproximassem de Subaé, miraria na cabeça para acabar rápido com a situação.

Caso Blade notasse alguma aproximação de algum hostil vindo até ele, Blade se afastaria como pudesse e usaria sua técnica Eyes of a Fool, Blade pegaria a distância correta para execução e diria, -Isso vai ser interessante, utilizando de sua técnica Blade desapareceria, e então apareceria 3 metros atrás do invasor que se aproximava, contornando o mesmo durante a execução para não ser detectado, quando aparecesse atrás de seu oponente Blade atiraria nele por trás, mirando coluna e nuca e então diria -O que foi? Me perdeu de vista?

Caso o combate acabasse Blade seguiria Subaé para onde o seu capitão fosse, estando sempre atento se Lua estava ou não seguindo eles, caso Lua fosse atacada Blade atiraria diversas vezes contra o tronco de seu oponente.

Eyes of a Fool:






objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico: