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1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio Qua Jul 14, 2021 11:12 am
Relembrando a primeira mensagem :

1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Klaus Sunwizer. A qual não possui narrador definido.

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Relampago Kirinha


Kira voltava a ser um lobo solitário, ciente da situação na qual se encontrava, optou pela ação mais inteligente no momento: se misturar. Ele era grande, seu físico digno de atenção, contudo, a movimentação de transeuntes por todo caminho era alta. Com a tentativa de passar despercebido aos olhos daqueles que - possivelmente - estavam em seu encalço, não chamou atenção, caminhando junto com o fluxo e conseguindo encontrar o objetivo. Antes de entrar, foi possível avistar uma patrulha de marinheiros, aparentemente simples soldados que, aos seus olhos, buscavam por alguém, afinal, eles estavam parando pessoas suspeitas.

O bar chamava a atenção daqueles que nunca o viram e também, daqueles que o visitavam rotineiramente. Era grande, com dois andares, o acabamento do local continha o minério tão famoso da ilha, o chumbo Branco, o que trazia uma beleza encantadora ao estabelecimento. No interior - no térreo - era possível ver um número alto de mesas, cerca de quinze cada uma com quatro cadeiras cada. Como de costume, o estabelecimento estava lotado! Trabalhadores das minas e também uma população de baixa renda, Kira tinha essa noção por conta das suas vestimentas. No extremo esquerdo da posição inicial de Kira - a entrada - um pequeno trio de marinheiros enchia a cara de cerveja, suas roupas estavam dobradas em cima da mesa, não tinha como saber seus respectivos cargos.

Sua ação inicial era buscar pelo contato no estabelecimento, abordou uma das garotas que atendiam às mesas e ao dizer o nome, notou uma risada sem graça vinda por parte da mulher abordada - Não sou a Melinda, aquela é a Melinda… - Apontou e alguns metros atrás, ele podia ver um mink Leão, três metros de altura e com músculos torneados por toda extensão do seu corpo. Seus olhos eram amarelos, a sensação era que um predador estava no interior daquele bar. Suas orelhas mexiam e viraram-se na direção do homem, a fera o olhou de cima para baixo e falou - Estou aqui! - Sim, ela tinha ouvido daquela distância. O engraçado era que sua voz não parecia nada com sua estrutura física, uma voz fina, estridente e de certa forma, doce.

- Aí meu Deus! - Melinda falou um pouco alto, levando em seguida sua mão até a boca e arregalando os seus olhos - Eu soube que uma gigante e um rapazinho fizeram atrocidades, não estava que fosse a Astrid. Assim que puder, me conte os detalhes. - Sussurrou perto do ouvido de Klaus, apenas ele podia ouvir suas palavras naquele momento - Joe acabou de sair, foi comprar algumas coisas para os seus irmãos, lembrancinhas da viagem. Pode aguardar um pouco? Qualquer coisa me avise. - Ela falou, voltando a atender alguns dos clientes que estavam em seu balcão.

Um grupo de marinheiros composto por quatro membros adentraram no lugar, o clima havia ficado pesado no momento em que eles chegaram, mas, aliviou gradativamente. Alguns olhares estranhos, cochichos eram perceptíveis, já em algumas mesas, continuavam suas conversas e festejos, ignorando o grupo. O que Klaus faria? Uma luta? Tentar passar despercebido? Fugir? Não sei, entretanto, a voz de um dos marinheiros ecoava pelo lugar - Precisamos revistar todos vocês. - Sua voz era grossa e alta. Seus cabelos negros espetados para cima, junto com o tapa olho localizado na esquerda do seu rosto, davam-no um semblante imponente.





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1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio

Ao chegar no bar, minha abordagem certamente tinha sido na pessoa errada, afinal, eu não fazia idéia de quem seria a tal Melinda, e olha, ela tá muito distante do que eu imaginava. A menina perguntada me respondia, mostrando quem era a Melinda de fato, e ao ver, eu tinha uma leve surpresa.-Meu Deus… Eu não acertaria nem que eu quisesse. Diria em um tom engraçado e descontraído.

Ao dizer o que eu fazia ali, a mink parecia surpresa, e quando ela falava sobre termos feito atrocidades, eu a olhava de forma mais séria, mas em tom de dúvida.-Você realmente acha que nós quem fizemos as atrocidades? Dizia em tom baixo, para que só ela ouvisse. Nesse ponto, ela finalmente respondia sobre o irmão de Astrid, e isso parecia um problema ainda maior, já que eu precisava sair dali o mais rápido possível.

Ela então me dizia para permanecer ali e esperar pelo rapaz, e eu a dizia antes de se afastar.-Você sabe que eu estou sendo procurado, junto com a sua amiga, não é? Esse lugar já se mostrou bem convidativo a marinheiros. Diria fazendo sinal com a cabeça em direção aos que estavam sentados à mesa bebendo.-Não vai demorar muito até que venham, cada minuto pode ser uma sentença de prisão, ou morte. Assim, eu deixaria a mink leão seguir, e dessa forma, me sentaria no balcão, mantendo a calma e então pedia uma bebida.-Me vê um suco de limão! E então, logo perguntava também.-Onde tem um banheiro? Tô bem apertado! Aproveitaria enquanto o suco ainda estava por chegar e assim iria até o banheiro.

Lá eu lavaria minhas mãos e manopla, buscando retirar qualquer resquício do combate dos mesmos, as secaria, e logo as vestiria novamente, observava meu rosto e outras partes do corpo que pudessem ser limpas, para evitar ao máximo que fosse ligado ao que aconteceu, e quando tudo estivesse feito, voltaria a me sentar no balcão, e assim receberia meu suco.

Me mantinha ali, buscando manter a calma o máximo possível, sem mostrar que eu era um procurado ou algo do tipo, demonstrando total despreocupação, pois se eu estivesse agindo de forma suspeita, seria um convite a ser preso. Enquanto estava por ali, observava o lugar, e vendo que realmente era bem bonito, e o quanto estava lotado, algum tempo depois, alguns marinheiros entraram no local, e logo ao entrar, um dos homens, o que parecia ser o líder daquele grupo, dizia que precisava revistar a todos.

Enquanto eu bebia meu suco, parava levemente o copo um pouco antes de encostar na minha boca, e dava um olhar sob os ombros, de rabo de olho, observava por alguns segundos e então continuava bebendo o suco, mantendo a calma e fingindo que não sabia de nada, enquanto olhava para a frente. Nesse momento eu estaria de costas para eles, já que estaria sentado no balcão, e assim eu permanecia, e ao dar mais um gole no suco, eu olhava para Melinda, um olhar sério, mas ainda mantendo a calma.

Aquilo poderia significar duas coisas, uma, estavam vindo atrás de mim, e certamente isso seria um problema gigantesco, já que tirando os três sentados, haviam mais quatro que acabavam de chegar, e um deles, o do tapa olho, parecia ser alguém minimamente importante. Porém, eles poderiam apenas estar buscando por outra pessoa.

Eu não sabia o que de fato eles buscavam, e assim, me mantive ali com a calma bem além do que deveria, e em meio a isso, buscava me manter descontraído.-Melinda, me manda um prato de carne, por favor! E outro suco também, de maracujá dessa vez. Continuaria sentado, e deixaria que os homens ali fizessem seu trabalho, afinal, eu ainda não precisava lidar com eles, e agora só restava esperar e ver no que aquilo levaria.




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Relampago Kirinha


Kirinha 1v9 estava prestes a entrar em uma situação que levava o nome da sua aventura, faltava alguns marinheiros em cena, mas, não era algo difícil de acontecer. Ao falar para Melinda sobre a veracidade dos fatos, ela direcionava a ele um olhar de quem não acreditava naquilo tudo, era possível notar que a cada palavra lançada pelo futuro pirata, o Mink Leão a sua frente ficava mais corado, mesmo que fosse difícil para alguém desatento notar - Por ali, logo atrás daquele homem grandão, querido. - Ela falou com um sorriso no rosto, seus dentes eram como os de uma fera enjaulada prestes a rasgar a garganta do seu algoz, afiados e extremamente limpos. Apontou na direção indicava, no final do grande balcão, atrás do homem musculoso e grande, Kira encontrou o banheiro.

O asseio foi realizado em uma tentativa de não chamar atenção, afinal, manoplas repletas de sangue era um chamariz e tanto. Em sua volta o suco já estava no balcão, Melinda empurrava o copo com a ponta de sua garra, ficando ainda mais fácil para que o homem pudesse pegar. Ele bebia enquanto observava os arredores, a presença daqueles marinheiros era algo preocupante, ainda mais quando o mais significativo dentre eles, bradava que ia acontecer uma revista naquele ambiente. Bom, a maioria das pessoas nem sequer tinha dado bola às suas palavras, não por desrespeito, mas sim por não estarem em condições para isso.

Sua expressão se fechou como o céu limpo sendo tomado por nuvens escuras, uma tempestade estava vindo. Um marinheiro, que estava atrás à esquerda, aproximou-se do homem e pareceu sussurrar alguma coisa, que era visível na face do marinheiro principal, o tranquilizar. Três deles saíram, inclusive o marinheiro de tapa olho, apenas um ficando em pé - como um segurança - observando o entra e sai de pessoas naquele lugar. Um homem de cabelos loiros entrava no lugar, Melinda rapidamente sinalizava enquanto entregava o prato de carne e o suco, que era o irmão de Astrid - Venha cá, Joe. - Ela falou um pouco mais alto, chamando inclusive a atenção do marinheiro que continuava a observar, mas, mudava sua atenção de lugar tão rápido quanto repousou ali - Astrid mandou esse homem pra te encontrar... - Concluiu o Leão, voltando sua atenção aos outros clientes.

Joe era um homem bonito, centímetros menor que Kira. Seu corpo não era dos mais magros, tinha alguns músculos por debaixo das vestimentas sociais que ele usava, um blazer preto, calça e sapatos na mesma tonalidade - Algo aconteceu com minha irmã? Ouvi alguns boatos… - Sua voz era rouca e baixa, mas, passava seriedade e confiança em suas palavras.


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1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio

A situação parecia ficar cada vez mais problemática, com tudo, o que parecia estar se transformando em uma tempestade, começava a parecer um céu aberto, um dos marinheiros falava aos ouvidos do homem com tapa-olho, e em seguida alguns deles saíam, deixando apenas um deles ali de pé, como um segurança.

Aquilo poderia significar duas coisas, ou eles receberam uma informação importante sobre quem eu era e onde me encontrava, ou talvez uma outra missão mais importante, ou eles sabiam quem eu era e estavam arrumando uma emboscada, mas, eu não podia mostrar desespero e nem mesmo mostrar que estivesse me importando com aquilo.

Alguns momentos depois, Melinda chamava um rapaz, e dizia que eu queria falar com o mesmo, eu continuava comendo minha carne, e tomando meu suco e então pedia pra ele se sentar ao meu lado.-Oh! Então é você? Olhava o homem com um semblante de dúvida e assim continuava.-Achei que você fosse um pouquinho maior… Enfim, vim aqui te dar notícias. Voltava a comer e tomar um gole do suco mostrando calma, como se nada tivesse acontecendo.

Me aproximaria um pouco mais dele, movendo meu tronco para próximo e então dizia.-Bom, ela está bem, nós conseguimos sair de lá com vida, mas estamos sendo… Você sabe. Diria dando uma leve mexida na cabeça em direção aos marinheiros.-Ela me pediu para vir buscá-lo, já que ela chamaria muita atenção pela cidade, então eu estou aqui, vim buscar você para irmos embora, ela está esperando no návio. O diria em um tom bem descontraído, como se não estivesse comentando nada de mais com ele, e assim não chamar a atenção.

Logo, chamava Melinda novamente.-Melinda, trás um copo de suco pro meu amigo aqui também! Olharia para ele dando uma leve piscada, e então dava um sorriso, e dizia de canto de boca.-Finge que estamos nos encontrando depois de algum tempo, e aja como os demais despreocupados, não chame a atenção. Com isso, continuaria ali, calmo, enquanto analisava a situação como um todo.

Buscava por possíveis saídas de emergência, assim como caminhos mais fáceis até o possível lugar, assim eu teria em mente como sair dali caso tudo desse errado, afinal, até eu sabia que ainda não era forte o suficiente entrar em uma guerra com a marinha naquele lugar, talvez eu pudesse até vencer, mas isso poderia dar uma dor de cabeça ainda maior, então, a única opção que me restava, era simplesmente agir como se nada tivesse acontecido.-Termina o suco e vamos embora. Diria em um tom baixo para que apenas ele ouvisse.-Quanto mais ficamos aqui, mais isso se torna perigoso, tanto pra nós, quanto pra ela. Diria olhando diretamente nos olhos do rapaz, esperando uma resposta do mesmo.




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Relampago Kirinha


Era de fato estranho que o irmão de uma gigante, fosse tão pequeno como Joe – Ela não é minha irmã de sangue. – Ele falou de maneira cansada, deveria ver rotineiramente esse tipo de “espanto”ou até mesmos, zombarias – Estão dizendo que vocês mataram pessoas, crianças e até mesmo um marinheiro! Você sabe quantas pessoas estão atrás de vocês dois? – Falou tentando sussurrar, mas, sua voz saia um tanto quanto descontrolada. Dado seu timbre e em meio aos festejos no bar, acabou por não chamar a atenção do marinheiro localizado na entrada do lugar – Sim sim... Ficamos de nos encontrar aqui para voltarmos, onde ela está? Ela realmente está bem? Se você fez algo com minha irmãzinha... – Cerrou os punhos enquanto uma veia saltada na sua testa, estava óbvio que ele não perdoaria qualquer um que causasse algum dano a sua irmã.

Tão rápido quanto o súbito de raiva tomou conta do seu corpo, ele se esvaiu, Joe ajeitou suas vestes e passou a mão pelo seu cabelo – Desculpe, se tivesse feito alto com ela, não estaria aqui me procurando. – Falou de maneira tranquila. Melinda respondeu ao chamado, trazendo um suco de maracujá para o companheiro de Kira, esse último passava algumas informações de como se portar para o irmão de Astrid – O-ok. – Sua voz tremia, não só ela como também a sua mão. O futuro pirata buscava por rotas de fuga e o bar contava com várias: A porta principalmente de saída era a rota mais óbvia de todas. Alguns metros ao lado do marinheiro, cerca de três, uma janela dava para fora, mas, estava coberta com uma cortina escura e um tanto quanto transparente. Nas costas de Kira, atrás dos marinheiros que bebiam, mais uma janela se fazia existente com o mesmo tipo de decoração, essa, dava para o outro lado da rua. Atrás do balcão tinha uma espécie de entrada, uma porta estreita, mas, que Melinda conseguia passar sem muitas dificuldades, não tinha como saber onde daria, mas também era uma opção. Na parte de cima não tinha muita informação, contudo, era provável que pelo menos exista uma janela que pudesse ser usada.

Um burburinho se formava alguns metros ao lado de Kira, o robusto homem apontado como ponto de referência para o banheiro, parecia estar discutindo com outro rapaz, pelas palavras ditas por ambos, era por causa de mulher – Estou pronto e agora? – Joe falou após ingerir de uma só vez o suco no copo. Se Kira observasse podia ver que o marinheiro agora estava olhando em sua direção, era difícil ter certeza se ele observava a discussão ou estava olhando diretamente para ele, mas, ele sentia que algo estava errado. Melinda bateu na mesa tão forte ao ponto de chamar a atenção de todos do recinto, sua voz era grossa e um pouco animalesca – SE QUISEREM BRIGAR, VÁ PRA FORA!  - Gritou o mink Leão.

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1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio

O rapaz parecia tão cabeça quente quanto eu, e demonstrava sua raiva ao achar que eu havia feito algo a sua irmã e logo voltando ao normal.-Oh, achei que teria que apagar você aqui também. Diria o olhando de rabo de olho, enquanto cerrava os olhos e tomava um gole de suco, era possível ver minha garganta se movendo enquanto o líquido descia, uma cena que poderia mostrar os nervos de aço e a calma que eu tinha naquele momento.

-Não fomos nós que fizemos aquilo, mas enfim, temos que ir embora daqui. Com isso, o rapaz se sentava e começava a raciocinar de forma mais tranquila e clara, percebendo que eu não estaria ali se tivesse feito algo a ela. Nesse momento, enquanto analisava os possíveis locais de fuga, eu conseguia perceber alguns que seriam realmente úteis.

De todas ali, a saída atrás do balcão era a mais certa de eu usar, e com isso, eu o dizia em tom baixo.-Vamos dar um jeito de sair por ali. Indicava com um olhar, a porta que estaria atrás do balcão. Com tudo, naquele exato momento, o homem musculoso que estava sentado próximo ao banheiro começava a discutir com outro ali dentro, a discussão era sobre mulher e parecia de fato que rolaria  briga, com tudo, Melinda colocava em prática a sua presença como uma Leoa, e gritando os mandava ir para fora.

Era possível notar que o homem olhava para mim, mas não sabia se era a briga que chamava sua atenção, ou se ele já sabia quem eu era, e com isso eu esperava.-Se esses dois começarem a brigar, a gente usa isso para sair lá por trás, vamos aproveitar a confusão e dar o fora daqui o mais rápido possível. E então continuava observando a possível briga ali dentro, enquanto soltava uma suave palavra, para que só os dois ali, tanto o grandão musculoso quanto o outro ouvissem.-Não é por nada não, mas de onde eu venho, isso aí se resolve com uma briga das boas… Ou será que o grandão tá com medo desse carinha ai? Dizia em tom instigante, buscando fazer os dois caírem no soco e gerar a maior confusão ali dentro, mesmo com Melinda tendo dito para irem lá pra fora.

Esperaria para que os dois brigassem, e assim que começasse a confusão, puxaria Joe pelo braço e seguiria para trás do balcão, passando por Melinda e então dizendo.-Desculpa, mas a gente precisava disso, eu volto e te pago depois! Fica tranquila. Com isso, sairia pela porta de trás do balcão indo até onde a mesma me levasse, e assim, seguiria junto de Joe até o návio de Astrid, sem parar e nem olhar pra trás.

Porém, caso a briga não ocorresse, eu começaria a fingir uma dor imensa.-Merda! Acho que comi muita carne, preciso ir ao banheiro. Olharia para Joe e o pedia para me ajudar até lá, e quando passasse pelo homem musculoso, eu diria em um tom que só ele ouvisse.-Ele disse que você não é de nada, e que vai ficar com a mulher. E com isso, seguiria de forma lenta até o banheiro, e esperaria que a briga acontecesse, e caso tudo desse certo, usaria a confusão para sair pela porta atrás do balcão e seguiria até o návio de Astrid, juntamente com Joe.

Caso tivessem mais marinheiros na saída que tomamos, caso fossem alguns mais fracos e bobos, tentaria pegá-los desprevenidos, e aplicaria um mata leão, buscando desacordá-los para que assim pudéssemos seguir caminho ao porto. Porém, caso não tivesse ninguém, apenas me colocaria a correr juntamente de Joe, buscando enfim sair daquele lugar problemático.

A caminhada poderia ser grande, mas eu não me importava, e assim seguiria rumo ao porto onde estava o navio da gigante, dessa forma, finalmente colocando um fim aos problemas naquela ilha, e tomando rumo no mar, em direção a próxima parada.




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Relampago Kirinha


Joe se assustou com as palavras de Kira, será mesmo que o homem iria o nocautear se fosse necessário? Bom, ele não iria saber naquele momento. Um plano astuto era proposto pelo homem, usar o ambiente era algo que só os inteligentes sabiam utilizar e o futuro pirata, se mostrava ser um deles. O plano era simples, sair pela porta atrás do balcão, Melinda ficaria chateada com isso, mas Kira já esperava essa reação.

A discussão se tornava um tanto quanto acalorada, até mesmo a mãe de algum deles tinha sido jogada no meio daquela treta. Como um balde de gasolina, Klaus incitava ainda mais a pancadaria e recebia – como dito, algo esperado – um olhar furioso de Melinda. O grandalhão descia sua mão com uma guilhotina já cabeça do homem, que bloqueava fazendo um “X” acima da sua cabeça. Uma série de golpes começaram a ser trocados por eles, socos, chutes e tapas – Briga! Briga! – Os clientes clamavam pelo caos que se espalhava pouco a pouco pelo interior do bar, amigos e conhecidos daquela dupla que se digladiavam, entraram em ação, indo em defesa daqueles que nutriam algum tipo de afeto. Uma briga generalizada se formou e para Kira, aquilo era o ideal, afinal, ele aproveitava do momento para sair de fininho pela porta atrás do balcão, puxando Joe pelo braço.

Melinda nesse momento já tinha ido para o meio da confusão, usando da sua delicadeza demasiada para massagear os homens com fúria, gritando para que parassem com aquilo. Ao passar da porta a dupla se deparava com um corredor extenso, sendo iluminado por algumas tochas por toda sua extensão. Era um lugar pequeno, eles Kira não conseguia andar de maneira tranquila, sendo forçado a andar de lado para evitar atrito com a parede, era estranho. Não demorou para que passassem por mais uma porta, dando para uma espécie de adega misturada com o estoque alimentício do bar, fardos de batata, cenoura, farinha e outros itens dessa espécie era algo visível na dupla. No lado esquerdo daquele cômodo, uma série de bebidas organizadas meticulosamente na prateleira poderia também chamar a atenção dos homens, mas, eles buscavam era mesmo pela saída. Não demoraram para achar – com um pouco de dificuldade, já que uma única tocha era responsável pela iluminação – uma porta que dava para os fundos do bar, um beco escuro e sujo – Que fedor. – Comentou Joe levando sua mão ao nariz, parecia que o esgoto de algumas casas e estabelecimentos desaguavam naquela região. Seria impossível sair dali sem que as grevas se banhassem com o muco fétido, eles percorreram pelo beco indo na direção indicada por Joe, o homem que sabia com toda certeza onde estava o navio da sua irmã.

Parados! – Uma voz surgiu vindo da direção inicial deles, o marinheiro do bar havia-os seguidos – Achei suspeito vocês incitarem uma briga e saírem daquela forma, vamos, venham comigo. – Caminhou cerrando um dos seus punhos, na outra mão estava uma pequena adaga – Espere... Você! – Apontou a adaga na direção do robusto homem – O assassino! – Gritou investindo na direção de Kira, antes de claro, soprar um pequeno apito que se encontrava preso por uma corrente em seu pescoço, pelo jeito era um sinal. O marinheiro rodopiou no ar e caiu visando acertar seu calcanhar na cabeça de Kira, um golpe pesado, como uma marreta


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1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio

Todo o plano parecia ter dado certo, conseguimos usar toda a situação para sair do bar, porém, o marinheiro que estava na porta havia nos visto, e assim nos seguiu até a saída atrás do bar.

Quando saiamos do bar, o cheiro podre de esgoto era nítido, dava pra sentir até se eu não tivesse um nariz.-Mas que cheiro de morte! Meu deus, como vivem por aqui? Comentaria com Joe enquanto tentava pisar de forma leve no chão sujo e fétido, quase na ponta dos pés, caminhando para fora dali.

Porém, antes que pudéssemos tomar rumo até o navio, o marinheiro aparecia atrás de nós, o mesmo empunhava uma adaga, e assim que nos via, dizia ter achado estranho a nossa saída logo após a briga começar. Nesse momento eu pensei em mentir, dizendo que não gostamos de brigas e por isso estávamos saindo, mas logo o homem tocava seu apito e em seguida mostrava que me conhecia.

Meu semblante imediatamente mudava de um ar azedo por conta do mau cheiro, para algo mais sério e focado, como se meu olfato tivesse simplesmente desaparecido e o cheiro não me incomodasse mais, afinal, tinha outro problema bem maior que o cheiro ruim ali, era a marinha.

Em meio a situação, eu pensava em como agir, engolir o orgulho ou lutar contra todos os marinheiros ali? Mas quando eu me dei conta, o homem já havia vindo em minha direção, e estava prestes a me golpear, com um chute que vinha de cima para baixo, como um machado descendo sobre a lenha na floresta, e essa lenha? Era a minha cabeça!

Minha única opção ali nesse momento era uma luta, uma que fosse rápida, e no momento em que vi seu chute vindo em minha direção, eu não pensava duas vezes e avançava com um golpe contra o homem. Como que se para um machado descendo sobre a lenha ou o que quer que queiram cortar com sua lâmina? Exatamente, parando o movimento pelo seu cabo.

Nesse momento, eu me inclinava para a esquerda, saindo da direção do chute do homem enquanto canalizava minha força no punho direito, e assim, eu subia meu punho com toda a força, afim de parar o machado acertando o cabo que segura a lâmina, um golpe com uma força um tanto desproporcional de tão brutal, focando em acertar as costas de seu joelho, e assim fazer o mesmo girar para trás no ar.

Quando o homem girasse e estivesse virado indo de cabeça para o solo, seria o momento que com a outra mão, eu desceria um golpe como uma marreta diretamente em sua face, acertando boa parte do seu rosto, com punho e antebraço, pegando o golpe com o punho na lateral de sua cabeça, e parte do antebraço em seu nariz, como se estivesse de fato afundando uma marreta na face do homem. Mesmo que eu não conseguisse acertar o homem para desacordá-lo, o mesmo teria problemas em se mover para nos perseguir, devido o golpe na junta do joelho, e isso nos daria tempo de fuga.

Minha idéia não era matá-lo, e sim apenas deixá-lo inconsciente, isso nos ajudaria a ganhar tempo, tanto tendo menos um deles quanto deixando alguns para trás para cuidar do homem, assim diminuindo a quantidade de homens nos perseguindo pelo caminho, e claro, não teriam como saber a direção tomada por nós, a não ser que eles tivessem chegado antes da nossa partida.

Minha idéia não era a de uma briga, não contra todos os homens ali, eu tinha plena consciência de que certamente daria um problema ainda maior, e eu acabaria colocando Joe em uma situação que não deveria.-Joe, temos que correr o mais rápido que pudermos, mesmo com esse aí caído, ainda tem mais outros seis vindo atrás da gente. Eu o olhava de forma séria, meu semblante de tranquilidade já havia deixado meu rosto a muito tempo e eu não me importava mais nem no que eu estava pisando naquele momento.

Caso o movimento tivesse dado certo, rápidamente começaria a me mover em direção ao navio, com toda a minha velocidade, e nessas horas eu dava graças a deus em ser um atleta, o que fazia eu me destacar na velocidade de locomoção em direção ao navio.

Me manteria atento a tudo a nossa volta, e até mesmo a Joe, para tentar impedir que o mesmo ficasse pra trás ou que o pegassem.-Não para de correr por nada, eu disse que levaria você para ela, e eu vou levar, nem que eu tenha que voltar e acabar com todos aqueles idiotas. Naquele momento, eu tinha dois sentimentos ardendo dentro de mim. Um deles era o orgulho que eu tava tendo de engolir para fugir dali, deixando uma briga para trás, o outro, era que eu não queria falhar com a menina, e tinha que levar seu irmão para ela custe o que custar.

Com isso, seguiria junto de Joe até o navio, para que finalmente pudéssemos fugir daquela ilha, uma fuga que eu não precisaria fazer se não fosse aquele verme ter gritado mentiras, fazendo as pessoas acreditarem que nós realmente éramos os bandidos, apesar de eu não ligar muito.

Porém, era óbvio que minha investida contra o homem apito poderia ter dado errado, e se isso acontecesse, eu tinha em mente que não poderia perder muito mais tempo ali, e assim, buscaria apenas sair da direção de seu chute, moveria meu corpo em um semi giro para a direita, tirando meu corpo da direção do golpe do mesmo, dessa forma, abriria espaço para que eu pudesse agir com mais eficácia.

Ao executar o semi giro, agarraria a perna do homem, o ajudando em seu trajeto, o puxando na direção que ele já estava indo devido seu golpe, e assim, o arremessando no chão como se fosse um saco de batatas sendo jogado no caminhão. O acertaria no chão com toda a força que eu tinha, aproveitando da força de impulsão que o homem mesmo já tinha feito, e a partir dali, era só usar a gravidade a meu favor, e dar um leve empurrãozinho pra fazer ele se estatelar no solo.

Porém, caso eu percebesse que seria perda de tempo tentar sequer enfrentar aquele homem de forma rápida, eu apenas me esquivaria de seu golpe, saindo de sua direção com um salto para trás, e após seu pé ter passado por mim e acertado o solo, eu voltaria em um movimento de impulsão, usando o flexionar dos joelhos após o salto de esquiva, para me propulsionar de volta, agora com um soco direto em seu estômago, o jogando para dentro do corredor do bar novamente, e dessa forma, correndo dali juntamente de Joe.

Eu não queria lutar, e não lutaria, a menos que fosse necessário, minha prioridade naquele momento era sair dali e levar Joe comigo, eu tinha em mente o quão fraco eu ainda era, apesar de ser um pouco fora da curva no quesito força e combate, ainda existiam homens que poderiam facilmente me subjugar, e como ali tinha um quartel general da marinha, eu não podia correr esse risco, pelo menos não agora.




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Relampago Kirinha


Kira se mostrava um grande conhecedor de machados, será que em outra vida já foi um lenhador? Deixando as futilidades de lado, o futuro pirata mostrava novamente o porque estava vivo até agora, movimentos curtos e precisos eram realizados pela sua pessoa. O marinheiro descia com velocidade, entretanto, Sunwizer utilizava toda técnica que sua experiência o proporciona para aplicar um golpe pesado, carregando seu ímpeto e demonstrando que não iria perecer de maneira simples como aquela. O primeiro golpe foi direcionado a região do joelho, pela força do homem jogou o marinheiro para trás, fazendo-o girar no ar. Não, Klaus não parou por aí, no momento exato aplicou um golpe visando acabar o combate naquele movimento, fazendo o marinheiro cair em trevas em meio aos fluidos nada agradáveis, encontrados no chão.

Joe estava estupefato, além de não estar acostumado com batalhas, ele achava que agora era um cúmplice do homem à sua frente. Seus lábios tremiam, parecia que ele queria dizer alguma coisa, mas o seu corpo não lhe obedecia. O olhar de Klaus o trouxe a realidade, suas palavras sérias mostraram o caminho que ele deveria seguir e sabia que não era boa ideia reclamar, afinal, o que ele faria perante o homem daquela magnitude? Eles correram, Klaus sempre um pouco a frente dada suas características físicas, Joe um pouco atrás, esbaforido em meio a sua corrida. O beco era extenso, em ambos os lados estabelecimentos, casas e outras estruturas formavam o corredor. Klaus estava atento e assim podia escutar ruídos inicialmente, que com o decorrer do tempo se mostravam ser vozes, marinheiros gritavam algumas coisas inaudíveis e apenas algumas palavras era possível entender: Pega – Fugiu – Matem-no. Não sabia do que se tratavam essas palavras, mas algo estava claro, a instituição feita para proteger a população, estava extremamente puta com toda aquela situação.

Após algum tempo correndo, Joe não aguentou mais – Espera! – Levou as mãos até os joelhos enquanto se mostrava ofegante – Se continuar assim, terei um ataque cardíaco. – Pontuou o homem tentando criar um ritmo para sua respiração. No ambiente em que Joe parou, era possível notar uma geografia oval, cerca de cinco a seis estabelecimentos tinham seus fundos posicionados de maneira circular. Portas e grades eram vistas em todos eles, alguns eram altos e tinham também janelas, talvez fossem quartos nos andares superiores. Alguns metros à frente o aglomerado de becos chegaria ao seu fim, dali, era possível o mar, aliás, era possível também ter uma visão do porto.

Para chegar lá por aquele caminho, seria necessário descer um pequeno morro rochoso, nada muito difícil. Percorrer pela costa era a melhor opção, para tentar ter uma visão apurada do lugar. De onde estava, Klaus tinha a visão de quatro embarcações, sendo duas delas com a bandeira da marinha. Uma delas tinha um símbolo diferente, uma cor esverdeada e o tamanho da embarcação também não era das maiores. Por fim um barco de tamanho médio, em sua bandeira um único símbolo era visto, um “A”, possivelmente esse era o barco de Astrid. Um aglomerado de pessoas se encontravam naquele pequeno porco, marinheiros, civis e um estranho grupo parecia fazer a segurança do barco esverdeado, era necessário se aproximar para ter uma visão melhor e com um maior número de detalhes.

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Marinheiro que chegou no Búfalo.
Melinda - Mink Leão
Astrid - Gigante Aliada
Joe - Irmão de Astrid


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1v9 Kirinha Adventures - 2° Episódio

A corrida pelos corredores se iniciava, aquilo parecia uma maratona de perseguição de Tom e Jerry, onde Tom era a marinha e Jerry éramos nós, sempre sendo perseguidos, mas até o momento, levando a melhor sobre os homens de farda.

O primeiro marinheiro não apresentava tantos problemas, e logo era nocauteado, assim dando espaço para que eu e Joe pudéssemos correr em direção ao navio, mas o loirinho parecia a minha vó Gertrude, com problemas nas articulações e se sentindo ofegante de ter caminhado da sala até a cozinha, e logo pausava, colocando suas mãos em seus joelhos, respirando como se estivesse correndo uma maratona de são silvestre.

Eu ainda tinha fôlego, e poderia permanecer correndo por muito mais tempo, ao parar junto do homem, eu comentava brevemente.-Prefere chegar ao navio e assim descansar por um bom tempo, ou prefere descansar na cela da cadeia? Eu olhava para o homem, enquanto dizia de forma sarcástica, e mantinha um leve ar alegre no rosto.

A nossa volta, era possível ver que as lojas e construções formava uma espécie de formação oval, no horizonte havia quatro embarcações, sendo duas da marinha, o que mostrava que poderia haver marinheiros no local, e seria ainda pior a situação, e possivelmente, ou não, poderia haver uma batalha naval.

Os outros dois navios eram bem distintos um do outro, um deles tinha uma simbologia diferente dos demais, e tinha uma cor esverdeada, e mais ao lado, havia outro navio, mas esse parecia um pouco maior que o verde, e tinha uma bandeira com um símbolo de A grande.Aquele deve ser o barco da Astrid. Pensava brevemente e logo confirmava com Joe.-Aquele é o barco da Astrid? Apontaria para o barco com o A na bandeira.

Caso o homem confirmasse de forma positiva, eu o puxava pelo braço sem dar mais tempo para ele ficar ali parado.-Vamos! Lá você vai ter todo o tempo do mundo pra descansar, eles estão quase chegando. Ao puxá-lo, correria em direção ao navio junto do rapaz e concluía.-Vê esses barcos da marinha? Provavelmente tem mais deles lá, e talvez alguém até que problemático de se enfrentar, se ficarmos aqui, quando eles chegarem gritando, poderemos ser cercados, e isso inclui sua irmã, e eu sinceramente não sei se consigo proteger vocês dois contra todos eles de uma vez. Olharia para o homem buscando que ele tivesse uma maior determinação em chegar ao navio, ao ouvir sobre sua irmã também estar em perigo.

Meu objetivo era claro, a fuga de Flevance, não tinha em mente ainda qual seria o meu destino, mas era claro que eu precisava fugir para que tivesse um futuro destino, com isso, meu foco era apenas chegar ao navio, sem me importar com brigas pelo caminho, a não ser que fosse realmente necessário.




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