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1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio Qua Jul 14, 2021 11:12 am
Relembrando a primeira mensagem :

1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Klaus Sunwizer. A qual não possui narrador definido.

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1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio - Página 4 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

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1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio

A situação começava a parecer que finalmente estava amenizando, mais dois inimigos abatidos e enfim o caminho parecia livre para seguir, porém, mais dois homens se colocavam em nosso caminho.-Cara, é sério que esses filhos da puta estão se envolvendo em uma briga que não é deles? Meu olhar se cerrava, e minha face se tornava mais séria do que antes, eu agora tinha um foco maior, algo que não tinha o porque estar ali, estava tentando nos atrapalhar.-Vão se arrepender do dia em que cruzaram meu caminho, me pegaram em um mau dia! Meu foco agora era apagar a existência daqueles a minha frente, não importava como.

Ao ver os homens vindo em nossa direção, um deles era loiro, um de seus olhos avermelhados, como se seu globo ocular estivesse completamente coberto de sangue, talvez tenha sido resultado do combate anterior que ele enfrentava? Isso não importava! O homem era um espadachim, e vinha em nossa direção parecendo ser alguém minimamente forte.-Pelo menos acho que finalmente vai ser um adversário digno. Minhas palavras eram ditas para apenas para expressar a minha insatisfação.

Era algo que eu dizia em um tom apenas para que eu ouvisse, porém, minha determinação e foco eram demonstradas em meu olhar, ao fixar meus olhos nos dois vindo em nossa direção, e ao invés de se afastar, eu caminhava de encontro aos dois.

A seu lado, um homem grande e forte, parecendo uma montanha de músculos, o mesmo carregava um martelo gigante, e ao meu ver, seria o adversário mais problemático de se enfrentar, devido a sua arma e estatura, não era algo que com os movimentos anteriores, seria fácil de se derrotar.

Em meu caminhar, eu focava nos dois homens, observando suas movimentações, e se tinham a intenção de nos atacar, provavelmente eles o fariam, mas eu observava para saber como o fariam.Lidar com o espadachim é até que tranquilo, o problema é o guarda roupas do lado dele… Acho que vou tentar acabar com o magrinho primeiro e depois vejo o que faço com o colossos. Meus passos eram firmes, e demonstravam que eu não era um qualquer, talvez eles já soubessem disso ao ver os marinheiros caídos no chão.

-Não sei quem vocês são, mas vejo que não são marinheiros… Não sei o que querem ou o motivo de estarem tentando algo, mas se realmente querem me enfrentar... Em meio a fala, eu agia, um movimento veloz, flexionando os joelhos e propulsionando-os novamente com força, me fazendo dar um leve salto a frente em direção aos homens.

Meu foco era no espadachim, seria um avanço curto e veloz o suficiente para encurtar a distância entre nós dois, um movimento rápido, suave, mas potente, um soco direto que ia em direção a seu peito esperando o contato, e ao conectar, tocaria meus pés no solo velozmente já saltando para uma outra direção. Usando assim, as habilidades de um boxeador em dar saltos curtos e velozes, mudando minha trajetória, para assim ter mais espaço para agir novamente.

Meu foco inicial era no espadachim, devido a sua maior mobilidade, visto que seu companheiro era grande e parecia bem pesado, certamente teria golpes poderosos e destrutivos para quem fosse acertado, mas sua velocidade poderia deixar a desejar.

Por isso, o loirinho seria meu foco, já que o mesmo poderia mais facilmente reagir a meus golpes, dando um melhor suporte ao grandão, já o contrário, seria um pouco mais difícil. Ao acertar o soco no peito do homem, aproveitaria da movimentação de mudança de direção, e faria um zig zag, um salto para mudar a trajetória, outro para avançar novamente em sua direção, aproveitando do primeiro movimento.

Em ambos os casos, eu estaria atento às movimentações do loirinho, com sua espada, já que o mesmo poderia ser alguém bem mais habilidoso, ele poderia certamente tentar defender o golpe, e caso tentasse bloqueado com a lâmina, quando eu estivesse próximo a ele, me agacharia de forma abrupta, para assim surpreendê-lo, e logo, giraria sob meu eixo, com uma das pernas estendidas, focando passar uma rasteira no homem.

Dessa forma, eu teria mais espaço para agir contra ele novamente, enquanto o mesmo estava desequilibrado e caindo. Caso desse certo, continuaria avançando, buscando evitar estocadas de sua espada, e cortes em diagonal, e aproveitaria dá chance para golpear o mesmo com força total, puxando sua perna em minha direção, e em seguida aproveitando disso para descer um soco de cima para baixo na face do homem, para assim me afastar novamente, e ter o foco em como agir mais uma vez.

Porém, caso o homem fizesse um movimento de esquiva, eu tentaria me mover para o lado contrário do mesmo, para manter a distância de sua lâmina, e ter tempo de reagir a algum possível movimento do mesmo contra mim. Assim, como o grandão e seu martelo, eu o evitaria a todo custo, me mantendo longe do mesmo, e prestaria atenção em seus movimentos, para que caso ele tentasse algo, eu pudesse reagir antes de ser tarde demais.

Essa era uma luta que eu sabia que não terminaria fácil, talvez eles fossem os inimigos mais problemáticos ali, porém, era um obstáculo que eu tinha superar a todo custo, se quisesse chegar até o navio e assim sair daquela ilha.




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Relampago Kirinha


O clímax da aventura finalmente dava as caras, Klaus estava prestes a enfrentar a estranha dupla que surgiu no Porto. Sunwise se mostrava um tanto quanto descontente com a intervenção do trio em seus objetivos, ele tinha razão, eles não eram marinheiros e muito menos defensores da lei e da ordem, eram apenas mercenários - Estamos protegendo um certo "alguém", vocês se mostraram hostis o bastante para chamar nossa atenção. - O Espadachim respondia a Klaus, mantendo um sorriso largo em seu rosto.

Sem cogitar duas vezes o futuro pirata investiu, seu objetivo era finalizar o Espadachim por achá-lo mais fácil de finalizar ou talvez, não sentisse tanto perigo vindo dele, se comparado a máquina de músculos ao seu lado. O esperado por Klaus era que as ações rápidas viessem por parte do Espadachim, entretanto, algo surpreendente acontecia naquele momento. Sua investida era interceptada por um forte golpe, ele via o martelo acertando seu abdômen e lançando-o metros atrás, de maneira veloz e limpa - Todo mundo cai nessa, ninguém acha que ele é rápido! - Gargalhava ao terminar sua frente, puxando sua espada e empunhando com as duas mãos - Como todos os outros, você vai morrer hoje. - Falou o loiro preparando para uma investida, contudo, era acertado pelo corpo do seu aliado e caiu alguns metros para o lado, quase indo direto para o mar - Klaus! Deixe-o comigo. - Gritou a gigante loira, indo na direção do Espadachim que se colocava de pé rapidamente, investindo contra ela com uma expressão de fúria.

O robusto e musculoso homem caminhava na direção de Sunwizer girando seu martelo rapidamente, segurando pelo extremo do cabo, quase que deixando escapar pela mão. Em um movimento rápido ele saltou girando no ar, caindo na direção de Klaus visando acertar com o martelo em sua cabeça, finalizando de uma única vez com a vida do seu oponente.
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1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio

Meu avanço era interrompido pela montanha de músculos, que ia totalmente contra o meu raciocínio sobre ele ser o mais lento, seu martelo encontrava meu abdômen e me fazia voar alguns metros.

1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio - Página 4 AnnualScornfulAardvark-size_restricted

Seu golpe era bem poderoso, o que me fazia sentir o impacto do mesmo, ao finalmente ter parado de me locomover após a pancada, eu o olhava de forma séria, levando a mão direita ao abdômen por alguns, eu então cuspia no chão e retirava a mão limpando a poeira que havia sido levantada com o meu arremessar.

1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio - Página 4 370

Nesse momento, eu olhava para o homem e só via um trem praticamente atropelar o loirinho, o trem? Ele era nada mais nada menos do que Astrid, que passava com toda a força arremessando o magricelo em direção ao mar, o fazendo quase cair. A mulher pedia para eu deixá-lo com ela, e enquanto isso  o gigante vinha em minha direção, girando seu martelo como se fosse o próprio pinguim do Batman girando seu guarda chuva.-Você já quase o matou mesmo… Eu cuido do grandão! Eu começava a me preparar para uma luta mais séria, nesse momento eu não estava mais brincando, minha seriedade era nítida, meu olhar era arisco e intimidador, como se olhasse dentro da alma do homem.

Um foco ainda maior do que nos combates anteriores, afinal, aquele era um homem com proporções que eu ainda não havia enfrentado.-Bom, você mostrou que eu tava errado uma vez, agora deixa eu te mostrar contra quem você tá lutando. Ao observar que o homem vinha girando seu martelo e então saltava em minha direção rodando para me acertar de cima para baixo com o mesmo em minha cabeça, eu me moveria para frente, buscando sair do raio de impacto do martelo, e logo no mesmo passo que eu saia da direção do martelo, eu tombava meu corpo para um dos lados, visando o lado contrário ao que o homem empunhava seu martelo.


Nesse momento, daria um giro rápido em meu próprio eixo, e aplicaria um golpe certeiro nas vértebras torácicas do homem, um soco direto na parte de sua coluna, melhor dizendo, buscando causar o maior impacto possível, e com a maior força possível.

Esse movimento não era de fato para derrubá-lo, de jeito nenhum, era apenas para causar um pequeno incômodo, e assim conseguir saber o seu tempo de reação após sofrer um golpe. Após acertá-lo, me afastaria alguns metros para evitar seu martelo e logo que tivesse a visão e os dados dos seus tempos de reação, eu avançaria novamente, ainda mais feroz do que antes, mas agora para terminar com aquela luta.

E em uma explosão impetuosa de minhas pernas, eu avançava contra o grandalhão, mantendo meus olhos em suas mãos e martelo, e também em suas pernas. Ao estar próximo o máximo e então mudaria de trajetória duas vezes, uma para a esquerda, aplicando um giro em meu eixo e aproveitando da impulsão e da força do giro para aplicar um golpe em sua costela, um semi gancho que vinha de forma um pouco mais inferior ao inves de vir reto, buscando pegar suas costelas de cima para baixo, levantando-as com força o suficiente para quebrá-las ou trincá-las, caso fosse possível.

Após isso, me afastaria novamente e então avançaria, e por mais veloz e feroz que fosse meu avanço, ainda tinha um pingo de cautela, afinal, um golpe direto daquele martelo de novo poderia significar a morte. Me aproximaria o máximo possível do homem, observando cada movimento do mesmo e buscando analisar os tempos de reação, tanto para atacar, quanto para defender, e logo que estivesse em uma área na qual ele poderia me acertar com o martelo, eu trocaria de direção, jogando o peso do meu corpo para o lado no qual o homem empunhava seu martelo.

Como uma lâmina, lutar contra um martelo não era tão diferente, bastava evitar o ponto de colisão do mesmo. Movendo meu corpo assim, eu conseguiria sair do seu movimento primário com o martelo, e me colocaria em posição de contra ataque, e o peso do mesmo tornaria difícil do mesmo conseguir voltar o martelo contra mim novamente, deixando espaço o suficiente para que eu pudesse abusar a vontade.

A partir desse ponto, meu foco era único, aproveitando da queda lateral do meu corpo, rapidamente apoiaria minha perna mais a frente, e assim prepararia meu golpe, com força, precisão e bastante ferocidade, cada fibra do meu braço parecia responder a meu estímulo, contraindo cada uma delas, assim como as da minha panturrilha, que auxiliariam no impacto e força do golpe que seria executado com um semi giro.

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Puxaria meu braço como se fosse uma arma disparando um tiro, impulsionando meu punho de forma veloz e potente contra a axila do homem, encaixando o punho na parte inferior da mesma e assim, golpeando a parte de seu ombro, buscando dessa forma deslocar o ombro do homem para impedi-lo de usar aquele martelo com as duas mãos, o que me daria uma vantagem e tanto no combate.

Porém, caso não fosse possível de eu acertar sua axila, eu golpearia sua costela mais uma vez, mas agora com um golpe ainda mais poderoso do que o anterior, e poderia finalmente destruir sua costela com um segundo golpe, caso o primeiro não tivesse o efeito necessário.

Em meio a tudo isso, eu estaria ligado nos movimentos do homem e seu martelo, e caso o mesmo tentasse me acertar com a arma, eu buscaria evitar suas investidas e ataques, me movendo sempre para sair do ponto de impacto do martelo, faria isso sempre me movendo para trás, pois me mover para um dos lados poderia resultar em um martelo mudando sua direção e me acertando de forma lateral, e eu não queria ser acertado por aquilo novamente.

A cada movimento de evasão, eu estaria sempre atento a seus padrões e tempo de reação e velocidade de cada golpe, buscando o tempo certo para assim penetrar sua defesa em uma investida cruel e impiedosa contra a muralha de músculos, por isso naquele momento, meus conhecimentos sobre noção exata de tempo eram bem úteis, e eu sabia que em um momento ou outro, eu encontraria a brecha necessária para finalmente o acertar de forma ainda mais forte e impiedosa.




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Relampago Kirinha


Enfrentar um inimigo com aquelas proporções era algo novo para Klaus, para sua sorte Astrid havia derrotado o bicho piruleta com chicote, iniciando um ferrenho embate com o Espadachim, que mostrava força o bastante para aguentar uma troca de golpes com a gigante.

Sua estratégia inicial era conhecer seu oponente, lutar de maneira desesperada ou sem o mínimo de preparo, acabava podendo ocasionar em sua derrota. Moveu-se em linha reta, buscando atingir as costas do robusto homem e no momento do impacto, ele sentiu como se estivesse acertando uma parede de concreto, mas era apenas a musculatura acima da média do homem. Sunwizer notou que o tempo de reação do seu oponente era alto, já que o mesmo tentou acertar com o cabo do martelo, entretanto, o futuro pirata já havia tomado distância o bastante, saindo tranquilamente do alcance de ambos os golpes.

Tendo um pouco da noção do modo de lutar e tempos de combate, Klaus se preparou para uma investida real. Seus movimentos explosivos e junto com sua técnica afiada, ele buscou se manter em movimento enquanto o "gigante" visava desferir um golpe na diagonal, novamente de cima para baixo, visando acertar e acabar de uma única vez com aquele combate. Em meio aos movimentos, o futuro pirata buscou se posicionar no lado oposto ao golpe, tendo liberdade para realizar um golpe duro e em uma região com certa fragilidade: as costelas. O golpe conseguiu ser conectado de maneira selvagem, forçando o homem a levar uma das suas mãos até o local atingido, mostrando ter sentido o dano.

Por mais incômodo que fosse, ainda sim não era o bastante para parar o ímpeto do oponente. Movimentou seu martelo com maestria, sentado acertar Sunwizer que continuava em movimento, dificultando para seu algoz. Ele buscou realizar novamente um ataque, tendo a mesma estratégia que antes, buscando sempre ficar em um ponto onde não pudesse ser contra atacado e que também tornasse fácil acertar e recuar. Usando de todo seu corpo iniciou o golpe que culminaria no fim daquele embate, um golpe certeiro na região da axila. Isso é, se o seu inimigo não estivesse escondendo uma carta na manga.

1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio - Página 4 Hajime-no-ippo-takamura

Veloz; essa era a definição das ações do gigante naquele momento, jogou todo seu corpo para trás, mantendo unicamente a firmeza em sua base. Em suas mãos? Seus punhos cerrados mostraram que ele abandonou a arma que empunhava. O golpe de Klaus passou acertando o "nada" e ele viu o punho grande do homem vindo em sua direção, ao girar sua cintura e usar a outra mão de apoio, ele desferiu um golpe forte o bastante para lançar Klaus alguns metros atrás. O futuro pirata pode sentir uma dor agoniante em sua face, era possível em comparação dizer que ser acertado pelo soco do homem, era duas ou três vezes pior do que ser acertado pelo martelo.

Sua testa sangrava, seu supercílio havia se rompido com a força do robusto homem. Sunwizer via o mesmo levantando sua guarda, parecia que no fim das contas seu real estilo de combate retratava o simplório Pugilismo. Colocou seu antebraço posicionado de maneira que protegesse sua costela, seus punhos fechados estavam na altura do seu queixo e ele mantinha os joelhos flexionados. Ele avançou como um trem, seus músculos estavam tensionados e ele corria de maneira rápida. Quando chegou perto do de Klaus, a surpresa foi ainda maior, seu oponente realizava uma sequência simples de Jabs, entretanto, dada tamanha velocidade parecia que um grupo de pessoas estavam desferindo aqueles golpes, era como se o punho do homem fosse uma metralhadora. Se Sunwizer não se esquivasse de maneira inteligente, seria massacrado com uma sequência de incontáveis socos, que acertariam a região do Tronco e sua face.

O resto dos combates continuavam a acontecer. Astrid estava enfrentando o Espadachim, já o resto dos seus homens, enfrentavam os marinheiros que haviam acabado de chegar.
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1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio

Minhas investidas não tinham o impacto necessário, porém, alguns golpes haviam se conectado, como o golpe nas costas e o soco nas costelas, onde mais pareciam ter afetado  o homem, porém, enquanto continuávamos o combate, a montanha de músculos se mostrava ainda mais resiliente.

Ao tentar acertar sua axila, o homem parecia ser realmente habilidoso no combate físico, jogando seu corpo para trás e assim se esquivando do meu golpe, se colocando em uma posição em que conseguia me acertar um golpe direto na face, que me arremessava para longe mais uma vez, fazendo minha testa sangrar e meu supercílio se romper, o que me gerava uma dor forte naquele momento.-Merda! Dizia enquanto a mão direita ao rosto, me mantendo agachado e com a mão esquerda em apoio no solo.-Esse me acertou em cheio, parece que o verdadeiro martelo finalmente apareceu. Concluía agora me levantando calmamente, ainda com a mão no rosto, e mantendo meus olhos fixos no homem.

O guarda roupas finalmente começava a avançar em minha direção como se fosse um trem desgovernado, ao se aproximar de mim, seus punhos começavam a se mover em minha direção, de forma a parecer que mais de uma pessoa estava me golpeando, diversos socos vinham como uma metralhadora que estava prestes a dilacerar meu corpo. Os movimentos do homem eram os movimentos de um pugilista, algo que eu conhecia bastante, e sabia como lidar, porém, ainda tinha sua tamanha velocidade, o que poderia ser um problema.

Ao analisar aqueles movimentos, eu não tinha como não me lembrar da menina marinheira que eu havia enfrentado anteriormente, a mesma havia utilizado um movimento parecido a esse.O famoso meteoro de pegaso. Porém, naquela situação em que eu me encontrava, eu não tinha o cavalo de madeira para executar o mesmo movimento, e com tamanha precisão, mas eu poderia adaptar esse movimento para tentar penetrar a sua ofensiva e assim conseguir uma brecha para acertá-lo.

Enquanto o homem se aproximava, eu daria um passo à frente, de forma convicta, enquanto meu punho se preparava para um golpe direto, porém, antes de entrar em sua área de golpes, eu me movia em queda para o lado esquerdo, como se estivesse desmaiando de fato, imitando até os olhos de alguém que estivesse apagando de verdade.

Essa queda, era um movimento que me deixaria longe da área na qual seus punhos acertariam, e assim, meus olhos se cruzaram com os do homem, e o que antes seria os olhos de um peixe morto, agora eram os olhos de uma fera sagaz e astuta, que começava a se preparar para um movimento ofensivo.

Usando quase que o mesmo movimento do homem, para impedir a queda, eu apoiaria minha mão esquerda no solo, e com isso, giraria meu corpo para o lado esquerdo, usando meu braço como a ponta de um peão, e com velocidade e toda a força que eu tinha, estendia minha perna, e passando uma rasteira por trás do mesmo, aproveitando sua movimentação frontal, sua guarda trazeira estaria aberta, e essa era a brecha que eu precisava.

Um sorriso se mesclava a ferocidade em meu rosto, algo como uma besta prestes a cravar suas garras em sua presa, o movimento seria limpo, forte e veloz, para tirar qualquer chance do homem tentar reagir, ao aplicar a rasteira, tirando os pés do homem do chão, eu aproveitaria da força do giro para me levantar como um tornado veloz e brutal, erguendo meu joelho contra a coluna do homem que estaria em queda.

Ao conectar a joelhada, meu punho direito estaria se preparando para atingir o homem de cima para baixo, e se ele pensava em ver algo, seria apenas uma sombra negra e seus olhos vermelhos se erguendo a seu lado, e descendo um golpe com o punho diretamente em sua face, como se fosse um machado descendo contra a lenha da floresta, um soco direto e forte, que só pararia de descer quando a cabeça do homem tocasse o solo e impedisse assim a movimentação do mesmo.

Quando finalmente estivesse caído, eu aproveitaria daquele momento para assim como com zé, puxar o segundo punho, que viria direto em sua face, e logo, começaria uma enxurrada de golpes de cima para baixo direcionados a sua face, buscando enfim fazer o homem apagar, fosse por morte ou por apenas estar inconsciente.

Porém, caso eu percebesse que o giro para a rasteira não seria eficaz, eu então continuaria com o movimento, porém, eu acertaria as suas articulações das pernas com um chute forte e sendo auxiliado pelo giro de corpo, dessa forma, faria o homem cair para frente de joelhos no chão e ainda girando, me levantaria, usando minha outra perna como apoio, como se fosse a ponta de um peão mais uma vez, e assim, aplicaria um chute em sua nuca com a parte da canela, um golpe poderoso e impiedoso, em um ponto que facilmente poderia fazer o homem apagar como se fosse uma lâmpada queimada.

Porém, caso esses movimentos fossem de alguma forma impedidos pelo homem, ou caso ele conseguisse mudar sua direção de forma tão veloz quanto aplicava os golpes, eu buscaria estar sempre atento para isso, e mesmo ao fingir a queda, estaria ligado para uma possível mudança de direção do homem, e assim, conseguiria mover meu corpo de forma ainda mais inclinada, entrando em um ponto cego do mesmo, e de difícil acesso ao golpe que ele pudesse tentar me dar, e assim, executaria os movimentos para terminar de uma vez com aquela luta.




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Em um contexto geral, Klaus e seus aliados estavam em certa vantagem no combate, mas aquilo não iria durar por muito tempo, já que um grupo de marinheiros chegaria a qualquer momento.

Um pouco puto e feliz por finalmente ver o tal do martelo, Sunwizer já estava pronto para o segundo round. Todas as cartas estavam na mesa e não tinha nada além de uma graça trocação de golpes, pelo menos era isso que o oponente do futuro pirata buscava. Diferente dele, o homem sempre tinha uma estratégia, não era como se bater de frente não fosse uma opção, mas como alguém que usava e abusava da técnica, não deixaria isso para trás naquela última batalha. Como Seiya diversas vezes enfrentando os inimigos, o meteoro de Pegasus veio com vontade e força o bastante para transformar o corpo de Klaus em picadinho.

Optou pela esquiva e de uma maneira inusitada, não partindo do princípio comum de jogar seu corpo lateralmente ou para trás, mas sim, uma espécie de queda. Seria esse o punho bêbado? Brincadeira, o copiador usava um movimento semelhante ao seu oponente, usando sua mão como apoio, aplicava-lhe uma forte rasteira se aproveitando da posição vantajosa, sabia que a parte posterior das pernas eram frágeis, se comparadas a frontal. Os golpes seguintes erma em conectados com maestria, a joelhada e o machado em forma de mão, tudo dava a entender que Klaus iria finalizar naquele momento e sairia vitorioso perante a montanha de músculos.

A sequência era devastadora e acertava a musculatura da face do homem, que em um movimento rápido e limpo, levantou suas mão e a levou até o pescoço de Sunwizer, segurando com força. Levantou seu quadril e usando de toda força existente em seu interior, girando e tomando a posição de comando, ficando por cima de Klaus, independente da forma como ele posicionasse suas pernas no giro. Então o antagonista socou, uma, duas, três vezes o seu punho grande e pesado acertaram a face do homem, intensificando os danos e o sangramento que já estavam acontecendo ali.

Ele não pararia continuaria a sequência de golpes, até que fosse de alguma forma parado por Sunwizer.

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1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio


A cada segundo que se passava, a luta se tornava mais e mais problemática, e em meio a cada movimento eu não podia deixar de pensar.Rapidez, força, no que será que ele é fraco? Seria seu ponto fraco a resistência? Será que meus golpes estão adiantando algo? Ou está sendo tudo em vão? Aquilo de fato era um combate que eu nunca tinha enfrentado antes, o que mostrava que eu ainda tinha muito o que evoluir e muito a treinar, eu precisava me tornar alguém capaz de destruir tudo e qualquer coisa no meu caminho.

Após alguns movimentos, finalmente conseguia conectar dois golpes diretos no homem, o que me fazia sentir um tanto de alívio, mas em seguida, o mesmo se mostrava ainda mais difícil de cair, o homem erguia seu punho novamente e acertava meu rosto em cheio, e de certo o estalo que fez foi o do meu nariz quebrando.

Naquele momento a dor tomava conta de mim, e era nítido ao ouvir meu urro de dor.-UURG! Levava minhas mãos a face, segurando o nariz que agora mais parecia um chafariz de sangue, e como se não bastasse, o homem agora aproveitava da vantagem criada para continuar vindo pra cima, me jogando no chão e montando por cima de mim, exatamente como eu havia feito contra zé.

A cada golpe recebido, eu sentia minha consciência se esvaindo aos poucos, era como se um apagão começasse a tomar conta da minha mente e aos poucos meus olhos iam se fechando. Um, dois, três! Eram três socos seguidos bem poderosos, e no terceiro era como se eu mergulhasse em um abismo de escuridão, onde eu começava a abrir os olhos pouco a pouco e percebendo onde eu estava.Mas que porra é essa? Merda! Eu to apagando... Em meio a isso, lembranças corriam por minha memória, promessas, ambições, e desejos, tudo aquilo o que eu buscava passava como um filme em minha mente agora mergulhada no escuro.

Porém, ao lembrar dos meus objetivos, e do que eu queria me tornar, eu percebia que não podia simplesmente cair ali e desistir, eu não podia deixar um qualquer dar fim assim a minha história que estava ainda prestes a começar, e como em um flesh, um clarão de luz tomava conta de minha mente novamente, meus olhos começavam a se abrir e eu percebia que estava ali, pronto para receber mais um golpe.

Meu sorriso parecia ter vida própria e se mostrava naquele momento, como um demônio ressurgindo da escuridão, e quando o homem estava prestes a lançar seu quarto soco, era quando eu agia, retirando forças do além fundo do meu âmago, e quando seu punho estava prestes a conectar com a minha face mais uma vez, eu percebia que meus braços estavam livres, talvez um erro do homem? Eu o segurava, segurava seus dois punhos um com cada mão, aproveitando da movimentação de força do homem para baixo.

E dessa maneira, ao agarrar seu punho, eu sabia que não podia segurar e parar os mesmos no ar, mas minha ideia era outra, era a ideia que eu poderia me livrar daquela situação, ao agarrar seus dois punhos, eu usava a força do homem contra ele mesmo, puxando seus dois braços para mim, porém, os jogando para cima de minha cabeça, em direção ao solo, mudando a direção em que vinham seus punhos, e nessa movimentação, dobraria meus dois braços, estendendo meus cotovelos na direção da face do homem, com tanta força quanto o mesmo me golpeava, acertando um em seu queixo e outro em seu nariz.

A partir disso, o que daria um breve atordoamento no mesmo, usaria esse pequeno tempo para reagir, e puxar força de todo o meu corpo, utilizando cada fibra, músculo e vontade de matar que eu tinha naquele momento, afinal, isso havia se tornado uma briga de vida ou morte. Pegaria a lateral da cabeça do homem, e giraria meu corpo, jogando ele para o lado e o tirando de cima de mim, e puxando sua cabeça contra o solo, afundando o mesmo com toda a minha força.

Ao acertar o mesmo no chão, seguraria um de seus braços, enquanto mudava de posição, puxando o mesmo para trás de suas costas ainda forçando sua cabeça contra o solo, e então puxaria o mesmo até chegar a sua nuca.-Sim! Eu vou quebrar o seu braço e todo o seu corpo. Meu olhar era o de uma besta pronta pra dizimar sua vítima, eu não podia simplesmente parar agora e eu tinha que ir com tudo.

Ao puxar seu braço, eu erguia meu corpo, ficando de pé e então giraria pisando em sua cabeça, e puxando seu braço até que eu ouvisse o estalo, como se eu tivesse girando uma torneira, enquanto esmagava a cabeça dele no solo com um de meus pés. Quando seu braço enfim estalasse demonstrando enfim estar quebrado, eu soltaria o mesmo, e então desceria com um soco de cima para baixo na face do homem, um soco na lateral de sua cabeça, buscando acertar a fonte e sacudir seu cérebro.

E logo outro, e outro e outro e mais outro, eram socos consecutivos, tão fortes quanto uma britadeira batendo no solo e o perfurando, eu estava prestes a transformar a cabeça de mais um em purê de sangue e miolos? Sim, e não me importava mais o que eu estava fazendo, a única coisa que me interessava era afundar minha mão no crânio daquele verme até ele não ter nem mais um pingo de sanidade ou vida.

Seria uma enxurrada de socos, um atrás do outro de forma a deixar o homem completamente desfigurado e sem condições de seguir atrás de nós, caso não estivesse morto ainda. Ao perceber que o mesmo estava sem nenhuma reação, e estivesse morto, eu pararia de golpear, me levantando calmamente, como se tudo aquilo fosse completamente normal, um olhar bestial em uma face banhada de sangue, essa seria a cena vista por quem me visse naquela direção, seria o próprio demônio?

Porém, caso o homem ainda não tivesse sido finalizado, eu continuaria batendo, batendo sem piedade nenhuma, até finalmente confirmar sua morte e o fim daquela luta.

Caso o homem conseguisse em meio a minha cotovelada, ainda se manter firme, eu moveria meu tronco para cima levantando o homem um pouco, e assim, jogaria meu corpo para baixo rapidamente, buscando escorregar por baixo, e em meio ao movimento, estenderia minhas pernas, por suas costas, utilizando minha vantagem com habilidades acrobáticas e minhas pernas, para agora desferir uma joelhada em sua nuca, com toda a força que eu tinha.

Era possível que ainda assim, o homem não tombasse, e por isso, eu viraria meu corpo nesse momento, para a lateral, e assim jogando o homem para o lado, o tirando de cima de mim enquanto vinha com um punho carregado e repleto de vontade de matar, de encontro com sua face e acertando sua mandíbula, e logo outro, agora um gancho de baixo para cima, e quando sua face se levantasse, desceria com as duas mãos juntas, formando um martelo, o golpeando na face de cima para baixo, com tanta força que poderia fazer sua cabeça quicar no solo.

E quando finalmente o acertasse a martelada, uma segunda enxurrada de golpes viria, um, dois, três… Incontáveis socos, cada um mais carregado que o outro, cada um tão pesado quanto o anterior, e cada um deles buscava levar a vida daquele homem ao fim.




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Um oponente digno, essa era a definição do homem que se encontrava montado em Klaus, enchendo-o de socos pesados que acabariam com a vida de qualquer um, isso é, se eles não fossem tão fortes quanto o homem que estava sendo alvejado. Os golpes carregavam peso ao ponto de quase apagar Sunwizer, por um momento, ele cogitou até mesmo a ideia de que iria perecer ali. Entretanto, seu ímpeto falou mais alto, a vontade de concluir seus objetivos e alcançar o patamar que tanto almeja, ele resistiu.

Em meio às macetadas ele encontrou um meio de reverter aquela situação para algo favorável, segurando seus punhos, realizando movimentos técnicos e em seguida utilizando a mais pura selvageria em acertar com força a face do gigante que até então, estava em vantagem. Aquilo claramente causou danos ao homem, o sangue escorria pelos locais atingidos, mas, a fúria ainda se encontrava viva em seus olhos. Entretanto, sem dar-lhe tempo de reação, Klaus agiu, usando cada fibra muscular ele girou com toda sua força, ficando em uma posição vantajosa, para começar o massacre.

Voltando a técnica, o futuro pirata buscou colocar seu oponente em uma posição de submissão, causando dor a cada momento que pressionava o braço do homem. Suas palavras o fizeram arregalar os olhos, mas, não de maneira assustada e sim irritada. Ele tentou se mexer, o que piorou mais a situação que se encontrava, tentou por outras vezes se desvencilhar das teias que Klaus o prendeu, mas, ele não conseguiu. CRACK! O som era audível aqueles próximos, o som do osso indo pro saco, só não superou o grito dado pelo homem. Sunwizer não parou por aí, ele continuou agora agindo como um real pirata, acertou por diversas vezes o crânio do homem, o objetivo dele era simplesmente mostrar para seus inimigos com quem eles estavam lidando.

Se colocou de pé e o sangue junto com a massa encefálica do homem caia no chão, alguns homens de Astrid o olhavam assustados com tanta selvageria, mas, estavam felizes pelo mesmo der do seu time - Klaus! - A voz da gigante era ouvida, quando ele olhasse na direção do grito, veria uma cena um tanto quanto cômica. A mulher empunhava sua grande espada como se fosse um taco de golfe, acertou a lateral do corpo do Espadachim - Com a "lateral" da lâmina, sem ser a parte com o fio - e lançando o mesmo na direção de Klaus em alta velocidade - Acaba com ele! - Gritou a mulher.

Mais marinheiros estavam chegando, era possível escutar seus apitos e o barulho que seus passos em conjunto faziam, era muitos.

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Meus esforços pareciam finalmente ter dado certo, a massa de músculos agora não passava de resto, e ao cair, servia como apoio para meu pé. Agora eu observava em volta, como um verdadeiro rei, demonstrando sua superioridade, um olhar altivo, como se olhasse todos de cima.-Eu não queria ter que chegar a esse ponto… Mas sempre acabo desse jeito. Dizia enquanto olhava minhas mãos ensanguentadas, e logo as levando ao nariz e soando um pouco para tirar o excesso de sangue.

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Em meio a isso, eu observava os olhares de todos ali, pareciam temer tanto a mim quanto deveriam, já que aquela cena não era lá das mais belas, e sim, uma cena tenebrosa. Logo, a gigante me gritava, e sua voz ecoava até meus ouvidos, e ao olhar eu via Astrid em uma pose cômica, segurando sua espada como um taco de beisebol, e dessa maneira, a mulher golpeava o corpo do espadachim como se fosse uma bola de beisebol, o lançando em minha direção.

O corpo do homem voava com velocidade, e ao ver aquilo, eu só preparava um golpe poderoso para finalizar o mesmo, canalizava minha força no braço direito, esperando que o mesmo chegasse a uma distância aceitável e que eu pudesse o golpear, e então quando ele entrasse em minha área de alcance, eu golpearia sua face, de cima para baixo, chocando sua cabeça contra o solo, golpe tão poderoso que talvez pudesse abrir um pequeno buraco no mesmo.-Home Run! E então chocava meu punho contra sua face, o deixando lá caído no chão e usando o corpo de seu aliado de pódio.

Em meio a isso, era possível ver que a marinha não desistia de forma alguma, e continuava a avançar em nossa direção.-Tsc! Mas que saco, esses caras não cansam não é mesmo? E de imediato começava a caminhar na direção de Astrid, passando a mão no nariz, e o segurando um pouco. Minha respiração estava bem debilitada, e as dores pelo corpo me faziam andar um pouco cambaleante, mas uma caminhada lenta e estilosa, como se fosse um imperador avançando com seu exército.

Ao me aproximar da gigante, eu a pedia.-Sei que pode parecer preguiça minha, mas se eu cair enquanto corro, me carrega no colo? Eu to sentindo que vou apagar a qualquer momento! Diria e logo apontava para onde vinha os sons dos marinheiros, era audível os passos de sua marcha em nossa direção e então eu a dizia.-Eles estão vindo! Vamos sair logo daqui, precisamos entrar no barco… Ah! Pode colocar meu nariz no lugar? Tá uma merda de respirar assim. E assim, eu começava a correr, inicialmente uma caminhada veloz e logo mudando para uma corrida.

Eu tentava correr o mais rápido o possível, mas ainda sentia as dores da última luta, minha face parecia ter entrado em colisão com um navio de carga, meu corpo parecia ter sido alvejado por uma metralhadora de pedras, mas minha vontade de sair vivo e livre dali eram maiores do que isso, e aos poucos me colocava em direção ao navio para assim tentar uma fuga pelo mar.




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A Vitória trouxe um gosto satisfatório a boca de Klaus, este analisou o contexto de uma forma geral, marinheiros vinham aos montes e não parariam de chegar, eram como ratos saindo do bueiro. Não teve muito tempo para pensar, já que sua companheira estava lançando um homem em sua direção, que por sinal, teve um trágico fim. Um movimento condizente com sua personalidade e ações até então, acumulando toda força em seu punho e disparando um golpe de cima para baixo. CRAAAACK! O som do crânio do homem quebrando foi audível a Kira, ele já estava debilitado pelos ataques pesados de Astrid, só restou-lhe a morte após o ataque brutal do homem.

Os homens de Astrid que sobraram finalizaram os marinheiros que ali estavam, entretanto, mais e mais Marinheiros estavam a caminho, como dito, o som dos homens se aproximando era algo claro com o dia - Pare de se machucar! Você vai acabar morrendo. - Reclamou a loira gigante, mexendo com um certo cuidado no nariz do homem, colocando-as no lugar - Se receber outro nesse nariz, talvez nem mesmo eu possa te ajudar. - Pontuou. O Grupo que restava no porto seguiu Kira e Astrid na direção do barco, ela por sua vez, carregava seu irmão no colo para facilitar a sua proteção, afinal, ela daria sua própria vida para que ele permanecesse bem.

O barco atracado era de tamanho médio, velas limpas e brancas - com o símbolo A em sua vela -, bem acabado e cuidado, era um bom barco. A subida dos homens foi rápida, um deles tomava a rédea das ações e iniciava a dar ordens aos que sobraram - Vamos homens! Precisamos sair daqui. - Disse aquele que claramente era o Navegador da tripulação. Os homens eram ágeis nas ações para pôr o barco em movimento, a âncora era puxada e Astrid estava próximo a Proa, colocou seu irmão no chão com cuidado - Joe… - Lamentou o estado deplorável do seu familiar, a preocupação era clara em sua face.

O barco começava a se mover em direção a saída do porto, os marinheiros chegavam e quase que instantaneamente começaram a disparar com suas armas na direção do navio - Klaus, os canhões! Kiki, ajude-o. - Astrid mandou um de seus homens, um jovem - um dos que tinha auxiliado Joe anteriormente -, ele respondeu positivamente com a cabeça e daria todo suporte a Sunwizer, ele só precisava mirar e disparar os canhões laterais - Senhora? O que faremos? Mais navios à frente. - O navegador falou e não obteve resposta da até então capitã do barco, sua expressão de confuso mostrava a Klaus que sem um líder, eles não conseguiriam sair dali.


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Ao pedir que Astrid consertasse meu nariz, a mesma o fazia, porém, me repreendia severamente sobre a situação.-Bom, se eu não tivesse machucado assim, talvez estaríamos presos agora. Exclamava em um ar de deboche e descontração, enquanto a mesma cuidava da minha fratura com a máxima gentileza.

Ao final de seu conserto, Astrid ainda continuava dizendo coisas sobre eu não poder mais ferir meu nariz, eu a olhava e então colocava a mão sob o mesmo, demonstrando preocupação em um semblante de dúvida. Assim, começamos a nos mover em direção ao navio, a mulher pegava seu irmão no colo buscando o proteger usando seu corpo, e assim seguíamos, com todos os homens que estavam sem seu navio, voltando juntos conosco.

A corrida era feita por alguns metros, e logo chegamos ao navio. Todos ali pareciam saber o que deveriam fazer, Astrid por sua vez colocava seu irmão no chão, enquanto lançava suas ordens aos demais homens. Em meio a tudo isso, um de seus homens começava a dar algumas ordens, e o mesmo parecia ser o próprio navegador do navio, e direcionava seus ajudantes a nos colocar em direção ao mar.

Alguns cuidavam das velas, outros da âncora e rapidamente, tudo estava preparado para finalmente velejar. Já com o navio tomando seu rumo, Astrid parecia um tanto perdida, e os homens da marinha vinham com seu navio logo atrás, inclusive nos atacando com seus canhões. Os homens esperavam por suas ordens mas a mulher parecia um tanto perdida, e nesse momento, eu sentia a necessidade de intervir.-Parece que agora estamos em uma batalha naval! Não fiquem com medo senhores, as armas que eles tem, nós também temos. Meu olhar era direcionado aos olhos de todos ali, e mostrava convicção e coragem.

Minha postura era claramente a de um líder naquele lugar, corpo ereto e um olhar sério.-Se eles querem uma batalha naval, terão uma, uma que jamais vão esquecer, ou lembrar, pois estarão mortos. Assim, tendo o auxílio dos demais naquele navio, eu preparava um dos canhões, colocando uma bola de canhão dentro do mesmo, e então mirava. Meu foco era o navio que estivesse mais próximo a nós, apontaria o canhão e assim o dispararia, visando acertar o mesmo não importando o lugar.

Assim eu seguiria pelo navio, prestando atenção à volta e preparado para qualquer abordagem que pudesse acontecer, até mesmo em caso dos marinheiros conseguirem parear o navio deles ao nosso, e assim tentar invadí-lo.




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O futuro pirata tomava rédeas das ações de liderança, enquanto Astrid se encontrava em meio aquela bagunça, focada no tratamento do seu irmão, junto com outro homem, um que aparentava ter idade avançada. No quadrado onde estava, buscou atirar no navio mais próximo, era da marinha e estava posicionado em sua lateral. As balas atravessaram a madeira da embarcação e trouxeram destruição, os homens de Klaus gritavam a cada tiro lançado, o ajudante, visava atirar em direção ao porto, afugentando os marinheiros. Outros corriam pelo pela ponte, buscando rodear a embarcação enquanto disparavam tiros - Cuidado! Nossa frente às duas horas. - Gritou o navegador, apontando para uma escuna da marinha que estava se preenchendo de marinheiros.

- PAREM AQUELE BARCO! - Mesmo com a distância e sons de tiro, uma voz chegava até os ouvidos de Sunwizer. O marinheiro que estava no Búfalo anteriormente, agora estava de pé nas proximidades de Porto, em cima de um amontoado de rochas ele apontava e bradava furiosamente para seus homens - EU IREI TE PRENDER
EU PROMETO!
- Gritou o mais alto que pode, mantendo um olhar furioso em seus olhos.

A situação no momento era a seguinte: Klaus e sua embarcação acabaram de sair do porto, em seu encalço uma escuna da marinha se aproximava.


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O avanço do navio se iniciava, finalmente estávamos fora das docas, seguindo rumo a um novo caminho, mas, a investida da marinha não parava nunca, e mesmo causando danos ao navio na nossa retaguarda, outro deles vinha em nossa direção. Porém, esse contava com a presença do marinheiro de anteriormente, um homem que parecia realmente ser algo a mais, sua escuna vinha em nossa direção enquanto o homem bradava coisas.

Ao ouvir o que ele havia dito, eu ainda estava com a adrenalina no topo após acertar um disparo no navio que vinha atrás, aquilo era algo diferente de apenas socos, e ao ouvir o que ele dizia, eu virava o canhão em sua direção e disparava.-Cala a boca e agarra essa bolada! Eu me divertia mesmo em meio aquela situação caótica, disparando meu canhão incontáveis vezes em direção ao navio do homem.

No entanto, observava tudo à minha volta, e direcionava os outros atiradores para acertarem o navio que ainda nos perseguia.-Terminem de afundar o da traseira, e depois virem a duas horas! Vamos focar em afundar esse que tenta nos cercar, se ele afundar, a fuga é certa! Aquilo era como uma briga pessoal entre mim e aquele que queria me prender, eu me mantinha focado e mirando meu canhão, disparo após disparo, buscando afundar seu navio, ou pelo menos deixá-lo sem condições de nos seguir.




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Os disparados na direção do marinheiro que gritava ameaças forçaram-no a se mover, não de maneira elitista como se portava, mas sim como um cachorro fugindo os os rabos entre as pernas. Por conta da estrutura da escuna, ela acabava sendo relativamente mais veloz que o brigue no qual Klaus estava, a aproximação era realizada com sucesso.

Enquanto os homens se preparavam para disparar os canhões, o grupo de marinheiros lançava pequenas cordas amarradas em um gancho, prendendo-os no barco de Sunwizer. Em movimentos ágeis - como circenses - eles invadiram a embarcação do homem causando um tremendo alvoroço - ATACAAAAAAR! - Vocês podem pensar, tal grito só pode ter sido dado por um homem comandando uma tropa extensa, entretanto, não era bem assim. Um punhado de homens com cerca de quatro, esse foi o número exato de marinheiros que conseguiram entrar no barco. Uma dupla que tentava atravessar, tinha sido barrada pelos tripulantes, que cortaram as duas cordas que eles usavam para tal ação.

Dois homens foram para cima de Klaus, ele era o que chamava mais atenção, afinal, foi o homem que respondeu o seu superior. Os outros dois estavam entrando em confronto com outros dois tripulantes, ambos utilizando espadas de estilos diferentes. O pequeno atrito começava, a dupla atacante estava fora de sintonia, já que um conseguiu direcionar um golpe visando acertar Kira com um chute na região do abdômen e o segundo carregava um par de machadinhas. Esse último atacou logo em seguida, tendo um espaço curto de tempo entre um ataque e o outro, visando um golpe horizontal no nível da garganta do Pirata.

Flevance aos poucos ia ficando para trás, os tiros dos marinheiros já não alcançavam a embarcação. Eles estavam se organizando para uma busca? Entrariam em contato com algum navio nas proximidades? Ao fundo uma tempestade dava suas caras! O que Sunwizer iria fazer?

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O homem engolia suas próprias palavras enquanto eu disparava o canhão em sua direção, o homem corria como um cãozinho com seu rabo entre as pernas, fugindo de sua morte.-Ora, ora! Parece que falar é mais fácil do que fazer, não é? Analisava meus arredores, e finalmente a escuna do homem chegava até nós.

Seus homens lançavam cordas com ganchos até nosso navio, e logo vindo como artistas circenses, caminhando pelas cordas até que finalmente entraram em nosso barco. Porém, eles pareciam um tanto idiotas, apenas quatro homens passavam para o nosso lado, não era nem mesmo um pequeno exército, dois deles eram abatidos pelos homens de Astrid enquanto os outros dois vinham em minha direção.

Um deles tentava me golpear com um chute, enquanto o outro se lançava com suas machadinas em minha direção, o do chute buscava acertar meu abdômen enquanto o dos machados, minha garganta. Ao ver seus movimentos, aqueles não pareciam minimamente alguém importante, o que me deixava desapontado, e em um movimento firme e rápido, segurava a perna do primeiro que tentava me chutar, o puxando um pouco para o lado, e o agarrando pela garganta, colocando na frente das machadinhas do segundo, que vinham em minha direção.

Dessa forma, buscando me defender das armas enquanto finalizava um dos atacantes, e em caso de ter dado certo diria.-Mais uma pra minha conta... Quando eu dizia isso, era nítido que era sobre a morte do homem, mesmo que pelas mãos do próprio aliado, aquilo ainda cairia sobre mim, e não havia nada o que eu pudesse fazer.

Após isso, arremessava o corpo do homem contra o das machadinhas, que após ter lançado duas armas, talvez não tivesse mais nada além de seus punhos, e agora estava dentro da minha especialidade. Ao jogar o corpo de seu aliado contra ele, eu avançava ferozmente, observando qual seria sua movimentação para se esquivar do corpo, ou segurá-lo, seja ela qual for, eu estaria lá para pegá-lo, como o próprio bicho papão.

Investiria com movimentos simples e rápidos, um golpe direto no estômago, e um segundo vindo de baixo pra cima, em um gancho, acertando seu queixo e o fazendo cair desacordado, e logo depois jogando os dois dentro do mar.-Estavam sujando o navio! Logo, olhava diretamente para o homem no outro navio, aquele que certamente seria o líder ali, um líder fraco e medroso, que mandava seus homens antes mesmo de ir.

Eu o olharia fixamente, um olhar sério e imponente, e uma vontade imensa de sair daquele lugar, uma convicção inabalável.-Um líder que não lidera seus homens, não é um líder! Você é só mais um, e ao contrário de você, eu daria a vida para proteger a todos aqui dentro, então, se tentar pisar nesse navio, pode se considerar um homem morto! Aquela era a versão que eles queriam que eu fosse, um bandido, um homem tão cruel quanto o próprio mal, e mesmo que tudo o que aconteceu anteriormente fosse realmente culpa minha, eu iria agir agora como se fosse, e vestiria o manto pirata como um verdadeiro mal.

Agora o que nos restava era sair daquele lugar, Flevance estava ficando para trás a cada segundo, e já era possível perceber que a ilha estava bem distante.-Melhore, se torne digno, e quem sabe um dia você consiga me capturar! Me virava de costas indo até a ponta do navio e olhando para o horizonte, e então diria a aqueles que estavam no navio.-Afundem aquele navio! Vamos ver se ele realmente é alguém que valeu a pena deixar vivo. Assim, voltaria meu olhar a minha volta, analisando todo o contexto, estaria atento a qualquer coisa que ainda pudesse ocorrer, e assim poderia tomar alguma atitude.

Ao olhar, percebia que Astrid ainda cuidava de Joe.-Astrid! Quer ajuda para levá-lo para dentro? Aqui fora ainda pode ser perigoso, cuide dele que eu cuido das coisas por aqui. Diria a ela em um tom mais amigável, com um leve sorriso no rosto caminhando em sua direção.

Caso ela não precisasse de ajuda, eu então a deixaria cuidar do irmão, enquanto eu agora tinha que pensar no que fazer.Então finalmente começou… Finalmente me tornei um pirata, e agora minha história começa de verdade. Diria olhando para minhas próprias mãos, mãos essas que haviam matado mais homens nesse pequeno período, do que em toda a minha vida, mas não fazia diferença, afinal, era matar ou morrer, literalmente.

Após isso, iria até a dispensa do navio, e pediria para um dos homens me levarem até lá, meu intuito era analisar as provisões de comida e de todo o restante para sabermos se precisa ou não reabastecer, e ao ter isso em mente, eu poderia traçar uma rota para seguirmos, e assim, chegarmos a Grande Linha de forma segura o mais rápido possível.




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