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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

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Capitulo I: Cuidado com a meia noite! Sab 11 Dez 2021 - 21:47
Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Agente Agatha Harkness. A qual não possui narrador definido.

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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

Estava ligeiramente ansiosa para poder mostrar meu verdadeiro potencial, já não era mais uma agente júnior e tão pouco uma em treinamento no Coven. "Talvez esse era o real motivo da condessa ter me mandado para cá." Os motivos para que o Coven me movimentasse para aquela ilha ainda era bastante nebuloso, mas uma coisa era certa, era tudo em prol do governo mundial.

- Preciso de algo para poder usar de disfarce! Precisava me preparar para a missão, graças a mãe natureza tudo que eu precisava para esse tipo de trabalho já estava em meu corpo, mesmo assim me movimentar livremente em direção a uma festa da nobreza poderia chamar muita atenção.

Com isso em mente seguiria para o lado de fora do quartel, precisava comprar um manto, algo neutro o suficiente para poder me movimentar sem chamar a devida atenção. - Espero que os outros estejam se preparando! falava comigo mesma enquanto caminharia pelas ruas da cidade, olharia atentamente a minha volta, apesar de ter sido bastante cautelosa em minha última missão de campo, nunca se sabe se alguém tinha me visto e me marcado.

"Cuidado nunca é demais!" Pensava enquanto caminhava pelo lugar, dava um leve suspiro indo em direção ao centro comercial da cidade, procuraria por uma loja de inverno provavelmente teria o que estava procurando.

Assim que encontrasse uma loja, adentraria no local procurando por algum atendente. - Gostaria de comprar um manto com capuz! com um sorriso confiante em meu rosto queria ser o mais rápido e direto possível. - Algo mais básico ou neutro se possível! Falaria levando minha mão direita ao meu cabelo e o alisando.

Caso a vendedora me entregasse o que tinha pedido, pegaria a quantia pedida pela mesma e a entregaria, em seguida pegando o manto e o guardando. - Se possível gostaria de mais uns quatro desses mas na cor escura! Não duvidaria se os demais não levassem disfarces mesmo que os mais simples possível.

Pagando pelo restante dos mantos, os guardaria devidamente, em seguida sairia da loja caminhando pelas ruas da cidade, minha parte do preparo estava concluída de certa forma, agora precisava passar o tempo até a hora de encontrar com os demais. Assim ficaria atenta para ver se encontrava algo interessante, um restaurante talvez, para que pudesse almoçar ou coisa do tipo.



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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Agente do Caos



Uma nova aventura começava, e com ela novas oportunidades surgiam. Certo, nesse caso algumas coisas já tinham sido definidas previamente e Agatha Harkness tinha sua próxima missão planejada. Em meio a pensamentos relacionados a sua história de vida até então, a garota caminhava em passos lentos por Sirarossa, em busca do item que proporcionaria uma passagem mais fluída entre aqueles da alta sociedade ou que pelo menos escondesse sua presença quando fosse necessário. Enfim, eram cerca de dez horas da manhã e o sol tomava conta do céu com nuvens de Sirarossa, podia-se dizer que era um clima de certa forma atípico para o padrão do lugar. O odor fétido do esgoto a céu aberto que deságua nos rios que cortavam a ilha. O movimento local era alto, pessoas indo e vindo com sacolas recheadas de futilidades se entrelaçaram com aqueles que buscavam o pão de cada dia, trabalhadores comuns que vagavam pelo lugar rumo aos seus respectivos trabalhos.

Não demorou para que a Mink encontrasse a loja que buscava, um lugar ligeiramente simples em sua arquitetura exterior, tendo alguns adornos metálicos nas extremidades que se ligavam por meio de um pequeno fio azulado, criando uma espécie de arco de flores na fachada do lugar. Ao entrar na loja dava de cara com um ambiente climatizado, sendo ligeiramente mais frio do que o clima no lado exterior do estabelecimento – Olá, bem vinda. – Disse uma moça ruiva de cabelos sedosos e dona de uma beleza singular, tendo um olho de cada cor, sendo roxo no globo esquerdo e laranja no direito – Um manto? Ótimo! Um momento que irei trazer algo especial para você. – Concluiu mantendo um sorriso no rosto e a cordialidade em todos os momentos, caminhando em passos curtos e rápidos na direção do cômodo atrás de uma pequena cortina dourada, que dividia os dois ambientes.

Alguns sons de plástico foram audíveis a garota, assim como os passos mais pesados vindo daquele ambiente, talvez aquilo pudesse levantar alguma suspeita para ela, mas de qualquer forma, a silhueta feminina por trás da cortina trazia com ela a calma para as possíveis preocupações da Agente – Aqui está, discreto, com capuz e tendo uma certa beleza. É feito com pele de cordeiro, algodão e uma fina camada de tecido em seu interior, para evitar que peles mais sensíveis sentirem desconforto. – Finalizou a vendedora entregando a vestimenta para que Harkness pudesse tocar com suas próprias mãos – Ótimo! Espere só um pouquinho! Mas já aviso que tenho apenas alguns no estoque, porém são de qualidade mais simples. – Falou a ruiva animada com a venda de cinco itens de uma única vez, partindo na mesma direção de antes e voltando com os trajes na cor desejada pela cliente, sendo todos pretos. – Pronto, fica no valor de 1.150.000 B$. – Talvez pudesse ser caro – ou não – mas certamente valia a pena pelo trabalho feito com aqueles trajes.

Por fim, após pagar o devido valor a garota partiu caminhando pelas ruas da cidade, esperando que o restante do grupo estivesse concluído suas partes no plano, para que nada desse errado naquela noite. Como supracitado o movimento nas ruas de Sirarossa eram altos, sendo que era alto ao ponto de ocorrer algumas “trombadas” na garota, pelo fluxo intenso de gente. Em meio ao seu passeio tempestuoso, encontrou algo que poderia lhe interessar, na verdade, três delas: A primeira se tratava de um restaurante de aparência fina, o mármore na entrada indicava o alto padrão do lugar, assim como a escultura de um Cervo logo em frente, rodeado por um pequeno chafariz. A segunda era um tanto quanto mais simples, porém, de certa forma parecia ser mais aconchegante que a primeira; se tratava de uma espécie de café, a vidraça na parte frontal revelava as mesas de madeira cinza no interior do lugar, o clima como dito parecia ser aconchegante e contava com uma iluminação receptiva, pois a luz estava ligeiramente mais fraca que o normal, trazendo um clima mais “gostoso” pro ambiente. O último estabelecimento era o mais simples de todo, uma taberna com uma placa de madeira grossa pendura por duas correntes com espessura duvidosa, o entalhe na placa dizia “Taberna dos Nin” e aparentemente tinha sido feita a mão, por alguém não tão bom em caligrafia assim.

Qual opção a jovem escolheria? Talvez optasse por continuar perambulando pelas ruas em busca de algo mais interessante? Essas são cenas para um próximo capítulo.


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When all hope bleeds out

Que belo dia, ou será que é de tarde? Talvez seja uma bela noite... Infelizmente a garota-peixe não tinha como saber enquanto dormia, simplesmente aceitando que aquele era seu momento de acordar e curtir um pouco do dia, talvez até arrumar mais um serviço. – Nem me lembro do último, como foi mesmo? – separar-se de Han, abandonar Loki e os outros por alguns dias fez muito bem para ela. No fim, sua mãe tinha certa razão em querer uma vida mais tranquila para sua filha, uma vida sem tanto sangue e lutas. "É divertido, mas cansa bastante. Dormir é melhor, posso garantir." Trabalhar o suficiente para que dormir o dia todo não fosse um problema, este era um objetivo bem interessante, ainda mais se conseguisse saciar sua sede de sangue no caminho. Morder uns humanos soava divertido, mesmo que não fossem o alvo correto. Sem muita vontade a garota erguia-se da cama, esticando o corpo, jogando pro lado as roupas que não usaria para caminhar ao banheiro já sem nada, prontinha para lavar o corpo. – Hoje tem tudo pra ser bom. – o futuro era incerto, Hany sabia bem disso, mas algo em seu coração a fazia sentir que este dia era o certo. Com a cabeça cheia de coisas a se pensar ela escovou os dentes, lavou o rosto e também seu corpo, usando de tudo no banheiro para tal. Ao fim da limpeza, Hany caminhou para o quarto ainda se secando.

As roupas de tubarão de sempre estavam lá, como não estariam? Eram as únicas que faziam a pequena se sentir confortável andando pela rua. Tudo certo, tudo bem, não existia muito para fazer ali além de sair da casa. A maleta com todo o dinheiro estava na mão direita, suas luvas eram colocadas nos bolsos do casaco de tubarão, a lança ficava nas costas e a chave de casa abriria aquela porta na frente dela, fechando-a assim que estivesse do lado de fora. – Vou comer fora hoje. – comentava animada, mas antes de realmente partir pro que seria sua primeira refeição do dia, Hany esperava se livrar do dinheiro na maleta. Com os olhos bem atentos ela procuraria um banco grande e parecer realmente verdadeiro, caminharia calmamente me sua direção, parando qualquer pessoa no caminho para questionar sobre o local. – Senhor(a), consegue me dizer se aquele banco é confiável? – a resposta definiria se ela iria ou não entrar lá para guardar todo o dinheiro da maleta. Se não fosse um lugar de confiança, tudo que a garota-tubarão iria fazer era procurar um local para se sentar, retirando todo o dinheiro de sua maleta, enrolando em algo e então depositando dentro de suas vestes. Já se a confiança da pessoa com quem falou fosse verídica, Hany apenas iria até lá, procurando algum funcionário que pudesse lhe prover uma conta para guardar tudo. – Quero abrir uma conta, como faz? – aguardaria e seguiria as instruções, levando a maleta consigo, porém vazia dessa vez. A garota levaria consigo apenas duzentos mil berries para alimentação e qualquer outra coisa que fosse preciso comprar/pagar.

Conforme o tempo passava ia ficando óbvio o quão animada Hany ia se tornando, finalmente se desprendendo um pouco do cansaço que tantas noites sem dormir bem causava, tornando-se a pessoa animada e saltitante que normalmente se mostrava. – Que tipo de serviço terei hoje? – o momento de encontrar Loki estava chegando, isso se o homem estivesse cuidando das coisas neste dia e não outra pessoa. Escutar a voz gostosa dele a fazia feliz, mas ele não devia ser o único homem que passava serviços pros membros da família, seria cansativo demais e ele já era do tipo que trabalhava até a exaustão. "Espero que ele tenha tirado férias." A pequena garota-peixe estava querendo dinheiro e principalmente buscando uma vida tranquila, sem que ninguém pudesse a tirar daquilo. Cobrir os possíveis crimes com algum serviço mais simples parecia útil, principalmente com os cobradores de dívidas atrás dela. "Vai saber que tipo de merda eles farão se souberem os serviços que faço." Mesmo sendo preocupante, não fazia ela ficar pra baixo, simplesmente alimentava ainda mais sua animação, acelerando o passo na direção do cassino. Antes de realmente entrar no lugar seus olhos buscariam por todo o caminho algum lugar interessante para ter a primeira refeição de seu dia. Isso animaria as coisas um pouco.

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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

Essa cidade ainda me impressionava com suas várias e várias camadas que existiam era impressionante, mas infelizmente pegava uma das piores camadas daquele lugar. “Impressionante como um lado é agradável, já o outro…” Pensava levando a mão direita até meu nariz, o mau cheiro que o esgoto a céu aberto estava fazendo, incomodava bastante o meu olfato, chegando ao ponto de me deixar ligeiramente tonta.

Apesar de estar bastante incomodada, aquilo não podia tirar o foco do meu objetivo nesse momento. "Foco Foco Foco!" Pensava ao seguir para as ruas da cidade, quando enfim encontrava uma loja, simples, mas certamente serviria para o meu propósito naquele lugar.

Assim que adentrava a loja era abordada por uma das vendedoras, e como estava a fim de ser direta e reta, fazia meu pedido pela roupa que me auxiliaria em minha missão. A vendedora então saia olhando oque parecia ser o estoque o som de plásticos sendo abertos era bastante nítida, mas uma coisa era certa o cheiro da loja era extremamente mais agradável do que o lado de fora da mesma. O cheiro de roupa nova e do que parecia ser perfume me agradava bastante, fazendo com que eu desse uma breve circulada pela loja. “Em outro momento bem que eu poderia fazer umas belas compras!” Pensava enquanto estendia minha mão para algumas amostras de roupa a fim de ver a qualidade das mesmas.

A mulher voltava, com uma linda peça em suas mãos, um manto branco de tecido bastante delicado, a surpresa podia ser vista em meu rosto, gostava de coisas de boa qualidade, e esse manto de fato aprecia que poderia durar bastante tempo. - Está bem melhor do que eu esperava! Soltava colocando o manto para ver se servia, e como esperado cabia como uma luva.

Em seguida a mesma trazia meu segundo pedido, mantos negros como a noite, uma qualidade mais inferior, era nítido a diferença entre as vestes. - Perfeito, está ótimo! Falava pegando as outras vestes e pagando oque foi pedido pela vendedora.

- Bom, obrigada pela atenção! Falava com um sorriso de canto de rosto, em seguida me virando para a saída do lugar. Em passos firmes e medidos, assim que saia da loja, sentia o clima mudar, claramente a loja estava um pouco mais climatizada. “Hoje está um pouco mais quente!” Pensava, enquanto olhava para o céu para ver como estava o clima, a verdade que desde que tinha chegado na ilha o lugar tivera um clima bastante agradável, e só o fato de estar um pouco mais quente, fazia com que minhas caldas começassem a balançar de forma mais aleatória.

Andando pelas ruas da cidade, precisava ocupar minha mente até o horário da missão, andando calmamente pelas ruas da cidade, via diversas opções para tomar uma boa bebida, mas tudo que já tinha visto até então, dois lugares que provavelmente eram frequentados pela alta sociedade. “Hmm Hoje já terei minha dose mais do que suficiente de nobres!” Pensava quando levava meu olhar para um estabelecimento bastante humilde, era nítido isso, principalmente por sua placa artesanal. - Nuca se deve julgar um livro pela capa! Falava com um sorriso no rosto indo em direção a taberna.

Quem saberia que tipo de pessoas encontraria ali, assim que adentrasse olharia a minha volta prestando atenção nas pessoas que estavam frequentando o local. Em seguida seguiria caminhando até onde estivesse o atendente mais próximo, enquanto caminhava balançaria minhas caldas de forma que hipnotizasse quem ficasse olhando para elas. - Me traga a sua bebida mais doce! Falaria ao atendente dando uma pequena lambida em meu lábio inferior, em seguida seguira para a cadeira vazia mais próxima, me sentaria cruzando minhas pernas deixando minhas coxas a mostra.

Estava de folga até o horário da missão, então me restava ver oque aquele lugar tinha para me manter entretida, com um singelo sorriso no rosto, batia com as minhas garras em cima da mesa enquanto esperava pela bebida que tinha pedido.




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Dupla do Caos



A jovem mulher-peixe estava pronta para mais uma das suas aventuras, após toda a higienização básica e preparo prévio, partiu em direção as ruas movimentadas de Sirarossa. No céu poucas nuvens podiam ser vistas, o astro rei brilhava com intensidade naquela imensidão azul, o que podia ser de certa forma incômoda para figura marítima que caminhava em passos tranquilos, em busca do seu objetivo: um banco. Sim, claramente a figura era dotada por fundos monetários significativos e que necessitavam ser guardados com segurança, pelo menos é isso que esse nobre narrador imagina.

Enfim, como dito acima as ruas estavam movimentadas, pessoas indo e vindo para seus destinos em passos lentos, já outros tão acelerados quanto o carro narrado por Kira em uma das suas peripécias no All Blue. De qualquer forma, não foi complicado para ela encontrar a estrutura imponente que acumulava em seu interior quantias exorbitantes, algo usado pela própria máfia local para guardar o dinheiro lícito, depois da vida lavagem – Oi querida! Sim, é um lugar excelente. – Respondeu uma das transeuntes que foi abordada pela garotinha, uma simplória senhorinha que carregava algumas verduras frescas em sacolas grandes.

O interior do banco era climatizado, ou seja, o calor do lado exterior não existia naquele ambiente, era visível para garota – nas extremidades – uma espécie de ventilador, acoplado – em uma grade – um grande cubo de gelo que não parecia derreter – Surpresa? Todos ficam. Aquele cubo veio diretamente da Grand Line, mas acho que não veio aqui por conta disso, não é mesmo minha querida? – Uma figura masculina bem comum era o primeiro contato da pequena com aquele grande banco – Uma conta? Fácil, primeiro precisa assinar ou eu mesmo posso escrever seu nome, junto com alguns dados básicos que necessitamos para abrir sua conta. – Continuou entregando um papel com alguns campos que deveriam ser preenchidos. Não demorou para que todo o trâmite fosse feito e a conta aberta, sendo depositado um determinado valor, e a jovem Han ficando com apenas duzentos mil para suas necessidades básicas. Antes de sair, recebeu uma pequena chave e um código para acesso de sua conta, já que o banco contava com filiais em diferentes lugares.

Enfim, tendo resolvido o primeiro problema a jovem partiu imersa em alguns pensamentos, inclusive sobre um tal de Loki, que particularmente desconheço. Ela agora buscava um lugar interessante para comer e vagando pelas ruas encontrava algumas opções, sendo uma delas uma pequena barraquinha em uma das esquinas da Ilha. Um restaurante um pouco mais sofisticado com uma escultura de cervo alguns metros a frente e por fim uma taberna com uma placa de madeira grossa pendurada por duas correntes com espessura duvidosa, o entalhe na placa dizia “Taberna dos Nin”. Caso escolhesse entrar na última opção, a garota se depararia com um ambiente relativamente amplo, porém com poucas passagens de ar e que claramente não tinha o conforto do banco, tendo o calor como temperatura dominante – mesmo que fosse ligeiramente menor que o lado de fora - .

Agatha tinha chegado no lugar – Taberna dos Nin – momentos atrás, vendo cerca de seis mesas redondas, com cinco cadeiras dispostas em cada uma delas. O balcão ficava no extremo lugar, tendo cerca de sete metros de comprimento e feito com uma madeira de qualidade mediana, mas que não passava uma sensação “feia” como a placa estendida do lado de fora. O ambiente estava um tanto quanto vazio, tendo apenas cinco pessoas em seu interior, sendo que uma delas era um homem franzino, de cabelos amarelos e uma aparência jovial – Certo, um momento por favor. – Falou o rapaz após escutar o pedido feito pela Agente. O restante das pessoas estavam espalhadas pela mesa, sendo que três delas estavam reunidas na mesa mais próxima a porta e a última estava sozinha, era um homem de longos cabelos negros, que estava sentado de maneira relaxada no canto próximo ao balcão.

De qualquer forma, a bebida era servida com rapidez, levando a raposa a sentar-se em uma das mesas vazias. Você pode está pensando nesse exato momento “E ela não chamou atenção de ninguém?”, eu lhe respondo meu querido! Claro que chamou, desde o momento que entrou naquela taberna Agatha pode sentir os olhares carnais vindo do trio e um olhar mais tranquilo vindo da figura masculina sozinha. No entanto, os olhares saíam da sua cabeça e iam diretamente para nova figura que surgia no lugar, uma pequena garota usando vestimentas estranhas, porém de aparência confortável – Pequena, errou de lugar? – Indagou o jovem atendente com um olhar preocupado, já que não era algo comum uma figura tão “infantil” em um ambiente como aquele.

Antes do fim dessa narrativa, a Agente pode notar a aproximação de um dos homens daquele trio, um rapaz de aparência vívida, seus cabelos estavam soltos e sua barba estava bem feita – Com licença, o que trás uma bela espécime como você em um lugar como este? – Perguntou com uma certa educação, sua voz era ligeiramente rouca, o que dava um charme a sua investida – Se eu tiver o dinheiro para isso, gostaria de contratar algumas horas do seu dia. Acredito que alguém da sua espécie não cobre tão caro assim, afinal, você não é gente comum. – Suas palavras saíram com um certo desdém, algo que Agatha certamente estava acostumada, já que viver como uma Mink não era algo fácil.

Por fim, as palavras do rapaz puderam ser audíveis a quase todos os presentes – exceto pelo atendente e o homem mais afastado -. O a dupla que permaneceu na mesa gargalhou com as palavras do homem, pelo jeito, tratar espécies diferentes daquela maneira era algo comum para o grupo, independente de quem fosse.


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Para Hany aquele se mostrava um bom dia para dar uma passada na praia, talvez até se aventurar um pouco nas águas tão conhecidas por ela. O clima quente a fazia querer ainda mais relaxar na água, beber algo gelado e não pensar em mais nada pelo resto do dia. "Não sou exatamente obrigada a ir até ele, posso apenas fingir que nem tenho um trabalho." Infelizmente as dívidas e a própria vontade de fazer algo divertido a levariam até Loki mais uma vez. – Valeu! – proferia de forma animada, acenando rapidamente para a senhora enquanto caminhava até o tal banco, dando até mesmo alguns saltinhos de empolgação pelo caminho. Diferente de tudo que já viu antes, aquele lugar era enorme, tão incrível quanto o hotel, talvez até mais. A pequena nem conseguia expressar o quão arrependida estava de nunca ter ido ao banco antes. "Mamãe vacilou nessa." O medo das cobranças deve ter a deixado distante dessas coisas. – É óbvio que tô, isso aqui é incrível. – o olhar dela não desgrudou do cubo, apenas escutando as palavras do homem e o respondendo até precisar sair de lá para assinar os documentos. – Eu assino, sou boa nisso. – respondia com extrema confiança em si mesma.

A assinatura sairia um pouco torta e quase não daria para entender que ela escreveu "Hany G. Drezat", parecendo realmente uma criança que acabou de aprender como fazer aquilo. Mesmo com as dificuldades e a falta de habilidade, era óbvio em seu rosto o quão orgulhosa ela estava de si mesma. O restante das coisas foram feitos com algum esforço, terminando de abrir a conta e depositar uma boa quantia de dinheiro que a garota-peixe poderia usar futuramente. Com a chave e o código de acesso ela partiu para fora do banco, tendo um largo sorriso no rosto agora que a maleta se mostrava bem vazia, restando apenas um pouco de grana nos bolsos. "Perfeitim! Agora posso comer algo, se pá vou tentar um lugar novo hoje." Loki, seu chefe, poderia esperar mais um pouco se hoje fosse um dos dias em que ele estava passando os serviços. "Será que levo algo pra ele? Shaa... Vou ver na hora." A barraquinha de rua era algo que ela queria evitar, por já ter apreciado refeições em locais parecidos antes. Um restaurante poderia ser muito caro, mesmo sendo bom. Já a taberna foi algo que fez os grandes olhos azuis dela brilharem, encantada por ter a oportunidade de visitar um lugar desses. "Mamãe nunca me deixou chegar perto de tabernas, dizia ser perigoso e sujo demais... A comida deve ser boa ao menos, né?" A pergunta não lhe era respondida, bastava perguntar após entrar lá apressadamente.

Uma predadora grandiosa como eu nunca erraria o lugar onde quer estar. – falou em um tom confiante e levemente mais alto que o normal, colocando a mão esquerda na cintura enquanto a direita segurava a maleta. – Têm algo pra comer aqui? – o questionamento era dado enquanto ela já ia caminhando até o balcão, saltando para sentar-se em um banco naquela região. – Tô querendo comer bem, a melhor coisa que tiverem. – diria se a resposta da última pergunta fosse positiva. – Me arruma um suco gelado ou leite. Se não tiver nada disso, água ou qualquer coisa gelada serve. – Mamãe ficaria feliz com tal escolha, talvez por isso ela a fez, tentando tirar o peso de ter entrado num lugar como aquele. Enquanto aguardava, Hany finalmente virou-se pro local em que estava, analisando os outros clientes com certa tranquilidade no olhar. A presença de um ser completamente diferente do normal ali fez a pequena se animar de leve, parecia uma raposa, tinha até mesmo várias caudas incríveis que a hipnotizavam de tão belas. – Linda. – murmurou para si mesma, deixando um sorriso fraco nos lábios. Infelizmente este breve momento de apreciação se foi assim que um dos clientes mais feios resolveu conversar com a bela raposa.

Morder ele até a morte seria simples, porém um verme desses não merecia nem mesmo os dentes da garota tubarão. "Outro que gosta de comprar o tempo, a liberdade das pessoas." A maleta vazia era colocada no balcão e o olhar da pequena se tornava mais intenso, como se estivesse preparando-se para caçar uma presa, tendo lá fundo dos olhos um brilho vermelho ir criando vida. "Loki não acharia ruim, seria só mais um corpo que o jornal encontraria..." Se atacar aquele homem de forma despreocupada não a trouxesse nenhum problema futuro, Hany já o teria feito. Mas como era algo que envolvia outra pessoa, ela resolveu apenas observar, esperando a primeira refeição de seu dia chegar junto de algo para saciar aquela sede intensa. Sangue seria melhor, é uma pena que ninguém ali teria um que satisfizesse o gosto dela. Toda essa situação parecia algo bem real na cabeça da pequena garota-peixe, como se estivesse causando medo nos outros, mas no exterior ela parecia só uma criança fofa tentando parecer intimidadora.
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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

O interior do local me dava uma breve surpresa, a final a qualidade do material daquele lugar parecia proceder de uma qualidade boa. - Nada mal! Falava para mim mesma arqueando minha sobrancelha direita enquanto passava o olho pelo lugar. “Vazio…” Pensava ao ver que tinha poucos clientes pelo local, meu caminhar era tranquilo até um rapaz um pouco mais magro do que o comum, e fazia meu pedido.

Enquanto o rapaz buscava o que tinha pedido, dava uma breve olhada mais atenta às pessoas que estavam ali. Desde o primeiro momento que entrava sentia os olhares em minha direção, nenhum que pudesse me pôr em alerta, a maioria era típicos frequentadores daquele tipo de estabelecimento, provavelmente bêbados libidinosos.

“E eu achando que teria diversão por aqui!” Pegava a bebida que tinha pedido e me sentava em uma das mesas que estavam vazias, logo mais um novo cliente no local me chamava bastante atenção. “Uma criança?” Pensava ao ver uma jovem garota de cabelos prateados.

Enquanto a garota conversava com o garçom, levava meu como diretamente a boca tomando alguns goles de minha bebida, para poder ficar um pouco mais relaxada. Escutava uma certa movimentação vinda da direção no qual se encontravam os rapazes, um deles vinha diretamente em mim, meu olho esquerdo se movimentava para observar pelo canto do mesmo.

O rapaz parava bem a minha frente e começava a falar, era engraçado ver um homem daqueles achando que tinha chances comigo. "Já matei pessoas por muito menos!" Pensava enquanto colocava o copo em cima da mesa, soltava um breve suspiro enquanto fechava meus olhos.

-Desculpa mas… Dava uma pausa olhando o mesmo da ponta da cabeça aos pés. - Pelo que eu vejo, suspeito que não seja grande o bastante para mim, se eu quisesse sentir algo meus dedos fariam o serviço melhor que você! Com um sorriso sádico colocaria o cotovelo em cima da mesa e apoiando minha cabeça em minha mão. - Que tal você sair da minha frente antes que eu corte oque você chama de pau, e enfio em sua garganta haha! Com uma pequena gargalhada levava meu copo em direção a boca dando mais alguns goles. - Não estou afim de derramar sangue na frente de crianças agora saia daqui racista de merda! Uma faísca podia se ver saindo dos meus olhos, em seguida me recostava em minha cadeira.

Esperava que o homem me deixasse em paz, pois pelo bem dele eu não teria nenhum problema em fazer papelada de baixas civis. Mas o fato interessante ali era mais a menina que tinha chegado, o cheiro dela era diferente, bem diferente de tudo aquilo que tinha sentido até agora, era um pouco mais salgado, me lembrava o cheiro de tritões, mas ela não parecia com um, ou tão pouco com uma sirena. “Interessante!” Pensava olhando para a mesma.

Me levantava com o copo em mão, atenta com os homens que estavam ali, caras como aqueles não gostavam de ser ridicularizados na frente dos amigos, com isso em mente caminhava em direção a garota. - Bom não sou eu que vou ficar questionando se aqui é um lugar para uma garota como você ! Falava dando um sorriso a mesma. - Mas estou intrigada com uma garota tão determinada estar em um pé sujo como esse, posso me sentar? Perguntava apontando para uma das cadeiras vazias do lugar.

- Desculpa ser direta, mas oque você é? Minhas caldas balançavam de ansiedade, o cheiro dela era bastante agradável, me lembrava algumas ilhas de verão. - Me desculpa, me chamo Agatha… Apenas Agatha, como posso te chamar? Esperava começar uma conversa interessante com a figura misteriosa, sem ser atrapalhada pelos babacas no bar.



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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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"O que eu estava fazendo aqui mesmo?...A, é mesmo!" Estaria caminhando pelas ruas das Sirarossa em direção ao quartel general da marinha. Claramente despreocupado com tudo a minha volta e apenas visando localizar o lugar em que queria estar. Havia uma certa familiaridade com a instituição, por mais que eu nunca tivesse visitado o trabalho dos meus mais, minhas memórias me guiavam para uma direção familiar. Entretanto como eu queria garantir a descoberta, abordaria algum cidadão e iria questioná-lo. - Por onde devo ir para encontrar o quartel general da marinha? Após expressar-me, aguardaria uma resposta. Desta forma, seguiria as orientações do bom samaritano ou continuaria a andar até encontrar pistas ou ele por si só.

No caso de avistar o quartel, imediatamente iria em sua direção, nesta altura já era meio óbvio que estava atrás do alistamento, e assim faria. Adentraria iria me dirigindo ao primeiro soldado que avistasse. - Gostaria de me alistar para o Governo Mundial, sabe onde eu posso fazer isto? Indagaria, direto e reto como de costume. Estava imaginando que qualquer um ali saberia me dar essa informação, mas para garantir o óbvio, continuaria a perguntar, ou se houvessem orientações do local como placas e avisos, seguiria sem problema. Caminharia um pouco mais acelerado agora, e pelos salões e corredores observaria a movimentação do pessoal.

- É aqui que ocorre o alistamento para o Governo Mundial? Exclamaria após seguir possíveis instruções para chegar na sala certa. Olharia o ambiente ao meu redor e aqueles que poderiam estar no mesmo cômodo. - Meu nome é Tor Rold e eu gostaria de me alistar! Diria em alto e bom tom. Não queria deixar dúvidas sobre as minhas intenções e seria o mais transparente possível. Ficaria no aguardo de uma resposta para estar ciente do necessário para me tornar um membro e caso estivesse em meu alcance imediatamente realizaria tais condições, seja elas um preenchimento de formulário ou cadastro pessoal.

Estava em um momento da vida onde a persistência era uma virtude, eu certamente estaria com todo o gás caso conseguisse concluir meu objetivo de entrar para a organização e não mediria esforços para tal e não importaria quais tarefas ou missões teria de fazer ou o tempo que iria levar andando pela cidade até encontrar o quartel ou alguém que pudesse me ajudar. Este era o caminho certo para as coisas mais grandiosas que almejava...O primeiro passo estava dado.



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  • Alistar-me no governo mundial.
  • Aprender a perícia geografia e ocultismo (Por ser prodígio posso aprender mais de uma perícia nos níveis ímpares).






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Trio do Caos



Kenshin e Ryoma

Por alguns momentos o clima de tensão preencheu cada milímetro quadrado daquela Taberna, contudo, a tensão foi cortada pelas palavras da pequena. Claro, as palavras de Agatha e seu modo de agir foram cruciais para colocar um gosto amargo na boca daquela figura masculina, que de maneira incrédula escutou as palavras da raposa com atenção. Em alguns momentos seus punhos permaneceram fechados e o suor frio deslizou pelo seu rosto irritado, era notável a força que o homem estava fazendo para engolir a seco todas aquelas ofensas por parte da Agente. Seus olhos viajaram observando o redor segundos antes de dizer – Te vejo por aí... – Uma clara ameaça para garota que já estava acostumada com situações complicadas, dado seu ramo. O homem recuou alguns passos sem tirar os olhos da selvagem, por fim, seguiu com os rapazes em direção a porta de saída, passando pela garota que estava interagindo com o atendente, que por sinal manteve-se atento ao desenrolar de toda a situação.

Aqui está! Carne vermelha, salmão ao molho e um acompanhamento por conta da casa. – Bradou o atendente com um sorriso receptivo em sua face, enquanto colocava todos os pedidos na mesa – E um suco bem gelado como você pediu. – Completou o rapaz que resolveu não entrar em detalhes sobre quem era aquela estranha figura, diferente de Agatha. A aproximação da Agente ocorreu sem maiores problemas, assim como a chegada de novos clientes, pessoas de aparência simples e com nenhuma característica que valesse a pena o detalhe, todavia, era um grupo formado por sete pessoas, três homens e quatro mulheres.

Por fim, o ambiente ficou um tanto quanto animado, já que o grupo parecia festejar algo relacionado à promoção de um dos membros. De qualquer forma restava apenas a interação entre as duas figuras distintas, seria esse o início de uma nova amizade?


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Sirarossa; uma Ilha com uma beleza singular, ao mesmo tempo que existia todo um misticismo sobre alguns pontos de sua estrutura. De qualquer modo, uma figura bela caminhava pelas ruas da ilha com um objetivo definido em sua mente: encontrar um quartel general do governo. Claro, não era algo muito difícil de acontecer já que a Ilha contava com forças da Marinha e do Governo vagando pela sua região, tomando conta da segurança e defendendo os interesses das cabeças da organização dominante em todo cenário mundial – Por ali, virando aquela esquina. – Respondeu um senhorzinho franzino e de cabelos brancos.

As orientações foram seguidas sem qualquer desvio, levando o homem a um lugar que mais parecia uma antiga mansão, claro, tendo uma reforma e construção de alguns pontos de segurança, nos quais existiam marinheiros de prontidão. Atravessar os portões não foi uma tarefa complicada, já que a dupla de marinheiros de guarda apenas permitiu a passagem do homem sem qualquer tipo de problema. Logo no primeiro ambiente daquela estrutura da Marinha, Tor pôde ver um grande balcão que cercava toda dimensão da parede impregnada com as cores principais daquela organização: o azul e branco. Um homem forte, com músculos avantajados e um uniforme ligeiramente apertado estava na função de recepcionar todos aqueles que necessitavam de informação, que era o caso do rapaz - Bom dia, tudo bem – Falou com educação – Alistar no governo mundial? Por favor, siga pelo corredor à esquerda, fale com o responsável na última sala, – Concluiu o homem robusto com um olhar sério.

Após seguir novamente as indicações de terceiros, o homem chegou até o seu verdadeiro destino, tendo uma pequena placa metálica na porta mostrando o nome do responsável em seu interior – “Agente Sênior Will”. A porta estava entreaberta e logo ao entrar o rapaz pode ver um ambiente relativamente pequeno, tendo uma mesa de madeira proporcional ao espaço, finalizando com uma estante recheada de livros/documentos e por fim uma janela atrás da cadeira onde Will se encontrava – Olá Tor, prazer, Will. – Falou o homem de cabelos loiros e longos, seus olhos alaranjados brilhavam estranhamente. Suas vestimentas eram diferentes do homem musculoso, essas ganhavam uma cor acinzentadas e um tanto quanto formais, algo que pelo jeito era típico do Governo – Entendo, primeiramente preencha esse formulário com todas suas confirmações, peço que não minta em nenhuma delas, já que iremos confirmar tudo o que colocar nesse papel. – O homem era direto e bem simples em suas palavras, entregando ao homem um extenso formulário, junto com uma caneta simples de cor preta.

Will aguardou o procedimento ser concluído sem qualquer irritação, enquanto dividia seu tempo em carimbar alguns ofícios e observar a figura que estava prestes a fazer parte do Governo – Se me permite perguntar, quais são seus objetos entrando no Governo? Tem algum treinamento prévio em alguma área específica? – Bradou a figura entrelaçando seus dedos e colocando seus braços apoiados na mesa – Me diga com sinceridade, quais são suas motivações? – Finalizou o homem.


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A bela aparência não impediu a raposa de mostrar um lado assustador, algo que Hany estava bem acostumada, mas nunca presenciou em terra pelo contato mínimo com outros seres. "Ela é bem diferente, me lembra minha mãe de um jeito estranho." Só o pensamento passageiro sobre a mãe fez a pequena acalmar-se, respirando fundo antes de virar-se para sua refeição que chegara. – Valeu, aproveitarei bem. – direcionava tais palavras ao atendente. – Hora do lanche. – lambia o lábio  inferior antes de mostrar um largo sorriso. Tudo parecia perfeito, era uma refeição leve para começar o dia, especialmente num lugar daquele nível. O calor e toda a tensão de antes a fez beber primeiro um pouco do suco, resolvendo partir pro restante logo em seguida, mas sendo impedida pela figura da raposa lhe abordando com um papo diferente. O normal seria ignorar ela, mas pela cena anterior, essa atitude talvez fosse um problema. – Shaa, claro que pode. – dizia tranquilamente, retribuindo sorriso. – Gosto de quem não quer me controlar, não preciso que me digam onde posso ou não ficar. – terminava voltando a atenção à comida, pegando um grande pedaço da carne e o levando ate sua boca. Devorar algo tão pequeno foi fácil, repetindo o processo até acabar completamente com a carne.

A pergunta estranha acabou deixando ela um pouco confusa. – Bem... Eu sou uma predadora! – falou com convicção, até mesmo dando uma leve batida no peito. – Das melhores! Sou parte tubarão, como pode ver... – complementava as palavras ao mostrar os dentes afiados e balançar sua cauda de forma mais visível. – O nome é Hany, mas pode me chamar do que achar melhor, nomes não importam tanto assim. – dizia sem nem mesmo olhar para a raposa, era estranho encarar ela, ainda mais com comida bem na sua frente. A pequena apenas avançou pro salmão e o acompanhamento, comendo sem parar enquanto dava breves olhadas para sua companheira de conversa, respondendo-a de boca cheia mesmo. – Agatha... Goxtei de como tra-tratou daquele verme, eu tava com vontade de morder ele, mas... n-não queria me meter num assunto pessoal... – ela não estava com medo de nada, mas era claro em seu olhar que algo a preocupava sobre aquele assunto, como se não fosse bom se envolver nisso. – Meu chefe ia ficar chateado e... eu gosto da voz dele, não ia ser esperto morder ele aqui. – a última parte foi dita baixinho, apenas para Agatha escutar, como se fosse um segredo. O olhar da garota-peixe partiu da raposa para as outras pessoas no bar, tentando ser discreta, claramente não tendo sucesso nisso.

Achei que o lugar ia ser mais agitado, vai ver é o horário. – de todas as histórias que mamãe a contou, Hany nunca imaginou que encontraria uma pessoa normal como Agatha em tabernas, no meio de tantos vermes e pessoas bêbadas gritando por aí. Ela foi realmente a maior surpresa, tornando-se o segundo ponto alto, além da comida, que estava interessante. "Já comi melhor, mas os lugares eram melhores também." Esperar algo melhor que aquilo ali era um sonho distante, os lábios dela eram lambidos até estarem limpos e logo os pratos onde a comida tinham chego iam sendo ajeitados de forma mais fácil para serem carregados de volta à cozinha. – Vai servir por dia... Quanto ficou? – questionaria o atendente, entregando a quantia dita por ele sem reclamar muito. Com ambos os braços esticados para cima a pequena respirava fundo, dando uma breve olhada pra baixo, percebendo que seus pés não tocavam o chão, como sempre. "Banco alto." Aquela era uma cena normal em sua vida, nunca seria aceitável na cabeça dela, mas aconteceria sempre, pois ela não mostrava nenhum sinal de estar crescendo. – É tão bom sair de casa, mamãe se preocupava demais. – murmurava com uma leve tristeza lá, no fundo, suspirando um pouco antes de pousar o olhar em Agatha mais uma vez. – Desculpa... Erhm... Estávamos falando do quê? – os lábios dela formavam um sorriso, claramente divertindo-se mesmo após o acontecimento de antes.

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Tranquilamente a busca havia sido concluída, muito por conta de uma boa memória ou forte intuição, mas com méritos ao bom samaritano que me apontou com certeza a localização do quartel. Ao chegar pude prestigiar lindas estruturas que excederam minha expectativa, não imaginava que o lugar pudesse ser tão agradável, ao julgar só pude concluir que por ali havia uma boa estrutura e organização. Conseguindo adentrar sem problemas, o primeiro indivíduo que eu avistei novamente traçava meu rumo e a partir das suas informações consegui chegar ao local de alistamento. Agente Sênior Will era o superior e responsável pelos alistamentos. - Olá! Estas seriam minhas únicas palavras antes de começar a preencher o formulário que o homem havia disponibilizado.

Após finalizar, sinalizaria para o agente. Não era um desafio preencher tudo corretamente e não havia motivos para omitir quaisquer informação já que meus pais faziam parte do grupo. Além do formulário, surgiram alguns questionamentos que não excitei em responder. - Meus objetivos são simples, meus pais fazem parte da organização e chegou a minha hora de protagonizar uma empreitada. Diria enquanto ficava mais entusiasmado ao falar das atividades que eu gostava. - Além do combate eu também sou um entusiasta da Arqueologia, sou muito bom em desvendar qualquer mistério e isso também contribuiu com a minha vontade de fazer parte disso tudo. Faria uma pequena pausa para respirar, e então...será que eu continuo falando? Bem o homem na minha frente provavelmente seria meu superior, logo... - E tem também os Poneglyphs, bem, isto é um pouco recente mas fazem parte da minha ambição. Como eu disse sou um entusiasta na área de descobrir a verdade. E essas seriam as últimas informações que daria para esclarecer a linha de ação que iria seguir.

- Eu estou disposto a realizar qualquer missão, entretanto tenho certeza de que se esses mistérios e enigmas estiverem envolvidos eu serei o agente mais capacitado para executá-la. Além de mais motivado. Comentaria, com o olhar fixado no estranho Will. - Há ainda algumas habilidades que eu gostaria de adquirir antes de cutucar esse novo mundo e creio que aqui eu poderia trabalha-las muito bem. Assim me colocaria a disposição do homem.- Mas que mal lhe pergunte, eu preciso fazer mais alguma coisa para o alistamento?. Indagaria mas logo em seguida daria continuidade aos questionamentos. - Será que este quartel general teria alguma biblioteca para pesquisas e aperfeiçoamentos? Apenas uma curiosidade, e então...- Se isso for o suficiente gostaria de me colocar a prova e começar a trabalhar o mais rápido possível...Senhor! Aquelas formalidades que meu pai havia me ensinado deviam funcionar para algo, não que eu achasse idiota, na verdade era indiferente.

Desta forma, naquela sala me colocaria sob as ordens do meu superior imediato, caso estivesse ali ou não, aguardaria o Agente Will tomar alguma decisão, me apresentar uma ordem ou qualquer processo interno se minhas respostas fossem do seu agrado e o alistamento estivesse concluído.



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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

A situação com o babaca parecia ter se resolvido rápido demais. “Patético!” Pensava vendo o suor frio escorrendo pelo seu rosto enquanto o confrontava, esse ai certamente não aguentaria alguns segundos de luta. - Não perco por esperar! Respondia finalizando a conversa aquela clara ameaça vindo pelo mesmo.

Assim ele e seus amigos saiam do estabelecimento me deixando em paz e livre para poder ter uma boa conversa com aquela estranha garota do cheiro diferente. Conforme me aproximava da garota percebia a chegada de novas pessoas ao local, um tanto animadas, parecia ter sido um dia bem movimentado para eles.

A previa da conversa com a menina era bem animadora, assim que ela permitiu me sentar, puxava uma das cadeiras logo a sua frente e em seguida me sentava balançando minhas caldas suavemente. Não estava ali para fazer rodeios então ia direto a minha pergunta, o cheiro da mesma tinha intrigado, e saber oque ela era poderia facilitar a identificação de pessoas parecidas com ela num futuro.

Assim que a mesma falava sobre ser uma predadora aquilo me fazia dar uma breve gargalhada. - HAHAHAH MAMA MAMA! Levava minha mão direita até a boca abafando a minha gargalhada enquanto minhas caldas balançavam mais rapidamente. Logo mais a garota revelava sua natureza, uma meio tritão, minha cara de surpresa podia ser vista pela garota. - Isso explica o cheiro salgado… Soltava analisando a garota.

Hany era o nome da garota, tinha uma frase bastante interessante sobre nomes, mas aquilo vinha da crença da mesma, de onde eu vinha nomes tem poder, e pronunciar o nome certo na hora certa poderia me dar forças para lutar. “Há quem diz que o nome é o núcleo da magia!” O pequeno devaneio veio enquanto via a pequena garota abocanhar sua comida.

Com as apresentações feitas a garota então continuava sua refeição, a pesar da falta de bons modos não era eu que iria incomodá-la, se a mesma se via como uma predadora, incomodá-los em meio a sua refeição poderia ser algo bastante prejudicial se assim posso dizer. - Lido com esse tipo de gente o tempo todo, na maioria das vezes eles são que nem pequenos cachorros ladram mas não mordem, mas quando alguns tentam bancar o machão… Levantava brevemente a mão esquerda juntando uma pequena quantia de energia o suficiente para a pequena garota ver. - Nada que uma pequena terapia de choque não de conta! Dava um sorriso.

- Desculpa interromper sua alimentação, minha curiosidade era pelo fator de nunca ter visto uma meio tritão pessoalmente, são bem raros, devido a segregação idiota! Levava o meu copo a boca tomando mais alguns goles da minha bebida, a vida da garota parecia ser bastante interessante, o momento de devaneio da mesma me deixava intrigada com um sorriso no rosto. - Esse seu chefe parece ser alguém severo se ele não ia gostar de você matando idiotas como esses, os meus não ligariam de dar um sumiço nesse tipo de gente, talvez só uma pequena papelada para preencher, mas alias… você trabalha com oque? Perguntava ao ver que a mesma tinha sua atenção de volta a mim.




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Trio do Caos



Kenshin e Ryoma

A pequena Hany fez sua refeição com tranquilidade, tendo algumas observações sobre o ambiente que estava inserida, algo que ia totalmente contra suas expectativas. A conversa com Agatha ocorreu de forma orgânica e logo a agente entendeu o motivo daquele odor, realmente, alguém da espécie da jovem era algo raro de se ver por aí. Explicações foram dadas e outros questionamentos foram feitos, enquanto o público da Taberna aumentava gradativamente com o passar dos minutos.

Cento e cinquenta mil! – Falou o atendente com um sorriso no rosto que rapidamente pegou o valor das mãos da garota. Mais pessoas chegavam no lugar e o ambiente tranquilo mudava com o aumento de existências no ambiente, se tornando algo mais palpável as expectativas de Hany, que notava uma certa balbúrdia vindo das mesas dispostas no lugar. Um pequeno grupo se formou, homens velhos e fedidos bebiam aos montes, secando as garrafas de puro álcool. Alguns olhares eram direcionados a dupla, sendo eles um misto de curiosidade e preconceito, parecia que em todo lugar existiam pessoas de mente fechada e com caráter duvidoso – DESCE MAIS DUAS...HIC... QUENTES PRA NOIS AI! – Gritou um do bêbados na mesa próxima da dupla, deixando escapulir da sua boca um pouco da sua saliva, que voavam atingindo a mesa onde Hany e Agatha estavam – Para de cuspir animal! – Gritou um rapaz de outra mesa, nitidamente desconfortável com a presença daqueles homens.

Por alguns segundos a tensão permaneceu no ar, no entanto, com a chegada da nova leva de bebidas, os cachaceiros voltaram suas atenções à própria mesa. De qualquer forma, a conversa entre as garotas parecia que não teria fim, sendo a Mink responsável por continuar o falatório. O ambiente como supracitado estava de certa forma caótico, forçando a dupla a falar em uma entonação maior e/ou talvez um pouco mais próxima uma da outra, já que os barulho impedia a conversa tranquila de antes.


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O jovem aspirante a Agente respondeu desenfreadamente as perguntas do seu superior, que à medida em que ouvia as respostas, esboçava um sorriso largo em sua face – Perfeito! – Pontuou o homem batendo com sua mão fechada na mesa – É de pessoas como você que o governo precisa! Ótimo que decidiu seguir o caminho da sua família, uma perfeita colocação e proatividade. – Continuou o homem entusiasmado com as palavras da figura à sua frente – Você está mais que aceito na nossa organização, seja bem vindo ao Governo Mundial! – Disse ficando de pé e estendendo a mão para seu novo subordinado – Primeiro você precisa de um uniforme, seguindo o corredor que o trouxe aqui, volte a recepção principal e entregue esse formulário ao atendente, ele irá te guiar ao local onde você poderá pegar alguns itens necessários para a sua jornada daqui pra frente. – Pausou por alguns segundos a sua fala, entregando o formulário para o homem à sua frente.

E sim, nós temos um anexo voltado a conhecimentos teóricos no centro da cidade, é um prédio cinza com a bandeira do governo em seu topo. – Pausou novamente recuperando o ar – Não sei o que pretende lá, no entanto, logo após terminar preciso que retorne ao Quartel General para sua primeira missão. – Conclui o homem. Por fim, caso a figura saísse do lugar e seguisse as ordens do seu superior, seria levado pelo recepcionista até uma outra sala, uma espécie de estoque – Bem vindo, um novato, certo? Do que precisa? – Indagou uma figura feminina com longos cabelos ruivos, ela estava vestindo o uniforme padrão da marinha, de cor cinza. O interior do ambiente contava com um grande balcão de madeira, logo atrás do balcão uma espécie de grade com densas barras de ferro existiam, protegendo todos os recursos do governo naquele quartel. Era visível ao jovem uma série de armas de diferentes tipos, assim como outros objetos de utilidade para os agentes.

Por fim, a criatura estava momentaneamente livre para partir em direção ao anexo, vestindo orgulhosamente o uniforme cinza dos Agentes, que não era tão bonito assim, para lhe ser sincero.


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Para um lugar tão baixo como aquele o valor da refeição pareceu salgado, alguns reclamariam, mas Hany não ligava para preços quando se estava comendo. Qualquer refeição minimamente satisfatória merecia o devido pagamento, caro ou não, pouca importava. Simplesmente feliz de poder pagar por uma refeição, deslizando o dinheiro no balcão sem muita demora. "Isso aqui ta finalmente ficando bom." Olhar a taberna se tornar movimentada e animada a encheu de alegria, tudo aquilo começava a se encaixar bem com tudo que sua mãe tinha lhe dito, fazia muito sentido após ver pessoalmente. – É, alguns merecem até coisa pior. – ver aquele tipo de poder vindo da raposa a deixou intrigada, principalmente por não ter conhecido tantos da raça dela até então. Parecia uma aventura cada dia de sua vida, com diversas emoções, explorações e novos conhecimentos que ia adquirindo agora que realmente tinha liberdade para tal. – Comer é muito bom, não consigo parar, eu que peço desculpa. – dizia até rindo um pouco.

A chegada de mais pessoas também fez o barulho aumentar, então a pequena resolveu aproximar-se da grande raposa, falando levemente mais alto, porém de um lugar mais próximo para não ter que gritar e deixar todos escutarem a conversa. – Sei como é, também não vejo muita gente igual a Agatha por aí, mas o meu caso é especial. O pessoal da ilha não gosta muito de mim, fui criada meio escondida, então pouca gente sabia da minha existência. – a pausa surgia no momento em que ela começava a pensar de leve, colocando uma das mãos no queixo, imaginando se existiam outros como ela, filha de um homem-peixe com uma humana. – Talvez tenham outros, mas eu acho complicado... Quem iria assumir a filha de um peixe? Acho que só minha mãe teve coragem disso. – aquele papo só a lembrava da quantidade de problemas que isso causou, todas as pessoas que machucou e como viver depois dela não estar mais presente mudou a pequena garota-tubarão. "E ainda tem aquela dívida..." Tudo isso a levou ao trabalho, algo que normalmente não se deve dizer, mas Hany estava tão envolvida na conversa que deixou escapar de leve. – Loki é um cara legal... O problema dele tá em ser tão focado no trabalho. – um homem tão bonito e tão focado, realmente interessante. – Shaar... Meu trabalho é seguir os pedidos do chefe, faço diversas coisas diferentes... De certa forma eu trabalho no cassino, mas também não é isso... – como explicar algo que nem ela entendia direito? Dizer na lata que servia um chefe do submundo parecia ousado, talvez até demais para a grande predadora.

Bom, é algo diferente. Não diria que é exatamente bom, mas ao menos me paga bem. Pra uma pessoa com dívidas, qualquer coisa eu to aceitando. – terminava de falar com um sorriso de canto, saltando do assento em que estava para esticar o corpo inteiro. – Chamar muita atenção pro nosso trabalho parece cansativo, então tento me segurar, dar mais trabalho pra um homem que só trabalha me deixaria incomodada. – ficar gritando não era exatamente interessante, ainda mais num lugar com tantos bêbados fedidos, fazendo a pequena já pensar em sair do lugar. – Isso aqui ficou muito barulhento, já terminou? – questionava sobre a bebida, apontando com a mão esquerda. Com a resposta positiva, Hany indicaria a porta para poderem sair do lugar e conversarem mais tranquilamente ou apenas se despedirem, imaginando que ambas tinham coisas para fazer. Já com uma resposta negativa a situação permaneceria igual, sem se mover muito de onde estava, aguardando Agatha decidir. Das duas formas a garota-peixe ainda queria conversar um pouco. O trabalho podia esperar. – Agatha, você trabalha em algo legal? Alguém do seu estilo e personalidade seria uma boa parceira, até o chefe gostaria de ti... Me observando. – parecia um convite, mas não era bem isso. Toda essa fala se encaixava mais num elogio na cabeça dela, ou apenas um comentário solto por ali que não significava muito no fim de tudo. Vendo seu histórico de parceiros, a raposa realmente seria melhor, só não dá para saber se Loki realmente gostaria dela. Uma pessoa de personalidade forte talvez fosse o pior para Hany na visão do chefe, que parecia preferir alguém com mais idade que ela e com uma abordagem mais segura, um líder, uma pessoa que consiga controlar e guiar a pequena predadora pelo caminho correto. "Shaa, como se existisse algum ser nesse mundo que consiga me controlar." Imaginar alguém melhor, mais forte e maior era claramente impossível.

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