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Capitulo I: Cuidado com a meia noite! Sab Dez 11, 2021 9:47 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Agente Agatha Harkness. A qual não possui narrador definido.

Capitulo I: Cuidado com a meia noite! - Página 3 Bcd0c81e7f7f9f4619725e28c935288e

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Trio do Caos



Ryoma

Hany continuava conversando com o Cheff e dono do local, tranquilizando ele sobre suas habilidades e também deixando claro o que faria com aqueles homens que estavam o incomodando, o que fez o homem engolir a seco sua própria saliva – Certo... Certo. – Comentou o homem com um certo medo da garota, no entanto, ele parecia saber que não aconteceria nada de ruim com ele – Ok, bom trabalho. – Comentou o homem observando a garota ir em busca do tal bar BTP. Já fora do restaurante a garota partiu em direção ao porto percebendo que o tempo havia passado ligeiramente mais rápido que o normal, a noite já havia tomado conta do céu e a lua brilhava forte, iluminando toda a extensão de Sirarossa.

A garota-tubarão não soube encontrar o lugar no porto, optando por perguntar ao primeiro transeunte que estava passando por ali – BTP? Logo ali próximo ao mar. – Falou um homem de aparência comum e nada de interessante que precisava ser descrito, apontando na direção que a garota deveria seguir. Ela partiu sem mais delongas e não andou muito para chegar até lá, porém, antes mesmo que conseguisse abrir a porta do bar – que se resumia em uma estrutura simples feita de blocos, cimento e telhado comum – percebeu que a porta foi aberta por alguém em seu interior, mostrando ser uma figura feminina na casa dos seus trinta anos, roupas extremamente curtas e apertadas, maquiagem forte e batom fluorescente – EI SEUS CORNOS! – Falou a mulher gritando e gesticulando em direção ao mar – VOLTEM PARA PAGAR BOB, VOCÊ COMEU E NÃO PAGOU! – Concluiu a mulher ainda olhando para a imensidão azul escura.

Quando Hany olhasse em direção ao mar, poderia ver um pequeno barco de tamanho pequeno, não dava para identificar ao certo quantos homens estava nele, mas navegavam em direção a um outro monstro marítimo criado pelo homem, que ao que dava a entender, estava em festa, dada as luzes existentes nas janelas em sua lateral – Eles foram acabaram de sair, na verdade, saíram tem alguns minutos. Foram pro barco e estão indo para a festa dos riquinhos... e nem me pagou, aquele puto. – Respondeu a mesma mulher ajeitando a calcinha que agora estava na altura do seu joelho, voltando para o interior do bar, onde só se ouvia gemidos e gritos.


Kenshin

A raposa estava pronta para missão, subindo rapidamente pela corda e já esperando a existência de alguns seguranças, agindo de maneira rápida para que seu plano continuasse como planejado por ela. Seus movimentos foram ágeis, agindo com a impulsão necessária para cortar a distância sem muito trabalho, atacando com sua garra em uma velocidade e técnica abismal. Suas garras eram afiadas e ficavam ainda mais com a presença do Mink Ryu em suas unhas, cortando com facilidade a garganta do homem que nem mesmo conseguiu dar um “piu”. O segurança caiu de joelhos levando as mãos até sua garganta que esguichou um pouco de sangue, olhando para Agatha com os olhos arregalados, imerso no mais puro desespero e medo.

Alex foi o segundo a subir e agiu com agilidade semelhante a sua superior, finalizando o outro homem sem nenhum pingo de trabalho e lidando com todo aquele problema de uma só vez. O convés estava vazio e Alex sem muita demora jogava o corpo morto no mar, evitando que qualquer um dos convidados que subissem por ali, vissem aquela cena e entendessem o que estava acontecendo. O som festivo continuava a vim do andar inferior do navio, uma música calma percorria toda a extensão daquele monstro do mar, que estava sendo usado unicamente pela vontade dos mais ricos. De qualquer forma, o restante do grupo subiu no navio e cada um partiu em direção às suas próprias tarefas, afinal, precisava dos explosivos para que tudo se iniciasse.

Caso descessem para a área de festa, veriam um grande salão limpo e bem iluminado, com mesas dispostas por parte do ambiente, sendo uma delas de tamanho relativamente maior, localizada no extremo esquerdo e que contava com todas as comidas servidas por ali. Uma pequena, mas graciosa banda estava no pequeno palco de madeira no outro extremo – posto a mesa com comida – e alguns garçons passavam de um lado para o outro, levando bandejas repleta de comidas e bebidas. Algumas figuras estavam dançando, enquanto outras conversavam em suas respectivas mesas, sendo visível que eram pessoas poderosas e influentes de Sirarossa. A festa continuava e aparentemente nenhum dos homens suspeitaria do novo grupo, principalmente se Agatha tirasse aquele sobretudo e revelasse sua beleza digna da oitava maravilha do mundo.

Por fim, no ambiente era possível notar algumas janelas nas laterais, na verdade, muitas janelas. Porém, não teriam muito tempo para interagir, já que os explosivos logo faziam o seu trabalho, incapacitado a locomoção do navio e também destruindo os bifes que poderiam ser usados em uma fuga. A tranquila festa logo se tornou uma verdadeira tempestade, as pessoas gritavam enquanto outras tentavam acalmá-las, mas sem sucesso.


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When all hope bleeds out

O longo tempo perdido entre as conversas e caminhadas pela cidade a fez sair do restaurante pela noite. Observar a lua brilhando pareceu especial naquele momento, ter toda essa paz que a noite e o silêncio a sua disposição era realmente maravilhoso. Todos os problemas que estavam prestes a surgir nem realmente importavam ali, mesmo sabendo a razão de estar caminhando ao porto, Hany simplesmente olhou para a lua, sorriu e fechou os olhos por alguns instantes. – Hora de brilhar. – sussurrou ao reiniciar os passos. Achar o bar, sozinha era impossível desde o início. Como uma pessoa já preparada ela procurou ajuda, conseguindo em pouco tempo o local onde precisava entrar e dar uma surra em alguns idiotas. Para a infelicidade da jovem predadora, seus alvos já haviam sumido de vista, claramente sentindo o cheiro do perigo que a pequena e fofa menina exalava. "O mar... É um grande erro." A gritaria da mulher incomodava de leve, mas sua aparência forçada era o pior, sem julgamentos da parte da garota-tubarão.

Shaaa, nem pra pagar eles servem... Bom, fica com isso, não sei quanto foi, mas preciso dar uma surra naqueles três. – as palavras dela eram ditas de forma direta, entregando na mão da mulher os 50 mil berries que restavam em seus bolsos, além da chave do quarto 303 do hotel que ela nunca devolveu. – É tudo que tenho! – finalizava levando a mão esquerda aos lábios, lançando um beijo para ela durante a corrida. "Não queria molhar as roupas... Largar ela aqui no porto é foda." Sendo foda ou não, Hany abriu a maleta, retirou todas as vestes e colocou dentro dela junto das coisas importantes que não podiam estragar. Sem muito tempo para pensar, ainda mais sem vestir nada, ela simplesmente seguraria a maleta na mão esquerda e iria para a água rapidamente, não querendo ser vista ali daquela forma, mergulhando sem subir novamente.

O mar é um dos poucos lugares em que Hany consegue se sentir completamente livre, mesmo quando existem problemas, ainda é muito melhor que viver no meio de humanos podres. Talvez por isso ela preferia não ir para a água com roupas, pois sentir a água livre correr por seu corpo, sem o tecido grudando na pele é algo bem diferente. "Nunca fiz isso aqui, dá uma sensação diferente." O seu ponto especial de mergulho normalmente é vazio, sendo bem normal nadar sem as roupas por lá, porém aqui, com um bar nas proximidades e tanta gente pelas ruas era perigoso. "Sou muito rápida nessas coisas, ninguém deve ter visto." A água provavelmente molharia as vestes da mesma forma, mas na cabeça dela isso não tinha acontecido, ou não aconteceria e com isso em mente a pequena predadora simplesmente aceleraria cada vez mais submersa, buscando não ser vista ao se aproximar da embarcação dos três irmãos.

Com toda a velocidade que sua parte peixe trazia, era esperado que a jovem Drezat conseguisse alcançar o local da festa rapidamente, ficar o mais baixa possível para quando realmente estivesse bem perto do local um grande salto para fora da água pudesse ser feito, num lugar seguro e vazio de preferência. Claro, tudo não passava de uma tentativa repetida até ter sucesso em subir na embarcação por um local seguro. Se mesmo assim as coisas estivessem complicadas, Hany pegaria a lança com o braço direito, arremessando-a na lateral da estrutura na altura em que seus saltos conseguiam chegar. A lança serviria de apoio, visando agarrar o cabo dela, se jogando para cima, ou apenas ficando em pé nela mesmo. "Complicado... Esse lugar provavelmente ta lotado." Estando a bordo, Hany deixaria a lança lá se a houvesse utilizado, abrindo então a maleta para vestir-se. Nessa situação, se as roupas ainda estivessem molhadas, ela apenas fecharia a maleta, penduraria na lança ou largaria ali mesmo se fosse um ponto seguro. De resto a garota-peixe estaria pronta para explorar a festa nua se preciso, usando de todas as suas habilidades silenciosas para andar agachada por aí, até mesmo recolhendo sua cauda de tubarão, fazendo de tudo para não chamar muita atenção até encontrar alguma roupa/pano longo que pudesse utilizar para se cobrir e assim a exploração sem se esconder muito. "Duvido que vão suspeitar logo de mim." Era impossível.

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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

A invasão da embarcação se dava por concluída, os guardas que tinham sido contratados para poder fazer a vigília não passavam de dois sacos de carne. "Que péssimo dia para vir trabalhar!" Pensava ao ver o corpo do homem cair diante de mim, minhas garras sujas com o sangue do rapaz, rapidamente fazia movimento com o braço para assim tirar o excesso de sangue de minhas garras.

Pegando o homem pelas suas vestes e assim o jogaria para o mar, apesar do sangue no chão poder denunciar algo, era mais discreto do que um cadáver em meio ao convés. - Perfeito podemos prosseguir, a festa parece estar sendo lá dentro! Olhava na direção que vinha a música, deixando eles terem uma última dança.

Sem que eu precisasse relembrar cada um de suas tarefas, o grupo se dispersava para que pudessem executar suas funções, caminhando calmamente pela embarcação. “Vamos ver como eles estão lá embaixo!” Assim seguia caminhando até a entrada da festa.

Me posicionando em um canto no qual seria difícil me perceberem, o lugar estava muito bem decorado, nobres né, não tinha muito o que se falar sobre as regalias que eles gozavam por terem dinheiro, a má sorte desse povo todo era eu ter chegado na ilha. “Brincando com a pessoa errada!” Batia com minhas garras da mão direita em minha coxa enquanto observava os nobres se divertindo.

- Que essa noite seja um marco para essa ilha! Soltava dando um pequeno sorriso antes de me virar e voltar a subir para o deque da embarcação.

Sabia que não deveria demorar para que a explosão pudesse acontecer, e para que tivesse poucos fugitivos me posicionaria ao topo da escadaria, começaria a acumular energia em volta de meu corpo, meu olhos brilhavam de animação. - Que os jogos comecem! Assim que falava as explosões pela embarcação se iniciava escutava a festa que antes era tranquila e organizada ficava um caos.



A energia que estava acumulando pelo meu corpo, fazia com que a mesma fosse toda para minhas mãos mais especificamente para as minhas garras, assim que visse os primeiros que estivessem subindo as escadas, faria o movimento com os braços para assim acionar minhas manoplas.

Em seguida impulsionava indo em direção ao encontro das primeiras vítimas, tentaria acertar minhas garras rapidamente no busto da primeira pessoa que encontrasse, e repetiria os movimentos saltando de um lado para o outro, acertando os demais nobres no local, usaria da minhas acrobacia, para poder dar cambalhotas pelo local, usando as paredes de apoio, visando acertar sempre em pontos vitais como pescoços e bustos ou se visse que alguém fosse escapar tentava agarrar a pessoa pela cabeça e usaria toda a minha força para poder esmagar seu crânio. Deixaria bem visível para as pessoas que estivessem me vendo, o meu sorriso era nítido, cada vez mais aumentando conforme o derramamento de sangue fosse seguindo.

Obviamente que poderia ter guarda costas em meio aos nobres, assim manteria meus sentidos atentos, assim que percebesse algum movimento estranho provindo de alguma pessoa que estivesse pelo local, me esquivaria pulando dando uma grande cambalhota, e me reposicionando para poder ter uma visão melhor do combate. Caso fosse melhor, usaria das minhas manoplas para poder bloquear o golpe que fosse desferido contra mim, em seguida aproveitaria meus membros inferiores livres para desferir um chute carregado de energia no estômago da pessoa para que assem ela fosse arremessada e me deixar livre para poder continuar a chacina.

Repetiria os movimentos na escadaria até que tivesse eliminado o máximo possível, claro que aquela escadaria não seria a única forma de entrada ou saída do local da festa, e provavelmente boa parte dos nobres poderia já estar do lado de fora mais precisamente no deque. Assim sairia correndo até o lado de fora, tentando fazer os mesmo movimentos citados para matar os nobres que estivessem a minha frente, ate mesmo repetindo os defensivos caso encontrar algum guarda-costas e assim que voltasse para o deque, subiria no mastro principal usando das minhas acrobacias, para assim lá de cima tentar decidir oque fazer.

Spoiler:


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Capitulo I: Cuidado com a meia noite! - Página 3 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Trio do Caos



Ryoma

Que loucura meus amigos, a pequena Hany – que não é pequena, segunda ela – rapidamente foi informada que seus alvos não se encontravam mais ali e viu a direção tomada pelo barco, chegando cada vez mais perto de um outro navio, que aparentemente estava em festa. A mulher pegou o dinheiro e a chave do quarto sem mais delongas, entrando no bar novamente e deixando a garota-tubarão do lado de fora, claro, agradecendo antes de fazer tudo isso. Hany estava pronta para ir em direção ao trio que seria macetado, no entanto, ela estava meio em dúvida com relação a suas roupas e outros pertences, já que iria acabar com tudo molhado. Sua teoria era que as roupas dentro da maleta não iriam molhar, bom, para sua infelicidade isso era algo que iria acontecer, já que sua maleta não era a prova d’água.

Enfim, ela partiu e ainda no mar conseguiu sentir uma certa vibração no mar, parecia que uma pequena explosão tinha acontecido nas proximidades. Não demorou para que saísse do mar em um único salto, conseguindo alcançar uma das janelas que estavam mais embaixo, colocando a garota dentro do navio em uma pequena sala de despensa, com alguns itens de limpeza comuns. A porta estava entreaberta e por ela o som da música ainda estava tocando, mas, rapidamente aquele som calmo dava lugar a gritos de desespero e... sons de combate? Sim, parecia que era isso. A garota se vestiu, notando que suas vestes estavam molhadas, mas aquilo não deveria ser um problema tão grande assim.

Antes que pudesse sair para explorar, percebeu algumas pessoas correndo pelo corredor onde ficava a despensa – Corram! Corram! – Uma voz masculina era audível para garota – HAHAHA! VOCÊS NÃO VAO FUGIR! - Uma segunda voz masculina alcançou os ouvidos da pequena - O Grande Tob vai pegar vocês! - Concluiu o homem indicando que era um dos alvos  e ele passou correndo, sem muitas chances para Hany vê-lo com clareza, apenas notou que era um homem robusto. Ela saiu do lugar momentos depois, usando das suas habilidades para se esgueirar pelo corredor, ouvindo os gritos de desespero e os gemidos de dor que tocavam como uma sinfonia no navio. Ela chegou ao salão sem mais delongas, encontrando pelo caminho alguns corpos mortos espalhados pelo chão, aparentemente de trabalhadores e alguns convidados, pelas roupas que estavam utilizando.

Por fim – usando um pano que encontrou pelo caminho – pode observar que a putaria estava formada no salão, Harkness estava por ali, matando alguns homens de vestimenta “chique” e enfrentando outros de roupas comuns, pareciam que eram seguranças - Achei um bom alvo! - A voz do mesmo homem de antes encontrou os seus ouvidos, ele estava alguns metros de distância da menina e carregava um grande martelo de guerra. Ele era feito, grandes verrugas espalhadas pelo seu corpo, cabelo falhado e um nariz do tamanho de uma laranja; sua barriga era imensa e suas pernas extremamente pequenas e finas, ele era realmente o suco do pior dos piores. Ele partiu em um avanço veloz na direção da raposa, que no momento estava ocupada enfrentando outros homens, Hany a ajudaria? Continuaria escondida com seu super mega disfarce? São cenas do próximo capítulo.


Kenshin

O sangue já banhava as mãos de Harkness naquela noite de lua cheia, o inimigo foi morto sem dificuldades e todos estavam prontos para continuar com a missão. Os nobres naquela embarcação nem sequer cogitaram imaginar que sua ligação com a revolução e todos os outros indícios contra o Governo Mundial, tinham sido descobertos pela organização protetora da Lei, bem, em partes. No andar inferior pode notar o caos se instaurar logo após as explosões aconteceram e ela partiu sem dar chances para que a nobreza controlasse seus próprios sentimentos. Ela partiu em velocidade, usando suas garrafas misturas com a eletricidade proveniente do seu corpo para atacar diferentes alvos, ceifando suas vidas com extrema facilidade e crueldade.

O restante do grupo fez a sua parte, mas aquela que estava se divertindo era certamente a protagonista dessa história, que continuou sem parar um minuto sequer, se movimentando pelo grande salão enquanto tirava a vida daqueles que foram contra o governo. Claro, ela não estava desatenta, imaginava que no meio daquelas existências, pessoas fortes e capazes de fazer a segurança estavam infiltradas e sim, ela estava certa quanto a isso. Em determinado ponto da sua investida, notou Alex passando voando de um lado até o outro do salão, se chocando com algumas pessoas e mesas que estavam por ali Do ponto em que o agente foi lançado, uma figura imponente se fez presente, o ar em sua volta parecia ser ligeiramente diferente, como se fosse uma aura ao redor do mesmo. Ele carregava em sua mão uma espécie de cabo de madeira, que ao fazer um movimento giratório com seus dedos, liberou uma lâmina fina, mas que refletia o brilho da lua em sua extensão.

Não apenas ele, outras figuras pareciam enfrentar os agentes com louvor, porém, outras não pareciam ter tanta habilidade assim e já foram mortas pelos homens e mulheres a serviço de Agatha. A selvagem com seus sentimentos aguçados pode ouvir alguns sons vindo do convés, mas ninguém havia subido, afinal, um dos seus homens estava fazendo a segurança da escada que levava até aquele lugar. Seriam reforços? Algum outro barco estava à espreita para ajudá-los? Não, a missão era dela... eram inimigos? Aliados da nobreza? Mercenários? Essas dúvidas podiam passar pela cabeça da raposa, mas, não teria tanto tempo assim para raciocinar - Eles estão subindo pro outro lugar! - Gritou Alex enquanto enfrentava um outro homem que utilizava pequenas machadinhas em seu combate, apontando com os olhos para a outra extremidade da sala, que contava com um acesso rápido ao convés e também as áreas inferiores do navio.

A bagunça e caos continuava no salão, Harkness era imparável em seus movimentos, continuando com sua chacina sem limites. Em determinado ponto era foi interceptada por um dos seguranças, que bloqueou o ataque feito com sua manopla utilizando a sua própria espada, era aquele homem com uma aura estranha de antes – Isso acaba aqui. – Falou o rapaz antes de realizar mais um ataque, que foi novamente bloqueado pelas manoplas recebidas algumas horas atrás. Para sua surpresa algo realmente estranho aconteceu, no momento em que o ataque se chocou com a manopla, ela se esfarelou quase que instantaneamente, fazendo a Agente receber um corte superficial em seu braço direito. No momento que isso aconteceu, uma pequena explosão de eletricidade jogou o homem alguns metros para trás, que caiu de joelhos colocando sua espada como uma forma de bloqueio. A eletricidade em volta de Harkness mudava de cor, algo ela estava em uma tonalidade púrpuro avermelhado, algo totalmente diferente do azul de momentos atrás, isso fazia parte da arma? Ela estava com algum tipo de defeito? Talvez fosse uma maldição? Não dava para saber, mas ela sentia algo estranho percorrendo seu corpo, ela parecia mais forte... sua eletricidade parecia mais forte.

De qualquer modo, ela não tinha muito tempo para pensar. Seu movimento para subir ao convés foi interrompido por um homem que aparentava ser artista marcial, enquanto outro vinha pelo seu flanco esquerdo utilizando um par de adagas, enquanto  espadachim avançou do outro lado, deixando a garota no meio de um triângulo. O único movimento mais simples era pular para trás, no entanto, ela ouviu uma voz masculina - Achei um bom alvo! - Era a criatura descrita no último post da narração do Ryoma avançou em sua direção, deixando ela completamente presa no meio daqueles quatro oponentes que estavam prestes a ceifar a sua vida. Seus homens estavam enfrentando outros inimigos, o cheio de sangue já havia tomado conta do ambiente e incontáveis corpos estavam por ali.


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Última edição por Formiga em Qui Fev 10, 2022 2:13 pm, editado 4 vez(es)
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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

O sorriso em meu rosto podia ser visto a quilômetros de distância, qualquer um podia ver isso, principalmente por sentir o sangue dos nobres escorrendo pelas minhas garras, o desespero estampado em seus rostos. - Achava que sangue de nobres era azul, ou então brilhava! Lambia meus lábios enquanto balançava o braço para tirar o excesso de sangue de minhas mãos.

Estava confiante que tudo ocorreria conforme os planos, os meios para que os nobres fugissem tenham sido eliminados, eles estavam literalmente ilhados, presos como ovelhas indefesas, e como uma bela raposa estava pronta para a carnificina.

Os demais membros da equipe executavam a missão em conjunto, mas como esperado, o lugar não estaria desprotegido, por um instante antes de matar mais um nobre, percebia Alex sendo arremessado, arqueava minha sobrancelha em surpresa. Aquilo era o suficiente para parar minha investida, e tomar a atenção para aquela direção, o homem era diferente de qualquer outro que tinha matado até agora ali. “Então temos outro desses guarda-costas estranhos por aqui!” Lembrava do guarda-costas do velho em minha primeira missão, assim como ele, esse atual tinha uma arma diferente, e uma presença notável.

- Se acha que isso é o suficiente para me intimidar está muito enganado! Falava intensificando a eletricidade que corria em volta do meu corpo.

Mas aquela não era a única surpresa, escutava barulhos vindo da parte superior da embarcação, não sabia ao certo oque poderia ser. “Da marinha a piratas, ou até mesmo os revolucionários aliados a esses idiotas…” Analisava tentando identificar o que poderia ser, mas não tinha tempo para ficar pensando, Alex gritava que os nobres estavam conseguindo sair do interior da embarcação, então tinha de fazer algo o quanto antes.

Investia contra mais alguns nobres antes de poder ir para o andar superior, o homem com a aura estranha interceptava desferindo um golpe com sua espada, instintivamente colocava meus braços na frente para assim bloquear o golpe do homem. - Droga! O impacto do golpe era grande o suficiente, sentia como se a espada do homem conseguisse penetrar em minha manopla e assim com que ela se desfizesse por completo e uma pequena dor vinha em meu braço direito, o corte era superficial. “O que tá acontecendo?” Arregalava os olhos, enquanto a arma se desfazia do nada, ela era falsa? a condessa me enganou? Muita coisa passava pela minha cabeça em um curto período de tempo.

Mas antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, sentia uma grande energia se acumulando dentro de mim, uma sensação que fazia com que meu corpo inteiro se arrepiar, em seguida, uma grande explosão de energia saia do meu corpo. “Que sensação estranha!” Minha energia gerada, nunca tinha sido tão intensa assim, muito menos se expandia de tal forma, a coloração era muito diferente do que estava acostumada. “Seria esse o poder da cria da lua sangrenta?” Pensava pelo principal motivo de ter sido abandonada pelos meus pais, uma aberração de nove caldas, que segundo as histórias do coven, herdeira de um Deus antigo.

Não tinha tempo para ficar pensando nisso agora, precisava me movimentar e ver oque estava acontecendo do lado de fora do espeço de festa, assim dava alguns passos em direção a escadaria, mas quando dei por mim, estava cercada, o espadachim e mais dois homens vinham pelo meu flanco. - Nossa isso tudo para parar uma mulher? Falava ao perceber que logo atrás de mim vinha um brutamontes.

Mas de tudo o caos que eu estava presenciando, e tantas surpresas com tudo aquilo, outra coisa me chamava bastante a atenção. - Ha..Hany??? Soltava em um tom de surpresa, meus olhos se esbugalhavam ao ver que a pequena tubarão estava na festa, e pelo que parece tentando se esconder, sabia que provavelmente ela estaria trabalhando para o submundo, mas ela estava aqui para me atrapalhar? Ou em um serviço próprio.

“Ela tem de tomar cuidado os agentes tem ordem de matar qualquer um!” Pensava enquanto voltava a atenção aos quatro homens que estavam me cercando. “Tenho de me aproximar dela!” A garota tinha uma simplicidade que me fizera simpatizar com ela, talvez por termos histórias parecidas, e pelo fato dela me lembrar minha irmã, mas um fato era, nossa amizade dependia das próximas ações vindo da mesma.

- Vocês estão atrapalhando, espero que possam me entreter! Não sabia até que ponto aquele poder que tinha conquistado poderia ir, mas algo era certo, agora minha eletricidade não se centrava apenas em meu corpo, agora podia soltar em rajadas.

Com um sorriso no rosto, acumularia o máximo de energia possível em meu corpo, para que pudesse ver aquela nova eletricidade purpura com toques avermelhados, era lindo de se ver não podia mentir. Utilizando dos meus sentidos aguçados assim que percebesse o primeiro movimento de qualquer um deles, tentaria liberar toda a energia acumulada de uma vez só, para que assim pudesse me livrar daquele cerco. Caso mesmo assim não fosse o suficiente para poder lidar, assim que o primeiro ataque viesse em minha direção, usaria da minha acrobacia para poder saltar dando uma grande cambalhota, para que o grupo assim pudesse se chocar, enquanto fazia o movimento tentaria acumular energia em meus braços, e quando eu estivesse no ar, tentaria disparar a energia na direção do grupo. “Espero que funcione!” Pensava enquanto tentava disparar a energia para acertar o grupo.

Usaria da força da energia para jogar meu corpo para trás, assim cairia em meus quatro apoios, canalizando a energia em minhas garras, começaria a correr na direção do inimigo que estivesse mais próximo, assim que estivesse em uma distância media, saltaria em sua direção tentando enfiar minhas garras em seu peito. Caso nessa investida percebesse movimentos estranhos vindo em minha direção tentaria pular para o lado que estivesse livre a fim de me reposicionar e esquivar do possível golpe, mas caso o golpe sendo corpo a corpo, e fosse mais proveitoso, tentaria expandir da eletricidade que tinha conquistado para que atingisse quem estivesse chegando perto de mim, assim me reposicionaria para tentar fazer o movimento.

Caso o movimento tivesse sido bem executado ou não, tentaria me afastar o mais rápido possível, dando várias cambalhotas para trás, para que assim pudesse ter uma visão melhor da situação, principalmente saber se poderia utilizar de minhas técnicas sem machucar Hany.



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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Todo o plano para manter as roupas secas foi inútil. Hany conseguiu sim, guardar suas vestes, nadar até o barco e até subir nele sem problemas, mas lá sua decepção ao abrir a maleta foi clara. – Merda. – com bastante má vontade as roupas entraram em seu corpo novamente, tendo certa dificuldade no começo até finalmente seguir rumo à confusão que estava sendo ouvida. "Música, luta e gente gritando... Não é um bom sinal, isso deve ter começado por causa das minhas presas." A festa parecia normal antes deles chegarem, ao menos foi como a jovem sentiu ao entrar na embarcação pela primeira vez. A morte já havia dominado a região, sentir o cheiro de sangue e dos corpos já mortos causava um leve arrepio na espinha da pequena. Muita gente inocente estava morrendo, ela não tinha nenhum envolvimento, mas estava lá e podia acabar recebendo a culpa de alguma forma, apenas isso causava certo medo dela. O resto acabou sendo mais a enorme vontade de provar sangue fazendo-a tremer, querendo correr atrás do tal Tob sem ligar pras consequências. E foi nesse ponto que Agatha surgiu na visão dela, lutando com diversas pessoas diferentes. "Ela tá aqui também? Ah... Isso complica as coisas." Ou talvez fosse apenas a melhor solução apresentada.

Ajudar sua amiga sempre seria a escolha de Hany, ainda mais se isso desse a ela uma chance clara de matar os três irmãos e até outras pessoas sem ser considerada uma criminosa. "Ajudando o governo, ninguém vai apontar o dedo pra mim." O pano usado para se esconder terminaria nos cabelos dela, tentando secar ao máximo ele enquanto corria na direção do horrível homem com o martelo de guerra. – Opa, tava procurando você! – em um salto a garota-peixe esperava entrar na frente de Tob, jogando o pano na direção do mesmo enquanto seus pés tocavam o chão. – O amigão aqui é minha presa, ninguém chega perto! – um aviso, talvez fosse direcionada a Agatha, ou apenas aos próprios inimigos que a cercavam, Hany só queria uma caça solo e ainda por cima ajudaria a raposa ao segurar aquele verme por algum tempo. "Quero amassar o nariz dele na porrada." Assim que estivesse finalmente tocando o chão um avanço seria feito, impulsionando o corpo para a frente, cerrando os punhos e com um sorriso no rosto a pequena predadora estava buscando um ataque do inimigo. Não importava de onde ele viesse, tudo que ela procurava era uma forma de chegar mais perto ainda, depois de um golpe errado do verme. Sua investida estava ali apenas para  atrair esse ataque, esperando até o golpe começar a se aproximar para assim esquivar-se com um passo para o lado, pulando por cima do golpe e abaixando-se durante a investida. A forma usada para escapar do golpe seria importante no momento certo, variando dependendo do que fosse feito pelo homem.

Conseguindo escapar ou não, Hany ainda tentaria chegar mais perto, continuando as investidas, rodando ao redor dele até conseguir notar uma oportunidade clara de o atacar. Por conta de sua altura a garota focaria muito mais as pernas do homem, evitando saltar para não ficar vulnerável no ar. Com chutes laterais nos joelhos, tornozelos ou simplesmente nas partes íntimas de Tob, visando tirar o equilíbrio do mesmo, deixando ainda mais fácil acertar golpes na parte superior do corpo. A pequena faria sequência com seus punhos, socando o rosto, queixo, barriga ou costelas com toda sua força e assim que conseguisse notar qualquer tentativa de a atacar a sua forma de defender-se seria bem simples: Hany primeiramente daria um passo pro lado, movendo seu corpo lateralmente para escapar do golpe, ou apenas indo para trás se preciso. Quando a presa estivesse terminando o movimento, em um rápido avanço a garota tentaria agarrar ambas as mãos do homem, principalmente a que estivesse segurando o martelo com mais firmeza, alvejando esta para uma mordida limpa no pulso/antebraço. Isso seria feito toda vez que fosse atacada para assim evitar novos ataques, além de ir danificando ambas as mãos do verme até este não conseguir nem mesmo segurar sua arma.

Como não existia muita experiência de lutar ao lado da raposa, era óbvio que certos cuidados seriam tomados. A qualquer sinal de perigo a pequena tomaria cobertura usando o corpo do seu próprio inimigo, dando a volta nele, além de tentar manter uma distância segura enquanto dava leves olhadas para Agatha até ter noção do que sua amiga era capaz nos momentos certos. – Os outros dois tão por aí? Preciso ter uma conversinha com eles também... – diria isso lambendo os lábios, rindo sozinha durante todo o confronto, era divertido brincar com os inimigos, principalmente aqueles que se achavam realmente incríveis. Seja o irritar ou apenas divertir-se por si mesma, Hany continuaria daquela forma até ter alguma noção do que todos ali podiam fazer.

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Trio do Caos



Ryoma

Hany encontrou um dos seus alvos em meio a bagunça que estava o salão, não que fosse difícil encontrar aquela criatura desproporcional. Em um movimento ágil, de colocou no caminho do inimigo, parando sua investida contra a raposa, jogando o pano que cobria seu corpo anteriormente, que por sinal, estava molhado após secar o cabelo. O homem robusto parou sua investida como supracitado, focando seu olhar na pequena garota-tubarão que estava alguns metros à sua frente - Peixe? - Falou o homem coçando sua cabeça com uma das mãos, um pouco confusa observando a rara espécie na sua frente.

Seu tempo confuso passou rapidamente, segurando seu martelo com ambas as mãos e aparentemente se preparando para uma nova investida, desta vez, com o foco em outro inimigo. Hany não ficou parada, a garota de moveu com agilidade, esperando o momento para evadir do ataque de cima para baixo do seu inimigo. O martelo acertou o chão de maneira do navio, espalhando pequenos pedaços do material pelos ares. A pequena continuou com seu ímpeto voraz, de movendo ao redor do brutamontes e acertando golpes com técnica nas regiões baixas do homem: seus joelhos, tornozelos e até mesmo o seu saco.

As pernas do alvo não aguentaram os impactos dos movimentos deflagrados pela garota, causando um visível desequilíbrio em seus movimentos. Uma explosão de eletricidade chamou a atenção do homem, que parecia realmente encantando com a raposa que estava enfrentando outros inimigos. Tão rápido quanto perdeu o foco, veio seu urro de dor, com mais uma saraivada de golpes acertados pela menina. O brutamontes virou com uma certa selvageria em seu olhar, fazendo movimentos mais largos e carregados com força o bastante para esmagar o pequeno Tubarão, no entanto, ela estava pronta para aquele tipo de ação.

A cada golpe desferido pela criatura corpulenta, Hany não perdeu tempo e nem oportunidade, desferido fortes mordidas em seus membros superiores, principalmente aquele que demonstrava nitidamente uma pegada melhor no martelo. Aquilo de repetiu uma, duas, três… incontáveis vezes, até que o homem de encontrava banhado em seu próprio sangue. Ferimentos de mordidas estavam espalhados pelo seus braços, um verdadeiro ataque de tubarão. O homem não tinha mais força para mover a sua arma pesada, recuando alguns passos enquanto observava a garota que estava com a boca completamente tingida com o líquido rubro da vida - E-ELES VÃO TE MATAR! - Gritou o homem recuando ainda mais, tentando manter o equilíbrio do seu corpo.

Ele estava indefeso, Agatha continuava a lutar contra um único inimigo. Hany pode ver um pouco da extensão do poder da raposa, era algo realmente incrível. Os poucos sobreviventes no salão - nobres - estavam atrás de uma mesa, escondidos e aparentemente torcendo para que os seguranças saíssem vitoriosos. O som do caos vinha agora do convés, onde algumas vozes eram ouvidas, gritando pedindo por dinheiro, e aquelas vozes pareciam ser conhecidas pelo brutamontes, já que olhou para cima com seus olhos tomados pela esperança. Seriam os outros dois?


Kenshin

Harkness estava frente a frente com uma maré de surpresas: a primeira delas foi a quebra do presente da condessa, aquela estranha arma que se transformava em uma manopla; a segunda era a presença da pequena Hany naquele navio, o que preocupou a raposa, já que os agentes tinham a ordem de matar todos ali. De qualquer modo, os quatro antagonistas se transformaram em três, já que a garota tubarão impediu que o quarto inimigo continuasse seu percurso até a Agente, começando a enfrentá-lo da sua própria maneira.

Agatha estava presa em um triângulo feito por três inimigos e não tinha muito o que fazer! Como ela escaparia? Talvez avançaria em um deles para abrir passagem? Saltaria para escapar? Talvez em outros momentos alguma das ações fossem tomadas, mas agora era diferente, a energia que percorria seu corpo era algo completamente novo. Enquanto seus inimigos vinham sedentos em sua direção, a selvagem acumulou aquela eletricidade em seu corpo e no momento que estavam perto, liberou de uma única vez como uma grande explosão. Seu raio de alcance era pequeno e aquela "técnica" foi usada sem qualquer maestria, mas sim, tinha funcionado com clareza.

Os inimigos foram lançados alguns metros atrás, um deles parecia completamente desacordado, enquanto os outros dois levantaram com dificuldades - ACABEM COM ISSO! - Gritou um nobre desesperado que estava por ali, provavelmente aquele que tinha contrato tal segurança que estava enfrentando a garota ou ele tinha contratado todos os três? De qualquer modo, os homens se levantaram e pareciam prontos para o combate novamente, exceto por um, que como supracitado permaneceu desacordado no não. Os outros agentes continuavam a enfrentar seus respectivos inimigos, Alex parecia ter sobrepujado a força do seu antagonista, ficando livre para finalizar alguns nobres que estavam por ali.

A dupla inimiga avançou novamente em direção a raposa, que estava preparada para realizar movimentos de esquilos cirúrgicos, no entanto, um deles foi barrado por Alex que passou a lidar com aquele inimigo. Só restou para Agatha o Espadachim que carregava uma aura estranha ao seu redor, que mostrava ser alguém forte, mas que aparentemente foi pego de surpresa pelas ações da selvagem. Ele avançou com movimentos diagonais, de cima para baixo como se formasse um X; não parou, essa seria sua primeira investida buscando entender um pouco mais sobre os movimentos da agente, finalizando com uma investida alcançando o pico da sua velocidade em um único movimento, findando sua jogada com uma estocada em direção ao seu coração.


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Sim, era exatamente esse tipo de duelo que Hany esteve buscando. Na realidade, acabou se tornando algo unilateral, um completo massacre. A vencedora parecia muito bem definida, ainda mais com a luta do ao lado parecendo bem mais interessante aos olhos da pequena, tornando a sua parte bem chata no momento. – Que eles ao menos tentem, você foi uma decepção. – com bastante superioridade ela cuspiu no chão, lambendo também os lábios e até mesmo tocando todo o sangue que tinha se espalhado por conta das diversas mordidas. – Shaa, isso é... Muito bom, preciso de mais. – os irmãos da figura já derrotada provavelmente viriam logo, nesse ponto a garota queria apenas terminar completamente com Tob para não existir nenhuma surpresa. – Vem, chegou sua hora. Só preciso de mais uma mordida, só uma. – finalizou as palavras com um largo sorriso, iniciando então o seu último avanço contra a presa atual. Sem força pra segurar a arma, aquele homem tornou-se apenas um grande e inútil saco de carne, perfeito para se preparar pro combate seguinte.

Hany simplesmente avançaria rapidamente, inclinando o corpo para a frente enquanto os punhos se soltavam, preparando-se para algo mais leve. Com a falta de força nos braços, Tob provavelmente não atacaria muito, talvez até conseguisse fazer algo na tentativa de sobreviver, só que isso seria apenas mais um movimento desesperado. A aproximação serviria para a pequena rodear sua presa, movimentando-se em pequenos saltos que serviriam perfeitamente como algo seguro caso algum ataque acabasse indo na direção dela. Saltar pra um lado, ou simplesmente usar ambos os braços para desviar o golpe também serviria nesse ponto. O momento real da ofensiva começaria assim que Hany conseguisse alcançar as costas ou algum dos dois lados de Tob, onde a chance saltar e alcançar o pescoço dele ou os ombros dele fosse real. "Lá vou eu." Num salto que miraria exatamente o pescoço, usando ambos os braços livres para agarrar-se ali e criar a abertura perfeita que qualquer mordedor aproveitaria num combate desses. O pescoço estava ali, Hany pouco se importava em onde morderia, muito por ela não conhecer tanto assim o corpo humano. Mas em sua cabeça, morder o pescoço ou simplesmente a nuca do alvo acabaria com tudo mais rápido. A mordida seria forte, pressionando bem até que soltar fosse bom, tentando arrancar pedaço para mastigar, lançando outra logo em seguida até conseguir levar o bandidinho pro chão, aproveitando mais um pouco do sangue e carne até se satisfazer ou algo ocorrer nos arredores. Matar o verme antes dos irmãos chegarem, faria a próxima luta muito mais interessante.

Somente as mordidas podiam não ter lá um grande resultado, precisando por a mão na massa, forçada a usar os braços. Hany não ligava muito para como acabaria parecendo  aos olhos dos outros, ela usaria qualquer meio para vencer e o faria ali mesmo, seja quebrando o pescoço do alvo na força bruta, socando ele até destruir completamente seu rosto e até chutando as partes íntimas diversas vezes, deixando muito tempo para a refeição perfeita com mordida sem pressa alguma, realmente saboreando a carne até a satisfação. – Aqui já foi. – anunciaria para que Agatha e o próprio inimigo dela conseguissem ouvir, sentando-se então sobre o corpo de Tob, lambendo os dedos da mão direita enquanto observava como a coisas se encaminhavam do lado da raposa. "Curti o jeito dela, nessa luta, serve até melhor que o Han... Não tenho prazo nem nada, vejamos..." Como a chegada dos dois irmãos era o ponto principal para definir se a garota-tubarão ajudaria ou não sua amiga. Se os dois viessem, Hany não teria muita opção além de cuidar dos dois à sua maneira. Agora se eles ainda estivessem enrolados lá pra cima, talvez ajudar Agatha não fosse tão ruim assim. – Quer uma ajudinha? – proferiria sem pressionar muito, deixando o clima bem leve ao sugerir a ajuda. A escolha ainda seria da agente, que poderia muito bem negar, e nesse caso a pequena predadora simplesmente sorriria, acenando brevemente com a cabeça para então seguir rumo aos dois irmãos restantes, usando as vozes de antes para tentar os encontrar antes que mais gente fosse morta atoa.

Nas duas decisões o combate ainda acabaria ocorrendo, por isso a estratégia defensiva da garota permaneceria a mesma em ambas as lutas. Contra golpes simples com armas de curto/médico alcance ela recuaria com saltos, simples passos ou apenas movendo o tronco para longe do range de tal golpe. Em situações mais perigosas para simples esquivas a pequena obviamente recorreria aos braços/pernas para afastar e mudar a direção dos golpes, além de bloquear se fosse muito necessário. De resto a garota-peixe simplesmente atrairia a atenção toda pra si, fazendo movimentos chamativos durante os recuos, além de rir baixinho de forma incontrolada, mostrar a língua e até tentar fingir leves investidas que terminariam nela apenas recuando logo em seguida. Tudo isso feito apenas para chamar a atenção e controlar em que direção eles estavam lindo, criando oportunidades de Agatha e até mesmo outros fazerem algo quanto a isso.

Quando a oportunidade de atacar fosse dada a garota-tubarão ela aceitaria sem medo, avançando de forma feroz para um soco no tronco ou simplesmente a mordida perfeita em alguma parte fácil do alvo. Hany não estava atrás de acabar tudo rápido, sua ideia ainda era se divertir bastante, criando um ambiente de combate onde os inimigos ficassem claramente com medo a cada segundo que passava enquanto perdiam sangue e pedaços do corpo. – Shaaha... Vamos, mais, eu quero mais! – a todo instante tudo que ela queria era irritar ainda mais as presas, seja com palavras ou ações. O resultado estava óbvio, não existia nenhuma chance de um inimigo dela sair vivo da embarcação.

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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

De todas as surpresas que tinha tido naquela noite, a presença da garota tubarão era a que mais me deixava em dúvida em como agiria daqui em diante dependeria unicamente das decisões da mesma. “Mesmo ter gostado tanto dela, se a mesma for uma inimiga não poderei mostrar piedade!” Era muita coisa para pensar em analisar, mas primeiro tinha de lidar com o conjunto de inimigos que estava à minha frente.

Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa contra os quatro, Hany se pronunciava, e logo impedia o avanço do brutamonte. “Ótimo, posso julgá-la como uma aliada!” Dava um sorriso ao ver a garota lutando contra o guarda-costas.

Com isso, apenas três deles estavam à minha frente, homens que definitivamente tinham uma habilidade superior aos outros que estavam lutando contra os demais agentes. Mas aquilo não me intimidava, muito menos agora que um novo poder percorria o meu corpo. "Não sei quais os limites essa habilidade tem, a condessa tem muito que se explicar!" Ter confiado totalmente naquela arma poderia ter sido fatal, minha sorte era que os meus reflexos eram bastante afiados.

A cada segundo que passava juntava a quantidade de energia o suficiente para tentar contra atacar o grupo de inimigos, os mesmos então partiam em minha direção. "Espero que isso dê certo!" Se esse pode tivesse se mostrado mais cedo certamente estaria mais preparada e pronta para usá-lo, mas tinha de tentar fazer o meu melhor, o sucesso da missão dependia de minhas habilidades.

Assim a onda de energia saia de meu corpo chocando com a dos guarda-costas, mas isso não era a única coisa que percebia, mesmo com a energia já fora de contato com meu corpo, sentia que a mesma ainda fazia parte de mim, como se eu pudesse controlá-la de alguma forma. "Isso pode ser bastante útil!" Todo aquele poder fazia meu sorriso voltar a aparecer, principalmente vendo o corpo de meus inimigos sendo lançados, as possibilidades de ataques e defesas eram extremamente aprimoradas.

- É Condessa, você tem muito o que me explicar! Falava olhando para minha mão enquanto algumas ondas de energia púrpura dançavam entre meus dedos.

Voltava a minha atenção para um nobre que claramente estava desesperado, ordenava para que os homens se levantassem para poder lutar para ele, uma cena deplorável de ser vista, ou cômica até. - Vocês nobres, cavaram a própria cova, quando decidiram trair aqueles que te protegem! Fechava meu punho esmagando a eletricidade que estava dançando em minha mão.

Dois dos três homens se levantavam para continuar a lutar, Alex se manteve de frente a um deles, me deixando livre para cuidar do espadachim. - Sabe, a alguns dias lutei com um prostituto igual a você! Falava dando um pequeno riso. -Ah desculpa, mercenário e prostituto para mim é a mesma coisa, se bem que prostituto é uma profissão mais digna! Dava uma gargalhada enquanto o homem se posicionava à minha frente.

Meu semblante rapidamente voltava a ficar sério, o homem avançava em minha direção e estava pronto para desferir um golpe em mim, com sua espada visivelmente apontada na direção do meu coração. "Previsível!" Pensava voltando a juntar energia em volta do meu corpo.

Assim que a espada tivesse próxima de mim, tentaria usar do meu reflexo para me abaixar rapidamente me colocando em quatro apoios, como estaria muito perto do espadachim, tentaria usar da energia em meus quatro apoios e assim forçando contra o solo daria uma investida tentando acertar minha cabeça no estômago do homem, aproveitando do acúmulo que estaria na mesma para assim tentar arremessar o mesmo por alguns metros e ganhar uma distância para executar novos golpes. Caso nessa investida ele tentasse executar algum movimento para me acertar, tentaria rolar para o lado contrário ao golpe, ou então se fosse mais conveniente, com os apoios da frente, fincaria as garras no solo, em seguida jogaria minhas pernas pela lateral a fim de dar uma rasteira no mesmo e o desequilibrar.

Logo que possível, tentava me afastar para poder analisar melhor o que poderia ser feito contra o espadachim. Assim que estivesse em uma distância tranquila, esperaria o mesmo tentasse se levantar, assim que percebesse a movimentação do homem tentaria juntar uma quantidade de energia em minha boca, e assim que possível lançaria em sua direção da forma mais bruta possível. Em seguida aproveitaria do impacto que esse golpe teria para começar a correr em sua direção quando estivesse próximo saltaria energizando minhas garras e esticando meus braços tentava enfiar ambas as mãos em seu tórax em seguida jogaria toda minha energia possível para dentro do corpo do homem. Caso percebesse algum golpe vindo em minha direção saltaria dando uma cambalhota para me esquivar e voltaria cair em meus quatro apoios e voltaria a avançar em zig zag a fim de confundir o inimigo.

Após os golpes me afastaria me levantando novamente. - Vocês nobres idiotas, estão marcados para morrer, e como uma raposa que corre atrás de sua presa incansavelmente não têm o que possam fazer, essa noite é de lua cheia, e nela EU SOU INEVITÁVEL! Lambia meus lábios atenta ao que estava acontecendo ali, analisando cada um que pudesse para saber qual seria meu próximo movimento.



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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Trio do Caos



Ryoma

Hany via seu inimigo em um estado deplorável, o vigor daquele homem era fake news, já que ele não aguentou com as investidas velozes da garota. Seu corpo sangrava e as gotas alcançavam o chão, o odor ferroso do sangue estava espalhado por todo ambiente, vindo de incontáveis mortos espalhados pelo lugar. A garota-tubarão estava pronta para finalizar aquele combate e logo partiu em uma investida que resultaria na morte de Tob. Sua baixa estatura e agilidade alta, ajudaram-na a se mover com celeridade, fazendo com que o homem realizasse seu últimos esforços em um balançar de arma, inútil é claro.

Na primeira oportunidade que surgiu ela pulou, agarrando no pescoço do seu inimigo e então mordendo como um verdadeiro predador, arrancando sua carne e fazendo o sangue jorrar. Ele tentou por meros segundos de alguma forma impedir a sua morte, no entanto, após a primeira mordida seus olhos reviraram e seus joelhos tocaram no chão ensanguentado, enquanto a fera do mar continuava com seu banquete. Não demorou para que o coração parasse de bater e assim o sangue diminuísse sua força, começando a escorrer. Já tendo finalizado seu inimigo, voltou sua atenção para Agatha, que enfrentava o espadachim com louvor, mostrando superioridade em combate, principalmente ao usar de maneira exacerbada todo aquele montante de eletricidade que rodeava seu corpo.


Kenshin

Agatha permaneceu alguns segundos em dúvida sobre em qual lado Hany estava, mas ao ver a garota interceptando um dos inimigos, percebeu que ela estava do mesmo lado que a Agente. A raposa logo percebeu que estava enfrentando novamente um único oponente, o espadachim a mando de um dos nobres que ainda continuava vivo naquele ambiente sanguinário. Ela então bradou algumas palavras contra aqueles homens, inclusive contra seu próprio inimigo, mexendo com seu ego e também o seu orgulho, já que ele estava nitidamente irritado após escutar as palavras da mulher.

O antagonista então fez seu movimento, que já estava nas expectativas de Harkness, que lançou seu corpo para baixo usando toda sua agilidade, ficando de quatro deixando que o mesmo acertasse apenas o vento. Ela não parou por aí, investindo contra o inimigo em um movimento rápido, acertando literalmente uma cabeçada em seu abdômen e arremessando seu corpo metros para trás. O espadachim rolou no chão, ficando de joelhos com sua espada servindo de apoio, o sangue escorria da sua boca e sua cara não estava nas melhores condições, porém, ele ainda parecia ter forças o bastante para continuar. Ele ficou de pé novamente, limpando o sangue que escorria pelo canto da boca, mas Agatha não ficou parada e logo liberou uma quantidade de eletricidade como uma “rajada”, que foi direcionada ao espadachim.

O homem ergueu sua lâmina tendo uma postura completamente ereta e logo desceu em um golpe de cima para baixo, tentando cortar aquela eletricidade ao meio. Claro que não deu certo, seu corpo foi acertado pelo turbilhão eletrico que torrou todo o seu corpo, acertando também alguns dos nobres que estavam naquela direção. Ele caiu para trás sem respirar, enquanto o nobre que lançou aquelas falas anteriormente tentou correr em direção a saída, mas foi barrado por Alex, que o lançou aos pés de Agatha.


Todos

Os sons que vinham do convés cessaram repentinamente, apenas os passos de uma figura puderam ser ouvidos do andar inferior, assim como sua voz – Ouçam bem, estou aqui pelo dinheiro. Jóias, relógios e a bufunfa em espécie, passem logo para cá antes que eu deixe meu irmão brincar com vocês. Pelo jeito, ele já acabou lá embaixo. – A voz era ligeiramente rouca, mas como supracitado conseguiu chegar até o andar inferior. Pelo jeito os irmãos do grandalhão morto por Hany estavam lá em cima, imaginando que o terceiro de sua família estivesse satisfeito com aqueles que sobraram no salão - Quem é ela? Você conhece? - Falou Alex com um olhar sério, mas que não passava hostilidade em direção a pequena Hany.

O grupo iria subir para enfrentar os homens lá em cima? Onde estavam o restante dos agentes? Eles foram subjugados pela dupla? Ou será que estavam à espreita esperando unicamente o comando de Harkness?



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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

A pesar do homem ser nitidamente mais habilidoso que o restante dos seus companheiros de serviço, ele não passava de um cachorro pau mandado que não servia nem para me manter entretida. O rapaz levava meus golpes em sequência sendo acertado em cheio pela quantidade de energia que tinha soltado enquanto ele tentava ficar em pé. - Que novidade, nunca deixam uma mulher sentir prazer! Lambia meus lábios que ainda tinha resquícios da minha eletricidade.

O nobre que estava dando ordens ao espadachim corria como uma barata que ele era, Alex o interceptava o jogando em minha direção, caindo literalmente aos meus pés. O sorriso sádico podia ser visto em meu rosto, observava o nobre de cima para baixo dando uma lambida em meus lábios. - Sabe… Apesar de tudo vocês ainda estão fazendo história! Falava dando uma pequena risada abafada.

Me agachava ficando próximo ao nobre, olhando diretamente nos olhos do mesmo. - Sabe, se dependesse de mim, dizimaria essa ilha como um todo, mostrando para o mundo oque acontece com que desafia o governo… Dava uma pausa encostando minha garra na testa do nobre. - Mas as relações-públicas ficariam um caos, por isso precisamos de alguns exemplos descartáveis HAHAHAHAHA, e veja só se não encontramos uma embarcação repleta deles HAHA MAMA MAMA! Gargalhava olhando enquanto faíscas saiam dos meus olhos. - Morra seu verme! Com toda minha força esmagaria a cabeça do homem em seguida voltaria a me levantar.

Observando oque estava acontecendo balançava a minha mão para que o excesso de sangue escorresse de minhas mãos, percebia que a barulheira que estava vindo do convés da embarcação tinha acabado. Uma voz rouca vinha do andar de cima, fazendo exigências, pelo que aparentava provavelmente piratas. “Então esses são os causadores dos barulhos de mais cedo!” Pensava dando alguns passos na direção em que Hany se encontrava, a garota tinha conseguido derrubar o brutamonte, no qual provavelmente era a pessoa que o possível pirata se referia.

O salão estava um caos completo, ao menos boa parte do nosso serviço naquele lugar estava feito, a questão era, novos inimigos estavam presentes no local, e onde estaria o restante da equipe? Derrotados? Escondidos? - Bom trabalho lidando contra esse ai, gostei de ver! Falava dando um sorrido a Hany. - Bem que você falou que era uma boa predadora… Alex se aproximava perguntava quem era a pequena tubarão.

No momento, parei por uns segundos para pensar no que poderia ser falado ao rapaz, principalmente se tratando que a missão original era livrar de todas as pessoas na embarcação. - Uma aliada inesperada… Dava uma pausa olhando para a garota, mesmo que tivesse conhecido a pouco tempo gostava da garota e queria conhecer mais da mesma. - Que se encontrou no lugar errado na hora errada quem sabe, ou na hora certa pelo que ela fez com o grandalhão ali! Apontava para o aliado dos homens que estavam fazendo exigências na parte de cima da embarcação.

- Ela fica sob minha responsabilidade, logo ela vai embora junto com a gente. Esperava que Alex confiasse em meu julgamento, o destino tinha colocado a gente para se cruzar mais de uma vez em um mesmo dia, estou curiosa para saber ainda mais dos tipos de trabalhos que a garota estava envolvida.

- Hany, quer nos ajudar a lidar com esse bando de merda que esta lá em cima, creio que deve ter uma boa quantidade de carne HAHAH MAMA! Dava uma pequena gargalhada colocando a minha mão direita em frente aos meus lábios.

Esperava que a resposta da garota fosse positiva, queria ver mais da garota em ação, e além de não saber a quantidade de homens que estariam do lado de fora do salão, ter algumas pessoas para dar cobertura seria de fato bastante útil. “Será que o restante do grupo fora derrotado?” O questionamento era valido, além de Alex, no meio da confusão não tinha visto mais nenhum deles muito menos os infiltrados.

- Os demais agente, não tenho a mínima ideia de onde estejam, então teremos de contar com apenas nós! Falava para Hany e Alex, enquanto pensava numa forma de poder surpreender quem fosse que estivesse lá.

Olhando para minhas mãos, ainda via resquício da energia purpura, em forma de pequenas faíscas, aquela habilidade tinha me sido bastante útil dentro de toda aquela batalha, e esperava poder contar com a mesma ainda mais. “Creio que posso ser uma certa distração para que os dois cheguem de forma mais sorrateira possível!” A pesar de ver que Hany não era uma das pessoas mais furtivas que conhecia, poderia ser um bom plano ao menos, se eu conseguir abrir caminho por um lugar inesperado.

- Usarei dos meus poderes para poder abrir caminho pelo teto do salão, assim chegarei até a superfície, chamando toda a atenção de que é que esteja la em cima para mim. Dava uma pausa esperando que eles entendessem a premissa do plano. - A luz da lua me faz bem, então serei uma boa distração para que vocês cheguem sem ser percebidos! Assim esperava que os mesmos acatassem minhas instruções.

Logo que Hany e Alex saíssem de perto, começaria a juntar uma grande quantidade de energia em volta de mim, concentrando o máximo que conseguisse, assim que sentisse que fosse o suficiente, levantaria as mãos para cima, soltando toda a energia para o teto do local, para que assim se formasse uma claraboia na embarcação. Com isso esperava que fosse o suficiente para abrir um caminho para a superfície além de poder chamar a atenção do grupo que estava do lado de fora.

Caso desse certo, usaria de toda a minha agilidade e acrobacia para saltar o mais rápido que conseguisse, tentaria me manter em volta de uma quantidade considerável de energia a fim de chamar a atenção para mim, mas caso, não funcionasse, usaria da minha energia para correr na frente da dupla chamando a atenção para mim. Assim que estivesse na superfície, procuraria continuar saltando para um ponto que fosse o suficiente alto para ter uma boa visão do local, tentando me esquivar de possíveis golpes e para assim analisar oque poderia ser feito. “Independente de que são, minha tarefa é eliminar todos no barco!” Olhava rapidamente para cada um deles a fim de poder identificar os inimigos.

- Gosto de saber quem são as minhas presas, piratas ou só um bando de idiotas? Perguntava esperando uma resposta, em seguida voltaria minha cabeça em direção a lua para que assim a energia da mesma pudesse liberar todo o meu potencial, ou como a própria condessa falava. - A verdadeira forma de uma herdeira da lua sangrenta! Falaria enquanto estivesse tomando a forma Soolong.

Assim que tivesse transformada tentaria eliminar os elos mais fracos que restavam no convés sendo piratas ou nobres, meu intuito era matar todos, logo então me preparava para executar uma de minhas técnicas. - Caminho Demoníaco 2º Selo: Cataclisma de Agares! Assim executaria a técnica caindo em direção aos piratas, não me preocupava com Hany e nem com Alex ambos eram experientes duvido que não tomassem cuidado com minha habilidade.



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Capitulo I: Cuidado com a meia noite! - Página 3 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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When all hope bleeds out

Com sua sede de sangue saciada por hora, Hany encontrou-se aguardando a raposa, não querendo se intrometer em algo que ela claramente tinha controle sobre. Toda a festa no andar em que estavam logo terminou, sobrando apenas os sons dos passos no andar superior junto das vozes que eram possivelmente os irmãos de Tob. "Tanta confiança nele, mesmo sendo tão fraco... Devem ser parecidos em força também! Ou não confiariam tanto num ser tão inútil." Ter gente para auxiliar nos problemas lá em cima deixava a mente da pequena mais tranquila, ainda que fossem do governo, provavelmente não causariam problemas a ela, uma aliada por agora. – Foi um bom aquecimento, restou apenas dois irmãos agora... Era Pob e Bob? – questionou-se após olhar mais uma vez o corpo de Tob. – Só mais dois alvos... O primeiro foi bem rápido, isso tem potencial de ser bem ruim. – lambendo os dedos das mãos com um sorriso levemente bizarro no rosto ela olhava para cima, não ligando muito pros agentes que pareciam conversar algo entre eles.

Ah! – quando as palavras de Agatha finalmente retornavam para a pequena predadora seu olhar mudava, ficando mais leve e relaxado. – Claro! Já era meu plano. – com calma ela se esticava os braços para cima, se preparando de leve. – Só não conta pra ninguém que estive aqui... Queria apenas sumir com os três irmãos, ajudar umas pessoas e meter o pé. – só de falar deles já a fazia lembrar da tal dívida deles com a mulher no bar, fazendo-a correr de volta ao corpo caído de Tob. – Eles incomodaram muita gente, até devem pra alguns... A quantidade de verme que rasteja por toda a ilha é incrível, queria entender como gente assim sobrevive tanto tempo. – Hany buscava algum item valioso nas vestes de sua presa morta, algum dinheiro ou simplesmente algo chamativo que talvez fosse útil mais tarde para ela e até a mulher que os irmãos deviam. – Vai ser divertido, ainda não comi o suficiente e tenho uma obrigação em ajudar. Eles eram meus alvos afinal. – tanta gente morrer pros idiotas que já deviam estar mortos era algo que ainda a incomodaria por um tempo.

Com a busca no corpo do homem terminada, restou apenas escutar o plano e então seguir em frente. Andar lado a lado com um desconhecido não seria fácil, muito menos se ele ainda tivesse certa desconfiança da garota-tubarão. – Não entra no meu caminho, eu cuido do que estiver pela frente... Os dois irmãos são meus. – afirmaria ao agente com o olhar fixo nele enquanto a coloração de seus próprios olhos mudavam, tornando-se um vermelho carmesim mais forte e brilhante. Toda a vontade de trucidar os dois vermes deixava toda a parte tubarão da garota mais viva e presente, fechando-se quase que por completo durante a movimentação para o andar superior, deixando os passos mais leves e o corpo pronto para saltar a qualquer momento em alguém. "Só um pedaço, uma mordidinha, qualquer coisa..." A avidez acabaria deixando a pequena predadora até mesmo tremendo de leve, tão decidida do que faria, ficando louca por conta da vontade extrema de morder e destruir algo. Com movimentos lentos e confiantes, Hany não queria chamar atenção até chegar lá e ver Agatha chamando toda a atenção para si mesma. Não importava o quanto a garota queria comer, seguir a ideia da mulher com mais experiência sempre faria sentido.

O momento de avançar surgiria assim que a raposa conseguisse chegar lá, porém, se a situação estivesse complicada ao ponto de precisarem agir logo, Hany deixaria de lado o plano para correr diretamente até onde os alvos estavam. "É isso, não tem mais volta." Usando de toda a velocidade e pequena estatura para evitar golpes, movimentando-se de forma fluída pelo local, ela aproveitaria também de qualquer obstáculo no caminho onde pudesse esconder-se/tomar cobertura se preciso durante a situação no geral. O campo de batalha seria observado com atenção, buscando tudo que poderia ser usado enquanto estivesse ali, fora isso a pequena apenas procuraria encontrar os dois irmãos, usando como base a aparência de Tob. "Devem ser horríveis do mesmo jeito." Com uma ideia melhor de onde estava, qual a situação dos inimigos e aliados, além das possíveis fraquezas dela, Hany poderia finalmente se focar apenas em lutar sem nenhuma preocupação.

Após se aproximar, no caso deles ainda estarem distraídos com a raposa, os movimentos da pequenina se focariam em chegar por trás das presas, deslizando numa rasteira no primeiro que estivesse disponível, cravando então os dentes em uma das pernas dele. A região não importava muito, morderia onde desse, recuando assim que o perigo fosse visto. Ao ser atacada se movimentaria para longe dos golpes, saltando ou andando, avançando logo em seguida num impulso forte que teria rumo o pescoço, rosto ou mesmo os braços inimigos, usaria então as mãos para ajudar a segurar o alvo no lugar e ter mais chances de cravar os dentes com firmeza antes de recuar mais uma vez. – Vão ser melhores que o outro, né? Ele foi patético. – diria rindo, dando leves pulinhos no lugar aguardando um momento melhor de atacar novamente.

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Trio do Caos



Ryoma e Kenshin

Inimigos derrotados e a vitória parcial alcançada, as missões das protagonistas estavam indo bem até agora. A representante principal do Governo naquela embarcação tratou de lidar rapidamente com a nobreza que restava por ali, dando o fim necessário para quem foi contra a potência que era aquela organização que Harkness faz parte. Não demorou para interagir com a pequena Hany, deixando claro para Alex que ela estava em sua responsabilidade e aquilo pareceu bastar para o homem, que não esboçou nenhuma negativa. A garota-tubarão deixava claro o motivo pelo qual estava ali, pedindo para que sua presença fosse omitida pelos Agentes, algo que certamente seria feito por Agatha. Falando na selvagem, ela estava pronta para destruir o navio se fosse necessário, acumulando um montante de eletricidade e então disparando em uma única rajada para cima.

Para infelicidade da raposa, por mais eletricidade que tivesse acumulado, ainda sim não tinha sido possível passar pelas densas madeiras que formavam o navio, no entanto, aquilo não a impediu ou deixou desmotivada para continuar, tomando como rumo a sua segunda opção de ação. Ela partiu na frente em direção às escadas, subindo com velocidade e usando todas as suas habilidades para deslizar pelo lugar com maestria e um certo charme. Enfim, após subir Agatha captava para si toda a atenção das existências no convés, notando a presença de onze figuras espalhadas pelo lugar, sendo três nobres, quatro garçons – que incluíam a garota dos explosivos e os dois infiltrados, sendo apenas um deles um garçom verdadeiro – e outros quatros homens aparentemente eram criminosos, sendo dois deles com a aparência bem semelhante ao homem que caiu pelas mordidas de Hany.

Falando na dupla de irmãos que ainda estavam vivos, um dele era ligeiramente mais alto, suas pernas eram mais longas que o normal, mas não chegava a fazer parte da espécie variante dos humanos, seu corpo esguio mostrava claramente suas costelas, ele usava um top que cobria os peitos e um short curto de cor laranja, finalizando seu look com uma bota cano longo de cor marfim; o outro parecia ser mais normal, seu corpo era envolto por músculos bem definidos. A principal característica entre os três era a grande verruga em sua face, sendo que o primeiro carrega aquela particularidade em sua testa e o segundo na pálpebra esquerda, que parecia dificultar um pouco sua visão. Os outros dois criminosos eram comuns, magros e com trajes simples, nada que vale a importância de levar uma descrição.

As palavras de Agatha afetaram diretamente o ego daqueles homens, que esbravejava xingamentos contra ela – Irei fazer ensopado de raposa hoje! - Falou o mais estranho dos dois irmãos, enquanto observava sua antagonista alcançar o pináculo dos Minks: a forma Sulong. Sem delongas ela partiu em uma investida selvagem, usando sua eletricidade juntamente com sua técnica para finalizar em um único movimento o irmão com corpo normal; ela não foi sozinha, dois dos três agentes que estavam se passando por reféns avançaram contra o quarteto inimigo, que ao tentar correr em direção as escadas, notou a presença das duas figuras que surgiam de lá: Hany e Alex. Daqui pra frente o massacre aconteceu, o quarteto de criminosos foram mortos sem pensar duas vezes, tendo Hany continuado com seus movimentos brutais e selvagens, como uma verdadeira predadora. Tudo aconteceu muito rápido e por fim, todos os oponentes estavam mortos e o chão do convés banhado pelo líquido carmesim que escorria dos seus corpos. Os nobres estavam assustados, o odor da urina de um deles alcançou o narizes daqueles com olfato aguçado, demonstrando o mais puro odor do medo que percorria o corpo dos poderosos - Aquela é Edgar Gambino, um homem poderoso e responsável por lidar com transporte de cargas de Sirarossa. - Falou a garota responsável pelos explosivos - Ele ofereceu aos criminosos dinheiro e até mesmo contatos, sendo um deles Florence Stenford, um famoso revolucionário. Desde que ouvi esse nome permaneci observando e tomando cuidado para que não fosse morto pelos bandidos, já que não sabia se você iria querer usá-lo de outra forma. - Finalizou a garota.

Por fim, a chacina tinha acabado e o barco continuava de pé, mas era notável que aos poucos ele estava afundando, por maior que fosse, os danos eram significativos e abalaram toda a estrutura da embarcação.


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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

O poder que tinha despertado em meu corpo aparentemente não era tão forte quanto esperava, não conseguia causar um dano considerável ao teto do local, para que pudesse ater uma abertura e ir atrás dos próximos alvos. “Acho que minhas expectativas estavam grandes demais!” Pensava olhando para minhas mãos, era inegável que o novo poder tinha me aberto um mar de possibilidades, talvez precisava de mais treino para que pudesse usar de uma forma mais destrutiva.

Isso era coisa para se pensar em outro momento, Hany e Alex sabiam oque tinha de ser feito, e agora precisava fazer minha parte. “Foco!” Com isso em mente partia correndo até a superfície da embarcação.

“Onze cabeças!” Olhava atentamente para todos que estavam no convés da embarcação, me posicionando em um local onde podia observar atentamente quem estava em meio aquelas pessoas, meus olhos percorriam a extensão do lugar. “Convidados da festa, um trabalhador, meus agentes, e os criminosos!” Não estava muito a fim de estender aquela batalha, a missão tinha de ser concluída o quanto antes, caso contrário oque tinha acontecido naquele barco poderia vir a publico de alguma forma.

Aproveitava para permitir que a luz da lua preenchesse minha pele permitindo que minha verdadeira forma desse as caras. - Como é bom estar “Livre”! Lambia meus lábios com um grande sorriso em meu rosto, fazia muito tempo desde que tinha estado naquela forma, aproveitava para que a força conquistada para poder acabar com os inimigos.

Os movimentos eram tão rápidos, que os criminosos que estavam no lugar eram esmagados por mim e os agentes que acompanhavam os meus movimentos, os que tentavam fugir davam de cara com Hany e Alex, fazendo assim com que todos eles fossem subjugados deixando apenas os nobres restantes no local. - Tsc, típico ladram, mas não mordem! Falava olhando para o grupo caído, a eletricidade fluindo em meu corpo parecia ansiosa por um inimigo, mas todos aparentemente tinham sido eliminados.

Dando alguns passos em meio ao gigantesco tapete de sangue que tinha se formado, olhava para cada um deles, provavelmente não tinham nem uma recompensa pela suas cabeças. - Hmm talvez ainda possam servir de algo! Falava balançando o corpo do que estivesse mais próximo com a minha perna direita.

Com o fim da batalha, um odor começava a dominar o ar, reconhecia aquele cheiro, bastante característico vindo de pessoas em seu mais puro sentimento de desespero. - O odor dos covardes! O cheiro característico dos animais, ou pessoas que não tinham capacidade de se defender. Me virava olhando na direção do conjunto de nobres que ainda estavam vivos, juntava uma pequena onda de energia em minha mão, um movimento e tudo poderia ser resolvido ali e assim mais uma missão bem-sucedida para a conta.

Estendendo minha mão direita para lançar a energia, mas antes que pudesse executar o golpe, uma das agentes começava dar algumas informações interessantes, quando olhava em sua direção via que era Laila, a garota que tinha sido responsável pelas bombas na embarcação. “ Edgar Gambino? Interessante!” As informações dadas pela garota fazia com que minha mente iniciasse a trabalhar encaixando peça por peça, por um plano bastante interessante.

Abaixava meu braço e caminharia na direção dos nobres, principalmente pare perto do tal Edgar, permanecia com um semblante sério ater estar frente a frente ao homem. - Uma pena… Soltava olhando o homem dos pés a cabeça. - Nobres que flertavam com revolucionários, traídos pelo salafrário Florence Stenford… Por um segundo olhava na direção dos criminosos caídos no chão. - Que junto de seus mercenários, invadiram a embarcação e promoveram uma grande chacina, o governo chega ao local mas era tarde demais, o revolucionário fugia enquanto os agentes da lei lutavam bravamente contra os mercenários! Voltava a olhar para o homem, começando a mostrar um sorriso bastante sádico e debochado.

- Está ai uma boa história para o jornal amanhã, não acha? HAHAHAH MAMA MAMA! Colocava a mão em frente a minha boca, para abafar minha gargalhada. - Sabe, o governo cansou de ficar observando vocês que gozam de todo o seu privilegio, flertando com o inimigo, talvez assim vocês viram exemplo para que outros como vocês pensem duas vezes antes de fazer acordos com revolucionários! No fim daquelas falas, enfiaria meu braço direito no peito, em seguida expandindo minha eletricidade para que acertasse o restante dos nobres no local, caso não acertasse, soltaria o braço do nobre, e partiria em direção aos que restavam visando arrancar suas cabeças.

- Matem as outras testemunhas! Falaria limpando o restante do sangue de minhas mãos, me aproximando de Hany esperando que os demais agentes dessem conta dos que faltavam ser eliminados.

- Bom, acabou por descobrir qual o meu trabalho! Falava voltando a minha forma normal, por se tratar de algo que levava meu corpo a um estresse extra, sentia o peso disso, começava a ficar um pouco cansada, mas tentava manter minha pose. - Acho que não termos tempo para poder ficar papeando aqui, acho melhor você ir embora, amanha podemos nos encontrar naquele lugar no mesmo horário, oque acha? Dava um pequeno sorriso para a garota, esperava que a mesma aceitasse, gostaria de conversar mais com a garota, saber de fato com oque a mesma trabalhava, e ter os outros agentes ali por perto poderia ser problemático.

- A embarcação não vai ficar muito tempo em pé é melhor irmos! Assim me viraria para o restante do grupo, esperava que todos estivessem prontos para partir. - Façam uma última vistoria para certificar que não tenha nenhum sobrevivente, peguem o corpo de um desses criminosos idiotas e vamos embora! Assim aproveitaria do máximo de tempo que ainda restava, utilizando dos meus sentidos aguçados para certificar que não havia mais nenhum sobrevivente, caso encontrasse algum, acertaria a cabeça dele com o máximo de força possível. Faria a última vistoria atenta o máximo possível, para que não fosse surpreendida por algum golpe, assim percebendo movimentações suspeitas tentaria me esquivar e em seguida contra-atacar para matar.

Com tudo pronto, voltaria para a embarcação que tínhamos usado para chegar ao navio, e assim aguardaria o retorno para a ilha, sempre atenta aos arredores. Em terra pegaria o corpo do criminoso que tinha sido escolhido pela equipe e pelo mesmo caminho que tínhamos usado para chegar ali, usaria para voltar ao quartel da marinha, para assim fazer o relatório para os próximos passos serem dados.



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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Como eles fizeram tanta coisa sendo tão fracos? Hany não esperava um grande desafio, mas também nunca imaginou que seria como foi. "Esse era o grande problema? Até o cheff deve conseguir bater nesses três, se for um de cada vez." A melhor sensação do massacre acabou sendo apenas o sangue tocando o corpo e a boca da garota, aproveitando cada segundo disso até ver que terminou. – Ahn... – a cena até parecia boa com tanto sangue e gente morta, só não atraia a pequena com tanta decepção, isso se provou quando os olhos dela lentamente retomavam a cor original, sentindo até mesmo o corpo mais leve com o fim do serviço. – Preciso de um banho. – comentava ao olhar para o estado em que seu corpo e as roupas estavam com o sangue dos inimigos. Saborear a carne, beber o sangue e sentir tudo com o próprio corpo era a forma dela se encontrar num combate, aproveitando cada segundo, mas isso sempre a trazia o problema de não ficar exatamente apresentável após tudo.

Com a conversa entre os agentes rolando, Hany acabou apenas sentando no chão, perto de algum corpo qualquer, limpando os dentes com calma e cuidado para retirar o que sobrou da carne dos humanos. "A única outra pessoa que sabe da minha vinda aqui é aquela mulher, só ela poderia falar algo, mas eu duvido que acreditariam." Foi limpando os dentes que a pequena lembrou de fazer algo até melhor, levando a mão direita até os dentes para puxar com força, retirando por completo os afiados, deixando crescer os que vinham de sua parte humana num instante. – Assim é melhor. – limpos e novinhos. A arcada retirada foi colocada num dos bolsos, preferindo não largar algo na cena do crime dos agentes. Cansaço era a definição correta para como a garota se sentia. Sair de lá sim, a deixaria feliz, ainda mais com o serviço terminado, não existia nada para fazer naquele lugar a não ser esperar que estivesse logo, no fundo do mar.

É um bom trabalho... Pessoas assim merecem esse tipo de coisa, não julgo. – comentava já se erguendo de onde estava sentada. – Foi bem divertido, admito. Ainda preciso falar com umas pessoas antes de conseguir dormir essa noite, então te vejo amanhã! – o clima que a embarcação dava não era o ideal para uma conversa, ainda mais uma das longas que talvez fosse acontecer. Hany só queria reportar o ocorrido, deixar tudo acertado com seu chefe e ir descansar um pouco. O mar provavelmente faria a limpeza da maior parte do sangue, então o banho talvez pudesse esperar algum tempo. – Tô indo, valeu pela refeição! – a pequena despedia-se com um sorriso satisfeito no rosto, caminhando então para pegar sua lança e a maleta e enfim saltar para o mar novamente. "Já ta tudo molhado, não faz diferença alguma tirar agora." Em casa, e com mais tempo, ela poderia se preocupar com isso.

Voltar para o porto após os ocorridos na embarcação, e ainda ter ela afundando no fundo, seria obviamente horrível. Exatamente por isso a garota-tubarão nadaria por mais algum tempo, ficando submersa para ninguém realmente notar onde estava, além de evitar qualquer embarcação no caminho. "Vou parar perto de casa, ou do cassino." A região em que ela conseguisse voltar para ilha mais fácil e fosse perto de um desses dois locais, seria lá que a pequena terminaria saindo da água. No caso de ser perto de casa, Hany procuraria retirar as roupas molhadas e as deixar pendurada em algum canto enquanto ela cuidaria de limpar o sangue do corpo, vestindo algo seco. Com isso feito, retornaria sua caminhada ao cassino. Chegando lá, seja com um pausa em casa ou não, a pequena iria direto até onde seu chefe provavelmente ainda estava. "Descansa nunca." Loki só descansaria forçadamente, algo que a garota não faria nunca com ele, então era melhor apenas sugerir e rezar para que um dia desse certo.

Passaria por todos os procedimentos antes de alcançar a sala protegida do chefe, caminhando tranquilamente até conseguir sentar já na sala, relaxando por completo, já largando a maleta e a lança no chão. – Esse foi um pouco mais cansativo. – diria rindo. – O Cheff me passou o nome de quem tava arrumando problemas, fui atrás dos caras e sumi com eles... Só tive um pequeno problema. – contar sobre os agentes ainda a incomodava. – Encontrei eles indo pra uma festa, num barco... O problema é que o governo tava lá também, acabei até recebendo ajuda deles. Ter pessoas fazendo o mesmo serviço que você é engraçado, eu só queria me livrar dos três que tavam incomodando o Joaquim. – parecia muito bom para ser verdade até na cabeça confusa dela. – Consegui fazer isso, só tive que ajudar eles e acho que vou sair por fora nessa. No geral, ta resolvido, só preciso que alguém avise o restaurante sobre isso... E, amanhã vou encontrar com aquela agente que te falei, ela me ajudou lá no barco. – com a mão no pescoço, coçando a nuca, ela voltou a falar. – Depois posso passar aqui, talvez pegar outro serviço... Fico imaginando se vou estar aqui, nessa cidade e ilha, pra sempre. – comentava um pouco perdida. Sair da ilha nunca foi um plano próximo, Hany apenas começou a viver e não enxergava essas coisas como os outros.

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