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Kenshin
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II - Sombras em Stevelty Sab Set 25, 2021 2:30 pm
Relembrando a primeira mensagem :

II - Sombras em Stevelty

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Lucy Von Kral & Mary Van Tassel. A qual não possui narrador definido.

_________________

II - Sombras em Stevelty - Página 3 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Formiga
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Re: II - Sombras em Stevelty Qui Nov 18, 2021 9:53 pm
Sombras em Stevelty


Mary


Para sorte da mulher sua “missão” não tinha sido difícil, seu papel era simplesmente encontrar o corpo do aliado do mascarado e assim ela fez. Ao seguir o homem manteve uma distância segura para tal investida, ficando longe dos sentidos do rapaz que caminhava com certa tranquilidade, mesmo segurando um corpo em seus ombros. No momento em que largou o presunto e se distanciou, a revolucionária agiu, se aproximando do cadáver e procurando algo que identificasse que aquele era realmente Tom, na verdade, ela estava buscando por algo que pudesse provar que a mesma achou o rapaz.

Após uma rápida busca ela encontrou um pequeno relógio de ouro, ou pelo menos banhado com tal. Uma foto de duas crianças que pareciam com o rapaz estavam presas no interior do objeto, que ainda estava funcionando, mesmo que estivesse ligeiramente amassado. Aquilo era prova suficiente do seu achado, muito mais fácil e discreto que carregar o corpo já sem vida a muito tempo, com sinais claros de decomposição e inchaço. Para sua sorte no momento da busca nenhuma adversidade ocorreu, tendo sido realizado com segurança e discrição. A revolucionária retornou até o local de antes, indo até o contratante de maneira direta, afinal, ela tinha uma recompensa a receber pelo seu valioso trabalho.

Eu entendo. – O contratante falou um tanto quanto cabisbaixo de maneira inicial, mas pela sua postura ele pareceu se recompor rapidamente – Obrigado pelas informações adquiridas, assim podemos dar prosseguimento com a investigação, pelo menos temos algo para usar como norte. – Continuou o falatório de maneira tranquila, pegando e analisando o objeto que era de Tom, por fim, guardando em um dos bolsos do seu casaco – Não precisa ir, mandarei algum dos meus homens ir buscar o corpo para ser enterrado com a mínima dignidade. Aqui está sua parte do acordo. – Finalizou puxando de dentro de seu casaco um livro grosso, na verdade, grosso para um caralho. Com certeza aquele trambolho tinha mais que mil páginas e aparentemente – Seus pais fizeram, colocaram todo o conhecimento de lendas antigas que encontraram em ruínas ao longo das suas vidas. – Parte da sua recompensa era entregue naquele momento e o mascarado dava tempo para e Mary digerir aquela informação – E seus pais morreram por isso. – Falou em um tom seco.

Alguns segundos se passaram naquela pequena sala onde só existiam as duas figuras – contratante e Mary -, o silêncio reinou por todo esse tempo – Não só por isso, mas foram suas pesquisas que chamaram a atenção do governo. Eu cheguei a os conhecer em determinado momento e encontrei esse livro em algumas caixas, guardei tendo a certeza que um dia isso me seria útil de alguma forma. – Pausou novamente por breves momentos, tomando ar para que pudesse voltar a descarregar as informações restantes –Existe uma organização traidora dentro do Exército, são agentes do governo e antigos revolucionários que mudaram de causa, pelas informações que você conseguiu, só me leva a crer que encontrou a base dessas pessoas. Eu queria ir atrás delas, mas, não tenho homens o bastante para isso, então como um presente e um pagamento de uma dívida com seus pais, leve essa informação até os Revolucionários e lidem com isso vocês mesmos. – A figura mascarada puxava alguns documentos de sua escrivaninha, algumas informações que mostravam indícios dos traidores, alguns nomes e fotos – incluindo a foto da mulher que Mary encontrou na floresta – Acredito que nosso acordo termina aqui, – Bradou fechando com força a gaveta que estava aberta e onde ele guardou o relógio do falecido Tom – Acredito que conseguirá mais informações dos seus pais com essas pessoas. – Finalizou a criatura.


Lucy


Lucy estava na espreita dentro de uma base inimiga, que foda não? Não apenas isso, seu desejo pelo café era tão intenso ao ponto de pôr tudo a perder, apenas por um menorzinho! Caralho, que mina maluca. De qualquer modo, a situação seguia de maneira tranquila, em meio ao resmungo passou o café e ingeriu a bebida que tinha acabado de fazer, o que trouxe uma sensação de êxtase para seu corpo, bem como uma dependente química se sentiria.

Agora que aquele problema inicial tinha sido sanado, resta-lhe apenas conseguir o máximo de informações que podia, o que fez a garota saltar na direção da mesa e pegar alguns dos papéis, enrolando em um pequeno barbante que estava naquela região. Ela tinha tudo em mãos para poder sair dali, na verdade, ela nem sabia o que tinha em mãos já que não parou para ler, afinal, nem tempo tinha para isso. Voltou e escondeu as informações embaixo de um dos objetos existentes naquele cômodo, um pequeno armário que ficava ao lado de onde a mesma havia se escondido anteriormente. A revolucionária se manteve imersa na furtividade, aproveitando-se das suas qualidades raciais – Finalmente alguém passou o café. – Disse uma voz masculina, diferente das ouvidas até agora – Ué, eu nem fiz isso ainda. – Falou o mesmo homem de antes descendo as escadas e Lucy pode observar um olhar confuso em seu rosto – Ou eu fiz? Que loucura. – Disse dando uma leve gargalhada ao término da sua frase.

Os dois conversaram por alguns minutos, nada que tivesse alguma importância para garota, só coisas como a falta de higiene do pessoal da base e do quão bagunçado era o quarto da Samara, pelo jeito, esse era o nome da voz feminina ouvida anteriormente. No entanto o rumo da prosa mudou no momento em que o homem – o que subiu após por o café – foi em direção a mesa, observando os documentos que estavam por ali, dando a falta de algum deles – Você pegou algum dos documentos que estavam aqui? – Indagou um tanto quanto despreocupado – Não, só vim pelo café mesmo. – Respondeu dando com os ombros – Não ouvi ninguém aqui embaixo e o café já estava quase que pronto, na verdade, estava bem estranho para ser sincero. – Ele falou olhando ao redor – Pega o Boris. – Disse um pouco mais sério.

Rapidamente o outro homem que estava no recinto saiu, indo para um cômodo lateral e pelos sons, uma espécie de grade ou cela estava sendo aberta e alguns latidos de cachorro foram escutados por Lucy. Pelo jeito um cão farejador estava sendo pego pelo rapaz, talvez o odor da pequena fosse encontrado pelo mesmo e a situação tomaria um rumo problemático. Ou será que a garota arriscaria tudo em uma jogada? Se mantendo escondida e torcendo para que seu cheiro passasse despercebido, por conta do forte odor de café que tomou conta da sala.


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Achiles
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Re: II - Sombras em Stevelty Sab Nov 20, 2021 7:02 pm
Sombras em Stevelty

Aaaah! Não havia quase nada melhor do que uma boa xícara de café e era uma das únicas duas coisas que eu precisava nesse mundo, o café e a minha companheira Gigipsta. Em teoria, o meu plano de me infiltrar e conseguir informações para o exército revolucionário em relação a aquela base dos agentes do governo estava dando certo e por isso deveria continuar, porém o meu café e os documentos colocavam a minha existência por ali a prova e um desses agentes conseguia suspeitar o suficiente para chamar por um cão farejador e ir em busca do possível invasor.

Minha presença, para eles, seria bem difícil de se encontrar procurando normalmente já que devido ao meu tamanho era fácil de me esconder, entretanto eu não contava com a existência de um meio de me procurar pelo olfato e minha mente começava a girar as engrenagens pensando em algum plano para tentar sair dali o mais rápido possível.

A primeira ideia era tentar sair o mais rápido possível para que o cão não conseguisse identificar o meu cheiro em um tempo hábil o suficiente já que o barro também camuflaria ele além de que passei bastante tempo ao lado do café. Se o cão e os agentes fossem o único problema, não seria difícil, todavia, havia o problema de algumas armadilhas no caminho de saída, o que dificultaria. No fim, eu conseguiria chamar Gigipsta e sairíamos voando o mais rápido possível dali sem dar chance de fuga e nos envolvendo pelas árvores para não termos problemas com atiradores. Essa ideia também selaria e me revelaria para os agentes do governo, talvez não meu rosto, mas a presença de uma pessoa de tamanho diminuído graças a uma bruxa demoníaca seria presente e suas mentes e não era das coisas mais agradáveis de eles saberem já que meu trunfo sempre foi conseguir entrar e sair com velocidade e sem ser descoberta.

A segunda já não era das melhores e também me colocaria em uma situação muito pior do que a primeira já que eu me veria encrencada em relação aos agentes e também cercada por eles já que se o cachorro me descobrisse por ali, não teria onde eu correr. Mas talvez eu conseguisse aguentar o chulé de algum daqueles marmanjos me escondendo em uma bota e eles não desconfiariam e chutariam o cachorro para o lado. Isso atrasaria as coisas para eles, mas não resolveria elas para mim, eu continuaria presa na base sem ter como divulgar as informações dos agentes pelas aquelas áreas.

A terceira e certamente a mais louca de todas elas era sair dando porrada em quem estivesse na minha frente me vingando daqueles revolucionários que encontrei mais cedo e morreram em meio ao caminho em direção a base e possivelmente encontrando o mesmo destino daqueles já que seria suicídio enfrentar uma base sozinha.

Então, voltávamos ao primeiro plano em que lentamente eu sairia de onde eu estava escondida tentando analisar onde estavam os agentes e então traçar uma rota de onde eu tinha vindo procurando me manter nas sombras o máximo possível e na maior velocidade que conseguisse alcançar para que mesmo que se o cão conseguisse me farejar eu já estivesse o mais longe possível. Se visse que seria improvável de eu conseguir sair dali sem ser detectada apenas por correr, procuraria agarrar alguma pedra no chão, de preferência pesada, e arremessa-la contra uma sala para dar a impressão de que alguém tivesse escorregado ou fugindo por aquela direção e assim eu ter uma maior abertura para sair correndo pelas sombras nessa tentativa de sair o mais rápido possível dali.

Conseguindo acessar o túnel mais uma vez, tentaria abusar da minha memória muscular para lembrar o caminho sem ficar esbarrando em todas as paredes possíveis mesmo que isso fosse mais difícil já que na ida o caminho parece de uma forma e na volta o caminho sempre toma detalhes novos e provavelmente, em uma situação como aquela, mais problemáticos.

Para sair do túnel, eu pegaria o meu machado com as minhas duas mãos e em um golpe ascendente acertaria o alçapão que o fechava com a maior brutalidade que conseguisse ter e mesmo se não quebrasse o aço ou o material, provavelmente seria forte o suficiente para abri-lo e nesse mesmo instante assobiaria para que Gigipsta viesse em meu encontro o mais rápido possível onde eu pularia para agarrar em minha sela e então diria. – Cidade, vamos! – Procurando segurar forte para não cair em meio ao voo.

Em caso de ser colocada de combate em surpresa em meio ao caminho sacaria minhas duas adagas e entraria em uma posição para tentar não ser ferida, procurando me esquivar de golpes através de saltos e tentando me movimentar em direção a saída na procura de evitar qualquer tipo de confronto direto do qual sentia que estaria em uma clara desvantagem.

II - Sombras em Stevelty - Página 3 6F9DP52

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BOLSA COM SELA ACOPLADA:

Perdas:
- 900.000 B$ (Sela e Bolsa) – Post nº 02

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Inventário:
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- Prontidão
- Ambidestro
- Furtividade Natural
- Veloz
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Defeitos:
- Louca
- Apegada
- Dependência
- Bisbilhoteiro
- Ajustes
- Exótico

Proficiências:
- Adestramento
- Cavalgar
- Costura
- Doma
- Furtividade

Saúde:
- Tá sussa!

Cor da fala: - Fala


Objetivos• Concluir duas missões em nome da Revolução.
• Encontrar novas pistas do paradeiro de Zev
• Subir de Patente no Exército Revolucionário
• Partir para Lvneel
• Aprender Física
• Construir uma sela para Gigipsta
• Anexar uma Bolsa na sela de Gigipsta



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Kerigus
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Re: II - Sombras em Stevelty Seg Nov 22, 2021 4:37 am
Mary Van Tassel


Tom tinha um relógio com uma foto da sua família,aquilo me pegou de surpresa de certa forma, talvez não esperasse alguém com uma família fazendo algo tão perigoso, e muito menos andando com foto deles perigando o inimigo descobrir. Mas enfim, aquilo apesar de triste era o suficiente para mim comprovar que eu havia cumprido minha parte do acordo, mostrando tudo para o homem por um breve momento ele pareceu triste com a notícia, talvez seja coisa de líder, não poder se abalar com a morte de subordinados, afinal líderes precisam manter o controle de suas emoções para não tomar decisões erradas.

O livro que ele me entregava era gigante, eu não esperava algo tão grande, por um breve momento olhava para o livro com uma nostalgia de alguém que via seu amor pela primeira vez, era a primeira coisa dos meus pais que eu tinha desde que me lembro, e isso para mim era muito importante, talvez aquele fosse a coisa mais importante que eu carregava comigo a partir daquele momento. - Mary volte para cá…. - O Velho me trazia de volta para o mundo real, e com um calmo suspiro eu voltava e continuava a prestar atenção ao que homem falava. Meus morreram por causa do que eles estudavam, por coisas que provavelmente estavam naquele livro, e eu não pretendia deixar isso barato, ia acabar com todos os culpados pela morte deles, não importava o tempo que levasse para isso acontecer.

Mas as informações não paravam por aí, o homem me passava uma papelada com fotos e informações de traidores dos revolucionários, aquilo me pareceu mais uma troca de favores, eu te dou informações sobre traidores e tu acaba com eles, e era exatamente isso que eu pretendia fazer. Olhava 1 por 1 cada foto de traidor que tinha naquela documentação enquanto o homem continuava falando, um que me chamou a atenção foi a mulher que vi na floresta. - Esta mulher foi uma das 2 pessoas que vi na floresta… - Falava durante uma pausa do homem. Já sabia o que fazer com aquela informação e era levar para os líderes do revolucionários, pelo menos se nenhum deles estivesse ali.

Agradecia todas informações que o homem me passava antes de sair do local. - Muito obrigado por tudo isso, principalmente o livro, o valor pra mim disso é muito grande… - Saia do bar e prontamente puxava um cigarro para fumar no caminho para o esconderijo dos revolucionários. - Parece que finalmente conseguiu alguma informação sobre seus pais, será que eu estou neste livro? - A conversa do velho somada ao cigarro me acalmava um pouco da euforia que se acumulava com tudo que aconteceu. - Espero que sim, assim tu talvez deixe de ser só uma sombra velha e sábia me seguindo hahahaha - Sentia gostou da piada, mas segurou a risada para manter a compostura. - Muito engraçadinha você garota.

Chegando na base procurei logo John caso ele não estivesse na lista, caso ele estivesse eu iria atrás da mulher que nos recebeu após a missão que descobrimos a traição de Zev. No caso ser John diria. - Então eu consegui umas informações importantes para os revolucionários na missão com o mascarado. - No caso de ser a mulher eu diria. - Então eu estava a procura de informações sobre meus pais, como você deve lembrar de quando eu invadi a reunião de vocês e acabei conseguindo umas informações úteis sobre traidores hahaha - Terminava com uma risada meio sem graça depois de lembrar da minha euforia quando fui atrás dos meus pais. Caso nenhum dos líderes esteja na lista de traidores que me foi fornecida e eles estejam todos juntos chegaria dizendo. - Olá, John me passou um contato dele para conseguir informações sobre meus pais e bem… eu acabei conseguindo mais do que isso.

Após iniciar a conversa em uma das 3 opções anteriores, pegava os documentos que o mascarado me deu e colocava em cima da mesa caso haja uma ou então somente entregaria para a pessoa mais próxima antes de seguir falando. - Esta é uma lista de traidores dos revolucionários e agentes do governo, pelo que me foi passado eles fazem parte de uma organização de traidores. Sua base é mais ou menos… - E nesse momento descreveria o caminho até o local onde encontrei o corpo de Tom e também o local onde estava. - Uma das pessoas dessa lista eu vi na floresta, foi quando eu ouvi ela falando com outra pessoa sobre Zev causar muitos problemas para eles pois ele chamava muito a atenção e o corpo estava perto da base deles, ela arranjou uma desculpa ou forçou uma situação para não ajuda o seu companheiro a carregar o corpo do homem que eu estava responsável por encontrar, disse que havia esquecido seu remédio na base e precisava voltar para pegar, eu acredito que eles não me perceberam ali, se não provavelmente teriam tentado me silenciar, afinal eu sabia onde eles poderiam estar se escondendo. - Após descarregar todas as informações dava uma pausa para eles digerirem tudo e fazia um pedido. - Se possível eu gostaria de participar da missão para acabar com eles quando ela acontecer, afinal de acordo com a fonte das informações, alguns deles devem ter informações sobre o que aconteceu com meus pais, informações essas que eu gostaria de adquirir se possível, e também eu tenho contas a acertar com Zev depois que ele nos mandou para aquela missão suicida. - Esperava a resposta deles com um olhar de determinação, afinal aquela talvez fosse a missão mais importante para mim nos revolucionários, mesmo sendo somente a terceira que eu faria o futuro que aquela missão me traria era importante. Nesse momento senti a mão do Velho no meu ombro e então levantava a minha mão e a encostava na mão dele. - Muito bem garota, esse é o primeiro passo de algo que pode ser muito grande para a sua vida...


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Re: II - Sombras em Stevelty Ter Nov 23, 2021 11:35 am
Sombras em Stevelty


Lucy


A minúscula existência estava presa em um empasse: quais seriam suas ações? Em um curto espaço de tempo algumas opções surgiam em sua mente, algumas mais simples e outras completamente loucas! No entanto, ela precisava tomar uma rápida decisão de qual linha de ação tomaria, já que o animal farejador chegaria até a sala sem muita demora.

Lucy tomou a decisão e entre todas as opções que surgiram em minha mente, ela tinha resolvido sair dali de maneira furtiva, assim como entrou naquele quartel. Óbvio que ela tinha tomado a decisão certa, já que se expor naquele momento iria trazer uma quantidade inimaginável de problemas, não só para ela, mas também para sua própria organização. A garota se iniciou lento, observando seus antagonistas e vendo que apenas um dele estava na sala,j á o outro caminhava para aquela região com uma certa velocidade, o som do canino farejando era algo audível a garota, ficando claro que ele tinha captado alguma coisa ou será que ele estava apenas farejando por ser condicionado a isso? De qualquer modo, após observar a posição daquele principal problema na sala, ela começou a se esgueirar pelas sombras do lugar, aumentando sua velocidade gradativamente enquanto corria para fora dali.

O caminho não foi difícil de lembrar, já que estava recente em sua memória o percurso que a levou até ali. Logo que chegou no túnel, Lucy pode escutar os latidos do cachorro que carregavam certa selvageria, pelo que foi audível, os latidos vinham em sua direção, mas ela já estava longe. O corredor continuava sem muita iluminação, apenas tendo as tochas espalhadas em alguns pontos do corredor. Após chegar ao final do túnel se preparou para forçar sua saída dali, com o machado em punhos, nutria a ideia de romper aquela porta metálica do alçapão, algo que claramente não conseguiria. Porém, para sua sorte, momentos antes de desferir seu ataque ela foi pega de surpresa, o alçapão se abriu e uma figura feminina desceu as escadas cambaleando, sua condição estava visivelmente precária – Remédio, porra, o remédio. – Reclamou cuspindo saliva mistura com seu próprio sangue no chão.

A revolucionária viu uma oportunidade surgindo, uma brecha de tempo que proporcionaria a sua saída do lugar. O tom de passos pesados ecoaram pelo corredor, parecia que a dupla e o cachorro estavam vindo em sua direção – Ei, 06, viu alguém por aqui? – Indagou um dos homens – oque tinha ido buscar o animal – Não, ninguém...Cof! Cof! passou por mim, o que aconteceu? – Essas foram as última palavras que a pequena Lucy pode ouvir antes de se distanciar com velocidade do lugar, chamando sua amiga voadora e partindo dali, em direção a cidade. Não demorou para que a chegasse a cidade, a velocidade da ave era alta e Lucy pode ver de cima toda a região, observando as construções e o número alto de pessoas que transitavam por ali tranquilamente.


Mary


A jovem revolucionária tinha sido pega de surpresa com a foto da família do falecido Tom, ela não estava errada em achar aquilo perigoso e até mesmo inconsequente, no entanto, algumas pessoas lutavam unicamente pela segurança dos seus entes queridos e usavam aquilo como sua própria força. Talvez os assassinos do homem não ligassem para isso ou pior ainda, já tinham informações sobre os familiares do homem e por isso não se importaram em buscar algum tipo de informação em seu corpo. De qualquer maneira, ela tinha dado um passo a mais na questão envolvendo seus pais, talvez notasse que suas motivações não eram muito diferentes que a do falecido encontrado por ela.

O livro era grande e grosso, o peso de anos de estudo e busca dos seus familiares estava em suas mãos. Por um momento sua mente se perdeu, sendo necessário que a voz em sua cabeça a trouxesse de volta para a realidade. Não parando por aí as informações que ela havia adquirido naquele momento eram grandes, os rostos nos papéis não eram desconhecidos, pelo menos não todos eles, já que Mary tinha visto algumas figuras anteriormente na floresta lamacenta. Após mais uma troca de palavras a mulher saiu, indo em direção ao quartel general do exército revolucionário. Sem mais delongas, nenhum dos dois líderes estavam envolvidos naquele amontoado de traidores, pelo visto as coisas estavam acontecendo com tamanha discrição e sem o auxílio de um superior. Ela procurou e rapidamente encontrou ambos próximo ao refeitório, conversando com mais dois membros comuns do exército – Espere, vamos para minha sala. – Falou o homem acompanhando as duas mulheres para os andares inferiores da base, entrando em uma sala de tamanho médio, com cerca de três prateleiras na parede da direita, uma grande estante tomado por livros e documentos a esquerda e uma mesa retangular feita de madeira maciça logo no centro - Sentem-se. – Bradou John puxando a cadeira para ambas sentarem, fazendo o mesmo em seguida.

- Entendo... Então os indícios estavam certos. – Falou de maneira apreensiva, colocando ambas as mãos no queixo e deixando que o peso da sua cabeça fosse sustentado pelas mesmas, enquanto apoiava seus cotovelos na mesa - Nós tínhamos uma suspeita e alguns indícios de traidores na nossa base, mas não tínhamos nenhuma informação concreta. O que nos levou a acreditar nisso era a dúvida que surgia em como Zev conseguia escapar entre nossos dedos, seus rastros eram apagados ou eram falsos. – A mulher falou analisando os documentos - Nunca vi esses agentes, mas não tem muita informação sobre eles além das suas imagens e alguns locais onde foram vistos. Pelo jeito Zev está envolvido com a corja do Governo, isso já complica e muito a situação, já que podem ter vazado informações importantes sobre nós. – Continuou a falar folheando toda a documentação, observando cada figura existente naqueles papéis - [color=red]Precisamos mudar a localização da nossa base, não é mais seguro permanecer aqui. No entanto, precisamos lidar primeiro com os traidores que estão aqui e fazer isso ao mesmo tempo que lidamos com esse grupo .? John estava sério e suas palavras passavam o mesmo sentimento - [color=red]Não sabemos se existem mais traidores além desses, Mary, existem alguém que você confie plenamente? Tenho alguns nomes em mente, precisamos de um grupo pequeno e confiável para lidar com a situação na floresta. Óbvio que você está dentro, além de ser w responsável pelo achado, é a única que de fato sabe onde eles estão. Se bem que, precisamos procurar também, já que não conhecemos onde é a entrada. – O homem falou de maneira séria e um tanto quanto irritado - Sairemos em algumas horas, por enquanto continue agindo normalmente e caso exista alguém da sua confiança, nos reuniremos no ponto inicial da floresta. Iremos aproveitar as sombras da noite para investir contra a base deles, precisamos que você nos guie. – Finalizou o homem dispensando a garota em seguida, permanecendo na sala junto com a outra liderança da revolução.

Por fim, ela tinha um certo tempo na base para se preparar, isto é, mantendo a discrição pedida por John.


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Re: II - Sombras em Stevelty Qua Nov 24, 2021 12:39 pm
Sombras em Stevelty

Meu coração havia se acelerado bastante em meio a aquela fuga e eu conseguia sentir ele quase saindo pela a minha boca e eu com um sorriso no rosto quando já estava nas costas de Gigipsta e voando alto em direção a cidade. – É isso, garota! HAHA! – Em meio ao voo, segurava firmemente os papéis para que eles não voassem da mesma forma que também segurava na sela para que não viesse a cair dela.

Em meio ao voo da cidade, sabia que deveria informar aos revolucionários a localização da base dos agentes da qual havia encontrado e alguns dos documentos que estava carregando comigo. Como era Anne que sempre cuidava dessas situações para mim e normalmente eu lidava mais em bater nos filhos da puta ou arrebentas as correntes, não fazia a menor ideia de como encontrar a base revolucionária.

Por isso, olharia para baixo, indicando para Gigipsta sobrevoar um tanto mais perto das linhas das casas. – Siga por ali, bebê. – Eu tentaria enxergar Anne, embora não tinha a visto durante muito tempo e duvidava que seria tão fácil encontra-la por aí já que tritões não são muito bem vistos pelas cidades e sofrem um grande preconceito. Porém não me limitaria a apenas uma pessoa, MARY! Sim, a ruiva! Ela também estava ajudando nós e foi traída pelo Zev junto conosco, ela deve ser uma boa pessoa... Bom, na verdade, ela é uma boa pessoa. Talvez eu possa confia nela, pelo menos para saber essa informação...

Então, deixe-me ver... Ruivas... – Vamos seguir em busca de uma ruiva! – Diria para minha companheira e então começaria a procurar por pessoas de cabelo vermelho tentando encontrar Mary para ver se conseguiria ter alguma informação em relação a base revolucionária. Sabia que talvez não fosse tão fácil quanto eu imaginava que poderia ser, entretanto queria ver se com um pouco de sorte conseguisse encontra-la.

Eu tentaria passar por cima de cafés, padarias, a região mais central da cidade e depois começar a procurar mais nas beiradas das mesmas e as suas saídas já que assim conseguiria manter um controle melhor de por onde estava indo sem ser de forma tão aleatória. Encontrando alguma pessoa ruiva, tentaria olhar se era realmente a quem eu estava procurando, pedindo para que Lady descesse um pouco mais rasante para olhar diretamente no rosto dela e então prosseguir a busca.

Porém, caso realmente fosse Mary, então pediria para que Lady descesse e parasse, indo em direção a ruiva. – Mary! Preciso falar contigo! – Diria, procurando ver se tinha algum lugar por ali que fosse melhor de conversar a sós.
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- Louca
- Apegada
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- Adestramento
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- Costura
- Doma
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- Tá sussa!

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Objetivos• Concluir duas missões em nome da Revolução.
• Encontrar novas pistas do paradeiro de Zev
• Subir de Patente no Exército Revolucionário
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• Construir uma sela para Gigipsta
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Re: II - Sombras em Stevelty Sex Nov 26, 2021 4:34 am
Mary Van Tassel


Tudo estava pronto e a informações havia sido dada a quem precisava saber dela, e felizmente os líderes que eu conhecia dos revolucionários nenhum deles fazia parte do grupo de traidores John já tinha uma ideia do que estava acontecendo, só não tinha informações concretas como as que eu trouxe. Agora o que nos restava era investir contra os traidores, John já tinha uma ideia do que fazer, e precisava de mim obviamente para indicar o local onde eu havia visto os traidores, quando a encontrar alguém que eu confiasse… bem eu tinha 2 pessoas em mente. - As duas garotas que estavam comigo na missão que Zev nos traiu acredito que são de confiança vou procurá-las para conversar sobre isso, tenho certeza que elas vão adorar acaba com o Zev e seus amiguinhos traidores. - Diria de forma séria, mas demonstrando uma pequena empolgação. - Agir normalmente pra mim aqui vai ser fácil, desde que cheguei tudo que fiz foi comer, ler livros, e sair a procura de coisas pela cidade, vou direto para a cidade procurar as 2 duas garotas, não lembro delas terem vindo para a base, a anã pelo menos eu tenho certeza que foi direto para a cidade pois estava com muita raiva de tudo depois da traição do Zev… Enfim… Nos vemos em algumas horas. - E então saia do local caminhando normalmente como fiz desde que cheguei aqui.

Com isso iria comer alguma coisa antes de sair para a rua, já que era o que eu fazia todo dia, essa rotina de ter comida sempre que estiver com fome ainda era nova para mim, mesmo estando a muito tempo com os revolucionários, acho que não vou me acostumar com isso nunca, nem mesmo agora sendo alguém que faz mais coisas pelo exército além de tratar aqueles que se colocam em perigo pelos outros. Não iria comer demais, somente o suficiente para não ficar de estômago vazio se não estiver no horário de alguma refeição importante, e mesmo estando seria uma refeição rápida. Depois disso iria direto para a cidade a procura da anã e da tritão, a tritão seria de certa forma fácil achar, pessoas da raça dela não eram comuns de se ver por ai então ela acabava chamando atenção por onde passava, agora a anã essa vai ser um problema, como vou achar alguém tão pequena pela cidade, eu acho que ela gostava de café, mas não lembro de mais nada. - Ela tinha uma coruja não? Acho que lembro dela conversando com uma coruja antes de entrarmos na caverna para a missão que fizemos com as duas. - Bem lembrado pelo Velho, ela tinha essa coruja mesmo, as vezes ele parece saber o que estou pensando... - Verdade talvez procurar uma coruja facilite a encontrar. - Essa conversa com o Velho aconteceria já longe da base e na cidade.

Para encontrar as duas iria andar pela cidade, a procura delas por cafeterias e outras áreas da cidade, como ela gostava de café e me lembro delas parecerem bem unidas talvez estejam juntas, olharia também para o céu a procura de uma coruja voando pela cidade e caso a encontre me moveria na direção dela e tentaria me manter próxima onde ela está a procura da anã. A encontrando diria - Lucy precisamos conversar, vamos para um local mais tranquilo… Sabe onde está Anne? - Ou somente diria para irmos para um local mais tranquilo caso ela também queira falar comigo. E então procuraria um local tranquilo com ela para passar as informações sobre a base.

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Re: II - Sombras em Stevelty Sab Nov 27, 2021 12:04 pm
Sombras em Stevelty


Lucy e Mary


A despedida de Mary foi simples e direta, partindo em seguida em direção ao refeitório para forrar o estômago antes de iniciar a busca pelas suas companheiras, algo que poderia demorar. Em meio aos seus pensamentos e devaneios buscava pela garota, tendo a dica daquela figura em sua mente com relação a coruja, tomando essa linha de ação em sua busca. A cidade estava relativamente movimentada, tendo um número significativo de pessoas andando de um lado para o outro, algumas carregando sacolas repletas de compras variadas e outras aparentavam estar indo e/ou voltando do trabalho.

A pequena Lucy estava finalmente livre daquela estranha base, saindo do lugar com velocidade – junto com seu pet – partiu em direção a cidade em busca das suas colegas. Gigi – apelido fofo para a pequena corujinha – voava com velocidade, seguindo as ordens da revolucionária. Esta última via a cidade movimentada, pessoas indo e outras vindo de diferentes direções, o que tornava difícil a busca pela ruiva. Após algum tempo percebeu uma pessoa a observando do solo, vendo rapidamente que se tratava de Mary, que pelo jeito parecia lhe procurar também ou simplesmente havia visto a mesma voando.

As duas estavam literalmente no meio da cidade, a ruiva rapidamente salientava a necessidade de ir para um local mais tranquilo e a dupla – ou quarteto – caminhava de maneira tranquila em busca de outro ponto da cidade. Não demorou para que encontrassem algumas opções, a primeira era um pequeno café que estava vazio, a grande janela de vidro mostrava que o interior do lugar contava com apenas um cliente degustando de um cafézinho com pão. A segunda opção era uma padaria movimentada para aquele horário, mas que contava com alguns bancos vazios ao lado do balcão principal do lugar. Claro, opções como becos e vielas eram existentes no lugar, alguns tomados por pessoas e outros apenas pelo lixo orgânico produzido pela cidade.

Talvez se procurassem por mais encontraria algo mais útil, como um mercado ou um restaurante um pouco mais chique, mas, cabia apenas às garotas escolherem um lugar que fosse tranquilo o bastante para resolver seus problemas.



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Re: II - Sombras em Stevelty Dom Nov 28, 2021 2:55 pm
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Em outras circustancias, o encontro com Mary poderia até mesmo se dizer agradável, porém não era aquilo que eu estava sentindo naquele momento. Revolucionários haviam sido mortos por agentes e eles estavam mais perto do que pensávamos, a ruiva parecia estar procurando por alguma coisa e queria tanto me encontrar como o oposto, além disso, também não sabia o paradeiro de Anne. – Sinto muito, não vejo Anne desde antes. – Evitava falar qualquer tipo de localização, principalmente por não estar confiando em ninguém por ali perto e sabe se lá se minha aparência já é conhecida por aquelas bandas como a infiltrante dentro da base. – Gigipsta, voe, me espere nos céus. – Diria para Lady.

- Vamos nos encontrar no café, é o melhor local para uma conversa. – Obviamente não era por apenas ter café, kek. Sentando-nos em uma mesa mais afastada de qualquer outra pessoa que estivesse por ali, rapidamente pediria por um café e um pão na chapa para que nenhuma garçonete ou garçom viessem se intrometer novamente depois. – Espere. – Diria, dizendo que enquanto não recebêssemos nossos pedidos, não diria nada.

E então, desamarraria rapidamente o barbante e colocaria os papéis na mesa, usando do prato para esconder alguma das metades dele para que não fosse ser possível ver com clareza os conteúdos deles para que terceiros não desconfiassem de nós. – Eu encontrei algo interessante e que pode ser útil, porém não sei de ninguém. – Comentaria. – Confio em você já que foi tão ferrada quanto nós. Então... – Essa seria a primeira vez realmente que começaria a analisar os papeis como um todo para descobrir qual era o seu conteúdo e obter fragmentos dos planos do governo. – Consigo guiar quem precisar para lá, porém eles tem maneiras de vigiar. – Diria em um cochicho, subindo no ombro de Mary para que fosse mais fácil essas falas com o mínimo de som possível.

Ela também queria me dizer alguma coisa e por isso esperaria pelo o que ela tinha a me dizer para que pudéssemos tomar uma decisão melhor a partir dali e também era possível que ela quisesse me direcionar até a base revolucionário, isto é, se ela soubesse onde que a base estava e não precisássemos procura-la por nós mesmo. Para uma melhor higiene, já que ainda me encontrava um tanto suja, iria rapidamente ao banheiro para lavar o meu corpo na pia e então secá-los com algum papel ou pano. Depositaria a quantidade necessária para pagar pela conta do café e do pão e então subiria em seu manto, preferencialmente em algum bolso para que seguíssemos caminho. – Vamos.

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Re: II - Sombras em Stevelty Seg Nov 29, 2021 5:18 am
Mary Van Tassel


Lucy não via Anne fazia um tempo também o que era meio estranho mas eu não tinha muito o que fazer quanto a isso no momento. - Estranho eu não a vejo faz tempo… Espero que esteja tudo bem com ela. - Depois seguimos para o café para conversar com Lucy. Lá ela me mostrava uns documentos que ela conseguiu em uma base e eu os observava com atenção tentando tirar qualquer detalhe que conseguisse naquele pequeno momento que tinha para observar eles. Lucy sabia até mesmo o local onde a base ficava e que haviam alguns vigias, isso era importante e tornava tudo mais fácil na missão que faríamos em algumas horas então era importante acelerar e levar esta informação o mais rápido possível para John, eu então responderia para Lucy o mais baixo possível para que ela me ouvisse. - Nós sabemos dessa base, eu descobri a localização aproximada dela, mas com suas informações tudo fica mais fácil, não se preocupe, eu sei em quem podemos confiar, vamos tempos pouco tempo… - Lucy então saia para se limpar e voltava para a mesa onde estávamos e se escondia em meu casaco para não chamar a atenção.

Durante o caminho para a base faria o de sempre, seguiria como se estivesse caminhando normalmente pela cidade tentando despistar qualquer um me seguindo antes de me direcionar até a base dos revolucionários. Chegando na base entraria com o livro dos meus pais em mãos, andava como se estivesse lendo ele, mas na verdade eu somente estava séria olhando ele enquanto procurava por John pela base, ficava andando pela base até encontrar John, às vezes eu folheava o livro como se realmente estivesse lendo. Ao encontrar John o chamava a atenção caso ele não estivesse ocupado, caso ele esteja ocupado faria um sinal com a cabeça para ele indicando o livro e que precisava conversar com ele. Conseguindo me aproximar dele diria. - John você pode me dar uma ajuda com esse livro dos meus pais? - E então quando estiver em um local seguro com pessoas que eu lembre de não ter visto na lista de traidores, diria para Lucy sair. - Esta é Lucy, ela estava comigo na missão em que Zev nos traiu, depois acabamos nos separando, mas por sorte a encontrei na cidade, ela tem informações muito úteis para os planos de ataque. - Caso esteja mais alguém conosco que eu não reconheça ou esteja no grupo de traidores conosco eu diria. - É… então, dá pra se só nós 2? É um pouco pessoal o que quero conversar com você. - E então após ficarmos a sós eu diria para Lucy sair.

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Re: II - Sombras em Stevelty Ter Nov 30, 2021 10:50 am
Sombras em Stevelty


Lucy e Mary


O local escolhido pela dupla era o café que dentre todas pareceu ser a melhor opção. O interior do lugar era grande, contava com mesas dispostas em todo perímetro, com cerca de quatro cadeiras em cada uma delas. O balcão era enorme, pegando ponta a ponta do lugar, sendo construído em madeira com alguns detalhes metálicos, pequenos adornos que davam um toque “chique” ao mesmo. As revolucionárias foram em direção a mesa no extremo esquerdo do lugar, sendo devidamente atendidas por um garçom que sem muita demora trouxe o pedido feito pelas meninas.

A conversa então aconteceu, uma troca de informações importantes que mostraram uma conexão entre si, sendo Lucy a que mais detinha conhecimento sobre o interior da base inimiga e que certamente daria uma vantagem para a incursão da revolução. Os papéis eram entregues e lidos por ambas, tendo informações flutuantes sobre a própria Ilha, como pontos estratégicos, pessoas influentes como Alexia Beryl, a engenheira chefe de Stevelty. Não parando por aí as informações começavam a ficar ainda mais interessantes, pelo jeito aqueles documentos revelavam rotas utilizadas pelos inimigos, existiam em detalhes a rota usada para abastecer o QG. Ficava claro para dupla a existência de mais uma entrada, sendo feita pela costa Norte da Ilha, uma espécie de túnel ou caverna existia e servia como rota para os inimigos, podendo até mesmo servir como uma possível rota de fuga. Por fim, os últimos documentos descreviam algumas bases do exército revolucionário na Grand Line, o texto redigido deixava claro que aquelas informações foram vazadas pelo próprio Zev e mostravam também a intimidade entre ele e os homens do Governo. Pelo jeito, o vínculo entre essas duas figuras era algo intenso e longínquo.

O pagamento foi devidamente deixado por Lucy, que agora se encontrava finalmente limpa. A dupla então saiu do lugar, estando a minúscula figura cem mil berries mais pobre, mas aquilo não seria um problema para ela. O caminho até a base não foi muito longo e rapidamente se encontravam no interior do lugar, pelo jeito as pessoas gostavam de criar bases no interior das cavernas. Por fim, Mary continuou a frente das ações e procurou por Jon, o superior responsável pela missão de captura e/ou destruição dos inimigos do Governo. O homem levou a garota para sua sala – a mesma de antes – trancando a porta logo apod5a entrada da ruiva – Informações são algo de suma importância! Prazer, me chamo Jon e estou no comando desse operação. – O falou com firmeza, estendendo sua mão em direção a Lucy, mas vendo o seu tamanho, esticou apenas o dedo indicador na direção da garota, como uma espécie de “aperto de mãos” - O que você conseguiu? – Indagou Jon.



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Re: II - Sombras em Stevelty Qua Dez 01, 2021 8:55 am
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As informações coletadas através daqueles documentos me mostrava coisas bem interessantes e que seriam de grande utilidade para a revolução e em teoria, minha missão própria que eu mesmo me dei (seria uma grande líder revolucionária, fala aí) e foi um grande sucesso nos renderiam frutos que mudariam a balança para a base revolucionária em Stevelty e talvez até mesmo no North Blue inteiro. HIHIHI! Sou demais!

Mais uma caverna era revelada como uma base e eu ficava perplexa como que as pessoas gostavam de cavernas para fazerem esconderijos, só nessa ilha havia três confirmadas e eu agora ficava me perguntando quanto mais cavernas teriam nessa ilha que abrigavam outras bases? Se parar para pensar, então não deve ser difícil encontrar outros inimigos ou aliados por aqui, hihihi!

Mary tinha um homem em quem confiava dentro do exército e era com ele que conversávamos e por algum motivo ele me oferecia o dedo indicador. – Por que está apontando para mim? – Eu me sentia um tanto ofendida quando era remetida a pergunta quase como se tivesse sendo interrogada com aquele dedo apontado. – Eu tenho vitais informações! HAHAHA! – Amarrado junto a mim, retiraria o barbante que prendia os papéis enrolados e os colocava na mesa de Jon. – Há informações referente a uma tal Alexia Barril, tem umas rotas de suprimentos do governo e alguns túneis, além disso, tem também informações sobre o filho da puta do Zev e seu trato com o governo.

Eu mostrava um sorriso conforme ia dizendo e daí vinha a parte mais importante da coisa. – Tudo isso eu consegui infiltrando na base dos agentes do governo que não fica longe da caverna em que os escravos estavam aprisionados devido a aquele bandido filho da puta do Pierre. – E então meu semblante fechava. – também sou testemunha da morte de dois rebeldes. Eles estavam procurando por informações a respeito do Zev e foram surpreendidos em uma patrulha dos agentes, foi por causa deles que consegui encontrar a base e sair de lá quase furtiva por completo. – Eu olhava para ele com determinação. – Tomei essas ações por minha própria autoridade, embora não tenha nenhuma dentro do exército, não sei se considerariam isso como uma missão ou apenas uma loucura. – Comentava. – Porém, acredito que nos trouxe grandes informações e que podem ajudar em uma possível destruição dessa base. Estou disposta a mata-los, se o senhor desejar. – Pegava meu machado, me apoiando nele e abrindo um sorriso.

Anne havia sumido durante algum tempo e ainda mantinha preocupação sobre a mesma já que ela era importante para mim, porém não sabia onde ela estava ou como ela estava o que era um grande problema. Entretanto, sentia a necessidade de vingar os escravos uma preocupação mais urgente já que a tritã já havia me provado milhares de vezes que a sua força não é algo a ser subestimada e suas habilidades de conseguir se esconder não eram ruins, duvidava que ela estava mal.

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Re: II - Sombras em Stevelty Sex Dez 03, 2021 4:43 am
Mary Van Tassel


Lucy havia conseguido informações bem importantes, lendo tudo o problema me parecia maior do que eu imaginava antes, provavelmente não era algo somente fechado naquela ilha, eles tinham informações de outras ilhas, e provavelmente aquela informação não era a única que eles tinham. Realmente aquilo tudo era importante chegar nas mãos de John, tanto para a missão que faríamos atacando a base deles em Stevelty quanto para outras ilhas com bases dos revolucionários. Até mesmo rotas de entrada na base havia naquela papelada, isso era ótimo para criarmos uma tática de invasão e retirada, certeza que os responsáveis vão ficar em êxtase com essas informações.

Lucy passava todas informações para John enquanto eu somente olhava séria pensando na missão, no fundo eu queria muito quebrar a cara ou arranca um pedaço daquela galera, traidor é uma raça muito filho da puta, e esse Zev eu queria vê sofrendo na minha mão. Depois que Lucy falava eu um pouco empolgada complmentava. - Acho que com essas informações fica mais fácil a missão de invasão, além de sabermos onde fica o local podemos chegar por mais de uma direção ao mesmo tempo e com isso deixar eles mais confusos. - Além de querer acabar com isso estava com curiosa com o que havia escrito no livros dos meus pais, talvez leia um pouco antes da missão ou então tire uns dias para descansar e ler um pouco após isso.

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Re: II - Sombras em Stevelty Sex Dez 03, 2021 7:36 pm
Sombras em Stevelty


Lucy e Mary


A dupla revolucionária relatava as informações obtidas para Jon, que observava atentamente cada palavra que saía da boca das garotas, principalmente da pequena Lucy – Isso é surpreendentemente ruim. – Bradou Jon com um olhar furioso em sua face - Nós sempre soubemos que o Governo tenta adquirir informações com infiltrados, mas, é ruim saber que eles estavam tão perto assim. – Falou em um tom mais baixo. O papo continuou, as garotas pareciam motivadas a resolver aquilo com as próprias mãos, já que nutriam um certo rancor por Zev e aquele homem estava ligado diretamente com o pior inimigo da revolução.

- Sua ideia é boa, na verdade, excelente. Podemos usar duas forças diferentes, chamamos a atenção de um lado e por outro o segundo grupo invade o lugar, o que vocês acham? Será um grupo pequeno, são poucas pessoas que podemos confiar cegamente. – O rapaz estava decidido a atacar, ainda mais agora com as novas informações - E você! – Virou sua atenção unicamente para Lucy - Não precisa se preocupar, nós da revolução as vezes devemos tomar ações ágeis por contra própria, se não fosse isso, você não teria esse acervo de informações de suma importância. Gostaria de lhe dar o pagamentos pelo seu trabalho agora, mas, precisamos investir contra essa corja do governo! – Jon confirmava que todo o trabalho da pequena não seria em vão, na verdade, sua missão tinha sido crucial para a investida contra o inimigo.

O homem respirou fundo, ficando de pé e enchendo seus pulmões com oxigênio, expelindo devagar, acalmando o seu corpo - Vocês vão pela costa, naquela segunda entrada citada. Nós vamos chamar atenção na floresta, já que foi onde eles mataram nossos irmãos, não será tão estranho aparecermos por lá. – O plano era traçado, a investida contra o governo não faltava muito para acontecer - Você consegue me dizer o caminho? Pelo menos um norte ou algo que nós dê uma dica? Temos homens hábeis em se mover pela floresta, não será difícil. – Disse o homem empurrando um papel e uma caneta na direção da garota, mesmo que não soubesse se ela iria conseguir utilizá-la - Partam em direção a essa segunda entrada, assim que a noite cair, chamaremos atenção na floresta, dando tempo para vocês invadirem o lugar por trás. – Concluiu Jon.


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Re: II - Sombras em Stevelty Sab Dez 04, 2021 6:15 pm
Sombras em Stevelty

Eu tinha uma boa primeira impressão de Jon, ele parecia correto e destinado ao objetivo dos revolucionários e esse olhar dele para tentar corrigir as coisas após o último infiltrado me deixava um pouco mais confiante em relação a nossa causa. Mary sugeria uma ideia de como invadimos aquela base e o homem a complementava já colaborando até mesmo com uma distração em um segundo ponto em base das informações das quais eu tinha levantado e que seriam úteis para todos aqueles momentos presentes e futuros. Com base nisso, podemos afirmar que o exército revolucionário se adiantará a frente do governo mundial e agora teremos força o suficiente para causar grandes danos em Stevelty e devolver a facada que foi nos enfiada em nossas costas.

- O caminho não é tão "fácil" de se seguir e como é uma floresta, fica ainda pior para ser descrito. Sinto muito, não sou a melhor caçadora ou similar para obter informações detalhadas. Porém, tem alguns pontos em que há um destaque maior, um deles é uma grande pedra a menos de um quilometro da caverna, alguém que conhece a floresta deve conhecê-la. Esta pedra deve ter marcas de sangue, pois foi ali que a emboscada dos agentes aconteceu. A entrada para a base deles fica perto de uma clareira entre as árvores onde há caramujos que a vigiam constantemente. Eles são escondidos em meio as árvores, então tomaria cuidado. - Era sincera e tentava passar as informações com a maior clareza possível, entretanto era complicado eu descrever exatamente o caminho do qual fui seguindo já que eu mesma não memorizei ele e como tinha que prestar atenção em mais de uma coisa ao mesmo tempo, era difícil me concentrar exatamente em lembrar o caminho entre as inúmeras árvores no local.

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Com uma grande maestria, fazia uma obra-prima em relação a algum tipo de mapa que pudesse ser útil para eles e tinha grande confiança com um sorriso ao entregar o papel e caneta em cima da mesa. - Certo, partirei já. - Assobiaria para chamar Gigipsta para perto de mim e faria um carinho em sua cabeça. - O dever nos chama, donzela. - Sorriria mais uma vez. - Mary, ficarei pelo ar, te encontro lá assim que a noite cair. Me manterei sobre constante vigia para ver se não encontro nenhum agente por aquela entrada, embora ache que seja impossível uma patrulha por ali. De toda forma, assobie três vezes de forma grave que Gigipsta reconhecerá. - Daria o sinal para Van Tassel e dessa forma começaria a me encaminhar em direção a saída guardando o machado mais uma vez em minhas costas e então partindo em voo na direção a costa e a entrada daquela base. - Ok, no momento em que vir um estardalhaço, me junto a você no mesmo instante.

Minha ideia seria manter uma vigília em relação a aquela entrada pelo alto durante algumas vezes e em outras procurar por alguns caramujos vigilantes em meio as árvores, porém tentando ao máximo me manter escondida em meio as penas da minha coruja e procurando ali mesmo, um local para podermos descansar antes da missão começar já que, em teoria, a revolução faria um sinal de distração forte para que os agentes não conseguissem cobrir as duas entradas para a base ao mesmo tempo e era ali que o nosso plano começaria, com tiro, porrada e bomba, caralho!


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Última edição por Achiles em Ter Dez 07, 2021 7:47 am, editado 1 vez(es)
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Re: II - Sombras em Stevelty Seg Dez 06, 2021 4:33 pm
Mary Van Tassel


Todos os planos haviam sido traçados e agora o que nos restava era sair para executar a missão. Ouvia as palavras de Lucy com atenção para saber o local onde devia ir para encontrar a entrada certa da base inimiga, o plano era bom, divergir as forças inimigas para uma direção enquanto um grupo pequeno se infiltra e destrói tudo por dentro, quando o inimigo perceber o que estávamos fazendo já será tarde demais, sua base teria sido destruída por dentro e os combatentes ficariam confusos em o que fazer agora ou começaram a fugir. - Como saberemos que já cometeram o ataque? Talvez Lucy possa observar pelo céu e quando começarem o ataque ela se junta a mim que vou estar a esperando no local combinado. - A idéia era evitarmos que eu e Lucy iniciássemos o ataque antes e cause um problema chato onde o inimigo vai até nós e não até eles.

Antes de sair conferia se estava com tudo que precisava organizar, com minha espada embainhada na cintura e os meus suprimentos médicos organizados, saia para a entrada da base inimiga. No caminho acendia um cigarro, queria estar completamente focada na missão e começar e ter vontade de fumar no meio de tudo seria um problema, durante minha caminhada até o local sempre mantinha meus olhos abertos para outras pessoas me seguindo ou aparecendo na floresta e se precisar me esconder em arbustos e árvores e tentaria me manter o mais imóvel e silenciosa o possível, sempre tomando cuidado para não chamar a atenção com barulhos ou coisa assim e sempre pronta para desembainhar minha espada rapidamente quando necessário. Chegando próximo do local, mas não muito para não chamar a atenção com os 3 assobio, daria os 3 assobios que Lucy me falou e ficaria escondida em um arbusto grande pronta para hora do ataque, tentaria observar a entrada para ver que informações úteis conseguia tirar daquilo, talvez quando guardas ou até mesmo se eles conseguem receber informações rápidas sobre o outro ataque acontecendo, afinal se o inimigo tinha uma forma rápida de comunicação aquilo poderia nos dar uma certa dor de cabeça durante a operação.

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