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Virando a casaca Ter Jul 27, 2021 9:19 am
Relembrando a primeira mensagem :

Virando a casaca

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Ren. A qual não possui narrador definido.

_________________

Virando a casaca - Página 5 J09J2lK

Hoyu
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Re: Virando a casaca Ter Set 14, 2021 11:01 pm

VIRANDO A CASACA



Depois de uma missão difícil e inesperada que por pouco não tirou a vida da felina, mas felizmente no final o único que pereceu na casa em chamas era o próprio Paolo, por mais que seus companheiros tivessem saído um pouco feridos. Com a ajuda de Chiara e dos homens de Nista que ela trouxe consigo, Ren e Maurizio foram levados de volta para o hotel, até uma ala de enfermaria para serem tratados. Enquanto estava do lado de fora da casa, Maurizio parecia ter deixado Vicenzo a par do que haviam descoberto, então a princípio podiam acreditar que tudo aquilo seria repassado para Cesare, e não teriam problemas. Entretanto, antes de saírem, Ren foi capaz de trocar um último olhar para a sereia, que era levada de volta para Cesare, sentindo em seu olhar o medo e tristeza pela sua situação, mas mais do que isso, parecia sentir rancor de Ren, ainda mais depois das palavras que havia dito para ela. Mas isso pouco importava, pois logo se separavam, e mesmo que ela conseguisse algum dia escapar, em um mar tão grande dificilmente se encontrariam novamente.

Após receber um tratamento para suas dores, bastante liquido para a desidratação e alguns curativos para os cortes de quando pulou pela janela, Ren se sentia boa como nova. Felizmente seus ferimentos eram bem superficiais, e o que mais havia lhe abalado, que era a desidratação, podia ser resolvido facilmente, ao contrário de Maurizio, que precisou ficar de cama para se recuperar o tiro que tomou. Algum tempo depois de ser levada para a enfermaria, já com a chegada da noite, visível pela janela do leito em que estava, Ren foi chamada, já recuperada, para o mesmo quarto no qual falou com os dois chefes da família Nista da primeira vez. Ren sabia que, enquanto estava na enfermaria, Lucio havia passado lá e falado em privado com Maurizio, mas não sabia o motivo, e precisava agora encarar o resultado do seu teste.

No interior do quarto, assim como da primeira vez, encontrou Angelo e Lucio, mas ambos pareciam estar com expressões diferentes da última vez. Angelo, que antes estava impaciente e alheio, agora parecia atento, mas ainda irritadiço, e Lucio, que antes estava calmo e neutro, agora exibia uma expressão de nítida preocupação. - Sente-se, Ren. - Ordenou Lucio, sendo obedecido. - Não vou negar, quando recomendei te enviar para esse serviço, não esperava algo assim. Achei que seria algo tranquilo, mas... - O conselheiro foi interrompido por seu superior. - Eu devia ter ido lá e colocado uma bala na cabeça desse cara. - Pelo visto eles já sabiam mais ou menos o que havia acontecido, o que não era nenhuma surpresa. - Felizmente vocês conseguiram se sair melhor do que eu poderia esperar, considerando toda a situação. Em especial em garantirem que Vicenzo saiu com vida e pouco ferido. Já falei com os outros dois, mas quero ouvir também o seu relatório.

Assim, Ren começou a explicar a situação, em especial o envolvimento de Barzini, que Chiara e Maurizio provavelmente não havia entendido direito por falta de informação. Nista se mantinha atento, mas calado, até a felina dizer ser ex-noiva de Barzini. - Pera aí, que história é essa? Tu tá aqui de espiã daquele filho da puta? - Instantaneamente ele puxou uma pistola e apontou para Ren, e os guarda-costas ao redor não moveram um músculo para impedir uma possível execução ali. Apenas Lucio, calmamente, explicou o óbvio pro chefe cabeça quente. - Não se preocupe, sr. Nista. Se ela realmente estivesse com ele ainda, não só ele não teria se dado ao trabalho de exigir ela, como ela não teria dito isso. Imagino que o nosso inimigo em comum não tenha aceitado tão bem o termino. - Ouvindo as palavras do seu conselheiro, Angelo pensou um pouco e guardou a arma.

Pegou então em mãos a carta que Ren ofereceu, lendo-a com cuidado e dando uma espiada desconfiada para a mink. - “O plano”, hein... Hmm... - Ele parecia pensativo, antes de falar novamente. - Bom, eu já conversei com o Don a respeito de se juntar à família. - Calou-se então para que Angelo pudesse falar. - É, vocês se saíram bem, blá blá blá. O importante é que evitaram uma confusão braba, e a akuma no mi que conseguiram é bem interessante, então foi um sucesso. Os outros falaram bem de você, então você ta dentro. Só não esqueça aquilo que te falei. - Com a oficialização por parte do Don, o conselheiro voltou a falar. - Bom, não sei de onde conseguiu essa carta, mas se o que está escrito aqui for sério, deve estar se referindo ao navio que avistamos essa tarde um pouco afastado da costa, perto do porto norte. Achamos suspeito, e enviamos alguns homens nossos para ficar de olho. Como sua primeira tarefa oficial, quero que vá até lá e acompanhe a vigia.

Ren reconheceu instantaneamente como o lugar onde estava presa no galpão, localizado no lado norte da ilha. Se fosse isso mesmo, então provavelmente estavam esperando contato dos homens que matou, ou estavam esperando um horário combinado para o contato. - Se forem mesmo os caras do Barzini, não quero nenhum saindo vivo. - As ordens foram dadas, e restava apenas que Ren seguisse para o porto para mais uma vez lidar com seus perseguidores.

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Re: Virando a casaca Qua Set 15, 2021 8:33 am




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Finalmente eu havia me juntado de vez à família. Eu estava bastante satisfeita com isso, afinal, o serviço havia sido bem mais complicado do que o esperado e ainda assim o meu desempenho foi mais do que satisfatório. Nada mais justo do que me aceitar na família. Esse era o primeiro passo em minha ascensão na máfia, e eu tinha certeza que, um dia, eu seria uma das mais poderosas na organização. Eu, porém, não tinha tempo para descansar ou celebrar o meu novo emprego pois já havia recebido minha próxima missão, dessa vez um trabalho oficial em nome da máfia. Lucio falou que eu deveria ir ao porto norte e observar um navio suspeito que haviam avistado nas redondezas da ilha, uma situação que por sinal, também poderia muito bem ter dedo do Barzini. Angelo também parecia acreditar que esse fosse o caso, e ordenou que eu matasse todos os tripulantes caso fossem de fato homens do Barzini.

- Podem deixar. - Respondi, em um tom de confiança. - Não vou desapontar os senhores. - Após isso, imediatamente rumaria em direção ao porto norte. Caso já fosse noite, evitaria olhar na direção da lua. Andaria com pressa, mas evitaria chamar muita atenção nas ruas. Me certificaria de que minha marca estava bem coberta antes de sair. Lá estava eu mais uma vez, provavelmente indo dar cabo de homens do meu ex-noivo. Era algo que já estava quase se tornando algo rotineiro para mim, mas mesmo assim, nunca deixava de ser divertido.

Ao chegar no porto norte, olharia para todos os lados tentando identificar os homens que Lucio havia mandado para observar o navio e também o próprio navio. Apesar disso, não faria contato com ninguém por enquanto. Usaria da minha furtividade para arrumar algum esconderijo, algum lugar onde eu pudesse observar o desenrolar da situação sem fazer com que notem minha presença. Me esconderia atrás de caixotes de mercadoria, sacos, barris, qualquer coisa que ocultasse meu corpo e ao mesmo tempo me permitisse ter uma boa visão do que acontecia no porto.





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Re: Virando a casaca Sex Set 17, 2021 10:27 pm

VIRANDO A CASACA



Finalmente Ren havia ingressado em uma família do submundo, tornando-se membra oficial da família Nista, mas esse seria apenas o primeiro passo em sua jornada até o topo do submundo, que poderia demorar, mas teria a cabeça de Barzini em seu fim. Um navio no porto seria seu próximo serviço, e por todo o contexto, acreditavam que podia ser o navio de Barzini que vinha com reforços, já que haviam ficado propositalmente afastados da costas, uma vez que as famílias mafiosas da ilha tem registros da entrada e saída de todos os navios da ilha. Dessa vez nem Maurizio nem Chiara iriam junto com ela, então precisaria se virar sozinha, mas devido ao seu histórico de matar homens do seu ex-noivo, não deveria ser um grande problema.

Com as ordens recebidas, a mink foi liberada por seus novos chefes, e logo se dirigiu para a saída do hotel, para que pudesse seguir para o porto norte. Assim como havia visto pela janela da enfermaria antes, a noite já havia chegado, por isso precisava evitar olhar para o céu, do contrario poderia acabar entrando em forma sulong, o que poderia ser problemático nas atuais circunstancias. Tomando o devido cuidado de andar olhando sempre para baixo, Ren seguiu pelas ruas da cidade, todas nas laterais de canais que cruzavam a ilha, por onde vez ou outra um barqueiro passava, carregando casais apaixonados que faziam passeios noturnos enquanto a luz da lua brilhava, refletindo nos rios em um brilho etéreo. Seria um fenômeno belo e digno de apreciar, se a felina não estivesse com pressa.

Logo chegou no corpo norte, com o grande oceano escuro pela noite à sua frente, e olhando ao redor pode ver alguns homens de terno acenando discretamente para ela. Provavelmente eram os homens de Nista que já estavam ali, e aparentemente haviam sido informados de sua vinda, possivelmente através de um den den mushi. Mesmo assim, Ren preferiu não se juntar a eles, e após deixar claro que havia os avistado, seguiu sozinha pelo porto escuro. Nenhum dos homens foi até ela, enquanto andava por entre galpões e containers que estavam organizados no porto. Ao longe, mesmo apesar da escuridão, era possível ver um navio afastado da costa, iluminado levemente pela lua, em contraste com o mar escuro, e não dava sinal de que iria se aproximar. Ren também podia identificar rapidamente o galpão onde havia sido feita prisioneira mais cedo, e pela forma que estava, não parecia que haviam descoberto o que ocorreu lá dentro. Provavelmente ninguém havia entrado lá desde que saiu.

Indo até uma pilha de caixotes em um ponto mais afastado e próximo do dito galpão, Ren conseguiu se movimentar com extrema furtividade para não ser vista, com visão clara do navio ao longe e até dos outros homens de Nista, que até pareciam tê-la perdido de vista, olhando para os lados. Restava então esperar, e essa parte foi de prolongando por bastante tempo. O navio se mantinha parado a distância por mais de uma hora, enquanto a noite passava, e ficar de olho se tornava uma tarefa extremamente monótona, mas a mink não podia vacilar em sua primeira missão oficial. O tempo foi passando, a lua foi se movendo no céu, até que algo aconteceu.

Em certo momento, no meio da madrugada, repentinamente o navio começou a se mover, aproximando-se calmamente do porto onde estavam, e os sentidos da felina, que já poderiam estar exaustos, voltavam à mil. Ele ia se aproximando vagarosamente, para não chamar atenção, mas depois de um tempo logo chegou no porto, perto o suficiente para alguém desembarcar, e Ren pode ver uma mulher a bordo, aparentemente pronta para desembarcar. - N-não esqueça as ordens, srta. Caroline. Não recebemos o sinal de confirmação ainda. - Um homem a bordo parecia tentar dissuadi-la de algo, mas ela se mantinha firme. - Isso é ridículo. Não entendeu ainda que não vamos receber o sinal? Nossos homens devem ter sido capturados, algo deu errado, e eu vou descobrir o que foi. Preciso encontrar Romeo. - Seu olhar quase pegava fogo, e os subordinados logo abaixaram a cabeça. Ela parecia ter certa autoridade ali, até mesmo mandando que o navio aportasse mesmo sem o tal sinal, e Ren pode ver o navio descendo uma rampa para que Caroline chegasse ao porto. Não havia percebido a presença de Ren ainda, e essa poderia ser a oportunidade perfeita para atacar.

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Terry
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Re: Virando a casaca Sab Set 18, 2021 10:28 am




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Fiquei bem surpresa quando percebi de quem era que se tratava aquela moça que tinha descido do barco. Pelo visto ela era a tal da Caroline que escreveu aquela carta para o babaca que me prendeu no armazém, o mesmo que foi morto por mim. Ela falou que queria logo reencontrar ele, e isso me fez abrir um belo sorriso sarcástico. "Não se preocupa querida, você vai vê-lo muito em breve."

Eles ainda não tinham percebido minha presença, o que me dava a oportunidade perfeita para lançar um super ataque surpresa com todas as forças e pegá-los de calça curta. Estava de noite, e as condições para que eu ativasse minha habilidade mais poderosa como mink haviam sido todas cumpridas, a habilidade que eu aprendi em minha terra natal, Zou, quando treinei lá no passado. Com o aumento em minhas habilidades que viria da transformação, eu esperava finalizar aqueles imbecis sem muitos problemas. Tava na hora de mandar uma "mensagem" um pouco mais forte e clara pro Barzini.

Olharia para o céu, mais especificamente na direção da lua, pronta para que o astro desse início a minha transformação. Esperaria até que meu corpo entrasse completamente na poderosa forma de Sulong antes de dar o próximo passo em meu plano de ataque. Uma vez que a transformação tenha acontecido, respiraria fundo e me concentraria por alguns instantes. Ativaria uma poderosa descarga constante de electro pelos meus pêlos, da mesma forma que fiz na casa de Paolo Ricci. A energia entraria em um corpo, para estimular minhas capacidades para além até mesmo da Sulong. - Shunko! - Falava, ativando a técnica.

Imediatamente, dispararia a toda velocidade na direção do grupo de inimigos. Nista havia ordenado que eu os matasse se fossem homens do Barzini, e era exatamente isso que eu planejava fazer. Me aproximaria do tripulante mais próximo, evitando atacar Caroline por enquanto, querendo deixá-la por último, e desferiria um arranhão usando toda a minha força do braço contra seu pescoço. Não satisfeita, me voltaria para um segundo capanga e saltaria contra ele, como uma pantera, cravando minhas garras em seu peito, seguindo com uma feroz mordida no seu ombro esquerdo para arrancar pedaços. A adrenalina e a sede de sangue vinda de meu sadismo natural me davam um prazer quase indescritível no meio daquela carnificina, e eu fazia tudo com um grande sorriso de satisfação no rosto.

Não pararia por aí, imediatamente voltaria minha atenção para algum outro tripulante e avançaria novamente, dessa vez, atacaria com um poderoso arranhão lateral em seu torso usando a mão esquerda, mas além disso, desferiria também uma carga ofensiva de electro usando esse contato do meu corpo com o dele como condutor. Usaria a maior potência de eletricidade possível, tentando fritá-lo por dentro. Não satisfeita, continuaria atacando os tripulantes em rápida sucessão, alternando entre essas formas de ataque, tentando diminuir os números do inimigo da forma mais efetiva e célere possível.

Caso eventualmente perceba que seria atacada em qualquer momento, faria o máximo possível para rapidamente tirar meu corpo da linha de trajetória dos golpes inimigos, com rápidas passadas para os lados, rolamentos e pequenos saltos. Faria isso repetidas vezes se necessário. Caso seja necessário para que eu consiga acertar um golpe e/ou não haja tempo para esquiva, tentaria bloquear qualquer golpe que o inimigo pudesse vir a aplicar com os meus antebraços, embora ainda preferisse apenas esquivar. Se me vir cercada de inimigos, ou colocada contra a parede, tentaria atacar um deles para quebrar o cerco. Avançaria furiosamente na direção do mais próximo e deferiria uma barragem de arranhões em todas as direções contra seu torso, buscando ao menos fazê-lo recuar caso não fosse o suficiente para matá-lo.





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Re: Virando a casaca Seg Set 20, 2021 11:33 am

VIRANDO A CASACA



De frente para os indivíduos que deveria matar, Ren conseguia confirmar facilmente daquela distancia que eram de fato homens de Barzini, em especial pela presença de Caroline, que havia enviado a carta que pegou. Andando pelo porto, o grupo parecia não parecia ter notado a felina, enquanto outra arte dos homens se mantinha no navio, de guarda. Aproveitando a oportunidade perfeita que estava a sua frente, com a lua alta no céu, tendo então a chance de lutar em seu ápice, a mink olhou pra cima, vendo o satélite natural diretamente, e começou a sentir o poder primitivo dominando seu corpo. Seus pelos começaram a crescer, tornando-se muito mais alongados, assim como o seu cabelo, que quase triplicou de tamanho, enquanto iam tornando-se brancos e felpudos. Seus olhos eram enegrecidos, e eletricidade percorria incessantemente por seu corpo, projetando-se para os lados em um espetáculo chamativo, que fez os homens de Barzini se virarem na sua direção assustados e surpresos. Já transformada, sua sanidade era mantida pelo tempo que treinou o domínio daquela forma, e concentrou a eletricidade em sua técnica para aumentar suas capacidades antes de avançar contra os mafiosos.

Deixando a mulher para o final, os capangas não tinham a menor chance contra aquele poder avassalador, que mesmo sem a liberação bruta e massiva de eletricidade, carregavam um pouco de potencial elétrico em cada golpe, queimando e cauterizando as feridas de garras e presas que eram deixadas para trás nos homens mortos, enquanto Ren usava a eletricidade para se impulsionar, movendo-se como um raio de um em um, criando uma trilha de corpos em ziguezague. Assustados, os homens começaram a disparar contra ela, a maioria errando ou acertando uns aos outros em seu desespero, enquanto Caroline tentava organizar todos, mas alguns tiros passaram muito perto de atingir a felina, que precisou interromper seu movimento e mudar de direção para não ser atingida por uma ou outra rajada de tiros. - Se controlem, homens! Se continuarem desesperados, vão morrer! - A mulher havia sacado um chicote, e olhava com calma a movimentação da sua adversária, buscando um momento propicio para atacar.

Mais atrás, aproveitando o momento de distração proporcionado por Ren, os outros homens de Nista começaram a invadir o navio, e muitos disparos começaram a ser ouvidos. Não dava para saber como as coisas se desenrolavam no navio, mas a batalha de Ren era ali fora no porto, e não poderia se preocupar com outras coisas. Durante um de seus avanços para matar um dos poucos guarda-costas vivos, após fincar as garras em seu pescoço, pela primeira vez percebeu um perigo iminente vindo na sua direção: o chicote de Caroline vinha como uma serpente, pronto para agarrar seu braço, e se não tivesse recuado de forma apressada, teria tido seu braço amarrado, mas a mulher não parecia parar por ali, segurando um ponto de couro perto da empunhadura do chicote e deslizando o dedo como uma alavança, fazendo o chicote mudar de trajetória instantaneamente, voando na direção que Ren recuou, forçando-a a cruzar os braços e ser atingida. O golpe doeu e deixou seus braços vermelhos, mas por pouco conseguiu se defender da pior parte.

- Uma mink... Você é a noiva do don, não é? - Ela parecia finalmente ter entendido a situação, e seus olhos se inflamavam com fúria. - Onde está Romeo? O que você fez com ele, sua cadela. - Não perdendo a oportunidade, a mink disparou mais uma vez, dando fim nos últimos homens que sobravam, deixando cerca de uma dúzia de cadáveres no chão, cobrindo o cimento com sangue, e ficando enfim de frente para Caroline, que definitivamente não era tão fraca quanto eles, enquanto os tiros e disparos seguiam sem cessar no navio atrás das duas.

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Última edição por Hoyu em Seg Set 20, 2021 3:54 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Virando a casaca Seg Set 20, 2021 1:01 pm




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Os sons de batalha em música para os meus ouvidos. Os gritos de dor dos inimigos que eu retalhava sem piedade nem misericórdia colocavam lenha no fogo de adrenalina que existia dentro de mim, que apenas queimava com mais e mais intensidade na medida que eu causava sofrimento aqueles homens do Barzini. O prazer de trucidá-los como se fossem estátuas de papel machê era quase indescritível, e pela minha natureza sádica, eu conseguia aproveitar cada segundo. Ao perceber que já havia derrotado todos os peixes pequenos à minha volta, restava apenas Caroline, que eu rapidamente concluí que seria a inimiga mais poderosa ali, ainda mais levando em conta o peso do seu último golpe. “Pelo visto a missão não vai ser tão fácil como eu havia imaginado.” Pensei, ainda sorrindo maliciosamente. “Não que eu esteja reclamando…”

- Ex-noiva. - Corrigiria, fazendo uma risadinha após escutar a subsequente pergunta de Caroline. - Não se preocupa, você vai ver o seu Romeuzinho logo logo. - Ergueria minhas garras na frente do meu corpo, em posição de luta.  - Ah, e você não acha que me chamar de cadela é meio racista? - Perguntaria, em tom de deboche, na intenção de tirar ela do sério. - Tipo, cê sabe que eu sou uma mink felina, né? - Meu objetivo era deixar ela com muita raiva e  fazer com que perca a concentração, mas tendo sucesso ou não, partiria para o ataque logo em seguida.

Avançaria correndo em sua direção, tomando muito cuidado ao observar a trajetória dos seus movimentos de chicote, fazendo de tudo para não ser atingida novamente. Caso percebesse que estava prestes a receber um golpe horizontal ou na diagonal, imediatamente me jogaria no chão para evitar a arma e voltaria a avançar, caso notasse que seria um golpe na vertical, rapidamente saltaria para um dos lados. Se necessário, faria as duas movimentações de formas alternadas para evitar ataques consecutivos. Se percebesse que não seria capaz de desviar, tentaria o bloqueio. Colocando os braços na frente do rosto ou de qualquer que fosse a área que fosse receber o impacto, ou caso isso não fosse possível, tentaria desferir um forte arranhão com as minhas garras contra o próprio chicote, na intenção de defletir o ataque.

Caso consiga chegar em uma distância curta de Caroline, não a atacaria de frente, rapidamente correria para uma das laterais dela, tentando chegar nas costas da inimiga apaixonada. Conseguindo ou não, investiria contra ela com minhas garras erguidas, e desferiria um arranhão usando todas as forças no braço que ela usava para segurar o chicote, na intenção de ferir ela o suficiente para dificultar o seu manuseio da arma. Conseguindo ou não, seguiria com um golpe perfurante usando as garras da mão oposta na barriga dela, em seguida, retiraria a mão usada no golpe interior e faria um último arranhão, dessa vez mirando o rosto dela, mais especificamente os olhos. Assim que minhas garras fizessem contato com o corpo de Caroline, imediatamente tentaria desferir uma descarga de electro contra ela, usando minhas garras como condutores, assim como tinha feito em minha luta com Romeo.





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Re: Virando a casaca Seg Set 20, 2021 4:31 pm

VIRANDO A CASACA



De frente para Caroline, a amante do homem que matou e possivelmente a pessoa mais forte daqueles homens enviados por Barzini, as duas se encaravam cercadas de vários corpo, todos mortos por Ren. O sangue cobria o chão, criando uma enorme poça, e Caroline segurava seu chicote com muita força, devido à raiva enquanto a mink a provocava. - Cala sua boca suja. Que se foda Barzini, eu vou te matar pelo que quer que tenha feito à Romeo. - Ren havia conseguido irritar ela, apesar de não ser da forma que esperava, mas aquela mulher parecia manter a classe mesmo com a fúria no olhar, sem se deixar levar pelos sentimentos, o que poderia complicar a situação da felina.

Assim que deu indicio de que iria avançar, a eletricidade do electro voltou a percorrer seu corpo, e Caroline pareceu perceber isso, desferindo uma sequência ininterrupta de ataques com seu chicote de vários ângulos diferentes. Brandindo seu chicote de um lado para o outro, ele criava um movimento de onda na corda, que faziam sua ponta se projetar de um lado para o outro com força e velocidade inacreditável, criando quase uma barreira de ataques que a felina não conseguia atravessar. Ren precisava usar todo o seu foco para se desviar dos milhares de golpes que eram executados, jogando se para o chão, pulando, indo para o lado, e avançando de pouco em pouco. Era difícil lidar com a quantidade frenética de ataques que aquela mulher executava de uma vez só, mas exatamente pela quantidade, eles não pareciam ser muito precisos, então só precisava se focar em continuar desviando até encontrar uma brecha.

Assim, a mink prosseguiu, evitando cada golpe do chicote, que cortava o ar, deixando para trás após cada esquiva uma trilha de eletricidade, até que viu a oportunidade que buscava, quando a mulher moveu seu braço direito com chicote em um arco maior do que antes, dando espaço para ela enfim se impulsionar com a eletricidade, quase voando em sua direção, e passando pelo corpo da mulher, ficando em suas costas. Percebendo o movimento e onde a garota havia ido parar, Caroline recuou o chicote, puxando-o para junte de si para tentar se defender, enquanto Ren projetou suas garras contra o braço direito da mafiosa.

Virando a casaca - Página 5 Castlevania-morningstar-whip

Recuando o chicote com habilidade, Caroline o fez passar pelo seu tronco, enrolando-se para fazer com que golpeasse ao seu redor, em curva, e fez a ponta de metal bater com força contra o braço de Ren, quando estava prestes a atingir seu braço que manejava o chicote, tirando ele do caminho e fazendo a mink sentir uma dor muito forte, como se tivesse trincado o osso. Infelizmente para Caroline, com aquele movimento que havia feito para se defender do golpe mais imediato, não havia como preparar o chicote novamente para outro movimento tão rapidamente, dando tempo para o segundo golpe de Ren acertar, fincando então suas garras na lateral de sua barriga e liberando o electro. A eletricidade percorreu o corpo da mulher, que rangeu os dentes e se jogou para o lado, afastando-se da felina e desenrolando o chicote do seu corpo, preparando-se para atacar novamente, mas apertando o local do ferimento.

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Re: Virando a casaca Seg Set 20, 2021 5:14 pm




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Carolina era mais forte do que eu esperava. Ela estava conseguindo lutar de igual para igual comigo enquanto eu uso uma combinação da minha Forma Sulong com o meu Shunko, e isso não era algo que eu via todo dia, sem dúvidas ela era muitas vezes mais poderosa do que o namoradinho. Apesar de minhas feridas não serem muito graves, minha técnica havia acabado de perder o seu efeito, fazendo com que eu já sentisse um forte cansaço nos músculos devido ao esforço extremo que ela causa neles. Minhas capacidades de luta, porém, graças à Forma Sulong, continuavam bem acima do meu normal, mas eu já sentia que ela também não iria durar muito tempo, e o fim dela viria acompanhado de efeitos negativos ainda maiores. “A próxima investida provavelmente vai decidir a luta…” Pensei, já um pouco ofegante, mas ainda confiante. “Não sei se vou conseguir acompanhá-la sem o Sulong, o que significa que eu preciso atacar com tudo o que eu tenho.”

Continuaria tentando enfurecer a garota para tirar sua concentração da luta. - Uau, você é beeem forte! - Comentaria, de forma teatral e bem dramática. - Bem mais que o Romeuzinho, inclusive! - Fecharia o meu punho enquanto falava, levantando apenas o dedo mindinho, e falaria em um tom bem jocoso. - Derrotar ele foi mais fácil que roubar doce de criança. Ah, e quer saber quais foram as últimas palavras do Chuchuzinho? - Perguntava, mas continuaria antes que Caroline conseguisse responder. - Não sei, afinal, eu cortei a garganta dele antes que pudesse falar qualquer coisa! Você não tem noção do tanto de sangue que saiu!

Esperava que ela partisse para o ataque dessa vez, enfurecida pelas minhas provocações. Ficaria bem alerta, atenta a todos os seus movimentos para que pudesse contra-atacar da forma mais efetiva possível. Assim que ela partisse para cima brandindo seu chicote contra mim, eu avançaria em sua direção, mais uma vez observando a trajetória de seus movimentos e fazendo de tudo para esquivar das formas mais apropriadas. Caso ela se mantivesse na defensiva, eu avançaria primeiro. Rolando para os lados, saltando, correndo em zigue-zague, bloqueando com os antebraços, e até acertando golpes meus contra as chicotadas na intenção de refleti-las. Se por acaso ela tentar novamente me prender com seu chicote, tentaria remover o membro do meu corpo que seria seu alvo no último instante. O modelo seria semelhante ao da minha investida anterior.

Ao chegar em uma curta distância de Caroline, já não me importaria tanto em evitar os seus ataques de chicote. Agora, minha intenção era uma só: causar o máximo de dano possível nela. Não me importando com as chicotadas, ergueria minhas garras e, flexionando bem meus joelhos para impulsionar um salto, pularia na direção da mulher. Faria de tudo para conseguir novamente cravar minhas garras no corpo dela, independentemente de levar chicotadas no processo, tentaria aguentar a dor delas o máximo possível. Primeiramente, levaria meu mão direita aberta ao alto e desferiria um forte arranhão no ombro em que a minha inimiga usava o chicote, caso consiga acertar, cravaria minhas garras nela na sequência do movimento e tentaria ao máximo não soltar, mesmo que receba contra ataques dela, e claro, liberaria o máximo de electro que conseguisse, usando todas as minhas energias. Logo em seguida, faria mais um golpe perfurante com a minha mão livre no mesmo lugar da barriga dela que já estava ferido, mas dessa vez, ao acertar, rapidamente retiraria a mão e seguiria perfurando ela ali de novo e de novo, como se estivesse “esfaqueando” ela com minhas garras repetidas vezes. Por fim, mesmo que nada funcionasse, ainda tentaria desferir uma poderosa mordida no pescoço dela, e se possível, morderia múltiplas vezes.





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Hoyu
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HoyuEstagiário
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Re: Virando a casaca Seg Set 20, 2021 9:35 pm

VIRANDO A CASACA



O tempo útil da forma sulong estava se encerrando, assim como a técnica que Ren havia utilizado se encerrava. Ela precisava terminar aquilo rápido, antes que seu corpo não aguentasse mais. Precisava de um golpe decisivo, que colocasse um fim naquela luta. Mais uma vez se viu provocando a mulher, dessa vez falando sobre a morte do seu amor, palavras que pareceram tocar fundo na alma daquela mulher e, sem dizer uma única palavra, Caroline puxou outro chicote, dessa vez feito de metal, parecido com uma corrente, mas mais fino, e esticou os dois a sua frente, como um toureiro que se apresentando para o touro.

Virando a casaca - Página 5 QyQtcP1

Com um chicote em cada mão, ela nitidamente não teria a mesma maestria de antes para mudar repentinamente sua direção ou fazer manobras complexas, mas sua cadencia de ataque aumentaria muito. Era como se ela pouco estivesse se importando em se proteger, e quisesse apenas se focar em trucidar a felina que havia matado Romeo. Assim, novamente a cadencia de ataque veio com tudo, só que dessa vez 2 vezes mais perigosa do que antes, com os chicotes atacando de todas as direções. Ren, que havia provado em primeira mão a força de seus chicotes, sabia que avançar de frente não seria mais efetivo, ainda mais agora que haviam 2 chicotes para se preocupar, e começou a correr pelos lados, tentando avançar em zigue-zague enquanto as duas armas a seguiam, cortando ar com força enquanto voavam a poucos centímetros de si algumas vezes, como serpentes dançando no ar toda vez que Caroline movia seus braços.

Percebendo o que a felina estava fazendo, Caroline recuou o chicote de metal, segurando-o enrolado em sua mão enquanto atacava com o de couro, dando um alivio para Ren, que decidiu avançar, mas logo em seguida disparou o chicote de metal em linha reta contra Ren, bem na hora que pisou no chão para avançar, tendo então que golpear o chicote no ar com suas próprias garras para mudar ele de direção, que se espalhou pele ar ao seu redor. Caroline sorriu, largou o chicote de couro, e usou as duas mãos para mover o chicote de metal em várias direções, movendo-o em círculos para claramente o embolar, e em seguida puxou. Após os movimentos de Caroline, o chicote metálico a envolvia por todos os lados, e Ren conseguia entender a intenção dela; assim que ela puxou, a folga do chicote ao redor da mink se apertou, e ele se fechou com o intuito de a agarrar. Percebendo o que ela queria fazer, Ren se jogou para o lado para tentar evitar o agarrão, mas totalmente rodeada pelas corrente, só seria possível evitar o ataque se desse um salto de alguns metros.

Virando a casaca - Página 5 Trevor-belmont-castlevania

Ren então se viu presa no chicote metálico da mulher, que rapidamente girou seu corpo, usando a arma como alavancar para girar Ren no ar, dando voltas como em um brinquedo de parque de diversão. - Calêndula Pura. - Após dar cerca de 5 voltas em pleno ar para acumular velocidade, Caroline fez Ren descer como um meteoro contra o concreto, caindo em cima de alguns caixotes que se quebraram com o impacto. Seu corpo estava todo dolorido e podia sentir vários ferimentos dos pedaços de madeira que penetraram sua pele, mas a adrenalina a mantinha de pé, se levantando. Com a queda, o chicote embolado se soltou do seu corpo, e com a nuvem de poeira que se ergueu, Ren conseguiu avançar antes de Caroline percebesse, cortando distancia enquanto a mulher puxava de volta o chicote de metal e se abaixava para pegar o chicote de couro que largou. Atravessou 2/3 da distancia entre as duas com sua corrida rapida, percebendo que conseguiria chegar até a mulher se continuasse correndo sem se preocupar, e logo Caroline executou mais uma barragem de golpes com os dois chicotes. - Última Orquídea.

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Sem recuar, Ren cruzou os braços e continuar avançando por entre a rajada de golpes com os chicotes, enquanto Caroline os brandia com mais força do que nunca, movendo os braços em arcos longos e até girando para aumentar a força de cada golpe. Os chicotes criavam sulcos em sua pele cada vez que acertavam, abrindo feridas em seus braços, troncos e pernas. Caroline suava frio ao ver a felina se aproximando mesmo com a rajada de golpes, e assim que ela conseguiu alcançar sua adversária, desferiu um arranhão em seu ombro esquerdo, fazendo-a largar o chicote metálico no chão. Cravou então suas garras na costela da mulher e segurando com força, enquanto ela retraia o chicote e o enrolava no pescoço de Ren como uma forca. A mink via sua consciência se esvaindo, mas logo soltou ima rajada de electro que fritou a mulher por dentro, afrouxando a arma que prendia seu pescoço.

Vendo-se livre, começou a apunhalar o mesmo lugar que havia acertado antes com suas garras repetidamente, fazendo sangue jorrar e Caroline cuspir sangue. Percebendo a situação ruim em que se encontrava, a mulher recuou rapidamente, sem muitas forças após os repetidos golpes, deixando o chicote metálico no chão aos pés da mink. Segurava apenas o primeiro chicote que usou, o de couro, e parecia ter dificuldades para se manter de pé, enquanto cuspia sangue. A situação de Ren não era muito melhor, com muitos ferimentos pelo corpo, mas a sua adversária parecia ter ferimentos mais profundos em vez de uma grande quantidade deles. A forma sulong ia se desativando, enquanto a mink sentia a exaustão que vinha com seu fim. Ambas estavam fracas e exaustas, sem muitas forças, e o próximo movimento definiria a vencedora. Isso se alguma das duas tivesse forças para atacar.

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Terry
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Re: Virando a casaca Seg Set 20, 2021 11:20 pm




Legenda


Narração.
"Pensamentos".
-Falas.


Post - 25




A luta se prolongava ainda mais, e embora eu tivesse atingido meu objetivo de causar ferimentos sérios em Caroline, eu também havia apanhado bastante, e como se não bastassem os meus próprios ferimentos, estava sofrendo os efeitos negativos do fim da minha transformação. Era pura adrenalina que me mantinha de pé naquele momento, essa era com certeza a batalha mais difícil que eu já tive até agora. “Hehe, parece que vou mesmo bater as botas se não levar isso mais a sério…” Pensava, enquanto tentava ao máximo suportar as dores que permeavam praticamente todo o meu corpo. “Não posso aceitar ser derrotada por uma paspalhona apaixonada, ainda tem muita coisa que eu pretendo fazer nessa vida. Dizem que os gatos têm sete vidas, pois bem, eu não tô a fim de perder nenhuma.”

Pensava em Izzy, minha irmã, em Madame Morgana, no meu trabalho como ladra, meu treinamento em Zou, meu tempo como escrava dos Tenryuubito, e até mesmo na minha infância que parecia tão longínqua. Eu sabia que, sendo uma criminosa, muito provavelmente morreria mais cedo que a maioria das pessoas, mas aquele momento não era agora. Eu já havia superado muitos desafios na minha trajetória, e não era uma capanga do maldito do Barzini que iria colocar um fim na minha história. Eu iria vencer, eu iria sobreviver, eu faria de tudo para tal. Forçaria mais um sorrisinho confiante no rosto, dessa vez mais cheio de bravata do que de confiança verdadeira, e encararia a minha inimiga como uma presa. “Isso mesmo, eu não sou a caça aqui, sou a caçadora.”

- Você é dura de matar, Caroline. - Comentava, enquanto assumia novamente minha postura de batalha, dessa vez fazendo um pouco mais de esforço para realizar os movimentos. - Tem certeza que quer jogar sua vida fora nessa luta? - Perguntaria, dessa vez em um tom um pouco mais respeitoso. - Olha os seus ferimentos, mais alguns ataques meus e seu corpo não vai aguentar. E mesmo que consiga me vencer, os homens do meu chefe, Angelo Nista, vão finalizar o serviço. Você já era. - Falaria, tentando usar minha língua de prata para evitar a continuidade daquela batalha. - Pensa bem, acha mesmo que Romeo iria querer que você desistisse da própria vida por vingança? - Tentaria manipulá-la usando o que sabia sobre seus sentimentos. - Se você se render e passar informações sobre o Barzini para o meu chefe, prometo  pedir a ele que poupe sua vida, você pode acabar até ganhando um emprego novo, afinal, já se provou ser beeem forte. - Faria aquele último convite, embora estivesse pronta para lutar caso necessário.

Caso ela recuse meu convite, eu suspiraria fundo, enquanto me preparava para fazer mais uma investida, provavelmente a última. Era agora ou nunca, tudo ou nada, eu precisava dar um fim aquela luta antes que meu corpo desabasse sem energias. Manteria novamente meus olhos no chicote, aproveitando que eu já tinha experiência em me desviar dos movimentos dela, ainda mais agora que ela estava novamente de posse de apenas uma arma. Iniciaria a minha corrida, dessa vez novamente em linha reta, pronta para esquivar das chicotadas horizontais e diagonais com saltos e rolamentos, e das verticais com pulos para os lados e tirando meu corpo da trajetória do golpe inimigo. Também ficaria atenta a caso ela tente me prender novamente com o chicote, rapidamente tentando tirar o membro alvo do meu corpo do local onde Caroline fosse atacar. Caso conseguisse, antes de começar a correr, procuraria se havia areia ou terra no chão, caso tivesse, rapidamente cataria um porção e jogaria bem nos olhos da inimiga ao chegar próximo dela. Caso não tivesse nada, investiria normalmente.

Uma vez que estivesse novamente próxima a ela, aproveitaria que estávamos ambas feridas e, ao invés de tentar iniciar com arranhões, tentaria pular em cima dela, como uma pantera, na intenção de levá-la ao chão comigo em cima. Tentaria montar nela, agarrar ambos os braços da moça e forçá-los contra o chão. Após isso, abriria bem a boca e começaria uma brutal série de mordidas contra Caroline, morderia os ombros, depois tentaria morder o pescoço, depois novamente mais uma vez usaria toda a força em uma forte abocanhada em seu outro ombro. Caso não conseguisse levá-la ao chão ou mordê-la, investiria com uma série de vários arranhões mirando o torso dela, em todas as direções, tentando acertá-la para em seguida disparar mais uma grande carga de electro, usando todo o resto das minhas forças.






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