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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Parte III - Um polvo e um azul entram em um bar

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Shiori
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Relembrando a primeira mensagem :



Parte III - Um polvo e um azul entram em um bar


Nero Vil Gax [Pirata] e Ineel Bitencourt [Civil]

não possui narrador definido.
Aberta

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Subaé
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Subaé
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Um polvo e um azul entram em um bar - 15

Perseguição

Tudo estava em completo caos. De um lado estavam os marinheiros que atiravam com rifles e com canhões na tentativa de acertar o navio pirata. Do outro lado, sujismundo e Jiiji contra atacavam, atirando contra os navios da marinha.

Uma das balas de canhão passou por perto do pequeno Mindoratto e quase o acertou, mas felizmente o garoto não foi acertado. Quem não teve tanta sorte foi a cabeça de cisnei que explodiu ao ser baleada por um dos canhões inimigos

-Eles destruíram a nossa carranca!!!- Mindoratto avisou quase chorando.

-Não importa, moleque - Sujismundo respondeu - estaremos bem desde que não acertem as velas ou o casco!

Então Neto se levantou com muito esforço e seguiu para perto de Ineel, no leme. Durante o percurso sofrido, o grumete veio até o capitão com o mapa em mãos. - aqui está o mapa capitão, agora, vamos logo para a grande rota!!!

gatolino e Rapozudo foram até o canhão e começaram a atirar contra os marinheiros em uma velocidade impressionante, visto que ambos tinham uma sincronia perfeita em suas ações.

Graças ao manejo do azul, a embarcação não levou quase nenhum dano Alem da bala de canhão que acertou a carranca,e os diversos tiros de rifles que acertaram as paredes e o casco.

Foi quando Ineel passou o leme para o polvo e então, com seu rifle em mãos, começou a atirar contra os marinheiros.

Um dos navios começou a perder o ritmo, e com o tempo ficou para trás, mas o outro continuou se aproximando lentamente.

Historico:




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Pirata



É o Vilgaxxx


Nero estava com o leme em mãos, o problema é que ele estava tão fodido, mas tão fodido que mal conseguia segurar o barco no mesmo lugar. Sua visão também já não era das melhores, seu corpo gastava muita energia para apenas se manter de pé e sua vontade era de fechar seus olhos e voltar a descansar.

Mas o polvo era teimoso, e bota teimoso nisso. Ele iria ficar de pé mesmo que seus braços não respondessem mais aos seus movimentos e sua perna estivesse quebrada. A dor nem mesmo incomodava mais, era só uma leve ardência pois seu sistema nervoso já não conseguia responder as suas necessidades.

Agora os tripulantes no barco tinham um leve problema em mãos, Nero é quem assumia o timão. E ele até poderia improvisar para conduzir o barco, pois tinha plena noção do funcionamento do mesmo. Também sabia o que fazia o navio ir na direção x ou y, mas se a pergunta era: "Ele sabe conduzir um navio?" Bem, nesse caso, não ele não tem a menor ideia.

Tudo que reside em sua mente é teoria, prática é inexistente. Agora, você pode até argumentar que é uma ideia de merda subir a REVERSE MOUNTAIN com um amador. Mas Nero é teimoso pra caralho e não era agora que ele ia falar que não sabia conduzir o navio. Então tomou coragem, levantou a cabeça e encarou o desafio, utilizando seus conhecimentos teóricos mas conduzir o barco.

As manobras seriam longe de perfeitas e ele não podia arriscar tentar algo ousado. Mas se tinha algo que era garantido, é que eles iriam em direção a Grand Line.

objetivos:
Atributos, vantagens e perícias:

Histórico:





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Ineel
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Parte III - Um polvo e um azul entram em um bar




Era notório a cena de superação que fora demonstrada por Gax, suas expressões e semblante cabisbaixo não pudera esconder suas dores, e mesmo em tamanha dificuldade se colocava a disposição para assumir a situação, absorvendo tudo diante de meus olhos logo não conseguiria esconder o intenso sentimento de companheirismo pelo polvo. - Ei você está bem?! - Indagaria a Gax, mesmo já percebendo que seu orgulho provavelmente não permitiria recuar de sua decisão. Sem a carranca da embarcação e vários disparos de armas de fogo penetrando a madeira era preciso tomar uma decisão assim como Gax. - Eles irão nos alcançar de qualquer forma, prepararem-se para a abordagem! - Diria a tripulação, olhando ao horizonte em direção a embarcação inimiga.



Em serenidade, me colocaria em direção ao convés tentando demonstrar o máximo de auto controle frente ao perigo iminente para toda a tripulação, uma rápida vislumbrada de suas faces, talvez amedrontadas, eufóricas, ou quem sabe em tristeza profunda, não me abalaria no preferir das palavras pois enfim era meu momento de ser orgulhoso. - ATENÇÃO! - Bradaria em alto, em seguida realizando um disparo para o alto. - O corajoso enfrenta a morte apenas uma vez, o covarde milhares de vezes.. Qual nós seremos?! - Questionaria a todos. E então tomaria as rédeas para encoraja-los. - VAMOS! Mindoratoo suba as velas gradualmente e diminua nossa velocidade! Rapozudo e Gatolino parem de efetuar os disparos, deixem que se aproximem e se protejam! - Ordenaria.



Com sorte, pensariam que estaríamos nos rendendo e seus canhões não mais castigariam nosso navio, ou quem sabe Gax não se revelasse um condutor habilidoso? O fato era que precisávamos vence-los a todo custo e era vantajoso que tomássemos o passo inicial e escolhêssemos lutar ao convés da embarcação inimiga, poupando nosso próprio navio já maltratado e também evitando que fossemos suprimidos em grande desvantagem numérica em um espaço menor. - Sujismundo, rapouzudo e gatolino se abaixem e venham comigo! Senhor Jiji vire nossa artilharia discretamente e se esconda para disparar ao meu sinal! - Diria, tentando imediatamente me esconder a borda do caso do navio abaixado com os demais, bisbilhotando por cima do acabamento de madeira a aproximação do navio inimigo.



Assim que apontasse a primeira chance durante o cruzamento das embarcações, saltaria para o convés inimigo antes que abordassem nossa pequena embarcação. - AGORA! - Gritaria, para que os demais me acompanhassem. Me aproveitando da surpresa tentaria de imediato alvejar os marinheiros que estariam próximos a mim durante o salto, efetuando disparos precisos contra seus peitorais, e então buscaria por cobertura correndo para de trás de algum mastro, escadaria ou bloco onde então começaria a revidar chumbo contra qualquer um que se aproximasse, avançando gradativamente em quanto tentaria cobrir e proteger meus companheiros de qualquer franco atirador inimigo em quanto combatiam. Caso inevitavelmente me envolvesse em um combate aproximado, de imediato tentaria me esquivar de qualquer golpe realizando pequenos impulsos ou saltos pelas diagonais, ou bloqueando os ataques empunhando o guarda mão do rifle a frente do golpe, buscando brechas para contra atacar com coronhadas.



Caso fossemos surpreendidos por uma enorme desvantagem numérica logo ficando cercados, acenaria para que o velhote efetuasse nosso disparo de artilharia ao convés inimigo abrindo espaço para que avançássemos em uma investida para quebrarmos o cerco. - Senhor Jiji AGORA! - Gritaria, me jogando ao chão e cobrindo a cabeça com as duas mãos para me proteger de qualquer estilhaço ou destroço esperando que os demais fizessem o mesmo. Me levantando em maio ao caos e a fumaça liderando o grupo ao ataque novamente, efetuando disparos com meu rifle para cobrir nosso avanço em direção ao piloto e ao timão do navio para assumir o controle da embarcação com cuidado e atenção para me esquivar ou saltar de qualquer buraco no convés.



Caso tivermos sucesso em tomar o controle da embarcação inimiga pelo timão, mesmo que momentaneamente, pegaria a mesmo firmemente com as duas mãos e a giraria movendo o leme para uma rota de colisão com o navio inimigo de outrora que havia se distanciado, e então em uma concentração de força tentaria arrancar o timão partindo a madeira e o arremessando ao mar ou em algum inimigo próximo, caso não conseguisse arranca-lo tentaria ao menos força-lo para o alto ou para baixo até que fosse inutilizado ou danificado de alguma forma. - Vamos embora! - Ordenaria para o trio, me colocando em uma corrida pela vida até a borda da embarcação e saltando de volta para o Cisne negro, ou mesmo saltando ao mar caso não fosse possível levando em consideração que nossa embarcação estaria com as velas arriadas subiríamos pelos degraus laterais.



Porém caso o avanço fosse lento e fosse possível notar que os marinheiros iriam bombardear nossa embarcação, de imediato buscaria alguma brecha em meio a batalha para efetuar disparos contra os canhoneiros atrasando seus movimentos, alertando para que Sujismundo fizesse o mesmo. - Acerte os canhoneiros! - Ordenaria, e então voltaria meu olhar para nosso artilheiro sinalizando a fileira de canhões inimigos como alvo a serem neutralizados. - EI! SENHOR JIJI! DESCARREGUE TUDO NAS FILEIRAS DE CANHÕES INIMIGOS! - Gritaria euforicamente, em quanto me voltava a atenção total da batalha buscando me esquivar de golpes inimigos com pequenos saltos ou agachamentos. E caso tivéssemos sucesso, ordenaria mais uma vez. - SENHOR JIJI! NEUTRALIZE OS MASTROS INIMIGOS! - Indicaria ao mesmo, buscando cobri-lo juntamente com Sujismundo sempre que possível.









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~Fala NPC~
~Pensamento~
~Fala Ineel~


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Um polvo e um azul entram em um bar - 15


zigue-zague

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A aproximação do inimigo era iminente. O navio inimigo se aproximava do cisne sem cabeça por entre as ondas revoltosas do limiar do West Blue, deixando apenas para os sonhadores a esperança de que poderiam chegar logo em seu destino final.

Nero era um desses sonhadores, e, mesmo sem ter a menor idéia de como se pilotava uma embarcação ele assumiu o risco e girou o leme a fim de ir para a entrada da grande rota; Enquanto isso, os demais estavam ocupados demais com a batalha que estava ocorrendo, eram tiros e mais tiros, e, mesmo com toda a ofensiva pirata, a embarcação dos marinheiros estava cada vez mais próxima.

Os disparos da marinha eram cada vez menos intercalados, ainda assim, seja por sorte, ou destino, nenhum tiro acertou a embarcação pirata.

-Senhor!!- um dos marinheiros falou - O navegador deles é muito habilidoso!! Ele está desviando de tudo!!

De fato Nero estava conseguindo desviar de todos os tiros de canhão, mas isso era proposital? Não! Na verdade, ele era tão ruim dirigindo que o barco estava navegando em um zigue-zague, sem lógica alguma, e isso estava confundindo os atiradores inimigos.

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- ATENÇÃO! - Ineel bradou ao chamar a atenção dos piratas. - O corajoso enfrenta a morte apenas uma vez, o covarde milhares de vezes.. Qual nós seremos?!

E então, todos responderam de maneira uniforme com gritos de convicção

-SEREMOS COVARDES, SENHOR!!

Mindoratto, o unico que não respondeu, ficou sem entender muito bem a resposta dos companheiros - Isso tá mesmo certo? - perguntou para Rapozudo.

-Claro que sim! O corajoso só enfrenta a morte uma vez por que morre.

-Faz sentido - respondeu o grumete - mas acho que não foi isso que ele quis dizer…

-Claro que foi… Já viu um covarde fujão ficar pra morrer? - Gatolino falou enquanto preparava mais um disparo de canhão.

-É isso mesmo garoto,quem quer viver foge.

-Mas…

-Mas nada, foque no combate e não morra! moleque!!

Eram um bocós, mas felizmente Ineel seguiu com as ordens, e Mindoratto o obedeceu sem pensar duas vezes. O garoto subiu as cordas igual um macaquinho e começou a ajustar as velas enquanto chorava por conta das falas de seus companheiros - EU NÃO QUERO MORRER!!!!

Gatolino e Rapozudo também fizeram o que o azul havia ordenado, e, sem entender muito bem o porquê, cessaram os disparos.

-Vamos nos entregar? - questionou o felino.

-De jeito nenhum - falou Rapozudo - Isso será uma emboscada!

Com o fim dos disparos, a tripulação da marinha urrou em festejo à vitória que pensavam estar certa, e assim se aproximaram do Cisne negro. Entretanto, antes de que saltassem para o interior do barco pirata, Ineel, Sujismundo e a dupla de mendigos minks saltaram para o convés da marinha a fim de levar o combate até eles.

O azul estava preparado e assim que saltou já começou a desferir inúmeros disparos contra os marinheiros mais próximos, que foram caindo um por um. Os demais piratas também estavam indo bem em seus combates, e em pouco tempo uma grande batalha já estava formada no convés inimigo.

Os inimigos eram muitos, sendo mais específico, eram cerca de 6 marinheiros para cada pirata(contando os que estão no Cisne Negro), um total de 42 marinheiros devidamente fardados e bem armados. E assim o conflito durou algum tempo, mas em questão de minutos os soldados conseguiram fazer uma formação de batalha que acabou cercando os 4 piratas invasores.

-RENDAM-SE, SEUS MELIANTES!!

Tudo parecia estar perdido, pois, se nada fosse feito todos seriam presos. Foi então que Jiiji, o velho cozinheiro do navio, atirou com o canhão contra a infantaria de marinheiros, obliterando o corpo daqueles que foram acertados pelo disparo e destruindo a formação militar. Ineel aproveitou a oportunidade e foi em direção ao leme inimigo, onde reajustou o percurso da embarcação dando uma volta de quase 360º e fazendo-a ir de encontro contra a outra embarcação da marinha. Feito isso, tentou arrancar o leme usando todas as suas forças, mas não conseguiu visto que não tinha força para tal ação.

-Filho da puta!! Não pense que vai ser tão fácil assim nos despistar!!

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Um marinheiro parrudo e fortão estava logo atrás de Ineel. Ele julgou que Ineel queria desviar o navio para que não fosse mais possível perseguir o Cisne Negro. Sendo assim, o marinheiro ergueu a sua mãozona e deu um puta socão em Ineel. Ao ser acertado, Ineel voou para trás e se chocou contra o leme, que se espatifou com o impacto.

-Merda…- o marinheiro falou ao ver a merda que havia feito.

Os piratas estavam longe de vencer aquela batalha, mas Ineel já tinha um trunfo em sua manga, sendo assim, correu para o batente do navoi enquanto anunciava para que os demais batessem em retirada. TOdos correram junto do azul e por fim saltaram para o Cisne, onde ficaram pendurados nas cordas laterais.

De longe, poderiam ver os navios da marinha se chocando, e, após uma explosão, começarem a afundar.

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Pirata



É o Vilgaxxx


Não dava pra saber como, nem o que estava acontecendo ao seu redor, Nero só sabia que seja lá o que estivesse fazendo ESTAVA FUNCIONANDO.

O tritão começava a gargalhar e tossia sangue, seus ferimentos já não doíam mais e mais uma vez, aquilo que não o matou conseguiu fortalece-lo. O polvo sentia que seu poder aumentava, bastava olhar para os resultados de uma ação que ele fazia pela primeira vez, nunca conduziu um barco e ainda desviou de todos os tiros.

Não conseguia escutar direito o que estava acontecendo ou enxergar, estava sonolento e sentia que precisava de um belo descanso após tanto caos. Que dia cheio era aquele, praticar terrorismo, brigar com um exército, pular de uma montanha, encontrar com deuses, batalhas navais, derrubar barcos da marinha, mais uma segunda-feira na vida de Gax.

Nero finalmente achava forças dentro de si para voltar a gritar:
-AZUUUUUUUL! EU TE AMO PORRA! AGORA ASSUME O LEME QUE O PAI NÃO TA BEM!

Nero esperava Ineel assumir o leme e ia para o convés ainda mancando um pouco, e sentindo seu corpo todo dolorido, mas isso não impedia o tritão de discursar mesmo estando todo fudido:
-Senhores! Quero parabenizar a todos no trabalho de hoje! Como já devem saber sou um homem muito importante, cujo a importância é importantissimamente reverenciada entre os mais importantes dos importantes no mundo, e aquele imperador maldito me traiu! E levou todo meu dinheiro com ele, aquele safado do caralho! MAS HOJE SENHORES, os senhores mostraram que não são só covardes, vocês provaram para mim um valor necessário para navegarem comigo, VOCÊS SÃO DESTEMIDOS E MALUCOS!

Nero ficava muito feliz ao dizer estas palavras, e abraçava o tripulante que estava mais próximo dele no momento:
-Camaradas! TEREMOS MUITA GLÓRIA PELA FRENTE, e tudo começa aqui, afundando aqueles dois navios da marinha, um dia quem sabe eu volto pra acabar com aquele imperadorzinho de merda. Mas hoje beberemos, vem cá cadê o loiro?

Gax estava desmaiado quando Bunckler se sacrificou pela tripulação, e não viu o que aconteceu com o pobre homem. Caso alguém contasse para Nero o que ocorreu, o polvo diria:
-NÃO, ELE NÃO!

O polvo se ajoelhava, sentindo uma puta dor na perna recém quebrada, e levantava suas mãos para o céu.
-Ele não era um covarde! E nós também não seremos! Vamos enfrentar as batalhas que a vida nos propor, entenderam? Guerras são vencidas por aqueles dispostos a sacrificar tudo! Mas hoje beberemos em sua homenagem amigo.

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Parte III - Um polvo e um azul entram em um bar




A visão era recompensadora e ao mesmo tempo grandiosa, as embarcações inimiga se chocavam e o estalo da madeira retorcida em chamas envolto de uma explosão refletiam em meus olhos, em um brilho que se misturava entre minhas mais sinceras emoções de trabalho concluído. '' Nós conseguimos! hihihi, está vendo isso Sr Bunckler?!'' - Refletiria saudosamente em quanto observava ao longe o oceano engolir as embarcações que não mais nos perseguiriam.



Ainda agarrado as cordas ao mínimo esforço realizado para subir, começaria a notar uma forte dor aguda e pertinente que se espalhava entre as laterais meu tronco, sem conhecimento médico não seria possível avaliar o que era porém ao julgar o forte impacto no qual fui arremessado em um soco contra o timão do navio inimigo, deduziria que seria minhas costelas as vítimas de toda a ação. - Ei Sujismundo, não suje a memória do Sr Bunckler.. Nunca mais diga que esta tripulação é covarde entendeu?! Nós lutamos e vencemos, essa é a recompensa do corajoso. - Retrucaria ao tritão com mãos de pau em quanto tentaria focar todas as forças para subir até o convés do Cisne negro com a intensa dor que sentiria. - Grrrr! acho que quebrei alguma coisa.. - Resmungaria ao subir, levando suavemente as mãos até a lombar na falsa esperança de me aliviar mesmo que minimamente das dores.


Após ouvir o pedido de Gax para que eu retornasse a minha posição no timão, imediatamente soltaria uma leve gargalhada. - Você não está bem e muito menos eu! - Respondia em bom tom de humor na tentativa de amenizar o semblante de tristeza da tripulação ao lembrarmos do sacrifício do loiro alto, mas aceitando que em todas as hipóteses a melhor chance de subirmos a reversa seria comigo no comando do leme, então sem muita delonga tentaria me aproximar do manche até mesmo cambaleando se fosse o caso, e então o agarraria com firmeza para controla-lo e também utilizar o mesmo de apoio para que não fosse preciso um maior esforço para me manter em pé com toda aquela dor. - ATENÇÃO IÇAR VELAS! Contabilizem nossos danos e perdas, guardem todos os equipamentos em seus devidos lugares, peguem cordas sobressalentes e as deixem prontas para fazer amarras.. Mindoratto avise quando tiver contato visual! VAMOS SUBIR! - Anunciaria, completamente eufórico a tripulação, mantendo o curso da embarcação e buscando me guiar pelas instruções de Gax ou pelo mapa que possuíamos.








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Um polvo e um azul entram em um bar - 17

Red Line

O combate havia sido acirrado e perigoso, tanto que nem todos conseguiram escapar com vida, e outros quase morreram no processo. Seja como for, toda essa confusão não chegou aos pés de todas as dificuldades e obstáculos que aguardavam aquela pequena tripulação na Grande Rota. Ainda assim, mesmo com as baixas, aquele grupo tinha uma vitória para festejar.

Quando todos se reuniram no convés, Gax motivou sua tripulação como um bom capitão faz, e, ao perguntar sobre Bunckler Bumm, Gatolino lhe explicou o que havia acontecido.

O sabor da vitória era entretanto amargo, e como poderia não ser quando um companheiro é brutalmente assassinado pelo bem de vossa fuga? De tudo isso sobra uma grande lição. Nunca subestimem as intempéries do narrador oceano.

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-Perdão garoto… perdão pessoal…- depois de ouvir a repreensão de Ineel, Sujismindo ficou corado pela primeira vez. Envergonhado, o tritão se desculpou com todos. Mas bonito mesmo foi a reação de Mindoratto ao ouvir tais palavras. Seus olhinhos remelentos brilharam de tanta alegria ao descobrir que ele não era um covarde, mas sim um corajoso.

-Eu sou corajoso!!!!- falou enquanto admirava suas próprias mãos (sabe-se lá porquê) - ouviu isso senhor Sujismundo… A GENTE É CORAJOSO!!!!!!! - e aí ele saiu correndo em círculos enquanto gritava e saltitava com a língua para fora…. moleque estranho do caramba.

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Depois do silêncio constrangedor por conta da comemoração juvenil, Gatolino e Rapozudo foram preocupados até Ineel - Ei garoto, da pra notar seu estado ruim de longe. Deixe-nos ajudá-lo com esses ferimentos - Rapozudo falou - Sim, sim… Não somos médicos… mas sabemos o básico de primeiros socorros - o gato continuou - Isso mesmo, ou você acha que pagamos uma consulta sempre que nos ferimos? Vamos lá, todos nós lutamos a mesma batalha.

Caso Ineel aceite o tratamento, eles iriam fazer tudo com a mesma qualidade do tratamento de Nero, mas poderia-se notar que eles faziam tudo de muito bom grado, afinal, aquele combate fez com que os minks aprendessem a admirar o jovem azul.

Por fim, Ineel retornaria para o leme, onde iria conduzir a embarcação até a entrada da Grande Rota com a ajuda náutica de Gax e seu mapa.

Depois de um bom tempo navegando, o céu foi ficando cada vez mais escuro, mas não era a noite chegando, mas sim uma forte tempestade. As ondas foram ficando cada vez mais revoltosas, e as gotas de chuva eram tão fortes que chegavam a doer. E foi quando todos puderam ver um enorme paredão de cochas vermelhas que ia desde o limite do oeste até o extremo leste, Era uma montanha que cortava o mar inteiro, e era tão alta que sequer era possivel avistar o seu topo….

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-Esse é o fim do mundo!!!! - Sujismundo gritou.

Poderia ser uma bela vista, mas a verdade é que as ondas revoltosas estavam empurrando o Cisne Negro para perto das rochas vermelhas, e, caso ele se choque contra as mesmas, certamente iria afundar.

-Não seja idiota, tritão!! - o velho Jiiji falou ao cuspir - Esse não é o fim do mundo, isso é só a Red Line JiiiiJiJiJiJiJi!!!

-Polvo!! Azul! OLHEM COM ATENÇÃO!!! VEJAM AQUELA CORRENTEZA QUE SOBE A MONTANHA!! AQUELA É A ENTRADA DA GRANDE ROTA

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Parte III - Um polvo e um azul entram em um bar




A cena descontraída da tripulação me alegrava o coração, mesmo que por um momento finalmente havia me esquecido de todo o sofrimento e sacrifícios que eu especialmente tinha me submetido para chegar até aqui, esse sentimento de pertencimento a um grupo era mágico e não tinha outra palavra para descrever da qual não seria fraternidade.''Obrigado pessoal!'' - Refletiria em completo agradecimento ao momento.  E para minha surpresa, a dupla de minks vinha até mim oferecendo um tratamento adequado aos meus ferimentos que a esta altura seria inegável para uma boa viagem. - Se não for trabalhoso, ajudaria bastante.. - Responderia, elevando as mãos até as laterais do tronco na tentativa de amenizar a dor em quanto falava.



Passado pelo tratamento dos minks, retornaria ao leme do navio onde agarraria com firmeza o posto já notando a mudança climática e logo o alerta do velho cozinheiro, não haveria mais dúvidas de que estávamos finalmente entrando na grande rota. - LA ESTÁ - Gritaria em euforia. - Se segurem, amarrem todas as cordas sobressalentes ao mastro e deixem pontas livres para agarrarem se preciso! VAMOS SUBIR! - Complementaria. Com a atenção dobrada tentaria ajeitar o manche até um balanço exato até a correnteza continua  da redline que magicamente apontava um trajeto para cima, me guiando pelo contato visual com a proa da embarcação uma vez que estivesse o mais alinhada possível manteria firme o curso do navio, no entanto realizaria pequenas manobras evasivas para não entrar em rota de colisão com redemoinhos ou outras correntezas que poderiam nos jogar em pedregulhos, evitando perder o contato visual com a nossa rota de entrada tentando de imediato manobras a bombordo e estibordo para nos alinhar novamente ao percurso.



Porém caso tivéssemos o azar de ter algum obstáculo muito em cima da entrada da correnteza continua que não fosse humanamente possível contorna-lo, seja pelo distanciamento da embarcação da redline ou pela aproximação arriscada com algum outro objeto ou fenômeno marítimo, não haveria outra escolha. - SENHOR JIJI! NEUTRALIZE AQUELE OBSTÁCULO COM A NOSSA ARTILHARIA! - Exclamaria o mais alto possível para que me ouvisse mesmo em meio a um temporal. - VAMOS! AJUDEM ELE E SE ABAIXEM IMEDIATAMENTE PARA SE PROTEGEREM DOS ESTILHAÇOS! - Concluiria, me preparando para manobrar a embarcação dentre os detritos e nos mantendo no percurso amenizando o máximo possível de danos.



Caso minha capacidade de operar o leme com força total estivesse reduzida por conta de meus ferimentos, ou por uma simples questão natural de força contra uma tempestade de tamanha impetuosidade que castigaria a embarcação ou aumentasse a agressividade dos ventos de imediato requisitaria a ajuda de quem estivesse mais próximo. - Ei, não estou conseguindo manter a embarcação em curso, me ajude a manter o manche firme! -  Pediria, dividindo o leme com o ajudante. - Apenas faça força para o lado que eu manejar ou ajude a manter sem desvios entendeu?! - Diria, e então mais uma vez alertaria o jovem Mindoratto. - MINDORATTO DIMINUA NOSSAS VELAS! O VENTO ESTÁ FORTE DE MAIS E PODE RASGAR O PANO! PRECISAMOS IR MAIS DEVEGAR! - Instruiria o mesmo, e então com todas essas medidas tomadas buscaria me empenhar em controlar o timão durante a nossa gloriosa subida pela correnteza que corre ao contrário, além de tentar facilitar qualquer evasiva necessária com as velas levemente arriadas.






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É o Vilgaxxx


Gax ficava contente com a tripulação que havia conseguido, não havia muito ser feito a não ser apreciar o momento e sentir saudades do querido tripulante perdido.

Quando via a correnteza que levava ao topo da montanha, e o mar ficando agitado a cada segundo que se passava, Gax caminhava até a proa do navio e dizia:
-CONTROLE O BARCO INEEL! EU VOU ACALMAR O OCEANO!

Então Gax levantava seus 4 braços, usando 2 para se segurar no barco e começava a mexer eles de uma forma muito estranha. O modo que ele se movia lembrava uma cobra ou o fluxo de água de um rio.

E enquanto fazia essa dança estranha Nero gritava palavras sem sentido:
-Espíritos do mar! NAXRAMAS! INÊS BRASIL! Controlem o oceano, EU VOS ORDENO!

Caso algum fragmento ou pedra, ou qualquer outra coisa nociva voasse em direção ao barco, Nero armaria sua posição de luta e usaria seus braços para redirecionar as pedras. E assim defender a tripulação e as velas.

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Um polvo e um azul entram em um bar - 18

Montanha Reversa

A jornada rumo a Grand Line continuava sem muitos problemas, claro, se desconsiderarmos aquela tempestade que se formou alguns momentos atrás, tendo um aumento gradativo. A comemoração pelo começo da aventura em novos mares foi feita sem muita demora, assim como os demais preparativos e cuidados médicos.

O paredão vermelho estava visível para todos os presentes, e conforme foram se aproximando da montanha revera, avistaram uma outra embarcação, alguns metros na frente, que também se preparava para uma jornada na grande rota.

Os muitos raios que estavam se acumulando no céu começaram a despencar. Os relâmpagos e trovões cortavam o céu como se uma batalha divina estivesse acontecendo naquele momento, será que eram as divindades dando boas vindas a Nero Vil Gax?

O barco que estava mais a frente tinha dificuldades em passar pelos redemoinhos que se formavam com maior velocidade, Ineel, o azul, tinha um certo trabalho em manter o curso do Cisne Negro, logo, foi auxiliado pelos mendigos,que usando da sua força, conseguiram travar o leme sem maiores problemas. O céu escureceu ainda mais, o dia parecia que tinha se transformado em noite e a velocidade do vento fazia as gotas de chuva serem como disparos de arma de fogo

Enquanto isso, Mindoratto agarrava-se ao mastro enquanto chorava desesperadamente -EU SOU CORAJOSO, EU SOU CORAJOSO, EU SOU CORAJOSO …. MENTIRA, EU TO CAGADO DE MEDOOOOO!!!!

A passagem pelos redemoinhos foi algo selvagem, mas o pior ainda estava por vir. O Cisne Negro conseguiu passar pelo desafio inicial com turbulência, ficando próximo a cachoeira de correnteza estranha, já que ao invés de descer, ela subia. A embarcação que estava na frente já tinha começado a sua subida, mas suas velas estavam acabadas e seu mastro parecia que iria se romper a qualquer momento. Assim que o Cisne Negro começasse a sua subida, os tripulantes notariam que os fortes ventos impulsionavam o navio com velocidade, notando que a distância entre ele e o seu “semelhante” na frente, diminuiam gradativamente. Não demorou para que o navio na frente perdesse sua força, caindo para trás repentinamente.

O grupo deveria tomar uma ação rápida, Ineel seria capaz de elaborar uma esquiva marítima naquele espaço tão apertado? Eles iriam aproveitar das rochas laterais para, de alguma forma, prender o navio e mudar sua direção? Seja como for, o navio caia com velocidade enquanto o Cisne Negro subia de maneira ainda mais veloz.

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Parte III - Um polvo e um azul entram em um bar



Mesmo após os procedimentos esotéricos duvidosos de Gax, os oceanos não cessavam e não ponderavam em sua tormenta sem fim sobre nossa pequena embarcação, era um momento que exigira atenção extrema pois não estava fácil controlar a rota do navio em torno daquele fenômeno natural que beirava ao misticismo, me perguntando se a engenhosidade do criador não teriam mais limites para este mundo. As gotículas de água que desabavam dos céus começavam a incomodar, caiam com tamanha força que deixavam uma leve dor por toda a pele, além de que o dia havia se tornado completamente ausente pela ocasião do fenômeno da montanha reversa. - Firme companheiros! - Diria, na tentativa de acalmar a tripulação.



Pouco mais a frente, havíamos notado uma outra embarcação que tomava a dianteira do percurso e começava sua ascensão pela correnteza misteriosa em quanto entravámos logo em seu encalço, em meio a tempestade e a escuridão não conseguiria identificar de quem se tratava no comando daquele navio. No entanto o mais preocupante acontecera diante de meus olhos, o navio simplesmente começaria a derrocar das águas em quanto perdia velocidade de forma progressiva. - Não é possível... - Diria, completamente pasmo com a possibilidade de caírem sobre nós, e incrivelmente era o que acontecera.



'' E agora?! O que faremos? O Cisne será atingido, a espessura da correnteza e as rochas podem ser muito curtas para uma manobra..'' - Examinaria a situação, e então tomaria a decisão mais lógica e fácil possível. - MINDORATOO! DESÇA AS VELAS! RÁPIDO! PRECISAMOS IR EM FRENTE A TODO VAPOR!!! - Bradaria após encher os pulmões de ar e liberar tudo de uma vez, de forma mais intensa e grave possível para que fosse possível a compreensão mesmo em meio a tempestade. O cálculo era de que com a nossa aceleração total, conseguiríamos por passar por baixo da embarcação se despencando ainda ao ar acima de nossas cabeças, porém ainda haveria a chance de ao menos o mastro do navio em queda ou algum modulo elevado se chocasse contra nós e por isso precisaríamos desvia-lo antes. - SENHOR JIJI! PARTA AQUELE MASTRO AO MEIO! - Bradaria, para que disparassem com o canhão contra o objeto caso fosse necessário.



No entanto como uma maior garantia, caso fosse possível notar através do leme que ainda haveria um grande espaço para manobrar a embarcação em meio a correnteza, não pouparia esforços para além de navegar em frente com velocidade máxima, realizar também uma manobra evasiva entre as laterais durante a subida, revirando o timão melindrosamente e com força para evitar qualquer contato aos rochedos ou uma maior derivação de nossa posição, manobrando novamente paralelamente a qualquer parte elevada da embarcação desconhecida que poderia se chocar com o Cisne negro, buscando ao máximo evitar a aproximação em quanto me manteria firme em continuar a subida.



Após o perigo iminente, caso fosse possível notar que nossa embarcação ainda se manteria em alta velocidade a ponto de começarmos a tomar como os outros marujos infortunados, ordenaria de imediato o arreamento parcial das velas para nos desacelerar, preservando a integridade do pano e tecido de nossas velas e buscando um equilíbrio entre a velocidade e a nossa trajetória para que não perdêssemos força ou que ultrapassássemos a velocidade de equilíbrio da embarcação em meio a correnteza misteriosa. - MINDORATTO, O VENTO ESTÁ MUITO FORTE, SUBA AS VELAS ATÉ A METADE DO MASTRO E NOS DESACELERE! - Vociferaria em alto, repassando as instruções. - ESTAMOS QUASE LÁ, SE SEGUREM! - Concluiria.  









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É o Vilgaxxx


Gax mal podia acreditar no que via, os deuses claramente estavam batalhando para decidir qual deles daria sua benção primeiro a Nero. Tudo o que ele precisava fazer agora era esperar, pois já sabia que possuía proteção divina e que por consequência o barco também.

O polvo então tirava de seus ombros toda a tensão, sabia que cedo ou tarde o mar se acalmaria. Agora ele precisava seriamente de um descanso merecido, seu corpo estava dolorido apesar de perfeitamente funcional. Agora, aonde ele poderia dormir no meio da subida e descida de uma montanha?

O polvo olhava pra um lado, olhava pro outro, via os tripulantes desesperados, o azul com medo daquele barquinho de nada e olhava pro caralho. E o caralho olhava pra ele, parecia um bom lugar para dormir.

Com um sorriso bobo na cara, e assobiando como quem não quer nada na vida uma música que vinha a cabeça, ele se prendia com força usando seus 6 braços no caralho. E então começava a subir no caralho cantando:
-Ela só quer, só pensa em namorar, ela só quer, só pensa em namorar...

Quando chegasse no topo iria travar os braços nas aberturas da cesta, pra garantir que não voaria, arranjaria uma posição confortável e começaria a dormir gritando para Mindoratto:
-Daqui a pouco o mar vai se acalmar! Me acorda quando a gente chegar no farol!

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Um polvo e um azul entram em um bar - 19

Sob as nuvens

O perigo era iminente, e o pavor da tripulação não tinha precedentes, e como poderia não ser? Afinal, logo acima da cabeça deles havia um enorme galeão caindo em sua direção. Sujismundo, Gatolino e Rapozudo corriam apavorados, dando voltas sem parar. Mindoratto se segurava firmemente em uma corda presa ao mastro enquanto balançava sem parar. Já o velho Jiiji apenas observava toda quela situação com um brilho nos olhos e um sorriso estampado na cara.

Felizmente, Ineel e o seu discurso fizeram os homens daquela tripulação inflamarem os seus corações com um pouco de coragem. -SIM SENHOR!! - gritaram com entusiasmo e bravura retornando a suas posições.

Gatolino botou suas garras felinas para fora e, mesmo estando cagado de medo, subiu o mastro e ajudou Mindoratto descer as velas. O vento bateu com toda a pompa no tecido, fazendo a embarcação ganhar ainda mais velocidade. Parecia até que as duas embarcações iriam inevitavelmente se chocar, mas os piratas foram salvos pelo gongo… ou melhor dizendo, pelo tiro de canhão.

-Que saudades eu sentia desse lugar! - o velho falou sorridente. -ESSE TIRO É POR VOCÊ, BUNCKLER BUMM !!!!!

Três disparos de canhão não eram o suficiente para diluir a embarcação em queda livre, mas foram mais do que necessários para a sobrevivência daqueles que estavam abaixo.

PLOW!!

O primeiro tiro destruiu o mastro, que caiu na correnteza e começou subir descontroladamente.

PLOW!!

O segundo tiro acertou o convés acima, fazendo parte da estrutura da embarcação se despedaçar e ficar totalmente irregular. Neste momento, muitos tripulantes da outra embarcação saíram voando pelos ares.

PLOW!!

Mas foi o terceiro tiro que salvou a vida de todos. O disparo acertou o casco da embarcação, e, a força da explosão fez a mesma girar no ar, passando por cima do Cisne Negro.

Agora, não havia mais nenhum navio caindo, mas ainda existiam muitos perigos reais. Muitos destroços começaram a cair junto da forte chuva, destroços pequenos que poderiam ter sido redirecionados por Nero, mas como ele foi dormir, os destroços começaram a cair no convés, destruindo boa parte do solo da embarcação sem proa. Toras de madeira, pratos de louça, estantes e cadeiras… Tudo isso começou cair sob os membros da tripulação que se protegiam da melhor forma… correndo para longe. Entretanto, o mais inusitado foi que também cairam duas pessoas muito estranhas. Tratava-se de um homem sem mãos que vestia bata vermelha e uma máscara dessas que segura o maxilar no lugar. A outra pessoa era uma mulher que estava semi nua e acorrentada, ela possuia uma pele morena assim como seus cabelos eram negros e lisos. A julgar pelas pinturas em seu corpo, ela parecia ser uma índia.

Ineel se esforçou como ninguém para manter a embarcação no eixo certo, e como um bom navegador deve fazer, ele conseguiu seguir a correnteza com bravura e desejo. As gotas fortes surravam o seu rosto, mas aquilo não durou muito tempo, pois, em certo momento, a correnteza passou por entre as nuvens e continuou subindo sem parar….

Até que por fim eles atravessaram as nuvens e deram de cara com um belo céu azul e límpido.

Por fim a embarcação chegou ao topo e deu um belo salto, saindo da correnteza que subia, e entrando na correnteza que descia descontroladamente para o mar dos fortes. Mas isso é papo do próximo post.

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Parte III - Um polvo e um azul entram em um bar



Apesar de todos os esforços para não recebermos mais danos na embarcação, vários entulhos se despencavam do céu sobre nosso convés garantindo um bom prejuízo para o aventureiro Cisne negro, porém certamente o mais inusitado foi o fato de dois tripulantes da embarcação atingida pelo nosso artilheiro simplesmente aterrissar em nosso navio, se tratava de um homem sem mãos que possuía uma máscara sobre seu maxilar, e uma bela mulher de cor parda basicamente semi nua... Acorrentada. - MAS O QUÊ?! - Esbravejava em espantado, em minha mente apenas poderia se formar a ideia de que aquela mulher não estaria a caminho da grande rota por conta própria, e não demorava muito para ligar os pontos. - VOCÊ É UM ESCRAVAGISTA??!! - - Questionaria o homem sem mãos em um grave tom de acusação, entretanto estávamos caindo de uma altura inimaginável e precisava-me segurar em algo rapidamente.



- SUBAM AS VELAS! SUBAM AS VELAS E SE SEGUREM! - Ordenaria. - Podemos perder o controle ao final da descida e bater em alguma coisa, precisamos desacelerar! - Explicaria, buscando manter o controle emocional da tripulação embora o meu próprio estivesse visivelmente abalado com o sangue aos nervos quente como um vulcão em erupção prestes a explodir. '' Desgraçado! '' - Imaginava, cerrando os dentes em quanto observaria os passos e feições do homem mascarado de relance, agarrando firmemente o manche da embarcação para guiar-nos durante nosso deslizamento sobre a montanha reversa buscando realizar manobras evasivas contra qualquer possível destroço ou pedregulho que poderia nos causar grandes problemas, e caso sentisse a necessidade de ajuda para nos manter no eixo não hesitaria em pedir ajuda para segurar o timão. - Ei me ajude aqui! - Diria ao tripulante mais próximo.



Caso em algum momento notasse que o homem misterioso estava se aproximando da mulher semi nua, imediatamente empunharia meu rifle realizando uma rápida mira contra o estranho efetuando disparos contra seus braços e pernas para impedi-lo que se aproximasse da moça indefesa. - FIQUE LONGE DELA! - Exclamaria, com tamanho ódio nas palavras ao ponto de algumas veias e articulações sopitarem em meu rosto, imediatamente voltando ao controle do manche da embarcação para não derivarmos muito durante a descida. '' Esse maldito ficará vivo para ter a chance de se explicar, mas não há dúvidas! a mulher está acorrentada! Certamente é um escravagista de merda filho de uma puta!'' - Refletiria, buscando motivos para não eliminar o homem sem mãos ali mesmo.



Assim que a descida fosse vencida e estivéssemos seguros e estabilizados, de imediato daria de ombros ao timão correndo em passos largos até a moça acorrentada. - Ei você está ferida? O quê aconteceu?! - A indagaria, expressando imensa preocupação colocando as mãos sobre seus ombros, em seguida retirando minha própria camisa e entregando a bela mulher para que cobrisse sua beleza natural a mostra. - Tragam água e comida para ela! Rápido! -  Pediria então para que a tripulação o fizesse. Em seguida me viraria para o mascarado com tamanho ódio no olhar, encarando-lhe na tentativa de intimida-lo. - Quanto a esse aqui, amarrem-no ao mastro, vamos interroga-lo para saber para onde ele estava levando essa mulher acorrentada. -  Diria devorando-o com os olhos em quanto mirava com o rifle em sua cabeça para que não resistisse, e caso tentasse alguma coisa imediatamente tentaria desferir uma coronhada em seu maxilar para que desmaiasse ali mesmo.





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É o Vilgaxxx


Nero estava quase pegando no sono, ali na cesta do caralho, a correnteza estava forte mas ele era um tritão e estava acostumado com os perigos do mar. Tudo estava bem, seu corpo estava meio dolorido apesar de completamente curado, mas algo dentro de seu ser o fez despertar, Nero sentiu algo muito estranho, era como se seu sentido estivesse avisando que ele deveria acordar.

Não era o céu azul e calmo que espantava Nero, não eram os danos causados ao navio, eram os tripulantes que caiam no barco. Sim, o pior que poderia ter acontecido, aconteceu. Temos uma mulher no barco, e como os antigos companheiros que acabaram de cair da montanha acabavam de comprovar... mulher no mar da azar.

O polvo se segurava em uma das cordas que seguravam as velas do Cisne Negro, e descia usando de seus conhecimentos acrobáticos até o convés, aproveitando e já cumprindo a ordem de seu amigo para subir as velas.

E furioso, em um semblante nunca antes visto por nenhum membro da tripulação. Nero caminhava lentamente enquanto o barco descia a montanha em uma velocidade impressionante. O tritão caminhava até os dois novos integrantes do barco e dizia:

-Senhores! Isso não é um treinamento! Repito! Isso não é um treinamento! TEMOS UMA MULHER NO BARCO! O AZAR ESTÁ A CAMINHO DO NAVIO!

Imediatamente segurava o homem sem mãos pelo colarinho e dizia em um tom de voz sério, mas agora com um sorrisinho de canto de boca, não dava para saber se era de incredulidade ou deboche:
-O QUE VOCÊ FEZ? ESTÁ QUERENDO NOS MATAR DESGRAÇADO? TEM UMA MULHER NO MAR!

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