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7º Capítulo: Um Titã em Lótdä

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Achiles
Pirata
7º Capítulo: Um Titã em Lótdä Qua Jul 27, 2022 9:35 am


7º Capítulo: Um Titã em Lótdä


[Marinheiro]Thorkell Dragnar Godheim

não possui narrador definido.
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Tenente
Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä Seg Ago 01, 2022 10:09 pm
Tenente
Thorkell
A Fortaleza Bélica
物語
“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
Não tardou para chegarmos ao Q.G. de Lótdä, pois, segundo a capitã iriamos receber algumas congratulações. “Ora, ora. Será as medalhas que ela havia dito outrora?!” Ponderava comigo em razão de não questionar e sim lhe seguir até o quartel.

O frio era intenso, para os outros, já para mim era mais um velho amigo em um abraço fraternal. Não incomodava, mas era bastante persistente. Enfim chegávamos no quartel, sendo recebido por uma marinheira. A jovem mulher era pequena, tão pequena quanto uma criança... para mim é claro. Porém, era perceptível uma certa tensão ao avista-la, poderia ser meus instintos latentes me alertando de sua força, o que acreditava ser o caso. ~ Hoo. Parece que logo encontramos um pequeno... monstro. Proferia expressando um olhar destemido e bastante animado para com o momento. Afinal, quando dois titãs se encontram, é natural o instinto pela dominação um do outro. Igualmente para mim era natural querer disputar um duelo com alguém forte. Ainda que me controlasse na maioria das vezes.

Havia chamado a jovem de pequena, mas não com intuito de ofenda-la. Era natural para mim, como um gigante, a maioria ser pequeno. Mas está em particular era ainda mais, talvez menor até mesmo que o padrão humano. Entretanto, isto não significava que sua força seria equivalente. Já havia visto muitos humanos pequenos cuja força surpreenderia a maioria. Mas isso era raro, tão raro quanto uma pedra preciosa.

Pra variar, meus instintos estavam certo! Afinal, quando Valvatore mencionou a patente da jovem e pequena mulher a nossa frente era quase impossível de acreditar; se não estivesse vendo com meus próprios olhos. ~ Heh! Comodoro, hein?! Thororororororo! Diria amigavelmente ao tempo que apoiava as mãos na cintura e começava a gargalhar carismaticamente.

A capitã parecia ser uma velha amiga da Comodoro, pois, conversavam sem formalidades. Quando ouvi as palavras da Comodoro Catherine, imediatamente respondia. ~– Quando estivermos pronto?! Estes músculos já nasceram prontos! Thororororo! Dava um tapa em meu bíceps ao fazer uma pose máscula e enfatizar minha determinação. ~ Apesar de que treinar sempre é útil e faz bem para o corpo.

A Comodoro então nos entregava medalhes em razão de nossos feitos na caçada dos Supernova. ~ Oh! Agradeço. Diria apanhando de forma amistosa. ~ Ora, ora garoto... parece que você está ganhando um pouco de sagacidade, hein. Provocaria Pippos em um tom baixo, parabenizando-o pela medalha. “Mas sinto que as coisas agora mudaram... com nossa reputação boa reputação, e agora como Tenentes oficiais, certamente as coisas seguiram caminhos mais árduos e desafios mais únicos insurgiram.” Divagava por um breve instante, até então retornar minha atenção a marinheira.

~ Deixe-me apresentar mais formalmente... Proferia em resposta ao respeito recebido pela marinheira, nada mais justo que ser reciproco. ~... Tenente Thorkell Dragnar da marinha, e futuro Rei do meu reinado, à seu dispor! Como de costume, optava por não mencionar o sobrenome de meu pai. Afinal de contas, não gostava de que soubessem que era um príncipe bastardo, já que, meu pai era o rei de Elbaff. Não era nenhum segredo profundo, mas meramente uma escolha de minha parte. Além de frisar e mencionar minha ambição pessoal. ~ Estaremos sobre os seus cuidados, senhorita Catherine. Cumprimentaria a mulher de forma sutil, mas com um pouco de impacto ao emitir um olhar resoluto atrelado a um sorriso imponente.

Meus instintos novamente estavam certos, pois, quando Catherine mencionou que iriamos nos separar em razão da situação que o reino se encontrava, não seria nenhuma surpresa para mim. No entanto, surpresa seria ser chamado de baixinho. ~ Huh? Eu... baixinho? Arregalava os olhos e então soltaria uma larga e eufórica risada. ~ THORORORORORORORORORORORO! Ela talvez estivesse me provocando ou me testando, seja o que for, simplesmente me faria rir. Afinal, eu não estava lá para ter uma disputa de ego, mas sim por algum desafio.

Contudo, quando a Comodoro começou a caminhar era perceptível o chão estremecer, mostrando que algo de anormal ocorria em seu corpo. “Hoo. Pelo visto ela tem algum poder oculto incrível, interessante.” Pensava comigo mesmo, já que, eu também portava algo semelhante dentro de meu corpo; apesar de que era diferente ao dela.

Valvatore então percebia minha curiosidade e então explicava o motivo das palavras e do tremor. ~ O quê? Ela é um dos Gigante dos Primórdios? Estava incrivelmente pasmo, talvez nunca estivesse tanto ao ouvir aquilo de Valvatore. Todavia, foi só no final das palavras da capitã que entenderia que ela havia usado como uma forma de comparação, e não como definição. “Ahhh!! Sua idade é jovem demais, seria impossível ela realmente ser um deles. Apesar de que é provável que todos estejam mortos.” Refletia comigo sentindo o coração desacelerar.

~ Thororororororo! Mas que fascinante! Diria inclinando meu corpo para frente e observando a Comodoro mais de perto. ~ Você possui estupendos 30 metros e prefere ficar nesta forma? Porque cargas d’água!? Falaria simpaticamente, não era como se tivesse ofendendo humanos ou aqueles de tamanhos miúdos. Simplesmente era pelo fato de que não deveria ter vergonha de seu tamanho, muito pelo contrário, deveria sentir gratidão e ostentar isso diante a todos.

Todavia, a mulher deveria ter seus motivos. Talvez fosse alguma mania, desejo ou compulsão. De qualquer forma, era uma habilidade bastante única cuja lhe fazia controlar sua estatura. “Apesar de que para mim não serviria de nada. Gosto do meu tamanho e acredito que nunca optaria por ficar menor.” Isso era um pensamento que viria na cabeça, mas lá ficaria.

A força da mulher falava por si só, seja no seu ápice de 30 metros ou 2 metros, era inegável que dentro dela residia o poder para escolher em qual forma ficar. Eu deveria respeitar, afinal, também possuo formas diferentes e permaneço na minha original. ~ Faz sentido. Diria a qualquer resposta que ela desse, independente, eu a compreendia até certo ponto. ~ A senhorita é bastante jovem..., mas já está como Comodoro na marinha, parece que a marinha está escondendo um “grande” talento. Thororororo! Puxaria papo com ela de forma amigável e extrovertida.

Sem mais delongas, então olharia para Comodoro e retornaria ao assunto central. ~ Já que estão levando-o, espero que poça ensinar um pouco de juízo para meu irmãozinho. Ele é forte, mas muito ingênuo.[/color] Daria um tapa no ombro de Vitaminado. ~ Mas e eu? Indagaria coçando a barba no queixo de forma curiosa. ~ Diga-me para onde estes músculos podem ser uteis!? Confesso que estava intrigado para onde me direcionariam, apesar de que sinceramente havia passado na minha cabeça desafiar a Comodoro para um Duelo honroso. Porem, pelo visto não era o momento ideal para isto. Mas quem sabe mais pra frente.


"Nunca confunda meu silêncio com ignorância, Minha calma com aceitação ou Minha bondade com fraqueza."
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Marinheiro



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Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä Seg Ago 08, 2022 11:51 am

7º Capítulo: Um Titã em Lótdä



Os ventos gélidos percorriam as ruas com tamanha intensidade, que a sensação em sua pele eram como adagas sendo fincadas na carne. Ainda assim, o calor da determinação emitida pelo enorme marinheiro Thorkell era o bastante para aquecer toda uma residência durante uma tempestade de neve. Ainda mais por estar tão próximo de uma peculiar Comodoro, que não precisava de palavras ou demonstrações de força para colocar à prova seu real nível de periculosidade. - Ah, não se preocupe com ele. Talvez volte com alguns membros quebrados ou faltantes, mas prometo trazê-lo vivo, Zihahahahaha! - Ela comentava com euforia, dando alguns tapinhas na panturrilha de Vitaminados antes que seus caminhos fossem separados, com a Comodoro guiando o Tenente para o exterior do Quartel General.

Thorkell acabava ficando para trás, se questionando exatamente qual seria seu propósito por ali. Valvatore acabava se aproximando neste instante, com seu jeito extrovertido de sempre. - Você vem comigo, bonitão. Aqueles dali serão a ponta da lança. Seu trabalho será muito mais divertido. - Ela acabava guiando o meio-gigante até o interior do Quartel General G-402, uma incrível fortificação naquela ilha de clima hostil. O prédio tinha uma chamativa estrutura circular e, já em seu interior, era possível notar um grande espaço, coberto por pequenas muralhas onde alguns soldados da marinha circulavam de uma ponta a outra. Era um local simples e toda a arquitetura era voltada para o combate ao frio, o que gerava certo conforto lá dentro.

O local não possuía uma estrutura muito adaptável ao marinheiro, mas acabava sendo direcionado a uma espécie de galpão, onde diversas oficinas trabalhavam simultaneamente, sendo um local bem espaçoso para que o meio-gigante pudesse repousar após a longa viagem. - Bem, a Capitã Jesse não deve demorar muito para chegar, mas já pra te adiantar algumas coisas. - A capitã dizia enquanto pegava uma garrafa dentro de uma caixa, que provavelmente seria distribuída para outro local posteriormente. - Essa ilha é complicada, Thork. Existia um povo por aqui que nunca se deu bem com o que veio de fora, e depois que o reino foi instaurado, a única forma de convivência foi uma separação dos povos. As muralhas que viu quando chegamos aqui são a barreira que separa toda essa região dos Esquecidos. - Ela comentava enquanto abria a garrafa, cheirava o conteúdo e bebia logo após.

Aquilo ainda não explicava, entretanto, o motivo pelo qual precisavam que Thork e Pippos se separassem. Nesse momento, uma figura pálida chegava a passos calmos por uma porta atrás de Thorkell, que sequer pôde notar o som de seus passos. - Antecipando os assuntos, capitã? - Uma mink leopardo das neves se aproximava demonstrando uma aura pacífica. - Enfim tenho a oportunidade de conhecê-la, Valvatore. E esse deve ser o recém-Tenente Thorkell, correto? Sua figura é facilmente reconhecível, oficial. - Ela comentava se referindo à enorme estatura do meio-gigante. Além disso, Thorkell conseguia notar algo que assemelhava-se a um bastão nas costas da mulher, mas notando melhor, dava para perceber se tratar de um rifle bem fino e discreto.

A mink indicava que Thorkell a acompanhasse, bem como a capitã Valvatore, que seguia após se apoderar de um casaco de peles que estava largado numa cadeira. - É uma pena não podê-lo receber em minha sala, Tenente, mas creio que nossas reuniões serão breves. Reconheço que seus métodos são mais práticos do que burocrático, estou certa? - Ela comentava ao olhar o marinheiro de cima a baixo, sabendo que ele não era do tipo que ficava enfurnado em um escritório cuidando de papelada. - Bem, primeiramente gostaria que repousassem. A viagem até aqui deve ter sido longa, e é exigido um tempo até que os corpos se adaptem ao frio. Temos alguns restaurantes, termas e áreas de treinamento caso queiram se acostumar com as redondezas. - Seu jeito simpático era algo que poucas pessoas de alta patente costumavam demonstrar, o que gerava uma certa expectativa diferente com aquela ilha. - Ah, não se preocupe com a gente, Jesse. Thorkell e eu aqui conseguimos lidar com um friozinho. - Comentava a segunda capitã com seu jeito insubordinado de sempre.

Um sorriso gentil era visto na face de Jesse, que prosseguia junto com sua caminhada pelos campos do QG. - Bem, então acho que já posso prepará-los pelo que está por vir. Os Esquecidos estão agitados, e como se não bastasse ter sido visto alguns Revolucionários entre eles, recebemos dados de um possível atentado ao Castelo do Rei. A confirmação desses dados será papel dos Agentes e de seu amigo, Pippos, que farão uma missão de infiltração e sabotagem. Você, entretanto, terá uma tarefa mais direta. - Jesse pegava um cartaz de dentro de suas vestes, erguendo para que o Tenente pudesse pegá-lo em mãos. O cartaz indicava a procura de um sujeito chamado Ghonn Oakbelt, que possuía uma estranha máscara em formato de focinho de porco.

A imagem do homem gerava uma certa risada para Thorkell, mas sua expressiva recompensa lhe fazia repensar se não deveria tratá-lo com um pouco mais de seriedade. - Esse daí é um dos principais reforços dos Revolucionários, e provavelmente um dos generais nesse atentado que estão planejando. Se tirarmos ele da jogada antes que se movam, podemos desestruturar toda uma catástrofe que está por vir. - Ela então parava, olhando o meio-gigante diretamente nos olhos, com uma determinação singular em seu olhar. - E então, Tenente Thorkell. Podemos contar com sua força?

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Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä Seg Ago 08, 2022 11:40 pm
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Thorkell
A Fortaleza Bélica
物語
“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
O comentário da Marinheira poderia ser interpretado de forma bárbara, mas sinceramente compartilhava do pensamento da mesma. “Para fortalecer os ossos, basta quebra-los.” Divaguei por um instante enquanto ria junto da jovem mulher. ~ É como dizem: tempos difíceis, fazem pessoas fortes. Thorororororo! Proferia amigavelmente já como se fossemos conhecido de longa data. Todavia, era apenas meu jeito de ser.

Uma vez questionado para onde eu seria movido, logo Valvatore comentava sobre segui-la em razão de ainda estar vinculado a ela por meio de minha futura missão. ~ Positivo, capitã. Diria com um belo sorriso no rosto, apesar daquele clima gélido como um coração de uma viúva, ser bastante desconfortante.

O turismo pela base da marinha seria prazeroso, ainda que rápido, poderia observar toda a construção em seus pilares, muros, tetos e etc. uma construção fortificada bastante razoável, pelo menos uma das melhores que havia entrado até o momento. ~ Hoo. Poderia haver alguns pontos mais encouraçados, mas certamente é uma boa base para se viver. Diria em razão de ser perito na Alvenaria e entender os conceitos do local. Ainda que houvesse gostado da base, poderiam haver pontos mais reforçados na espera de uma possível invasão.

O vento gelado parecia garras de um felino arranhando a pele. Não era tão prejudicial, mas demasiadamente irritante. A base provinha um bom local para descansar, mas sendo uma fortaleza viva sinceramente não haveria lugar melhor que o meu para repouso. De qualquer forma, era bom estar em um lugar diferenciado.

Após chegarmos em um galpão, provavelmente o local mais adequado para servir de dormitório, Valvatore começava a explicar os próximos passos de minha missão. ~ Capitã Jesse?! Fiquei um pouco pensativo, tentando lembrar se já teria conhecido a mulher, mas era bem provável que não; ou não lembrasse. ~ Certo. Diria para a marinheira enquanto viria me sentar de forma despojada no local.

A capitã então começava a explicar um pouco mais dos nativos, do reino e da existência das muralhas, apesar de que eu já havia imaginado um pouco do que se tratava. Como sempre... disputa pelo mais forte e por mais terras. “A lei do mais forte parece sempre surgir como uma sombra em dia de sol. Seja primitivo, ricos, paspalhos, nobres... no final, tudo se resume ao mais forte.” Coçava a cabeça enquanto matutava um pouco sobre as palavras de Valvatore. Afinal de contas, eu já havia vivido por longas décadas. A diferença no geral eram os títulos. Só isso.

Os títulos apenas davam o concesso da liberdade em fazer o que mais desejam... seja roubar, matar ou usurpar. “O mundo é caótico, mas só é assim pelos lixos que vivem nele.” Confesso que o humor decaia um pouco, exatamente por isso detestava pensar nessas coisas profundas. Gostava muito mais de brandir minha lança em uma honrosa batalha, sentir o sangue ferver e o suor escorrer pela pele. Entretanto, devido minha grande experiência de vida e minha devoção, era necessário pensar nesse tipo de coisa, era até mesmo quase automático isso. “Uffs, que chatice.”

Apesar do rápido momento de desalento, logo emergiria um de ímpeto. Por razão de pressentir com meus instintos que uma guerra poderia eclodir. “Onde à disputa, há guerras! Onde a guerras, é possível brandir minha lâmina. Kekekeke!” Pensava comigo já me animando e sutilmente expressando um ávido sorriso.


Logo então surgiu uma figura da raça Mink, esta marinheira por sinal, se movia tão silenciosamente que se quer pude sentir sua presença. ~ Ora, ora. Hoje é o dia dos monstros, hein. Thorororororo! Diria de forma extrovertida, já que, pelo jeito havia encontrado mais um. A palavra monstro não era um insulto, muito pelo contrário, era um elogio de larga escala. Talvez a mulher se equivocasse quando ouvisse meu comentário, mas era inevitável dize-lo. ~ Opa, não quis ser rude. indagaria caso ela entendesse de forma errada meu comentário de antes. ~ A senhora parece ser bastante poderosa, pelo visto isso é normal aqui. Confesso que estava pensativo quanto a isso, já que, era a segunda pessoa que encontrava que exalava uma força monstruosa.

A mulher-leopardo era sorrateira, mas sincera com suas palavras. ~ Heh? Ficava surpreso por só então notar que estava com a lança acoplada nas costas. ~ THORORORORORO! Pelos primórdios! Proferia então retirando-a e jogando para dentro da escotilha que abria diretamente para a sala de arsenal que residia dentro de minha fortaleza. ~ Um homem de verdade não teme ser chamativo, teme o ódio de uma donzela. Diria de forma amigável mesmo não sabendo quem exatamente era aquela Mink, apenas que era forte. Afinal, meus instintos diziam isso.

Erguia-me do chão e então diria para a mulher. ~ Deve ser a capitã Jesse, correto? Perguntaria já imaginado ser o caso, Valvatore havia dito que ela viria. ~ Saudações. Tenente Thorkell Dragnar, mas sinta-se livre para me chamar de Thork. Pelo jeito isso tá ficando normal. Diria coçando a barba enquanto pensava que diversas pessoas estavam me chamando assim. “Será que meu nome é tão difícil assim de pronunciar...?” O pensamento viria, mas logo me desconectaria dele.

A capitã indagava para segui-la durante nossa prosa, naturalmente lhes acompanharia de bom grado. A mulher se desculpava por não ser um pouco mais formal, mas isso sinceramente não me abalava. ~ Hah. Montanhas não se preocupam com o trovejar das nuvens. Diria amistosamente parafraseando. ~ Não se preocupe com formalidades, capitã. Não estamos aqui para um piquenique, e sim por esse reino nos trilhos. Bateria a mão no peito para enfatizar minhas palavras e determinação. ~ Apesar que bater um rango seria bem interessante, Thororororo!

A leopardina comentava sobre meus métodos serem mais práticos do que burocráticos, pelo jeito ela era bem observadora. ~ Com certeza. Deixarei isso para quando fundar meu reino, até lá... usarei estes músculos para conquistar o topo. Thorororororo! Proferia com convicção, não ostentando arrogância e petulância, mas sim desejo, ambição e vontade.

Estava ansioso para ouvir sobre a missão, mas pelo visto ficaria para outro momento. “Necessário tempo para se acostumar ao tempo? Hmm... primeira vez que ouço isso.” Pensava comigo, não refutando a mulher, apenas concordando com a cabeça. ~ Um treinamento faria bem ao corpo, isso concordo. Unificaria minhas palavras as dela, já que, estava com todas as energias e forças possíveis para qualquer momento. Mas se me fosse dado tempo, naturalmente desfrutaria dele com uma boa doutrinação física.

Por outro lado, Valvatore acabava sendo direta com a Mink; era algo que gostava nela. ~ Thorororororo! Falou e disse, capitã Valvatore. Complementaria as falas delas com as minhas e uma gargalhada assertiva enquanto apoiava as mãos na cintura.

Dado momento, Jesse comunicaria nosso papel na missão que estava para iniciar. O garoto cuidaria de uma parte e eu de outra, ainda longe um do outro poderíamos cumpri nossos papeis. “Heh. Vê se não rateia... garoto.” Divagava comigo pensando em Vitaminado e sua personalidade egocêntrica, mas confiava em seu potencial acima de tudo.

Uma vez visto o cartaz que a capitã Jesse mostrava, uma coceira na garganta para rir emergiria. “Que desgraça é essa?” Não costumava a subestimar meus inimigos, mas este era difícil não lhe despreciar. “Mas uma coisa tenho que dizer... esse parece ser másculo.” Logo concluía meu pensamento ao tempo que ouvira a detalhar mais um pouco da missão. ~ Certo, certo. Falava em resposta a ter entendido a base da missão, por sinal era bem simples: encontrar a rolha de poço e esmurrar ele até os confins do inferno.

Abruptamente a capitã parava e me encarava com intensidade. “Tá com fome mulher?” Refletia comigo ficando um pouco surpreso com a expressão da Mink. No entanto, seu proposito era averiguar e questionar se “eu” estava preparado para a missão. ~ Thorororororo! Absolutamente! Estou aqui para fazer a diferença e serei a Fortaleza de vocês! Não tenha dúvida, capitã Jesse. Fechava o punho e apontava o dedão para mim de forma a frisar minhas palavras enquanto devolvia o mesmo nível de olhar para a marinheira, mostrando estar pronto.

Então relaxando a postura e tensão que havia ocorrido, olharia para o horizonte e perguntaria para a Mink. ~ Então... onde foi a ultima vez que este abestado foi visto? Tirando o vinculo dele com o atentado no castelo. Perguntaria para a marinheira com objetivo de ter uma margem de parâmetro para começar. Caso ela não soubesse, ou soubesse e comentasse, viria então perguntar outra vez. ~ Pois bem, seria possível eu alocar alguns soldados sobre minha liderança? Apesar de ser capaz de abrigar uma boa quantidade de soldados, não preciso de muitos, apenas o suficiente para suporte e auxilio de vítimas e comunicação sobre a ilha. Cruzaria os braços pensativo, pois, não sabia se Valvatore viria comigo. De qualquer forma, se estava me atribuindo a tarefa de caçar a rolha de poço, provavelmente agora como Tenente poderia assumir uma pequena equipe. Seria útil para caso houver necessidade de saber mais sobre ilha ou prestar ajuda para algum civil necessitado.

Se a capitã do quartel concordasse e/ou sugerisse os soldados, diria a mesma. ~ Belezura, agradeço capitã. Em seguida, olharia para Valvatore e perguntaria. ~ Pois bem, terei sua beleza me rondando durante a missão ou também terá um papel em outro ponto? Perguntaria enquanto cortejaria a mulher por sua beleza. Como Pippos havia sido designado para outro Front, talvez Valvatore também fosse para outro. Seria agradável ter ela por perto, mas entenderia suas obrigações. De qualquer forma, seria uma oportunidade para espichar as pernas e avistar mais de perto o reino de Lótdä.


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Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä Ter Ago 09, 2022 4:46 pm

7º Capítulo: Um Titã em Lótdä



O encontro daqueles monstros da Marinha era algo a ser escrito nos livros de histórias. Duas capitãs e um tenente, dialogando para fomentar os planos que acabariam de vez com as chamas da revolução naquela ilha. - Fico contente de ver tal euforia, Tenente. Sei que escolhemos o oficial certo para lidar com essa ameaça iminente. - Dizia com uma sutileza na voz. Ela acabava seguindo por uma escadaria, larga o bastante para que Thork também a seguisse, de modo que o trio pudesse se direcionar até as muralhas da fortaleza, num ponto que seria capaz de vislumbrar boa parte da cidade.

Com uma mão nas costas, a Capita olhava ao horizonte com uma expressão pensativa. - Por se tratar de um aliado dos Revolucionários, não me espantaria que ele esteja no território d’Os Esquecidos. Entretanto, apesar de Ghonn estar misturado com estes, não o confunda como um Revolucionário. Ele é um pirata do pior tipo, capitão de um bando denominado como Os Carniceiros. Apesar de estar tão pouco tempo na ativa, apenas seu grupo foi capaz de acabar com exércitos inteiros. Pode não parecer, mas o desgraçado é um ótimo estrategista. - Ela comentava, dando o braço a torcer, alertando Thorkell sobre os perigos que estariam por vir. - Nossa maior chance é pegá-lo sem seu grupo. Se eliminarmos a principal fonte de perigo deles, ficarão perdidos. - Ela complementava. - Apenas tenhamos fé que a equipe da Comodoro, bem como do Tenente Pippos, sejam capazes de fragmentar os grupos inimigos, inclusive os de Ghonn. - Concluía, resumindo um pouco do papel de Pippos naquela jornada.

Quanto ao pedido de alguns soldados para estarem sob a sombra do meio-gigante, a Capitã sorria. - Você é o Tenente agora, oficial Thork. Sinta-se livre para requisitar os reforços que acredita serem úteis. Meu Quartel General está à sua disposição. - Ela dizia abaixando levemente a cabeça, em sinal de respeito, dando o aval que Thorkell precisava para prosseguir com sua investida. - Além do mais, estarei na retaguarda. Vou me poupar do chato trabalho de liderar essa expedição, mas algo me diz que para onde iremos, teremos muita ação! - Valvatone sorria de um jeito malicioso, lambendo os lábios. - Perfeito! Com a Capitã Valvatone acompanhando, sei que terão sucesso seja lá o que forem tentar fazer. - E, descendo as escadas, a Capitã Jesse seguia sem emitir um único ruído em seus passos. - Esperarei por notícias, Tenente Thork. - Comentava, antes de desaparecer pela névoa gelada do lugar.

Thorkell e Valvatone acabavam ficando alguns breves instantes maravilhados com o esplendor da cidade congelada sob a luz do sol do fim da tarde. - Bem, esse frio já me irritou demais por hoje. Se estiver de bobeira, vou dar um pulo num restaurante e nas termas depois. Com sorte, consigo alguma confusão no caminho para animar o dia. - Ela comentava, descendo do parapeito, saltando os degraus em direção da saída do QG. Thorkell poderia se ocupar de outras maneiras, caso desejasse, podendo se direcionar ao campo de recrutas para buscar alguns soldados para sua causa, ou até mesmo acompanhar a vida noturna da cidade para conhecer a cultura local. Ou, quem sabe, até mesmo avançar sem aguardar em direção para onde o problema apontava, bastando sinalizar para Valvatone sobre suas intenções para que a missão enfim fosse iniciada.

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Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä Qua Ago 10, 2022 12:44 am
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“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
Após seguir junto da Capitã Jesse, prestava atenção nos detalhes sobre o pirata Ghonn. A marinheira enfatizava sobre ele ser o pior tipo possível até mesmo entre os piratas. “Hmm. Já me deparei com esse tipo de escoria, a mais baixa dentre todas.” Divagava comigo enquanto coçava a barba no queixo e fintava o vasto horizonte por cima das muralhas.

A capitã também havia comentado sobre revolucionários, o que me faria matutar mais um pouco. “Os rebeldes geralmente buscam lutar contra sua oposição; o governo. Não é raro eles se afiliarem a piratas, mas os mais atrozes geralmente eles não tendem a ter vinculo. De qualquer forma, nunca se sabe seu nível de necessidade. Podem até mesmo se rebaixar ao extremo em busca de realizar sua causa.” Ponderava comigo, optando por não expressar meus pensamentos em razão de estar maquinando o contexto do reino.

Ouvira até o fim a explicação da mulher felina e em seguida acabaria soltando uma risada carismática. ~ Thorororororo! Não se preocupe, capitã... estes abençoados músculos chegaram para por um fim a essa tirania. Irei chutar a bunda roliça dessa escoria e lhe trazer um presente pela sua hospitalidade. Diria expressando um rosto risonho e amigável. Não é como se eu não valorizasse a importância relatada por parte da mulher, a verdade era que me importava, mas raramente algo me abalava quanto a esse tipo de evento. “Quando se vive por tantas décadas como eu... já viu de tudo um pouco. Se estressar por isso não resolverá em nada.”

~ Com toda certeza, capitã. Concordaria com Jesse sobre fragmentar as forças dos piratas, em seguida eliminando o mal pela raiz. ~ Tá na hora de botar pra quebrar. Thorororororo! Indagaria para a capitã em reposta ao plano. Afinal de contas, temos uma rara oportunidade de levar um exercito de um homem só para testar a força desse verme.

O dialogo se estendeu mais um pouco até eu perguntar sobre a possibilidade de recrutar alguns soldados sobre meus comandos. Claro que eu sabia dos benefícios da patente em que estava, mas seria rude da minha parte não comunicar antes. “Apesar de que geralmente sou folgado quanto a isso.” Não era muito do meu feitio ser formal com superiores, mas a felina havia conquistado minha atenção em razão de meus instintos alertarem de sua latente força.

~ Heh. Agradeço por suas palavras, minha cara. Gesticularia com o dedo da mão de forma positiva com intuito de agradecer sua generosidade. Proseando mais um pouco, Valvatore comentava sobre estar fora do centro de comando, optando mais pela ação da retaguarda. ~ Thororororo! Não esperava menos de você. Piscaria para a jovem mulher em razão de nossa calorosa amizade.

A capitã Jesse então se deslocava para ir embora, quase parecia um fantasma por não ouvir se quer um ruído de seus movimentos. ~ Pode deixar, capitã Jesse. Este gigante não deixará uma dama esperando por muito tempo, Thororororo! Proferia flertando na cara dura com a felina. Sua beleza era rustica como um mineral bruto, mas o que havia me cativado era esta sensação pulsante que me alertava do poder da Mink. “Existe um ditado que ouvi a muito tempo atrás: O dia que estiver de frente para um leopardo, não corra! Evite morrer cansado.” Pensava comigo enquanto apoiava as mãos na cintura e expressava um sorriso animado. ~ Será que a capitã aceitaria um duelo contra mim?! O sorriso acabaria se tornando um pouco mais sedento por descobrir até onde meus instintos estavam certo de sua força. ~ Kekekeke!

O sol estava se pondo, me permitindo avistar um céu alaranjado-azulado por causa do frio. Era agradável e acolhedor como o seio de uma mãe. ~ Ora, ora. Está na hora de dar os primeiros passos então. Diria cruzando os braços e colocando os parafusos na cabeça a rotacionar. Por outro lado, Valvatore comentava sobre ir até a cidade em busca de uma refeição descente. “Bah! Um rango agora seria bem adequado.” Bateria o punho na palma da mão como se tivesse descoberto o segredo de Avalon (Um livro que contava sobre um tesouro perdido).

~ Vambora então, mulher! Proferia saltando junto da capitã e usando o Geppou até aterrissar no chão, não queremos causar uma comoção com impacto de meu enorme corpo. ~ Deixarei para recrutar os soldados amanhã. Por hora, vamos comer algo. Afinal, saco vazio não para de me pé! Thororororororo! Conversaria com a marinheira de forma extrovertida como de costume.

Tomaria um pouco a frente e usaria minha estatura em busca de encontrar uma taverna, restaurante, qualquer local que servisse uma refeição descente. ~ Veja! Aquele parece ser um bom local. Informaria a capitã, caso encontrasse algum estabelecimento dentro dos padrões esperados. Analisaria a quantidade de pessoas entrando e saindo em busca de presumir que o estabelecimento teria qualidade.

Naturalmente, buscaria uma taverna que se adequasse ao meu tamanho. Uma vez lá dentro, faria sinal para o atendente ou proprietário em busca de sentar em alguma mesa. ~ Saudações camarada. Sentaria de forma despojada na cadeira. ~ Precisa de cardápio não, meu amigo. Pode mandar tudo que você tiver na dispensa. Não poupe esforços para lotar essa mesa de comida, Thororororo! Indagaria carismaticamente. ~ Não se preocupe capitã. Será por minha conta... tenho muito que lhe agradecer, afinal. Falaria de forma sincera para Valvatore, já que, ela em muito havia me ajudado. Nada mais justo que pelo menos proporcionar uma boa refeição antes da missão.

Com os braços abertos apoiados sobre a mesa, começaria a montar meus próximos passos. ~ Pois bem, iremos ter uma boa refeição e uma boa noite de sono para estarmos preparados para amanhã. Pelo que pude perceber... parece que resolver essa situação do pirata demanda um pouco de urgência. Não sabemos exatamente onde encontrar ele, exceto seu vínculo com a revolução e a aldeia dos Esquecidos. Matutaria um pouco comigo enquanto transparecia meus pensamentos para a marinheira.

No aguardo pelo pedido, continuaria falando. ~ Todavia, acho que isso não será um problema. Talvez a melhor forma, e mais eficiente, seja ir direto nessa aldeia e tentar extorquir o paradeiro desse pirata. O que você acha, Valvatore? Apesar de estar no comando especificamente nesta missão, trocar uma ideia com a capitã seria algo benéfico para ver se meu pensamento seria o melhor caminho. Claro que para mim ir até lá e resolver na porrada seria mais fácil, e mais prazeroso. Entretanto, muitos problemas estavam entrelaçados formando uma embaralhada teia de aranha. Ir com botão “Foda-se” ligado poderia custar vidas, e isso era algo que não estava disposto a correr o risco.


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Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä Qui Ago 11, 2022 3:38 pm

7º Capítulo: Um Titã em Lótdä



A risada de Valvatore se destacava em meio aos ventos gelados, enquanto observava a figura da mink desaparecendo pela névoa. - Tenho certeza que sim. Talvez até deixe que a vença para elevar sua moral, mas não subestimaria as habilidades dela. - Jesse falava, o que era um grande feito, uma vez que a Capitã raramente superestimava alguém. - Ouvi dizer que ela tem uma Akuma no Mi muito fraca, mas que nas mãos dela, se tornou extremamente útil. Mas é um mistério para mim qual exatamente se trata. - Comentava revelando algo realmente importante, o que deixava Thorkell ainda mais animado com a possibilidade futura.

Com a companhia do meio-gigante, a dupla seguia para os arredores do Quartel General em busca de um local apropriado para uma boa refeição. Não havia a necessidade de ter uma percepção tão elevada ao notar que muitos oficiais seguiam para uma grande construção de madeira, que assemelhava-se a um casco de navio virado de cabeça para baixo, tendo uma grande placa com o rosto de um lobo. O som da cantoria também atraía a atenção, fazendo com que os oficiais fossem atraídos como abelhas até o mel. O interior do local era extremamente grande, o suficiente até mesmo para que Thorkell entrasse e pudesse se acomodar (apesar de ainda não ser capaz de ficar completamente de pé). O ambiente lembrava dos famosos salões de jantar viking, com uma mesa longa e larga no centro do ambiente. As paredes eram cobertas com tapeçarias e painéis de madeira, e as janelas eram protegidas por pesadas cortinas. As lareiras eram grandes e ficavam ao lado das portas, para aquecer a sala naquele rigoroso inverno. As mesas, fartas como eram de se imaginar, continham uma infinidade de tipos de carnes e legumes, além de cervejas e destilados, que eram servidos em grandes jarros.

A cantoria era feito pelas próprias garçonetes, que utilizavam vestes típicas de ilhas selvagens de inverno, com roupas de pele que modelavam bem as curvas de seus corpos. Não passava nem 5 segundos que haviam chego e uma dupla destas mulheres aproximavam e entregavam uma enorme caneca de cerveja escura para a Capitã e para o Tenente, com um largo sorriso em seus rostos. - Sejam bem-vindos, oficiais. É uma honra recebê-los ao Lobo do Norte! O gerente concede aos marinheiros e agentes uma pequena demonstração de sua admiração. - Elas se curvavam levemente em sinal de respeito, erguendo as bandejas para servir à dupla. A capitã imediatamente pegava uma das canecas e a virava por completo, deixando escorrer boa parte do conteúdo pelos seus lábios até seus seios. - Ah, era disso que estava precisando. Enfim uma ilha que trata seus marinheiros com cerveja artesanal. - Dando uns tapinhas nas costas de uma das garçonetes, Valvatore ia entrando sem nem mesmo ser convidada até uma mesa onde outros oficiais estavam presentes.

Sinalizando para as mulheres que naquela noite não haveria garçom parado e nem dispensa cheia, Thorkell se reunia até onde sua capitã estava, que já havia se misturado muito bem por ali. A mesa era grande, e uma área no chão cheia de almofadas serviria como local para Thorkell descansar apropriadamente. Ao chegar, o Tenente já notaria que Valvatore já estava em queda de braço com um dos oficiais, enquanto outros torciam, ou ficavam reclusos pelo espírito tão extrovertido da capitã. Em questão de instantes, um homem saía voando após perder a queda de braço, arrancando risos, gargalhadas e canecas ao ar em homenagem. - HAHAHAHAHAHA, com tanta gente em volta e você pensando na estratégia ainda, Thorkell?! Já sabia o que iríamos fazer no instante em que a Capitã Jesse nos deixou. Quer um plano de ataque? Ataque!! - Ela dizia cutucando o tenente em tom provocativo. - Viva um pouco, saboreie a vida que possuí. Essa é sua primeira missão neste Reino designada pela sua Capitã favorita. - Ela dizia em tom amigável, erguendo uma caneca para ver se Thorkell estava de acordo.

Se assim o fizessem, conseguiriam comemorar boa parte da noite com aquele grupo de marinheiros, onde muitos deles ali mesmo poderiam ser recrutados para a missão no dia seguinte. Com um pouco de ação com as quedas de braços, conversas descontraídas com os oficiais das redondezas, muitas informações poderiam ser captadas ali. Inclusive, um dos marinheiros seria capaz de especular uma área por onde Ghonn poderia estar localizado, o que auxiliaria muito na missão para o dia seguinte. Claro que ainda era um tiro no escuro, mas era melhor do que não ter noção por onde começar a ir.

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Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä Qui Ago 11, 2022 10:15 pm
Tenente
Thorkell
A Fortaleza Bélica
物語
“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
Uma rajada de empolgação seria injetada em meu corpo, quando Valvatore comentou sobre os poderes de Jesse. Apesar de ser uma usuária de Akuma no Mi, tal qual dita como ser uma fruta rasa em termos de potencial, Valvatore frisava que a capitã havia amplificado suas aptidões apenas com esforço de vontade. O que realmente era louvável e admirável no meu ponto de vista. “Hoo. Agora sinto que quero ainda mais disputar no braço contra ela, Kekekeke.”

Dado momento, Valvatore e eu teríamos encontrado uma boa taverna para saciar nossa fome e sede. A placa em formato de lobo era atrativa, tornando o local ainda mais cativante em razão da quantidade de oficiais seguindo até lá. Inclusive, o local parecia ser bastante digno e alegre. Pecava em sua altura, mas não seria a primeira vez que me deparava com isso; nem a última, certamente. De qualquer forma, não era como se eu fosse ficar por muito tempo de pé lá.

Confesso que a cantoria havia acalentado meu corpo, mais que o esbelto corpo de uma nobre dama. A melodia era tão prazerosa que, poderia até mesmo acalmar uma fera raivosa. Nossa chegada era notada e poucos instantes viriam atender com canecos recheados de bebida. ~ Oh! Quanta hospitalidade, Thororororo! Agradeço, minha jovem. Diria amistosamente ao tempo que apanharia um dos jarros e despejaria gargalo a baixo. - Fiuuss. Esplendida cerveja. Proferia ainda que houvesse desfrutado da cerveja tão rápido quanto um lampejo.

Havia apanhado outra caneca, já que, um homem deve matar sua sede de forma apropriada. E, uma só caneca seria pouco. Valvatore já estava se entrosando com os marinheiros no recinto, até mesmo em uma queda de braço, neste tempo me aproximava e sentava próximo deles.

Em determinado momento, haveria proferido sobre uma estratégia para lidar com o pirata em questão. Valvatore, como de costume, optava pela forma mais direta: atacar de frente. O que de certa forma simpatizava. ~ Thororororo! Tem razão. Diria após uma gargalhada.

A capitã era extrovertida tanto quanto eu, mostrando seu virtuoso espirito festivo. Eu, por outro lado, estava tentando aproveitar do momento, mesmo que a cabeça viesse diversas coisas simultâneas. “Deve ser a idade.” Pensava comigo enquanto coçava a cabeça em lívido.

Diferente de Valvatore que vivia um dia por vez, como uma verdadeira aventureira, eu por outro lado, vivia em busca de realizar meus objetivos. Precisava chegar ao topo da marinha com intuito de ganhar fama, méritos e dinheiro suficiente para fundar meu tão aclamado reino. Claro que atualmente eu era um castelo ambulante, o que de certa forma poderia ser considerado minha própria nação. Entretanto, estava longe de ser o que eu almejava; o que eu buscava; o que eu tanto sonhava.

A capitã estava certa, eu precisava relaxar um pouco. Ainda que estivesse com toda energia possível, os músculos estavam um pouco mais tensos que de costume; provavelmente pela situação em que me encontrava. ~ Háh! Tirou as palavras de minha boca, capitã. Thorororororo! Concordava com a marinheira ao tempo que começaria a beber mais e devorar todo tipo de comida que lá estivessem servindo.

Conforme o tempo passava, puxaria papo com os marinheiros em busca de avaliar suas determinações. ~ E você é de onde, amigo? Faria esse tipo de pergunta em busca de saber suas origens e crenças. ~ E almeja dentro da marinha viver uma vida boa, ou ajudar os injustiçados? Para ouvir se eram garotos em busca de vida passiva, ou guerreiros sedentos pela gloria.

Durante os diálogos eu continuaria comendo e bebendo, atento aos arredores como de costume, ainda que em si demonstrasse um ar descontraído. No decorrer da noite, acabaria falando sobre estar recrutando alguns homens/mulheres que estivessem dispostos a fazer a diferença no reino. ~ Thororororo! Vejo que tem alguns indivíduos íntegros por aqui, disposto a mancharem as mãos em busca de “elevar” seus nomes. Indagaria com minhas palavras em discurso por motivo de cativar suas atenções e corações. ~ E então... o que acham de me seguirem... Inclinaria o tronco mais a frente para expor com maior intensidade minhas palavras. ~...e verem em primeira mão as mudanças que trarei a este reino! Uma coisa eu posso lhes garantir, esta fortaleza diante de você que foi abençoado pelos Gigantes Primordiais abalará as linhas de frente contra os Esquecidos! E vocês podem estar junto a mim, ou esperando pela benção dos céus. O que me dizem, camaradas, preferem aguardar a sorte ou faze-la vocês mesmos?! O olhar seria penetrante, o sorriso destemido, o tom de fala tentador e a postura imponente.

Nem todos buscam a fama, glória ou méritos. Nem todos sonham o impossível. Nem todos esperam a sorte cair em seu colo e nem todos estão dispostos a dar suor, lágrimas e sangue por uma nobre causa. A verdade é que existem muitos lixos trajando roupas, seja na marinha, seja como caçadores, revolucionários e pirataria. Vivendo uma vida atráves de desculpas e apontando o dedo para quem eles acham que estão errados. É sempre a mesma coisa, exatamente por isso almejo criar meu reino e construir uma nação pura, honesta e digna para mim e todos os que me seguirem. Aqueles com princípios de honra e justiça, os poucos que existem dotados disso, são dignos e justos para com sua luta pela sobrevivência.

Infelizmente os fortes nem sempre são honrados, ou muito menos justos. Isso posso afirmar com todos os anos que já viajei por esses mares. No entanto, são esses seres que trazem a mudança na maré! Queira você ou não... ou você sobrevive a ela ou é tragado pelas correntezas do destino. Eu já sobrevivi por muito tempo e ainda que a morte me persiga, enquanto houver fôlego em meu peito eu usarei todas as minhas forças em busca de realizar minha ambição: um reino superior a todos os outros. Uma utopia primordial.


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Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä Seg Ago 15, 2022 8:17 pm

7º Capítulo: Um Titã em Lótdä



A cerveja digerida não era uma cerveja qualquer, mas sim uma bela dose de ale, que trazia consigo um sabor frutado nunca antes sentido. Era de impressionar que tal lugar não fosse um dos pontos turísticos mais badalados da cidade, pois mesmo com tanta cantoria e animação, ainda assim o espaço era aconchegante e não estava tão lotado assim. Talvez, por conta do frio, as pessoas preferissem ficar em suas casas ao sair pelas ruas atrás de restaurantes de qualidade. E, mesmo em meio a tanta euforia e festança, Thorkell mantinha um semblante firme, muitas vezes estático, como uma figura talhada na pedra antiga na costa da montanha.

Tentando entrar no jogo, o meio-gigante acabava conhecendo alguns de seus companheiros de profissões. Alguns nunca haviam saído da ilha, tendo nascido e sido criados até aquele momento naquele grande pedaço de terra congelada. Outros, já eram viajantes de longa data, que encontraram na marinha o caminho para seus objetivos. - Um pouco dos dois, eu acho. - Dizia Ferdinan, um marinheiro já em posto de Sargento, que havia se mudado para a ilha quando ainda era uma criança e vivia em uma família de caçadores, achando que seus talentos seriam melhores utilizados ao lado da justiça. Seu jeito era meio caladão, e mesmo com um pequeno bandolim em suas mãos, ele dedilhava uma canção bela, porém em tom baixo, quase como se não tivesse a intenção de ser ouvido. Entretanto, diferente dele, os outros pareciam bem agitados, muito mais na pegada de “fazer o seu nome” do que “viver tranquilamente”, o que instigava o grupo a querer se reunir à Thorkell para sua caçada.

No momento em que Thorkell aumentava os ânimos do grupo, todos se levantavam com euforia, erguendo seus canecos de ale no ar. Ao menos, só pelo que dava para contar, Thorkell já tinha em mãos o poderio de cerca de dez marinheiros bem intencionados, além de Ferdinan, que sinalizava que poderia auxiliar com a localização do pirata Ghonn. - Será uma honra planejar um ataque ao seu lado, Tenente. Com sua força, o espírito da Capitã e minha estratégia… Duvido que sairá algum inimigo vivo dessa caçada. - Ele comentava com um sorriso animado no rosto.

E assim a noite prosseguiria, caso Thorkell nada mais tivesse para decidir em fazer. Como havia ficado encarregado de pagar a sua conta e de Valvatore, acabou por precisar desembolsar B$ 800.000 para o restaurante, o que teria sido um investimento muito proveitoso para sua experiência. Sua saída seria acompanhada por boa parte dos marinheiros, que acompanhariam, já meio bêbados, até as instalações do Quartel General. Lá, cada um se direcionaria para seus aposentos, tendo Thorkell sido designado a uma área de armazém, onde havia sido preparado uma área especial para servir de quarto, com uma grande cama que um dia havia sido um casco de um pequeno navio. No dia seguinte, notaria que o sol tardaria a aparecer, mas que os sons de agitação pelo Quartel General já indicaria que a manhã teria se iniciado.

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Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä Ter Ago 16, 2022 3:27 am
Tenente
Thorkell
A Fortaleza Bélica
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“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
Nem todos almejam o topo da montanha, mas entre alguns peculiares indivíduos há aqueles que anseiam pelo bater dos pés sobre o cume do monte. Todavia, entre esses poucos indivíduos, existem aqueles ainda mais singulares que todos os outros. Aqueles que desejam o céu, não o topo do monte. Esse tipo de determinação, esse tipo de convicção eu respeitava profundamente; ainda que fosse raro encontrar tais vontades.

Para buscar identificar esses homens era fácil, bastasse algumas palavras inspiradoras que seus espíritos eclodiriam em chamas. Dado momento, um sargento acabava se pronunciando e ainda salientando nossas qualidades. ~ Thororororororo! Gosto da sua boa intenção, soldado. Diria para o sargento com um belo sorriso no rosto. “Existem alguns casos a parte, alguns bem excêntricos em questão, seres que por mais que seus espíritos não anseiem novos horizontes ou o topo do mundo... sua vontade em viver lhes atribuem um inerente modo de viver.”

A noite havia prosseguido com muita comida, cerveja e boa conversa. Comia tanto que era provável que houvesse ganhado uns quilos a mais de “músculos”, obviamente. A índole dos jovens era contagiosa, tanto que até mesmo acabava cantando e dançando de forma amigável. Até poderia ser um Tenente e um gigante, mas isso não significava que diminuiria meu carisma. Em alguns momentos participaria de uma competição de cerveja, bebendo uma boa quantidade de barris. Talvez não superando meu adversário, mas com certeza me divertindo com o momento. Não seria a primeira vez que ganharia ou perderia, mas como sempre desfrutaria do momento.

Anoitada terminaria e eu pagaria minha parte e de Valvatore com prazer, ainda que soubesse que era necessário guardar dinheiro para fundar meu reino, sabia que aquilo era justo e muito bem gasto, uma vez que a capitã já havia me ajudado e muito. Escoltaria os marinheiros até o quartel, talvez estivesse um pouco embriagado, mas graças a minha resistência a recuperação seria mais rápida que o restante. ~ Vambora seus abestados! Dormir para recuperar suas energias que o dia vai ser frenético, hein! Thorororororo! Falaria de forma extrovertida ao tempo que bateria nas costas de um que outro com intuito de reforçar nosso Elo.

Uma vez dentro do Q.G. sendo movido até um armazém em razão de meu tamanho, não reclamaria. Afinal de contas, qualquer canto para mim seria suficiente para descansar esta fortaleza. Inclusive, possuía meu próprio castelo para desfrutar de qualquer mordomia, se assim desejasse.

Algum tempo haveria se passado e o sono havia sido profundo, tanto que nem lembraria do sonho se houvesse sonhado. ~ Huuh? Coçava a cabeça enquanto me levantava. Esticava um pouco os músculos e os ossos com intuito de aliviar a tensão muscular. ~ Auuuuuhhhhh-uuaahhhh. Soltava um longo bocejo enquanto notava o quartel já agitado. ~ Ei amigo... Apanharia pelo topo da cabeça de qualquer um dos soldados passando mais próximo. ~...que tá rolando aí? Perguntaria enquanto seguraria por alguns instantes seu corpo, logo em seguida lhe soltando vagarosamente.

Provável que nada estivesse ocorrendo, exceto o típico costume militar que os quarteis possuíam, mas por via das duvidas perguntaria para algum dos soldados. Caso fosse algo habitual do quartel, simplesmente acenaria para o jovem e começaria a caminhar pelo centro de treinamento em busca de aquecer um pouco o corpo. ~ Um treino de leve vai ajudar a aquecer os músculos.

~Treinamento: Soru Tekkai Dama~

Durante minha caminhada pelo campo de treinamento do quartel, avistaria alguns homens doutrinando seus corpos através do Rokushiki, mais especificamente alguns variações. ~ Hoo. Que movimentos interessantes, camarada. Parece uma variação do Tekkai. Diria para o homem em questão que estava usufruindo de um movimento acrobático baseado no Tekkai. - Olá senhor Thorkell! Sim, este é um movimento ao qual você funde o Soru e o Tekkai, permitindo mobilidade, defesa e ataque ao mesmo tempo. Ele indagava de forma direta.

Observava por alguns instantes o movimento que era mostrado pelo jovem durante o treino, este por sinal mostrava girar seu corpo em varias formas e aplicando o Tekkai para então colidir em seu alvo. - Tem outra variação também, mas por enquanto o que o senhor acha de especializar seu Tekkai? Será uma boa forma de melhorar seu Douriki e seu potencial na luta. O rapaz era humilde e bastante amigável. ~ Thorororo! Não vejo motivos para negar sua boa vontade, meu jovem. Respondia enquanto acenava com a cabeça de forma positiva.

Durante algum tempo começava a exercitar o corpo e treina-lo por meio da especialização do Tekkai. Usufruindo da fusão entre Soru e Tekkai, atrelado a movimentos giratórios, começava a pôr em pratica o que havia observado e ouvido do marinheiro. Inicialmente, erraria o ponto chave para ativar o Tekkai e aplicar a técnica, mas o passar do tempo e da aplicação das manobras compreendidas na fusão, chegaria o ponto em que começava a entender e executar com maestria. ~ Soru Tekkai Dama! Exclamaria quando enfim ativaria o Soru, conjunto de um movimento giratório frontal e, em seguida, ativando o Tekkai. Finalizaria o movimento potencializado em sinergia com ambos os Rokushikis em plena harmonia.

- O senhor pegou rápido a especialização do Soru em fusão com Tekkai, que incrível. É bem capaz de o senhor aprender a outra variação ainda mais rápido. O marinheiro diria animado com o treino. ~Thorororororo! Foram seus movimentos e sua explicação, amigo. Valeu pelas dicas. Diria parabenizando o rapaz por explicar de forma rápida e concisa, apesar de que estes músculos sempre aprendem rápido.

~ Fim do Treino ~


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Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä Ter Ago 16, 2022 11:35 am

7º Capítulo: Um Titã em Lótdä



Com a manhã agitada, Thorkell acordava com o som do tintilar do metal e da solda sendo feita. Não era de imaginar o contrário, uma vez que o galpão onde se encontrava era nada mais nada menos do que uma oficina do Quartel General, que havia cedido um grande espaço para que o meio-gigante pudesse descansar e ter sua privacidade. Ao se levantar, ainda estando dentro de seu navio-cama e cercado por paredes finas que haviam sido colocadas provisoriamente para lhe servir de quarto, Thorkell teve tempo para se recompor e acordar apropriadamente, saindo pela porta por onde havia entrado na última noite. Com a luminosidade ainda muito baixa pela ausência do sol, Thorkell conseguia visualizar a oficina já nos primeiros estágios de funcionamento, com alguns marinheiros circulando e tendo as visões guiadas por lamparinas acesas nas paredes.

Descobrindo que os sons não eram nada além do funcionamento padrão do Quartel General, o Tenente seguia para o exterior, onde o frio lhe abraçava mais uma vez. Lá, acabava se deparando com alguns recrutas e oficiais de mais alta patente em treinamentos intensos, com o Rokushiki sendo transmitido para os mais valorosos. Um dos homens que doutrinava os demais acabava auxiliando Thorkell da forma que ele precisasse, demonstrando as incríveis habilidades dos Rokushikis ao serem somados. - Ainda temos tempo para aprender um pouco mais, caso queira, senhor. Sabe, se a velocidade do Soru pode ser uma ferramenta para ser utilizada com o Tekkai para maximizar seus efeitos, a gravidade também faz um excelente trabalho. O que acha de aprender um pouco mais sobre o Cho Sokuten Tekkai? - Comentava o oficial, apontando para cima e mostrando alguns marinheiros mais experientes treinando o geppou, se mantendo no ar. Logo após, um deles imediatamente caía como um meteoro, criando uma enorme cratera no chão próximo dali. Apesar de imaginar que o oficial tivesse se ferido na queda, notava que o mesmo se levantava cheio de vigor, tendo sido salvo pelo seu Tekkai.

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Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä Qua Ago 17, 2022 3:12 pm
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“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
~Aprendizado Rokushiki: Cho Sokuten Tekkai~

O jovem garoto comentava sobre haver outra variação do Tekkai, o que certamente chamaria minha atenção. ~ Hoo. Outra especialização? Que habilidade incrível, apesar que quase todos os Rokushikis detêm variações, não é mesmo. Thororororo! Riria amigavelmente enquanto ouviria sobre a outra variação do Tekkai.

O marinheiro sorria de volta e então retornava a falar. – Na verdade, senhor Thorkell, existem poucas variações do Tekkai... se em comparação aos outros Rokushikis. Por exemplo, Shigan e Rankyaku tem diversas. Entretanto, os soldados preferem esse tipo de habilidade, exatamente por isso são poucos os peritos em Tekkai. O marinheiro explicava mais um pouco enquanto elucidava os conceitos de Douriki.

- O senhor aprendendo o Cho Sokuten Tekkai, basicamente lhe tornara um mestre neste conceito de Tekkai. Com certeza lhe tornando uma fortaleza humana, isso é o que eu diria, mas já conhecendo o senhor... não seriam necessárias as especializações do Tekkai. Hahahaha! O jovem ria de forma extrovertida, mostrando um bom caráter. ~ Thorororororo! É verdade meu jovem. Colocava as mãos na cintura e gargalharia em resposta a brincadeira do marinheiro.

- O senhor vai virar então uma fortaleza de ferro. O rapaz diria enquanto tomaria uma posição um pouco mais afastada. – Agora vou te dizer um pouco sobre essa especialização, dominei ela poucos meses atrás e, é bastante útil em combate. Entretanto, ela é potencializada pelo usuário como quase todos os Rokushikis. O maior diferencial é que cada característica racial influencia de certa maneira. Vamos então? O marinheiro perguntava e logo de cara respondia acenando a cabeça ao tempo que portava um sorriso carismático.

O garoto então começava a usar o Geppo pra subir alguns metros e então usufruir de um ataque em queda livre. – É melhor o senhor sentir na pele este movimento: Cho Sokuten! O movimento viria em minha direção e em uma velocidade bastante ágil através de incontáveis giros. – Tekkai! Quando o ataque estava para me atingir, recuava apenas um dos pés enquanto os olhos acompanhavam o golpe, usava minha habilidade favorita dos Rokushiki. ~ Tekkai! Para reforçar os músculos e servirem como uma muralha em busca de frenar a investida do marinheiro.

O ataque me alvejaria com potência, tanto que até mesmo me surpreendeu por uma fração de segundos. O impacto mostrava a força do corpo impulsionado pela sinergia do Tekkai agregada pelo impulso do Geppo em conjunto da gravidade. ~ Hah. Que poder de ataque, mesmo com esse pequeno corpo. Proferia para o marinheiro recebendo seu chute no tórax de bom grado.

O rapaz então era forçado a recuar e saltava para trás pela colisão de forças, voltando a se aproximar. - Sua resiliência faz jus aos rumores, senhor Thorkell. Não consegui nem mesmo lhe empurrar, mesmo usando uma das variações mais fortes do Tekkai. Hahahaha! Ele sorria um pouco sem jeito, mas logo então exemplificando como funcionava esta variação do Rokushiki.

Era fácil de entender seu conceito e aplica-lo, pelo menos em teoria. Mas não demoraria muito para mim por em pratica. Afinal de contas, estes músculos precisam experienciar para memorizarem com clareza. ~ Geppo! Usufruindo do Geppo em um primeiro momento, andaria alguns passos no ar para tomar altitude e então me impulsionar diretamente contra o chão.

Algumas tentativas me mostrariam que ativar o Tekkai durante um movimenta era algo árduo de se fazer, mas com determinação, esforço e dedicação acabaria conseguindo realizar a ativação. O marinheiro acabaria instruindo e salientando que era possível dar rotações durante o movimento para aumentar o poder de perfuração ao mesmo tempo que o corpo seria revestido pela dureza muscular do Tekkai.

Algum tempo em pratica, não demorando muito, conseguiria aplicar a especialização do Tekkai em pleno ar. ~ Cho Sokuten! Com alguns passos no ar, girando o corpo através da impulsão no ar com Geppo, me jogaria diretamente no campo de treinamento. ~ Tekkai! Enfim, haveria possui êxito na utilização da variação do Rokushiki; apesar que isso teria levado o campo de treinamento com diversos rombos sobre sua superfície. – O senhor causou um belo estrago no campo de treinamento. Hahahaha! O marinheiro diria isso de forma espirituosa, mais se sentindo agradecido por ter ensinado do que o trabalho que teria em arrumar tudo aquilo.

~ Bah! Isso que controlei bastante minha força pra não destruir tudo, hein. Thorororororo! Gargalharia despojadamente. ~ O minímo que posso fazer é pedir desculpas por demolir sua área de treino, camarada, já que teve a descencia de ensinar um velho como esse. Falava enquanto coçava a barba um pouco constrangido pelas minhas ações. “Tomara que a capitã Jesse não reclame sobre isso... apesar que seria uma boa desculpa para aceitar um duelo, não é mesmo!?” Quase como um lampejo esclarecedor, mostrava um sorriso e olhos animados com o possível combate contra a felina, apesar de que sabia que não era o momento para pensar nisso.

- Ahh relaxa, Tenente Thorkell. Eu peço mais tarde para os recrutas arrumarem isso, sei que tem uma missão grande pra realizar e também dará alguma coisa para os novatos fazerem. Pode ir sossegado e boa sorte. O marinheiro era jovem, mas portava um caráter de cavaleiro. ~ Ohh, agradeço sua generosidade meu amigo. Realmente está na hora de quebrar o pau! Proferia extrovertidamente enquanto cumprimentava o marinheiro e em seguida me despediria dele, por hora.

~Fim do Treino~

Sem mais delongas, caminharia pelo quartel em busca de encontrar Valvatore. ~ Bom dia! Pelo visto dormiu muito bem, hein! Parece mais jovem ainda, Thororororo! Proferia amigavelmente enquanto como de costume galanteava a capitã. Caso encontrasse os soldados que estavam comigo na ultima noite. Assim que avistasse algum deles, comentaria. ~ Saudações amigos! Prontos para partirmos? Se não estiver faltando nenhum de vocês, vambora! Bateria as mãos com intuito de enfatizar meu espirito desbravador.

Caso eles começassem a caminhar, eu ficaria parado por alguns segundos e diria. ~ Ei, ei, ei!!! O que estão fazendo? Arqueava a sobrancelha enquanto coçava a barba. ~ Hã?! Thororororororo! Certo, certo... não lhes avisei, não é mesmo?! Vocês iram de carona dentro da minha fortaleza, é claro. Enquanto proferia três escotilhas abririam no centro do tórax. ~ Será mais fácil caçar o pirata assim e destruir qualquer plano deles com emboscadas ou armadilhas. Afinal, nada que eles prepararem para prejudicarem vocês conseguirão parar estes abençoados músculos. Terminaria de falar com franqueza, não com arrogância ou petulância, mas sim atrelado com ímpeto e destemor.


"Nunca confunda meu silêncio com ignorância, Minha calma com aceitação ou Minha bondade com fraqueza."
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Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä Qui Ago 18, 2022 2:12 pm

7º Capítulo: Um Titã em Lótdä



Após o intenso treinamento sobre aquela peculiar arte de utilizar o Tekkai, o meio-gigante enfim estava pronto para partir atrás de sua caça. Claro, haveria a necessidade de seu desjejum da manhã, no qual o estômago começava a exigir após árduos treinamentos. Naquele momento, o sol já estava colorindo o céu em tons de laranja escuro, o que simbolizava bem a passagem de tempo na região. E, ao encontrar a Capitã Valvatore perambulando pelas instalações da marinha, notaria a mesma bem desbelada, com um rosto todo amassado e com profundas olheiras abaixo de seus olhos. - Vê se não grita, idiota. - Ela comentava, claramente estando passando por um momento de ressaca, o que indicaria que a mesma havia abusado e muito na última noite, talvez até mesmo continuado após a despedida com Thorkell.

Reunindo com os oficiais na sala de treinamento, Thorkell notaria que alguns outros soldados haviam se juntado à equipe, tendo sido trazidos em decorrência dos próprios marinheiros que havia conhecido na taverna no dia anterior. Era uma mistura extremamente diversificada de pessoas e biotipos, com alguns oficiais mais altos e musculosos, e outros esguios e até mesmo introvertidos, ainda mais diante do brilho natural da determinação do Tenente. - Com um grupo desse tamanho, talvez tenhamos problemas para avançar pela floresta, Tenente. - Ferdinan aparecia logo atrás de Thorkell, com suas estranhas vestes e seu arco preso em seu corpo.

Quando dito que os oficiais estariam indo junto de seu corpo, os mesmos se entreolhavam, até que a Capitã Valvatore dava o primeiro passo, se encolhendo e adentrando nas fortalezas de Thorkell. - Vamos logo, imbecis. E você, Thorkell, me acorde apenas quando começar a ação. Vou precisar duns minutos. - Ela comentava, procurando nas instalações algum quarto para repousar. O “eu interior” do meio-gigante recepcionava os convidados, que iam observando maravilhados as redondezas. - Caso prefira, posso lhe acompanhar lado a lado, Tenente. Precisarei vasculhar os arredores atrás de pegadas e rastros, então permanecer em sua fortaleza pode nos atrasar um pouco, se não tiver objeções. - Ferdinan dizia, requerendo autorização para seguir a viagem a pé. Diferente dos demais, Ferdinan não aparentava estar surpreso com as habilidades do meio-gigante, o que indicava que provavelmente era mais experiente do que os demais.

Se assim o fizessem, e fosse desejo do Tenente em seguir para sua missão, a dupla, acompanhados de mais uns quinze oficiais na fortaleza da Shiro Shiro no Mi, seguiriam a pé em direção da cidade. De lá, Ferdinan indicaria um caminho por trás de um grande edifício, onde a costa de uma montanha separava a área da civilização da mata. Com o auxílio do meio-gigante, havia sido extremamente fácil avançar montanha acima, chegando numa área mais plana de altos pinheiros. A vida selvagem ali também era presente, com diversos rastros de animais, além de alguns que davam para serem vistos à distância. As árvores e os galhos mais baixos, além de dificultar a visão de Thorkell, também atrapalhava sua visão, exigindo cautela e paciência para seguir viagem, sendo possível apenas se guiar por conseguir abrir janelas em seus membros inferiores e enxergar através dos oficiais e de sua versão em miniatura.

E, de fato, se não fosse por Ferdinan distinguindo uma pegada da outra, muito provavelmente o Tenente ficaria andando em círculos até encontrar algo que prestasse. - Huh…? - Ele comentava enquanto passava por um galho quebrado na altura de seu ombro, fazendo com que ele erguesse um braço indicando para Thorkell parar. Ele se abaixava, remexendo um pouco na neve, até que a dupla pudesse notar um pequeno fio escondido, preso entre duas árvores grandes. - Um sistema de alarmes, pelo que parece. Devemos estar entrando no território deles. - Ele comentava, deixando agora o arco em posição em suas mãos. Com a altura de Thorkell, talvez fosse possível identificar algo diferente do que Ferdinan estava observando até então, mas a verdade era que seria necessário muita cautela para adentrarem ainda mais aquela região.

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Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä Sex Ago 19, 2022 12:48 am
Tenente
Thorkell
A Fortaleza Bélica
物語
“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
O dia estava se esvaindo, mas de fato havia sido bastante produtivo. Afinal, havia doutrinado variações do Tekkai neste corpo. Talvez eu fosse um dos poucos que seguisse esse lado mais defensivo, mas era bastante útil para mim, já que, iria me permitir desfrutar por mais tempo um bom combate. ~ Eita! Fome ta monstra, Thorororo! Sentia as entranhas se corroerem ao tempo que emitira um som estrondoso, por motivo dos árduos treinamentos. Aproveitaria para sentir o cheiro de comida que, provavelmente, sentiria vindo do refeitório. Iria até lá para saciar a fome e posterior encontrar a capitã Valvatore.

Quando havia encontrado Valvatore, não demorando muito em minha caminhada pelo quartel, notava que a mesma estava de ressaca. “Ora, ora. Pelo visto a bebedeira foi das grandes, Thorororo!” Havia pensado comigo por alguns instantes. ~ Certo, certo, pelo visto teve um daquele pileques, hein! Diria de forma extrovertida enquanto o tom de voz seria baixo.

Após falar para os soldados sobre minha fortaleza, muitos ficavam em duvida e até era compreensível. Porém, bastou a iniciativa de Valvatore que amenizava a situação e gerava confiança. ~ Thororororo! Pode deixar, capitã. Use um dos confortáveis quartos de meu castelo e descanse o quanto precisar. Diria com convicção e animação, já que, a liderança estava em minhas mãos, e não nas dela.

Em seguida a entrada de Valvatore, minha copia haveria se manifestado e recebido a mulher enquanto a direcionava para um dos cômodos. ~ Até daqui a pouco. Acenaria para a marinheira enquanto gesticularia com dedo da mão de forma positiva e carismática. Do lado externo, enquanto os soldados adentravam na fortaleza, Ferdinan comentava sobre seguir em conjunto de mim, já que, ele seria a peça chave para localizar o paradeiro do pirata. ~ Hmm... parece ser uma boa ideia, jovem. Responderia de bom grado.

Uma vez com todos os marinheiros alojados dentro da minha fortaleza, seguiria com o soldado Ferdinan caminhando para fora do quartel da marinha. Após passar por uma parte da região central da ilha e seguir mais adentro, avistava uma montanha e lá estava nossa rota, pelo menos assim seguia junto de Ferdinan e meus instintos. ~ Parece um bom lugar para um esconderijo. Diria puxando assunto ao tempo que permanecíamos calcorreando.

Notando a dificuldade que seria para o jovem ao meu lado me acompanhar montanha acima, apanharia ele pelo seu corpo e então transformaria minhas pernas em rodas de Tanque. ~ Mostre o caminho e poupe suas energias. Diria com um sorriso amigável e colocaria o soldado por cima do ombro, servindo como base de apoio ao tempo que rodaríamos através de meus poderes.

Havia uma cadeia de arvores, rastros floresta a dentro, ampla visão limitada e até mesmo andar pelo local. Entretanto, usufruindo de minhas rodas de Tank, navegação, senso de direção e instintos, não seria tão difícil assim me locomover e chegar ao destino. ~ Esse local daria um bom lugar para uma cabana de férias. Thororororo! Proferia de forma descontraída, apesar de estar atento para com ao meu redor. Ainda que estivesse com dificuldades de avistar em um todo, confiava em minha força para reagir se necessário em alguma emboscada.

Em algum momento Ferdinan encontrava algumas pistas, descendo de meu corpo para analisar melhor. Então o marinheiro comentava sobre um sistema de alarma feito pelos piratas em busca de inibir ou avisar invasões. ~ Hoo. Então é hoje que Ghonn sentirá meu pé chutar sua bunda até sair pela sua boca. Kekekeke! Acabaria dizendo de forma impetuosa e ávido pela batalha, deixando escapar uma risada um tanto quanto tenebrosa. ~ Vambora!

Olhando pela região era difícil avistar alguém, exceto nós. ~ Ora, ora. Ficar parado ou andar igual tartaruga só vai nos fazer perder tempo. Diria em seguida agarraria Ferdinan. ~ Segura firme parceiro. Terminaria de proferir enquanto me transformaria na forma Golem de pedra e avançaria terreno adentro sem um pingo de cautela.

Caso armadilhas fossem ativadas, simplesmente ignoraria elas e continuaria avançando como um touro em busca do toureiro. ~ Thororororo! Relaxa soldado, confia neste velhote. Diria para o marinheiro caso ele dissesse algo sobre perigos. Usaria as mãos para defender o rapaz quando sofrido por alguma armadilha, se caso houvesse. ~ AONDE VOCÊ ESTÁ!? SEU PIRATA DE UMA FIGA! MOSTRE SEU ROSTO E ME ENFRENTE, SEU FRANGOLINO! Começava a gritar pela região tentando chamar a atenção do pirata e localiza-lo com maior facilidade.

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Re: 7º Capítulo: Um Titã em Lótdä Seg Ago 22, 2022 11:55 am

7º Capítulo: Um Titã em Lótdä



Diferentemente do planejado por Ferdinan, Thorkell tinha seu próprio método para lidar com armadilhas e alarmes. Transmutando-se em uma fortaleza-humanóide, o meio-gigante gerava um enorme estrondo pela floresta com a derrubada das árvores ao seu redor. Ferdinan, completamente atônito, era pego de surpresa pelas mãos do enorme golem de pedra para ser levado adiante. — E-ei, senhor! Te-tem certeza sobre isso?! — Comentava o arqueiro, completamente apavorado, enquanto o meio-gigante avançava como um touro por entre as árvores e rochas, destruindo tudo em seu caminho pela direção anteriormente indicada por seu aliado.

Sua pele de pedra sequer sentia o rompimento dos fios e das cordas que supostamente soavam alarmes e acionavam armadilhas, a única coisa que Thorkell acabava notando eram troncos de árvore, pequenas explosões e buracos surgindo pelo chão ao longo do caminho, mas quando os mesmos eram ativados, a fortaleza bélica já estava a muitos passos adiante. Nada parecia pará-la, e em pouco tempo Thorkell podia notar, graças à sua enorme estatura, fumaça vindo de uma clareira a poucas dezenas de metros adiante. Era então que seus olhos captavam algo se aproximando de sua têmpora, não tendo tempo hábil para evitar o projétil.

7º Capítulo: Um Titã em Lótdä PettyCompetentAustraliankelpie-size_restricted

Um tiro comum sequer causaria cócegas na pele de pedra da fortaleza, mas o projétil não parecia ser algo comum. O pouco que havia conseguido notar, Thorkell percebera que o tiro era uma bola disforme de metal e sucata, que atingia com precisão numa área que fazia o olho esquerdo de Thorkell falhar. Em seu interior, as pessoas se agitavam, entrando a postos nas entradas da fortaleza enquanto o meio-gigante caía ao chão, completamente atordoado. Era o tempo da poeira e neve abaixarem e de começar a se reerguer que Thorkell notaria uma face curiosa olhando em sua direção, já dentro daquela nuvem de fumaça.

7º Capítulo: Um Titã em Lótdä D9b3e858618f2b818914206a34ce42e6

*Ronc ronc*, HAHAHAHAHA, tanta armadilha pra nada *ronc ronc*. — O homem rica e roncava de um jeito gutural, esfregando a enorme barriga enquanto Thorkell terminava de se levantar. — *Ronc* Nem para avisarem antes para preparar as boas-vindas. — Ele dizia, e olhava em direção ao corpo de Ferdinan, que estava estirado ao chão próximo de uma pedra, com um sangramento no rosto, por conta da queda. — Segurar um cães enquanto meus cães chegam… Não será problema *Ronc Ronc* HAHAHAHAHAHAHA! — Ele dizia olhando para a direção de onde Thorkell havia notado a fumaça, imaginando que reforços viriam daquela direção em pouco tempo, e que Ghonn simplesmente havia antecipado a recepção dos oficiais.

Como uma voz em seu interior, Thorkell sabia que os soldados estavam abalados, mas se ajeitando após a queda do castelo. Os mesmos começavam a se posicionar nas entradas principais, prontos para obedecer às ordens do Tenente para dispararem suas armas ou saírem em reforços. a Capitã Valvatone ainda não se pronunciava, mas conhecendo a peça, Thorkell imaginava que em pouco tempo ela sairia de seus aposentos e pronta para destruir a ilha se necessário fosse. — HAHAHAHA, castelinho, castelinho… Depois que abrir seu peito, irei achar seu coração ou apenas uma rocha? HAHAHAHA *ronc ronc* — De suas mãos, um enorme gancho e uma espécie de rifle de cano largo eram possíveis de serem vistos que, apesar de aparentarem serem armas comuns, nas mãos daquele enorme glutão pareciam de fato armas de destruição em massa.

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