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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Operação T.N.C.T.O.N.I. Qui Maio 13, 2021 1:08 am
Relembrando a primeira mensagem :

Operação T.N.C.T.O.N.I.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Agentes Aiko Saito, Chocho Kimiko e Sophia Mallwitz Steinberg. A qual não possui narrador definido.

_________________

Operação T.N.C.T.O.N.I. - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Wesker
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Ter Maio 25, 2021 1:13 am
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Sophia SteinbergRelatório:
Localização:Flevance4
Missão:Imposto NÃO é roubo!


Com as armas devidamente escolhidas e guardadas, tinha uma breve conversa com minhas novas companheiras no caminho até a inteligência. Durante este tempo, Kimiko propunha um plano ao qual eu me opunha devido ao meu conhecimento da fama dos nobres em geral da ilha para com o povo. Aiko, que concordava com meu posicionamento, apresentava um outro ponto de vista.

Hmm,muito ingênua por continuar falando mal do superior perto de duas completas desconhecidas. Dito isso, tem um certo idealismo em seu discurso. Isso pode ser bem útil, ou bem perigoso…” pensava analisando a fala da garota.

Kimiko, por sua vez, se mostrava um tanto diferente da outra companheira, talvez até mais parecida comigo, apesar de eu provavelmente ser mais realista quanto a isso. O que os nobres de Flevance ofereciam ao seu povo no passado dificilmente poderia ser chamado de proteção. Na verdade, os nobres que ocupavam essas terras antes da doença de fato mereciam todo o ódio que receberam, eram patéticos por não saberem aproveitar uma terra tão promissora e quase levá-la à ruína. As minhas discordâncias quanto ao ponto de vista de minha família só começavam a ficar maiores a partir do momento em que estes, que voltaram, deveriam aceitar os maus tratos da plebe pelos erros de seus antepassados. Se o povo não quer ver o bem que fazemos agora, não é um problema meu.

- Plebeus… - Era tudo o que eu respondia a Kimiko com certa ironia em minha voz e meu sorriso. A conversa continuava, agora com Kimiko mostrando que sua atenção havia sido fortemente atraída pela palavra “revolucionários”, o que gerava uma resposta um tanto inesperada vinda de Aiko, que fazia com que eu arqueasse uma das sobrancelhas enquanto ouvia o que a garota tinha a dizer.

- Você é muito corajosa, ou muito ingênua… - Dizia com certa arrogância em minha voz assim que a garota terminava a sua resposta - Um conselho de amiga, não fique falando sobre os seus pais serem revolucionários. Pode gerar alguns problemas para você - Dizia a Aiko sem realmente ter um tom amigável em minha voz - Não acho que você seria burra o suficiente para nos contar algo assim se fosse uma revolucionária, mas alguém pode acabar achando e causando problemas para você - Finalizava, sendo sincera em minha fala. Em seguida, me voltava para Kimiko.

- Mas apesar de tudo, Aiko diz a verdade. Os revolucionários se espalham por essa ilha como ervas daninhas. Com sorte, arrancaremos algumas no caminho - Finalizava dizendo de forma maliciosa. Com a conversa terminada, íamos até o setor de inteligência onde eu descobria que o dorminhoco de óculos tinha uma utilidade surpreendente.

O sujeito nos informava as duas localizações nas quais os impostos pareciam ser cobrados e logo minhas companheiras demonstravam uma preferência por ir primeiro ao Sul. A bem da verdade, já havia frequentado algumas casas do Norte e a minha própria residência não ficava tão longe dali, provavelmente poderia até conhecer o devedor naquele local. Vendo a preferência de minhas companheiras, entretanto, não demonstrava objeções sobre irmos primeiro ao Sul.

- Vejo que a ferreira sabe a importância de um bom teste prático para as armas! - Sorria para Kimiko. Quando partimos, o branco de Flevance tomava novamente nossos campos de visão, trazendo alguns comentários de Aiko que eram rapidamente respondidos - Você se acostuma com o tempo - Dizia tentando não render muito o assunto.

Como sempre, os olhares do povo pareciam se voltar para nós naquele caminho. Estava acostumada com isso, por mais que desta vez a preocupação em seus olhares pareciam ter algo a mais. Não demorava muito tempo para que chegássemos a frente do prédio do qual deveríamos cobrar os impostos. Ao ver os seguranças em frente a edificação, não era difícil ver que era alguém importante.

- Não sei sobre a relação do bar com o prédio. No máximo já ouvi por alto alguns empregados comentando sobre este Búfalo Branco, mas nunca prestei tanta atenção. Considerando que o àlcool deixa as pessoas idiotas, talvez sejamos atacadas por algum idiota hostil ao governo se nos aproximarmos demais daquele lugar - Dizia referindo-me ao bar.

Era só quando já era tarde demais que eu percebia que Aiko havia tomado a frente do grupo. Sem pensar, como sempre, ela ia até os seguranças e começava a se apresentar de forma totalmente informal e rude. Talvez fosse cômico para quem assistisse a forma com que eu me aproximava com urgência mas tentando não perder a compostura.

- Bom dia senhores! Somos oficiais do Governo Mundial. Sophia Steinberg, Aiko Saito e Chocho Kimiko - Diria apontando para a dona de cada um dos respectivos nomes e já tendo recuperado toda a minha elegância - Fomos enviadas em uma missão oficial para receber os impostos do dono deste prédio e, para isso, preciso que permitam nossa entrada! - Aguardaria então que a permissão fosse concedida para adentrar o prédio.

Na hipótese de sermos atacadas a qualquer momento, eu esquivaria em uma investida para a direção que fosse mais propícia, seja para trás ou para os lados, ao mesmo tempo em que sacaria a pistola com a mão esquerda e apontaria em direção a cabeça do atacante, alertando - Desista agora e te deixaremos sair apenas com um aviso. Não desista, e garanto que vou me divertir muito com você…



Nome: Sophia Steinberg
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Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

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Primeiros socorros
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Ex-Panda
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Qui Maio 27, 2021 5:33 am

Operação T.N.C.T.O.N.I.


Around the world : Première partie - Kanto [ft. Lise & Shinzo] 506h






Flevance – North Blue
08:40 AM
Dia fresco com céu azul, 22 °C


Todas

Conversando entre elas a caminho da inteligência, algumas informações mais pessoais eram trocadas, elas chegavam ao dorminhoco da recepção e com as informações novas, elas começavam a traçar um plano de onde seguir de primeira viagem, o sul ou o norte, cada um teria a sua dificuldade.

Depois do bate papo e se animarem para testarem suas novas armas, e até algumas informações que talvez não fossem tão boas serem contadas por Aiko, elas decidiam ir para o sul de Flevance.

Como sempre um mar de branquidão dominava os seus olhos, Saito particularmente não gostava tanto de apenas uma cor em tudo, e o preto em seu uniforme era bem mais charmoso em sua concepção.

Sophia já parecia acostumada com tudo e já nem mesmo se importava com aquilo, as três agora finalmente em frente ao bar, ficavam levemente preocupadas com duas coisas, revolucionários e bêbados que poderiam ser um pé no saco mais tarde.

A princesa parecia pronta para um combate se caso um fosse preciso de ser travado, com sua mão no cabo de seu florete, ela ficava atenta ao seu redor e aos guardas enquanto suas colegas conversavam com os homens que guardavam a porta do prédio.

Infelizmente nenhuma delas saberiam dizer se o bar ao lado teria alguma relação direta ou indireta com os homens que precisavam ser cobrados. Dois homens de ternos estavam ali apenas conversando, e Aiko e Sophia se aproximavam e começavam a conversar de forma amistosa.


Operação T.N.C.T.O.N.I. - Página 2 7e5bb94d70b088025600eb64949bb0e6


Os dois se olhavam e ficavam em silencio, e ficavam encarando os “chifres” de Aiko, após algum tempo eles puxavam um baby den den mushi rapidamente para conversar com alguém.

— Certo vocês podem entrar para falar com ele.

O mais alto de terno claro acompanhava as 3 moças para dentro do prédio, diferente de lá fora ali dentro havia várias outras cores, vermelho era a principal delas, as paredes eram cheias de artes e muitas salas haviam carpetes fofos no chão cor vinho.

Alguns lances de escada eram dados até se chegar no 3 andar onde uma grande e ampla sala era mostrada, um jovem moço estava sentado em uma parte escura em uma poltrona vermelha com vários seguranças e mulheres a sua volta, quase como uma leve festa ali dentro.

Um forte cheiro de perfume masculino e feminino eram misturados dentro daquela sala, várias bebidas caras e talvez até algumas ervas que eram queimadas em incensos grandes, quando se aproximavam ele se mostrava mais.

Cabelo curto, olhos azuis e alguns piercings ligados a orelha e lábios com correntes finas, bem vestido e aparentava ser bem novo.


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— Ora ora ora, quem diria que o governo já mandaria logo três pessoas para fazer uma cobrança, imposto é algo tão importante assim?

Ele se levantava e estralava os dedos para que alguns de seus subordinados trouxessem cadeiras para as damas, enquanto tentava tirar os olhos e não comentar nada para ser deselegante com a senhorita chifruda.

— Mas olha só, onde estão meus modos sim? Meu nome é Tom flay trabalho para alguém bem importante por assim dizer, mas meu chefe Kenway infelizmente não está mais por esses mares, então eu lido com tudo por aqui.

Ele se sentava e cruzava as suas pernas tomando um copo de vinho caro, ele sorria para as três e dizia.

— Mas minhas amigas eu me pergunto, por qual motivo eu deveria pagar essa quantia ao governo se eu não recebo nada diretamente por isso?

Elas estavam cercadas pelos homens, mas eles não pareciam hostis, pelo menos não ainda, Sophia talvez por ser de uma raça de três olhos reparava mais ainda nos detalhes da sala, e via uma coisa que não se via todo dia, uma droga conhecida como sopro de alegria se encontrava em cima do balcão perto das bebidas


Operação T.N.C.T.O.N.I. - Página 2 E8590a1aa82d6caf29cc557068e1f4eb


Pouco se sabia daquela droga, mas Sophia sabia que ela já havia sido uma febre em Flevance a muitos anos atrás quando a crise da doença do chumbo branco dizimava a população, era algo extremamente forte, duas dozes seguidas no mesmo dia eram mortais, e aquilo era proibido nas ruas.

— Hmm que tal nos tornarmos isso mais interessante? Vamos jogar um jogo sim?

Quando ele sugeria o jogo, todos se afastavam levemente e um sorriso mais estranho se esboçava em seu rosto.

— Não se preocupem as regras são bem simples, nós pegamos esse revolver aqui, tiramos 5 balas e deixamos apenas com 1, claro que a bala que está dentro é falsa, porem quem atirar e estiver com ela perde...


Operação T.N.C.T.O.N.I. - Página 2 Tenor


— Claro que se eu perder eu pago a quantia que eu devo, vejam vocês ainda estão em vantagem afinal podem errar até 3 vezes e eu apenas uma, porem se vocês tiverem um jogo ainda mais legal, podemos jogar em vez do meu.

Seria um blefe? De fato as 5 balas haviam sido removidas, mas aquela que estava ali era realmente falsa? E a questão maior era, elas estavam em posição de recusar algo que aquele homem ditava ali? Lutar não seria fácil e agora o tempo corria, quais seriam as próximas decisões da equipe?


OFF:

Histórico:

Considerações:


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Wesker
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Qui Maio 27, 2021 4:06 pm
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Sophia SteinbergRelatório:
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- Muito obrigada… - Agradecia ao homem que abriu o portão sem realmente demonstrar um sentimento de gratidão em minha voz. Aquela casa, e principalmente seu interior, parecia destoar totalmente de toda aquela parte da cidade. Analisava o caminho que tomamos sem mover muito o rosto, para caso precisasse sair rapidamente da mansão.

Levando em conta tudo o que estava vendo, a única surpresa que eu realmente tinha era a aparente idade do sujeito que parecia mandar naquele lugar. Entre seguranças, vinhos e perfumes claros, a verdade é que eu me sentia em casa. E isso com certeza não era algo bom quando o dono da casa não era realmente eu.

Inicialmente, ainda analisando a situação, eu consentia com todos os gestos propostos pelo homem, sentando-me na cadeira trazida e cruzando as pernas, deixando parte das coxas a mostra. Era fácil ver que ele não seria intimidado em seu território, sendo a droga em cima da mesa a maior prova disso. Aquilo me agradava, não tinha interesse em negociar com homens fracos.

- Tom Flay, é um prazer conhecê-lo! Sou Sophia Steinberg e essas são Aiko Saito e Chocho Kimiko. Tenho certeza que todas estamos maravilhadas com a sua bela casa, e a sua cortesia! - Apesar das palavras, minha voz não demonstrava a mesma lisonja, mas sim uma seriedade implacável, nunca desviando meus olhos do devedor.

O sujeito não parecia disposto a nos pagar num primeiro momento. De fato, chegava até a propor um jogo doentio para decidirmos se receberíamos ou não aquele dinheiro. Infelizmente, para ele, eu não estava disposta a jogar - O senhor tem razão. É uma vantagem muito grande para nós, não seria justo - Negava - Quer aceitar o desafio dele, Aiko? É mais corajosa que eu - Dizia apenas tentando me divertir com a garota.

- Mas veja bem, Sr.Flay. Tenho certeza que um homem com os seus recursos não precisa exatamente de proteção, não é? O que posso dizer, é que pagando os 50 mil berries você fica livre de agentes como nós indo até a sua casa, tenho certeza que você é muito… Ocupado com suas operações - Olhava de relance para a droga, queria deixar claro que havia visto aquilo. Logo, olhava novamente para o sujeito - No mais, o governo sempre ajuda aqueles cidadãos que pagam seus impostos em dia. Tenho certeza que um homem tão bem sucedido deve ter alguns problemas… Como revolucionários, por exemplo. Pense o que uma denuncia para os amigos certos pode trazer de positivo. Talvez alguns de seus negócios estejam enfrentando problemas que a lei pode resolver sem você precisar arrumar problemas.

Ao fim daquilo, apenas esperaria a resposta dele ou deixaria que uma de minhas colegas concluísse o raciocínio. Torcia, entretanto, para que Aiko ficasse entretida o suficiente com o jogo para não se intrometer ali. Em todo caso aguardaria pelo desenrolar da situação.



Nome: Sophia Steinberg
Cargo: Agente Junior – CP2
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Akuma Nikaido
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Sex Maio 28, 2021 1:37 pm

Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Chocho KimikoRelatório:
Localização:Flevance5
Missão:Cobrar imposto
Por ingenuidade ou por incapacidade de entender o quão grave era o que falava, Aiko dizia com a maior naturalidade sobre ter pais revolucionários. Eu respirava fundo, por um momento querendo a própria cabeça da menina, mas entendia que ela também se opunha a isso. Como Sophia havia dito, não parecia que a garota diria isso se ela mesma fosse uma. Mas dava para perceber que, de alguma forma, corria uma veia revolucionária no sangue da jovem. O modo como questionava e criticava o governo, além da acusação de corrupção. Eram afirmações muito sérias e que podiam criar fagulhas de dúvidas sobre nosso serviço. E isso eu não podia admitir. — Aiko-san, é um crime muito grave uma agente do governo acusar o próprio governo de corrupção. Você possui provas sobre o que disse? Questionava a garota. Não duvidava de que ela realmente acreditasse no que havia dito, mas a meu ver me parecia uma teoria socada na cabeça dela a partir dos pais revolucionários.


Quando finalmente chegávamos ao prédio, o bar havia me chamado atenção o suficiente para gerar apreensão. Como nenhuma de nós sabíamos se havia relação, contudo, apenas decidimos pela opção mais óbvia: cobrar diretamente o imposto. Ao ver nossa entrada liberada, relaxava o bastante para tirar a mão do cabo de meu florete, mas não o suficiente para ficar desatenta. Era ótimo sinal não haver um impedimento à nossa entrada. Mas eu seria sonhadora demais se achasse que o imposto seria facilmente pago. O ambiente interno mostrava-se o de alguém que adquiriu uma pequena fortuna da noite para o dia: extravagante, opulento e com excesso de informações aos olhos. Franzia levemente o nariz com os aromas, mas não demonstrava nenhuma expressão fora isso. Meu objetivo não era julgá-lo ou condená-lo por mau gosto estético. Apenas receber os 50 mil berries.


E, como eu previa, tão logo começamos a conversa e os joguinhos para evitar o pagamento já iniciavam. Primeiro, um questionamento a respeito da importância dos impostos; em seguida, sobre como o governo o ajudava; e, por último, a proposta de um jogo. A cada nova fala, um leve sorriso tomava conta de minha expressão. Adorava participar desses joguinhos sociais e, principalmente, sentia-me em casa ao fazê-lo. Mas dessa vez eu sequer precisava de tomar a iniciativa. Sophia também parecia sentir-se bastante à vontade e logo retrucava Tom, mostrando um ponto de vista diferente.


Assim que a garota terminasse sua fala, curvaria-me levemente para a frente, colocando meus cotovelos sobre a mesa, entrelaçando minhas mãos e apoiando meu queixo sobre ambas. Dando um sorriso, complementaria: — O senhor é uma pessoa divertida, senhor Flay! Logo podemos notar. Mas temo que a senhorita aqui esteja com a razão, sabe? Esticava minha mão direita em direção à arma, pegando-a se me fosse permitido. Se assim o fizesse, após verificar que estava travada, giraria o instrumento com meu dedo indicador, como se me divertisse com a possibilidade do jogo proposto. — Tenho certeza que vocês são mais do que capazes de se proteger, parece que o governo fica inútil nessas horas, não é mesmo? Mas sem o seu dinheiro, nós não podemos pagar nossos funcionários e manter a segurança da população. E como acha que ficariam se essa região se tornasse perigosa? Será que vocês conseguiriam garantir a proteção de seus clientes também? 


Com a arma em mão, a destravaria lentamente e levaria meu dedo no gatilho, virando no último momento o cano da arma para o teto. Se não estivesse, apenas simularia o gesto de disparar em si mesmo. Caso a bala saísse e fosse real, ergueria uma sobrancelha, dizendo: — Ora, mas que perigo, senhor Flay! Parece que as balas foram trocadas. Tá vendo como acidentes acontecem sempre? Não queremos que isso role com alguém importante, não é mesmo? Como o senhor Kenway reagiria se soubesse que um de seus negócios teve prejuízo por causa de míseros 50 mil berries? Vamos se razoáveis, sim?  Entretanto, se não tivesse com a arma ou ase a bala não saísse ou, ainda, se realmente fosse falsa, apenas complementaria minha fala anterior: — Há outras formas de se apostar, Tom. Mas, ao contrário de uma arma, que só vai tirar uma vida, uma aposta errada pode ceifar várias. Pense com cuidado, sim?


Se estivesse com a arma em mãos, jogaria-a de volta para o gerente, recostando-me novamente na cadeira, cruzando as pernas logo após. Se fossemos realmente lutar aqui, estaríamos em franca desvantagem, mas eles sabiam que atacar agentes do governo não era uma atitude sensata. Ou nós daríamos conta do serviço ou outros mais fortes seriam mandados em nosso lugar. Era uma batalha perdida para eles e, se em algum momento fossemos atacadas, faria questão de lembrá-lo disso, à medida em que tentaria me esquivar ou aparar o golpe adversário, defletindo-o. Não atacaria a menos que fosse estritamente necessário, mas manteria minha postura firme. Ele podia ter boas cartas à mão, mas o dealer estava a nosso favor. Blefar ou apostar a vida? A única opção sensata para ele era aceitar. Pagar os 50 mil era melhor que pagar para ver, afinal.


Ganhos: Florete (clássico?)
Perdas:
Relações: -
HP: 200
SP: 100
Força: Regular
Peso máximo suportado: 118 kg
Destreza: Regular
Acerto: Regular
Reflexo: Regular  Constituição: Regular
Acrobacia
Anatomia
Engenharia mecânica
Estratégia
Forja
N/A
Pepe
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Imagem : Teje preso!
Créditos : 11
Localização : Lvneel - North Blue
PepeAvaliador
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Dom Maio 30, 2021 4:00 am
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Aiko SaitoRelatório:
Localização:Flevance – North Blue5
Missão:Coletar Impostos
Enquanto andávamos Chocho comentava algo sobre eu ter provas sobre a corrupção do governo. — Nenhuma no momento princesa — respondia na maior tranquilidade. — Até porque se tivesse já teria as passado para o responsável em questão fazer algo... é o que fazemos se descobrimos uma fruta podre no cesto, tentamos tirá-la — falava com naturalidade. — Você como princesa não deve ter se preocupado com esse tipo de coisa na sua vida, mas isso é bem normal...

Daria uma pausa esperando para ver como ela reagiria aquilo, mas para complementar minha parte falaria. — O governo mundial está literalmente em todas as regiões do mundo, aceitando todo mundo o tempo todo, aqui mesmo temos uma princesa, uma nobre e uma camponesa, é normal ter, seria utópico não ter — comentava olhando para ela em dúvida de como uma verdade tão simples não lhe ocorria, entre as diversas verdades que já vi pessoas discutindo, essa era uma das poucas que não havia dúvidas.

Seria essa mais uma amostra de como o nosso mundo era grande? A princesa nunca havia visto um caso? Onde seria o reino dela? Por que ela saiu de um local tão paradisíaco que não conhecia a corrupção? — Passei metade da minha vida inteira em um quartel general, não é incomum ver casos de corrupção, eles obviamente precisam ser combatidos, por isso posso afirmar tudo aquilo com tamanha naturalidade — complementava, mas não deixaria por isso só. — E fique sabendo que se eu ver vocês duas cometendo qualquer ato de corrupção vou imediatamente fazer todo meu possível para pará-las, mesmo que para isso precise machucá-las — falaria aquilo com um sorriso tranquilo no rosto enquanto continuávamos por nosso caminho.

E o caminho foi tranquilo, até mesmo entrar no local onde cobraríamos os impostos parecia simples. O homem, apesar de simpático, era claramente um charlatão. Ia respondê-lo quanto a todas as perguntas, porém minhas colegas foram mais rápidas. Sophia perguntava se eu toparia participar do jogo, olhava ela com uma expressão negativa e de quase nojo pela sugestão. — Claro que não! — respondia firme a alto logo no começo. — Não importa que jogos ele queira fazer para se divertir antes de nos dar o dinheiro, mas ele TEM QUE PAGAR o imposto — comentaria firme em meu posicionamento. — Não posso simplesmente aceitar uma hipótese onde sairemos daqui sem ele cumprir esse dever tão básico — repreendia minha colega por sequer pensar na hipótese de que isso poderia ser algo aceito por nós.

Talvez por causa de minhas falas, talvez por Sophia já imaginar que não aceitaria, mas minha colega começava a falar outras coisas com ele. Ela mudava o rumo da conversa. Ao mesmo tempo Chocho começava a pedir a arma.

Como as duas pareciam melhores naquilo tudo do que minha pessoa, ficaria calada ouvindo. Pois elas estavam falando de coisas tão estranhas. Só faria comentários simples pontuais ao ouvir certas falas. Por exemplo... — Chocho, quem anda com balas falsas por aí não tem força para se proteger, só atua para tentarem amedrontar o povo... — explicaria para minha colega que não havia visto como fora fácil para eles arranjarem balas falsas, ela não havia percebido como isso era uma amostra clara de fraqueza.

Se em todo aquele processo minha colega acabasse atirando no teto e o tiro realmente danificasse o teto, comentaria. — Está explicado por que você não quer pagar o imposto, é tão pobre que sua casa não aguenta um tiro de bala falsa... — falaria olhando para o estrago causado. — Senhor Flay, recomendo que reveja sua prioridade na vida, não adianta tentar fingir ser rico se você é um miserável que não pode bancar balas de verdade ou um teto que suporte o mínimo... — falaria repreendendo aquele pensamento de grandeza. — O imposto é de meros cinquenta mil berries, qualquer bebida aqui paga isso, mas você parece ser muito pobre com essa casa caindo por tão pouco...

Já se no processo o tiro não danificasse o teto muito, comentaria. — O que você esperava que ocorresse? Ele falou que a bala era falsa — falaria tentando entender por que a minha colega esperava um resultado diferente.


Nome: Aiko Saito
Cargo: Agente Junior – CP2
EDC: Espadachim
Profissão: Cozinheira
Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

Ganhos: Katana
Perdas: N/A
Relações com NPCs: N/A
Informações que julguei importante: Agente Senior – Nicolai - Pescotapa
HP: 2400
SP: 100

Força: 160 + 80 = 240 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 120 + 40 + 60 = 220 [Regular]
Reflexo: 120 + 40 + 60 = 220 [Regular]
Constituição: 0 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
Peso que aguenta carregar: 340 kg
CulináriaVocê é capaz de preparar pratos e refeições simples ou complexos, seguindo receitas ou a sua própria criatividade.

DegustaçãoVocê consegue identificar alguns ingredientes e preparos dos pratos que experimentar por meio de paladar, olfato ou observação visual.

HerbalismoVocê conhece plantas, ervas e suas propriedades. Sabe onde encontrar a planta ou erva que deseja, como cultivá-la, se elas têm propriedades venenosas, características curativas ou alucinógenas. Você pode utilizar as propriedades in natura das plantas e ervas que encontrar, mas essa proficiência não permite a manipulação das mesmas.

MixologiaVocê é um especialista em bebidas, sendo elas alcoólicas ou não, inovadoras ou extremamente tradicionais. Você é capaz de criar e reproduzir bebidas.

NutriçãoVocê sabe encontrar o meio-termo entre alimentação e saúde, sabendo criar pratos e cardápios bem equilibrados quando se trata de nutrientes, escolhendo os melhores ingredientes.
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Seg Maio 31, 2021 9:20 pm

OPERAÇÃO T.N.C.T.O.N.I.


Around the world : Première partie - Kanto [ft. Lise & Shinzo] 506h






Flevance – North Blue
08:50 AM
Dia fresco com céu azul, 22 °C


As três agentes agora se encontravam naquela “boate” dentro da casa do homem, ele fazia uma sugestão de aposta que em sua visão era muito mais do que interessante, até o tamanho do sorriso em sua face mostrava isso.

A Sophia e Kimiko se sentiam bem em um ambiente como aquele, praticamente já estavam acostumadas com tudo, porem Aiko era a que mais se sentia incomodada com toda aquela situação, afinal porque uma aposta em algo que ele deveria ter pago de toda forma?

— Também é um prazer enorme conhecer as duas senhoritas, fico feliz que gostaram do ambiente, normalmente os agentes que vieram antes não gostaram tanto assim...

Ele pegava um grande charuto com um copo de alguma bebida forte, um de seus funcionários rapidamente vinha e acendia.


Operação T.N.C.T.O.N.I. - Página 2 9a974b01bdc6e2e74279aa7d9688fc2f


Ele escutava a princesa e Sophia, mas não parecia ficar tão feliz com os comentários de Aiko que como sempre falava sem filtro algum.

— Respondendo a chifrudinha ali, eu só não paguei o que eu “DEVO PAGAR” por dois motivos, um porque eu não quis e dois, ninguém interessante o suficiente conseguiu passar por qualquer aposta minha, e se um agente que está vindo cobrar as dívidas aceitou o meu desafio, porque eu deveria pagar quando ele perde?

Ele falava soltando toda a fumaça de seus pulmões no rosto de Aiko, ele realmente não parecia ter gostado dos comentários, mas continuava respondendo as duas outras.

— Ora ora ora, parece que temos uma agente corajosa por aqui ein?

Quando Kimiko colocava a arma para cima rapidamente o homem que estava em sua frente segurava levemente sua mão antes que ela puxasse o gatilho.

— Meu anjinho, se vai participar da brincadeira deve fazer direito certo?

Ele retirava a arma da mão dela e puxava o gatilho, um click era escutado logo em seguida, ele sorria eufórico com tudo.

— Bem acho que agora é minha vez...

Ele colocava a arma dentro de sua boca e puxava o gatilho mais uma vez e mais um click acontecia.

— Hmhmhmhmhmhmhahahahahahahahaha, que divertido a senhorita é! Você foi a primeira que pelo menos pegou na arma, gostei de você!

Todos no cômodo espantados começava a aplaudir sorrindo, pelo visto ela teria sido a primeira agente que ele tinha gostado em todo esse tempo, ou pelo menos era isso o que parecia.

— Apesar de ser um "criminoso" eu nunca minto sabe? Tirando omissão é claro, mas a bala era de fato falsa, vocês nunca correram perigo real.

Escutando a informação de que a bala era de fato falsa, Saito começava com provocações para o homem, provavelmente não tinham essa intenção, mas para o resto de todos na sala sim.

— Ah chifrudinha não se preocupe, se eu quisesse te amedrontar você saberia no momento em que eu fizesse isso, até porque, para fazer esse tipo de trabalho eu prefiro laminas entende? Elas não falham ou dão defeitos nas horas necessárias.

Ele sacava uma faca grande de seu cinto, e começava a brincar com ela em suas mãos sentado em sua poltrona.

— Você tem um ponto senhorita Sophia, então porque não fazemos assim...

Ele dava um grande gole em sua bebida e sorria olhando para as três, mas principalmente para a princesa.

— Se a senhorita que infelizmente eu ainda desconheço o nome, aceitar ir em um encontro comigo, pago não só os 50, mas pago tudo o que devo ao governo, o que me dizem?

— Não que a senhorita Sophia fique atrás em charme, não me leve a mal, mas tenho uma quedinha por garotas levadas por assim dizer.


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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Qua Jun 02, 2021 6:11 pm

Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Chocho KimikoRelatório:
Localização:Flevance6
Missão:Cobrar imposto
A realidade da fala de Aiko demonstrava uma complexidade muito maior do que eu pensava que haveria em sua resposta. Ainda assim, o meu pensamento era simples. — Compreendo. Não tenho dúvidas de que devem haver membros corruptos. A maldade existe em todo lugar, mesmo nos pilares da justiça. Mas se me permitir um conselho, lembre-se que haverão várias vezes em nosso trabalho em que arriscaremos nossas vidas. Se duvidar de sua missão, por um segundo sequer, pode acabar perdendo muito mais do que só uma ordem.   Pessoas podiam ser corruptas. Quaisquer pessoas. Mas falar como entidade torna a corrupção algo institucionalizado e gera dúvidas perigosas para quem possui a missão de servir ao Estado.


A partir daí, nosso foco era exclusivamente na missão. Tom era uma pessoa definitivamente diferente. Apesar de um gangster, sentia uma certa loucura em seu olhar na qual me identificava. Se minha paixão era a arte da espada, a dele parecia jogos, principalmente de azar. Entender isso era vital para que pudéssemos cumprir nossa missão. A proposta que ele fazia, a seguir, fazia-me sorrir levemente. — Fico lisonjeada com seu bom gosto, Flay-san. Meu nome é Chocho Kimiko, mas abrirei uma exceção e te permitirei me tratar somente como Kimiko mesmo, que tal? Esticava minha mão direita novamente, mas dessa vez em um gesto para que ele a beijasse. — Apesar de lisonjeada, temo que precise recusar o encontro. Não que você não seja atraente, mas uma princesa deve manter protocolos. Não pegaria bem se aceitasse pedidos de encontro de um e recusasse de outros, entende? 


Retornaria com a minha mão, encostando-me de volta na cadeira e cruzando minha perna esquerda sobre a direita. — Vejo que aprecia jogos e de facas, certo, Flay-san? Vou lhe propor outro, então.    Retirava meu florete lentamente, demonstrando que não tinha intenções hostis, e depositava-o sobre a mesa. Olhava para as outras garotas, sugerindo que fizessem o mesmo. — Veja que coincidência, apesar de princesa, sou fissurada por lâminas, especialmente espadas. E minhas companheiras também são espadachins. Que tal se o senhor apreciar três belos duelos entre nós e três espadachins seus? Se você vencer, eu mesma forjarei três espadas para vocês. Mas se nós vencermos, o senhor responderá a três perguntas nossas, uma feita por cada uma de nós, sem poder mentir ou omitir nada.


Descruzando minhas pernas, aproximaria-me da mesa, dando uma leve risadinha. — A taxa de entrada para participar do jogo é o imposto de 50 mil berries. E, de quebra, você ainda não precisa mais perder tempo com outros agentes te enchendo o saco, o que acha? Recolheria o florete, voltando-o para a bainha, mas não sem antes passar minha língua levemente em sua parte não afiada, deliciando-me com o gosto frio do metal na boca. — Kakegurui mashou ka?

N.A.: Kagegurui mashou ka é uma expressão em japonês cuja tradução livre seria algo do tipo: "vamos apostar intensamente, sim?"

GIF sobre a expressão durante a frase:


Ganhos: Florete (clássico?)
Perdas:
Relações: -
HP: 200
SP: 100
Força: Regular
Peso máximo suportado: 118 kg
Destreza: Regular
Acerto: Regular
Reflexo: Regular  Constituição: Regular
Acrobacia
Anatomia
Engenharia mecânica
Estratégia
Forja
N/A
Pepe
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Imagem : Teje preso!
Créditos : 11
Localização : Lvneel - North Blue
PepeAvaliador
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Sex Jun 04, 2021 1:17 am
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Aiko SaitoRelatório:
Localização:Flevance – North Blue6
Missão:Coletar Impostos
Tom era grosso, soltava fumaça em minha cara sem motivo. Mas tirando aquela grosseria sem sentido, ele comentava algo sobre mentir. Ao ouvir aquilo reagiria de forma espontânea a estranha palavra. — Criminoso você é, igual qualquer um que não pague impostos — porém não era esse comentário que me fez agir por impulso. Aquela fala inicial era só para o foco voltar a mim e entenderem o que vinha logo em seguida. — Mas por que você mentiria? — a pergunta saía de forma sincera enquanto o olhava querendo ver como Flay reagiria.

Já havia ouvido esse termo “mentir” várias vezes em minha vida, até entendia o que ele “significava” para as pessoas, mas para mim nunca fez o menor sentido. Alguns marinheiros até tentaram me explicar que a verdade não era tão complexa quanto eu imaginava, falaram de sinais e outras coisas que as pessoas mostravam que a verdade na realidade era bem simples as vezes, por isso queria prestar atenção em Tom e ver se havia algo de diferente. Porém aquilo era algo que nunca me demonstrou alguma utilidade, a verdade é extremamente complicada, só porque alguém vê uma parte dela e você outra não significa que a primeira pessoa esteja mentindo.

Observando aprendi diversas coisas com facilidade... e bem... algumas não tão facilmente assim, mas esse conceito sempre me passou batido. Por isso, caso Tom não respondesse direto e não demonstrasse nenhum sinal diferenciado de que iria me responder, voltaria a perguntar. — Eu nunca entendi o que é mentir, poderia me explicar? — perguntaria para o homem. — Os marinheiros já me explicaram várias vezes, mas o ponto de vista deles não fazia sentido — comentaria honesta, meus olhos crescendo como se a curiosidade tomasse conta de meu ser, era algo que simplesmente não batia em minha mente.

Após a resposta, ou não, de Flay, o criminoso se dirigia para Chocho e a chamava para sair. Só podia pensar que o gosto dele era estranho, os olhos da princesa são muito estranhos escuros como são e sem as iris tão a vista. E posso julgar como estranho, porque pelo menos concordo que a Sophia é bonita. Ou seja, só eu não era bonita ali para Tom.

Era quando então a agente ia com calma e o recusava. Naquele momento minha mente ficaria ainda mais atenta a sinais dele, mas não sinais quaisquer. Tom provavelmente era um alcoólatra que está bebendo as nove, criminoso e que está sendo recusado, não duvidaria que nos atacasse por isso, já vi muitos bêbados em minha ilha natal. Claro, é sempre um prazer fazer o povo ficar bêbado, mas havia momentos apropriados para isso. As grandes festas com banquetes e bebida para todos se divertirem sem pensar que vão ser atacados, provavelmente com todas as armas bem longe.

Para isso, caso o movimento dele fosse mais violento, ou alguma ordem do tipo fosse dada, retiraria minha katana com a mão direita e falaria em alto e bom tom enquanto encarava qualquer capanga que estivesse se preparando para atacar. — Ei, ela só não te quis porque você é mais um dentre vários... — daria uma pausa e continuaria. — Você quer encantar a princesa sendo que chama o governo de inútil e não ajuda nem a manter o trabalho dela... não faz muito sentido.

Se, no entanto, Tom ficasse tranquilo e ouvisse o resto da fala de Chocho, quem ficaria impressionada era minha própria pessoa. Não que gostasse de perder tempo com o jogo sendo que deveríamos nos concentrar na missão, mas ela havia encontrado um bom ponto de equilíbrio entre agradar o criminoso e recebermos os cinquenta mil de qualquer forma. Ficava um pouco dividida com a ideia de lutar na frente de todos eles e por isso ficaria quieta, não queria atrapalhar a negociação, precisávamos que Flay aceitasse.

Nome: Aiko Saito
Cargo: Agente Junior – CP2
EDC: Espadachim
Profissão: Cozinheira
Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

Ganhos: 2x Katana
Perdas: N/A
Relações com NPCs: N/A
Informações que julguei importante: Agente Senior – Nicolai – Pescotapa
Tom Flay – Criminoso – Apaixonado na princesa
HP: 2400
SP: 100

Força: 160 + 80 = 240 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 120 + 40 + 60 = 220 [Regular]
Reflexo: 120 + 40 + 60 = 220 [Regular]
Constituição: 0 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
Peso que aguenta carregar: 340 kg
CulináriaVocê é capaz de preparar pratos e refeições simples ou complexos, seguindo receitas ou a sua própria criatividade.

DegustaçãoVocê consegue identificar alguns ingredientes e preparos dos pratos que experimentar por meio de paladar, olfato ou observação visual.

HerbalismoVocê conhece plantas, ervas e suas propriedades. Sabe onde encontrar a planta ou erva que deseja, como cultivá-la, se elas têm propriedades venenosas, características curativas ou alucinógenas. Você pode utilizar as propriedades in natura das plantas e ervas que encontrar, mas essa proficiência não permite a manipulação das mesmas.

MixologiaVocê é um especialista em bebidas, sendo elas alcoólicas ou não, inovadoras ou extremamente tradicionais. Você é capaz de criar e reproduzir bebidas.

NutriçãoVocê sabe encontrar o meio-termo entre alimentação e saúde, sabendo criar pratos e cardápios bem equilibrados quando se trata de nutrientes, escolhendo os melhores ingredientes.
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Sab Jun 05, 2021 12:47 am
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Sophia SteinbergRelatório:
Localização:Flevance6
Missão:Imposto NÃO é roubo!


Ouvir Aiko falar era sem dúvidas um evento intrigante. Meu pensamento inicial, ao vê-la quase estragando todas as negociações com falas idiotas, era o de atirar na garota e encerrar sua burrice ali mesmo. Ao analisar mais a fundo, entretanto, outra coisa me ocorreu “A coitadinha deve ser retardada…“ Pensava compadecida com a situação da garota. Na verdade, para alguém tão fascinada com medicina e suas ramificações como eu, Aiko era realmente um fenômeno. Talvez eu devesse estudar sobre psicologia futuramente para entendê-la melhor.


A partir daí, sequer prestar atenção naquela conversa demandava algum esforço, devido ao fato de estar muito curiosa com relação a saúde mental de minha companheira. Sabia, entretanto, que precisaria fazê-lo para o bem da missão. Em uma guinada um tanto quanto surpreendente, Tom Flay acabava adquirindo um certo “gosto” pela princesa, o que resultava em uma proposta um tanto quanto diferente.

- Não se preocupe senhor Flay, consigo compreender o que disse - Dizia para o homem pouco antes de começar a olhar na direção de Kimiko, sabendo que não poderia responder por ela. Apesar disso, duvidava que a orgulhosa princesa fosse aceitar um convite como aquele.

Assim como o imaginado, a recusa não demorava a vir. Apesar disso, devia admitir, Chocho Kimiko sabia bem manter suas formalidades, era sem dúvidas uma mulher perigosa. A proposta que ela fazia a seguir era um tanto mais intrigante, revelando cada vez mais o lado amante de lâminas da princesa, de uma forma que poderia ser assustadora.

A ideia de uma disputa de espadachins era ambigua em minha mente. Por um lado, sabia que poderia acabar facilmente com qualquer um desses lacaios, por outro, talvez Tom Flay não se sentisse confortável com meu jeito de… Lutar. Apesar disso, estava interessada demais na proposta da princesa para dizer algo, ainda mais sabendo que Aiko não permitiria que meros jogos de corte acontecessem por ali sem falar alguma besteira.

Decidia então por aguardar a resposta do mafioso, apenas seguindo as orientações de Chocho de sacar e guardar a espada quando ela fizesse o mesmo. Durante o tempo desarmada, deixaria a mão direita sobre a coxa, próxima da pistola para casos de emergência. Ainda assim, tentaria não demonstrar intenções hostis.



Nome: Sophia Steinberg
Cargo: Agente Junior – CP2
EDC: Espadachim/Atirador
Profissão: Médica
Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Relações com NPCs: (Depois faço, por hora só vou listando quando lembrar).
Agente Senior – Nicolai - Pescotapa
Nível: 1
Experiência: 20

PdV: 140
STA: 100

Força: 0[Inábil]
Destreza: 7 +2 EdC +2 Racial  = 11 [Regular]
Acerto: 5 +2 EdC +4 Racial  = 11 [Regular]
Reflexo: 7 +2 EdC +2 Racial = 11 [Regular]
Constituição: 1 [Regular]

Agilidade: 11
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
Anatomia
Diagnose
Farmácia
Toxicologia
Primeiros socorros
Que absurdo você insinuar que uma nobre como eu não tem nada no inventário!

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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Dom Jun 06, 2021 4:42 am

Operação T.N.C.T.O.N.I.


Around the world : Première partie - Kanto [ft. Lise & Shinzo] 506h






Flevance – North Blue
09:10 AM
Dia fresco com céu azul, 22 °C


Ali naquela sala escura a proposta pairava no ar, então logo a princesa tomava as rédeas da situação e começava a responder o homem de forma delicada e calma, ele sorria quando ela começava a falar.

— Agradeço pela compreensão senhorita Sophia, aceita alguma bebida?

Respondia ele para a moça que era compreensiva e simpática

Pegando a mão de Kimiko ele lentamente levava a perto de sua boca e dava um gentil beijo, mais próxima um cheiro de um perfume amadeirado era exalado por ele, ele logo a deixava ir e novamente se sentava na sua poltrona vermelha estofada.

O sorriso que estava em seu rosto começa a diminuir lentamente quando ele percebe que foi rejeitado, e ainda mais na frente de tantas pessoas depois de tudo o que disse, era quase uma humilhação.

De faceta mais seria agora ele apenas escutava sério, e a deixava terminar para ver se tinha algo de interessante a lhe dizer, ele cruzava suas pernas um pouco pensativo por um instante e toda a sala ficava em silencio, era possível até mesmo escutar os goles em secos por seus seguranças.

Aiko fazia uma pergunta inocente e de cara ele não respondia e ficava um pouco pensativo, mas ela logo perguntava mais uma vez de forma mais direta, o vinil tocava lentamente enquanto tudo acontecia.


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— Me deixe pensar um pouco sobre sua proposta enquanto respondo sua amiga.

Dizia ele a princesa com uma faceta mais séria e um pouco triste.

— Mentira hm? Pense na mentira como uma ferramenta, as vezes mentimos para proteger alguém, ou talvez para agradar, benefício próprio talvez, a mentira nada mais é do que uma forma menos dolorosa de lidar com as coisas.

— Me deixe lhe dar um exemplo prático de minha infância, meu pai era um bêbado que todo dia chegava em casa e batia tanto em mim e na minha mãe, certo dia ele chegou pior que o normal em casa e ele me procurava quase como um predador com fome, sabendo que omissão é um tipo de mentira, quando o meu pai perguntou a minha mãe onde eu estava, e ela respondeu eu não sei, ela fez o errado? Você contaria a verdade a ele? Mesmo sendo nítido que ele me mataria se ele soubesse?

Ele respirava fundo e tomava um grande gole em sua bebida e olhava serio para a inocente menina.

— Vejo que nunca precisou contar uma mentira em sua vida, ou pelo menos só não entende o valor de uma mentira, mas as vezes a mentira é doce enquanto a verdade é amarga, mentiras destroem vidas, mas também salvam, pode ser usada para o bem ou o mal, então no fim, é apenas uma ferramenta.

Ele estralava os dedos e novamente seu copo era enchido, ele ficava um tempo pensativo mais uma vez cogitando a proposta da princesa e finalmente ele se posicionava.

— Sinceramente foi deveras decepcionante ser rejeitado depois de tudo, não costumo gostar de qualquer uma... E bem já que tu fizeste toda a aposta eu só tenho duas questões que se forem resolvidas eu aceito a proposta.

— A primeira é acho que apenas o pagamento com dinheiro é muito simples então que tal “apostarmos alto” até porque se eu vou responder 3 perguntas sobre qualquer coisa e isso pode até mesmo custar a minha vida nada mais justo não?

— Eu pago o preço em dinheiro mesmo se eu ganhar ou perder já que parece interessante, mas tem um pequeno porém, o seu ingresso de entrada é um beijo ou caso perca seu dedo anelar da mão esquerda é meu, deixo você escolher, e claro que o beijo será na boca, porem apenas um selinho é suficiente para mim já que fez uma situação ficar tão interessante.

Ele sorria enquanto bebia mais um pouco, ele estralava os dedos e trazia uma maleta com 100 mil berries e colocava em cima da mesa e ele dizia.

— Bom é de vocês, os 50 que eu devia e mais 50 já que o risco é alto para ambos os lados, nada mais justo do que um agrado a mais a vocês.

— Então recapitulando a aposta seria, vocês 3 contra meus 3 melhores homens em um duelo cada uma, o pagamento da entrada agora foi de 100 mil, porem o seu pagamento deve ser um beijo ou caso perca seu dedo anelar esquerdo, se escolher não me dar o beijo e ganhar será de graça, e caso eu seja o perdedor eu devo responder uma pergunta a cada uma sobre qualquer assunto sendo totalmente sincero correto?

Ele cruzava suas pernas e olhava para as três com a cabeça levemente inclinada ao lado, caso aceitassem a proposta seja qual fosse a opção dentre as duas ele chamaria três de seus homens.

Porem caso negassem ele apenas as mandariam ir embora com a cara fechada em desgosto e caso não quisessem se retirar imediatamente as colocaria para fora.

— Me deixem lhe apresentar aos meus rapazes, este aqui é o santo.


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O rapaz aparentava ser novo e não era muito alto, seus olhos eram cinzas e seus cabelos eram brancos como a neve e carregava uma espada que era praticamente de seu tamanho.

— O segundo é a senhorita que eu carinhosamente chamo de agonia.


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Ela já era mais alta que o rapaz ao seu lado, tinha um corpo de um espadachim que treinava todos os dias de forma rigida e perfeita.

— E por último mas não menos importante o senhor doce!


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Ele tinha a postura mais descontraída dos três, seus olhos eram vermelhos e penetrantes, seus cabelos eram desarrumados mesmo que estivessem arrumados e ele cheirava a doces

— Bem como eu sou um cavalheiro deixo escolherem quem vai enfrentar quem, vamos para o telhado, lá é amplo e tem espaço para todos lutarem.

todos se levantavam e iam lá para cima e finalmente o “palco” agora estava pronto, cada um com seu devido oponente e a luta estaria prestes a começar.


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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Seg Jun 07, 2021 6:59 pm

Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Chocho KimikoRelatório:
Localização:Flevance7
Missão:Cobrar imposto
Flay mostrava-se desgostoso com minha recusa, entretanto mantinha a compostura e agia como um perfeito cavalheiro. Não o esnobava, muito pelo contrário. Admirava sua postura e determinação. Enquanto ouvia sua resposta para a pergunta pueril de Aiko, aproveitava também para colocar meus pensamentos em ordem. Não achava que ele recusaria minha proposta, mas talvez a competição pudesse ser um pouco desleal, principalmente se ele precisasse demonstrar dominação após ser rejeitado.


E, como imaginava, o mafioso aceitava minha proposta, mas impunha duas possibilidades de condição a mais. Sorria levemente, mantendo a compostura mas, por dentro, queria gargalhar com aquela proposta ousada. Não me entendam mal, a ideia não era rir dele, mas sim com a insistência em me beijar. Ele em si não era de se jogar fora e dificilmente eu tinha oportunidades de me soltar. No entanto, estávamos em missão e com testemunhas em excesso, o que não pegaria bem para mim. Vendo, também, que Sophia e Aiko não haviam recusado minha proposta, senti que não podia arriscar de colocar a missão a perder. — Considere a proposta aceita, Flay-san. Mas permita-me te responder qual das opções a sós, sim? 


Levaria a mão em frente à boca, dando uma leve piscadinha com o olho esquerdo, insinuando qual delas seria. Se ele permitisse que ficássemos a sós, caminharia em direção a ele. Deixaria meu florete para trás, a fim de demonstrar que não tinha intenções hostis. Daria um sorrisinho travesso para ele, enquanto aproximava-me de seu rosto. — Que bom que apostou correto, Flay-san. Você é uma pessoa... interessante.   Sussurraria para ele, aproximando meus lábios do dele. No último instante, entretanto, desviaria minha boca para seu ouvido esquerdo, complementando minha fala: — Você me parece um cara honrado, que cumpre com a palavra, mas não custa avisar... Não tente nos passar para trás, sim? Se for bonzinho conosco, quem sabe não podemos fazer outras parcerias mais para a frente?


Deixaria minha língua passar levemente pelo ângulo de sua mandíbula, beijando-o em seguida. Não somente um selinho, como pedira, mas um genuíno beijo. Afastaria-me em seguida, lentamente, observando o impacto de minha ação nele. Se se mostrasse um pouco bobo ou excitado, levaria o indicador à minha boca, dando um sorrisinho agora falsamente ingênuo. — Vamos? Acho que a primeira luta é minha. Colocaria o florete de volta em seu lugar, acompanhando-o até o telhado.


Se, no entanto, ele não permitisse que ficássemos a sós, olharia com uma expressão mista entre desaprovação e tristeza autêntica. — Uma pena... eu tinha expectativas sobre essa aposta. Você receberá seu selinho. Cumpriria com o combinado, mas visivelmente demonstrando insatisfação. Uma vez que chegássemos ao telhado, analisaria nosso terreno para a luta e, então, pediria para que Aiko e Sophia chegassem mais perto. Falaria de modo que elas ouvissem, mas os demais, mais distantes, não. — Obrigada por concordarem com meu plano. Como fui eu quem dei a ideia, acho justo que eu lute primeiro. Não interfiram em meu duelo, mas fiquem atentas se também não vão jogar sujo, sim? E Sophia-san... peço que não use sua pistola, a menos que seja estritamente necessário. Vamos mantê-la como nosso trunfo, se as negociações falharem, sim?


Restava, então, escolher meu oponente. Dentre os três, a que mais me chamava atenção era Agonia. A sua aparência de espadachim, em corpo e alma, fazia-me vibrar com a ideia de lutar com ela. Mais uma vez, contudo, meu senso de dever desviava-me do que eu realmente queria. Apesar de querer Agonia, escolheria Santo. Seu tipo de espada me fazia pensar que ele seria um oponente duro de aguentar para nosso trio. Apesar da clara desvantagem de alcance, confiava em minha agilidade e meus movimentos acrobáticos para furar sua defesa e, por isso, tornava-me a melhor opção para enfrentá-lo.


Aguardaria pelo sinal do início do duelo e, então, sacaria meu florete, mantendo-o em minha mão esquerda, com minhas pernas firmes e minha mão direita atrás do corpo. Esperaria, inicialmente, que ele viesse até mim, aproveitando para analisar sua postura e sua pegada na arma. Se ele me atacasse, procuraria esquivar-me sempre para trás e para o lado oposto ao golpe, fazendo uma dança com ele enquanto movimentava-me. Buscaria, assim, fazer um semi-círculo, mantendo uma boa distância tanto das bordas do prédio quanto dos espectadores. Se viesse algum golpe que notasse que não conseguiria desviar, utilizaria meu florete para aparar o golpe, dando força e movimento necessários para desviar o ataque para fora do alcance de meu corpo.


Quando, enfim, deduzisse a melhor forma de atacá-lo, seja vendo uma brecha, seja como criar uma, o atacaria, realizando uma finta de golpe no lado oposto ao alvo planejado e, no último instante, impulsionando meu florete para a mão direita, ao mesmo tempo que tiraria ela de minhas costas para pegá-lo e complementar o golpe. Caso, durante o plano de ataque, fosse necessário usar de uma movimentação mais avançada, assim o faria, podendo dar saltos, piruetas ou até mesmo girar meu corpo ao máximo, a fim de não só esquivar-me, como também encontrar um ponto crítico do meu alvo exposto.


Meus ataques não seriam contínuos ou buscando desestabilizá-lo em força, até porque isso claramente seria desvantajoso para mim. Focava em minha maior mobilidade, apesar do menor alcance, para encontrar e acertar ataques em pontos críticos da anatomia adversária, como fígado, baço, carótidas ou virilha, se pela frente, ou em seus joelhos, se por trás, de modo a cortar seus ligamentos e tendões. Esse era o estilo Chocho de esgrima. Não precisávamos acertar muitos ataques para vencer. Muitas vezes sequer precisávamos acertar mais do que um.


No caso do embate terminar ali, agradeceria o oponente e recuaria, dando espaço para a próxima que fosse lutar. Se estivesse ferida de alguma forma, pediria que Sophia cuidasse de meus ferimentos. Mas, se após as investidas, ainda houvesse luta, buscaria recuar e tomar uma distância segura do oponente, para fazer nova análise e pensar em como poderia vencer. Uma coisa é certa: perder ali não era uma opção.

Esgrima Real Chocho:


Ganhos: Florete (clássico?)
Perdas:
Relações: -
HP: 200
SP: 100
Força: Regular
Peso máximo suportado: 118 kg
Destreza: Regular
Acerto: Regular
Reflexo: Regular  Constituição: Regular
Acrobacia
Anatomia
Engenharia mecânica
Estratégia
Forja
N/A


Última edição por Akuma Nikaido em Ter Jun 08, 2021 7:59 am, editado 1 vez(es)
Pepe
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Ter Jun 08, 2021 1:34 am
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Aiko SaitoRelatório:
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Tom começava a me explicar o que era mentira, mas novamente tudo que conseguia ver era uma pobre pessoa que não entendia como a verdade era muito mais ampla do que a superfície rasa que Flay estava atingindo. Ele contava como a mãe dele era uma heroína na verdade que ele enxergava, era lindo ver como esse tipo de mãe existe na mente de alguns, mas lá no fundo sabia que isso não era a verdade da moça que o criminoso chamava de mãe.

Quão indelicada seria apontando a verdade para ele? Muitas pessoas preferiam viver em suas próprias bolhas de verdade sem tentar enxergar a verdade toda da história, por isso que muitas brigas existiam, mas a dele não parecia fazer mal a ninguém. Será que é melhor deixar Tom escolher se queria a verdade ou não?

Em minha indecisão acabaria balançando a cabeça de forma negativa bem devagar para indicar que discordava da resposta dele e falaria. — Existe tantas coisas que você não enxerga, posso explicar para você se desejar — não sei se ele estava no clima para isso, pois Flay parecia mais entretido em apimentar a aposta com Chocho.

Porém se fosse o caso responderia séria, para Tom entender a verdade completa da situação. — A sua mãe não mentiu. Mães não amam seus filhos, elas não têm esse senso de proteção com seus filhos — falaria de forma simples para Flay ter o primeiro choque. — Quando ela falou para o seu pai que não sabia onde você estava era meramente porque ela se importava tão pouco com você que ela apagava da mente dela essa informação — explicava, mas sentia que não estava sendo clara o suficiente em minha explicação. — Imagine que ela te visse como uma formiga no chão, no instante que ela te vê ela até sabe onde você está, mas assim que ela para de olhar para você... é como se você sumisse da mente dela. Então ela não conseguia te localizar mais — com esse detalhamento maior acho que ficava claro, então poderia concluir. — Claro que por causa disso você realmente sobreviveu, mas não foi uma mentira dela, foi meramente uma coincidência de como as mães são — concluiria, porém, daria um contraexemplo para finalizar de vez o assunto. — Se fosse o contrário, por exemplo, a sua mãe que bebesse e fosse te violentar. O seu pai quando fosse perguntado, saberia responder prontamente, pois pais amam seus filhos, então ele não se esqueceria de você em um instante. Claro, infelizmente você morreria nesse caso, que é o que acontece em muitas famílias, você foi só sortudo de ser a sua mãe que tinha que responder — com a história concluída acho que não haveria mais dúvidas da coincidência que era a vida de Tom.

Assim, enquanto Tom propunha algumas coisas para Chocho me pegaria pensando que a resposta dele me deixava triste, pois ainda não era uma resposta boa para definir o que não sabia, apesar de ser um dos melhores pontos que já haviam me falado de longe. O exemplo dele era basicamente perfeito para entender por que as pessoas acreditavam tanto nesse conceito de mentira. Claro que sempre era a ignorância de não saber a verdade como um todo, mas geralmente os exemplos são superficiais.

No meio do caminho a princesa até quis ficar a sós com ele, era fofo pensar que a princesa era tímida, mas estava disposta a fazer aquilo pelo bem da missão, algo muito nobre pelo andamento da missão, ou teríamos que tirar o dinheiro dali de forma não agradável.

Quando tivessem terminado a discussão entre eles, subiríamos para o telhado, onde a princesa falou que seria a primeira a lutar e perguntou se queríamos lutar com alguém em específico. Balançava a minha cabeça de forma positiva. — Quero, mas não sei quem — porém, ao invés de explicar para minha colega, iria falar com os nossos adversários. Levantando um dos meus braços me aproximaria deles um passo ou dois e perguntaria. — Qual de vocês três é o mais fraco? — a pergunta era genuína como sempre. — Sempre fui uma fracassada completa em luta, então acho que vamos entreter Tom mais se lutar o mais fraco comigo... —falava explicando meu ponto de vista. — Ou o mais forte de vocês, se ele for sádico... — e mencionava mais baixo pensando melhor no tipo de pessoa que estávamos lidando. Independentemente de quem fosse o meu adversário, comentaria. — Que tenhamos uma boa luta — e assim recuaria.

Observaria a luta da princesa. — Arrebenta eles princesa! — gritaria torcendo para Chocho. Me atentaria não só a forma como ela lutava, mas como o adversário lutava, tentando entender quão forte eles eram, para assim tentar entender quão forte seria a pessoa com quem eu lutaria depois.


Nome: Aiko Saito
Cargo: Agente Junior – CP2
EDC: Espadachim
Profissão: Cozinheira
Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

Ganhos: 2x Katana
Perdas: N/A
Relações com NPCs: N/A
Informações que julguei importante: Agente Senior – Nicolai – Pescotapa
Tom Flay – Criminoso – Apaixonado na princesa
HP: 2400
SP: 100

Força: 160 + 80 = 240 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 120 + 40 + 60 = 220 [Regular]
Reflexo: 120 + 40 + 60 = 220 [Regular]
Constituição: 0 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
Peso que aguenta carregar: 340 kg
CulináriaVocê é capaz de preparar pratos e refeições simples ou complexos, seguindo receitas ou a sua própria criatividade.

DegustaçãoVocê consegue identificar alguns ingredientes e preparos dos pratos que experimentar por meio de paladar, olfato ou observação visual.

HerbalismoVocê conhece plantas, ervas e suas propriedades. Sabe onde encontrar a planta ou erva que deseja, como cultivá-la, se elas têm propriedades venenosas, características curativas ou alucinógenas. Você pode utilizar as propriedades in natura das plantas e ervas que encontrar, mas essa proficiência não permite a manipulação das mesmas.

MixologiaVocê é um especialista em bebidas, sendo elas alcoólicas ou não, inovadoras ou extremamente tradicionais. Você é capaz de criar e reproduzir bebidas.

NutriçãoVocê sabe encontrar o meio-termo entre alimentação e saúde, sabendo criar pratos e cardápios bem equilibrados quando se trata de nutrientes, escolhendo os melhores ingredientes.
2 katanas

Wesker
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Créditos : 17
Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Ter Jun 08, 2021 9:42 pm
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Sophia SteinbergRelatório:
Localização:Flevance7
Missão:Imposto NÃO é roubo!


Tom Flay provavelmente não estava acostumado a ser rejeitado. Na verdade, isso era algo que ficava bem evidente em sua expressão após a rejeição de Kimiko. Por sorte, ele ainda assim sabia como se portar nessas situações e decidia continuar a negociação.

A minha maior preocupação naquele momento, entretanto, vinha da interação do sujeito com Aiko. A garota parecia não ter nenhuma noção de filtros sociais e, sem saber disso, Flay contava a ela parte de sua história de vida, fosse verdadeira ou não. Mesmo estando a pouco tempo na companhia de Aiko, já havia visto o suficiente para entender os riscos do que poderia vir a seguir.

- Aiko! - Chamava atenção da garota - Não é o momento para debates filosóficos sobre verdade e mentira com o senhor Flay. Estamos em missão. Se quiser é melhor voltar aqui e falar com ele depois do expediente - Repreendia a garota, esperando que aquilo a impedisse ou ao menos fizesse Tom não dar corda para a maluca.

A conversa continuava e a aposta de Kimiko era aceita, assim como os termos de Flay. Na verdade,a princesa mostrava até um outro lado seu no momento em que pedia para ficar a sós com o sujeito, algo com o qual eu não tinha porquê discordar.

Quando os adversários eram apresentados, era fácil perceber que cada um lutava de um jeito diferente, ainda que todos ali fossem espadachins. Santo, que seria minha primeira escolha simplesmente pelo “nome”, acabava sendo escolhido pela princesa que falava um pouco comigo antes de ir para o combate.

- Fique tranquila. Creio que preciso aliviar um pouco do estresse, de qualquer forma - Respondia olhando de relance para Aiko. A partir daí, apenas assistiria a batalha de Chocho enquanto analisava os outros dois que restavam. Aiko se mostrava muito inocente em falar de sua fraqueza, provavelmente não sabendo que os adversários poderiam querer se aproveitar disso. Decidia não escolher meu adversário, apenas observaria a expressão do que escolheria lutar com a garota.


Nome: Sophia Steinberg
Cargo: Agente Junior – CP2
EDC: Espadachim/Atirador
Profissão: Médica
Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Relações com NPCs: (Depois faço, por hora só vou listando quando lembrar).
Agente Senior – Nicolai - Pescotapa
Nível: 1
Experiência: 20

PdV: 140
STA: 100

Força: 0[Inábil]
Destreza: 7 +2 EdC +2 Racial  = 11 [Regular]
Acerto: 5 +2 EdC +4 Racial  = 11 [Regular]
Reflexo: 7 +2 EdC +2 Racial = 11 [Regular]
Constituição: 1 [Regular]

Agilidade: 11
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
Anatomia
Diagnose
Farmácia
Toxicologia
Primeiros socorros
Que absurdo você insinuar que uma nobre como eu não tem nada no inventário!

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Operação T.N.C.T.O.N.I. - Página 2 Sign_Bismarck_V1_-_Tamanho_certo_borda_branca
Ex-Panda
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Créditos : 08
Ex-PandaCivil
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Qua Jun 09, 2021 4:14 am

OPERAÇÃO T.N.C.T.O.N.I.


Around the world : Première partie - Kanto [ft. Lise & Shinzo] 506h






Flevance – North Blue
09:30 AM
Dia fresco com céu azul, 22 °C


Assim que a explicação sobre a mentira era finalizada por Flay, Aiko logo retrucava com sua conturbada visão sobre relações maternas, ele aceitava que ela explicasse a sua visão já que parecia minimamente interessante.

Sophia tentava parar sua amiga, porem ela não dava muita bola, e isso fazia Flay ficar ainda mais curioso do porque ela não poder falar e a deixava prosseguir

A medida que ela falava a sua expressão ia ficando pior e pior, parecia que estava enojado, com pena e raiva da garota, antes que ela pudesse perceber ele já estava com uma pistola em sua testa e dizia:

— Eu não me importo se sua mãe era uma prostituta que matou e comeu alguém, ou mesmo a pior pessoa do universo, porém não compare a sua visão doentia com a minha mama, se fizer isso de novo eu explodo sua cabeça, nunca, nunca mais compare minha mama dessa forma.

Ele guardava a pistola logo após isso e dava um grande suspiro tentando se acalmar, e percebia que provavelmente a chifruda da sala era provavelmente muito fechada em relação a esse assunto pela sua vivencia doentia com sua mãe.

Depois de tudo a princesa percebia que de fato o homem aceitava a sua aposta e que a luta ocorreria de fato, quando ela pedia para ficar a sós ele mandava todos irem lá para cima para organizarem o local da luta.

Quando ela se aproximava dele e falava sobre ele ser uma pessoa interessante até mesmo sem jeito ele respondia.

— Eu tenho que dizer o mesmo sobre ti Kimiko, como eu disse não me interesso por qualquer mulher...

Quando ela desviava do beijo e sussurrava em seu ouvido ela podia sentir que ele arrepiava e seu corpo ficava mais travado do que antes, ele retribuía o beijo mesmo que envergonhado e surpreso pelo ato.


Operação T.N.C.T.O.N.I. - Página 2 Blushing-43


Após algum tempo de um beijo intenso o homem parecia até mesmo estar confuso, ele logo a respondia.

— Como eu já lhe disse senhorita Kimiko, eu apesar de ser um homem de negócios do mercado negro sou um homem de palavra, até mesmo foi por isso que o senhor Kenway me contratou, ele jamais deixaria uma pessoa sem comprometimento cuidar das coisas, apesar de tudo ele é uma “pessoa” boa.

Ele a deixava pegar suas coisas e dava seu braço para que ela apoiasse caso quisesse nas escadas, quando chegavam lá em cima tudo já estava organizado para o grande show, algumas cadeiras com grandes guarda-sóis já eram postas por ali, e sucos cítricos com gelo também.

Tom chegava na frente de todos ali e como um bom anfitrião começava a explicar sobre tudo.

— Bom é um prazer estar aqui com vocês nessa linda e agradável manhã, para quem me conhece mais a fundo sabe que eu amo uma festa e principalmente uma posta, então tenho que agradecer as três garotas que me proporcionaram uma situação tão atipicamente prazerosa.

Todos começavam uma leve salva de palmas para elas, até mesmo seus “inimigos”

— Bem faremos cada luta por vez, e claro como eu disse antes vocês poderão escolher seus adversários da forma como bem entenderem, então a linda senhorita Kimiko ira primeiro e claro que ela escolhera seu oponente.

Aiko rapidamente ia na frente de Tom e seus possíveis oponentes e começava a tentar escolher algum deles, logo agonia ia para frente e falava aproximando seu rosto se abaixando levemente para ficar na altura da agente.

— Eu tenho bons ouvidos sabe? Então você gosta de pessoas sádicas? Então nada melhor do que eu ser sua oponente, só não vá quebrar logo “brinquedinho”...

Ela se afastava rindo baixinho de toda a situação, enquanto isso Kimiko ia em suas amigas e falava com elas sobre toda a situação, agora estava sentadas em cadeiras luxuosas com uma bela mesa com sucos e alguns doces, um belo café da manhã, a brisa era agradável e fresca, de fato um local de “camarote” para ver a luta.


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O santo era escolhido pela princesa, Aiko logo gritava em torcida por sua companheira de serviço, ele se aproximava e sacava sua espada que mais parecia uma cruz do que de fato uma arma.

— É um prazer e uma honra lutar com você, não gosto de machucar seres de deus porem meu chefe me ordenou então não irei me segurar, espero que faça o mesmo para que eu não me sinta mal, AMEM!

Ele abaixava cordialmente a cabeça mostrando respeito e humildade e logo começava a tirar um manto que cobria seu corpo, uma roupa toda branca com uma cruz era mostrada, um tecido bem fino cobria toda a roupa, e agora alguns barulhos de vidro se mostravam, quase como se estivessem pendurados e presos a sua camisa.

Senhor doce logo se aproximava de Sophia que estava sentada e dizia:

— Ehh parece que a gente ficou um com o outro né?? Aceita uma balinha? Ahhhh não se preocupe ela não esta envenenada não não!! Meu chefe me mataria caso eu fizesse algo assim, de fato mataria!!

Ele parecia completamente pilhado em açúcar e frenético do jeito que falava com muita emoção, quase como se estivesse em um doping açucarado.

— Bom, agora que está tudo pronto, então que comecem os jogos!




Kimiko rapidamente sacava seu florete e ficava pronta para a batalha, porem antes de poder analisar o seu inimigo sua visão ficava totalmente branca, e no último segundo conseguia ver a espada do santo vindo em um corte lateral, ela defendia porem era lançada para longe.

O impacto no chão não era agradável e a machucava levemente com alguns arranhões, as duas que estavam sentadas podiam ver que o homem agora estava apenas com sua calça e camisa, e sua roupa era completamente igual a uma armadura laminada, porem aqueles quadrados serviam para refletir a luz do sol de forma extremamente incomoda aos olhos.


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Era muito difícil para Kimiko olhar diretamente para o homem, e quando tentava ele até usava a lamina de sua espada para refletir mais luz ainda sobre seus olhos, sem conseguir analisar seu inimigo a situação ficava complicada, porem ela não podia deixar de atacar e tentava encontrar uma abertura.

O que infelizmente era sem sucesso já que ela praticamente não via nada, era fácil até demais para o homem aparar seus golpes ou mesmo esquivar, porem seu estilo esgrimista real de luta a ajudava criando movimentos imprevisíveis para o homem que levava alguns golpes em sua armadura que até arrancavam algumas gotas de sangue em áreas mais fracas, porem ela logo tinha de se afastar quando ele girava sua espada.

— A luz purifica, não tenha medo dela, a luz é salvação, ela é amor é tudo! AMEM!

Ele parava por um segundo enquanto parecia que até rezava por um instante o que dava um tempo para a princesa pensar, mas agora a grande questão era o que ela iria fazer já que não conseguia enxergar seu oponente?

OFF:

Histórico:

Considerações:


_________________

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Akuma Nikaido
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Créditos : 27
Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Qui Jun 10, 2021 9:14 pm

Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Chocho KimikoRelatório:
Localização:Flevance8
Missão:Cobrar imposto
Um sentimento de pena me invadia quanto mais eu conhecia Aiko. Eu podia ter perdido minha casa, minha ilha e meu reino, mas ao menos ainda possuía minha sanidade. A garota, no entanto, parecia ter perdido a própria mente, o único lar restante para quem não possuía mais nada. Tinha algumas respostas para dar a ela, pensando em ajudá-la, mas isso teria de ficar para depois. O foco no momento era o desafio que se impunha ante nós.


Encantava-me ver a reação do mafioso à minha investida. Conseguia acreditar em suas palavras e, dentro do conceito de verdades e mentiras, acreditava que ele acreditava no que dizia. Após subirmos as escadas, nossos adversários eram escolhidos e logo minha luta com Santo iniciava. Não demorava para que eu percebesse a real intenção das roupas do homem. O uso da luz como forma de dificultar minha visão mostrava que sua conduta era diametralmente oposta a seu nome. Golpe após golpe, o máximo que eu conseguia era causar pequenos arranhões no homem, enquanto eu mesma ficava a todo tempo em vias de ser atingida de maneira direta. Quando, enfim, conseguia algum tempo, arfava rapidamente, puxando o ar para meus pulmões e dizendo: — Desculpe-me, Santo-san. Acho que te subestimei e me segurei, apesar do seu alerta. Pode esperar dez segundos antes de retomarmos o duelo, por favor? 


Se ele assim permitisse, recuaria dois passos e começaria a me despir de meu quimono, revelando minhas vestes formais por baixo. Com um movimento, cortaria a manga de um dos lados, removendo-a do restante do traje e abrindo-a ao meio. — Meninas, vou utilizar o dinheiro extra para fazer um novo robe pra mim, ok?   Diria, enquanto amarrava o tecido em meu rosto, de modo a cobrir minha testa, olhos e nariz, tal qual um véu. O tecido de meu quimono tornava-o algo translúcido, mas permitiria absorver parte dos raios, melhorando minha visão do iluminado homem à minha frente. Deixaria, ainda, o resto do quimono jogado sobre meu corpo, com seu tecido sobre os meus ombros, mas agora sem estar de fato vestindo ele. — Desculpe a demora, Santo-san. Podemos retomar a luta agora.


Se, entretanto, ele não concordasse, ou investisse em minha direção enquanto preparava-me, apenas recuaria, tentando manter uma distância segura enquanto diria: — Tsc, pra quem prega pela luz, esse seu lado é bem sombrio, sabia? De toda forma, a partir de agora começaria a atacá-lo sem olhar diretamente para ele. Se a claridade era tanta assim para me atrapalhar, era também o bastante para formar sombras. E eu era inteligente o bastante para conseguir utilizar isso a meu favor. Usaria de minha visão periférica para ver o movimento do corpo de Santo, enquanto minha visão central observaria sua sombra, permitindo-me ler seus passos e manter o ritmo de ataques que desejava. Utilizaria de minhas fintas para confundi-lo, dificultar sua defesa e melhorar minha precisão.


Se em algum momento notasse que Santo faria algum ataque que me atingiria, procuraria desviar-me enquanto simularia uma finta com meu braço, como se fosse atacá-lo novamente. Mas, dessa vez, tendo tempo hábil para isso, pegaria o tecido do quimono sobre meus ombros e arremessaria na direção do rosto do homem, buscando confundi-lo por um momento e melhorando minha esquiva. Tendo a disponibilidade, faria um contra-golpe fulminante, atingindo o local mais vulnerável possível. Se algum desses movimentos resultasse no término da luta, afastaria-me, embainhando o florete e dizendo: — Obrigada pela ótima luta, Santo-san. Você poderia ser ainda melhor se não ficasse tão... cego na sua própria estratégia.


No entanto, caso mesmo após tais tentativas eu não obtivesse êxito em terminar o combate, tentaria recuar novamente, ganhando tempo para pensar novamente e para recuperar meu fôlego. O adversário era formidável e, injusta ou não, aquela luta desafiava-me cada vez mais. Eu podia ser habilidosa, mas minha maior arma era meu intelecto e minhas capacidades estratégicas. Esse seria meu trunfo, mesmo que ainda não houvesse conseguido arrumar uma ideia brilhante o bastante para derrotá-lo.


Ganhos: Florete (clássico?)
Perdas:
Relações: -
HP: 200
SP: 100
Força: Regular
Peso máximo suportado: 118 kg
Destreza: Regular
Acerto: Regular
Reflexo: Regular  Constituição: Regular
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