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Um RPG narrativo baseado no universo de One Piece, obra criada por Eiichiro Oda.
 
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 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä

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Achiles
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MensagemAssunto: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä   7º Capítulo: Um Titã em Lótdä - Página 3 EmptyQua Jul 27, 2022 9:35 am

Relembrando a primeira mensagem :



7º Capítulo: Um Titã em Lótdä


[Marinheiro]Thorkell Dragnar Godheim

não possui narrador definido.
Aberta

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä   7º Capítulo: Um Titã em Lótdä - Página 3 EmptySáb Set 10, 2022 3:54 pm


7º Capítulo: Um Titã em Lótdä



O frio zumbia por entre as árvores tão alto quanto uivos de lobos, e os músculos tremiam, seja pela sensação térmica, ou pelo inconsciente pavor do mal que estava à espreita. — Tem toda a razão. Isso já era algo que tínhamos de informação, mas é bom termos confirmado a hipótese. — Ele comentava, ainda atento, confirmando a hipótese daqueles piratas serem aliados aos nativos da ilha.

O vislumbre do laboratório fazia outras perguntas surgirem, mas poucas respostas eram dadas. O grito dos porcos e javalis, assim como o cheiro de lama com fezes, distraía o grupo que buscava algumas respostas, não aparentando que teriam a resolução daquele mistério caindo do céu em seus colos. — Tenente, escutou isso? — Ferdinan comentava para a dupla de tenentes, que estavam dialogando sobre seu próximo passo. Nem Thorkell e nem o outro oficial seriam capazes de escutar devidamente, mas entre um uivo e outro dos ventos gelados, era possível escutar um soluçar, um choro abafado, que se não tivesse tido um destaque por parte do Sargento, nunca teriam escutado.

Com passos apressados para verificar o ocorrido, o meio-gigante e seus demais companheiros teriam a chance de fazer uma varredura numa área próxima dos chiqueiros. Lá, próximo de uma árvore apodrecida, estava um menino, de pele escura, cabelos brancos como a neve e um olhar perdido e vazio. Lágrimas estavam congeladas em suas bochechas, queimando sua pele. Ele tremia de frio, de fome e medo, e bastava uma simples observação para notar que o garoto estava à beira de uma hipotermia. — E-Ei, garoto. O que está fazendo aqui?! — O tenente se aproximava imediatamente, tirando seu manto da marinha e colocando ao redor do garoto.

Uma criança naquelas condições e num ambiente tão hostil? Ele não parecia ferido para ser considerado um prisioneiro, tampouco possuía vestimentas que o enquadrasse como um nativo daquela ilha ou um dos piratas que faziam parte do exército, visto que ele estava completamente despreparado para o frio e sem também estava desarmado. Outras perguntas surgiam, mas era necessário serem rápidos. — Iremos te tirar daqui, garoto. Fique comigo. Me diga, qual o seu nome? — O Tenente erguia o garoto no colo, que não deveria pesar mais do que uns 40 quilos e tendo cerca de uns 13 anos. — Wil…. Will D. Kurosaki, s-senhor... — Ele falava baixo, enquanto era entregue para que Thorkell pudesse colocá-lo em seus aposentos, sob sua proteção e calor.

Ademais, por mais que vasculhassem, o grupo não conseguiria encontrar rastros dos piratas ou de outros inimigos. Claro que o sentimento de estarem sendo observados não cessava, mas após alguns instantes, parecia que seria perda de tempo prosseguissem com as buscas às cegas. Nem mesmo Ferdinan, supostamente o especialista em rastreio e caça, havia sido capaz de identificar um caminho por onde tenham seguido os remanescentes. — Hora de voltar, Thorkell. Se os nativos descobrirem nossa presença, vamos dar a eles justificativas para que possam invadir o Reino. — Ele comentava. E, de fato, ele tinha razão. Até o momento, um pirata havia sido avistado na fronteira, mas não no Reino, e apesar de obviamente estar filiado aos nativos, não haviam sido eles que haviam trocado golpes com a marinha, ao menos não diretamente. De qualquer maneira, a decisão de prosseguir estava nas mãos de Thorkell, que poderia ignorar o bom senso e seguir seus instintos, vasculhar ainda mais dentro daquela mata e, talvez, acabar de uma vez por todas com as raízes daquele mal, ao invés de esperar que prosperassem novamente.

Histórico:


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä   7º Capítulo: Um Titã em Lótdä - Página 3 EmptyDom Set 11, 2022 1:40 am

Tenente
Thorkell
A Fortaleza Bélica
物語
“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
Durante a conversa entre mim e o tenente, Ferdinan acabaria comentando sobre um barulho; o que seria comum, já que, havia uma tonelada de coisas lá que emitiam sons, principalmente bramido de animais. “Hã? Será que não é o zumbido do vento pelas arvores?” Pensava comigo não dando tanta importância inicialmente.

Com o aviso do marinheiro, prosseguia por um momento maior foco nos ouvidos com objetivo de tentar escutar algo. ~ Hmm... parece um tipo de choro. Proferia arqueando uma das sobrancelhas enquanto olhava para o local que se originava o plangor. ~ Vamos averiguar. Diria já rumando em direção ao som.

A caminhada era breve até encontrar um moleque, aparentemente, perdido. ~ Ora, vejam só! Não esperava ver um... garotinho aqui. Thororororo! Pararia bem próximo dele enquanto lhe fintava de cima com um sorriso amigável. “Ei, ei, ei! Esse pivete parece estar congelando! Quanto tempo faz que ele tá aqui neste frio?” Ponderava comigo ao tempo que agachava as pernas para tentar diminuir a diferença de altura; não que fosse muito efetivo. ~ Saudações criança... admiro sua tenacidade em resistir a esse frio. Puxaria papo de forma extrovertida ao tempo que o tenente haveria fornecido seu manto para suprir a falta de calor do garoto.

Qualquer um suspeitaria daquela criança, já que, seria incomum encontrar alguém neste estado. No entanto, já passei diversas vezes por esse tipo de situação que para mim seria até mesmo normal ver aquilo. Era improvável que o moleque fizesse parte dos piratas de Ghonn, talvez fosse um dos nativos da ilha, mas presumir isso também seria me precipitar. Não havia motivos para tomar essa atitude, por hora.

O tenente apanhava o garoto no colo e viria a traze-lo consigo com intuito de leva-lo para dentro da fortaleza, o que seria bem apropriado para saciar seu estado frágil. ~ Não tenha medo, criança. Comentava enquanto abrirá uma escotilha no peito e traria tanto o garoto quanto o tenente para dentro, em seguida que levaria a mão para servir de ponte.

Uma vez lá dentro o calor aliviaria os temores da criança, talvez não de imediato, mas aos poucos e constante ele se recuperaria. No saguão real, sentando em meu trono, havia pedido para um dos soldados preparar algo para o garoto comer. ~ Faça qualquer coisa para matar a fome desta criança. Neste meio tempo, pelo menos o calor gerado lá supriria seu frio e seu tom de pele começaria a voltar ao normal. Bastasse uma boa refeição para ficar novo em folha.

O marinheiro de bigode comentava sobre irmos embora, já que, do lado externo nada fora do normal seria encontrado. Por sinal, o tenente frisava para que não déssemos motivos para os nativos cruzassem as fronteiras. ~ Hoo. Então eles se aliarem a piratas e criarem armadilhas bem próximo do reino é aceitável, mas a nossa presença aqui não?! Apoiava o punho na bochecha enquanto o braço estava escorado na borda do trono. ~ Isso me parece meio injusto... ou será que é só eu que acho isso? Afinal, qualquer cidade de bem poderia ter se ferido com aqueles brutais armadilhas! Não eram nenhuma ameaça para mim é claro, mas seria um imenso perigo aos outros. Havia proferia usando a lógica, já que, através de meus conhecimentos em estratégica era bem racional pensar que aquele exército do pirata estava com segundas intenções de invadir o reino, estavam apenas esperando a oportunidade. Quem sabe se eu não tivesse ido lá, o que poderia ter acontecido.

Sinceramente não me agradava a ideia de ser usado como um dos motivos finais para o rompimento de uma guerra entre os povos, mas se eu continuasse lá isso era uma possibilidade. Já vi muitas coisas nesta vida, motivos irrelevantes se tornarem importantes meramente por capricho dos outros. Então não era imprudência minha suspeitar das intenções lá vistas até o momento. ~ Eu sou um homem sincero então vou dizer antes que ninguém mais diga... Levantava do trono e caminhava até me aproximar do sargento e do tenente. ~...me parece que mesmo se formos embora agora, basta qualquer outro avançar os limites ou qualquer outro motivo supérfluo para os nativos usarem como desculpas e invadirem a capital. Coçava a barba enquanto olhava para os marinheiros com certa intensidade.

Era difícil dizer para estes homens que tudo que eu havia dito era meus instintos me alertando. Poderia dizer desta forma e resumir, mas conhecendo bem os humanos... era mais fácil usar a logica e persuadi-los por meio de minhas sinceras palavras. ~ Thororororo! Então a pergunta que não quer calar é... se hoje dermos as costas para essa situação em que nos encontramos, voltando para o quartel com propósito de evitar um maior conflito, e os nativos invadirem o reino e matarem pessoas inocentes e destruírem boa parte do reino por razão da oportunidade... não estaríamos sendo negligentes e cumplices? Levantaria o dedo para sinalizar meu argumento. Dado que, eu era velho, sagaz e bruto demais quanto o assunto era falar na lata. ~ Afinal de contas, temos a oportunidade de resolver a situação antes do caos se instalar e salvar o máximo de vidas sem ao menos dar a oportunidade de perde-las. Argumentaria racionalmente, durante o tempo que virava de costas e caminharia de volta ao trono. Não era agradável ficar pensando demais nesse tipo de coisa, mas infelizmente com toda bagagem de vida que carregava comigo, era meio inevitável esses pensamentos.

Sentava de forma despojada apoiando as mãos sobre as guardas do trono. ~ É realmente um dilema, não concordam? Comentaria expressando um rosto mais sério, em visto que, não almejava ser aquele que forçaria a resolução da disputa entre os povos. Mas cuja tarefa pairava sobre minhas mãos. “To sentindo que a capitã ter me mandado para cá, nessa missão em particular, não foi por acaso. Valvatore pode ter falado para Jesse como sou e como ajo habitualmente. Se for isso... talvez até mesmo o rei esteja por trás disso, não seria nenhuma surpresa para eu ter sido usado desta forma. Afinal, um guerreiro deve brandir sua lança me virtude de sua causa.” Começava a pensar sobre minha vinda para esse local; sobre não ter sido avisado das fronteiras; sobre não ter recebido ordens para não atacar os nativos e etc. Tudo parecia meio suspeito, mas havia a possibilidade de eu estar apenas “pensando” demais.

Olharia então para o garoto, ignorando todos meus pensamentos, instintos e opiniões dos marinheiros com intuito de aliviar um pouco o estresse. ~ Você aí, jovenzinho! No fim não tive a oportunidade de lhe perguntar o motivo de estar perdido por essas bandas... gostaria de compartilhar conosco? Puxaria papo com o moleque sem motivo aparente, durante o tempo que ele estivesse se aquecendo e/ou comendo, talvez algo me iluminasse ou quem sabe até algo que dele viesse pudesse ser útil. Não lhe forçaria a falar, mas seria amigável e mostraria hospitalidade para com ele.

Não nego que apreciava brandir minha lança junto de meus virtuosos músculos durante uma guerra. Mas não era como se ansiasse por ela, era apenas estar acostumado a esse tipo de cenário caótico. “Afinal de contas, um rei sábio nunca almeja a guerra, mas deve estar sempre pronto para ela.” Esse é um ditado profundo e com muita clareza que sempre tinha comigo, um lembrete pessoal para quando for criar meu reino eu não acabar amolecendo e nem relaxando com a realização de meu sonho.


"Nunca confunda meu silêncio com ignorância, Minha calma com aceitação ou Minha bondade com fraqueza."
傷物語
Marinheiro



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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä   7º Capítulo: Um Titã em Lótdä - Página 3 EmptySeg Set 12, 2022 4:29 pm


7º Capítulo: Um Titã em Lótdä



A forma de ver o mundo do meio-gigante era simples. Nada burocrático, diria, e era tão reta quanto uma flecha. Estratégias diplomáticas, políticas e jurídicas eram algo longe da visão militar do marinheiro, que só se importava na resolução daquele conflito, independentemente dos termos. - Devo concordar, mas não é algo oficial que o pirata estivesse afiliado a eles. Se alegarem que o pirata estava ilegalmente em suas terras, nada teremos para contextar. - O tenente dizia, ainda meio relutante. - Mas não é como se esses nativos fossem civilizados, sabe? Nunca houve um entendimento direto do Rei com esses povos sobre o que eles queriam, ou termos específicos para a manutenção da paz. A criação das muralhas foi uma forma unilateral de dividir os problemas. – Comentava Ferdinan, contextualizando a situação histórica da ilha, visto que redizia naquele lugar desde criança.

O tenente tinha que concordar, acenando com a cabeça. - Mas se nos virem aqui e colocarem naquelas cabeças platinadas que isso significa um convite, nada poderemos fazer senão retaliar. E com todas aquelas armas e armaduras de Besky, os exércitos do Rei terão enorme dificuldade em lidar. Mesmo se contarmos com seu reforço, Thorkell. - Comentava, olhando o outro oficial nos olhos. O meio-gigante tinha sua teoria, é claro, mas infelizmente Valvatore não podia confirmar, em decorrência de sua condição atual. E se a intenção, de fato, tivesse sido levar Thorkell até lá para resolver o problema de uma vez por todas? Era melhor encerrar o iminente ataque ao destruir tudo o que não fazia parte do Reino de Lódtä, ou seria mais ético esperar uma iniciativa para contra-atacar? Jesse já havia sinalizado que os nativos, em conjunto com os piratas, estariam arquitetando um plano de ataque contra o Castelo do Rei. Mas como exatamente ela havia tido aqueles detalhes?

De alguma forma… Aquele menino parecia a chave. Claro que haviam certo nível de misticidade quanto ao clã D., mas precisavam lidar com os fatos antes dos mitos, como o fato daquele menino estar com roupas tão despreparadas em meio àquele frio intenso. O menino estava na enfermaria envolvido em grossas cobertas, bem como tendo uma espécie de guisado para aquecer seu estômago. Quando o meio-gigante falava com o garoto, ele parecia desviar o olhar, talvez por medo, vergonha ou algo a mais. - E-eu n-não sei… Arh! - Ele colocava a mão na cabeça em um reflexo de intensa dor, largando a colher de sua refeição, que caía ao chão. - E-eu… Estava mergulhado em algo… Muitas, muitas injeções. - Ele comentava com voz trêmula e com os olhos avermelhados, indicando alto nível de stress. - Isso bate com as cicatrizes, senhor. - Um dos soldados-médicos comentavam, em tom observativo. - O menino parece ter feito uma cirurgia na região do pâncreas, há umas duas semanas, aproximadamente. - Como o garoto estava todo coberto e com roupas mais quentes, agora não seria possível visualizar.

A floresta ainda emitia o mesmo uivo dos ventos gelados e dos grunhidos dos porcos e javalis, que pareciam agitados com o aproximar da noite. Placas de gelo iam se formando na pele rígida do meio-gigante, que aos poucos ia ficando também incomodado pelo frio intenso. - Não tenho tantos conhecimentos geográficos sobre essa região, senão poderia nos garantir uma passagem mais segura pela redondeza. Pelo tanto que caminhamos, acredito ainda estarmos longe de qualquer vilarejo d’Os Esquecidos, então acho que estamos seguros por essa região. - Comentava o Tenente, observando os arredores e tentando se localizar. - A região deles é demarcada por grandes muralhas, então será fácil identificar quando chegarmos lá. Aqui seria mais um território neutro, apesar de pender mais pro lado deles do que o nosso. Talvez eu consiga nos levar até a região dos nativos, mas o que exatamente iríamos fazer lá? Acabar com tudo caindo sobre eles? - Ferdinan perguntava uma questão importante.

De qualquer maneira, aparentava estar sob as enormes mãos da Fortaleza Bélica a decisão por qual caminho seguir. Ambos os oficiais de maior patente aparentavam estar com ele nessa excursão, apesar de haver subordinados no campo de batalha que possivelmente estariam aguardando seus retornos. A Capitã Valvatore também era uma mulher vigorosa, o que significava que ela não ficaria de corpo mole por tanto tempo, mas agora era hora de assumir a liderança e lidar com as consequências de seus futuros atos.

Histórico:


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä   7º Capítulo: Um Titã em Lótdä - Página 3 EmptySeg Set 12, 2022 11:22 pm

Tenente
Thorkell
A Fortaleza Bélica
物語
“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
O tenente tocava em um ponto interessante, já que, se alegassem de fato que o pirata estava lá ilegalmente era bem capaz de se safarem. “Hah. Pior que é bem capaz de acreditarem nessa mentira descarada.” Ponderava comigo mesmo. Afinal, provas do vinculo entre o pirata e os nativos não havia obtido, exceto pelo próprio pirata que estava trancafiado no calabouço de minha fortaleza. “Duvido muito que ele falará algo, mas com a devida motivação é capaz de extrair algo útil dele.” Com Ghonn respirando era possível conseguir uma extração de informações, nem que fosse necessário a tortura, ainda que sinceramente não apreciasse isso.

Do ponto de vista de Ferdinan, ele sinalizava sobre a rixa entre o rei e os nativos, alegando que não havia nada formal e/ou por escrito sobre paz. Seria mais fácil dizer que as fronteiras existiam apenas para delimitar os perímetros e atenuar provisoriamente o pensamento de “Guerra” pela soberania. Isso era algo que eu conhecia e já tinha visto em primeira mão.

O tenente novamente comentava sobre as habilidades dos nativos como principalmente seus armamentos com o material “Besky” ao qual já teria ouvido falar. “Hmm. Acho que seria melhor estar com um grupo maior de marinheiros e mais a capitã Jesse. Considerando a Capitã Valvatore em condições melhores... tenho certeza que não será problema lidar com esses bárbaros.” Divagava por um instante. Não era como se eu fosse arrogante ou presunçoso, mas estava pensando a longo prazo. Afinal, certamente que o rei quer resolver o conflito entre eles e os Esquecidos antes de uma chacina com seu povo. Pelo menos assim eu imagino que ele acharia melhor.

Um homem como eu, com a experiencia que provinha neste corpo, saberia dizer que havia sido usado para um proposito maior do que apenas capturar aquele meliante. No entanto, Ferdinan e Valvatore estavam sem condições para guerrear. Estava faminto, mas não muito cansado. O ideal seria retornar ao quartel, transmitir tudo que havia visto. Ir até o palácio real e falar diretamente com Rei sobre meu ponto de vista. Seria ousado ir até lá e pedir uma audiência diretamente, mas sinceramente isso não era algo que me abalava. Afinal, sou um homem que segue seus instintos e ambições. Me acovardar para qualquer cenário era o mesmo que chover sangue do céu, impossível acontecer.

Uma hora acabaria puxando assunto com a criança que havíamos salvado da floresta, desviando um pouco do assunto que estava em pauta. A prosa com o pivete não seria longa, mas bastante esclarecedora. “Sofreu com perda de memória? Talvez por algum trauma forte.” Refletia comigo enquanto fintava o jovem dentro de seus olhos, logo percebendo a turbulência de suas emoções.

A avaliação do médico marinheiro confirmaria o estado da criança. “Será que aquele saguão era usado para experimentos medicinais?” Me pegava pensando sobre o local que havia avistado, sobre ter encontrado o garoto logo perto dali bem como seu estado. “É difícil imaginar que foi por acaso.” Me aproximaria da criança e então agacharia o corpo para ficar mais perto possível. ~ Está tudo bem, jovem. Você está seguro agora. Thororororo! Colocaria a mão suavemente por cima de sua cabeça como um pai amoroso durante o tempo que riria. ~ Enquanto esta fortaleza existir, nada de mal te ocorrerá! Acredite em minhas palavras. Afinal de contas, não existe lugar mais seguro no mundo do que este corpo! Thororororo! Falaria de forma extrovertida ao tempo que gesticularia amigavelmente para com a criança com intuito de fazê-lo se sentir seguro e tranquilo.

O tenente abordaria novamente o assunto dos nativos da ilha, frisando sobre o local que estávamos. O sargento Ferdinan complementaria sobre ter a capacidade de nos direcionar até a base de origem dos Esquecidos, logo questionando o que faríamos lá. Por outro lado, já haveria tomado minha decisão ainda que não houvesse compartilhado... até agora. ~ Thororororo! Vamos retornar. Afinal... a pressa é a mãe do fracasso. Proferia de forma direta e sem rodeios, parafraseando um ditado antigo.

Ainda que meus instintos me alertassem de que alguma coisa iria acontecer, me alertavam também que ficar nas condições em que me encontrava seria por em risco as pessoas que estavam comigo. Mesmo que meu estupendo vigor fosse louvável, mesmo que estes encouraçados e grandiosos músculos fossem resistentes, isso não se aplicava aos homens comigo. Nem todos estavam em condições de guerrear, e por hora, era mais sábio voltar para o Q.G. “Devo considerar que há oponentes fortes, o que me dá ainda mais vontade de seguir em frente. Porem... oportunidade não me faltará, pois, irei voltar o quanto antes para por um fim nessa bagaça.” O prazer pela guerrilha atrelado ao prazer da disputa de forças em um duelo com certeza me instigava a almejar a invasão a base dos nativos. Contudo, pensava mais na segurança e saúde dos marinheiros que em meus desejos egoístas.

~ Atenção homens! Falaria com tom de voz um pouco mais alto. ~ Vambora pro quartel general! Thorororo! Proferia lá dentro, já com o corpo externo rumando para a capital da cidade. Transformaria as pernas em rodas de Tank com objetivo de agilizar e facilitar a movimentação.  

O trajeto provavelmente seria tranquilo, não demorando muito tempo para retornar à cidade de Lótdä. Uma vez regressado ao quartel da marinha, avisaria os soldados no lado interno de minha fortaleza. ~ Chegamos no quartel. Proferia ao mesmo tempo que desativava as rodas de Tank e abriria escotilhas caso desejassem sair de dentro do castelo.

Apanharia um dos soldados e lhe incumbir de avisar a capitã Jesse de nossa chegada. ~ Espera um momento, soldado. Agarraria o topo de sua cabeça para ter sua atenção. ~ Me faça o favor de procurar pela capitã Jesse e informar da situação. Diga que estarei no refeitório saciando a forme e estarei aguardando sua presença assim que ela puder me encontrar. Depois de avisar pode ir descansar. Agradeço sua ajuda, Thorororo! Terminaria de dizer e soltaria o rapaz para seguir as ordens.

Haveria ido até o refeitório do quartel, me espremendo se necessário para adentrar no local e assim saciar a fome. Buscaria apanhar pratos e pegaria todo tipo de alimento. ~ Saudações cozinheiro! Manda bala que a fome tá monstra! Thorororo! Diria de forma extrovertida ao tempo que já estaria mastigando algumas carnes.

Uma vez sentando em uma das mesas começaria a devorar os pratos sem formalidades, como sempre. Do lado de dentro de minha fortaleza, minha replica surgiria com intuito de ir até onde estaria Valvatore e acordaria a mulher, caso estivesse dormindo, com proposito de convidar ela para uma refeição. ~ Levante-se mulher! Bora comer para repor suas energias. Vamos! Seria amigável e repleto de entusiasmo. Afinal, a capitã precisava de nutrientes para recuperar suas forças.

Se Valvatore me perguntasse algo, principalmente sobre o motivo de haver lá dentro um pivete, explicaria para ela de forma direta a situação e o que havia ocorrido após ela desmaiar. Não seria muito detalhista, mas centralizaria as informações o que era relevante.

7º Capítulo: Um Titã em Lótdä - Página 3 A0a2cf87-4169-4115-97fd-bd14ca4dbd9e

Caso a capitã Jesse aparecesse durante o banquete, naturalmente ergueria a mão para sinalizar minha presença; ainda que certamente fosse desnecessário. ~ Thorororororo! Parexe estra cum uma carra afita, capichã. Está tucho bem? Falaria de boca cheia, já que, estaria comendo como um mendigo a dias com fome. Não era de costume ser educado, muito menos durante uma ocasião como está em que poderia comer o quanto pudesse.

"Nunca confunda meu silêncio com ignorância, Minha calma com aceitação ou Minha bondade com fraqueza."
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä   7º Capítulo: Um Titã em Lótdä - Página 3 EmptyTer Set 13, 2022 5:46 pm


7º Capítulo: Um Titã em Lótdä



Os momentos de silêncio podiam ser traduzidos como Thorkell visualizando todo aquele cenário como um grande tabuleiro de xadrez. A movimentação de uma peça desencadeava imediatamente a reação de uma outra, e outra, e outra… Até o momento em que o Rei era colocado em xeque-mate. Thorkell era uma Torre e, como tal, imponente, avassaladora e destruidora… Mas ao mesmo tempo, seu único e verdadeiro propósito naquele jogo era de proteger seu Rei, enquanto avançava estrategicamente, em conjunto com as demais peças, para acabar com o Rei inimigo.

Thorkell precisava reconhecer e se preparar junto com as demais peças daquele tabuleiro se quisessem vencer aquela partida. Por isto, adotava a medida de retornar para o Quartel General, onde poderia enfim relatar seus conhecimentos, entregar o pirata procurado e, ao mesmo tempo, renovar suas forças mais uma vez. Com todos a bordo, não demorava muito para que o Titã fosse capaz de passar pela montanha que havia sido palco de sua batalha, onde muitos marinheiros estavam reunidos, junto de alguns agentes do governo, estudando os corpos e queimando evidências.

Com a chegada do meio-gigante, muitos oficiais o olhavam em tom de surpresa e admiração. Murmúrios sobre seu retorno eram vistos, sendo passados de marinheiro para marinheiro, até que um daqueles que havia participado da batalha era incumbido de levar a informação até a Capitã. - Creio não haver necessidade. Descansar, soldado. - Dizia a própria mink, já atrás de Thorkell como se estivesse ali o tempo todo. - As informações não mentiram, Tenente. Nem mesmo um arranhão. Estou impressionada. - Ela comentava em tom amistoso, mas altamente profissional. - Não quero interromper seu horário de refeição. Me permite acompanhá-lo? Estou curiosa sobre tudo o que aconteceu. - Ela falava, acompanhando o meio-gigante até o refeitório.

Nesse horário, o local estava vazio, mas o cheiro de comida bem temperada ainda pairava no ar. Com a presença da Capitã, o cozinheiro imediatamente iniciava os preparativos para mais uma leva de comida, visto que precisariam abastecer um grande oficial agora. - Um dos soldados que lhe acompanhou informou por alto os acontecimentos quando vieram chamar o Tenente Billy. Não fazia ideia que as forças deles se tratavam de um exército de… Humanóides. - Ela comentava de forma surpresa.

Valvatore acordava no meio tempo em que a refeição ficava pronta e, como previsto, ela questionava a presença do garoto adormecido na enfermaria. - Bem, me avise quando a Jesse sair daí, pois não estou nem um pouco afim de olhar na cara dela depois de ter DESMAIADO na merda do combate. - Parecia que o orgulho da Capitã estava bem ferido, motivo pelo qual ela preferia se manter dentro da fortaleza e se alimentar por lá mesmo. Nisso, após ter sido servido com enormes travessas de salmão grelhado, juntamente com arroz frito e legumes, Thorkell poderia repor suas energias de forma apropriada, enquanto repassava de maneira informal o relatório de sua missão.

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä   7º Capítulo: Um Titã em Lótdä - Página 3 EmptyQua Set 14, 2022 9:49 pm

Tenente
Thorkell
A Fortaleza Bélica
物語
“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
O regresso até o quartel fluía sem anormalidades. Uma vez dento do Q.G. percebia que a mulher-leopardo já estava lá, novamente não havia percebido ela se aproximar em minhas costas. “Que habilidade incrível! Se quer consegui sentir sua presença outra vez.” Refletia comigo por um mero momento.

A capitã havia me elogiava, pois, apesar de todo aquele cenário caótico gerado pela guerra contra o pirata, nenhuma marca cobria meu corpo. ~ Thororororo! Estes músculos foram abençoados pelos Gigantes Primordiais, não há necessidade de ficar tão surpresa. Proferia amigavelmente ao tempo que efetuava uma pose máscula. ~ É uma honra ouvir isto de sua pessoa, meus mais sinceros agradecimentos.

Jesse perguntava se poderia me acompanhar até o cenáculo, naturalmente respondia animado. ~ Háh! Não será de nenhum incomodo ter a presença de uma guerreira tão afiada quanto você. Faria um gesto com a mão para que seguíssemos até o local.

Chegado ao refeitório, notava o local um vazio, o que era perfeito. Afinal, poderia comer o quanto pudesse sossegadamente. Em seguida a cumprimentar o cozinheiro, começava a apanhar os pratos e mandar a ver conforme a comida fosse servida. Seria glutão o suficiente para não dar descanso aos funcionários de lá.

Jesse começava a puxar assunto, sobre o soldado que havia mandado reportar os acontecimentos e sobre o tenente, o homem de bigode, que havia ido comigo. “Então nome dele é Billy? Heh. É bom saber.” Pensei por um instante e logo respondia a Mink. ~ Pois bem... foi uma batalha dos infernos, isso tenho que admitir. Thororororo! Comentaria logo engolindo as forças a comida. ~ Ghonn está preso em um local seguro dentro de minha fortaleza, mas é osso duro na queda. Apesar que o problema mesmo foi outro. Proferia por cima para a capitã ao tempo que retornava a devorar mais pratos.

Após engolir os alimentos e tomar um bom jarro de água, tornaria a falar. ~ O paspalho do pirata e seu exército eram fortes, mas nem de longe seriam suficientes para abalar minhas defesas. O real problema foi uma outra entidade que até agora não ser dizer de onde veio; e muito pouco sobre suas habilidades. Agarrava os salmões de forma bruta e jogava para dentro da boca, liquidando mais um jarro de água com intuito de repor o máximo de nutrientes possível.

A capitã Valvatore havia acordado e logo dialogava com ela, respondendo sobre a presença do garoto lá. Ela estava irritada e atormentada por ter desmaiado após enfrentar o exército. “Foi um grande mérito enfrentar aqueles lixos. Não diria que foi uma vergonha desmaiar, mas é melhor deixar ela quieta por enquanto.” Ponderava comigo expressando um sorriso carismático para a bela mulher. ~ Certo, certo. Assentava com as palavras dela. Olharia para o garoto e então diria em voz baixa aproximando minha boca de seus pequenos ouvidos. ~ Ficar esperto pivete. É melhor não provocar ela, a não ser que esteja preparado para sofrer uns sopapos. Thororororo! Gargalharia simpaticamente mexendo na cabeça da criança e em seguida dissipando a replica.

Do lado externo, focando minha atenção na marinheira Jesse enquanto o corpo estava devorando os alimentos, tornaria a falar. ~ Tenho que dizer, você foi bem audaciosa... Diria ao tempo que olharia no fundo dos olhos da mulher enquanto pausaria por alguns instantes de comer os alimentos. ~...me enviando como bode expiatório. Emanaria uma expressão séria, olhos determinados e inabaláveis. ~ Thorororororo! Não que eu de importância pra isso. Afinal, confio em meu jugalmento e força. Complementaria após soltar uma boa gargalhada.

A capitã poderia dar alguma desculpa em relação ao que havia dito, antes disso, novamente falaria. ~ Se você ainda não entendeu, provavelmente foi usada como laranja. Afinal, está missão deve ter vindo de algum lugar... correto? Apontaria para ela, caso ela se fizesse de desentendida, não sendo arrogante ou petulante, apenas dizendo a verdade sobre meu ponto de vista. Quem sabe havia alguém por trás das informações de Jesse, esse com certeza havia manipulado ela de forma subliminar.

Se a mulher reconhecesse o que havia feito, naturalmente proferia. ~ Thorororo! Foi uma boa jogada. Quase fui mais afundo na missão, apesar de reconhecer as verdadeiras intenções por trás da missão, houve a oportunidade de romper de vez as defesas dos Nativos. Entretanto... alguns homens estavam fora de condições para dar seguimento. Exatamente por isso optei por retornar. Pausaria as palavras durante o tempo que comeria e mastigaria mais comida.

Ouviria as palavras de Jesse e permaneceria com um sorriso amigável no rosto. Se ela ficasse surpresa por “eu” ter notado as intenções, ou continuasse a não entender minhas palavras, voltaria a falar. ~ Heh. Que seja. Estou pensando em ir falar com o Rei de Lótdä. Acha que é possível uma audiência com ele? Seria direto e sincero com as palavras. Estava a pouco tempo naquela ilha, então não possuía muitos méritos ou muito menos um título honroso para ter direito a reivindicar um encontro com Rei. Mas com certeza já teria uma certa reputação dentro da marinha e isso deveria servir de algo.

Se me perguntando o motivo de querer falar com ele, responderia. ~ Intuição! Não sei se posso te explicar isso adequadamente, capitã, mas você deve entender bem isso. Diria olhando para a Mink, já que, parte de sua ancestralidade era animalesca, certamente ela deveria ter bons instintos, apesar da parte humana. ~ Dizem que para se ter uma boa intuição é necessário tempo de vida para aprimora-la. Outros dizem que ela é vem desde o berço. Se formos considerar estas duas... eu me encaixaria em ambas. Thororororo! Expressaria um largo sorriso convicto de minha sagacidade mesclada aos meus instintos. ~ Acredito que uma guerra será inevitável. Pode não ser hoje ou amanhã..., mas ela virá! Mais rápido do que imagina, capitã. Apesar da seriedade das palavras, o sorriso animado prevaleceria, parecendo que estava despreocupado com os fatos que havia dito. Não que fosse o caso, era apenas natural isso em mim.

"Nunca confunda meu silêncio com ignorância, Minha calma com aceitação ou Minha bondade com fraqueza."
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä   7º Capítulo: Um Titã em Lótdä - Página 3 EmptySex Set 16, 2022 12:32 pm


7º Capítulo: Um Titã em Lótdä



A Capitã já sabia bem das habilidades peculiares de Thorkell, não se surpreendendo sobre sua capacidade de carregar soldados e se transformar em uma fortaleza ambulante, mas ela parecia particularmente surpresa quando mencionado que Ghonn estaria em seu interior. - O pirata Ghonn está aí contigo, neste exato momento? - Ela diria, meio receosa, mas se acalmava pelo semblante tranquilo de Thorkell, que indicava que ele não sairia de lá nem se quisesse. A preocupação de Thorkell, na verdade, era outra. Uma vez que ameaças externas nunca haviam sido suficientes para lidar com suas defesas naturais, apenas as ameaças internas eram um real problema, que acabaram ceifando a vida de dois oficiais em serviço. - Entidade? Me fale mais sobre isso. - Ela comentava como se estivesse fazendo anotações mentais o tempo todo.

Do lado de dentro, Valvatore já estava assaltando a geladeira, extremamente frustrada por ter desmaiado após o combate. Seria como ter participado de uma competição de bebidas ou quem comia mais cachorro-quente e vomitado tudo após ter sido consagrada campeã. Will ainda demonstrava claros sinais de stress pós-traumático, permanecendo num canto da cama, enrolado em sua coberta, olhando para todos os lugares como se até mesmo as paredes fossem uma grande ameaça. A brincadeira de Thorkell não parecia ajudar, visto que agora fazia o menino acreditar que Valvatore também era uma ameaça em potencial. Talvez fosse prudente tirá-lo de lá antes que ele surtasse de vez.

Agora, retomando a conversa com a Capitã, Thorkell fazia uma séria acusação. A mulher arqueava as sobrancelhas, surpresa, o que fazia com que o Tenente acreditasse por um momento que havia errado em sua dedução. - Não imaginei que seria tão óbvio assim. - Ela dava uma risada sutil, quebrando um pouco aquele estereótipo sério e super profissional da Capitã. - Espero que tenha concluído isso como um elogio. Poucos oficiais seriam capazes de lidar com as ameaças e, ao mesmo tempo, serem insubordinados o bastante para terem senso crítico e decidirem o que é melhor para o contexto geral do reino. Odeio ter que me submeter ao uso de violência para resolver o conflito… Mas contra oponentes que não falam o idioma comum e apresentam um comportamento tão hostil, a diplomacia não faria tanto efeito. - Ela abaixava a cabeça, meio frustrada por não poder ser de outra maneira.

Thorkell prosseguia com sua conclusão, que aparentava estar correta, sinalizando ainda os motivos de terem retornado. - Mas espero que entenda, oficial: não é uma missão de aniquilação. Isso é algo que o Governo Mundial costuma fazer, e não admito esse tipo de ação sob minha tutela. - Ela dizia com convicção, demonstrando um enorme coração em suas palavras. - Informação extremamente confidencial, Tenente, mas acredito em seu julgamento da mesma maneira que você acredita em si mesmo. O Governo Mundial identificou a atividade de Revolucionários junto com Os Esquecidos, e uniram forças e ofereceram recursos para os piratas de Ghonn agirem em seus interesses. Como piratas são assuntos da Marinha, fiquei encarregada de lidar com a ameaça, enquanto os Agentes ficariam sob a responsabilidade de lidar com revolucionários infiltrados. Seu colega, o Tenente Pippos, ficou encarregado de oferecer os serviços dele, por conta da Akuma no Mi dos Biscoitos, numa operação em conjunto com os Agentes. - Era bom ouvir novamente sobre Pippos, visto que eram companheiros de longa data e até agora Thorkell não havia ouvido falar novamente de seu amigo. - Entretanto, se deixasse que os Agentes agissem da maneira que quisessem, vidas inocentes seriam ceifadas, por simplesmente estarem envolvidos no meio. Os Esquecidos não conhecem nossos costumes, mas não são malignos. Claro que alguns deles são opostos ao Reino, mas em anos nunca apresentaram grandes ameaças. O motivo deles se moverem agora é por influência externa do Exército Revolucionário. Lembre-se bem disso quando retomar sua “segunda” missão.

Aquilo havia sido extremamente útil para fazer com que Thorkell refletisse, e compreendesse também os receios da Capitã. Por mais que quisesse que aquele conflito acabasse, ela não queria fazer aquilo a qualquer custo. E dava para notar em suas palavras que a ideia de ter que se submeter a uma investida mais drástica era algo completamente fora de seus parâmetros, que preferia uma abordagem mais calma, menos exaustiva e menos problemática. Quando requisitado uma audiência com o rei, a Capitã esboçava uma surpresa. - Uma audiência com o Rei Erikk não seria possível com tanta urgência. Ao menos, não para um Tenente. - Ela comentava com um sorriso no rosto. - Erikk é um homem arrogante, mas sabe governar. Entretanto, se o motivo for falar sobre o ataque, saiba que ele nutre um ódio profundo aos Esquecidos. Inclusive, os Esquecidos é uma de suas proibições e principal motivo para irritações e execuções de cidadãos, que tentam dialogar sobre o assunto. Posso conseguir a audiência, mas teria altíssimas chances de irritá-lo, ou pior… - Entretanto, Jesse deixaria subentendido que, se fosse do interesse do meio-gigante, ela conseguiria a audiência emergencial da mesma maneira.

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä   7º Capítulo: Um Titã em Lótdä - Página 3 EmptySex Set 16, 2022 10:35 pm

Tenente
Thorkell
A Fortaleza Bélica
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“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
Durante a prosa no refeitório, a capitã acabava perguntando sobre o pirata estar comigo. “Então até mesmo ela pode perder sua compostura, que interessante.” Divagava comigo ao perceber a surpresa nos olhos da felina. ~ Thororororo! Fique sossegada, capitã. Ele está aqui mesmo. Bateria em meu peito de forma natural. ~ Mas ao mesmo tempo em um lugar distante. Beeeem dentro das profundezas da masmorra, uma prisão construída em meu castelo com intuito de aprisionar os criminosos: o calabouço primordial. Proferia com tranquilidade, já que, sabia do estado fragilizado do pirata por razão de nossa batalha.

Confiava que sua fuga seria difícil de ocorrer, mesmo considerando seu estado físico integro por completo, imagina agora que ele estava ferido. ~ Se desejar, posso te levar para dar uma bisbilhotada. Apesar de que assim que terminar minha refeição, irei larga-lo dentro da prisão deste quartel. Terminaria de proferir já sinalizando minhas intenções para com o pirata.

A conversa prosseguia e conforme reportava os acontecimentos, Jesse ficava interessada na entidade que havia forçado sua entrada para dentro de meu interior. ~ Pois bem! Foi uma surpresa, de fato. Afinal, é impossível forçar a entrada do lado externo para o interno. Entretanto, esse abestado conseguiu transpassar minhas muralhas e invadir minha fortaleza. Implantou bombas e gerou caos para os soldados lá dentro. É um pouco vergonhoso ter deixado isso acontecer, mas... Falaria com alternando a expressão risonho para algo uma aborrecida. ~... parece que ainda tenho muito o que aprender. Thororororo! Finalizava com uma boa gargalhada. Afinal de contas, por ser bastante vivido e velho as vezes esquecia que as correntezas dos mares eram vastas e sempre seria um adolescente em busca de avistar o fundo do oceano.

Enquanto isso, dentro da fortaleza, a capitã parecia um sem teto. Comia e bebia como se décadas não fizesse. “Pelo jeito ela foi atingida em cheio mesmo.” Pensei comigo por razão de seu orgulho ter sido ferido, era compreensível até certo ponto. Do outro lado, o garoto estava abalado e com uma brincadeira ele parecia ainda mais traumatizado. “Uffs. Esses fedelhos de hoje em dia são igual açúcar.” Talvez fosse insensibilidade de minha parte, mas eu já havia passado por tanta e acostumado a tanta merda, que as vezes esquecia que nem todos eram resilientes, mental e fisicamente, como eu. “Acho que é melhor deixar ele respirar um pouco.”

Neste meio tempo, a conversa entre mim e Jesse ficava um pouco mais intensa. “Huh? Será que ela não percebeu ainda?” Foi pensar isso, supondo que havia me equivocado, o que era raro pelo fato de que meus instintos eram afiados como uma lâmina, que a resposta da marinheira autenticou minhas suspeitas.

Não é como se me sentisse ofendido, usado ou enganado. Se fosse o caso, a conversa seria bem diferente. Entretanto, entendia bem o que havia ocorrido e a forma que ela havia me direcionado. Detestava mentiras, mas não é como se ela tivesse mentido. Afinal, eu não havia feito perguntas para ocorrer isso. Então em parte, a culpa era minha também. ~ Thorororororo! Levante a cabeça, capitã. Um homem deve ser honrado, valente e... generoso. Posso aparentar ser um troglodita, mas sou inteligente o suficiente para entender seus objetivos. Mas gostaria que deixaria mais claro da próxima vez... quem sabe facilite um pouco para mim. Comentaria comendo mais um pouco das carnes brancas. ~ Apesar que se fosse fácil, não teria graça! Thorororororo! Seria extrovertido com ela como se fossemos amigos de longa data.

A marinheira era forte, isto era tão obvio quanto o ar que respiramos. Entretanto, sua atual posição no quartel lhe impedia de resolver a situação geral. Como por exemplo levar a guerra até os nativos ao invés de esperar eles invadirem a capital. Se fosse eu, já teria tomado uma atitude mais ousada e imprudente. Porém, poucos tinham colhões como o meu para ser responsável pelas suas atitudes.

A capitã comentava sobre não se tratar de uma “aniquilação” como o governo decretava para seus agentes em algumas missões especiais. ~ Hah. Não me julgue como um percursor do mal, capitã Jesse. Admito que sou ávido pelas batalhas, mas ajo de forma justa e honrosa. Se fosse de minha índole tal selvageria... não teria poupado este renegado. Proferia apontado para meu corpo com intuito de salientar que Ghonn estava vivo, não por acaso ou sorte, mas sim por benevolência.

Conforme a marinheira explicava o contexto geral dos piratas e dos nativos, enfim ratificava meus pensamentos. “Hoo. Isso era até óbvio. Senão por qual motivo os piratas estariam circulando o território dos Esquecidos tão tranquilamente.” O bando do pirata teria recebido suporte dos nativos com objetivo de criar suas armadilhas, provavelmente com a finalidade de diminuir qualquer avanço dos guardas reais do rei e/ou da marinha.

A capitã então pronunciava o nome do garoto, Pippos, dizendo que ele estava atrelado a uma missão em conjunto com os agentes. ~ Heh. Não esperava menos daquele zé-ruela. Thororororo! Proferia extrovertidamente ao tempo que me deixava um pouco nostálgico em relembrar das missões junto do garoto. “Ele deve estar sendo o centro das atenções, como uma donzela em perigo. Thorororo! Mas ele é assim mesmo... uma estrela pronta para ascensão.”

No decorrer do diálogo, Jesse proferia sobre minha próxima missão, salientando alguns pontos sobre o povo nativo. ~ Certo, certo. Terei suas palavras em mente, capitã. Assentaria com a cabeça de forma positiva ao longo do tempo que ainda estaria comendo. Afinal, estes músculos precisavam de uma boa quantidade de reservas energéticas.

Dado algum momento, a marinheira respondia sobre a minha ideia em ir falar diretamente com Rei. Apesar que agora não mais teria sentido, por razão de que, a própria capitã haveria disponibilizado a missão de resolver o conflito. ~ Hmm. Acho que entendi tudo. Comentaria ao tempo que pararia, enfim, de comer. ~ Na verdade a ideia era levar esse paspalho do Ghonn como prova de que o povo nativo estava visando atacar o reino. Entretanto, dado sua opinião e elucidação do contexto geral, seria tocar lenha na fogueira. Comtemplaria coçando a barba enquanto era acometido por uma enorme satisfação, já que, estava empanturrado até o talo.

*Bwaarrrrpp. Soltaria um arrogo generoso e sem cortesia. ~ Eu tenho algumas coisas que quero fazer antes de dar prosseguimento na missão, então não será problema aceitar. Mas... a minha dúvida é: como você quer resolver isso, afinal? Abriria a questão e pontuaria sobre o reator que a missão me imporia. ~ Seria inocente demais pensarmos que “eu” iria até lá e eles se renderiam de bom grado. Posso até ser o primeiro a desenvolver com diálogo, mas ser apedrejado como consequência. Proferia apoiando cruzando os braços enquanto expressava um sorriso amigável.

“Não é como se eu desejasse sair na porrada com qualquer um, mas é uma hipótese bem provável de acontecer. Posso até mesmo ignorar algumas afrontas, mas se chegar o ponto de palavras se tornarem ineficientes e receber hostilidade... ir embora não tornaria a missão “fracassada”?” Ponderaria comigo por um instante, até vir a falar de novo para a capitã. ~ Por mais que os nativos estejam sendo incitados, por mais que a marinha não seja parte do reino de Lótdä e por mais que eu vá como um Pacificador... tudo isso pode ser irrelevante ao ponto de eles estarem prontos para uma guerra. Frisaria minhas palavras e argumentos com lógica através de meu ponto de vista. ~ Então novamente lhe pergunto, capitã Jesse... usar a força em prol da rendição é uma opção viável? Se for o caso... você exigirá de mim que não mate ninguém? Nem mesmo como “dano colateral”? Abordaria a questão de que seria algo difícil, frisando bem as palavras com um olhar mais atento e aberto, extremamente difícil de se ter o devido controle.

Por mais que eu fosse um homem astuto, destemido, forte, resiliente e determinado... era improvável conseguir a rendição de todos lá sem a devida motivação. Não era como se eu almejasse o caos, o caos era uma consequência dos tempos que vivíamos. Era simplesmente por já ter visto isso em primeira mão e por ter presenciado diversos conflitos, só havia duas opções disponíveis para a resolução: medo ou admiração. Dois fatores divergentes um do outro, mas com o resultado final igual.

A capitã poderia dizer para mim que exigiria o mínimo de mortes possíveis como dano colateral, e seria aceitável. No entanto, ouvido os relatos sobre este povo que a Eras batalha por suas terras, era bem difícil acreditar “apenas” algumas mortes seriam suficientes para resolver a disputa entre os reinos. Precisava entender bem o que ela estava me propondo e o que exatamente esperava de mim. Afinal de contas, eu tinha minha forma de julgar e resolver as coisas. Mas esperava que a mulher esclarecesse o objetivo da missão para que não houvesse discórdia em seu pretexto.


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä   7º Capítulo: Um Titã em Lótdä - Página 3 EmptySáb Set 17, 2022 1:24 pm


7º Capítulo: Um Titã em Lótdä



Havia satisfação no olhar de Jesse, que notava em Thorkell um potencial muito maior do que um mero Tenente. — Fico contente que tenha lido as entrelinhas, Tenente. Além de ter tomado a decisão correta em retornar quando a dúvida pairou no ar. Não pude expor demais naquele momento. — Ela comentava, mais confiante agora. — A ideia é que façamos o trabalho do Governo Mundial, mas do nosso jeito. Ghonn possuía um exército, e isso é um fato conhecido. Se alargarmos que sua missão era ir atrás dos remanescentes, mas no caminho você “sem querer” esbarrar com os líderes da revolução e o líder d’Os Esquecidos… Você estaria apenas cumprindo o seu papel em lidar com as ameaças. — Aquilo destacava bem as intenções da Capitã. Sua vontade era que o problema fosse resolvido, mas não a qualquer custo. Se deixassem o trabalho nas mãos do Governo Mundial, haveria um massacre sem precedentes, não havendo um vivo sequer para que a história fosse contada. Esse era o jeito dos agentes em resolverem as coisas: apagando da história.

A Capitã se erguia mais aliviada, deixando que Thorkell finalizasse sua refeição. — Não serei hipócrita, Tenente, sei que baixas irão ocorrer. Apenas peço que esse destino recaia apenas sobre as cabeças dos que merecem, e não aqueles que estão sendo levados por essa maré de ódio. Eu não apenas acho, mas tenho convicção sólida de que, uma vez que as cabeças desse motim forem eliminadas, o ódio irá esfriar e tudo será como antes. — Seu tom de palavra era esperançoso, gentil e refletia bem os seus princípios. Thorkell conseguia sentir e notar muito bem isso, dando um novo aspecto de impressão que ele tinha sobre sua superior. — Acabe com a ameaça daqueles que estão ameaçando a paz estabelecida no Reino. Se houverem àqueles que tenham herdado o ódio fomentado, eu mesmo lidarei com isso posteriormente.

Com sua saída, caso nada mais tivesse para sinalizar, Valvatore acabaria requisitando saída da fortaleza, pegando um pouco de comida também para satisfazer seu apetite. — Sei não, Thork… Sinto cheiro de algo ruim dessa história toda. O que aconteceu dentro de você ainda não foi explicado e parece que estamos ignorando o que gerou esse problema. — Ela diria, engolindo um prato inteiro de arroz frito. — E dar uma missão de infiltração para uma fortaleza ambulante? Jesse está perdendo o juízo. Mas ela tem razão quando falou que confia em seu julgamento e você, provavelmente, seria o único nessa ilha capaz de aguentar todas as porradas e continuar em frente, além de ser capaz de distinguir onde bater e onde não. — E, de fato, poucos haveriam esses dois atributos em conjunto, havendo a necessidade de ser um ser de força imparável e, ao mesmo tempo, com discernimento e julgamento dignos de um líder, de um rei.

Valvatore continuava no refeitório, aparentemente ainda meio frustrada, e cogitando sair para beber um pouco. Thorkell poderia pensar diferente, visto que ainda havia tempo de sobra antes da hora de dormir, podendo treinar, fazer um passeio ou o que mais viesse em sua mente.

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä   7º Capítulo: Um Titã em Lótdä - Página 3 EmptyDom Set 18, 2022 10:13 pm

Tenente
Thorkell
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“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
A marinheira relatava seu ponto de vista e o arcabouço de suas intenções. Era nobre da parte da capitã tentar resolver a guerra antes que ela surgisse e devastasse a ilha como dano colateral. No entanto, não seria imprudência demais dela achar que palavras serão suficientes para lidar com os nativos? Afinal, se isso revolvesse não estariam com esse tipo de situação. “Cumprindo meu papel, hein!? Bom... antes matar uns do que dizimar a todos.” Pensava comigo não levando muita fé nas palavras da mulher, mas confiando de que ela estaria sendo sincera comigo.

Todavia, a capitã salientava de que ela não era hipócrita e nem tola ao ponto de achar que poderia salvar a todos, ou arriscar a vida de seus homens em busca de amenizar as mortes dos nativos. ~ Concordo com sua perspectiva, capitã. Thororororo! Congraçava com a marinheira, já que, uma matança realmente seria desnecessária. “Ela é mais bondosa do que aparenta. Gosto desse tipo de pessoa.” Pensava comigo enquanto ostentava um sorriso amigável e gentil para a capitã, mostrando que aceitava suas opiniões e sugestões de bom grado.

~ Belezura, capitã! Pode deixar comigo! Esta fortaleza romperá este ódio com todas suas forças! Thorororororo! Gargalharia ao tempo que bateria com a palma de minha mão sobre o meu peito, frisando minha tenacidade e força de vontade.

Após a saída da marinheira Jesse, não demoraria muito para a capitã Valvatore pedir para sair de dentro da fortaleza com intuito de aproveitar o banquete; se é que havia sobrado algo. Neste meio tempo, chamaria pela criança que estava lá dentro bastante receosa. ~ Venha cá, jovem. Faria sinal com a mão com intuito de mostrar para ele a escotilha e auxilia-lo com a saída para o lado externo. ~ Coma um pouco, criança. Comida lhe fará bem, aquecerá seu coração e sua cabeça. Indicaria para o garoto comer um pouco para aliviar seus temores.

A capitã Valvatore se pronunciava em relação a conversa entre mim e a capitã Jesse. A preocupação dela era louvável. ~ Thorororororo! Não coloquemos a carroça na frente dos bois, mulher. Proferia para ela, parafraseando um ditado antigo, pois, não estava ignorando o outro individuo em questão. ~ Não adianta tentar pensar sobre aquele ser, se não temos evidencias de sua presença física. Seria só perda de tempo e energia. Comentaria de forma sincera. Afinal, ao contrário do que todos pensam, pensar demais nem sempre é bom. ~ Contudo, agora temos ideia de suas habilidades e estaremos precavidos para caso nos deparamos com ele outra vez. Concluiria para a marinheira meu ponto de vista.

Por outro lado, Valvatore elogiava meus atributos físicos e meu bom julgamento. ~ Heh. Posso concordar quanto a minha robustez, mas quanto ao julgamento... a capitã Jesse certamente é muito mais sensata e benévola do que eu, isso ficou bastante claro. Indagaria enquanto ainda estaria com os braços cruzados coçando a barba no queixo. Não estava bajulando ou lambendo os pelos dela, era só natural para mim admirar certos tipos de personalidades. Pessoas fortes; valentes; determinadas e entre outros. ~ Apesar de que sou bastante tolerante apara algumas coisas, Thororororo! Complementaria o argumento com uma boa e simpática risada ao final da frase.

Olhava para o garoto e então retornaria a olhar para a marinheira. ~ Poderia fazer a gentileza de dar uma olhada na criança? Diria acreditando que apesar da personalidade de Valvatore, ela também era bastante digna e generosa quanto lhe era possível. ~ Tenho que resolver algumas pendencias e lhe encontro na taverna mais próxima da cidade. Prometo que a rodada final é por minha conta! Me levantava da cadeira e então aproximava meu rosto no ouvido da marinheira. ~ Seja gentil com o pivete, ele está bastante abalado ainda. Tente fazer ele se divertir um pouco, talvez assim ele fale ou se lembre de mais alguma coisa. Pode não parecer muita coisa, mas... um sorriso de uma criança é mais gratificante que mil toneis de hidromel. Piscaria amigavelmente para a bela capitã, logo caminhando em direção a saída do refeitório. ~ Até daqui a pouco... garoto. Acenaria de costas para a criança ao tempo que me retirava do recinto.

Valvatore certamente não aceitaria de bom grado, exatamente por isso havia ofertado a bebida. Sabia que mesmo ela não gostando de ser baba, isso seria algo bom para ela se distrair e não mais pensar nos problemas de antes. Além de que, acreditava que com seu animado e carismático espirito ajudaria o garoto a passar por seu trauma. “É matar dois coelhos em uma cajadada só. Thorororo!”

Após ter saído do refeitório, acabaria me perguntando onde ficava a prisão do quartel. ~ Ora, ora. Esqueci de perguntar para Jesse onde ficava a prisão, Thorororo! Riria enquanto coçava a cabeça e andaria um tanto sem rumo, mas confiando em meus instintos e senso de direção. Caso avistasse algum marine por perto, acabaria perguntando o local da prisão. ~ Espere aí soldado! Onde é a prisão do quartel? Se necessário, abordaria um dos marines dentro da fortaleza para dizer o local.

Uma vez ido até lá com tranquilidade, me aproximaria dos guarda, se lá houvesse, e falaria. ~ Saudações camarada. Estou aqui para trazer o pirata Ghonn... Me pegava pensando no sobrenome do maldito porcino. ~ Oak... Ghonn Oakbelt, acredito eu. Thorororo! Riria um pouco sem jeito, afinal, havia derrotado um infame criminoso, mas se quer havia gravado seu nome. “Certamente ele era forte, mas não o suficiente para ter seu nome em destaque na minha cabeça.”

Caso fosse necessário assinar aqueles papeis burocráticos, dizendo que eu havia prendido e trazido ele como prisioneiro, faria rapidamente e então dentro da fortaleza minha replica estaria no calabouço já conduzindo o meliante para jogar para o lado externo. Abriria uma das celas e então projetaria seu corpo para fora da escotilha diretamente para dentro das grades. ~ Obrigado pela ajuda, amigo. Diria para o soldado de forma amigável e então me retiraria do local.

Caso não houvesse ninguém lá de prontidão, simplesmente jogaria o Porcino para dentro das grades. Havia a possibilidade de tentar extorquir alguma informação, mas sinceramente não queria perder tempo com isso. No fim, não era minha especialidade extração de informações e muito menos estava afim de ser ludibriado por esse pivete de merda. ~ Aproveite sua estádia aqui... para pensar bem nas suas ações e em como obter sua remissão. Diria de forma breve, sem dar mais papo.

Não só havia esquecido de perguntar onde era a prisão, como também o pagamento da missão. De qualquer forma, isso era algo que poderia reaver mais pra frente com termino da segunda missão. ~ Comida boa sempre me dá uma moleza. Diria tocando na barriga ainda me sentindo um pouco estufado e relaxado ao mesmo tempo. “Seria bom gastar umas calorias com um aprendizado.” Divagando comigo mesmo, sairia da prisão do quartel e então andaria até o campo de treinamento próximo.

~~Aprendizado de Proficiência: Forja~~

Dentro da fortaleza, procurava algum marinheiro que estivesse na câmara da Grande Forja. ~ Hoo. Ansioso ou animado demais para nossa próxima missão, soldado? Questionava o marinheiro lá forjando. “Não tive a oportunidade de Pippos me ensinar sobre forja. Talvez eu e o garoto terminemos seguindo caminhos separados, aprender sobre forjaria pode ser uma boa ideia. Polir minha lanças me parece algo interessante de fazer.” Refletia comigo mesmo enquanto me aproximava e analisava o que o soldado estaria performando. - Estou apenas praticando a arte da forja, quando posso. O jovem dizerá animado ao tempo que martelava o metal com destreza.

Durante algum tempo prestava atenção em sua forma de manejar as ferramentas, o balanço do martelo e as técnicas por trás da forjaria. Seria necessário um bom tempo para conseguir absorver todo conhecimento do garoto, mas não era algo muito difícil de fazer, precisava apenas de foco e esforço; modestia parte, é algo que tenho em abundância.

O jovem soldado me elucidava com suas dicas e sugestões, aproveitando para mostrar os objetos, materiais e como produzir parte-a-parte os equipamentos, principalmente armamentos. o calor da forja era notável que afetava o garoto, pois, suava demasiadamente. Mas nem um pouco a mim. Afinal, era minha replica lá dentro. De qualquer forma, mesmo se não fosse minha réplica, minha alta tolerância seria bastante útil agora.

Usava a área especializada para os gigantes, pois, era um local que havia criado especialmente para Pippos. Quem diria que seria útil para mim agora. O local era amplo, havia ferramentas adequadas ao porte e bastante materiais para produção. As primeiras lâminas seria ruins, mas conforme lapidasse meus conhecimentos, mais próximo de uma arma excepcional eu me aproximava. O tempo voaria, mas meu foco se perpetuava por todo tempo. Chegava a ser divertido dar forma ao que sua mente imaginava, fazendo algumas espadas bem... diferenciadas. Curvadas como um "S" e entre outros.

O soldado daria algumas risadas, sabendo que eu havia criado as lâminas para divertimento nosso, mas como também para aprimorar meus conceitos de forjaria. ~ Thorororororo! Acho que agora sim isso é uma arma descente, hein! Proferia mostrando uma espada normal de dois gumes. Era pesada, afiada e bastante detalhada. Seu cabo era grosso, mas macio no toque. Sua ponta era reta, amolada e bem pontiaguda. Uma arma que certamente eu acharia bela, útil e difícil de forjar. Não mais agora, afinal, estas mãos também podem dar forma a uma Fortaleza e armamentos por sua vez.

"Criar alguns canhões me parece uma boa ideia." Pensava comigo jogando a enorme espada para as mãos do soldado para que assim ele analisava sua qualidade. - Está ótima! Senhor Tenente. Ele era um tanto acanhado e não falava muito, mas era bastante hábil com instruções por motivo de ser direto. ~ Agradeço sua ajuda, soldado. Já se passou um bom tempo. Fique o tempo que precisar aí. Acenaria para o marinheiro e então faria a réplica dissipar.

~Fim do Aprendizado~

"Nunca confunda meu silêncio com ignorância, Minha calma com aceitação ou Minha bondade com fraqueza."
傷物語
Marinheiro




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Thorkell acabava deixando os cuidados da misteriosa criança nas mãos inaptas de Valvatore, que olhava para a criança como se estivesse olhando uma bomba relógio. - E o que espera que eu faça com isso? - Ela diria frustrada, mas o Tenente já havia deixado ela falando sozinha pra trás, torcendo para que o garoto saísse vivo daquela interação.

Claro que o pirata capturado precisaria ser entregue para as mãos hábeis do Quartel General. Sendo indicado o melhor caminho para o local da prisão, o meio-gigante seguia até o local designado, notando que a área dos prisioneiros era muito mais robusta e complexa do que o resto do lugar. Ghonn ainda estava desmaiado, com o corpo completamente queimado, apesar de ter sido parcialmente tratado pelos médicos que haviam sido levados junto do Tenente. O mesmo estava quase morto, mas sua resiliência ainda mantinha-o preso à chama da vida.

A estadia seguinte não seria um passeio rápido, entretanto. Seguindo ao caminho das forjas, Thorkell acabaria por aprender o ofício dos verdadeiros gigantes, onde através dos ensinos de metalúrgica, poderia se sentir como um dos primordiais, capazes de construir todo um planeta com apenas ferro fundido, uma bigorna e um poderoso martelo. Suas mãos pareciam ter nascido para aquilo, e o tintilar do metal ecoava pelos seus músculos como uma massagem. Ainda assim... O Tenente responsável pela transmissão do aprendizado aparentava insatisfação. - Acha que está brincando, garoto? O ferro que você está trabalhando nasceu junto com essa terra, com este planeta. Levou milhões de anos para ele ser formado para, enfim, chegar em suas mãos, e é assim que você o trata?! MOSTRE O DEVIDO RESPEITO! - Ele gritava com a Fortaleza Bélica, que percebia que precisaria de mais umas boas aulas antes de conseguir dobrar o metal de forma digna.

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