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Relembrando a primeira mensagem :

Pela dor a força, pela lembrança a honra (荣忆)

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civil Alexia Siegfried. A qual não possui narrador definido.

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A expressão fria de Alexia certamente poderia assustar um touro, pois, o amago em seu estomago e a cólera contida em sua mente se uniam e formavam o ser que hoje a mulher era. – O que? *Hic* Calma bebe, naum tiem purque ficar barva. Ele diria já enrolando a língua enquanto portava um caneco de bebida em sua mão e bebia ainda mais após falar com a ferreira.

O homem havia se atraído pela beleza rustica da jovem aventureira. Porém, o desprezo silencioso de seus olhos poderiam ser sentidos pelo marinheiro, seguido de suas palavras ouvidas. Entretanto, foi só o momento em que o Barman bateu o copo na mesa que fez o homem arregalar os olhos de susto. – Acredito que será ruim para sua reputação se você for espancado hoje, não concorda Trevor? Então irei dize mais uma vez... volte para seu canto e fique lá, senão não me culpe por ser descortês. O Bartender expressava um rosto um pouco aborrecido, em seguida que um gato pulava em seu colo. – Dê uma lição nele, Alfredo! Ele ordenava para o bichano que miava e saltava em direção ao marinheiro.

O soldado cairá no chão e teria seu rosto completamente arranhado. – Ahhhrrgg, sai, saí!!! Ele diria tentando tirar o gato até que por fim o animal sairia. – V-Vocês! Vaum pagar pur isso! Ele então iria embora cambaleando, ao tempo que o gatinho subiria para cima da mesa. *Miaauuu. O gato passa pelo balcão até se aproximar de um rapaz de longas madeixas azuladas.

A conversa procederia mais uma vez, Alexia questionaria o paradeiro do Cloyde. – Hmm. Tá aí uma boa pergunta. O bartender falaria e até o homem ao lado de Alexia, que até então estaria despercebido também diria. – Verdade, é uma boa pergunta mesmo. O barman concordaria com a cabeça de forma relaxada até então escorrer uma gota por sua testa e ele identificar a voz. –Huh? Cloyde??? O ruivo ficava pasmo e surpreso, já seu gato por outro lado parecia bastante apegado ao rapaz, uma vez que ficava se esfregando no braço do mesmo que estava apoiado no balcão.

O sujeito não mostrava deter nenhum tipo de armamento, mas por outro lado suas roupas eram finas, e seu porte físico bastante definido. Diferença de tamanhos entre ele e Siegfried era mínima. Os olhos de cores diferentes certamente dariam um charme ao vendedor, cuja voz era encorpada e ao mesmo tempo suave.

Algum tempo antes, do outro lado da cidade, estava o jovem irmão do falecido marido de Alexia; Kisaki Ushi. Após se separar da sua parceira de viagem, inesperadamente, se via matutando onde ela poderia estar. Afinal, compartilhavam um luto e uma teria a necessidade de estar ao lado do outro.

Dado algum tempo, Ushi chegava a conclusão de que Alexia havia ido até um quartel da marinha, o que certamente não era o correto. Todavia, não é como se o atirador fosse um gênio ou profeta para saber exatamente o paradeiro da ferreira. Após abordar um dos moradores de Flevance, o senhor haveria dito. – Um turista? Huff, ultimamente tem muitos vindo para Flevance. Bem, o quartel fica próximo da maior taverna da cidade, Búfalo branco. O homem então olhava o rapaz e notava que ele não saberia nem isso. – Huff, siga nessa rua até o fim, dobre a direita e já conseguirá ver a construção do quartel. E a taverna próxima. Ele terminava de dizer e em seguida voltava a caminhar para longe de Kisaki.

Uma vez instruído, o atirador poderia seguir os comandos até por fim avistar o quartel da marinha. Quando estivesse passando em frente a taverna, cuja placa reluzente era fácil identificar principalmente por já ser quase noite, poderia ver um homem saindo pela entrada do estabelecimento. – Hunf. Maudita vagia e barrende. Ele diria enrolando a língua ao tempo que olharia de relance para Ushi. O rosto do marinheiro estava cheio de arranhões e expressava muita irritabilidade.

Kisaki poderia continuar seguindo até o quartel, se assim desejasse, ou adentrar no Búfalo branco e ver se poderia descobrir o que estava rolando, talvez tivesse sorte se fosse logica sua escolha. Até poderia ir ao quartel, porém, visto que já estava tarde parecia perca de tempo. Por outro lado, uma taverna na noite era o fluxo de muitas pessoas, muita bebida, muito comércios ilegal e etc.

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Alexia Siegfried
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Ato I – Lâmina vinda da dor

O caneco que tinha em mãos já havia até se erguido para realizar o movimento que desejava, com desgosto, de acertar o homem no rosto para que se afastasse de si, mas algum senso parecia bater no mesmo ou no ambiente para que antes disso ele se afastasse e ela não precisasse perder a compostura.

— Sorte a sua que um gato te bateu antes de mim.

A nobre Siegfried completava com aquele tom frio, com desprezo marcado na voz enquanto ignorava as reclamações e tomando do líquido que seria desperdiçado em sua ação anterior, com os olhos fechados tranquilamente e deixando a mochila ali voltar a pender em suas costas. Trevor, o homem nojento da marinha. Gravava bem a identidade do mesmo, porque se ele cruzasse seu caminho novamente, o desafiaria assim que tivesse sua espada. Ensinaria-o a ter alguma honra pela dor se fosse o caso, alguns só aprendiam assim.

Ela abria os olhos devagar com tranquilidade quando finalmente podiam voltar a ter uma conversa civilizada, até que o homem ao seu lado que até então não dara atenção, se pronunciava. A espadachim olhava para o mesmo, reparando nos olhos com heterocromia marcantes que, no fim das contas, pertenciam ao próprio Cloyd, facilitando seu trajeto.

Alexia sorria brevemente pela coincidência, olhando para o mesmo e fazia um maneio educado:

— Prazer em conhecê-lo, Cloyd-san. Sou Alexia. - Ela esticava a mão para o mesmo a fim de um cumprimento, com uma educação diplomática:

— Gostaria do chumbo branco que você pode fornecer, como posso obtê-lo?

O encarava interessada, deixando a bebida ali em cima enquanto mais uma vez ia direta ao ponto. Havia colocado na cabeça que seria o material ideal para fazer a lâmina que desejava, e não desistiria facilmente do mesmo. Não podia ser nada menor do que isso... para ilustrar o que desejava.
Objetivos:


Última edição por Alexia Siegfried em Ter Mar 08, 2022 11:00 pm, editado 1 vez(es)

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Me questionei de imediato por qual razão muitos turistas estavam passando por Flevance, alguma razão que fosse útil saber? Talvez, mas preferi me calar e apenas continuar ouvindo as instruções, seja qual fosse a razão para forasteiros estarem naquela ilha com certeza eram diferentes da minha, além de que não ficaria ali por muito tempo. Tendo isso em mente segui meu caminho olhando as ruas e tentando buscar em minhas memórias o tempo em que corria sujo por elas, se nossos pais ainda estivessem vivos com certeza não conseguiriam me reconhecer... Acho que reconheceriam nenhum de nós dois.

Progredi até próximo da tal taverna, chamativa, até demais, provavelmente um lugar para a vida noturna que muitos desejavam, jogos, bebedeiras, talvez o pior de Flevance eu poderia descobrir conversando com alguns dos homens bêbados ali. Assisti o sujeito sair da taverna, sua postura logo me remetia ao nojo que sentia do governo... Ou melhor... O nojo que sentia da marinha, os cães do governo, da própria frota naval me vinha o nojo, desgosto, uma irritabilidade controlável. Ignorei as palavras daquele homem e e ajeitei minha gravata enquanto novamente voltava minha visão para frente. Pelo estado do marinheiro podia imaginar como o QG daquela ilha devia ser desorganizado, mas ainda sim, devia funcionar durante toda a noite, ou parte dela quem sabe... Afinal, por que fechariam suas portas para os civis durante o período preferido para os bandidos cometerem seus crimes?

Continuei, deixando para trás aquela zona de corrupção de pessoas através do alcolismo, apenas os mais incompetentes perdiam seu tempo em bares, jogando conversa fora e falando sobre... Bom, seja lá o que diabos acontecia em uma conversa de bar. Me aproximaria do QG buscando encontrar algum marinheiro de patrulha, alguma sinalização onde pudesse achar a entrada, e assim, talvez um vigia, seja lá como fosse, eles deviam ter presos, alguém tinha que tomar conta do lugar, mesmo que a administração fosse horrível. Meu objetivo naquele lugar era tão simplório que me negava em sair sem algum retorno.

- Alô? Pode me dar uma informação, senhor? - Apesar de meu desprezo pelo oficial que encontrasse, se encontrasse, mantinha minha boa etiqueta com facilidade ao me comunicar. - Gostaria de saber mais sobre os procurados nessa ilha, onde encontro cartazes? -

Objetivos:

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Após a saída do marine, Alexia ao acaso o vendedor mais cobiçado de Flevance, Cloyde. A Ferreira ia direto ao assunto, sem se importar com ouvidos indesejados. Contudo, o vendedor também não se importava, já que, ele sabia que tudo poderia ser resolvido com dinheiro. – Hmm. Minha querida... Cloyde pode lhe conseguir o que desejar. Quer uma madeira lendária, escravos, Dials, tudo pode ser obtido... desde que pague o preço certo. Tudo na vida tem um preço. Huhuhu. Ele riria em um tom baixo. – E, é claro que posso ter o Chumbo Branco. Ele finalizava suas palavras em seguida que o bartender lhe servirá um corpo de whisky.

O vendedor matava o copo de bebida num único gole, soltando um suspiro de prazer. – Fiuss. Nada mal. Ele então apoiava a mão no rosto e fintava mais de perto a Ferreira Alexia. – Acho que hoje é seu dia de sorte. O que me diz de fazer um serviço e em troca eu lhe pago com o Chumbo? Vai ser uma tarefa bem fácil, só precisa de um pouco de astucia. Hun?! Ele diria com um pequeno esboço de sorriso, tentando instigar a curiosidade da mulher.

Caso Alexia quisesse saber das condições do serviço, sem aceitar, Cloyde então diria. – Nah, Nah, Nah... nada disso, minha bela. Se quiser saber, primeiro terá que aceitar. Alexia até poderia pensar que seria mais fácil apenas comprar o produto, mas a resposta do vendedor deixaria claro o motivo de ele não ofertar primeiro o chumbo. – Aí que está o probleminha... estou em falta do minério. Porém, o serviço envolve exatamente obter mais dele. É uma oportunidade para nós dois ganhamos, um ótimo acordo não? Ele piscaria de forma amigável, havendo lábia e muita malandragem nas suas palavras.

Se por fim Siegfried aceitasse o acordo, ele então viria explicar. – Os irmãos Greed que cuidam da segurança das minas fazem parte das minhas cartas... um pouco de suborno ali e cá, logo uma fração do obtido mensal das minas é desviada por eles e chega até mim. No entanto, nunca sou eu a pegar os minérios, deixo esse serviço para terceiros. Ele diria, apesar de não enfatizar o porque disto. Provavelmente Cloyde era o tipo de homem meticuloso e paranoico. – É só você ir no horário e local neste papel... Cloyde então passaria suavemente pelo balcão um pedaço de papel com informações para Alexia. ...e trazer para mim. O dedo dele ainda estava segurando o papel enquanto ele olhava constantemente para a Ferreira. – Há! Apesar de ser algo simples e fácil, qualquer deslize de sua parte poderá condenar o minério. Então precisará usar bem sua cabeça para transportar esses minérios, não são muito e nem pouco, mas possível de uma pessoa carregar sozinha. Ele faria uma pausa para beber outro whisky.

O vendedor então mostraria um olhar mais sério. – Caso estiver pensando em sumir junto dos produtos, eu a encontrarei... seja em terra firme ou em alto mar, que fique bem claro. E a última coisa que verá será o fio da lâmina de algum assassino contratador por mim. Ele então expressaria um olhar sanguinário, mas que logo dissiparia. – Brincadeirinha! Huhuhuhu. Vamos, não fique tão séria. Você parece ser uma mulher vivida e esperta. Ele proferia ao soltar o papel e deixar que a Ferreira pudesse ler o conteúdo.

Enquanto isso, ele pagava o bartender com um valor pelo menos 5 vezes mais caro que a bebida, provavelmente para o homem ficar de boca calada. Em seguida, Cloyde virava-se apoiando seus cotovelos no balcão ficando de costa para o barman e olhando para os arredores da taverna. – Mais uma coisa, minha querida... se você for pega pela marinha, a responsabilidade é toda sua, fique bem ciente disso. Ele então virava a cabeça e olharia brevemente para a mulher ao tempo que mostrava novamente aquele rosto sério. – Enfim, é isso aí. Bye-Bye querida! Por fim, levanta-se e acenava com a mão durante o tempo que viria sair da taverna sem dar mais informações a Ferreira.

No papel haveria um horário, por volta de uma hora e meia mais tarde e o local seria em uma cabana abandonada próximo das minas. Como Alexia não sabia exatamente onde ficava por ser uma visitante lá, haveria de procurar ela pelas redondezas das minas de Flevance. Havia tempo de sobra para isto.

À medida que Siegfried havia recebido uma oportunidade de dar e receber, Ushi seguia rumando até o quartel da marinha. Após passar pela taverna, ignorando o soldado bêbado e rabugento, não demorou muito para o rapaz avistar o Q.G. de dois andares da marinha com o símbolo estampado em uma placa bem visível na frente do estabelecimento do governo.

Kisaki abordaria um dos guardas noturnos que lhe avistava e logo de cara percebia que o homem moreno era um turista em busca de informações. – Boa noite. Claro, há um mural próximo da porta de entrada do quartel. Logo ali! Ele apontava para Ushi, não levando muita fé na força do rapaz, mas ao mesmo tempo não sendo desrespeitoso ou afrontoso com o mesmo, muito pelo contrário, sendo educado e cortês.

Assim que Ushi seguisse até a entrada do quartel, notaria um mural não muito grande, mas com alguns cartazes. Entre eles estava Argus, gancho mortífero; Hylos, Mandíbula de Aço. Bill, O Acusador. Thorns, Uivo Macabro. Não havia muitos, mas entre eles a recompensa variava dos 2 milhões até 7 milhões de Bellys. Já sobre os cartazes, havia indivíduos de raças diferentes, como Mink, tritão e celestial.
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Kisaki Ushi
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Caminhei calmamente e despreocupadamente até o mural, não sabia o que podia me aguardar, mas certamente um inicio na pirataria como meu irmão havia feito me parecia pouco prático, se eu desejava destruir o governo, precisaria de uma boa quantia em dinheiro, claro... Roubos sempre renderam muito dinheiro, mas o risco, a fama, tudo isso era um grande empecilho, e queria que meu primeiro ato como um rebelde a este mundo fosse algo grandioso... Roubar um mercadinho de uma cidade pequeno no North me parecia... Miserável demais, até maldoso com o pobre dono.

Encarei os cartazes, me intrigando como os apelidos tachados ali, como era mesmo a alcunha daquele sujeito? Aquele cara nojento... Mãos de Ferro? Não conseguia me lembrar... Mas olhando esses percebia que as alcunhas sempre costumavam seguir um padrão... Será que gostavam mesmo de ter suas principais caracteristicas exibidas por aí? Apenas devaneios do anoitecer... Talvez.

- Eu posso recolher todos esses? vocês tem cópias aí? - Questionava ao bom marinheiro que havia me instruído até o mural. Os mais exóticos brilhavam um tanto aos meus olhos, seriam os mais fáceis de rastrear, se o mandíbula de aço realmente tivesse uma chapa de metal na parte inferior da boca, seria facilmente destacável numa multidão, mas quem sabe até mesmo visse algum deles caminhando por aí... Poderia ter utilidade carregador todos os cartazes, mas se me fosse negado, pegaria dois e três... Se sequer pudesse removê-los dali, ia então focar em decorar a aparência dos três mais exóticos e as características que os fazia assim.

Agora, a parte que eu não queria ter que fazer, removeria toda a minha pompa com certeza ao realizar essa grande questão, mas preferia essa opção do que ficar vagando a deriva por Flevance. - Sabe me dizer onde consigo comprar uma arma de fogo? - De qualquer forma, os caçadores faziam um serviço para a marinha, consequentemente ao governo, o que me deixava repudiado, mas não podia me dar ao luxo de distratar o pobre marinheiro, agia educadamente. Recebendo à informação, daria o meu jeito de seguir meu caminho rumo ao próximo objetivo.


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Alexia Siegfried
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Ato I – Lâmina vinda da dor

A espadachim prestava atenção nas palavras do homem, parecia ser do tipo que delongava-se de mais em suas apresentações em se gabar. Já havia lidado bastante com o tipo na aristocracia ou com charlatões. Os olhos frios da garota acompanhavam todo o trejeito dele, que finalizava a frase dizendo que tinha o que queria com uma pausa dramática feita com a bebida e então... um trabalho.

Era previsível, quando as pessoas não davam um preço elas vinham com algo mais problemático que isso. A mulher fechava os olhos, terminando sua própria bebida com tranquilidade, uma pausa breve antes dela descer o copo até a mesa, abrindo os olhos devagar e olhando para frente.

— Você pode ir direto ao assunto e pular toda a cena, eu estou interessada.

Dizia suspirando meio impaciente, enquanto o escutava, virando para olhá-lo agora. Era um suborno, como imaginava.

A mulher respirava fundo perdendo o interesse sinceramente no esquema, olhando brevemente o papel e voltando a olhar para frente:

— Muita volta...

Falava meio impaciente novamente, suspirando, até ele mencionar sobre sumir com os produtos e as consequências. A mulher abria os olhos, o olhando agora enquanto sua mente voltava-se para o desafio. Assassino contratado para vir atrás dela? Parecia uma ótima ideia para sempre ter algum desafio.

De repente... a oferta parecia tentadora. Ainda mais com aquele olhar, instigava a mulher a aceitar.

Ela sorria de canto agora, os olhos com algum brilho:

— Certo, Cloyd-san, eu aceito o acordo. Parece bastante desafiador, é o tipo de coisa que procuro.

Poderia parecer que falava do desafio da própria missão, embora sua mente estivesse certamente voltada para a ideia de ser perseguida. Alexia pegava o papel, acenando com a mão para o homem enquanto olhava o lugar e o horário e se levantava, guardando o papel no bolso de sua vestimenta:

— Sr., agradeço o aperitivo e as informações. Agora irei trilhar meu caminho.

Virava-se depois de um manear com a cabeça educado, e iria até a loja novamente, desta vez de forma direta compraria uma Claymore de qualidade Básica com o restante do dinheiro que tinha agora. Precisaria de uma para lidar com os desafios logo de cara afinal, prendendo-a na cintura e perguntaria para o homem da loja onde encontrava o tal endereço dado.

Alexia não pretende ir direto para lá, após recebido iria observar os arredores da direção, para ver como era a movimentação e as próprias características do lugar para entender melhor o local e analisar os riscos que tinha.

A ferreira não se importava com a guarda local ou o governo, as leis não eram algo específico que a prendiam mais, mas não tinha a intenção de ser confundida com um sujo contrabandista. Não era o que procurava para si e sua honra. Queria pensar bem no que faria. Mas não podia negar, enquanto um sutil sorriso surgia no canto dos seus lábios: estava pela primeira vez entusiasmada.

"Assassinos, ele disse..."


Seria divertido.
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Logo no quartel, Ushi permanecia por algum tempo analisando os cartazes exibidos no mural da construção, enquanto isso, o rapaz ficava perdido em seus devaneios. – Sim, há algumas copias de baixo da bancada. O soldado diria ao apontar para o local que ficava próximo de Kisaki. Ali haviam diversas copias, provavelmente para os caçadores virem e apanharem sem a necessidade de ter uma ótima memoria, cuja nem todos possuíam.

Após apanhar as copias, Ushi novamente questionaria o soldado sobre algum local que pudesse vender equipamentos. – Huuun, tem varias lojas em Flevance. Porém, este horário vai ser meio difícil encontrar alguma aberta. O marinheiro diria coçando a cabeça de forma confusa, pois, pensava que o civil a sua frente ou era louco, ou apenas sem noção mesmo. Afinal, além de pegar diversos cartazes para caçar os procurados, sem saber o perigo que lhe aguardava, desejava encontrar alguma loja de armamentos aberta a noite.

- Quem sabe o senhor possa dar sorte e achar alguma no centro... talvez Flevance Shop, sei lá. Ele diria e após acenar com chapéu da marinha, iria se retirar para a ronda noturna. Apesar de ser um horário tarde, não era tanto ao ponto de ser madrugada. Se Ushi tivesse um pouco de sorte, talvez agilidade, pudesse correr até Flevance Shop. Por sinal, era uma loja que ele havia visto de relance alguns quarteirões próximo do Búfalo Branco.

Do outro lado da região, Alexia parecia entediada com o falatório do vendedor, o que de fato alguém como ela ficaria. Todavia, fazia parte da índole do misterioso comerciante dramatizar seus produtos. De qualquer maneira, uma vez aceito o pedido, Siegfried viria então sair do estabelecimento seguido de agradecer o bartender que acenava para a jovem sem mais delongas.

A Ferreira havia novamente ido até a loja, de outrora, com objetivo de comprar uma boa Claymore, aquele tipo de espada leve, afiado e bastante volátil em seu manuseio. O atendente de antes estava prestes a fechar a loja quando avistou a cliente. – Você de novo? Estou para fechar a loja. Ele diria ao olhar para a mulher e lembrar da cortesia de antes. – Ah que seja, pode entrar. Ele diria ao abrir a porta e acender as luzes.

– No momento estamos esperando uma leva de armas novas, mas tem algumas gastas, básicas e até profissionais. O atendente diria ao apontar para a bancada com as espadas de vários tipos. Haviam machados, pistolas e até mesmo lanças. O valor estava exibido logo em baixo dos armamentos, os valores alternavam entre: 125.000; 250.000 e 400.000 ฿S mil bellys. Seja qual fosse o tipo de espada ou arma, o que mudavam era só a qualidade do produto e uma Ferreira experiente como Alexia era, seria algo que ela poderia facilmente notar.

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Kisaki Ushi
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Ainda tentava desvencilhar minha mente do sentimento nostalgico e triste que encontrava em Flevance, minha jornada seria difícil, passar pelos locais em que tinha velejado com Sett, tudo isso começaria em breve. Olhava o amontoado de cartazes em minhas mãos e me lembrava de quando o rosto estampado em um deles era de meu irmão, por um segundo questionei se estava fazendo a coisa certa em caça-los, como se eu fosse apenas mais um cãozinho desse governo sujo. Irmão... Se não tivermos nossa alma limpa, então nada disso valerá apena.. Sempre tinha discordado do grande coração de Sett, acreditava que todos estavam a mercê do mar, sendo julgados pelo o que a correnteza trouxesse e muitas vezes... Ela trazia apenas o pior.

- Certo, obrigado.

Voltava a caminhar, pelo mesmo caminho que tinha vindo, guardava os cartazes dobrados no bolso, estava fazendo a minha história ali e infelizmente para meu irmão em pós-vida, eu não tinha o coração tão bondoso quanto ele e sabia o quão ruim poderia me tornar em prol de meus objetivos... - Me desculpe... - Jogava as palavras ao ar, como se soubesse que acabaria por desapontá-lo futuramente, afinal se fosse necessário me corromper, eu faria. Tudo isso por que em minha mente, talvez alguns daqueles procurados não merecessem estar com a cabeça a prêmio.

Apressado, mas sem correr, buscava chegar até a loja antes que ela fechasse, se esse fosse o caso. Adentraria. - Olá, boa noite, gostaria de alguma Arma de fogo... A melhor que você tiver. Munições... E se puder me proporcionar a compra de algumas bombas de fumaça, ou luz... Será de grande valia para mim. -

Em caso negativo, onde a loja já estaria fechada, partiria rumo à algum lugar onde pudesse ficar, uma estalagem, hotelaria, seja como fosse, se muitos turistas estavam vindo para Flevance, era certo de que os moradores locais aproveitariam disso para alavancar alguns negócios ligado a turismo, um destes sendo a locação demasiada.

Objetivos:

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Alexia Siegfried
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Ato I – Lâmina vinda da dor


As mãos da ferreira passavam pelo pomo da claymore, antes de fechar as duas mãos na base a erguendo, testando o balanço e movendo com maestria ela para um lado e o outro em um corte diagonal fazendo um oito no ar de baixo para cima e de cima para baixo... antes de se dar por satisfeita.

Era uma espada de qualidade satisfatória para si, não era a que queria fazer com o chumbo branco, mas.. servia para atingir seu objetivo.

Alexia olhava o fio com a espada inclinada ali, entregando com a outra mão a quantia certa do pagamento.

— É só o que quero mesmo, a de 250 terá que servir temporariamente mesmo sendo ruim. Isso até eu fazer a minha pelo menos.

Pegava a espada assim como a bainha, já prendendo ela em sua cintura firmemente, e virava-se para sair.. se interrompendo ao algo chamar sua atenção ali na loja.

Treinamento perícia de Estratégia


Era um cartaz em específico em um canto da loja, escrito: "Arte da Guerra em Flevance". De imediato se interessava. Qualquer coisa de combate fazia o sangue Siegfried queimar em interesse, era inevitável.

— Ao que se refere este cartaz? ... Não vejo como haveria alguma coisa a ser compartilhada, visto o massacre que ocorreu por aqui, não sei como seria essa tal arte.

Completava do jeito mais seco dela, não de propósito, simplesmente por ser direta e realmente não ver como aquilo alterava alguma coisa. O homem pigarreava, incomodado com a sequez da mesma mas completava, defensivo:

— Bom, foi um massacre. É um seminário que eu desenvolvi junto de um outro sujeito sobre o que poderia ter sido feito para não ficarmos tão... a mercê. Como foi o caso.

A ferreira se mostrava interessada agora e acabavam por passar um tempo conversando ali, a curiosidade dela instigava o homem a acabar por compartilhar com a mesma questões mais fundamentais de preparo em guerra e estratégia, que fariam com que os danos tivessem sido reduzidos. Era um povo sofrido e depois de tanto que ocorreu naquele lugar, haviam aprendido com o passado para se precaverem do episódio se repetir, ainda mais com o novo ciclo do Chumbo Branco.

As perguntas da herdeira Siegfried voltavam-se para táticas de combate, posicionamento, armadilhas, combates diretos, moral de tropas e sabotagens, pensando nas problemáticas que sofreram e como as pessoas reagiram. Coisas que o próprio vendedor pontuavam a medida que exemplificava com todas as formas que o povo dali sofreu.

Fim do Treinamento



— Agradeço por tudo, sr. Desculpe segurá-lo aqui mais do que o necessário, embora eu não me arrependa. Saio satisfeita.

Completava com um breve sorriso de canto, já olhando para as ruas. Poderia em fato utilizar desse novo conhecimento para lidar com a situação das mercadorias. Se não podia chamar atenção, poderia fazer de forma discreta com uma observação de terreno e preparo para recebimento, como uma tática estratégica ou algo assim?

Talvez estivesse só empolgada, mas a ferreira saía agora observando o lugar de uma forma diferente, caminhando para o ponto de encontro específicado pelo homem de antes. Lá, ela rodeava a área que seria o local de encontro, observando o fluxo de pessoas, pontos de visão da guarda e que passasse despercebido por meio do ambiente ou que simplesmente pudesse sair mais facilmente.
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Localização : North Blue ~ Flevance
BlindaoSargento
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Reino Sorbet
Cidade de Flevance



Havia-se passado algum tempo dentro da loja de armamentos e apesar do vendedor desejar ir embora o quanto antes, ele havia apreciado a companhia da jovem viúva. Apesar de desconhecer o passado de Alexia, e mostrar um pouco de ingenuidade, o garoto era bastante vivido e astuto. Provavelmente por isso era o funcionário da melhor loja de armas de Flevance. De qualquer forma, dado algum tempo no estabelecimento, ambos havia perdido no tempo e boas horas já haveriam passado, não que fosse algo ruim.

Nesse meio tempo, Ushi haveria saído da frente do quartel e teria caminhado até a loja de armas da cidade. Entretanto, Kisaki ouviria um uivo bastante... peculiar. Era um som baixo, mas bem macabro. Seria então nesse momento que o atirador veria um vulto por cima das casas, dispersando um cheiro de sangue.

Se o atirador olhasse com sua aguçada visão, notaria os cintilantes olhos de uma besta que optava por permanecer nas sombras da calada da noite. Porém, Ushi conseguiria identificar os olhos que estariam no cartaz de procurado que ele havia pegado. Era Thorns, Uivo Macabro. O pirata que valia 3.700.00 milhões de bellys.

Nesse pouco espaço de tempo, a fera desapareceria, mas não antes de proferir algumas palavras que ecoariam pela viela onde Kisaki estava. – Uma presa fácil demais... quero uma mais difícil, para descobrir se estou vivo ou morto. Grruuuuu. Era uma frase bastante misteriosa e lunática, típico de um pirata Mink.

Durante a ida até a Loja de armas, Kisaki não mais notaria o cheiro ou presença daquele ser. Podendo entrar na loja e enfim comprar o que desejava. Logo ao entrar, ele notaria a presença da esposa de seu falecido irmão, inesperadamente, ela havia comprado uma Claymore e papeava com vendedor.

O atirador optava por encontrar a melhor arma para ele, porém, as melhores eram um preço ao qual ele não poderia pagar. Entretanto, ainda era possível comprar algo próximo disso pagando todo valor que ele trazia consigo.

Apesar de ser uma arma básica, era uma espingarda até muito boa, conservada e polida. Havia uma boa mira nela, mesmo que a distância ainda dependesse muito do manuseio do portador. Contudo, era uma arma que combinava bem com o atirador. – Até tenho algumas bombas prontas, mas... o valor que o senhor me deu não paga por elas, só pela arma. O atendente diria após conferir o dinheiro de Kisaki, que agora estava mais pelado que velho em praia de nudismo.

Ushi e Alexia poderia conversar por algum tempo, mas logo notariam a expressão do vendedor ansiosa, já que, o horário de atendimento dele já haveria terminado já algum tempo. – Olha... não quero ser estraga prazer, e agradeço muito por terem optado em vir aqui comprar em nossa loja, mas... se não quiserem mais nada irei fechar de uma vez, minha irmãzinha está me esperando. Ele diria um pouco sem jeito, mas louco para que os clientes desse no pe.


Histórico Alexia:

Histórico Ushi:


NPCs:


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Alexia Siegfried
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Localização : North Blue


Ato I – Lâmina vinda da dor

Ao terminar ali já estava saindo, novamente com os pensamentos em mente de como iria abordar a situação até se ver interrompida de seu fluxo de pensamento e ação, pela chegada de... Kisaki.

A espadachim puxava um pouco o ar, ficando tensa enquanto seus olhos encontravam com os do seu cunhado, um tremular passava por eles, por um curto instante no qual Alexia conseguia encará-lo, antes de se desviarem. A culpa de repente voltava e aquela sensação fria enchia seu peito.

— Kisaki-san... não se preocupe, já sairei de seu caminho.

Falava maneando a cabeça, era sempre a sensação que tinha perto dele. De estar no lugar errado, no momento errado, nos últimos meses.

— Estou indo tratar de um possível duelo, voltarei tarde para alguma hospedagem provavelmente.

Avisava, enquanto novamente saía.

Mais uma vez, ela voltava para o que já tinha em mente. Independente do que Kisaki dissesse ou o que o ferreiro dissesse ou outras pessoas que aparecessem, ela caminharia para o ponto de encontro específicado pelo homem de antes. Lá, ela rodeava a área que seria o local de encontro, observando o fluxo de pessoas, pontos de visão da guarda e que passasse despercebido por meio do ambiente ou que simplesmente pudesse sair mais facilmente. Se Kisaki quisesse podia acompanhá-la, ou não, mas ela estava claramente incomodada ou desconfortável.
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Kisaki Ushi
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Ainda tentava desvencilhar minha mente do sentimento nostalgico e triste que encontrava em Flevance, minha jornada seria difícil, passar pelos locais em que tinha velejado com Sett, tudo isso começaria em breve. Olhava o amontoado de cartazes em minhas mãos e me lembrava de quando o rosto estampado em um deles era de meu irmão, por um segundo questionei se estava fazendo a coisa certa em caça-los, como se eu fosse apenas mais um cãozinho desse governo sujo. Irmão... Se não tivermos nossa alma limpa, então nada disso valerá apena.. Sempre tinha discordado do grande coração de Sett, acreditava que todos estavam a mercê do mar, sendo julgados pelo o que a correnteza trouxesse e muitas vezes... Ela trazia apenas o pior.

- Certo, obrigado.

Voltava a caminhar, pelo mesmo caminho que tinha vindo, guardava os cartazes dobrados no bolso, estava fazendo a minha história ali e infelizmente para meu irmão em pós-vida, eu não tinha o coração tão bondoso quanto ele e sabia o quão ruim poderia me tornar em prol de meus objetivos... - Me desculpe... - Jogava as palavras ao ar, como se soubesse que acabaria por desapontá-lo futuramente, afinal se fosse necessário me corromper, eu faria. Tudo isso por que em minha mente, talvez alguns daqueles procurados não merecessem estar com a cabeça a prêmio.

Depois de tanto tempo vivendo uma vida abastada me era até estranho dizerem que eu não tinha dinheiro suficiente para o que queria, respirei fundo, fechei meus olhos, soprei o ar enquanto abaixava a cabeça, lamentável... Como as pessoas conseguiam viver assim? O dinheiro realmente era a coisa mais poderosa do mundo.

Para minha surpresa, Alexia estava ali, talvez tivesse pensado do mesmo que eu, se armar era sempre um bom começo, afinal. Meus olhos encararam a mulher com... Desprezo? Raiva? Não sabia ao certo qual sentimento ela conseguiria encontrar em minhas pupílas. As palavras seguintes me pesavam ainda mais, permaneci calado enquanto ela falava... Sair de meu caminho? Poderia ter feito isso algum tempo atrás, pensei enquanto desviava meu olhar.

Lembrava imediatamente de Sett repreendendo-me por algumas ações minhas, as vezes, falta de ação. Tratar um duelo... Sim, ela devia ter saído de nossas vidas a muito tempo atrás, sequer deveria ter entrado, mas você a quis... Não foi irmão? E agora.... Agora se esta mulher morrer... Eu tenho certeza de que seu coração morrerá junto dela... Maldito seja.

- Certo senhor, me desculpe. - Diria agarrando a arma com suas munições para que o pobre vendedor com a rotina de trabalho estendida por conta de minha necessidade pudesse enfim, fechar sua loja. Abaixei a cabeça demonstrando minha educação e apreço pelo trabalho do homem e logo saí. Busquei de imediato ver para onde Alexia tinha ido, saindo poucos segundos antes de mim seria difícil que ela fosse longe.

Me apressei para aproximar-me um pouco mais dela. Será que Alexia tinha molejo necessário para se virar em lugares assim? Se tem uma coisa que princesinhas sempre atraem são bandidos... Está certo irmão, no fim das contas andar próximo dela pode acabar gerando alguns frutos para o meu objetivo.

Permanecia calado, apenas caminhava alguns passos atrás. Assim que a princesa chegasse até seu ponto de encontro, eu ficaria à uma distância pequena, buscava por qualquer um que pudesse ser um dos procurados nos cartazes em meu bolso, e principalmente vigiava Alexia, sabia que ela poderia acabar se metendo em uma confusão.

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Akuma Nikaido
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O encontro dos dois desafortunados deixava Alexia um tanto quanto incomodada. A visão de seu cunhado sempre lhe fazia reverberar as emoções dos traumas passados. Ushi, por outro lado, sentia algo complexo demais para ser descrito em apenas um sentimento. Uma mistura de sensações que pareciam querer jogar a culpa dos infortúnios na família Sigfried. Ao mesmo tempo, Alexia era o último fio que ligava a memória de seu irmão a esta vida e cortá-lo seria um desrespeito às escolhas de Seth.

Prevendo que a cunhada entraria em confusão, após ouvir a palavra duelo saindo de sua boca, decidia que a melhor opção era escoltá-la, mantendo uma distância segura. À medida em que andavam, a temperatura parecia baixar uns dez graus. Provavelmente parte disso dava-se pelo fato do crepúsculo chegar, privando-os do calor aconchegante do Sol, mas certamente o climão entre os dois contribuía para a sensação gélida que cercava o ambiente.

Ao chegar ao local marcado, Alexia observava bem o cenário, tomando conhecimento do que se apresentava. Uma única guarita, evidentemente abandonada, dados os rebocos caindo nas paredes e tábuas de madeira lascada onde algum dia existiu uma porta. O entorno apresentava-se como o início de uma pequena floresta, ao norte, enquanto não muito longe dali, a aproximadamente uns 500 metros, uma trilha descia na direção da montanha, certamente uma entrada para as minas. Vindos da cidade, ao sul, passaram por casebres que claramente demonstravam o quanto aquela região era mal cuidada e mal iluminada.

Como esperado pelo horário e pela distância em que se encontravam, não havia um fluxo de pessoas significante no local, tendo ambos visto somente dois mineradores , sujos e cansados, retornando após mais uma jornada exaustiva de trabalho. Ushi, procurando manter-se um tanto quanto longe de Alexia, acabava por esperá-la recostado na parede de madeira de um dos casebres. Um cheiro almiscarado poderia ser sentido pelo rapaz, enquanto com sua visão privilegiada conseguia observar sua cunhada andando pelos arredores, tentando extrair o máximo do ambiente. Com suas observações, Alexia notava que o chão ao lado da guarita parecia algo irregular, com um padrão levemente diferente do restante da área. O vento uivava no local, trazendo uma sensação de mau agouro para a garota. Talvez um mau agouro conhecido, a julgar pelo mesmo arrepio que percorria a espinha de Ushi. Restava ainda uma hora até o horário do encontro marcado. O que fariam até esse momento?
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Alexia Siegfried
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Ato I – Lâmina vinda da dor

Os olhos de Kisaki se desviavam dos seus, sem designar-se sequer à uma palavra para respondê-la. Alexia por sua vez fazia o mesmo, para o lado oposto. O incômodo era ainda maior, assim como a dor, por ser a mesma cor de olhos daquele que amou um dia. Como se não bastasse apenas o gelo que recebia.

Seu caminho já estava traçado para aquela noite então ela apenas respirava fundo enquanto caminhava, não remoeria-se mais naquele pensamento de ser odiada por quem deveria ser como "um irmão" pelos laços criados entre as famílias, ou por ser culpada pelo que ocorreu a cada vez que Kisaki a encontrava. Não. Aquela noite havia reservado para fazer seu caminho de espada e excruciar seu luto através da forja e dos assassinos que desejava atrair para si.

A Siegfried caminhava observando o local e tendo a percepção de que realmente não havia pessoas na redondeza pelo horário, em fato era bem afastado a ponto de estar próximo mesmo da floresta e em uma região desprivilegiada; claro, um lugar assim não precisava de tantos guardas para vigiar – o que seria roubado de quem já não tem nada, afinal? Um ótimo ponto para a transação pelo visto. Sua atenção ia para a guarita abandonada ali, um ótimo local para se posicionar ou esconder algo, ou talvez para que moradores de rua se escondessem, até mesmo para ser pega desprevinida e era bom averiguar e... aquilo era uma irregularidade no chão?

Uma das mãos da espadachim repousava em cima do cabo da claymore que carregava, enquanto a outra movia-se para os cabelos soltos, jogando para trás em um gesto delicado – mas para quem a conhecesse, saberia que era de irritação – enquanto a percepção de passos atrás de si e da presença de Kisaki não se afastava. O que era agora? Ele a seguiria para garantir que não esquecesse? O respirar fundo de antes virava um bufar entre os lábios da herdeira, que o olhava de canto brevemente enquanto completava baixo à medida que se dirigia para a guarita:

— Se minha presença o desgrada tanto me segue apenas para me torturar, Kisaki? Estou ocupada agora, mas não se preocupe que eu volto para poder continuar me odiando à distância.

Em partes sentia como se merecesse o ódio dele, havia sido fraca para lutar, para resistir e até mesmo para impedir que tirassem o filho dela e de Seth de si. Mas precisava desse tempo, precisava sentir-se em movimento e ele com aqueles olhos parecia como se a puxasse dolorosamente para baixo.

O dispensava de forma cortante, a voz fria enquanto se aproximava da guarita só para parar antes de chegar lá efetivamente. Aquela sensação fria que passava por si a deixava alerta, seus instintos nunca falhavam, mesmo que as vezes não fossem certeiros o suficiente. Sua mão fechava-se no cabo da Claymore, puxando-a em frente ao corpo em uma postura defensiva, segurando com ambas as mãos e uma guarda alta para caso precisasse, bloquear.

Parava de falar para ouvir, enquanto olhava nos locais mais altos e se aproximava da parede do casebre, para servir como algo em suas costas e poder preocupar-se apenas com a frente. Esse frio em sua barriga a trazia sensações que embora gostaria de que nunca tivessem ocorrido, não esquecia.

Poderia ser apenas algum tipo de emboscada, novamente? Ela se abaixaria um pouco, ouvindo ali os arredores. Caso nada aparecesse ou não ouvisse nada, ia se aproximar devagar da guarita, movida pela curiosidade do que poderia estar escondido ali, a guarda ainda alta.

Sua meta era abaixar-se perto do padrão irregular. Ela verificava com os dedos cobertos pelas luvas da roupa de explorador, abaixada ali vendo se era algum tipo de alçapão. Verificaria a guarita também. Caso aparecesse alguma ameaça, sua guarda-alta era justamente para reagir com sua espada, talvez com um bloqueio ou apenas um gesto amplo para que a ameaça fosse retribuída e o mesmo se afastasse, um golpe de aviso.

Caso ouvisse algo, entretanto, preferiria analisar os casebres próximos e, guardando a Claymore, usar de suas habilidade atléticas para escalar para o telhado, a fim de ter uma visão melhor do local. Tanto a guarita quanto acima dos casebres era uma boa posição para se esconder e ter uma vantagem tática afinal.

Talvez tivesse ficado um pouco paranóica ou parecesse assim, mas não queria, nunca mais, cair em algo como aquela noite.
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Tentava buscar em minhas memórias algum conhecimento posterior sobre o local para onde estavamos indo, sombrio demais para o meu gosto, mas era claro que quando jovem eu não corria por essa viela e não conseguia me recordar de alguma vez em que havíamos ido em alguma floresta, desde jovem repudiava um pouco a vida na natureza, talvez fosse minha luta constante por conter guardado todos os meus desejos mais selvagens e me forçava a manter o lado mais racional em todas as situações. Humanos são criaturas evoluídas, afinal, por que me esgueirar no mato se podia conviver na cidade ou viver a liberdade que o mar me dava? Que criança chata eu devo ter sido.

Palavras removiam o silêncio daquela noite, é claro que ela diria algo... Como não? Estava apenas sendo perseguida por um atirador com sangue escorrendo dos olhos.

- Quem me dera se fosse apenas por isso. - Respondi baixo, com pesar, quase dizendo para mim mesmo, queria não ter essa voz em minha cabeça, a voz que me fazia ter zelo involuntário pela vida da mulher. Era um sentimento mútuo de tortura, talvez sequer ela soubesse o quanto de dor sua imagem trazia para mim.

Busquei refúgio ao redor de um dos casébres onde pudesse ver tudo que Alexia estava para realizar. Removia a arma de minhas costas pela faixa que a prendia feito mochila e segurava o rifle com ambas as mãos a frente do corpo, ainda não colocando minha mira em prova, apenas continuava a observar para só se necessário tomar alguma atitude.


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