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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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Cap. 1 - Aonde é que eu estou?

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Kenshin
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Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Ahri
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Kenshin
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Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Dom Mar 27, 2022 9:04 pm
Cap. 1 - Aonde é que eu estou?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Nero Vil Gax. A qual não possui narrador definido.

_________________

Cap. 1 - Aonde é que eu estou? J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Pirata
Re: Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Ter Mar 29, 2022 12:03 am
Nero acordaria e abriria os olhos, ao olhar para o céu estranhamente sua visão estaria azulada e turva... sua mente demorava um pouco até entender o porque, e nesse tempo questionamentos surgiam em sua cabeça.
*Aonde é que eu to omi? Aon.. aonde é que eu to? Será que eu estou em Alagoinha? Será que eu estou em algum canto deserto por aí? Eu estou.. eu estou sem saber onde é que eu estou!
Conforme despertaria o tritão finalmente entendia que estava embaixo da água, se levantaria e sairia provavelmente no porto da ilha até então desconhecida. Ao sair olharia seu reflexo na água e pensaria algo como "A cada dia mais gostosa", ou algo do tipo.

O homem-peixe começaria a andar procurando por humanos e encarando eles, logo em seguida procuraria o que estivesse mais perto e começaria a gritar com ele em um tom de voz ameaçador, rapidamente agarrando seu braço:
-EEEEEI VOCÊÊÊ! Eu estava lutando uma batalha feroz contra 7 reis dos mares e um titã agora pouco, e apesar de não sair ferido eu estou faminto! Então me diga aonde tem um bar?

Caso a pessoa demorasse a responder Nero começaria a apertar seu braço com toda sua força, começando a perder a paciência. E caso a pessoa continuasse a demorar Nero começaria a pisar no chão com força até ela responder.

Ao ouvir a resposta Nero mudaria completamente sua postura, abrindo um largo sorriso em seu rosto e abraçando o desafortunado:
-Ah! Muito obrigado amiguinho! Você me ajudou muito hoje, eu vou te compensar um dia

O polvo então caminharia em direção ao bar indicado, e já chegaria entrando com tudo, chutando a porta da frente e gritando o mais alto que sua garganta aguentasse:
-BORA USAR DROGA DESGRAÇAAAAAAAAAAAA!
O grandalhão iria até o balcão se sentando em qualquer banco disponível, e se nenhum banco estivesse disponível ele se sentaria no colo de algum bêbado mesmo. Logo em seguida chamaria o barman dizendo:
-Ei amor da minha vida! Fonte de luz inesgotável! Alma gêmea, carne e unha, bate coração! Manda a maior quantidade de bebida, fumo e comida que você puder! PORQUE HOJE O PAI TÁ RICO CARALHO!

Ironicamente Nero dizia isso sem ter um puto no bolso, mas ainda assim dizia com um estusiasmo e com uma animação, que parecia até mesmo que o polvão tinha ganho na loteria. Nero esperaria pelo barman ou garçom enquanto batucava o balcão com seus 3 pares de braços.
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Re: Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Ter Mar 29, 2022 12:25 pm



É o Vilgaxxx



O astro rei brilhava com intensidade no céu azul de Sirarossa, a Ilha se encontrava em seu curso normal, trabalhadores faziam seus serviços de carga e descarga no porto, enquanto outros ficavam comandando o grupo com função braçal. Uma existência singular surgia no ambiente, diferente do que esperava, Nero não havia acordado no mar e sim no lixão próximo da área portuária. Do local onde estava, era possível para Nero avistar o montante de seres humanos trabalhando e também cerca de três grandes navios, que pelo visto, estavam repleto com cargas variadas.

Sem mais delongas, a criatura louca se colocou de pé, gritando com um humano que passava em passos largos e rápidos pelo lixo onde o homem-peixe havia acordado – Bar? Dê sessenta e cinco passos naquela direção, depois caminhe por cinco passos e irá acabar na porta de um bar. – Falou o homem franzino sem se assustar ou se intimidar com a presença do homem-peixe, ele parecia ter outras preocupações piores. Nero respondeu agradecendo pela informação, mudando rapidamente de humor e aquilo era estranho para um caralho, mas foda-se, é o Torres. De qualquer forma, seguiu a indicação do homem e logo parou em uma espécie de taberna feita de madeira que nitidamente não estava em boas condições.

BOOM! O som do chute na porta chamou a atenção daqueles no interior do lugar, mas todos gargalharam com a fala inicial do polvo, voltando rapidamente aos seus assuntos. Bom, a porta continuou ali, ela abriu em um rompante e em seguida fechou novamente. O interior do lugar se tratava de um ambiente bem simples, com cerca de oito mesas dispostas, cada com quatro cadeiras, sendo que algumas estavam com um número maior, o que fazia faltar cadeiras em outras mesas. Não parando por aí, um balcão feito de madeira maciça – diferente da estrutura do estabelecimento – e contava com um rapaz de aparência jovial, cabelos amarelos e uma face bem comum, o que não cabe e muito menos vale a descrição – É pra já, meu chapa. – Falou o jovem puxando uma grande caneca feita também de madeira e enchendo de cerveja que mais parecia mijo, mas, teria um gosto bom quando Nero provasse. Um charuto foi entregue e um prato simples com arroz, ovo e uma carne emborrachada, que tornava difícil a mastigação do polvo humano.

O lugar contava com cerca de onze pessoas além do único atendente visível a Nero, alguns estavam festejando e outros pareciam simplórios bêbados aproveitando para sanar as suas dependências. Como Nero pagaria por tudo aquilo? Só Deus sabe meus amigos.


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Re: Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Ter Mar 29, 2022 6:38 pm



É o Vilgaxxx


Gax olhava para o prato de comida em sua frente e salivava, mesmo com o cheiro não sendo dos melhores, talvez o motivo fosse a proximidade do local ao lixão portuário. Faminto, o tritão devoraria aquela refeição do jeito que ele pudesse, em uma velocidade anormal sem nem mesmo saborear a comida, tentando facilitar a mastigação o tritão tomaria goles e goles de bebida, enchendo a caneca de novo se necessário.

Após comer e se embebedar Gax pegaria o charuto e o colocaria na sua boca, em seguida procuraria por um isqueiro no balcão, caso não encontrasse um pediria ao barman e ao ascender o charuto guardaria o isqueiro em um de seus bolsos. Nero então se levantaria pegando uma garrafa de bebida de uma mesa próxima e iria até a porta do estabelecimento.

Caso alguém tentasse impedir Nero, segurando seu braço ou entrando em seu caminho, o homem-peixe faria uma cara de confuso e ficaria encarando o indivíduo por uns 10 segundos em um silêncio constrangedor. O polvo então cuspiria tinta na cara do estranho, seguraria seu tronco com seus dois pares de braços superiores e com seu par restante começaria a socar a barriga do azarado, e após desferir uma sequência de socos, daria um gancho com toda sua força tentando atravessar seu punho através da barriga do infeliz.

Nero então caminharia para fora do estabelecimento com um sorriso malicioso em seu rosto, esperando por um ataque vindo em sua direção, e caso realmente fosse atacado o verdão pularia dando um mortal pra trás, tentando se esquivar do ataque inimigo.
-Como ousa me desafiar?  Eu sou um Deus e conquistador de 10 ilhas!
O tritão então investiria contra o inimigo, e ao correr realizaria uma finta parando e mudando de direção para rodear o inimigo, então desferindo 3 socos ao mesmo tempo, vindo de 3 direções diferentes todos mirando cabeça, pescoço e peito.

Ao estar próximo do inimigo, Gax se atentaria para seus movimentos, levantando a guarda e interrompendo o seu ataque quando fosse desferido, atingindo um soco na articulação utilizada, cotovelo ou joelho, dependendo se fosse um soco ou chute.

Caso Nero não fosse interrompido, o homem-polvo seguiria seu caminho andando sem rumo pela cidade, procurando por uma loja de armas ou de artigos de forja.

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Última edição por Jupges em Qua Mar 30, 2022 7:33 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Qua Mar 30, 2022 12:07 pm



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Nero não perdeu tempo e fez sua refeição, sem ao menos dar tempo para saborear ou sequer mastigar corretamente. O homem-peixe parecia com pressa para sair dali, seria o medo por não ter dinheiro para pagar ou ele simplesmente era totalmente insano? Bem, acredito que seja a segunda opção. De qualquer forma, um charuto foi ofertado e o atendente acendeu o fumo usando um único fósforo, não tendo como o polvo roubar o “isqueiro”, espertinho ele em? De qualquer forma, após sua refeição ele partiu em direção a porta de saída, o que causou estranheza ao atendente que olhava a criatura indo embora sem pagar – Ei! Espere, você esqueceu de pagar. – Falou o rapaz jogando uma toalha no ombro e caminhando em passos rápidos em direção a pequena “porta” na lateral do balcão, entretanto, antes mesmo que ele pudesse interceptar a criatura do mar, um outro rapaz barrigudo, com barba sem fazer e um topete digno de homenagear o Ronaldo Fenômeno se colocou na frente de Nero – Amigo.... – Ele falou enquanto seus olhos abriam e fechavam – Você precisa pagar. – Ele continuou cambaleando, tentando se manter de pé.

O protagonista dessa aventura simplesmente parou por alguns segundos observando o homem e em seguida realizou uma sequência de golpes pesados, segurando o homem com dois braço e acertando todos com os outros. Ele finalizou tentando atravessar o corpo do homem com seu punho, mas o homem-peixe estava longe de ter força o bastante para aquilo, ele era realmente um louco. Ele continuou sua jornada para fora do estabelecimento, esperando por uma boa rodada de confusão, como o próprio já estava acostumado, contudo, o que ele recebeu foi totalmente o oposto – Espere! Se você não tem dinheiro para pagar, pode me ajudar aqui no bar. Preciso de alguém para lavar os pratos, também tenho um serviço de entrega e servir as mesas! Pode passar algumas horas comigo? É uma oportunidade de emprego! – Falou o atendente alguns metros atrás de Nero – Se quiser fazer uma jornada de trabalho completa, consigo debitar o valor do consumo e lhe pagar o restante! É uma oferta justa. – Finalizou o homem esperando uma resposta do homem peixe.


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Re: Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Qua Mar 30, 2022 8:35 pm



É o Vilgaxxx


Nero olhou para trás quase que certo do que ia responder, então quase instantaneamente ele recusou, mas o atendente parecia ser gente boa coitado e fazia tempo que o polvo não trabalhava, além disso trabalhar em um bar deve ser mais interessante do que sair vagando sem rumo pela cidade. O homem-peixe então pôs-se a pensar, e chegou rapidamente a uma conclusão, qualquer coisa é melhor do que ficar entediado. Ainda assim o atendente parecia suspeito, então o peixe falaria de uma maneira descontraída:

-Ah sim claro! Eu ajudo a lavar os pratos, mas só pra entender, eu acabo de espancar um dos seus clientes e atingi-lo com um bilhão de socos em um único segundo e você me oferece emprego?

Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Ca1d215c591d2356acb0b071583798d1

E o Vilgas perguntaria só por perguntar mesmo, não é como se ele estivesse com medo de ser atacado por um bando de véio bebum caso estivesse sendo enganado. Então Gax esperaria pela resposta por educação e entraria no bar, olharia para o homem que tentou pará-lo no chão e faria um som de "tsc" debochando do homem, então jogaria os tentáculos de seu rosto para o lado como se fossem tranças e iria em direção a cozinha, ou pia procurando a louça pra lavar.

Gax então procuraria por alguma fonte de água próxima, logo em seguida faria um gesto com os dedos, como se chamasse a água até ele e jogaria a água com bastante força nos pratos, não o suficiente para quebrar mas tentando colocar o máximo de pressão possível. Nesses momentos ter 3 pares de braços deve ser um milagre, afinal Nero começaria a ensaboar os pratos com um par, lavar com o outro, e em uma velocidade impressionante secar com o restante, tudo ao mesmo tempo.
*Eu sou foda mesmo
Pensaria o tritão enquanto realizava uma tarefa básica do cotidiano, até coisas simples como essa já eram mais do que o necessário para inflar o seu ego.

Enquanto realizava sua tarefa de lavar a louça Gax ignoraria o ambiente externo o máximo que pudesse, como se estivesse realizando uma das tarefas mais importantes de sua vida, estando altamente entretido.

Quando finalizasse a limpeza, o tritão se voltaria ao barman dizendo:
-Limpei tudo como você pediu, e agora?

Caso Nero fosse atacado ao entrar no bar sendo emboscado, o homem-polvo pegaria uma mesa rapidamente e giraria ela ao seu redor, rodando junto com ela para realizar um ataque em área afastando os inimigos.

Nero também se atentaria ao barman, se o homem tentasse algo contra o polvo daria um chute em seu peito, afastando-o para longe, em seguida utilizaria de sua acrobacia para pular na parede e pegar um impulso, indo em direção ao homem com um soco diretamente em sua face.

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Re: Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Sab Abr 02, 2022 1:15 am




É o Vilgaxxx



O homem-peixe estava pronto para o combate, no entanto, recebeu carinho ao invés de ação. Ele era louco e isso estava claro para qualquer um que passasse cinco minutos com ele, no entanto, ainda sim existia um certo raciocínio em sua mente perturbada – Você não é o primeiro brigão que aparece por aqui e nem vai ser o último, já estou acostumado com esse tipo de coisa aqui no bar. – Respondeu o homem dando espaço para que o tritão pudesse passar com tranquilidade. A criatura do mar não deixou de zombar do pobre coitado que tentou pará-lo, que naquele momento estava recebendo ajuda de algumas figuras que vieram do bar, provavelmente seus aliados, mas que não parecia querer continuar um combate.

Sem mais delongas – já no interior do bar – o polvo não achou a cozinha, já que ficava bem escondida em uma pequena porta atrás do balcão, ao lado da grande estante com alguns engarrafados – Por ali. – Falou o atendente apontando para pequena porta que estava camuflada no ambiente. Ele atravessou um pequeno corredor ligeiramente estreito para suas proporções, o que obrigou a figura a andar de lado, já que não conseguia passar de frente, por causa dos ombros largos. A cozinha era simples, assim como a parte do salão, ela também era feita com madeira, que inclusive liberava um ruído chato a cada passo dado pelo tritão. O lugar estava vazio, contava apenas com uma grande mesa – também de madeira – e dois fogões a lenha.

Ao olhar para a pia ele conseguiu ver um número considerável de pratos, talheres e canecas sujas e o odor era algo incômodo a pessoas normais, mas provavelmente seu próprio cheiro de lixo seria capaz de abafar o odor dos pratos sujos. Aliás, se a vigilância sanitária batesse nesse bar, só de ver Nero fedendo daquele jeito na cozinha, já seria argumento o bastante para que o lugar fosse fechado. De qualquer forma, o protagonista dessa história logo agiu com velocidade, lavando os pratos e usando seu domínio rústico da água para ajudar, o que fazia ele quebrar alguns pratos, já que seu controle eram bem simples e nada refinado. Ele continuou por ali por uma quantidade considerável de tempo, já que sem perceber ou se importar com o que acontecia no exterior, ele não notou que o atendente enchia a pia de pratos sujos assim que ele estava perto de acabar, parecia que eles brotavam ali como mágica.

Após limpar tudo, Nero retornou até o atendente e viu que o estabelecimento estava bem vazio, tendo apenas três pessoas espalhadas pelas mesas – Ah, oi! Bom, pode jogar esse lixo fora? Tem alguns entulhos pesados aqui na frente, depois disso você já está livre para ir, estaremos quites. – Falou o rapaz com um sorriso no rosto. Fora da taberna o tritão iria ver um montante considerável de sacos de lixo, era como se tivesse sido acumulado por uma semana inteira. Não parando por ai, algumas tábuas velhas, sacos com blocos e madeira quebrada finalizavam todo o trabalho que ele teria para pagar sua dívida, isso é, se o maluco continuasse a seguir essa ideia.


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Re: Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Sab Abr 02, 2022 5:27 pm



É o Vilgaxxx


Lavar louça deveria ser uma tarefa entediante, mas de uma forma impressionante o tempo passava muito mais rápido do que o normal, e agora o tritão se dava conta que havia trabalhado mais do que deveria para o homem. Nero começava a pensar que das próximas vezes que quisesse comer de graça, deveria arrumar um jeito menos trabalhoso. O homem-peixe então pegaria quantos sacos pudesse, e jogaria no telhado de algum estabelecimento próximo, pelo menos isso era mais fácil do que levar os sacos para o mar ou lixão, e o polvo estava começando a ficar cansado de trabalhar, junto disso ele estava começando a ficar mal-humorado. Ao terminar de arremessar o lixo, Nero olharia para o céu, tentando determinar mais ou menos que horas eram de acordo com o nível de iluminação.

Após isso o polvo entraria no estabelecimento, falando:
-Acabou que eu trabalhei mais do que devia, agora eu quero o pagamento prometido e é bom ser generoso
O maluco já falava isso com um tom de voz mais ríspido, cerrando os punhos. O tritão ficaria parado ali, em frente a saída do estabelecimento, esperando o rapaz trazer o dinheiro, levando em conta que ele consumiu aproximadamente meio milhão de berries em produtos, além de quebrar uns pratos não deveria ser muito, mas não é como se o tritão tivesse muita noção do que é muito ou pouco.

Caso o barman se recusasse a pagar, Gax iria até a caixa registradora e daria um soco para abrir, então pegaria dinheiro o suficiente para encher a mão e sairia do bar. Caso fosse atacado, Nero abaixaria seu corpo totalmente, então daria um giro estendendo a perna direita, tentando atingir as canelas do barman com uma rasteira. Depois de realizar o movimento defensivo, Nero levantaria uma mesa próxima e jogaria na cabeça do barman no chão.

Após finalizar seus afazeres e coletar seu pagamento, Gax sairia do bar e começaria a andar sem rumo pelas ruas e becos da ilha de Sirarossa.

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Re: Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Seg Abr 04, 2022 2:55 pm




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Gax era uma criatura louca da cabeça e isso ninguém tinha dúvidas, mas alguns ficariam surpresos com ele simplesmente jogando o lixo no telhado dos estabelecimentos próximos. O barulho dos itens se chocando contra os telhados e “lajes” foram consideráveis, fazendo as pessoas olharem para o homem-peixe e passarem assustadas pelo mesmo, afinal, como alguém podia fazer uma maluquice daquelas? O atendente ficou boquiaberto ao sair e ver o polvo jogando os lixos nos telhados, levando suas duas mãos à cabeça e falando um sonoro “PUTA QUE PARIU”, sim, ele estava com medo que os prejuízos causados pelo protagonista caíssem sobre ele.

Nero simplesmente voltou até a taberna, encontrando o seu chefe logo na porta ainda com os olhos arregalados após aquela cena – Pegue logo isso! – Falou o homem entregando uma quantidade de berries que enchia a mão do homem-peixe, que caso contasse veria o valor de cem mil Berries. O atendente logo passou a caminhar em passos largos na direção onde Nero veio, gesticulando em direção de algumas figuras que saíram dos estabelecimentos assustados com toda aquela situação. O homem peixe ligou para isso? Claro que não! Ele simplesmente seguiu seu rumo sem um destino concreto, caminhando pelas ruas de Sirarossa, tentando identificar as horas pela luz solar ou seja lá o que passou pela sua mente perturbada. Obviamente, ele não conseguiu, já que não tinha as habilidades para realizar tal façanha, sabendo pelo menos que era dia.

Por incrível que pareça, Nero conseguiu continuar sua jornada pelas ruas de maneira tranquila, recebendo alguns olhares de reprovação e também pelo preconceito escancarado que os homens-peixes sofriam, algo que provavelmente ele já estava acostumado. A criatura estava sem rumo e sentia o odor fétido do esgoto a céu aberto que atravessava a região onde ele se encontrava. Falando nisso, o Polvo estava em um beco ligeiramente estreito, mas que era possível para ele caminhar com certa tranquilidade; o beco era formado por duas grandes construções feitas de bloco e cimento, mas o ambiente em si era tomado pelo lixo, o que trazia dificuldade para caminhar por ali. Alguns moradores de rua se encontravam no lugar, jogados nos cantos do beco. Ao atravessá-lo, Nero voltaria às ruas que naquele momento estavam bem movimentadas, pessoas indo e vindo, assim como alguns marinheiros que pareciam realizar a ronda naquela região. Ali existiam diversos estabelecimentos interessantes, como lojas de roupas, mercados, ferrarias e até mesmo uma pequena escola de artes marciais. Enfim, qual seria a escolha do homem-peixe? Para que lado ele iria? Qual era o seu objetivo?


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Pirata
Re: Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Seg Abr 04, 2022 7:37 pm



É o Vilgaxxx


Nero sorria e contava o dinheiro em sua mão enquanto caminhava, gargalhando como se fosse a coisa mais engraçada do mundo. O homem-peixe continuava alegre enquanto dançava e saltitava, até que em um momento parava mais ou menos ao atravessar o beco. Nero olhava para trás, e então olhava para os lados desconfiado, o problema não eram os olhares raivosos das outras pessoas ou coisa do tipo, também não era o cheiro de merda, o problema era a quantidade de dinheiro recebido, Nero precisava de pelo menos uns 500.000, e ali só tinha 100.000.

Cap. 1 - Aonde é que eu estou? 95646ab63ca81a88eb5f3836e9fe5d5d

E agora refletindo, o polvo pensava:
*Como caralhos eu vou conseguir tanto dinheiro?
Gax então olhava para trás como se procurasse algo, e depois de não conseguir encontrar o que queria voltava a olhar pras ruas. Infelizmente não era fácil assim encontrar  minas de ouro ou árvores de diamantes.

O tritão então se dirigiria para a escola de artes marciais, e bateria na porta, caso fosse atendido diria:
-Com licença você tem um minuto para ouvir a palavra do karatê tritão?-Esperando que a reação de quem o atendeu fosse confusa, o polvo rapidamente continuaria:
-Isso mesmo que você ouviu! Por apenas 400 mil berries eu posso realizar uma luta de exibição contra um de seus mestres e introduzir o mundo das artes marciais mistas aos seus estudantes! Lembre-se de que eu sou o lendário mestre Nero o maior dos blues, o que acha da proposta?

Caso a proposta fosse aceita, Nero entraria na escola e cruzaria os braços dizendo:
-Vou ficar aqui, quando vocês quiserem começar estarei disponível. Mas a cada segundo que passar a luta vai ficar mais fácil pra mim
Nero aproveitaria este tempo de entrada para analisar o ambiente, observando com cuidado a escola e seus estudantes, para determinar o seu nível de habilidade e arte marcial praticada.

Caso fosse recusado, Nero voltaria para o beco que atravessou e procuraria por algum mendigo com cachaça. Caso encontrasse iria até ele dizendo:
-Posso dar um trago aí meu velho?
Sem nem esperar pela resposta, Nero iria pegando a garrafa e bebendo quase metade da garrafa em um gole, enquanto gritava:
-AHHHHH NINGUÉM GOSTA DE MIM! Tô com depressão, ninguém gosta de mim! Mentira nóis ta a pampa vilão, tudo de ruim é bom.

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Tenente
Re: Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Qui Abr 07, 2022 10:03 pm

Narração
Aventura



O tritão almejava ganhar dinheiro, seja em qual ilha for, isso é algo que quase todos anseiam. A diferença de uns para outros, é a forma de obter. Piratas saqueiam; Ladrões roubam; Mercenários aceitam fazer qualquer coisa; Marinheiros entram para o governo e etc. De qualquer forma, Gax almejava lucrar o quanto antes. Ainda que não soubesse o que mais poderia fazer para ganhar dinheiro, o que grande parte dos caçadores e piratas haviam em comum era: grana. Eram caminhos que o tritão poderia seguir, se assim quisesse. Entretanto, todo caminho há de ter suas pedras. Ou seja, todo lado bom tem seu ruim. Ser um caçador era o mesmo que viver caçando perigosos piratas procurados. Por outro lado, viver como um pirata era ter que sobreviver e correr sempre da marinhe e governo. Ainda existia a possibilidade de ser um revolucionário, mas não parecia ser o tipo de índole do homem.

O tritão estava perambulando pelas ruas de Sirarossa, buscando um local que fosse propicio para obter uma boa grana. O polvo era um mestre ferreiro, mas optava por buscar um Dojo ao qual poderia transmitir alguns conhecimentos em troca de alguns trocados. Ate poderia dar certo, senão fosse sua raça. – Huh? Saia daqui! Seu tritão imundo. Já temos nossa arte marcial, não precisamos de dana da sua raça. O mestre do Dojo teria respondido, assim que o tritão houvesse batido na porta do centro marcial. Ainda que alguns alunos houvessem se interessado, pelo fato de escutarem de longe, o mestre recusava e fazia gestos que expressavam para o homem-polvo ir embora.

Logo após ir embora, inesperadamente não ofendendo ou puxando briga, Nero decidirá vagar pelos becos sem um destino em especifico, já que, estava um tanto desacorçoado. Mas para a surpresa dele, alguém havia lhe seguido. – Ei compadre? Era um homem esguio usando um capuz que cobria seu rosto. – Quer ganhar uma grana e se vingar? Ele diria segurando com um tom de voz rouca, além de andar um pouco estranho e sentir um pouco desconfiado na presença do tritão. – Te pago 500.000 berrys se você dar uma lição naquele velhote no dojo, o que acha? Vai ganhar uma bolada e ainda dar uma surra no filha da mãe. Ele segurava o capuz para não mostrar seu rosto, sem contar que nem havia se apresentado. Entretanto... isso faria diferença para o tritão? Afinal, ele quer ser reconhecido ou rico?

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Re: Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Qui Abr 07, 2022 11:56 pm



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Ser recusado foi triste, o dinheiro era essencial para o que o tritão precisava fazer e o dojo parecia a alternativa mais simples, e com esse plano dando errado sobrava o que pra ele? Caçar piratas? Não, ajudar a marinha não parecia algo correto, além disso os criminosos estavam precisando de um representante forte entre eles. Antes de conseguir tempo pra pensar no que fazer, o estranho encapuzado parava lhe oferecendo dinheiro por uma tarefa simples.

A princípio o tritão ficou meio desconfiado, mas o que poderia dar de errado? Os marinheiros poderiam ver um velho sendo atacado por um deus e resolverem ajudar? Não, eles não teriam coragem. Nero então estendeu a mão esperando que o cara estendesse a dele, mas quando o homem fosse segurar sua mão Nero puxaria ela rapidamente pra trás de diria:
-OoooOOOlé! Relaxa campeão o papai aqui vai destruir aquele velho, afinal tu ta falando com um deus.

Música:

O tritão voltaria andando calmamente, balançando a cabeça em um ritmo específico como se uma música estivesse tocando, andando com um certo gingado que poderia confundir alguns transeuntes que estivessem passando por perto. Mas o tritão não ia diretamente ao dojo, antes ele passava no mercado, procurava por alguma garrafa de bebida alcoólica, que fosse pesada e feita de vidro, seguraria com uma de suas mãos e continuaria seguindo agora com muita pressa em direção ao dojo, ignorando caso algum comerciante chamasse sua atenção.

Se Gax não encontrasse nenhuma bebida alcoólica, bebidas cítricas ou apimentadas iriam servir o que importava é que o líquido fosse forte. Mesmo assim se não conseguisse encontrar, procuraria por algum pedaço de pau ou pedra no chão.

Ao chegar no dojo, caso estivesse com a garrafa, o tritão a abriria e encheria sua boca com seu líquido, batendo na porta. Quando abrissem a porta, o tritão esperava que fosse o velho então sem nem querer saber quem era, o tritão cuspia tinta em seus olhos que poderia estar misturada ao líquido ingerido. Nero então usaria o objeto em sua mão para realizar um forte golpe na cabeça do oponente, daria então um soco em seu maxilar e usaria seus outros 4 punhos para golpear o oponente, o projetando para o mais longe possível, criando uma distância entre os dois, possibilitando sua entrada no dojo.

Após entrar no dojo, Nero dava um sorriso entrando em uma postura de combate, respirando fundo e dizendo:
-Dana da minha raça né velhote? Eu vou te mostrar o verdadeiro significado de danação!
O homem-peixe esperava que após entrar começaria a ser bombardeado por ataques, então ao entrar se concentraria e analisaria quantos inimigos se colocariam em uma postura de ataque, o velho naturalmente, por aparentemente ser o mestre, deveria ser o mais perigoso, então a atenção direcionada a ele seria maior. Nero utilizaria de sua acrobacia, como um trunfo de movimentação, usando de movimentos mais complexos como pulos ou cambalhotas para se posicionar em pontos mais vantajosos da "arena", se atentando para nunca dar as costas para um inimigo.

Ao receber ataques, Nero usaria de seus 6 braços primeiramente para apara-los, defendendo seu corpo, então analisaria o ambiente, se houvessem outros oponentes além do que o atacou próximos, Gax redirecionaria os ataques de seu atacante para os aliados de seu inimigo, atrasando ou interrompendo suas ações. Entretanto se isso não fosse possível, o tritão redirecionaria os ataques inimigos para face, pescoço e ombros do inimigo.

Nero ainda não sabia a arte marcial praticada, então tiraria um tempo para tentar analisar qual era no meio do combate, analisando se eram mais exigidos braços ou pernas, para deduzir pontos fracos em seus inimigos. Nesse meio tempo Nero se afastaria de seu oponentes o máximo possível para não ser alvo de mais ataques, apenas se defendo se fosse necessário.

Gax pularia na parede para se impulsionar, essa ação visava diminuir a distância entre o velhote e ele, realizando uma investida e aplicando uma sequência simples de socos para testar a agilidade do velho. Então esperando para ser atacado para se defender de seus golpes, redirecionando eles para o velho e analisando sua reação. Depois polvo se abaixaria e daria um chute básico no joelho direito do velho tentando prejudicar sua mobilidade.

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Re: Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Sex Abr 08, 2022 3:14 am

Narração
Aventura



O tritão ficava com um pé atrás do estranho sujeito que havia lhe feito tal proposta. Mas não era como se ele estivesse muitas opções, dentro do cenário atual. Todavia, Gax estendera a mão para cumprimentar e acordar como um verdadeiro homem. Entretanto, o medo atrelado a insegurança do rapaz lhe faziam evitar o gesto. – Erhh. Certo. O rapaz estendia a mão para retribuir, mas a brincadeira por parte do tritão apenas enfatizou a descrença do rapaz, que antes era mínima, mas já havia aumentado. – Deus? Você!? Ele diria arregalando os olhos, afinal, se existem peixes humanoides, seria tão difícil assim acreditar que Nero não poderia ser uma espécie de Deus?

Após aceitar a proposta do estranho rapaz, Gax sairia do beco e direcionava seus pés até a feira de mercadorias que ficava próximo da praça de Sirarossa. Havia barracas e mais barracas, muitas vendendo comida, bebida e roupas.

As pessoas lá eram racistas, mas não é como se não estivessem acostumadas com a presença dos tritões. Ainda que ficasse claro suas repulsas ao expressarem caretas. Nero estava em busca de uma garrafa de bebida, por sorte ou azar, um dos bêbados estava caído próximo de uma barraca e estava distraído, o momento certo para o tritão apanhar um dos licores; ainda que fosse o mais barato.

Após voltar para o Dojo, se passado por volta de uma meia hora, Gax maquiavelicamente batia na porta e aguardava o velho abrir. Quando a porta fora aberta, o tritão cuspia tinta com o licor que atingia os olhos do atendente e lhe cegava imediatamente. Rapidamente, uma rajada de golpes atingiam aquele a sua frente, os múltiplos braços mostravam a enorme vantagem em um combate. O sujeito havia sido lançado e tinha suas costas arrastadas pelo assoalho, parando em frente aos pés do velho homem. – Filho?! O velhote gritava, pois, estava espantando com que havia acontecido. Afinal de contas, o tritão havia atingido um adolescente um tanto alto para sua idade e filho do dono do Dojo.

- O que pensa que está fazendo, sua criatura imunda? Profanando meu santuário e atacando meu amado filho!? O velho vociferava, irado, devido estado nocauteado de seu primogênito. O velho tentava avaliar o estado de seu filho, enquanto seus alunos tremiam diante a cena do violento tritão. – Hiickkk!! Vamos embora, eu não quero ser devorado por esse monstro! Eles gritavam e saiam pela porta dos fundos, exceto um rapaz sentando na postura de um buda.

O Aluno então se colocava de pé e retirava seu quimono mais grosso, soltando no chão e gerando um pouco de barulho, pois, era uma roupa especial de treino. Ele possuía cabelos desarrumados e sobrancelhas onduladas.– Acalme-se mestre. O senhor mesmo nos ensinou que temos que ser calmos como a água, sólidos como a montanha e centrados como as nuvens. Ele exalava tranquilidade, diferente dos outros. – Eu sei muito bem disso, Ying. Eu estou calmo, mas esse pedaço de peixe podre ousou machucar meu precioso filho, meu único filho! Imperdoável!! O velhote começava a lacrimejar, deferente da maioria dos mestres que eram rígidos e imponentes, este era bastante... amoroso.

– Está tudo bem, mestre Bayo. Eu cuidarei deste intruso e o expulsarei, nem que tenha que usar a força para isso. Ele diria ao caminhar alguns passos e se aproximar um pouco mais do tritão, ficando em frente ao velho e o outro aluno. – Que desavença tens conosco, para você vir aqui e nos atacar de forma tão ordinária? Ele perguntava, ainda que sentisse hostilidade em resposta do homem a sua frente. – Se não for embora... me resta ter que lhe ferir. Ying proferia ao fintar seriamente Gax, o rapaz era novo, mas era bem provável que era o melhor aluno de Bayo.

O tritão possuía um objetivo, surrar o mestre do Dojo. Entretanto, um imprevisto haveria ocorrido. Nero poderia enfrentar o garoto a sua frente, ou simplesmente ignorar ele e cair na porrada com o mestre logo atrás do aluno. Porém, qual deles era o mais forte... o metre ou o aluno? Em teoria quase sempre é o mestre, mas certos casos onde prodígios surgem das sombras, talvez essa poderia ser uma possibilidade onde Ying seria o mais forte.

De qualquer forma, o tritão não precisaria lutar diretamente com ele, desde que fosse sagaz o suficiente para evitar a luta direta, ou se assim quisesse, poderia enfrentar o inimigo a sua frente... mas ainda havia o mestre para cuidar, talvez ele esperasse que seu aluno subjugasse Gax, mas se fosse o contrário, ele certamente ousaria se intrometer na luta.

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Re: Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Sex Abr 08, 2022 5:18 pm



É o Vilgaxxx


Entrar no dojo foi uma tarefa fácil, e para surpresa do homem-peixe poucos ali dentro queriam lutar, talvez o mestre tenha ensinado seus discípulos mal, ou a demonstração de força foi demais para os alunos e eles decidiram fugir. De um modo ou de outro um dos discípulos se levantou, e ainda por cima ameaçou Gax, coragem ele tinha.

Nero parava em frente ao aluno, com um sorriso maroto e levando uma de suas mãos a sua nuca, o polvo parecia pensar com cuidado antes de responder a pergunta. Seu receio era por conta do mestre, um homem com raiva é um homem perigoso e o velhote já estava transbordando, uma palavra errada e o mestre poderia perder a paciência e partir pra cima com o polvo despreparado, então o tritão ficaria atento aos seus movimentos para interromper sua frase caso necessário, se defendendo de uma possível investida.
-Bem... sabe, eu não tenho realmente nenhuma desavença com vocês. Mas um cara amedrontador, que transmitia uma aura de maldade sem igual me ofereceu uma montanha de dinheiro pra dar uma surra no velhote, e eu precisava de dinheiro. Lembre-se que eu não tenho que bater em você moleque, se quiser pode correr como o resto dos seus companheiros, mas se ficar e lutar comigo eu prometo não te matar, pois valorizo sua coragem.

Mantendo sua respiração calma, Gax entraria em uma postura de combate para se manter fixo no mesmo ponto, levantando sua defesa esperando pelos ataques do aluno. O tritão aproveitaria do fato que seu oponente ainda não sabia seu estilo de luta para estabelecer uma vantagem, aguardando até ser atacado para redirecionar os golpes do aluno para o ar.
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Quando o oponente abrisse a guarda em meio aos seus ataques, Nero agarraria seu pescoço com uma mão levantando o aluno do chão, desferindo uma sequência de golpes em seu peito tentando quebrar suas costelas. Ao finalizar a sequência de ataques, o polvo arremessaria Ying contra uma das paredes do dojo em um golpe violento prejudicando suas costas, o tritão então daria um pulo se impulsionando em direção ao aluno, e no ar realizaria uma manobra girando em seu próprio eixo, desferindo dois chutes contra a cabeça de seu oponente.
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Após realizar sua sequência de ataques, o homem-peixe recuaria dando tempo para o aluno respirar enquanto encarava o mestre, então voltava a atenção pro aluno dando risada e falando:
-E aí? Pronto pro Round 2?

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Re: Cap. 1 - Aonde é que eu estou? Sab Abr 09, 2022 11:06 pm

Narração
Aventura



O tritão possuía um certo tipo de senso de justiça, apesar de ter aceitado dinheiro em troca de uma tarefa bastante ordinária. Todavia, a necessidade faz o homem, isso é um ditado que diria bastante em relação ao polvo.

Nero ofertava para o garoto fugir, igual os outros, assim poderia centrar seu foco no mestre. Entretanto, caso o aluno viesse a lhe atacar, ele decretou que não o mataria, mesmo após a derrota. – Hunf! Quanta arrogância, para um bandido. O aluno diria e em seguida tomava a postura da arte marcial do Dojo.

Quando o aluno avançou em direção ao homem polvo, o mesmo permaneceu parado e atento ao ataque. Ying então desferia um soco, mas que não era um soco tradicional. O punho do aluno estava com seus dedos flexionados, como se estivesse com o objetivo de agarrar, invés de socar. Entretanto, o ataque seria liberado com proposito de rasgar seu oponente, igual um tigre destroça sua presa. – Estilo Tigre: Sétima Presa!

Por outro lado, durante a investida de Ying, Nero utilizava seus braços em prol de defender e neutralizar o avanço do garoto. – Tsc. Malditos braços extras! Ele diria aborrecido devido a clara vantagem do homem-peixe. – Mas se você acha que isso é suficiente para me parar, está me subestimando demais. Ele terminava de falar e seus pés agarram a parte de trás dos joelhos do tritão, parecendo uma cobra se enroscando no alvo. – Estilo Cobra: Bote Venenoso!

O tritão não esperava que o aluno fosse corajoso, ou louco, suficiente para puxar a luta a uma distância tão curta. Enquanto os braços do polvo defendiam o golpe da mão, as pernas do garoto prendiam os movimentos que o tritão poderia fazer, parecia que os pés haviam entrelaçado com as pernas do oponente. Não esperando por tal situação, ou talvez surpreso pela astucia e velocidade de reação do aluno, ele então desferia outro ataque. – Estilo Cobra: Mamba Negra! Ying agarrava os cotovelos dos braços mais baixos e com uma força puxava o tronco do tritão em direção a ele, mas em reposta fora sua cabeça o ponto de colisão.

O ataque havia desvinculados eles, logo o polvo andando alguns passos para trás com sua boca com um pequeno corte com o impacto. Já do outro lado, o aluno estava com um galo no topo da sua cabeça, mas não admitia qualquer som de dor. – Ying toma cuidado! Os imundos dos homens peixes são tão fortes quanto nós humanos na terra. E não use aquela técnica, eu te proíbo! O velho mestre diria, enquanto prestava primeiros socorros ao seu filho. – Hunn... acredito que não será necessário mestre. Irei derrotar ele com os pivôs do nosso dojo: Tigre, Cobra e Jacaré. Ele falava e ao mesmo tempo assumia uma posição mais defensiva, como se estivesse esperando pelo avanço do homem peixe.

Apesar do garoto ser novo, parecia deter experiência na arte marcial, além de destreza no combate mano-a-mano. – O que foi tritão?! Já cansado? Se ir embora agora, não vou lhe seguir. O garoto diria animado pelo fato de poder testar sua força também, cujo os colegas de antes eram fracos demais e seu sensei velho demais. Claro que os tritões são poderosos, ainda que nem tanto quanto no mar. Porém, ainda assim, Gax poderia notar que o oponente ao seu lado não era um mero moleque, mas um aluno dotado e proficiente em luta. Ainda que a força física parecia carecer para o garoto, em comparação ao tritão, a mobilidade, velocidade e reação do jovem parecia ser igual, senão melhor, que a de Nero. Inesperadamente, o homem-polvo havia encontrado um ótimo parceiro de luta para testar suas capacidades atuais.

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