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Kenshin
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Capítulo III - O Começo Depois do Fim Sex Dez 03, 2021 10:33 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo III - O Começo Depois do Fim

Aqui ocorrerá a aventura do Civil Takeshi Isamune. A qual não possui narrador definido.

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Capítulo III - O Começo Depois do Fim - Página 2 J09J2lK

Koji
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@Koji escreveu:

O começo depois do fim - 05
13:00 / Toroa



Adentrando de cabeça em um combate pouco provável, a falta de possibilidade do mesmo influenciava em sua conclusão: Takeshi, após um movimento arriscado e descuido de sua parte, entrava nos momentos finais de sua vida. Talvez tivesse visto um filme de sua trajetória até o momento, ou apenas levado todo o cenário como uma consequência de sua vida dupla; o fato é que estivera em uma situação de quase morte, sendo salvo apenas por um tiro certeiro de sua dupla, Frogg. Certo de que o destino trabalha de maneiras estranhas - ou apenas incompreensíveis para nós -, se limitava a agradecer a garota, que retornava o gesto com um aceno de cabeça.

Apesar da felicidade de ter um coração batendo dentro de sua caixa torácica, a alegria de pobre dura pouco. Sua costela havia sido fraturada novamente, revelando sua fragilidade perigosa em situações de perigo. Embora a dor não fosse tanta, certamente viria a ser uma grande bola de neve se não fosse tratada logo. Outro fato que o assustava vinha à tona, com a possibilidade de Rikimaru ou Jinjo terem trocado informações sobre si mesmo em algum dado momento, o que o forçaria a tirar a vida de ambos os homens. Tal decisão, apesar de grandiosa, se passava como apenas um aspecto do dia-a-dia para Takeshi, que havia se acostumado com a morte e seu odor.

Pedindo então para que Frogg se afastasse daquele local, a mesma o fazia relutantemente, um tanto preocupada com a sanidade de seu colega. Suas pequenas costas se viravam enquanto seu corpo rumava para a porta enferrujada de anteriormente, enquanto o rapaz inspecionava a manopla de metal que havia lhe causado um esfolamento um tanto quanto dolorido. Levantando o braço d’O Algoz, a primeira coisa que podia perceber era seu peso, composto quase inteiramente por músculos densos e bem firmados. De qualquer forma, focava no item, especialmente, a lâmina para que pudesse lhe cortar as cabeças.

Embora fosse um item de extrema utilidade, sua utilização se mostrava um tanto quanto simples. Era presa ao braço com uma união de um poderoso velcro com um cinto e uma argola metálica onde este era preso. Desfivelando o cinto e abrindo aquele duro velcro, “desapertava” as manoplas douradas da mão do homem, podendo retirá-las de maneira que não lhe trazia esforço algum. A partir daí, era uma carnificina total. Utilizando seus conhecimentos com as lâminas, era capaz de produzir cortes finos, poderosos e com certa classe, decapitando cada um dos corpos inconscientes como se fossem meros bonecos de pano.

Com seu serviço pronto, chegava próxima à hora de ir embora. Porém, sua curiosidade e talvez necessidade falava mais alto ao procurar, dentre os cadáveres, seus itens ou qualquer coisa de valor que pudesse encontrar, não perdoando sequer os itens hospitalares jogados ao lado do homem enfermo que havia covardemente derrotado. Um bisturi, uma grande tesoura, agulha e linhas estavam presentes na cena do crime - todas ensanguentadas - e dispostas ao lado do corpo da vítima, Jinjo; obviamente, o sangue pertencia ao seu corpo e era proveniente da luta anterior entre si e Takeshi.

Além destes itens óbvios, o corpo de Rikimaru trazia em si não só as manoplas, como algumas pequenas adagas arremessáveis e um relógio de bolso que possuía o mesmo tom de suas soqueiras. Fora isso, mais nada poderia ser encontrado que lhe chamasse a atenção, principalmente naquele muquifo que usavam como galpão ou armazém de tralhas, muito provavelmente. Certo que sua visita havia finalmente acabado, pegava todos os itens e os armazenava dentro de sua vestimenta, onde cabiam. As cabeças eram tratadas de forma similar, porém, não eram armazenadas; os membros que ainda pingavam sangue eram carregados pelos cabelos por Isamune, amargurando um pouco Frogg quando a mesma via a cena.

— Vamos… — seu olhar, de certo, era distante, mas aparentemente escolhia não pensar nisso agora. Sua vida no exército revolucionário até então não fora sangrento ou até mesmo uma grande carnificina, preferindo operar - e sendo mais útil - em missões de coleta de informações ou coisas do tipo. Mortes eram comuns, porém, ordenadas e feitas de uma maneira que ajudassem os envolvidos no intento de qualquer maneira além da eliminação de uma possível testemunha ou ameaça. Ver as cabeças sem vida, jorrando o líquido rubro e balançando como pingentes nas mãos de Isamune havia a feito considerar suas escolhas pela primeira vez.

A moça era liberta de seus devaneios em meio a floresta, quando o autor daquelas mortes iniciava uma conversa com sua pessoa. Takeshi explicava para ela seus próximos passos antes de fazê-los, deixando-a próxima à raiz que levava para o interior da caverna protegida apenas por um complexo labirinto. — Se cuide, Tak… — o sentimento de companheirismo ao pegar cada um de seus itens era inevitável, mesmo com tantos pensamentos em sua cabeça. A expressão amargurada, talvez confundida com tristeza ou desânimo, era uma marca daqueles que viam a morte pela primeira vez como ela realmente é: uma consequência da guerra e das vontades humanas em conflito.

Não demorava muito para que, enfim, chegasse ao QG da Hydra. Seu prédio pintado em um preto fosco sempre o chamava a atenção, além de passar uma sensação imponente com todo o calor que era absorvido e então emitido pela sua superfície negra. Na porta, seguranças chamavam a atenção para o local, indicando ser uma espécie de organização rica ou famosa, detentora de poder. Quem pensasse assim, estava bem próximo da realidade. De qualquer forma, ali adentrava Isamune, com sangue pingando no chão límpido e em direção ao balcão. O horário que chegara parecia ser oportuno, não sendo encontrado sequer uma alma viva, senão ele e a moça mal-humorada que o atendia.

Apesar de mostrar uma atitude positiva e sempre extrovertida, até o momento, Takeshi havia sido recebido com carrancas atrás de carrancas. Seus motivos poderiam ser diversos, mas isso não lhe importava tanto, buscando somente a completude de seus atos. A mesma coisa ocorre aqui com a jovem que lhe atendia, respondendo o homem com breves palavras e gestos enquanto pegava a recompensa por cada um dos procurados. Nos sacos com o respectivo dinheiro, seus nomes eram escritos por uma questão de organização e estética, mostrando o valor da vida de cada um desses criminosos.

— Não vou mentir, senhor, o dia está bem parado… — começava, pela primeira vez, uma prosa — Não há navios da Hydra partindo, mas talvez encontre alguns associados pelo porto. Diga suas conexões que poderá se aproveitar disso se quiser. — informava a mulher, de maneira breve, como quem quisesse que a interação acabasse logo. Dessa forma, e com sua informação em mãos, estava livre daquela missão Takeshi, prestes a partir para Kano em uma aventura desconhecida pelos mares extensos dos blues. Apenas com suas calças em mãos, o que diabos poderia dar errado?


Histórico:
N° de posts: 05
Ganhos:
- Capa e máscara Tengu
- Manopla de aço com lâmina retrátil - espólio post 05 - categoria clássica
- 7.125.000 berries - recompensa por duas cabeças - post 05
- Quatro adagas arremessáveis - post 05
- Relógio de Bolso Simples - post 05
Perdas: -
Ferimentos:
- Lacerações e hematomas nos punhos [1/3]
- Pequena fratura na costela [0/3 - necessita tratamento]

Legenda / Npc's:
— NPC's aleatórios
Sons e onomatopéias
— Inimigos
— Revolucionários
— Frogg - Aparência

Considerações¹:

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

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Capítulo III - O Começo Depois do Fim - Página 2 FObIUiu


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Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Capítulo III - O Começo Depois do Fim - Página 2 Jpu3OmR
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Capítulo III

O Começo Depois do Fim





A complicação havia sido resolvida sem muitos problemas, na verdade, um grande problema na região da costela. Frogg estava estranha, mas eu entendia seus sentimentos, não era qualquer um que ficaria bem com toda a situação ocorrida no pós combate, de qualquer modo, era algo de extrema necessidade. Por fim, tudo ocorreu de maneira tranquila, a garota retornou a base da revolução e eu fui quase despedido para Hydra, mostrando toda a musculatura do meu tronco.

Aye! Tudo certo, vou olhar quando estiver partindo. – Respondi com um sorriso no rosto – Tem uma ala médica por aqui? Tô meio quebrado. – Coloquei meu corpo de lado, mostrando a região atingida – Obrigado. – Diria após uma resposta positiva ou negativa. Se fosse algo positivo, iria sem muito papo em direção a ala médica, aguardando pelos devidos reparos realizados pelo médico da Hydra – “Isso me traz memórias, está virando rotina me arrumarem por aqui.” – Pontuei mentalmente aguardando todo o processo ser feito, agradecendo com uma simples “joinha” para quem tivesse me arrumado. No caso de ter uma negativa, daria com os ombros e tomava direção rumo a saída, em passos lentos e calmos para que não agravasse ainda mais minha situação – “Se eu tivesse os itens, eu mesmo lidaria com esse problema.” – Era um pensamento que surgia em minha mente enquanto caminhava, algo que era necessário para minha rotina perigosa.

Ao estar na rua tomaria um tempo para olhar ao redor, estando curado ou não, observar Toroa era algo interessante. No caso de não ter recebido os devidos cuidados na Hydra, procuraria por um hospital ou uma clínica – Amigão, pra que lado fica o hospital, clínica ou o curandeiro local? – Perguntaria para o primeiro transeunte em minha frente – Valeu meu chapa! – Tomaria rumo na direção indicada pelo mesmo, caso não soubesse, repetiria a ação até encontrar um lugar para me curar por ali mesmo – “Não posso voltar para o quartel assim, vai saber se alguém não está à espreita? Preciso estar pronto para o combate sempre, pior, ainda existe a Centelha espalhada por aí.” – Aquele era um pensamento comum do Takeshi que gostaria de deixar para trás, no entanto, as coisas não são tão simples assim.

Por fim, caminharia perguntando e observando o local, buscando algum símbolo ou alguma indicação da existência de um médico ou um hospital por ali – Meu camarada, preciso de uma ajuda aqui. – Diria ao entrar no lugar sem pensar duas vezes – Pelos meus conhecimentos estou com a costela quebrada ou trincada, tem alguém aqui que possa me ajudar? Qualquer coisa posso comprar os materiais necessários, tenho dinheiro para isso. – Completaria a minha entrada não tão triunfal assim. Me manteria firme aguardando o procedimento e/ou até mesmo efetuando a compra de um analgésico, uma pomada ou creme com a mesma propriedade e por fim, algumas ataduras.

Todavia, se recebesse ajuda na própria Hydra como ocorreu em Sirarossa, partiria em passos lentos e largos caminhando pelas ruas de Toroa, indo em direção a Floresta, mas sem dar muito na cara que iria para lá. Qualquer tipo de precaução é bem vinda, existem certos hábitos que são difíceis de serem deixados para trás. Caminharia em direção a base revolucionária, carregando comigo o dinheiro e mantendo a atenção nas alturas, já que toda aquela situação era algo de extremo cuidado. Ao chegar no lugar adentraria sem pensar duas vezes, sempre dando algumas olhadas para trás e/ou parando em alguns momentos fingindo estar urinando ou descansando, tudo isso para perceber se alguém estava vindo atrás de mim. Por fim, procuraria por Frogg – Como você está? – Questionei com um olhar tranquilo no rosto.


Legendas:
Fala
"Pensamento"

Takeshi Isamune - Histórico/Objetivos:
Número de Postagens: 06
Número de Posts Viajando: 00
Dinheiro Atual: 4.255.000 B$

Ganhos:

    Capa e Máscara - POST 02
    7.125.000 B$ - 75% da Recompensa por dois criminosos: Rikimaru e. Junho - POST 05
    Adagas Arremessáveis - POST 05
    Manopla de Aço com Lâmina Retrátil - Categoria Clássica - POST 05
    Relógio de Bolso Simples - Valor ??? - POST 05


Perdas:

    Nada


Ferimentos:

  1. Contusão em todo lado direito do corpo - 05/05
  2. Costela esquerda fraturada - 06/06
  3. Corte no Braço Direito - 03/03[strike]
  4. [strike]Corte na Coxa - 02/02
  5. Corte no Abdômen - 03/03
  6. Corte no Posterior da Coxa - 04/04
  7. Corte na Costela - 02/02
  8. Perfuração de Tiro no Braço Esquerdo - 05/05
  9. Lacerações e Hematomas nos Punhos - 02/03
  10. Pequena fratura na costela - 00/03 [NECESSÁRIO TRATAMENTO]



Objetivos da Aventura:

    Pegar a Grana do Abastado 1.500.000 B$ [ ]
    Acumular 20.000.000 B$ [ ]
    Treinar a Qualidade Patrono 02/05 []
    Viajar para Kano [ ]
    Inserir o Primeiro NPC Seguidor [ ]
    Desenvolver alguns Aspectos da Personalidade do PP [ ]

    Adquirir Itens:
    Kit de Primeiros Socorros [ ]
    Itens para Manipulação de Químicos [ ]
    Granadas de Fumaça [00/05]
    Granadas de Luz [00/05]
    Granadas Explosivas [00/05]
    Mochila Grande [01/02]
    Garrafas de Álcool [00/05]
    Pedaços de Pano [00/05]
    Isqueiro ou Fósforo [ ]


Objetivos Gerais:

    Conhecer a Grand Line [ ]
    Conhecer Amigos [ ]
    Conhecer o NPC Acompanhante []
    Conhecer os Seguidores [ ]
    Treinar Qualidade: Patrono (03) []
    Acumular 1.000.000.000 B$ [ ]
    Ter Grandes Feitos [ ]
    Ser Livre [ ]


Informações do Personagem:

Photoplayer: Tengen Uzui - Kimetsu no Yaiba
Aparência Atual: Aqui

Qualidades:

    Abastado
    Ambidestro
    Experiência em Combate
    Mestre em Haki


Defeitos:

    Ambição
    Extravagante
    Dívida
    Inimigo
    Narcisista


Proficiências:

    Acrobacia
    Farmácia
    Herbalismo
    Primeiros Socorros
    Toxicologia
    Química


Estilos de Combate:

    Artista Marcial
    Chicoteador
    Espadachim


Status:
Nível: 02
PdV: 4.480
STA: 200

Força: 480 [Hábil]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 146 [Regular]
Reflexo: 661 [Hábil]
Constituição: 10 [Regular]
Agilidade: 453[Regular]

Técnicas/Habilidades:


    Nada por enquanto






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Capítulo III - O Começo Depois do Fim - Página 2 Fi6WMX7


Certificurso:
Curso Narrador AB, 2021
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O começo depois do fim - 06
Toroa



A batalha contra Rikimaru havia acabado de uma maneira um tanto quanto controversa. Prestes a morrer, era salvo pelo tiro redentor de Frogg, que lhe dera a oportunidade necessária para enfim derrotar aquele brutamontes. O resultado daquele embate, no entanto, era maior que os ganhos materiais: uma costela fraturada, bem como punhos esfolados por socos desferidos sem proteção. Além disso, sua parceira mostrava um comportamento não parecido com o seu usual após o fim da missão. De qualquer forma, Takeshi deixava suas cosias com a pequena enquanto partia para a sede da Hydra, onde recolhia suas recompensas e pedia por um atendimento médico.

— Pegue esse corredor à esquerda. — dizia a atendente, ainda um tanto antipática com o rapaz, sinalizando com sua cabeça na direção desejada. Seguindo então por esse caminho, Isamune era recebido com uma passagem vazia com algumas salas dispostas nos cantos. Passando e olhando cada uma delas, era fácil notar um padrão: escritórios de atendimentos para doutores e salas se cirurgia e primeiros socorros; naquela parte mais restrita, era comum a presença de lençóis sangrentos e instrumentos médicos sujos após um uso emergencial. Não demorava muito até que visse um pequeno doutor utilizando roupas verde-claro e uma espécie de máscara de pano, além de luvas de látex por questões higiênicas.

— Venha rapaz. — chamava o doutor com um sotaque carregado, entrando em seu próprio escritório. Na entrada da porta, um letreiro metálico indicava seu nome: Hans Chucrutte - um tanto quando não usual para aquelas regiões. De qualquer forma, Takeshi seguia, e procurando não tomar muito o tempo de ambos ali, falava logo seus problemas e auto-diagnósticos. — Hmm...Hmm… certo. — assentindo com a cabeça após um silência pensativo, Hans indicava para Isamune ficar imóvel por um certo tempo, enquanto retirava de um armário um gigante rolo de gaze; mais espessa que o normal. — Não se preocupe jovem, o tratamento é gratuito para afiliados. — anunciava o doutor, não duvidando da palavra do homem.

Tendo em mãos seu equipamento necessário - a gaze e uma tesoura -, Chucrute então se aproximava do Revolucionário e tateava sua região torácica, procurando a lesão sofrida pelo lutador. Assim que ouvia uma grunhido involuntário, marcava mentalmente o ponto e iniciava a aplicação do material. Quanto mais era colocado e girado em torno de seu tronco, mais imóvel parecia se tornar aquela região - procedimento padrão naquele lugar para ferimentos desse calibre. Não demorava muito até que o homem percebesse a falta de necessidade de aplicar mais gaze, cortando com a tesoura e enfim grudando tudo com um pedaço de esparadrapo.

— Tenha um bom dia, jovem! — anunciava o homem enquanto o paciente partia para sua vida normal. Enquanto retornava até a base revolucionária, alguns pensamentos e preocupações se tornavam inevitáveis. Porém, o que predominava ali era mais profundo que pura cautela: quem estava tendo aqueles devaneios era o Takeshi atual ou o antigo, este profundamente amedrontado pela Centelha? Qualquer que fosse a resposta, o Isamune contemporâneo decidia que não valia a pena tais sinapses em seu cérebro, prosseguindo com cuidado até a floresta de forma um tanto quanto despretensiosa. A caminhada que demoraria alguns míseros minutos, se tornaram quase uma hora com tantas medidas preventivas, mas enfim seu destino era alcançado.

Passando pela raiz da árvore e então atravessando o labirinto de corredores daquela caverna, Takeshi rapidamente chegava ao “hall” principal daquela base, imediatamente procurando por Frogg. Não demorava até que o rapaz a achasse em uma espécie de lugar para lazer: um salão com mesas dispostas e uma adega simples, com diversos exemplares livres para o consumo daqueles ali; ao menos não parecia ter proibição desse calibre. A moça de estatura diminuta parecia estar em um desalento pesado. Sua animação era afogada pelas águas famintas do álcool, que cada vez mais fazia efeito naquele corpo muitas vezes menor que um corpo normal. Ao perguntar para a mesma seu estado, a resposta logo vinha.

— Sabe por que eu escolhi a área de inteligência? — tirava seus olhos do uísque que tomava e começava a fitar Takeshi. — Para que não tivesse que lidar com a parte sangrenta de nossa causa. — declarava ela, pausando dramaticamente antes de continuar com uma voz baixa e quase rouca - parecia estar constantemente segurando um choro preso há horas. — Hoje não só presenciei isso como fiz parte do que quer que tenha ocorrido naquele maldito armazém. — novamente, pausava, tomando mais um gole de álcool. Cada vez mais seus olhos pesavam, talvez pelo efeito sentimental ou da bebida destilada. — Não só isso, como coloquei a minha e a sua vida em perigo após um mísero descuido… é muito pra receber de uma vez só… — pausava, novamente olhando os olhos de Takeshi, mirando na sua alma e absorvendo cada aspecto de seu âmago. — E se você houvesse morrido por minha causa? — as palavras eram pesadas, fazendo-a voltar a se embebedar, mantendo, pela primeira vez, um silêncio ensurdecedor.


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- Lacerações e hematomas nos punhos [2/3]
- Pequena fratura na costela [0/3]

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Capítulo III

O Começo Depois do Fim





Não dei muita bola ao doutor, na verdade, estava pensando em outros pontos daquela jornada, como salvar os escravos que estavam presos nos pontos marcados no mapa, mas para isso eu precisaria da Frogg primeiro. Após estar devidamente remendado saí do consultório, agradecendo com um simplório “aceno” ao curandeiro de nome estranho, bom, quem sou eu para perguntar quem caralho é ele, certo? De qualquer modo, obtive algumas informações sobre as embarcações, pelo jeito funcionava do mesmo modo que me trouxe até Toroa, já que a Hydra contava com filiações em várias camadas da sociedade, algo de grande utilidade na maioria das vezes.

A ida até a base seguiu de maneira tranquila, assim como a busca por Frogg no interior daquela construção – “Ali está a pequena...” – Pensei no momento em que a vi bebendo, que estranho era ver uma singularidade minúscula como aquela ingerindo bebida alcoólica – “Realmente eu tenho uma visão completamente errada com os anões.” – Era algo que surgia em minha mente, uma verdade, já havia estereotipado a Frogg no momento que meus olhos a encontraram naquele navio. O pior de tudo aquilo não era o meu erro, o estado da garota não era um dos melhores, no entanto, era algo que já havia presenciado algumas vezes no passado, quando ainda estava na Centelha e interagia com os novatos da organização, que eram enviados para missões pesadas, como uma forma de teste.

Suas palavras carregavam toda sua amargura, a pequena não estava errada, mas faltava-lhe algo importante para viver nesse mundo: experiência – Está tudo bem. – Bradei de maneira tranquila enquanto me aproximava vagarosamente – Você não está errada em querer “fugir” desses aspectos do mundo, acredito que se eu pudesse voltar no passado, tentaria tomar outro rumo para minha vida. – Aquelas eram palavras sinceras, o mundo no qual vivo não é um mar de rosas, na verdade, é uma cachoeira de sangue e restos mortais sem fim – Como não tenho poder para isso e estando onde estamos, a melhor forma para superar esse momento é aceitar. O mundo é assim, a crueldade é algo existente no coração de quase todos, exceto pelos sortudos de boa índole que vagam por aí, aposto contigo que podemos contar nos dedos das nossas mãos quantas pessoas assim existem. – Encostava meu corpo na cadeira/sentava no banco, relaxando gradativamente – A sociedade já instrui os seres vivos a serem cruéis, afinal, para a nobreza ter a quantidade de dinheiro e poder que tem, ela deve tirar isso de algum lugar e adivinha quem paga o pato para que eles mantenham o luxo? Sim, os mais pobres e desafortunados. E como você acha que essas pessoas sobrevivem? Diálogo? Não, nesses locais não existe essa palavra, a única coisa que impera é a lei do mais forte. – Com experiência aquelas palavras voavam da minha boca, uma vida de luta, a cada dia um novo desafio surgia na minha frente e me forçava a superá-lo, para que não perecesse em meio ao caos – Isso que você presenciou está acontecendo em outros lugares pelo mundo, aposto que nesse exato momento tem alguém morrendo pelas mãos dos seus semelhantes, claro, a maldade existe no mundo e nem tudo é culpa de um terceiro. – Minhas palavras eram diretas, sem muitos rodeios – A partir do momento que estou respirando, minha vida já está em risco. A sua, a de todos nessa base e também por toda ilha. A vida é uma guerra constante pela sobrevivência, cada ser vivo defende seus próprios princípios e o que acha correto, não cabe a você carregar esse fardo. – Ela estava lidando com aquilo com uma única visão e eu não poderia permitir que ela continuasse remoendo a situação de tal maneira.

Todos os homens e mulheres de diferentes espécies arriscam suas vidas todos os dias por alguma coisa. Você não acha que trabalhar na inteligência não é arriscado? Não conheço muito do seu trabalho, mas acredito que para executá-lo você já deve ter se metido em várias enrascadas, assim como todos os outros nesse lugar. – Respirava fundo liberando todo o oxigênio existente em meus pulmões – Você não deve e nem precisa ficar remoendo tudo o que aconteceu, imprevistos ocorrem, adversidades sempre irão acontecer e a única coisa que nos cabe é resistir, persistir e superar tudo o que for colocado em nosso caminho. Morrer é algo que irá acontecer com todos nós, só resta viver da melhor maneira possível para que quando nossa hora chegar, não carregarmos nenhum arrependimento para o caixão. – Olhei ao redor observando um pouco mais do local e suas particularidades, o quartel era realmente interessante – Vamos lá, precisamos salvar aqueles acorrentados, não aguento mais pensar que nesta ilha existem pessoas sofrendo a pior das crueldades. Antes disso, onde está minha mochila? Preciso guardar uma coisinha. – Dei um sorriso largo ao final da minha frase, mostrando a grana obtida pela entrega das cabeças daqueles homens – Por mais horrível que tenha sido, agora tenho dinheiro necessário para ajudar alguns necessitados, vamos fazer nossa parte e enfrentar todo o mal existente no mundo, vulgo, o Governo Mundial. – Era isso, definitivamente eu estava decidido a escancarar a verdade sobre eles.


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Takeshi Isamune - Histórico/Objetivos:
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    7.125.000 B$ - 75% da Recompensa por dois criminosos: Rikimaru e. Junho - POST 05
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Perdas:

    Nada


Ferimentos:

  1. Lacerações e Hematomas nos Punhos - 03/03
  2. Pequena fratura na costela - 01/03 [TRATADO]



Objetivos da Aventura:

    Pegar a Grana do Abastado 1.500.000 B$ [ ]
    Acumular 20.000.000 B$ [ ]
    Treinar a Qualidade Patrono 02/05 []
    Viajar para Kano [ ]
    Inserir o Primeiro NPC Seguidor [ ]
    Desenvolver alguns Aspectos da Personalidade do PP [ ]

    Adquirir Itens:
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    Itens para Manipulação de Químicos [ ]
    Granadas de Fumaça [00/05]
    Granadas de Luz [00/05]
    Granadas Explosivas [00/05]
    Mochila Grande [01/02]
    Garrafas de Álcool [00/05]
    Pedaços de Pano [00/05]
    Isqueiro ou Fósforo [ ]


Objetivos Gerais:

    Conhecer a Grand Line [ ]
    Conhecer Amigos [ ]
    Conhecer o NPC Acompanhante []
    Conhecer os Seguidores [ ]
    Treinar Qualidade: Patrono (03) []
    Acumular 1.000.000.000 B$ [ ]
    Ter Grandes Feitos [ ]
    Ser Livre [ ]


Informações do Personagem:

Photoplayer: Tengen Uzui - Kimetsu no Yaiba
Aparência Atual: Aqui

Qualidades:

    Abastado
    Ambidestro
    Experiência em Combate
    Mestre em Haki


Defeitos:

    Ambição
    Extravagante
    Dívida
    Inimigo
    Narcisista


Proficiências:

    Acrobacia
    Farmácia
    Herbalismo
    Primeiros Socorros
    Toxicologia
    Química


Estilos de Combate:

    Artista Marcial
    Chicoteador
    Espadachim


Status:
Nível: 02
PdV: 4.480
STA: 200

Força: 480 [Hábil]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 146 [Regular]
Reflexo: 661 [Hábil]
Constituição: 10 [Regular]
Agilidade: 453[Regular]

Técnicas/Habilidades:


    Nada por enquanto






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Capítulo III - O Começo Depois do Fim - Página 2 Fi6WMX7


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O começo depois do fim - 07
Toroa



Terminada, então, sua missão, Takeshi e suas mais novas cabeças caminhavam tranquilamente pela cidade de Toroa para o encontro da base da Hydra naquela região. O dinheiro conseguido pelas missões era uma parte importante de seu plano enquanto subia cargos em ambas as organizações contrárias umas das outras. Seguindo por essa caminhada, o rapaz tratava de seus problemas conseguidos naquela luta sangrenta, sem dar muita atenção para o doutor e seu ânimo estranho - não apenas o nome. Estando devidamente tratado, partia para a base revolucionária, ainda amedrontado e talvez paranoico pelos acontecimentos do seu passado na Centelha, mas firme para mudar e ser diferente.

Apesar da pressa, a primeira coisa - ou pessoa - que procurava por lá era sua “parceira”, Frogg, que em esperado desalento, afogava as mágoas no álcool. Seus motivos, embora parecessem banais superficialmente, causavam desconforto em Takeshi por ser uma visão limitada da realidade. A agente de inteligência não lidava bem com sangue, massacre e brutalidade, apesar de serem necessários para a causa na maioria das vezes. Medo, terror e receio causam mais revoluções do que se poderia imaginar, e levando por essa psicologia, era inevitável que tais ações fossem inerentes à ideia. A sobrevivência era marcada pela luta e vitória do mais apto, experiente na arte de viver ou não.

Convencido então, dessa realidade, Isamune preparava um monólogo enquanto sua ouvinte apenas fitava profundamente o copo de uísque. Seus olhos, apesar de tão fixos naquela posição, olhavam não para fora, mas para dentro de si ao ouvir tais palavras vindo de alguém que poderia ter a mesma idade dela. Sua cabeça maquinava as vivências e experiências enquanto associava cada coisa com seus maneirismos e a realidade da natureza exposta pelo rapaz - procurando por uma resposta, uma fórmula para nunca ter de experienciar esse inevitável descontrole. E quando o homem chegava ao fim, então vinha sua conclusão: nem tudo na vida estava em suas mãos, bem como nem tudo poderia ser calculado para chegar ao resultado necessário como havia feito a vida toda.

Embora sua tristeza e pesar não acabassem de súbito, a filosofia exposta e o pensamento induzido a ela acabaram por anestesiar o desânimo que batia tão forte quanto seu colega ao lado. Olhando para ele, então, ainda com olhos profundos, a moça o fitava enquanto lentamente abria um sorriso simpático. Da sua boca não saía um agradecimento direto - não ainda -, mas aquele olhar e expressão eram inconfundíveis: sua alma havia acolhido as palavras e ensinamentos de Takeshi e feito destas, filosofia própria. — Sabe… eu sempre “cresci” aprendendo sobre a vida e a morte, mas nunca no intermediário entre as duas. — era notável, apesar do conteúdo da frase, sua ênfase no “cresci” como um adendo cômico.

— E com o passar dos anos e as vivências se acumulando, acabei tendo medo de viver. — passos calculados ao extremo, planos perfeitos e uma vida que nunca saía dos eixos: esta era a descrição de Frogg até aquele momento. Apesar de não ser algo de todo negativo, as limitações eram claras ao viver nessa bolha distópica. A vida batia, forte, mais do que qualquer um pudesse, e essa era uma sensação nova para a garota. — Talvez não seja hoje que esse medo passe, nem amanhã… inferno, talvez em anos! — ela continuava, já não se importando mais com sua bebida e colocando cada vez mais ênfase em suas frase familiarmente animadas. — Mas eu definitivamente não vou deixar de viver. Obrigado Tak. — agradecendo ao homem, ela lhe entregava suas mãos como se o chamasse para uma dança, pedindo, é claro, um lugar em seu ombro para estar.

Prontos e preparados para mais uma aventura, Frogg, se não subisse por convite no ombro de Isamune, o faria a força, para então responder suas perguntas e desejos. — Eu guardei sua mochila em meu dormitório. Eu te mostro o caminho. — andando então pela base, se o rapaz seguisse suas instruções, sairia daquela área de lazer para, novamente, a galeria de corredores de pedra presentes de maneira opressora por dentro daquele lugar úmido. Para Frogg, que passara lá uma quantidade não saudável de seu tempo, não eram nada mais do que terra familiar para ela, conforme indicava os caminhos confusos com maestria. Dessa forma, não demorava muito para que entrasse em um pequeno quarto, onde eram dispostas apenas uma pequena cama, um criado-mudo e um quadro dela e sua família: um pequeno irmão e uma mãe.

Como quem não quisesse entrar muito em detalhes sobre a organização de lá, ela rapidamente indicava para o rapaz pegar a mochila e sair logo dali, indicando, novamente, o caminho para voltar até o salão principal, por onde sairiam cometer atos cruéis contra aqueles que espalhavam a crueldade. — Eu conheço os lugares onde temos que ir, de novo, eu te mostro o caminho. — dando um sorrisinho que sua carona não podia ver, ela pausava momentaneamente antes de voltar a falar, depois de um pequeno exercício de inspiração e expiração. — Estou pronta, vamos salvar o povo! — a determinação na sua voz não falhava; dessa vez, apenas fechava os olhos para o medo, e no ombro de seu amigo, partia para o que não conhecia.


Histórico:
N° de posts: 07
Ganhos:
- Capa e máscara Tengu
- Manopla de aço com lâmina retrátil - espólio post 05 - categoria clássica
- 7.125.000 berries - recompensa por duas cabeças - post 05
- Quatro adagas arremessáveis - post 05
- Relógio de Bolso Simples - post 05
Perdas: -
Ferimentos:
- Lacerações e hematomas nos punhos [3/3]
- Pequena fratura na costela [1/3]

Legenda / Npc's:
— NPC's aleatórios
Sons e onomatopéias
— Inimigos
— Revolucionários
— Frogg - Aparência

Considerações¹:

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

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Capítulo III - O Começo Depois do Fim - Página 2 FObIUiu


"Assume the position to get down on your knees"



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Capítulo III - O Começo Depois do Fim - Página 2 Jpu3OmR
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Capítulo III

O Começo Depois do Fim





A conversa com Frogg ocorreu de certa forma tranquila, a jovem externou algumas coisas da sua própria vida, pelo jeito ela realmente não conhecia a verdadeira dor dale pain. De qualquer forma após aquele breve papo as coisas se ajeitaram, ela não estava bem e estava tudo bem, já que um impacto como aquele não passaria de maneira tão simples assim – Assim que eu gosto! Vamos seguir em frente, no que precisar estarei aqui por você. – Após longos anos eu tinha encontrado alguém que realmente gostasse, não, não era de maneira superficial como ocorre em outras vezes, mas de fato carregava a sinceridade singular necessária para aquele tipo de sentimento.

Andar pela base me deixou um pouco incomodado, sério, aquele lugar era depressivo por natureza. A revolução não conta com fortes apoiadores? Como eles podem querer se opor ao governo mundial dessa maneira? Não! Isso está completamente errado – “Eles precisam de uma repaginada geral! A aparência é o chamariz para novos membros e apoiadores, precisam mostrar o diferencial.” – Pensamentos surgiam em minha mente a cada passo que era dado, sendo guiado pela pequena amante de sapos em meu ombro. Algumas dúvidas também surgiam em minha cabeça – “Como eles ajudam os escravos? Existe algum método de auxílio para eles? Um lugar único...uma proteção para as pobres almas que conhecem a verdadeira face do mundo, talvez... talvez seja esse o caminho.” – Não sabia como fazer ou se realmente era uma das melhores opções, mas estava claro que deixar aqueles ex-escravos voltarem para as amarras do governo não era algo bom.

Talvez Frogg tenha entendido errado, contudo, eu não queria pegar minha mochila e levá-la, na verdade, queria mesmo é deixar o montante de dinheiro adquirido na Hydra guardado, já que teria que realizar mais um trabalho antes de partir definitivamente para Kano. Se tivesse tempo hábil – ainda no dormitório – colocaria valor na mochila, deixando guardada por ali mesmo e voltando sem nada em mãos para o salão ou seja lá onde Frogg estava me levando – Vamos! Mas cadê meu traje, minha querida parceira? – Indaguei com um sorriso no rosto – Sabe que não posso ir assim na louca, pelo menos não por enquanto. – Complementei a primeira frase em um sussurro, audível apenas a pequena criatura ao meu lado. Acompanharia ela onde quer que me levasse, vestindo aquele sobretudo e colocando a máscara horrível novamente, isso é, em um lugar privado de existências externas – Se esconde aqui, não podemos dar na cara que você tá comigo. Você confia plenamente em todos aqui? – Perguntei terminando de me vestir. Aquele era um ponto forte da minha personalidade, viver sobrevivendo em uma luta diária gerou uma certa desconfiança nas outras pessoas, principalmente após as investidas da Centelha, das mais diversas formas possíveis.

Após tudo pronto – e de preferência com Frogg escondida no sobretudo – sairia do lugar em passos calmos e contidos, não estava levando uma arma novamente e aquilo poderia ser um grande problema, no entanto, como uma lâmpada ascendendo em minha mente a lembrança da batalha contra Rikimaru surgiu em minha mente – “As manoplas!” – Aqueles itens seria de grande utilidade na batalha e também em outras coisas, era melhor do que ir com a mão nua, aquela faixa não conseguia resistir a uma lâmina e aquilo se mostrou ser problemático – Precisamos voltar no dormitório, preciso daquelas manoplas.“Não posso usar algo sem os devidos testes, porra, deixa isso pra lá.” – Antes mesmo que a garota pudesse falar eu continuaria – Na verdade, não precisa. Deixa isso pra depois, vamos logo! – Falei em um tom mais alto, partindo na direção indicada pela garota em passos rápidos – E então, para que lado vamos primeiro? – Questionei em meio a corrida.


Legendas:
Fala
"Pensamento"

Takeshi Isamune - Histórico/Objetivos:
Número de Postagens: 08
Número de Posts Viajando: 00
Dinheiro Atual: 4.255.000 B$

Ganhos:

    Capa e Máscara - POST 02
    7.125.000 B$ - 75% da Recompensa por dois criminosos: Rikimaru e. Junho - POST 05
    Adagas Arremessáveis - POST 05
    Manopla de Aço com Lâmina Retrátil - Categoria Clássica - POST 05
    Relógio de Bolso Simples - Valor ??? - POST 05


Perdas:

    Nada


Ferimentos:

  1. Lacerações e Hematomas nos Punhos - 03/03
  2. Pequena fratura na costela - 02/03 [TRATADO]



Objetivos da Aventura:

    Pegar a Grana do Abastado 1.500.000 B$ [ ]
    Acumular 20.000.000 B$ [ ]
    Treinar a Qualidade Patrono 02/05 []
    Viajar para Kano [ ]
    Inserir o Primeiro NPC Seguidor [ ]
    Desenvolver alguns Aspectos da Personalidade do PP [ ]

    Adquirir Itens:
    Kit de Primeiros Socorros [ ]
    Itens para Manipulação de Químicos [ ]
    Granadas de Fumaça [00/05]
    Granadas de Luz [00/05]
    Granadas Explosivas [00/05]
    Mochila Grande [01/02]
    Garrafas de Álcool [00/05]
    Pedaços de Pano [00/05]
    Isqueiro ou Fósforo [ ]


Objetivos Gerais:

    Conhecer a Grand Line [ ]
    Conhecer Amigos [ ]
    Conhecer o NPC Acompanhante []
    Conhecer os Seguidores [ ]
    Treinar Qualidade: Patrono (03) []
    Acumular 1.000.000.000 B$ [ ]
    Ter Grandes Feitos [ ]
    Ser Livre [ ]


Informações do Personagem:

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Qualidades:

    Abastado
    Ambidestro
    Experiência em Combate
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Defeitos:

    Ambição
    Extravagante
    Dívida
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    Narcisista


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    Acrobacia
    Farmácia
    Herbalismo
    Primeiros Socorros
    Toxicologia
    Química


Estilos de Combate:

    Artista Marcial
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O começo depois do fim - 08
Toroa



Chegando na base após incontáveis minutos de atuação nas ruas de Toroa, Takeshi, ainda com os ânimos aflorados, procurava primeiramente por sua parceira, Frogg. O estado emocional da garota estava claramente debilitado conforme ela encarava aquele uísque e o ingeria como se seu corpo não fosse consideravelmente pequeno para aquela dose. Seus olhos distantes indicavam a doença da sua alma que vinha com a falta de experiência e uma visão limitada ou amedrontada da vida e sua vivência. Isamune, com todos os seus anos na rua vendo e experienciando a dor e o sofrimento, parecia ser a pessoa mais conveniente para iniciar um monólogo e, após uma conversa, levantar o astral novamente daquela garota.

Entrando naquele quarto genérico, porém menor, ele pegava sua mochila e, para a surpresa da mulher, apenas depositava seu dinheiro conseguido pelas suas ações sangrentas mas claramente necessária. Vendo isso, Frogg descia de seu ombro murmurando algumas palavras. — Nesse caso… — andando até a bolsa, ela pegava a “fantasia” improvisada de Isamune e o entregava sem dizer palavra alguma, subindo em seu ombro novamente logo depois disso. Apesar de parecer uma inconveniência para um espectador de fora, o rapaz, após tanto tempo, passara a gostar de alguém de uma maneira um tanto quanto singular e sincera. Era um sentimento não superficial e talvez pioneiro para o coração jovem do artista marcial, mas que definitivamente o fazia bem.

O que não lhe agradava, porém, era a aparência da base em que estavam. Paredes de pedra, umidade, musgos e líquens tomavam contas das galerias rochosas que compunham 90% daquela base. O símbolo de esperança daqueles pobres e oprimidos não conseguia inspirar nem mesmo os próprios revolucionários, quiçá trazer segurança e conforto para aqueles que a dupla iria salvar agora. Enquanto se direcionavam para a saída, tudo o que podia ver era um lugar que se escondia em sua totalidade - talvez de si mesmo -; não apresentava perspectiva de melhora, tampouco se dava ao luxo de gozar de certas carnalidades às vezes necessárias para a complementação da esperança que aquela organização deveria passar.

Não externando seu pensamento quanto à falta de hospitalidade daquele esconderijo, apenas seguia com sua parceira até o final da base. Antes que saíssem, porém, terminava de colocar sua roupa e máscara, colocando Frogg dentro de sua capa encostada em seu peito. O calor transmitido era, de certa forma, aconchegante, apesar da natureza daquela ação indicar um sentimento totalmente diferente. De qualquer forma, sem muitas reclamações, a anã começava a indicar o caminho a ser seguido por um pequeno buraco naquela armadura, que não o protegia das ações contra sua integridade, mas protegiam sua própria persona.

Com apontadas aqui e direcionamentos para lá, chegavam até a costa Oeste da ilha, famosa por suas casas de show e comunidades festivas - talvez o lugar perfeito para esconder irregularidades: embaixo do nariz das autoridades e população. Olhando novamente para as fotos e as correspondentes localizações, Frogg levava aquela dupla improvável até a periferia da aglomeração urbana que se formava naquele local. Aquela parte da cidade não parecia nada nobre, na verdade, bem o oposto disso. Construções irregulares, sujas e mal cuidadas se espalhavam pelas ruas e vielas, não por desleixo, mas por simplicidade exacerbada. Além disso, lixo se espalhava pela rua e marcas da criminalidade eram mais que anormais naquele ponto: a população não se importaria se Isamune tirasse uma arma de dentro de sua roupa e apontasse para alguém.

— Encontrei! — exclamava a garota com voz baixa para não chamar a atenção, enquanto levava Takeshi para uma viela suja e fétida, impregnando suas narinas com o puro cheiro de urina com fezes humanas e animais. Andando mais um pouco por ela, poderiam ter a sensação de estarem sendo observados, mas não encontrariam nenhuma visão de vida naquele lugar inóspito. Parando em uma porta de ferro indicada, Frogg conferia a segurança do local para então sair dos bolsos onde se escondia. — Me espere. Eu vou conferir lá dentro. — com uma piscadela e uma profunda respirada para acalmar-se, ela pulava no chão e entrava pelos dutos de ventilação. Não demorava muito para que ela voltasse com uma notícia chocante: — Não tem ninguém lá dentro. Mas todos os documentos e informações estão lá… parece que saíram às pressas. Quer entrar? — indagava ela, quase o puxando para dentro do lugar para que conferisse sua visão também.



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- Relógio de Bolso Simples - post 05
Perdas: -
Ferimentos:
- Lacerações e hematomas nos punhos [3/3]
- Pequena fratura na costela [2/3]

Legenda / Npc's:
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— Frogg - Aparência

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Capítulo III

O Começo Depois do Fim





Tudo ocorria bem, o traje estava devidamente colocado, cobrindo todo meu corpo e mantendo minha identidade em segredo – “Caralho, isso é como um super herói!” – O pensamento cortava minha mente como um raio atingindo o solo em meio a tempestade. A viagem foi tranquila, um lugar novo para mim e nitidamente fazia bem o meu tipo, um antro de marginalidade e caos – “Certo, aqui estamos em casa.” – Me senti aliviado em não ter que caminhar tão sigilosamente como a incursão anterior, já que naquele lugar ninguém se importava com alguém trajado em uma fantasia estranha e nariguda. De qualquer modo, me sentir observado era algo que me incomodava ao ponto de querer correr dali, não em uma fuga, mas apenas usar daquela subterfúgio para encontrar o possível stalker, no entanto, a presença de Frogg e a missão em curso me barravam de cometer tal atrocidade.

O lugar encontrado pela pequena não era um dos melhores e suas palavras me fizeram arquear uma das sobrancelhas por baixo da máscara, a lembrança dos ocorridos pouco tempo atrás tomaram conta da minha mente, todavia, eu tinha que ter confiança em minha companheira. Aguardei apreensivo a sua volta e já imaginando mil e uma maneira de invadir aquele lugar com selvageria, jogando tudo para cima e dando bofetadas em todos que estivessem sem seu interior – “Uffa!” – O alívio veio de maneira mental ao notar a volta da revolucionária, mesmo que ela não trouxesse boas notícias – “Como assim não estão lá? Será que vazaram o resgate anterior? Mudaram os escravos de lugar?” – A mente de um gênio raciocinava com tamanha velocidade que meros mortais ficariam assustados! Brincadeira, aquilo era o caminho mais lógico a se traçar.

Frogg parecia querer me puxar para dentro do lugar e por um momento deixei meu corpo ser levado pela garota, afinal, aquele odor fétido de urina estava causando um ardor incômodo ao meu nariz – Espere. Se eles não estão aí, devem ter sido alocados em outro lugar, consegue encontrar alguma pista do novo paradeiro? Não podemos perder tempo aqui. – Bradei me recompondo e dando uma olhada ao meu redor, tanto no nível do meu corpo como também nas possíveis janelas e terraços existentes ao meu redor – seja de casas ou estabelecimentos – Talvez tudo isso seja uma emboscada, precisamos dá no pé, parceira. – Conclui o raciocínio da maneira mais clara possível, mantendo minha atenção nas alturas e meu corpo instintivamente se preparava para o combate iminente.

Aguardei por alguns segundos ou até mesmo minutos, quiçá a jovem pudesse encontrar algum caminho para ser seguido em meio aos documentos ou qualquer outro tipo de pista que pudesse indicar o caminho – “Espere... aquele fudido falou algo sobre Kano, ele iria levar aqueles escravos para lá, será que o restante do seu grupo tomou o mesmo rumo?” – As peças pareciam se encaixar pouco a pouco, no entanto, que desgraça tem em Kano para que tantos escravos estejam sendo levados para lá? Só no interior daquela cabana dezenas de homens, mulheres e crianças estavam trancafiados e teriam o mesmo destino – Talvez eles estejam no porto ou o mais próximo disso! Conseguiu encontrar algo por aí? Sabe algum local propício a navios aportados nesta área do Oeste de Toroa? – Indaguei de maneira súbita para minha parceira, aguardando uma resposta.

Para que lado fica? – Questionaria com pressa em minhas palavras, no caso da garota não encontrar nenhuma pista e minha dedução ser o único caminho a seguir, confiar nos próprios instintos era uma via de mão dupla, poderia me fazer ganhar uma bolada ou perder tudo em uma única jogada – Certo! Você fica aqui e procura alguma coisa, estou indo para lá verificar se meu palpite está certo. – Falei já correndo com toda minha velocidade, usando minhas habilidades com acrobacia para desviar dos transeuntes ou utilizar das próprias construções para me fazer poupar tempo em meu percurso. Minha velocidade como dito seria a mais alta que meu corpo pudesse alcançar, assim como meus sentidos e minha atenção estavam aflorados, dada a injeção de adrenalina no sangue. Olharia pelo caminho em busca de algum grupo de possíveis escravos, afinal, aquilo tudo não passava de um palpite e talvez meus alvos estivessem sendo levados naquele mesmo momento, ainda na cidade/distrito no qual me encontrava.

Caso chegasse à costa sem mais dificuldades, procuraria em sua extensão mantendo a velocidade, observando a existência de alguma embarcação suspeita, algo que não seria difícil de notar, dadas as circunstâncias atuais. Se meus olhos atentos encontrassem alguma coisa, aumentaria ainda mais minha velocidade em direção ao navio, ele estando atracado, partindo ou seja lá o modo que ele estivesse. Usaria as pedras do morro e do próprio terreno para alcançar patamares que me levassem até o convés da embarcação, entrando no lugar no maior estilo super herói. Já no lugar meus olhos viajariam por todas as direções com velocidade, observando as figuras presentes no lugar e vendo quem eram os meus inimigos no ambiente. Sem conversa e muito menos sem pensar duas vezes, partiria na direção do mais próximo com velocidade, usando o efeito surpresa ou só o impacto da entrada para ganhar alguma espécie de vantagem. Um chute usando todo o peso do meu corpo, acertando com o calcanhar na região que alcançasse para causar o máximo de dano possível, continuando com uma sequência assustadora de socos pesados para finalizar aquele primeiro oponente com velocidade. Acabando totalmente com ele ou apenas parcialmente, avançaria em direção ao segundo em zig-zag, isso é, se fosse necessário desviar de algum ataque ou projétil lançado pelo mesmo. Encurtar a distância seria minha primeira opção, já que no mano-a-mano as garantias de vitória sempre eram mais altas. Meus golpes eram limpos e usavam o movimento circular do quadril para intensificar a força dos mesmos, atingindo regiões sensíveis como as costelas, queixo, têmpora e o próprio maxilar, pontos onde me davam uma vantagem anatômica contra meus oponentes. Por fim, permaneceria repetindo esse ciclo de ações, usando de esquivas simples ou mais largas para desviar de possíveis golpes, mantendo-me sempre em movimento pelo ambiente em que estivesse como um modo de dificultar as ações inimigas, e também, me proporcionar um entendimento sobre aquelas figuras antagonistas que estariam – provavelmente – ao meu redor.

Porém, no caso de meu palpite estar errado, caminharia por algum tempo pela costa para ter certeza, retornando rapidamente ao ponto de partida – ainda na costa – na espera de Frogg, já que ela tinha me guiado até ali. No caso da garota não chegar e nada ser encontrado por mim, voltaria pelo caminho que me levou até aquele lugar em passos ligeiros, mas não tão rápido quanto os anteriores, já que precisava poupar meu fôlego para o que estivesse por vir. Encontrando Frogg no meio do caminho ou no próprio local alvo, diria com uma certa tristeza – Não encontrei nada, pelo jeito sumiram. – Era complicado, mas sem pistas a única coisa que poderia seguir era o meu próprio achismo – Conseguiu encontrar alguma coisa? – Indagaria com esperança de ter algo útil naquele lugar, já que não poderia deixar que mais pessoas tivessem suas liberdades furtadas por criminosos como aqueles.


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Dinheiro Atual: 4.255.000 B$

Ganhos:

    Capa e Máscara - POST 02
    7.125.000 B$ - 75% da Recompensa por dois criminosos: Rikimaru e. Junho - POST 05
    Adagas Arremessáveis - POST 05
    Manopla de Aço com Lâmina Retrátil - Categoria Clássica - POST 05
    Relógio de Bolso Simples - Valor ??? - POST 05


Perdas:

    Nada


Ferimentos:

  1. Lacerações e Hematomas nos Punhos - 03/03
  2. Pequena fratura na costela - 03/03 [CURADO]



Objetivos da Aventura:

    Pegar a Grana do Abastado 1.500.000 B$ [ ]
    Acumular 20.000.000 B$ [ ]
    Treinar a Qualidade Patrono 02/05 []
    Viajar para Kano [ ]
    Inserir o Primeiro NPC Seguidor [ ]
    Desenvolver alguns Aspectos da Personalidade do PP [ ]

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    Kit de Primeiros Socorros [ ]
    Itens para Manipulação de Químicos [ ]
    Granadas de Fumaça [00/05]
    Granadas de Luz [00/05]
    Granadas Explosivas [00/05]
    Mochila Grande [01/02]
    Garrafas de Álcool [00/05]
    Pedaços de Pano [00/05]
    Isqueiro ou Fósforo [ ]


Objetivos Gerais:

    Conhecer a Grand Line [ ]
    Conhecer Amigos [ ]
    Conhecer o NPC Acompanhante []
    Conhecer os Seguidores [ ]
    Treinar Qualidade: Patrono (03) []
    Acumular 1.000.000.000 B$ [ ]
    Ter Grandes Feitos [ ]
    Ser Livre [ ]


Informações do Personagem:

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    Abastado
    Ambidestro
    Experiência em Combate
    Mestre em Haki


Defeitos:

    Ambição
    Extravagante
    Dívida
    Inimigo
    Narcisista


Proficiências:

    Acrobacia
    Farmácia
    Herbalismo
    Primeiros Socorros
    Toxicologia
    Química


Estilos de Combate:

    Artista Marcial
    Chicoteador
    Espadachim


Status:
Nível: 02
PdV: 4.480
STA: 200

Força: 480 [Hábil]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 146 [Regular]
Reflexo: 661 [Hábil]
Constituição: 10 [Regular]
Agilidade: 453[Regular]

Técnicas/Habilidades:


    Nada por enquanto






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Capítulo III - O Começo Depois do Fim - Página 2 Fi6WMX7


Certificurso:
Curso Narrador AB, 2021
Capítulo III - O Começo Depois do Fim - Página 2 EBEAdF4X4AYyK13
Koji
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O começo depois do fim - 09
Toroa



Seguindo sua intuição e seu dever, sua bússola - embora não a moral - o levava até o Oeste de Toroa, onde Takeshi finalmente poderia se sentir em casa; ao menos em um ambiente mais familiar para si mesmo onde não se importariam com qualquer coisa. Seja urina nas ruas, lixo e a desigualdade presente que nem se dava o trabalho de ser mascarada, tudo naquele distrito fedia a podridão, porém, não uma qualquer, mas sim uma corrupção enraizada profundamente, se aproveitando da população não abastada e se inserindo naquele ambiente como um verdadeiro sanguessuga que já havia se estabelecido como uma identidade do local. Sem serem espantados pelos horrores da cena, Isamune manda Frogg até o interior do “esconderijo” encontrado, apenas para encontrar um verdadeiro mistério: ninguém mais estava ali presente, senão papéis e o cheiro de morte agonizante.

Intrigado por essa notícia, a cabeça genial do artista marcial se colocava para trabalhar como nunca antes havia feito, maquinando os possíveis paradeiros e checando os confins de sua mente para compreender o que ocorria ali. Antes que pudesse ser puxado para dentro por Frog para averiguar pessoalmente, aquele computador chegava em uma resposta que o fazia pensar duas vezes antes de perder mais tempo. Pedindo provas para a sua companheiro que comprovassem sua teoria, não demorava para que com um estalo ela tirasse dos bolsos alguns papéis dobrados, como quem havia esquecido de entregar previamente.

— Aqui, são papéis sobre um suposto navio… um contrato de aluguel com o… governo? — intrigada, ela repassava as informações enquanto Takeshi as lia, comprovando seu pensamento anterior e o colocando em uma súbita carga de adrenalina. Como um herói de capa, seu corpo se movia antes mesmo do pensamento para salvar aqueles possíveis escravos que seriam levados para as terras de Kano, passando por mais crueldades ainda. Ele não poderia deixar aquilo acontecer; seu corpo ardia em ódio com apenas a possibilidade, não deixando tempo sequer para falar com Frogg sobre suas ideias. Jogando uma torrente sem fim de palavras para a anã, e então perguntando para onde deveria ir, a moça, percebendo a seriedade de seu parceiro, logo indicava com o seu indicador para a posição onde logo o Sol iria se pôr.

Correndo pelas ruas enquanto carregado pela adrenalina sem fim que permeava cada centímetro cúbico de suas veias, Takeshi desviava de tendas, barracas, transeuntes e até mesmo carroças para chegar no porto onde seus inimigos possivelmente estavam. O cheiro de peixe que emanava no ar era característico da região enquanto se aproximava das docas de madeira que abrigavam diversos navios - embora nenhum tão característico e imponente quanto o do Governo Mundial. De longe era possível ver seus mastros e velas, marcando, em cada uma dessas peças, o símbolo que amedrontava os bons e alegrava os maus. Coincidentemente ou não, aquele seria o navio que Frogg havia falado para ele, e aquele que a imagem era estampada na prova entregue a Isamune.

Novamente correndo até o seu alvo e perfurando as multidões como uma agulha, Takeshi tentava se aproximar do navio que já partia de seu estacionamento, levantando sua âncora e içando as velas que se excitavam com o contato do vento. Percebendo sua demora, não desistia mesmo assim; aliás, a esperança jazia no horizonte com um pequeno monte de pedras e grama que lhe daria uma posição perfeita para pular no navio em movimento e aceleração. Colocando seu plano em prática, acelerava mais ainda, começando a ficar ligeiramente ofegante enquanto o efeito da adrenalina passava a ser anestesiado pelo tempo. Ele subia no topo daquele cume, e como quem soubesse voar, assim o fazia.

A tensão que ele carregava pela operação o impedia de sentir a brisa batendo em seu rosto enquanto caía, a visão esplêndida que tinha de lá de cima e a própria experiência de pular daquela altura. Apesar disso, possuía sim um plano de queda: aterrissar no inimigo mais próximo, o imobilizando sem muitas delongas. Marcando, então, seu alvo, utilizava seu calcanhar para atingir suas costas, derrubando-o sem muitas demoras, ficando, estagnado, em cima de seu corpo decadente. Mesmo com o sucesso de seu plano, algo parecia errado: apenas um homem presente no convés de um navio enorme. Antes mesmo que pudesse pensar muito sobre isso, sua resposta era ouvida de todas as posições possíveis.

Chik! Em uníssono todas as carabinas, pistolas e rifles eram apontados para a sua face vindos de homens escondidos por toda a região do piso superior, rendendo Isamune em plena ação de justiça. Em suas costas, uma porta se batendo era ouvida, seguida por passos pesados e imponentes. Sendo impedido de se virar para não ser baleado, deveria esperar até que a figura chegasse em sua visão. Isso não demorava muito, quando a provável capitã do navio aparecesse para render o jovem Takeshi que havia se metido em uma grandiosa enrascada. Sua aparência era de uns 40 a 50 anos, cabelos grisalhos, pele preta e queimada pelo sol, além cicatrizes por todo o rosto. Seus braços musculosos estavam apoiados em suas costas, cobertos por uma farda de excelente qualidade que gozava de inúmeras condecorações. Sem dizer muitas palavras, apenas esboçava um sorriso debochado antes de estalar seus dedos, e, ao que parecia ser um comando, fazer Takeshi ser acertado na cabeça por uma coronha, deixando seu mundo preto e inconsciente - um desmaio.


Histórico:
N° de posts: 09
Ganhos:
- Capa e máscara Tengu
- Manopla de aço com lâmina retrátil - espólio post 05 - categoria clássica
- 7.125.000 berries - recompensa por duas cabeças - post 05
- Quatro adagas arremessáveis - post 05
- Relógio de Bolso Simples - post 05
Perdas: -
Ferimentos:
- Lacerações e hematomas nos punhos [3/3]
- Pequena fratura na costela [3/3]

Legenda / Npc's:
— NPC's aleatórios
Sons e onomatopéias
— Inimigos
— Revolucionários
— Frogg - Aparência

Considerações¹:

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    

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Capítulo III - O Começo Depois do Fim - Página 2 FObIUiu


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Capítulo III - O Começo Depois do Fim - Página 2 Jpu3OmR
Formiga
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Capítulo III

O Começo Depois do Fim





Complicações; essa palavra define bem minha vida naquele exato momento. Certo, eu me encontrava um tanto quanto feliz em saber que meu raciocínio estava correto, no entanto, talvez eu devesse ter tomado uma série de ações um tanto quanto mais contidas. De qualquer forma, agora a merda já estava feita e chorar pelo leite derramado não fazia o meu estilo - "Certo, muitos homens e várias armas de fogo, será que consigo me mover sem ser transformado em uma peneira?” – Pensei rapidamente enquanto meus olhos vagavam pelo convés, buscando alguma brecha que pudesse ser usada – “Talvez se eu usar esse arrombado de escudo, consigo o que quero.” – Era esse meu plano, o único que passava pela minha mente. A adrenalina que percorria meu corpo fazia estar pronto para a leva de ações que tomaria para fugir daquele lugar, na verdade, eu ia mesmo é sentar a porrada em todo mundo ali, só precisava de uma pequena chama de caos para que tudo aquilo queimasse e virasse cinzas.

Com os músculos tensionados eu me preparava para a putaria, ignorando completamente aquela mulher cheia de coisa na roupa, eu iria passar por cima dela também. Contudo, nem sempre as coisas saem como esperado, não é? Nesse caso nem mesmo tive chance de tentar, o impacto do golpe percorreu meu corpo e me fez apagar, caindo ali mesmo no convés. Minha mente não trabalhava, parecia imerso em um abismo sem fim, acordar? Eu queria, meu corpo queria isso e eu podia sentir, mas como fazer? Droga, só me resta esperar.

Independente do tempo que passasse ou onde estivesse, no momento que recobrei minha consciência a primeira ação tomada seria tentar se mover, sim, como um animal preso. Quando o controle do meu próprio corpo voltasse, daria uma bela olha ao redor e também em mim, ainda estava com minhas roupas? Minha identidade ainda estava segura? Se bem que eles não me conhecem ou sabem do meu vínculo com o exército revolucionário – Ei ei ei! Acho que começamos com o pé errado. – Diria ao ver alguém por perto, principalmente um dos homens que me apontaram a arma anteriormente – Esse não é o barco do pirata Bem? Droga, como um caçador como eu pode dar esse vacilo. – Mentira, uma tentativa clara de me safar daquele problema que havia me metido – Foi mal ai pelo equívoco, pago os danos que causei, preciso capturar o criminoso! – Completei.

Agora no caso de estar sozinho ou de não ver uma das faces de antes, lharia ao redor para me situar da situação, vendo alguém por perto – que não fosse um dos homens do convés – diria sem pensar duas vezes – Ei, onde estamos? Que porra é esse barco? – Não queria dar a entender que já sabia do que se tratava, afinal, isso poderia piorar e muito a minha situação – “Certo, primeiro vejo como estão as coisas, depois dou um jeito de fugir daqui.” – Era o meu plano já traçado desde o momento que despertei, não podia continuar ali, naquele antro de lacaios do governo, reagrupar e ir para Kano em um grupo maior era a melhor opção, para liquidar de vez com aqueles escravistas de merda.


Legendas:
Fala
"Pensamento"

Takeshi Isamune - Histórico/Objetivos:
Número de Postagens: 10
Número de Posts Viajando: 00
Dinheiro Atual: 4.255.000 B$

Ganhos:

    Capa e Máscara - POST 02
    7.125.000 B$ - 75% da Recompensa por dois criminosos: Rikimaru e. Junho - POST 05
    Adagas Arremessáveis - POST 05
    Manopla de Aço com Lâmina Retrátil - Categoria Clássica - POST 05
    Relógio de Bolso Simples - Valor ??? - POST 05


Perdas:

    Nada


Ferimentos:

  1. Lacerações e Hematomas nos Punhos - 03/03
  2. Pequena fratura na costela - 03/03 [CURADO]



Objetivos da Aventura:

    Pegar a Grana do Abastado 1.500.000 B$ [ ]
    Acumular 20.000.000 B$ [ ]
    Treinar a Qualidade Patrono 02/05 []
    Viajar para Kano [ ]
    Inserir o Primeiro NPC Seguidor [ ]
    Desenvolver alguns Aspectos da Personalidade do PP [ ]

    Adquirir Itens:
    Kit de Primeiros Socorros [ ]
    Itens para Manipulação de Químicos [ ]
    Granadas de Fumaça [00/05]
    Granadas de Luz [00/05]
    Granadas Explosivas [00/05]
    Mochila Grande [01/02]
    Garrafas de Álcool [00/05]
    Pedaços de Pano [00/05]
    Isqueiro ou Fósforo [ ]


Objetivos Gerais:

    Conhecer a Grand Line [ ]
    Conhecer Amigos [ ]
    Conhecer o NPC Acompanhante []
    Conhecer os Seguidores [ ]
    Treinar Qualidade: Patrono (03) []
    Acumular 1.000.000.000 B$ [ ]
    Ter Grandes Feitos [ ]
    Ser Livre [ ]


Informações do Personagem:

Photoplayer: Tengen Uzui - Kimetsu no Yaiba
Aparência Atual: Aqui

Qualidades:

    Abastado
    Ambidestro
    Experiência em Combate
    Mestre em Haki


Defeitos:

    Ambição
    Extravagante
    Dívida
    Inimigo
    Narcisista


Proficiências:

    Acrobacia
    Farmácia
    Herbalismo
    Primeiros Socorros
    Toxicologia
    Química


Estilos de Combate:

    Artista Marcial
    Chicoteador
    Espadachim


Status:
Nível: 02
PdV: 4.480
STA: 200

Força: 480 [Hábil]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 146 [Regular]
Reflexo: 661 [Hábil]
Constituição: 10 [Regular]
Agilidade: 453[Regular]

Técnicas/Habilidades:


    Nada por enquanto






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Capítulo III - O Começo Depois do Fim - Página 2 Fi6WMX7


Certificurso:
Curso Narrador AB, 2021
Capítulo III - O Começo Depois do Fim - Página 2 EBEAdF4X4AYyK13