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Kenshin
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1º Caneco - Bottoms Up! Qui Dez 30, 2021 7:05 pm
1º Caneco - Bottoms Up!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Manami Namie. A qual não possui narrador definido.

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1º Caneco - Bottoms Up! J09J2lK
War
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Re: 1º Caneco - Bottoms Up! Qui Dez 30, 2021 10:52 pm
— Hugh!! — resmungava a gigante abrindo o único olho que lhe restava — Ehhh!? OS DOIS OLHOS?!?! — protestava com uma voz grogue, indignada com a total escuridão que perdurava mesmo ao abrir o seu olho bom — Oh… — finalmente percebia que a sua visão não havia se deteriorado, mas sim que a mesma estava sendo bloqueada por seu casaco.

Erguendo-se com a vagarosidade de uma idosa, Manami percebia que o efeito da última bebedeira não havia passado por completo Jackpot, Nyehehehe! — comemoraria diante da realização. Sem recordar a última vez em que esteve completamente sóbria, Manami estava protelando ao máximo o fim da embriaguez, pois não tinha dúvidas de que o fim do porre traria uma ressaca extensa e penosa.

— Hmm… alguém esmagado? — indagaria em alto e bom tom, observando se em seu apagão havia dormido por cima de algum desafortunado. Independentemente, sairia rapidamente da cena - possivelmente de crime - e passaria a vagar pelas ruas de Rubeck, tentando presumir qual a hora do seu despertar observando a movimentação nas ruas e quais estabelecimentos estavam abertos.

Manami não tinha o que reclamar de sua estadia em Rubeck, ao menos das partes que conseguia lembrar. Entretanto, a breve passagem pela ilha já havia causado os seus prejuízos —  Oof!! Só isso? — murmurava retirando e contando o pouco dinheiro que lhe restava do bolso de seu casaco — Parece que chegou a hora de trabalhar… — deliberava com certa preguiça.

Analisando o comércio e eventuais letreiros ao seu redor, Manami tentaria concluir em qual distrito da ilha se encontrava naquele momento. Isso, entretanto, era secundário. Por enquanto se contentaria em encontrar alguma taverna na qual conseguisse entrar, mesmo que curvada. — Fala meu patrão! — louvaria o atendente assim que entrasse e se sentasse em algum lugar. Se não houvesse um estabelecimento que lhe acomodasse, faria o mesmo sentando-se do lado de fora do bar. — Desce uma garrafa de rum! — anunciaria sem se preocupar com a hora. Se o bar estava aberto, era hora de beber.

— Boa! — aclamaria caso a bebida lhe fosse entregue — Me diz uma coisa, quando vai começar a Septemberfest? Não me diz que já passou… — provavelmente já havia feito esse mesmo questionamento há inúmeras pessoas, mas não havia qualquer resquício de uma resposta em sua memória — Eu vim só por conta disso! — revelaria o fato que, apesar de não ser mentira, não era completamente verdade.

— Ehhh! Como assim? — questionaria caso pedissem por pagamento antes de lhe entregar a bebida — Só vai anotando que eu pago depois… — comentaria de forma confiante, esticando o braço na direção da bebida, caso a mesma estivesse em seu alcance, e dando um gole na sequência. — Tá, tudo bem… — concordaria aparentemente cedendo às exigências, caso insistissem no pagamento — Segura!! — lançaria uma mísera moeda de 500 berries no ar em direção ao atendente, tentando aproveitar o momento de distração para apanhar a bebida.


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• Beber ad infinitum;
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• Bagunçar.

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• Arqueóloga.

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Gyatho
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Re: 1º Caneco - Bottoms Up! Sex Jan 07, 2022 7:13 pm
Mais um dia pra encher o caneco
- ‘ Dai a perua disse ta afim e eu disse: AGORA NÃO!’ isso e algumas risadas foram o que eu consegui tirar daquela multidão, claro, e um relógio de ouro. Eu não me lembro bem de quem era mais eu lembro de ter conseguido, era bonitinho, e seria um ótimo presente para alguma sortuda da noite. Depois disso os saltos alcoólicos me lembravam de um beco, eu devia tar fugindo de uns caras ai, mas acho que me pegaram, e me pagaram de jeito viu... Levaram minhas armas, meu relógio, que não era meu mas que tinha virado meu. Em fim, e aqui estou, logo após outro sono sem dor tranquilizado pelo álcool... –

Palavras de minha boca saiam e minha consciência ainda nem havia se despertado, que tipo de maluco fala dormindo? Ah... Abriria meus olhos tentando apagar o filminho da noite passada... retrasada? Em fim, o filme em minha memória recente e espreguiçaria o corpo para me sentir vivo novamente. Uma esticada daqui e outra dali, de pé estaria ao termino. Um tapinha nas roupas para tirar o pó da imundície e novinho em folha, estaria apresentável. Não sabia muito da minha localização, apesar de viajar entre varias ilhas, apenas os bares dos portos eram os reais destinos da minha travessa – Nada melhor pra começar o dia que uma MARVADA DANADA! – diria confiante e energético ao vento, mesmo que isso me fizesse parecer um maluco. Procuraria uma taverna ou barzinho que seja para entornar o caneco logo cedo. Pediria informações aos pedestres, se houvessem, de onde pudesse encontrar o tal destino – Bão dia meu rei/rainha, mas poderia me apontar aonde fica a taverna mais próxima? – Esperava encontrar a resposta logo na primeira pessoa, mas caso isso não se concretizasse, repetiria a pergunta até que alguém apontasse um dedo pra algum lugar.

Chegaria à taverna e sem demora entraria. Já gritaria com um sorrisinho de rosto para o atendente assim que ele fizesse contato visual – O MEU GUERREIRO, DESCE UMA QUE O PAI ACORDO NA SEDE! – me sentaria próximo ao balcão para poder conversar melhor com atendente e conseguir algumas informações enquanto apreciava o suco divino [b]– Então chefia, ta sabendo de alguma tripulação recrutando na região? – aproveitaria o tempo da resposta para poder olhar ao redor – Aham sei... que mais cê tem pra mim meu cumpade? – esperaria por mais algumas informações.

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" Pensamento "
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Re: 1º Caneco - Bottoms Up! Seg Jan 10, 2022 11:03 pm
Rubeck


1º Caneco - Bottoms Up
08h37 I Calor

Manami namie

Sobre um gramado totalmente esverdeado e sentindo uma forte baforada quente do Sol que beijava suas bochechas com seu forte calor, Manami demorava por se encontrar, questionando até mesmo a perda de mais um olho, que logo era aliviada com a clareza da luz solar em sua retina. Sua primeira inciativa era a confirmação de que dessa vez não havia esmagado ninguém após uma longa noite de sono.

Seus passos largos e pesados eram levados por uma estreita estrada de terra, onde uma quantidade ínfima de cidadãos passava por ali, e a poucos metros dali se poderia ver uma pequena e velha taverna, da qual àquela hora da manhã já estava aberta.  

O estabelecimento ficava bem na entrada daquela região que pelos letreiros e nomes nada originais como, - “Fragrâncias do Sul”, ou “Sulistas Sapateiros”. A Taverna se tornava convidativa para a meio gigante, que infelizmente via a impossibilidade de adentrar ao local, mas nada que a uma larga janela não fosse suficiente para que seu pedido pudesse ser atendido.

- Tá na mão, patroa! - Um mink de características felinas, mas não confirmadas de primeira vista entregava o que parecia ser um enorme galão para ele, mas apenas um simples caneco nas mãos de Manami. - HAHAHA, de onde você veio pra estar tão perdida assim? Talvez devesse parar de beber tão cedo assim. HAHAHA – Dizia em tom animado criando um ar de descontração entre os dois. - Como não saberia!? A Septemberfest acontece amanhã! Se eu fosse você, guardaria toda essa cede para amanhã. HAHAHA! -  

O grande festival anual mais aguardado de Rubeck estava prestes a acontecer, e isso talvez explicasse os sorrisos bobos e a empolgação no caminhar de cada uma das pessoas que saiam e entravam por aquele caminho do Distrito Sul. - Mas me diga, grandona. O que te traz a Rubeck além de nosso belo malte? Você não é daqui, né!? - Indagava o mink enquanto lavava alguns copos.

William Barton

Depois de mais um show privado em seus sonhos, resultado de muita bebedeira e uma longa noite de sono, Barton buscava mais uma vez se recuperar para que enfim, pudesse tornar a beber que era o combustível que lhe mantinha em pé.

Boa parte de seus pertences haviam sido tomados sabe-se lá em qual das noites anteriores, e o que lhe restava era apenas a sua dignidade – ou talvez nem isso. Alongado e limpo para caminhar, Barton buscou qualquer um nas ruas de Rubeck que poderiam lhe ajudar a encontrar a taverna mais próxima. Mas digamos que os cidadãos não eram tão... prestativos.

- Uuuurgh! Cabra feia.... - Isso com certeza seria de doer a qualquer um, principalmente se lhe confundissem com um mamífero tão inferior a si. - Que coisa horrorosa!! - Os insultos eram rotineiros, nada que nosso cervídeo já não estivesse acostumado. Contudo a tolerância as ofensas, e uma pequena caminhada quase que sem rumo pela beira de um lago lhe levaram até o porto de Rubeck, onde cerca de alguns navios comerciantes e uma pequena frota da marinha poderia ser vista de longe.

Mas a 10 metros dali, pouco antes do porto, uma taverna mal acabada e caindo em ruínas estava aberta, o que já satisfazia a necessidade de Barton. Já dentro do local, era visível que nada chamava a atenção, pois era quieto e um tanto quantos escuro, e o calor que assolava aquela ilha era tão grande que nem a umidade das madeiras traziam algum mísero frescor, e apenas um abafado salão era o que restava.

- Quem diria! A que devo a honra do ‘Veado cor de rosa da fortuna’ em meu simples e humilde estabelecimento!? - Dizia o homem calvo que aparentava ser o dono do local enquanto enchia um dos canecos de cerveja e logo em seguida, entregava para Barton. - Olha, a marinha não tem facilitado as coisas por aqui. Não vou mentir que isso afetou os meus negócios. - Sua voz se ficava abalada ao responder à pergunta. - Esse lugar vivia cheio de piratas da pior laia, mas que consumiam dezenas de barris de cerveja, e pagavam tudo em ouro ou joias! Mas esse tempo já foi... - O homem colocava uma pequena vasilha de amendoim no balcão. - Tome, é por conta da casa! -  

Do lado de fora, era possível ouvir alguns passos de uma pequena multidão que pareciam andar sincronizados. Ao se aproximarem da janela era visível que eram todos soldados da marinha que caminhavam em direção ao porto para treinamentos matinais já costumeiros. - Desgraçados... - O dono não parecia gostar muito das autoridades daquela ilha. - Não vejo uma tripulação por aqui a meses. - Parava por um momento enquanto parecia recordar memórias antigas. - Mas bem, amanhã é a Septemberfest! Não me admiraria caso houvesse alguns bandos “infiltrados” entre a multidão! - Tornava a sorrir com a ideia. - Talvez eles estejam por aí. HAHAHA -  



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Última edição por Maka em Qua Jan 12, 2022 11:30 am, editado 1 vez(es)

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1º Caneco - Bottoms Up! 94sfShl
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Re: 1º Caneco - Bottoms Up! Ter Jan 11, 2022 11:20 pm
Embora o horário não estivesse a seu favor, Manami não demorou para encontrar uma taverna operando e pronta para satisfazer os seus desejos. O local era pequeno, de maneira que a única opção de assento era ao ar livre, mais especificamente no chão. Apesar da infraestrutura, o estabelecimento tinha o mais importante: bebida e atendimento dedicado.

— Glug! Glug! Glug! Haaaa!! — entornava rapidamente o “caneco”, deixando o líquido adocicado escorregar livremente por sua garganta — Como assim, “tão cedo”? — indagava com falsa indignação em sua voz, passando a encarar o responsável por lhe alcançar a bebida, cujo nível já havia caído à metade — Esse é o café da manhã dos campeões, Nyehehehe!! — proferia sorridente fazendo uma menção como se brindasse a algo.

— Amanhã… hmmm...— murmurava por cima do caneco, processando a data da Septemberfest, em uma tentativa de reter a informação para não precisar perguntar novamente horas mais tarde — Glug! Quanto a minha sede, ela sempre está presente, Nyehehehe!! — com um novo gole da bebida Manami se divertia diante do conselho do felino, que parecia estar bastante à vontade.

— Hmm… o que me trouxe aqui? — ponderaria por um breve momento — Bem… a bebida… Nyehehehe!! Glug! Glug! Coff! — gargalharia entre os goles, inevitavelmente se engasgando durante a ação. Com a caneca completamente vazia, apoiaria a mesma no chão, para que o atendente pudesse apanhá-la — Mas também estou atrás de uma boa oportunidade, e acredito que vou encontrá-la durante a Septemberfest… — revelaria com confiança exalando por seus poros, como se tivesse certeza do que falava — Pois caso contrário serei a pirata mais pobre do North Blue, Nyehehehe!!! — concluiria sorridente, como se a sua situação fosse motivo de orgulho, e ignorando o fato de que alguém poderia ser contra o seu título.

Diante de sua necessidade por informações, uma ideia mirabolante - ou assim lhe parecia - emergia na mente de Manami — Falando nisso… — pronunciaria de forma dissimulada, buscando a atenção do felino — Aposto que deve escutar todo tipo de assunto enquanto cuida do bar… — continuaria astutamente sondando por uma reação — Será que recentemente escutou algo, quem sabe alguma oportunidade única, que queira compartilhar com uma mulher carismática e humilde? Nyehehehe!! — completaria com um sorriso travesso, em uma péssima e descarada tentativa de ser vista como vítima.

Agora que a atenção de Manami não estava sendo dividida entre umedecer a própria garganta, descobrir o marco inicial da Septemberfest e descobrir como lucrar naquela ilha, a mulher percebia que havia negligenciado um fator de suma importância — Hey, chefe! — exclamaria para o atendente — Qual o teu nome?! Ah, eu me chamo Manami! — comunicaria casualmente, levantando-se sem o menor sinal de preocupação — Foi um prazer, mas acredito que está na minha hora. — divulgaria após a breve troca de cordialidades — Obrigada e até mais, Nyehehe!! — anunciaria por fim, se afastando da taverna.

Caso o felino chamasse a sua atenção para o fato de que não havia pago pela bebida, Manami voltaria para a entrada da taverna e desembolsaria o valor a ser pago, desde que o Mink houvesse lhe dado alguma informação útil sobre alguma oportunidade — Ops! Esqueci!! — comentaria sagazmente ao quitar a dívida. Caso o felino não tivesse lhe passado qualquer informação útil, ou caso percebesse que não teria dinheiro suficiente para pagá-lo, a mulher simplesmente olharia para o humanoide e repetiria — Obrigada e até mais, Nyehehehe!!! — e então partiria o mais rápido possível, em uma tentativa - ainda que improvável - de despistar o atendente ou qualquer outra pessoa que lhe perseguisse.

Se houvesse alguma pista a seguir, a partir de alguma informação fornecida pelo felino, aproveitaria o momento de despedida para se dirigir até algum local em que pudesse dar início a sua pequena investigação. Caso contrário, percorreria pelas ruas de Rubeck sem um rumo específico. Em uma ilha de bêbado, encontrar algo interessante não necessitaria muito planejamento. Ou assim imaginava.


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Re: 1º Caneco - Bottoms Up! Qua Jan 12, 2022 8:09 pm
Um bar caindo aos pedaços




No caminho para a casa das cervejas, algumas pessoas que me cruzavam não podiam deixar de esclarecer suas opiniões sobre mim, com ofensas e caretinhas que eu já havia visto piores “ É querido, não foi o que sua esposa disse noite passada...” pensava ao ouvir alguns dos leves insultos que serviam apenas para complementar o som ambiente.

Com uma pequena caminhada, eu conseguia chegar ao porto da ilha, onde podia ver os uniformes branco e azul circulando pela área “ Iiiiih alá, os cana tão na área...”. Pouco antes da área do porto encontrava meu destino, um casebre simplório estava me chamando para provar de seu mel. Já dentro, gritei ao atendente que já de cara me reconhecia “Ah como é bom ser famoso” pensei ao ver sua hospitalidade – Nenhuma casa é simples e humilde quando estou nela meu chapa – Elogia o lugar para fazer valer minha presença, embora o mesmo já havia tido dias melhores, mencionava o homem. Ali conseguia apenas uma cerveja e alguns amendoins para sustentar a conversa. Os negócios não iam bem por ali, os homens da lei seguravam a onda dos cães do mar e isso ia atrapalhando os lucros do pobre homem – Te digo uma coisa, amanhã isso aqui vai ta lotado de vagabundo querendo provar essa diliça de cerveja, com ou sem marinha por perto – Daria uma golada para matar a sede que ainda me tinha aumentado pelo calor do dia “ rapaz o mundo ta derretendo...”

Do lado de fora dava para ouvir uma salva de passos sincronizados que se intensificavam a medida do tempo, até que dava para ver da onde vinha. Eram os marinheiros de antes, rondando pela rua indo para o porto. O homem parecia não gostar deles por ali, com certa razão, já que eles significavam menos dinheiro pra ele – Esquenta não, eles não são tão ruins assim. Claro, mais da metade das pessoas que eu conheci nos bares foram presas por marinheiros, mas isso é detalhe... – Diria tentando apaziguar o clima – Enfim... Ta na hora de fazer dinheiro. Me vê uma garrafa pra levar ai – Já sacaria da grana e pagaria o moço – Pode contar comigo aqui amanhã, a gente vai botar o barraco a baixo...... no bom sentido tá? – Finalizaria com um sorriso sem jeito e duas arminhas de mão. Pagaria o que tinha que pagar e pegaria a bebida que ia me abastecer pelo resto do dia. Havia de achar um trampo naquele buraco de ilha, se não dali eu não sairia para beber em outros lugares.

Olhava o porto não muito longe dali e pensava “ Deve ter algum maldito pirata por lá, num é possível que eles são tão cagões assim para marinha... nem tem tantos assim nessa ilha...” Me indignava com o pensamento que o homem havia posto em minha cabeça, como podia não ter uma tripulação ali por tanto tempo... Rumaria ao porto enquanto admirava a paisagem, claro, para não perder alguma oportunidade a vista. Chegando na região, procuraria por alguns navios piratas, devia ter algum naquele lugar. Seria fácil identificar com sua bandeira pirata ou tripulação mal encarada. Me chegaria para quem parecesse comandar por ali e perguntaria – Coé, tão precisando de mais mãos no navio? Tô precisando de um trampo ai... – Se não conseguisse arranjar nada no lugar, estaria na hora de parar por um minuto, tomar mais um gole da ‘cachacha’ e repensar no dia.

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Re: 1º Caneco - Bottoms Up! Sex Jan 14, 2022 5:58 pm
Rubeck


1º Caneco - Bottoms Up
09h00 I Calor

Manami Namie

Em meio aquele dia quente e comum de Rubeck, Manami agradecia pelo belo rum gelado que refrescava seu longo corpo ao descer pela sua extensa garganta. Em meio a tantos goles e conversas, a meio gigante se tratava de não esquecer mais da data do grande festival que aconteceria no dia seguinte, – o que não era nada garantido.

- Uau, tenho um pirata bem aqui na minha frente. HAHAHA! - Comentava em tom de piada enquanto puxava o caneco para dentro do local e o deixava de canto. A fera olhava com certa confusão a pergunta da grandalhona, mas logo arregalava os olhos como se lembrasse de algo. - Na real, tem sim. - Dizia enquanto terminava de secar o último copo e em seguida se apoiava sobre a pia. - Há uns dois dias, um homem de cabelos longos e loiros que esteve aqui... ele vestia um macacão laranja e estava sozinho... totalmente bêbado... começou a me dizer que havia encontrado algo de muito valor no Distrito Norte bem próximo ao Pale Ale’s Pub... - Sua expressão era de dúvida, tentando imaginar o que seria. - Bom, é tudo que eu tenho pra você hoje, infelizmente. - Se virava para organizar o armário. - É como eu te disse, ele estava bêbado, e já era tarde da noite e estávamos só nós dois. Então, não sei até onde isso é verdade. HAHAHA! -

De fato, Manami tinha alguma informação que fosse no mínimo interessante por mais vaga que fosse, porém, tinha um lugar de onde começar. - Maikino! Prazer em conhecê-la. - Cordialmente o felino retribuía a educação do mulherão. E antes que ela pudesse dar um passo, Maikino a lembrou de pagá-lo. - A caneca ficou B$ 50.000! - Esticava a sua pata direita aguardando o dinheiro ser entregue.

Caso a garota de fato entregasse o dinheiro, Maikino agradeceria com uma reverência, mas se ela não o fizesse, ele apenas ficaria ali parado olhando a meio gigante correr para longe, porém, ele não a perseguiria.  

Desenfreada e sem um rumo certo, Manami tinha apenas a informação de que talvez o Distrito Norte pudesse lhe trazer algo de interessante para fazer antes mesmo da Septemberfest. Correndo pela longa estrada que se afastava do Distrito Sul, e mesmo com uma péssima vista, Manami conseguiria ver a alguns quilômetros dali alguns pontinhos espalhados pela estrada e o que parecia ser uma pequena e estreita carroça quebrada.

William Barton

Despojado e sempre animado, Barton não se intimidou com as ofensas feitas pela rua, e por educação, tratou de respondê-los, - mas apenas na sua cabeça. No bar, o cervídeo se compadeceu com a péssima situação em que o homem passava por conta da falta de piratas recentes naquela ilha, e isso por conta da chegada de marinheiros no lugar.

- Não que os marinheiros daqui sejam grande coisa..., mas o caminho daqui até a Red Line não vale o conflito. Os novatos principalmente passam longe daqui. - O grupo de marinheiros já havia terminado de passar por ali, e o homem enfim se aliviava da tensão. - Agradeço o seu ânimo. Kyahaha – Colocava a garrafa de rum sobre o balcão. - B$ 40.000, amigo. - Recebia o dinheiro de Barton e então se despedia do veado que agora tomava rumo até o porto a procura de piratas.

Indignado com a situação, Barton notaria que por mais que procurasse, não conseguia encontrar um navio pirata se quer, apenas navios mercantes e é claro, uma pequena frota de três navios da marinha. A tentativa frustrada de encontrar um pirata por ali lhe levava até uma pequena barraca bem ao lado de um dos navios onde uma mulher ruiva estava sentada fazendo algumas anotações, isso até o momento em que foi interrompida pelo cervídeo na sua frente.

A mulher o analisava de cima a baixo, impressionada com a aparência peculiar e exótica de Barton. - O-o-o que exatamente é você? - indagou com tanta estranheza para aquela criatura. - Bom... trabalho eu tenho, desde que você prometa que não vá me comer viva.... - Olhou meio de lado colocando sua mão esquerda por baixo do balcão como se esperasse pelo pior. - É NADA!!! - Uma voz empolgada surgia na conversa. - VOCÊ É AQUELE TAL VEADO ROSA DA SORTE, NÃO É? - Se Barton confirmasse, o homem de barba rala e macacão cinza voltaria a falar. - Eu sabia! Pode ficar tranquila Juliene, esse cara vai dar sorte pra gente, deixa ele trabalhar. Gyahaha! -

O homem todo animado passava um de seus braços sobre os ombros de Barton o levando até próximo do navio onde estavam alguns operários descarregando algumas caixas. - O trabalho é simples meu chapa! Só descarregar esses engradados nas carroças estacionadas aqui na frente. - Um leve tapinha era sentido em suas costas. - Daqui vamos levar até o Pale Ale’s Pub. Ivana vai enchê-los de cerveja para a Septemberfest de amanhã. Gyahahaha – Todos ali perto começavam a rir. - Não ligue pra gente, essa grana de hoje vai ser excelente pra virarmos o caneco com as mais belas cervejas amanhã. Gyahahaha! -  


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William Barton:
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Ganhos:
- 1 Garrafa de Rum (0/10) usos.

Perdas:
- B$ 40.000

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Dependência - (Álcool):
1/10


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Re: 1º Caneco - Bottoms Up! Dom Jan 16, 2022 8:17 pm

Trabalho de sisifu


Nada. Zero. Nenhum maldito navio pirata podia ser encontrado pelo porto, ou qualquer cara feia que pudesse dizer ‘sou um criminoso fora da lei’ pelas redondezas. Decepcionado, tinha que arranjar um trabalho normal, que não envolvesse crimes e a marinha.

Passando por entre os barcos pude notar uma moça ruiva distraída com um papel nas mãos. Me aproximei e antes mesmo que pudesse falar algo ela já se espantava com o que via. Os olhos arregalados eram marca registradas das pessoas que me viam pela primeira vez... bom, pela segunda vez também, quando geralmente estava sem roupa – Ué como assim? Eu sou um cervo... um veado... – fazia uma carinha sorridente, expressando um ‘é só olhar minha fia... você sabe quem eu sou...’

Lhe perguntava sobre trabalho, esperando que conseguisse achar alguma coisa por ali. Ela ainda parecia inconformada com a minha aparência, eu estava causando medo nela? Como podia? Eu era um veado cor de rosa, a representação do animal mais dócil da natureza na cor mais inofensiva do mundo, o que aquela mulher tinha na cabeça. Ela me oferecia um serviço se claro eu não fosse devora-la – Fofa eu não prometo nada... – Diria sedutoramente enquanto a analisava de volta. Ela não era de se jogar fora, já podia imagina-la entre as quatro paredes de um quartinho alugado...

Um homem surgia do nada e me surpreendia com sua empolgação – É! SIM SOU EU! – respondia na mesma empolgação pois finalmente minha fama se fazia valer de algo naquela conversa. Esperava que a moça a essa altura já estivesse a se jogar nos meus braços, como a maioria faz ao ouvir falar de mim, mas em vez disso, um macho peludo se envolvia com o braço ao meu redor enquanto me levava para outro canto – A gente se fala mais tarde... Juliene – acenaria em uma despedida breve para a ruiva enquanto tentava não soar como um maníaco, ainda.

O homem me explicava o serviço. Como dito pelo mesmo, era simples, apenas levar a carga pra carroça do lado – Hum... parece tranquilo... – Estava acostumado a ser usado como isca ou como um ladrão em crimes, então aquele tipo de serviço me era estranho, era simples e ‘seguro’ demais para o que estava acostumado. Ele me dava um tapinha nas costas, me incentivando. Aqueles engradados nas caixas serão preenchidos com cerveja num pub dali,  que serão vendidos na septemberfest no dia seguinte “É... o pessoal adora entornar o caneco aqui hein, mais um lugar pra eu passar depois”.

Não havia muito a ser feito além do que fora dito. Arregaçaria minhas mangas e começaria a fazer força. Levaria de pouco em poucos a carga para a carroça, tomando um ar a cada carga para não morrer no processo. Tentaria roubar alguns olhares da ruiva, se ainda estivesse no alcance, lançando um sorrisinho e uma piscadela para ela caso nossos olhares se encontrassem. Esperava terminar não muito tarde, com tempo para curtir a noite.

Se terminasse e conseguisse encontrar a ruiva novamente, tentaria arranjar algo com ela para aquela noite. Chegaria nela e diria – Então, Juliene. Eu não me apresentei direito, me chamo William, William Barton – faria uma reverencia e tentaria lhe beijar as costas da mão – Ao seu dispor... – faria uma breve pausa para ver sua reação – Então, planos para hoje a noite? – esperaria que ela não tivesse nada para fazer, mas mesmo que tivesse, minha fala seria mesma – Ta afim de sair para tomar uns drinques e apostar em alguns jogos?  Vai ser divertido... – Esperaria pela sua resposta para ver o que faria dali em diante.

histórico:

Nº de post: 03
ganhos: 1 Garrafa de Rum (0/10) usos.
Perdas: - 40.000 Berries
objetivos:

[ ] conseguir uma arma
[x] conseguir uma cerveja
[x] arranjar um trampo

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legenda:


" Pensamento "
- Fala -

Narração
War
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Imagem : Kiryu-chaaaan!!
Créditos : 04
Localização : Rubeck ~ North Blue
Re: 1º Caneco - Bottoms Up! Dom Jan 16, 2022 9:48 pm
Não havia nada como uma boa e velha fofoca entre bêbados para dar início a boatos e meias-verdades, e era apostando nisso que Manami conseguia descobrir algo possivelmente valioso — Nyehehe! Se ele estava bêbado, melhor ainda. Já diziam os sábios: no vinho está a verdade. Nyehehehe!! — respondia com animação, fantasiando sobre a descoberta do loiro misterioso.

Enquanto Manami se preparava para ir embora, Maikinho demonstrava sagacidade em cobrar pelos serviços antes que a gigante pudesse se esquivar das despesas — Oh! Claro, claro… — comentaria casualmente retirando o dinheiro do casaco, como se a possibilidade de sair sem pagar sequer tivesse cruzado sua mente — Tá na… pata! Nyehehehe!! — entregaria a quantia após uma rápida contagem — Nos vemos por aí! — anunciaria virando-se para o lado que acreditava ser o norte e dando início a sua busca pelo Pale Ale’s Pub.

"Hmmm… seria mais fácil se eu tivesse perguntado a direção…" matutava seguindo pelo rumo que acreditava ser o correto, pois agora era tarde demais para voltar e perguntar a Maikino. Ou talvez não fosse, mas a preguiça lhe impedia. Embora não tivesse a certeza de estar na estrada para o Distrito Norte, ao menos o trajeto não se mostrava sem acontecimentos — Oh! O que temos aqui? — exclamaria com surpresa e breve empolgação diante das aparições ainda identificadas metros à sua frente.

Se aproximando daquilo que cada vez mais parecia uma carroça espatifada na estrada, Manami aproveitaria para analisar os pequenos pontos espalhados pelo caminho, pegando-os em mãos se necessário. Caso percebesse possuir algum valor, não faria cerimônias para guardar o máximo possível nos bolsos de seu casaco, mesmo que alguém estivesse lhe observando.

— Vamos ver… — murmuraria ao alcançar a carroça enguiçada — Alguém aí? — indagaria observando as redondezas, procurando pelo dono do veículo ou por algum ferido, caso percebesse que o cenário decorria de algum ataque. Aproveitaria a breve investigação para tentar encontrar alguma carga especial que lhe chamasse a atenção.

— Hey! O que aconteceu? — indagaria de forma intrometida caso percebesse alguém na volta da carruagem. O questionamento não possuía qualquer função senão bisbilhotar. Sem possuir qualquer noção em carpintaria, não tinha a menor intenção em tentar consertar a carroça, mas estava interessada em ouvir o motivo do perrengue — Eu to indo pro Distrito Norte. Se quiser posso falar pra alguém vir ajudar… a menos que eu me perca, Nyehehehe!! — pronunciaria após escutar a história por trás daquela situações, caso contassem — E como comissão eu aceito a direção para o Pale Ale’s Pub. — concluiria buscando a confirmação de que estava no caminho certo.

Caso não encontrasse ninguém pelas imediações, ou caso os mesmos estivessem feridos, Manami simplesmente tomaria qualquer objeto que julgasse de qualidade e continuaria em seu rumo para o Distrito Norte. O raciocínio por trás das ações da gigante era bem simples. Se a carroça estivesse vazia, ninguém reclamaria de sua atividade. Se houvesse alguém ferido, Manami não tinha conhecimentos medicinais, então o máximo que poderia fazer seria avisar alguém quando chegasse no distrito, o que merecia compensação adiantada.

Histórico:
Nome: Manami Namie
Número de Posts: 03
Vício - Controle: 02/10
Ganhos: ~x~
Perdas:
- ฿ 50.000
Extras: ~x~

Objetivos
• Beber ad infinitum;
Quico Tesouro;
• Aprender Criptografia ou Geografia;
• Bagunçar.

Personagem:
Qualidades
• Ambidestra;
• Carismática;
• Hipoalgia;
• Saúde de ferro;
• Vigor;
• Corpulenta.

Defeitos
• Visão ruim;
• Extravagante;
• Dependente;
• Improdutiva;
• Exótica;
• Sob medida.

Proficiências
• Briga;
• Lógica;
• História;
• Avaliação;
• Investigação.

Profissão
• Arqueóloga.

AtributosForça: 120 + 120 [Raça] + 60 [EDC] = 300 [Regular]
Destreza: 150 [Bônus] [Regular]
Acerto: 50 + 120 [Raça] + 60 [EDC] = 230 [Regular]
Reflexo: 0 [Incompetente]
Constituição: 230 + 120 [Raça] = 350 [Regular]

Agilidade: 115
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5%


Maka
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Créditos : 02
Localização : Mundo dos Sonhos
MakaInstrutor
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Re: 1º Caneco - Bottoms Up! Qua Jan 19, 2022 4:21 pm
Rubeck


1º Caneco - Bottoms Up
11h00 I Calor

Manami Namie

Agora sim acordada para o dia após um enorme caneco de rum, Manami com sua breve dívida quitada no bar de Maikino e uma vaga informação, a meio gigante rumava para o norte seguindo caminho pela estrada de terra que aos poucos se afastava do Distrito Sul.

A garota empolgada com sua próxima parada, continuou a andar pensando mais tarde que deveria ter perguntado a direção para alguém já que era uma estrangeira naquela ilha. Contudo, uma carroça quebrada a sua frente lhe chamava atenção, e todos aqueles pontinhos pretos jogados pela estrada da qual Manami não percebera de início, eram apenas tampas de garrafas.

À medida que ela se aproximava da carroça, era notável alguns cacos de vidros espalhados por ali, indicando que as garrafas de cerveja haviam quebrado, já que o chão parecia um pouco molhado. Ao lado da carroça estavam três pessoas desesperadas, e uma dela tentava de alguma maneira consertar a roda espatifada, o que obviamente não seria possível.  

- Mas que droga, o festival é amanhã e a gente precisa levar esses engradados para a Ivana, ou a gente tá morto! - A atenção da meio gigante logo era chamada pra si. - Essa merda de carroça vagabunda que nos deram... Estava na cara que isso ia quebrar! - O homem vestindo um macacão cinza e de pele pálida ficava em prantos como se fosse um bebê chorão. - Mesmo a cavalo não vamos conseguir levar todos esses engradados a tempo. - O homem deu de ombros desanimado com a situação.  

O aviso de Manami sobre ir para o Distrito Norte, fazia com que o homem tivesse uma ideia, que de um jeito nada cordial, começou a analisar a gigante de cima a baixo. - Você é uma gigante, obviamente.! - Seus olhos brilhavam com sua própria ideia. - O que acha de carregar essa carroça pra gente até o Distrito Norte!? - Ele se ajoelhava perante a garota implorando por ajuda. - Você deve ser bem forte! Nem vai fazer cócegas pra você! Behehehe! - Logo os outros dois que o acompanhavam faziam o mesmo, implorando pela ajuda de Manami.

- Eu tenho aqui comigo B$ 1.000.000,00. Se você levar a carroça eu lhe pago essa quantia. - Guardava novamente o dinheiro consigo. - E quando chegarmos lá eu te entrego a grana e, converso com Ivana e explico tudo que aconteceu. Com toda certeza ela vai te pagar mais um bom valor! - Ele esticava seu punho direito, como se tentasse selar um trato. - O que me diz? Estamos fechados? -

Se a garota concordasse com esse pequeno trabalho, os três logo a ajudariam da forma que precisasse para que ela conseguisse pegar a carroça. Depois de tudo pronto, pegariam os dois cavalos que estavam por perto e caminhariam como um guia pela estrada levando Manami até o Distrito Norte.

William Barton

Apesar de Barton brochar com a falta de piratas naquele porto, o que lhe desanimava de certa forma, o oferecimento de trabalho de certa forma poderia lhe tomar um tempo e assim pensar qual seria o seu próximo passo. Mas não era de se negar que a ruiva havia desapontado o belo veado, pois como uma garota como ela não saberia quem era o grande Barton? O rei das solteiras e o amante das casadas? Isso era frustrante.  

Contudo, ele não desistiria tão fácil, já que mais tarde ele investiria mais uma vez na garota, mas antes... vamos ao trabalho.  

Aquela não era a vida da qual Barton havia sonhado, e nem se quer se orgulhava disso, mas o aviso de uma possível presença de piratas no festival que aconteceria no dia seguinte, talvez servisse de motivação para que o cervídeo seguisse com esse trabalho até o dia posterior.

Como o trabalho era simples e não exigiria muito do homem, tratou logo de pôr a mão na massa, executando assim o que lhe fora dito pelo rapaz anteriormente. A sua maneira, Barton colocava cada um dos engradados na carroça, sempre buscando tomar um ar fresco para que não morresse no processo pois, - provavelmente estava sedentário demais para aguentar uma carga mais pesada de trabalho -, ou apenas não fazia questão.

Após algumas horas de trabalho, o cervídeo seguiu para cumprir com sua promessa de investir na jovem Juliene, da qual havia o ignorado no começo daquela manhã. - Admito que você é educado. - A ruiva era cordial com Barton, apesar de deixá-lo fazer aquilo com certa negação e medo. - Você é algum tipo de sátiro que sai por aí com esse chifre encantando as mulheres? - Puxava sua mão como se sentisse um pouco de nojo. - Pensei que sátiros fossem histórias dos livros... uuurgh!! Deculpa, esse encanto não funciona comigo. -  

Juliene se retirava apressada dali enquanto o rapaz de antes que conseguira o emprego para Barton se aproximava. - Não esquenta amigo, ela é do tipo que se faz de difícil. Tome! Vamos comer e beber um pouco. - O rapaz entregava uma marmita pequena e simples com comida o suficiente para saciar a possível fome do cervídeo. - Só relaxa e senta aqui. Depois continuamos! - Haviam algumas caixas de madeira não tão grandes, mas bem resistentes por ali em que o garoto sentava.

Um dos outros rapazes se movia até eles e entregava duas pequenas garrafas de saquê, deixando bem ao lado para que pudessem se servir. - Então, eeeer... como eu deveria te chamar? - Aguardaria a resposta de Barton, e em seguida tornaria a falar. - Ah, sim. Barton! Então, Barton. O que te fez vir até aqui no porto? -  


Legendas/Npc's:

Npc's Aleatórios
Narrador:
№ de Posts do Narrador: 03
Ponto-Situação do Personagem:

Manami Namie:
№ de Posts: 03

Ganhos:
~x~

Perdas:
- B$ 50.000

Ferimentos:
~x~

Dependência - (Álcool):
0/10
William Barton:
№ de Posts: 03

Ganhos:
- 1 Garrafa de Rum (0/10) usos.

Perdas:
- B$ 40.000

Ferimentos:
~x~

Dependência - (Álcool):
1/10


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