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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Operação T.N.C.T.O.N.I.

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Operação T.N.C.T.O.N.I. Qui Maio 13, 2021 1:08 am
Relembrando a primeira mensagem :

Operação T.N.C.T.O.N.I.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Agentes Aiko Saito, Chocho Kimiko e Sophia Mallwitz Steinberg. A qual não possui narrador definido.

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Operação T.N.C.T.O.N.I. - Página 4 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Ex-Panda
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Sab Jun 26, 2021 4:55 am

OPERAÇÃO T.N.C.T.O.N.I.


Around the world : Première partie - Kanto [ft. Lise & Shinzo] 506h






Flevance – North Blue
10:50 AM
Dia fresco com céu azul, 22 °C


Enquanto toda a situação desenrolava no ringue, as duas agentes conversavam sobre tudo que acontecia para passar o tempo, Kimiko comentava sobre o estranho estilo de luta de Aiko que era mais parecido em manusear um martelo do que de fato uma katana, para um ferreiro era de fato de partir o coração, mas pelo menos parecia funcionar.

Quando a espada de agonia era sacada tanto a ferreira que ficava maravilhada Sophia ficava mais animada do que o normal e até deixava isso transparecer em sua fala e ações, olhando o destino da luta ela logo pedia um kit medico para Flay que estava ao seu lado.

— Mas é claro senhorita Sophia, como eu havia tido antes essas lutas são apenas divertimento, não são feitas para causar a morte de alguém de fato.

As duas continuavam, Kimiko comentava como poderia ser uma forma de lutar contra aquele estilo de luta tão único com aquela espada tão diferente do padrão, quem dera a sua amiga soubesse daquilo também.

Enquanto todos ali conversavam tranquilamente sobre tudo, quem não estava tão tranquila era Aiko que estava em uma situação não muito favorável para si, lutar com uma espada chicote não era algo que se lidava todo dia.

A espada da agente agora estava com mais dentes do que a boca de um tubarão, os socos de agonia talvez não tivessem passado por sua defesa porem eram de fato fortes a ponto de amassar a linda espada.

Respirando e olhando toda a situação de forma mais crítica ela pensava nos prós e contras de se lutar contra aquele estilo tão único, talvez a princesa não falasse com a intenção de Aiko ouvir, mas por sorte ela conseguia e prestava atenção nos detalhes da sua “dica”.

Sem perder muito mais tempo Aiko partia para cima de sua inimiga e tentava um corte ascendente diagonal contra o movimento rotacional do “vestido” de lamina, porem agonia já parecia esperar por isso e o movimento não acontecia bem como ela esperava.

A lamina dela que era mole se chocava contra a espada de Aiko, e ela começava a se enrolar por toda a espada, com um forte puxão ela se aproximava da agente e dava um chute em sua face, para não perder sua arma Aiko segurava a com força, mas isso a fazia quebrar o nariz.


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A garota era lançada para longe e batia na parede do da entrada para o terraço, um rachado relativamente se abri em seu nariz e a na estrutura que havia sido chocada com a força de seu corpo sendo lançado.

Mas por sua força de vontade a garota ainda estava armada, ela se levantava rapidamente e agonia não perdia tempo e já partia para o ataque, usando sua cabeça dessa vez Aiko não defendia ela esquivava girando seu corpo e correndo de forma diagonal.


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Aproveitando o ataque dela ela rapidamente se aproximava com tudo e fica próxima o suficiente para tentar cortar, sem perder tempo dessa vez ela usava mais leveza em seus golpes e eles saiam de forma mais rápida.

Agonia se defendia como se fosse levar golpes de boxe, e seus antebraços, barriga ficavam completamente cortados e vermelhos pelo sangue que era jogado no chão a cada corte rápido que era feito pela agente.

Sem perder tempo ela abria a guarda para efetuar um golpe mas era ainda mais cortada pela agente, ela girava sua espada chicote em um corte tão largo que quase chegava na plateia, Aiko não tinha escolha a não ser colocar sua espada de forma lateral ao golpe, e quanto as duas laminas chocavam a espada de Aiko se partia no meio.

—MELHOR NÃO MORRER GATINHA HAHAHAHAHAHAHAHAHA

Mas ela já esperava que sua lamina não ia aguentar, já com o impacto absorvido enquanto Saito sacava sua outra lamina e pulava para cortar sua oponente ao meio, agonia também mexia sua espada quase como uma onda de agua para partir a sua oponente em dois.


Operação T.N.C.T.O.N.I. - Página 4 Tenor


— JÁ CHEGA!!!!!!!

Por um fio as duas conseguiam segurar seus golpes e o pior não acontecia, Flay parecia até meio pasmo com toda a situação, agonia arregalava os olhos muito brava por ter sido interrompida no ápice.

— ISSO NÃO PODE ESTAR ACONTECENDO EU IA GANHAR SENHOR, PORQUE PAROU A LUTA???

Seu olhar mudava como antes nunca havia mudado, ele a olhava de cima para baixo com raiva e repulsa de sua “soldada”.

— Você está questionando uma decisão minha agonia? Se eu parei a luta foi porque eu quis parar ela, você tem algum problema com isso?

Imediatamente agonia abaixava a cabeça e não falava mais nada, mas Aiko podia ver que ela apertava tão forte seus punhos que sangue começava a escorrer.

— Bem por uma vitória técnica eu declaro a agente vencedora pelo fato de não estar tão machucada e não ter perdido tanto sangue... Agora Sophia trate de sua amiga.

Ele logo entregava o kit medico, ela podia ver que por sorte o nariz de sua companheira não estava de fato quebrado, porem apenas deslocado, não seria nada agradável colocar no lugar mas era preciso, o corte em seu braço direito possivelmente precisava de pontos também, mesmo que não fosse tão fundo havia sido muito limpo e preciso.

— Bem é meio vergonhoso admitir isso, porem como vocês tem duas vitórias por assim dizer eu de certa forma já perdi, então não seria de fato necessária a última luta, porem eu ficaria mais do que feliz se a senhorita fosse enfrentar o doce Sophia, mas não irei lhe forçar, trato é trato.

Agonia se retirava do recinto reclamando com os médicos que tratavam dela, mas antes de sair ela falava para Aiko.

— Isso não vai ficar assim, teremos nossa revanche você querendo ou não!

Flay colocava a mão na testa e falava com as garotas.

— Me perdoem as vezes ela pode ser muito emotiva e competitiva em certos assuntos, porem significa que ao menos ela respeita você como rival Aiko.

Com a disputa já de certa forma ganha agora Sophia deveria decidir se iria para o lindo 3 a 0 ou se apenas iria embora com o dinheiro do acordo que eles haviam feito, afinal como ele já havia dito ele era um homem de palavra.


OFF:

Histórico:

Considerações:


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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Sab Jun 26, 2021 4:17 pm

Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Chocho KimikoRelatório:
Localização:Flevance11
Missão:Cobrar imposto
Não sabia se Aiko havia ouvido minha sugestão ou se somente não havia conseguido executar, mas a situação parecia bem desfavorável para ela."Não posso interferir diretamente e te falar o que fazer, Aiko-san... Espero que tenha me ouvido falar com a Sophia..." Aoesar dos comentários e de minha empolgação serem sinceros, havia uma estratégia por trás de ter dito tudo em voz alta. Mas a continuação da luta demonstrava que minha tratativa havia sido frustrada.


Sophia também mostrava-se animada, mas de uma outra forma, talvez menos saudável. Aos poucos começava a entender porque a garota havia me pedido para pará-la, se fosse preciso. "Então sangue e dor são suas paixões, Sophia-san? Um pouco... indigesto, mas tudo bem, desde que não se use para o mal... Pensava, um pouco preocupada com a sanidade de minha colega. A luta prosseguia e mais sangue era espalhado, vindo de ambos os lados. Aiko mostrava-se bastante tenaz, mas mesmo ela possuía um limite. A determinação da garota fazia com que se jogasse para a frente, pronta para ganhar, mesmo que fosse sofrer danos brutais no processo. Inclinava-me para frente em um momento de tensão, interrompido pela fala de Flay. — Boa escolha, Flay-san. O resultado ali poderia ter sido desastroso para os dois lados. Respirava fundo, andando em direção das duas agentes. — Bela reação, Aiko-san. Parar a espada nesse último instante deve ter sido bastante difícil. Você lutou bem.


Elogiava-a, olhando para o tratamento de Sophia. Tentava não ter preconceitos, mas agora que sabia das preferências da garota, ficava ressabiada dela infligir dor de propósito em Aiko. Esperava que fosse apenas um receio infudamentado meu, e provavelmente não saberia distinguir o processo correto de algum similar, já que não era entendida em medicina. Ainda assim, talvez minha presença ao lado ajudasse de alguma forma.


Quando tudo estivesse arrumado para a última luta, voltaria a sentar-me, sinalizando para Sophia que estava pronta para agir, se necessário. Mas, por hora, bastaria observar.


Ganhos: Florete (clássico?)
Perdas:
Relações: -
HP: 200
SP: 100
Força: Regular
Peso máximo suportado: 118 kg
Destreza: Regular
Acerto: Regular
Reflexo: Regular  Constituição: Regular
Acrobacia
Anatomia
Engenharia mecânica
Estratégia
Forja
N/A
Wesker
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Dom Jun 27, 2021 12:40 am
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Sophia SteinbergRelatório:
Localização:Flevance11
Missão:Imposto NÃO é roubo!


Em uma luta tão sangrenta quanto eu esperava, Aiko acabava sendo surpreendentemente dada como a vencedora. Não entenda errado, eu concordava com a decisão de Flay, só não imaginava que aquilo de fato era possível. Ainda assim, no fim das contas qualquer uma das duas poderia ter vencido em uma batalha até a morte.

Ainda assim, ver aquela mulher lutando era empolgante e fazia com que eu sentisse a adrenalina percorrer todo o meu corpo. Naquele momento, eu queria matá-la mais do que qualquer outra coisa, não ficaria satisfeita até me regozijar de prazer vendo seu sangue no chão. Infelizmente, ela era a adversária de Aiko e Doce teria que me satisfazer.

- Obrigada - Agradecia quando recebia o kit, tentando ao máximo manter a minha compostura enquanto começava a analisar os ferimentos de Aiko. A garota poderia se considerar sortuda por não ter quebrado o nariz, mas o ferimento em seu braço me fazia vibrar de excitação com a habilidade de Agonia.

Respirava fundo antes de começar o tratamento - Vai doer - Dizia a Aiko quando colocava seu nariz de volta no lugar e, posteriormente, costurava e esterilizava o ferimento em seu braço. Talvez no processo acabasse errando um pouco os movimentos, tornando tudo um pouco mais doloroso do que deveria ser. Ao fim de tudo, entretanto, faria questão de que os tratamentos necessários em minha companheira estivessem bem feitos.

Era só quando o tratamento estava terminado que ouvia Flay falar que minha luta não seria necessária se eu não desejasse tê-la. Racionalmente falando, meus gostos em batalha não eram favoráveis para que saíssemos dali sem novos inimigos. Após ver a luta de agonia, entretanto, eu não estava muito racional. Precisava extravasar todos aqueles sentimentos ou poderia ter consequências piores mais tarde.

Tendo isso em mente, me levantava arrumando o vestido no corpo e simplesmente dizia a Chocho com um olhar frio - Lembre-se do meu pedido, princesa - Depois disso, respondia para Flay - Não poderia sair daqui sem dar ao senhor Doce um pouco de diversão, não é? - Tinha um tom malicioso e quase pervertido em minha voz. Sacava a espada com a mão direita enquanto andava até a minha posição de início no campo de batalha.

Ainda não conhecia o estilo de luta de Doce, apenas podia deduzir que se utilizaria de duas espadas a julgar pelas armas que carregava e considerando ainda que nenhum dos outros dois lutadores de Flay eram meros espadachins. Por mais que eu desejasse sangue derramado mais que tudo naquele momento, era esperta o suficiente para saber como acabaria ir para cima de um adversário com um estilo de combate desconhecido.

- Por quê não faz o primeiro movimento, senhor Doce? - Dizia estranhamente recobrando um pouco de meu tom padrão em meio a toda a sede de sangue. Após ter feito aquilo, manteria-me no aguardo do primeiro avanço. Tentaria confiar em esquivas num primeiro momento, principalmente movendo-me para trás e tomando cuidado para não ficar encurralada. Caso parecesse impossível me esquivar das duas espadas com um só movimento, eu usaria a minha própria katana para aparar uma das armas inimigas, tendo que me preocupar apenas com a outra durante a esquiva. Caso notasse uma guarda muito aberta eu finalmente contra atacaria, mirando articulações dos joelhos ou cotovelos com estocadas rápidas e precisas.



Nome: Sophia Steinberg
Cargo: Agente Junior – CP2
EDC: Espadachim/Atirador
Profissão: Médica
Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Relações com NPCs: (Depois faço, por hora só vou listando quando lembrar).
Agente Senior – Nicolai - Pescotapa
Nível: 1
Experiência: 20

PdV: 140
STA: 100

Força: 0[Inábil]
Destreza: 7 +2 EdC +2 Racial  = 11 [Regular]
Acerto: 5 +2 EdC +4 Racial  = 11 [Regular]
Reflexo: 7 +2 EdC +2 Racial = 11 [Regular]
Constituição: 1 [Regular]

Agilidade: 11
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
Anatomia
Diagnose
Farmácia
Toxicologia
Primeiros socorros
Que absurdo você insinuar que uma nobre como eu não tem nada no inventário!


Última edição por Wesker em Dom Jun 27, 2021 7:37 pm, editado 1 vez(es)

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Pepe
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Masquerade – 4ª rota
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Pepe
Avaliador
Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Dom Jun 27, 2021 6:29 am
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Aiko SaitoRelatório:
Localização:Flevance – North Blue11
Missão:Coletar Impostos
A segunda parte da luta com Agonia foi intensa, os machucados até doeram, mas longe de serem significantes quando pensava no que ocorreria se parasse. A minha adversária parecia pensar a mesma coisa, apesar de cortá-la várias vezes, parecia que não pararia, na realidade não poderia parar. Ambas só podiam parar quando o aviso fosse dado, e foi... num momento bem decisivo. Para falar a verdade, até me sentia aliviada com a parada ali. Cumprimentava minha adversária como tinha pensado anteriormente, se ela fosse sádica com certeza não teria parado e teria apreciado um pouco mais da dor que poderia me causar. Além disso, o próprio Tom parecia só querer apreciar a luta mesmo, pois não queria que nos machucássemos além do ponto.

Antes de ir na direção de Sophia pegava a lâmina quebrada da minha katana.

Após isso, minha colega falava sobre como doeria quando fosse ajeitar meu nariz. Faria um entendido com a cabeça e deixaria a nossa médica fazer o serviço. Sei que sou acostumada com a dor, teria que ser algo muito anormal para que realmente tivesse que reclamar. Tanto que, se fosse o caso, comentaria com a médica após ela ajeitar o nariz. — Sophia-san, recomendo que melhore um pouco suas habilidades como médica, não faz sentido doer tanto quanto doeu — aconselharia enquanto cutucava meu próprio nariz, visando não só o bem e o crescimento dela, como também o de minha outra colega. — Eu até aguento bem a dor, mas duvido que a princesa aguentaria algo assim — falaria para ficar mais claro meu ponto de vista.

Após o tratamento, doloroso ou não, ficaria do lado da princesa fora do campo de batalha, pronta para ver como Sophia lutava. Enquanto isso pensava em como a luta se desenrolara. Agir com leveza acabou dando um resultado melhor do que a primeira tentativa mais força bruta. Era de se imaginar, katanas em especial eram feitas para movimentos mais afiados e cortes limpos do que força bruta. Precisava refinar minha técnica mais e mais.

Antes da luta começar, ou enquanto ela começava, comentaria com Chocho. — Como falei princesa, pode forjar quantas espadas você quiser... acho que vou precisar — comentava com a lâmina quebrada em minha mão. Queria ver como os dentes estavam, a profundidade deles. — E princesa, voltando aquele assunto anterior, “bonificação” pelo nosso trabalho é o nosso próprio salário, que já é muito alto, não existe nenhuma necessidade de você aceitar dinheiro de criminosos para simplesmente comprar uma roupa nova — falaria retomando o assunto que ela havia pedido para falarmos depois.


Nome: Aiko Saito
Cargo: Agente Junior – CP2
EDC: Espadachim
Profissão: Cozinheira
Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

Ganhos: 2x Katana
Perdas: N/A
Relações com NPCs: N/A
Informações que julguei importante: Agente Senior – Nicolai – Pescotapa
Tom Flay – Criminoso – Apaixonado na princesa
HP: 2400
SP: 100

Força: 160 + 80 = 240 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 120 + 40 + 60 = 220 [Regular]
Reflexo: 120 + 40 + 60 = 220 [Regular]
Constituição: 0 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
Peso que aguenta carregar: 340 kg
CulináriaVocê é capaz de preparar pratos e refeições simples ou complexos, seguindo receitas ou a sua própria criatividade.

DegustaçãoVocê consegue identificar alguns ingredientes e preparos dos pratos que experimentar por meio de paladar, olfato ou observação visual.

HerbalismoVocê conhece plantas, ervas e suas propriedades. Sabe onde encontrar a planta ou erva que deseja, como cultivá-la, se elas têm propriedades venenosas, características curativas ou alucinógenas. Você pode utilizar as propriedades in natura das plantas e ervas que encontrar, mas essa proficiência não permite a manipulação das mesmas.

MixologiaVocê é um especialista em bebidas, sendo elas alcoólicas ou não, inovadoras ou extremamente tradicionais. Você é capaz de criar e reproduzir bebidas.

NutriçãoVocê sabe encontrar o meio-termo entre alimentação e saúde, sabendo criar pratos e cardápios bem equilibrados quando se trata de nutrientes, escolhendo os melhores ingredientes.
2 katanas
Ex-Panda
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Seg Jun 28, 2021 10:25 pm

OPERAÇÃO T.N.C.T.O.N.I.


Around the world : Première partie - Kanto [ft. Lise & Shinzo] 506h






Flevance – North Blue
11:20 AM
Dia fresco com céu azul, 23 °C


Sophia começava o tratamento de sua amiga que estava com o nariz quebrado, enquanto isso Kimiko conversava com a pobre garota que lacrimejava levemente pela dor que estava sentindo quando a doutora pegava.

— Concordo contigo senhorita Chocho, achei que não era necessário vermos duas pessoas partidas ao meio no mesmo dia né? Hahahahahahahahaha.

Um crack era possível ser escutado de longe quando ela o colocava no lugar correto, e Aiko dizia que as habilidades da medica não eram lá tão boas, afinal, um médico serve para retirar a dor e não infligias certo?

Depois da batata nariz arrumado, Aiko se sentava perto da princesa enquanto Sophia falava com Flay respondendo se iria lutar ou não.

— Perfeito, na verdade eu não poderia ficar mais feliz, nada melhor do que entretenimento para um homem entediado nos seus dias comuns hahahahahahahaha.

Ela ia em rumo ao ringue, doce já estava lá com suas duas katanas e um grande sorriso no rosto, talvez o açúcar já estivesse fazendo efeito e lhe deixando elétrico.

Sophia chegava lá e se preparava, Doce sacava uma bala de seu bolso e comia degustando cada milímetro dela.

— Hmmmmmmmm que coisa gostosa essa balinha, é de canela sabe? Minha favorita.

Ele não parecia muito concentrado, mas Flay batia palmas para chamar sua atenção, quando ele notava que a luta estava para começar sua feição mudava completamente, ele ficava sério e focado com a bochecha levemente saltava por causa da bola doce dentro de sua boca.

Ele arregalava os olhos para a moça quando ela dizia que era para ele fazer o primeiro movimento, ele olhava para Flay meio desengonçado meio que perguntando e agora?

— Se ela prefere assim então pode começar doce, boa sorte a ambos e que seja uma ótima luta.

— Bem se o chefe falou tá falado, boa sorte para você senhorita, deveria ter comido minha balinha ela ia te ajudar.... Mas isso não importa agora!

Doce rapidamente sacava suas duas katanas e começava a correr em direção de Sophia, ele tentava um corte duplo na agente, mas ela se abaixava e saltava para trás, ele continuava indo cada vez mais e mais rápido.


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Pelo o que ela podia notar ele não parecia ter algum tipo de estilo muito diferente como os outros ou algo do tipo, porem algo era estranho, seus músculos a cada segundo de luta que se passava pareciam mais e mais inchados, ele ficava mais rápido e seus cortes também.

— DOCE DOCE DOCE, O INCRIVEL DOCE, ELE ME DEIXA FORTE E TE FAZ FICAR EM CHOQUE!

Ele cantarolava quase como se fosse uma criança, mais uma vez outro corte duplo era feito, mas dessa vez era rápido demais para que Sophia esquivasse e então ela se defendia, mas a força era absurda para o tamanho dele.

Ela se defendia, mas era lançada até a parede atrás dela, Aiko já havia deixado essa parede fragilizada antes, mas agora Sophia a terminava de quebrar, os escombros a machucavam, e faziam alguns cortes mais chatos de serem suturados em sua cabeça.

— HMMMMMMMMMMMMMMMMMMM, mais um docinho pra mim.

Ele pegava mais duas balas e colocava na sua boca, seus olhos pareciam brilhar e ele mais uma vez ficava mais forte, o que diabos havia naqueles doces? Ele armava sua postura e se concentrava para ir para cima com tudo de Sophia.


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OFF:

Histórico:

Considerações:


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Wesker
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Ter Jun 29, 2021 12:46 pm
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Sophia SteinbergRelatório:
Localização:Flevance12
Missão:Imposto NÃO é roubo!


Aiko tinha sorte dessa vez, eu estava muito concentrada em minha sede por sangue para dar ouvidos aos seus comentários imbecis. Eu sabia, entretanto, que a garota tinha alguma razão dessa vez. Não deveria ter doído tanto em situações comuns.

Flay parecia satisfeito em ver mais uma luta e logo seu subordinado também estava preparado para lutar, com suas duas espadas em mãos e um sorriso no rosto depois de colocar na boca mais uma bala. Se aquele sujeito poderia me entreter ou não, eu estava para descobrir.

- O que? - A luta contra aquele sujeito se provava muito mais frenética do que eu poderia imaginar. Arregalando levemente os olhos em surpresa, estranhava quando via os músculos do sujeito se “expandindo”, gerando toda aquela velocidade e forças explosivas.

Os doces, obviamente, não eram simples doces. Por mais que a composição daquela bala me gerasse muita curiosidade, eu não tinha tempo para pensar nisso agora. Conseguia desviar de alguns ataques do sujeito, até que o último me obrigava a bloquear. Era forte demais. Sentia a dor de meu corpo e principalmente minha cabeça batendo contra a mesma parede na qual Aiko havia batido mais cedo. O ferimento aberto em minha cabeça provavelmente daria trabalho para ser tratado.

- Kshi… - Deixava escapar o começo de uma risada. Naquele momento meu rosto não escondia o quanto eu estava me divertindo com aquela batalha e principalmente com as possibilidades que me vinham à cabeça enquanto via Doce comer mais duas balas. Por mais que não soubesse do que exatamente eram feitas aquelas balas, era óbvio o que faziam. Sendo uma médica, eu sabia que os músculos do sujeito não aguentariam muito tempo naquelas condições, gerando eventualmente uma exaustão enorme, que ainda poderia vir junto de uma dor muscular tremenda. Se eu aguentasse algum tempo, a batalha seria minha. Mas não poderia deixar que o sujeito me atingisse ou comesse mais algum doce nesse meio tempo. Eu tinha um plano.

Colocava a mão livre no bolso em uma rápida busca pela bala que doce havia me dado mais cedo, não tinha tempo a perder - Por quê não pega mais uma balinha, senhor doce? Dizia usando os dedos para atirar a bala com velocidade na direção do inimigo. Contava com seu vício me ajudando aqui. A ideia era jogar a bala com velocidade um pouco para o lado de seu rosto, apenas para obrigá-lo a pegá-la ou no mínimo olhar enquanto esta passava por ali, me rendendo algum tempo.

No momento seguinte ao arremesso, puxaria a pistola enquanto começaria a me mover. Se agonia podia usar soqueiras, eu também poderia usar aquilo. Efetuaria o disparo não contra doce, mas contra o(s) bolso(s) dos quais ele estivesse tirando as balas. A ideia ali era fazer com que todas caíssem no chão.

- Conselho médico, senhor doce. Suas balas perdem um pouco da qualidade de caírem no chão. Além de perderem o gosto que as torna tão boas também - Diria tentando entrar na cabeça do idiota. Minha ideia ali era que ele novamente se distraísse olhando para as balas no chão ou, quem sabe, tentasse se abaixar para pegá-las.

Em todo caso, eu tentaria me aproveitar de todas essas distrações para me mover para trás do inimigo, onde faria cortes limpos e precisos nas partes de trás do joelho do sujeito, profundos o suficiente para atrapalharem sua locomoção e, com sorte, sujar de sangue algumas de suas balas.

A partir dali imaginava que a batalha estivesse ganha. Caso Doce viesse atrás de mim, eu apenas correria e me esquivaria contando que aguentaria mais que ele por causa dos joelhos, até o momento em que seus próprios músculos começassem a ceder devido a um possível efeito colateral das balas. Assim que isso acontecesse, executaria ataques como estocadas e cortes limpos contra as articulações dos braços e dos joelhos, até que o inimigo caísse no chão.

Caso, entretanto, ele se abaixasse para tentar comer mais algum doce, eu agora miraria cortes limpos contra as articulações dos braços, fazendo com que o sujeito tivesse dificuldade para segurar as armas ou simplesmente pegar as balas do chão. Se percebesse que estava acabado, apenas continuaria punindo os braços e pernas do sujeito com um sorriso sádico em meu rosto até que Flay ou Chocho dessem o combate como encerrado.

Caso fosse atacado em algum momento durante as movimentações, continuaria contando com esquivas rápidas para sair da rota do ataque. Tomaria cuidado para não ficar encurralando contra a parede, sempre andando em círculos ao redor do adversário até que pudesse realizar os ataques anteriormente explicados ou continuar me afastando até que seus músculos alcançassem a exaustão. Durante todo o combate, o sorriso sádico e malicioso tornava quase irreconhecível meu rosto outrora formal e implacável.

Se a luta de fato acabasse comigo como vencedora, tiraria um lenço de meu bolso para limpar o lenço que estivesse em meu corpo, assim como pediria por uma toalha para limpar a katana. O olhar de malícia continuava a perpetuar, por mais que aos poucos eu fosse tentando controlá-lo naquele ambiente. Tentaria cuidar dos meus ferimentos o máximo que conseguisse, mas quando percebesse o limite pediria ajuda aos médicos de Flay.

- Me desculpe pelo estrago, senhor Flay. Mas espero que tenha apreciado a minha luta



Nome: Sophia Steinberg
Cargo: Agente Junior – CP2
EDC: Espadachim/Atirador
Profissão: Médica
Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Relações com NPCs: (Depois faço, por hora só vou listando quando lembrar).
Agente Senior – Nicolai - Pescotapa
Nível: 1
Experiência: 20

PdV: 140
STA: 100

Força: 0[Inábil]
Destreza: 7 +2 EdC +2 Racial  = 11 [Regular]
Acerto: 5 +2 EdC +4 Racial  = 11 [Regular]
Reflexo: 7 +2 EdC +2 Racial = 11 [Regular]
Constituição: 1 [Regular]

Agilidade: 11
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
Anatomia
Diagnose
Farmácia
Toxicologia
Primeiros socorros
Que absurdo você insinuar que uma nobre como eu não tem nada no inventário!

_________________

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Akuma Nikaido
Imagem :
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Créditos :
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Ter Jun 29, 2021 4:20 pm

Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Chocho KimikoRelatório:
Localização:Flevance12
Missão:Cobrar imposto
Após o término da luta e do tratamento, já aliviada que não vira Sophia fazer nada de demais à Aiko, ouvia o que a garota tinha a dizer para mim. — Pode deixar que já tenho algumas ideias de lâminas mais resistentes para você, Aiko-san. Vamos tentar até encontrar uma espada ideal para seu estilo de luta! Dava-lhe um sorriso sincero, antes de começar a responder a outra questão. Eu entendia que a garota estava tentando manter o trabalho justo e concordava com esse pensamento, apenas discordava da maneira como ela via. Resolvia, então, explicar-lhe meu ponto de vista. — Estou total de acordo com você, Aiko-san. Não devemos aceitar subornos ou coisas do gênero, isso é errado. Mas gostaria de te convidar a fazer o mesmo raciocínio que eu e, caso discorde, é bem-vinda a me explicar onde acredita ser meu erro. É verdade que Flay disse que deve mais ao governo, mas nossos próprios superiores não identificaram essa dívida, pois do contrário, o valor que teríamos para cobrar seria nos dito, não concorda? Logo, a menos que Flay-san concorde em emitir uma declaração avisando de onde vem esse dinheiro extra que ele deve, não há destino para esse dinheiro, pois o governo tampouco pode aceitar uma verba assim. Fazia uma pequena pausa, até que percebesse pela expressão facial da garota que ela compreendia o que havia sido dito até então. Assim, continuaria. — Por outro lado, nosso trabalho era cobrar o imposto, não sendo necessário que lutássemos de livre e espontânea vontade para isso. Nesse ponto, assumo o erro e agradeço de terem jogado comigo, mas foi a melhor forma que encontrei de obter o imposto de maneira limpa, sem criar maiores problemas. A verdade é que, fora do escopo de cobrar o imposto, nós demos um show de entretenimento para o nosso convidado, e ele está nos dando um extra por isso. É assim que interpreto. Por último, mostraria o estado de meu quimono e complementaria. — Apesar de seus danos físicos, sua única perda na luta foi a katana que, por sinal, era do próprio governo, o que justifica você não precisar de ressarcimento. No entanto, no meu caso, apesar da ausência de danos físicos, perdi o meu quimono, que é um objeto pessoal. Faz sentido que eu receba do governo de volta por isso. Essa é a minha ideia. Sinta-se à vontade para discordar dela, mas gostaria de entender também seu ponto de vista.


Ouviria a resposta de Aiko, porém prestando atenção na luta que se seguia. Doce parecia ser usuário de estilo de duas espadas, o que demonstrava grande destreza por parte dele. Manusear duas lâminas ao mesmo tempo, principalmente se com movimentos diferentes, exigia bons reflexos e boa coordenação. Sophia, por outro lado, iniciava o combate preferindo a defesa, talvez para analisá-lo. Surpreendia-me, entretanto, a movimentação do homem, que parecia ficar mais forte e mais rápido a cada momento. — Além da destreza, Doce certamente é bastante forte. O impacto deve ter sido violento para Sophia-san ter sido lançada para trás assim. Considerando tudo que havia sido conversado antes com a garota, meu pedido para que não utilizasse a pistola e o pedido dela para que a parasse, caso ela se empolgasse demais, faziam com que eu ficasse de prontidão, principalmente após vê-la sofrer aqueles golpes.


Atenta, prestaria atenção nos movimentos de nossa médica. Vendo-a lançar a balinha que recebera de Doce de volta, assentiria, aprovando a ação. "Se você não consegue ganhar em força ou velocidade, use da inteligência. Boa estratégia, Sophia-san." Pensaria, vendo a próxima escolha da garota. No entanto, no momento seguinte, assim que notasse que a agente estava sacando sua pistola, me poria de pé, correndo o mais rápido possível para encerrar aquele combate. Já havíamos ganho o que viéramos buscar e ainda teríamos direito a uma inteligência importante. Não tinha porque arriscar sabotar nossos ganhos.


Correria em uma trajetória entre Doce e Sophia, tentando me interpor entre os dois. Sacaria minha katana durante minha corrida, tentando usá-la para empurrar a pistola de Sophia para longe ou, se não mais fosse possível, para tentar defletir a bala. — Sophia-san, isso é um duelo de espadachins. Não use uma arma para macular a disputa. A repreenderia, pronta para utilizar de meu estilo de combate para desarmá-la e ou imobilizá-la, se assim fosse necessário. — Desculpe-me por isso, Flay-san, mas acho que essa disputa está encerrada. Perdemos esse round.


Caso notasse, em algum momento, que Doce não pararia e tentaria nos atacar, minha nova prioridade seria tentar afastar-me, de preferência junto com Sophia, esquivando e aguardando que nosso anfitrião desse por encerrado o embate. Somente tentaria atacar Doce se isso não fosse feito em momento algum, pondo-nos em risco. Se conseguisse paralisar com sucesso o duelo, aproximaria-me do ouvido de Sophia e sussurraria: — Desculpe-me por atrapalhar sua diversão. Mas precisamos de garantir o sucesso de nossa missão.


Uma vez que tudo estivesse resolvido, viraria-me para o mafioso e diria: — Muito obrigada pela recepção, Flay-san. Fico feliz que tenhamos nos resolvido sem maiores problemas. Sorriria para ele, guardando novamente meu florete. — Podemos descer e voltar para seu escritório? Acredito que tenhamos algumas perguntas para o senhor. Caso ele me oferecesse a mão, aceitaria gentilmente, descendo com ele. Do contrário, deixaria com que fosse à frente, seguindo-o juntamente com minhas companheiras. A primeira parte da missão estava pronta. Agora só precisávamos de nosso bônus.


Ganhos: Florete (clássico?)
Perdas:
Relações: -
HP: 200
SP: 100
Força: Regular
Peso máximo suportado: 118 kg
Destreza: Regular
Acerto: Regular
Reflexo: Regular  Constituição: Regular
Acrobacia
Anatomia
Engenharia mecânica
Estratégia
Forja
N/A
Pepe
Imagem :
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Créditos :
15
Localização :
Masquerade – 4ª rota
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Pepe
Avaliador
Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Sex Jul 02, 2021 6:22 am
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Aiko SaitoRelatório:
Localização:Flevance – North Blue12
Missão:Coletar Impostos
Chocho falava sobre “encontrar a lâmina para o meu estilo de combate” e aquilo simplesmente me entristecia. Anos se passavam e ainda não conseguia usar uma katana com propriedade o suficiente. Quero derrotar minha mãe com a espada que ela tanto ama, mas parece que qualquer um percebe que isso não é possível para minha pessoa atual... a princesa me conhece tem pouco tempo e já percebeu que não sou a melhor com katanas.

Teria que explicar depois que utilizaria katanas de qualquer forma. No momento possuíamos uma outra divergência para resolver antes. Chocho me explicava a forma estranha dela ver a situação monetária da missão. — O seu argumento é meio estranho. Se você mesma falou que a missão é exclusivamente de pegar os impostos, não teria por que eles mencionarem as outras dívidas, se fizessem seria mais de uma missão ao mesmo tempo — falaria, o que ajudaria teoricamente no argumento da própria princesa, mas já mostrava que ela não estava enxergando tudo.

Depois disso apontaria para o Tom. — A dívida existe, o próprio Tom falou isso e se nós pegarmos o dinheiro e o levarmos mostraremos que somos boas funcionárias — falaria idealizando a cena em minha cabeça. — Se não o levarmos não realizaremos algo extra, mas também não estaríamos recebendo dinheiro de um civil que está literalmente devendo o governo e ainda estaríamos recebendo por realizar algo que a nossa própria missão já nos paga para fazer — falava em tom simples, era bem óbvio que isso pegaria mal aos olhos do governo, não precisava pensar muito e em minha visão isso parece bastante com desvio de dinheiro.

Meu dedo então passaria de Tom para a própria princesa. — Você fala que não precisávamos lutar de livre e espontânea vontade em uma missão de cobrar impostos, mas a missão se focou em dois locais e nos deram armas porque o nosso próprio superior malvado comentou que quem iríamos cobrar não pagava, se Tom não fosse dar o dinheiro por bem teria que dar por mal, teria luta de qualquer forma — comentava sem entender o ponto dela. — Você facilitou o nosso trabalho, mas está longe de ter alterado de forma significativa o que teríamos que fazer na missão.

Respiraria fundo enquanto olhava a luta maluca de Sophia com o doce. Aquele doce dele tinha um efeito colateral bem forte.... o que me lembrava de outro ponto. — Além disso, falar que a minha perda é uma que o governo cobre e a sua não... não faz sentido — falava puxando um pouco da minha própria roupa rasgada onde Agonia cortou quando cortou meu braço. — O governo já providencia tudo para gente justamente para isso. Armas, comida, moradia, viagens, roupas etc. O estranho é você, como funcionária do governo, estar usando um kimono e não as roupas que oferecem — dava uma pausa, descia a mão indicando o meu próprio corpo, ou seja, minhas roupas, e depois as de Sophia, que apesar de ser mais apertada, não que alguém fosse reclamar disso, ainda seguia bastante os padrões do governo. — Se você recusou as roupas do governo, reclamar que as suas roupas estragaram na missão não faz sentido, pois foi escolha sua, se essas são as roupas que te deram, vai simplesmente receber outra igual eu mesma receberei já que estou com uniforme — explicava para ela.

Dava uma pausa para Chocho absorver aquilo tudo, provavelmente a princesa não pensava muito para não perceber como isso era básico. — Mas querer usar disso para receber a mais por fora de alguém que está assumidamente devendo o seu patrão? Isso não faz sentido e é errado — comentaria de forma bem rápida, não havia por que ter dúvidas quanto a isso tudo, além disso, queria prestar atenção na luta também.

Ao contrário de minha colega, se o Doce no frenesi dele chegasse até a gente durante a batalha dele, simplesmente retiraria minha katana e bloquearia o ataque dele para um breve embate de forças. — Se ficar fugindo não vamos entreter o Tom — comentava tentando disputar com a força de Doce para ver quão forte ele poderia ficar sobre o efeito do que havia tomado. Se percebesse que perderia, deixaria a parte superior de meu corpo cair para trás, ao mesmo tempo que esticaria uma de minhas pernas para frente e a subiria com força e velocidade, com o intuito literal de chutar-lhe o saco.

Nome: Aiko Saito
Cargo: Agente Junior – CP2
EDC: Espadachim
Profissão: Cozinheira
Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

Ganhos: 2x Katana
Perdas: N/A
Relações com NPCs: N/A
Informações que julguei importante: Agente Senior – Nicolai – Pescotapa
Tom Flay – Criminoso – Apaixonado na princesa
HP: 2400
SP: 100

Força: 160 + 80 = 240 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 120 + 40 + 60 = 220 [Regular]
Reflexo: 120 + 40 + 60 = 220 [Regular]
Constituição: 0 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
Peso que aguenta carregar: 340 kg
CulináriaVocê é capaz de preparar pratos e refeições simples ou complexos, seguindo receitas ou a sua própria criatividade.

DegustaçãoVocê consegue identificar alguns ingredientes e preparos dos pratos que experimentar por meio de paladar, olfato ou observação visual.

HerbalismoVocê conhece plantas, ervas e suas propriedades. Sabe onde encontrar a planta ou erva que deseja, como cultivá-la, se elas têm propriedades venenosas, características curativas ou alucinógenas. Você pode utilizar as propriedades in natura das plantas e ervas que encontrar, mas essa proficiência não permite a manipulação das mesmas.

MixologiaVocê é um especialista em bebidas, sendo elas alcoólicas ou não, inovadoras ou extremamente tradicionais. Você é capaz de criar e reproduzir bebidas.

NutriçãoVocê sabe encontrar o meio-termo entre alimentação e saúde, sabendo criar pratos e cardápios bem equilibrados quando se trata de nutrientes, escolhendo os melhores ingredientes.
2 katanas

Ex-Panda
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Sab Jul 03, 2021 4:54 pm

OPERAÇÃO T.N.C.T.O.N.I.


Around the world : Première partie - Kanto [ft. Lise & Shinzo] 506h






Flevance – North Blue
11:40 AM
Dia fresco com céu azul, 23 °C


Sophia começava a entender a forma que seu oponente lutava usando os doces para aumentar sua força física e reflexos, aquilo não era apenas uma balinha comum, mas claro que um “buff” tão forte assim teria um preço a se pagar depois.

Sendo jogada na parede ela decidia seu plano, ela deveria aguentar até a exaustão de seu oponente que muito provavelmente viria mais rápido do que a sua, caso conseguisse esquivar de seus golpes poderosos.

Enquanto Sophia pensava exatamente no que faria, as duas que estavam ali apenas sentadas assistindo começavam a conversar sobre opiniões distintas sobre o que fazer com o dinheiro extra ganho.

Flay ficava olhando para as duas e a luta tentando entender o que se passava na cabeça das duas brigando por dinheiro, e não para usar ele mas sim para dar para o governo de mão beijada, ele concordava com a princesa mas entendia o lado da fiel agente Aiko.

Ele sorria enquanto a luta começava a ficar mais tensa para ambos os lados, mas Sophia tinha um plano sagaz, ela usava a balinha de antes para retirar a atenção de doce do combate direto, ele pula atrás dela para não a deixar cair no chão

— SUA VADIA, VOCÊ É LOUCA?

Ela sacava uma pistola e a princesa levantava para intervir, porém Flay não permitia que isso acontecesse.

— Eu nunca disse que não poderia usar mais de uma arma, afinal a regra é apenas não matar, doce tem que lidar com isso sozinho senhorita Kimiko, deixe que os dois se resolvam...

Começando a andar em volta de doce, Sophia efetuava um disparo contra o saco de balinhas dele, e todas caiam no chão, a cara dele era de desespero, raiva e tristeza.

— MEUS DOCESSSS!! NÃOOOO, TODOS SUJOS SEM GOSTO BOM, EU VOU MATAR VOCÊ!!!!!!!

Distraído com seus açucares, Sophia se aproximava e fazia um corte limpo na parte traseira de seus joelhos o que não deixava o homem levantar, porem sua raiva era tanta que ele pegava todas as balinhas do chão e a comia de uma só vez.

Ele se levantava tremendo de raiva e pegava um pedaço da parede que estava no chão como se não fosse nada, o mais incrível era ele conseguir ficar de pé mesmo com aqueles cortes profundos.


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— MERDA DOCE JÁ CHEGA, A REGRA É NÃO MATAR, ZERO!!!!

Doce parecia apesar de toda a raiva ficar com medo quando o nome zero era gritado por Flay, mas ele ainda assim não hesitava e tentava tacar o escombro em cima de sua oponente que destruiu seus tão deliciosos doces.


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Um homem alto e muito bem vestido que antes não estava no local subitamente aparecia e dava um chute em toda a estrutura que era jogada em pontos específicos, e ela se partia em vários pedaços, quem tivesse prestado mais atenção poderia ver que ele não usou força alguma.

Ele dava uma rasteira em doce, assim que ele caia ele gritava de dor apertando seus músculos e logo apagava de tanto desespero, Zero se colocava de joelhos na frente de Sophia sem dizer uma palavra.

Ele colocava sua testa no chão humildemente quase como alguém totalmente submisso, mas Flay logo se aproximava e sussurrava algo em seu ouvido e ele logo acenava positivamente e levava doce com ele para dentro do prédio.

— Me perdoe pelo comportamento inapropriado de doce Sophia, mas a luta foi de fato maravilhosa obrigado por isso, bem agora que eu perdi eu acho que devo a vocês o dinheiro e algumas respostas certo?

Ele estendia a mão para Kimiko e todos desciam até o escritório dele, mas ele mandava ficarem apenas os 4 ali dentro, ele suspirava quando sentava em sua poltrona, uma maleta com todo o dinheiro se encontrava na frente delas.

— Certo vamos as perguntas agora, e que deus me ajude...


OFF:

Histórico:

Considerações:


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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Dom Jul 04, 2021 4:43 pm

Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Chocho KimikoRelatório:
Localização:Flevance13
Missão:Cobrar imposto
Minha conversa com Aiko mostrava que ambas tínhamos pontos de vista completamente diferentes a respeito daquele dinheiro. Ao contrário dela, no entanto, eu não achava que a sua opinião era errada. Se tivéssemos em mente a origem do dinheiro para poder avisar o governo de onde tiramos esses 50 mil, eu era totalmente a favor. Mas não tinha porque Flay nos avisar de livre e espontânea vontade e tampouco eu gostaria de gastar minha pergunta com aquilo. Assim, sugeriria a minha colega:   — Não acho que está errada no seu pensamento quanto ao destino do dinheiro, Aiko-san. Por que não usa sua pergunta para descobrir de Flay qual a dívida referente a esse dinheiro, para que possamos abater corretamente, então? A tensão aumentava ao longo do embate de Sophia e, por um momento, interrompi meu diálogo, pronta para intervir. Quem me pedia para voltar pro lugar, entretanto, era o próprio Flay. E, se ele não se importava, não tinha porque eu me preocupar. Minha intenção apenas era evitar fazer dele um inimigo nesse momento. Assim, observava a progressão da luta enquanto complementava para Aiko: — Sobre eu recusar o uniforme do Governo, o que acha que estou vestindo agora, Aiko-san? Apontava para minhas vestes, as exatas mesmas vestes padrão que ela e Sophia tinham. — Eu sou uma funcionária do Governo e sou leal a isso. Mas esse quimono é símbolo da minha descendência e de meu reinado. Não posso renegar minhas origens e muito menos abandonar meu povo só porque estou servindo também a outro senhorio. Não sabia se minha colega entendia a importância do símbolo que eu trajava, mas não percebia menosprezo nem hostilidade dela ao falar de meu quimono.


Nesse instante, a luta de Sophia atingia um momento dramático e Doce mostrava-se pronto para descumprir a regra de não matar. Levava a mão até meu florete, pronta para intervir mais uma vez, mas novamente o grito de Flay me fazia parar. "Zero? Como assim?" Tentava entender, confusa, principalmente por observar um momento de medo e dúvida no rosto do Mr.Bomba.


Eis que, então, surgia um homem, materializando-se quase do nada e, em uma demonstração de absurda força, finalizava a luta sem a menor dificuldade. Pelo contexto, pude supor que Zero só podia ser ele. Engolia em seco ao entender que, se realmente houvéssemos apelado para força bruta, seríamos as três derrotadas sem a menor dificuldade.


Descíamos de volta para o escritório e, dessa vez, estávamos a sós com Flay. Não era difícil deduzir que ele não gostaria que seus subordinados soubessem o que ele responderia, principalmente por aquilo poder comprometer sua imagem de chefe do crime. Mas também sabia que, ao menor comando seu, estaríamos novamente cercadas por todos os lados. — Meninas, querem fazer as honras de perguntar primeiro? Deixaria com que as duas escolhessem suas perguntas e ouviria as respostas de nosso anfitrião, enquanto eu mesma decidia como realizar minha pergunta.


Eu queria informações a respeito de revolucionários, como encontrava-se no mundo do crime, Flay possivelmente teria recursos para saber informações que os envolvessem. Sabia, no entanto, que Aiko também nutria um desprezo pela classe. Sophia, por ser nobre, provavelmente também nutriria esse ódio. Mas, apesar disso, Aiko era direta demais e sem rodeios, tornando isso um problema. Assim, pensava na melhor forma de dispensar a agente, a fim de colher a informação sozinha com o mafioso.


— Sophia-san, é melhor cuidar de seu ferimento na cabeça. Pode não ser grave, mas de toda forma melhor olhar o quanto antes. Aiko-san, será que pode ficar de guarda para nossa amiga, por favor? Pediria, ao final das respostas de Flay. Deixaria que meu corpo sinalizasse para Sophia, principalmente, para que ela entendesse que aquilo tratava-se de uma desculpa para tirar Aiko do recinto. Quando ambas houvessem saído, viraria-me para Flay: — Desculpe-me por insinuar que Aiko precisava vigiar, sei que não é do seu interesse nos fazer mal. Mas minha companheira é direta e sincera demais. Sua presença aqui poderia atrapalhar a minha pergunta. Confirmaria estarmos a sós e, então, aproximaria-me de Flay, dizendo: — Sabe, acho que alguém do submundo como você é ótimo em obter informações que não conseguimos tão facilmente no dia-a-dia. Gostaria que me dissesse todas as informações que sabe sobre os revolucionários que existem aqui na ilha. Não ligarei você a nossa inteligência, então não saberão que foi você a delatá-los, fique tranquilo! Diria, dando um sorrisinho malicioso para ele. Assim, aguardaria e ouviria pacientemente tudo que tinha para dizer. Se ficasse satisfeita com o resultado, aproximaria dele e daria-lhe um selinho, sorrindo enquanto afastava-me em seguida. — Foi um prazer fazer negócios com o senhor, Flay-san. Quem sabe não possamos repetir a oportunidade depois? Piscaria para ele, saindo em seguida, levando os nossos ganhos.


Entretanto, caso as informações não me agradassem, faria uma cara triste e decepcionada, dizendo: — Uma pena que não pude obter o que desejava. Caso, no futuro, queira fazer novos negócios, me procure, sim? Você saberá como me localizar. Sairia, então, carregando nossos ganhos. A primeira parte da missão estava feita. Restava reunir-me com as meninas e preparar-nos para a segunda.


Ganhos: Florete (clássico?)
100.000 berries (temporário)
Perdas:
Relações: -
HP: 200
SP: 100
Força: Regular
Peso máximo suportado: 118 kg
Destreza: Regular
Acerto: Regular
Reflexo: Regular  Constituição: Regular
Acrobacia
Anatomia
Engenharia mecânica
Estratégia
Forja
N/A
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Créditos :
15
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Masquerade – 4ª rota
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Pepe
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Qua Jul 07, 2021 7:22 am
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Aiko SaitoRelatório:
Localização:Flevance – North Blue13
Missão:Coletar Impostos
Chocho falava algumas coisas antes, mas o importante é que entendia meu ponto de vista. — Se você sabe que deve estar de uniforme, e como você mesma falou “não posso renegar minhas origens” sabe que foi uma escolha sua usar as roupas. Não pode usar a destruição de uma escolha sua como motivo para lucrar em cima — reiterava. Acho que a princesa havia entendido, mas precisava ficar de olho ainda, não sei como nobres pensavam.

Além disso tudo, a princesa havia me dado uma ideia para a pergunta que poderia fazer ao criminoso. Sinceramente, não sei o que queria saber de Flay, a única coisa que me interessava nele era pagar os impostos e isso ele já faria. A dívida era algo extra que poderia chamar a atenção, mas não sei se seria promovida mais rápido por fazer isso... e gastar a pergunta de um criminoso só nessa hipótese parecia algo bem inútil.

Assim, ficava pensando nas alternativas do que poderia perguntar enquanto Sophia-san lutava. No meio da batalha a minha colega até retirava uma pistola, e a princesa Chocho parecia ser contrária a isso, mas quando a minha adversária lutou com os punhos e com um chicote estava tudo bem... realmente não entendo a nobreza. A luta em si foi tão absurda que não conseguia nem falar se minha colega lutara bem, o viciado ficara maluco e forra detido por alguém superforte do próprio grupo deles.

Por causa dessa confusão toda, não demorava tanto para que me visse com Sophia e Chocho em um escritório com Tom. Por algum motivo, a princesa pedia para falarmos primeiro com ele. — Bem... o que eu queria saber você já me respondeu mais cedo. Então a minha pergunta vai ser provavelmente bem diferente da delas — falaria puxando a conversa de uma vez.

Sei que Flay não gosta de mim e de perguntas elaboradas que fazia, imagina ter que explicar a verdade para ele novamente... poderia não ser muito bom. Então não havia motivo para fazer alguma pergunta pessoal como dívidas, vai que a mãe dele está envolvida nisso, não duvido nenhum pouco dela ter gastado todo o dinheiro dele e assim não ter tido dinheiro para pagar o governo. — Você tem alguma forma de locomoção terrestre que poderia nos dar carona por aqui? Por causa dessas lutas acabamos gastando mais tempo do que deveríamos em uma simples coleta de impostos e temos que ir para outro lugar cobrar — falaria. E era só isso, provavelmente não o insultaria perguntando isso e poderia adiantar bem a missão se ele tivesse, o que mostraria nosso comprometimento para o superior babaca.

Independente da resposta, agradeceria e assim esperaria a pergunta de Sophia. Após a pergunta da minha colega, a princesa vinha com uma conversa estranha. — Princesa, se você achava tão importante Sophia-san se tratar rápido. Não era melhor fazermos isso antes de começar as perguntas? Principalmente com ferimentos na cabeça, talvez tenham afetado até a pergunta que ela faria... — perguntaria ouvindo a sugestão dela tão estranha, mas mais importante, enquanto falava, me colocaria em posição de luta caso fosse necessário lutar com Tom. Depois continuaria a falar focada na expressão de Chocho. — E se você falou que eu tenho que vigiar, é porque não confia que o Tom e sua gangue. Por que quer ficar sozinha com ele então? — perguntaria, não fazia o menor sentido para mim aquela linha de pensamento, queria olhar bem a expressão dela e tentar entender seus pensamentos, nada do que a princesa falava parecia fazer sentido, e quanto mais ela falava pior ficava.

Para piorar ainda mais a situação, minha outra colega, Sophia-san, comentava que a princesa queria na realidade fazer sexo. Colocava ambas as mãos na cabeça tentando entender aquela confusão, olharia para a princesa e perguntaria. — Você quer fazer sexo com quem não confia princesa? — aquilo ia contra o que sempre me ensinaram. — Na verdade... me explica depois — falaria puxando a Sophia-san para sairmos.

Porém, assim que houvesse saído do lugar perguntaria para a minha colega sobre a situação. — Por que você faria sexo com uma pessoa que não confia? — perguntaria para a médica do grupo tentando entender a confusão que a princesa era.

Nome: Aiko Saito
Cargo: Agente Junior – CP2
EDC: Espadachim
Profissão: Cozinheira
Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

Ganhos: 2x Katana
Perdas: N/A
Relações com NPCs: N/A
Informações que julguei importante: Agente Senior – Nicolai – Pescotapa
Tom Flay – Criminoso – Apaixonado na princesa
HP: 2400
SP: 100

Força: 160 + 80 = 240 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 120 + 40 + 60 = 220 [Regular]
Reflexo: 120 + 40 + 60 = 220 [Regular]
Constituição: 0 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
Peso que aguenta carregar: 340 kg
CulináriaVocê é capaz de preparar pratos e refeições simples ou complexos, seguindo receitas ou a sua própria criatividade.

DegustaçãoVocê consegue identificar alguns ingredientes e preparos dos pratos que experimentar por meio de paladar, olfato ou observação visual.

HerbalismoVocê conhece plantas, ervas e suas propriedades. Sabe onde encontrar a planta ou erva que deseja, como cultivá-la, se elas têm propriedades venenosas, características curativas ou alucinógenas. Você pode utilizar as propriedades in natura das plantas e ervas que encontrar, mas essa proficiência não permite a manipulação das mesmas.

MixologiaVocê é um especialista em bebidas, sendo elas alcoólicas ou não, inovadoras ou extremamente tradicionais. Você é capaz de criar e reproduzir bebidas.

NutriçãoVocê sabe encontrar o meio-termo entre alimentação e saúde, sabendo criar pratos e cardápios bem equilibrados quando se trata de nutrientes, escolhendo os melhores ingredientes.
2 katanas


Última edição por Pepe em Sex Jul 09, 2021 12:00 am, editado 1 vez(es)
Wesker
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Qua Jul 07, 2021 5:33 pm
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Sophia SteinbergRelatório:
Localização:Flevance13
Missão:Imposto NÃO é roubo!


Minhas deduções sobre doce e seus “poderes” se provavam todas corretas durante aquele embate. Após lançar a bala e puxar a arma, a reação do sujeito confirmava minha teoria de seu enorme vício e, naturalmente, reforçava minhas intenções de atirar em sua fonte de balas como o segundo passo.

O tiro foi certeiro e derrubou todas as balas no chão. O olhar desesperado junto ao grito cheio de ódio serviam para acelerar meu coração com toda a excitação gerada por aquele momento. Não tinha dúvidas que o sujeito estava sofrendo muito pelas simples ideia de perder os seus preciosos doces, sua distração era tamanha que tornava fácil para que eu fizesse um corte limpo e inutilizasse suas pernas.

O sorriso em meu rosto era um misto de sadismo e malícia enquanto encarava o adversário e foi aí que tudo mudou. Em um ato desesperado e descuidado que eu não havia previsto, o sujeito simplesmente devorava todas as balas do chão. Minha surpresa se tornava ainda maior ao perceber que seus músculos não cediam imediatamente, dando-lhe tempo para realizar um último ataque.

O sorriso que antes era dominante logo sumia de meu rosto. Normalmente o sofrimento expressado pelo adversário faria com que eu me regozijasse, assim como a fascinação pelos efeitos daquele doce. Nesse caso, entretanto, meu lado racional fazia com que eu soubesse do quanto seria difícil me esquivar do próximo ataque e como eu acabaria caso fosse atingida por aquela parede.
Quando via o escombro ser atirado em minha direção, antes que eu sequer fosse capaz de tentar uma esquiva desesperada, um sujeito aparecia do nada e destruía tudo aquilo com um só chute, em seguida derrubando doce e se ajoelhando à minha frente.

Ficava alguns breves segundos atônita com tudo aquilo, mas logo quando ouvia os gritos desesperados de Doce voltava ao meu normal, não conseguindo segurar uma risada sádica de quem havia adorado tudo aquilo - Obrigada, senhor Zero - Dizia ainda com um sorriso agradecendo ao homem que agora se levantava do chão.

Com um subordinado forte como aquele, era fácil perceber que Flay poderia muito bem não nos pagar naquele dia caso realmente não quisesse  - É realmente um ótimo anfitrião, senhor Flay. Zero é um sujeito… Interessante - Dizia a ele.

Ao que tudo indicava nosso anfitrião começava a se dirigir de volta para sua sala e eu gostaria de fazer o mesmo. Antes, entretanto, eu pegaria novamente o kit médico e percorria os olhos rapidamente pelo campo de batalha em busca por um daqueles doces que possa não ter sido comido por meu adversário. Caso encontrasse, pegaria e guardaria no bolso se meu anfitrião parecesse não se opor.

Na sala de Flay Kimiko parecia querer ser a última a perguntar. Não sabia o que a mulher queria com isso mas não tinha nenhuma oposição naquele momento, apenas abrindo espaço para que Aiko fizesse a primeira pergunta.

A garota se provava realmente interessada em concluir aquela missão, fazendo não uma pergunta mas sim um pedido para que Flay ajudasse em sua locomoção. Quando minha vez chegava, eu me punha a frente para também fazer o meu pedido.

- Na verdade, eu gostaria de fazer um pedido. Pode me dar algumas das balas de Doce? Do mesmo tipo que foi usado contra mim na batalha, obviamente. Se não, gostaria de saber como são feitas. - Pedia lembrando-me da fascinação que aqueles Doces tinham me causado. Se não os usasse como uma idiota, poderiam ser uma boa arma caso eu conseguisse reproduzí-los.

Na vez de Kimiko, entretanto, era comigo que a princesa falava. Não sabia o que ela perguntaria para Flay, mas era óbvio que não queria Aiko ali para ouvir. A garota, entretanto, era inconveniente como sempre e parecia não ter intenções de obedecer. Para a sorte da princesa, eu tinha um “problema” para tratar ferimentos na cabeça e realmente precisaria de um lugar privado e alguma ajuda.

- Ora Aiko, não é óbvio o motivo de a princesa querer ficar sozinha com o Sr.Flay? - Dizia com um olhar malicioso para o “casal” - Eles não querem a gente assistindo enquanto eles transam - Dizer aquilo era também um modo de testar a personalidade de Kimiko - Como uma princesa, aposto que ela não se sente confortável falando essas coisas por aí - Dizia envolvendo a inconveniente em um dos meus braços. Era apavorante quando ela demonstrava ter ainda mais questões, mas ao menos havia sido convencida a sair da sala de uma vez.

- Além do mais, eu realmente preciso de ajuda para tratar meu ferimento - Diria olhando para minha companheira e em seguida para Flay - Tem alguma sala vazia onde eu possa cuidar do machucado? Caso precise de pontos, seus médicos ainda estão por aqui? - Questionava.

- Agradeço pela hospitalidade - Diria após obter as respostas que procurava. Em seguida, começaria a sair da sala e gentilmente puxaria Aiko comigo, seguindo para o local indicado por Flay - Talvez eu precise tampar meu rosto enquanto os médicos tratam de meu ferimento, preciso que você vigie enquanto eu não estiver olhando. Não é que eu não confie neles, apenas que eu confio mais em você do que neles pois somos companheiras de profissão - Era uma meia verdade, eu de fato confiava mais em Aiko mas só dizia aquilo para tentar evitar questionamentos estúpidos da garota.

Aproveitando o tempo de caminhada, responderia as questões de Aiko - Eu? Ora, tem várias razões que não vem ao caso agora - Dizia com uma voz maliciosa para minha colega com quem eu não me aprofundaria em assuntos tão pessoais simplesmente por não imaginar que seria uma conversa satisfatória - Na verdade, cada um tem seus próprios motivos para fazer sexo com alguém e pode ou não querer falar com os outros. Quem sabe não seja um meio da princesa começar a confiar em alguém? Temos que nos lembrar que ela é de uma terra diferente da nossa, os costumes são diferentes também - Dizia para Aiko secretamente achando graça no que essa informação poderia gerar na cabeça da garota e em suas futuras interações eu Kimiko.

Caso eu chegasse até uma sala vazia, colocaria o kit em cima de uma mesa e me aproximaria de uma parede, puxando toda a franja pra frente enquanto olhava para esta a fim de não revelar o terceiro olho para Aiko e nem pra ninguém. Começaria então a analisar meus ferimentos em frente a um espelho ou mesmo com o toque, realizando em seguida todos os procedimentos necessários com a ajuda do kit de medicina. Caso percebesse que seriam necessários pontos, iria até o local onde os médicos estariam e pediria pelo tratamento realizando os mesmos procedimentos para esconder o terceiro olho, mas agora também tapando o rosto com o cape caso fosse necessário. Após ter tudo finalizado, procuraria por Kimiko para que pudéssemos nos reunir e partir rumo a segunda parte da missão.




Nome: Sophia Steinberg
Cargo: Agente Junior – CP2
EDC: Espadachim/Atirador
Profissão: Médica
Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Relações com NPCs: (Depois faço, por hora só vou listando quando lembrar).
Agente Senior – Nicolai - Pescotapa
Nível: 1
Experiência: 20

PdV: 140
STA: 100

Força: 0[Inábil]
Destreza: 7 +2 EdC +2 Racial  = 11 [Regular]
Acerto: 5 +2 EdC +4 Racial  = 11 [Regular]
Reflexo: 7 +2 EdC +2 Racial = 11 [Regular]
Constituição: 1 [Regular]

Agilidade: 11
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
Anatomia
Diagnose
Farmácia
Toxicologia
Primeiros socorros
Que absurdo você insinuar que uma nobre como eu não tem nada no inventário!

_________________

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Ex-Panda
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Sex Jul 09, 2021 2:43 am

OPERAÇÃO T.N.C.T.O.N.I.


Around the world : Première partie - Kanto [ft. Lise & Shinzo] 506h





Flevance – North Blue
12:00 AM
Dia fresco com céu azul, 23 °C


Depois da situação se acalmar, Sophia agora mais calma conversava com Flay e tentava pegar alguns daqueles doces que estavam no chão.

— Trato é trato minha querida amiga agente, vocês me entreteram então eu fui um bom anfitrião, e sim zero é no mínimo interessante por assim dizer, ah e sobre as balinhas elas são muito caras então peço que não pegue, mas deixo ficar com a que doce lhe deu.

Já no escritório tudo ficava mais calmo, apenas eles na sala ele colocava para colocar um disco em seu vinil, um lento e aconchegante jazz, ele acende seu charuto e serve um copo de whisky para ele.

— Aceitam? Bom de toda forma vamos começar, mandem suas perguntas, como prometido responderei qualquer coisa desde que eu saiba a resposta.

A princesa abria espaço para que suas amigas falassem e Aiko era a primeira a pedir algo para Flay, ele coçava seu queixo meio pensativo, suspirava soltando toda a fumaça de seus pumões e dizia.

— Certo irei pedir para meu condutor de minha carroça levar vocês aonde têm de ir mais rápido, está bom assim Aiko?

Ele cruzava as pernas e dava um gole em sua bebida, mas logo parava e coçava sua cabeça com o pedido de Sophia.

— Eu imaginava que não seria fácil, mas vocês realmente não facilitaram nada, sobre o seu pedido, bem eu posso lhe dar 3 doces, é tudo o que eu posso fazer, e sobre como são feitos, digamos que é uma droga de alta performance, quase como um esteroide, mas é mais para um lado de um vazo dilatador extremo, quanto mais bombeamento sanguíneo, mais nutrientes nos músculos e por aí vai, mas eu não preciso nem dizer o que acontece se você tomar demais né?

Kimiko agora dava uma sugestão e logo Sophia captava a ideia, mas Aiko como sempre não entendia nada, ou será que entendia tudo? Alguns questionamentos eram feitos por ela para a princesa, Flay a esse ponto já entendia até como ela era e não ligava muito.

Sophia fazia um comentário em auto e bom som quando ela fazia tantas perguntas o que deixava Tom vermelho e sem graça, bebia sua bebida em um só gole, mas logo ambas saiam da sala enquanto mais perguntas vergonhosas eram feitas por Aiko.

— Ah sobre a sala tem uma no fim do corredor.

Finalmente a sós, a princesa iria direto ao assunto com o pobre e envergonhado mafioso.

— Não se preocupe, a esse ponto do campeonato até mesmo eu entendo que ela não é uma pessoa fácil de se lidar, tem uma concepção muito literal de tudo, mas prossiga com sua pergunta.

Ele ouvia atentamente com suas mãos cruzadas e cotovelos em seus joelhos, após ouvir tudo ele encostava as costas na cadeira e jogava seus cabelos para trás.

— Eu posso ser morto por essa pergunta, mas enfim.... Sim há revolucionários nessa ilha e supostamente até mesmo um QG deles, eu estaria mentindo caso dissesse que tenho certeza, mas sei de duas coisas, a primeira é que uma negociação com alguns agentes corruptos e revolucionários irá acontecer em uma mina abandonada a mina 25, pelo visto armas da organização vai ser vendida a eles pela causa e bla bla bla, e a segunda é que supostamente o QG deles fica em um bar, mas qual eu não sei.

Se Kimiko achasse a informação boa o suficiente, ele aceitaria o beijo de bom grado, e responderia a ela.

— Es uma mulher cruel Kimiko, eu sinceramente não sei se fico ansioso por nosso próximo encontro ou com medo do que eu posso perder da próxima, mas espero que não seja um adeus de toda forma, fique bem...

Enquanto a conversa rolava lá dentro Sophia explicava tudo para a pobre e perdida Aiko, depois de tudo ela entrava em uma sala mostrada anteriormente por Flay e tratava de sua cabeça de forma correta.

Agora já tratada as três eram levadas até uma luxuosa carroça e um mordomo esperava até que todas embarcassem, caso elas não fossem ao norte cobrar os impostos diretamente ele esperaria pelo comando delas.


Operação T.N.C.T.O.N.I. - Página 4 135125172226


Caso optassem por ir direto para lá, cada vez mais que elas iam em direção a seu destino pouco a pouco o castelo se mostrava o grande palácio do rei lawtiett todo branco e dourado em ouro.

Nesse local era tudo diferente da onde estavam antes, aqui era tudo mais chique e todos pareciam bem mais ricos, isso provavelmente se dava ao fato de que era mais próximo ao castelo, afinal aparência é algo importante.

Ele finalmente as deixavam na frente de uma grande mansão branca onde um portal de ferro e um muro também de cor esbranquiçada impedia a sua entrada, mas um jardineiro trabalhava ali por perto.


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OFF:

Histórico:

Considerações:


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Akuma Nikaido
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Sab Jul 10, 2021 11:55 am

Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Chocho KimikoRelatório:
Localização:Flevance14
Missão:Cobrar imposto
Aiko parecia ser uma boa garota, mas parecia procurar formas de como ser inconveniente de propósito. Contava, no entanto, com Sophia para me ajudar nessa. É claro que a sádica me ajudaria, mas não sem antes tentar me constranger. Corava fortemente ao ouvir a fala da médica, lutando para manter minha compostura. Dava apenas um sorrisinho, deixando no ar a possibilidade sem, contudo, confirmá-la ou negá-la. Uma vez a sós com Flay, perguntava-lhe o que tinha em mente e ouvia sua resposta. Todo e qualquer sinal de vergonha que poderia haver em meu rosto sumia tão logo o mafioso me confirmava a existência dos revolucionários. Mesmo não tendo informações diretas, Flay dava-me uma resposta importantíssima. Agradecia-o com um beijo e, antes de partir, falava-lhe: — Como disse, Flay-san, não permitirei que descubram que você foi meu informante. Muitíssimo obrigada pela diversão que nos proporcionou essa manhã. E esse é um até logo, não um adeus. Quem sabe, na próxima vez, não possamos aproveitar melhor? Piscava para ele antes de começar a sair da sala. No meio do caminho, entretanto, soltava-lhe uma última pergunta. — Saberia, por acaso, me dizer a data? Quanto tempo tenho até lá? Terminaria de sair enquanto ouvia sua resposta, positiva ou não.


Enquanto dirigia-me para encontrar com Sophia e Aiko, pensava nas perguntas feitas pelas duas. Aiko, como sempre, era direta e obtusa demais para pensar em algo complexo e que poderia render respostas melhores. Entretanto, confesso que andar de carruagem seria uma boa lembrança de minha época de monarca. Já Sophia parecia ter ficado interessada até demais na droga que Doce ingeria. Se ela conseguisse replicá-la, poderíamos ter uma arma secreta importante. Tão logo avistasse as duas, diria: — Vamos de uma vez para lá então, meninas? Gostaria de terminarmos o quanto antes, pois preciso receber meu salário para comprar um novo quimono. Deixava claro para Aiko que concordara com os argumentos dela, a fim de tentar evitar uma nova discussão desnecessária. Aproveitava para observar a paisagem à medida que andávamos pela cidade, pensando no quão bonita Flevance conseguia ser, apesar do excesso de branco predominar. Suspirava, lembrando de meu reino e sentia até mesmo uma lágrima escorrendo. Disfarçando, coçava os olhos como se estivesse cansada, bocejando, para depois dizer: — Sophia-san, acho que será mais interessante que você assuma as negociações com o pessoal aqui. Não só faz parte da nobreza também, como provavelmente vai ser bem intimidador chegar lá suja de sangue após ter cobrado imposto de outros que se recusaram a pagar. Sugeria, deixando ainda que minhas lembranças e pensamentos sobre os revolucionários inundassem minha mente. Tão logo chegássemos, apenas ficaria alerta, mas sem agir. Estaria pronta para seguir as ordens de Sophia.


Ganhos: Florete (clássico?)
100.000 berries (temporário)
Perdas:
Relações: -
HP: 200
SP: 100
Força: Regular
Peso máximo suportado: 118 kg
Destreza: Regular
Acerto: Regular
Reflexo: Regular  Constituição: Regular
Acrobacia
Anatomia
Engenharia mecânica
Estratégia
Forja
N/A
Wesker
Imagem :
Operação T.N.C.T.O.N.I. - Página 4 350x120
Créditos :
21
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Seg Jul 12, 2021 11:03 pm
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Sophia SteinbergRelatório:
Localização:Flevance14
Missão:Imposto NÃO é roubo!


A verdade é que o pedido feito a Flay tinha resultados bem melhores que eu esperava. Eu ganhava mais três balas, além daquela que Doce havia me dado e que eu buscaria recolher do chão caso ainda estivesse ali após a batalha.

A reação da princesa e de Flay aos meus comentários para tirar Aiko dali me satisfaziam o suficiente para que eu saísse dali sem mais brincadeiras. No caminho, tentava brincar um pouco mais com o jeito inocente de Aiko até que chegava na sala indicada por nosso anfitrião e fazia os devidos tratamentos em minha cabeça.

Com tudo terminado, estava quase pronta para partir. Antes disso, apenas checaria meus bolsos em busca dos três doces prometidos por Flay, indo novamente até nosso anfitrião para pedi-los caso percebesse que realmente não os havia recebido anteriormente - Senhor Flay, venho dizer que já estamos de saída. Vim agradecer pela hospital e, é claro, pegar aqueles doces - Dizia a ele de forma cordial. Tendo recebido o prêmio prometido, agradeceria mais uma vez ao anfitrião e me retiraria dali em busca das outras agentes.

A frente da mansão um mordomo e uma carruagem nos esperavam, fazendo com que eu tivesse certeza que aquele tratamento de princesa não vinha simplesmente do pedido de Aiko - Sem objeções, é melhor terminarmos isso logo para que eu possa repousar e me recuperar dos ferimentos - Diria respondendo Kimiko - Mas depois eu gostaria de saber um pouco do momento que teve com nosso anfitrião, sou uma mulher curiosa… - Diria tentando fingir malícia para afastar a curiosidade de Aiko mas deixando claro a Kimiko que iria querer saber sobre o que ela e Flay haviam conversado.

Passava boa parte do caminho olhando para uma daquelas balinhas, fascinada. Vez ou outra reparava nos olhares de Kimiko para o caminho, percebendo que a princesa parecia apreciar a beleza de nosso reino.

Aos poucos via a paisagem de Flevance se transformar mesmo que não perdesse toda a branquidão. As casas pobres logo se tornavam mansões com empregados e seguranças, demonstrando que aos poucos eu me aproximava da minha própria casa, ainda que não fosse para lá que eu estivesse indo.

Quando finalmente a carruagem parava, eu percebia que estava na frente de um local familiar “De quem é mesmo?” Tentava me lembrar do nobre em questão, julgando que provavelmente o conhecia. Recebendo de Kimiko a deixa para a liderança do grupo ali, eu me punha a frente e caminhava até o portão, em busca de falar com o jardineiro.

Ao chegar em frente ao portão, buscaria por uma campanhia ou simplesmente um local no qual pudesse bater com delicadeza para chamar a atenção de um funcionário, provavelmente aquele jardineiro - Um belo dia, não é? - Perguntaria de forma retórica, sem realmente estar cumprimentando o funcionário - Faça o favor de dizer ao seu senhor que a senhorita Sophia Steinberg está aqui com assuntos referentes ao Governo Mundial, sim? - Diria mantendo a formalidade e a classe durante toda a minha fala, esperando que me deixassem entrar e me guiassem até o dono daquela mansão.



Nome: Sophia Steinberg
Cargo: Agente Junior – CP2
EDC: Espadachim/Atirador
Profissão: Médica
Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Relações com NPCs: (Depois faço, por hora só vou listando quando lembrar).
Agente Senior – Nicolai - Pescotapa
Nível: 1
Experiência: 20

PdV: 140
STA: 100

Força: 0[Inábil]
Destreza: 7 +2 EdC +2 Racial  = 11 [Regular]
Acerto: 5 +2 EdC +4 Racial  = 11 [Regular]
Reflexo: 7 +2 EdC +2 Racial = 11 [Regular]
Constituição: 1 [Regular]

Agilidade: 11
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
Anatomia
Diagnose
Farmácia
Toxicologia
Primeiros socorros
Que absurdo você insinuar que uma nobre como eu não tem nada no inventário!



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