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Cap. 1 - Renascimento

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Cap. 1 - Renascimento Ter Set 21, 2021 3:54 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 1 - Renascimento

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Harvey Abgnalle. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

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Re: Cap. 1 - Renascimento Ter Dez 07, 2021 2:03 am






Capítulo 1
Renascimento



Podia confessar de mente limpa que não imaginava que as coisas poderiam tomar esse rumo. Inicialmente, mantia a guarda alta para o caso de qualquer ataque surpresa, como quem quisesse limpar ou se livrar das evidências. Mas a realidade tendia a ser mais oposta, me mostrando um grande salão que me lembrava muito o lugar onde minha equipe antiga planejava as missões. Minhas suspeitas não sobreviviam muito, pois logo Samuel as confirmava, afirmando ser parte do Submundo; mais especificamente, do Distrito das Informações. Por um milésimo de segundo, tudo havia se encaixado - desde a dívida com o Viking até sua relação com o homem.

Fascinado pela conjuntura daquele lugar e sua infraestrutura, além, é claro, da grande revelação e de todos os documentos mostrados, esquecia até mesmo da agonia que todo aquele sangue em meu pelo trazia. Para continuar minha excitação, o homem parecia me oferecer toda aquela ajuda para me proteger da cólera de Viking e seus aliados, que mais cedo ou mais tarde, viriam por mim. "Minha casa..." a primeira coisa que passava pela minha cabeça era o meu lar, ou prisão, que me abrigara durante os últimos 20 anos. Enquanto preso nisso, olhava para a pequena adaga em minhas mãos e a apertava firmemente. "Meu passado está para trás. Que queimem tudo!"

Em um último ato de desapego, levantava minha cabeça novamente e voltava minha fala à Samuel. — Deixe eu adivinhar... preciso fazer um favor em troca de todas essas informações? — indagava — Ou devo acreditar que o senhor está disposto a me entregar tudo isso? — a dúvida era real, e talvez, um pouco idiota, mas não me prenderia a não fazê-la para que aquela relação fosse o mais transparente possível. Logo, caso me pedisse algo em troca, ouviria atentamente para assim executar. No entanto, não precisando, apressaria meus passos para dar uma olhada melhor naqueles documentos, especialmente aqueles que o homem parecia destacar.

Seguindo essa linha, procuraria por Jon e Barney, citados por Viking anteriormente em nossa conversa "casual". Procuraria por esses nomes antes de mais nada, mas, caso não os encontrasse, perguntaria para Samuel sem hesitar. — Ele citou dois nomes... Jon e Barney. Tem algo aí para mim? — indagava, totalmente imerso naqueles montes de informações que me ajudariam em minha vida por Sirarossa, inicialmente. Naquele momento, porém, precisava separar quem seria meu aliado e quem seria meu inimigo, e não hesitaria, de novo, em perguntar isso ao velho.

— Quem aqui é meu possível aliado, e quem é amigo do Viking? — perguntava, ainda olhando aquelas papeladas, se me fosse permitido. Escutaria atento à resposta de Samuel, afinal, aquela situação parecia ser algo de vida ou morte, novamente. Não podia deixar de escapar a excitação da adrenalina que involuntariamente permeava meu sangue e ser. E finalmente, uma última pergunta antes do banho refrescante. — Por que está me ajudando? — esperaria atento por uma resposta, antes de ouvi-la e partir para o banheiro a esquerda que ele havia me dito. Havendo um chuveiro, o ligaria, tiraria o meu chapéu e lavaria meus pelos. Se não houvesse, usaria qualquer fonte de água para isso, traçando os meus próximos passos na cidade dali em diante: loja de roupas, armas, e conversar com meus próximos contatos.


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Re: Cap. 1 - Renascimento Ter Dez 07, 2021 11:12 am


Harvey



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Alguns demônios antigos voltaram a perturbar a mente do velho Mink, mas logo foram mandados para longe. A surpresa era notável, quem imaginaria que embaixo de uma velha ferraria existisse um local como aquele? Enfim, o mundo tem suas surpresas e Harvey como alguém experiente, já havia vivenciando situações semelhantes – Favor? Não, você pode ver isso como um... – Pensou por alguns segundos na melhor maneira de dizer – Pedido pessoal. – O velho não parecia querer dar muitas informações sobre, pelo que foi dito – e também pela aparência do lugar – já faz muito tempo que ele não se envolve com esse mundo sombrio – Conheço ambos, são pessoas antigas em Sirarossa, servem secretamente a uma outra família, os Marconni’s, que por sinal, querem destronar os Navas do comando. – Falou de maneira tranquila, sem se importar com o peso das suas acusações – Mas infelizmente eu perdi todos os documentos que provam isso, então, se acabar deixando isso escapar por aí, irei fingir que nem te conheço. – Gargalhou profundamente.

Viking não dará trabalho, ele tem toda uma pose de alguém forte, mas não passa de um covarde que se esconde atrás dos seus homens, que em suma maioria, ganham apenas nos números. Barney é filho de Edgar, nas histórias perdidas ele agia como um cão da família Nava, realizando seus pedidos de maneira eficaz e com descrição, seu filho agiu algum tempo da mesma maneira, agora apenas gerência alguns negócios e lida com a burocracia, isso é, sem contar que por debaixo dos panos enviar informações sobre pontos importantes, itens e todo tipo de informação dos Nava. – Parou o falatório pegando alguns papéis em sua mesa, folheando-os lentamente – Jon é o mais novo dos três, não sei muito sobre ele ou de onde veio, mas sei que é perigoso. Um pouco maluco, então, deve tomar cuidado principalmente com este, já que doido é sempre algo complicado de lidar – Como um ex membro do distrito da informação, Samuel ainda tinha as habilidades que o colocaram em outro patamar.

Se você reunir informações podemos desmascarar os Marconni’s, além disso você será capaz de subir na hierarquia do Submundo, presumo que já deve conhecer como funciona. Aliados nesse lugar é algo inexistente, você apenas deve se ater às minhas informações, a família M é poderosa, não tanto quanto os Nava, mas ainda sim detém um poder formidável. – Pegou um papel com um nome – [n]Pattermo Marconni, ele é responsável por controlar a papelada da família, lidando com contratos de abastecimento, posses e tudo que envolve as finanças do grupo. Não sei onde ele fica, é um segredo até mesmo para mim, minha única pista é que ele vive em algum ponto da região das docas, mas já cheguei a procurar e não encontrei nada. Está é sua segunda missão, já que a primeira concluiu com êxito. [/B] – Sorriu – Está pronto para a missão? Pode partir no momento que achar melhor. – Concluiu.

Por fim, Harvery limpava seu corpo, tirando cada mancha de sangue existente em seu pelo. Ele iria fazer o que Samuel pediu? Teriam um novo acordo? Quais segredos o velho guardava? Ele era alguém confiável? Quais seriam as próximas ações do Ornitorrinco?


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Re: Cap. 1 - Renascimento Sab Dez 11, 2021 3:44 pm






Capítulo 1
Renascimento



Saindo do banho, sentia-me revigorado pela primeira vez em um bom tempo. Missão concluída com sucesso, descanso e várias descobertas em sequência pareciam motivar meu próprio ser a continuar avançando sem freios. Samuel, sendo um bom informante e contato, agora poderia me fornecer o combustível necessário para tais ações. "Talvez isso tenha um fim em breve, não ficarei em Sirarossa por muito tempo." Pensava, agora que decolara com a nova carreira apenas almejaria o melhor para mim, e um dia, encontrar meus antigos companheiros novamente - caso houvesse restado algum.

Outra coisa que havia notado era a estranha quietude do ser que habitava meu interior. Sua presença era invasiva e incontrolável nos meus anos mais passados, mas agora parecia se tratar apenas de pequenos tremores e movimentos leves que me levavam a uma pequena desvantagem em certas ocasiões. "Será que ele ta morrendo?" Abriria um pequeno sorriso com o pensamento que pareava sobre meu cérebro. Essa série de pequenas expressões podiam fazer com que Samuel duvidasse da minha sanidade, e para ser sincero, talvez não fosse realmente.

Pronto para partir, e absorvendo cada parte do conteúdo me passado por Samuel, dirigiria minha fala a ele sem pressa. — Vamos, estou pronto pra começar a missão... talvez. — suspiraria a última palavra por receio. Minha confiança estava nas alturas, mas sabia bem que isso precedia uma gigantesca queda. De qualquer forma, precisava começar cedo vendo que minhas informações eram vagas e um tanto inexistentes - salvo pelo nome do meliante que desejava procurar, Patterno Marconni. A história de seu envolvimento com os Nava me era interessante pela peculiaridade que carregava.

Saindo da ferraria e me despedindo de meu "cliente" com um aceno, rumaria diretamente para um centro comercial - talvez me lembrasse de algum das minhas memórias antigas. Caso não lembrasse, perguntaria o caminho para qualquer um que passasse por mim, sem demorar muito. — Bom dia, pode me dizer onde fica o centro comercial? — partiria para o lugar indicado assim que me fosse passado, buscando, assim que chegasse lá, por uma loja de roupas e uma loja de armas de fogo. Por condições de rapidez, iria primeiramente para o comércio dos tecidos, analisando bem sua fachada, antes de entrar e analisar com mais afinco seu exterior.

Buscava, ali, por um sobretudo que possuíssem bolsos do lado de fora e do lado de dentro por praticidade e espaços para esconder armamentos ou dinheiro. A cor não importaria muito, mas seguiria algo que combinasse com meu chapéu: bege escuro ou preto. Achando o modelo desejado, chamaria um atendente e pediria pelo valor da roupa. Atualmente possuía uma quantidade razoável de dinheiro, mas não seguraria minha mão naquela compra. — Licença, qual o preço desse sobretudo? — perguntaria ao homem. Provavelmente, estaria na sessão infantil da loja. Não encontrando ali, buscaria por outros lugares naquela mesma vizinhança até que achasse o desejado.

— Irei levar. — diria, assim que achasse e me fosse respondido, entregando o dinheiro logo em seguida e partindo para a loja de armas, junto da mais nova roupa que possuía. Da mesma forma supracitada, analisaria sua fachada e faria uma varredura melhor pelo seu interior. Procuraria, a partir de então, por uma pistola e um rifle de precisão, além de silenciadores para ambas as armas. Esperava que o rifle viesse com uma espécie de caixa ou maleta, onde pudesse guarda-lo onde não seria tão suspeito assim. Sabendo que os preços ali seriam mais salgados, apenas juntaria todos os itens e perguntaria para um atendente próximo o preço da compra até então.


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Re: Cap. 1 - Renascimento Seg Dez 13, 2021 1:33 pm


Harvey



Koji

A criatura esverdeada estava pronta para a próxima missão, isto é, logo após alguns pensamentos sobre o contratante, o velho Samuel. De qualquer forma, restava apenas iniciar sua jornada por Sirarossa, no entanto, notava que não estava verdadeiramente pronto para aquela empreitada. Não, não faltavam itens, pelo menos nenhum que foi citado naquele momento, a questão problemática era unicamente um traje necessário para a continuação da sua vida no Submundo. Logo após sair da loja, tomou rumo do centro comercial, como um antigo morador de Sirarossa não era algo difícil de encontrar, já que – por mais fedorenta que pudesse ser – a cidade tinha em sua estrutura, uma sociedade devidamente organizada e atualizada nos paramêtros mundiais.

Sem delongas, encontrou a loja com o item que buscava, um sobretudo repleto de bolsos de diferentes tamanhos e claro, como esperado por Harvey, acabou encontrando na sessão infantil, dada sua estatura extremamente baixa. O valor foi salgado, mas estava nivelado com a qualidade do tecido, costura e de todo acabamento. O sobretudo preto ficou confortável no corpo da velha criatura, que partiu da loja após o devido pagamento. Pelo visto era dia de compras para o Ornitorrinco, já que logo após comprar suas novas vestes, partiu rumo em direção a uma loja de armas, na qual deseja comprar alguns itens importantes para alguém como ele. Não demorou para encontrar uma loja com artigos interessantes, a vitrine grande deixava em exposição alguns armamentos de grosso calibre, dentre outros itens comuns em um estabelecimento daquele ramo.

Ao entrar no lugar percebeu que seu exterior enganava, já que por fora a loja não aparentava ser tão grande como era em seu interior. A melhor frase para definir o interior da loja era “chique”, sim, o odor fétido de Sirarossa era inexistente, o solo coberto por um carpete vermelho que proporcionava a sensação de está pisando nas nuvens. As prateleiras eram de madeira polida e minuciosamente espalhadas para aproveitar todo espaço da loja, assim como também proporcionar uma certa satisfação com a exímia organização. Armas de diferentes tamanhos, categorias e formas estavam espalhadas pelas prateleiras, balcões e mesas com vidro, como se fosse uma espécie de mini vitrine. Logo após sua entrada, Harvey pode notar a existência de apenas um único homem, sua aparência indicava ser alguém novo, com no máximo vinte e cinco anos; seu cabelo era loiro, tendo pequena franja que cobria metade da sua testa. Seu corpo estava coberto por um terno azul bebê, seguido por um sapato preto com alguns detalhes da mesma cor em relevo, como se fossem escamas de um animal místico – Bom dia senhor...? – Indagou aguardando que Harvey se apresentasse – Acredito que precise de uma arma para o seu tamanho, estou correto? Nessa parte exterior temos apenas armamento para pessoas “normais”. Por exemplo, acredito que esta se encaixe melhor em seu padrão. – Suas palavras saíram com um certo desdém, como se não acreditasse que a pequena criatura tinha o poder aquisitivo necessário para comprar naquele lugar. Em sua mão o ornitorrinco pode ver uma pequena arma, que por sinal cabia perfeitamente em sua mão, parecendo que havia sido feita para o seu tamanho. A pistola – sem munição – contava com um cartucho de até quinze balas, sendo de cor prateada e carregando próximo ao cano alguns detalhes como se fossem trovões de cor dourada – Se quiser outras armas da sua proporção, temos algumas coisas no estoque que podem ser úteis, porém, existe a necessidade do pagamento de um sinal no valor de cinquenta mil berries, para que possamos fazer o transporte até nossa loja. – Finalizou o atendente.


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Re: Cap. 1 - Renascimento Seg Jan 17, 2022 3:32 pm






Capítulo 1
Renascimento



Por um momento, ao entrar naquele lugar, me sentia no céu, ou no que uma descrição bem generosa do reino celeste seria. Por um momento meu nariz não mais sentia o odor intoxicante das ruas sujas de Sirarossa, tampouco meus pés reclamavam do piso desnivelado e destruído presentes nas ruas após tanto tempo de desgoverno, descaso e esquecimento por aqueles que comandam tudo. O atendendente, embora desdenhosa, se mostrava profissional ao perguntar meu nome inicialmente. Por mais negativo que isso parecesse, eu estava acostumado com o tratamento desigual que recebia.

— Sou... — por um momento lembrei da perseguição que viria atrás de mim. Revelar minha identidade assim era um passo impensado — Jon Kinkade. — meu alter ego seria minha nova face por enquanto, pelo menos nos locais públicos. De qualquer forma, seguia a analisar a pistola que o jovem me mostrava. De fato sua beleza era desigual, assim como sua provável qualidade. Porém, naquele momento, não era o que eu precisava com mais afinco vendo o dinheiro que me restava... naquele momento. A ideia de uma arma no meu tamanho e especificação me parecia mais agradável, ainda pela pequena bagatela de 50 mil. Não havia muito a se pensar.

— Gostaria de um rifle de precisão então, do meu tamanho... o melhor que possuir. — da minha roupa já preparava para sacar o dinheiro solicitado para a entrega na loja. — Deve chegar quando? — perguntava assim que entregava para ele o necessário. Se soubesse que no mesmo dia já estaria lá e talvez demorasse apenas algumas horas, não hesitaria em esperar o necessário. Porém, com um tempo que demandasse mais da minha paciência, partiria para outro lugar então, afinal, ainda havia coisas para fazer e uma missão para completar.

"A situação de Pattermo Marconi me deixa intrigado." Alguém que carrega tanto poder e mesmo assim não se tem conhecimento de seu paradeiro. As informações que eu tinha eram escassas, e por um momento me via perdido; desamparado para encontrar um próximo passo. Na minha mente, procurava respostas dentro de minhas inúmeras experiências, mas nada do que eu tinha antes estava em mãos nesse momento. Família, aliados, amigo, parceiros... Atualmente, a única coisa que carrego sou eu mesmo e meu próprio assassino, preso, de forma irônica, no corpo de seu alvo mais assíduo.

Apesar disso, uma conexão rápida na minha mente ofertava uma ideia talvez perigosa, talvez sem fim, mas ao mesmo tempo promissora. "Talvez seja hora de rever os velhos amigos e reatar antigos laços..." pensava, enquanto visualizava a imagem daquele que tinha sido uma valiosa fonte de informação para mim no passado contanto que eu desse algo em troca. Seu nome verdadeiro nem era da minha consciência, muito menos sua aparência após tantos anos, porém, confio que posso encontrar ele ainda por essa cidade grande. "Se bem me lembro, seu antigo posto era próximo ao Belluci Spezzatura; seria sábio começar por lá." Assim o fazia, partindo da loja após, ou antes da chegada do meu valioso pedido. Durante o caminho, atentaria meus olhos a prováveis seguidores, mas mais ainda às anormalidades encontradas pelo caminho que talvez indicassem a presença da figura que eu necessitava naquele momento.


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Re: Cap. 1 - Renascimento Ter Jan 18, 2022 8:34 pm


Harvey



Koji

A pequena figura verde estava extasiado com a liberdade de todos os infortúnios que Sirarossa passava para seus habitantes, de qualquer modo, rapidamente escolheu qual tipo de arma iria querer comprar naquela loja ligeiramente bem construída – Apenas uma hora, senhor Jon. – Falou o atendente com toda educação do mundo, nem mesmo parecia aquela figura desdenhosa de momentos atrás. Harvey já sabia que o dinheiro move o mundo, sua idade trazia junto a experiência de vários anos atuando como um agente do submundo, ele entendia como toda a máquina funcionava. Não demorou mais que o tempo dito pelo atendente para que um senhor ranzinza chegasse até a loja, sua carroça pequena parou na frente da mesma e o velho entrou carregando algumas coisas enroladas em velhos sacos – Cadê meu dinheiro? – Questionou o homem esticando sua mão, esperando o pagamento pelo seu trabalho.

O mesmo dinheiro entregue por Harvey foi entregue ao homem, que rapidamente colocou um largo sorriso em sua face, entregando todos os objetos junto com aqueles sacos velhos, saindo em seguida. O atendente então revirou as tralhas com maestria, deslizando sua mão enquanto procurava – unicamente pelo tato, ele estava com os olhos fechados – a arma do selvagem, que estava em uma sacola com proporções relativamente menor que as outras – Aqui está, um outro rapaz fez a encomendar algum tempo atrás, mas nunca veio pegar. – Falou o atendente revelando uma sniper bem construída, feita de aço e acompanhada de alguns acessórios para apoiá-la no chão – Essa é uma peça bem construída, acredito que seja do seu tamanho, não trazendo dificuldades para o manuseio.[/b] – Bradou o homem entregando a arma para o selvagem – A princípio pode achar o valor salgado, mas dou minha palavra que valerá a pena! Qualquer falha ou defeito de fábrica, você pode trazer aqui e daremos o seu dinheiro de volta. – Pausou por mais alguns segundos – A arma custa um milhão e seiscentos mil berries. – Finalizou o homem, esperando a resposta por parte do mink.

Sem muita demora o pagamento foi realizado por parte da criatura animalesca, partindo sem rumo, perdido em seus próprios pensamentos. No caminho o esverdeado cogitou algumas ideias que tinham que ser tomadas o quanto antes, como ele encontraria o seu alvo em meio a tantas pessoas vivendo em Sirarossa? Não demorou para que uma luz surgisse em sua mente! Por mais que relutasse um pouco aquela opção, ele sabia que não tinha outra alternativa a não ser encontrar seus antigos conhecidos do submundo e reestruturar suas amizades de trabalho de anos atrás. Caminhou pelas ruas em busca do ponto máximo em que suas lembranças lhe guiaram, chegando nos arredores daquela construção única por toda a ilha. Nas redondezas ele buscou por uma estrutura que frequentou há muito tempo atrás, buscando com seus olhos atentos por pontos ou itens que pudesse refrescar sua memória. Não demorou para que ele encontrasse um pequeno símbolo esférico com uma exclamação no meio, era uma espécie de bar relativamente chique, seguindo o padrão dos outros ao seu redor.

Caso entrasse o Ornitorrinco veria um número considerável de clientes, assim como uma velha atendente que tinha idade para ser bisavó de muitos ali. A versão feminina de uma múmia olhou enquanto estreitava os olhos em direção a figura coberta pelo grande sobretudo, mas pareceu não reconhecê-lo logo de início, diferente do Selvagem.


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Re: Cap. 1 - Renascimento Seg Jan 24, 2022 3:56 pm






Capítulo 1
Renascimento



Adentrando aquele bar chique, o qual vagamente pairava sobre minhas velhas e empoeiradas lembranças, obtive mais uma confirmação assustadora e talvez angustiante: o tempo passava rápido, assim como minha idade ia e meu corpo se enrijecia com as amarras da velhice que cada vez mais tomava minhas juntas, nervos e músculos. Talvez chegasse um dia onde eu não mais pudesse fazer o que faço, mas até lá, aproveitaria cada segundo do meu tempo perdido. Deixando de lado as emoções, caminhava pelo pub à procura de um rosto familiar, até que encontrasse um que me assombrava mais ainda.

Naquele instante, meu coração se acelerava como nunca, meus olhos se tornavam estáticos naquele corpo mumificado enquanto minha mente ia à mil. De súbito, minhas pernas se moviam sozinhas, num transe causado pela aparição inesperada da figura que tanto fizera parte do meu passado. Aparentemente, o tempo também havia deixando-a com marcas impossíveis de apagar. Seus olhos se estreitavam para me enxergar e me identificar; apesar de parecer falhar em sua missão, eu sabia muito bem quem era aquela mulher.

Percebendo que já havia perdido o controle de mim mesmo, pausava meu movimento como se o próprio tempo houvesse parado também. Fechava meus olhos e respirava fundo, recompondo minha postura e pigarreando com a mão na boca para ter certeza que estava no presente. Uma coisa era certa: aquela era a pessoa que eu procurava, admirava como parceira e respeitava como mestre. Sem delongas, partia para o balcão do bar, se houvesse um, e me assentava na cadeira que possivelmente existia naquela posição. Caso não houvesse, procuraria algo para me apoiar e eliminar a desvantagem de altura.

— Me vê um rum, bastante gelo e umas gotas de limão, por favor. — o pedido era claro e simples, mas carregava uma história antiga que talvez só ela pudesse perceber de antemão. A bebida que fazia parte de nossas comemorações após pagamentos e missões bem sucedidas, apesar da aparente diferença entre idades. Percebendo ela ou não a minha identidade, deixaria as besteiras de lado e seria um pouco mais direto. — Olá, Fiona, há quanto tempo, não? — com um pequeno sorriso no rosto e um olhar penetrante, lançaria a bomba após receber meu drink e esperaria por sua reação. — Espero que se lembre do seu antigo amigo, Harvey. — finalizava inclinando meu chapéu em decoro, forçando um pouco mais a memória da velha senhora.


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Re: Cap. 1 - Renascimento Qua Jan 26, 2022 11:16 am


Harvey



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A iluminação do pub falhou algumas vezes enquanto Harvey observava a figura nostálgica em sua vida – Droga! Essa bosta tá falhando de novo? – Reclamou a senhora enquanto sua voz cortou toda a extensão do ambiente, seguindo pelo barulho pesado da sua mão se chocando com força contra o balcão de madeira – BUCETA! – Todos caíram na gargalhada enquanto a dentadura voava da boca daquela senhora. O ornitorrinco logo percebeu que além da aparência – por mais acabada que pudesse estar – sua personalidade também havia se mantido, mesmo com o passar dos anos. A iluminação não demorou a normalizar e todos comemoraram em um único coro, enquanto um dos clientes procurava os dentes da senhora que se perdeu entre os pés daqueles que estavam comemorando por ali.

O selvagem se aproximou observando a mulher que ainda reclamava e momentos antes de alcançar o balcão, conseguiu ver a devolução da arcada dentária, que foi colocada novamente na boca sem nem ao menos ser limpa. Seu pedido foi dito e a Fiona nem mesmo o olhou para ir prepará-lo, parecia ter agido no automático como muito fez durante todos esses anos de árduo trabalho. Não demorou para ela voltar e no ato da entrega teve uma real noção de quem tinha feito o pedido – Vo... – Ela ficou paralisada enquanto seus olhos pareciam que iriam saltar para fora a qualquer momento – HARVEY! – Gritou a mulher chamando a atenção daqueles que estavam no balcão, mas que logo voltaram suas atenções para seus próprios umbigos – Você não tinha morrido?! Algumas pessoas falaram que você tinha morrido em um dos trabalhos! – Continuou a mulher com um sorriso no rosto, era notável para o atirador que sua dentadura sambava no interior da sua boca.

A movimentação no pub aumentou gradativamente e Fiona se revezou entre o atendimento e direcionar sua atenção ao seu antigo amigo – Se ainda está vivo, por que ficou tanto tempo sumido? – Perguntou a velha passando pelo balcão com algumas canecas de cerveja – E por que voltou agora? – Indagou passando novamente levando algumas doses de cachaça em uma bandeja metálica – Se voltou agora está querendo alguma coisa, diga logo aí! – Bradou enquanto corria de um lado para o outro.


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Re: Cap. 1 - Renascimento Qui Jan 27, 2022 3:42 pm






Capítulo 1
Renascimento



—... É uma história longa. — revelava enquanto a agora anciã passeava pelo restaurante fazendo seu trabalho aparentemente cansativo. — Após toda a equipe ser caçada pela organização que nos criou, eu fui capaz de fugir depois de Lara me proteger... com sua vida. — talvez essa parte da história fizesse meus olhos lacrimejarem um pouco. A perda do grande amor da minha vida junto da única coisa que havia feito até aquele momento fora um grande baque para mim, ocasionando nos anos perdidos por mim por conta de um trauma. — De qualquer forma, estou de volta após tanto tempo. Descobri que as coisas não andam tão fáceis como antigamente hahahaha!

Sem demorar muito, ia tomando goles do meu drink enquanto esperava um pouco mais de atenção da mulher. — Quero saber se você ainda está na ativa. Preciso de dois favores, pelos velhos tempos. — diria assim que visse que estava mais próxima de mim. Minha situação era crítica em ambas as situações, portanto, seria direto, o mais claro possível. — Estou sendo caçado por uns homens de um tal de Viking, após completar um trabalho que prejudicou ele e seus negócios. — dando mais uma golada naquele álcool, olhava atentamente para ela antes de continuar com meus pedidos.

— O outro trabalho que me surgiu indica a presença de uma figura importante para o submundo e as fachadas. Patterno Marconni, aquele que lida com as finanças da família deles. — antes de continuar, gostaria de ver a expressão da mulher ao ouvir o nome, percebendo se ela o conhecia ou não, talvez. — De qualquer forma, preciso eliminar esse homem e coletar todos os documentos processados por ele para a família. — tomava mais um último gole, agora acabando com o copo e o posicionando sobre o balcão um tanto quanto violentamente. — O problema é que ele é um fantasma. Preciso da sua ajuda Fiona, agora mais que nunca. E aí? Temos uma proposta? — esperaria pacientemente pela resposta, afinal, tinha todo o tempo do mundo.


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Re: Cap. 1 - Renascimento Sex Jan 28, 2022 10:25 pm


Harvey



Koji

O reencontro entre os velhos amigos aconteceu naquele pequeno bar, lugar que pelo jeito Fiona liderava o rumo, já que agia como uma mãezona com os outros atendentes que vinham com demandas para resolver. Harvey explicava sua versão dos ocorridos, relembrando o fatídico dia da morte da sua amada e também do momento em que deixou tudo para trás – Entendo... então foi isso. – Falou a mulher se compadecendo da situação do seu amigo, além de ver seus olhos marejados – Bom saber que está de volta! – Falou entregando uma grande caneca de cerveja para um cliente que chegou ao balcão enquanto o selvagem continuava todo o seu falatório – Ativa? Que pergunta é essa? Eu já falei que iria morrer fazendo o meu trabalho, ainda mais agora que tenho alguns netos, preciso assegurar um futuro bom para eles. – Disse a mulher com um sorriso no rosto, apontando para um pequeno porta retrato existente em uma das prateleiras, onde mostrava Fiona, uma pequena mulher que parecia ela em sua juventude e casal de crianças.

O ornitorrinco logo continuou a apresentar sua demanda e realizar os seus pedidos, falando que estava sendo perseguido pelos homens do Viking, o que fez a velha arquear uma das sobrancelhas – Esse ai é um bobão, mas é um bobão com contatos, tenha cuidado. – Comentou dando espaço para que seu amigo de anos atrás continuasse a falar – Entendo, é um trabalho difícil, mas se você ainda for aquele monstro de antes... acredito que consiga. – Continuou mantendo o sorriso alegre em sua face, ela estava realmente feliz em reencontrar o velho amigo – Sim, eu conheço a peça. Para sua sorte eu sempre estou de olho em tudo, espere um momento. – Finalizou tirando o avental que cobria a parte frontal do seu corpo, colocando no balcão e caminhando em direção a saída lateral do lugar. Ela deu a volta e logo estava ao lado do selvagem – Vamos lá. – Disse dando um tapinha nas costas de Harvey, caminhando em direção a saída do estabelecimento – Meninos, passem o olho em tudo. Vovó já volta! – Falou em um tom mais alto para todos os seus funcionários ouvirem.

Ao saírem do lugar eles caminharam por cerca de três minutos pelas ruas de Sirarossa, chegando até um pequeno apartamento com uma porta bem estreita, mas o ornitorrinco conseguia passar tranquilamente, dado o seu tamanho – Vamos subir agora, essa é minha casa. – Disse a mulher dando espaço para que a criatura verde subisse o vão de escadas de madeira, o cheiro de mofo ficava mais forte à medida que o pequeno subia – Não ligue para o fedor, estou meio sem tempo de limpar tudo. – Comentou a mulher fechando a porta e logo subindo as escadas – A porta está aberta. – Completou a mulher. Quando Abgnalee abrisse a porta poderia ver um cômodo amplo, com algumas mesas espalhadas, uma geladeira logo no canto e um sofá grande em L – Bem vindo meu amigo, pode sentar, fique à vontade. – Falou Fiona fechando a porta e jogando a chave em cima de uma das mesas, caminhando em direção a um amontoado de papéis no canto do lugar.

Ela começou a fuçar na papelada enquanto falava – A família Marconni vem dominando Sirarossa, pelo menos é o que eles estão tentando. Uma guerra está para implodir nessa ilha, já que os Nava não irão ficar parados vendo alguém tomar o seu poder. Patterno é responsável pelas finanças da família, então ele normalmente muda de lugar de tempo em tempo, mas raramente é visto andando por ai. – Pegou alguns papéis e levou a mesa – Aqui! Essa foi a última informação que passou por mim sobre ele, segundo o informante ele está em um loft perto do hotel Belucci, com homens armados fazendo sua segurança. Quem te deu essa missão? Você sabe que caso seja visto, provavelmente vai acabar fazendo um novo inimigo certo? – Disse Fiona ainda vasculhando os papéis com agilidade – Aqui diz que ele comprou um terreno próximo a Mansão Nava, algo que achei estranho de início, mas acabei não dando muita bola. Não sei se essa informação é verdadeira ou se vai ser útil, mas é uma opção para procurá-lo também. Aqui diz que ele comprou uma mansão que está no nome de Benício Marconni, um dos líderes de toda família. – Finalizou a mulher apresentando todas as informações que tinha em mãos para seu amigo – Tome cuidado Harvey, eles realmente são perigosos. – Finalizou Fiona com um olhar preocupado estampado em seu rosto.


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Re: Cap. 1 - Renascimento Ter Fev 01, 2022 10:29 pm






Capítulo 1
Renascimento



Tudo havia mudado durante minha ausência. A dinâmica das coisas e as pessoas evoluíram, enquanto eu, paralisado por medo, acabei me petrificando no tempo também. Apesar disso, não havia razão para lamentar isso agora, sabendo que estava fazendo tudo o possível para reverter minha própria situação. Nesse caso, Fiona se mostrava uma grande ajuda na minha empreitada. — O meu contratante é um informante chamado Samuel. É ferreiro. Conhece? — não deixaria de perguntar, afinal, a curiosidade sobre o homem só aumentava visto que não fazia ideia de quem ele realmente era.

De qualquer forma, continuaria — Eu sei dos perigos, Fiona. Mas é o único jeito de eu finalmente tocar minha vida. Em breve irei sair dessa cidade e expandir meus serviços. Na minha idade, creio que apenas assentar já se tornou tedioso. — desabafava com a mulher, antes de voltar a falar com ela — De qualquer forma, obrigado. Suas informações foram valiosíssimas. Se precisar de qualquer coisa... qualquer coisa... não hesite em me contatar. — finalizava, levantando-me e permitindo que ela liderasse o caminho para fora da casa dela. Com um abraço surpresa e final, me despediria da velha amiga antes de voltar para o serviço que me foi dado.

Como sempre, materia o sobretudo cobrindo meu corpo e andaria com os olhares atentos. Como Fiona havia falado, Viking era um bobo, mas com contatos. Sua periculosidade não poderia ser subestimada. De qualquer forma, não encontrando nada de anormal, seguiria para o dito loft perto do Hotel mais famoso de Sirarossa. Se houvesse toda a guarda dita por ela, não seria tarefa difícil encontrar a localização, portanto, apenas manteria meus olhos atentos e meus instintos mais ainda. Na possibilidade, subiria em algum prédio com laje próximo para fazer uma varredura do local pela parte de cima.

Caso não encontrasse, partiria então para a dita mansão dos Nava, onde o homem havia comprado o terreno. Era minha única pista fora aquela, portanto, me manteria com ela. Caso não conseguisse puxar da minha memória o endereço, não perderia tempo e perguntaria para as pessoas que julgasse menos propensas a perguntar o motivo da minha ida ou até me dedurar para algum tipo de autoridade do submundo. — Com licença, colega, pode me falar onde fica a Mansão dos Nava? — com um sorriso simpático, perguntaria de pessoa em pessoa caso não encontrasse logo, e agradeceria todas em sequência.

De qualquer forma, na possibilidade de ter me sucedido com a primeira localização, faria uma varredura do local: quantidade de seguranças, entradas - sejam portas, janelas ou grades que eu coubesse, pontos cegos e pontos de visão. Caso pudesse - ou já tivesse conseguido - iria para uma laje onde poderia ter um tiro limpo ou uma visão privilegiada para organizar minha entrada no local. Não iria tomar nenhuma ação antes de ter certeza de ter feito um bom reconhecimento do local; só então montaria meu rifle e esperaria para um tiro que me desse vantagem.


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Re: Cap. 1 - Renascimento Qui Fev 03, 2022 11:16 am


Harvey



Koji

A pequena criatura conseguiu informações importantes sobre seu alvo, mas não deixou de tentar obter algo sobre Samuel, o seu contratante – Samuel, um ferreiro? – Falou Fiona pensativa, como se tivesse alguma recordação daquele nome – Você quer dizer “O” Samuel? Um homem baixinho e rabugento? - Perguntou a velha com um olhar apreensivo – Cuidado com ele... em seu passado, era conhecido como “Samuel Martelo de Ferro”, você já deve ter ouvido esse nome no passado. – Pausou sua fala por alguns segundos – Certo, boa sorte meu velho amigo. – Completou a mulher. O ornitorrinco estava pronto para continuar com sua missão, tendo dois pontos onde poderia procurar pelo seu alvo, optando por ir no que ficava mais próximo primeiro.

O sobretudo cobria seu corpo e seu andar era lento, mas atento a tudo o que acontecia ao seu redor. Ponderava enquanto caminhava sobre as informações obtidas, Vikings era um bobão, mas um bobão com contatos e isso certamente complicaria e muito a vida do nosso querido amigo verde. Enfim, não demorou muito para que a construção imponente do maior e melhor Hotel de Sirarossa estivesse próximo, sendo rodeado por estabelecimentos do mais alto nível e alguns apartamentos e casas por ali, era algo realmente “de outro mundo”. As informações de Fiona se mostravam precisas, já que homens bem armados e de aparência imponente estavam guardando o lugar com atenção, eram cerca de 10 homens rodeando o lugar, espalhados por todos os cantos do prédio de dois andares. A luz do segundo andar estava acesa, cortinas na frente das janelas impediam identificar quem estava ali dentro, mas Harvey conseguia ver que tinha alguém ali, cerca de três silhuetas foram visíveis por alguns instantes, sendo uma delas masculina.

O térreo de primeiro andar pareciam bem protegidos, assim como o terraço que contava com dois homens que faziam rondas, observando todas as extremidades do lugar. Não dava para ver o que acontecia no interior do prédio, em nenhum dos andares e nem mesmo no térreo, já que cortinas e janelas fechadas impediam toda visão do velho selvagem. O protagonista buscou por um prédio na região com um terraço ou uma laje que pudesse servir como um ponto de visão abrangente, no entanto, aquele bairro não contava com prédios abandonados ou algum de fácil acesso. Claro, existia alguns com escadas metálicas em sua lateral, que serviriam para o propósito do ornitorrinco, mesmo que não fossem tão confiáveis assim. Ele subiu em um dos estabelecimentos próximos, mas não conseguia ter uma visão tão boa assim do lugar, já que existia um prédio em sua frente, uma laje com alguns caixotes e outros itens do tipo em sua extensão. Sim, ele conseguiria saltar se assim desejasse, mas não dava para ver se alguém estava por ali e nem mesmo observar a porta de acesso para tal laje, ele poderia se meter em uma furada se realizasse a ação sem a devida precaução.

Conseguia ver o terraço do Loft e algumas silhuetas pelos pequenos espaços entre as caixas, mas ainda sim não era uma das melhores visões. O que nosso ornitorrinco faria? Pularia para ou terraço da frente? Observaria dali mesmo? São cenas do próximo capítulo.


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Re: Cap. 1 - Renascimento Qua Fev 09, 2022 10:00 pm






Capítulo 1
Renascimento



A situação à partir daqui havia se complicado um tanto. Dez inimigos, apenas do lado de fora, faziam a segurança apertada da vida de Patterno. Do lado de dentro, por entre as cortinas, era possível ver que haviam mais duas pessoas, além de - talvez - ele. Minha única esperança, sem dúvidas, era o terraço, onde 2 inimigos faziam guarda apenas. Da minha posição, não podia ter uma visão muito clara deles; talvez do outro prédio, mas as chances de eu acabar me ferrando são igualmente grandes. Muita coisa estava em jogo. O plano deveria se aproximar da perfeição.

"O próximo telhado é um ótimo ponto de tiro, mas é inútil pois assim que disparasse, descobririam minha localização..." pensava, ainda matutando nas minhas ideias. "Afinal, quais são as chances de haver um inimigo nesse outro prédio?" me questionava. Se a minha resposta fosse positiva, ou seja, houvesse um inimigo, invadir pelo terraço chamaria a atenção do mesmo jeito. Checar isso era uma prioridade, e só poderia ser pessoalmente por conta das caixas que tampavam minha visão. Então, não hesitava em ir até a borda e encontrar o melhor ponto para realizar esse salto.

Assim que encontrasse, andaria para trás e pegaria o maior impulso que eu conseguisse. Deixaria minhas mãos livres e minhas garras afiadas bem expostas, caso eu caísse para fora, poderia tentar me segurar na "unha". Correria, então, para o meu destino, pulando na borda para alcançar a outra. No pouso, se conseguisse chegar até lá, procuraria realizar um movimento de cambalhota com o corpo para amortecer a queda e não fazer barulhos. Caso não conseguisse, tentaria usar as garras como supracitado para desacelerar minha queda, ou até mesmo me ancorar à parede.

Tendo feito isso, me esconderia atrás das caixas e lentamente me esgueiraria pelos cantos à procura de qualquer inimigo. Eu não tinha pressa, ela era inimiga da perfeição e aquele era meu objetivo. Buscaria, com a audição, encontrar traços ou sinais de alguém. Se eventualmente encontrasse, procuraria por um momento onde essa pessoa não me visse, e com um golpe atrás em sua nuca, utilizando as adagas, a mataria. Seguiria o mesmo processo com quaisquer outros inimigos, tentando ser mais cuidadoso, porém, ágil ao mesmo tempo. De preferência, escolheria um momento onde todos não tivessem visão de mim, e eu pudesse eliminar os capangas em um ataque só.

Feito isso, me posicionaria na laje, buscando uma visão mais ampla do meu objetivo de invasão. Procuraria por rotas alternativas, talvez esgoto ou subsolo, quem sabe entrada de funcionários ou caminho de reparos. Buscaria também ver a movimentação daquele monte de capangas, buscando por algum padrão ou algum momento onde a visão deles pudesse falhar. Ainda aí, buscaria no telhado daquele edifício. Teria certeza do número de capangas nele, seus acessos - externo e internos - e a mesma coisa supracitada: seus movimentos, tempos e pontos cegos.


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Re: Cap. 1 - Renascimento Sab Fev 12, 2022 12:31 pm


Harvey



Koji

A situação do Ornitorrinco parecia complicada, mas ele era astuto o bastante para planejar todos os seus movimentos com cautela. Ele saltou para o outro terraço repleto de caixas, a distância não era uma das maiores, afinal, os prédios estavam separados por um pequeno corredor escuro e fedorento. Já no novo prédio agiu com furtividade, escondendo atrás das caixas enquanto aos poucos foi ganhando território, procurando avistar algum inimigo naquele ambiente. Não demorou para notar a presença de uma figura feminina com longos cabelos castanhos, ela dava uma tragada no cigarro preso entre seus dedos e suspirava fundo logo em seguida, parecia triste e cansada, provavelmente pelas cargas horárias exaustivas do seu trabalho, já que ela parecia vestir uma espécie de uniforme.

O selvagem não pensou duas vezes, no momento oportuno finalizou aquela pobre garota em um golpe preciso em sua nuca, fazendo seu corpo despencar, mas aquilo não fez muito barulho, afinal, a rua estava ligeiramente movimentada. O único acesso ao terraço era feito pela porta metálica que dava para as escadas, ela estava trancada no momento – pelo lado de fora – pelo jeito a garota usava o lugar para relaxar e escapar do caos lá embaixo. O protagonista dessa aventura voltou sua atenção para o prédio onde seu alvo estava, buscando identificar todas as rotas de acesso possíveis. O lugar onde ele estava era grande, caminhando para o extremo esquerdo ou direito do lugar, conseguia ter uma visão melhor das laterais do loft, onde descobriu duas entradas: a primeira janela da esquerda parecia ser ligeiramente menor, como se fosse um assoalho de banheiro; a segunda era maior, uma janela de tamanho mediano, ambas estavam abertas. Os seguranças ficavam estáticos em seus locais, exceto pela dupla no ponto mais alto, que caminhavam de cinco em cinco minutos, rodeando todo o lugar em busca de possíveis perigos para quem estivesse no interior daquele estabelecimento.

O ornitorrinco ainda não conseguia ver quem estava no interior, as cortinas mostravam apenas silhuetas, sendo elas agora um tanto quanto mais claras: Uma era masculina, barrigudo e com braços curtos, enquanto outras eram femininas, já que suas curvas esculturais eram visíveis para a criatura animalesca. A entrada principal já era conhecida por ele, o acesso era feito mediante a liberação dos seguranças, não parecia ser algo simples de ser feito. Os pegos laterais eram tomados por um segurança de cada lado, pouco movimento e atenção extrema, olhavam de um lado para o outro tomando, sendo que no beco direito existia uma escada metálica que dava no telhado, passando pela janela também.

Por fim, ele tinha as informações necessárias para continuar o seu plano. Os seguranças estavam atentos e não aparentavam falhas em sua visão, cobrindo todo o estabelecimento, tendo apenas leves brechas no terraço – já que tinham que cobrir uma área grande – e no boce – pelo fato de olhar de um lado para o outro. Como ele faria? Era mesmo seu alvo que estava no interior do loft? As informações de Fiona normalmente eram corretas, mas ele teria que ter certeza por si mesmo.


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Re: Cap. 1 - Renascimento Seg Fev 14, 2022 9:35 pm






Capítulo 1
Renascimento



Olhava para o corpo da garota morta após realizar toda a minha varredura, e por um momento minha cabeça se mostrava hesitante. Eu havia crescido e sido treinado com o lema de nunca se importar com danos colaterais ou vidas ceifadas pela causa. Mas será que aquilo era certo? Assim como eu, ela possuía aspirações, desejos, amores e maldições. Simplificar o mundo retirando dele sua presença era realmente algo que eu podia simplesmente fazer pela "causa"? Qual era a causa pela qual eu lutava? Por um momento olhava para mim mesmo e me sentia horrível. Talvez os anos que fiquei trancafiado me fizera enxergar o mundo de outra forma. Ver Fiona envelhecer e ter seus filhos e netos foi um grande catalisador para tudo isso.

De qualquer forma, não deveria pensar nisso nesse momento. Enquanto o pensamento estiver na minha cabeça minhas ações serão hesitantes demais para que eu mesmo consiga fazer algo contra qualquer um, em algum momento. Dito isso, partia para meu próximo local: o próprio prédio. Eu possuía algumas aberturas e uma localização para o telhado, mas não havia visão nenhuma da parte traseira daquele prédio. Olhando para minhaas garras, tinha uma ideia talvez impossível, mas interessante, caso as condições fossem corretas.

Descendo de lá então, partia para os becos bem guardados. Manteria minha passada calma e sempre silenciosa; despretenciosa em cada vez que meus pés tocavam o chão frio e sujo de Sirarossa. Gostaria de averiguar o meu ponto cego. Dito isso, assim que pudesse, observaria segurança, acessos, como era constituído e etc. Caso houvesse alguma abertura, algo improvável pela aparente falta de segurança, tentaria ver para onde levava. De qualquer forma, se tudo estivesse seguro e sem chances de ser pego, sacaria minhas garras e tentaria gruda-las na parede, independente de seu material.

Para a ação seguinte, usaria das minhas noções de atletismo. Caso minha unha aderisse à superfície, começaria minha escalada, sempre ancorando todas as 4 patas de forma segura na parede antes de tentar avançar e subir mais ainda. Caso começasse a cair, tentaria amortecer a queda da mesma forma, raspando a queratina na parede e esperando que não me quebrasse muito no chão. Dando certo, estaria supostamente apto a invadir o local pelo telhado do prédio. Portanto, antes mesmo que pudesse começar a invasão, esperaria até que estivesse no ponto cego dos dois capangas antes de completar a escalada. Estando lá, longe da vista deles, buscaria um ataque simultâneo e mortal.

Utilizando as Red Canids, faria dois arremessos direcionados para os dois capangas. Miraria, como sempre, em suas nucas e cabeças. Dessa vez, mais próximo da posição de suas cordas vocais para evitar que gritassem até a morte ou coisa similar. Caso visse que algum arremesso houvesse dado errado, rapidamente acobertaria o mesmo usando as minhas novas adagas de arremesso, rapidamente retirando-as de minha bota para completar meu intento. Terminado isso, buscaria mais um tempo de pausa para vasculhar o corpo dos capangas em busca de armas de fogo que me servissem, cartões de acesso ou chaves, quiçá um dispositivo de comunicação, além, é claro, da própria entrada para o interior do prédio.

Caso nada disso desse certo desde o princípio, com minha escalada, buscaria subir novamente ao prédio que estava para tomar mais um tempo de planejamento. A execução devia ser perfeita, e para isso, eu necessitava de todo o tempo que me fosse disponível. Minha próxima ideia pairava sobre minha granade de fumaça e sua utilidade ao usar uma distração, permitindo - talvez - minha infiltração pela escada exposta e a execução de todas as técnicas de assassinato supracitadas. Reiterando, apenas na possibilidade e falha.


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