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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Grupo 4 - Agatha, Aiko e Hany

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Grupo 4 - Agatha, Aiko e Hany Ter Nov 08, 2022 10:14 pm
Aqui ocorrerá a Batalha dos Participantes: Agatha Harkness, Aiko Saito e Hany G. Drezat.

Fichas do Grupo:

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Re: Grupo 4 - Agatha, Aiko e Hany Ter Nov 08, 2022 10:14 pm



Halloween: Masmorras e Dragões.


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O contratante se mostra amigável na frente dos participantes, surgindo sentado meio as rochas, que mais parecem um trono, o ambiente escuro, permite apenas que pouca visão se estenda atravez dele, para aqueles no entanto que enxergam mesmo em meio a penumbra, suas observações seriam que aquele ambiente, é um tipo de caverna.

Mas haviam estruturas rudimentares construídas, pedras alocadas nas paredes, e organizadas de uma maneira eficiente. Mas já muito desgastadas, com lascas, ou rachaduras pela sua extensão.

Naquele trono, no entanto, o que se destacavam eram os grandes olhos brilhantes daquela cabeça de abóbora, que pareciam duas tochas. O sorriso luminoso que tinha uma aparência assustadora, se mostrava inerte e observadora, com a cabeça apoiada sobre seu punho direito.

Inicialmente era fácil de se imaginar que se tratava de algum inimigo, alguém que trouxe eles para lá, mas talvez não fosse o caso. Mas o primeiro instante de silêncio poderia talvez criar uma sensação desconfortável. Como se uma energia desconhecida percoresse através de sua espinha. Se abrissem suas bocas veriam o vapor saindo, mesmo que não estivesse frio, aquele efeito era muito similar ao que se sentia em ambientes gelados.

Então finalmente algo acontecia, três portais surgiam nos arredores, e mostravam um novo ambiente. Uma voz ecoava pela sala toda, mas era incerto se se tratava vir da cabeça, ou se era uma coisa vinda do além.-Escolham seu destino!!- era tudo que aquela cabeça falava.

Frente aos guerreiros agora haviam apenas escolhas difíceis, qualquer lugar que eles entrassem iria ser perigoso, e talvez sua última aventura na terra, eles precisavam ir diante do destino que provavelmente os guiaria para a glória ou uma morte dolorosa.

Regras Gerais do Combate:


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Re: Grupo 4 - Agatha, Aiko e Hany Qua Nov 09, 2022 10:54 pm
I ran away with you

As aparições estranhas em lugares desconhecidos não agradavam nem um pouco a pequena Hany. Estar ali, num lugar esquisito, de frente para uma abóbora falante com olhos brilhantes. "Só piora, parece que tudo nesse mundo é esquisito. Não tive uma chance de me divertir na nova ilha, essa bosta de aparição." A raiva tomava conta de si, seus olhos até tentavam analisar melhor as coisas, mas era impossível, tudo estava tão escuro para ela, mesmo as duas pessoas que lhe acompanhavam não pareciam conhecidas. Ou era isso que a garota-peixe pensava. – Ehrm... Oh porra, oi? – claro, aos poucos ela obviamente notava que uma das mulheres que estava presente ao seu lado era Agatha, mas ainda não encaixava corretamente. – Ah, eu sabia, não me deixariam sem você num lugar desses, raposinha! – o tom de sua voz saia mais animado, toda a escuridão não conseguia esconder o quão feliz  a pequena estava de ter alguém de confiança numa aventura desconhecida.

Shaaa, não te conheço, mas tamo aí na luta. Meu nome é Hany, sou parte tubarão, parte humana! – ainda que sua vontade fosse apenas trabalhar junto de Agatha, ter alguém a altura lhe ajudando no desafio proposto pela abóbora era promissor. Com um sorriso empolgado, a garota-peixe acenava para a outra companheira nesta jornada, apresentando-se. Os problemas que teriam de resolver ainda se mostravam misteriosos, além da aparição surpresa e os portais, existia a sensação esquisita de que a abóbora falante, na verdade, nem estava falando, talvez fosse apenas o mundo lhe dando indicações em sua própria cabeça, a ou algum poder misterioso que a jovem ainda não conheceu. – Qual vai ser? – tomar decisões sobre o destino de outras pessoas não encaixava bem nela, deixar isso para as outras duas fazia total sentido, diferente delas, Hany seguiria pelo pior caminho se lhe dessem tal escolha, mesmo podendo morrer.

A decisão em si não importava, se fossem entrar separadas ou juntas, Hany apenas sorriria, abraçaria Agatha e partiria para atravessar o portal. "Podemos acabar em locais diferentes mesmo se entrarmos no mesmo... Melhor fazer isso antes, vai que... Bom." Se a escolha fossem portais diferentes, ficaria com aquele que estivesse sobrando, ou escolheria o do meio para si se a escolha fosse lhe dada primeiro. Seguirem juntas a deixaria mais interessada, acompanhando de perto ambas as mulheres, ficando um pouco mais para trás só para tomar conta delas, papo de proteção e tal. "Quando existe a chance de morrer, eu fico estranhamente mais animada... Esse perigo é massa." Rindo, ela seguiria para portal, torcendo para ser um desafio a sua altura.

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Re: Grupo 4 - Agatha, Aiko e Hany Qui Nov 10, 2022 10:28 am





Evento

A alguns minutos atras estava em uma das embarcações do governo, agora estava de pé em um lugar totalmente escuro, olhava para baixo parecia ser terra batida, talvez algum tipo de caverna. “Essas situações de ser puxada pelo desconhecido está ficando mais comum do que eu gostaria!” Pensava ao ver que existia uma figura mais a frente, sentado no que parecia ser um trono feita de pedras.

A aparência do ser chamava bastante atenção, oque parecia ser uma mascara ou até mesmo sua própria cabeça em uma abobora luminosa, entalhada com um sorriso maléfico, talvez para poder imprimir uma presença ameaçadora. – Sempre me falaram que se quer chamar atenção, coloque uma fruta na cabeça, geralmente uma melancia, mas pelo visto uma abobora funcionou! Me posicionava a frente do trono do homem.

Assim percebia que havia mais pessoas comigo, duas para ser mais exato, e meu semblante que era sério se quebrava ao escutar a voz da pequena Hany. – Pensei a mesma coisa tubarãozinha, seja qual for o desafio nada vai ficar no nosso caminho! Uma fina camada de eletricidade emanava do meu corpo.

Via a pequena garota se apresentando para a outra mulher que estava no grupo, arqueava minha sobrancelha olhando na direção da mesma, diferente de Hany não conhecia nada da mulher, se a mesma seria um peso ou não em meio a essa empreitada. – Me chamo Agatha! Apenas apresentando meu primeiro nome, não sabia se a mulher era uma pirata ou revolucionária.

Tres portais apareciam no local, e uma voz vinha da direção do cabeça de abobora, Hany me abraçava enquanto eu olhava para as três possibilidades, passava a minha mão direita por cima do seu cabelo. – Gostei da sua roupa hahah! Eu também estou um pouco diferente... Falava dando um pequeno beijo na testa da garota enquanto balançava minhas caudas.

- Bom, não sabemos qual vai ser o desafio, vamos entrar juntas pelo do meio, assim, a possibilidade de cairmos no mesmo lugar são mais altas... creio eu! Falava me afastando da pequena tubarão e dava alguns passos na direção dos portais. – Quando estiverem prontas! Assim esperaria o sinal de ambas, para que pudéssemos entrar, assim que estivessem prontas entraria junta a elas, ou ao menos junto a Hany no portal do meio, com o coração acelerado sem saber oque estava por vir.






Mago - Caminho da conjuração:

Roupa:

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Pepe
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Re: Grupo 4 - Agatha, Aiko e Hany Qui Nov 10, 2022 8:01 pm

Halloween: Masmorras e Dragões
Quando dei por mim havia sumido da cozinha e estava em uma caverna. Minhas roupas haviam mudado e quem estava ao meu lado agora eram duas desconhecidas e não minhas colegas do quartel.

Sem entender por que não estava no costumeiro lugar paradisíaco que era teleportada geralmente, acabava encarando um ser incomum que falava algumas regras locais. Uma das desconhecidas, a mais chamativa, provavelmente uma mink porque tinha alguns rabos, acabava confrontando o homem abóbora, que não parecia dar muita atenção.

Quando ele terminava já havia aparecido até mais portais no ambiente. Uma coisa que já havia entendido desses seres superpoderosos que gostam de teleportar todo mundo, é que não adianta tentar entendê-los, vivem em outra realidade e nunca se sabe por que fazem o que fazem.

Uma das desconhecidas, a baixinha, se aproximava e se apresentava. Em seguida, sua amiga também se apresentava. Ambas haviam falado só o seu primeiro nome, seria algum costume de onde vieram? — Sou Aiko — comentava em resposta para a baixinha. — E pode deixar que não vou deixar uma criança lutar sozinha em perigo — comentaria em seguida e já concordava com a cabeça com a opinião de Agatha.

Dando alguns passos para frente para demonstrar que não me importava em ser a primeira a passar pelo portal, começava a comentar antes de passar. — Se vocês estavam próximas e caíram por aqui juntas, minhas amigas devem estar por aqui também — falava pensando se havia alguma chance de encontrá-las. — Elas poderiam ajudar bastante — comentava e então sinalizava que passaria pelo portal na linha de frente junto das outras duas.


Bárbaro – Caminho do Guardião Ancestral Habilidade Primordial - Fúria:
A fúria é a essência de um bárbaro, assim o Bárbaro pode entrar em Fúria a qualquer momento que desejar. Sua fúria dura 2 turnos, apesar de ela acabar antes caso você deseje, seja levado à inconsciência, ou passe um turno sem atacar uma criatura hostil ou sofrer dano por um turno inteiro. Você recebe os seguintes benefícios durante uma Fúria. Qualidade Hipoalgia e 5% de bonificação nos atributos Acerto e Reflexo ou Constituição.

CAMINHO DO GUARDIÃO ANCESTRAL:
Alguns bárbaros saem de culturas que reverenciam seus antepassados. Essas tribos ensinam que os guerreiros do passado permanecem no mundo como espíritos poderosos, que podem guiar e proteger a vida. Quando um bárbaro que segue este caminho entra em fúria, o bárbaro entra em contato com o mundo espiritual e convida esses espíritos guardiões para ajudar.

Protetor Ancestral: Enquanto estiver em em Fúria, o bárbaro ganhará a habilidade de se adaptar ao combate apresentado, incorporando o espirito de um antigo guerreiro, assim ganhando imunidade a uma condição proveniente de clima/elemento. (Exemplo: Quando lutando contra um dragão de gelo, o bárbaro ficará imune a uma das condições provenientes a gelo, exemplo Hipotermia.)
Escudo Espiritual: Os guardiães espirituais que te protegem podem prover uma defesa sobrenatural para aqueles que você defende. Se você estiver em fúria e você ou seu aliado sofrer algum tipo de dano, 25% desse dano é negado pelo espírito guardião.
Ancestrais Vingativos: Seus espíritos ancestrais aumentam seu poder o suficiente para conseguir retaliar. Quando você usa seu Escudo Espiritual para reduzir o dano de um ataque, o atacante recebe uma quantidade de dano de energia igual ao dano que seu escudo espiritual reduziu.

Fantasia
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Re: Grupo 4 - Agatha, Aiko e Hany Qui Nov 10, 2022 9:40 pm



~As Geleiras Flamejantes~


As geleiras do lugar se mostravam em meio a uma já tempestade de neve, o mar branco escondia o destino dos aventureiros. O frio era para congelar os ossos, e mesmo com suas roupas, eles podiam sentir a sensação congelante. Mas o mais complicado era a neve, ela causava dificuldade de movimentação em todos, onde estava afundando até a cintura de tão profunda.

Aqueles que pudessem sobrevoar, de alguma forma, notariam que a tempestade estava se intensificando e que logo começaria a cair mais e mais neve, por conta disso o ambiente era perigoso mesmo no primeiro momento, era notável que aquele grupo iria enfrentar uma grande dificuldade com o passar do tempo.

Dificuldades Ambientais:

Mas depois de suas checagens o pior cenário era o que esperavam a todos eles, um borrão branco vinha no meio do céu, aquele era… uma bola de neve gigante? Bem, todos clamariam que fosse mas o primeiro rasante com grito estridente demonstrava de quem se tratava.

A majestosa criatura, de cunho reptiliano, as escamas rígidas, o rugido que ecoava retumbante por todo o ambiente, e a voz profunda, que dizia.-Afastem-se!! Daqui nenhum seguirá adiante!!- Aquela voz ecoava como um trovão, e talvez fosse isso que era esperado para um Jovem Dragão Branco.

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Dragão Branco Jovem:
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Pepe
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Pepe
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Re: Grupo 4 - Agatha, Aiko e Hany Sab Nov 12, 2022 3:39 am

Halloween: Masmorras e Dragões
Ao passar pelo portal sentia meu corpo se contraindo naturalmente, o frio era tão intenso que meu corpo queria se aquecer quase que no mesmo momento. No entanto, não tive muito tempo para pensar naquele ambiente tão hostil, logo vi nosso adversário e era realmente incrível, tanto para o lado assustador, quanto para o lado de fascinante.

Precisava lutar contra aquilo? Vencer aquilo? Sentia que meu corpo tremia, mas já não sabia dizer se era meramente o frio, ou se pela primeira vez em não sei quanto tempo estava com medo de algo. Felizmente, conseguia engolir o medo se este fosse o motivo, e tudo isso ao ouvir a criatura falando.

Aquele ser pensava, e nós também, inclusive, éramos três justamente para a luta ser equilibrada, precisávamos não só cuidar de nós mesmas, como trabalhar em conjunto para que aquilo desse certo. Quem quer que houvesse nos levado para lá não queria ver um mero massacre, queria algo disputado, não podemos fraquejar contra aquele monstro só por causa do seu tamanho. - Vocês possuem alguma forma de não sofrerem com a neve? - perguntaria com certo receio e então começaria a usar o Geppou para dar pulinhos e sair da neve, demonstrando o que eu queria falar com aquilo. - Posso subir e procurar um terreno melhor para vocês lutarem - diria ainda preocupada com a nossa problemática situação. Mas lá em cima percebia que na verdade a situação iria piorar, a tempestade estava para começar.

Aquilo acabava dando um clique em minha mente, começava a sorrir sem perceber. Meu medo aos poucos ia se tornando em fúria por causa da situação ridícula que estava sendo submetida naquela confusão. - Acho que precisamos procurar por uma caverna para lutar com ele - falaria para elas, e o medo já não parecia existir em minha voz. - Não temos armas de fogo, a neve vai só se acumular e assim ainda podemos limitar o espaço que ele mesmo poderá voar - falaria explicando a minha linha de raciocínio para minhas colegas. Só que aos poucos sentia que qualquer raciocínio aos poucos sumiria, por alguma razão estava ficando com mais raiva a cada instante. Olhando a minha volta, caso avistasse alguma, apontaria a direção que elas precisavam andar e então comentaria. - Vou tentar mantê-lo distraido enquanto vocês chegam lá - diria já começando a me dirigir para mais próximo do dragão, por algum motivo parecia almejar me encontrar com ele.

Sem ter que me preocupar com elas, iria me aproximar um pouco do dragão dando meus pulos no ar para não ser incomodada pela neve. Parece loucura se aproximar dele, mas que outra opção uma mera espadachim possuía sendo uma mera distração? Ainda havia dito que protegeria a baixinha, precisava ser o alvo prioritário daquele ser. Nessa aproximação tentaria sempre ficar entre o monstro e as minhas colegas, para chamar a atenção por mais que fossemos meramente minúsculas perto do tamanho daquela criatura. Por isso ficaria atenta a qualquer tipo de ataque que ele pudesse fazer.

No ambiente em que estávamos, acabava sendo fácil imaginar ele atirando uma pedra gigante na gente, seja de gelo ou meramente uma pedra mesmo. Aproveitando que estava acima do solo e provavelmente na frente das duas, colocaria minha espada na frente de forma que a rocha fosse atingida primeiramente pela espada, quando isso ocorresse, transformaria aquele "projétil" em chantilly, para não machucar a mim mesma e nem a minhas companheiras logo abaixo/atrás.

Caso qualquer ataque voltado a mim fosse mais direto, sem ser algo em área e que pudesse transformar, como uma rabada, uma dentada, suas presas, etc, tentaria sempre aproveitar do Geppou para desviar para os lados, cima ou baixo. Este desvio dependeria do angulo que o golpe estivesse vindo, queria sempre me aproximar mais e mais. Até para dificultar seus futuros ataques, um ser tão grande teria dificuldade contra um alvo grudado ao seu corpo, assim, não pouparia esforços, se precisasse me atirar na neve abaixo de mim, assim o faria, tudo para não ser atingida enquanto me aproximava.

Quando me aproximasse o suficiente, não havia por que não tentar atacá-lo, não só para testar quão resistente ele era, como para chamar ainda mais sua atenção. Com minha espada em mão, tentaria realizar diversos cortes nele (os quatro se possível - incluso o ataque usando 40 de SP) em sequência e tentando sempre acertá-lo entre escamas se possível. Nas histórias, dragões quase sempre precisam perder uma escama ou outra para serem realmente feridos, tentaria acertá-lo nessa única escama que consegui me aproximar o suficiente, tentando arrancá-la a cada corte realizado. Se conseguisse, não hesitaria em realizar uma estocada em sua carne desprotegida.

Após essa aproximação toda, se estivesse próxima o suficiente dele, tentaria dar uma volta nele rápida, correndo até mesmo utilizando seu corpo de apoio, para me segurar em uma de suas escamas em suas costas, onde provavelmente seria mais difícil para ele me atacar.

Bárbaro – Caminho do Guardião Ancestral Habilidade Primordial - Fúria:  
A fúria é a essência de um bárbaro, assim o Bárbaro pode entrar em Fúria a qualquer momento que desejar. Sua fúria dura 2 turnos, apesar de ela acabar antes caso você deseje, seja levado à inconsciência, ou passe um turno sem atacar uma criatura hostil ou sofrer dano por um turno inteiro. Você recebe os seguintes benefícios durante uma Fúria. Qualidade Hipoalgia e 5% de bonificação nos atributos Acerto e Reflexo ou Constituição.

CAMINHO DO GUARDIÃO ANCESTRAL:  
Alguns bárbaros saem de culturas que reverenciam seus antepassados. Essas tribos ensinam que os guerreiros do passado permanecem no mundo como espíritos poderosos, que podem guiar e proteger a vida. Quando um bárbaro que segue este caminho entra em fúria, o bárbaro entra em contato com o mundo espiritual e convida esses espíritos guardiões para ajudar.

Protetor Ancestral: Enquanto estiver em em Fúria, o bárbaro ganhará a habilidade de se adaptar ao combate apresentado, incorporando o espirito de um antigo guerreiro, assim ganhando imunidade a uma condição proveniente de clima/elemento. (Exemplo: Quando lutando contra um dragão de gelo, o bárbaro ficará imune a uma das condições provenientes a gelo, exemplo Hipotermia.)
Escudo Espiritual: Os guardiães espirituais que te protegem podem prover uma defesa sobrenatural para aqueles que você defende. Se você estiver em fúria e você ou seu aliado sofrer algum tipo de dano, 25% desse dano é negado pelo espírito guardião.
Ancestrais Vingativos: Seus espíritos ancestrais aumentam seu poder o suficiente para conseguir retaliar. Quando você usa seu Escudo Espiritual para reduzir o dano de um ataque, o atacante recebe uma quantidade de dano de energia igual ao dano que seu escudo espiritual reduziu.

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Re: Grupo 4 - Agatha, Aiko e Hany Sab Nov 12, 2022 5:05 am
I always miss you the most

Ser tratada como criança não é legal, mas Hany conseguia entender um pouco disso. Antigamente ela teria provavelmente voado no pescoço de quem falou isso, uma atitude impulsiva e infantil. "Aiko? Shaa, parece uma pessoa justa, não sei se combina comigo." O portal do meio foi a escolha, estranhamente parecia a melhor na cabeça da garota-peixe também... Ela estava obviamente errada. Sua vestimenta péssima para essas situações não combinava nem um pouco com seu papel ali, nada a ajudava no meio da tempestade de neve que assolava o cenário na sua frente. Andar naquele lugar era uma bosta, não tinha como saber, não existia forma de se preparar quando o destino era desconhecido. – Friozim bom. – a presença de um dragão branco voando só piorava a situação. Lidar com a neve já era um problema complicado, aquele bicho gigante voando não ajudava muito e estava claro que ele seria um problema para o trio. A garota-tubarão não conseguia tirar os olhos da criatura, sua cauda balançava de um lado ao outro, claramente empolgada por ver algo que ela já havia ouvido falar em livros de fantasia.

Sua vontade? Correr na direção do dragão, enfrentar ele logo e obviamente o derrotar. Hany não perderia para ninguém, mesmo se fossem deuses ela tinha certeza de sua vitória. – Já vi isso antes, mas não consigo não. – caminhar no ar era coisa do governo, não tinha chance da pequena ter tal conhecimento, sua jornada com eles tinha sido curta, ninguém passaria algo assim para uma desconhecida, muito menos um peixe. – Tá, vou me manter em silêncio e procurar um lugar melhor. – nesse ponto a pequena se tornaria silenciosa, ativando o poder de sua fruta somente em si. No caso de Agatha acompanhá-la, um toque seria dado na raposa, tornando-a silenciosa também por algum tempo se fosse do seu desejo, do contrário a pequena apenas criaria uma área de isolamento acústico enquanto avançavam. O caminho então seguiria com cautela, procurando não aparecer muito na visão do dragão enquanto buscava uma caverna, ou apenas um ambiente bom para o campo de batalha que não fosse complicado andar e correr.

E antes de deixar Aiko afastar-se algumas coisas seriam feitas. Primeiro a pequena ativaria seu poder A luz protege na mulher, pensando em a proteger enquanto tomava toda a atenção da criatura voadora. – É isso, agora vamos. – assim o caminho seguiria e quando estivesse num ponto seguro, Hany pegaria sua lança, ajeitando-a com cuidado em sua mão direita, se preparando para um arremesso. A pequena aguardaria o momento correto, quando seu alvo não estivesse atento ou apenas quando a chance de acertar fosse tão grande que não havia como desperdiçar, arremessando então a lança silencisoa com toda sua força e precisão, buscando um dos olhos, asas e se não fosse possível qualquer ponto fácil. "Só acertar já ajuda." Com isto feito, se moveria então para mais perto da criatura, passando de leve a mão na espada em suas costas, balançando a cabeça negativamente no mesmo instante e então largando.

Os momentos após o ataque seriam mais leves, Hany ficaria parada se o dragão ainda estivesse voando, mas se tudo aquilo o fizesse cair, não restaria outra ação para ela que não fosse correr até sua presa. No caso de estar recuada, a pequena aguardava algum ataque ou movimento do alvo, aproximando-se com impulsos rápidos. Ataques? Bem, ela apenas tentaria evitar na pura velocidade, saltando para algum dos lados, traz, ou até para a frente se fosse melhor. Correr também seria bom, fazendo de tudo para evitar ataques e golpes  com movimentos do próprio corpo, agachando, movimentando o tronco para trás/frente e também tentando alterar a direção dos golpes, empurrando estes aos lados ou para cima com ambos os braços. E nesses ataques, após escapar ou até mesmo no momento deles, Hany procuraria a oportunidade de saltar para cima da criatura, querendo realmente subir nele, escalar e começar sua caçada nele. Voando ou não, sua próxima ideia seria apenas chutar ou socar na posição em que estava, procurando segurar-se em qualquer lugar para não perder o equilíbrio e se manter por lá mais algum tempo enquanto o atacava.

Não conseguindo subir ou apenas caindo de lá, fariam os planos mudarem, recorrendo à ideia da caverna para atrair o monstro e então aguardar a movimentação de suas parceiras. Andar no ar era muito legal, mas não combinava em nada com a pequena garota-tubarão. E quanto mais complicada for a caça, melhor fica, mais tempo leva para preparar sua refeição com o tempero dos sentimentos que ela irá sentir por toda a luta. – Rápido e fácil não é tão saboroso. – o frio a incomodava bastante, aquela luta tinha que ficar boa logo, todo o calor dela ao menos a faria sentir menos os problemas e focar no que é divertido de verdade.

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Re: Grupo 4 - Agatha, Aiko e Hany Sab Nov 12, 2022 2:36 pm
[quote="Kenshin"]




Evento

As devidas apresentações tinham sido feitas naquele momento, a estranha parecia ter um senso de proteção por assim dizer, ou de pró atividade. Mas não era tempo de pensar nessas coisas, atravessamos o portal que fazia a gente aparecer em um novo local, uma nevasca era a primeira coisa que dava para notar.

O vento frio vinha cortando em minha direção, instintivamente colocava minhas nove caudas em volta do meu corpo tentando parar aquele frio que estava tomando conta do meu corpo, a neve a nossa volta estava em grandes volumes, lutar ali seria minimamente complicado.

- Geppou… Soltava ao ver Aiko saltando no ar, provavelmente era uma agente do governo, ou alguem que tinha roubado a base dos rokushiki, independente não era tempo para poder ficar pensando nessas coisas, era muito frio para poder me concentrar.

Hany por sua vez mostrava uma habilidade nova, que nunca tinha visto, ela tinha anulado o som, não só de si mesma mas o meu também. "O poder de uma fruta? Ou faz parte desses conjunto de habilidades que ganhamos?" Pensava seguindo o caminho em meio a neve.

A tempestade ia piorando, a neve caia em tamanha velocidade que seria muito mais complicado de se lidar, mas não era só isso em meio a tempestade vinha o que parecia ser uma grande massa de neve, minhas orelhas se levantavam, uma voz ecoava pelo ambiente, aquilo era um inimigo que se aproximava, minha espinha se arrepiava, com a presença do que parecia ser um dragão da mitologia.

Aiko tinha um pensamento mais rápido que o meu, talvez por estar surpresa com aquela presença, logo em seguida concordava com a cabeça, precisávamos tirar o monstro do céu e fazer ele lutar o mais proximo possivel da gente. Junto de Hany saia a procura de uma caverna no qual poderiamos usar como gaiola para o monstro, mas não podia deixar a mulher lutar sozinha enquanto corríamos.

- Escudo arcano! Mesmo sem poder fazer barulho tentava gritar apontando para a direção de Aiko, a fim de fazer uma proteção para golpes que poderiam vir na direção da mesma.

Enquanto estivesse correndo em busca de uma caverna, tentaria prestar atenção no inimigo que estava lutando contra Aiko, mesmo com o escudo, assim que percebesse movimentação brusca do dragão, juntaria o máximo de energia possível e em seguida lançaria em forma de projéteis, afim de atrapalhar o golpe do mesmo, se visse uma boa oportunidade, tentaria acertar as rajadas e seu rosto, pois infelizmente ele estava muito longe para tentar mirar em seus olhos.

Caso em meio às rajadas percebesse algum golpe vindo em minha direção, tentaria usar do meu soru, agarrando Hany e assim me reposicionando em algum lugar que fosse mais seguro, para então voltar a procurar a caverna. Caso bloquear fosse mais proveitoso, tentaria empurrar o golpe usando da minha eletricidade, em um raio que não acertasse Hany, assim aparando o possivel golpe.

"Preciso começar a usar das minhas formas…" Aquela luta certamente iria precisar da possessão ativa, então tinha de fazer de tudo para conseguir acesso. - Astaroth! Me colocaria em meus quatro apoios, independente da quantidade de neve, produziria energia o suficiente para afastar a mesma, em seguida olhando diretamente para o dragão, juntaria uma grande quantidade de energia em minha boca, e assim que possível dispararia na direção do dragão tentando não acertar a garota nesse processo. Caso percebesse que algum golpe viria a minha direção, mesmo com os movimentos mais pesados, usaria do Soru para poder me posicionar e assim desferir o dito golpe. Em seguida voltaria a procurar uma caverna assim que encontrasse adentraria na mesma.





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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Re: Grupo 4 - Agatha, Aiko e Hany Seg Nov 14, 2022 11:25 am
Todo turno o Narrador, deve rolar um dado, para ver se a tempestade vai ou não ser ativada, e qual a intensidade. Um d100:

1 a 20: A tempestade permanece no mesmo estado.
21 a 60: A tempestade fica mais forte, acrescenta-se +20 para o resultado do dado do próximo turno
61 a 80: A Tempestade causa, um total de 10 d100 de dano de frio.
81 a 100 A tempestade Causa um Total de 20 d100 de dano de frio.

Quantidade aleatória (1,100) : 57
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Re: Grupo 4 - Agatha, Aiko e Hany Seg Nov 14, 2022 12:35 pm



~As Geleiras Flamejantes~


O trio estava pronto para enfrentar aquele grande dragão, que por sua vez, também estava pronto para expulsar os invasores. Aiko foi a primeira a tomar iniciativa, partindo em direção a criatura escamosa que estava parado metros a frente, em meio a neve. Senão fosse pela sua imponência, provavelmente a criatura conseguiria se camuflar naquele mar branco, contudo, sua postura dominante não permitia tal ação.

A primeira ação do dragão fora bastante simples para sua magnitude, utilizando a Manipulação Gélida ele criou uma esfera disforme depuro gelo, pontuda o bastante para danificar a carne do trio sem qualquer dificuldade, lançando em direção a figura feminina que vinha em sua direção. Naquele meio tempo às outras duas começaram a se mover, Agatha preparou o escudo, enquanto Hany se escondeu com sua própria habilidade, entrando naquele singelo mundo silencioso. Por um segundo a criatura acreditou que o combate havia sido definido com seu movimento, contudo, Saito conseguia transformar aquele pedregulho gélido em puro chantily, o que podia despertar uma certa curiosidade em Agatha e a pequena garota-tubarão.

A jovem Hany buscava encontrar um ambiente propício para a ideia que surgiu, no entanto, a princípio não encontrava nada grande o bastante que pudesse ser útil. Sim, existiam alguma cavernas pequenas, talvez nem mesmo o “rabo” do dragão pudesse entrar ali, mas era incerto a segurança daquele lugar, talvez fosse uma ideia extremamente ruim se colocar em um lugar como aquele. Em sua busca notou que, ao lado do dragão existia uma fissura maior, porém, por causa do aumento da nevasca não era possível identificar com clareza o tamanho, tampouco a profundidade.

De qualquer forma, os ataques do trio vieram basicamente em sinergia: Aiko - em fúria - buscava diminuir a distância com velocidade; Agatha utilizava seu estilo de combate para entrar em uma forma ligeiramente mais selvagem, na qual utilizava os quatros membros como apoio, correndo como um verdadeiro felino; por fim, Hany esperava uma brecha, um momento que pudesse fazer o lançamento em direção a um ponto sensível daquele dragão, quiçá, pudesse até mesmo danificar uma das suas asas. Tudo aconteceu muito rápido, enquanto o dragão era atingido por uma torrente de ataques distintos em meio a nevasca que parecia ainda mais forte. O rugido expelido pela criatura ecoava pelo ambiente como um todo, mas não era um grito de lamuria, mas sim carregado pela ferocidade que só uma criatura daquele tamanho poderia ter.

No seguinte movimento o dragão alçou os céus com toda sua velocidade, rapidamente balançou suas asas liberando uma gigantesca onda de choque, que espalhou toda aquela neve, além de atingir Aiko, que teve o dano reduzido por conta do escudo. Agatha se mostrou hábil o bastante para se mover em meio à nevasca, protegendo a pequena Hany usando um golpe carregado de eletricidade, que serviu como uma espécie de parede defensiva entre elas e a onda de choque. A cozinheira foi lançada metros atrás, diferente das outras duas que conseguiram se manter no mesmo lugar.  A criatura mística mostrava toda sua força com o singelo balançar das suas asas, deixando claro que aquele combate não seria fácil. E tudo acabou por aí? Não! Bateu suas asas com velocidade, lançando rajadas de vento poderosas que por sua vez serviram para dificultar a visão de todos os presentes, espalhando ainda mais neve e aumentando a força da nevasca. Para onde ele foi depois disso? Não dava para saber ao certo, mas o som do seu pouso indicava que ele estava nas proximidades, alguns metros à frente novamente, entretanto, o que aquela criatura estava preparando?

Detalhamento dos Acontecimentos:

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Kenshin
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Re: Grupo 4 - Agatha, Aiko e Hany Ter Nov 15, 2022 10:38 pm





Evento

As habilidades daquele dragão realmente faziam jus as lendas, a manipulação da gelo fazia ser algo tão místico, que se não fosse um dragão certamente poderia dizer que era de um usuário de akuma no mi. “Mas será que ele não seria um usuário?” Me questionava ao lembrar que o monstro tinha comunicado com a gente, aquilo era uma possibilidade, mas uma coisa que me surpreendia não era isso, mas a garota que estava se fazendo de isca tinha os poderes de uma das frutas.

O gelo que ia de encontro com a mesma simplesmente se transformava em um creme, um poder defensivo bastante grande, visto que os elementos a nossa volta eram bem problemáticos, além de parecer que conforme essa luta vai se seguindo a tempestade vai se intensificando. Além disso o terreno não parecia ser um lugar muito proveitoso para nós, as cavernas que poderiam ser usadas, não caberiam o tamanho do dragão, oque fazia a batalha ser ao ar livre, onde certamente ele teria uma maior vantagem.

“Precisamos intensificar a batalha para o lado desse dragão, Aproveitar o foco que ele está na garota, para poder acertar!” A batalha se intensificava por um momento, os movimentos do dragão faziam a nevasca piorar, a rajada de vento que o mesmo lançada em nossa direção fazia com que todo o cenário ficasse nebuloso, seria uma batalha complicada no mínimo.

- Vamos ter que confiar em nosso instinto Hany! Falava escutando o pouso do dragão, a cortina na neve não era ruim apenas para nós, aquilo seria complicado para o mesmo. – Tente encontrar a garota, ela foi jogada para longe, talvez precise de primeiros socorros! A nevasca poderia ser um empecilho para minha visão e para meu olfato, mas minha audição poderia ser um trunfo e tanto nessa situação.

“Se ele está no chão, posso aproveitar mais dos meus movimentos... Serei furtiva!” Pensava ainda me mantendo em meus quatro apoios, precisava mudar de forma, para poder aproveitar da nevasca.

- Belial! Anunciando a nova forma fazia com que a energia que estava gerando começasse a percorrer por todo o meu corpo, assim diminuindo o atrito que tinha com o ar, e aprimorando minha velocidade. Com um impulso dos meus quatro apoios, começaria a me movimentar, utilizando da "nevoa" que tinha se instalado no lugar, correndo sempre em meio aos rochedos, sempre atenta para assim que percebesse um movimento de ataque vindo em minha direção, me esquivaria para o lado oposto do golpe me posicionando para voltar a correr, com foco total para escutar onde estava o dragão, assim que o mesmo aparecesse em minha vista, usaria toda a minha velocidade em sua direção. Quando estivesse próximo do alvo usaria do soru para aparecer por trás do mesmo dando um pequeno salto, e com as garras da mão direita energizadas tentaria desferir um corte em sua nuca tentando assim acertar a vértebra cervical.

Caso percebesse algum golpe vindo em minha direção, enquanto estivesse no ar, usaria do de uma pequena rajada de energia para poder saltar dando uma grande cambalhota e pousando em meus quatro apoios, assim refazendo o movimento para dessa vez tentar acertar sua garganta. Caso ele apenas tentasse esquivar de meu golpe tentaria fazer com que a energia em minhas garras se estendesse como se fossem lâminas para assim aumentar o range do ataque.

Acertando ou não o golpe, usaria de todos aqueles movimentos como distração, usaria o soru para voltar a me movimentar sorrateiramente pela "névoa" da nevasca, esperando escutar o primeiro movimento do mesmo, assim que escutasse aumentaria minha velocidade me esgueirando pela nevasca, sempre tentando me esquivar de golpes que poderiam vir dos inimigos, assim que tivesse próxima ao alvo, usaria do soru ainda me mantendo em meu quatro apoios, afiando minhas garras da mão direita com a eletricidade, olharia para uma das asas do alvo e assim efetuaria um corte na horizontal da esquerda para a direita tentando incapacitar sua movimentação.

Caso em meio aos movimentos percebesse algum golpe vindo em minha direção, usaria do soru para me reposicionar, ou se fosse mais proveitoso, expandiria minha eletricidade empurrando todos à minha volta, e assim continuar correndo e pegando velocidade para executar o golpe. Caso o inimigo tentasse esquivar, novamente estenderia minha eletricidade como garras, para poder aumentar o alcance, caso bloqueasse usaria o máximo de força possível para poder jogar o inimigo longe.

- Caminho Demoníaco 2º Selo: Cataclisma de Agares! Assim anunciava meu golpe, a onda de impacto que poderia gerar provavelmente dispersaria a tempestade por um tempo, ao menos o suficiente para poder que Hany e a Aiko pudesse ter uma visão para ataque.






Mago - Caminho da conjuração:

Roupa:
[/quote]

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Ryoma
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Re: Grupo 4 - Agatha, Aiko e Hany Ter Nov 15, 2022 11:06 pm
I can see right through

O começo foi incrível, ver um ataque gigantesco ser transformado e puro chantily era a coisa mais bizarra já vista. Hany nunca imaginou nada assim, mesmo com poderes estranhos por aí, aquele era um dos mais divertidos. "E eu consigo silenciar as coisas? Que porra de sorte é essa!" Tudo que rolou depois foi uma loucura, mas não entrou no foco desse momento. Ver Aiko ser lançada para longe até preocupou um pouco a garota-peixe. Ajudar ambas as companheiras na luta fazia muito mais sentido, talvez fosse correto as juntar, algo que a pequena clériga esperaria um bom momento para tal. Seus passos seriam para longe da criatura, procurando Aiko se a mesma não surgisse, indo a erguer e então retornar para Agatha. Se ela já houvesse retornado, restaria para a pequena apenas realizar seu plano esperando estar numa distância máxima de 20 metros de ambas e se possível que o dragão estivesse dentro da mesma área ao redor delas. Quando as condições fossem atendidas, Hany ativaria um de seus poderes ganhos nessa batalha: Luz que perfura a escuridão. Emanando assim luz de seu corpo, acolhendo aliados e tentando cegar inimigos próximos, esperando que isto fosse útil devido aos óbvios problemas que o dragão e o ambiente causavam em todos.

O próximo passo seria abençoar Aiko, esperando o momento em que ela estivesse perto o bastante, usando assim a benção da habilidade "A luz protege". Isso a ajudaria na recuperação, mesmo sendo pouca, ainda daria mais algum tempo para todas.  Com ou sem isso, Hany avançaria para cima do dragão, mesmo não sabendo onde poderia estar, aguardaria que alguma das outras duas conseguisse o localizar, ou teria de fazer isso por si mesma no meio de tantos problemas. O silêncio ajudava nisso, deixando-a furtiva, mas ainda faltava a questão da visão. – Agora é pra ir no soco. – dizia rindo baixinho, avançando até seu alvo, ainda mantendo a área de silêncio ao seu redor, esperando que pudesse ajudar ambas as mulheres com isso. Em passos rápidos, o avanço dela era esperado terminar perto da criatura, saltando em sua direção quando a distância estivesse interessante, querendo pousar no corpo ou ao menos alcançar algum ponto com o salto para desferir um único golpe. Não tinha nenhum grande plano, diferente das outras duas, a garota-peixe executaria um soco de direita ou esquerda, pegando o lado mais favorável para então acertar alguma parte da criatura.

Antes do golpe, se conseguisse avistar sua lança, a garota daria leve prioridade para ela, avançando para pegar no chão ou simplesmente saltando na criatura, buscando puxar a lança quando estivesse de frente para ela e logo em seguida aplicar uma simples estocada se estivesse ao seu alcance. No caso de não ser possível atacar de primeira, Hany faria um arremesso novamente, visando os olhos do dragão, ou simplesmente seu pescoço. Os movimentos da garota seriam então recuar, procurando defender-se de possíveis golpes diretos em meio aos seus próprios ataques, esquivando-se com saltos para longe ou simplesmente bloqueando, afastando com os braços.

Durante os avanços ou depois deles, a garota-tubarão tomaria cuidado para não terminar no meio de gigantescos misseis jogados pelo dragão. Seu ponto seria analisar a movimentação de seu inimigo, começando a mover-se para longe, correr, saltar ou até procurar um ponto onde pudesse se esconder e evitar possíveis problemas. Algo daquele tamanho causaria mais estrago do que apenas um simples homem conseguia, ela afastar golpes não fazia sentido, lutar como se estivesse enfrentado um ser minúsculo não fazia mais sentido. Seguindo esse ponto, seus passos seriam cuidadosos, silenciosos e até diretos, não existiria nenhuma dúvida em suas ações. Se apenas afastar-se dos ataques não fosse suficiente, Hany também bloquearia golpes, segurando com sua própria força, ou apenas os empurrando para longe, usando seu próprio poder para afastar essas merdas. E se nada estivesse ao seu alcance, tentaria ao menos proteger as companheiras, recebendo o ataque sozinha, sem as enfiar no meio desses problemas. Com tantas habilidades, coisas pequenas como os golpes de um dragãozinho de merda não causariam problemas futuros para ela.

E se a oportunidade de montar a criatura estivesse na sua frente, não existia ninguém que poderia parar a tentativa da jovem híbrida. – Isso vai ser muito pika. – sua corrida seria direta, saltando até o dragão branco quando estivesse próxima o bastante, visando realmente se agarrar nele, tomando cuidado para não ser notada enquanto faria o possível para se manter segura. Isso era apenas uma parte do plano, pois se o bicho estivesse no ar até ela conseguiria o acertar, era o plano perfeito.
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Pepe
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Re: Grupo 4 - Agatha, Aiko e Hany Qua Nov 16, 2022 1:39 pm

Halloween: Masmorras e Dragões
Tudo estava indo bem no primeiro e até no segundo momento. Conseguia chamar a atenção do bicho e conseguia bater nele, apesar de ter basicamente certeza que meus golpes pouco faziam contra aquela criatura. Quando menos percebia, acabava sendo empurrada pelo vento forte que o dragão fazia.

Aquilo doía e me via perdida por causa da quantidade massiva de neve que havia se espalhado. Não sabia o que ele estava preparando, o que estava fazendo, mas a única coisa que podia fazer era me aproximar e continuar lutando, não só para continuar chamando sua atenção, como por ser efetivamente a única coisa que poderia fazer.

Começaria a correr no ar com ajuda do geppou na direção do barulho do pouso, como estava difícil de ver, tentaria fazer isso da forma mais inclinada para a frente que desse, para minimizar a chance de algo que não conseguisse ver direito me acertasse. Caso conseguisse me aproximar o suficiente para ver o dragão ou pelo menos sua sombra/forma, tentaria acelerar para o chão onde ele estava. Não sei quão útil seria aquilo, mas não custava nada tentar.

Chegaria até onde ele estava apoiado e tentaria fazer o chão abaixo dele de fondue na maior altura e área que conseguisse. Como ele é maior do que a área que eu consigo transformar, teria que colocar a espada no chão e continuar correndo enquanto transformava a área embaixo dele no chocolate quente e delicioso.

Correria meramente em linha reta, se não pegasse toda a extensão por ele ser muito largo, faria meramente essa parte afundar. Ao chegar em seu final, não esperava que o chocolate fosse o queimar, apesar de que isso seria ótimo, esperava que ele afundasse o máximo que pudesse naquele chocolate, causando algum tipo de surpresa nele que sentiria o calor e que estava afundando, além de torcer para que o chocolate endurecesse rapidamente graças ao frio intenso do local e assim aprisioná-lo por um instante que fosse.

Mal terminaria de transformar a área embaixo dele, e já saltaria para cima com o geppou, tentaria aproveitar o instante que ele estivesse reagindo a parte de seu corpo ter sido emersa em chocolate para tentar acertá-lo novamente o máximo de vezes que pudesse (até as 4x novamente).

Na minha investida cega para ele, teria que confiar no som e nas sombras. Qualquer coisa que ele jogasse em minha direção, ou se alguma parte dele viesse em minha direção, provavelmente gerariam uma sombra antes de sequer vê-las de forma nítida. Tentaria usar dessa sombra para me esquivar.

Essa esquiva dependeria obviamente do tamanho da sombra e da direção.

Se as sombras fossem menores, de forma que fosse plausível esquivar, tentaria aproveitar desta sombra e do geppou para pular sobre ela ou de lado a fim de evitar o golpe e em seguida retomar a direção que estava indo.

Caso a sombra fosse larga demais para uma esquiva simples, sem saber exatamente o que era que estava vindo em minha direção, preferiria não tentar transformar, afinal, poderia ser o próprio dragão a me atacar. Aproveitando que estava correndo de forma bem inclinada e me “deixar” cair no chão, utilizando de minha espada para que fosse ao encontro dele antes de mim e assim o transformasse em alguma coisa que pudesse adentrar sem me ferir, como um bolo bem mole ou outra coisa, mas sabendo que precisava ser algo “sólido” o suficiente, para que ao cair, conseguir criar um espaço de alguma forma, nem que com a minha própria roupa (colocando a cara dentro da camisa, como quando alguém peida), para que eu pudesse respirar dentro dessa comida. to deixando você escolher a comida narrador, se divirta

Emersa na minha comida, começaria a andar para que chegasse ao chão a minha frente e assim criasse um mínimo apoio para subir sem tentar ser vista por ele, assim, retomando minha corrida em direção ao som onde ele havia pousado, onde realizaria os mesmos movimentos para me proteger.

Se fosse o próprio dragão me atacando, emersa na comida, começaria a transformar todos os arredores em fondue igual o planejado, para em seguida sair da primeira comida já o atacando.

Bárbaro – Caminho do Guardião Ancestral Habilidade Primordial - Fúria:
A fúria é a essência de um bárbaro, assim o Bárbaro pode entrar em Fúria a qualquer momento que desejar. Sua fúria dura 2 turnos, apesar de ela acabar antes caso você deseje, seja levado à inconsciência, ou passe um turno sem atacar uma criatura hostil ou sofrer dano por um turno inteiro. Você recebe os seguintes benefícios durante uma Fúria. Qualidade Hipoalgia e 5% de bonificação nos atributos Acerto e Reflexo ou Constituição.

CAMINHO DO GUARDIÃO ANCESTRAL:
Alguns bárbaros saem de culturas que reverenciam seus antepassados. Essas tribos ensinam que os guerreiros do passado permanecem no mundo como espíritos poderosos, que podem guiar e proteger a vida. Quando um bárbaro que segue este caminho entra em fúria, o bárbaro entra em contato com o mundo espiritual e convida esses espíritos guardiões para ajudar.

Protetor Ancestral: Enquanto estiver em em Fúria, o bárbaro ganhará a habilidade de se adaptar ao combate apresentado, incorporando o espirito de um antigo guerreiro, assim ganhando imunidade a uma condição proveniente de clima/elemento. (Exemplo: Quando lutando contra um dragão de gelo, o bárbaro ficará imune a uma das condições provenientes a gelo, exemplo Hipotermia.)
Escudo Espiritual: Os guardiães espirituais que te protegem podem prover uma defesa sobrenatural para aqueles que você defende. Se você estiver em fúria e você ou seu aliado sofrer algum tipo de dano, 25% desse dano é negado pelo espírito guardião.
Ancestrais Vingativos: Seus espíritos ancestrais aumentam seu poder o suficiente para conseguir retaliar. Quando você usa seu Escudo Espiritual para reduzir o dano de um ataque, o atacante recebe uma quantidade de dano de energia igual ao dano que seu escudo espiritual reduziu.

Fantasia
Spoiler:
Descrição: depois farei.
Espaço: 0 U
Preço: 2.000.000 B$

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Re: Grupo 4 - Agatha, Aiko e Hany Qui Nov 24, 2022 7:53 pm
Quantidade aleatória (1,100) : 62



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