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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Parte III - Um polvo e um azul entram em um bar

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Shiori
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Relembrando a primeira mensagem :



Parte III - Um polvo e um azul entram em um bar


Nero Vil Gax [Pirata] e Ineel Bitencourt [Civil]

não possui narrador definido.
Aberta

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Subaé
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Subaé
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Um polvo e um azul entram em um bar - 05

Mapa

Ofegante e sorridente, era assim que Nero Vil Gax se sentia naquele momento. ENquanto respirava para retomar o fôlego, o general mascarado proferiu sua ameaça, e em resposta nero falou suas reais intenções. Ele queria um mapa.

Nesse momento, todos os 100 soldados fizeram uma cara de idiota tentando entender a situação, o general e o imperador também fizeram tal careta. Inclinaram a cabeça, pensativamente, e um breve momento silencioso aconteceu.

-Pera ae - falou Shao Kang, o general - Você tá fazendo todo esse caos por causa de um mapa? Tá bêbado é? Isso aqui é um palácio, não uma oficina de cartografia!

Na varanda, o rei dava risada de toda aquela situação.

Nero, entretanto, absteu-se de responder. Sem dar mais especificações sobre o mapa que estava buscando, avançou contra Shao Kang e seus homens. O plano era simples, pretendia usar os golpes dos inimigos para acertar os outros inimigos. Um plano esperto, mas muito arriscado, visto que haviam mais de cem oponentes naquele pátio.

O tumulto aconteceu mais uma vez. Pessoas atacando o polvo enquanto seus golpes eram direcionados para acertar seus próprios companheiros. Mas não foi facil como pensava, e Nero acabou recebendo muitos dos golpes também. Sangrava tanto que boa parte do manto já não era mais dourado, tendo boa parte do tecido sujo de sangue.

Foi quando ouviu tambores de guerra. Os músicos estavam bem atrás da linha de frente, mas o interessante é que, assim que o som dos tambores começou, os guerreiros recuaram. Quase que ao mesmo tempo, Shao Kang avançou e desferiu uma estocada com a sua espada, cravando-a no ombro do polvo. Nesse instante sua espada incendiou-se, fazendo o ombro do tritão queimar.

Nero caiu no chão sentindo muita dor - Já notei suas táticas. Você é bom em lutar contra números grandes, mas será que você se sai bem no mano a mano contra mim? - andava de um lado para o outro enquanto girava sua espada com esplendor - Que merda foi essa Raiden, como você deixou esse verme chegar até aqui.

O general com chapéu amigasa, cujo nome era Raiden, também se aproximou do Polvo. - Não imaginei que ele era tão…. louco. Pessoas sensatas tendem a não insistir no impossível.

-Pelo visto não é tão “impossivel” te fazer de idiota… Vamos acabar com esse verme de uma vez.

Ambos encararam Nero, e, falaram ao mesmo tempo - NÓS SOMOS OS GUERREIROS MAIS FORTES DA ARMADA HAPPO, ATRÁS APENAS DO GRANDE DON WEI RONG!!! PREPARE-SE PARA AS CONSEQUÊNCIAS DE SUA INSENSATEZ!

Então ambos os generais avançaram contra Gax. Shao kang com sua espada feita de Sopro de Dragão, e Raiden com seu bastão de jade. Nero não queria precisar lutar com aqueles dois, mas agora eles eram seus principais oponentes. Então, quando avançaram, ele retirou a sua capa e jogou-a na direção de Shao Kang a fim de prendê-lo no tecido… o plano até seria bom, se não fosse o fato dele ter consigo uma espada. A lona dourada foi cortada em duas ainda no ar, Shao kang avançou e desferiu mais um corte no peito de Nero. Sem dar tempo para cair, Raiden deu um segundo golpe. Golpeou o bastão com força na cabeça do polvo.

Agora Nero estava de joelhos entre os dois generais.

-Você teve a sua chance - falou Shao Kang - Eu pensei que você queria fazer algum atentado… pelo visto as suas intenções não são lá muito prejudiciais para nosso rei, mas agora é tarde. Você é burro, e por isso pagará o preço de suas ações. Pelos poderes concedidos a mim, Você está preso e será julgado como um terrorista!

Nesse momento, Nero poderia avistar um homem saindo do palácio. Em suas mãos haviam quatro pares de algemas. Não sei quais são os planos do polvo, mas se ele ficar de bobeira, vai ser preso.

5x1

- Quem é esse lixo-azul?- Perguntou Kamoni, olhando com desdém para Ineel.

-É só um abestalhado que veio procurar confusão! - falou o ruivo, cujo nome era Bakomai Maru.

-Já terminou a negociação? - Perguntou Kaka-Kama, o loiro com tatuagem no rosto.

-Já está tudo nos conformes, Basta levar o dinheiro para o chefão.

-Pois então vamos logo - disse um dos gêmeos, o que não tinha espada - eu estou todo cagado de fome, bater nesse peixinho me abriu o apet… - Nesse instante, Ineel saltou usando o impulso se suas mãos e da ponta de seus pés e golpeou seus pés nas costas do meliante, fazendo-o cair de cara no chão. - urgh!!

-IRMÃO!!!

Antes que o gêmeo caísse, Ineel usou o corpo do mesmo para impulsionar um segundo salto, e então saltou na direção de Bakomai. Girou os quadris e preparou um chute potente, mas o jovem ruivo foi sagaz o suficiente para conseguir bloquear o golpe usando seu antebraço. Ineel rolou assim que tocou no chão, e, ao sacar o rifle, golpeou-o com força no maxilar do ruivo, que caiu desacordado no chão.

O espadachim avançou contra Ineel e abaixou a espada de forma veloz a fim de cortá-lo, mas o meio-tritão usou o rifle para interceptar o avanço da lâmina. A defesa foi bem sucedida, e logo em seguida, Ineel atirou no espadachim, que caiu morto no chão, executado pelo homem azul.

-Seu verme…. como ousa! - Falou o gêmeo que estava com a cara toda ralada por causa da queda.

Depois, com a arma em mãos, mirou no “irmãozão” e atirou na sua face. Acontece que Kamoni Chinji era provido de um reflexo sem igual, e, desviou do tiro sem muito esforço. Apenas inclinando-se um pouco para o lado.

Parte III - Um polvo e um azul entram em um bar - Página 2 210394

-Lento demais… Você é previsível!

E ai todos avançaram ao mesmo tempo contra o meio-tritão, só que dessa vez ele estava esperto, e, com o auxílio de saltos e rolamentos, conseguiu se esquivar de todos os socos e chutes desferidos contra si.

Dois dos cinco inimigos já haviam caído. Mas ainda faltam três.

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Pirata



É o Vilgaxxx


Nero estava praticamente derrotado pelos dois generais, seus poderes divinos ainda não estavam tão elevados para enfrentá-los de frente, ele precisaria voltar ali depois se quisesse ganhar aquela batalha. Mas, infelizmente para o tritão ele era um suicída, ele não era burro, sabia que com a força atual não conseguiria aguentar uma luta com os dois. Entretanto, um deus nunca sai por baixo, mesmo sendo derrotado ele iria vencer, poderia até ser sem seu mapa, mas se ele não teria o que ele queria ninguém ali iria ter.

Sentindo dores por todo o seu corpo, o tritão rolava para trás saindo do alcance dos dois grandes comandantes, e disparava em direção ao homem que saia do palácio segurando as algemas. Se ele recebesse ataques que não impedissem sua trajetória apenas ignoraria, caso o ataque fosse interromper seu percurso, Gax tentaria com todas suas forças bloqueá-lo, sem redirecionar o ataque, apenas evitando. Se o ataque fosse um agarrão Nero se jogaria para o lado da forma que conseguisse para esquivar.

Ao alcançar o homem que carregava as algemas o polvo ameaçaria dar um soco no homem para que sua postura mudasse, e passaria então deslizando por entre as pernas do homem. Entrando no castelo tudo que Gax procuraria era por alguma bebida, de qualquer tipo, seja lá o que fosse, tudo que importava era que fosse um líquido e que fosse inflamável.

Se o tritão não encontrasse a bebida, ele subiria os andares do castelo, um a um, procurando por este tão desejado líquido. O perseguindo provavelmente estaria o exército, que teria uma desvantagem grande ao adentrar dentro de um espaço fechado em um número tão grande de homens. Se Nero passasse por quaisquer obstáculos como mesas, cadeiras, lustres ou obras de arte grandes, derrubá-los-ia no chão para dificultar a mobilidade dos homens. Se alguns conseguissem chegar até ele, Gax apenas redirecionaria seus ataques até suas pernas para dificultar ainda sua mobilidade, tudo naquilo que ele pensava era em conseguir encontrar uma bebida.

Assim que encontrasse o líquido, Gax abriria e começaria a encher sua boca com o mesmo, e então se direcionaria até uma das janelas do castelo e pularia, olhando para a estrutura, assim que se passassem 3 segundos o tritão então cuspiria a bebida, e de sua boca, uma gigantesca labareda de fogo com aproximadamente 80 metros de comprimento em formato de cone sairia. O fogo se espalharia até atingir o castelo, e quando isso ocorresse o polvo mudaria a direção das chamas para garantir que da base até o topo da estrutura tudo pegasse fogo.

Quem olhasse em seus olhos, além de enxergar o reflexo das chamas que devoravam a morada do imperador, enxergaria também lágrimas, mas essas não eram de tristeza e sim de alegria. O dia estava lindo e aquele momento representava para o tritão, o seu tão adorado CAOS!

Ao cair no chão, em frente a entrada do palácio, Nero seguraria o seu broche e apontaria para os inimigos, ativando a habilidade de sinalização do broche para emitir luz. Ao fazer isso, o polvo estaria de olhos fechados para não ser cegado pela luz, e se levantaria como desse após a queda, indo o mais rápido possível em direção as escadas enquanto seus inimigos ainda estavam cegos.

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Última edição por Jupges em Sex 16 Set 2022 - 23:13, editado 2 vez(es)

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Ineel
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Parte III - Um polvo e um azul entram em um bar




Vislumbrando repentinamente o que acabara de fazer com minhas próprias mãos, finalmente havia entrevisto que meu dedo indicador sobre o gatilho havia ceifado uma vida, não era de meu feitio matar porém o momento era de extrema delicadeza.. A fúria se tornava incontrolável a medida em que os ataques raciais não cessavam, mordendo levemente os lábios em um intenso furor mudando aos poucos minha pigmentação da face para um avermelhado momentaneamente, e logo me preparava para mais um combate com o rifle em mãos e apostos até que... -'' Quem é? Da onde está vindo esses múrmuros?!'' - Me questionava ao me atentar a um leve prantear emanando da arma que empunhara, era uma sensação desagradável, era um timbre doce de uma jovem mulher porém extremamente doloroso, o sofrimento nítido daquela pessoa transbordava minha alma que em um experimento quase metafísico me via paralisado em um clarão que me cegava os olhos, e tudo naquele momento parecia se congelar anulando o próprio tempo em si.



~ A Lamentação da Rainha Anna, capítulo I ~

Em uma data desconhecida, sob um vilarejo desconhecido, havia muitas crianças brincando no curral com os pequenos porcos e bezerros pois eram de vida simples, o vilarejo era simples e seus pais eram simples. Trabalhavam o dia todo com a companhia do sol escaldante da região que refletira bonitas cores daquele ambiente, grandes árvores e um pasto verde. Dentre as crianças que brincavam estava uma menina de aproximadamente onze anos, prestativa e bondosa de coração meigo sempre buscando ajudar a todos pois sentia imensa felicidade no ato, trajava roupas de couro simples e uma fita organizando sua franja, sapatos costurados e pequenos entalhos por toda sua vestimenta mostrando um desgaste por uso. De repente, uma movimentação atípica se formava nos portões da vila, era um ataque bárbaro, forasteiros impiedosos equipados com espadas e lanças causando o caos pela pequena vila que sucumbia sem muita resistência pela falta de guerreiros, todos eram enfileirados e traçados como gados sendo arrebanhados, dentre as fileiras dos novos cativos estava a simples garota mencionada de outrora, aflita e preocupada com os pais.

~ A Lamentação da Rainha Anna, capítulo I FIM ~

Em um piscar de olhos tudo voltara ao normal, bastante confuso e ainda experienciando uma forte aura vinda de minha arma, não tinha mais dúvidas de que alguém estaria me observando a partir daquele rifle e estava em tremenda angustia pelo fato de ter sido utilizado anteriormente. Apesar de todo o sentimento pesado de tristeza que sentira ao realizar uma mira mais uma vez com a arma insistindo em soltar pequenos gritos de dor completamente misteriosos, me colocava em foco total no combate de imediato, municiando a câmara de ar e puxando o ferrolho mais uma vez disparando contra o inimigo mais próximo, em quanto realizaria um pequeno giro em 360 graus com ambos os pés para visualizar qualquer ataque sendo direcionado a mim, bloqueando o mesmo com o guarda mão da arma e em seguida realizando um empurro com os dois braços colados no cano do rifle para jogar o inimigo para trás com o auxílio de um rápido chute com a perna direita para aplicar maior empuxo, desequilibrando ou empurrando-o para trás, rapidamente jogaria mais uma munição para a câmara de ar e realizaria um novo disparo a queima roupa contra o mesmo, girando os quadris e me reposicionando com o auxílio de pequenos impulsos dos pés se preciso para visualizar os passos de meus oponentes e preparar bloqueios caso estivessem aproximados ou esquivas com pequenos saltos caso ainda estivessem se aproximando, tentando me esquivar com pequenos saltos pelas diagonais caso ainda tivesse tempo suficiente ou realizando pequenos rolamentos. Buscando realizar disparos rápidos entre os intervalos das esquivas e o momento em que estivesse com os dois pés no chão para um melhor apoio para efetuar um tiro, não me preocupando no entanto, com a precisão dos disparos caso um ou mais alvos estivessem próximos o bastante, largando o dedo no gatilho em qualquer posição possível.

Caso em algum momento consigam agarrar meu rifle no combate aproximado de forma que impossibilite de ser realizado um disparo, de imediato o puxaria com toda a força possível para trás em um rápido impulso forçando o corpo de meu oponente a acompanhar o empuxo da força aplicada no equipamento, e então desferiria uma potente cabeçada visando seu queixo ou narinas, afrouxando assim sua pegada no cano da arma, e então o golpearia mais uma vez com uma estocada com a ponta do cano de metal da arma e realizaria mais uma vez um disparo a queima roupa pressionando o gatilho e pressionando a arma contra o peito de meu oponente, empurrando o corpo do mesmo para trás após o disparo visando atingir algum oponente que estivesse próximo, rapidamente me virando para trás para bloquear qualquer ataque vindo da retaguarda ou me esquivando para os lados possíveis tentando remuniciar a arma e puxando o ferrolho para preparar um novo disparo durante o movimento circular e contra atacando de imediato com um novo disparo. Caso não encontrasse ninguém ainda mantendo o gatilho pressionado, me viraria para a frente novamente e soltaria o gatilho no primeiro que estivesse a minha linha de visão.

Caso em algumas de minhas trocas de posições me fosse desferido algum golpe baixo ou rasteira, saltaria imediatamente e prepararia um pontapé semelhante ao anterior, com os dois pés cravados no mesmo oponente empurrando-lhe para trás, porém agora acompanharia a queda do mesmo ainda com os pés cravados, remuniciando rapidamente minha arma ainda ao ar e realizando um disparo contra a cabeça de meu oponente, me impulsionando para trás no momento de soltar o gatilho, tocando o chão e imediatamente buscando a localização do próximo alvo para efetuar bloqueios caso estivesse muito próximo, ou realizando pequenos saltos para trás ou para os lados caso ainda tivesse uma distância para isso, preparando um contra ataque com a coronha metálica do rifle em um golpe horizontal e circular contra o rosto do mesmo, que caso fosse bloqueado, me agacharia e realizaria uma rasteira no mesmo para o desequilibrar, me reerguendo com tudo desferindo um golpe com o cano da arma na vertical com a subida, visando atingir seu queixo. - Onde estão as espadas!? Não repetirei novamente! - Alertaria em tom sério, caso restasse algum sobrevivente.









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Um polvo e um azul entram em um bar - 06

1x3

Ineel se encontrava rodeado pelos três trombadinhas da yakuza. Rodava com o rifle em mãos, apontando o cano para seus oponentes, passando a mira por cada um.

Acontece que, justamente quando deu as costas para o irmãozão, o chefe dos bandidos avançou e deu um soco na lateral do torso do rapaz. Ineel se virou bruscamente, buscando acertar o rifle no rosto do homem de cabelos vermelhos. Porém, o criminoso conseguiu se esquivar da coronhada e após o desvio, segurou o cano do rifle com tanta força que Ineel não poderia se abaixar sem soltar a arma.

Então o tritão puxou a arma e jogou seu corpo para trás, fazendo o irmãozão se inclinar para frente, e neste instante, deu uma cabeçada no nariz do homem tatuado.

Preparava-se para disparar no irmãozão quando o loiro tentou lhe desferir uma rasteira. Ineel conseguiu se esquivar ao saltar por cima da perna do homem, então, com o impulso do salto estendeu as pernas e chutou o peito do criminoso. O loiro caiu de costas, com ineel de pé, apoiando seu peso sobre o oponente. Quando engatilhou a arma, o criminoso Pode ouvir os lamentos de uma jovem dama, mas não teve tempo o suficiente para se perguntar sobre o que ouvira, pois logo em seguida recebeu um tiro na testa e morreu.

Seus companheiros também sentiram a presença gélida e sinistra daquela mulher ao lado do tritão, e ambos sentiram um arrepio subir por suas espinhas.

Como será a continuação desse combate?

A força da Happo

A situação realmente era ruim. O polvo havia conquistado a inimizade de todo um reino em seu avanço, atrás de um mapa que ninguém sequer sabia que existia.

Puxando forças até de onde não tinha mais, Nero Vil Gax avançou em mais uma disparada até o Palácio. Tentou contornar Shao Kang, mas assim que passou perto do mesmo, recebeu um chute poderoso. Gax ergueu os braços e conseguiu bloquear o chute que acertaria o seu peitoral, entretanto, o chute foi tão forte que fez o tritão ser arremessado para trás, mesmo que tenha bloqueado.

Tão rápido quanto o chute de Shao Kang, Raiden avançou contra Nero e golpeou sua cabeça com o bastão de jade da mesma forma que um jogador de baseball faz um home run. O golpe foi certeiro, o que fez Nero girar o corpo, inclinando-se de para a frente em alta velocidade, até que por fim tombasse com a cara no chão.

Nero sentiu Shao Kang e Raiden segurarem seus braços com força. E ai, o homem das algemas se aproximou.

Os generais foram rápidos no manuseio e, depressa, algemaram todos os oito braços de Nero de uma forma que todas as quatro algemas estavam presas uma com a outra.

Shao Kang pegou o colarinho do polvo e o ergueu com rudeza - Fique de pé, seu lixo!

Então, Nero sentiu o bastão de Raiden lhe empurrar para frente, fazendo dar um passo em direção ao palácio - Vamos, Ande!!

Nenhum dos dois generais estava segurando Gax, mas as suas oito mãos estavam inutilizadas, pois estavam algemadas. Lutar já não parecia ser uma opção, a menos que ele seja muito criativo.

Na frente do Palácio, todos os guardas riam e comentavam felizes pela apreensão daquele meliante. Restando apenas ao homem polvo aceitar o seu infortúnio, e caminhar em direção à sua nova cela.

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Pirata



É o Vilgaxxx


Perder? Tudo bem. Agora se render? Jamais! O polvo podia estar todo fudido, mal conseguindo andar e sentindo dor até aonde ele não sabia que era possível. Mas ele não estava com paciência para ser preso, sinceramente, o tédio que ele passaria dentro da cadeia olhando para as quatro paredes daquela cela era grande demais para o polvo aguentar.

Mas olhando para a própria situação o polvo viu que após 3 dias inteiros se jogando ao limite, o seu corpo não conseguiu acompanhar seu crescimento divino. Ainda assim ele olhava para trás e via a escadaria por onde subiu, olhava para os lados e via soldados e os generais, e na varanda do palácio via o imperador.

Gax abaixava a cabeça e dava uma risada contida, e então perguntava ao general que estivesse mais próximo:
-Conhece o Alex?
E então cuspia tinta na sua cara, correndo cambaleando em direção a beira do penhasco. E quando chegasse lá, pularia, não sabia se aquilo daria certo ou se ele acabaria desmaiado, mas quando olhasse para trás e visse o general, gritaria, em uma voz que ecoava por todas as montanhas da região
-AQUELE QUE COLOU SEU CU COM DURÉÉÉÉEÉÉÉEÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉX!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

E então o polvo caia, não sabia aonde seria, e por uma única vez em sua vida Nero duvidou de seus poderes divinos. Será que um deus sobrevive a queda de uma montanha?


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Parte III - Um polvo e um azul entram em um bar



~ Tentativa de desenvolver dupla personalidade 01/? ~

Me restara apenas dois inimigos, a situação delicada por sua vez não me impedira de reter um certo remorso por estar ceifando vidas arbitrariamente e sem um julgamento adequado, estava me adentrando cada vez a mais barbárie, me mergulhando até o fundo poço em um estágio que me fizera questionar se era possível voltar. A visão do sangue e do cadáver me espantava e me deixara ofegante, além de causar um desconforto pela dúvida que concernentemente não cessara.'' Eu me sinto culpado.. Mas ao mesmo tempo eufórico pela justiça, estes homens provavelmente causaram mal a pessoas boas mas não foram punidos até hoje, seria esse o fardo da justiça?! É justificável todo o processo?'' - Ponderava em meu consciente, ainda observando os miolos do homem que acabara de matar.


As propriedades misteriosas da arma não me concedia imunidade a seus efeitos, apenas ao mínimo pesar do indicador ao gatilho logo absorvia toda aquela angústia, sentia o pendor da mulher com suas lamentações sobre meu julgamento me acarretando em um descontrole momentâneo de minhas ações. - Por quê?! POR QUÊ????!!!!! ME RESPONDAAAAAAAAAA ARGHHHHHHHHHH!!! - Me colocava a esbravejar na esperança de que a entidade me respondesse o motivo do seu atormento aos vivos, me ajoelhava, apoiando a arma verticalmente ao chão com as duas mãos paralelo a meu rosto, encarava todos seus detalhes buscando alguma pista com os olhos totalmente em vão, não enxergava a mulher e muito menos conseguiria ouvir algo que não fosse seu lamento, uma cena um tanto quanto incomum e beirando a loucura para quem estivesse próximo.

~ Tentativa de desenvolver dupla personalidade 01/? FIM ~


Sem perceber, havia baixado a guarda novamente em meio ao combate, e caso fosse surpreendido com algum golpe pelas costas em quanto ainda estivesse ajoelhado tentaria de imediato apanhar o rifle e puxá-lo para trás com toda a força possível em um golpe em forma de lua visando atingir o agressor, ou afasta-lo de mim caso tente me agarrar, e então ainda de joelhos buscaria flexionar levemente minha perna de apoio para trás formando uma posição de tiro estável e realizando um novo disparo a queima roupa do agressor, me impulsionando para frente acompanhando uma estocada com o cano de metal da arma seguido do disparo ao pressionar o gatilho.


Caso receba um golpe pela frente, tentaria bloquear os demais empunhando a parte metálica da arma a frente do meu torso e da cabeça forçando o desvio conseguinte dos golpes redirecionando os mesmos com movimentos horizontais e verticais, aguardando um intervalo entre os golpes para me inclinar rapidamente para baixo com a ajuda do antebraço esquerdo ao chão para desferir um pontapé contra meu oponente visando afasta-lo, que caso seja bloqueado, usaria como base de apoio o rifle em posição vertical ao chão para me assegurar e desferir uma rasteira com a outra perna desequilibrando o mafioso, me levantando rapidamente em um impulso para frente para empurra-lo com os ombros para trás, girando os quadris em uma meia volta armando uma coronhada contra o queixo do mesmo golpeando-o de imediato.


Caso ambos tentem atacar simultaneamente, tentaria de imediato realizar um rolamento pelas laterais buscando com que seus golpes se chocassem um com o outro, me levantando rapidamente para desferir um duro golpe com a guarda mão do rifle em horizontal contra o mafioso que estivesse mais próximo, rapidamente me pondo de encontro ao outro para me esquivar de qualquer ataque realizando pequenos saltos ou impulsos pelas diagonais ou bloqueando os golpes redirecionando-os com a parte metálica da arma caso estivesse muito aproximado, aguardando um intervalo para contra atacar com estocadas com a ponta do cano da arma seguidas de disparos  a queima roupa.


No entanto, caso não recebesse nenhuma tentativa de ataque em meu momento de descuido, me levantaria calmamente e buscaria a localização de meus oponentes já em posição de tiro, puxando o ferrolho para municiar a câmara e mantendo o gatilho levemente pressionado, realizando disparos contra os mesmos assim que os encontrasse, caso estivessem aproximados de mais para realizar uma alça mira, me lançaria ao primeiro tentando acerta-lo um golpe vertical com o cano da arma no queixo, que caso fosse esquivado ou bloqueado me projetaria para frente com um pequeno impulso para atingi-lo com os ombros, realizando um pequeno giro em 180 graus acompanhado de um golpe horizontal com a coronha da arma visando acertar sua face, estendendo o golpe até minha retaguarda para atingir o outro mafioso caso consiga perceber sua movimentação.  


Caso uma luta corporal aproximada se inicie, tentaria continuar me esquivando por todas as diagonais possíveis ou redirecionando seus golpes com a parte metálica do rifle se não fosse possível a esquiva em um tempo seguro, acompanhando a movimentação de ambos me inclinando pelas laterais e realizando giros completos para manter o foco e a visão nos dois alvos simultâneos buscando não ser surpreendido, aguardando uma oportunidade ou intervalo entre os golpes para avançar contra um dos mafiosos deferindo-lhe golpes de coronhada e estocadas, efetuando disparos a queima roupa caso tenha uma brecha, repetindo o mesmo contra o outro meliante.  





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Um polvo e um azul entram em um bar - 07

Xeque-Mate

Nero estava na pior situação possível. Estava rodeado de guardas, e, todas as suas mãos estavam algemadas. Angustiava-se ao pensar em todo o marasmo e toda a falta do que fazer que teria de aguentar na cela de pedra. Sendo assim, carregado pelo espirito da brincadeira da quinta série, Nero fez uma péssima piada ao cuspir tinta na face de Raiden e Shao Kang.

Os perseguidores até tentaram reagir, mas a tinta em seus olhos impediu uma ação imediata e efetiva.

Nero foi até a beira da montanha e lá teve uma vista maravilhosa de todo o reino de Kano. Respirou fundo, e então, como se estivesse de frente para um lago fundo, pulou.

-Esse polvo é realmente insano…- Shao Kang falou.

-Pois é… - disse Raiden - …que homem.

Fúria

Nenhum dos dois meliantes avançou contra o jovem azul. Eles estavam temerosos e relutantes por conta da aparição daquela mulher tenebrosa que surgiu se lamentando por sua morte prematura.

Ineel se levantou calmamente sem ter ideia de que aquela mulher espiritual estava prostrada ao seu lado. Levou o dedo ao gatilho e ergueu a arma, apontando-a diretamente para os yakuzas. Porém, como estavam muito perto, Ineel avançou contra o de cabelos pretos e golpeou o rifle em sua mandíbula, empurrou-o com o ombro e girou mais uma vez o rifle, acertando desta vez o rosto do irmãozão.

Talvez aquelas coronhadas tenhas feito os meliante despertarem de seus transes assustados, ambos reagiram bem depois de levar o porradão na cara, então avançaram juntos contra Ineel, desferindo inúmeros chutes e socos. Ineel conseguiu se esquivar dos golpes, e sempre que a oportunidade surgia, revidava com uma estocada ou coronhada contra os mesmos. Usando o cano do rifle para redirecionar os golpes dos oponentes para longe.

O embate seguiu assim por algum tempo, até que o rapaz de cabelos pretos teve um momento de descuido e recebeu uma rasteira muito bem executada pelo atirador azul. Ineel desferiu um segundo golpe em seu maxilar e dessa vez o gêmeo desarmado não teve outra reação, a não ser cair no chão duro igual uma meia vazia.

Agora Ineel estava em um combate de um contra um. Seu oponente era o Irmãozão.
Acontece que algo chamou a atenção dos dois. Um grito que ecoava do alto parecia se aproximar cada vez mais, sem nenhum motivo aparente.

Queda livre

Enquanto caía, avistou que, em uma praça perto dali, acontecia algum tipo de grande conflito armado entre pessoas de terno contra outros mal vestidos. O vento forte deformava a sua face, fazendo a sua boca se abrir desproporcionalmente mais do que o comum.

Por estar com os braços algemados, não tinha como se agarrar em nada. O mesmo fator dificultava o controle corporal em plena queda.

Sendo assim, Gax apenas continuou caindo feito uma manga podre. Nada mais podia ser feito por ele, e só um milagre iria salvar sua vida.

Sorte? Destino? Milagre?

PLOW!!

Ineel estava de frente para o Irmãozão quando o polvo caiu bem em cima do homem de cabelos vermelhos. Talvez seja muita sorte, ou destino, ou talvez seja só o fato de que deus que não queria levar a alma desse polvo maldito agora. Mas o fato é que foi o corpo desse meliante da Yakuza que amorteceu a queda de Gax, e só por isso ele ainda está vivo. Entrenanto, ainda sofreu danos severos por conta da queda.

Ineel estava bem e por sorte não foi amassado pelo polvo em queda, mas infelizmente o tal irmãozão estava desacordado agora, e não seria mais possível lhe perguntar coisa alguma sobre as três espadas.

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Pirata



É o Vilgaxxx


Nero pulou, ninguém sabe exatamente o porquê ele tinha tanto medo do tédio. Mas o fato é q ele caiu por centenas e mais centenas de metros,  e de alguma forma, talvez por sua natureza divina ele ainda estava bem. Bom, talvez "bem" não fosse a definição correta para o seu estado atual, de toda forma ele estava vivo e isso era o que importava.

De um jeito ou de outro em cada centímetro de seu corpo ele estava sentindo dor, se tivesse alguma coisa se passando na cabeça dele naquele momento essa coisa se chamava dor, se alguém o perguntasse o seu nome, gemendo o polvo diria: dor. E ele nem ao menos sabia quantos ossos tinha quebrado nessa brincadeira, aquilo não mataria ele mas seria com certeza um incomodo.

Se fosse atento ao abrir seus olhos com dificuldade, ele notaria que estava em cima de restos mortais. E sinceramente ele não sabia de quem era, se era dele ou de algum guarda que ele matou antes, ou até mesmo de um pássaro que ele trombou no caminho. Seu corpo deveria ter tantas fraturas expostas naquele momento, que o sangue era provavelmente dele.

O mais curioso seria em seus últimos momentos consciente, olhar para o seu velho conhecido azul e dizer:
-O..... imperador....... ele me traiu........ me esconda e me leve para o barco COF* COF* COF*
E o mero esforço de abrir sua boca e mexer suas cordas vocais, foi o suficiente para a mente de Gax se apagar, durante aquele momento tudo ficava preto.

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Atributos, vantagens e perícias:

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Parte III - Um polvo e um azul entram em um bar



O inimaginável acontecera diante dos meus olhos, em meio ao embate final contra o remanescente da máfia, o tritão polvo Gax despencava do céu de algum lugar no qual não era possível saber e muito menos deduzir do quanto fora aleatório tal momento, por pura ironia do destino simplesmente acontecia de que o polvo se amortecia sobre o mafioso impedindo talvez sua morte porém não garantia que seu corpo se mante-se intacto. - MAS O QUÊ????!!! - Bradava, completamente espantado com a cena. Tentava de imediato analisar todos os ferimentos do tritão porém sem um conhecido adequado era inútil, Gax mal falava e tão pouco conseguira se manter acordado desmaiando ali mesmo no local.'' Preciso tira-lo daqui, quem fez isso pode estar a espreita.. Manterei a calma e buscarei ajuda!'' - Refletiria, buscando me normalizar com todo o ocorrido e focando na ação necessária para salvar meu companheiro.


Sem pensar duas vezes, colocaria minha arma em mãos e em condições de pronto emprego e me colocando rapidamente em direção a casa da qual o mafioso ruivo outrora estava, buscando abria-la rapidamente chutando a porta da mesma se preciso, completamente eufórico e focando na agilidade observaria todos os cômodos e quartos da casa a procura de algum inimigo que caso fosse encontrado seria alvejado imediatamente aproveitando o ataque surpresa, continuando a progressão pela casa me cobrindo através das paredes e demais obstáculos, me esgueirando e fatiando cada parte da casa através da mira da arma até concluir que estaria segura.


Constatado que a casa estaria limpa e segura, me voltaria para fora o mais rápido possível, com bastante cuidado me abaixaria próximo a Gax buscando arrasta-lo até meus ombros e então o levaria com cuidado e com extrema delicadeza até o quarto mais próximo da casa, economizando o máximo de tempo possível, posicionando o mesmo lentamente sobre a cama para evitar joga-lo sobre o colchão ou evitar aplicar alguma força sobre seus ferimentos expostos.


Feito isto, me colocaria a procura de algum cômodo ou despensa na casa que poderia ser fechado, trancado ou ocultado do resto da construção e dos cômodos principais que servisse para esconder os cadáveres dos mafiosos mortos temporariamente evitando problemas futuros em quanto Gax estivesse ali, arrastaria seus cadáveres e os jogaria no local. Já com os mafiosos ainda vivos porém desacordados, buscaria pela casa algum material que servisse de amarras e pedaços de panos para amarrar suas bocas, amarrando os mesmos em cadeiras e os colocando no cômodo junto aos cadáveres.


Caso não fosse possível ocultar os cadáveres dentro da própria casa, correria então para joga-los em algum beco próximo antes que os demais mafiosos acordassem, retornando imediatamente e levando os desacordados para dentro, buscando amarra-los e amordaça-los com pano ou qualquer outro material doméstico que encontrasse, escondendo os sujeitos em outro quarto, outro cômodo ou até mesmo no banheiro se preciso.


Realizado todos esses procedimentos, iniciaria uma corrida pelas ruas e bairros próximos a procura de ajuda médica para Gax. - SOCORRO! PRECISO DE UM MÉDICO URGENTE! - Gritaria repetidamente até que fosse ouvido por alguém, ou até que encontrasse alguma unidade hospitalar ou posto médico avançado. - POR FAVOR PRECISO DE AJUDA! -        


 







Objetivos:
Spoiler:



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Legenda:
~Fala NPC~
~Pensamento~
~Fala Ineel~


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