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Milabbh
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Quem liga para Karatê? Qua Ago 04, 2021 2:13 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Quem liga para Karatê?

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Nina Spades, Brina Britta e ''Sir'' Douglas Whitefang. A qual não possui narrador definido.

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Falta de Humildade:

Quem liga para Karatê? - Página 2 ABC

Oni
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Re: Quem liga para Karatê? Sab Ago 21, 2021 5:36 pm
''SIR'' DOUGLAS WHITEFANG - 03




O adversário de Douglas se movimentava adiante implacavelmente. A expressão do Sir, a priori, era de cansaço extremo. Estava com fome e fora roubado - queria levar a carteira daquele homem o mais rápido possível. Entretanto, ao perceber que o inimigo não parava de se aproximar e parecia não se importar com ser ferido, seu rosto logo se fez em estranhamento; continuou estocando o oponente, mas desta vez com a sobrancelha arqueada. Então, com a mesma feição que um operador de guindaste faria ao levar um carregamento de vidro, com o exato mesmo nível de concentração, o ex-príncipe tentava estocar o oponente que se aproximava, se manter distante dele e roubar a carteira que caíra no chão ao mesmo tempo. Ora de sobrancelha arqueada para com os trejeitos estranhos do outro lutador, outrora mordendo o lábio em foco absoluto.

Seus olhos se cerravam e se arregalavam, ficando um maior do que o outro de tempos em tempos, tamanho era seu esforço mental. Era como coçar a barriga de baixo para cima e alisar a cabeça em movimentos circulares ao mesmo tempo. Teve de admitir a derrota naquilo e escapar. Durante a fuga, sobre a mesa, seu rosto não demonstrava nem foco nem confusão. Apenas uma convicção absoluta. De postura orgulhosa, com o peito estufado, o olhar acima do horizonte e absolutamente altivo, Douglas Whitefang fazia a exata expressão de alguém que não estava fugindo com medo - embora estivesse. Apenas estava buscando disfarçar muito bem, instantes antes de começar a correr sobre as mesas de maneira ridícula.

- Ô seu desgraçado, você não olha por onde anda não? - De tanto medo, havia saído correndo de olhos fechados. Apenas percebeu após se esbarrar na garota e cair. ''Será que ainda dá tempo de convencer ela de que sim, eu realmente não olho por onde ando, mas que também sou cego, e por isso ela deveria sentir pena e me perdoar?'' calculou instintivamente. ''Não. Muito trabalho.'' esconderia o pensamento risível por trás de um olhar convicto. - Você derrubou uma rainha no chão, uma rainha! Entende o que isso significa? - Manteria o olhar convicto e sério, de lábios cerrados, como um verdadeiro guerreiro - tudo o que ele não era - faria. - Se eu tivesse um cavaleiro, ah, você estava ferrado… Mandava ele te executar agora mesmo, seu paspalho!

Buscaria se levantar e, caso ela o chutasse de volta para o chão, se manteria nele. Sequer lutaria.

''Eu odeio rainhas...'' encararia o céu, desta vez com o ar de exaustão advindo da fome. ''Mas tive uma ideia.''

- AHH!!!!!!! AGH!!!!!!!!! AHHHHHHHH!!!!!! UGHHHHHHHHHH!!!! AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH - Berraria para chamar a atenção do tarado por lutas. - NÃO ACREDITO!!!!! A RAINHA DA CLAVA É TÃO FORTE!!!!! ATÉ MESMO UM CAVALEIRO COMO EU FOI COMPLETAMENTE DERROTADO!!! - Seu plano seria fazer com que a garota tivesse de lutar contra o cara estranho e, ao mesmo tempo, puxar o saco dela.

Caso funcionasse e ele se aproximasse, Douglas deitaria no chão e apontaria para ela, ou na direção em que ela foi. - É ela. Ela é muito forte.

E, caso ele fosse atrás dela, o ladrão automaticamente voltaria para a pousada, para o exato local no chão onde ele deixara a carteira e as roupas, enquanto o homem trucidaria a garotinha arrogante.

''Rainhas...'' daria de ombros enquanto roubaria a carteira.

Mas, caso isto não funcionasse e fosse ser atacado a qualquer momento, apenas buscaria fugir da mesma forma que antes: Usando suas habilidades acrobáticas para evitar golpes.


Objetivos:

( ) - Me divertir

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Wolfgang
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Re: Quem liga para Karatê? Dom Ago 22, 2021 2:11 pm
Brina Britta - 03



”Huh… as pessoas aqui gostam de brigar, né?” Coçando o queixo, distraía-se com a confusão da qual não percebera até terminar de falar com o velho, quase não ouvindo sua resposta. Abaixava-se instintivamente quando o sujeito ruivo pulou por cima da mesa, como se já não estivesse suficientemente próxima do chão. - Ah! Obrigada! - estava prestes a correr para fora da pousada, mas duas circunstâncias a impediram.

A primeira foi da dúvida que surgiu em sua cabeça. “O que é um quarteirão? O nome me é familiar… acho que é uma medida de distância que fica entre metros e litros, então eu preciso andar dois quarteirões, o que dá aproximadamente… dois, quatro, oito, trinta e dois…” - QUILÔMETROS??? ”Não, não, não pode ser isso! Deve ser algo mais simples, se fosse tudo isso seria em outra ilha, talvez quarteirão tenha a ver com o número quatro, um quatrozão… um quarteirão... então devem ser o número de ruas, já que as ruas são grandes, se eu seguir naquela direção e contar quatro ruas…”

- Meu deus, você é rápida hein… - Como de praxe, a pequena olhava para cima para poder ver quem interrompia seus pensamentos, deparando-se como uma garota de coroa e tapa-olho. Suas roupas eram bem diferentes das pessoas que havia visto na ilha até então e talvez por isso que lhe chamava tanta atenção. - Qual o seu nome, hein? Eu me chamo Nina, rainha Nina. Quer fazer parte do meu Reino?

- Eu me chamo Brina Britta! - respondia imediatamente, com um largo sorriso e apoiando o cajado no chão. - Espera aí… UMA RAINHA??? - deslumbrada, sua expressão se transformava e o sorriso crescia. - Uma rainha de verdade? QUE INCRÍVEL!!! Eu nunca vi uma rainha de verdade, eu sou de um reino também, sabia? O Reino de Brisa, acho que era esse o nome, na verdade eu nunca vi o rei e a rainha, nem príncipe ou princesa, nem nada do tipo, pra falar a verdade eu nem sei o nome deles… eu vivia meio longe dessa coisa toda de reino, eu não sei se era um reino de verdade ou se é o nome da ilha, faz sentido ser só o nome da ilha já que eu nunca vi um castelo, nem rei, nem rainha, ou será que o nome do reino era o nome da ilha? Ou o contrário? - pensativa, Brina ia cada vez mais longe em seus pensamentos para tentar entender a dinâmica política de sua ilha natal. por ter vivido na floresta com seus companheiros, essas questões da monarquia lhe eram muito distantes, conhecia mais sobre reinos fantásticos das histórias contadas do que necessariamente da própria ilha. Em seguida, retomou a atenção e refletiu exatamente meio segundo a respeito do convite de Nina. - VOCÊ TEM UM REINO??? Com castelos e tudo? Cavaleiros? Bruxos? Igual nas histórias? Eu posso mesmo fazer parte dele? - com os olhos brilhando, a roedora terminaria sua pergunta sem saber muito bem o rumo que estava tomando, mas que em sua cabeça fazia muito sentido.


Hoyu
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Re: Quem liga para Karatê? Seg Ago 23, 2021 9:12 pm

QUEM LIGA PARA KARATÊ?



Chocando-se com o ruivo enquanto corria atrás da pequena mink de fofura assustadoramente surpreendente, Nina se esquecia completamente do homem que havia ousado levantar sua voz contra alguém da realeza, e sua ira voltava-se então para o ruivo preguiçoso que havia a levado ao chão. A principio ele não falava nada, como se estivesse arrependido pelos seus atos, mas ao tentar se levantar foi levado ao chão novamente pelo pé da rainha, lá ficando. Quando ele parecia aceitar ficar no chão e não desafiar a rainha, repentinamente começou a gritar como um doido, dizendo suspeitamente alto o quanto Nina era forte. Para Douglas, que sabia sobre o maníaco por lutas que estava por perto, aquela linha de ação parecia completamente óbvia, pois pretendia que o negro engajasse em um combate com ela e lhe desse tempo de voltar e pegar a carteira que estava no chão junto de suas roupas rasgadas, mas aparentemente ele já estava bem longe, perseguindo Whitefang no lado oposto da ilha, e não deu as caras. Provavelmente apenas achando que o ruivo era doido, Nina seguiu até a estalagem, onde encontrou a pequena mink parada bem perto da entrada.

Brina se via perdida em pensamentos, sem conseguir compreender ao certo as direções que havia recebido, mas se esforçando ao máximo para desvendar aquele cruel enigma, até que uma mulher de tapa olho surgiu, dizendo ser uma rainha e a convidando para seu bando. Após um momento de surpresa, a mink se mostrou extremamente animada com essa possibilidade, até mesmo perguntando se realmente podia. Para a sorte de Nina, aparentemente ela havia conseguido a primeira membra do seu reino, que no futuro próximo seria grande e poderoso. Aquele era o primeiro passo para a glória, e ter uma súdita fofa como aquela parecia ser um ótimo começo. De trás do balcão do outro lado do primeiro andar da pousada um homem aparentemente ligeiramente embriagado espiou o restante do estabelecimento, antes de se levantar de fato e sair de trás do balcão.

Quase que no mesmo momento, Douglas retornou para a pousada ao perceber que o negro não estava mais nas redondezas para buscar a carteira caída no chão, e podia ver o homem estranho também, assim como a doida que se dizia rainha logo ao seu lado. - O doidão foi embora? Vixe, finalmente. - Indo até um homem caído usando roupas de artista marcial, que Nina poderia supor ser o homem que havia ficado para trás sendo espancado pelo Dínamo enquanto os outros dois fugiam, o homem meio embriagado cutucou sua cabeça com o pé para checar se estava acordado. - Ah, que beleza. Tem algum médico por aqui? Não quero um homem meio-morto no meio do meu estabelecimento. - De trás do balcão, tirou um kit médico meio simples, vendo se alguém se manifestasse. Aproveitando a atenção que o homem bêbado chamava, Douglas conseguiu ver as roupas que o negro havia arrancado caídas no chão, aparentemente intocadas, e olhando embaixo delas encontrou a carteira, que sim ninguém para a proteger, foi facilmente tomada, entretanto um cliente do estabelecimento pareceu reconhecer Douglas. - Ih, o doido que lutou com o Dínamo voltou. - O comentário fez boa parte das pessoas na pousada se virarem para Douglas novamente, apesar de já ter conseguido o que havia ido buscar e estar pronto para ir embora.

Histórico:
Nome: Nina Spades
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Nome: ''Sir'' Douglas Whitefang
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-Carteira Dínamo

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Shiro
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Re: Quem liga para Karatê? Ter Ago 24, 2021 12:30 pm
NINA SPADES - 04




A falação da bruxinha irritaria qualquer pessoa comum, entretanto, como já ficou explícito desde o começo dessa história, Nina estava longe de ser uma pessoa comum. A empolgação com a qual a mink falava só alimentava ainda mais a empolgação da própria Nina. Sua pupila estava maior e mais brilhante. Aquela fofinha tinha comprado a ideia de reino muito rápido e Nina simplesmente não sabia como lidar com aquilo. Em toda sua vida, somente seu falecido pai tinha falado com igual entusiasmo sobre esse seu sonho. Ela então resumiu-se em ficar parada balançando a cabeça e sorrindo. - É claro que você pode fazer parte dele! - Exclamou, quando houve uma brecha para falar.

- Porém não é bem assim… - O semblante foi mudando, o sorriso empolgado transmutou-se em um sorriso sem graça, ela fechou o olho e começou a coçar a nuca com a mão direita. - Meio que o reino ainda não tem nenhum cavaleiro, bruxo, castelo… Está tudo no começo, sabe? Começou hoje. Você é minha primeira súdita… - Para cortar esse constrangimento, Nina agachou-se rapidamente para que sua linha de visão ficasse na mesma altura que a de Brina. - E como você é a primeira, você pode escolher seu título… - O sorriso maroto voltou para o rosto da rainha. - Que tal Princesa Brina, hein? - Nina parecia não entender ou não se importar muito com as instituições monárquicas clássicas. - O que você me diz, hã? Eu gostei. Rainha Nina e Princesa Brina. Até rimou! HAHAHAHA! - Gargalhou alto, agora de pé e com ambas as mãos na cintura.

Enquanto conversava com sua nova companheira, um bêbado saia de trás do balcão e caminhava na direção do outro sujeito ferido que, Nina logo lembrou, era o mesmo que havia sido arrastado aos karatekas após ter tomado uma surra do tal de Dínamo. - Ei, sofrido… - Nina cortaria um pouco a conversa com Brina para falar com o surrado. - Você sabe me dizer onde o cara que te bateu está? Eu queria falar com ele. - A garota ainda estava com a ideia de chamar o homem para fazer parte de seu bando.

Entretanto, nesse mesmo momento um comentário de um dos clientes do bar capturou totalmente a atenção de Nina, tanto que ela virou rapidamente na direção da porta do bar para ver quem era esse cara do qual o comentário se referia. “Lutou contra o Dínamo? Talvez seja mais interessante chamar ele para o meu rein--”. O cara era o Ruivo.

HAHAHAHAHA! - A garota não se aguentou, gargalhou tanto que teve que colocar até uma das mãos na barriga. - Esse fracote lutou contra o Dínamo? O mesmo Dínamo que espancou o karateka? HAHAHA! Você tá zoando, né? - Encostou-se no balcão, limpando uma pequena lágrima que havia se formado no canto do olho por conta da gargalhada.

- Veio se vingar do chute, fracote? - Essa fala de Nina viria carregada de uma certa maldade, longe do tom descontraído de antes. - Se quiser, podemos resolver isso agora, faz tempo que não uso essa belezinha. - Sacaria sua clava de dentro do casaco, pousando ela levemente sobre o ombro direito.

Objetivos:

(x) - Me reunir com o Wolf e o Oni
( ) - Encontrar algo piratesco pra fazer (saquear algo valioso, tesouro, correr de alguma autoridade, etc)
( ) - Achar um navio e ter alguém que navegue por nós (por bem ou por mal)
( ) - Conseguir alguma grana para mantimentos.

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Wolfgang
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Re: Quem liga para Karatê? Qua Ago 25, 2021 10:40 pm
Brina Britta - 04



A ingenuidade de Brina não a fazia enxergar o absurdo daquela proposição. Seu contato com as relações monárquicas quase exclusivamente de livros e histórias fantasiosas germinou em sua mente criativa uma oportunidade única de fazer parte de um… reino. Nina inclusive a ofereceria a possibilidade de escolher o próprio título, e tudo isso fazia muito sentido para a pequena, que diante este convite coçou o queixo e encarou o teto em busca da qualificação ideal que poderia exercer na tal monarquia. - Hmm… “Na Ordem da Lua temos uma hierarquia bastante clara, o Arquimago Grian Croassaint era o mais sábio e poderoso, poderia então eu ser a Arquimaga do reino? Não sei, parece alto demais pra quem acabou de entrar, atrás dele estava a Sub-Arquimaga Ghealach Uxa, EU POSSO SER A SUB-ARQUIMAGA! Peraí, mas pra ter uma “sub” Arquimaga, precisa antes ter um Arquimago, mas o reino dela é muito novo pra ter Arquimagos, será que tem bruxos e magos? Ah, ela disse que tava no começo e não tinha magos, então quer dizer que não posso ser a Sub-Arquimaga, o que significa que… EU POSSO SER A ARQUIMAGA! Então é isso, eu serei Brina Britta, a Arquimaga do Reino de…”

- PRINCESA??? - a pequena arregalava os olhos assim que ouviu a oferta de “princesismo” por parte de Nina, seguido de pulinhos de alegria. - SÉRIO? AAaaahhh!!! Isso é muito melhor, mais incrível, fantástico e mágico do que Arquimaga! Princesa Brina Britta… Princesa Brina… Princesa Britta… - repetiu algumas vezes, mudando o tom de voz e gesticulando de maneiras diferentes para experimentar como soaria seu novo título. - Espera aí, eu posso ser a Princesa-Bruxa do seu reino? E não tem nenhum príncipe, né? Não posso aceitar o o cargo, aliás, o título de princesa de um reino se tiver um príncipe, seria muito esquisito… AQUILO É UM HOMEM MORTO?

Um sujeito bêbado saía de trás do balcão e apontava para um homem caído. “Ah ele só tá meio-morto… É UM ZUMBI? Não tem como ser, um zumbi estaria andando e comendo cérebros, ufa.”

- Eu posso ajudar!!! - erguendo a mão e dando alguns saltos para chamar a atenção do bêbado. - Eu não sou médica, mas eu sou curandeira e Princesa-Bruxa do Reino de… de… - e cochichando para Nina, perguntaria baixinho com a pata ocultando a boca - Ei, Rainha Nina… como se chama o seu reino? MUITO BEM! Eu posso ajudar este homem meio-morto, com licença! - e então se aproximaria do bêbado, pegando a maleta e a abrindo para ver o que havia em seu interior.

Brina desgostava daquele tipo de kit médico padrão. Para começar, os utensílios eram todos sem graça, costumavam ser esparadrapos brancos e frascos transparentes cujo líquidos possuíam um odor agressivo para o olfato sensível da roedora. Esta preferia o aroma natural de folhas, ervas e óleos provenientes da própria natureza, além da afinidade natural com seu habitat, os remédios de kit médicos tradicionais fediam a uma esterilidade que a incomodava profundamente. No entanto, reconhecia que no momento teria que se virar com aquilo, e sentia a necessidade de ajudar o pobre coitado largado no assoalho da pousada. - Ei, você está bem? - cutucaria sua cabeça com a ponta do cajado, para primeiro se certificar que ele estava acordado. Em seguida, analisaria superficialmente para ver se ele tinha algum ferimento à mostra, como cortes ou hematomas. Preocuparia-se apenas se houvesse algo muito grave, com curativos simples possíveis pela disponibilidade do kit médico, em seguida, buscaria o frasco que exalasse o cheiro mais forte, que contorcesse seu rosto na maior careta o possível, e o colocaria abaixo do nariz do homem para que ele acordasse.

Oni
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Re: Quem liga para Karatê? Sex Ago 27, 2021 8:02 am
''SIR'' DOUGLAS WHITEFANG - 04




O doido que lutou contra o dínamo, isto é, Douglas Whitefang, não hesitou nem por um mísero segundo em colocar a carteira do homem no próprio bolso, mesmo às vistas de todos, como se aqueles fossem os seus próprios documentos, e não os de um pervertido louco com fetiche por espancar os outros, dentro dela. - Sim. Eu acabei com ele. - Mentiria acenando com a mão, em um tom neutro.

Agora Douglas assistia à dita rainha conversar com uma criaturazinha que aparentava ser um rato. O ladrão nunca havia visto um daquele tamanho, embora sempre os estivesse assistindo no castelo e conhecesse de diversos tipos.

Sem nem mesmo perceber, notou que estava sorrindo como um bobo da forma como ela falava.

Até que a princesa lhe jogou um balde de água fria.

- Esse fracote lutou contra o Dínamo? O mesmo Dínamo que espancou o karateka? HAHAHA! Você tá zoando, né? - Escondia sua frustração por ter que parar de se concentrar na ratinha, em um rosto que não demonstrava sentimento algum, apenas a encarando de maneira quase robótica.

- Não. Eu acabei com ele. - Repetiria a mentira, sem muita certeza ainda de como iria justificá-la depois.

A seguir, ela lhe perguntava se ele havia vindo se vingar do chute.

Um dos seus olhos quase se fecharia, a sobrancelha arqueada, os lábios contraídos. Estava ligando os pontos.

Desenhos dançavam dentro da cabeça de Douglas. Estava dentro do castelo. Começava a imaginar as pessoas como se fossem ratos, traçando rascunhos de como agiria a seguir. A imagem que surgiu era de um rato negro, apenas de sunga, atacando todos os roedores que se aproximavam dele. A imagem a seguir, dentro de outra toca, era a de uma pequena rata com um tapa-olho e uma clava gigante. Ela também estava atacando tudo ao seu redor. ''Talvez, apenas talvez, eu pudesse colocar um brigão contra o outro. E então, se eu caminhar do lado dela o tempo inteiro, quando o Dínamo finalmente vier tentar me matar, ele vai estar ocupado demais brigando com ela, e eu vou ter tempo para fugir ou quem sabe roubar os dois'' agora havia um rato com um florete entre os dois brigões, e todos os ratos estavam felizes, porque, como um cupido pervertido, o esgrimista havia encontrado um casal perfeito.

- Não, rainha. - Conteria a ânsia de vômito e faria um floreio, cruzando as pernas ao arrastar um dos pés para trás em um meneio, ao passo que, deslizando as costas da mão direita na frente de si como se fosse uma flanela, e, curvando a metade de cima do corpo, reverenciaria a nobre com o máximo de esforço que podia reunir, usando sua capacidade de compreensão sobre etiqueta para impressioná-la. - Eu vim para... Oferecer os meus serviços, Vossa Majestade. - Diria, mas logo se arrependeria. ''Quais serviços???'' ele odiava quando acabava contando mentiras sem saber ao certo como justificá-las. Bem, às vezes ele se divertia... Mas não naquele momento. Se errasse, talvez seu maior pesadelo se realizasse: seria obrigado a trabalhar.

Encararia a ratinha, em busca de inspiração, como fizera tantas vezes no castelo.

A roubaria.

- ....Meus serviços de.... Hm... Arquimago. - Conteria o riso. Se ergueria e levantaria a ponta do indicador, em explicação. Teria o tom de voz mais formal e sério do mundo. - Veja, Rainha. Muito embora possa ter parecido que o Dínamo não tenha sido derrotado, perdoe-me a maneira como falo, mas acredito que Vossa Majestade apenas não observou que eu o havia obliterado no plano místico. - Engodaria com toda a convicção. - Um homem andando por aí, apenas de sunga, correndo na direção errada? O mesmo homem que derrotou tantos karatekas? - Faria uma pausa dramática e mexeria as sobrancelhas como quem faz um questionamento cabal. - Mas a verdadeira pergunta é, Vossa Majestade, você consegue derrotar aquele touro louco no plano físico?

Antes que ela pudesse responder, abriria a carteira do homem e veria se tinha dinheiro dentro dela.

- Escolham algo para comer. Em homenagem à honra de tê-la comigo, por mais que meu dinheiro seja escasso e bastante suado, hoje será tudo por minha conta. - Diria, e então olharia convicto para o o horizonte, finalmente escolhendo algo para comer. Algo barato, mas em quantidade.

Caso não houvesse dinheiro dentro dela, buscaria tirar todos os documentos e vender a própria carteira em troca da comida.


Objetivos:

(X) - Me divertir

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Hoyu
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Re: Quem liga para Karatê? Ter Ago 31, 2021 10:00 pm

QUEM LIGA PARA KARATÊ?



Finalmente vendo as fuças uns dos outros, nossos protagonistas se viam em um momento de calmaria após a passagem de um louco por batalhas na pousada, deixando algumas cadeiras jogadas no chão, clientes assustados e um homem meio morto estirado no meio do chão. Brina e Nina pareciam estar na mesma página em relação ao reino, e para a surpresa da caolha a mink parecia encarar aquilo tudo com muita naturalidade, talvez até com empolgação demais, que poderia deixar a rainha surpresa. A parte importante era que enfim havia conseguido sua primeira súdita, e cada vez mais a ideia do reino se tornava palpável à sua frente, afinal o primeiro passo era sempre o mais difícil.

Entretanto, de supetão, a atenção das duas membras do recém fundado reino mudava de direção, mas para lugares opostos. Brina se via olhando para o homem caído, que vestia roupa de artista marcial e parecia estar em um estado bem ruim após um bêbado pedir que alguém tratasse o homem. Já se prontificando de imediato, a ratinha seguiu até o ferido, e apesar de só ter a disposição itens médicos artificiais que certamente não seria tão efetivos quanto o seu método natural, seu desejo de ajudá-lo era mais forte, então precisou se contentar com o que possuía à disposição. Ele não parecia estar acordado, e pelo seu corpo haviam muitos hematomas, alguns pequenos cortes da pele rompida pelo impacto, e o ferimento mais aparente era um corte no supercílio.

- Ah, valeu por isso, garota. Eu... Hic... Vou voltar ali pro caixa. Se precisar de algo me avisa. - Saindo, o bêbado quase tropeçou no corpo do ferido, mas logo deu um saltinho desengonçado seguiu para o balcão. Assim, a pequena começou a tratar o homem, fazendo o que podia com os matérias que possuía, tratando os cortes e aliviando os hematomas, até enfim colocar algo de cheiro bem forte na frente do homem desacordado, que despertou de supetão, batendo a cabeça na cabeça da ratinha. - Ahn? Ahn? - Ele parecia meio confuso, olhando ao redor para se situar, até ouvir a pergunta da garota. - Abluble? - Ele parecia tentar falar algo, mas se embolava com a língua, tossia um pouco e finalmente falava algo possível de ser compreendido. - Desculpa, eu... Não to bem. - Tentando se levantar, Brina podia ver o esforço que ele fazia, mas caiu no chão de novo.

Mais ao lado, Nina se via novamente de frente para o ruivo, que havia voltado para pegar a carteira de Dínamo, que havia ficado para trás, e para sua sorte ninguém ali parecia estar prestando atenção nele pegando aquilo. Ou isso, ou simplesmente não se importavam com as coisas do brigão. O fato era que, após se ver hipnotizado pelo jeito inocente e sonhador da mink, se viu de frente novamente pra caolha resmungona, que parecia querer arrumar confusão. A rainha, por outro lado, menosprezava Douglas, vendo ali apenas uma oportunidade para se divertir com sua clava, mas as palavras do ruivo poderiam surpreende-la após toda a situação que haviam passado, afinal como poderia imaginar que o mesmo homem que havia trombado com ela e parecia tão apático iria oferecer seus serviços de... Arquimago?

A sorte do Whitefang é que havia pensado no plano perfeito para jogar os dois cachorros raivosos um contra o outro, para então se ver livre do problema e talvez até roubar os dois. Parecia uma oportunidade boa demais para se jogar fora, e tudo que precisaria fazer era fazer um floreio aqui ou ali e observar os dois se matando no final. Brina, que estava logo ao lado, conseguiu inclusive ouvir a proposta que o Ruivo ouvia de trabalhar como arquimago logo após ver o homem cair no chão após tentar se levantar, situação que poderia roubar por completo sua atenção. Enquanto Douglas mentia com uma naturalidade questionável em relação à toa situação que havia se desenrolado ali, os dois podiam ouvir os outros ao redor, que pareciam muito interessados em fofocar e ouvir a conversa dos dois, cochichando entre si.

- Plano místico? Esse cara é doido? - Eu já ouvi falar sobre isso, são aquela akumas no mi, né? - Aquelas frutas que dão poderes mágicos para quem consome? Isso é possível? - Até onde sei elas podem dar uma infinidade de poderes, então possível é. - Uau, um usuário de akuma no mi na minha cidade! - Os sussurros corriam de um lado para o outro, levando o boato adiante. Pareciam querer falar baixo para não perceberem que estavam fofocando para a conversa, mas ninguém ali parecia saber ser discreto, e o trio conseguia ouvir claramente. Com a carteira recém roubada em mãos, Douglas se sentava em uma das mesas livre, e via que o dinheiro ali parecia ter o suficiente para três refeições, e talvez até sobrasse um pouco, e como dinheiro roubado não se olha os dentes, parecia um ganho satisfatório. A pergunta que não calava era: como a rainha Spades responderia àquela informação.

Histórico:
Nome: Nina Spades
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Ganhos:

Perdas:

Histórico:
Nome: ''Sir'' Douglas Whitefang
Posts: 4

Ganhos:
-Carteira Dínamo

Perdas:

Histórico:
Nome: Brina Britta
Posts: 4

Ganhos:

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Shiro
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Re: Quem liga para Karatê? Qui Set 02, 2021 4:51 pm
NINA SPADES - 05



A mink gostou da ideia de ser chamada de Princesa, o que fez Nina esboçar um sorriso largo. Entretanto, poucos segundos se passaram e a pequena ratinha já queria mudar seu título. - Princesa-Bruxa? Hmm, pode ser. Não sabia que você era uma bruxa que leg... - A mink a interrompeu, perguntando qual era o nome do seu reino. Uma gota de suor frio desceu no lado direito do rosto de Nina. - Err, eu não sei ainda… - Disse aquilo coçando o queixo e com o canto do lado tremendo um pouco, embaraçada. - Nina mal havia dado a resposta e a pequena já tinha mudado seu foco para cuidar do homem machucado. “Louquinha...” Nina pensou, vendo a bruxinha se movimentando com rapidez para tratar o ferimento do sujeito, feliz por ela ter aceitado entrar em seu reino.

Enquanto a mink demonstrava suas habilidades médicas, Nina percebeu que o ruivo que a pouco tempo havia chutado tinha entrado no local. Ela não perdeu tempo e decidiu provocá-lo. As respostas que ele deu, no entanto, foram desconcertantes.

Primeiro, ele disse, duas vezes, que havia derrotado Dínamo. A primeira vez Nina não escutou, pois ela estava ocupada demais debochando dele em voz alta para toda a pousada ouvir. Entretanto, na segunda vez a monarca ouviu a afirmação de forma clara. Ela fechou o rosto, empinou o nariz e as pontas dos dois lábios entortaram para baixo, encarando-o com raiva. “Como ousa mentir para mim…” Pensou, porque não teve tempo de falar, já que o homem se antecipava e oferecia para ela seus serviços.

- Quê? - Isso quebrou Nina completamente. A garota deixou uma risada escapar pelo nariz e franziu o rosto todo, balançando a cabeça. Suas costas não estavam mais encostadas no balcão, a rainha já estava de coluna ereta, carregando a clava ao lado do seu corpo. Quando a palavra “Arquimago” saiu da boca do ruivo, o único olho de Nina arregalou e sua boca formou um biquinho. “Quantos magos tem nessa cidade?” Era a única coisa que conseguia pensar, paralisada, enquanto o homem explicava suas habilidades além de sugerir uma aliança para que ambos fossem derrotar Dínamo.

Quando ele acabou a explicação, um burburinho corria na pousada. Nina podia ouvir várias pessoas falarem que o Arquimago tinha uma tal de Akuma no mi, o que só atiçou a curiosidade da rainha. Para finalizar com chave de ouro, o homem sacou uma carteira e ofereceu-se para pagar a comida de Nina.

- HAHAHAHA! Gostei de você, fracote… Digo… Arquimago. Ei, você não tem um nome mais normal não? - Questionaria o ruivo, caminhando na direção da mesa na qual o mesmo havia sentado.

- Uma bruxa e um mago no mesmo dia, que sorte a minha… - Comentaria, sorrindo, tamborilando os dedos em cima da mesma ao mesmo tempo em que se sentaria em uma cadeira livre de frente para o homem. - Eu aceito os seus serviços, mas não entendi porque eu tenho que bater no Dínamo… Na verdade, eu não tenho nenhum interesse em continuar nessa ilha. - Olharia em volta, ajeitando-se na cadeira para ficar bem confortável, com os dois braços abertos. - Numa hora dessas já era para eu estar bem longe daqui… - Ela olhava para o lado, cerrando os dentes, lembrando-se de toda a confusão que passou no navio errado no qual ela havia entrado.

- Caso queira me oferecer seus serviços, eu aceito, porém eu quero mesmo é sair daqui. Quero montar o reino na Grand Line, conhece? Ah, você é Quimago… - Ela não se lembrava ao certo da palavra. - ...Você deve saber! Mas como você será um súdito meu, eu te darei proteção a qualquer um que queira te espancar no mundo físico. Basta me ajudar a montar o meu reino, o que acha, hein? É uma boa proposta… - E esperaria a comida chegar.

Com a comida na mesa, começaria a devorar seu prato com furor. Terminado sua refeição, caso ainda houvesse comida no prato de Douglas ela não titubearia em perguntar: - Posso? - Apontaria para o prato dele. Se a resposta fosse positiva, comeria todo o resto de Douglas. Se fosse negativa, olharia para o lado com as sobrancelhas franzidas e começaria a cochichar baixinho: - Sovina… Mão de Vaca… Mago desgraçado...


Objetivos:

(x) - Me reunir com o Wolf e o Oni
( ) - Encontrar algo piratesco pra fazer (saquear algo valioso, tesouro, correr de alguma autoridade, etc)
( ) - Achar um navio e ter alguém que navegue por nós (por bem ou por mal)
( ) - Conseguir alguma grana para mantimentos.

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Oni
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Re: Quem liga para Karatê? Sex Set 03, 2021 8:16 pm
''SIR'' DOUGLAS WHITEFANG - 05




O ruivo levantava o queixo e olhava as pessoas que falavam sobre ele ser usuário de akuma no mi pelo canto dos olhos... Com esta expressão misteriosa, levaria o dedo indicador aos lábios. Um pedido de silêncio. Como se dissesse: ''não espalhem isso por aí.''.

O plano era fazer com que eles espalhassem.

- HAHAHAHA! Gostei de você, fracote… Digo… Arquimago. Ei, você não tem um nome mais normal não? - A baixinha armada parecia estar bem mais simpática para com ele. ''Isso é bom''

- O nome de um Arquimago é algo poderoso demais para ser dito em um local público. - Aquela seria a sua estratégia para fugir sem deixar rastros quando ele a traísse. Além disso, inventar nomes falsos dava muito trabalho. Ele preferiria não mentir, para não ter de se lembrar mais tarde. Piscaria duas vezes, sério, e prosseguiria - Mas eu posso te contar depois.

Ele a ouviria dizer que não possuía mais interesse de permanecer naquela ilha. O primeiro pensamento que lhe ocorria era a necessidade de saber para que ilha ela iria a seguir. Seria péssimo ter de reencontrá-la, após levar o seu dinheiro.

Ela continuava a falar sem parar, e Douglas parava de prestar atenção em um determinado ponto, mas mantendo o semblante de concentrado e simpático, acenando com a cabeça, por vezes, como se concordasse.

- Sim. Com certeza. - Proferiria devagar. Levantaria a mão para chamar o garçom e escolheria três pratos no cardápio. Para elas, ele pediria um prato com metade do preço do que pediria para si, de maneira a economizar. - Eu vou pedir comida para você e, ei, senhora bruxa, se quiser pode comer conosco. - Assim que a comida chegasse, diria: - Este é um prato especialmente delicioso, e caríssimo. Não pude pegá-lo para mim também, pois prefiro deixar os luxos exclusivamente para as princesas. - Arrastaria os pratos para elas. Esta mentira sairia com ainda mais facilidade que as anteriores.

''Ela está confiando tanto em mim que eu poderia roubar este tapa-olho diante de seus olhos dela sem ela nem perceber...'' apertaria os olhos enquanto começaria a comer de uma maneira bastante alta. ''Se bem que... Ela não deve enxergar pelo olho com tapa-olho. Acabaria sendo bem fácil'' quem o visse de fora, imaginaria que suas sobrancelhas arqueadas, em um pensamento profundo, eram sobre uma questão mágica inalcançável.

Quando terminasse de comer e pagar a conta - com muita dor no peito, apesar de ter pago menos para as princesas - se viraria para a bruxinha e diria: - Minha intuição está me dizendo. Você deve decidir para onde iremos a seguir. - Diria mortalmente sério, apesar de não ser assim que se sentia.

Aparentemente ninguém ali saberia para onde ir. E ele também não se importava. Apenas queria usar aquelas duas garotas chamativas para distrair as pessoas enquanto planejava o próximo golpe. - Agora.


Objetivos:

(X) - Me divertir

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Wolfgang
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Re: Quem liga para Karatê? Sex Set 03, 2021 9:21 pm
Brina Britta - 05




- ELE MORREU!!! - desesperava-se ao ver que o homem pronunciava algumas palavras e caía novamente ao chão. Sem entender o que aconteceu, repassava mentalmente os procedimentos adotados em seu tratamento e concluía então que… - EU DEI VENENO PRA ELE CHEIRAR!!!

No entanto, a figura ruiva que surgia passava a ser o centro de sua atenção. Algumas palavras familiares proferidas por ele criavam uma corrente de memórias impossíveis de se ignorar. “Plano mágico? Poderes mágicos? Akuma no mi... “ - não era assim que os magos de sua sociedade a chamavam, mas sabia que era uma forma comum de falar das lendárias frutas que concediam poderes a quem as consumia. Entretanto, o que mais chamou sua atenção foi a seguinte palavra: - ARQUIMAGO?????????

- NÃO É POSSÍVEL! - sem saber como reagir, a pequena primeiramente guardou o kit médico em seu chapéu e correu até o homem, analisou-o rapidamente de baixo para cima. Nina conversava algo com ele, mas a bruxa quase não prestava atenção no diálogo entre os dois. - Digo… você é um Arquimago mesmo? ISSO É INCRÍVEL! Nossa, não sei por onde começar, vejamos… Primeiro eu gostaria de me apresentar! Aliás, primeiramente eu gostaria de dizer que é uma honra estar na presença de um Arquimago, eu não fazia ideia de que encontraria um nessa ilha! Sempre me disseram que magos eram raros por aí, e um ARQUIMAGO então, é… é… é... FANTÁSTICO! - Brina inquietantemente andava de um lado para o outro, gesticulando com frequência e sem tirar um largo sorriso do rosto. Decididiria então trepar em uma cadeira para que em seguida pudesse subir na mesa. - Meu nome é Brina Britta! Sou Bruxa-Curandeira pela Ordem da Lua, regida pelo Arquimago Grian Croassaint, Celestial Dominador do Mantra e Protetor da Ordem da Lua. Você o conhece??? De qual Ordem você pertence? Kishishi! Eu estou tão feliz em conhecer um Arquimago!

De repente, Britta pararia de falar, coçando o queixo e com uma expressão de quem estava pensando muito profundamente em algo. Após alguns segundos, viraria para Nina. - JÁ SEI! - diria batendo com o punho na palma aberta virada para cima. - Rainha Nina, um Arquimago seria importantíssimo para o seu reino! Não vê que sorte a gente deu??? Assim podemos ter um Arquimago… MAS EU JÁ SOU A ARQUIMAGA! - lembrou-se. - Não podemos aceitar outro Arquimago em nosso reino… só pode haver um! - diria orgulhosamente, batendo com a ponta de seu cajado na superfície da mesa, mesmo que isso fizesse alguns pratos e copos saltarem. - Senhor Arquimago, eu sinto muito, mas como Princesa-Curandeira-Bruxa do Reino de… Nina, eu não posso aceitá-lo como Arquimago do Reino de Nina. PORÉM, você pode ser o… Sub-Arquimago! - piscaria para Nina, crendo que havia tido uma ótima e irrecusável ideia.

A roedora estava prestes a aceitar a comida generosamente oferecida, mas a proposta seguinte a fez esquecer de tudo. Decisões não era o forte de Brina, a pequena mal lembrava do que a levara até aquele lugar, e ter o fardo de escolher o próximo poderia ser uma tarefa árdua, perigosa, demorada e até - DEVERÍAMOS IR PARA O MAR! - responderia quase imediatamente.