Tópicos Recentes
Destaques
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Últimos assuntos
I - The Rebel PathHoje à(s) 10:49 ampor  2Miaus[Pedido de Instrutor] - ShawHoje à(s) 12:03 ampor  Shaw[TUTORIAL] - SHAWOntem à(s) 11:59 pmpor  ShawOperação T.N.C.T.O.N.I.Ontem à(s) 10:47 pmpor  Wesker1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!Ontem à(s) 9:22 pmpor  Blindao[FICHA] Nina SpadesOntem à(s) 8:51 pmpor  Shiro[Ficha] WolfgangOntem à(s) 7:03 pmpor  Wolfgang[Ficha] JaeggarOntem à(s) 4:39 pmpor  JaeggarAgnis CyrielleOntem à(s) 4:01 pmpor  Ryoma[TUTORIAL] JaeggarOntem à(s) 9:31 ampor  Maka
 :: Oceanos :: Blues :: West Blue :: Sirarossa
Página 2 de 3 Página 2 de 3 Anterior  1, 2, 3  Seguinte
Kenshin
Ver perfil do usuário
Imagem : As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 XqxMi0y
Créditos : 15
KenshinDesenvolvedor
https://www.allbluerpg.com/t360-agatha-harkness https://www.allbluerpg.com/t386-prologo-frenesi-da-raposa#1165
Relembrando a primeira mensagem :

As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Maka Jabami e Draken Nostrade. A qual não possui narrador definido.

_________________

As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 J09J2lK

Maka
Ver perfil do usuário
Imagem : As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 LtBcCyp
Créditos : 00
Localização : Mundo dos Sonhos
As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo
Conversa - Aprendizado - Caça
Não me preocupava com olhares maliciosos, mas confesso que achei engraçado e fofo ver a tentativa de meu irmão em impedir os “taradões” de plantão observarem a minha retirada dos berries do melhor lugar que eu tinha para guarda-los. “Super protetor como sempre! Puffhahahah”.

De conforme acordo, Euntae também sentia a necessidade de nos alimentarmos antes mesmo que subíssemos até o quarto, e por sorte minha talvez que adorava um saquê, ele concordava com o pedido proposto. Já com a fome batendo forte, não perdi tempo em fazer o pedido para o barbudo ranzinza, que de forma despreocupada me confirmava o pedido, entregando um pedaço de papel com marcações do que havíamos pedido – e mais uma vez, voltava a “ameaçar” com o fato de pagá-lo. – Reeeelaaaxa, não vou perder... e vou te pagar! – Guardava o papel em meus seios. – Quando eu sair daqui. – Piscava meu olho esquerdo para ele enquanto sorria.

A comida não demorava para ficar pronta, e a bebida já a acompanhava, então não demorei para encostar na mesa para nos servir e tirar enfim aquela fome. Me sentia a vontade naquele simples, velho e podre hotel, porque ali eu não tinha julgamentos sobre meus trejeitos, nem minha falta de etiqueta, pois éramos de certa forma todos iguais... “Depravados, relaxados, cachaceiros e porcos... PUFFHAHAHAHA!” Me sentia extremamente a vontade ali, o que me parecia perfeito para conversar com Euntae tranquilamente, mesmo que por um tempo.

- Forte? Você envelheceu e continua mole! – Enchia mais uma vez o copo que já estava vazio de novo. – Isso aqui desce como um doce. Puffhahahaha!!! – Daria novamente uma bela golada. – AAAAAAaaaaaaahhh...! – Minhas bochechas provavelmente estariam rosadas, pela felicidade em saciar meu vício diário. – É bom mesmo que você não me enrole. – Passaria a mão direita pela cabeça de Euntae como se bagunçar seu cabelo.

Aquela conversa era necessária, mesmo que quebrasse um pouco o clima amigável e descontraído que estávamos tendo, contudo, confesso que ver meu irmão ficar um pouco cabisbaixo me fez por um momento me arrepender em tocar no assunto. – Me deixa triste saber que eu tinha uma cunhada e nem se quer tive a chance de conhecê-la... – Olhava triste para o Euntae, tentando entender a dor e sofrimento que ele havia passado. Mas agora voltava a sorrir, por ver que hoje ele se sentia bem melhor por conseguir lidar com isso. – Ah não, lá vem você com essa história de pai de novo... – Meu semblante voltava a se fechar para ele. – Qual a sua motivação por querer encontrar alguém que nunca fez questão de cuidar da gente!? Se ele se importasse, seja lá quem for esse desgraçado, não teria nos deixado no orfanato... – Nunca em toda minha vida, tive à vontade ou curiosidade em saber quem era nosso pai, mas de repente, Euntae insistia em falar dele.

Antes mesmo que pudéssemos prosseguir com o assunto, o clima da nossa conversa era quebrado pela chegada do amigo esquisito do Arthur, que se dirigia até o balcão provavelmente para pagar sua estadia, e logo depois, voltava a agir de forma solitária, como se realmente sempre buscasse distância das pessoas. “Qual o problema dele com gente!?” Até passou pela minha cabeça em convidá-lo a se sentar conosco, mas duvido que ele aceitaria, então apenas deixaria ele em paz.

Percebia agora que a chuva se ausentava, e que provavelmente a hora já tivesse passado o suficiente para não ficar mais ali, além do mais, Euntae havia tirado a minha vontade de continuar a conversa com aquele comentário. – Acho que já deve ser tarde, e quero acordar bem cedo amanhã. – Me levantaria da mesa pegando meu copo de saquê para dar mais uma última golada caso ainda tivesse algo nele. – Vou pro quarto porque ainda preciso lavar minha roupa, tirar esse sangue não vai ser fácil. – Olhava com amargura para a mancha em minha roupa, “Como o Arth é descuidado...” – Você vem comigo? – Perguntaria, e sem esperar a resposta, apenas seguiria até as escadas rumo ao segundo andar, contudo, no caminho passaria pela mesa do esquisitão para lhe alertá-lo. – Tome cuidado! – Falaria de forma que apenas ele escutasse enquanto parava em frente a mesa dele. – Esse lugar pode ser bem hostil... – Tornaria a caminhar até meu quarto.

Procuraria observar bem o caminho tentando encontrar de forma fácil qual era o nosso quarto, e ao mesmo tempo buscando ver olhares esguios pelo local. Assim que chegasse no andar correto e encontrasse a porta, retiraria a chave para entrar, e lá passaria meus olhos por todo o local buscando me familiarizar onde tudo ficava... cama, banheiro, janela ou sacada, relógio ou despertador, e o que mais fosse importante. Retiraria minhas roupas sem me preocupar com a possível visão de Euntae, caso ele estivesse ali. – Vê se não olha demais hein!? – Diria caso ele estivesse ali comigo. Guardaria a chave, o papel com nossos gastos e o meu dinheiro em um local que fosse fácil para mim, mas que não fosse visível para um possível... intruso. Usaria o tanque para lavar as partes da minha vestimenta que estivessem sujas, caçando utensílios e produtos que me auxiliassem a tirar aquelas manchas de sangue, deixando apenas minhas roupas mais intimas e minha calça para secas para que eu pudesse usá-las depois. Buscaria um lugar visível para mim que eu conseguisse pendurá-las, e depois rumaria ao chuveiro para tomar um banho e tirar o suor de mais cedo, quando passei um tempo procurando pelo orfanato.

“Pai...” Refletia sozinha enquanto tomava meu banho, “Porque eu me importaria com isso... agora?” Assim que visse que o banho já era suficiente, desligaria o chuveiro, pegaria a toalha mais próxima para me secar, vestiria as roupas que ainda havia deixado secas e seguiria rumo a cama, me jogando de braços abertos tentando sentir o conforto que provavelmente ela não teria, na intenção de descansar meu corpo mesmo que por alguns minutos.



Histórico:
N° de POST: 4
Ganhos:
Perdas:
- 2,5 mil guarda-chuva (post 01)
- 7,5 mil (divisão com irmão) diária do quarto (post 03)
Vício: Dependente - Álcool 1/15
Ferimentos: -
Informações:
Proficiências:
• Anatomia
• Atletismo
• Acrobacia
• Estratégia
• Briga
Qualidades:
• Destemido (1 Ponto)
• Prodígio (2 Pontos)
• Prontidão (2 Pontos)
• Mestre em Haki (4 Pontos)

Defeitos:
•  Dependente - Álcool(1 Ponto)
• Sadista (2 Pontos)
• Furioso (2 Pontos)
• Leal (2 pontos)
Arthur Lancaster:
Maka sempre foi uma valentona no orfanato em que vivia, e por ser assim, ninguém tinha coragem de bater de frente com ela. Isso até Arthur chegar e ser o único que não teve medo, e ainda por cima sempre aguentou as porradas.

Após muitas brigas, os dois criaram um grande respeito um pelo outro, consequentemente se tornando irmãos no orfanato, jurando então lealdade a ele após dizer quais seriam seus objetivos, e como cada um de seus irmãos resolveram seguir ele, Maka também optou por assim fazer, mesmo que custasse agora ser perseguida pela organização Sakura ao qual passou 5 anos.

• Inimigo (2 pontos)
Organização Sakura:
A organização Sakura é um grupo mercenário que atua no submundo. Antes seus trabalhos eram feitos no West Blue, porém, agora se mudaram para a Grand Line.

Maka nunca soube com o que exatamente no submundo o grupo Sakura trabalhava, e nem mesmo pra quem, pois foi treinada junto com várias outras pessoas durante 5 anos, e isso era a única coisa que acontecia lá treino e treino todos os dias. Até onde ela sabe, a organização tem três pessoas de muito poder e que comandam o que acontece lá, sendo eles o líder do grupo, chamado de Yoshindo Yoshihara. Além dele, o grupo ainda tem 2 mestres que trabalham diretamente para Yoshindo.

Date Yuuma, um mestre marcial em Taekwondo, e Wu Bjorn, um bárbaro que também é mestre em combate.
Objetivos:
- Conseguir um tempo para adquirir os conhecimentos do menino Kani sobre Zoologia
- Começar o aprendizado da qualidade Ambidestro
- Caçar Pirata vagabundo
- Comprar 2 machadinhos (mesmo que eu ainda não tenha Ambidestro)
- Virar oficialmente um CR
Legenda:
Fala
Pensamento

_________________

As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 94sfShl
Koji
Ver perfil do usuário
Imagem : As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 2ee8bbb0bd647e96edf58ee7c1fa21bd
Créditos : 07
Localização : Sirarossa
KojiNarrador
https://www.allbluerpg.com/t300-john-white#871 https://www.allbluerpg.com/t401-ascensao-dos-scavenger#1227


As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - 04
21:47 / Sirarossa



Os irmãos, após chegarem no hotel, podiam compartilhar de um momento em conjunto raro. Eles se divertiam e conversavam, casualmente jogando conversa fora e bebendo, algumas horas até se zoando. Porém, a conversa mais série havia de quebrar o momento descontraído. Maka, mesmo estando confortável no meio de seus semelhantes, não dormiria em paz sem antes saber o que acontecia com seu irmão, que em horas se mostrava abalado, outras "viajava" por lugares que não eram os Blues.

Começada então a conversação, o homem explicava para ela toda a história que fazia parte de seu ser e estava cravada em sua alma até o momento. Toda morte, tristeza, angústia, amargura e luto eram despejados naquela mesa de bar, em um momento de confiança, amizade e irmandade. Apesar de toda tragédia, no entanto, Euntae dizia ser feliz. Ele possuía tudo o que necessitava ao seu lado, determinação para fazer as coisas acontecerem. Um de seus objetivos, porém, ia de contrário com o de Maka. Lee gostaria de conhecer seu pai, o homem que abandonou os dois irmãos para todas as sortes de perigos e exposições do mundo cruel.

Obviamente, a resposta por parte da mulher era negativa. Suas razões eram concretas, afinal, por que uma pessoa, em sã consciência, tentaria se conectar com alguém que nunca se importou nem ao menos com o próprio sangue? A resposta não demorava para vir da boca de Euntae.

— Você ao menos não tem curiosidade?! — dizia, batendo seu copo vazio na mesa. Seu rosto estava vermelho, não de raiva, mas de frustração. — Eu sempre quis entender o porquê de ele ter feito isso. Conhecer o homem que me concebeu! Que me jogou nesse lixo de lugar! — dizia, jogando para fora seus sentimentos mais interiores. No momento, sua boca se entreabria como se fosse dizer mais alguma coisa, mas ele apenas suspirava e deixava de lado qualquer outra palavra, sabendo da posição irredutível de sua irmã.

Não demorava muito para que ela avistasse Draken descer do segundo andar, quebrando totalmente o clima da conversa que já não estava leve. Partindo desse ponto, a moça terminava seu copo de saquê e subia para o quarto, perguntando se seu irmão a acompanharia, mas não fazendo questão de esperar para ouvir a resposta: ele ficava por ali. No caminho para as escadarias, engajava em uma pequena comunicação com o recluso ao qual tomava conta, alertando-no sobre os perigos desse local. O homem, em silêncio, mas não por causa de sua desabilidade, apenas acenava com a cabeça em concordância.

Subindo as escadarias velhas e que rangiam, Maka chegava enfim ao seu quarto. Abrindo a porta, um mundo similar o que já estava vendo se desdobrava diante sua visão: duas camas, separadas apenas por um criado-mudo, estavam desleixadamente arrumadas. Os lençóis e cobertores não eram da melhor qualidade, porém eram o suficiente para esquentar durante uma breve noite. Diretamente ao lado da porta, em sua direita, estava a porta para o banheiro, introduzindo um sujo espelho de aço, uma privada e uma banheira encardida por fora, apesar de brilhante por dentro.

Seguindo na área onde estavam as camas, estava uma pequena sacada que dava visão para a vizinhança nada agradável daquele lugar. A característica principal daquela paisagem era o breu e o mistério, lançando uma sensação estranha sentida na espinha. Deixando então esse ambiente vicioso, a mulher, que completara o reconhecimento do ambiente, partia para a lavanderia, que ficava ao lado direito da sacada; uma pequena sala com um tanque grande o suficiente para as necessidades mais básicas e alguns produtos de procedência duvidosa. Despindo-se das suas roupas manchadas, ela passava as mesmas no tanque, utilizando os produtos disponíveis, e logo as pendurava no pequeno varal suspenso ao canto da mesma sala.

Terminada essa tarefa, Maka partia para o banho. A água era relaxante, e a fadiga saía de seu corpo junto do suor acumulado pelo dia cansativo, e durante esse momento de aquietação, não deixava de pensar em seu irmão e sua fala de anteriormente. A mulher nunca havia sequer pensado no seu pai, mas finalmente, após todos esses anos, o pensamento invadia sua cabeça ignorando os anos de reclusão.

Deixando isso de lado, assim que percebia estar banhada o suficiente, saía da banheira e ia para sua cama se livrar do cansaço que restava, adormecendo não muito depois. Seu sono pesado não a deixava ver a chegada de seu irmão, parcialmente bêbado, que após ver seu corpo descoberto, colocava os cobertores por cima da mulher para a esquentar, caindo no sono não muito após.


Histórico:
Maka:
N° de posts: 04
Ganhos: -
Perdas:
- 2,5 mil guarda-chuva (post 01)
7,5 mil (divisão com o irmão) diária do quarto (post 03)
Ferimentos: -
Vício: 00/15

Legenda / Npc's:
NPC's aleatórios
Onomatopéias e sons
Euntae Gun Lee Jabami - Aparência

Considerações¹:

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    

_________________

As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 9uIPM5X


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 Jpu3OmR
Maka
Ver perfil do usuário
Imagem : As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 LtBcCyp
Créditos : 00
Localização : Mundo dos Sonhos
As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo
Conversa - Aprendizado - Caça
“Curiosidade?” Meus pensamentos ficavam a milhão com os comentários mais idiotas e impertinentes para mim, vindo de meu irmão que agora resolvia tocar num assunto que já me era encerrado a muito tempo. – Você é muito tolo! Fica falando essas asneiras... – Todo aquela conversa me tirava a vontade de continuar ali, e mesmo convidando Euntae a subir, não fiz questão de esperá-lo, queria apenas me livrar da tensão.

Com cuidado alertei o esquisito sobre o lugar que ele agora estava, que de forma simples e insensível como sempre, apenas acenava com sua cabeça em concordância comigo, “Até onde vai o entendimento dele sobre nossa situação atual? Ele é mais difícil do que eu imaginava...” tomava novamente meu rumo até o quarto. Como um reflexo de todo aquele hotel, o quarto não aparentava ser diferente... “Humm, duas camas, um criado-mudo... tá ótimo, Puffhahaha” observava agora ao meu lado, onde se localizava o decadente banheiro, que de alguma forma me surpreendia. – Olha só, uma banheira. PUFFHAHAHA! – Ria ao ver tal “luxo” – Quem diria hein, isso é excelente! Aposto que o Belluci não tem um quarto de qualidade como esse! PUFFHAHAHA! – Dizia enquanto me acomodava no quarto seguindo com meus afazeres em preparação para minha noite de descanso.

Já não bastasse o “luxo” de uma banheira, aquele lugar ainda tinha uma sacada, com aquilo que eu mais precisava – uma lavanderia. Ali não perdi tempo para limpar as roupas que estavam manchadas com o sangue de Arthur, utilizando de produtos de “alta qualidade”, estando sobre um ar misterioso e que mal podia enxergar em meio aquele breu que era a tal vista do quarto. O banho era de certa forma relaxante, ao menos o cansaço e a fadiga, junto do suor em minha pele se retiravam aos poucos, me sentindo agora mais leve e confortável para enfim dormir, mesmo que alguns pensamentos alheios sobre a conversa anterior me fizessem incomodar.


~SONO PROFUNDO~


A luz era forte, mais do que o normal, tomando todo aquele local. Um enorme pasto verde com uma bela árvore cheia de frutos, e tal planta era tão grande que sua sombra cobria uma grande área, trazendo uma brisa muito relaxante e uma paz jamais sentida antes. Estava deitada ao chão, com minhas costas sobre o extenso gramado, olhando diretamente para os galhos que balançavam como se dançassem conforme a “música” tocada pelos sopros do ar que invadiam aquele lindo local.

- MAKA! – Minha atenção ao ambiente era brevemente interrompida pelo ecoar daquela voz doce e meiga. – Maka! O que você está fazendo aí. – Ao olhar, os paços calmos daquela pequenina se aproximavam. - Todo mundo está te esperando. -  Ela ajoelhava se aproximando de mim. – Para de viajar e vem logo. – Aquele sorriso me enchia o rosto de ternura. – Já vou indo Kouzinha. – Sorria de volta enquanto recebia aquele beijo doce na testa. – Então não enrola... KWAHAHA! –

Me levantava observando todos os meus irmãos a poucos metros dali. Arthur com todo aquele seu tamanho, agindo de um jeito até meio desengonçado, enquanto o John “frutinha” White não saia do seu lado como sempre. Meu irmão Euntae fazendo algum tipo de brincadeira com Kani que o deixava envergonhado, tirando boas gargalhadas de todos, e por fim, eu e Kou caminhando juntas em direção a cada um deles. E, numa distração de olhares da minha parte, começava a observar novamente meus irmãos, e algumas manchas de sangue surgiam em suas roupas, ao mesmo tempo, cada um deles começavam a olhar para mim com um belo sorriso, porém, todo manchado de sangue. – O-o-o... que tá acontecendo? – Me perguntava sem entender o que via. – Você vacilou Maka... – Escuta a voz de Kou, e ao olhar para ela, via a mesma situação de meus irmãos. – KOU! O qu... – Era interrompida por uma voz. – Você sabia que não deveria fugir... não é Maka? – A voz vinha da mesma direção que meus irmãos. – Essa marca em suas costas... você tinha um compromisso, e agora eles pagam por você! – Era Yoshindo...


~FIM~


- Aaarfh...aaarf... aaarfh... – Minha respiração estava alta com o baque daquele pesadelo que tivera com meus irmãos. Naquele mesmo instante, parecia sentir a marca em minhas costas queimarem, e era inevitável não a tocar e as lembranças do período naquele lugar voltarem como um turbilhão de flashs na minha cabeça. - Tsc... – Murmurava comigo mesma. Tinha ciência do perigo que era abandonar aquele lugar e voltar com a minha família, e por muito amor a eles, não conseguia deixar de ser imprudente a ponto de possivelmente colocar a vida de cada um deles em risco, e eu sei que se isso acontecesse, eu não suportaria a culpa...

Me levantaria da cama seguindo até o banheiro para lavar o meu rosto e de alguma forma tentar acordar, já que agora não sentia vontade alguma de dormir novamente. Percebia que havia dormido de coberta, e que provavelmente Euntae fizera isso, “Talvez eu deva pedir desculpas...” me sentia culpada por deixar ele sozinho na mesa ontem e tratá-lo daquela forma. Checaria no varal se a roupa estava seca, e se fosse positiva, vestiria elas buscando observar se ainda estaria escuro, ou se o dia já estava para amanhecer.

Pegaria minhas coisas e as guardaria comigo. Observaria meu irmão por alguns segundos e então lhe daria um beijo em sua bochecha como um “Descanse bem seu preguiçoso!” e seguiria para fora do quarto. Rumaria até a parte principal procurando algum relógio para que eu pudesse me situar, e enfim se visse o homem barbudo que cuidava do hotel, lhe entregaria o papel da noite anterior com os gastos, e em seguida lhe daria o dinheiro anotado naquela folha. – Bom dia querido. Estou quitando os gastos de ontem a noite com a “janta”. – Sorriria para ele, e, se soubesse que fosse logo cedo pela manhã, lhe faria um belo pedido de café. – E o café da manhã? O que esse maravilhoso hotel tem pra servir? -


LEGENDA:
Kou
Yoshindo  




Histórico:
N° de POST: 5
Ganhos:
Perdas:
- 2,5 mil guarda-chuva (post 01)
- 7,5 mil (divisão com irmão) diária do quarto (post 03)
Vício: Dependente - Álcool 1/15
Ferimentos: -
Informações:
Proficiências:
• Anatomia
• Atletismo
• Acrobacia
• Estratégia
• Briga
Qualidades:
• Destemido (1 Ponto)
• Prodígio (2 Pontos)
• Prontidão (2 Pontos)
• Mestre em Haki (4 Pontos)

Defeitos:
•  Dependente - Álcool(1 Ponto)
• Sadista (2 Pontos)
• Furioso (2 Pontos)
• Leal (2 pontos)
Arthur Lancaster:
Maka sempre foi uma valentona no orfanato em que vivia, e por ser assim, ninguém tinha coragem de bater de frente com ela. Isso até Arthur chegar e ser o único que não teve medo, e ainda por cima sempre aguentou as porradas.

Após muitas brigas, os dois criaram um grande respeito um pelo outro, consequentemente se tornando irmãos no orfanato, jurando então lealdade a ele após dizer quais seriam seus objetivos, e como cada um de seus irmãos resolveram seguir ele, Maka também optou por assim fazer, mesmo que custasse agora ser perseguida pela organização Sakura ao qual passou 5 anos.

• Inimigo (2 pontos)
Organização Sakura:
A organização Sakura é um grupo mercenário que atua no submundo. Antes seus trabalhos eram feitos no West Blue, porém, agora se mudaram para a Grand Line.

Maka nunca soube com o que exatamente no submundo o grupo Sakura trabalhava, e nem mesmo pra quem, pois foi treinada junto com várias outras pessoas durante 5 anos, e isso era a única coisa que acontecia lá treino e treino todos os dias. Até onde ela sabe, a organização tem três pessoas de muito poder e que comandam o que acontece lá, sendo eles o líder do grupo, chamado de Yoshindo Yoshihara. Além dele, o grupo ainda tem 2 mestres que trabalham diretamente para Yoshindo.

Date Yuuma, um mestre marcial em Taekwondo, e Wu Bjorn, um bárbaro que também é mestre em combate.
Objetivos:
- Conseguir um tempo para adquirir os conhecimentos do menino Kani sobre Zoologia
- Começar o aprendizado da qualidade Ambidestro
- Caçar Pirata vagabundo
- Comprar 2 machadinhos (mesmo que eu ainda não tenha Ambidestro)
- Virar oficialmente um CR
Legenda:
Fala
Pensamento

_________________

As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 94sfShl
Koji
Ver perfil do usuário
Imagem : As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 2ee8bbb0bd647e96edf58ee7c1fa21bd
Créditos : 07
Localização : Sirarossa
KojiNarrador
https://www.allbluerpg.com/t300-john-white#871 https://www.allbluerpg.com/t401-ascensao-dos-scavenger#1227


As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - 05
05:23 / Sirarossa



Após chegar ao hotel, Maka e Euntae partiam para uma mesa e se alimentavam para recuperar as energias, enquanto Nostrade apenas se afastava e observava o ambiente. Sua falta de comunicação não atrapalhava nem um pouco a dupla, que partia de uma conversa simples e descontraída para um assunto pesado e familiar. O que era discutido acabava por deixar a leoa irritada com seu irmão, mas ainda assim acendia uma faísca de curiosidade em sua mente que a perturbava até o horário de seu descanso, após um banho igualmente pensativo.

Em meio ao seu sono pesado, sua mente criava uma projeção, ou até mesmo um presságio, comumente chamado sonho. Seus irmãos de sangue e criação eram mortos, e a causa era si mesma. O dono da organização que agora a caçava caçoava e debochava da mulher que estava impotente naquela realidade, incapaz de realizar qualquer coisa. Mas, como todos os pesadelos, uma hora acordamos, e essa era a vez dela. Deixando um gosto amargo em sua boca, aquela criação de seu subconsciente trazia a realidade que ela tentava evitar, queimando a marca estampada em suas costas mesmo que por um mínimo instante, mostrando que mesmo em seus momentos mais íntimos, não estaria segura.

Levantando-se da cama, não querendo voltar a dormir, dirigia-se até o banheiro, onde lavava seu rosto e tirava a fadiga de recém-acordada. Nesse momento, pensava em perdoar seu irmão que apenas externalizara seus sentimentos na noite anterior. Seu gesto de carinho com a mulher era a causa desse sentimento, trazendo-lhe até mesmo culpa pelas suas ações. Então, colocando isso de lado pelo momento, partia para o varal pegar suas roupas secas, observando que o céu ainda estava escuro, mas luzes fracas começavam a aparecer marcando a alvorada do dia.

Sem hesitar, a moça dava um beijinho em seu irmão de despedida carinhosa, e partia para a porta, pretendendo ir até o local principal e pagar pelas despesas. Porém, antes que seus atos pudessem se concretizar, Euntae a agarrava pelas mãos, impedindo-a de andar. Com a mão que lhe restava, fazia um sinal indicando silêncio para ela, como se estivesse ocorrendo algo que até agora Maka não percebera. Então, nesse momento, barulhos ecoavam pelo hotel em sua totalidade caracterizando móveis sendo arrastados e portas arrombadas. Vozes grosseiras exclamavam:

— Onde ela está!? — apesar de gritar assim, não parecia estar se dirigindo a uma pessoa, apenas externalizando sua frustração. Os barulhos iam ficando cada vez mais próximos no andar de baixo, mostrando que eles estavam realizando uma varredura pelo hotel inteiro. Os passos eram pesados, e sem uma atenção maior, não seria possível determinar a quantidade de pessoas. Nesse caso, porém, uma coisa era certa: o perigo se mostrava iminente.


Histórico:
Maka:
N° de posts: 05
Ganhos: -
Perdas:
- 2,5 mil guarda-chuva (post 01)
- 7,5 mil (divisão com o irmão) diária do quarto (post 03)
Ferimentos: -
Vício: 1/15

Legenda / Npc's:
NPC's aleatórios
Onomatopéias e sons
Euntae Gun Lee Jabami - Aparência

Considerações¹:

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    

_________________

As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 9uIPM5X


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 Jpu3OmR
Maka
Ver perfil do usuário
Imagem : As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 LtBcCyp
Créditos : 00
Localização : Mundo dos Sonhos
As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo
Conversa - Aprendizado - Caça
Apesar de ainda estar escuro, tudo indicava que logo o dia amanheceria, e vendo que minhas roupas estavam secas, tinha agora os motivos certos para me manter acordada e fugir de um sono que não me convinha agora. Arrependida pela forma que havia tratado o assunto tocado por meu irmão anteriormente, busquei ser a mais carinhosa possível, mesmo que esse talvez não fosse o meu forte.

Num beijo de “bom dia”, mesmo pronta para seguir até o salão, a imprevisível pegada de Euntae em minha mão que me impedia de andar, me fez por um momento assustar com tal ação, passando até por minha cabeça se ele teria algum tipo de insônia, ou que até mesmo fosse sonâmbulo. Mas ao ver sua expressão de preocupação e me pedindo para ficar em silêncio, logo notei que algo acontecia que por vacilo de minha parte, não percebera antes.

Móveis aparentemente sendo bagunçados, portas arrombadas, “O que tá acontecendo?” tentava forçar um pouco mais a atenção para escutar melhor o que estava acontecendo, e de repente, pude ouvir as vozes que procuravam por alguém. Meu corpo gelava naquela hora, meus olhos estavam paralisados e trêmulos em pensar o que aquilo poderia ser, “Não... não é possível que aquele desgraçado... agora?” – Tsc... – Soltaria a mão de Euntae de forma brusca seguindo até porta, pois estava determinada a dar um fim nisso. O ódio que me consumia era tão grande que me fazia ficar corada de raiva estando prestes a explodir, só de imaginar o risco que agora meu irmão corria... “Euntae!” Um estalo em mim me fazia parar quando estivesse à beira da porta e pronta para abri-la, com a intenção de dar fim aquela algazarra, mas entrava em sã consciência de que aquilo seria arriscado, e que não podia criar o caso de trazer perigo ao meu irmão, mesmo que ainda não soubesse quem seria a tal procurada.

Ouvindo com mais atenção, percebia agora de que não seria apenas um, mas sim vários, porém era difícil saber uma quantidade exata, e a única certeza era a de que eles estavam próximos, e alguma coisa precisava ser feita. – Lee! – Sussurraria para meu irmão. – Pegue suas coisas e se arrume... depressa! – Abriria a porta, e mesmo que soubesse que ele poderia querer me impedir, apenas acalmaria ele. – Não se preocupe, eu não farei nenhuma besteira, apenas confie em mim... – Seguiria para fora do quarto com passos leves, porém um pouco apressados de forma que não chamasse a atenção.

Do lado de fora, me aproximaria da escada e reforçaria meus ouvidos tentando ter maior atenção, e até mesmo buscando alguma visão que me fizesse identificar a quantidade exata de pessoas, ou algo aproximado, porém não desceria as escadas em sua totalidade, e se conseguisse a informação que buscava antes de pisar as escadarias, rumaria de volta para o quarto. Acenaria para o meu irmão indicando a possível quantidade de pessoas que estariam fazendo toda aquela varredura no hotel, e me dirigiria para a sacada. “Porque eu fui inventar de trazer a gente pra cá?” Me culpava pela burrice de colocar a vida deles em risco... “Mudinho esquisito!” Como pude me esquecer? O amigo do Arthur estava provavelmente no quarto ao lado, e ele corria o mesmo risco. Chegando na sacada, observaria melhor a estrutura do hotel mais uma vez, indicando possíveis rotas que me ajudasse a escalar ou descer pelo lado de fora. Se encontrasse meios para seguir sem ser percebida incialmente, voltaria para dentro do quarto buscando algo que pudesse me ajudar como arma, apenas para um caso extremo, pois não tinha intenção de lutar naquele momento, pelo menos não com meu irmão por perto. – Lee, você consegue descer por ali? – Indicaria o local que talvez encontrasse anteriormente. – Ou você tem alguma ideia melhor? Porque a gente precisa sair daqui agora! –

Sabia de minhas capacidades atléticas e acrobáticas que havia adquirido nos anos em que passara com a organização. Na verdade, muito aprendi que hoje me faz ser útil, mas não tinha ideia do que exatamente meu irmão fizera nesses anos todos, e nem se ele conseguiria sair dali da forma que eu imaginava. – De alguma forma, precisamos buscar o mudo também... mas primeiro, eu preciso saber se você consegue. -



Histórico:
N° de POST: 6
Ganhos:
Perdas:
- 2,5 mil guarda-chuva (post 01)
- 7,5 mil (divisão com irmão) diária do quarto (post 03)
Vício: Dependente - Álcool 2/15
Ferimentos: -
Informações:
Proficiências:
• Anatomia
• Atletismo
• Acrobacia
• Estratégia
• Briga
Qualidades:
• Destemido (1 Ponto)
• Prodígio (2 Pontos)
• Prontidão (2 Pontos)
• Mestre em Haki (4 Pontos)

Defeitos:
•  Dependente - Álcool(1 Ponto)
• Sadista (2 Pontos)
• Furioso (2 Pontos)
• Leal (2 pontos)
Arthur Lancaster:
Maka sempre foi uma valentona no orfanato em que vivia, e por ser assim, ninguém tinha coragem de bater de frente com ela. Isso até Arthur chegar e ser o único que não teve medo, e ainda por cima sempre aguentou as porradas.

Após muitas brigas, os dois criaram um grande respeito um pelo outro, consequentemente se tornando irmãos no orfanato, jurando então lealdade a ele após dizer quais seriam seus objetivos, e como cada um de seus irmãos resolveram seguir ele, Maka também optou por assim fazer, mesmo que custasse agora ser perseguida pela organização Sakura ao qual passou 5 anos.

• Inimigo (2 pontos)
Organização Sakura:
A organização Sakura é um grupo mercenário que atua no submundo. Antes seus trabalhos eram feitos no West Blue, porém, agora se mudaram para a Grand Line.

Maka nunca soube com o que exatamente no submundo o grupo Sakura trabalhava, e nem mesmo pra quem, pois foi treinada junto com várias outras pessoas durante 5 anos, e isso era a única coisa que acontecia lá treino e treino todos os dias. Até onde ela sabe, a organização tem três pessoas de muito poder e que comandam o que acontece lá, sendo eles o líder do grupo, chamado de Yoshindo Yoshihara. Além dele, o grupo ainda tem 2 mestres que trabalham diretamente para Yoshindo.

Date Yuuma, um mestre marcial em Taekwondo, e Wu Bjorn, um bárbaro que também é mestre em combate.
Objetivos:
- Conseguir um tempo para adquirir os conhecimentos do menino Kani sobre Zoologia
- Começar o aprendizado da qualidade Ambidestro
- Caçar Pirata vagabundo
- Comprar 2 machadinhos (mesmo que eu ainda não tenha Ambidestro)
- Virar oficialmente um CR
Legenda:
Fala
Pensamento

_________________

As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 94sfShl
Koji
Ver perfil do usuário
Imagem : As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 2ee8bbb0bd647e96edf58ee7c1fa21bd
Créditos : 07
Localização : Sirarossa
KojiNarrador
https://www.allbluerpg.com/t300-john-white#871 https://www.allbluerpg.com/t401-ascensao-dos-scavenger#1227


As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - 06
05:33 / Sirarossa



Maka, após a conversa com seu irmão que abrira seus olhos em alguns aspectos, subia para o seu quarto para um merecido descanso. Ela se sentia culpada pela maneira como tratara seu próprio sangue, logo, após uma noite de sono agitada e com pesadelos, a mulher se levantava para mais um dia como qualquer outro e se despedia carinhosamente de Euntae. O rapaz, em um ímpeto de proteção, a segurava e alertava Maka sobre os perigos que rondavam o hotel apenas com alguns gestos. Daquele ponto em diante, ela sabia o que estava acontecendo, e não media esforços para tentar proteger sua família e colega.

Nervosa com a situação, a leoa estava preparada para acabar com tudo aquilo usando sua própria força. Ela queria proteger seu irmão, e estava pronta para isso, desfazendo a algazarra criada no hotel. Antes que pudesse sair pela porta, porém, ela parava e analisava toda a situação. Isso seria arriscado, não só para ela mas também para seus companheiros. Esse não era um risco que ela poderia tomar, portanto, passava a coletar algumas informações, descobrindo serem diversas pessoas no hotel.

Não satisfeita apenas com essa informação, pedia para que seu irmão arrumasse suas coisas para saírem. Imediatamente ele se levantava da cama e abria o criado mudo, enquanto Maka saía pela porta para investigar todo o ocorrido. Ela ia até a escada e tentava enxergar o andar de baixo do local, focando também seus ouvidos para captar o que precisava. De relance, conseguia ver três cabeças passando pelo térreo, todos bem vestidos e utilizando um cabelo ralo. Seus corpos pareciam atléticos e treinados, marcando a roupa com os músculos tonificados. Mais ao fundo do corredor do andar de baixo, ouvia passos e a mesma voz de anteriormente, indicando quatro pessoas na totalidade. A pessoa, que parecia ser o líder, exclamava algo.

— Procurem pelo andar de cima! — ele falava e era obedecido quase imediatamente. Nesse momento, Maka voltava para o quarto e sinalizava para seu irmão, que estava pronto para fugir, a quantidade de pessoas no local. Ela se dirigia imediatamente para a sacada, onde procurava saber mais da estrutura daquele lugar. Ela via, ao lado da sacada do vizinho que estava a uns dois metros de distância de sua própria, um cano que descia da calha até o chão sujo de um terreno baldio. Esse condutor de água estava grudado à parede com alguns ferrolhos que poderiam ser usados de escada se pisados corretamente.

Com a rota de fuga traçada, e Euntae ao seu lado vendo a mesma possibilidade, ela perguntava para ele se havia uma resposta melhor para aquela situação. Seu rosto se movimentava configurando uma resposta negativa, logo abrindo sua boca em um sussurro. — Vamos por ali mesmo. — ele dizia, confiante de suas habilidades. Maka não podia se negar a questionar as habilidades do irmão, afinal, estavam separados há um tempo. Fazendo essa indagação para ele, era prontamente respondida. — Maka, não se preocupe comigo. — falava calmamente, estampando um breve sorriso em seu rosto. — Se precisar, eu te ajudo a salvar o mudo, mas não coloque suas preocupações em mim. — assegurava, mais uma vez, suas habilidades. Nesse momento, ela estaria pronta para a fuga, determinada a escapar daquele lugar com seu grupo.


Histórico:
Maka:
N° de posts: 06
Ganhos: -
Perdas:
- 2,5 mil guarda-chuva (post 01)
- 7,5 mil (divisão com o irmão) diária do quarto (post 03)
Ferimentos: -
Vício: 2/15

Legenda / Npc's:
NPC's aleatórios
Onomatopéias e sons
Euntae Gun Lee Jabami - Aparência

Considerações¹:

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    

_________________

As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 9uIPM5X


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 Jpu3OmR
Maka
Ver perfil do usuário
Imagem : As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 LtBcCyp
Créditos : 00
Localização : Mundo dos Sonhos
As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo
Conversa - Aprendizado - Caça
Esse era um momento que me deixava cheia de tensão, pois meu sentimento de ódio me consumia com uma vontade feroz de descer aqueles escadas e matar um por um com minhas próprias mãos, contudo, minha consciência me impedia de seguir com esses atos, principalmente pelo meu irmão estar comigo, e  a ultima coisa que queria era colocar a vida dele em risco por conta de minhas ações, por isso, se fosse para mata-los, que eu fizesse então da melhor maneira, com o menor tipo de risco possível.

Euntae atendia meu pedido e se arrumava sem perder tempo, enquanto eu mesma tratava de conseguir o máximo de informações do lado de fora do quarto. Já a beira das escadas, pude perceber que no térreo do hotel havia três pessoas, que estavam bem-vestidas, de cabelo raso, e em suas roupas era possível ver a força que provavelmente teriam devido aos seus físicos. No andar abaixo de mim, uma voz que sempre exclamava ao invadir os quartos, indicava que além dele, haveria outros três com ele, totalizando sete inimigos a nossa procura... ou melhor, a minha procura.

Sem demorar para voltar ao quarto por conta da ordem do aparente líder do grupo, segui para a sacada, buscando uma rota de fuga, e ao ver o cano de água preso a parede por ferrolhos que serviriam de escada, sugeri para Euntae que aquela poderia ser a nossa melhor chance, a menos que ele tivesse uma ideia melhor. – Se você diz isso, então eu acredito em você, Lee. – Sorria para ele. – Precisamos atrasá-los antes de descermos. – Me viraria para o quarto olhando para alguns móveis. – Irei trancar a porta do quarto, e colocar alguns móveis na frente da porta... – Olhava para Euntae novamente. - ...enquanto você desce, e eu irei logo atrás de você. – Acenaria positivamente buscando passar confiança para Euntae de que daria certo. – Quero apenas te dizer que eu não posso fugir deles... – Me dirigiria até a porta para trancá-la. – Terei que pegá-los aqui... e agora! – Pegaria a chave para então trancar o quarto, e em seguida olharia para o Euntae. – Vá de uma vez! –

De forma rápida, mas com cuidado tentando não chamar a atenção, pegaria alguns móveis que parecessem úteis e os colocaria de frente com a porta a fim de atrapalhar a investida deles. Assim que colocasse alguns móveis, empurraria as duas camas para que reforçasse essa simples barreira, mas eficiente – mesmo que por alguns minutos. Sabendo que ao arrastar as camas estaria chamando a atenção dos homens, seguiria para a sacada com a convicção de que Euntae conseguira descer, tomaria agora o mesmo caminho, segurando o encanamento com firmeza, e pisando nos ferrolhos com cuidado, um por um, sempre analisando as condições de cada ferrolho com o tato dos pés a fim de encontrar a sua região mais firme e consistente para então pisar e seguir para o próximo até chegar ao chão.

Aquela rota levava até um terreno baldio que seria um bom momento para fugir e deixar tudo para trás, mas ainda havia o esquisitão que tinha ficado para trás, e tinha ciência também de que eles continuariam atrás de mim, e Euntae estava comigo. “Preciso dar um fim neles aqui!” Não queria um comboio no meu cangote estando meu irmão ao meu lado. “Sete! Estando três deles no térreo, e quatro no segundo andar a essa hora...”  Pensava tentando encontrar uma maneira de superar essa desvantagem numérica, já que não conhecia a real força deles.

Chegando ao terreno baldio, olharia em volta procurando fazer um reconhecimento no local para ter a certeza de onde eu estava, buscando qualquer espaço que fosse útil para me esconder e observar o que estaria acontecendo no hotel, pois isso me ajudaria a pensar na melhor solução para lidar com todos eles sem que meu irmão corra riscos. Assim que encontrasse um local favorável para nós dois, seguiria até lá chamando Euntae para que me seguisse. – Lee! – Talvez não fosse o melhor momento para desabafar, mas precisava deixá-lo ciente de algo. – Você me contou um pouco sobre esse tempo longe, e eu preciso te contar uma coisa... – Manteria um breve silencio enquanto observaria o hotel de onde estávamos escondidos. – Eu passei esses anos todos presa em uma organização do submundo... Mas eu fugi, e agora... eles estão atrás de mim... – Engoliria em seco aquelas palavras. – Me perdoe por te dizer isso justo agora, e nessa situação... -  



Histórico:
N° de POST: 7
Ganhos:
Perdas:
- 2,5 mil guarda-chuva (post 01)
- 7,5 mil (divisão com irmão) diária do quarto (post 03)
Vício: Dependente - Álcool 3/15
Ferimentos: -
Informações:
Proficiências:
• Anatomia
• Atletismo
• Acrobacia
• Estratégia
• Briga
Qualidades:
• Destemido (1 Ponto)
• Prodígio (2 Pontos)
• Prontidão (2 Pontos)
• Mestre em Haki (4 Pontos)

Defeitos:
•  Dependente - Álcool(1 Ponto)
• Sadista (2 Pontos)
• Furioso (2 Pontos)
• Leal (2 pontos)
Arthur Lancaster:
Maka sempre foi uma valentona no orfanato em que vivia, e por ser assim, ninguém tinha coragem de bater de frente com ela. Isso até Arthur chegar e ser o único que não teve medo, e ainda por cima sempre aguentou as porradas.

Após muitas brigas, os dois criaram um grande respeito um pelo outro, consequentemente se tornando irmãos no orfanato, jurando então lealdade a ele após dizer quais seriam seus objetivos, e como cada um de seus irmãos resolveram seguir ele, Maka também optou por assim fazer, mesmo que custasse agora ser perseguida pela organização Sakura ao qual passou 5 anos.

• Inimigo (2 pontos)
Organização Sakura:
A organização Sakura é um grupo mercenário que atua no submundo. Antes seus trabalhos eram feitos no West Blue, porém, agora se mudaram para a Grand Line.

Maka nunca soube com o que exatamente no submundo o grupo Sakura trabalhava, e nem mesmo pra quem, pois foi treinada junto com várias outras pessoas durante 5 anos, e isso era a única coisa que acontecia lá treino e treino todos os dias. Até onde ela sabe, a organização tem três pessoas de muito poder e que comandam o que acontece lá, sendo eles o líder do grupo, chamado de Yoshindo Yoshihara. Além dele, o grupo ainda tem 2 mestres que trabalham diretamente para Yoshindo.

Date Yuuma, um mestre marcial em Taekwondo, e Wu Bjorn, um bárbaro que também é mestre em combate.
Objetivos:
- Conseguir um tempo para adquirir os conhecimentos do menino Kani sobre Zoologia
- Começar o aprendizado da qualidade Ambidestro
- Caçar Pirata vagabundo
- Comprar 2 machadinhos (mesmo que eu ainda não tenha Ambidestro)
- Virar oficialmente um CR
Legenda:
Fala
Pensamento

_________________

As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 94sfShl
Koji
Ver perfil do usuário
Imagem : As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 2ee8bbb0bd647e96edf58ee7c1fa21bd
Créditos : 07
Localização : Sirarossa
KojiNarrador
https://www.allbluerpg.com/t300-john-white#871 https://www.allbluerpg.com/t401-ascensao-dos-scavenger#1227


As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - 07
05:41 / Sirarossa



Maka, naquela situação complicada, não podia deixar de sentir ódio da organização maldita que a seguia sem parar. Ela temia, acima de tudo, o perigo que seu irmão, Euntae, poderia passar por causa de sua inconsequência e atos impensados. Ela estava determinada a dar um basta nisso, mas aquela não parecia ser a hora. Investigando os homens que invadiram o hotel, ela contava 7 pessoas naquele lugar. A diferença de números era muito maior do que ela podia lidar no momento, portanto, decidia "fugir" pelo local que vira anteriormente.

Determinada a seguir esse rumo de ações, ela voltava para o quarto onde começava seu plano, falando com Euntae antes de tudo. Através de suas palavras, tentava assegurar a segurança e objetivo que queimava em seu coração. Ela mais do que desejava, necessitava acabar com aquilo tudo. Lee passava um tempo pensando, mastigando aquela ideia enquanto Maka pegava a chave do quarto e o trancava. Assim que finalmente terminava de matutar as possibilidades e eventos, respondia.

Sigh... — suspirava, abaixando sua cabeça em derrota. — Maka, fique segura. Eu acabei de te encontrar e não suportaria te perder novamente. — dizia expondo seus sentimentos mais íntimos. Ele então dava um sorriso meigo e partia para a sacada, pulando para a do quarto vizinho e descendo pelo cano até o terreno baldio. A mulher, sem perder tempo algum, pegava alguns móveis e os colocavam na frente da porta. Primeiro o criado-mudo, depois a mesa e por fim ambas as camas. O barulho do movimento dos móveis, como Maka antecipava, alertava os perseguidores, que em um ímpeto, subiam as escadas. Os barulhos de seus pesados sapatos batendo contra a madeira velha do chão e dos degraus formava um uníssono quase harmônico, antes de começarem a forçar a fechadura do quarto.

Sem demorar sequer um segundo, em grande urgência, ela ia até sacada e repetia os movimentos de seu irmão, descendo aquele cano de maneira apressada, mas, ao mesmo tempo, cuidadosa. Seus pés eram delicados enquanto pisava naqueles ferrolhos enferrujados. Ela tateava com a sola de seu membro antes de depositar seu peso naquela "escada" improvisada, repetindo o processo antes de chegar ao chão do terreno baldio. Quase imediatamente, os sons dos perseguidores eram ouvidos no que antes fora seu quarto. Ela sabia que ainda deveria salvar o mudo e não gostaria de um exército atrás dela e de seu irmão mais para frente da jornada, portanto, usaria o tempo extra para bolar algo e acabar com todos naquele lugar.

Antes de mais nada, dava uma bela olhada no terreno onde pousara. A grama e mato molhados predominava no local que estava mal-cuidado, e no centro, uma pequena casa de concreto encardido se via abandonada. Suas portas e janelas de madeira estavam corroídas e os parafusos soltos, deixando tudo instável. O espaço na totalidade possuía em torno de dez metros de largura por dez de comprimento, fazendo divisa com o hotel usando um muro igualmente acabado, colado com a parede do Gran Giorno. O céu, naquele ponto, começava a se iluminar mais mostrando o alvorecer do dia.

Partindo então para aquela casa, ela era acompanhada por Lee que ia atrás dela após perceber a movimentação da irmã. O interior da casa era tão apodrecido quanto o exterior. Possuía cheiro de mofo e goteiras por todo o local, formando poças recorrentes de água, que mostravam o tempo passado quando se via pequenas formações de musgo nessas formações aquáticas. O chão era de concreto, igualmente encardido, e parecia estar totalmente não mobiliada. Teias de aranha inundavam o local, e a escuridão predominava naquela manhã que ainda não recebera o toque do Sol.

Naquele lugar e situação, antes que Lee abrisse a boca para planejar com sua irmã, ela falava sobre seu passado que levara até essa situação desvantajosa. No momento em que ela falava, Euntae levantava suas sobrancelhas em surpresa, com sua imaginação correndo a mil antes de se recompor e responder à Maka. — Isso não importa agora. — falava realmente não se importando com isso. — O seu passado pertence somente a você, mas as consequências dele... — antes de terminar aquela frase, olhava para sua irmã com um pequeno sorriso se formando. — Eu vou te ajudar a consertar tudo isso. — assegurava ela com suas palavras, antes de retornar seus olhos para sacada do quarto do hotel infestada com alguns homens de terno. — Eu não acho que consigamos lutar agora. São sete deles e estamos em dois. — alertava, dizendo o óbvio. — Eu acho que devemos fugir por agora. Mesmo que nós fazemos eles se separarem, o hotel é pequeno e levará segundos para estarem todos juntos novamente. — pontuava, esperando por uma resposta da sua irmã, deixando a responsabilidade totalmente em suas mãos. — O que pretende fazer, Maka? — indagava, enfim, a pergunta que não queria calar.


Histórico:
Maka:
N° de posts: 07
Ganhos: -
Perdas:
- 2,5 mil guarda-chuva (post 01)
- 7,5 mil (divisão com o irmão) diária do quarto (post 03)
Ferimentos: -
Vício: 3/15

Legenda / Npc's:
NPC's aleatórios
Onomatopéias e sons
Euntae Gun Lee Jabami - Aparência

Considerações¹:

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    

_________________

As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 9uIPM5X


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 Jpu3OmR
Maka
Ver perfil do usuário
Imagem : As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 LtBcCyp
Créditos : 00
Localização : Mundo dos Sonhos
As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo
Conversa - Aprendizado - Caça
Confiante ao fitar Euntae, apenas relaxá-lo-ia com a situação. – Não se preocupe irmãozinho, estarei lá embaixo antes que você perceba. – Ao encerrar minhas palavras, piscava para Euntae de forma despreocupada, para que tranquilizasse ele da situação, mesmo com os riscos.

Sem demora, preparei todo o espaço para atrasar os homens que logo chegariam ao andar que estávamos. E como esperado da minha parte, ao empurrar as camas até os móveis que estavam na porta, notei que os homens se aceleravam em suas pisadas ao ouvirem o ranger da cama ao ser arrastada. Eles agora estavam ali, do outro lado da porta, forçando a fechadura tentando a entrada no quarto, e sem pestanejar, segui para a sacada com o intuito de seguir a rota que havíamos traçado antes. Sem dificuldades, caminhei pelo encanamento com todo o cuidado possível, mas de forma que o tempo me fosse útil, e conseguisse então chegar ao terreno baldio que tinha ao lado do hotel.

Toda a vegetação do local era má cuidada e molhada, e ao centro daquele terreno, uma casa velha e abandonada em condições ainda mais precárias que o próprio hotel que hospedávamos. Ao adentrarmos a casa, percebíamos o quanto interiormente ela era ainda mais decaída, passando a sensação de que tudo desmoronaria a qualquer momento, se mostrando totalmente inóspita. – Que escuro! – Tentava me acostumar com a escuridão daquela casa, mesmo que o dia estivesse por se amanhecer. – E que lugar fedido! Aaarrgh. – Tampava minhas narinas afastando um pouco do mau cheiro daquele lugar.

“acomodados” no local, pus-me a contar o motivo de toda aquela perseguição, mas sem entrar em detalhes maiores. Vendo a expressão de Euntae ao contar aquelas coisas, já compreendia o que ele queria dizer. – Eu sei, eu sei. Talvez eu tenha exagerado dessa vez só um... pouquinho!? – Ria de forma leve por dentro, mesmo que aquilo fosse sério, pois essa expressão de Euntae me fazia lembrar dos tempos de orfanato, o que me trazia algumas belas memórias de infância, quando minhas confusões não causavam um grau de risco tão grande assim.

- Obrigado, Lee! – Estava mais aliviada por ver que meu irmão não se importava com o perigo daquela situação. – Eu entendo que estamos em desvantagem..., mas de qualquer forma, precisamos buscar o mudo. – Cruzava os braços de forma pensativa, observando que alguns homens estavam pela sacada do quarto que a poucos minutos era nosso. – Eles já estão separados, estando quatro no segundo andar, justamente no quarto em que estávamos... – Colocaria a mão direita no queixo ainda pensando sobre o assunto. - ...e três no térreo do hotel. – Finalizava a informação mais clara para Euntae. – Estamos em desvantagem numérica, mas temos o elemento surpresa. – Olharia para o meu irmão.

- Conhecendo eles, não são tão inteligentes. Apenas pura força bruta. – Olharia nos olhos de Euntae a fim de passar confiança para ele. – Podemos utilizar algo que seja útil para matar, e buscarmos fraquezas com o intuito de sermos extremamente efetivos nessa investida. – Continuaria a dizer. – Nesses anos eu adquiri conhecimento sobre a anatomia humana. Posso indicar os melhores pontos pra que peguemos os três homens que estão no térreo. – Ficaria ainda mais séria. – Mas precisamos ser efetivos! Um golpe certeiro no local que eu indicar e estaremos um passo a frente deles. – Olharia para a sacada do hotel. – Acha que consegue? – Aguardaria uma resposta de Euntae, esperando que fosse positiva.

Olharia ao redor da casa ou até mesmo do terreno procurando coisas que pudessem ser úteis ao nível de uma arma simples, ou que ao menos tenha a capacidade suficiente para danificar com brutalidade um corpo humano. Se encontrasse, pegara-o para carregar comigo, depois olharia do lado de fora da casa procurando um caminho que fosse o menos perigoso possível para me aproximar de uma janela ou porta que me facilitasse a vista para o lado de dentro do hotel, especificamente no térreo. Tomaria cuidado com os homens que estivessem no segundo andar, para que não me vissem durante a rota.

Chegando no local de meu objetivo, analisaria silenciosamente e cuidadosamente cada espaço de dentro do hotel, observando onde exatamente cada um dos três homens estariam pelo local. Veria se haveria outras pessoas ali além deles, tentando identificar quem seriam e se estavam do lado deles, se eram reféns, ou apenas neutros ao ocorrido. Observaria se os homens estavam armados e qual tipo de arma eles carregavam, assim saberia como lidar com eles. Investigaria também todo os seus corpos, procurando o melhor ponto de fraqueza deles que pudesse levá-los a uma morte rápida, pois tinha ciência do alarde que aquilo seria para os outros quatro que estavam a alguns andares acima de nós. Tentaria tomar nota de algum caminho para entrar no hotel sem chamar a atenção, e uma rota ali dentro que nos levasse a pegá-los de surpresa.

Por mais que aquela ideia fosse arriscada e perigosa, Euntae me conhecia e tinha total noção de que eu não deixaria aquilo passar impune. Talvez ele até estaria surpreso de ver que até agora ainda não perdera o meu controle, e que antigamente a essa hora, já estaria no pescoço de um desses desgraçados arrancando um pedaço deles com a minha própria boca.



Histórico:
N° de POST: 8
Ganhos:
Perdas:
- 2,5 mil guarda-chuva (post 01)
- 7,5 mil (divisão com irmão) diária do quarto (post 03)
Vício: Dependente - Álcool 4/15
Ferimentos: -
Informações:
Proficiências:
• Anatomia
• Atletismo
• Acrobacia
• Estratégia
• Briga
Qualidades:
• Destemido (1 Ponto)
• Prodígio (2 Pontos)
• Prontidão (2 Pontos)
• Mestre em Haki (4 Pontos)

Defeitos:
•  Dependente - Álcool(1 Ponto)
• Sadista (2 Pontos)
• Furioso (2 Pontos)
• Leal (2 pontos)
Arthur Lancaster:
Maka sempre foi uma valentona no orfanato em que vivia, e por ser assim, ninguém tinha coragem de bater de frente com ela. Isso até Arthur chegar e ser o único que não teve medo, e ainda por cima sempre aguentou as porradas.

Após muitas brigas, os dois criaram um grande respeito um pelo outro, consequentemente se tornando irmãos no orfanato, jurando então lealdade a ele após dizer quais seriam seus objetivos, e como cada um de seus irmãos resolveram seguir ele, Maka também optou por assim fazer, mesmo que custasse agora ser perseguida pela organização Sakura ao qual passou 5 anos.

• Inimigo (2 pontos)
Organização Sakura:
A organização Sakura é um grupo mercenário que atua no submundo. Antes seus trabalhos eram feitos no West Blue, porém, agora se mudaram para a Grand Line.

Maka nunca soube com o que exatamente no submundo o grupo Sakura trabalhava, e nem mesmo pra quem, pois foi treinada junto com várias outras pessoas durante 5 anos, e isso era a única coisa que acontecia lá treino e treino todos os dias. Até onde ela sabe, a organização tem três pessoas de muito poder e que comandam o que acontece lá, sendo eles o líder do grupo, chamado de Yoshindo Yoshihara. Além dele, o grupo ainda tem 2 mestres que trabalham diretamente para Yoshindo.

Date Yuuma, um mestre marcial em Taekwondo, e Wu Bjorn, um bárbaro que também é mestre em combate.
Objetivos:
- Conseguir um tempo para adquirir os conhecimentos do menino Kani sobre Zoologia
- Começar o aprendizado da qualidade Ambidestro
- Caçar Pirata vagabundo
- Comprar 2 machadinhos (mesmo que eu ainda não tenha Ambidestro)
- Virar oficialmente um CR
Legenda:
Fala
Pensamento

_________________

As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 94sfShl
Koji
Ver perfil do usuário
Imagem : As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 2ee8bbb0bd647e96edf58ee7c1fa21bd
Créditos : 07
Localização : Sirarossa
KojiNarrador
https://www.allbluerpg.com/t300-john-white#871 https://www.allbluerpg.com/t401-ascensao-dos-scavenger#1227


As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - 08
06:01 / Sirarossa



Maka e Euntae conseguiam sair daquele hotel que estava prestes a virar um lugar hostil. A saída fora tranquila para o irmão, mas para ela havia sido tensa. Antes mesmo que pudesse descer pelo cano indicado por ela mesma, os brutamontes já estavam forçando a porta de seus aposentos, na esperança de encontrar a fugitiva. Apesar disso, a velocidade dos valentões não era o suficiente para capturar a Leoa, que se escondia em uma casa abandonada ao lado do Gran Giorno. O cheiro lá dentro era desprezível, como esperado de sua aparência, mas isso não era empecilho para o planejamento dos dois, que conversavam um pouco sobre a situação e o causador dela, tal como possíveis planos para recuperar o mudo e acabar com os sete de uma vez por todas.

Enquanto Maka pensava e observava a sacada do hotel e os caçadores, falava em voz alta as informações que ia adquirindo para seu irmão. No fim, falava sobre um possível elemento surpresa, que ao rapidamente entender a situação, Euntae se atordoava, recuperando-se não muito depois, determinado a seguir sua irmã na empreitada. O plano dela era sólido, porém, se apoiava na falta de inteligência e preparo de sete indivíduos, dificultando ainda mais a situação deles na missão de resgate. De qualquer forma, o homem respondia, vazio de hesitação e cheio de coragem.

— Certo, vamos! — ele falava, concordando com a cabeça enquanto sua irmã se colocava a observar a sacada que lentamente ia se esvaziando conforme a missão dos homens de preto progredia em fracasso. — Eu vou acertar na cabeça com toda força, é onde eu sei que funciona. — acrescentava, não sabendo se era uma pitada de humor ou uma frase para mascarar uma possível insegurança quanto a isso tudo. O número sete aparecia constantemente em sua cabeça, o provocando a nem ao menos tentar realizar aquele plano.

Satisfeita com a resposta positiva do consanguíneo, Maka se punha a procurar por objetos que podiam ser utilizados como arma, especialmente aquelas que pudessem danificar brutalmente o corpo daqueles montes de músculo. Seus olhos varriam o interior escuro, até encontrar uma espécie de caixa de eletricidade no canto da sala, atrás de onde deveria ser uma porta. Saindo dessa caixa de metal, haviam canos robustos e vazios, onde outrora passaram fios. Retirava, então, esse objeto em decadência da parede; Euntae fazia o mesmo com a outra extremidade da caixa, logo, a dupla ficava armada e pronta para a invasão.

Sem perder tempo e planejando minuciosamente o que fariam, Maka olhava pela janela para o lado de fora da casa, procurando por uma rota que a levasse para uma posição onde poderia analisar com exatidão o que ocorria no térreo daquele lugar. A saída da casa ficava de frente para a sacada, portanto, usava uma porta aos fundos para se retirar do lugar sem chamar atenção. Daquele lugar, nada faria diferença por ser totalmente aberto, portanto, a dupla seguia para o muro grudado no Gran Giorno, fazendo o mínimo de barulho possível naquela terra fofa. Grudavam seus corpos na parede para impedir a visão da sacada, enquanto Maka analisava por um pedaço caído de concreto o que ocorria no andar.

Seus olhos então começavam a captar cada centímetro quadrado daquele recinto familiar. Podia observar a vista lateral da recepção e do pequeno bar do local, possuindo como ponto cego o lado direito da escada que dava acesso ao segundo andar. Ainda dentro daquela cozinha improvisada, estava o senhor que os atenderam de noite, sentado em uma cadeira de madeira com suas duas mãos atrás da cabeça. Seu corpo estava tenso e suando como um porco, não podendo esconder, inclusive, a tremedeira que o atacava.

Na porta da frente, estava parado um dos homens. Seus olhos por trás de um óculos escuro ficavam fixos na entrada do local, confiando totalmente em seus dois outros colegas. Um deles rondava pelas inúmeras mesas, enquanto o outro não se podia ver, ou estava atrás do ponto cego. O trio poderia ser facilmente abatido por trás, já que confiavam suas retaguardas ao outro, porém, poucos eram os espaços de tempo disponíveis para uma ação rápida e precisa. Seus corpos musculosos e tonificados eram bem semelhantes estruturalmente, mas Maka podia observar que seus uniformes deixavam o pescoço extremamente exposto, sendo possivelmente um de seus alvos para acabar com a desvantagem numérica.

O lugar inteiro estava fechado, principalmente a porta dianteira que era guardada. Os acessos eram limitados às janelas que iluminavam as mesas do local, que de tempos em tempos ficavam disponíveis para serem arrombadas devido ao movimento do guarda, que assim como seus colegas, usava apenas as próprias mãos para combater um inimigo. De dentro do seu bolso interno, quando o casaco balançava, podia-se ver uma soqueira dourada, possivelmente usada nos combates.

— E aí, qual o próximo passo? — falava Euntae com certo nervosismo, enquanto colava seu corpo na parede para não ser percebido. Suas mãos no bastão eram firmes e prontas para agir, apesar da situação que sua mente passava.


Histórico:
Maka:
N° de posts: 08
Ganhos: -
Perdas:
- 2,5 mil guarda-chuva (post 01)
- 7,5 mil (divisão com o irmão) diária do quarto (post 03)
Ferimentos: -
Vício: 4/15

Legenda / Npc's:
NPC's aleatórios
Onomatopéias e sons
Euntae Gun Lee Jabami - Aparência

Considerações¹:

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    

_________________

As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 9uIPM5X


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 2 Jpu3OmR