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Capitulo I: Cuidado com a meia noite! Sab Dez 11, 2021 9:47 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Agente Agatha Harkness. A qual não possui narrador definido.

Capitulo I: Cuidado com a meia noite! - Página 2 Bcd0c81e7f7f9f4619725e28c935288e

Kenshin
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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

Para um lugar que até alguns segundos atrás estava tão animado quando um velório, as pessoas que tinham chegado ao local davam verdadeiramente a alma ao lugar. O barulho era tanto que não tinha oque se preocupar com pessoas escutando nossa conversa, mas aquilo não me preocupava, a conversa seguia de forma tão tranquila e natural que me fazia lembrar de uma época um pouco mais simples. “Ela me lembra a Sasha!” Pensava enquanto sorria com o comentário sobre a comida, a garota tinha tamanha simplicidade que me fazia me sentir muito confortável perto da mesma.

- Nem eu vejo muitos Minks nessa ilha, não que isso seja ruim… Falava olhando de relance para as pessoas festejando, balançava uma das minhas caldas para que acariciasse minha mão direita. - Não são muito diferentes do restante do mundo, vivemos em uma sociedade que sofre tanto de preconceito, tritões, meio tritões e minks, e acabamos por sermos abandonados por nossos semelhantes! Levando o copo com a última golada da bebida que estava tomando. - Pensa assim, ao menos sua mãe encarou o mundo para cuidar de você! Já os meus pais… Interrompia minha fala, apesar de gostar da garota era muita informação para ser jogada assim.

Assim o assunto seguia de forma tranquila, sabia que quase tudo naquela ilha tinha dedo do submundo, então era difícil não presumir que os tais trabalhos ditos pela garota poderiam vir de tal “lugar”. “Ainda mais se tratando do cassino!” Pensava colocando o copo em cima da mesa, a garota não aprecia ser uma ameaça, não como o submundo do crime era apresentado para mim, talvez a mesma esteja apenas se fazendo? Difícil identificar, a simplicidade da garota fazia meus instintos ficarem um pouco mais embaralhados. - Terminei sim! Respondia colocando o dinheiro da bebida em cima da mesa. - Vamos caminhar! Respondia a pergunta da garota sobre a gente ir para um lugar  mais calmo.

- Você parece ter se encontrado bem no trabalho que encontrou! Respondia assim que saia do estabelecimento, dava um sorriso a garota, era meio difícil de pensar que alguém com a idade dela já podia estar com dívidas. “Porem depende do tipo de dívida!” Pensava ao passar a mão direita pelos meus cabelos, existiam tantos tipos de dívidas, mas pelo que a garota falou era realmente monetário.

Caminharia lado a lado da pequena Hanny escutando a pergunta que a mesma tinha a fazer, bom era algo que já esperava visto que o assunto estava ali. - Ah! Soltava levando a mão esquerda até o queixo, enquanto olhava para o céu pensando no que exatamente responderia para a garota.

- Trabalho para o governo! Bom não via problema em ser direta, a final o governo tinha tantos braços por ai que eu poderia ser apenas uma simples analista. - Muito obrigada, mas assim como você eu tenho uma dívida… Bom não posso sair do meu trabalho! Falaria enquanto caminharia suavemente, caso estivéssemos passando por alguma ponte, pararia colocando minha mão em cima do parapeito da mesma. - Mas sinto que não será a primeira e única vez que iremos nos encontrar Hahaha! Dava uma breve gargalhada, me virando para a pequena tubarão.

- Você me lembra um pouco minha irmã! Levava a minha mão direita até a cabeça da garota e em seguida a acariciando, dando um grande sorriso para a garota. - Vamos nos encontrar novamente, isso eu tenho certeza, antes de sair dessa ilha irei te procurar, mesmo não trabalhando juntas, vamos fazer uma viagem, conheço um lugar no qual vai adorar as comidas HAHAHAH MAMA MAMA! Com a gargalhada afastava minha mão.

- Bom, tenho de ir, tenho negócios a tratar, até mais pequena predadora! Com uma piscada do olho direito me viraria e assim seguiria para de volta ao Quartel da marinha com o intuito de encontrar os demais agentes.




Histórico:

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Capitulo I: Cuidado com a meia noite! - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Trio do Caos



Kenshin e Ryoma

A conversa entre as duas existências ocorreu de certa forma tranquila, por mais incômodo que o barulho fosse, não chegava a atrapalhar de fato a interação entre as duas. A pequena Hany falou um pouco do seu trabalho, de maneira um pouco receosa, escondendo os detalhes da coisa, mas para alguém tão astuta quanto a selvagem, aquilo não era problema. As entrelinhas foram lidas por Harkness, que logo entendeu que se tratava do submundo e sabia o quão abrangente era aquela veia pulsante em Sirarossa, sendo por sua vez, direta em suas respostas. A saída da dupla da taberna se deu tranquilamente, vendo que mais e mais pessoas entraram no lugar, ao ponto do atendente nem mesmo ter tempo ou nem sequer se lembrou, se cobrar a bebida tomada pela Agente.

A rua estava como sempre, um movimento significativo acontecia por ali, pessoas circulavam de um canto ao outro, carregando sacolas com compras e afins. A pequena ponte encontrada foi local escolhido para separação da dupla, mas claro, Agatha por sua vez deixou claro que obrigaria o destino a entrelaçar aquelas duas figuras de raças exóticas novamente, ainda mais vendo o reflexo de Sasha nos trejeitos do pequeno tubarão. A selvagem partiu em direção ao quartel general da marinha, visando encontrar com o restante dos membros da missão de hoje a noite, algo notável também – para as duas – era a passagem de tempo, que aconteceu organicamente, mas ainda era dia em Sirarossa.

A garota marítima permaneceu por ali, vendo a selvagem se afastar gradativamente e sumir em meio às pessoas que transitavam pela região, para onde ela iria? Voltaria até Loki em busca de mais trabalho? Talvez fosse comer novamente em algum outro lugar? Já Aghata não demorou mais que alguns minutos para retornar ao quartel principal da marinha na Ilha, uma espécie de mansão reestruturada para atender os requisitos mínimos do lugar. Uma dupla de marinheiros estavam apostos logo na entrada principal, fazendo a segurança do lugar e não barraram a entrada da garota. O interior estava ligeiramente monótono, pelo menos a parte que se dizia respeito aos marinheiros.

Não demorou para encontrar algumas figuras conhecidas, alguns membros que fariam parte daquela missão que ocorreria em mais algumas horas – Agente Agatha! Os convites já estão aqui. – Falou Alex mostrando os pequenos envelopes amarelos em cima da mesa, todos com uma espécie de brasão cravado em sua estrutura – Foi complicado…. acabei conseguindo apenas três. – Concluiu o rapaz com um pequeno sorriso no rosto, nitidamente feliz por ter conseguido concluir com louvor aquela etapa em prol do plano da selvagem. Não demorou para que Laila surgisse carregando uma mochila de tamanho médio – Os explosivos já estão aqui também. – Falou a mulher colocando com cuidado em cima da mesa. Falando no ambiente, Harkness encontrava Alex e posteriormente Laila em uma sala de proporções confortáveis, com uma grande mesa redonda de madeira em seu centro, tendo seis cadeiras dispostas circularmente. O lugar contava com alguns armários simples, com comida e um balcão para preparo de alimentos com maior detalhamento, assim como uma geladeira e um fogão simples – Sabem do restante do pessoal? – Indagou a mulher dos explosivos puxando uma cadeira para sentar – Aqui tem explosivo o bastante para jogar tudo pro ar, teremos cerca de cinco minutos ou um pouco menos para sair do navio, isso é, se quiser que eu coloque para explodir com base no cronômetro. – Finalizou a bombinha.


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Ryoma
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When all hope bleeds out

Claro, trabalhar no submundo estava longe de ser o melhor para uma criança, mas essa era a única opção que daria dinheiro rápido e sem muito questionamento ou trabalho extremamente pesado. Caçar pessoas parecia interessante, talvez até fosse, sua mãe fez isso e se deu levemente bem. "Só teve que gastar tudo para me proteger..." O crime é mais quieto, menos perguntas e ainda ajudam se algum idiota vier a cobrar. Muitos diriam que é um caminho horrível. Talvez seja, mas ao menos ela tinha uma saída de lá sem reclamarem muito caso quisesse mudar de vida. Algo bem diferente da raposa na frente da garota-peixe. – Uuh... O governo né. É melhor não tentar sair mesmo, esse pessoal é meio biruta. – dizia isso tentando parecer a maior conhecedora do que o governo era. Mesmo a mãe dela não tinha tanto conhecimento, como diabos ela saberia? Era apenas uma ideia que tinha por ler e escutar coisas por aí, muita gente gosta e muita gente odeia, difícil saber qual das histórias é verdadeira.

Oh! Sua irmã deve ser incrível se eu lembro ela. Eu tenho um irmão, ou tinha, já não sei mais. – até para ela era uma dúvida se o irmão ainda existia, alguém que nem mesmo sua mãe falou muito, deixando bem vago onde ele estava, aparecendo bem pouco e sem nenhuma foto por aí. – Bom, sendo da minha família, deve estar vivo e mostrando seu poder por aí. – falar isso a deixava com um largo sorriso, sentindo-se feliz por lembrar a irmã de Agatha, algo assim normalmente é bom, quando os parentes te tratam bem ou algo do tipo. "Não seria ruim ter uma irmã." Parecia melhor que um irmão desaparecido, mas ainda era só uma ideia interessante que não seguiria adiante por hora. – Viagem? Comida? É claro que eu vou, nunca dispenso um rango grátis e uma viagem divertida! – o carinho era agradável, inclinando-se ao toque como se quisesse mais. – Tenho que trabalhar também, espero que o nosso encontro não demore muito, anda sendo complicado achar alguém legal pra dar umas saídas. – com um último sorriso a pequena acenava para a raposa. – Até outra hora. – os grandes olhos da pequenina observavam sua companheira de conversa desaparecer no meio de tanta gente nas ruas de Sirarossa, liberando-a para finalmente focar em outra coisa.

Ir direto ao cassino ou comer mais alguma coisa? Era uma dúvida real que não durou muito tempo, tendo sua resposta assim que colocou a mão nos bolsos e checou a quantia que ainda possuía consigo. – Shaaa... É melhor ir lá mesmo. – em passos rápidos e decididos a grandiosa garota-tubarão seguiu na direção do Cassino, onde seu chefe, Loki, provavelmente a esperava. "Com o governo trabalhando por aqui, acho melhor evitar alguns trabalhos por agora. O chefinho não me botaria numa furada, sei que ele gosta de mim." Loki a trair? Impossível, o homem era tão doce com a estranha garota vestida de tubarão. Conversar com o homem botaria qualquer dúvida no fundo do poço, ninguém escolheria ser um inimigo da pequena, o verme agressor teve um fim digno que até mesmo foi registrado por aí. "Seria uma pena, mas eu morderia ele com gosto." Pensar em morder já a fazia abrir a boca de leve, lambendo os dentes/lábios com cuidado. – Opa, como tá o movimento por aqui? – a pergunta seria direcionada à pessoa que recepcionava na entrada do cassino, ou simplesmente o primeiro funcionário que ela visse pelo caminho. – Hmm, preciso ver o chefe, nos falamos melhor outra hora. – escutando a respondendo à pessoa rapidamente, direcionando-se então para a sala nos fundos, aquela mais chamativa que tinha o nome da pessoa que distribuía os serviços, tendo também, algumas vezes, um guarda do lado de fora.

Loki tá por aqui? – a pergunta era idiota, ele sempre estava lá, mesmo quando devia descansar, mas era melhor ter uma interação com quem estivesse na porta, isso se houvesse alguém lá. – Tô atrás de um trabalho, faz uns dias que não faço nada. – direto ao ponto, aguardaria a autorização para entrar. Havia a possibilidade de a entrada estar sem ninguém, permitindo que a pequena desse duas batidas na porta, anunciando sua chegada. – É a Hany, posso entrar? – diria com entusiasmo, aguardando ansiosa o momento de abrir a porta e encontrar quem estivesse por lá. No escritório a pequena se sentaria em algum lugar, anunciando então suas intenções. – O din din tá em falta e também ando precisando de algo pra passar o tempo. Tem algum serviço que eu possa fazer? – não ter muitos conhecidos na ilha, ser uma garota-peixe e ter sido criada quase que numa prisão a fez ser solitária. Poucos amigos, poucas pessoas que gostavam de uma pequena garota que tinha partes de tubarão pelo corpo, tudo isso resultava em poucas oportunidades de saída com alguém para passar o tempo. – Andou descansando bem? – questionaria o homem sorrindo, fazendo esta pergunta apenas se a pessoa ali fosse realmente Loki que ela conhece. Com um sorriso no rosto e sentando-se de forma relaxada, Hany aguardaria alguma resposta sem parecer ligar muito no geral, puxando a manga direita das vestes pra cima deixando o braço direito a mostra.

Capitulo I: Cuidado com a meia noite! - Página 2 1V38tVP

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Última edição por Ryoma em Qui Jan 13, 2022 7:57 pm, editado 1 vez(es)
Hooligan
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Uma ótima primeira impressão que a organização passava para mim, certamente estava cercado e pessoas muito bem centradas e focadas em seus ideais, além disso minha intenções pareciam agradar os meus novos companheiros. Sem demora com meu formulário em mãos retornei à recepção onde Will havia me mandado e lá deixei o papel com todas informações ao meu respeito, que foram solicitadas. Seguindo para o próximo local, havia uma mulher responsável por me disponibilizar s equipamentos necessários para a minha empreitada. - Eu preciso apenas de um uniforme por enquanto...Agradeço! Após vestir-me em um local apropriado seguiria para fora do quartel general.

~ Aprendizado de Proficiência: Geografia ~


Conforme orientações de Will, seguiria em direção ao centro da cidade em busca do anexo onde conhecimentos teóricos eram o foco e serviço. - Vim sob ordens do Agente Will, estou procurando informações e conteúdos geográficos no geral, sabe onde eu posso encontrar? Indagaria dando um "carteirasso" em nome do meu superior. Iria de encontro ao primeiro agente que visse e em um segundo momento procuraria algum que tivesse a função de bibliotecário ou algo parecido. Gostaria que ele me designasse para o setor que que eu estaria procurando e por lá começaria a fuçar por tudo em busca de arquivos e livros que remetessem à geografias globais e específicas do nosso mundo. Por um breve período ficaria lendo e agraciando as ilustrações que contribuíssem com o meu conhecimento, é claro que ser um prodígio e lembrar de tudo que vejo facilitaria o trabalho. Ficaria pelo local até que julgasse estar pronto para dar uma aula sobre Geografia, claro que não me estenderia muito pois tinha afazeres. - Terminei por agora, volto em uma outra oportunidade. E me despediria daqueles que me acolheram.

~ Fim do Aprendizado de Proficiência: Geografia ~


Com um pouco de pressa retornaria ao quartel general do governo onde havia me alistado anteriormente, procuraria pelo Agente Will nas salas onde eu já teria conhecido e finalmente me apresentaria. - Agente Will, estou pronto para a missão que o senhor havia comentado anteriormente. Uniformizado e com a moral elevada aguardaria as instruções do homem. Ouviria atentamente tudo que ele teria para falar, não gostaria de cometer erros. Se houvesse algum memorando com informações sobre as tarefas, pegaria o mesmo e leria até decorar todas suas informações. - Estou pronto para dar continuidade, aguardo ordens. Me colocaria a disposição do agente ou de qualquer equipe ou indivíduo que fosse assumir as atividades comigo. Seguiria as ordens e orientações expressas para qualquer localização. Não tinha muita noção de como seria o trabalho, então observaria aqueles ao meu redor até que estivesse habituado com minhas novas função. Toda via se estivesse sozinho, bom, eu iria desenrolar de qualquer forma.


Histórico
Nº de Posts: 3
Ganhos: Cargo de Agente Júnior no Governo Mundial; Perícia Geografia.
Perdas: N/A

Relacionamentos: N/A

Observações: N/A


Objetivos

  • Aprender a perícia ocultismo.
  • Saber um pouco mais sobre o Poneglyph Instrucional do West Blue.







Última edição por Hooligan em Ter Jan 18, 2022 5:58 pm, editado 1 vez(es)

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Kenshin
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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

Sentia algo diferente vindo da pequena mestiça, a conversa com ela me dava uma paz interior que só atingia quando estava com Sasha. “E Pensar que encontraria alguém assim tão longe daquele lugar…” Pensava quando me despedia da pequena garota, aquele momento não podia me dar o luxo de me distrair mais, com uma grande missão vindo pela frente, tinha de retomar ao Quartel para terminar os preparativos.

“Tenho quase certeza de que ela trabalha para o submundo, mas não aparenta ser um perigo!” O fator de que ela esteja trabalhando com o provável inimigo, me deixava com um pé atrás, mas ela estaria com eles para sanar a dívida dela, não por questões mal caráter. - Ao menos eu acho…

A caminhada pela cidade seguia de forma tranquila, como de esperado as ruas estavam ligeiramente cheias. “Não vou ficar pensando nessas coisas agora, voltar ao foco da minha missão!” Pensava enquanto passava por um grupo de pessoas e assim conseguia seguir em direção ao quartel da marinha.

Como de costume o lugar estava tendo sua vigia por alguns marinheiros, passava por eles sem prestar muita atenção em quem estava com aquele turno, a final não era do meu respeito quem estava fazendo o trabalho braçal, a marinha anda mais era do que a cara publica do governo, então eles tinham de manter as aparências. Assim que adentrava um pouco mais a dentro, Alex já aparecia vindo em minha direção dando boas notícias. - Ótimo! Respondia olhando para os envelopes em cima de uma mesa.

- Não tem problema, a ideia é apenas alguns adentrarem no lugar como convidados! Respondia me aproximando da mesa, olhando para os convites, levava minha mão direita em direção a eles e encostava uma das minhas garras dando alguns toques com a mesma. - Vamos entregar um para o Leo e um para a Akagi, o terceiro deixarei guardado caso precisemos! Respondia pegando os envelopes e entregando para Alex.

Em seguida escutava a garota falar sobre os explosivos, naquele momento, caminhava lentamente pela sala me sentando em uma das cadeiras da grande mesa. - Quero que diminua a potência dos seus explosivos! Falava recostando minhas costas e colocando meu cotovelo direito no braço direito. - O intuito deles é destruir as rotas de fuga dos nossos alvos, um deles você vai plantar na sala de máquina o suficiente para fazer a embarcação parar de se mover! Com um tom bastante sério analisava a situação como um todo.

- Akagi e Leo devem estar prontos o quanto antes, eles são os primeiros a entrar em ação se infiltrando na festa, já o restante de nós precisamos estar prontos para poder seguirmos a embarcação quando estiver escuro, assim podemos nos aproximar furtivamente e assim invadir para que Laila plante as bombas! Analisava precisamente oque precisaria para concluir a missão, ainda faltavam horas para podermos iniciar.

- Para essa missão preciso aprender melhor algumas coisas! Falava me levantando olhando na direção de Alex. - Vou na ala médica, preciso aprender melhor sobre o corpo humano, para melhorar minhas técnicas de combate! Dando alguns passos em direção a saída da sala, me viraria novamente para Alex. - Bom, se não precisar mais de mim, sabem onde me encontrar! Com um sorriso no rosto, sairia indo em direção a enfermaria do quartel.

Aprendizado Proficiência: Anatomia Humana
Assim que chegasse na enfermaria procuraria por alguém que fosse capaz de me ensinar Anatomia Humana, ficaria ali o tempo necessário para poder aprender a devida proficiência, prestaria atenção em toda a teoria passada pela pessoa que iria me ensinar, e em seguida faria todas as praticas que a mesma mandasse, assim tentando dar o meu máximo para poder saber mais sobre o corpo humano.



Histórico:

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Trio do Caos



Ryoma

O encontro entre a garota-tubarão e a raposa foi algo interessante, parecia que a partir daquele momento uma bela amizade havia sido criada. Por mais que estivesse gostando da conversação, a jovem Hany tinha suas próprias coisas para lidar, isso incluía realizar mais trabalhos para Loki, o responsável por lidar pela parte burocrática do esquema no Submundo. Como citado anteriormente, Sirarossa estava bem movimentada naquele dia, o fluxo de pessoas transitando pela cidade – e também pelos rios, em barcos – e durante todo caminho Hany notou essa elevada presença de outros seres vivos, em sua maioria humanos comuns. Não houve muita demora para que chegasse no local indicado, tendo a certeza que Loki estaria por lá, pelo visto a pequena conhece bem o seu chefe – Está sim, lá dentro. – Falou a atendente de cabelos cor de fogo.

A porta na área de dentro estava fechada, afinal, segurança é algo prezado entre os membros do submundo. As batidas na porta fizeram o som metálico ecoar e logo uma pequena figura abriu a pequena “portinha”, localizada ao centro daquela densa porta. Uma figura ranzinza observou a pequena garota por alguns segundos e em seguida abriu a porta, deixando passagem livre para garota, mostrando um ambiente ligeiramente diferente, já que agora aquela porta não dava diretamente ao escritório de Loki. Um pequeno corredor – com seguranças – foi o caminho cortado pela menina até dar de cara com outra porta feita de metal, entretanto, essa estava entreaberta e a figura de Chefia estava sentado na cadeira no interior do lugar. Ao entrar, Hany pode ver Loki debruçado em seus próprios braços, rodeado por uma papelada que parecia não ter fim – Ah... Oi pequena. – Falou o homem ao perceber a presença da garota.

O escritório contava com uma grande mesa de madeira e duas estantes em ambas as paredes, parecia ser de tamanho relativamente menor do conhecido por Hany, mas ainda sim tinha um certo conforto. Após sentar-se em um pequeno banco acolchoado, a garota logo falou os motivos que a levaram até ali, resumindo aos de sempre, já que era uma amante de dinheiro. Ao olhar diretamente para ela, a garota pode perceber o olhar fundo nos olhos do homem, as duas manchas pretas estavam que estavam embaixo dos mesmos, indicavam que ele não dormia há muito tempo – Pouco descanso e muito trabalho como sempre, ainda mais depois que tentaram me matar. – Disse o homem tranquilamente enquanto tentava organizar todo o papel em sua mesa – Antes que fique preocupada, saiba que estou bem. Como viu agora tenho uma maior segurança aqui, acredito que não irá se repetir. – Continuou a figura deixando todos os papéis em ordem.

Ele respirou fundo enquanto parecia pensar em algo, provavelmente nas palavras de Hany sobre algum serviço para ser feito – Bom, tenho alguns... – Falou folheando os papéis – Esse não, esse também não... – E essas frases se repetiram pro um tempo, enquanto ele levava o tempo necessário para buscar algo interessante para Hany. Por fim, colocou todos os papéis na mesa e deslizou suas mãos pelo rosto, Loki estava nitidamente exausto – Tenho um estabelecimento não muito longe daqui, onde uso para lavar parte do dinheiro sujo. O gerente de lá está um pouco receoso sobre algumas ameaças que acabou recebendo, pode cuidar disso pra mim? Pelo visto mais pessoas estão querendo por as asinhas para fora, preciso mostrar quem manda nessa área. – Bradou o homem com certa determinação em suas palavras, mesmo que o cansaço atrapalhasse e muito qualquer confiança passada por ele – O nome do restaurante é Guia Michelin, um dos mais famosos aqui de Sirarossa, imagino que conheça. Você irá falar diretamente com o Cheff Joaquim, ele já está avisado que mandaria alguém para resolver tudo. Ele irá lhe passar todos os detalhes. – Finalizou o homem – Alguma dúvida? – Perguntou.


Kenshin

A raposa deixou suas questões relacionadas a pequena Hany para outra hora, afinal, precisa focar na missão que aconteceria naquela noite. Como a líder da operação, passou alguns detalhes para seus companheiros naquele momento, deixando a garota um pouco triste, já que ela nitidamente estava esperando um “Kabum” maior – Certo… – Falou um pouco sem jeito, puxando os itens até ela e olhando de todos os lados possíveis, enquanto escutava com atenção as palavras de Harkness – Isso não vai ser difícil, só preciso tirar um pouco do explosivo. – Deixou escapar enquanto analisava os objetos em sua mão, provavelmente já estava traçando todos os passos que seriam feitos em sua mente.

Agatha também sinalizava a Alex sobre alguns pontos relacionados aos convites, deixando claro para ele todo o procedimento que seria realizado – Entendi, irei procurá-los para ver se está tudo certo. – Falou o homem mantendo-se atento a cada palavra dita pela selvagem. Por fim, uma das protagonistas dessa história se despediu rapidamente da dupla presente, dizendo onde estaria e partindo em seguida em direção a enfermaria. O lugar estava relativamente vazio, talvez fosse o horário ou o restante dos marinheiros/agentes estivessem resolvendo suas próprias missões, a questão é, o caminho até a enfermaria estava bem calmo, assim como o próprio ambiente. Uma figura feminina de longos cabelos pretos e aparência cansada parecia está organizando alguns itens típicos do lugar, preenchendo as gavetas com materiais necessários para qualquer tipo de situação naquele setor.

A princípio ela observou a raposa esperando ver do que se tratava sua presença, sendo logo abordada pela mesma em busca de conhecimentos relacionados a anatomia humana. Por mais cansada que estivesse, parecia ser o tipo de pessoa que não sabia dizer não, partindo logo para finalmente e ensinando a selvagem tudo o que sabia sobre Anatomia e suas peculiaridades. Para infelicidade da agente, não existia nenhuma pessoa que pudesse ser utilizada como cobaia ali, mas, a morena não deixou que isso transformasse a aula em algo chato, usando outras abordagens para que o ensinamento pudesse ser passado com maestria. Harkness praticou a teoria, mas também realizou tarefas práticas em bonecos voltados ao ensino, passando uma quantidade considerável de tempo naquele ambiente.

O tempo passou tão rápido ao ponto da tonalidade alaranjada tomar conta do céu, indicando que a noite estava próxima, assim como a missão da selvagem. Alex estava na porta do lugar, aguardando o término do aprendizado para poder falar algumas coisas – Leo e Akagi estão pronto, separei um pequeno bote para irmos até o navio também, acredito que esteja tudo pronto até chegarmos lá. – Falou o homem com respeito e também convicção que tudo daria certo – Laila reduziu a potência dos explosivos também, não teremos problemas com nenhuma eventualidade. – Completou o rapaz – Vamos agora ou esperamos escurecer mais? – Indagou o homem, mostrando para Harkness que ainda tinha tempo até a noite realmente chegar.


Hooligan

A figura masculina protagonista dessa história caminhava pelas ruas movimentadas de Sirarossa, dentre o amontoado de pessoas trafegando por ali, uma pequena figura de vestes estranhas – Ryoma – chamou a atenção do rapaz por alguns segundos, no entanto, sumiu em meio ao número considerável de pessoas vagando por ali. Não demorou mais que alguns minutos para que chegasse no local indicado por Will, metendo logo de cara uma puta duma carteirada na recepcionista que só estava tentando fazer o seu trabalho – Certo... Por ali. – Falou a garota um pouco sem jeito, dada a chegada brusca do homem.

Pelos corredores do lugar ele caminho seguindo a indicação da mulher, chegando até a área designada aos livros relacionados a geografia e outros conhecimentos do mesmo segmento. Permaneceu ali por um tempo, realizando a leitura e também o aprendizado do tema que estava lendo. O tempo passou ligeiramente e era nítido que o sol havia ficado mais fraco, parecia ser meados da tarde em Sirarossa. Sem mais delongas o homem partiu com a mesma educação que chegou ali, criando uma má primeira impressão. Por fim, percorreu todo caminho até o Quartel general novamente, retornando até o Agente Will e se colocando para realizar a missão comentada anteriormente – Certo... um momento. – Falou o homem pegando alguns papéis em sua mesa – Preciso que você investigue um estabelecimento, ele está ligado diretamente com alguns criminosos e tem dado dor de cabeça as for,as da lei. – Disse em um tom amigável – O lugar é uma casa de jogos de azar, mas em cima parece ser uma simples conveniência. Então seu papel é observar a entrada e saída de pessoas para ver se nossas fontes realmente estão corretas, enfim, você precisa me dar a certeza que no subterrâneo daquele lugar, o crime acontece. – Completou o homem – Provavelmente irei mandar outra pessoa até você com mais informações ou outras ordens, seu nome é Agente Steven. – Concluiu o homem voltando sua atenção aos documentos em cima da mesa.


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- Até que não esquecer de nada do que eu já vi é uma bela vantagem... Nada de loucura, apenas um questionamento pessoal que me faria após sair daquele local silencioso. Sem demora me desloquei até a sala do Agente Will onde fui designado para a minha primeira missão. O homem e seu arquivo me deram orientações simples para executar, vigiar um casa de jogos clandestina e confirmar a sua existência, visto que ela está vinculada a práticas criminosas. - Certo! Posso dar uma olhada nessas informações? Questionaria o meu superior. Se ele aceitasse, por poucos minutos visualizaria as informações contidas no caso, seria um erro e um risco desnecessário levar os papéis sendo que eu poderia memoriza tudo. Do contrário apenas pediria a localização do estabelecimento e então partiria à sua procura.

Favorecido pela inteligência do Governo, partiria em direção ao estabelecimento, mas antes disso daria uma rápida passada pelo vestiário. Lá trocaria minhas vestes e colocaria as minhas roupas de civil, com o intuito de não chamar a atenção já que estaria de campana e deveria ser o mais discreto possível. Após isso caminharia tranquilamente até o local indicado, fazendo de tudo para me misturar com a população que ainda circularia pelas ruas e vielas no fim de tarde. O andar calmo e lento seria justificado pelo planejamento de um plano, não tinha muita ideia do que fazer e estar tranquilo e com tempo poderia ser o suficiente para que um gatilho fosse ativado.

Ao me aproximar da conveniência, ficaria a espreita e em busca de algum comercio local, algum onde eu pudesse me sentar e tivesse um campo de visão limpo para a porta de entrada. Outra boa característica mas não fundamental para a escolha, seria a movimentação de outros indivíduos no local, pois a intenção era de me perder no meio dos civis. Se eu percebesse que não haveria um local seguro para observar, direcionaria minha atenção para locais mais escuros, camuflados ou com obstáculos que dificultassem a visualização, como becos e ruas sem saída.

Após estar coberto e abrigado minha atenção se voltaria para o foco principal da missão, observar. Armazenaria cada rosto que conseguisse visualizar para que em alguma outra oportunidade eu pudesse comparar com alguma lista de suspeitos ou criminosos em liberdade. Procuraria lembrar de características que se destacasse, como cicatrizes, penteados e até mesmo suas vestes e equipamentos, se alguém entrasse lá portando alguma arma já seria um grande indício de que coisas estranhas estariam acontecendo. Todavia permaneceria de tocaia até que o outro agente que Will mencionou, aparecesse. - Por acaso tem mais algum informação para dar continuidade no caso? Diria assim que o suposto Steven aparecesse. Aguardaria suas instruções e ajudaria ele a prosseguir.


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Objetivos

  • Aprender a perícia ocultismo.
  • Saber um pouco mais sobre o Poneglyph Instrucional do West Blue.






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Ryoma
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A segurança do cassino evoluiu bastante em poucos dias. Hany nunca parou para pensar no quão fácil foi encontrar a pessoa no comando, muito menos o quão exposta ficava sem guardas todos os dias cuidando de cada entrada importante. "Mudar assim do nada." A primeira porta não deu no escritório, mas ao menos a confirmação dele estar lá a deixava tranquila. "A voz, que nada tenha acontecido com a voz!" Perder uma voz daquelas acabaria sendo o maior problema. O encontro foi bem direto. Como sempre ele estava com muito trabalho a ser feito, mas isso não a deixou irritada, apenas incomodada que uma só pessoa tinha que lidar com tantos problemas. – Imaginei... – saber que mesmo após avisos Loki ainda trabalhava mais do que devia era triste, isso o levaria a morte algum dia. Pensar nisso a deixou realmente focada, quase esquecendo da última parte dita por seu chefe. – Pera um pouco... Matar? – a preocupação na voz era evidente, mas o problema estava realmente na raiva que a pequena começava a mostrar em sua expressão. – Tentarem já é um grande problema. – não estar lá, ter tirado alguns dias de descanso para se recuperar da última missão a irritava. Não era o trabalho dela proteger Loki, ele tinha outras pessoas para isso, mas Hany não gostava quando coisas desse tipo ocorriam enquanto ela estava fazendo algo inútil, longe do problema.

O braço direito acabou sendo um alvo óbvio quando ela começou a se irritar com tudo. Morder ajuda na maioria das situações, aquela acabou sendo mais uma em que morder algo acalmaria, deixando de lado esse problema que já havia sido resolvido como Loki disse. Foi assim que os dentes dela encontraram o braço, trazendo ele para perto da boca, cravando os dentes um pouco abaixo do ombro. "Merda." A dor e o sangue que desceu com isso a alertou do problema. Hany, em momento algum, trocou os dentes de tubarão pelos de humano e por conta disso a dor e o dano acabou se tornando um pouco maior que o normal. Muito mais pela raiva que a fez morder com força do que qualquer outra coisa. Machucar-se com mordidas sempre foi normal, ainda mais quando se faz sem notar. – Shaaa... – como já estava ali a garota-tubarão apenas aproveitou o sangue e o sabor da carne, retirando os dentes cuidadosamente para ver qual era a situação. Conhecimentos médicos? Esquece. A pequena analisaria pela quantidade de sangue que estava saindo para determinar se precisava fazer algo, seja pressionar com a outra mão ou apenas deixar como estava, voltando a manga da roupa para o lugar como se nada tivesse acontecido. – Acontece. – comentaria, olhando pela sala pra ver se encontrava algo com uso para uma bandagem improvisada, até mesmo deixando Loki ajudar já que a experiência servia em momentos assim.

A língua da pequena permaneceria em ação, lambendo os lábios e o sangue sempre que preciso. Quando esse pequeno problema fosse resolvido, passaria então para os problemas reais: O serviço. – Bom, me vejo como a pessoa perfeita pra mandar um recado. – a chance de fazer algo mais animado finalmente surgiu, era realmente a hora de brilhar. – Nah, só isso basta. O Cheff vai me dizer o resto mesmo. – toda a empolgação de voltar a trabalhar era mostrada muito bem na voz e feição da garota-peixe. Seu objetivo era claro, mais ainda agora que descobriu sobre a tentativa de fazerem algo com Loki. Isso não pode e não vai continuar assim. – Ah! Só uma coisa. – com velocidade a pequena saltou do assento, dando a volta na mesa para chegar bem ao lado do chefe. – Temos algum problema com o governo mundial? – tentava dizer baixinho apenas para ele, até mesmo ficando nas pontas dos pés. A pergunta surgiu de uma curiosidade dela, mas se fosse questionada sobre, Hany apenas responderia. – É que eu encontrei uma agente num bar faz pouco tempo. Fiquei na dúvida se temos problemas com eles ou não. – terminava sorrindo, simplesmente feliz por estar ali. A despedida dela seria um beijo no rosto de Loki, até mesmo pulando se fosse preciso, saindo correndo da sala logo em seguida. – Voltarei com mais um sucesso, pode ficar tranquilo! – convicta do sucesso, abriria a porta, seguindo rumo ao lado de fora do cassino para se localizar melhor.

Diferente do que seu chefe pensava, era impossível a garota ter qualquer noção de onde aquele restaurante ficava. Moradores normais da ilha provavelmente sabiam, mas ela não era normal. Com isso em mente, uma busca com olhos e ouvidos bem atentos os passos dela seriam tomados por toda a ilha se preciso, caçando exatamente onde tinha que ir, além de questionar civis pelo caminho se não fosse tão problemático, os parando com um toque no braço ou puxando a camisa/blusa de leve. – Opa, perdão te parar assim... É que eu to meio perdida, ahn... Sabe me dizer onde fica o Guia Mic... Michael? Não sei. É um restaurante famoso, eu acho. – nomes, sempre um problema gravar coisas complicadas assim escutando apenas uma vez.

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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

As demais instruções da missão tinham sido passadas ao Alex, tudo precisava ocorrer como o plano, os nobres daquela ilha precisavam entender que o governo não perdoaria tamanha falta de respeito, nem que para isso tenhamos que matar metade deles para que entendam o quão sério é brincar com o governo.

Com as coisas encaminhadas, me restava continuar com os preparativos da missão, queria angariar mais conhecimentos, lutar sabendo onde bater podia vir a ser algo bastante útil. “Fazendo a pressão correta, posso desmoronar até um gigante!” Pensava fechando o punho direito e olhando para o mesmo.

A caminhada pelos corredores do quartel general era tranquila como sempre, era muito difícil aquela cidade ter um dia movimentado para a marinha. “Talvez a maioria aqui receba propina para não fazer nada contra os criminosos!” A ilha de fato era muito corrupta, eram poucas as pessoas que daria para confiar ali, e ser enviada para ela, seria claramente para fazer sua limpeza.

“Sei que sou forte, mas não sei se sou o suficiente para poder fazer tudo sozinha!” A ideia de que para poder limpar a cidade precisar de ajuda de pessoas que provavelmente poderiam atrapalhar a missão deixava um certo embrulho em meu estômago.

A enfermaria do prédio não estava diferente do restante do lugar, só havia uma pessoa no lugar, uma mulher de cabelos longos e negros que estava arrumando algumas coisas, atenta a fisionomia da mesma, era nítido que ela estava exausta. “Talvez ela não trabalhe apenas aqui!” Pensava enquanto me aproximava suavemente da mesma.

Estava ali para ser o mais direta possível, não tinha tanto tempo assim, para ficar papeando com as pessoas, assim que estava bem próxima a mulher, pedia para que a mesma me ensinasse Anatomia humana. Apesar de parecer estar bastante exausta, a mulher se prontificava a me ajudar, assim eu passava boa parte do meu tempo aprendendo todos os conceitos e praticas referentes ao assunto.

- Acho que isso é mais do que suficiente! Falava ao terminar os estudos, olhava em direção a janela da enfermaria, onde via o céu ficar alaranjado, arqueava a sobrancelha direita, o tempo tinha passado muito rápido, e logo logo estaria no horário de ir para a missão.

“Será que ainda dá tempo de aprender mais algo?” Pensava me afastando das mesas que estava indo em direção a janela, a festa não deveria demorar muito para começar, bom ao menos os convidados chegarem a embarcação. Me aproximando da janela colocaria minhas mãos no parapeito e logo dava um pequeno suspiro, mas antes que eu pudesse decidir oque fazer, percebia que Alex estava no local.

- Me desculpa, estava meio longe em meus pensamentos! Falava me virando, enquanto minhas caldas balançavam em volta do meu corpo, em seguida dava alguns passos em direção ao agente escutando oque ele tinha para falar.

Um pequeno sorriso confiante podia ser visto em meu rosto, já que tudo estava caminhando para dar certo, mas pelo horário que nos encontramos, era cedo de mais para a segunda equipe se aproximar do local da missão. “Talvez um pouco mais tarde, e de para eu estudar um pouco mais!” Pensava levando minha mão direita até o queixo e acariciando enquanto pensava.

- Ainda está muito cedo, a iluminação do céu mesmo que pouca pode acabar por nos revelar, e assim a missão ir por água a baixo! Dava alguns passos em direção a um dos balcões que tinha no local, escorava meu braço esquerdo, no lugar enquanto minhas garras batiam em sua superfície. - Envie Leo e Akagi, eles são “convidados”, e não podem perder a embarcação, quando tiver mais escuro, sairemos utilizando as capas que arranjei, assim vamos usar a embarcação que você conseguiu para nos aproximar e invadir o lugar quando estiverem em auto mar, para que não consigam escapar! Arrastando minhas garras quando finalizava a explicação, seguia calmamente em direção a Alex. - Enquanto isso, estudarei mais um pouco, assim estarei 100% preparada! Assim me viraria indo em direção a garota que tinha me ajudado.

- Queria aprender um pouco sobre farmácia, poderia me ajudar? Perguntaria esperando uma resposta positiva.

Aprendizado Proficiência: Farmácia

Caso a mesma se prontificasse a me ajudar, ficaria ali o tempo necessário para poder aprender a devida proficiência, prestaria atenção em toda a teoria passada pela pessoa que iria me ensinar, e em seguida faria todas as praticas que a mesma mandasse, assim tentando dar o meu máximo para poder produzir medicamentos eficientes, mas caso ela não pudesse me ajudar, procuraria alguem dentro do quartel que pudesse me passar os devidos conhecimentos.



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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Trio do Caos



Ryoma

A garota foi pega de surpresa com tamanhas alterações na estrutura do lugar, mostrando o quão fácil a vida se tornava com a quantidade de dinheiro necessária para isso. A segurança estava ligeiramente melhor, mas talvez fosse mais inteligente ter mudado de endereço ao invés de apenas reforçar o mesmo ponto, de qualquer forma, Loki parecia gostar da sua “base de operações” atual. A pequena ficou mais aliviada ao ver que seu chefe estava bem, no entanto, ainda sim a preocupação tomou conta do seu corpo e ela precisava mastigar alguma coisa, fazendo do seu próprio braço o alvo do seu desejo – Ei! Não faça isso. – Falou Loki ao ver a cena – Não pode ficar se mordendo dessa forma, procure outra pessoa ou outra coisa para morder. – Continuou o homem se aproximando com velocidade da pequena garotinha que saboreava o gosto do seu próprio sangue.

A figura de chefia no ambiente lidou com aquele problema, realizando o cuidado simples daqueles que ferimentos que não necessitavam de pontos ou nada do tipo, já que Loki interviu com velocidade naquele ato da garota-tubarão. A missão foi passada pelo homem e aceita pela pequena sem mais delongas, que pareceu até feliz tendo um motivo para extravasar os sentimentos que dominavam o seu interior – Com o Governo? Bom, atualmente não estou envolvido com nada que possa me jogar na cadeia, então não, só não podem e nem precisam saber muito sobre o que fazemos por aqui. – Disse o rapaz voltando para sua cadeira – Por que? – Questionou enquanto se sentava – Acho que está tranquilo, o Governo não tem interesse em peixes pequenos. – Concluiu o homem

Por fim, a garota partiu em direção ao seu destino, caminhando pelas ruas de Sirarossa enquanto tentava se localizar. Bom, pelo jeito ela teria dificuldades em encontrar o lugar, mas não desistia facilmente, passando algum tempo caminhando enquanto observava com atenção todo o ambiente. Para sua sorte, o estabelecimento não ficava muito longe do seu ponto de partida! Uma grande estrutura com dois andares e um terraço grande e sem muitas janelas, o que proporcionava uma visão invejável de toda a Ilha. A arquitetura do lugar era refinada, mostrando que só aqueles com alto poder aquisitivo poderiam frequentar o lugar. A segurança bem falha para a proporção do ambiente, já que contava apenas com dois seguranças na entrada principal e um em cada extremidade do estabelecimento, algo realmente muito simples para o nível do lugar. Por fim, uma placa bem detalhada e com alguns entalhes estava na fachada do lugar, indicando que realmente era o Guia Michelin.

Caso resolvesse e/ou conseguisse entrar no lugar sem muitos problemas, veria que o lugar estava relativamente cheio, mas que ainda contava com algumas mesas vagas e também espaço no balcão. A estrutura inferior era bem semelhante a essa, sendo bem “chique” e era notável que todos os garçons e funcionários usavam uniformes padronizados, sendo majoritariamente brancos. Claro, para ela entrar seria necessário passar pelos seguranças que estavam na porta, que aparentemente pediam o documento de identificação de cada um deles. Nas proximidades da entrada central, um homem pequeno gordo e com uma cara enfezada estava conversando com alguns clientes, sua vestimenta indicava que ele era um Cheff de Cozinha. Enfim, quais seriam as próximas ações da garota?


Kenshin

O aprendizado da raposa aconteceu com tranquilidade, tendo uma passagem de tempo necessária para tal, que até surpreendeu a agente, ao ser pega vendo o céu alaranjado. De qualquer forma, sabia que ainda tinha tempo hábil para permanecer ali com tranquilidade, afinal o começo da festa levaria algum tempo e ainda era necessário que todos os convidados chegassem ali, ou seja, tudo estava no eixo. A ideia de aprender mais algumas coisas surgiu em sua mente logo após ter certeza que teria tempo para isso, ao que parecia, Harkness estava planejando algumas coisas para o futuro e aqueles ensinamentos provavelmente fossem cruciais para tais projetos.

Alex chegou com algumas informações importantes e logo foi respondido pela figura no comando daquela missão – Certo, farei isso! – Respondeu o homem com rapidez – Com licença! – Concluiu o homem saindo do lugar em passos rápidos. A raposa então voltou sua atenção para garota que lhe ensinou algumas coisas momentos atrás, buscando por novos conhecimentos, dessa vez relacionados a farmácia – Claro! Vamos lá. – Respondeu a mulher começando o ensinamento da maneira mais didática possível, seguindo o padrão de ensino realizado momentos atrás. O tempo passou de maneira gradativa enquanto a dupla estava imersa no aprendizado, passando todas as informações que o assunto abrangia.

A noite já havia dominado o céu naquele e o aprendizado tinha sido finalizado – Ufa! Finalmente acabou, o tempo passou muito rápido em? – Falou a garota de maneira relaxada – Qualquer coisa estou a disposição, mas só amanhã agora. – Concluiu com um sorriso no rosto – Com licença, estou atrasada, meu cachorro deve tá morrendo de fome. – Concluiu a menina pegando alguma bolsa marrom e um casaco, saindo do lugar dando um “tchauzinho” para Harkness. A lua cheia brilhava no céu com intensidade, iluminando toda a extensão de Sirarossa com facilidade. Antes mesmo que pudesse sair do ambiente, uma figura com uniforme do governo, sendo este claramente alguém de patente menor que a protagonista dessa história – Senhora Harkness! Algumas pessoas estão te esperando lá na frente. – Falou o homem batendo continência logo em seguida.

Caso a garota fosse até lá, teria a visão de um grupo formado por cerca de dez pessoas, todas trajadas com vestes que visivelmente revelavam quem eles eram, isto é, para alguém que conhecia a organização. O Conven estava ali em busca da selvagem, uma figura ligeiramente maior estava alguns passos à frente dos demais, carregando uma caixa vermelha e bem ornamentada – Um presente da Condessa... – Falou a figura. Um pequeno envelope preto estava logo em cima da caixa. O item foi entregue à raposa, assim como uma pequena chave dourada que era necessária para abrir e revelar o conteúdo. O pequeno envelope ao seu aberto revelou ser uma pequena carta que aparentava ter sido escrita diretamente por Val, já que seu nome estava assinado logo após o texto.

Texto da Carta:

O conteúdo no interior da caixa se mostrou ser um par de braceletes com um cristal vermelho em cada uma delas, certamente era um item de extremo valor entregue pela Condessa a sua pupila. Por fim, Alex estava por ali, aparentemente esperando a líder da missão para finalmente começá-la.


Hooligan

O Agente estava pronto para sua primeira missão, que consistia em investigar um determinado estabelecimento. O pedido para checar as informações foram aceitas pelo superior, que entregou em mãos a papelada que foi lida pelo homem. Além das informações, algumas fotos foram vistas em meio aos textos: Denver, Bob, Kinko, Durant. Esses homens pareciam ser os cabeças da organização ou pelo menos aqueles que estavam à frente de tudo. Os documentos contavam algumas informações básicas, como nomes e a ficha criminal dos envolvidos, mas se tornou um acervo importante para que o homem pudesse concluir o seu objetivo sem muitos problemas. Enfim, não demorou para que Tor Rold armazenasse toda a informação em sua mente, partindo pelos corredores vazios do quartel general e trocando de vestimenta rapidamente, afinal, ele não podia ser reconhecido.

Partiu em passos leves e tranquilos em direção ao seu objetivo, se misturando com os transeuntes que vagavam por ali, observando toda a região fétida de Sirarossa. O estabelecimento era bem simples, se tratava de um pequeno prédio com marcas visíveis do tempo em sua arquitetura; a grande janela de vidro mostrava alguns itens básicos vendidos no lugar, assim era possível ver um vendedor de cabelos grisalhos e barba rala. Aquele bairro em questão não ficava tão longe assim do QG, sendo um lugar simplório com algumas vendas ao ar livre e em suma repleto de outros estabelecimentos distintos, como lojas de roupas, outros mercados, bares e restaurantes. O agente buscou por algum estabelecimento que pudesse ser útil para sua investigação, no entanto, não conseguiu encontrar um lugar vago que lhe proporcionasse uma boa visão do seu alvo.

Sem muitas opções, ficou escondido na esquina de uma das vielas que ligavam aquela rua às outras, um lugar com uma visão direta do estabelecimento e que não o deixava completamente exposto. O tempo passou gradativamente e a circulação de pessoas aumentou aos poucos naquela rua, os bares e restaurantes foram enchendo e a música/festejos tomou conta do ambiente, o que de certa forma facilitou a vida de Tor. Não demorou para que algumas figuras vistas nos documentos aparecessem por ali, entrando no estabelecimento como quem não queriam nada, porém, não saíram de lá até o momento atual. O terceiro homem que o documento informava apareceu por ali também, ficando algum tempo conversando com outras figuras de aparência suspeita logo na frente do estabelecimento, entrando em seguida.

Nada aconteceu depois disso, alguma pessoas entraram e saíram do lugar carregando pequenas sacolas com suas respectivas compras, enquanto aquele trio de malfeitores continuaram no interior do lugar – E ai. – Uma voz fina alcançou os ouvidos do Agente, o homem em questão estava com roupas leves, uma espécie de casaco e calça de moletom – O Durant está na rua de trás com alguns homens aparentemente armados. – Falou o Agente do Governo enviado pelo superior – Estive atrás dele o dia todo, acredito que alguma disputa aconteceu entre eles. – Continuou a figura – Você conseguiu colher alguma informação por aqui? Pelo jeito a merda vai feder... o que faremos? Observamos apenas? Tentamos capturar alguém antes que ele chegue para fornecer algumas informações? Ou deixa tudo rolar sem intervir? – Concluiu o rapaz.


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Um humano se preocupar tanto com ela foi comovente. O olhar que a pequena dava enquanto Loki tratava de cuidar do problema mostrou-se levemente triste, tendo até um pouco de estranheza sobre os motivos dele se comportar daquela forma. "Estranho... Lembra a mamãe." Morder outras coisas acabava sendo sempre mais divertido e saboroso, mas naquela situação não existia outra coisa que ela gostaria de morder e que não sofreria como a pequena sofreu. – Eu nunca te machucaria. – falava com seriedade, mantendo o olhar no rosto do homem, como se fosse impossível fazer algo assim com ele naquela situação. É claro que Hany adoraria o morder, mas não com aquele sentimento ruim, não com esses dentes e muito menos enquanto Loki estivesse tão cansado. – Desculpa... – observar o quão bem cuidada fora a deixou ainda mais incomodada por fazer aquilo na frente dele. Usar seu próprio braço para descontar raiva? Que menina burra! Conversar depois daquilo acabou sendo bem natural, tendo suas respostas sobre algumas coisas, além de dar outras ao homem, sabendo que informações assim precisavam passar por ele para não termos problemas futuros. – Peixes pequenos?! – ser considerada algo pequeno até por ele, era triste, bem triste. Como se estivesse derrotada e não pudesse nem mesmo responder aquilo, ela saiu sem dizer mais nada.

Encontrar o tal restaurante tinha cara de ser problema. Hany provavelmente passou por ele em algum momento de sua vida, mas lembrar-se disso era a dificuldade. Como não existia nada melhor do que explorar até encontrar o local, ela começou sua busca sem se preocupar demais com o tempo que isso levaria. O lugar foi logo encontrado, mostrando-se bem bonito e próximo do cassino. "Não devo bancar nem um palito desse lugar." Comer num lugar desses deve ser irado e muito caro. Felizmente o serviço estava para começar e refeição não faltaria depois disso, seja pelo pagamento ou simplesmente os tais problemas. – Shaahahark... – ria só de olhar para a placa do Guia Michelin. Com a existência de dois seguranças na entrada a passagem parecia bloqueada, ao menos para meros seres humanos. – Opa, como vão? – comentava já acenando e parando na frente dos seguranças. – Me mandaram aqui pra resolver um problema, algo sobre ameaças. Posso ver o Cheff? – falava com um sorriso confiante, até mesmo esfregando o nariz com os dedos da mão esquerda, tentando parecer realmente poderosa. Ninguém normal acreditaria numa criança daquelas, mas a loucura as vezes pode realmente ser de grande ajuda, ainda mais na situação que esse restaurante estava.

Hany aguardaria sem se mover muito até ter sua entrada autorizada, caminhando para o interior do local da forma mais relaxada possível, parecendo mais fofa do que qualquer outra coisa. E se entrar fosse um grande problema por ela não ter ideia do que eles estavam pedindo, sua outra ideia seria ir diretamente até um cheff de cozinha que estava na região, imaginando que talvez ele pudesse a ajudar com o pequeno problema dos seguranças. – Ehrm... Gor-Cheff! – bradava enquanto corria na direção dele. – Me mandaram pra ajudar, você é o Joaquim? – como não era certeza que ele era a pessoa com quem devia conversar, Hany apenas diria isso e aguardaria, imaginando que aquele homem talvez pudesse a levar para dentro e de lá as coisas teriam um desenvolvimento mais rápido. Quando finalmente estivesse lá dentro ou ao menos o cheff a acompanhasse por aí, Hany começaria a falar mais baixo e pedir os demais detalhes do serviço. – Loki me disse que tu tinha as info corretas, os detalhes. Me deixe por dentro de tudo, vou tomar uma atitude assim que souber melhor. – a certeza de que o problema não era tão grande assim acabava passando na voz, como se a pequena garota-tubarão já tivesse até mesmo resolvido tudo em sua cabeça, restava apenas ir lá e dar uma surra em quem estivesse fazendo bagunça por aí nas propriedades do grande Loki.

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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

Com as instruções acatadas por Alex, isso me deixava bastante livre para poder continuar a estudar, o estudo na área da farmácia possibilitaria um novo campo de atuação ou até de aplicação em conjunto da toxicologia. "Mesmo assim preciso de mais!" Os conhecimentos que iam se interligando me deixavam cada vez mais curiosa, sentia que precisava de outros para poder conhecer melhor o corpo, não só o meu, mas como o de todos os seres vivos.

"Nunca se sabe o que poderá ser meu próximo inimigo!" Os pensamentos vinham enquanto a mulher explicava todo o conceito de farmácia. - A diferença entre o remédio é um veneno, nada mais é do que a dosagem! Soltava absorvendo os conhecimentos que a mulher tinha para me passar.

O tempo ia passando, olhava novamente para a janela, rapidamente arregalava os olhos, o tempo tinha corrido de fato. - Já está na hora! Soltava vendo o céu negro que estampava a vista da janela. Dava alguns passos em direção a mesma enquanto batia com o dedo indicador direito em minha perna.

- Creio que terminamos por aqui! Falava enquanto observava o lado de fora da sala pela janela. - Não tenho tempo para continuar aqui! Me viraria em direção a mulher, e em seguida dava um sorriso sincero a mesma. - Obrigada por ter me ajudado, pode ter certeza de que mais a frente aparecerei para aprender mais! A mulher então pegava sua bolsa e saia correndo para seus afazeres civis.

- Haaaaa! Soltava me espreguiçando, levantando os braços para cima esticando o meu corpo. - Está na hora de matar alguns almofadinhas! Um sorriso sádico aparecia em meu rosto, faíscas podiam ser vistas saindo de meus olhos, estava verdadeiramente excitada.

Com isso em mente, começava a me dirigir para fora da enfermaria, precisava encontrar os demais para que assim a missão pudesse dar início oficialmente, mas antes eu conseguisse chegar próximo a porta, um agente aparece chamando pelo meu nome. Arqueando uma das minhas sobrancelhas, interrompia minha caminhada observando o rapaz. - Hmmm? Soltava olhando fixamente para o mesmo.

Colocando minha mão direita em minha cintura, escutava que havia pessoas me esperando, aparentemente queriam tratar de algum assunto comigo. - Mas logo agora!? Soltava ríspida e direta, a missão estava para começar e não tinha tempo de resolver pepinos, seja la qual for o problema. - Haarrf Me levem até eles! Soltava revirando os olhos.

Caminhava a passos um pouco mais largos até o local em que tal grupo estava, e sem demora chegávamos ao lado de fora do quartel., havia vários homens e mulheres com ternos, claramente agentes do governo, mas não eram agentes comuns. - Parece que o Coven veio em peso! Soltava ao me aproximar, analisava o grupo, o terno típico do governo com um pequeno diferencial, o símbolo do grupo em sua lapela.

“Oque eles querem? Ainda não terminei o trabalho aqui!” Pensava enquanto um dos membros mais corpulentos se aproximava segurando uma caixa ornamentada, sabia oque aquilo poderia significar, um artefato místico do coven estava guardado ali.

- Faz sentido toda essa proteção, mas por que isso está aqui? Questionava ao pegar a carta que estava em cima da caixa. - Muito obrigada! Falava pegando a caixa das mãos do homem, olhava atentamente para ela, querendo saber oque a condessa queria com isso.

- Logo mais ligarei para a Condessa agradecendo, além do mais, tenho outros assuntos agora! Falava dando as costas para o grupo, e seguindo para o interior do quartel. “Qual motivo um artefato do coven ser entregue aqui nos blues!” Pensava olhando para a caixa na minha mão.

Precisava chegar em um lugar pouco mais reservado, procuraria por alguma sala vazia dentro do quartel, assim que encontrasse alguma, fecharia a porta assim que adentrasse, no local, colocaria a caixa em cima de alguma superfície, para que assim pudesse ler a carta que a Condessa tinha enviado, talvez nela teria alguma instrução do que fazer com aquele artefato.

Pegando a carta abriria logo lendo. - Entendo… Soltava ao ler cada palavra que vinha naquela carta, a história por trás do artefato que se encontrava naquela caixa, minhas caldas se moviam de forma curiosa a cada palavra que continha naquele papel, minha cabeça enchia de perguntas. “Seria esse o real motivo da condessa ter me adotado?” Era a principal duvida que vinha a minha cabeça, tinha nascido na lua sangrenta, seria eu a tal prole do Deus antigo? Duvidava muito, mas se aquele artefato na minha frente realmente é uma arma, não era eu que recusaria.

- Essa carta gera mais dúvida do que respostas, espero que você não me enxergue apenas como uma arma a ser apontada aos seus inimigos! Falava guardando a carta em meu bolso, em seguida com a mão direita pegava a chave abrindo a caixa, e assim vendo os braceletes que eram descritos no conto, eram artefatos realmente bonitos, que sem dúvida chamavam a atenção. - O coven sempre teve bom gosto para os artefatos! Falava enquanto pegava um dos braceletes.

- Se sou a herdeira desse artefato vamos testar! Falava colocando o bracelete que estava em minha mão, no braço direito, gostava da aparência que eles tinham, levantava meu braço olhando calmamente cada detalhe tentando ver a dita arma, quando fechava meu punho escutava um mecanismo acionando e logo o bracelete mostrando sua verdadeira forma, um bracelete negro com um olho vermelho nas costas da mão. - É isso vai ser muito útil hoje! Tinha gostado bastante do presente, desde que tinha entrado no coven esperava pelo meu artefato, e parece que encontraram um perfeito para mim.

- Bom, não tenho mais tempo para poder ficar gastando aqui! Soltava quando acionava o mecanismo para retrair a manopla de volta nos braceletes, ver aquilo acontecer me deixava bastante excitada, imaginava o banho de sangue que aquelas manoplas me proporcionariam.

Pegaria a caixa e sairia da sala, em seguida procuraria por Alex, caminharia calmamente até o mesmo. - Onde estão os demais para a missão? Questionaria colocando a caixa em um lugar seguro. - Deixarei essa urna com você, depois da missão eu pego! Assim escutaria oque o mesmo tinha a falar, caso ele dissesse que estava tudo certo para o inicio da missão, pegaria minha capa colocando o capuz, entregaria a capa dos demais, e assim seguiria furtivamente para o local indicado pelo Alex assim podendo bolar os próximos passos da missão.



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Capitulo I: Cuidado com a meia noite! - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Trio do Caos



Ryoma

Hany foi até os armários que faziam a segurança do lugar, pedindo para liberarem sua entrada já que ela estava ali para resolver o problema – Uma criança? Isso é algum tipo de piada? Saía, estamos sem tempo para brincadeira. – Falou um dos homens sem dar muita atenção a menina, voltando seu olhar para os clientes que estava querendo entrar – Pode passar, tenha um bom apetite. – Disse o outro com um sorriso no rosto, liberando o espaço do casal. Pelo jeito entrar daquela forma não seria possível, no entanto, um pequeno burburinho rapidamente se formou na entrada do restaurante, com algumas pessoas comentando e direcionando olhares desconfortáveis em direção a garota-tubarão. Não demorou para que o Cheff viesse em passos rápidos e pesados em direção a porta da entrada – O que está acontecendo aqui? – Perguntou o homem aos seguranças, olhando em seguida para garota – Quem é essa criança? Ainda não está na hora das sobras minha querida, venha mais tarde. – Completou o homem.

Claro, sua opinião sobre a mulher-peixe logo mudou ao ouvir suas palavras – Ajudar...? Meu Deus! Sim! Sim! Por favor, venha. – A postura do gordão mudou rapidamente, abrindo espaço entre os seguranças e pedindo para que a pequena o acompanhasse – Não imaginei que fossem mandar alguém tão pequeno! Mas Loki é alguém confiável, tenho certeza que se ele lhe mandou, é porque você tem capacidade para fazer o necessário. – Comentou o rapaz enquanto cortava o salão do restaurante, indo para lateral do pequeno palco onde uma banda estava iniciando o seu show. O corredor era pequeno e escuro, mas cabia ao corpulento Cheff que logo abriu uma porta de madeira maciça, revelando um pequeno escritório bem semelhante ao de Loki, porém, muito mais “chique” – Então, ele não te contou nada né? Certo, vamos lá então. – Continuou o gordola – Você conhece os Mallonne? Enfim, é um pequeno grupo que está tentando dominar parte de Sirarossa, eles são ousados! Ontem mesmo vieram aqui pedindo um “valor” pela segurança, mas eu já pago o necessário para isso. Eu quero que você os destrua! Ou espere aqui até eles chegarem, mas não sei se vão chegar causando hoje aqui de novo ou não. Eles são fortes, tem certeza que você sozinha consegue? – Perguntou o homem visivelmente preocupado.

Ele parou por alguns instantes para ouvir as palavras de Hany – Ah! Espere. Deixa eu te falar um pouco mais sobre eles... – Abriu uma das gavetas da mesa, tirando um pequeno saco de jujubas – São três pessoas, Bob, Tob e Pob. Eles são irmãos pelo que pude ver, mas falo isso unicamente por conta da aparência deles. Eles tem alguns capangas e normalmente ficam em um barzinho com nome de “BTP” logo ali no porto, é um dos seus negócios, pelo que soube eles roubaram de um outro morador. – Concluiu o homem que permaneceu aguardando as palavras da garota.


Kenshin

A raposa não entendeu muito bem a motivação daquele sedex em plena Sirarossa, porém, ao ler a carta conseguiu entender toda a relação que a envolvia... talvez fosse esse o motivo de ser ajudada no passado? Era ela vista apenas como uma arma? Essas perguntas não tinham respostas, pelo menos não por agora. Sem demora encontrou uma pequena e simplória sala de reunião vazia, fazendo o teste do seu novo armamento e vendo cada detalhe do seu mecanismo, se mostrando algo realmente discreto e útil para uma Agente. Sim, agora tudo estava pronto e a missão estava prestes a começar, já que a lua estava brilhando no céu e provavelmente a festa já estava acontecendo.

Harkness partiu em busca de Alex, o encontrando sem muita dificuldade, já que ele aparentava está esperando pela sua superior - Tudo está pronto, estão vindo para cá nesse exato momento. - Falou Alex e todo o decorrer das ações foram realizavam sem o mínimo de trabalho, até mesmo colocar a caixa em um lugar seguro e longe dos olhos dos curiosos. Não demorou muito para que todo o grupo chegasse até ali, recebendo as capas compradas pela raposa anteriormente - Então finalmente vai começar... - Deixou escapar Alex enquanto colocava o manto para proteger seu corpo e não revelar sua identidade com clareza. O grupo então partiu de maneira furtiva, como agentes do governo eles sabiam como se mover pelas sombras, aproveitando as estruturas de Sirarossa para evitar os olhares de terceiros.

Não demorou para que eles chegassem até a costa de Sirarossa, tendo um pequeno barco disponível para levá-los até o objetivo alvo, um grande navio que visivelmente estava em festa. Nenhum ser vivo estava por ali ou pelo mar, alguns navios estavam atracados logo próximo ao porto, que não ficava muito longe dali, sendo visível – mesmo que seja com dificuldade, pela distância – para os membros do grupo. Quando todos estivessem no barco, Alex faria o trabalho braçal de remar até o navio alvo, com a cautela necessária para não chamar atenção, afinal, tinha toda uma segurança no interior da embarcação. Não demorou muito para que chegassem na lateral do navio, tendo uma pequena corda jogada até o nível do mar, pelo jeito os companheiros infiltrados tinham feito o seu trabalho - Quem vai primeiro? - Perguntou Alex olhando para os companheiros que estavam por ali.

O navio era um grande Galés que normalmente é usado para transporte, mas pelo jeito a nobreza tinha mexido seus pauzinhos para usar em uma das suas festas. Caso subissem, veriam que no convés não existiam muitas pessoas, apenas um homem que aparentava ser um dos seguranças logo na proa do navio e o outro na outra extremidade, olhando para o mar enquanto debruçavam seus corpos no próprio navio. A festa realmente acontecia no andar inferior, o som estava vindo de lá e pelo jeito tinha até banda, rico é uma porra mesmo, não é? No momento inicial eles estavam tranquilos, a entrada para os andares inferiores estava relativamente próxima, cerca de seis metros da posição atual – quando subissem –. Ao que aparentava a vigilância não ia demorar, já que era possível ouvir a voz de um dos homens – EI ARTHUR! TUDO CERTO POR AÍ? – Gritou o homem enquanto virava lentamente na direção do seu aliado, o que colocaria Harkness e seu grupo na visão do mesmo.


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Hora das sobras? Era engraçado pensarem que a pequena garota-tubarão estava ali por meras sobras, mesmo que estivesse vestida até que bem e não tinha se sujado muito até então. "Gente rica, nunca vou entender." Como um passe de mágica a atitude principalmente do cheff mudou ao saber que ela era a ajuda esperada, ao menos assim as coisas ficariam mais calmas e ninguém poderia questionar a presença dela, nem mesmo os humanos. – Pequena não! Sou do tamanho ideal para uma pessoa com tanto poder e sim, resolverei o problema assim como Loki pediu. – não existia pessoa melhor para um serviço sem informações, ainda mais dado pelo chefe da voz bonita. Acompanhando o gordo, Hany movimentou-se sem qualquer preocupação com os clientes ou os funcionários, simplesmente mantendo o olhar atento durante os passos. – Nadinha. – ela imaginou que acabou sendo pelos problemas recentes no cassino, mas resolveu não falar nada. A sala dele provou-se bem chique, daquele jeito que dá vontade de roubar tudo só por esbanjarem tanta riqueza por aí.

Mallo... Não, nunca ouvi falar. – tantos nomes, coisa complicada de gravar, ainda mais quando eram tão estranhos e longos. Hany não conseguia parar de sorrir, ficando mais e mais interessada naquele serviço. – Sou perfeita pro trabalho, pode relaxar. Sumir com gente atrevida assim é fácil. – a pequena até mesmo ria baixinho, lambendo os lábios só de pensar na próxima refeição a esperando. – Saber quem é ajuda, fala aí. – a descrição que Joaquim dava dos irmãos era simples, deixando a garota ao menos saber onde eles ficavam, simplificando a caminhada que faria após sair do restaurante. – Ahn... Como esse é um lugar que o chefinho me falou pra ajudar, não quero começar uma briga muito perto, destruir algo aqui ia acabar me dando problemas. – coçando o queixo e olhando para o lado ela continuou a falar. – Vou atrás do bar deles mesmo, acredito que a galera por aqui não gosta muito da minha presença. – terminava de falar balançando a cauda e sorrindo. – Se eu não voltar aqui, alguma outra pessoa vai te atualizar... Pelo tipo do serviço, não devo terminar muito limpa. – só de pensar em quanto sangue deixaria por aí fez os olhos dela brilharem em vermelho de leve. Com as informações pegas e se mais nada fosse dito pelo Cheff, Hany seguiria para fora do local de forma rápida rumando ao porto.

BTP, o bar tinha um nome esquisito, igual os irmãos. A localização não era exata, mesmo sabendo ser perto do porto, Hany não perderia muito tempo se o encontrar fosse chato. – Opa, como vai? – chegaria na primeira pessoa que conseguisse encontrar no porto. – Me falaram que tem um bar chamado BTP por aqui, saberia me dizer onde fica? – diria de forma suave, como uma simples criança em busca de informações. Com a localização confirmada, seguir até lá era a ideia. Com uma noção boa do que faria, colocando o capuz sobre a cabeça, ela esperava entrar no bar sem muitos problemas, sentando-se então numa cadeira qualquer, colocando ambos os pés sobre alguma das mesas próximas e as mãos nos bolsos do casaco, deixando a maleta no chão, ao lado da cadeira. – Olá! Estou procurando umas pessoas chamadas Bob, Tob e Pob, alguém pode me ajudar? – bradaria, permanecendo de cabeça baixa com os olhos procurando vascular todo o local em que estava. Os atacar logo de cara? Sim, fazia muito sentido, ainda mais se estivessem sozinhos no bar, mas se esse não fosse o caso existia uma pequena chance dos clientes os ajudarem. "Posso só matar todo mundo, sem testemunhas, sem prisão." Os pensamentos a faziam recuar dos impulsos, permanecendo quieta e atenta até ter alguma resposta visual dos alvos.

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Capitulo I: Cuidado com a meia noite!

Ter recebido aquela relíquia tinha vindo na hora certa, a missão demandava força e habilidade, e tinha confiança que os dos critérios eu tinha de sobra. “Se eles tiverem no mínimo alguns daqueles tipos de guarda-costas…” Era a questão principal que vinha em minha cabeça, não tinha sido a muito tempo que havia lutado contra um guarda costas estranho, com uma habilidade notória.

“Consigo lidar com eles tranquilamente, mas os outros…!” Depender de outras pessoas para uma determinada missão nunca foi algo que me agradava, agir sozinha me dava a certeza de que a missão estaria totalmente em meu controle, mas sabia reconhecer que as vezes era necessário.

- Sim finalmente vamos partir! Respondia para Alex, entregava para todos os mantos negros que ajudariam em nossa movimentação. - Tentem não serem vistos enquanto estivermos pela cidade! Concluía enquanto amarrava o meu manto branco em minhas costas, em seguida passava as minhas garras pelos cabelos, arrumando eles para trás, e assim levantando o capuz com ambas as mãos. - Lembre-se a missão é eliminar o máximo de nobres possível! O olhar sanguinário podia ser visto em meu rosto, agora que a missão dava início oficialmente meu semblante frio tomava conta, para que pudesse analisar de forma bastante usual.

Assim que saia do quartel sentia o frio da cidade batendo em meu rosto enquanto corríamos pelas ruas, usávamos por rotas menos usadas por pessoas comuns para que assim não fossemos seguidos ou coisa do tipo. Mas mesmo usando de caminhos mais seguros, minha desconfiança era das grandes, sempre ficando atenta aos meus sentidos, para identificar as pessoas que poderiam estar nos seguindo, a final cautela nunca era demais.

- O caminho foi tranquilo! Falava assim que me aproximava da costa da ilha, logo mais a frente conseguia ver nosso alvo se afastando, um pequeno sorriso de canto de rosto surgia. A embarcação que Alex tinha separado para nós estava logo mais a frente, algo simples e discreto como esperava. - Temos de seguir, antes que o navio fique cada vez mais distante e dificulte nossa chegada! Falava sem muita cerimonias adentrando na pequena embarcação e logo me sentando.

Não demorava para que começássemos a nos mover em direção ao nosso alvo, a embarcação ficava cada vez maior com o passar do tempo, sentia a empolgação começar a preencher meu corpo, lambia meus lábios, minhas garras batiam suavemente no encosto do barco. - Todos sabem seus afazeres certo? Perguntava ainda olhando fixamente para a embarcação que se aproximava. - Pelo tempo que eles estão em festa, já devem estar começando a ficar embriagados! O conhecimento em toxicologia, podia me dar uma boa noção de como estariam nossos alvos.

Chegando na lateral do navio, encontrávamos uma corda posicionada, a equipe de infiltração tinha conseguido fazer uma de suas partes. - Ótimo, assim que as bombas explodirem é o sinal para começar o ataque! Falava me levantando indo em direção a corda. - Espero que todos tenham entendido os seus devidos papeis! Com um olhar severo, observava cada uma das pessoas na pequena embarcação.

Assim, subia pela corda para que pudesse chegar no convés a festa estava acontecendo na parte interna da embarcação, como esperava alguns guardas espalhados pelo convés, e um deles estava prestes a nos ver oque poderia ser um grande problema se fossemos descobertos tão rápido assim.

Esperava que a pessoa que estivesse subindo logo atrás de mim percebesse oque estava acontecendo, se não o ataque teria de começar antes do esperado. “Vai ter de ser o primeiro!” Pensava enquanto forçava minhas pernas contra o convés para assim pegar um impulso em direção o guarda que revelaria minha posição, tentaria ser a mais furtiva possível para não chamar tanta atenção.

Assim que tivesse bem próxima, com a mão direita, esticaria meus dedos para que ficassem retilíneos juntaria uma quantidade de energia suficiente para permitir que minhas garras ficassem o mais afiadas possível, e em um movimento limpo na horizontal da esquerda para a direita tentaria cortar a garganta do mesmo, para que assim ele não gritasse por ajuda e ao mesmo tempo o eliminando.

Caso ele percebesse e tentasse me atacar, pularia dando uma cambalhota na direção da parede mais próxima, em seguida usando a mesma de apoio saltaria na direção do inimigo, visando tentar o mesmo golpe. Depois olharia em volta para saber como estava o cenário para que assim pudesse tomar alguma decisão.

Exemplificação do golpe:


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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022