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Capitulo I: Cuidado com a meia noite! Sab Dez 11, 2021 9:47 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Agente Agatha Harkness. A qual não possui narrador definido.

Capitulo I: Cuidado com a meia noite! - Página 5 Bcd0c81e7f7f9f4619725e28c935288e

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Trio do Caos



Todos

O bar movimentado era algo agradável aos olhos de Hany, que ficava realmente animada em meio a aquela bagunça que estava acontecendo ali. Do outro lado, Agatha manteve seus ouvidos atentos em busca de alguma informação que pudesse ser adquirida ali, talvez sobre revolucionários ou algo de interessantes, no entanto, não conseguiu nada até então. O pedido feito pela selvagem não demorou de chegar, a carne de segunda era a melhor a disposição e foi entregue rapidamente para Hany, que não tardou a comer enquanto interagia com sua nova amiga, que por sinal, levantou pontos interessantes para o desenrolar daquela parceria. Os chefes de ambas as figuras femininas estavam interessados em formar um acordo de benefício mútuo entre eles: Governo e Submundo.

Os festejos continuaram no interior do lugar, pessoas falando sobre a troca de cargo, o casal conversando sobre o futuro próspero em oura Ilha e pessoas comentando trivialidades das suas próprias vidas, enquanto as duas colocavam suas motivações na mesa. Se por acaso tudo estivesse terminado ali, Agatha teria que pagar o valor de trezentos mil berries pela carne, um preço salgado pro lugar, mas como dito, foi o melhor pedido da casa. Não apenas isso, a taça de vinha também tinha sido entregue junto com o pedido da garota-tubarão, custando a bagatela de cinquenta mil berries. Enfim, se fosse sair dali naquele momento e após realizar o pagamento necessário pelos pedidos, a dupla iria ver a rua ligeiramente mais movimentada que antes, tendo uma circulação de pessoas comuns e também marinheiros que pareciam estar fazendo algum tipo de ronda – EXTRA! EXTRA! Embarcação repleta de nobres é encontrado destruído! – Uma voz infantil cortava os ouvidos da dupla e uma figura esguia era o responsável pelo falatório exacerbado.

Um garoto de cabelos ruivos gritava aos ventos acenando com alguns jornais simples em sua mão, ele gritava com fervor a manchete principal estampada no papel. Algumas pessoas circulavam o garoto comprando e comentando sobre a manchete principal, facilitando a vida da Agente que conseguia ouvir com clareza suas falas, por conta da audição aguçada – ”Não sabem quem é o culpado?” / “Eu acho que isso foi arte do Submundo, com certeza eles deviam alguma coisa.” / “Piratas? Será que algum grupo pirata está por Sirarossa?” / “Veja o que diz aqui: qualquer informação devem procurar o jornal local ou a marinha. Ninguém sabe o que aconteceu!” – Essas foram as frases captadas pela selvagem. Pelo jeito o ocorrido na noite anterior ainda era algo nebuloso, seria necessário uma ação maior por parte do governo para que pudessem culpar os revolucionários, mas isso era algo que Harkness já estava ciente da necessidade, talvez Loki pudesse ajudar com isso.

Enfim, caso fossem até o Cassino não demorariam a chegar, já que o bar não ficava tão longe assim daquele estabelecimento grandioso. A entrada foi feita com tranquilidade, tendo a Agente visto uma segurança exacerbada na proteção da figura de liderança presente no lugar, mas por conta de Hany e do aviso prévio dado pelo líder, tudo ocorreu ocorreu com tranquilidade. Elas passaram pelo grande salão do cassino, entrando na lateral do palco existente por ali, passando por um corredor relativamente estreito, mas que não atrapalhava a movimentação de nenhuma das duas, mesmo que as características físicas da selvagem – os "rabos" – roçarem nas paredes do lugar. Por fi, após passar por mais uma leva de seguranças e portas espessas, elas encontrariam o escritório do homem chamado Loki, que estava sentado em sua poltrona e rapidamente se colocou de pé – Bem vindas! Hany, dormiu bem? – Indagou o homem com um sorriso largo em seu rosto.

O lugar não era muito grande para ser sincero, mas o cheiro de produtos de limpeza estava presente, mostrando o cuidado do homem em mandar limpar o lugar para receber a figura do Governo naquele lugar – Hany me falou um pouco sobre você e sua proposta, me desculpe ser direto e talvez possa soar até mesmo grosso, mas você tem a patente necessária para firmar algo desse nível? – O homem falou em um tom mais sério, se aproximando da raposa e estendendo sua mão – Prazer, Loki. – Completou esperando as respostas iniciais da canina – Podem se sentar e vamos lá, qual a sua proposta? Em que posso ser útil ao Governo? – Finalizou sentando-se novamente na poltrona.

Se por acaso postassem por continuar interagindo no bar, continuariam sendo rodeadas pelo mesmo clima citado anteriormente.


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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

O local de fato não era tão propício para aquele tipo de conversa, mas escutar da boca da garota que ela estava presa ali por muito tempo, me dava um certo aperto no coração. Pois eu entendia o sentimento da garota. “Tenho certeza de que se aqueles piratas não tivessem atacado zou, eu a essa altura estaria presa naquele lugar até hoje!” E pensar que tudo começou com um grande saque na ilha poderia mudar todo o rumo de uma vida.

- Minhas promessas não são feitas ao vento, pode ter certeza de que vou te levar comigo haha! Falava com um sorriso para a garota, e levantava uma das minhas sobrancelhas ao escutar o nome do tal Loki. - Esse deve ser seu chefe certo? Questionava levando a minha mão direita até meu queixo o coçando suavemente.

“Será que os eventos referentes a noite passada chamaram a atenção do submundo?” Se aquilo fosse verídico, talvez um acordo entre as duas partes não seja tão difícil de se acontecer. - Certo topo em encontrar sue chefe, parece ser um homem bastante interessante! Dava um pequeno sorriso abafado fechando meus olhos.

O meu pedido não demorava a chegar, dava algumas goladas em minha bebida, enquanto comia alguns pedaços da carne que havia chegado, não estava com tanta fome, o pedido para mais para a jovem tubarão que estava a minha frente. - Não é das melhores mas acho que dá para o gasto! Falava em resposta sobre a carne, a bebida ajudava a degustar a carne, servindo assim como o famoso tira-gosto.

- Podemos ir! Falava limpando minha boca após a refeição, colocando o valor de tudo que tinha sido consumido em cima da mesa, e logo em seguida sinalizando para a atendente que o dinheiro estava ali.

Logo que saiamos do estabelecimento, via que o mesmo estava mais movimentado do que o comum, mas aquilo não era oque me chamava a atenção, mas sim a voz de uma criança que parecia anunciar as notícias do dia. “Então o povo já esta sabendo oque aconteceu!” Pensava esperando que os outros agentes tenham cumprido com seus respectivos trabalhos e que a história tenha sido contada em nossa versão. Mas a pesar de uma singela preocupação com oque poderia ter de conteúdo nos jornais, tentava não mostrar preocupação.

Ao me aproximar um pouco mais do fedelho que estava gritando as manchetes, via que tudo ainda estava em uma grande incógnita, oque me deixava um pouco com raiva apertando a minha mão direita com bastante força, era nítido uma pequena quantidade de energia se juntando em volta, mas logo em seguida se dispersando. “Por isso faço as coisas sozinha, nem mesmo a chefia desse lugar é competente!” Quem mais teria poder para poder influenciar os jornais locais do que se não a diretora da CP, mas parecia quem até nisso teria de ser feito por mim mesma, mas isso não era um problema, estava acostumada a fazer as coisas sozinha.

“A pesar de não gostar de admitir, a única pessoa que é tão eficiente quanto eu, era aquela galinha idiota!” Aquele pensamento me fazia lembrar de algumas missões de treinamento que o Coven no qual era obrigada a fazer dupla com uma celestial extremamente arrogante.

“Foco, um passo de cada vez, talvez o submundo também possa mexer em alguns pauzinhos!” Esperava que o chefe de Hany pudesse me levar a algo maior.

- Piratas por esse mar? Interessante! Soltava ironicamente olhando para o garoto, mas não importava, ele era apenas o porta-voz, precisava chegar naqueles que redigiam para contar a historia que eu queria que eles contassem, mas um passo de cada vez.

O caminho para o estabelecimento no qual encontraria o chefe da garota, era bem rápido e tranquilo, nitidamente podia se ver uma segurança bastante forte em volta do local, certamente alguém importante estava naquele lugar oque de alguma forma me deixava excitada. “Isso vai ser bem interessante!” Lambia meus lábios ao olhar o lugar, sabia que o crime organizado dominava aquela ilha, e o quão eles faziam bem para esconder seus crimes do governo era oque me deixava intrigada.

Passávamos pela segurança que provavelmente já estavam cientes da minha chegada com a pequena tubarão. - Parece que seus chefes têm bastante dinheiro! Soltava olhando para a pequena garota, que certamente deveria ser uma pequena peça daquela gigantesca máquina que comandava a ilha.

A caminhada por dentro do prédio era mais longa do que de fato chegar naquele lugar, parecia ser um grande labirinto, passando por lugares ligeiramente escondidos e apertados. - Achei que o escritório desse homem estaria em um lugar mais acessível! Soltava ao caminhar pelo corredor apertado, sentindo minhas caudas arrastarem pelas laterais.

Mais a nossa frente mais um grupo de seguranças fazendo a vistoria de uma das portas do local, assim que aproximávamos um dos homens abria a porta, passava calmamente balançando minhas caudas de forma uniforme como se fosse uma longa e volumosa cauda. Logo a minha frente estava o homem que seria o principal contato de Hany, o homem até que charmoso nos cumprimentava, e já interagia com a pequena.

Dava alguns passos olhando atentamente o escritório do homem, o lugar não era tão grande, mas aparentemente bastante limpo, o cheiro dos produtos de limpeza eram bem fortes naquele lugar. - Certamente estava esperando visitas, como um adolescente que fica sozinho em casa! Falava mostrando um pequeno sorriso de canto de rosto enquanto terminava de olhar o lugar.

Voltava a olhar o rapaz que se comunicava rispidamente para mim, oque fazia arquear minha sobrancelha direita, o olhando dos pés a cabeça.- Ha, acho audacioso, um questionamento desse vindo de você! Me posicionava a frente do homem, enquanto cruzava meus braços. - Não devo satisfação da minha patente a você, vim aqui com o intuito de aliança, mas duvido muito que possa ser a pessoa certa… Dava uma pausa dando mais uma olhada na sala. - Creio que quem tenha poder de firmar uma aliança com o governo mundial tenha uma sala com uma vista melhor! Um sorriso debochado podia ser visto em meu rosto.

- Prazer Agatha Harkness! Falava me sentando em uma das cadeiras disponíveis, em seguida cruzava a minha perna direita em cima da minha esquerda.

- Meu questionamento foi verídico, mas não estou aqui para trocar farpas e sim a trabalho! Falava me recostando na cadeira. - Com certeza você deve estar ciente dos acontecimentos da noite passada, devido a tentativa de infiltração que os revolucionários andam tentando nessa ilha.

- Por conveniência, nossos caminhos se encontraram e por sorte ambos os lados se conheciam e tinham uma certa amizade e não virou um incidente entre o governo mundial e seus negócios, mas nesse caso específico foi eu que estava lá, se os revolucionários continuarem tentando entrar nessa ilha o número de agentes irá triplicar, e a próxima vez que os nossos caminhos se entrelaçarem, pode ser que não seja eu no local! Começava a brincar com meus dedos os batendo no encosto da cadeira observando fixamente para o homem.

- Creio que o número de agentes aumentando exponencialmente nessa ilha possa ser ruim para seus chefes, no qual possa fazer algum agente ver oque não deveria nessa ilha, e chegar aos ouvidos das pessoas lá em cima! Levantava o dedo para o céu com um sorriso bem sádico em meu rosto.

- Mas o caso é esse, o inimigo do meu inimigo é meu amigo, minha proposta é que faremos vista grossa com seus “empreendimentos”, e nos ajude a manter os revolucionários longe dessa ilha, simples não? E para ficar tal acordo só precisamos que vocês que comandam essa ilha façam um favor! Dava uma pausa lambendo meus lábios. - Conte a seus jornalistas, como que os maldosos revolucionários fizeram uma chacina no barco ontem a noite, e como os grandes marinheiros e agentes do governo capturaram os malfeitores!

- E claro como toda boa aliança estou disposta a fazer favores também, principalmente se for para trabalhar em junto de Hany, agora se isso é responsabilidade demais para você, me de suas exigências que levarei para os superiores analisarem! Assim esperava as falas tanto do homem quanto da garota, se uma aliança estava para ser formada, poder analisar todos os cenários que poderiam vir seria interessante.



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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Viajar com uma amiga soava bem melhor da situação atual, ficar no que restou de sua casa, na vida solitária sem ninguém que a criou e ensinou tudo até então. "O mar parece uma escolha melhor do que ficar aqui, mesmo não sendo tão triste, é meio solitário." Os conhecidos recentes eram poucos, menos ainda se gostavam dela de verdade, ignorando as partes de tubarão que marcavam tanto a aparência de Hany. – Sim! Loki me ajudou muito nos últimos dias, esse trabalho, o dinheiro e todos os trabalhos simples que ele me deu... Acredito que não estaria nesse lugar ainda sem essa ajuda. – a dívida e todos os problemas já encontrados na ilha não ajudavam muito na escolha de permanecer, tudo que a pequena precisava era um caminho para seguir, não importava muito se era o submundo, ele só era o mais próximo. Qualquer outro lugar daria tanto dinheiro quanto, mas essa vida secreta, deixar algo escondido e ninguém realmente a conhecer nas ruas melhorava bem a escolha feita. – Ele é o melhor, principalmente a voz. – comentava, abrindo um leve sorriso, voltando a comer logo em seguida.

Não era o melhor lugar para comer, mas dava bem pra passar o dia com uma refeição dessas, carne nunca era demais. Com o fim da refeição, ambas saíram do local, seguindo na direção do Cassino. A língua fazia todo o trabalho de limpar o rosto e mãos provavelmente sujos pela carne, dando até algumas leves mordidas inofensivas nos dedos e lábios. "Shaa, suponho que isso acaba acontecendo quando todo mundo sabe do submundo por aqui." Enquanto nada disso acabar apontando diretamente para Hany ou Loki, não havia problemas no submundo ser citado, era natural até alguns civis acharem isso. Tentar falar algo num momento desses só a deixaria mais estranha, dificilmente a garota-peixe faria uma atuação boa o suficiente. O melhor foi deixar Agatha cuidar disso, enquanto a pequena sorria e acenava com a cabeça para qualquer um olhando ou cumprimentando-a sem parar de caminhar. Já no Cassino as cosias foram bem rápidas, com o aviso de Loki, provavelmente sabiam que as duas chegariam em algum momento e ninguém iria parar. – É, esse lugar é massa, finalmente está parecendo seguro. – exceto se no mundo existisse algum poder que pudesse copiar a aparência de alguém que o chefe confia, não tinha como entrarem ali facilmente.

Antes era, deu uns problemas aí. A mudança foi pela segurança, pelo que ouvi. – completamente despreocupada a pequena avançava em pequenos saltinhos animados, acenando brevemente para todos que faziam a segurança de seu amado chefe. Assim que a porta fora aberta, Hany entrou sem pensar muito, feliz por voltar ali tão cedo e ainda mais com a pessoa que ela mesma já queria que fosse conhecer Loki. – Sim! Foi bem estranho até, não esperava dormir tão bem assim num lugar desconhecido. – talvez a casa daquele velho esquisito fosse um bom lugar de dormir? A pequena ainda não tinha ideia, mas talvez uma próxima tentativa conseguisse explicar bem isso. – Bom, consegui trazer a Agatha aqui, o papo sério fica com vocês. – como uma criança interessada no assunto mais complicado dos adultos ela sentou-se numa das cadeiras, observando atentamente, tentando até manter o olhar de quem estava entendendo tudo. "Isso realmente não é pra mim." Subindo as pernas para a cadeira, abraçando-as e então encostando-se mais confortavelmente, foi assim que a garota-tubarão resolveu permanecer durante o assunto dos dois, não era nada tão complexo assim, ela apenas não se importava tanto. A aliança ajudaria muito, mas mesmo sem ela as coisas continuariam seguindo sem problemas. A única coisa realmente boa que ela se importava era a parceria com a raposa, o resto ajudava mais o chefe e o governo da ilha.
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Todos

A interação entre a dupla continuou de maneira tranquila, assim como na saída do lugar, onde também foi possível ter uma noção de como os acontecimentos estavam sendo passados para a população local, algo que não agradou nem um pouco a selvagem. Enfim, o tempo passou e logo elas estavam na presença do homem chamado Loki, o chefe da pequena garota-tubarão – O Governo é sempre tão ácido assim? – Pontuou o homem ao ouvir as primeiras palavras de Agatha, mantendo o sorriso em seu rosto. Logo a Agente começava com todo o falatório, mostrando seus pontos e também sendo bem objetiva em suas palavras, mantendo a acidez de suas palavras com claras ameaças ao Submundo – Sim, fiquei sabendo algumas coisas da noite anterior, parece que o Governo matou parte da nobreza, não foi? – Brincou o homem mantendo o sorriso estampado – Digo, os revolucionários, aqueles crápulas malditos! – Dei uma entonação maior em sua frase - Um acordo com o Governo é sempre algo bom e sim, concordo que a presença da revolução seria algo ruim pros negócios, não apenas os meus como também de todo Submundo local. – Ele parou por alguns segundos – Bom, não de todo Submundo. – Brincou fazendo uma referência a família Nava, já que ela nutria de um acordo generoso com o governo, isso é o que o povo fala por aí.

De qualquer forma, Harkness tinha sido clara em suas palavras – Não quero muito, uma vista grossa no porto e um pente fino em algumas entregas, para crescer outros tem que cair, certo? – Falou em um tom mais sério – E claro, uma vez ou outra jogar a culpa de algumas mortes para Piratas e alguns inimigos aqui do Submundo, para fazer uma limpeza na minha subida até o topo. – Os pontos de Loki eram simples, ele não queria dinheiro ou ajuda humana, gostaria apenas que passassem um certo pano em suas ações e mudassem o foco para outras pessoas do seu ramo, como forma de auxiliá-lo a expandir a sua área de ação – Com relação ao jornal pode ficar tranquila, preciso só de algumas provas e imagino que você as tenha, certo? Hany, vou precisar de você. – Falou Loki olhando ara pequena garotinha que estava sentada, atenta a conversa dos adultos – Preciso que leve os documentos que Agatha entregar para o Jornal local, é pequeno, mas será bom para que ele possa ter mais notoriedade também. Irei enviar algumas cópias para os jornais maiores também, logo após que a manchete for feita. Isso é bom para você também, acredito que não saiba ainda como funcionam os trabalhos normais, certo? Como a gente do nosso ramo vive a luz do dia e justifica todo o dinheiro que ganhamos por baixo dos panos, bom, será um aprendizado para você também. – Falou o homem entregando um pequeno papel para garota com o nome de “Clarim Diário".

O homem voltou sua atenção para a selvagem – Você trabalhar com minha pequena? Hum... é, não é ruim. De qualquer forma, tenho algo para mostrar um pouco mais do meu empenho em tornar esse acordo possível. – Finalizou o homem puxando um pequeno papel escrito a mão – Desde que Hany falou que traria você aqui, pedi para alguns homens sondarem algumas áreas que já tinha... digamos, uma leve suspeita. Enfim, existe um certo grupo ao norte de Sirarossa, que está abertamente realizando negociações para auxiliar a revolução a se espalhar pela Ilha, acredito que isso seja útil ao Governo e se quiser, pode levar a Hany com você, já que mandaria ela resolver essa situação também. – O homem entregou o papel onde mostrava alguns nomes como: Fredd Blondim e Jikika Kasterin, que eram os líderes daquele pequeno grupo contrabandista. A informação também citava a chegada de alguns membros da revolução para discutir todo o acordo entre essas duas organizações, que iria ocorrer na noite daquele mesmo dia. De qualquer forma, Hany tinha duas missões para serem realizadas, enquanto Agatha tinha a informação que a ajudaria em sua próxima missão.


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Mesmo com um início pouco amigável, aquele papo seguiu o caminho que Hany mais gostou, terminando tudo bem e com todos do mesmo lado de certa forma. As coisas ainda dependiam se o lado de Agatha iria mesmo aprovar as exigências de Loki, algo tão pequeno que não deveria cobrar tanto dos agentes. "Sim, sim, estamos chegando lá." Ajudar a união dos dois lados contra os problemas da ilha era o ideal, mesmo que um dia a pequena fosse partir, queria deixar seu chefe e todos da família em bom estado, com proteção suficiente para nunca precisarem do retorno dela. – Ah, eu? – o momento de desatenção a deixou um tanto perdida no motivo de seu nome ter sido citado, recebendo em pouco tempo a resposta que buscava, tendo toda a explicação e até um pouco mais. – Ah, oh... Sim! Eu nem fazia nada, achei que tava deboa. Vou cuidar disso rapidinho. – entender melhor tudo que faria para cobrir essa vida noturna, isso deixaria o governo de outras ilhas mais tranquilos quanto à identidade dela, isso se sua aparência já não fizesse este trabalho. "Será que sirvo pra essas coisas mais simples, de gente normal?" O espaço para a merda existia, mas recusar não fazia sentido, era óbvio seguir por esse lado se um dia ela quisesse juntar dinheiro para não se preocupar mais com problemas.

O papel com o nome do jornal estava ali, Hany analisou ele por algum tempo, escutando o restante da conversa mais de fundo, sem muito foco. A pequena predadora estava com duas missões a serem feitas ainda naquele dia, para uma pessoa normal isso seria muito trabalho, mas ela só conseguia ficar animada. Aprender coisas e ainda fazer um lanchinho mais tarde, como essa vida pode ser considerada ruim? – Parece bom, como quer fazer isso? – seu olhar virava para Agatha, observando-a com interesse no que ela pensava do assunto. Diferente do que ela queria passar, Hany era horrível para cuidar dos outros, lidar com as ações deles e até mesmo guiar alguém pelo caminho correto. Ela nunca foi uma líder, muito menos estrategista, seu estilo é único, dificilmente entenderiam como pensa. Muito por isso a garota-peixe preferia seguir a ideia dos outros, deixando o seu pensamento em jogo, para não parecer fraca, mas mesmo assim aceitando escutar quem merece, quem é de confiança. "Pelo papo de antes, ela é perfeita pra me guiar pelo caminho do sucesso." E com Loki as ajudando por trás, existiam poucos naquela ilha que podiam bater de frente.

A decisão da raposa era importante, assim como a história que ela gostaria de publicar no jornal, tudo isso precisava ser aproveitado e usado quanto antes. Talvez por isso Hany tinha mais interesse em seguir até lá, mas não poderia contrariar Agatha caso o desejo dela fosse outro. O governo ainda estava na frente, eles ainda eram mais poderosos e tinham a força para danificar e muito a vida do submundo, a vida da garota-tubarão. – Correr um pouquinho antes de comer mais uma vez parece bom, até prefiro, exceto se quiser que eu vá junto desde o início. A escolha é sua, parceira. – terminava com um sorriso animado, satisfeita pelo rumo da discussão, principalmente agora que acompanharia a agente por algum tempo. "Uma parceria que precisa durar, espero que dure..." O momento era feliz demais para um simples pensamento estragar, nada disso importava mesmo, Hany conseguia lidar com tudo sozinha se preciso, mas a ajuda a deixava ainda mais animada para continuar em frente, evoluindo e aumentando sua influência até nenhum nobre de merda ter oportunidade de tocar um dedo em sua família.

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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

- Ácido pode ser uma palavra forte, talvez somos diretos demais! Respondia o comentário que o homem fazia, era necessário, não gostava de ser subestimada, ainda mais se tratando da manutenção do mundo em minhas mãos.

A conversa seguia de forma tranquila e direta, claramente o homem tinha informações sobre o ocorrido da noite anterior, afinal era o chefe da pequena tubarão, e pouco que conhecia da garota ela aparentava ser alguém bastante profissional, e ter reportado ao seu superior. "Ter pessoas assim perto, pode ser interessante!" De fato tinha gostado da garota, e se ela fosse eficiente nos trabalhos seria apenas bônus para que possamos trabalhar juntas.

O rapaz então falava oque ele queria, algo que já era previsto por minha parte, mas que poderia mexer não somente com o acordo feito com ele, mas sim com todos os acordos que poderiam estar vigentes com o submundo daquela ilha. “Ambicioso, eu gosto disso, mas uma decisão dessas ainda não cabe somente a mim!” Levava minha mão direita ao queixo dando uma leve coçada no mesmo.

- Você tem uma visão bem alta! Falava dando um breve sorriso. - Gosto de pessoas que sempre querem mais, me identifico com esse tipo de pessoa! Retirava a mão do queixo colocando de volta ao braço do assento.

- Seus pedidos não são impossíveis, é claro que podermos levar em consideração, levarei para a minha chefe e tenho certeza de que será algo bastante proveitoso para ambas as partes! O grande sorriso vinha em minha parte, a pesar das aparências, o homem não parecia estar acomodado com sua posição, não ficaria surpresa caso um dia ele aparecesse comandando todo o submundo do crime daquela ilha.

- Certo, vamos precisar ir ao quartel, lá poderei pegar algumas informações que podem vir a ser bastante uteis para o seu jornal criar a notícia! Olharia na direção da pequena garota, respondendo sua pergunta.

Logo então o mesmo aprovava que Hany trabalhasse junto comigo, aquilo era algo bastante positivo, um sorriso de canto de rosto poderia, ser visto, com aquilo eu poderia tirar a mesma da ilha, e assim conhecer o mundo a fora. - Vamos nos dar super bem, isso firmará uma grande aliança entre as duas organizações! Respondia olhando da direção da garota, mas antes que pudéssemos ir, o chefe da garotinha, falava sobre mais revolucionários que estariam na ilha.

Meu rosto de felicidade rapidamente se tornava um de descontentamento, eu sabia que eles eram como baratas que poderiam aparecer a qualquer momento. “Isso só fortifica, que se a gente não descobrir a ilha o qual está a base deles, vão continuar tentando adentrar em Sirarossa!” Me aproximava do homem pegando o papel com localizações e nomes.

- Muito obrigada, pode ter certeza que tudo que está fazendo pelo governo, vai ser recompensado! Falava me virando indo na direção da porta. - Certamente precisamos de cidadãos mais dedicados como você! Falava ao parar na porta virando meu rosto na direção do rapaz. - Vamos Hany, temos muita coisa para fazer! Com isso, esperava que a menina me guiasse para fora da construção.

Assim que tivesse do lado de fora do Cassino, seguiria em direção do quartel-general da marinha, esperava que Hany me acompanhasse, precisávamos ser rápidas, as pessoas provavelmente estavam esperando um parecer do governo quanto ao acontecimento da noite passada. - Preciso que você seja o mais rápida possível tubarãozinha, muita coisa está em risco com essa situação! Falava em um tom no qual apenas a garota poderia escutar.

Logo quando chegássemos ao quartel, iria a procura de Alex, sempre mantendo a pequena próxima de mim. Logo quando encontrasse o rapaz começaria a falar. - Preciso dos arquivos que incriminam os revolucionários do ataque na noite passada! Esperava que aquelas falas fossem o suficiente para que o garoto entendesse oque se passava, assim que o mesmo me entregasse, viraria para Hany falando. - Aqui está! Confio em você pequena, sabe oque fazer né!? Terminaria de falar entregando os arquivos a garota e assim a liberando para seguir com o trabalho.

Assim que Hany não estivesse mais perto, me viraria para Alex perguntando. - Onde está a diretora? Precisava saber onde a mulher estaria, tinha muita coisa para lidar agora, revolucionários na ilha, e o acordo com o submundo do cassino. Então logo que o rapaz me falasse iria de encontro da mesma pedindo pela reunião, quando estivéssemos sozinhas, daria as exigências do acordo com Loki, incluindo as duas boas ações que o mesmo fez para o governo, para que assim a mesma pudesse tomar uma decisão favorável pelo acordo.

- Os termos dele são bem saudáveis para mim, ainda ganharemos uma boa agente dentro do submundo, que poderia fazer aquilo que não está ao nosso alcance! Via um grande potencial na garota no qual poderia vir a ser bem produtivo para o governo mundial.



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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Trio do Caos



Kenshin e Ryoma

O fim das negociações havia chegado, Loki e Agatha chegaram a um consenso onde faltava apenas o aval da diretora para que tudo pudesse ser definitivamente concretizado. Sem mais delongas partiram pelas ruas de Sirarossa, a raposa guiava o caminho até o Quartel General do Governo, onde iria encontrar as informações já adquiridas por ela e seus aliados, para que pudessem de fato incriminar os revolucionários e jogar a opinião pública contra a organização rival, coisa que já era feita em outros lugares. O caminho não demorou a ser percorrido e logo Hany pôde ver aquela simples estrutura, que mais parecia ter sido um dia uma mansão, mas que agora carregava as cores da Marinha e do Governo em si.

Harkness não demorou para procurar Alex, seu fiel companheiro e parceiro de missões, encontrando o rapaz realizando a organização de alguns documentos, naquela mesma sala onde a pequena reunião entre os agentes – antes da missão – aconteceu. O homem não demorou para entregar um montante de documentos com nomes e provas da ligação entre a nobreza local e a revolução, claro, parte da nobreza, já que nem todos eram apoiadores. Hany recebeu os documentos das mãos da raposa sem muita demora, estando livre para partir em direção ao jornal citado por Loki. Talvez a pequena predadora tivesse algumas dúvidas, então, teve um espaço de tempo para poder saná-las sem muito problema.

Após tudo resolvido, Agatha estava livre para finalizar sua missão, tendo a necessidade de falar com a Diretora mais uma vez. A mulher estava em reunião naquele momento, o que forçou a selvagem a esperar um pouco. Quando a reunião terminou ela foi chamada, explicando todos os termos de Loki para que aquele acordo fosse firmado, inclusive, dando a informação sobre a revolução e o grupo apoiador existente no norte da Ilha – Os termos dele não são ruins, na verdade, são bem simples de se conseguir. – Falou a mulher levando ambas as mãos na altura do seu queixo, apoiando os cotovelos em sua mesa e deixando que o peso da sua cabeça fosse carregava unicamente pelas suas mãos – [color=orange]A revolução está fazendo tentativas de entrar em Sirarossa, isso não me agrada em nada... precisamos dar um jeito nisso.ntinuou a falar se mostrando visivelmente desgostosa perante toda a situação – [color=orange]Espere, acho que tenho algo aqui! – Finalizou voltando sua atenção aos documentos da mesa, folheando com velocidade como se buscasse por alguma informação específica – Eles só podem estar vindo de Kano, na verdade, tenho quase certeza. Alguns Agentes em Toroa informaram que o grupo revolucionário de lá estava sendo abastecido por Kano, assim como um pequeno grupo que foi erradicado em Las Camp. – A mulher continuava a folhear aqueles documentos, encontrando as peças que encaixam naquela tabuleiro.

Você precisa ir para Kano, precisamos acabar com essa corja revolucionária. Irei enviar outros agentes também, inclusive alguns para o norte de Sirarossa, para erradicar esse grupo apoiador e também os revolucionários que chegarem por lá. Reúna seus pertences de alguns Agentes que já entendem sua metodologia de trabalho, vocês partiram amanhã para Kano. Aliás, aqui está o salário referente às missões. – Um novo caminho surgia para Agatha – Sobre o acordo, está tudo certo. Entrarei em contato com Loki para finalizar os detalhes, na verdade, antes de ir preciso que entregue esse número para ele, assim fica mais simples de finalizar os detalhes. – Finalizou a mulher dando espaço para que Agatha pudesse tirar alguma dúvida ou simplesmente estava livre para sair dali.


Hany


Hany estava com os papéis me mãos e provavelmente só lhe restava ir até o Jornal citado por Loki. Caso a garota tivesse alguma dúvida da sua localização e perguntasse a algum transeunte local, seria respondida com a indicação certeira do lugar. O prédio era simples, feito de blocos laranjas e tinha três andares; grandes janelas faziam parque da arquitetura da parte frontal do lugar, onde ela conseguia ver um número considerável de pessoas em seu interior. Tais pessoas andavam de um lado ao outro em passos acelerados, carregando papéis e pequenos blocos de anotações.


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When all hope bleeds out

Sim, essa era uma missão tão importante que até a pequena predadora se preocupava com a entrega perfeita. Hany não falou muito enquanto seguia Agatha, aparentou estar mais focada em escutar, entender e aprender um pouco com a situação atual. "É tudo muito sério." Não importava muito todo aquela conversa, no fim as coisas se resolveriam de alguma forma, mesmo se algo desse errado. – Sou muito rápida, não importa se é terra ou água. – dificilmente uma garota-peixe seria mais rápida em terra, mas a convicção em sua voz era clara, mesmo sendo obviamente um erro de pensamento dela. Os documentos logo iam parar nas mãos dela, que acenou rapidamente, em despedida, para a raposa, começando a correr com certo cuidado. "Clarim Diário... O nome já ajuda, vejamos." Questionar pessoas pelo caminho sempre resolvia o problema, muito por isso a garota correu até a primeira pessoa que encontrou, perguntando sobre onde ficava tal jornal, partindo para lá de imediato.

Em pouco tempo o prédio acabava surgindo na frente dela, que analisou com calma o exterior da construção, era algo simples e grande. Talvez mais cores atrairiam mais atenção, isso se estivessem atrás de mais olhos. "É só entrar." Bem confiante ela iniciou os passos para entrar no jornal, abrindo a porta sem muita força e assim que estivesse lá dentro, seus olhos procurariam alguém interessante, chamativo, ou que apenas ficasse numa mesa/sala de algum cargo superior no diário. "Algum chefe, eles têm que ter um chefe. Todo mundo tem um chefe, né?" A pergunta a desviou de leve do objetivo, felizmente ela pensou nisso por pouco tempo, voltando a caminhar até o cabeça desse lugar, ou simplesmente até um dos funcionários mais próximos que não estivesse com tanta pressa. – Opa, oi! Meu chefe me mandou aqui, erhm... Aqui! – sem a mínima ideia do que falar ela apenas mostraria os documentos. – Foi o Loki que me enviou, isso é importante pro jornal também. Tenta publicar o mais rápido possível. – a última parte acabou saindo por conta das palavras tanto de Agatha, como de seu chefe também.

No tempo que estivesse dentro do local, Hany olharia como as coisas funcionavam por ali, perguntando também para a pessoa com quem conversava. – Posso dar uma olhada por aqui? Não conheço muito como os adultos trabalham, é diferente... Queria entender. – as palavras pareciam mais um aviso do que um pedido, como se a pequena não tivesse qualquer intenção de sair de lá até entender/aprender algo. "Com a influência que temos nessa ilha, deve ser fácil conseguir um trabalho em lugares assim, ainda mais simples de ninguém suspeitar... Preciso começar a fazer algumas coisas, ando comendo muito, uma hora vão apontar pra mim." Principalmente se a permanência dela em Sirarossa fosse longa. Com algum tempo para matar, Hany tentaria acompanhar de leve a rotina dos trabalhadores de verdade, aceitando algumas dicas e ensinamentos dos mais velhos se estes quisessem falar, ela queria apenas estudar o comportamento dos humanos enquanto realizava o serviço dado por Loki. Se aquilo desse ou não alguma ajuda na visão da garota-tubarão sobre o mundo das pessoas normais não importava, o serviço ainda seria completo e algo de bem sairia de lá, possivelmente.


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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

Hany parecia ter entendido que o trabalho era importante, toda a imagem do governo mundial dependia daquilo, meu trabalho como agente responsável pela missão tinha sido feito, encobrindo tudo que poderia ligar o envolvimento do governo. "Agora vamos ver se o submundo faz a parte deles do acordo!" Pensava enquanto seguia em encontro com a diretora da CP.

Não demorava para poder chegar onde a mulher se encontrava, a mesma estava em reunião, mas como o assunto demandava urgência, encostava minhas costas na parede mais próxima, e observava a porta da sala na espera do primeiro momento que ela estivesse livre.

"Compreensível que ela esteja tendo reunião atrás de reunião, ela tem de coordenar um mar inteiro, deve estar resolvendo todos os assuntos pendentes de Sirarossa!" Os pensamentos vagavam pela minha mente enquanto olhava fixamente para a porta, quase como um cão de guarda vigia seu posto.

O tempo passava lentamente enquanto esperava pela mulher, parecia uma eternidade enquanto olhava para aquela porta, parecia questão de tempo até me irritar. - Ótimo! Soltava ao escutar que a mulher estava me chamando.

Ao adentrar no local informava a mulher as condições que o supervisor da pequena tubarão queria para nossa possível aliança, e assim como esperava a mulher concordava que o pedido do homem era bem simples e tranquilo de se fazer. “A escolha de um mal menor é sempre uma via tranquila de se seguir!” Pensava enquanto a reunião seguia, a notícia que revolucionários estavam ainda na ilha amargavam a boca da diretora.

- Enquanto não acabarmos com uma de suas bases, o numero de invasores irá aumentar, até que consigam enfiar suas garras na ilha! Mantinha meu tom tranquilo e sereno sobre o assunto, tudo que tinha coletado até agora era mais que o suficiente para poder fazer uma investida efetiva contra os revolucionários naquele mar.

- Provavelmente Kano está sendo usado de esconderijo para essas pragas! As informações que se mostravam eram interessantes, não conhecia essa tal ilha de Kano, mas se lá que se encontrava o ninho dos revolucionários, eu poderia facilmente ir para lá.

Mas antes que pudesse me prontificar, a mulher já me passava as diretrizes, ir para kano atacar a base deles diretamente, aquela informação fazia com que um sorriso involuntário aparecesse em meu rosto. "Gosto de respostas diretas e impiedosas!" Era para aquilo que eu tinha sido treinada, ser uma arma eficiente, bastava os superiores saberem mirar corretamente, e até agora nenhum deles falhou nisso.

- Certo, estarei me preparando para poder seguir para a próxima ilha, levarei os mesmos que estiveram na última missão, como parte do acordo, para firmar a parceria entre governo e submundo, levarei a pequena Hany comigo, a garota tem habilidades e competências que julgo que serão bastante úteis no futuro! Dava uma pausa pegando o papel que a mulher queria que entregasse ao Loki.

- Posso entregar, mas não esperava lidar com ele novamente! Coloquei o papel em um dos meus bolsos. - Mas acho que vai ser bom para que ele libere Hany para a viagem! Terminava de falar me afastando da mulher.

- Que o crepúsculo traga a ruína de nossos inimigos e a alvorada nos traga a prosperidade! Recitava uma das pequenas frases do Coven, em seguida saia indo encontrar com Alex.

Assim que encontrava o rapaz, me posicionava colocando a mão em minha cintura falando. - Arrume suas coisas, vamos para Kano executar algumas missões, inclusive chame os que participaram da última operação, principalmente Akagi, a final é de onde ela veio, quem melhor do que nos guiar por lá! Dava uma pausa, olhando para o papel que a mulher havia me entregado.

- Sairemos amanhã o mais cedo, reúna os outros e deixe tudo pronto, tenho algumas coisas para resolver! Assim dispensaria o rapaz e em seguida tomaria o caminho de volta ao cassino.

Caminharia atentamente de volta ao local, assim que estivesse na entrada do estabelecimento, pediria para poder conversar com Loki, assuntos importantes para lidar com ele, esperava que minha presença no local fosse algo permitido para que não demorasse mais que o necessário ficar ali. Assim que liberarem minha passagem, seguiria até o escritório do homem, entraria no local assim que permitido.

- Olá! Falava balançando as caudas calmamente. - Vamos direto ao assunto, o acordo vai ser feito, minha superior, mandou te entregar isso! Levava o papel que a diretora tinha me entregado na direção do homem. - Vim para confirmar outra parte do nosso acordo, Hany irá me acompanhar sendo o elo entre nosso acordo? Dessa vez não me sentava, precisava da resposta o quanto antes, para que pudesse voltar ao quartel e me organizar.




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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Trio do Caos



Kenshin

Agatha recebia as informações da diretora e agora já tinha seu próximo destino à vista: Ilha de Kano, a última Ilha do West Blue. Sem mais delongas, a selvagem se encontrava agora fora da sala da diretora, tendo guardado o papel em um dos seus bolsos e partindo pelos corredores agora movimentados do quartel general, em busca de Alex e os outros membros que realizaram a missão junto com ela. Não demorou muito para que ela encontrasse o rapaz, ele parecia visivelmente cansado, pelo jeito acabou realizando alguns trabalhos ali dentro mesmo, provavelmente funções relacionadas ao administrativo – Certo! Irei avisar a todos, me certificarei que Akagi será a primeira. – Falou o homem partindo pelos corredores com velocidade, buscando pelos membros da missão.

Agatha foi abordada novamente antes de sair do quartel por uma mulher de cabelos pretos e curvas acentuadas, mostrando se alguém dotada de sensualidade, assim como a Mink – Oi! A Diretora esqueceu de avisar para amanhã você não esquecer de procurar o Agente Sênior Cortez, ele estará na embarcação que vai até Kano. – Concluiu a mulher, deixando que a selvagem pudesse continuar seu caminho. Seus passos eram tranquilos e seus pés levaram-na até o Cassino que Loki usava como base, tomando um pequeno chá de espera por parte dos seguranças, que precisavam ter certeza sobre liberar ou não a entrada da mulher. Após alguns minutos, o encontro com Loki aconteceu da mesma forma de antes, já que ele continuava sozinho na sala – Oi! Seja bem-vinda novamente. – Falou o homem com um sorriso no rosto – Curta e grossa como sempre, ainda teremos um papo legal qualquer dia. – O homem brincava enquanto pegava o papel nas mãos de Agatha – Certo, é doloroso ter que deixar a Hany ir assim, mas acredito que seja bom para ela também. Enfim, temos um acordo então e cuide bem dela. – Bradou um homem um tanto quanto triste, ele parecia ter realmente se afeiçoado com a garota.

De qualquer forma, a selvagem agora estava livre para se preparar e procurar por Hany também, já que precisava avisá-la da viagem... ou deixaria que Loki fizesse isso?


Ryoma


Hany recebeu os documentos de Agatha e logo partiu em direção ao jornal citado por Loki anteriormente, necessitando da ajuda de terceiros para que pudesse chegar até o lugar. Ainda do lado de fora conseguiu ter a visão da bagunça que estava no interior do lugar, a pequena sentiu o bafo quente que dominava todo lugar, tendo também uma noção maior da barulheira que estava lá dentro. Os funcionários conversavam uns com os outros sobre diferentes assuntos, enquanto caminhavam em passos rápidos para escada lateral – quase em frente à porta de entrada – que levava para o primeiro andar, da onde vinha um som de maquinário capaz de incomodar os ouvidos dos mais sensíveis. A garota se perguntava rapidamente se ali existia um chefe, não sendo difícil para ela encontrar logo mais a frente uma sala fechada, com uma grande janela que estava coberta por uma cortina de cor amarela; uma placa de madeira com a palavra “Diretor” seguida de “Astolfo Edmundus Terceiro” cravada um pouco mais em cima.

Ela foi incomodada? Claro que não! Ela podia sentir como se fosse invisível enquanto caminhava entre as pessoas que continuavam seus diálogos e escrevendo em seus cadernos, pareciam bem mais preocupadas com a matéria que seria lançada. A porta da sala do diretor estava entreaberta e antes que pudesse entrar ela ouviu alguns gritos masculinos vindo do interior – PRECISAMOS DESSE FURO! ISSO É IMPORTANTE PARA ALAVANCAR NOSSAS VENDAS E TAMBÉM PRESTÍGIO! COMO VOCÊ NÃO SABE? – Ao entrar no lugar a garota-tubarão veria uma grande sala bem ventilada, com uma mesa retangular de madeira e uma cadeira aparentemente confortável, já que o homem em questão estava sentado de maneira relaxada, mesmo que aparentasse estar bem puto.

Uma outra figura raquítica e de óculos redondos estava presente, o rapaz parecia pressionar alguns papéis contra seu peito, dando claros sinais de quem estava com medo Certo! Certo! Certo! Certo! E-e-e-eu irei v-e-e-e-er isso. – Gaguejou algumas vezes até que conseguiu completar a sua frase. O homem sentado e que aparentava ser o chefe era alguém calvo, de óculos, baixinha e careca – LOKI? OS DEUSES ME ABENÇOARAM! MEU AMIGO LOKI ME TROUXE BOAS NOTÍCIAS? – Ele berrou enquanto levantava da cadeira e caminhava de maneira estranha. O homem era poucos centímetros maior que Hany e tinha uma perna maior do que a outra, em sua caminhada ele andava meio torto, como se fosse difícil de equilibrar aquele corpo massudo – MEU DEUSSSSSSSSSSSS! – O homem gritou assim que bateu os olhos nos documentos entregues por Hany, dando alguns passos para trás levando sua mão em direção ao coração – PUBLIQUE ISSO IMEDIATAMENTE! E LEVE ELA, EXPLIQUE TUDO O QUE ELA DESEJAR! TRATE ESSA GAROTA COM UMA DEUSA! VAMOS, PRECISAMOS DISSO PRA ONTEM! – Ele entregou os papéis a outra figura e logo passou por Hany, abrindo a porta com selvageria – SEUS PORRAS! MATÉRIA NOVA! TODOS LÁ EM CIMA PARA FAZER O JORNAL! THOMAS, JON CARTER E MILADROVIRA, AJUDEM O SAMAEL A ESCREVER O TEXTO DA MELHOR FORMA POSSÍVEL. – O silêncio tomou conta do ambiente caótico logo após a primeira palavra do homem e todos acataram com rapidez.

O garoto raquítico passou por Hany a chamando com as mãos – Aqui é o jornal, trabalhamos das seis até às seis da tarde, com uma hora de almoço e às vezes menos. Ganhamos bem, mas é muito exaustivo... mas não se preocupe, você é nova e provavelmente não deve precisar trabalhar. – Comentou o garoto de maneira bem mais tranquila e sem gaguejar, enquanto caminhava em passos lentos, dando tempo para que Hany o acompanhasse com facilidade. Logo separou alguns papéis e começou a dar o papo aos demais, se mostrando alguém inteligente e também versado no jornalismo, já que todos os três pareciam respeitá-lo. A garota-tubarão então viu como era feito o jornal, o cheiro da tinta que as máquinas exalavam, a mão de obra humana para controlar todos os mecanismos e separar os jornais que estavam sendo feitos. O texto da matéria principal estava sendo feito e ela pode ver em primeira mão que a culpa iria cair toda para cima dos revolucionários, já que as provas encontradas pelo governo não tinham erros... bom, eles deram uma aumentada e usaram as palavras certas para manipular a população.

Por fim, ela entenderia um pouco mais sobre os trabalhos comuns, já que nem sempre seria possível e nem sensato atuar como parte do submundo, para que não levantasse tantas suspeitas assim. Ela estava livre para continuar por ali ou se dirigir até outro lugar, talvez o quartel onde Agatha ficou?



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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

Bom tudo parecia seguir de forma tranquila, os documentos seguindo para o jornal, a aliança que estava para ser firmada será algo que potencializará a luta contra os revolucionários, podendo fazer com que a gente elimine boa parte deles nesse mar. Com isso em mente tinha de voltar até o cassino, onde terminaria de firmar o acordo com o representante do crime organizado da ilha.

Antes que pudesse sair do quartel, uma garota me abordava dando algumas diretrizes do que teria de ser feito amanha. - Certo, muito obrigada! Falava dado um singelo sorriso a garota que estava a minha frente.

O restante do caminho seguia bem tranquilo, os homens do dito Loki não impediam minha caminhada de encontro ao seu chefe. - Creio que seja algo bem difícil, mas não impossível! Falava rispidamente, sobre a possibilidade de uma conversa calma e legal. Estava sendo transferida para outra ilha, e esperava que logo mais em outro mar, se as ambições dele se resume a essa pequena ilha, dificilmente nos encontraríamos novamente.

Contudo a oficialização da aliança finalmente se firmava, um sorriso em meu rosto poderia ser visto, estava animada, agora podendo trabalhar diretamente com Hany seria uma possibilidade maior de conhecer mais da pequena garota. “Ela tem bastante potencial, talvez até para entrar para o Coven!” Estendia minha mão na direção do homem para que assim o acordo seja firmado formalmente.

- Creio que eu não tenha tempo para poder dar essa notícia pessoalmente a ela! Recuava minha mão ao terminar de falar, tinha muitos assuntos a serem resolvidos até a viagem, principalmente com Akagi, precisava saber oque estava a minha frente. - Informe ela para me encontrar no porto o mais cedo possível! Logo mais estaríamos saindo daquela ilha, e assim a garota finalmente poderia conhecer o mundo.

- Conto com você para poder manter nosso acordo vivo, e os revolucionários longe dessa ilha! Começava a me afastar em direção a porta do local.

- Até mais! Falava ao sair da sala, agora tinha de retornar ao quartel

Caminharia atentamente pelas ruas da cidade, usando da minha boa audição para tentar captar qualquer tipo de notícia nova, principalmente referente aos acontecimento da noite passada. “Espero que esse jornal deles seja eficiente!” Quanto mais tempo sem a versão do governo mais questionamentos poderiam surgir, ainda mais que na pior das hipóteses o governo estaria sendo negligente para com seus principais contribuintes.

Assim que chegasse no quartel, iria a procura da jovem ruiva, antes de chegar na ilha queria passar a viagem bolando oque poderíamos fazer, e para isso precisava de o máximo de detalhes possível sobre o lugar. - Gatinha, precisamos conversar! Falava balançando minhas caudas assim que encontrasse a ruiva.

- Kano é um mistério para mim, preciso que me conte oque está acontecendo lá, clima, como o governo é visto! Esperava que a garota pudesse me auxiliar com o máximo de informações possível.

Assim que terminasse de conversar com a garota, iria para os dormitórios, onde arrumaria meus pertences, para que assim que acordasse sé precisaria pegar e ir ao porto.



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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Um furo né? Loki era um homem bem sagaz, conseguiu não só uma parceria com o governo, como também apareceu no momento certo  trazendo a notícia que o pequeno jornal precisava. Não era uma surpresa que Loki tinha certo reconhecimento nas ruas, seu trabalho sempre foi incrível, mas aquilo pareceu bem mais importante. "Ele é perfeito, ajuda todo mundo ao seu redor, não quer subir sozinho ao topo." A felicidade do diretor agradou a pequena garota-peixe, deixando seus lábios formarem um sorriso mais agradável, adorando ajudar conhecidos de seu chefe. A liberdade para observar como eles trabalhavam foi aprovada, deixando Hany bem tranquila, mesmo vendo a agitação que as notícias trouxeram. – Ainda assim preciso trabalhar, só não acredito que esse seja o melhor lugar. – comentou sem ligar muito, levando a mão direita até os lábios, dando um leve beijinho no dorso, que logo foi seguido por mordidas lentas. – Ia acabar fazendo besteira. – os olhos dela se fecharam por alguns segundos, voltando a si assim que percebeu a situação mudando, finalmente tendo a oportunidade de observar o trabalho dos adultos. Todo o tempo ali a deixou bem animada, histórias desse tipo até interessavam a pequena, escrever, ler e improvisar algo para chamar atenção a intrigava. Talvez um dia, em algum jornal mais calmo, ela pudesse ter sua oportunidade num trabalho parecido.

A forma como todos se focavam, davam ideias e produziam um produto bem feito resolveu todas as dúvidas dela, ter essa oportunidade a iluminou com ideias do que faria no futuro se houvesse a necessidade de trabalhar normalmente. – Foi divertido... – dizia para si mesma, continuando as mordidas nos dedos, aumentando de leve a força. Sentir a leve dor era agradável num momento tão calmo como esse, mas era óbvio que os estudos tinham que terminar. Sem muita enrolação a garota despediu-se de todos que ajudaram-na em sua busca por conhecimento, alcançando algo básico do que significava trabalhar como uma pessoa normal. Agora só restava a ela partir. Acenando brevemente para quem visse pelo caminho, caminharia então até o exterior do prédio, parando somente se conseguisse notar algum conhecido nas ruas, principalmente se fosse Agatha. – Tenho que a encontrar... – o destino era incerto, começando a andar sem muito rumo, imaginando se a raposa ainda estaria no quartel de antes, ou se já havia retornado ao cassino. Nessa indecisão a pequena resolveu simplesmente ir ao mais próximo, checando por lá se sua companheira estava por lá ainda. Não a encontrando no primeiro lugar, seguiria ao segundo, sem muita pressa.

Hany só faria uma pausa no Cassino para informar Loki, ficando por lá algum tempo após afirmar-lhe que a entrega foi feita perfeitamente. – O pessoal de lá ficou bem feliz com a entrega, logo mais deve sair o jornal deles. – participar de um projeto grande a deixava claramente feliz, sorrindo sem nem saber o motivo. – Preciso fazer mais alguma coisa? Sei que tenho de acompanhar a raposinha, mas não sei que horas. – encontrar sua parceira talvez fosse algo urgente, não tinha como saber, ainda mais após o tempo que passou no jornal, tudo isso a deixou perdida. Loki era a pessoa certa para guiar a garota-peixe num momento como esse, lhe dando suas próximas ordens para ela conseguir avançar ainda mais com os trabalhos. Se encontrar a raposa fosse o objetivo a partida seria rápida, procurando ir até o lugar indicado pelo chefe, ou apenas a procurar por pontos onde já foram juntos/se viram. No momento que estivesse finalmente com Agatha as coisas poderiam seguir o devido rumo. Hany, de forma alegre e sorridente, começaria a falar. – Deu tudo certo, eles já até preparam tudo. Logo devem surgir noticias por aí. – dizia orgulhosamente. – Foi até legal ficar lá, correu tudo bem do seu lado? – O sucesso de ambas importava muito para o futuro da dupla, já que trabalharem juntas sem a aprovação dos superiores ia acabar dando algum problema em algum momento.

Agora se as indicações de Loki não fossem nada sobre encontrar Agatha, não seria a garota-tubarão que iria contraria o chefinho. Aceitando seu destino, tomaria o caminho de casa, que era o melhor ponto para descansar e aproveitar o resto da noite. Arrumar tudo direitinho que provavelmente estava bagunçado por conta dos últimos dias, limpar a casa, organizar os pertences e aproveitar a vista por alguma das janelas eram as coisas que Hany faria por lá enquanto o sono ou a hora de dormir não chegava.

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Kenshin


Agatha acabava resolvendo praticamente todos os assuntos pendentes, entregando o número da diretora para Loki e interagindo um pouco com o homem, que manteve o sorriso estampado em sua face em todo momento, exalando toda felicidade que sentia por fechar um acordo com o governo. Sem mais delongas, Agatha voltou pelas ruas que estavam cada vez mais movimentadas, buscando ouvir algo de útil relacionado aos acontecimento que ela havia vivido algumas noites atrás, porém, para sua infelicidade nada de interessante chegou até seus ouvidos... teria o submundo falhado em sua única missão? Bom, não tinha como ter certeza, mas era uma hipótese.

Bem, não demorou muito para que a Agente voltasse até o quartel e caminhasse pelos corredores silenciosos do lugar, parecia que grande parte dos funcionários do governo tinham saído do quartel, provavelmente tinha algo relacionado aos bandidos do norte que estavam criando vínculo com a revolução. Aquele clima tranquilo facilitou Harkness encontrar uma figura que já conhecia, sendo esta Akagi, a ruiva que atuou junto com a raposa em algumas missões – Certo, do que precisa? – Ela respondeu de maneira curta e grossa, a dupla não tinha um vínculo afetivo ou muito íntimo, no entanto, o respeito mútuo estava presente naquela relação, principalmente por Agatha estar em uma patente superior a dela – Kano é um lugar complicado, ouvi que um navio estava sendo preparado para ir até lá amanhã. – Comentou de maneira despretensiosa, mostrando que até mesmo no governo a conversa fofoca rolava e bem... ela já sabia de tudo, afinal, Alex provavelmente já tinha lhe informado sobre a missão – Enfim, Kano é um país bem grande e com uma população que acompanha seu tamanho, podendo até superar um pouco o território da ilha. Bem, não tem só uma Ilha, já que o lugar é formado por um conjunto de ilhotas montanhosas... – Akagi então começou a falar cada pequeno detalhe que surgia em sua mente.

A mulher não poupou saliva, informando sobre os locais importantes de todos os distritos existentes na ilha, assim como destacando algumas figuras de maior importância do lugar, inclusive sobre Zhi Song, mas sobre este pouca informação foi dada, já que nem mesmo o governo tinha muito conteúdo sobre um dos mais jovens comandantes de todo exército revolucionário. Após toda informação dada por Akagi, a selvagem finalizava o assunto e então partia para o dormitório, onde tinha uma bela noite de sono restaurador.



Ryoma


A garota-tubarão observou todo desenrolar das ações no interior daquele simplório jornal, que agora tinha a oportunidade de alavancar e subir alguns patamares na notoriedade em relação aos concorrentes, dando a Hany a percepção que Loki se tratava realmente de um homem inteligente e de certa forma leal. Enfim, ela permaneceu observando como tudo era feito, entendo a funcionalidade do trabalho comum e também como isso podia ajudá-la a disfarçar perante os olhares de terceiros, já que de alguma forma ela tinha que justificar o tanto de dinheiro que acabaria acumulando ao passar do tempo. Em meio a tudo isso sua compulsão deu as caras mais uma vez, como uma predadora morder era algo natural, mas quando não tinha alvos interessantes isso acabava se voltando para o seu próprio corpo.

Após algum tempo vendo como tudo funcionava, a mulher-peixe resolveu partir em busca da sua mais nova amiga, indo até o quartel e observando que ela não estava mais ali, provavelmente ela estava no Cassino? Sim, era possível. Retornou ao cassino em passos rápidos, navegando entre as ruas movimentadas de Sirarossa que pareciam ainda mais preenchidas com existências variadas, pelo jeito a noite seria movimentada no lugar. Os bares enchiam ao ponto das mesas serem colocadas do lado de fora, da melhor maneira que os empresários locais conseguiam achar para suprir a necessidade e isso que ainda nem era noite. De qualquer forma, passou com tranquilidade pela segurança do cassino e ao chegar até o escritório de Loki, conseguiu ouvir a voz do homem – Sim, sim... sobre isso pode ficar tranquila diretora, tenho peças em quase todos os distritos do submundo, conseguia flutuar entre eles com certa facilidade. – O homem não tinha notado a presença de Hany ainda – Então está tudo certo, é um prazer trabalhar com você. – Finalizou o homem enquanto girava seu corpo colocando aquele caramujo mais próximo da sua fonte, notando a presença da pequena em seu escritório – Oi! – Disse o homem sorrindo.

Ele primeiro escutou as palavras de Hany e o sorriso tornou-se mais largo em sua face – Perfeito! Acabei de falar com a chefe da sua amiga Agatha, o acordo foi fechado e grande parte disso devo agradecer a você. – Bradou se aproximando da pequena e mexendo em seus cabelos, enquanto agachava alguns centímetros na sua frente – Sua ajuda foi tão grande que nem sei como te pagar por isso, mas aqui está uma pequena quantia pelo seu serviço no jornal e um valor a mais por tudo que fez até aqui. – Continuou o homem puxando um pequeno envelope marrom do bolso uma quantia de três milhões de berries – Não é muito, eu sei disso. Infelizmente as finanças não estão tão boas como eu queria, mas acredito que agora com essa nova parceria nós iremos decolar e alcançar lugares que nunca sonhamos. – Ficou de pé dando uma boa olhada em seu escritório – Quando tiver dinheiro o bastante irei lhe pagar por essa ajuda que me deu, mesmo que possa não ter sido planejada, mas sem você nada do que imagino seria possível. – Ele se afastou de Hany, indo perto da mesa – Uma coisa que acho que nunca conversamos, já te falei sobre o Submundo e suas divisões? Bom, são chamados de distritos e cada um tem sua particularidade... – Loki então começou toda explicação sobre os distritos e cada mínimo detalhe que fosse possível ofertar a Hany – Desejo que você esteja ciente disso pois Agatha pediu que você vá com ela para Kano em uma missão, mas não sei como isso vai funcionar. E não, você não estará desamparada. – Ele passou abrindo uma das gavetas da sua mesa, tirando um pequeno pedaço de papel em branco e logo escrevendo alguns números – Com um Den Den Mushi você será capaz de se comunicar comigo, qualquer dúvida peça ajuda da Agatha, o governo certamente conta com muitos desses objetivos. – Apontou para o que ele tinha em sua sala, logo após entregar os papéis – Não sei se nossos destinos irão se cruzar tão cedo quando desejo, muito menos não tenho uma estimativa para onde você irá depois de Kano, já que esse vínculo entre nós e o governo deve ter alguma base. Com isso em mente, na Grand Line... espere, você sabe o'que é a Grand Line? – Indagou o homem e logo começou a falar sobre o mar citado anteriormente, dando toda explicação para Hany – Lá você será capaz de entrar em um dos distritos, que como já falei contam com algumas particularidades bem distintas. – Finalizou dando tempo para a garota digerir todas as informações.

Não demorou muito para que ele voltasse a falar – Agatha pediu para lhe avisar que você precisa estar no porto amanhã o mais cedo possível, acredito que o barco de vocês será um dos primeiros a sair rumo a Kano. Leve tudo certo? Não deixe nada para trás e principalmente não perca meu número, é como iremos nos comunicar e como posso lhe auxiliar mesmo de longe, então, qualquer coisa pode me ligar que lhe atenderei sempre que for possível. – O homem sentou-se em sua cadeira observando a pequena garota, estava nítido em sua face que ele estava triste com aquela despedida, afinal, Hany era alguém que ele podia confiar cegamente – Descanse bem o resto do dia e também a noite, se conseguir encontrar algum tempo posso tentar aparecer por lá, mas não sei que horas irei sair daqui, já que preciso arrumar algumas coisas.[/b] – Finalizou o homem apontando para uma pilha de papéis no canto da mesa, deixando Hany livre para falar e também se despedir.

Se a garota não tivesse nada importante a citar, seguiria seu caminho como descrito em sua narrativa, voltando para sua casa e descansando com calma, mas antes é claro, dava uma boa limpada no ambiente. Por fim, ela dormiu e aproveitou o sono tranquilo daquela noite ligeiramente fria.


Todos

Quando as garotas acordassem veriam que o tempo estava fechado nos céus de Sirarossa, densas nuvens cinzas tomavam conta de todo céu. Enfim, ao chegarem no porto veriam uma embarcação grande, sendo que Agatha chegaria primeiro que Hany no lugar. O navio se tratava de um Inquisidor, uma embarcação digna do governo e comumente utilizada por agentes e soldados para diferentes missões. O porto estava cheio, alguns homens e mulheres subiam no barco e pelo jeito iriam acompanhar as meninas até Kano, inclusive, aquele grupo já conhecido por Agatha, como Akagi, Alex e Layla. De qualquer forma, o tempo continuava ruim e a chuva não demorava para começar, o que podia não ser um bom sinal para aqueles que acreditavam em superstição, já que o mar se transformava em algo selvagem após pouco tempo de chuva.



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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

A caminhada pelas ruas da cidade, era meio decepcionante, nenhuma notícia nova vinha das bocas dos civis que estavam caminhando por ali. "Talvez esteja cedo demais!" Não tinha muito tempo que havia entregado os documentos para Hany, até tudo ser impresso e divulgado demandaria bastante tempo.

- Espero que não tenha sido enganada! Soltava para mim mesma, enquanto agitava minhas caldas impacientemente.

Mas aquilo não estava ao meu alcance, agora tinha de me concentrar no que estaria por vir. Ao chegar no quartel via que o número de agentes era bem menor do que quando eu havia saído, os marinheiros continuavam andando tranquilamente pelo local. "Aparentemente a diretora não perdeu tempo em movimentar as forças locais para conter os revolucionários!" Meu olhar afiado nos corredores não se surpreendia com a quantidade de pessoas andando pelo local.

Antes que pudéssemos seguir viagem para Kano, tinha de saber o que me esperava, e quem melhor para me mostrar do que uma agente vinda de lá. Sem dificuldades encontrei com a ruiva, que atendia meu pedido pelas informações sobre a ilha. "Entendo…" Nosso destino era um lugar populoso, e com uma extensão gigantesca, encontrar nossos inimigos ficaria difícil, precisamos de total apoio da agência que está na ilha além do próprio governo local para poder executar nossa operação.

- Então esse é o nome do meu principal alvo! Falava ao escutar o nome do jovem revolucionário, não me importava se ele era o mais jovem da história ou os caralho a quatro, como uma boa raposa atrás de sua presa seria implacável.

- O calor da ilha pode vir a ser um problema, terei de bolar uma boa estratégia para lidar com tudo isso, espero ter ajuda desses figurões… Falava olhando de relance pensando nos líderes da ilha. - Bom se não cooperarem, sei muito bem fazer com que o façam! Lambia meu lábio após minha fala.

- Espero encontrar você na embarcação, seus conhecimentos vão ser muito úteis lá! Assim movimentava minhas caudas e em seguida seguia em direção ao dormitório, no qual me deitava para enfim descansar.

Após a bela noite de sono, me levantava me espreguiçando, animada por finalmente minha transferência, com um alvo deveras delicioso pela frente. Me levantava lambendo os lábios e balançando as caudas rapidamente, seguia quase como instintivamente para me arrumar, pegando minhas coisas.

A passagem temporária por aquele quartel tinha sido bem tranquila, principalmente as missões efetuadas deram em algo bem maior, que certamente poderá mudar o destino daquele mar.

Caminhei pelos corredores do quartel pela última vez, não esperava ter de reunir a equipe que iria me acompanhar até kano. “Provavelmente todos já devem estar indo ao porto!” Olhava pelos cantos para ver se encontrava algum conhecido, mas independente disso, seguia em direção ao porto no qual estaria a embarcação.
Caminhando pelas ruas da cidade, prestaria atenção à minha volta, esperava que aquela altura, o submundo tivesse feito sua parte do acordo, era o tempo suficiente para as novas notícias vagarem. “Quanto mais tempo demorar para a visão do governo sair, mais ficará difícil de conter os possíveis danos dessa situação!” Vagava em meus pensamentos enquanto caminhava pelas ruas da cidade.

Não demorava e logo estava diante do porto, um sorriso automático começava a tomar forma em meu rosto, encarar a grande embarcação que era a Inquisidora, mostrando todo o poderio que o governo tinha. - Os revolucionários de Kano estão com os dias contados! Balançava minhas caudas em excitação.

Caminhando na direção da embarcação via o grupo que me acompanhará nas missões que serão executadas em Kano, e isso me deixava satisfeita, mostrava que eles eram comprometidos. “Talvez apenas eu e Hany seriamos o suficiente para lidar com essa situação!” Pensava quando virava meu rosto procurando pela pequena tubarão.

Mais a frente conseguia ver a pequena se aproximando, calmamente me aproximava da mesma seguindo em sua direção, um sorriso ainda em meu rosto. - Animada para finalmente conhecer o mundo? Abria meus braços com um brilho em meus olhos.

- Sei que vamos primeiramente a trabalho, mas logo mais você vai poder conhecer ilhas incríveis e comidas maravilhosas! levava a mão até a cabeça da garota dando pequenas palmadas na mesma.

-Vamos, não é muito usual civis frequentarem um inquisidor, mas enquanto estiver comigo, vai ficar tranquila! Assim fazia sinal para que ela me seguisse, logo então seguia em direção a embarcação.

Assim que adentrasse, levaria a garota até a sala de refeições, começar a viagem com um bom café da manhã seria interessante. Assim que estivéssemos no local me sentaria na mesa que estivesse vazia, pediria por uma xicara de café amargo, para poder despertar o dia. - Fique a vontade pode pedir! falaria dando um sorriso para a garota, assim que ela pedisse colocaria ambos os cotovelos na mesa e apoiaria minha cabeça em minhas mãos.

- Me dia Hany, como foi o trabalho de levar aquele pacote importante? Dava uma breve pausa para escutar as falas da pequena. - Animada para oque iremos fazer em Kano? Provavelmente a mesma não saberia muito oque seria feito naquela ilha e aquele era o momento para poder ter uma conversa interessante, para que assim eu pudesse bolar um plano de ação na ilha.



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Última edição por Kenshin em Sex Mar 25, 2022 9:19 am, editado 1 vez(es)

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Capitulo I: Cuidado com a meia noite! - Página 5 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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A caminhada até o Cassino foi breve, chegando no meio de uma conversa de Loki com alguma outra pessoa pelo den den mushi. "Só coisa importante." Riu ao entrar na sala, sendo muito bem recebida pelo homem que a ajudava tanto. Todo o carinho que recebia dele fazia o coração dela se aquecer, era muito estranho isso acontecer, principalmente com sua mãe morta, que era a única com capacidade para fazer tal sensação surgir em Hany. – Foi a melhor forma de te pagar por me acolher. – dizia baixando a cabeça, deixando suas bochechas levemente coradas. – Mesmo eu sendo... Diferente. Você me aceitou aqui, nessa família. E... Bem, sei que sou meio estranha, mas foi divertido trabalhar aqui... Pro Loki. – o clima da conversa a fazia lembrar muito de sua mãe, mais do que gostaria, principalmente no que parecia ser a despedida deles. – Não gosto de receber algo por fora, isso já é suficiente... Sinto que preciso resolver a dívida sozinha, sem grande ajuda. Esse dinheiro aqui já ajuda muito, fico muito feliz que tudo deu certo comigo do seu lado. – o envelope ia parar na maleta, largando-a no chão brevemente, escutando bem tudo que precisava ser dito sobre o submundo no geral. Uma grande ajuda, principalmente com a pequena garota-peixe já tendo completo muitos serviços.

Kano? Agatha? Então a viagem realmente ia acontecer. Hany até acreditava nela, só não sabia que seria prum serviço. "É uma aliança mesmo." Era como se ela fosse a garantia que a aliança continuaria, um ajudando o outro até não terem mais nada que precisem alcançar. "Sou tipo a garantia." O número de Loki terminava num bolso do vestido, guardando este com cuidado, pois era a única forma de falar com seu chefe no futuro. – Já ouvi falar, acho que é de lá que meu povo veio. Mamãe contava algumas histórias sobre aquele mar, parecia divertido. – um mar perigoso, cheio de coisas novas a se encontrar, além de ser onde os fortes dominavam. – Vou ligar sempre! Gosto da sua voz, acho que vou sentir falta de entrar aqui, ver o pessoal do cassino... É, não pensei que minha partida ia ser tão rápida. – a pequena falava aquilo com um tom levemente triste, resolvendo se aproximar do homem mais um pouco para o abraçar, dando até um beijo no rosto dele. – Tenta descansar bem, vou tentar resolver todas as coisas e quando der, te ligo pra te atualizar sobre tudo. – suas últimas palavras terminavam enquanto ela corria para fora da sala, seguindo finalmente até a casa onde passaria o resto do dia.

Em casa, Hany simplesmente cuidou de ajeitar toda a bagunça que havia deixado nos últimos dias, limpando o ambiente também. Assim que terminou toda a arrumação ela partiu ao banheiro, largando as roupas de lado para conseguir se lavar completamente. Com um banho rápido, apenas para se refrescar, fez a pequena terminar em sua cama, terminando de preparar sua mochila com as roupas, dinheiro, armas e tudo que era importante. O sono a pegou bem rápido quando relaxou por completo. Um pijama e o colchão a aqueceu pela noite, ficando daquela forma até o dia seguinte. – Shaaa... – se espreguiçando e balançando na cama foi a forma que a garota-tubarão despertou, partindo ao banheiro quase que de imediato para lavar o rosto, escovar os dentes muito bem e finalmente voltar ao quarto, vestindo-se com sua habitual roupa de tubarão, ao menos uma das versões que não se destruiu com o uso descuidado dela. – A muchila ta pronta. – não tinha nenhuma comida por lá, somente algum dinheiro, roupas extras e outros itens importantes como o número de Loki e uma foto de sua mãe. – As outras, vou deixar... Devo voltar algum dia aqui, é melhor não esvaziar tudo. – a casa já não tinha muitos alimentos, Hany pegou a última maçã que tinha por lá, olhou a geladeira vazia e partiu da casa, após a trancar, junto da mochila, maleta, armas e toda sua empolgação para a viagem.

O porto, ela já tinha ido lá, voltar pro lugar não seria um problema, eu acho. – Não ta com uma cara boa. – comentava sobre o céu, subindo o capuz rapidamente e levava a maçã até a boca, destruindo-a em poucas mordidas. Por não saber o tipo de coias que ia encontrar no porto, Hany colocou suas luvas de batalha e deste ponto em diante não parou mais a caminhada. "Vai ser uma viagem massa, tenho certeza! Será que a Agatha me deixa nadar no meio do caminho? Shaa, é pedir muito. Tamo indo pra um serviço, ia ser complicado parar no meio do caminho só prum mergulho." Os pensamentos fizeram a pequena não notar a raposa de cara, só percebendo que já chegara no porto e estava próxima dela quando escutou sua voz. – Ah! Bem, hmmm... Abandonar o Loki é complicado, tô triste de sair de casa, mas tão feliz de ter essa oportunidade que não me vejo recusando. – Hany não recusaria nem se ela soubesse que só a morte lhe aguardava após nadar para longe de casa, explorar o mundo sempre foi um sonho, não ia ser um pequeno problema como morrer que a impediria de ao menos tentar. – Resolvemos os problemas e depois curtimos o tempo de folga, vai ser tranquilo. – o carinho a fazia corar e rir de leve, acompanhando a raposa até o barco sem se importar com o fato dela ser uma simples civil.

Ter a oportunidade de fazer o pedido do que comeria numa viagem a deixava muito surpresa, era até estranho não ter ouvido falar de algo assim, talvez só os ricos tenham esse privilégio. – Quero um copo de leite com chocolate, quente se der... E, um sanduíche! O maior e mais recheado que tiver. – a vontade dela era obviamente pedir um banquete, comer muita carne, arroz, massas e tudo que tinha direito, mas era sua primeira viagem de barco e os problemas que seu estomago cheio poderia dar causaria problemas se a navegação não fosse assim tão tranquila. – Foi perfeito, o lugar era meio agitado, acho que a maioria dos adultos trabalha assim. Eu poderia trabalhar lá um dia, quando me cansar dessa vida corrida. O pessoal ficou bem feliz com os documentos, isso deve ajudar com a fama deles. – falava de forma bem animada, ficando extremamente feliz só de lembrar do quão interessante foi explorar aquele lugar e o quão bem tratada foi. – Kano... Não conheço direito, li pouco sobre ilhas, nem sei como vamos trabalhar lá... Tô pronta pro que vier, não precisa se preocupar. – sem muita pressa Hany deixou a maleta e a mochila do seu lado, retirando até as luvas de combate por se sentir bem segura do lado de Agatha. – Posso até trocar de roupa, se precisar. – vestir-se de tubarão, deixando a cauda de fora chamava tanta atenção que só dificultaria o serviço.

O plano seria da raposa, não tinha como a garota-tubarão pensar em algo brilhante de uma hora para outra, ela sempre agiu de forma simples, montando algo básico em sua mente e seguir no improviso daquele ponto em diante. Só de tentar imaginar algo já a fazia mostrar uma expressão confusa e levemente irritada, quase que forçando sua mão esquerda até a boca, mordendo os dedos e vários pontos da mão com uma força a mais. Felizmente os dentes de tubarão estavam escondidos, pois ela facilmente se machucaria novamente sem notar.

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Objetivos, talvez, não sei: