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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador

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Kenshin
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Kenshin
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Relembrando a primeira mensagem :

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas Subaé, Deep Scaleback, Blade Sharptree e do Civil Tensei Pugnale. A qual não possui narrador definido.

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Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 5 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

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Cabras da Peste

Vol 02 - Tacando merda no Ventilador


Dia 02 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 15


Todos

O trio estava em fuga pelas ruas desertas de Arosa, um montante de inimigos parecia vir de todos os lados e ao que parecia, uma iminente piora aconteceria caso eles perdessem muito tempo em lutas desnecessárias. Pensando nisso, o grupo optou por dividir, dois deles ficaram responsáveis por encontrar um veículo Marítimo para sua fuga, o outro ficou responsável por ganhar tempo para que os primeiros chegassem no porto o mais rápido possível.

Blade e Subaé


A dupla agora estava correndo pelos telhados o mais rápido que seus corpos conseguiam. Suas atenções estavam em desviar da melhor maneira possível dos ataques que fossem direcionados a eles, mas, inicialmente viam que as atenções estavam no homem-peixe, que batalhava ferozmente contra todo o grupo que estava em solo. Não apenas isso, eles também conseguiam ver ao um terceiro grupo vindo do mesmo lugar que a galera do canhão, contudo, esses estavam a pé e portavam uma diversidade incrível de armas.

Em meio aos saltos pelo terraço, cerca de duas casas à frente, eles viram uma dupla chegando no telhado. Ambos eram lutadores físicos, sendo que um portava uma espécie de nunchako. Vendo tal cena o capitão optou por ingerir todo o álcool que estava na garrafa, ativando seu estilo de luta único, o que proporciona uma mobilidade de certa forma, imprevisível. Ele avançou como uma fera selvagem, entretanto, viu seus inimigos avançando de maneira ainda mais intensa.

Suas ações eram simples para ele, mas algo totalmente louco e sem noção para a dupla inimiga, que aparentava ter se acostumado a lutar contra pessoas que detinham técnica em suas ações marciais. O primeiro chute acertou o homem armado, mas ele não soltou a arma que carregava em mãos e desceu em um ataque de cima para baixo, entretanto, ele não esperava pelas ações seguintes do capitão pirata, que acertou sua cabeça com a garrafada. Este último não parou por aí, avançou contra o segundo homem de maneira ágil, acertando o resquício de vidro em sua mão no pescoço do homem, chutando seu peito em seguida.

Antes que pudesse raciocinar direito, o Bode viu um pequeno objeto esférico vindo em sua direção. Sem pensar duas vezes ele pulou, semelhante a Giba em seu auge. Aplicou um movimento esportista genuíno, mandando de volta a granada que foi jogada em sua direção, porém, para o seu azar a cerca de três metros o objeto explodiu. O impacto da explosão foi forte o bastante para lançar o Bode contra o muro que rodeava o terraço, causando um ferimento pequeno e dolorido, próximo a sua nuca. O chão do terraço também havia sido afetado, uma cratera se formou a sua frente, tendo espaço para passar apenas pelas laterais.

Um pouco atrás, antes mesmo de conseguir disparar nos inimigos do seu capitão, Blade notou a presença de um homem. Na verdade, não tinha nem como ele não notar, já que o homem destruiu a porta com uma única investida que deu. Seus músculos torneados e sua careca que brilhava com o sol, chamava a atenção do Mink canino, que mesmo debilitado não iria dar para trás e enfrentaria o seu oponente. Liberando o efeito da sua insígnia ele conseguiu distrair o oponente que avançou contra o mesmo, realizando sua técnica de evasão, aparecendo como mágica atrás do grandalhão. BANG! O som do tiro trouxe com ela o fim do combate, de maneira tão rápida quanto começou, o vencedor tinha sido declarado.

A dupla de Minks continuaram sua jornada até o Porto, após mais algumas casas eles então conseguiram visualizar o local. Estava estranhamente vazio, porém, com uma quantidade elevada de embarcações atracadas. O lugar era grande, contava com alguns estabelecimentos, sendo estes um mercado, uma loja de itens para pesca, uma loja de roupas típicas de Arosa - como as que Subaé utilizava, por exemplo - e cerca de quatro quitandas, porém, vazias. O Capitão buscava fazer uma jogada estilo Jack Sparrow e conseguiu, a visão que tinha era privilegiada e ele conseguia ver cerca de cinco barcos próximos: Três deles eram barcos simples, sem nada que chamasse atenção - a não ser o seu tamanho -. Pareciam ser navios comuns de viagem que podiam ser usados por mercantes e afins. O quarto era bonito e o que mais chamava atenção ali, na sua lateral tinha uma faixa escrita "Propriedade Vrunc - Leilão - Relíquia de um Pirata famoso". Por último - no canto - existia um brigue, na verdade, ao bater os olhos o Subaé reconhecia como seu antigo barco de anos atrás. Ele estava reformado, mas ainda sim mantinha as características do seu passado, assim como no outro, existia uma faixa na sua lateral que continha a seguinte frase: "Propriedade Vrunc - Leilão - Barco de um Pirata qualquer". O desdém certamente perfuraria o seu coração.

Entretanto, enquanto ainda estava no céu admirando toda aquela paisagem e dando um "bizu" nos barcos, ele viu um reflexo. Pela sua experiência de vida ele sabia que aquilo só podia ser causado por a mira de uma Sniper, porém, antes mesmo de conseguir reagir escutou - assim como Blade e Lua - o som do disparo, o projétil perfurou a região direita do seu abdômen, causando uma dor excruciante e levando sua queda em cima de uma das quita das citadas anteriormente. Parecia que só um homem havia ficado responsável pela segurança do porto, a questão é… será que era realmente só um?

Deeperson da Silva


O homem-peixe estava em mais uma batalha, desde que reencontrou sua antiga tripulação esteve envolto em batalhas ferrenhas e dessa vez provavelmente não seria diferente. A energia sombria que emanava dos seus punhos fez alguns dos homens arregalar os olhos - Haki? - Um deles comentou ao fundo, infelizmente, Deep não conseguiu ouvir por conta do barulho que eles estavam fazendo. Alguns dos inimigos já tinham experiência o bastante em batalhas, não só nos Blues como também nos outros mares do vasto mundo no qual vivem. Aqueles que ficaram surpresos com a magia negra do tritão, ao perceberam que seus colegas continuaram seu avanço, deixaram o receio de lado e partiram para cima junto com eles.

Deep bradava algumas palavras como um protagonista de Shounnen antes do ápice final do arco, ao notar que nenhum deles recuou sequer um passo, o homem-peixe iniciou o seu combate. Ele correu pelos inimigos, atropelando aqueles à sua frente e atacando os outros, seus golpes eram pesados e fortes o bastante para finalizar seus oponentes com um único golpe, fora é claro, as pessoas contundentes que sua soqueira ocasionada em seus ataques. Porém, nem tudo são flores e alguns ataques eram conectados, espadas, lanças, adagas e todo o tipo de arma cortante acertavam o corpo do tritão em meio ao combate. Algumas delas não conseguiam penetrar as espessas escamas, o ímpeto frágil de seus portadores não eram capazes de romper a defesa da criatura marítima. Já outros se mostravam fortes o bastante para passar as escamas, ferindo a carne de Scaleback em diferentes regiões.

Um homem robusto pulou na direção do tritão, mas ele foi acertado ainda no ar e lançado contra seus aliados. Ele estava cercado e em meio a ataques, tentava da melhor maneira fazer os homens se acertarem e ele conseguia em alguns casos. Deep via o seus inimigos perfurando a carne uns dos outros, acertando os mais diversos golpes em seus próprios aliados, uma batalha insana estava acontecendo naquele lugar. Um pequeno punhado de inimigos indo na direção de Subae e Blade, que corriam pelos telhados das casas e estabelecimentos de Arosa. O Pirata em um rompante de determinação avançou de maneira furiosa contra os homens, atropelando e desferindo golpes contra aos mesmos, impossibilitando a perseguição. BOOOM! O canhão tinha sido disparado e a bala passou próximo ao seu rosto, atingindo uma parcela de inimigos alguns metros atrás do tritão, causando em seguida uma explosão - FOI VOCÊ NÃO FOI? - Uma voz feminina sobrepujou o som da batalha, em um dos canhões mais distantes, Deep pode ver uma figura semelhante ao seu inimigo anterior, o roedor Stuart - VOCÊ MATOU O MEU QUERIDO STUART! - Ela era extremamente feia e sem nenhum pelo em seu corpo, em suas costas uma espécie de espada podia ser vista, suas mãos estavam segurando e direcionando o canhão: BOOOOM! Outro tiro foi disparado e a carroça que ela estava parou metros distantes do tritão, enquanto as outras continuaram seu avanço. O tiro da roedora novamente errou, acertando estabelecimentos próximos a Deep e os explodindo.

O tritão não esperaria por um terceiro disparo e avançou carregando toda a sua força em seus músculos, ele usou isso para interceptar o avanço das armas, erguendo-os e os lançando na direção de seus inimigos. Nesse meio tempo mais ataques eram recebidos, dois deles perfuraram seu abdômen, alcançando o interior do seu corpo e fazendo em seguida o sangue vazar pelos seus ferimentos. Infelizmente para o azar do homem peixe a rua não tinha inclinação, ela era reta, entretanto, mesmo assim ele pegou impulso e saiu rolando inflado, para sua sorte seus ferimentos estavam definitivamente curados e a bola de carne voltava a ativa. Ele foi rua a frente rolando o máximo que podia, sofrendo ataques provenientes de disparos e lâminas. A situação estava complicada e mais homens surgiam de maneira lateral, um deles era deveras familiar aos seus olhos: BOOOM! Dessa vez não foi um canhão, mas sim o soco do homem que o tritão apelidou de "Hot-Dog", tal golpe lançou a bola contra um dos estabelecimentos existentes, fazendo-o ficar preso dentro da construção - E aí fudido. - Disse o homem acompanhado do exército.



Histórico Geral:

Legendas:

Log de combate:
Subaé
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Subaé
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16: O Lamento de Caronte

Quando voei em direção ao muro por causa da granada que explodiu alguns metros a frente, fiquei aliviado pois aquilo poderia ter matado eu e meus companheiros. O preço foi um ferimento na nuca que com certeza mataria um humano qualquer. Ainda bem que tenho uma cabeça dura.

Deixamos os corpos para trás e seguimos em direção ao porto. Lá eu subi em um poste, onde consegui ter uma boa vista de todo o local e de todos os quatro barcos que estavam lá.

Haviam dois navios mercantes, desses que a gente acha em todo lugar.
“Não tenho nada contra esses ai, mas prefiro coisa melhor.”

Havia também um navio maravilhoso, nitidamente construído por um bom carpinteiro. Ao vê lo e até pensei em pegar aquela bela embarcação para mim. Seria poético, imagine, de um pirata famoso para outro!

Mas lá em baixo, logo atrás do tal navio, se destacava em cor esverdeada um brigue com uma carranca com chifres e língua para fora. Mesmo que tenha sofrido algumas mudanças por conta de reformas, eu reconheceria aquela embarcação em qualquer lugar; Na verdade, eu conheço aquela embarcação como a palma de minha mão!

O meu coração palpitou ao ver aquela maravilha construída em madeira de cajueiro, FODAM-SE os outros barcos, FODA-SE qualquer outra coisa, aquele era o Lamento de Caronte, o maior amor de minha vida e estava ali na minha frente depois de tantos anos.

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 5 Lament10

Mas algo me incomodou bastante, uma pequena faixa na lateral do navio dizia “"Propriedade Vrunc - Leilão - Barco de um Pirata qualquer".

Olhei aquela faixa e mil questões vieram à minha mente: Propriedade de Vrunc? Pirata qualquer? Leilão?

-Mas que porra é essa??

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 5 Indign10

-Ainda bem que matei o filhote desse merda.

Eu realmente não tenho condições de dizer qual é a parte dessa frase que mais me indignou. E para dizer a verdade, nem tive tempo para pensar sobre isso, pois foi quando ouvi um disparo que rasgou meu abdômen. E acabei no chão feito um pacote flácido, minha roupa ensanguentada e suja de areia…

-AaARgh!! Blade, de onde veio esse tiro? - Diria enquanto me arrastaria abaixado até o beco mais próximo, onde eu estivesse (por teoria) protegido - O lamento de Caronte está ali! Parece até um milagre, mas ainda precisamos chegar até lá.

- Puta merda, odeio levar tiros! - Levaria minha mão ao abdome para verificar se a bala atravessou ou se ainda estava alojada lá. Se ela já tivesse saído pelo outro lado eu ficaria mais tranquilo e respiraria fundo. Mas se ela ainda estivesse lá a situação seria um pouco mais preocupante, infelizmente, não sou um médico então não tenho muito o que fazer quanto a isso. Tudo o que me resta é não morrer.

-Shaprtree, me dê cobertura! Eu sei que é arriscado, mas Deep também está se arriscando por nós, e se não nos apressarmos vai dar merda! - Diria para meu companheiro em tom de ordem, depois seguiria abaixado pelo peco em questão, contornando as construções até chegar mais próximo possível do Lamento.

Correria em zigue zaque na direção ao brigue o mais rápido que pudesse e ao chegar, apertando o abdome e inspirando o máximo de ar que aguentasse.

Chegando na beira do cais eu saltaria no mar e mergulharia para baixo do barco para fugir dos possíveis disparos. Ainda mergulhando, iria até o fundo do brigue (parte de trás) onde enfim emergiria para inspirar mais ar puro.

Usaria os detalhes talhados em alto relevo na traseira do navio para escalá-lo até alcançar a varanda da cozinha, para entrar pela porta dos fundos.

Se a porta estivesse trancada, voltaria escalar  o fundo do navio até a varanda da ala médica (meu antigo aposento). Caso a porta dessa varanda também estivesse trancada, escalaria até a última varanda. O convés suspenso do timão.

Assim que adentrasse o navio, iria de cômodo em cômodo para ver se havia alguém a bordo e para me certificar do estado de meu navio. Quando passasse pela cozinha olharia a despensa para ver se havia, ou não, mantimentos alí.

Se eu encontrasse um grupo de pessoas avançaria contra elas independente de quem fossem -SAIAM DE MEU NAVIO SEUS ARROMBADOS!!! - Correria até eles e ao alcançá-los tropeçaria no meu próprio calcanhar, caindo no chão (para me esquivar de algum possivel ataque) já rolando em cambalhota até me aproximar do grupo, onde me levantaria plantando uma bananeira, e (mesmo isso talvez me causando muita dor por conta do ferimento de bala) usaria minhas poucas energias (STA) para executar pela última vez o golpe Zabumbada Estóica.

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 5 KdZbXI

Caso alguém consiga se esquivar da técnica, me levantaria com um salto preciso e veloz na direção de meu oponente, desferindo uma cabeçada em seu queixo (diagonalmente, de baixo para cima)

-Esse navio veio do próprio inferno e me trouxe junto dele, vocês não tem sequer o direito de pisar nessas tábuas. Dêem o fora daqui se quiserem viver!!

Se eu encontrasse alguém sozinho, diria - Quem é você e o que está fazendo no MEU navio?

Se a pessoa me atacasse, desviaria de seu golpe, curvando meu corpo com os braços esticados como se eu estivesse com medo - GYAAAAAhh!!! - Apenas um reflexo do susto por conta da embriaguez.  

Contra Atacaria desferindo uma joelhada no estômago do sujeito; Aproveitaria a proximidade e a inclinação do corpo do oponente para segurar sua cabeça e empurrar sua cara contra meu joelho. Uma, duas, três vezes, até que fique inconsciente ou fraco demais para reagir. Pegaria a primeira coisa pontiaguda que encontrasse e enfiaria em sua jugular.

Se a pessoa que encontrei fosse Peri ou alguém disposto a ajudar eu bateria algumas palmas apressando sutilmente a pessoa e depois diria.

-Pois então chega de moleza!! Temos que preparar o Lamento para navegar!

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 5 Gil-basculho



Como a palma da minha mão:

Zabumbada Estóica:

Histórico::

Combate:::


Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.

-Acertar as contas com Zayn
-saciar vício
-Aprender as proficiências Condução, Navegação, e Astronomia
-Encontrar o anão perneta chamado Peri.
-continuar a desenvolver liderança
9.461/10400120/20005/1010/15

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Tabela de preços:
Deep
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Deep
Novato



Eu poderia resumir o que ocorria dentro de minha cabeça facilmente durante aquela luta… Prazer, êxtase, nenhum ali era uma briga interessante, mas todos juntos me permitiam pelo menos suar. Até o que parecia ser alguma amiga ou amigo do rato aparecia, mas sumia tão rápido quanto, não sabia se havia morrido no meio daquela baderna, mas na minha vista não estava por sorte minha, trem feio do cão.

Após um tempo de luta, iniciava um ataque de rolamento e era então arremessado contra um prédio por um soco de uma face conhecida, Hot Dog. Apesar de que eu estava feliz de ele estar ali, já que agora eu poderia matar ele e dar fim a meus interesses na ilha, algo inesperado ocorria assim que eu tocava a fria superfície da construção.

A visão de um grande churrasco vinha a minha mente, era como se o mundo parasse e eu estivesse em outro lugar por algum tempo, com certeza o dia de hoje estava estranho, primeiro a insígnia e agora.

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 5 Dmc4-devil

Assim que a força do soco terminasse, eu iria desinflar já colocando meu novo óculos escuro e parando sentado já trazendo uma fatia de rabanada para minha boca e a devorando numa única mordida.

-Sério, estou curioso galera… Me contem… Qual a sensação de ser tão fraco assim?

Daria um sorriso sarcástico e descontraído mostrando o quanto eu não estava com medo da situação, para mim era apenas um passeio no parque. Me levantaria completamente despreocupado, ações de para quem nem estava em perigo ali. Andaria em direção ao Hot Dog, um sorriso sacana no rosto.

Me manteria sorrindo não importa quantos socos o homem desse em mim, pelo contrário, após alguns eu começaria a gargalhar, me era hilário a fraqueza daquele ser.

Se ele socasse nas minhas feridas abertas ou países baixos, diria:

-Ui, golpe baixo, é? Dói, mas fora me dar mais raiva, não vai te garantir muito… Pretende me matar como?

Se alguém viesse me atacar e não fosse o Hot Dog, socaria suas cabeças para baixo tentando afundar as mesmas para fraturar crânios e pescoços.

Se tiros fossem disparados sobre nós, colocaria uma mão espalmada pro céu e diria sarcasticamente:

-Será que vai chover? Parece que tá garoando…

Se em algum momento Hot Dog parece cansar de bater, eu tentaria agarrar ele em um abraço e fazer esse abraço ser tão forte quanto eu conseguisse buscando esmagar ele lentamente. Dizendo:

-Vê… Eu não sou um lutador, sou um cozinheiro de batalha, uso receitas que melhoram minhas habilidades para a luta, não precisei delas com você, você é tão fraco que mesmo se pegasse meus companheiros feridos ainda iria morrer… Mas bem, morte por tiro, cabeçada ou esmagado lentamente… É tudo a mesma coisa, você sempre termina morto no final…

Continuaria esmagando o Hot dog até ele morrer, não importava o que estivesse ocorrendo, não importando quem me batesse ou como, não importava o quanto ele se debatesse, esmagaria até seu tronco ser uma massa disforme e mole sem vida.

Uma vez ele morto, soltaria seu corpo sem vida e com um olhar frio para os outros diria:

-Por mim, matar esse merda já me deixou feliz, mas se vocês continuarem nos atacando será um problema… Então… Vou me despedir hoje de vocês… Quem tiver bolas nas calças ao invés de bosta, pode me seguir e terei o prazer de despedaçar um a um…

Iniciaria então a caminhar tranquilamente em direção aonde meus companheiros estavam.

Se me atacassem enquanto eu andava, tentaria bater nestes com socos tentando os arremessar sobre as armas de seus companheiros.




OFF:
Histórico:


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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Jupges
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Jupges
Pirata
Blade
Lobão
Blade passava com facilidade do combate anterior, dessa vez sem nenhum machucado novo presente em seu corpo, uma certa preocupação em relação a Deep começava a surgir em sua mente, será que o tritão estava bem depois de enfrentar 20 caras juntos? Ou será que ele ainda está enfrentando?

Sem tempo de olhar pra trás Blade apenas continuou seguindo seu capitão até ver ele tomando um tiro, quando isso aconteceu, Blade logo em seguida procuraria por alguma caixa ou mureta no porto, qualquer coisa que fosse grande o suficiente para cobrir Blade e Lua. Ao ver que seu capitão estava bem e ao ouvir sua pergunta Blade disse, -Vi sim só precisa olhar o buraco da bala no teu corpo e a posição que tu estavas, da pra fazer uma medição.

Então Blade puxava a sua Tkiv e apoiava ela na cobertura aonde estava, e começaria a fazer o calculo para prever aonde o sniper estava, olharia primeiro para o poste aonde seu capitão subiu, e depois olharia para o lugar aonde o tiro acertou ele, a gama de opções era alta afinal Blade não pode ver o exato posicionamento da bala no corpo de seu capitão, apenas aonde ela havia acertado, mas uma área consideravelmente menor poderia ser observada por Blade.

Blade então se arriscaria para olhar na mira de sua sniper por pontos estratégicos aonde o sniper poderia estar, Blade já sabia a área provável, agora bastava procurar pelo ponto estratégico. Logo em seguida voltaria para a cobertura, fazendo um mapa mental dos pontos estratégicos no porto, qualquer torre de vigilância ou estrutura que fosse alta e de difícil acesso poderia ser o local aonde o sniper estava.

Depois de traçar os possíveis pontos Blade começaria a procurar pelo sniper, com sua sniper, passando de ponto em ponto procurando por um ser, caso achasse Blade dispararia mirando a cabeça do mesmo ou outros pontos vitais, para ajudar em sua busca Blade usaria de sua visão aguçada, e caso fosse necessário olhar em algum lugar escuro Blade utilizaria de sua visão na penumbra.

Se outro tiro fosse disparado, contra o lobo ou contra o capitão, Blade aproveitaria para medir a direção e o posicionamento, e reduzir a área de busca pelo sniper inimigo.






objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:

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Cabras da Peste

Vol 02 - Tacando merda no Ventilador


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N° de Postagens do Narrador: 16


Blade


Blade agora tinha um inimigo do seu calibre, um atirador. Após encontrar uma proteção e pensar de maneira lógica, encontrou a altura e iniciou a busca pelos pontos estratégicos. No momento inicial, não encontrou seu oponente em nenhum daqueles lugares, mas, ao escutar os sons de mais disparos - direcionados ao seu capitão - ele pode finalmente ver a faceta do seu oponente, na verdade, a máscara do mesmo. Um homem de capuz e vestes vermelhas, com uma máscara branca em sua face com alguns detalhes da mesma cor da sua veste, ele corria pelo porto enquanto disparava sua robusta sniper de grosso calibre.

Os tiros de Blade eram desviados de maneira semelhante a estratégia usada por Subaé, o pirata não conseguiu acertar um tiro sequer em seu oponente, o mais próximo disso foi apenas um disparo de raspão na região da sua face, arranhando sua máscara e forçando o homem a encontrar uma proteção. Uma mureta de concreto, em sua frente ainda existia uma quitanda com alguns caixotes vazios, o que dificultava a visão tanto de Blade, quanto de seu oponente.

Por alguns momentos tudo ficou em silêncio, a calmaria foi cortada pelo som metálico de uma granada de fumaça, ela girava em seu próprio eixo alguns metros à frente da quitanda, liberando o gás acinzentado que iria atrapalhar ainda mais a visão dos atiradores. Antes da região ser tomada, o antagonista de Blade efetuou um disparo, apoiando seu corpo no chão ele disparou da posição mais baixa que podia, acertando a proteção que cobria o pirata, perfurando-a e mostrando o poder do seu armamento. A situação finalizava com um impasse, os homens estavam a cerca de dez ou doze metros um do outro, no meio do caminho uma nuvem de fumaça dificultava a visão das figuras.

Subaé


O Capitão e seu Atirador estavam em uma situação complicada, o primeiro citado havia sido perfurado por um projétil de grosso calibre. Ao ver a ferida na tentativa de identificar o quão ruim estava, percebeu que existia um buraco em seu abdômen, tanto de entrada, quanto de saída.

Subaé e Blade procuraram por proteção, mas, tendo suas diferenças nesse quesito: O canino por mais que buscasse por proteção, raciocinou de maneira rápida e inteligente, a fim de encontrar o paradeiro do seu antagonista. Já o capitão estava mais preocupado em adentrar no barco, afinal, ele precisava ver as reais condições do seu antigo navio, para que pudessem seguir viagem. Esgueirando-se pelo porto o Bode conseguiu chegar nas proximidades do Lamento, e nesse meio tempo, escutou disparos e sons de canhões sendo disparados na direção onde o seu cozinheiro havia ficado para lutar. No momento em que correu para mergulhar, escutou e notou alguns disparos acertando seus arredores, por sorte, seus movimentos laterais foram o suficiente para que não fosse transformado em uma peneira. Antes de cair no mar, ouviu um tiro, o som era diferente dos disparos direcionados a ele.

No momento que o caprino chegou na parte de trás do Brigue e puxou o oxigênio novamente para seus pulmões, antes que suas mãos alcançassem a embarcação, ele sentiu que algo o puxava para o fundo do mar. Ele estava cerca de três metros de profundidade, cerca de dois metros a sua frente uma criatura estava parada olhando para ele, um sorriso extenso que ia de orelha a orelha se fazia presente em sua face. Seus punhos fechados mostravam hostilidade para com o Mink, o homem-peixe moveu sua mão até a cintura, mantendo seu cotovelo dobrado, como se seu braço fosse uma arma prestes a ser disparada.

O disparo aconteceu rápido o bastante para que o capitão não tivesse sequer reação, a única coisa que seu cérebro conseguiu raciocinar era a dor sentida em seu abdômen, ele sentia como se um soco estivesse acertado aquela região, aquela era mais umas das façanhas do Karatê dos homens-peixes? Por fim, a criatura não parecia ter intenções de deixar Subaé subir, ele teria que enfrentar aquele ser marítimo em seu território ou dar um jeito de buscar oxigênio novamente.

Obs: Pelo fato de não ter a Proeficiencia relacionada à natação, você está com a condição Lento I: Redução de 5% no Acerto, Reflexo e Agilidade.


Deep


O homem-peixe novamente era responsável pela destruição de mais uma estrutura, aquela situação estava virando algo rotineiro e talvez fosse o destino mostrando para ele a sua real profissão. A visão de um evento mágico e ao mesmo tempo real aconteceu na mente do tritão, enquanto ainda se encontrava no interior do estabelecimento destruído pelo seu corpo. Agora com o óculos escuro em seu rosto, bradou algumas palavras direcionadas a seus inimigos, mostrando sua superioridade física com simplórias palavras.

As cenas que se seguiram foram as costumeiras para o dia normal do homem peixe, uma sequência de golpes foi desferida por "HotDog", ele acertava com toda sua força e a cada soco que era conectado, ele percebia que aquele homem não era o mesmo da noite anterior, ele havia ficado forte de um dia para o outro? Ou será que ele já era assim e não mostrou suas verdadeiras garras no Palácio? Alguns questionamentos passaram pela cabeça do homem, proporcionando a brecha necessária para que o homem-peixe o abraçasse.

As palavras de Scaleback entraram pelos ouvidos do seu oponente, enquanto ele sentia seu corpo sendo esmagado, era como se uma cobra estivesse o envolvendo e dando a ele, o abraço mortal. CRACK! O Som dos ossos e a resistência do homem indo embora, mostraram a Deep que seu oponente já não se encontrava mais com vida, o sangue escorria pelo seu corpo, alguns ossos atravessaram sua pele. Agora vocês podem estar se perguntando: e os outros inimigos? Eles ficaram parados? Sim! O oponente do homem-peixe era alguém respeitado entre os mercenários, desde sua infância trabalhou com Zayn e não apenas se limitando ao seu chefe, agindo como um mercenário contratado por terceiros e tendo sua força reconhecida pelos cabeças de Petra. Presenciar a morte daquele homem era como se um familiar da maioria dos inimigos tivesse morrido e bom, aquilo gerou uma raiva descomunal em seus corações - MATEM-NO! - O grito da roedora foi o estopim da reviravolta.

- GRRRRR - O rosnado era o som que chamava a atenção do tritão, além da dor agoniante que se iniciava em suas costas. O Leão estava de volta, empunhava em suas mãos uma espada grande o bastante para dividir Deep em dois e a lâmina criava nas costas do tritão um ferimentos de ponta a ponta, coisa que também começava a virar rotina em sua vida. Outros homens iniciaram suas investidas e em meio a socos do pirata, alguns deles pareciam em batalha, enquanto outros realizavam ataques contundentes, que passavam as espessas escamas do homem-peixe. A roedora era uma delas, empunhando sua espada ela acertou o famoso calcanhar de Aquiles, mas não conseguiu a profundidade necessária para desestabilizar o corpo do homem peixe.

Em meio a batalha ele percebeu uma corrente de ferro enrolando em seu pescoço, antes que pudesse ter uma reação efetiva contra aquilo, sentiu seu robusto corpo sendo puxado para trás, ele pode ver cerca de cinco homens utilizando toda sua força para realizar aquela ação. No momento da queda, sentiu mais perfurações em seu abdômen, a roedora e o leão atravessaram o corpo do homem-peixe com suas lâminas e sorriram ao realizar as ações.

A situação de Deep era complicada, ele estava no chão envolto de um punhado de inimigos e dois fortes o bastante para causar-lhe danos reais, sendo os outros, responsáveis por danos relativamente mais leves, porém, que drenavam seus pontos de vida.



Histórico Geral:

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Jupges
Pirata
Blade
Lobão
Blade começava a dar risada quando a nuvem de fumaça se levantava, Blade saia da cobertura e entrava na nuvem, desta vez empunharia seu revolver com a sua sniper guardada, Blade iria para o meio da nuvem e usando de sua visão na penumbra localizaria seu inimigo, neste momento Blade aproveitaria do fato que, não teria que girar para completar a resolução de sua técnica e usaria a mesma Eyes of a Fool, desaparecendo no meio da fumaça e sempre atirando nas oportunidades em que parava para desaparecer e reaparecer. Blade desapareceria e reapareceria no meio da fumaça o maior número de vezes possível (3).

Blade mudaria um pouco a performance de sua técnica, já que estava completamente envolto em fumaça e seu oponente não estava com facilidades em vê-lo, o canino usaria de seu ilusionismo para invés de jogar pedras para diversos lados apenas jogar para um, nesse caso apenas o som importava e usando de seu ilusionismo Blade simulava passos com as pedras.

Quando disparasse em meio a resolução da técnica, Blade miraria o tronco de seu oponente, uma área maior somada a um campo de visão prejudicado de seu oponente com certeza garantiria a Blade mais chances de acerta-lo.

Quando acabasse de realizar sua técnica Blade diria, -Você usa da fumaça atirador! Eu SOU a própria fumaça! Blade então aproveitaria para efetuar mais disparos ao seu oponente, sem a intenção de realmente acerta-lo, mas ainda assim mirando seu corpo para ter chances de acontecer. A intenção de Blade era distrair seu oponente para conseguir voltar a cobertura anterior.

Na cobertura Blade empunharia a Tkiv e miraria Subaé para ver se conseguia encontra-lo no meio da água, caso conseguisse Blade procuraria pela criatura aquática e atiraria nela, mirando braços para que ele soltasse seu capitão, ou os olhos que eram grandes e fáceis de acertar, um belo alvo diga-se de passagem.


Eyes of a Fool:







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Deep
Novato


Aparentemente aqueles homens conheciam Hot Dog e o achavam forte o suficiente para não interferirem em nossa luta. Um erro claro, eu esmagava o corpo dele como se fosse o resto de um pacotinho de batata frita, algo que gerava uma reação de fúria nos meus outros oponentes que partiam para um ataque sagaz.

O leão reaparece e ao lado da ratazana iniciavam um ataque coordenado de lâminas e correntes que jogavam em meu pescoço, cinco puxavam as correntes me jogando ao chão enquanto cravavam espadas em meu tronco. O gosto ferroso de sangue subia pela minha garganta e passava apertado pela corrente que cinco puxavam contra meu pescoço, realmente eu tinha ido longe, talvez tenha até subestimado a situação, minha situação estava ruim, podia sentir a temperatura do meu corpo diminuir, talvez essa fosse minha hora.

Minha visão começou a turvar, eu não tenho medo da morte, então não me desesperava, era só um gosto amargo de derrota, eu lutei como quis, então morrerei por isso.

“O trabalho mais difícil de um cozinheiro não é fazer a comida de um banquete, mas garantir que todos estarão lá… De nada adianta fazer uma boa comida e quem deveria saborear ela... Não se sentar à mesa…"

A voz de minha mãe vinha do passado direto para minha mente junto com a imagem do leão e da ratazana empalando suas espadas através de Subaé e Blade, era isso que iria ocorrer se eu falhasse na tarefa que eu mesmo disse que faria, eles me matariam, pegariam os dois e os matariam também usando seus números.



-COMO SE EU FOSSE DEIXARAAAAAHHHHHHGHHHHHH…


Meu grito se transformaria em um rugido enquanto daria tudo que ainda tinha em mim para levar minhas mãos ao pescoço e afrouxar as correntes o suficiente para poder respirar, o faria profundamente para me inflar rapidamente quase que de forma explosiva para arremessar o grupo que me rodeava longe.

Rapidamente me desinflaria já passando ambas minhas mãos em minhas feridas para coletar meu sangue que fluía para o usar de arma, chacoalharia meus braços enquanto aceleraria para cima dos inimigos para disparar gotas de sangue com toda minha força como se fossem uma chuva de mini balas, um disparo de doze feito de puro sangue para acertar múltiplos inimigos para evitar a total proximidade, assim que eu conseguisse pegar uma velocidade inflaria novamente e iniciaria mais uma rolagem, prosseguiria ela até não ter mais inimigos a minha frente e então usaria minha habilidade, a Holy diver para me jogar na direção dos oponentes novamente tentando pavimentar o chão com seus corpos e repetiria esse padrão até não conseguir mais, literalmente quicando pelo local como uma bola de demolição ensandecida destruindo tudo que fosse possível para tornar os escombros na lápide de meus inimigos, mas enquanto eu girava meus braços não ficariam simplesmente parados ao meu lado, eles ficariam tocam minha pele e jogando balas de sangue para os meus lados que junto da rotação potente perderiam mira, mas ganhariam um fator de imprevisibilidade fazendo com que minha bola de demolição fosse rodeada por uma tempestade de balas de sangue, já era hora de ensinar aquele grupo que não se deve ferir o que não se consegue matar.

Se eu conseguisse limpar os oponentes ali ou não com todos aqueles Holy divers,  tentaria rolar em direção ao porto, se eles sobrevivessem aquilo, eu ia precisar levar a luta para o mar ou pelo menos não lutar sozinho.

Skill Usada:
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Subaé
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17: Pior cenário possível

Meu avanço até o navio foi um sucesso, o atirador de elite até tentou me dar mais um par de furos, mas fui safo o suficiente para nenhuma bala me acertar. O problema de verdade começou quando eu já estava pronto para escalar a lateral traseira do Lamento. Uma criatura mais feia do que eu sem barba me puxou para o fundo do mar.

Ele sorriu, se posicionou e… BAM!! Senti um golpe fortíssimo no local ferido pelo tiro.

-Argh! - Gritei por um instante, deixando escapar um pouco do ar que havia inspirado mais cedo o que me fez levar as mãos até a boca para tampa-la. Aqueles movimentos pareciam ser Karatê-tritão. Não se assuste em eu conhecer tal estilo, pois peguei uma lutadora em Karatê Island a alguns anos atrás que dominava tal técnica…Sinto saudades de Marina...

O tritão estava entre eu e o ar livre, eis o pior cenário possível. “Droga, ele é um tritão!!” Pensei começando a me desesperar, pois lutar com um tritão no meio do mar não é lá um fetiche que eu tenha. “Se eu não conseguir respirar vou me lascar”

Sabendo que daquela distância eu não poderia fazer nada contra o homem peixe, começaria a nadar em disparada para a superfície (Perto do casco do brigue).
Durante este movimento desesperado, eu ficaria atento aos movimentos de meu oponente para tentar esquivar (nadando para algum dos lados) a fim de esquivar de seu ataque aquático.

Caso meu nado desesperado rumo a superfície seja bem executado inspiraria mais ar, depois, me seguraria no casco do Lamento, com a cabeça submergida e mãos e pés apoiados no casco, aguardaria o avanço do tritão até estarmos próximos o suficiente (cerca de um metro e meio) e neste momento, impulsionaria com as pernas um mergulho na direção do tritão. Meu corpo reto, impulsionado pelo atletismo de minhas pernas contra o casco do brigue, cortaria a água como uma lança atingindo por fim o inimigo com meus chifres perfurantes.
(Caso ele esquive desse ataque, eu ergueria meu braço [o da direção que ele desviou] para agarrá-lo da forma descrita abaixo)

Caso o homem peixe avance contra mim, continuaria a nadar para cima, porém atento ao momento que aquela aberração da natureza se aproximasse o suficiente de mim. Neste momento tentaria esquivar de seu ataque físico, mas minha intenção não era apenas me esquiva.

Sendo assim, mesmo que o golpe me atinja, minha primeira reação seria agarrar o tritão da forma que fosse possível. (Se ele usasse roupas, agarraria elas. Caso contrário agarraria seus membros, enfiaria meus dedos em suas guelras ou seguraria alguma barbatana protuberante o suficiente.)

Quando estivesse segurando o homem peixe enfiaria meus dedos em suas guelras, apertaria e depois torceria a mesma. Aquilo com certeza causaria extrema dor no bacalhau e eu me aproveitaria da situação posicionando-me nas costas do indivíduo. Por fim, saltaria rumo à superfície usando as costas do tritão como base de apoio. Nadaria até o lamento o mais rápido que pudesse e escalaria o mesmo até o convés.
(Se o tritão estivesse vivo, continuaremos a lutar fora do mar)


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Combate:::


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Cabras da Peste

Vol 02 - Tacando merda no Ventilador


Dia 02 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 17


Blade


Diferente do esperado pelo seu antagonista, Blade usufruía da fumaça que cobria aquela região, utilizando novamente sua técnica para em meio ao Ilusionismo e baixa visibilidade, enganar o seu oponente. Em meio aos sons de pedra, o homem atirou repetidas vezes, mesmo com sua visão acima da média, era difícil por conta do muro de fumaça à sua frente. Em meio aos seus disparos o homem recebeu dois tiros no tronco, Sharptree não conseguia identificar a localização dos disparos, entretanto, o som de dor expelido pelo seu oponente era a sua resposta.

O pirata escutou alguns sons metálicos e mais gás foi expelido, em meio a sua fala e mais alguns disparos, percebeu que seu oponente não se encontrava mais naquela região. O cheiro de sangue misturado com o odor da fumaça, talvez pudesse indicar a localização para que ele foi, o som do coração do homem foi ouvido algumas vezes, mas o canino deixou de ouvir gradativamente, aparentemente o seu oponente havia fugido dali.

Em meio a sons de destruição vindos da região onde Scaleback estava, ele puxou sua sniper buscando pelo seu capitão. Disparando como ato final das suas ações.


Subaé


No mar o capitão via sua situação piorando a cada segundo que passava, fora do seu hábitat natural, unindo a falta de ar que tomava conta do seu corpo, ele buscou unicamente pelo item mais racional naquele momento: oxigênio. Subaé em meio ao desespero ocasionado pela falta de ar eminente, nadou da maneira que pode buscando a superfície. Mas, o tritão não deixaria isso acontecer! Ele se distanciou alguns metros na água e levou seu joelho próximo ao peito, curvando sua coluna e disparando seu corpo semelhante a um míssil. Sua boca aberta mostrava toda sua dentição afiada, certamente arrancaria um pedaço do tronco do pirata se o acertasse.

A sensação revigorante de ter seus pulmões preenchidos pelo oxigênio acometia o capitão, centímetros atrás o homem-peixe estava prestes a acertar com sua boca a coxa direita do bode. BANG! O som do tiro efetuado por Blade chegou aos ouvidos do Bode, enquanto esse se preparava para um ataque que beirava o "tudo ou nada". O tiro acertava as costas do tritão, enquanto o mink descia como uma lança, impulsionando seu corpo em seu navio e acertando em cheio uma cabeçada na boca do homem peixe, pertinho seus dentes, ferindo sua cabeça dura e atordoando a criatura que afundava na água.

O Pirata ao chegar no convés do seu navio via o estado do mesmo: limpo e organizado. A pintura parecia que havia sido feita recentemente, assim como a limpeza, ele poderia notar facilmente o motivo: o Leilão. Seu barco seria um dos leiloados naquele evento "beneficente". Antes mesmo que pudesse ter uma visão aprimorada da sua embarcação, e viu um garoto, não tinha mais que seus treze anos e carregava um pequeno caixote com algumas frutas e outros itens alimentícios. Ele olhou para o Bode, arregalou seus olhos enquanto lançava o caixote na direção do bode e voltava pro interior do barco.

Por último, se olhasse em direção ao porto, ele veria Deep correndo na direção do mesmo. Era visível os danos causados pela batalha, talvez até mesmo assustasse o capitão.

Deep


O homem-peixe tinha tomado uma escaralhada gostosa, seus oponentes estavam tomados pela raiva e suas ações se intensificaram. Talvez fosse o destino ou eles estivessem ligados, afinal, tanto Deep quanto seu capitão estavam passando por situações onde a falta de oxigênio era algo comum. Em meio a escassez, a voz da sua mãe gerou em seu interior a força típica do tritão, com fúria ele rugiu enquanto buscava se desvencilhar das correntes em seu pescoço.

Suas mãos agarraram a corrente metálica e conseguiram espaço o bastante para que ele preenchesse seu pulmão, ele inflou. Os oponentes que estavam ao seu redor voaram com tal ação abrupta, alguns atravessaram os estabelecimentos ao redor e outros caiam rolando no próprio solo, por fim, aqueles com mais experiência se colocavam de pé tão rápido quanto chegaram ao chão - Matem-no agora! - O Leão gritou. Deep agora por ter espaço o bastante pode ver algo que antes não foi possível, o leão estava coberto por faixas manchadas pelo seu próprio sangue, seu braço - sem ser o que carregava a espada - parecia estar completamente inutilizado, mas, seu ímpeto ainda estava vivo em seus olhos.

A ideia de usar seu sangue foi boa, entretanto, não tinham oponentes para serem acertados ao seu redor. Aquilo tudo dava espaço o bastante para que ele usasse seu estilo de luta, a famosa bola de carne imparável voltava a atacar. O Leão levantava uma das suas sobrancelhas ao ver aquela cena, ele sabia o que estava por vim e saltou para trás, levando consigo a ratinha, em meio as sua ação alguns homens atacaram Scaleback enquanto o mesmo rolava. As ações dos oponentes se mostraram inúteis perante o giro intenso e a técnica usada pelo tritão. Uma, duas, três, quatro vezes aquela técnica foi utilizada, esgotando de vez sua Stamina e fazendo-o parar.

Em meio a exaustão Scaleback viu a cena ao seu redor. Os corpos no chão, estabelecimentos destruídos e o sangue que banhava todo seu corpo - além do próprio -, ele havia usado tudo que tinha naquele momento e havia sido agraciado com a vitória, mesmo que seu físico estivesse avariado. Se procurasse pelo Leão ou a Roedora ele não acharia, mas, a espada da ratinha estava quebrada a alguns metros à sua frente. Partiu sem pensar duas vezes em direção ao porto, onde seus aliados estavam.

Não demorou para que o homem-peixe visualizasse Blade ainda no "pier", a fumaça ainda estava presente, mas se esvazia com os ventos fortes que tomavam passavam por ali. Era possível ver o Capitão no convés do Lamento, talvez ele também se lembrasse da antiga embarcação...ou não.

Todos


Aparentemente a calmaria tinha dado suas caras, o sumiço repetido das três figuras de destaque poderia causar uma certa dor de cabeça aos tripulantes. Não demorou para que ouvissem novamente a trombeta de antes, só que dessa vez, muito mais alta. Era como se o objetivo responsável pelo som estivesse se aproximando daquela região, era como se a própria morte estivesse vindo buscar o responsável pela morte de Joseph.



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Deep
Novato


Eu dava tudo que eu tinha na manga no momento para sumir com meus oponentes, os que não esmaguei, correram de mim com medo de eu ainda ter mais forças, óbvio que eu não iria demonstrar que eu estava praticamente acabado, mas puta que pariu eu estava um caco.
Podia sentir meu sangue escorrer e meu corpo enfraquecer, eu precisaria de um médico na outra ilha, mas se tivesse comida no barco que meus colegas arranjassem, já seria o suficiente para fazer algo pra me dar energia para aguentar mais um tempo.

Enquanto mancava pelo porto via em um barco meu capitão, mas não era qualquer barco… Era o lamento de caronte? Como diabos essa velharia veio parar aqui? E ainda por cima reformada? Não sei se o capitão está andando com ele desde antes, ou o que diabos está ocorrendo, mas não se olha o dente de cavalo dado.

-Hein, capetão… Estamos prontos para sair?... Esses putos não param de chegar… Vou fazer algo na cozinha para recuperar o fôlego, prepara a saída e pede pro Blade olhar o que mais tem no barco, já que pode ter inimigos por aqui... Qualquer coisa me gritem…

Diria isso e pegaria a caixa de comida e arrastaria até a cozinha onde, após lavar muito bem meus braços até os cotovelos, cortaria frutas suficientes para fazer três tigelas de salada de frutas, jogaria açúcar nelas e misturaria o suco de um limão para dar frescor, procuraria no armário três tigelas, colocaria um terço da quantia em cada uma, sentaria e começaria a comer a salada de frutas refrescante e docinha enquanto respirava bem fundo tentando recobrar o máximo de minhas forças nesse curto descanso, eu podia não ser médico, mas sabia fazer pratos para erguer os ânimos, não seria o suficiente para impedir a morte pelos ferimentos, mas seria o suficiente para adiar um pouco.

Uma vez que eu comesse minha parte com as mãos e lambesse os dedos, lavaria as mãos, colocaria colheres nas outras tigelas e as levaria uma para Subaé e outra para Blade.

Se ouvisse algum deles me chamar, iria até onde o som vinha buscando saber o que ocorria.

Se Subaé precisasse ou Blade pedissem que eu fizesse algum serviço braçal para ajudar na saída do lamento de caronte, faria a tarefa na medida do possível para minha condição, sempre fingindo estar bem melhor do que realmente estava, mas sempre com os lábios franzindo para segurar as dores que começaram a chegar com o fim da adrenalina e o esfriamento do sangue.

Se algum inimigo aparecesse em minha frente, meus olhos cerrariam fundos com uma expressão de “vocês não aprendem”, tentaria agarrar o corpo de tal inimigo e o arremessar no mar.




OFF:
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Subaé
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18: Uma criança igual a mim

O combate ocorreu de forma rápida e efetiva. Em poucos movimentos, e com uma ajudinha de meu companheiro lupino,  deixei o tritão boiando todo esbagaçado. Biólogos, atualizem suas enciclopédias pois parece que as cabras também dominam o mar

-ZeBeBeBeBe!! - Gargalhava enquanto escalava a lateral de meu amado navio.

Ao pisar no Lamento pela primeira vez depois de tanto tempo eu me ajoelhei e abracei o piso da embarcação -Quantas saudades eu senti de você! - Beijei aquele piso e me levantei.

Foi quando avistei um garoto estranho com… cascos?
Seu corpo cheio de pelos, seu focinho e aqueles cascos denunciavam o fato dele ser um mink, mesmo que o seu chapéu escondesse suas orelhas e chifres animalescos.

-Quem é você? - Perguntei curioso, mas ele ignorou a pergunta. Apenas arregalou aqueles olhos assimétricos e arremessou a caixa com alimentos em mim. Neste momento eu saltaria para trás para me afastar o suficiente da caixa que foi arremessada. Não me importaria em ser acertado por algum dos alimentos, apenas observaria o menino correr para dentro da cabine.

Observaria o conteúdo da caixa em busca de alguma garrafa de bebida e se houvesse alguma ali, pegaria a mesma, abriria e daria um gole.

Iria até a parte frontal do convés olharia em volta para ver a situação atual do porto. Assobiaria para chamar a atenção de Blade e desceria a escada de corda para que ele pudesse subir no navio -Vem logo!

Ajudaria a subir Lua no convés e auxiliaria Blade também se fosse necessário.

Ao olhar para o porto, avistei uma grande bola de sangue, entranhas e merda; Tudo misturado e amontoado, vindo em nossa direção. Aquela visão me trouxe um refluxo, sei que não sou o cara mais higiênico do mundo mas aquilo ali já era demais até pra mim.

“Coitado do dono do barco que vai transportar aquele sujismundo” pensei “mas pera aê… o único que conheço que tem aquele tamanhão é o…”

-EI DEEP, SEU PORCO!! PULE NO MAR E SE LIMPE ANTES DE SUBIR NO LAMENTO!!!! - Ordenei, talvez em vão.

Observei ao meu redor sem acreditar. Eu estava realmente ali no Lamento de Caronte com os meus companheiros mais uma vez. Uma paz tomou conta de meu coração, tanto que sorri ao observar aquela situação nostálgica.

Deep me perguntaria se já estávamos prontos para partir - Já estamos quase prontos, peixão - Olhei para meus companheiros e segui a falar - Prestem atenção, tem um moleque de cascos e olhos estranhos escondido em algum lugar dentro da cozinha… Não o matem pois ele vai ser um grumete útil nessa viagem… Ele querendo ou não.

Derrepente outro estrondo ecoou quebrando toda a magia nostálgica que me fazia feliz. Aquilo me trouxe de volta para o presente e fez minha cara ficar enfezada.
“O perigo ainda não acabou, temos que dar o fora daqui!!”

-PARA O CONVÉS SEUS PREGUIÇOSOS! AO TRABALHO! - Gritei as ordens para que todos pudessem me ouvir - DEEP, LEVANTAR  NCORA! BLADE, SOLTAR VELAS!! SE PREPARAR PARA NAVEGAR!!!! - Caminharia mancando até o timão, o qual, ao alcançá-lo giraria o mesmo a favor do vento, fazendo com que o navio começasse a posicionar para ir embora daquela ilhazinha de merda - Agora, Lamento, traga-me o horizonte mais uma vez...


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Blade pegava Lua no colo com um braço após guardar sua arma, e correria diretamente ao navio, seu capitão acabava de jogar uma escada para que ele pudesse subir, Blade então subia como podia e levantava Lua para que Subaé pegasse ela, Blade então subiria no barco e ouviria as ordens de seu capitão.

Ao ouvir que deveria soltar as velas Blade faria isso rapidamente, seu passado pirata já havia lhe dado experiência suficiente para que ele pudesse se lembrar disso. Após soltar as velas Blade começaria a farejar, farejaria no navio por todo cheiro que não fosse o cheiro de merda de seu capitão, o cheiro de comida de Deep ou o cheiro de Lua.

Quando encontrasse o cheiro do garoto Blade seguiria o mesmo, Blade chamaria Lua e diria, -Assuste o garoto mas não morda ele, apenas rosne e garanta que ele não consiga fugir de mim. Blade então procuraria pelo garoto.

Caso houvesse mais de um cheiro diferente no barco, Blade alertaria ao seu capitão e a Deep, -Não estamos sozinhos só com o garoto!, caso o outro cheiro fosse um inimigo, se Blade encontrasse ele rapidamente daria um tiro em seu pé, e gritaria por ajuda.

Blade seguiria o cheiro do garoto, e caso encontrasse ele diria com o olhar sério, -Você vem comigo!, Blade então se aproximaria do garoto e o agarraria pela perna, levantando e deixando ele de ponta cabeça no ar. Como se tivesse botado as mãos em um coelho, Blade se aproximaria de seu capitão segurando o garoto e soltando ele no chão, -Aqui






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N° de Postagens do Narrador: 18


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Subaé se encontrava na embarcação e notava a presença de uma figura estranha, na realidade, tão estranha quanto ele. Inutilmente tentou argumentar com o garoto, mas, o mesmo deu as costas e partiu para os andares inferiores do navio. Totalmente ignorado, o capitão permaneceu no convés e buscou por uma garrafa de bebida, entretanto, nada foi encontrado por ele. Talvez fosse melhor se arriscar nos comércios do porto ou ver se encontrava algo na dispensa do barco.

Nesse meio tempo Blade e Lua subiram no barco, o canino rapidamente partiu atrás do garoto, seguindo-o com seu faro aguçado. Já Deep talvez não tenha escutado as palavras do seu capitão ou simplesmente estava cansado demais para isso, já que batalhar contra um grupo tão grande, teve o seu preço. O homem peixe subiu envolto de sangue - seu e dos inimigos -, entranhas, resquícios de massa encefálica e até mesmo pedaços de ossos, estava claro que o combate  foi duro.

O tritão partiu em direção a cozinha, após pegar algumas frutas espalhadas pelo piso de madeira. No ambiente que lhe trazia conforto, realizou uma refeição simples, frutas cortadas com açúcar e limão. Comendo de maneira tranquila enquanto sentia duas forças sendo recuperadas, por mais que os ferimentos continuassem abertos e sangrando, ele sentia parte da exaustão ocasionada pelo combate esvaindo do seu corpo.

Blade estava na procura do menino e mandava Lua fazer o trabalho pesado, a cadela rapidamente corria enquanto farejava o menino, encontrando-o ao lado de uma pequena escrivania, tendo escondido pela sombra que a mesma fazia. Ao ver Lua rosnando ele correu por cima do objeto, tentando pular entre alguns outros itens, buscando fugir da raivosa cachorra. Porém, para o seu infortúnio ele foi de encontro a Blade, sendo agarrado pela perna como um animal abatido - Me largue seu…. - Puxou a espada que estava na sua cintura, acertando o braço do canino de maneira superficial enquanto se debatia. Seu corpo cacoalhou tanto que ele conseguiu se desvencilhar, correndo na maior velocidade que podia para o convés - V-você… - Bradou com raiva ao encontrar o capitão.

Momentos antes do garoto chegar o Bode havia dado algumas ordens aos seus homens e com isso Deep se encontrava no convés carregando o alimento para seus companheiros, o trio via a cena da criança empunhando sua espada enquanto corria na direção do Caprino - [bmVocê não é meu pai! Um pedaço de lixo como você. [/B]- Antes que pudesse desferir um ataque ele parou, seus olhos estavam repletos de lágrimas e não demorou para que elas escorressem pelo seu rosto - Minha mãe morreu por sua causa! Morra! Morra! Morra! - Balançou sua espada de maneira desesperada tentando atingir Subaé, era perceptível que o fio estava deveras afiado e qualquer corte causaria danos significativos ao pirata.

No porto os homens chegavam aos montes enquanto o Lamento saia em direção ao mar, os fortes ventos serviam como combustível para que a embarcação se movesse. Cerca de cinquenta ou mais inimigos estavam no porto, era possível ver a correria de alguns deles na direção dos navios que estavam atracados, parecia que não iriam deixá-los escapar de maneira tão fácil. Outros homens corriam em direções aleatórias, onde eles estavam indo? Será que existem outros barcos atracados na costa de Petra? Enfim, não parecia que o combate estava perto de acabar.



Histórico Geral:

Legendas:

Log de combate:
Jupges
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Jupges
Pirata
Blade
Lobão
Blade ao ver a reação bizarra do garoto em relação ao pai dele, seu capitão, acharia uma falta de respeito do garoto, então iria até Deep, e pegaria a tigela de frutas que Deep havia feito, logo depois de diria, -Moleque folgado né? Ao ouvir a resposta de Deep Blade diria, -Pode deixar vou só dar uma mijada ali rapidão. E mediante a resposta de Deep eu falaria, -Eu to segurando desde a luta no Palácio Deep, e olha que eu bebi pra caralho, faço isso em 2 segundos eles ainda tão se preparando

Blade então se afastaria e iria até o canhão, observar o porto, comeria rapidamente sua salada de frutas e posicionaria a tigela em um canto do barco. Então olhando para o porto, Blade abaixaria suas calças e começaria a mijar pela janela do canhão, -Caralho tô segurando desde a luta no Palácio, minha bexiga tá explodindo, para completar sua ação Blade mostraria o dedo do meio pros caras no porto pela janelinha.

Logo em seguida Blade pegaria o canhão, carregaria ele e miraria nos cascos dos navios parados no porto, bombardeando os navios inimigos antes mesmo deles se aproximarem.






objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:

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Deep
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Créditos :
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Sirarossa - West Blue
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Deep
Novato


Me sentia melhor, mas ainda não estava nem perto de estar super bem, estava todo furado, sangrando, seria necessário me remendar para lutar direito. Ainda assim levei comida para meus colegas poderem se reanimar um pouco também. Nesse momento, vi um pequeno mink inutilmente tentando atacar o capetão. Nem me importei, sabia que o mesmo não seria ferido por aquela criança fraca.

Esticaria o braço para entregar uma tigela para Blade e diria:

-Olha, não sei qual a ideia para com esse moleque, mas acho melhor você ir comer do lado dos canhões, sarnento…

Assim que ele falasse de mijar, diria:

-Tu vai é mijar nas calça então porra, eles já tao vindo e só tu manja de arma, é melhor tu começar a atirar enquanto eles ainda estão parados no porto…

Esperaria a resposta dele e continuaria:

-Que dois segundos o que seu porra, já atrasou tempo demais com esse moleque, inclusive essa choradeira ja me encheu…

Iria então agarrar o garoto pelo cangote e usar sua blusa para amarrar seus braços e a calça para amarrar suas pernas, se ele tivesse meias ou chapéu, amassaria os mesmos numa bola que colocaria em sua boca para a calar e o colocaria num canto da cabine.

Em seguida voltaria à cozinha, estava fraco e se uma luta fosse necessária, eu precisaria de toda e qualquer força que eu conseguisse coletar para uma luta. Então seria necessário que eu tivesse minhas comidas para fortalecer a mim e meus companheiros, sendo assim, minhas receitas mais rápidas...

~Post de Criação~



Pegava um abacaxi da caixa de mantimentos e o picava já o jogando numa panela colocada no fogão em fogo baixo, fazia cubos pequenos e uniformes para poderem cozinhar igualmente. Jogava na panela também, pimenta, açúcar e o gengibre que trouxe comigo, amasso tudo no fogo baixo até virar uma pasta, então uma das garrafas de bebida, a de gin e viro na mistura, emulsiono bem  e deixo ferver.

Pego então em duas outras panelas, em uma jogo bastante pimenta do reino e açúcar, na outra açúcar e rum, em ambas as panelas, coloco ingredientes suficientes para fazer três balas Tarrasque, deixo a mistura de açúcar e rum reduzindo também e me concentro no caramelo apimentado, fico mexendo a mistura até o açúcar derreter por completo e se misturar a pimenta, se tornando um caramelo de cor negra que eu separo para começar a esfriar.

Com as misturas mais líquidas um pouco servidas, a de abacaxi já estava no ponto desejado, tirava ela do fogo e mexia até ficar um líquido dourado e sedoso para colocar de volta na garrafa de vidro, uma garrafa de Berserker pronta para beber.

Uma vez pronto o Berserker, a cauda que deixei no fogo já estava grossa, a tirei do fogo e a moldei com uma colher de pau em três bolinhas que por estarem quentes, pude jogar no caramelo negro que esquentou embrulhando as bolinhas, ao mesmo tempo que esfriou  recheio dando forma sólida para as três balas Tarrasque.

~Fim de criação~



Três cozimentos rápidos, que devido a não terem água e sim álcool, ferviam muito mais rápido e portanto seu cozimento deveria ser ligeiro. Amarraria uma cordinha na garrafa de berserker e a colocaria amarrada em meu cinto, enquanto as três balas eu guardaria na pochete, da qual eu tiraria uma rabanada para comer.

Sairia então, “armado” para o convés do navio em busca dos meus colegas, se ainda estivessemos sendo perseguidos, diria:

-Galera preparei umas receitas para a gente poder se melhorar caso eles abordem o navio, só pegarem comigo e comerem caso ocorra.

Se estivessem em luta, ou se eu visse algum invasor no barco, rapidamente eu tomaria um gole de Berserker, ficando com a minha pele muito vermelha e começando a suar em bicas devido ao efeito da bebida. Melhorado por minha bebida, usaria então minha habilidade, Dragonforce, aumentando o tamanho de meus músculo e fazendo minhas escamas rangerem devido a força contida nelas, eu esperava que o descanso até o momento e todas as melhorias dadas por minha técnica e bebida, fossem o suficiente para eu conseguir desferir socos avassaladoramente poderosos contra os inimigos, tentando os arremessar para fora do barco e para longe do mesmo.


Histórico:


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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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