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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Relembrando a primeira mensagem :

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas Subaé, Deep Scaleback, Blade Sharptree e do Civil Tensei Pugnale. A qual não possui narrador definido.

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Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 3 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Deep
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Deep
Novato


Uma perseguição ferrenha tinha início, até mesmo uma pessoa que andava na rua era usada por mim como munição contra os fujões, os mesmos tentavam revidar me cegando momentaneamente com algum tipo de bomba. O leão aproveitava a abertura para me acertar alguns golpes com lâminas e após um certo combo, o rato jogava algo que explodia em mim. Claro, como era de se esperar de covardes como eles, não era nada que realmente fosse um problema, era tudo apenas incômodo, eles causavam importúnios, mas nenhum ferimento grave, eram oponentes de calibre baixo e eu não era um oponente que eles pudessem vencer… Eu já sabia disso, eles eu não sei se não perceberam ou não querem aceitar.


Sairia andando da área da explosão, por entre a fumaça da mesma, talvez à poeira e fumaça pudessem até a vir apagar o fogo ou não, mas ainda assim eu ainda tinha um tempo de dragonforce e meu corpo estava em bom estado, limparia um pouco da fuligem do meu rosto e ombro enquanto começaria a acelerar de novo em direção aos caçadores.

-Vocês realmente acharam que eram caçadores o suficiente para pegarem um imediato pirata, com esse seu nível de poder? Vocês não são nada… NADA...

Correria atrás do leão novamente para mais trocas de soco, se ele se mantivesse tentando lutar, ele apenas se cansaria e ficaria mais fraco, não sou fácil de cansar nem de desistir, qualquer um que insistisse em me combater sem ser capaz de me destruir completamente iria estar em maus lençóis.

Se eu me aproximasse dos inimigos, voltaria a tentar socar os mesmos, sem me importar de errar e acertar, chão, paredes ou outros por perto, no máximo isso faria pesar ainda mais a cabeça de meus inimigos ao verem a força dos golpes que poderiam os acertar.

Se eu conseguisse acertar um soco em algum inimigo, aproveitaria para tentar o agarrar e jogar contra a estrutura que foi abalada pela explosão, tentando demolir o prédio em cima desse.

Caso eu percebesse que a estrutura abalada poderia cair em cima dos inimigos também, iria agarrar algum pilar da mesma e puxar com força tentando desmoronar a construção, pois eu confio que sairia vivo dela e nem mesmo penso na possibilidade de me ferir durante o dragonforce, mas eles não vão aguentar tão bem.


Histórico:




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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Subaé
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Subaé
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8: Seguranças?!

-EI, EI, EI!!! NÃO ME CONFUNDA COM A LAIA DESSE CHIFRUDO DE QUINTA CATEGORIA!!! - Responderia instintivamente sem nem parar para pensar.

Os guardas começaram a brotar no local (Pelo que eu pude contar, eram no mínimo sete guardas) e agiam como se dois sequestradores estivessem ali para pegar uma criança importante. Na verdade, quem estava atrás da criança era eu, mas era para matá-la… Além disso, só tinha um sequestrador ali, e era para me pegar.
Que situação!

O homem com o chicote vinha em minha direção acompanhado de dois homens “desarmados”, ao mesmo tempo a minha respiração começou a ficar pesada por conta da maratona desacerbada de momentos atrás.
“Que momento para ter uma crise” pensei.
Eu não podia perder tempo ali lutando contra aqueles caras, e mais importante, eu não poderia lutar tendo uma crise dessa maldita doença.

-Ei chifrudo… O que acha de me dar uma mãozinha aqui para podermos terminar o que começamos? - Diria em falso desespero (O golpe tá ai, cai quem quer)

Sendo assim, eu só teria UMA chance de “resolver” aquela confusão. Eis que:  

Levando em conta que um dos inimigos utiliza um chicote, seria bem complicado me aproximar para fazer alguma coisa realmente efetiva. Além disso, aqueles dois homens podem ser um problema mesmo estando desarmados. (Olhe para mim, por exemplo)

Recuaria sem tirar os olhos do trio até a tenda de frutas mais próxima (na falta de alguma tenda de frutas por perto, iria para alguma com objetos grandes e arredondados), Pegaria algum melão, ou melancia, ou jaca (Ou qualquer objeto com a dimensão das frutas listadas anteriormente).

Arremessaria o mesmo  para cima, em seguida, acenderia minhas pernas com o fogo do faraó durante o salto preparatório para o chute que eu iria desferir.

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 3 BHX

Meu corpo giraria em pleno ar, criando com minha perna direita um rastro de fogo que a cada giro mais assemelhava-se à um tornado feito de chamas - SE PREPAREM PARA A FÚRIA DO CABRA DA PESTE!! - Meu casco incendiaria a fruta ao acertá la, arremessando a mesma contra o trio de seguranças.

Aterrissaria no chão rolando em cambalhotas para me aproximar do trio que provavelmente estaria preocupado demais com a fruta (ou objeto) em chamas que ia em sua direção.
Assim que me aproximasse dos três o suficiente, ergueria meu corpo com as mãos executando a técnica…

-ZABUMBADA ESTÓICA!!!


Zabumbada Estóica:

PS: Se o touro por acaso estivesse lutando contra o trio para me ajudar, ainda assim executaria a técnica. Chutaria ele também, sem pena)

-Foi mal aê chifrudo - Diria caso ele tenha caído pelo meu ataque - Nunca tive intenção de gastar meu tempo com você.

Se tudo der certo, agora eu teria menos três guardas atrás de mim (pelo menos por algum tempo). Aproveitaria a situação para correr até o muro e depois de exercer o certo impulso me penduraria e ficaria lá em cima para dar uma boa olhada no interior do local em busca de crianças.

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 3 Parkour-leap

Depois, pularia para dentro e correria na direção do primeiro grupo de crianças que avistasse.

-EI!! QUAL DE VOCÊS É O VRUNC JUNIOR? - Perguntaria


Histórico::

Combate:::


Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.

-Acertar as contas com Zayn
-saciar vício
-Aprender as proficiências Condução, Navegação, e Astronomia
-Encontrar o anão perneta chamado Peri.
-continuar a desenvolver liderança
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Cabras da Peste

Vol 02 - Tacando merda no Ventilador


Dia 02 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 08


Blade

Blade se encontrava em uma situação extremamente complicada, a luta contra Deep o deixou debilitado, juntando agora com o ataque feroz do seu semelhante, tudo se tornava duas vezes mais preocupante.

Diferente de qualquer expectativa, sua ação se resumia a simplesmente sentar e enviar algumas palavras para o seu companheiro Racial, parecia que estava querendo usar jogos mentais? Que seja! O Lobo inimigo simplesmente ignorou qualquer palavra que saiu da boca de Blade, ele estava unicamente focado em acabar com sua presa e saciar seu desejo pela caçada, mesmo que o seu oponente não se mostrasse ser uma presa muito Pulou metros antes de alcançar Blade, suas garras estavam afiadas e reluziam com o sol, seus braços estavam esticados e visavam segurar ambos os ombros de Blade ou a sua garganta. Existiam alguns problemas na ação, sua tentativa de acertar o inimigo era até que efetiva, mas não completamente, apenas conseguiu tirar o foco principalmente do seu ataque: a garganta. As garras passaram de raspão e o lobo caiu por cima do pirata, se entrelaçando no mesmo como em uma briga de cachorros.

Nessa confusão o inimigo desferiu dois golpes com suas mãos, usando suas garrafas para tirar parte da carne do tórax do pirata, deixando a marca cravada em seu corpo. Ele saltou para trás - Que porra é essa? Não vai mesmo lutar? - Voltou para postura humanoide lambendo seus dedos e levando a mão livre até sua cintura - Isso que você tá tentando não vai dar certo, você não sabe socar? Chutar? Não que pelo menos tentar correr? - Suas palavras eram sérias, ele esperava um pouco mais de ação naquela empreitada, dois lobos machos em uma disputa pela vida, era isso que ele esperava, a selvageria existente nos genes dos caninos.

Pela última vez ele se preparou, flexionou seus joelhos e estava agora para iniciar seu movimento final. Sua expressão estava séria e carregava um certo descontentamento, mas, sua postura e o "ar" envolta de si, mostravam a Blade o real perigo que ele representava. Partiu em disparada, rosnando para seu semelhante e mostrando a dentição suja com sangue e extremamente afiada.

Subaé

O capitão pirata estava em uma situação desvantajosa, em termos numéricos. Usando sua sagacidade e lábia tentava diferir o achismo dos seguranças dele e do Boi, mas, suas palavras decorrentes mostravam que eles eram "parceiros". Já que suas palavras foram unicamente visando formar uma dupla, contra os protetores da escola, coisa que deixou ainda mais claro a todos a situação naquele ambiente.

A população estava assustada, diferente da grande parte de Arosa, ali não costumava acontecer confusões. O caprino então iniciava toda sua estratégia mirabolante, usar algo como distração para que pudesse em um movimento preciso, usar uma das suas diversas técnicas visando acertar os oponentes. Dentre as diversas barracas ele encontrou uma melancia grande o bastante para se assemelhar com uma bola de basquete, isso é, se ele soubesse o que era uma. Todo o decorrer das ações foram como descritos pelo bode, entretanto, a única coisa que ele não contava era a explosão da melancia ao entrar em contato com sua perna, diferente do esperado, o projétil não foi em direção ao trio.

Por mais falho que tenha sido sua tentativa, aquilo não era um ataque e sim uma finta, para o movimento real. Aquilo não assustou o trio, a Zabumbada era realizada e dado o tempo de reação dos homens, eram apenas parcialmente acertados pela técnica, porém, o que abria a brecha para que o caprino fugisse dali, adentrando no colégio. No interior era possível ver uma porta, porém, essa estava fechada. Ao lado dela uma janela entreaberta, ao que parecia uma professora tentou fechá-la o mais rápido que podia, mas, estava emperrada - AAAAAAAAAH! - As crianças gritaram ao ver o Mink, correram para fora da sala, seguidos pela professora.

Subae precisava ser rápido, afinal, o som do combate que acontecia no lado externo da escola tinha cessado. Algo mudou? O Touro acabou com todos? Ou será que ele havia sido derrotado?

Deep

Deeperson mostrava toda sua resistência ao aguentar todos os ataques realizados pela dupla, que por sinal, já estava se incomodando intensamente com aquilo. Para eles a vida sempre foi - de certa forma - fácil, suas presas caiam perante a combinação de habilidades do quarteto e principalmente, pela dupla formada pelo Leão e o Roedor. Eles tinham funções simples, um ficava captando a atenção e mantendo-se na linha de frente, enquanto o outro dava suporte com seus itens mirabolantes. Mas, o tritão não caia perante as adversidades.

A explosão de grande magnitude aconteceu e da fumaça, saiu o homem-peixe como se nada tivesse acontecido. As chamas estavam se extinguindo quase que completamente, pequenos focos eram ainda vistos, mas, pagariam no decorrer das ações. O roedor arregalou os olhos com as palavras do homem, ele estava incrédulo que alguém pudesse ter sobrevivido aquela sova de ataques, ele era mesmo um mortal? Balançou sua cabeça trazendo o foco de novo para suas habilidades, Scaleback partiu na direção do Leão. Esse último respondia a altura, um rugido seguido de um avanço empunhando sua espada, aquilo não parecia fazer parte dos planos, já que o roedor mostrou um certo olhar de confusão perante aquela ação.

Ao se aproximarem o tritão partiu com uma sequência de socos, buscando uma troca de golpes ferrenha, mas o Leão estava com outros planos. Ele era mais ágil e tentava extrair o máximo das suas habilidades naquele combate, em meio a esquivas, lançava ataques cortantes que passavam as espessas escamas do tritão, o mink estava mais forte? Talvez fosse a adrenalina com o ódio que estava o consumindo por dentro, seus ataques estavam ligeiramente mais pesados e cortes eram feitos pela extensão do corpo do tritão. Alguns dos seus socos eram bloqueados e outros conseguiam ser conectados, porém, o agarrão  demorou a vir. Após cerca de seis ataques recebidos, Deep finalmente conseguiu segurar no Leão, lançando-o com fúria em direção a estrutura abalada pela explosão.

Uma única viga carregava toda a estrutura e sem pensar duas vezes, o homem-peixe foi em sua direção, colocando tudo abaixo. O estabelecimento era uma espécie de mercearia no térreo e uma loja de roupas no primeiro andar. Blocos, madeiras, pedaços de concreto, tudo caiu em cima do Tritão e do Leão. Gritos eram ouvidos vindo debaixo dos escombros, pedidos de socorro, o real desespero tomava conta daquela área. O leão saiu dos escombros, seu rosto estava manchado pelo seu próprio sangue misturado à poeira e alguns entulhos, apoiava seu corpo com sua espada, usando ela como uma espécie de bengala, já que o outro, não parecia em boas condições.

O roedor surgiu ao seu lado o olhando preocupado, mexeu em sua bolsa e dela tirou dois pares de granadas - as pequenas esferas -. Ele não sabia onde Deep estava embaixo daquilo tudo, pelas suas ações, ele queria era apenas fugir dali. Espalhou as esferas ao redor de si e seu aliado, as mesmas explodiram liberando uma fumaça espessa e cinza, o que impediria a visão do tritão quando saísse debaixo dos escombros. Inicialmente o homem-peixe podia ouvir a voz relutante do Leão, ele parecia não querer sair dali, queria terminar aquele combate. Entretanto, foi convencido por Stuart - o roedor - e tomaram um rumo entre a fumaça, aproveitando dos gritos desesperados das pessoas soterradas, indo em uma direção não conhecida por Deep, mas que ele poderia talvez encontrar, caso agisse de maneira rápida.



Histórico Geral:

Legendas:

Log de combate:
Deep
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Deep
Novato


O leão começava a atacar mais, seus golpes faziam meu sangue correr por minhas escamas, principalmente nas costas, mas eu nem prestava atenção nisso, minha técnica me fazia prestar total atenção no ataque, de forma que inclusive eu acabava por derrubar a construção abalada na explosão sobre mim mesmo, apenas para soterrar o leão.

Contudo minha habilidade dragonforce agora estava encerrada e eu começava a sentir mais dores e pensar mais nas coisas, havia ferido bastante aqueles dois e eles queria correr realmente, talvez fosse hora de voltar e continuar meus planos para o dia agora que eu já estava mais relaxado.

Sairia dos escombros erguendo os mesmos com os braços e caso tivesse muita coisa, inflaria e desinflaria para abrir espaço quase como se uma bomba explodisse ali. Se os dois fujões tivessem realmente fugido quando eu levantasse, voltaria para onde eu havia deixado a cesta de “compras” e voltaria, todo o caminho de cara feia devido ao ardido dos cortes e queimaduras.

Encontrando ou não minha cesta, voltaria para o restaurante de Tulin, naonde colocaria minha cesta na cozinha e procuraria fazer algum sanduiche com o que tivesse a disposição na cozinha, alguma boa comida para me ajudar a recuperar minhas forças.

Se Tulin estivesse lá e perguntasse de minhas feridas, diria:

-Longa história, tu não consegue limpar pra mim as feridas e me dar uma força? Dependendo de como tiver eu vou precisar ameaçar algum médico…

Conseguindo ajuda de Tulin ou não, após comer, sentaria um pouco para fazer a digestão da comida, isso era importante antes de sair fazendo mais baderna.

-Tulin, tem como me arranjar garrafas de rum e gin? Me viro com o resto mas não tive tempo de ir atrás disso em específico e se eu sair agora vou precisar provavelmente brigar com mais gente para andar um quarteirão, preciso dessas receitas prontas para o prato principal… Quebra essa?
Histórico:




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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Subaé
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9: Chacina didática

Pularia janela adentro, chutando qualquer um que ousasse se pôr na frente para interferir na minha invasão.

-Escutem com muita atenção - Diria em alto e bom tom. Minha voz ecoaria rispidamente pelo aposento da forma mais ameaçadora possível - Eu estou armado e quem tentar alguma gracinha vai morrer. Não me importo em matar crianças ou mulheres… Então, se quiserem viver me digam: Quem aqui se chama Vrunc? - Terminaria a frase cuspindo o gole que daria diretamente da garrafa para parecer mais amedrontador diante das crianças -Se ninguém falar vai começar morrer um por um…

Não aguardaria muito, apenas alguns segundos sem resposta me obrigariam a chutar o estômago da criança mais próxima - Vermes insolentes, quando eu perguntar algo me RESPONDAM!!

Olharia a professora de cima a baixo enquanto me aproximava lentamente.
O primeiro passo ecoaria na sala - Você é a professora desses fedelhos, tenho certeza que sabe quem é o filho de Joseph Vrunc..- Outro passo, depois mais um - Não precisa falar se não quiser, apenas aponte quem é o garoto e sairá viva.

Se em algum momento algum dos reféns (crianças ou professora) me xingasse, respondesse rispidamente ou tentasse me atacar, eu avançaria contra o mesmo com a cabeça baixa (imitando o touro) e enfiraria meus chifres no estômago ou peito do insolente - Mais alguém quer me desafiar?
Se mais alguém me desafiasse, eu daria cinco socos na cara desse alguém.


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Se o garoto estivesse ali no local e fosse dedurado por alguém eu sorriria pela primeira vez - Tá vendo que não é difícil colaborar? - Diria em tom de deboche enquanto andasse na direção do moleque.

Antes de qualquer coisa, daria um chute (ou coise, chame como preferir) bem dado na caixa do peito da criança - Desculpa aê - Diria ao erguê la pelo colarinho - Eu sei que você não merece morrer e para falar a verdade nem é nada pessoal com você. Eu nem sei o seu nome acredita? Mas sinto muito te dizer que sua vida acaba aqui…- Ao final da frase, daria muitas cabeçadas na testa do moleque, até ouvir o crânio do mesmo rachar (ou ter certeza que ele morreu).

Olhando para todos os outros, eu diria - Não vou dizer que foi um prazer conhecer vocês. É isso, aproveitem suas vidas! Um abraço do titio Subaé - Depois chutaria o corpo agonizante para o lado e avançaria contra a janela, pulando na direção do muro. Observaria a situação em busca de um bom esconderijo ou um local que facilitasse minha fuga. Se algum guarda aparecesse durante o cancelamento de CPF eu diria a frase acima e depois fugiria pela janela com o corpo do garoto em mãos.

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Caso o filho de Joseph não esteja no aposento, eu olharia o bilhete mais uma vez em busca do nome, referências físicas ou alguma informação do garoto, e, se não houvesse nada no papel eu levaria a minha mão à cara, decepcionado com aquela situação ridícula. “Tulin, seu filho da puta!! Como é que você quer que eu encontre o moleque se você nem me explica direito como a criança é?” Pensei revoltado com a incompetência de Tulin

- É o seguinte, quem aqui conhece o bacuri do Vrunc levanta a porra da mão de uma vez!! - Diria em tom ameaçador.  

Pegaria a primeira pessoa que levantasse a mão e a prenderia debaixo do braço esquerdo (A mão direita segura a garrafa de cachaça), depois eu chutaria a garganta de todos os outros que estejam presentes e sairia correndo pelo corredor em busca da criança certa - VAI DESEMBUCHANDO LOGO, ONDE É QUE O VRUNC ESTÁ?

Se nenhuma das crianças levantasse a mão eu olharia cruelmente para a professora - Você vai servir...

Seguiria correndo em busca da criança enquanto apertava o refém debaixo de um braço e golpeando-o com o cotovelo do outro - Já vou avisando, Não tente nenhuma gracinha se não tu morre viu!

Caso eu seja atacado por alguém, recuaria o meu corpo saltando para trás (ou para um dos lados) a fim de me esquivar do ataque -Fique paradinho aí senão esse bacuri morre!! - Depois saltaria na parede do corredor, onde impulsionado por outro pulo executaria um contra-ataque contra o atacante: Uma joelhada na lateral do maxilar.

-Filho da…- Diria se ele bloqueasse a joelhada. Como resposta, eu curvaria meu corpo ainda no ar para executar com a outra perna um chute no outro lado de sua face (O foco de ambos os chutes são nas laterais do maxilar).

Recuaria o suficiente para me certificar da situação, e se houvesse uma brecha continuaria minha busca deixando o segurança para trás.

Se por acaso durante a busca eu encontrasse a enfermaria do colégio, entraria na mesma e golpearia três chutes em quem estivesse lá dentro. Se fosse preciso me esquivar antes de voltar a atacar, assim eu faria. Depois vasculharia os armários e prateleiras em busca de algum remédio que servisse para minha doença. Guardaria o que encontrasse no bolso e voltaria a procurar o Vrunc Jr.

-Pare de chorar, porra!! Pode ir falando onde é que fica a sala dele!! E ME AVISE SE ELE APARECER POR AI!!!! - Continuaria a martirizar o psicológico de meu querido refém. Se o refém me desse alguma orientação, iria por onde ele falou.

Por fim, Quando encontrasse a criança prometida eu arremessaria a criança em meus braços para o lado, afinal, ela já não me era mais útil. Correria em direção do Vrunc Jr para golpea-lo em alta velocidade com um gancho de direita. Depois Seguraria o mesmo pelo colarinho e diria - Desculpa aê - Diria ao erguê la pelo colarinho - Eu sei que você não merece morrer e para falar a verdade nem é nada pessoal com você. Eu nem sei o seu nome acredita? Mas sinto muito te dizer que sua vida acaba aqui…- Ao final da frase, daria muitas cabeçadas na testa do moleque, até ouvir o crânio do mesmo rachar.

Caso alguém me atacasse durante o processo, eu iria usar o garoto como escudo - Parece que alguém vai ser despedido ZeBeBeBe!!! - Faria piada da situação. Depois, correria para a janela ou saída mais próxima com o corpo do Vrunc em mãos.


Histórico:

Combate::


Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
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-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
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Última edição por Subaé em Sab Ago 28, 2021 7:15 pm, editado 1 vez(es)

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Jupges
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Jupges
Pirata
Blade
Lobão
Blade se levantava, agora olhando para os rasgos feitos em seu peito, e então faria um gesto pacificador, levantando as mãos para o canino, -Primo, vou te contar um negócio, você chegou atrasado eu já tava meio fudido antes de você vir me enfrentar. Resumindo tu não quer ir num bar tomar uma pra gente discutir isso aí não?

Blade analisava a situação de sua costela e via que a movimentação agora era tolerável, ao mesmo tempo não esperava que o lobo aceitasse o convite dele, procuraria pela thompson que provavelmente estaria derrubada no chão e guardaria ela agora de pé. Seu ombro esquerdo doía e pulsava em sincronia de seu peito e Blade respirava fundo pra não gritar de dor.

Procurando por sua pistola já carregada Blade pegaria ela com sua mão direita e apontaria para o lobo, -Eu falo sério, estou disposto a resolver isso pacificamente, mas dê um passo e eu atiro em você. E caso o lobo desse um passo Blade cumpriria sua ameaça, miraria o tronco do lobo para facilitar o acerto dos disparos.

Caso o lobo se aproximasse Blade não esperaria por um ataque, daria uma coronhada em sua cabeça e em seguida puxaria ela em direção ao seu joelho, dando joelhadas na cabeça do lobo para tentar deixa-lo desnorteado, e então atiraria aonde conseguisse. Em seguida largaria a arma e seguraria o lobo pelo pescoço, caso o lobo tentasse reagir utilizando de seus braços, Blade morderia eles para impedir que ele usasse suas garras, e caso ele mordesse o braço de Blade, Blade chutaria a virilha pra tentar fazê-lo parar

Caso o lobo concordasse em conversar Blade se aproximaria dele e daria um tiro em sua cabeça por ter aberto a guarda. E se o lobo não morresse Blade se defenderia do jeito que foi descrito acima






objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:

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Cabras da Peste

Vol 02 - Tacando merda no Ventilador


Dia 02 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 09


Blade

 O pirata se levantou observando suas novas feridas, a luta estava totalmente contra e sua situação só piorava. Uma coisa boa em meio a tanta desgraça, sua costela estava pronta para ser destruída novamente, ele agora tinha um leque de opções maior de ações. Voltou a argumentar com seu parente distantes, suas palavras eram o que? Uma tentativa de levar na conversa aquela luta? Impossível! Ela já estava no meio e o caçador necessitava avidamente pela sua caça.

Sem hesitar o Caçador partia em disparada contra Blade, seus dentes manchados com sangue eram visíveis, suas garrafas na mesma situação também.  O Lobo pirata agora estava pronto para mais uma rodada de ação, dessa vez optou por usar sua pistola, a arma que no dia anterior lhe proprocionou ações efetivas, junto com sua visão acima da média.  Atirou na altura do tronco e aquilo acertou o lado direito do peito do lobo, que não parou, seu inimigo tinha um simples objetivo e parecia não se importar tanto assim com as ações de Blade, ele estava irritado, já que sua presa até então não mostrou meios para o proporcionar a adrenalina necessária em uma caçada.

A coronhada seguida de chute conseguiram ser efetivas, mas a velocidade com que o lobo veio, aquilo não tinha sido o bastante para cortar suas ações. Por mais que tivesse sido acertado ele jogou seu próprio corpo na direção de Blade, este por outro lado tentou e atirou da maneira que podia, acertando uma vez em seu ombro e errando todas as outras, já que estava sendo levado ao chão. Largou sua arma em seguida e partiu para um contato ainda mais direto, trazendo o lado mais selvagem existente em seus genes para o combate.

Segurou o inimigo pelo pescoço e ele quase que instantaneamente moveu seu braço em um ataque, algo já esperado por Blade, que mordeu o mesmo com ferocidade digna de um animal. Entretanto, ele só tinha uma boca e a outra mão era efetiva, suas garras perfuração o abdômen do pirata. A situação acabava da seguinte forma, de um lado Blade segurava o pescoço - provavelmente apertando - do outro o lobo tentava perfurar ainda mais o abdômen do seu inimigo. Além de tentar levantar seu quadril para que pudesse ter alguma brecha para uma fuga, o que Blade faria? Quais seriam seus próximos passos?


Subaé

O maníaco dava as caras no momento em que entrou pela janela da escola, seu objetivo era claro, assassinar o seu alvo e adquirir o apoio total de Tulin. A necessidade faz o ladrão, nesse caso, o assassino! Não era como se no interior do mink existisse sentimentos empáticos ou bondosos, ele se mostrava cada vez mais um verdadeiro pirata, aquele que está disposto unicamente a espalhar o caos e a destruição por onde quer que passe.

As crianças correram para uma outra sala, onde havia mais um punhado de meninos e meninas, junto com outra professora - essa um pouco mais velha que a primeira -. Sua palavras faziam os presentes tremerem, seus pelos arrepiavam a cada palavra que era cuspida da boca do homem-fera, junto com sua aparência, ocasionou em um pânico geral das pequenas sementes. A professora tentou os acalmar, com uma certa dificuldade ela conseguiu, diferente da mais velha que estava sentada em uma cadeira próxima a sua mesa, ela estava inerte perante toda aquela situação. O cheiro do álcool exalava não só dele, mas também da garrafa que ele abria na sala, o medo poderia ser sentido por qualquer um que estivesse perto, alguns dos pequenos até mesmo urinavam nas calças.

Ninguém respondeu ao bode, o medo não os permitiu. O chute do Mink fez com que aqueles que não estavam chorando, chorarem. A criança atingida era uma menina, um pouco rechonchuda e de aparência agradável, suas bochechas pareciam dois pequenos melões de tão grande que eram. Ela gritou, o som agudo ecoou pelo local como se um berro desesperado fosse dado por ela, caiu levando suas mãos ao local atingido e colocando seu rosto contra o solo de concreto, em meio as lágrimas que escorriam infinitamente pelo seu rosto. Subae continuou, dessa vez tinha como objetivo adquirir respostas diretamente daquela que certamente saberia-lhe responder. O primeiro passo em meio as sua palavras fizeram com que todos da sala instintivamente recuassem seus corpos, o segundo aumentou ainda mais aquela resposta fisiológica ao medo que estavam sentindo. Alguma crianças estavam uma por cima das outras, encostadas na parede ainda sim recuavam, em uma inútil tentativa de atravessar a parede robusta de concreto.

A mulher não conseguiu falar, ela tentou, mas engoliu a seco a saliva que aparentava rasgar sua garganta. Ela não precisava falar, seu corpo reagindo ao medo a forçou a olhar para a criança alvo, Joseph Vrunc, o filho do magnata da família Vrunc. Ele era pequeno e esguio, seus cabelos loiros e seus olhos azuis se assemelhava ao homem que o caprino encontrou no Palácio de Sal, enquanto estava conversando com Alin - Meu pai irá te matar! - Gritou um menino apontando o dedo em direção ao pirata, suas pernas trêmulas carregavam o corpo que exalava medo alguns passos adiante, entretanto, aquela teria sido a última vez que ele falaria em vida. Os chifres perfuraram o peito do garoto, trazendo sua morte.

O grito das crianças era alto o bastante para chamar a atenção de qualquer um nas redondezas. O silêncio reinou no momento em que o pirata sorriu e soltou mais algumas palavras, uma sequência de cenas que prefiro não descrever aconteceu, mas, no fim das contas o alvo agora não se encontrava mais com vida. No momento em que saiu pela janela, ele percebeu a presença de um homem, um dos seguranças estava ali parado alguns metros a sua frente. Seus olhos passavam o temor que ele carregava em seu peito ao ver o pequeno sem vida, nas mãos do pirata. Sem palavras, ele simplesmente correu atrás do caprino, seguindo com um olhar furioso, sua boca se mexia, mas nenhum som saia.  

Outro homem aparecia um pouco mais atrás, ele era alto e ruivo - Assassino! - Gritou no momento que viu o corpo da criança nas mãos do pirata, ao invés de correr em direção do homem, ele voltou para o que aparentava chamar seus amigos e com eles, o touro que havia perseguido Subae se encontrava, parecia que a luta tinha tido seu fim e agora eles estavam juntos. Cerca de cinco homens - contando com o "mudo" - e o Bovino estavam em disparada em direção ao caprino. Este último não corria com sua total velocidade, afinal, carregar uma criança criava um certo empecilho em seus movimentos. A confusão estava feita e agora Subae teria que arcar com as consequências dos seus atos.

O local por onde corria não era dos melhores, ainda se encontrava nas dependências da escola e alguns metros a frente, um muro com cerca de dois metros de altura terminava de delimitar o território estudantil. Do lado de fora, uma rua com pouco movimento, apenas algumas pessoas transitavam, parecia ser uma área mais residencial - diferente do outro lado, que em sua maioria era composto por comércios -.

Deep

A luta do homem-peixe tinha seu desfecho sem apresentar baixas para nenhum dos lados, claro, ambas as partes estavam debilitadas, entretanto, o vigor do homem peixe ainda imperava em suas ações. Para sair da situação na qual estava foi necessário usar sua qualidade racial e ao fazer isso, ele piorou a situação daquelas pessoas que clamavam por socorro, o que causou um temor ainda maior no punhado de moradores que correram até ali em auxílio dos necessitados.

Ninguém ousou mexer com o tritão, se afastavam quando o mesmo se aproximava, deixando o caminho livre até sua cesta. Encontrar o item não foi muito difícil, entretanto, ainda longe ele via uma dupla de crianças - um menino e uma menina - mexendo em seus pertences, os mesmos quando viram o tritão, saíram correndo para o lado oposto, carregando alguns dos itens que estavam em seu interior. Ao se aproximar, Scaleback via que o furto dos jovens tinha sido grande, entretanto, eles roubaram um item de cada "comprado" pelo homem.

O objetivo da bolota repleta de ferimentos era a taberna de Tulin, seus passos largos não abriam espaço para demora em suas ações. Ao chegar ele logo pode ver que no lugar da porta, uma buraco grande o bastante para que ele entrasse com tranquilidade, tinha sido feito por alguma coisa. No interior, a repleta destruição! O teto com marcas como se algo estivesse rasgado, no fundo, dois buracos grossos eram vistos e por fim, um número grande de mesas e cadeiras destruídas. Não parando por aí, as bebidas atrás do balcão que pela manhã estava cheia, agora estava completamente vazia. Tulin estava desmaiado na entrada da cozinha, em suas costas marcas de "pisões" como se uma boiada tivesse passado sobre ele. Panelas jogadas, resto de comida e ingredientes pelo chão, geladeiras completamente abertas e outras caídas, tudo aquilo estava um repleto caos.

A situação de Deep era complicada, ele precisava de tratamento e seu único "amigo" tirando Blade e Subaé, parecia estar em uma situação tão ruim quanto a dele, na verdade, será que Tulin estava respirando? O tritão teria que checar por si próprio. Infelizmente ele não tinha tempo para pensar, pela cratera feita sabe lá por quem, ele ouviu um pequeno barulho, seguido de uma risada que ele conhecia, era Stuart - Bye Bye! - Disse acenando e correndo para o meio da rua, sem antes deixar um pacote de cor escura e que apitava. Não demorou mais que três segundos para uma explosão de magnitude ainda maior que a anterior acontecer, a taberna e os estabelecimentos adjacentes sofriam sérios danos, tudo veio a baixo.



Histórico Geral:

Legendas:

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Deep
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Deep
Novato


~Flashback~

-Dói mamãe… Ai AI

-É só um remedinho no seu arranhão Deep, nada demais…

-Mas dói mamãe… AAAIII… E arde…

Uma mulher peixe baiacu tratava as feridas de um pequeno Deep.

-Mas sério, sete anos e você foi se arranhar só agora e num treinamento com seu pai…

-Ele mandou eu não desviar e bateu com tudo… Nunca um soco doeu tanto, AI AI…

Minha mãe continuava passando remédio nos arranhões em minha bochecha, um tritão forte se aproximava. Esse tritão era meu pai, ele andava calmamente em minha direção com uma toalha em seus ombros.

-Chorando por causa de um remédio… Eu disse a sua mãe que te ensinar a cozinhar ia te deixar frouxo.

Enquanto eu reclamava, nem percebi a movimentação, mas meu pai me acertava mais um soco direto que me jogava de costas no chão e me fazia rolar até ficar de cara no chão.

-Você acha que é forte só por que é mais resistente que os outros? Você apenas não sente dor normalmente… A verdadeira coragem é sentir dor e se levantar e…

Em frente a meu pai eu levantava, ele olhava fixo para meu rosto com sangue pingando de meus lábios.

-Por que está me olhando assim? Esse é seu treinamento, você puxou esse temperamento de sua mãe e isso é um defeito enorme para um guarda real… Mas tenho que dizer que você consegue se levantar e me olhar assim, é muita coragem ou muita burrice… Só sei que não é força… Enquanto o oponente ainda tiver coragem de te atacar… Você ainda é fraco… Pois só só atacamos o que se achamos que podemos matar…

Furioso parti para cima de meu pai, punhos cerrados, olhos marejados e apenas tomei outro soco na boca.

-Até mesmo seu olhar zangado não me assusta garato, você tem muito o que aprender… Vamos levante mais uma vez… De que adianta ser tão resistente e não levantar após um ataque?


~Fim do flash back~
Eu abria os olhos, eu estava envolto em escombros como a pouco, uma erupção de imagens voltavam a minha mente, crianças malditas levando minhas compras, Tulin caído e o rato desgraçado soltando algo no chão perto de mim logo antes de mais um clarão… Obviamente o rato não tinha pego a mensagem, mesmo após eles terem conseguido fugir por misericórdia minha para que pudessem juntar forças e serem um combate mais interessante, ele voltou a mim ainda ferido para me atacar de novo… Tão fraco que nem percebeu que eu só brinquei com ele, apenas ataquei sem nenhuma sofisticação, com certeza eu treinei dez anos lutando com bêbados e marginais, um treino para minha força e resistência, mas sou bem mais que isso… O inimigo não era digno de um ataque a todo poder… Mas não podia sair sem seu troco… Ele seria um exemplo… Ah sim…

Me inflaria novamente para explodir os escombros para longe de mim e então voltaria de volta a meu tamanho normal com uma sinistra energia sombria rodeando meus punhos e serpenteando para cima até acima de minha cabeça como uma chama se alimentando de minha raiva… Com certeza eu era fácil de irritar, mas eu não perdia meu controle quando nervoso, adoto essa postura, pois se apenas me vêem como um atacante simples e sem muito lógica de combate, nunca vão esperar quando eu atacar pra valer… Não sou alguém que se descontrola na fúria, apenas sou facilmente enfurecido e uma vez realmente puto, não fica nada bonita a situação.

Localizaria o rato com meus olhos fixos num olhar enraivecido porém concentrado e ignorando meus cortes, sangue escorrendo e o que fosse, me colocaria a correr em sua direção até embalar para inflar e rolar em sua direção, tentaria passar em cima do roedor.

Se ele esquivasse de meu rolamento em algum momento, instantaneamente eu desinflaria e tentaria me levantar e saltar por cima do rato tentando cair no local para onde ele estava correndo, visando cair sobre ele com um potente soco. Se mesmo disso ele escapasse, aproveitaria meu soco que o errou para arrancar uma pedra do chão e arremessar mirando as pernas do rato com toda minha força e então correr para cima dele para agarrar o mesmo.

Se em algum momento pegasse ou derrubasse o rato, tentaria o agarrar pelo pescoço com minha mão esquerda e o erguer no ar, agarraria suas roupas com minha mão direita e as arrancaria mostrando sua pele ao sol e com minha força, assim como conhecimento em como trabalhar com carcaças e preparar as mesma para comer, agarraria sua pele do peito com meus dedos e em um puxão arrancaria tanto couro de seu corpo quanto conseguisse e assim o faria até retirar sua pele, agarraria então os músculos um a um, separando os variados cortes de carne de seu corpo dos ossos, faria isso até perceber que ele não mais vivia. Momento este que eu jogaria sua carcaça sem vida no chão onde poderia ser visto o que ocorre com quem enche a porra do meu saco além da conta.

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 3 GXZo1r3

Se o rato continuasse a fugir, continuaria em tentativas de rolamento até o ferir de forma a derrubar o mesmo.

Se eu matasse o rato, voltaria a Tulin, buscando ver se ele ainda respirava, se eu conseguisse perceber que ele respirava ou ficasse na dúvida, o colocaria em meu ombro direito, o segurando com o mesmo braço e começaria a buscar um hospital ou local médico que pudesse vir a prover algum atendimento.

-Precisamos de tratamento, AGORA… Eu não tô pedindo…

Qualquer um poderia ler a fúria em meus olhos e voz conforme eu falava, era óbvio que quem me negasse um médico… Iria precisar de um.

Histórico:


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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Subaé
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Subaé
Criador de Conteúdo

10: Crise

Assim que pulei pela janela ouvi gritos de acusações e avistei um homem que me olhava determinado a me capturar.
Não consegui ouvir o que ele falou, mas não esperei ele agir também. Antes que o mesmo pudesse fazer alguma coisa eu arremessaria o cadáver da criança nos braços do homem -Toma, segura ai teu patão!

As pessoas costumam se importar em preservar e proteger o corpo de gente morta, então é capaz que ele se preocupe o suficiente para segurar o menino. Neste momento, caso ele tenha segurado o corpo do cadáver, ergueria meu pé de forma rápida e decisiva chutando a sua face, meu calcanhar no nariz do guarda.

“Beleza” pensaria “só preciso acabar com esses guardas fracos e com aquele chifrudo”.
Posicionaria meu corpo para entrar em combate,  com muita atenção na movimentação dos oponentes.

Aguardaria até que me atacassem para poder me desviar dos golpes e contra-atacar, mas quando investissem contra mim, eu sentiria uma pequena fisgada em meu pulmão que me impediria de atacar, sendo assim apenas me dedicaria a desviar dos ataques dos oponentes, sempre que possível, iria na direção do muro.

- Arf… arf… Não adianta se arrepender depois… não vou ser piedoso se continuarem com essa merda - Meu blefe emanava pela minha boca enquanto a dor aguda em meu peitoral fazia minha cabeça começar a girar. “Eu não tomei os remédios hoje, que merda!”

Correria na direção do muro usando as minhas ultimas forças depois de dar um bom gole na cachaça, sempre evitando o caminho com mais oponentes, e, quando o combate fosse inevitável eu me esquivaria saltando por cima do atacante, ou rolando por baixo dele se ele fosse alto, ou usando o cambalear de meu andar bêbado da maneira que fosse mais pertinente para a situação.

Depois seguiria na direção do muro para saltar por cima dele, assim como fiz mais cedo para invadir, e por fim alcançar os telhados das residências, deixando todos os meus perseguidores para trás.

Ao chegar no primeiro dos telhados a dor no peito ficaria um pouco pior - COF!!! COF!!! COF!!!-  A maldita tosse seca sujou minha mão se sangue anunciando o início de mais uma crise.

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Pegaria o último remédio do frasco e engoliria o mesmo com a ajuda de um gole de cachaça (reiniciando a contagem de ambas as desvantagens). Depois seguiria correndo e pulando pelos telhados até chegar no Palácio de Sal.

Caso eu encontre Deep ou Blade no percurso iria até ele desferindo uma voadora no seu oponente - Ei Blade/Deep o que é que tu ta fazendo aqui? achei que você tava no leilão???

Se eu encontrasse Deep: iria até Tulin -Ei, não morra seu verme!!!! - Se ele mostrasse alguma sinal de consiência eu sorriria aliviado - Olha, eu matei a criança.


Caso eu encontasse Blade: Ajudaria meu companheiro a se levantar.

Histórico:

Combate:


Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.

-Acertar as contas com Zayn
-saciar vício
-Aprender as proficiências Condução, Navegação, e Astronomia
-Encontrar o anão perneta chamado Peri.
-continuar a desenvolver liderança
10400/10400120/2001/1010/15


Última edição por Subaé em Sab Ago 28, 2021 7:15 pm, editado 1 vez(es)

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Jupges
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Jupges
Pirata
Blade
Lobão
Blade se sentia incomodado com a situação atual, sentia uma dor tremenda vinda de seu abdômen e via que seu oponente estava quase escapando.

Sem pensar muito no que faria Blade chegou a uma linha de ação, soltaria o pescoço de seu inimigo, o deixando pensar que estava livre para soltar suas garras de Blade, e então logo em seguida, meteria a mão direita na boca do lobo inimigo, e então para seguir sua ação, morderia o pescoço de seu inimigo na parte debaixo de seu maxilar, puxando tanto com sua boca quanto com suas garras o maxilar de seu inimigo pra fora.

Sem querer saber se seu plano havia ou não funcionado, Blade tentaria se levantar rapidamente, dando um urro de dor, suas feridas estavam chegando a um ponto preocupante. Blade então pegaria a Thompson que havia guardado mais cedo, e arremessaria ela no lobo, se ela não servia para atirar, deveria servir pelo menos para ser atirada em alguém.

Blade então se aproximaria da porta da loja de armas esperando achar sua sniper velha, e rezando para que ela estivesse funcionando, Blade pegaria ela, se ajoelharia e posicionaria em sua perna para gerar apoio então tentaria atirar no lobo que provavelmente estaria vindo atrás dele.

Caso o lobo se aproximasse, Blade pegaria a sniper e usaria ela como um pedaço de pau para manter o lobo afastado, metendo o cano dela no peito do lobo e em seguida atirando nele.






objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:

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Cabras da Peste

Vol 02 - Tacando merda no Ventilador


Dia 02 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 10


Blade

 A batalha ferrenha entre a vida e a morte ainda continuava, de um lado Blade enforcava com toda sua força e do outro as garras do lobo perfuravam ainda mais a carne do Pirata.  O movimento foi simples, ao soltar o pescoço do Mink a primeira ação que o inimigo teve era buscar por oxigênio, libertando o abdômen do canino das suas garras, mostrando que se ele simplesmente tivesse continuado a apertar, o mesmo traria a morte do seu oponente de maneira ainda mais simples.

O segundo passo da sua estratégia foi um pouco mais elaborado e carregado por uma dificuldade que por um momento, ele acabou esquecendo. Colocou a mão direita na boca do lobo que instintivamente mordeu, o ângulo não era muito bom e os danos não passavam de simples arranhões no braço do pirata. A mordida era realizada, mas sua eficácia era algo totalmente oposto às expectativas do pirata. Seu inimigo estava mordendo, mantendo seu maxilar tensionado, por mais que o braço estivesse em sua boca, ele se mostrava forte o bastante para não relaxar e dar brechas ao pirata. Contudo, os danos causados na frágil região foram efetivos ao ponto do seu inimigo levar ambas as mãos naquela região, folgando sua mandíbula e dando brecha para retirada do braço.

Blade levantou e jogou a arma contra o lobo, um movimento desnecessário e que não causou danos ao canino. O pirata então levou seu corpo em meio a passos em falso e as dores que sentia, ao chegar na loja encontrou sua arma, aquela que deixou separada antes de ir para o duelo contra seu inimigo. Ele atirou no lobo ainda deitado no chão, aparentemente estava sufocando com seu próprio sangue ou talvez as garras de Blade tivessem também, ferido o interior da sua boca, vai saber.

Subaé

A situação do capitão pirata era complicada, além do outro, ele agora estava sendo perseguido por um grupo de homens. Ele havia - por sorte - conseguido finalizar o seu objetivo sem muitos problemas, afinal, o grupo estava em atrito com o Boi. A corrida acontecia e como forma de aumentar sua velocidade, ele abdicou de carregar a carga "preciosa", que não tinha tanto valor assim para lhe ser sincero. O corpo morto do jovem quase caiu no chão, se não fosse por causa de um dos seguranças que lançou-se para frente com toda velocidade que tinha em seus músculos, segurando o corpo desfalecido do menino - NÃO! - Ele gritou em meio a lágrimas, o sentimento de culpa e incapacidade acometeu a grande parte dos responsáveis pela proteção, mas, esse sentimento logo foi substituído pela mais genuína fúria, para com o caprino causador de todo aquele mal.

A situação já estava ruim e ainda conseguiu piorar, a doença carregada pelo Cabra da Peste dava sinais ainda mais intensos da sua presença, o sangue escorria de sua boca enquanto ele tentava com todo seu espírito, fugir dali. Tiros eram disparados, mas pelos atiradores estarem correndo, eles perdiam a mira a todo instante. Um dos homens conseguiu alcançar e tentou aplicar um chute com o calcanhar, antecedido por um giro que veio de cima para baixo, entretanto, o pirata conseguiu desviar por pouco - MORTO! VOCÊ ESTÁ MORTO! - Gritou o homem ao errar o golpe e ver seu alvo se distanciando. Pular o muro e alcançar os telhados não era um problema, a questão era: a cada passo que dava, ele era seguido por uma dupla de seguranças que continuaria até matá-lo. No chão era possível ver que o Mink estava-o seguindo, sendo guiado por um dos dois que estavam na sua cola, que gritava para ele a cada mudança de direção.

Em meio aquela corrida ele pode ver Blade caminhando com dificuldades, no meio da rua um corpo de um lobo estava estirado no chão, se movendo com uma dificuldade ainda maior que o primeiro. Ele viu seu companheiro adentrar na porta e em seguida disparar contra o corpo do seu inimigo, o Bode foi em seguida na direção do seu aliado.

Subaé e Blade

Blade via seu capitão se aproximando e atrás dela um trio, dois homens corriam furiosos em sua direção e alguns metros atrás, um mink Boi com as proporções semelhantes às de Deep. Pelo jeito o presente do Bode era mais uma rodada de embates, para o canino que na estava debilitado. Por último, uma trombeta era ouvida pela dupla e eles viram o resquício de civis adentrarem em suas casas e fecharem seus respectivos estabelecimentos.

Deep

A vida mostrava mais uma vez ao tritão a necessidade de finalizar seus embates, ainda mais na situação atual que ele e a tripulação do mesmo se encontrava. Enfrentaram Zayn e seus homens, alguém influente em Petra Yuni, seus perseguidores viriam aos montes e ele ainda nem sequer sabia o que seu capitão fez. A explosão dava a ele tempo o bastante para lembrar do seu passado, uma infância difícil que o proporcionou ser forte em seu futuro, afinal, ele ainda continuava de pé.

Inflou e criou espaço o bastante entre ele e os escombros do que um dia foi a Taberna de Tulin, eu julgo que os Cabras da Peste carregam uma maldição, destruindo tudo aquilo que tocam. Diferente de antes Scaleback agora não daria segundas chances, enfurecido sim, consciente das suas ações? Sempre. Ele correu rolando como uma bola de boliche, seu objetivo era unicamente acabar de vez com a vida daquele rato, que desde o combate se mostrou inteligente o suficiente para utilizar de artimanhas problemáticas, mas que agora, estava sozinho. A primeira investida ele conseguiu desviar com dificuldade, por mais que o movimento tivesse sido no limite, ele pensou por um punhado de segundos que conseguiria se manter como de costume, distante do tritão.

Diferente de antes, o homem-peixe agora estava unicamente focado nele. Em uma rápida mudança voltou ao seu tamanho normal, pulando em seguida na direção do pobre roedor que tentava - com suas pernas curtas - escapar do território onde estava. O decorrer não precisa ser repetido, Deep com requintes de crueldades fez com que o mink sofresse a pior das cores antes de encontrar sua morte. Como de costume, o alarde nas redondezas chamou a atenção de terceiros, que presenciaram toda a cena realizada pelo pirata, mostrando a todos que ninguém brinca com um Cabra da Peste e sai vivo.

Voltou ao que sobrou da Taberna e encontrou Tulin, sua respiração era tão fraca ao ponto da sua caixa torácica quase não expandir, ele estava em uma situação deplorável. Colocou o ruivo no ombro e partiu em busca de um hospital, Arosa não era uma das melhores cidades e não contava com muitos hospitais, na verdade, a grande maioria eram edifícios simples e com poucos recursos, quando é claro, não eram os "fundo de quintal". Não demorou, algumas esquinas a frente ele encontrou uma estrutura que indicava realizar cuidados médicos, rompeu o silêncio do lugar com sua voz, pedindo ajuda.

O interior do lugar tinha lá seu requinte. A parede azul marinho mesclava com outra parte totalmente branca, eram cerca de dois cômodos, sendo o principal aquele onde ficava a própria recepção. Duas camas que ao seu redor contavam com alguns itens médicos simples e outros mais sofisticados, porém, nada era de última geração. O lugar contava com apenas duas pessoas: A primeira era uma garota de cabelos pretos com as pontas de cor vermelha, seu corpo não era lá um dos mais chamativos, mas ainda sim, tinha o seu toque de sensualidade. Ela estava sentada em um banco, atrás de uma pequena mesa simples de metal com alguns papéis em cima. A segunda pessoa no recinto era um homem velho com óculos, as marcas do tempo em seu rosto mostravam que sua vida não tinha sido fácil, trajando um jaleco branco e carregando um estetoscópio em seus ombros, olhava fixamente para o robusto homem do mar, que carregava outro tão grande quanto ele - Coloque-o na mesa. - Falou o velho sem titubear, analisou o ruivo como um todo, auscultando sua respiração e batimentos irregulares. Conectou alguns equipamentos no corpo do homem e teve a certeza daquilo que era necessário ser feito - Rachel, traga a efedrina. - Bradou calmamente enquanto continuava a analisar, agora os ferimentos ocasionados pelo desmoronamento e também o que ocorreu com o homem antes da chegada do tritão - Duas costelas… não, três costelas quebradas. O que aconteceu com esse homem? - Disse olhando para o homem-peixe.

A garota trouxe o medicamento que foi aplicado no momento em que chegou às mãos do homem - Doutor Brandon, esta é a última. - Disse a garota com um olhar preocupado, pelo visto, o estoque de medicamentos também não era um dos melhores. Uma série de manobras médicas foi realizada pelo velho, costurou,injetou outros medicamentos e realizou por fim, uma traqueostomia no ruivo - Agora só depende dele. - Disso ofegante, a idade trazia um peso que não podia ser jogado fora, o cansaço era iminente,  mas ele não recuou ou se prostrou - Você também não me parece bem, precisa de atendimento correto? - Falou enquanto analisava a olho nu os ferimentos espalhados pelo corpo do tritão, que por sinal, havia manchado todo o chão com seu próprio sangue - E não precisa de ameaças, já estou acostumado com essas futilidades que apenas homens sem educação usam como "barganha". Aqui tratamos todos que chegam à nossa porta. - Sua voz e expressões sérias passaram a veracidade que suas palavras carregavam.

Ele começou então o tratamento do homem peixe. Inicialmente fez uso de um medicamento antifibrinolítico, para amenizar o sangue que escorria pelo tritão. Estancar foi a parte fácil, com auxílio de gazes ele conseguiu parar de vez o sangue que extravasava, o problema real foi dar os pontos. O tamanho avantajado e as escamas espessas, trouxeram dificuldades ao velho homem que após muito insistência, conseguiu remendar o tritão como um todo - Cuidado com os movimentos, foi um trabalho conseguir te costurar. - Falou afastando-se alguns passos do homem-peixe - Se preferência não infle, isso vai romper toda a costura e provavelmente você volte a sangrar. - Se mostrando um conhecer das espécies marítimas, mostrava entender da fisiologia e características da espécie do homem-peixe - Vocês não precisam pagar nada, apenas peço que não tragam o motivo desses danos para o meu hospital. Qualquer assunto pendente, resolva-o lá fora. - Bradou enquanto ouviu uma trombeta que o fez arregalar os olhos - Não me diga que o motivo desse som é você? Saia! Saia daqui por favor. Rachel, feche a porta, rápido! - Disse o médico em meio ao nervosismo.



Histórico Geral:

Legendas:

Log de combate:
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Deep
Novato


Após aproveitar meu tempo despedaçando o mink rato, achei Tulin num estado complicado e o levei até um local hospitalar, ao entrar como de costume, usei de ameaças para o tratamento, mas incomumente as pessoas pareciam dispostas a ajudar. Fiquei ao lado de Tulin conforme faziam seu tratamento.

-Explodiram um prédio em cima dele, foi isso que fizeram com ele.

Disse ao médico quando o mesmo perguntou sobre o que causou o caso de Tulin, não era necessário entrar em detalhes, não estávamos numa conversa de amigos. A situação se prolongou até o médico dar inicio a meu tratamento e dizer que trata todos que vêm ali.

-Hmmm… Um humano que trata todos sem ser ameaçado… Olha meu velho, tenho mais de três décadas de vida, se alguma vez vi algum médico humano com esse pensamento ai… Não nos apresentaram… Geralmente preciso fazer eles cagarem nas calças antes de me tratarem… Mas assim até que é legal, pelo menos você não fica fedendo do meu lado.

O homem demorava um tempo, mas ele estava nas minhas costas então eu não via o tipo de tratamento que ele fez, quando o homem me avisou sobre os pontos, fiquei em um misto de confusão e surpresa. Primeiramente era um humano que conseguiu me costurar de verdade, um fato inédito, a mistura de tremedeira com pouca força sempre os impedia e segundamente, não inflar seria um problema, eu iria precisar me recuperar e me preparar para o resto do dia.

Adicionalmente a tudo isso uma trombeta bem estranha era tocada e o médico ter medo do que for que ela significava, um alerta de perigo da cidade, talvez? Teria ele sido tocado por algo que eu fiz ou que os rapazes fizeram? Bem, eles não estavam no restaurante do Tulin, então devem ter saído antes. Seja o que for essa trombeta não há muito o que fazer depois de ouvir ela sem saber o que é.

Os detalhes da luta anterior começariam a vir em minha mente, o fogo ao meu redor foi assustador no começo, uma reação comum a situação, mas ele não me machucou tanto e se pensar bem, um cozinheiro que não domina o fogo, pode mesmo se chamar de cozinheiro?

Com minha mente pensando, andaria até a casa mais próxima e arrombaria a porta com um socos.

-Só quero comida, não procurem briga e não machucarei ninguém…


Anunciaria ao entrar. Se ninguém me atacasse procuraria a cozinha e faria a refeição mais rápida e nutritiva que tivesse ingredientes a disposição, um sanduíche com verduras e ovo frito se possível, com algum suco ou leite.

Se alguém me atacasse, daria um soco de karatê mirando o crânio da pessoa tentando o rápido nocaute, para evitar o esforço como o médico disse e evitar que a luta dure o suficiente para eu tomar danos.

Se desviassem do meu soco, ergueria a perna e daria um chute tentando aproveitar o momento da esquiva da pessoa para a pegar no meio do movimento e gerar algum dano, para então encaixar um segundo soco como o primeiro.



Histórico:




_________________

Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Jupges
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Jupges
Pirata
Blade
Lobão
Blade não acreditava no que os seus olhos viam, seu capitão estava trazendo para ele mais problemas. Meio incrédulo rindo de nervoso, Blade se agilizava até aonde sua pistola havia sido largada, largava sua sniper e pegava a pistola.

Sem nem ao menos ouvir o que seu capitão tinha para falar, se é que que ele tinha algo para falar, Blade gritou para aqueles que vinham, -PARECE QUE VOCÊS NÃO CANSAM DE ENCHER A PORRA DO MEU SACO!. Empunharia sua pistola e começaria a atirar no maior deles enquanto se afastava lentamente pegando distância, Blade não sabia explicar direito mas estava muito puto naquele momento.

Blade então se seguraria pra não gritar, não era só a dor que estava sentindo que consumia o lobo, enquanto atiraria no touro e recarregava rapidamente sua pistola, ele sentia ódio, tudo que havia acontecido desde que Blade entrou no Palácio de Sal estava se multiplicando para esse momento, e enquanto atirava Blade tentava esconder que rosnava, seu olhar era insano mas ao mesmo tempo seu semblante era calmo, apesar de tudo Blade conseguia se controlar.

Blade procuraria atirar não só no tronco de seu oponente como também mirava nos olhos, Blade queria cegar seu oponente e brigar com ele no escuro. Caso conseguisse cega-lo, Blade tentaria pegar punhadinhos de areia ou pequenas pedras, e utilizaria de seu ilusionismo para joga-los em pontos estratégicos, tudo isso para simular que estava andando até o seu oponente atraindo ele para os aliados dele, voltando o grandalhão contra quem estava apoiando ele.

Caso algum oponente viesse atacar Blade, o lobo se posicionaria próximo de uma parede, quando sentisse que estava prestes a ser atacado, Blade jogaria seu corpo para direita, utilizando de seu ilusionismo para fingir que se jogou completamente, então no último segundo se jogaria para a esquerda afim de evitar o ataque.

Caso algum oponente caísse durante o combate Blade atiraria no corpo no chão e gritaria, -É ISSO QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ MEXE COM A PORRA DOS CABRAS DA PESTE SEU FILHO DA PUTA! VOCÊ AFUNDA E SE AFOGA NO PRÓPRIO SANGUE.






objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:

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Subaé
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11: Badalar

Pulando de um telhado ao outro, continuei minha fuga acima das residências de Arosa.
A minha mão suja de sangue, tanto o meu quanto o do garoto, sujava também a minha roupa sempre que eu precisava erguer a calça para que ela não caísse ali no meio da correria.

Foi quando avistei uma certa balbúrdia acontecendo perto de mim, era Blade lutando e se agarrando no chão contra… "Peraí... tem dois Blades?!”.

-Ei Sharptree, quem é esse lobo? é seu irmão?? - Perguntaria ainda longe, só que o cachorro me ignorou. Reconheci o Sharptree correto quanto ele pegou e atirou “esse ai é o blade!”. Depois iria até meu companheiro.

-Cadê o baiacu-parede? - Outra pergunta seria feita, e provavelmente seria ignorada também.
Ao invés de, sequer, olhar na minha cara e me dizer um “bom dia, capitão”  ele gritaria e avançaria atirando contra o touro.

Parece que ele também teve uma manhã de merda.

Meus pés se incendiariam junto da excitação pela situação, colocaria a garrafa em pé no chão, no cantinho para que não quebrasse - Tá bom então - Sorri maldosamente ao respirar fundo testando meus pulmões que já começaram a mostrar evidentes sinais de melhora depois de tomar o remédio - ZeBeBeBeBeBeBe! Bora lutar!

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A vida me ensinou a não entrar na frente de disparos, eu já quase bati as botas e hoje tenho pelo menos 27 cicatrizes por conta daquela burrice (se ficou curioso leia minha ficha, história 27 balas) sendo assim eu evitaria ficar entre Blade e o touro.

Soundtrak essencial:

Correria de forma desajeitada em direção aos seguranças que acompanhavam o mink e desviaria dos possíveis golpes que o mink desferisse contra mim usando meu cambalear característico.  Me afastaria do mesmo e iria até os seguranças, minhas pernas com seu potencial máximo me levariam em alta velocidade até o segurança mais próximo e saltaria em sua direção, se houver alguma caixa por perto eu usaria ela como degrau para pular ainda mais alto.

inclinando minha cabeça para frente, em pleno ar, eu começaria a girar cada vez mais rápido avante meu oponente, desferindo-lhe por fim uma forte cabeçada com (pelo menos) a força de dez cabras, graças a inercia.

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 3 Badala10

Minha voz ecoaria pelo local acompanhando o baque do golpe e o sopro da trombeta que fazia os pobres civis se refugiarem em suas casas - Badalar de Anunciação!!!!

Pousaria no chão já me preparando para o próximo ataque.
Com uma perna no chão e a outra em movimento, curvaria meu corpo fazendo a perna do chute girar 360 graus antes de acertar os ovos do outro segurança. - Acho que você deu azar - Diria ao segurar sua cabeça (se o mesmo tiver cabelos, seguraria os cabelos bem forte), depois daria três joelhadas no nariz do segurança.

Olharia suas vestes em busca de alguma faca ou espada, e se por acaso ele portasse alguma arma cortante eu pegaria a arma de seu corpo, puxaria a cabeça dele para trás e cortaria sua garganta - Vamos fazer o seguinte, se você sobreviver a isso eu te dou a chance de poder se vingar algum dia…-

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Depois de limpar o sangue da lâmina em minha roupa, guardaria a arma presa em meu cinto.
Caso o segurança não tivesse nenhuma arma cortante, eu só daria uma ultima joelhada em sua traqueia para que perca a voz para sempre.

Se o guarda me atacasse, eu me afastaria de seu ataque pulando para trás (ou para o lado se for um tiro ou estocada de bastão), depois atacaria conforme foi descrito acima.

Depois de nocautear os dois humanos eu voltaria até onde “guardei” minha garrafa, pegaria minha querida bebida e voltaria minha atenção para meu amigo canino.
-Já acabou aí? Bora atrás do peixão.


Histórico:

Combate::


Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.

-Acertar as contas com Zayn
-saciar vício
-Aprender as proficiências Condução, Navegação, e Astronomia
-Encontrar o anão perneta chamado Peri.
-continuar a desenvolver liderança
10400/10400120/20010/1015/15


Última edição por Subaé em Qua Set 01, 2021 2:29 am, editado 1 vez(es)

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Cabras da Peste

Vol 02 - Tacando merda no Ventilador


Dia 02 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 11


Blade e Subaé

 Subaé trouxe com ele mais uma rodada de combate para Blade, que recém saiu de uma, carregando em seu corpo danos consideráveis. Como um bom atirador e dotado com uma mira acima da média, ele disparou com sua pistola contra o alvo mais fácil dentre os três, o touro. Este último em sua defesa levou seu antebraço na altura dos olhos, protegendo sua visão dos tiros, mas, sendo perfurado em diferentes locais – Coxa – Braço – Ombro – Abdômen (próximo a cintura) -, entretanto, aquilo não parou ou o fez diminuir sua investida contra o bode. Na verdade, assim como Blade ele agora se encontrava puto da vida, primeiro por seu alvo ter causado um alvoroço desde que se encontraram e também, por presenciar a morte de um jovem inocente, algo que ainda martelava em sua mente. Não parando por aí, ver o corpo do seu aliado canino desfalecido no chão foi algo que o irritou, sabia que não podia ter tempo para lamentar a perna do seu aliado, ele precisava vingá-lo.

Sua velocidade aumentou significamente, em seus olhos a mais pura fúria exalava. Rugiu abrindo seus braços em uma tentativa de intimidar seus inimigos, como se quisesse mostrar que nada do que fizessem seria capaz de quebrar o seu ímpeto. Porém, o lobo estava ali para mostrar que suas expectativas de nada serviriam. Subaé avançou de maneira típica com seu estilo de luta relaxado e imprevisível, o curto espaço de tempo que o Boi usou para desferir um forte soco – que foi desviado – no bode, foi a brecha necessária para que Sharptree disparasse uma leva de tiros: BANG! BANG!. O som dos disparos trouxeram com eles a cegueira ao colossal homem boi, dois tiros limpos e certeiros trouxeram a sua ruína. O touro caiu de joelhos, os tiros seguintes perfuraram o seu tronco e causaram-no ainda mais dano, mas, sua vida já estava se esvaindo pelo seu corpo.

Nesse meio tempo o Bode investiu contra os dois seguranças que estavam atrás dele, utilizando de toda sua velocidade e sua desenvoltura para aplicar uma cabeçada em um dos homens, o deixando atordoado. Não parando por aí ele continuou com sua movimentação, aplicando um golpe e em seguida segurando seus cabelos, acertando-o com uma sequência de três joelhadas. O sangue espirrou do seu nariz danificado, manchando as roupas já não tão limpas assim, do capitão pirata. Sua procura não deu frutos, na verdade, parecia que os homens partiram em perseguição em meio ao desespero pela morte do jovem mestre, algo realmente inesperado. Por fim, Subaé finalizou seus oponentes e retornou até sua garrafa e consequentemente ao seu nakama.

Enfim, os dois continuavam ali parados já que não fizeram nenhuma tentativa de ir para outro lugar. A trombeta tocou por mais algumas vezes e o silêncio reinou, mas, algo parecia estranho em Petra desde o som do fim dos tempos.

Leão "Scar" Dias


Se vocês estão lendo isso, quer dizer que o protagonista dessa Spin-off encontrou uma fofoca. Seu nome é Leão Dias, também conhecido como Scar.

Ele é um mentiroso, pilantra e um ser vivo que só pensa em si mesmo. É guiado por apenas um único objetivo, adquirir fama o bastante para ser considerado o maior jornalista de todos os mares. Pirataria? Marinha? Esses meios de conseguir fama não o interessa, ele idea a ideia de ser vinculado com qualquer um desses poderes tradicionais. Seu faro para fofoca é tão intenso que ele foi o responsável por vazar a gravidez de Gabrielle Ahi, uma das filhas do magnata dos minérios, Surwi Ahi. Adivinha? Ele está vivo mesmo após esse fato contra a maior potência de Petra, isso já mostra um pouco das suas habilidades.

Dias sempre buscou unicamente por uma oportunidade para mostrar todo seu potencial e ontem ele conseguiu. Em meio a bebedeira que ocorreu no Palácio de Sal, ele se esgueirou e se infiltrou no estabelecimento, presenciando com seus próprios olhos o embate que aconteceu. Um grupo estranho chamou sua atenção, sendo capitaneado por um fétido Bode, algo que em sua visão ia totalmente contra o estereótipo comum de Pirata, algo que certamente venderia e muito! Sem medo do perigo ele vazou esses acontecimentos, colocando em queda livre a reputação de uma das potenciais de Petra, Zayn Youssef.

- Que? Finalmente encontrei você! - Disse o felino levando aos seus olhos um pequeno binóculos, vendo toda a cena que se decorreu nas dependências das ações do caprino e seu aliado, o lobo - Preciso chegar mais perto… - Sussurrou se aproximando pelos telhados enquanto seu corpo tremia, ele era corajoso, mas, a trombeta foi algo que ouviu apenas em sua infância e não tinha boas recordações disso - Preciso de mais informações desses homens, é o meu furo! - Falou se mantendo escondido de qualquer um, ele era bom no que tange a furtividade e discrição - Cabras da Peste...Sharptree...Baiacu-Parede. - O Leão anotava todos os nomes ouvidos por ele, sua audição era uma das melhores naquele lugar.


Deep

O homem-peixe comentava algumas observações próprias sobre a raça humana, era verdade, a grande maioria não estava nem aí para as outras espécies. Os tritões por muito tempo foram os principais alvos das ações maldosas da espécie dominante deste planeta, escravos, iguarias culinárias e todo tipo de uso desumano recaiu sobre os Homens-Peixes e derivados, algo que marcou todas as gerações de tal espécie. Entretanto, ainda sim existem exceções que não seguem esses princípios cruéis, Tulin foi o primeiro exemplo disso, um homem que mesmo após um combate ferrenho contra o baiacu, se mostrou propenso a criar uma amizade e assim fez com toda a tripulação dos Cabras da Peste. Agora ele encontrou Brandon, um médico experiente e que não fazia distinção, para eles todos mereciam o mesmo tratamento.

Scaleback sentia o peso das suas limitações, inflar era a base para o seu estilo de luta e com certeza traria um certo incômodo caso entrasse em um embate. Enfim, após cogitar algumas ideias enquanto lembrava-se da luta anterior, ele optou pela ação mais sensata até então, se alimentar e recuperar suas energias para um possível combate. Ao sair do pequeno hospital ele ouviu a grade de metal sendo fechada atrás de ti, Rachel foi a responsável e fez isso sem pensar duas vezes, seu corpo tremia ao som da trombeta que ainda ecoava pela região.

Caminhou e não demorou para achar uma casa, com sua força e proporções não foi difícil para ele entrar na mesma sem qualquer dificuldade. O interior da casa era bem simples, janelas fechadas que proporcionaram um acúmulo maior de poeira, principalmente na região da sala, lugar que aparentava ser pouco usado. Antes de chegar a cozinha ele viu um quarto, a janela dava para um corredor lateral entre duas casas e nesse recinto ele pode ver três figuras - Não! Não senhor monstro, por favor, não nos mate. - Disse uma criança aos prantos, o menino que roubou a parte da cesta do homem-peixe - Nós não prometemos mais roubar, mas, prometemos não roubar mais do senhor. Por favor, foi tudo pela minha mãe. - Em meio a solução e choro, uma menina alguns anos mais nova clamava por misericórdia. A mãe estava acamada, doente e mal conseguia mover seu próprio corpo, com dificuldade ela falou em baixo tom - Perdão meu...se...senhor. - Tossiu.

Na cozinha o tritão não encontrou muita coisa, na verdade, o único sanduíche existente ali foi ingerido pelo mesmo. Em cima de uma pequena mesa velha ele pode encontrar alguns dos seus itens roubados, mas, já usados pelas crianças e também dado a sua mãe. Ele encontrou: 100ml de Leite, 02 rodelas de Abacaxi, 01 pote médio de manteiga (pouco usado), meio gengibre, 01 pacote de canela, 01 pacote de açúcar (70%). A casa em si era carente, não tinha muitos itens além desses citados acima e um pacote com cinco pães tão duros quanto uma pedra - O senhor irá nos matar? - Perguntou a menina com lágrimas nos olhos.



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