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Pela dor a força, pela lembrança a honra (荣忆)

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civil Alexia Siegfried. A qual não possui narrador definido.

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Alexia Siegfried
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Ato I – Lâmina vinda da dor


O clima daquela cidade combinava com o frio que enchia o peito da Siegfried. Ela caminhava pelas ruas com passos comedidos e o queixo levemente erguido como era típico de sua postura nobre, mas com um olhar distante. Era a primeira ilha que aportava desde que havia tomado a sua decisão de recomeçar do início, do início do caminho que seu amado um dia havia trilhado e que haviam jurado fazerem juntos; uma promessa que agora não seria mais possível ser feita sem a sensação de solidão e de dor que carregava em seu peito.

A bela mulher havia chegado acompanhada de seu cunhado, mas era até difícil para ela lidar com os olhares culposos e rancorosos do mesmo por vezes, e por isso havia saído na frente precisando arejar a cabeça enquanto curtia seu próprio luto. Depois de já ter caminhado pela cidade um pouco nesse ponto, seus pensamentos já se voltavam para seus próprios objetivos.

Deveria viver pela sua honra e usar da sua dor para fortalecer-se, só assim a morte deles não seria esquecida.

Agarrava-se a essa ideia.

Ela puxava o ar entre os lábios, soltando ele quentinho em uma bolinha de vapor, olhando-o mudar no ar e sorrindo em uma linha. Se iria começar do zero precisava armar-se como uma Siegfried o faria, e nada serviria se não fosse uma lâmina que ela mesma fizesse, não era? A ergueria em nome dos que perdeu.

Os olhos azuis-esverdeados buscavam por cima das pessoas alguma loja, onde pudesse comprar o necessário, ou uma forja, precisava pedir informações também para que buscasse ela mesma o que queria. Afinal, havia ouvido muito sobre o metal de Flevance, o famoso Chumbo Branco com propriedades interessantes. Assim ocuparia sua mente e faria a primeira lâmina que carregaria.

Precisava realmente se mover, depois de tanto tempo em recuperação no barco e sem fazer nada. Estava... enferrujada, e marcada por perdas. Como o fio de uma espada, ela precisava se polir.
Objetivos:


Última edição por Alexia Siegfried em Ter Mar 01, 2022 9:37 pm, editado 3 vez(es) (Motivo da edição : Edits da página para inserção de template.)

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A cidade branca de Flevance certamente é um lugar aprazível de se estar, sem contar o clima que era bastante agradável para quem gostasse de um leve frio na pele. Entretanto, para alguém cujo luto era recente, Alexia, mesmo caminhando pelas ruas de Flevance que eram brancas como neve, para ela tudo era incolor. Algo bastante comum para alguém em luto.

O centro da cidade não estava muito movimentado, mas era possível ver o comercio com clientela; bem agasalhados por sinal. O castelo branco com seus soldados pessoais, o quartel com seus marinheiros e uma das tavernas mais conhecidas da ilha, Buffalo Branco, com pessoas entrando e saindo. Porém, devido ao estado da mulher certamente pudesse passar despercebido. Tal fato é, que poderia ser ouvido alguns gritos de treino do quartel da marinha. Guardas da realeza protegendo os portões do castelo e uma cantoria vinda da maior Taverna da ilha.

Alexia para ocupar seu tempo, e esvair seus aflitos pensamentos, buscava por alguma forjaria ou loja de armas que pudesse lhe fazer uma lâmina adequada. Talvez com intuito de cravar seu legado na arma, ou simplesmente para passar o tempo.

Haviam vários estabelecimentos pelo centro da cidade e a mulher teria que procurar algum fornecedor do raro minério Chumbo Branco, pois, apesar de ser bastante conhecido e conceituado, não era como se fosse algo fácil de obter. Principalmente por seu comercio ser muito alto.

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Alexia Siegfried
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Ato I – Lâmina vinda da dor


Em segundo plano, Alexia notava parcialmente a existência daquilo que não era seu objetivo, como se tomando nota das posições de cada coisa enquanto conhecia a cidade. Algo até instintivo para quem lutava e que sabia precisar sempre praticar: sua posição com relação a tudo ao seu redor.

O castelo era algo que despertava lembranças ruins e aquele rancor frio pela nobreza que havia crescido após a revolução em sua ilha. Para eles, e para todo tipo de poder sob uma sociedade em fato, ao ponto de sua expressão fechar-se um pouco e seus lábios se contraírem brevemente.

A única coisa que suavizava o seu humor eram as vozes dos gritos de treino. Isso atraía até a parte de sua mente que queria fazer algo, e a possibilidade da luta até a exaustão era algo que seu corpo agradeceria, até sua mente provavelmente – bater em algo até que não conseguisse se mover ou o outro não conseguisse se levantar. Um ótimo escape. Talvez voltasse ali depois.

Passava reto da Taverna e da cantoria que não combinava consigo, e entrava em um dos estabelecimentos no centro, olhando os apetrechos que tinham para situar-se do que havia exposto antes de se direcionar ao comerciante:

– Boa tarde, eu gostaria de comprar uma vestimenta apta para enfrentar e resistir ao ermo, com flexibilidade, uma mochila e acessórios de forja e costura. Vocês possuem isso por aqui? Ou sabem onde posso conseguir?

A Siegfried indagava pausando para ouvir os valores e os objetos, os quais a própria passaria os olhos para ver a qualidade e procedência. Distrair-se com compras e seu preparo era o melhor por hora, afinal.

Objetivos:


Última edição por Alexia Siegfried em Ter Mar 01, 2022 9:22 pm, editado 1 vez(es)

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Após adentrar em um dos estabelecimentos mais visitados de Flevance, Flevance Shop, determinava em comprar alguns suprimentos, poderia notar uma vasta gama de balcões com todo tipo de bugiganga, apetrechos, armas e alguns tipos de roupas; mais apropriado aos mineradores. – Boa tarde moça, seja bem-vinda. Está meio frio lá fora, não concorda? O atendente diria com as mãos esfregando uma na outra devido ao frio que sentirá, provavelmente devido seu porte físico bastante magro e esguio.

Ele olhava Alexia dos pés à cabeça de relance, mas não discriminava as pessoas pela sua aparência, afinal, ele próprio poderia se pensar que era um sem-teto. – Talvez tenhamos o que a moça deseja. Só tenha cuidado para não quebrar nada, senão terei que lhe cobrar. Ele comentava ao apontar para toda a zona da loja, indicando que a cliente poderia escolher por vontade própria.

A loja era bastante eclética quanto aos itens vendidos, pois, poderia observar diversos itens comuns do dia-a-dia, exceto as roupas peculiares que lá vendiam. Afinal, eram um tipo de vestimenta para os famosos mineradores de Flevance que ansiavam pela busca do chumbo branco. – Sinta-se à vontade para pegar o que desejar, os valores estão etiquetados abaixo do produto ou nele próprio. O vendedor era solidário, calmo e emanava uma expressão cansada e bastante depressiva, talvez fosse dele mesmo ou seus árduos anos vivendo em Flevance não fossem tudo que um dia ele pensou. [color=#6633ff]– Você parece ser uma turista, então já digo que estamos com chumbo branco em falta. Muitos buscam por ele, mas o monopólio geral está nas mãos das minas de Flevance. Ele não parece ser o tipo de homem que gostava de conversar muito, mas era bastante comunicativo de certo modo.


Roupas de Mineração:

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Ato I – Lâmina vinda da dor


Os olhos da espadachim não passavam pelo homem enquanto olhava as estantes e balcões, ouvindo-o e completando formalmente o respondendo:

– Está... mas parece adequado. - Ela mesma não queria muito conversar, só respondia sobre o clima pensando o como um dia ensolarado a irritaria, assim como a irritara na viagem. Não parecia certo fazer sol depois de tanta dor, mostrando só como para o mundo não importava, ou como se estivesse em uma realidade completamente desconecta de si mesma.

Ela ia pegando nos balcões o que desejava: Um Kit de Forja, um de Material de Costura, uma mochila, um isqueiro, um canivete, uma bússola e um jornal. Assim como uma das roupas de mineração, aquilo seria útil. Ela ia enchendo ali das coisas que precisava. Dinheiro nunca havia sido algo com o qual se preocupara, a herança de seu trabalho e de sua família a garantiriam uma vida confortável pela vida, mas usava disso para seu novo caminho... que ainda se revelava. E esses objetos eram essenciais em sua mente para suas viagens.

– Será apenas esses, senhor. Obrigada pela cordialidade, agora... mal lhe pergunte, com relação a mina, como eu poderia obter através dela? Sem querer aborrecê-lo mais do que o necessário.

Dizia já tirando a quantia em dinheiro para pagá-lo ali. Queria ser o mais breve possível, então se ele não gostava de muita conversa, provavelmente também seria objetivo. Ia ajustando as coisas na mochila para carregar, deixando de fora apenas o jornal que pretendia ler assim que tivesse a resposta, cuja qual agradeceria cordialmente antes de se retirar.

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A jovem Ferreira Alexia começava a escolher os produtos que teria em mente. Começando pelo Kit de forja cujo valor era de 250.000 mil bellys; material de costura que custava 100.000 mil bellys; uma bela mochila que custava 250.000 mil bellys; um isqueiro que custava 150.000 mil bellys; um canivete que custava 100.000 mil; uma bussola de 150.000 mil bellys; um jornal de 50.000 mil bellys e por fim, roupas de exploração que custavam 500.000 mil bellys.

O vendedor somava todo valor com um papel e caneta até levar certo tempo para ter certeza do que havia somado. – O valor total ficou B$ 1.550.000 de bellys! Mas como é sua primeira vez, lhe darei um desconto arredondando para 1.500.000. Se estiver de acordo, fechamos negócio. Por um lado não era muito o desconto, mas era melhor que nada. Afinal de contas, o vendedor tinha que ganhar seu ganha pão.

Apesar de Siegfried não atuar frequentemente com sua profissão, sua família era bastante abonada em termos de dinheiro. Tal fato é, que a mulher sempre recebia fundos para eventuais gasto, cujos agora se encontravam dentro de seus bolsos.

Após a pergunta de Alexia, enquanto a mesma lhe transmitirá o dinheiro, a Ferreira questionaria sobre o minério ao qual o atendente haveria dito anteriormente. – Hum... a mina tem uma segurança rigorosa devido a propagação da doença. Mas se você encontrar o guarda certo e pagar o valor certo, acredito que os guardas podem deixar você explorar o lugar. Pelo menos é o que ouço por aí. Ele dava de ombros, após sanar a dúvida de Alexia, apesar de que parecia não querer mais falar mais sobre aquele assunto em questão. Enquanto guardava os itens na mochila de Alexia, mostrando um pouco de apreço pela estranha cliente, ele não diria mais nada até terminar de guardar os produtos. - Volte sempre, moça. Ele diria para a Ferreira assim que houvesse entregado a mochila para ela.

A mina do chumbo branco não ficava muito longe da cidade, mas todos sabiam que o segurança existia lá com objetivo de não deixar qualquer um entrar e pegar a tão conhecida doença do chumbo branco. Já houvera uma pandemia a tempos atrás, e o regente da ilha fazia todo possível para evitar outra novamente.

Havia certas precauções para tomar, muitas já obtidas agora devido os matérias comprados pela mineradora. Entretanto, talvez Siegfried tivesse que tomar a vacina e evitar de possivelmente pegar a doença, caso ela realmente visasse entrar nas minas de Flevance.

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Ato I – Lâmina vinda da dor


A roupa acabava saindo um pouco mais cara do que esperava... a Siegfried suspirava pronta para pegar da sua própria reserva quando o homem oferecia o desconto de algumas moedas. Ela o encarava por um instante, surpresa com o pequeno agrado, e fechava os olhos brevemente enquanto inclinava a cabeça de lado de forma polida, dizendo em um tom educado e cordial:

— Agradeço a gentileza. - A voz dela era macia ao respondê-lo, aguardando que organizasse para si as coisas na mochila. Um atendimento excelente e sem excessos, havia gostado do senhor da loja.

— Entendo, irei procurar informações. Se eu ainda estiver na cidade voltarei, caso ainda haja necessidade. É um excelente lojista. Um bom resto de dia para você.

Desejava educada, virando-se com a mochila nas costas agora enquanto saía do local, voltando para o clima frio externo e respirando o ar mais fundo. Enquanto olhava o lado de fora, repassava o que havia descoberto mentalmente, fontes de desvio de material por suborno, o monopólio que existia lá – quem que o teria afinal? Não que se importava, mas talvez tornasse mais simples de acessar. Nobres e ricos só pelo nome costumavam fazer muita coisa. Além disso, é claro, ressaltava-se a necessidade de tomar a vacina mesmo com o traje de exploração. Estava determinada a conseguir o material, tentaria primeiro de forma diplomática mas se não... talvez pudesse precisar de uma espada intermediária. Afinal onde havia suborno, costumava ter violência.

Pelo visto teria que começar com a vacina de toda forma, não adiantava ter pressa. Abria o jornal ali vendo se teria alguma informação específica sobre a vacina e obtenção do minério, ou algum figurão e lugar, antes de sair andando procurando por uma forjaria para poder utilizar do estabelecimento, para no futuro, e vendo se no caminho identificaria algum local da tal vacina.

De toda forma, sua prioridade era a vacina, e caso não encontrasse indagaria alguém na rua para a direção até poder encontrar o local, já interagindo de forma direta:

— Com licença, gostaria de tomar a vacina para chumbo branco.

Diria simplesmente, encarando o homem ou mulher nos olhos ainda, com aquele semblante sério e impassível.
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O vendedor havia ficado um pouco tímido, afinal de contas, quanto tempo fazia que lhe era feito um elogio por uma mulher. Ele optava por prevalecer quieto, ainda que fosse perceptível suas bochechas coradas. Assim que ela viesse a sair pela porta, notaria que o frio haveria aumentado um pouco, mas nada muito relevante por hora.

Alexia começava a arquitetar seus próximos passos, mas sem informações seria um trabalho bastante árduo. Entretanto, a jovem mulher viúva percebera que poderia extrair informações do jornal regional, o que de fato era benéfico.

A estampa do jornal era a entrada da mina, junto a uma frase ressaltada do artigo: “Benção ou maldição...? O chumbo enfermo da riqueza!” O artigo contava a história de Flevance e a epidemia que havia se alastrado. O que muitos já sabiam, mas na opinião de um jornalista. Nele haveria informações dos estabelecimentos, pessoas de importância da ilha e logo no fim dele um posto de saúde que travava dos doentes, naturalmente que aplicavam vacinas.

Com as localizações descritas no folheto do jornal, Siegfried caminhava até o posto de Flevance com proposito de se vacinar, já que, estava disposta a entrar na mina para obter o chumbo branco, certamente havia sido uma sabia escolha tomar as medidas de precaução.

Uma enfermeira estava de prontidão, cuja função era atender os recém chegados. Ao avistar a viúva, a mulher viria com uma prancheta e então perguntava. – Olá, vieste para tomar a vacina? Ela diria enquanto olharia sua prancheta brevemente. Alexia responderá de forma positiva, logo a mulher caminhava e apanhava de uma banqueta uma seringa já pronta. – Certo, irá doer um pouco, mas não se preocupe. Ela aplicaria ali mesmo a vacina em Siegfried, sem necessidade de dar qualquer informação. – Pronto, dentro de poucas horas já estará imunizada. Ela terminava de dizer com um sorriso amigável, logo deslocando para atender outro recém chegado.

A civil agora com tudo que era necessário, poderia enfim ir até a mina de Flevance e arriscar a sorte com os guardas. Inclusive, no jornal ela veria que sempre teria segurança, mas não dizia quem era o Manda-Chuva do local; talvez o governo ou regente de Flevance. De qualquer forma, a mulher teria que pensar bem qual seria sua abordagem para conseguir entrar nas minas do Chumbo Branco.


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Alexia Siegfried
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Ato I – Lâmina vinda da dor


Para sorte ou não do homem, Alexia não notava o corar ou o quanto o seu elogio poderia ter feito o dia do lojista. Para ela, fazia apenas parte de sua educação reconhecer um bom serviço, e assim apenas saía do local sem olhar para trás com passos calmos.

Ao abrir o jornal já do lado de fora, a espadachim via a história de Flevance tomar forma diante dos seus olhos, mas de alguma forma não podia deixar de comparar com o que havia ocorrido em sua casa. Não, não havia nenhuma doença no seu caso, a não ser a das casas altas que viviam dos impostos dos menos favorecidos – a pior doença que existia: a ganância do próprio homem. Não era a primeira vez que via o povo ser abandonado e pelo visto não seria a última. Havia sido basicamente uma chacina indireta. As pessoas provavelmente não esqueceriam disso tão facilmente – pelo menos esperava que não.

Sua mente, brevemente, pareciam querer voltar para as cenas de horror de sua casa, mas se esquivavam. Não, já havia pensado de mais no último mês em alto mar, e não queria reviver aquilo, de forma alguma.

Os olhos frios da mulher se fechavam forte, querendo espantar aquilo, antes de apenas se estreitarem em julgamento ao engolir o desgosto de ler que foram abatidos por outros países sem sequer ter quem protegê-los. Nojento e... típico do governo E da alta sociedade. Imaginava a revolta das pessoas quando aqueles que os abandonaram voltaram agora exigindo coisas... certamente haveria algum tipo de agitação por causa disso.

Soltava um riso pelo nariz de escárnio, sem formar um riso com os lábios, enquanto seu corpo arrepiava levemente devido a temperatura mais fria do exterior, mas não parava sua leitura enquanto via as informações dos lugares. Dobrava o jornal, guardando-o para o caso de ser útil ainda, enquanto seus olhos agora passavam pelas pessoas de forma diferente. Vítimas, que não tiveram ninguém para se posicionar por elas... e provavelmente os revolucionários viriam só na hora de fazer morrerem lutando.

A Siegfried poderia não ter notado, mas a distração da revolta pelas injustiças e o uso que a cidade sofria ocupava sua mente de seu próprio luto, como era de costuma para alguém de seu clã. Ela seguia seu caminho com os olhos mais estreitos e o queixo erguido na direção da enfermaria do laboratório, tomando a vacina com a enfermeira, o desgosto e desaprovação estava em sua expressão no momento:

— Não é problema, portanto que evite a tal doença. - Dizia simplesmente, se erguendo ao final: — Obrigada.

Estava vacinada, só precisava seguir agora e resolver isso de forma direta. Embora com certeza seria arriscado sem estar armada, não era ignorante para sua aparência e a óbvia possibilidade de tráfico. A mulher também havia dito algumas horas antes ter o efeito, então...

— Enfermeira-san, posso utilizar o banheiro para me trocar? Estou com frio, essas roupas são muito finas.

Indagava a mulher esperando uma orientação para poder vestir a roupa de exploração e guardar a sua normal, antes de sair. Se ela não permitisse, teria que trocar em algum outro lugar... acabaria precisando de uma estalagem também então... a perto da mina parecia ideal.

Alexia agradeceria caso pudesse utilizar lá, caso não, deixaria apenas para depois, seguindo em direção ao bar nomeado "Búfalo Branco" do jornal, aproveitando para observar o movimento da mina antes de entrar no bar, e se havia alguma forja logo próxima só por encurtamento de caminho no futuro. Não estava menos favorável a um bar, mas precisava de saber mais sobre antes de agir, então ignorando a possível agitação ela se movia para o lugar.

Uma vez no Búfalo, ela sentaria perto do balcão, chamando o barman erguendo um pouco a mão:

— Com licença, sabe com quem eu poderia conversar para trabalhar na mina?

Parecia uma boa abordagem. Em fato, parecia genial. Assim saberia mais sobre e talvez o tal figura. Sim, estava convencida disso. Era um bom começo, ou isso ou teria que tentar de uma forma diferente. Estava determinada a fazer uma boa espada para começar tudo... e o chumbo branco parecia, de alguma forma, ideal para o frio que sentia que deveria sempre ter ali, mesmo em dias em que o mundo quisesse esquecer com sol e risos de um bar cheio de bêbados.
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A viúva Ferreira perguntava se poderia utilizar o banheiro para trocar de roupas, logo que a enfermeira estava atendendo outra pessoa. – Sim, claro. Fica logo ali. A mulher informava o cômodo ao qual Alexia poderia notar uma plaquinha na porta sinalizando uma silhueta feminina.

Uma vez trocado suas vestimentas, Siegfried caminharia em direção a maior e melhor taverna de Flevance: Búfalo Branco. O trajeto era rápido, porém, a brisa do frio poderia ser desagradável, exceto para as pessoas bem agasalhadas como era o caso da Ferreira. Aquele clima quase que exemplificava o estado emocional que a viuva se encontrará.

A taverna era bem chamativa, já que, uma placa em forma de búfalo estava bem visível na entrada do estabelecimento. Uma vez lá dentro, Alexia avistaria diversas mesas em forma de leme de navio, cadeiras rusticas e no final da taverna um bar mais exclusivo. Havia alguns atendentes e um barman cuidando do bar.

Haviam beberrões, acompanhantes e até mesmo algumas raças diferenciadas, como Minks e tritões. Logo ao sentar-se na cadeira e olhar para o barman, Alexia ia direto ao ponto. O homem a encarava por alguns instantes enquanto expressava um rosto neutro. – Humm... é de fora moça? Ele perguntava para a viúva, pois, sabia que muitos turistas viriam a sua procura. Podia não ser intencional, mas a verdade era que a maioria dos viajantes sabiam que não havia lugar melhor que uma taverna para obter informações.

– Se está querendo uma parcela da mina, não é muito difícil de obter. Se pagar o valor certo ao cara certo, entende o que digo?[/b] Ele diria ao tempo que largava uma caneca de cerveja em frente a Ferreira. – Por conta da casa, parece estar precisando. Ele diria, pois, sentia a profunda tristeza que existirá dentro de Siegfried, seja por sua idade, experiência ou intuição como atendente. Isso pouco importava na verdade, mas o fato era que o homem havia notado a desolação da mulher, que como tal, ansiava por um caminho que lhe distraísse das magoas do passado. – O que sei é que os irmãos Greed fazem a segurança da entrada nas minas, talvez possa começar por aí. Eles estão sempre lá e revezam diariamente. O homem então apanhava um copo e começava a limpar com um pano, ao tempo que falava discretamente com a cliente.

Inesperadamente, os guardas da mina eram apenas dois homens. Estranho, talvez, mas quem sabe suas forças e/ou aptidões fossem bem qualificadas que não era necessário mais ninguém. Todavia, não era como se Alexia precisasse usar a força para invadir. Claro que ela poderia, se assim quisesse. Entretanto, querer não é poder. Contudo, quem sabe a criatividade da viúva pudesse lhe obter a entrada na mina sem usar a força física para tal.

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Alexia ouvia o homem, vendo o que ele oferecia e suspirando, repuxando levemente os lábios em um meio sorriso e demorava um pouco para respondê-lo, olhando o bar ao seu redor e a estrutura similar a um navio. Ela tanto cansara de ficar em um nos últimos meses e acabara em outro, pior ainda, em um bar com beberrões visivelmente animados. Ela, naquele instante, certamente não estava.

— Tão óbvio assim, hum? Mas não quero uma parcela, quero do metal suficiente para minha espada apenas. Por mim, os contrabandistas podem continuar com a mina inteira, não me importo.

Soltava com tranquilidade, bebericando da bebida que lhe era oferecida. Lá fora havia visto que eram apenas dois homens de guarda, deveriam ser bons desafios provavelmente ou meramente fortes e intimidantes o suficiente para impedir de encrenqueiros entrarem. A reputação de quem quer que fosse que tivesse também podia fazer parte.

De toda forma precisava de um jeito de entrar e sem uma espada não seria prudente lutar.

— Bom mas fazer a segurança não significa que entrando vou encontrar algo não é? Com quem eu conseguiria comprar efetivamente, sabe?

Perguntava ainda no bar, olhando pela janela para ver também quão tarde parecia estar e quanto tempo talvez teria antes de escurecer. Se fosse possível ver dali pela janela, analisar também os seguranças e como estavam armados.
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Havia de fato uns bêbados bastante animados, inclusive alguns teriam olhando a distância a viúva no bar. Nesse meio tempo, Alexia novamente tentava explorar informações do barman, que pensava por alguns instantes até responder a pergunta da Ferreira. – Eis uma boa pergunta..., mas referente sua dúvida sobre vendedores clandestinos, talvez você possa conseguir algo do Cloyde. Se existe alguém que possa te vender algo como chumbo branco, certamente é ele. Ele olhava para os lados, um pouco desconfiado. – Por precaução, não fui eu que lhe disse sobre. Entendeu? Ele diria um pouco mais sério, mas logo notando outro cliente se aproximar.

Enquanto Alexia refletia sobre a resposta do barman e olhava pela pequena janela próxima do bar, sendo possível perceber o por do sol desaparecer em fração de segundos, um dos bêbados acabaria se aproximando dela. – Oi, oi... belezura *HIC* que tal tomarmos uma cerveja nessa noite linda, pode deixar que eu pago *HIC*. Ein?? Ele diria já logo colocando o braço por cima da nuca da viúva, como se fossem um casal de pombinhos apaixonado.

O homem parecia ser conhecido, já que, o Barman olhava um pouco desconfortável com a situação, pelo visto não era a primeira vez. – Cabo Trevor, acredito que sua inusitada cantada não seja apropriada a nossa clientela. O atendente diria, não visando defender Alexia como um cavalheiro virtuoso, mas sim pelo fato de ela ser uma cliente. O que poderia causar transtornos contínuos se deixasse o homem toda hora ficar xavecando sua clientela. – Cala a boca! *Hic* Eu e a dondoca aqui estamos numa boa, não enche! Ele diria expressando uma face aborrecida, pelo jeito ele estava importunando já algum a taverna. Siegfried talvez sentisse seu espaço invadido, já que, podia facilmente sentir o cheiro de cachaça na boca do homem, logo se vendo bem próxima dele, não por vontade própria é claro.

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Pela dor a força, pela lembrança a honra (荣忆) 2uAvx3T_d
Alexia Siegfried
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Ato I – Lâmina vinda da dor


A mulher olhava para o barman interessada, enquanto só havia provado até então da bebida oferecida. Cloyde. Hum. Poderia começar por ali então.

— Mas é claro que... - Via-se interrompida por um bêbado, que já chegava com mais intimidade do que já dera para amigos próximos. A mulher o olhava com a expressão fria, enquanto ele soluçava bebida com o que provavelmente logo seria vômito no andar da carruagem da deselegância que se aproximava de si e... que a tocava.

Os olhos não se alteravam, e ela respirava fundo pensando em como isso parecia ocorrer em locais de cultura baixa ou postura abusiva militar. Cabo, não era? Ele poderia ser uma luta, se tivesse sua espada.

— Não te dei permissão para me tocar. - Dizia o olhando, o desgosto parecia um gosto amargo no fundo da língua, que buscava limpar enquanto bebia um pouco da bebida e ouvia ele só continuar discutindo, ainda paciente e dando um tempo para os dois neurónios de homem pré-histórico funcionarem:

— Eu não estou conversando com ninguém tão deselegante, de cheiro e presença desagradável como você. Pelo contrário, estou conversando com o educado Barman, faça a gentileza de se retirar.

Ela dizia simplesmente, sem se alterar, mas a voz cortante e fria, olhando brevemente se este estava armado até sentir o cheiro da boca do homem perto, isso era de mais. Até sua paciência tinha limite. Alexia erguia o caneco em um movimento rápido, visando acertar o homem com a lateral da caneca em um movimento reto de subir da mesa até o rosto deste, antes de voltar a caneca para si e beber um pouco:

— Você não tem honra ou dignidade nenhuma para se aproximar de uma mulher, criatura nojenta.

Voltava a olhar para o homem do bar, enquanto sua mão livre ia para a mochila onde ficava o canivete para caso o ser continuasse importunando, mas falava com o barman:

— Agora por favor, onde posso encontrar esse... sujeito, sr.barman?
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Última edição por Alexia Siegfried em Seg Mar 07, 2022 11:20 am, editado 1 vez(es)

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Estava sentado diante do que um dia já fora minha moradia, após mais de 15 anos era de se esperar que o lugar não fosse mais como era... Um casebre velho, caindo aos pedaços com duas crianças famintas saindo para roubar comida. Poucas eram as minhas lembranças daqueles tempos dificeis, mas ainda sim conseguia visualizar Seth tomando a frente para me alimentar. Queria ter agora uma bebida para derramar em sua honra.

- Ah irmão... Como você faz falta... - Me forçava a não derramar alguma lágrima apenas para manter a minha postura, mas meus olhos sequer piscavam encarando o cenário à minha frente. Logo após aportarmos tinha me separado de Alexia e percebia agora que apesar de meu desgosto por ela havia sido uma péssima ideia, Seth tinha dado sua vida para me proteger centenas de vezes no mar e na primeira oportunidade eu tinha abandonado a única fagulha de vida que ainda restava dele. Talvez isso fosse o melhor para nós dois... Um tempo para respirar, ligados pelo luto... Por um luto interminável.

Me levantei olhando para os lados e me perguntando onde a princesinha poderia estar, se eu fosse uma nobre que ansiava por uma vida louca de aventuras por onde começaria? Tentava buscar em minhas memórias de Tsubasa Island, mas não conseguia lembrar de sequer uma aptidão dela para me dar um norte. Se armar com certeza era uma das coisas que ela faria... Merda... Onde fica loja de armas nesse fim de mundo? Existe uma loja de armas aqui? ... Jamais conseguiria descobrir sozinho, mas logo me surgia outra realização em mente, pirataria... Não, sujo demais para uma princesa... Marinha? Duvidava um pouco de que ela fosse querer jogar nesses lados, talvez uma revolucionária... Sim, provavelmente ela estaria aqui buscando por alguma célula, mas sem dinheiro vai ser difícil avançar... Claro... Caçador de Recompensa... A forma mais rápida de conseguir uma boa quantia.

Caminharia até a pessoa mais próxima e dentro de toda a elegância em minha postura, vestes e olhar, questionaria. - Com licença, pode me informar onde fica o quartel general da marinha? -

Não obtendo sucesso, seguiria com a ideia, questionando outras pessoas que encontrasse pelo caminho, para por fim me guiar até o QG, onde pudesse verificar os cartazes dos procurados da ilha. Afinal, por que não recomeçar da forma mais fácil possível?

Objetivos:

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