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Kenshin
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II - Sombras em Stevelty Sab Set 25, 2021 2:30 pm
Relembrando a primeira mensagem :

II - Sombras em Stevelty

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Lucy Von Kral & Mary Van Tassel. A qual não possui narrador definido.

_________________

II - Sombras em Stevelty - Página 4 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Formiga
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Re: II - Sombras em Stevelty Ter Dez 07, 2021 1:52 am
Sombras em Stevelty


Lucy e Mary


A dupla revolucionária estava pronta para a missão, juntamente com o restante dos seus aliados, iriam liquidar definitivamente com as mãos do Governo que os assombrava – Quando ouvirem a explosão, iram saber do nosso ataque. – Falou Jon com convicção que causaria o maior estardalhaço capaz de chamar a atenção dos seus inimigos e ainda por cima, avisar a dupla. De qualquer forma, após uma breve troca de palavras elas partiram rumo a sua missão. Lucy estava montada em sua coruja, sobrevoando o local com cuidado e atenção, mantendo-se furtiva nas costas do seu mascote, uma ação de extrema inteligência e valor. Mary por outro lado não tinha nenhum mascote voador, então, restou-lhe apenas suas pernas para a levarem até a costa, coisa que não era difícil de fazer, tendo em mente a geografia da ilha.

Enquanto caminhava em meio a fumaça do cigarro, o tempo passou e o finalzinho de ia dando lugar a escuridão da noite, que naquele dia, começava a ser banhado pelo radiante brilho da Lua Cheia. Mary sem mais delonga encontrava a caverna, indicando para sua parceira a localização do lugar, mas, antes que Lucy pudesse de fato se aproximar, um som estrondoso escoou por toda extensão de mata do lugar. As chamas eram visíveis alguns bons metros de distância, parecia que a investida da revolução tinha começado. Voltando a caverna, era inicialmente um lugar simples, em meio as rochas e a maré alta ajudava a cobrir e dificultar o achismo de terceiro, afinal, parecia muito com um lugar simples e sem muitos recursos para oferecer. Todavia, o governo é sujo meus amigos, alguns metros dentro da caverna a dupla pode ver algo totalmente colossal!

Uma escadaria levava ao inferior da caverna, algo simples e com pouca iluminação. O som das ondas batendo no pequeno muro criado por inteligência humana ecoava pela caverna como uma bela canção, assim como o barulho da água escorrendo pela escada e seus arredores. O cheiro do mar era algo intensamente presente, o que dava um gostinho de certa forma aconchegante ao ambiente feito majoritariamente por rochas. A luz conseguia invadir o lugar, sendo refletiva na ága salgado e alguns minérios na caverna. Não demorou para que elas encontrassem o primeiro empecilho: uma figura masculina, cabelos castanhos e pele clara como o branco das nuvens em um dia de sol. A singularidade carregava um machado grande de duas mãos e observava uma pequena porta atrás de ti, aparentemente, o som da explosão tinha chamado sua atenção, mas ele não partiu na direção do furdunço, mantendo sua posição atual.

Voltou sua atenção unicamente para a entrada da caverna, a iluminação precária dava uma vantagem a dupla revolucionaria. A escada contava com algumas rochas um pouco mais robustas, que eram capazes de esconder a presença de Mary e principalmente de Lucy, por conta do seu tamanho quase que irrisório. O solo no final da escada era reto e amplo, tendo como passagem uma única porta metálica, como supracitado, sendo assegurada pelo corpulento homem de vestes acinzentadas. Como a dupla agiria? Um ataque direto? Ou tentariam uma abordagem um pouco mais estratégica?


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Achiles
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Re: II - Sombras em Stevelty Ter Dez 07, 2021 8:18 am
Sombras em Stevelty

Mary tinha uma diferença de opinião em quem deveria começar o ataque e eu até entendia o seu objetivo, porém Jon discordava daquele plano e seguiríamos o original para que forçássemos o ataque surpresa nas costas daqueles. O lado bom desse plano era que tínhamos o elemento surpresa para nos auxiliar, o problema era que éramos duas contra uma base do governo que deixaria alguns dos bons do lado de dentro, pois essa era a opção lógica. Tinha certas dúvidas que os chefões seriam enviados de cara para conter uma investida revolucionária em direção a sua base.

Kaboom! Ah, caralho! Tão me fazendo perder toda aquela diversão! HIHIHI! É hora de começar a matar alguns agentes e vingar alguns colegas do exército! A caverna era surpreendentemente bela e grande, o que eu não estava esperando após ver a entrada principal para aquela base e ser apertada com apenas chamas fracas de tochas.

Teria deixado Gigipsta antes de passarmos pelas ondas do mar, dando-lhe um sinal para que mantivesse vigia e voasse se sentisse qualquer presença por perto. – Vá, meu amor, não demorarei. – Era um aperto no coração me despedir dela toda vez que partia em direção a uma missão independente de quanta experiência e convivência tínhamos juntos, era como se sempre deixasse uma parte de mim para trás enquanto seguia.

O nosso primeiro obstáculo era colocado a nossa frente e eu estava no ombro de Mary observando a mesma coisa que ela, a pedra que nos escondia era perfeita para um ataque furtivo e surpreso, porém não achava que o obstáculo cairia de forma tão fácil já que para os agentes confiarem em alguém naquela entrada, deveria ser alguém forte. – Eu atacarei primeiro através das sombras, vou focar em debilita-lo com um golpe no tendão de Achiles. Fique vigia, se ele conseguir me perceber, ataque de imediato. Além disso, vou tentar lutar ao lado da porta, assim, você conseguirá ter acesso as costas dele. – Não achava que uma solução estratégica ou furtiva fosse adiantar ali e eu ainda estava puta pela frieza que os agentes tiveram e a colaboração com Zev.

Dado qualquer sinal sonoro (fala) ou físico (olhar, aceno) de confirmação, começaria a me prontificar, tentando me esconder o mais perto possível pelas sombras com os passos mais furtivos que conseguisse e então erguer as minhas adagas e em uma investida silenciosa tentar acertar o seu tendão. – Kiriya No Satsujin – Bradaria em minha mente para iniciar o ataque, tentando ter a principal vantagem dentro daquele combate pelo elemento surpresa. Minha ideia era que meu ataque fosse tão surpreendente que ainda conseguiria fazer um segundo antes dele notar quem o tinha atingido, tentando provocar que ele havia sido acertado por alguma flecha pega de raspão (por ser silenciosa) ou algo similar.

II - Sombras em Stevelty - Página 4 67QgSKr

Independente do sucesso, minha movimentação seria ir para o mais perto da porta já que a minha ideia era fazê-lo se virar duas vezes. A primeira para ver quem o tinha acertado, isto é, se tivesse, e a segunda era para fazê-lo virar para a porta e dar as costas para Mary. Nessa segunda, minha ideia era acertar a sua canela da perna que não teria sido acertada antes usando as duas adagas em paralelo com um forte golpe. – Cão do governo. – Vociferaria em alto e bom som para ter a sua atenção.

O seu machado indicava força, algo que julgava que ele tinha, pois era esse o motivo de que minhas defesas não se manteriam no bloqueio e sim na esquiva, procurando me movimentar de forma vertical e horizontal para direções aleatórias em seus golpes, procurando me manter em constante movimentação e dar tempo para que Mary efetuasse o seu primeiro golpe. Já que atacando de ambos os lados, provocaria uma demora de reação do inimigo, isto é, julgando que ele teria tal atraso.

Não me preocuparia apenas com os ataques de meu inimigo e também com o de Tassel, já que seria problemático ser acertado por uma companheira em meio ao nosso ataque conjunto e como não tínhamos experiência em combate conjuntas, talvez a sincronia ficasse um pouco fora de ordem.

Em meio a essa movimentação, se conseguisse alguma oportunidade para caso o homem fosse bloquear algum golpe de Mary e tivesse maior dificuldade, tentaria sacar o meu machado da maneira mais rápida possível e cravar na lateral de seu corpo, sendo esta a com maior facilidade independente da altura (coxa, quadril, costela, braço).

Sendo acertada ou jogada para o lado, tentaria recompor o meu corpo em meio ao ar para que minhas pernas sempre atingissem o lado correto da parede ou chão para que não acabasse sendo acertada em minhas costas ou cabeça. Utilizando até mesmo do meu machado para tentar cravar o solo e conseguir um melhor apoio.

II - Sombras em Stevelty - Página 4 6F9DP52

Técnica Utilizada

Kiriya no Satsujin:
Nome: Kiriya no Satsujin (Assassinato na Noite de Nevoeiro)
Rank: 1
Descrição: Uma ferramenta fundamental para qualquer Ladino, Lucy utiliza de um ambiente com pouca visibilidade como chuva, locais escuros ou neblinas para tentar se camuflar aproveitando-se do seu tamanho e da sua furtividade para empreitar uma investida silenciosa na direção do seu inimigo utilizando de suas adagas para cortá-lo em uma região específica.
Componentes: EDC Ladino, Furtividade Natural (Qualidade - Raça), Furtividade (Proficiência), Prontidão (Qualidade).
Requisitos:
II - Sombras em Stevelty - Página 4 1f4a2 - É necessário um local de pouca visibilidade (Chuva, Fumaça, Névoa, Falta de Iluminação)
II - Sombras em Stevelty - Página 4 1f4a2 - É necessário esperar um turno (post) após o uso da técnica para que possa ser utilizada novamente.
Penalidades: N/A
Dano: Força +10%
Stamina: 80.



HistóricoNome: Lucy von Kral
Posts: 16
Ganhos:
-
SELA COM BOLSA ACOPLADA:
- 1 Missão Completa (Obter informações referente a base secreta do Governo Mundial)

Perdas:
- 900.000 B$ (Sela e Bolsa) – Post nº 02

Dinheiro – Bolso: 3.830.000 B$

Inventário:
- Machado Clássico
- Par de Adagas Clássicas

Qualidades:
- Mestre em Haki
- Prontidão
- Ambidestro
- Furtividade Natural
- Veloz
- Diminuto

Defeitos:
- Louca
- Apegada
- Dependência
- Bisbilhoteiro
- Ajustes
- Exótico

Proficiências:
- Adestramento
- Cavalgar
- Costura
- Doma
- Furtividade

Saúde:
- Tá sussa!

Cor da fala: - Fala


Objetivos• Concluir duas missões em nome da Revolução.
• Encontrar novas pistas do paradeiro de Zev
• Subir de Patente no Exército Revolucionário
• Partir para Lvneel
• Aprender Física
• Construir uma sela para Gigipsta
• Anexar uma Bolsa na sela de Gigipsta



Vício: 05/10

Kerigus
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Re: II - Sombras em Stevelty Qua Dez 08, 2021 5:12 am
Mary Van Tassel


Tudo começaria com uma explosão gritante no meio da floresta, o que me deixava um tanto empolgada no caminho até o local da invasão, o caminho foi todo tranquilo somente eu e minha fumaça de cigarro relaxante. A caverna era algo que realmente me chamou atenção, apesar de ser uma caverna úmida e provavelmente cheia de morcegos que eu não estava vendo eu realmente achei o local bonito, ainda mais com a luz da noite batendo no local. - Um ótimo local para um banho de sangue não é mesmo? - O velho parecia empolgado, ele andava meio quieto, afinal não muito o que ele falar ou fazer. - Isso vai ser divertido… - Eu respondia para ele um pouco antes da chegada de Lucy no local.

Já dentro da caverna o Velho se afastava e parecia estar matando a curiosidade olhando em volta de pedras e olhando poças que pareciam mais fundas, parecia uma criança curiosa em um parque, ele sempre ficava assim quando as coisas podiam ficar mais divertidas. Depois de um tempo na nossa frente surgia uma figura gigantesca que parecia ser o guarda da entrada, ele parecia estar focado em outra coisa no momento, talvez ponderando se deveria continuar no seu posto ou ir ajudar depois de ouvir a explosão. No final aquele não era nosso dia de sorte e o grandão albino simplesmente continuava ali na porta, somente para nos dar mais trabalho.

Lucy tinha um plano e eu acenava com a cabeça enquanto desembainhava minha espada concordando com a ideia dela. Ficava de prontidão para o momento acerto correr com toda a minha velocidade e dar uma estocada nas costas do homem segurando a espada com as duas mãos, por sorte eu tinha um ótimo conhecimento médico e sabia onde acertar o golpe para acabar com ele de forma rápida, e silenciosa, então focaria o ataque na nuca do homem para garantir que ele não vai gritar, afinal é complicado gritar com uma espada cruzando o seu pescoço, mas também devia prestar atenção em Lucy então caso uma estocada no pescoço tivesse a chance de acertar a garota eu tentaria dar a estocada na região onde ficaria o coração, o golpe seria rápido caso eu precise acertar o coração, não ficaria com a espada parada esperando ele cair, puxaria a espada do coração do homem já girando ela e depois tentaria um corte horizontal no seu pescoço, tudo para a acabar com o combate o mais rápido e silencioso o possível.

Claro ele poderia se esquivar ou revidar os meus golpes ou os de Lucy, e com aquele machado gigante eu precisaria sair da frente e não bloquear golpes. Sempre tomando cuidado para não acertar Lucy ou entrar em seu caminho, minhas esquivas principalmente me abaixando para sair da área de acerto do machado, mas caso perceba que me abaixar não vai resolver, faria um movimento rápido com o corpo para o lado ou para trás, saindo do golpe do machado e e evitando sofrer algum dano chato logo no início do combate, tomando cuidado também para não esbarrar em Lucy durante minhas esquivas.

Sempre que achar uma brecha na defesa do homem, seja ela por descuido dele ou graças a algum golpe de Lucy o chamando atenção tentaria cortes no pescoço do homem sempre focando a traqueia, o corte teria que ser profundo pois não queria o homem gritando, depois que já entrarmos no local até não tem problema batalhas mais barulhentas mas ali era somente a porta e era importante evitar que alguém nos trancasse do lado de fora causando uma grande dor de cabeça.

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Formiga
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Re: II - Sombras em Stevelty Qua Dez 08, 2021 10:37 pm
Sombras em Stevelty


Lucy e Mary


A dupla revolucionária estava pronta para o combate, Lucy por sua fez se aproveitaria da sua baixa estatura e o próprio ambiente para agir de maneira furtiva, chamando a atenção do homem na porta, dando a abertura necessária para Mary finalizar o combate de maneira rápida e limpa. Em meio a escuridão, a pequena se esgueirou silenciosamente, o único com ouvido pelo grandalhão eram as gotas de água caindo no chão, algo nada fora do comum naquela região. Além da própria escuridão, a técnica utilizada pela garota proporcionava um stealth ainda maior, já que todos os seus sentidos estavam focados em permanecer fora do radar do homem. Ela poderia tentar matá-lo? Sim, tinha a abertura necessária para isso, no entanto, seu plano era totalmente diferente ao óbvio.

Carregando o elemento surpresa em suas ações, Lucy atacou sorrateiramente, como um pequeno arranhão para captar a atenção do antagonista, fazendo-o olhar ao redor, enquanto de maneira instintiva, ergueu sua guarda e atenção. Ele não viu, mas a minúscula estava em uma posição favorável e sua ação deu temmpo hábil para que Mary se movimentasse e agisse agilmente, efetuando um golpe limpo no pescoço do antagonista, fazendo o sangue espirrar da sua boca quase que no mesmo instante. Ele caiu de joelho, sendo finalizado pela dupla de maneira simples e direta, parecia que o Governo não tinham bons soldados a disposição ou será que o planejamento prévio falou mais alto? De qualquer modo, o rapaz estava sem vida estirado no chão e antes mesmo que pudessem investigar seu corpo em busca de algo, sons de passos eram audíveis vindo do interior da porta, com uma certa velocidade. Agentes? Talvez o exército revolucionário já tinha liquidado com tudo? Não, não era isso!

O som metálico de algo sendo colocado no chão ecoou pelo lugar, seguido de duas fortes batidas na porta – Mark! Pegue essas caixas e leve-as ao pé da escada, já volto com mais. – Uma voz masculina saiu do interior da porta, sendo seguida pelo som dos passos que se afastavam lentamente. Se procurassem no corpo, no lado esquerdo da cintura um pequeno molho de chaves estava visível, certamente alguma delas era a responsável por abrir aquela porta. Fariam isso antes da figura inimiga retornar? Aguardariam talvez uma possível saída? Percorreria o interior do quartel inimigo com velocidade, ignorando toda sua furtividade? Era uma decisão que precisava ser tomada com velocidade, já que o Agente não demoraria a voltar, dada sua velocidade de partida.


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Kerigus
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Re: II - Sombras em Stevelty Sab Dez 11, 2021 4:42 am
Mary Van Tassel


O primeiro era só grande, porque de forte ele não tinha nada ou talvez ele somente tinha azar de encontrar comigo e com Lucy, mas antes que pudéssemos encontrar algo de importante no homem, ouviamos sons do outro lado da porta. - Eles parecem estar com pressa, talvez tenham algo para tirar da base ou ilha antes dos revolucionários tomarem a base completamente. - O Velho tinha uma opinião interessante, seria bom mesmo acabar com aquilo rápido e alguém carregando caixas num momento que a base está sendo invadida, não é normal acontecer.

Me abaixava para sussurrar para Lucy sobre a ideia que eu tinha para seguirmos nossa missão, afinal havia um molho de chaves no grandão que tínhamos acabado de matar. - Eu vou abrir a porta e você aproveita sua furtividade e parte para cima do homem que ficou para trás. - Após isso já pegava a chave e com calma e cuidado para fazer o mínimo de barulho possível abria a porta o suficiente para que Lucy vá para o novo local e ataque o homem que estava ali. Ficaria olhando por uma pequena fresta por uns segundos e quando ela iniciar o combate eu abriria mais a porta para que eu consiga passar e entrar no combate com ela. Caso ela não tenha finalizado o oponente ainda eu iria novamente focar em dar uma estocada em seu pescoço, mantendo a ideia de acabar com o combate o mais rápido o possível.

O outro inimigo chegando antes de terminarmos o combate com aquele eu tentaria mudar de inimigo e ir para cima do novo alvo que apareceu. Já iniciaria atacando com um corte na diagonal da esquerda para a direita e de baixo para cima focando o torso do homem, após o golpe um chute no saco e a boa e velha estocada no pescoço. Desde o início talvez o combate não saísse como queríamos, então era importante ficar de olho nas ações dos meus adversários e é claro de Lucy, afinal não queria acabar esbarrando com ela e causar um problema durante o combate.

Sempre que precisar me esquivaria com saltos rápido e curtos, mas o suficiente para sair do ataque que estava recebendo, sempre tomando cuidado na direção que iria me esquivar para evitar esbarrar em alguma coisa, então revezaria esquivas em saltos para trás e para os lados. Caso ache oportunidades, daria contra ataques, sempre focando o pescoço do alvo com corte horizontais e tentando ser o mais profundo possível se conseguir arrancar a cabeça melhor ainda.

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Re: II - Sombras em Stevelty Sab Dez 11, 2021 2:30 pm
Sombras em Stevelty

O nosso primeiro movimento era um sucesso, porém apenas o primeiro para uma grande investida pelas costas dos nossos principais inimigos e assassinos desgraçados dos quais as minhas lâminas sequer estavam sujas da maneira mais correta do sangue deles. Com uma grande ferocidade, atacávamos sem piedade o primeiro que sequer teve tempo de ver quem atacou. – Certo. – Diria focada e com um semblante sério.

O segundo, deveria morrer igualmente ao primeiro, por isso, assim que Mary tinha um pensamento semelhante ao meu já começava a me aprontar, procurando me manter escondida nas sombras ou atrás das caixas que foram entregues do outro lado da porta esperando por aquele que chamava Mark, o presunto no chão.

Quando notasse a sua proximidade, focaria em atingi-lo em cheio usando das minhas duas adagas para perfurar o seu pescoço em uma cravada seguida de um puxão para tentar executar o corte mais profundo que conseguisse. – Agora. – Diria em um tom um pouco mais alto que os sussurros para que fosse o suficiente que Mary escutasse.

Meu segundo movimento seria tentar debilita-lo se o primeiro já não fosse o decisivo focando em atingir a sua panturrilha e posteriormente a posterior de sua coxa com o máximo de destreza nos movimentos que conseguisse ter e então dar uma afastada para que Tassel pudesse executar seus ataques.

Decidida em acabar aquilo com o máximo de eficácia possível, poderia haver contratempos, estes fosse o homem estar preparado ou acompanhado, por isso, focaria em minhas defesas ágeis para tentar escapar de ataques provenientes a minha direção, utilizando das pernas para dar curtos pulos de um lado para o outro e tentar não ser atingida pelas armas deles independente de seu estilo.

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Re: II - Sombras em Stevelty Sab Dez 11, 2021 11:38 pm
Sombras em Stevelty


Lucy e Mary


A dupla revolucionária resolvia manter a estratégia usada contra o primeiro inimigo, que por sinal tinha tido uma eficácia de 100%. Ao abrir a porta Lucy deu de cara com algumas caixas metálicas, grandes e recheadas com papéis de diferentes tamanhos e cores, pelo jeito os devaneios de Mary estava corretos. Aquele lugar era uma espécie de caverna em formato de corredor, com cerca de quinze metros de distância até uma segunda porta que estava aberta, sendo esta de madeira. De qualquer forma, devidamente pronta para ação ela esperou o inimigo se aproximar, ele carregava uma única caixa – também de metal – um pouco a frente do seu corpo, caminhando em passos rápidos e firmes. Sua aparência era jovial, pela lataria não parecia ter mais do que seus treze anos, no entanto, era estranho alguém tão novo assim estar trabalhando no Governo, ou será que não? Enfim, a pequena estava pronta e partiu em velocidade, usando da furtividade natural e também da sua técnica ara acertar um golpe decisivo em seu oponente.

Tudo estava indo bem, sua aproximação aconteceu de maneira voraz e com furtividade, porém, no momento em que estava perto de acertar o golpe, notou os olhos do garoto encontrando os seus – MERDA! – Ele gritou jogando a caixa para cima, impedindo a conclusão do ataque de Lucy, mas ainda restava Mary que estava pronta para finalizar aquele combate – PORRA! PORRA! PORRA! – O agente repetiu o xingamento três vezes em uma velocidade assustadora, observando a situação que se encontrava. Da cintura puxou duas pequenas adagas, bloqueando parte do ataque da humana convencional, mas ainda sim sendo acertado na lateral do pescoço, por sorte não pegando no ponto vital daquela região. Ele tomou a postura de combate, tentando acertar um contra ataque rápido e preciso na ruiva, porém, além da própria se esquivar lateralmente, ele sentiu algo acertando sua panturrilha e posterior de coxa, o que fez sua perna perder totalmente a força.

Seu corpo cedeu, quando seu joelho tocou no solo ele percebeu que sua vida havia acabado naquele exato momento. O golpe de Mary entrou, atingindo com um corte que quase separou por completo a cabeça do corpo. O sangue espirrou, atingindo as vestes e o rosto da ruiva, definindo o combate naquele exato momento. O agente agora não passava de mais um abate na lista das duas, que certamente aumentariam, dada a situação que estavam imersas. Por fim, sem ao mesmo ter chance para se preparar, uma figura feminina – com longos cabelos castanhos – era vista na porta de madeira, carregando duas espadas comuns – Lixo de revolução! – Ela gritou, partindo com velocidade percorrendo toda a extensão daquele corredor – largo o bastante para que ela lutasse com tranquilidade – Matarei vocês! – Pontuou segurando uma das espadas com a boca, pegando do bolso esquerdo da sua jaqueta um objeto pequeno e metálico. Ao destampar o objeto, acabou liberando uma cortina densa de fumaça que tomava conta – com velocidade – de toda extensão do corredor. Naquele momento seu corpo foi coberto pela névoa e o som dos seus passos sumiram gradativamente, até que por fim, nada mais era escutado. De súbito – sem chance de reação – um corte era sentido por Mary em sua coxa, entretanto, era um ferimento superficial.

Por fim – após o ataque – os passos eram audíveis novamente, tomando distância, pelo menos era isso o que parecia. Quais seriam as ações da dupla? Os únicos sons naquele lugar eram os do combate no outro lado da estrutura, que pouco a pouco pareciam chegar mais perto. A revolução estava subjugando o governo? Ou eles estavam perdendo suas forças pouco a pouco? A fumaça continuava densa e a presença da mulher parecia ter sumido, mas, certamente ela estava à espreita, esperando pelo momento certo para atacar.


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Re: II - Sombras em Stevelty Seg Dez 13, 2021 11:37 am
Sombras em Stevelty

Os inimigos a minha frente não importavam as suas aparências, características ou idade já que para mim, os agentes do governo eram tudo um banho de filha da puta aproveitador dos mais fracos e puxa saco dos nobres, lambiam tanto a bola deles que jamais ficavam sequinhas. Bando de vagabundos mercenários do caralho. Desde quando eu era apenas uma civil e dependia da ajuda deles, os homens me ignoravam por completo como se eu fosse apenas como uma qualquer. The Karma is a Bitch, bastards!

Uma nova inimiga se mostrava a nossa frente e parecia aproveitar de uma cortina de fumaça para fazer os seus movimentos furtivos, para mim, era como se eu visse uma faca de dois gumes a minha frente já que o meu estilo de combate era parecido com o dela, principalmente quando eu invocava o meu lado ladino ao invés do massacre.

Por isso, aproveitaria das sombras para que tentasse me esconder nelas procurando ouvir os passos da minha inimiga tentando não me afastar muito de Mary para que eu também soubesse onde ela estava e não confundir nenhuma das duas.

Quando notasse a presença dela, fosse através de passo, visão ou olfato, daria um impulso rápido em sua direção procurando cravar as minhas duas adagas em qualquer parte de seu corpo e então rasga-la para o lado, tentando fazer com que o movimento fosse o mais rápido possível. Focaria também em hesitar caso o meu alvo acabasse sendo Tassel ao invés da agente do governo, o que seria problemático.

Caso sentisse que eu seria a alvo daquela maldita, focaria em tentar me esquivar para as laterais procurando manter uma distância ao invés de ver o seu golpe e me basear nele para jogar o meu corpo procurando premeditar os seus movimentos como que uma gatuna faria, tentando entender esse lado.

Em último caso, focaria em subir no ombro de Mary para tentar me manter junto a ela naquela empreitada e quando notasse que o ataque aconteceria, procuraria usar do corpo dela e um impulso com as pernas para focar meus ataques direcionados ao seu pescoço ou outra área vital de corpo para acabar com aquele combate o mais rápido que conseguíssemos.

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Kiriya no Satsujin:
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Descrição: Uma ferramenta fundamental para qualquer Ladino, Lucy utiliza de um ambiente com pouca visibilidade como chuva, locais escuros ou neblinas para tentar se camuflar aproveitando-se do seu tamanho e da sua furtividade para empreitar uma investida silenciosa na direção do seu inimigo utilizando de suas adagas para cortá-lo em uma região específica.
Componentes: EDC Ladino, Furtividade Natural (Qualidade - Raça), Furtividade (Proficiência), Prontidão (Qualidade).
Requisitos:
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Re: II - Sombras em Stevelty Qua Dez 15, 2021 5:10 am
Mary Van Tassel


No final não deu tudo certo, o nosso ataque surpresa acabou que virou uma gritaria descontrolada da agente que tentávamos silenciar. Apesar da gritaria a agente parecia ser muito boa na luta, sua reação aos ataques surpresa foi rápida e decisiva, talvez se ela estivesse somente contra uma de nós tivesse durado mais ou talvez até mesmo vencido, mas seu azar foi enfrentar nós duas ao mesmo tempo. Toda suja de sangue depois de quase arrancar uma cabeça com a espada uma nova inimiga aparecia, e quando ela soltava seus xingamentos eu já me preparava séria olhando para ela esperando para ver sua reação.

O problema foi uma cortina de fumaça que a desgraçada soltou, que somada a sua capacidade de fazer um silêncio gigante ao andar fudeu tudo para mim, eu estava ali em uma grande desvantagem, mas talvez Lucy estivesse em uma grande vantagem ali. - CUIDADO MARY. - Ouvia a voz do velho mas ao mesmo tempo sentia o corte na minha perna e rapidamente notava que minha adversária já entrava na fumaça e no silêncio novamente. Minhas opções ali eram limitadas, eu tinha poucas opções ali naquele combate então precisava de uma boa estratégia, e eu já tinha ela em mente, o que é uma das vantagens de ser inteligente.

Me movia com cautela na direção que eu acreditava estar a porta por onde entramos enquanto falava com a mulher. - Mesmo depois de tudo isso, tu só conseguiu fazer um corte superficial? Talvez precise de mais fumaça ou sei lá mais habilidade talvez. - Meu objetivo ali não era deixar ela irritada, era fazer o barulho da minha voz atrapalhar na percepção da agente dando uma brecha para Lucy se mover com mais tranquilidade pelo local sem chamar atenção da mulher. Provavelmente o alvo dela era eu pois era mais fácil me encontrar na fumaça do que encontrar Lucy, talvez na mente dela a fumaça iria me anular completamente, não era um pensamento errado por completo, mas eu tinha minhas táticas para tentar counterar aquilo. Encontrando a porta tentaria sair para a parte da caverna de onde viemos tentando sair da área da fumaça, isso podia não ser possível e eu encontraria uma parede ou uma caixa, então me encostaria neste obstáculo que encontraria para tentar reduzir a direção em que a mulher poderia vir me atacar.

Caso perceba ela chegando tentaria atacar antes dela conseguir me atacar, daria um corte na diagonal de cima para baixo acertando onde quer que eu conseguisse da mulher, se possível tentaria me esquivar para pelo menos não receber o golpe com força total, sempre  tomando cuidado obviamente para não acertar Lucy. Não sendo possível notar a aproximação da mulher tentaria contra-atacar assim que receber seu golpe, não dando tempo dela se afastar, então assim que sentir o golpe da mulher me acertar daria um corte na diagonal de baixo para cima, segurando a espada somente com a mão esquerda e deixando braço bem esticado com o intuito de ter a maior área de acerto possível afinal a mulher parecia ser bem rápida e silenciosa dentro da sua cortina de fumaça.

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Re: II - Sombras em Stevelty Qua Dez 15, 2021 10:38 pm
Sombras em Stevelty


Lucy e Mary


A dupla revolucionária já havia finalizado dois oponentes, sendo o segundo com um certo toque selvagem por parte de Mary. Enfim, a situação era complicada, a fumaça ajudava a pequena existência e ao mesmo tempo atrapalha sua parceira, então, elas tinham que dar um jeito de lidar com toda aquela situação da melhor maneira possível. Ambas as mulheres estavam prontas para o combate, assim como sua antagonista que se mantinha em silêncio por ainda mais tempo, movendo-se com cautela e usando dos seus dons furtivos para ganhar uma certa vantagem naquele ambiente relativamente grande, pelo menos, grande o bastante para que movesse suas armas com facilidade e sem qualquer tipo de receio.

Falando em receio, isso era algo claro nas protagonistas, principalmente por parte de Lucy que estava de certa forma com medo de acertar sua aliada, algo que era totalmente possível dada a situação na qual se encontravam. A pequena parou suas ações, usando suas habilidades para se manter oculta, prestando atenção em algum tipo de som ou até mesmo por outros sentidos, já que esperava que sua antagonista fizesse algum barulho antes de atacar. Mary tomava outro rumo, já que pelo seu tamanho normal entendia que era o alvo mais fácil para a mulher, afinal, acertar uma criatura minúscula como Lucy era uma tarefa bem desgastante. A ruiva rapidamente se moveu com cautela, voltando em direção a porta, no entanto, a fumaça impedia claramente de ter uma visão de tudo aquilo a sua volta. Esbarrou em umas das caixas metálicas, sinalizando tanto para Lucy quanto para a inimiga a sua localização, porém, nenhum ataque foi deflagrado. Aquilo era minimamente estranho? Sim, o silêncio reinava naquele ambiente e os únicos sons vindos pareciam ser de longe, do interior do local. Click – Aquele som ecoava pelo corredor como se fosse uma flecha passando por toda sua extensão – BANG! BANG! BANG! BANG! BANG! – Uma série de tiros eram disparados naquele lugar, para Lucy era possível até mesmo ver o rastro das balas percorrendo todo o lugar. Para Mary a situação era um pouco mais complicada, o primeiro tiro acertou uma das caixas e o som do impacto ecoou pelo lugar, o segundo e terceiro atingiram a porta de metal que, pelo som, estava a poucos metros atrás. O último tiro acertou de raspão o seu braço direito, acertando em cheio a caixa metálica naquela direção. Porém, o pior ainda estava a caminho! O som de passos percorria o corredor logo após os disparados, a corrida tinha endereço certo: a jovem Mary.

Vocês acham que a ruiva ficou parada? É claro que não! Ela resolveu atacar primeiro, com um movimento diagonal de cima para baixo, visando unicamente atingir sua antagonista antes que ela pudesse atacar. O som metálico percorreu o lugar logo após o choque entre as duas espadas e a face da mulher era visível para Mary, já que aos poucos a densa fumaça ia se esvaindo pela porta e por pequenas passagens na lateral da caverna. A inimiga estava prestes a realizar um segundo movimento utilizando a outra espada, visando rasgar os membros inferiores da ruiva – Atrás de você! – Gritou uma voz masculina vindo da outra porta, fazendo-a virar-se com velocidade e observando a pequena Lucy quase que acertando seu corpo com as duas adagas. Com um movimento acrobático e flexível, desviou daquele movimento deixando que a jovem passasse batida, dando uma espécie de rolamento logo em seguida e cerca de três saltos para trás.

A garota sorria de maneira sádica, segurando suas espadas com ainda mais força e entrando em posição de combate, colocando uma delas na vertical à sua frente, mantendo o braço esticado e a outra próxima a cintura, como se fosse realizar o saque daquele armamento. O homem que estava atrás era alguém conhecido por Mary, se tratava do homem responsável por levar o corpo do homem negro até a parte frontal da floresta, deixando distante do QG dos Agentes. Ele tentava de diversas maneiras recarregar a arma, mas pelo visto aquele não era seu estilo de combate, jogando o item no chão com raiva e puxando da região da lombar um par de adagas carmesins, colocando as armas rente ao seu antebraço – Eu pego a ruivinha.[b/] – Disse à mulher lambendo os lábios superiores – [b]Então eu fico com a tampinha. – Bradou o homem avançando com velocidade, percorrendo todo o corredor sendo seguido pela mulher, que deixava-o passar na frente, ficando alguns centímetros atrás. Por fim, o homem avançou como uma locomotiva sem freio na direção da pequena Lucy, tentando acertar um movimento de estocada, após realizar um hábil manejo da adaga em sua mão. A mulher como supracitado estava atrás, parecia pronta para intervir a qualquer movimento feito por Mary.

A dupla não tinha muito espaço, já que estavam contra as caixas. A porta continuava entreaberta e poderia ser utilizada para voltar a região da caverna ou seja lá o que as revolucionárias fariam para enfrentar aquela dupla de aparência feroz.


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Re: II - Sombras em Stevelty Sab Dez 18, 2021 8:27 am
Sombras em Stevelty

A fumaça tinha realmente dificultado a visão e limitado nossos movimentos, Mary, na tentativa de um ataque teria feito um barulho que revelou o planejamento através daquela cortina e o resultado foi um tanto perigoso e inesperado, surgindo uma chuva de disparos em nossa direção.

O que pensávamos que seria um dois contra um, revelava-se mais problemático, eram dois agentes do governo, uma que tinha foco em Mary e um ladino focando em mim. – TAMPINHA É O CARALHO, SEU FILHA DA PUTA CÃO DO GOVERNO! Ah, mas agora você sofrerá. – Ser chamada de anã me deixava puta e meus braços sentiam um leve formigamento com a minha garganta se tornando um pouco mais leve... É melhor que esses cães do governo não tenham tomado todo o meu café, se não terei que fazer mais.

Com a nossa posição já revelada e sem a necessidade de maior furtividade, rapidamente guardava as minhas adagas em seu coldre e puxava o machado de minhas costas preparado para partir para cima com toda a agressividade.

Para outros, as caixas poderia ser um problema em relação a localização, porém para mim, era algo vantajoso, atrapalharia os movimentos do meu inimigo o limitando. Por isso, rapidamente recuaria para elas, procurando ficar em cima de uma e esperar o primeiro movimento daquele homem que focaria a sua atenção em mim.

Ah, mas ele está pensando que eu vou aproveitar das caixas apenas porque consigo me esquivar melhor?! TU TÁ ENGANADO PÁ CARAI, MENÓ! Usaria da arma em minhas mãos para direcionar um golpe vertical de cima para baixo em direção a sua adaga para defleti-la para cima e com a minha força tentar um desequilíbrio onde saltaria em sua direção com velocidade e procuraria acertar com o cabo do machado em seu estômago, procuraria me segurar em sua veste e invés de recuar, continuaria o meu ataque, procurando saltar para debaixo do seu sovaco, onde ele não conseguiria me acertar com facilidade e então executar um corte horizontal em seu braço.

Para tentar me defender de qualquer ataque, meu estilo de defesa mudaria e procuraria muito mais um contra-ataque do que apenas esquivas vazias, por isso, moveria meu corpo com destreza sempre tentando encontrar uma caixa, parede ou até mesmo o corpo de um aliado ou inimigo para pular e continuar a direcionar um ataque ou esquiva na direção daquele homem com o foco de sempre tentar acertar o seu tórax ou membros superiores. O motivo? Simples, é a zona mais fácil de acertar e debilitar um inimigo do qual desconheço a força é o jeito mais cauteloso de enfrentar.

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Re: II - Sombras em Stevelty Seg Dez 20, 2021 5:04 am
Mary Van Tassel


A desgraçada não tava sozinha, tinha um filho da puta dando tiro ainda, felizmente a névoa fez com ele somente atirasse pelo som que eu estava fazendo o que foi uma grande vantagem para mim, afinal somente um tiro me acertou e foi de raspão ainda. Mas não tinha acabado ainda, precisava manter o foco pois ainda tinha uma vagabunda tentando me cortar usando a névoa como esconderijo, logo após isso tudo aconteceu rápido a mulher que me atacava conseguiu se esquivar de um golpe de Lucy graças ao atirador desgraçado, que era um rosto conhecido por mim mas agora eu conseguia a enxergar melhor logo a vantagem dela estava sumindo o que tornava tudo mais fácil.

Eles dividiam os alvos sem perguntar nossa opinião não que isso importasse a gente mataria os 2 não importava quem fosse que viesse para cima. Quando a mulher me olhava com um sorriso eu colocava minha espada em minha frente segurando com as duas mãos respondia com um sorriso olhando bem nos olhos delas, e depois de um breve momento partiria para cima dela tentando dar uma finta, fingindo uma estocada em seu tronco, com a espada levantada na altura do meu ombro do lado direito partiria em direção a ela com toda minha velocidade, mas ao me aproximar o suficiente o meu golpe verdadeiro seria um corte na coxa dela tentaria pegar a parte interna para acertar a artéria femoral dela e acabar com aquilo logo enquanto ela sangra e fica sem forças.

Obviamente nem tudo seriam flores e ela não ficaria à espera do meu ataque sem tentar fazer nada, por isso eu estaria pronta para um ataque da mulher, como o local era de certa forma apertado, me manteria com esquivas curtas sempre tentando somente tirar o tronco da frente quando possível e se necessaria me afastaria mais com um rápido salto para longe do ataque da mulher. Me esquivando tentaria contra atacar com dois golpes um chute no na lateral externa do joelho da mulher seguido de um corte com a espada na altura do pescoço, sempre tentando fazer ela sangrar o máximo possível.

Ela também poderia contra atacar o que poderia dificultar minhas esquivas, mas mesmo assim tentaria me esquivar com um pequeno salto indo para o lado da mulher o então bloquear o golpe dela com minha espada e caso ela venha com um golpe com a segunda espada eu me esquivaria na direção contraria ja iniciando um ataque na esquiva tentando dar uma joelhada na barriga da mulher seguida de um corte na região do pescoço.

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Re: II - Sombras em Stevelty Ter Dez 21, 2021 1:56 am
Sombras em Stevelty


Lucy e Mary


A batalha estava chegando ao seu ápice, não existiam mais truques ou firulas que poderiam ser feitas para dar alguma vantagem a nenhum dos lados. Uma batalha franca, o famoso mano a mano estava prestes a acontecer e a porra da anã estava puta meu parceiro! As duplas já haviam sido definidas na rodada anterior pelos próprios inimigos, talvez em uma leitura rápida conseguiram encontrar oponentes onde suas habilidades se destacariam em relação a deles, pelo menos era isso que podia ser notado em suas facetas confiantes. De qualquer modo, naquele corredor apenas um lado sairia vitorioso, no entanto, a questão era saber qual deles seria: Governo ou Revolução?

Mary estava pronta para dar o troco a sua antagonista, como supracitado agora não tinham mais firulas ou cartas na manga, apenas suas espadachins prontas para cortar a carne uma da outra. Em meio a situação complicada, a revolucionária firmou sua base e empunhou com um maior vigor a sua arma, confiando unicamente no fio que decidiria quem permaneceria vivo e quem partiria desta para melhor. Antes mesmo que sua antagonista pudesse alcançar a ruiva partiu em sua direção, atacando firmemente com uma estocada, mas aquilo não passava minimamente de um truque, uma finta para atrair a atenção da mulher. A Agente posicionou ambas as espadas para formar uma espécie de tesoura, visando bloquear e provavelmente realizar uma sequência de ações com base naquele movimento inicial, porém, a surpresa tomava conta da sua face no momento em que visualizou a postura da ruiva mudando, assim como a direção do seu golpe.

A jovem acertou a coxa da outra espadachim, como uma médica Mary detinha conhecimentos únicos do corpo humano, unindo a sua esgrima afiada foi capaz de acertar um ponto de extrema vitalidade da sua inimiga” a artéria femoral. O sangue fervoroso jorrou do ferimento causado pela revolucionária, mas vocês acham que ela parou? Claro que não! Em um movimento súbito utilizou toda força que ainda restava em ambas as pernas e avançou com ferocidade, desferindo uma série de golpes pesados e com uma agilidade singular. Mary se esquivava com habilidade enquanto esperava o momento certo para alavancar sua vitória e assim ela fez! Aproveitou da amplitude exagerada da sua inimiga, conseguindo o tempo necessário para acertar com chutes ferozes no joelho da mulher, fazendo-a desequilibrar com certa facilidade, sendo finalizada com um corte em seu pescoço. Em um último movimento – segundos após o corte – a Agente atravessou a canela de Ruiva com sua lâmina, acertando entre a tíbia e a fíbula, caindo no chão jorrando sangue em seguida.

Se por um lado Mary se aproveitava do tamanho do lugar e de fintas, do outro a jovem Lucy estava puta da vida com o “cão do governo”. Ela estava pronta para bater no macho escroto que anteriormente havia disparado tiros contra a dupla, por sorte ele não era tão bom assim nesse estilo de combate. A falta do café começava a dar seus sinais, mas ela já sabia onde podia encontrar a substância capaz de sanar a sua dependência. Enfim, a furtividade não era algo que a pequena poderia contar naquele momento, afinal um combate direto estava prestes a acontecer, com isso, sua metodologia de combate mudava completamente. A Lucy das sombras saia de cena, dando lugar a Lucy “machadeira”, o que pegava o oponente de surpresa, já que ele acreditava que a garota continuaria a usar adagas, a especialidade do homem.

De qualquer forma o combate tinha seu início de maneira acelerada e a revolucionária fazia uso do cenário ao seu favor. Claro, seu tamanho era propício aquele estilo de combate, usando as caixas para ganhar vantagem sobre seu inimigo. O homem deu um pequeno sorriso, pelo jeito as coisas estavam indo como o planejado, talvez ele quisesse que a garota fosse para as caixas? Talvez ali ela acabasse por ser um alvo palpável as suas adagas? Que seja, tudo foi abaixo com o avanço da menina. Ela realizou um movimento feroz, utilizando seu machado e força para se sobressair contra o seu antagonista, que naquele momento era pego de surpresa por conta do ataque feroz. Claro, isso não parou por aí! Após o leve desequilíbrio ele pode notar o avanço da pequena, acertando seu estômago com o machado e fazendo-o expelir sangue pela boca instantaneamente. E ele ficou parado? Não, por mais machucado que tivesse sido ele ainda tinha resistência para continuar o combate e o orgulho necessário para não cair perante a corja da revolução.

Porém, ele estava em uma situação verdadeiramente complicada. A pequena Lucy ao invés de recuar, continuou usando o cenário ao seu favor, dessa vez o próprio corpo do seu antagonista como base de movimentação. Ele se mexia enquanto a garota saltava pelo seu corpo, passando pelo seu sovaco e então causando um corte em seu braço, fazendo o homem gemer de dor naquele momento. Ele então utilizou seu último recurso e se lançou contra as paredes da caverna, a fim de tentar causar um desequilíbrio em Lucy, no entanto a garota estava esperta. No último segundo ela saltou em direção às caixas, deixando o homem chocar seu corpo contra a parede e atrapalhar ainda mais a sua movimentação, já que o nível de dor aumentava gradativamente.

Em meio a uma movimentação ágil e inteligente, a criatura minúscula permaneceu se mexendo para lá e para cá, aproveitando dos momentos oportunos para desferir ataques na região mais fácil de se acertar. De qualquer modo, o homem estava em uma situação complicada e tentava desviar e bloquear os contra-ataques ferozes da menina, mas sem muito sucesso. Em um último movimento, lançou uma de suas adagas na direção da garota, acertando de raspão a lateral do seu abdômen, mas não sendo capaz de parar a investida que findaria na vitória da revolução, acertando em cheio peito do homem, que já se encontrava completamente banhado em seu próprio sangue.

O Agente caiu sem vida com o corpo repleto de cortes e ataques por parte do machado, Lucy estava suja com o sangue do seu oponente após inúmeros ataques feitos, mas aquilo não era problema para ela. Por fim, a dupla por escutar os sons da batalha ainda acontecendo no interior do quartel general, parecia que as coisas não tinham acabado e a necessidade de ajuda era clara, afinal, elas não poderiam deixar que de maneira nenhuma o Governo saísse vitorioso. Partiriam juntas? Ficaria por ali aguardando possíveis inimigos? Era uma decisão que necessitava cautela, mas, independente do que fosse decidido, aquilo poderia definir a vitória ou derrota da incursão revolucionária, afinal, não dava para saber qual lado estava saindo vitorioso.


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Re: II - Sombras em Stevelty Qua Dez 22, 2021 4:41 pm
Sombras em Stevelty

Sangue para todo lado, era uma baderna do caralho jorrando o líquido viscoso e rubro nas paredes e manchando os salões dos agentes do governo. Meus ferimentos eram quase nulos, o único acerto foi um corte superficial do qual para mim não tinha a menor significância. Meus dedos já começavam a tremer com maior frequência e meus pensamentos se tornavam mais focados em adquirir apenas uma coisa: Café.

- Hihihi! Agora sou ruiva também! – Brincaria com o sangue em meus cabelos tornando-os vermelhos, porém não por completo. – Mary, preciso de café. Os inimigos estão a nossa frente e não vão esperar um ataque pelas costas, vamos rápidas! – E com o machado em minhas mãos, daria um último golpe no filha da puta. – Pequeno é o seu p! Filha da puta! – E com velocidade dispararia em direção aos barulhos e tudo o que estivesse acontecendo perto dali o suficiente para que conseguíssemos escutar.

Porém, meu foco de imediato não seria enfrenar ninguém ou pegar alguém desprevenido pelas costas, embora isso fosse o mais saudável e provavelmente o mais correto, entretanto, as batalhas não haviam importância se uma coisa não estava presente, Gigipsta! Sim, pera, também! Porém o café! Era o que eu estava mais precisando naquele momento!

Era esse motivo que usaria da minha furtividade para tentar passar como uma sombra e desviar de qualquer chute que viesse de algum tumulto para passar diretamente pelos agentes do governo, independente de sua formação ou quantidade para chegar na sala que antes eu tinha feito o café.

E com toda a calma do mundo, SÓ QUE NÃO, faria o café ou tomaria uma xícara de forma acelerada e não me importando se viesse a derramar um pouco no chão ou nas roupas, eu queria mesmo era aquele golinho de café que me faria ir aos céus!

Obviamente, depois de tudo isso, procuraria ver se alguém havia me identificado ou se o calor da batalha fosse tão aflito que minha presença tivesse passado despercebida. E independente de alguém ter me visto ou não, chegaria com velocidade em direção ao pescoço do agente focando em acertá-lo com o machado usando cem por cento da minha força! PLUS ULTRA GARAI! De início, procuraria me movimentar o mais rápido que conseguisse sem travar uma batalha um contra um e sim tentar aproveitar da minha agilidade e do meu tamanho para tentar intrometer entre as pernas dos meus inimigos, que acredito, em uma invasão, eles estariam um tanto mais juntos. E então focar em acertar vários em meio ao caminho tentando traçar algo como uma linha de costura em uma peça de roupa.

II - Sombras em Stevelty - Página 4 Yuno-gasai

Tomaria bastante cuidado para não ser acertada por fogo amigo ou inimigo tentando utilizar da velocidade para me esquivar dos seus ataques ou em último caso bloqueá-los com o meu machado procurando usar a sua lâmina para tentar defleti-los e não sustentar o golpe em si para ter mais liberdade de movimento.

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Ganhos:
-
SELA COM BOLSA ACOPLADA:
- 1 Missão Completa (Obter informações referente a base secreta do Governo Mundial)

Perdas:
- 900.000 B$ (Sela e Bolsa) – Post nº 02

Dinheiro – Bolso: 3.830.000 B$

Inventário:
- Machado Clássico
- Par de Adagas Clássicas

Qualidades:
- Mestre em Haki
- Prontidão
- Ambidestro
- Furtividade Natural
- Veloz
- Diminuto

Defeitos:
- Louca
- Apegada
- Dependência
- Bisbilhoteiro
- Ajustes
- Exótico

Proficiências:
- Adestramento
- Cavalgar
- Costura
- Doma
- Furtividade

Saúde:
- Tá sussa!
- Corte Superficial na Lateral do Abdômen (00/02)

Cor da fala: - Fala


Objetivos• Concluir duas missões em nome da Revolução.
• Encontrar novas pistas do paradeiro de Zev
• Subir de Patente no Exército Revolucionário
• Partir para Lvneel
• Aprender Física
• Construir uma sela para Gigipsta
• Anexar uma Bolsa na sela de Gigipsta



Vício: 09/10

Kerigus
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Imagem : II - Sombras em Stevelty - Página 4 XiE51SL
Créditos : 5
KerigusMarinheiro
https://www.allbluerpg.com/t1741-vesra-lutira-ectar#18523 https://www.allbluerpg.com/t1742-i-the-book-of-vesra-evolution#18534
Re: II - Sombras em Stevelty Qui Dez 23, 2021 5:29 am
Mary Van Tassel


A desgraçada não esperava meu primeiro golpe ser como foi e eu no fundo não esperava que ele acertasse tão em cheio como acertou, o sangue jorrava da perna da mulher e eu sabia que era só questão de tempo até ela cair sem força para nada. - Resistente ela não é… - A mulher ainda tinha energia para uma última investida mas eu estava pronta para aquilo e consegui me esquivar com tranquilidade, o momento que eu esperava chegou e a abertura para destruir o joelho dela com um chute apareceu e foi isso que eu fiz, mas a puta ainda tinha um restinho de força me cravando a espada na perna. - ARGH… VAGABUNDA… - Aquilo doeu devo admitir, mas ela tava morta e eu não. - Tá colecionando pescoços? Já é o segundo hoje, e suja de sangue como tu tá, tenho dúvida se o exército revolucionário não vai te achar maluca demais pra seguir com eles ahahahaha. - Não era uma hora boa pra ouvir piada do Velho mas não tinha como evitar, então tudo que faria era lhe dar um olhar de quem não tá com saco pra aquilo agora.

Olhava para Lucy e ela terminava seu adversário e vinha falar comigo, enquanto ela falava eu cuidava da minha perna de forma rápida, afinal a missão ainda não havia acabado. Primeiro passava um pouco de álcool no ferimento. - FFFSSS… - Aquilo ardia e era uma merda mas eu não tinha escolha, molhava bandagens com álcool e enrolava no local para tentar conter o sangramento o máximo possível, se precisasse de ponto era um problema para depois já que agora não tinha tempo para isso, se a dor fosse grande aplicava uma morfina no local e já era.

Lucy terminava de falar e parecia estar com pressa, eu tentaria acompanhar a garota mas como ela tava com pressa e minha perna tava machucada o que me restava era ir com mais calma sempre prestando atenção em inimigos no caminho, era uma cena estranha eu toda cheia de sangue que não era meu, na verdade na perna tinha sangue meu mas enfim, andando com cuidado pela base dos traidores, quem diria que eu estaria numa missão dessas, no fundo estava orgulhosa de mim mesma, e até tava gostando de cortar cabeças de traidores, tinha uma certa sensação de vingança ao fazer aquilo me dava um alívio, só não podia deixar aquilo subir a cabeça demais.

Seguia com cuidado para não chamar atenção e com minha espada em minha mão, tentando sempre manter meus sentidos bem ligados para notar a aproximação de qualquer inimigo, como a batalha parecia estar ainda ocorrendo, tomaria cuidado para não atacar aliados da revolução e não traidores, agentes eram mais fáceis de perceber que eram agentes mas traidores às vezes davam mais trabalho, mas eu tinha as imagens e uma boa memória tentaria usar isso ao meu favor caso encontre alguém na minha frente, de preferência Zev queria a cabeça dele em um prato, sabe como é traidores não precisam de cabeças.

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