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Kenshin
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Operação T.N.C.T.O.N.I. Qui 13 Maio 2021, 01:08
Relembrando a primeira mensagem :

Operação T.N.C.T.O.N.I.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Agentes Aiko Saito, Chocho Kimiko e Sophia Mallwitz Steinberg. A qual não possui narrador definido.

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Alexander III
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Seg 31 Maio 2021, 21:20

OPERAÇÃO T.N.C.T.O.N.I.


Around the world : Première partie - Kanto [ft. Lise & Shinzo] 506h






Flevance – North Blue
08:50 AM
Dia fresco com céu azul, 22 °C


As três agentes agora se encontravam naquela “boate” dentro da casa do homem, ele fazia uma sugestão de aposta que em sua visão era muito mais do que interessante, até o tamanho do sorriso em sua face mostrava isso.

A Sophia e Kimiko se sentiam bem em um ambiente como aquele, praticamente já estavam acostumadas com tudo, porem Aiko era a que mais se sentia incomodada com toda aquela situação, afinal porque uma aposta em algo que ele deveria ter pago de toda forma?

— Também é um prazer enorme conhecer as duas senhoritas, fico feliz que gostaram do ambiente, normalmente os agentes que vieram antes não gostaram tanto assim...

Ele pegava um grande charuto com um copo de alguma bebida forte, um de seus funcionários rapidamente vinha e acendia.


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Ele escutava a princesa e Sophia, mas não parecia ficar tão feliz com os comentários de Aiko que como sempre falava sem filtro algum.

— Respondendo a chifrudinha ali, eu só não paguei o que eu “DEVO PAGAR” por dois motivos, um porque eu não quis e dois, ninguém interessante o suficiente conseguiu passar por qualquer aposta minha, e se um agente que está vindo cobrar as dívidas aceitou o meu desafio, porque eu deveria pagar quando ele perde?

Ele falava soltando toda a fumaça de seus pulmões no rosto de Aiko, ele realmente não parecia ter gostado dos comentários, mas continuava respondendo as duas outras.

— Ora ora ora, parece que temos uma agente corajosa por aqui ein?

Quando Kimiko colocava a arma para cima rapidamente o homem que estava em sua frente segurava levemente sua mão antes que ela puxasse o gatilho.

— Meu anjinho, se vai participar da brincadeira deve fazer direito certo?

Ele retirava a arma da mão dela e puxava o gatilho, um click era escutado logo em seguida, ele sorria eufórico com tudo.

— Bem acho que agora é minha vez...

Ele colocava a arma dentro de sua boca e puxava o gatilho mais uma vez e mais um click acontecia.

— Hmhmhmhmhmhmhahahahahahahahaha, que divertido a senhorita é! Você foi a primeira que pelo menos pegou na arma, gostei de você!

Todos no cômodo espantados começava a aplaudir sorrindo, pelo visto ela teria sido a primeira agente que ele tinha gostado em todo esse tempo, ou pelo menos era isso o que parecia.

— Apesar de ser um "criminoso" eu nunca minto sabe? Tirando omissão é claro, mas a bala era de fato falsa, vocês nunca correram perigo real.

Escutando a informação de que a bala era de fato falsa, Saito começava com provocações para o homem, provavelmente não tinham essa intenção, mas para o resto de todos na sala sim.

— Ah chifrudinha não se preocupe, se eu quisesse te amedrontar você saberia no momento em que eu fizesse isso, até porque, para fazer esse tipo de trabalho eu prefiro laminas entende? Elas não falham ou dão defeitos nas horas necessárias.

Ele sacava uma faca grande de seu cinto, e começava a brincar com ela em suas mãos sentado em sua poltrona.

— Você tem um ponto senhorita Sophia, então porque não fazemos assim...

Ele dava um grande gole em sua bebida e sorria olhando para as três, mas principalmente para a princesa.

— Se a senhorita que infelizmente eu ainda desconheço o nome, aceitar ir em um encontro comigo, pago não só os 50, mas pago tudo o que devo ao governo, o que me dizem?

— Não que a senhorita Sophia fique atrás em charme, não me leve a mal, mas tenho uma quedinha por garotas levadas por assim dizer.


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Akuma Nikaido
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Qua 02 Jun 2021, 18:11

Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Chocho KimikoRelatório:
Localização:Flevance6
Missão:Cobrar imposto
A realidade da fala de Aiko demonstrava uma complexidade muito maior do que eu pensava que haveria em sua resposta. Ainda assim, o meu pensamento era simples. — Compreendo. Não tenho dúvidas de que devem haver membros corruptos. A maldade existe em todo lugar, mesmo nos pilares da justiça. Mas se me permitir um conselho, lembre-se que haverão várias vezes em nosso trabalho em que arriscaremos nossas vidas. Se duvidar de sua missão, por um segundo sequer, pode acabar perdendo muito mais do que só uma ordem.   Pessoas podiam ser corruptas. Quaisquer pessoas. Mas falar como entidade torna a corrupção algo institucionalizado e gera dúvidas perigosas para quem possui a missão de servir ao Estado.


A partir daí, nosso foco era exclusivamente na missão. Tom era uma pessoa definitivamente diferente. Apesar de um gangster, sentia uma certa loucura em seu olhar na qual me identificava. Se minha paixão era a arte da espada, a dele parecia jogos, principalmente de azar. Entender isso era vital para que pudéssemos cumprir nossa missão. A proposta que ele fazia, a seguir, fazia-me sorrir levemente. — Fico lisonjeada com seu bom gosto, Flay-san. Meu nome é Chocho Kimiko, mas abrirei uma exceção e te permitirei me tratar somente como Kimiko mesmo, que tal? Esticava minha mão direita novamente, mas dessa vez em um gesto para que ele a beijasse. — Apesar de lisonjeada, temo que precise recusar o encontro. Não que você não seja atraente, mas uma princesa deve manter protocolos. Não pegaria bem se aceitasse pedidos de encontro de um e recusasse de outros, entende? 


Retornaria com a minha mão, encostando-me de volta na cadeira e cruzando minha perna esquerda sobre a direita. — Vejo que aprecia jogos e de facas, certo, Flay-san? Vou lhe propor outro, então.    Retirava meu florete lentamente, demonstrando que não tinha intenções hostis, e depositava-o sobre a mesa. Olhava para as outras garotas, sugerindo que fizessem o mesmo. — Veja que coincidência, apesar de princesa, sou fissurada por lâminas, especialmente espadas. E minhas companheiras também são espadachins. Que tal se o senhor apreciar três belos duelos entre nós e três espadachins seus? Se você vencer, eu mesma forjarei três espadas para vocês. Mas se nós vencermos, o senhor responderá a três perguntas nossas, uma feita por cada uma de nós, sem poder mentir ou omitir nada.


Descruzando minhas pernas, aproximaria-me da mesa, dando uma leve risadinha. — A taxa de entrada para participar do jogo é o imposto de 50 mil berries. E, de quebra, você ainda não precisa mais perder tempo com outros agentes te enchendo o saco, o que acha? Recolheria o florete, voltando-o para a bainha, mas não sem antes passar minha língua levemente em sua parte não afiada, deliciando-me com o gosto frio do metal na boca. — Kakegurui mashou ka?

N.A.: Kagegurui mashou ka é uma expressão em japonês cuja tradução livre seria algo do tipo: "vamos apostar intensamente, sim?"

GIF sobre a expressão durante a frase:


Ganhos: Florete (clássico?)
Perdas:
Relações: -
HP: 200
SP: 100
Força: Regular
Peso máximo suportado: 118 kg
Destreza: Regular
Acerto: Regular
Reflexo: Regular  Constituição: Regular
Acrobacia
Anatomia
Engenharia mecânica
Estratégia
Forja
N/A
Pepe
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Imagem : Teje preso!
Créditos : 03
Localização : Flevance - North Blue
PepeEstagiário
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Sex 04 Jun 2021, 01:17
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Aiko SaitoRelatório:
Localização:Flevance – North Blue6
Missão:Coletar Impostos
Tom era grosso, soltava fumaça em minha cara sem motivo. Mas tirando aquela grosseria sem sentido, ele comentava algo sobre mentir. Ao ouvir aquilo reagiria de forma espontânea a estranha palavra. — Criminoso você é, igual qualquer um que não pague impostos — porém não era esse comentário que me fez agir por impulso. Aquela fala inicial era só para o foco voltar a mim e entenderem o que vinha logo em seguida. — Mas por que você mentiria? — a pergunta saía de forma sincera enquanto o olhava querendo ver como Flay reagiria.

Já havia ouvido esse termo “mentir” várias vezes em minha vida, até entendia o que ele “significava” para as pessoas, mas para mim nunca fez o menor sentido. Alguns marinheiros até tentaram me explicar que a verdade não era tão complexa quanto eu imaginava, falaram de sinais e outras coisas que as pessoas mostravam que a verdade na realidade era bem simples as vezes, por isso queria prestar atenção em Tom e ver se havia algo de diferente. Porém aquilo era algo que nunca me demonstrou alguma utilidade, a verdade é extremamente complicada, só porque alguém vê uma parte dela e você outra não significa que a primeira pessoa esteja mentindo.

Observando aprendi diversas coisas com facilidade... e bem... algumas não tão facilmente assim, mas esse conceito sempre me passou batido. Por isso, caso Tom não respondesse direto e não demonstrasse nenhum sinal diferenciado de que iria me responder, voltaria a perguntar. — Eu nunca entendi o que é mentir, poderia me explicar? — perguntaria para o homem. — Os marinheiros já me explicaram várias vezes, mas o ponto de vista deles não fazia sentido — comentaria honesta, meus olhos crescendo como se a curiosidade tomasse conta de meu ser, era algo que simplesmente não batia em minha mente.

Após a resposta, ou não, de Flay, o criminoso se dirigia para Chocho e a chamava para sair. Só podia pensar que o gosto dele era estranho, os olhos da princesa são muito estranhos escuros como são e sem as iris tão a vista. E posso julgar como estranho, porque pelo menos concordo que a Sophia é bonita. Ou seja, só eu não era bonita ali para Tom.

Era quando então a agente ia com calma e o recusava. Naquele momento minha mente ficaria ainda mais atenta a sinais dele, mas não sinais quaisquer. Tom provavelmente era um alcoólatra que está bebendo as nove, criminoso e que está sendo recusado, não duvidaria que nos atacasse por isso, já vi muitos bêbados em minha ilha natal. Claro, é sempre um prazer fazer o povo ficar bêbado, mas havia momentos apropriados para isso. As grandes festas com banquetes e bebida para todos se divertirem sem pensar que vão ser atacados, provavelmente com todas as armas bem longe.

Para isso, caso o movimento dele fosse mais violento, ou alguma ordem do tipo fosse dada, retiraria minha katana com a mão direita e falaria em alto e bom tom enquanto encarava qualquer capanga que estivesse se preparando para atacar. — Ei, ela só não te quis porque você é mais um dentre vários... — daria uma pausa e continuaria. — Você quer encantar a princesa sendo que chama o governo de inútil e não ajuda nem a manter o trabalho dela... não faz muito sentido.

Se, no entanto, Tom ficasse tranquilo e ouvisse o resto da fala de Chocho, quem ficaria impressionada era minha própria pessoa. Não que gostasse de perder tempo com o jogo sendo que deveríamos nos concentrar na missão, mas ela havia encontrado um bom ponto de equilíbrio entre agradar o criminoso e recebermos os cinquenta mil de qualquer forma. Ficava um pouco dividida com a ideia de lutar na frente de todos eles e por isso ficaria quieta, não queria atrapalhar a negociação, precisávamos que Flay aceitasse.

Nome: Aiko Saito
Cargo: Agente Junior – CP2
EDC: Espadachim
Profissão: Cozinheira
Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

Ganhos: 2x Katana
Perdas: N/A
Relações com NPCs: N/A
Informações que julguei importante: Agente Senior – Nicolai – Pescotapa
Tom Flay – Criminoso – Apaixonado na princesa
HP: 2400
SP: 100

Força: 160 + 80 = 240 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 120 + 40 + 60 = 220 [Regular]
Reflexo: 120 + 40 + 60 = 220 [Regular]
Constituição: 0 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
Peso que aguenta carregar: 340 kg
CulináriaVocê é capaz de preparar pratos e refeições simples ou complexos, seguindo receitas ou a sua própria criatividade.

DegustaçãoVocê consegue identificar alguns ingredientes e preparos dos pratos que experimentar por meio de paladar, olfato ou observação visual.

HerbalismoVocê conhece plantas, ervas e suas propriedades. Sabe onde encontrar a planta ou erva que deseja, como cultivá-la, se elas têm propriedades venenosas, características curativas ou alucinógenas. Você pode utilizar as propriedades in natura das plantas e ervas que encontrar, mas essa proficiência não permite a manipulação das mesmas.

MixologiaVocê é um especialista em bebidas, sendo elas alcoólicas ou não, inovadoras ou extremamente tradicionais. Você é capaz de criar e reproduzir bebidas.

NutriçãoVocê sabe encontrar o meio-termo entre alimentação e saúde, sabendo criar pratos e cardápios bem equilibrados quando se trata de nutrientes, escolhendo os melhores ingredientes.
2 katanas


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Wesker
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Créditos : 00
Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Sab 05 Jun 2021, 00:47
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Sophia SteinbergRelatório:
Localização:Flevance6
Missão:Imposto NÃO é roubo!


Ouvir Aiko falar era sem dúvidas um evento intrigante. Meu pensamento inicial, ao vê-la quase estragando todas as negociações com falas idiotas, era o de atirar na garota e encerrar sua burrice ali mesmo. Ao analisar mais a fundo, entretanto, outra coisa me ocorreu “A coitadinha deve ser retardada…“ Pensava compadecida com a situação da garota. Na verdade, para alguém tão fascinada com medicina e suas ramificações como eu, Aiko era realmente um fenômeno. Talvez eu devesse estudar sobre psicologia futuramente para entendê-la melhor.


A partir daí, sequer prestar atenção naquela conversa demandava algum esforço, devido ao fato de estar muito curiosa com relação a saúde mental de minha companheira. Sabia, entretanto, que precisaria fazê-lo para o bem da missão. Em uma guinada um tanto quanto surpreendente, Tom Flay acabava adquirindo um certo “gosto” pela princesa, o que resultava em uma proposta um tanto quanto diferente.

- Não se preocupe senhor Flay, consigo compreender o que disse - Dizia para o homem pouco antes de começar a olhar na direção de Kimiko, sabendo que não poderia responder por ela. Apesar disso, duvidava que a orgulhosa princesa fosse aceitar um convite como aquele.

Assim como o imaginado, a recusa não demorava a vir. Apesar disso, devia admitir, Chocho Kimiko sabia bem manter suas formalidades, era sem dúvidas uma mulher perigosa. A proposta que ela fazia a seguir era um tanto mais intrigante, revelando cada vez mais o lado amante de lâminas da princesa, de uma forma que poderia ser assustadora.

A ideia de uma disputa de espadachins era ambigua em minha mente. Por um lado, sabia que poderia acabar facilmente com qualquer um desses lacaios, por outro, talvez Tom Flay não se sentisse confortável com meu jeito de… Lutar. Apesar disso, estava interessada demais na proposta da princesa para dizer algo, ainda mais sabendo que Aiko não permitiria que meros jogos de corte acontecessem por ali sem falar alguma besteira.

Decidia então por aguardar a resposta do mafioso, apenas seguindo as orientações de Chocho de sacar e guardar a espada quando ela fizesse o mesmo. Durante o tempo desarmada, deixaria a mão direita sobre a coxa, próxima da pistola para casos de emergência. Ainda assim, tentaria não demonstrar intenções hostis.



Nome: Sophia Steinberg
Cargo: Agente Junior – CP2
EDC: Espadachim/Atirador
Profissão: Médica
Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Relações com NPCs: (Depois faço, por hora só vou listando quando lembrar).
Agente Senior – Nicolai - Pescotapa
Nível: 1
Experiência: 20

PdV: 140
STA: 100

Força: 0[Inábil]
Destreza: 7 +2 EdC +2 Racial  = 11 [Regular]
Acerto: 5 +2 EdC +4 Racial  = 11 [Regular]
Reflexo: 7 +2 EdC +2 Racial = 11 [Regular]
Constituição: 1 [Regular]

Agilidade: 11
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
Anatomia
Diagnose
Farmácia
Toxicologia
Primeiros socorros
Que absurdo você insinuar que uma nobre como eu não tem nada no inventário!

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Alexander III
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Dom 06 Jun 2021, 04:42

Operação T.N.C.T.O.N.I.


Around the world : Première partie - Kanto [ft. Lise & Shinzo] 506h






Flevance – North Blue
09:10 AM
Dia fresco com céu azul, 22 °C


Ali naquela sala escura a proposta pairava no ar, então logo a princesa tomava as rédeas da situação e começava a responder o homem de forma delicada e calma, ele sorria quando ela começava a falar.

— Agradeço pela compreensão senhorita Sophia, aceita alguma bebida?

Respondia ele para a moça que era compreensiva e simpática

Pegando a mão de Kimiko ele lentamente levava a perto de sua boca e dava um gentil beijo, mais próxima um cheiro de um perfume amadeirado era exalado por ele, ele logo a deixava ir e novamente se sentava na sua poltrona vermelha estofada.

O sorriso que estava em seu rosto começa a diminuir lentamente quando ele percebe que foi rejeitado, e ainda mais na frente de tantas pessoas depois de tudo o que disse, era quase uma humilhação.

De faceta mais seria agora ele apenas escutava sério, e a deixava terminar para ver se tinha algo de interessante a lhe dizer, ele cruzava suas pernas um pouco pensativo por um instante e toda a sala ficava em silencio, era possível até mesmo escutar os goles em secos por seus seguranças.

Aiko fazia uma pergunta inocente e de cara ele não respondia e ficava um pouco pensativo, mas ela logo perguntava mais uma vez de forma mais direta, o vinil tocava lentamente enquanto tudo acontecia.


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— Me deixe pensar um pouco sobre sua proposta enquanto respondo sua amiga.

Dizia ele a princesa com uma faceta mais séria e um pouco triste.

— Mentira hm? Pense na mentira como uma ferramenta, as vezes mentimos para proteger alguém, ou talvez para agradar, benefício próprio talvez, a mentira nada mais é do que uma forma menos dolorosa de lidar com as coisas.

— Me deixe lhe dar um exemplo prático de minha infância, meu pai era um bêbado que todo dia chegava em casa e batia tanto em mim e na minha mãe, certo dia ele chegou pior que o normal em casa e ele me procurava quase como um predador com fome, sabendo que omissão é um tipo de mentira, quando o meu pai perguntou a minha mãe onde eu estava, e ela respondeu eu não sei, ela fez o errado? Você contaria a verdade a ele? Mesmo sendo nítido que ele me mataria se ele soubesse?

Ele respirava fundo e tomava um grande gole em sua bebida e olhava serio para a inocente menina.

— Vejo que nunca precisou contar uma mentira em sua vida, ou pelo menos só não entende o valor de uma mentira, mas as vezes a mentira é doce enquanto a verdade é amarga, mentiras destroem vidas, mas também salvam, pode ser usada para o bem ou o mal, então no fim, é apenas uma ferramenta.

Ele estralava os dedos e novamente seu copo era enchido, ele ficava um tempo pensativo mais uma vez cogitando a proposta da princesa e finalmente ele se posicionava.

— Sinceramente foi deveras decepcionante ser rejeitado depois de tudo, não costumo gostar de qualquer uma... E bem já que tu fizeste toda a aposta eu só tenho duas questões que se forem resolvidas eu aceito a proposta.

— A primeira é acho que apenas o pagamento com dinheiro é muito simples então que tal “apostarmos alto” até porque se eu vou responder 3 perguntas sobre qualquer coisa e isso pode até mesmo custar a minha vida nada mais justo não?

— Eu pago o preço em dinheiro mesmo se eu ganhar ou perder já que parece interessante, mas tem um pequeno porém, o seu ingresso de entrada é um beijo ou caso perca seu dedo anelar da mão esquerda é meu, deixo você escolher, e claro que o beijo será na boca, porem apenas um selinho é suficiente para mim já que fez uma situação ficar tão interessante.

Ele sorria enquanto bebia mais um pouco, ele estralava os dedos e trazia uma maleta com 100 mil berries e colocava em cima da mesa e ele dizia.

— Bom é de vocês, os 50 que eu devia e mais 50 já que o risco é alto para ambos os lados, nada mais justo do que um agrado a mais a vocês.

— Então recapitulando a aposta seria, vocês 3 contra meus 3 melhores homens em um duelo cada uma, o pagamento da entrada agora foi de 100 mil, porem o seu pagamento deve ser um beijo ou caso perca seu dedo anelar esquerdo, se escolher não me dar o beijo e ganhar será de graça, e caso eu seja o perdedor eu devo responder uma pergunta a cada uma sobre qualquer assunto sendo totalmente sincero correto?

Ele cruzava suas pernas e olhava para as três com a cabeça levemente inclinada ao lado, caso aceitassem a proposta seja qual fosse a opção dentre as duas ele chamaria três de seus homens.

Porem caso negassem ele apenas as mandariam ir embora com a cara fechada em desgosto e caso não quisessem se retirar imediatamente as colocaria para fora.

— Me deixem lhe apresentar aos meus rapazes, este aqui é o santo.


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O rapaz aparentava ser novo e não era muito alto, seus olhos eram cinzas e seus cabelos eram brancos como a neve e carregava uma espada que era praticamente de seu tamanho.

— O segundo é a senhorita que eu carinhosamente chamo de agonia.


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Ela já era mais alta que o rapaz ao seu lado, tinha um corpo de um espadachim que treinava todos os dias de forma rigida e perfeita.

— E por último mas não menos importante o senhor doce!


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Ele tinha a postura mais descontraída dos três, seus olhos eram vermelhos e penetrantes, seus cabelos eram desarrumados mesmo que estivessem arrumados e ele cheirava a doces

— Bem como eu sou um cavalheiro deixo escolherem quem vai enfrentar quem, vamos para o telhado, lá é amplo e tem espaço para todos lutarem.

todos se levantavam e iam lá para cima e finalmente o “palco” agora estava pronto, cada um com seu devido oponente e a luta estaria prestes a começar.


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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Seg 07 Jun 2021, 18:59

Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Chocho KimikoRelatório:
Localização:Flevance7
Missão:Cobrar imposto
Flay mostrava-se desgostoso com minha recusa, entretanto mantinha a compostura e agia como um perfeito cavalheiro. Não o esnobava, muito pelo contrário. Admirava sua postura e determinação. Enquanto ouvia sua resposta para a pergunta pueril de Aiko, aproveitava também para colocar meus pensamentos em ordem. Não achava que ele recusaria minha proposta, mas talvez a competição pudesse ser um pouco desleal, principalmente se ele precisasse demonstrar dominação após ser rejeitado.


E, como imaginava, o mafioso aceitava minha proposta, mas impunha duas possibilidades de condição a mais. Sorria levemente, mantendo a compostura mas, por dentro, queria gargalhar com aquela proposta ousada. Não me entendam mal, a ideia não era rir dele, mas sim com a insistência em me beijar. Ele em si não era de se jogar fora e dificilmente eu tinha oportunidades de me soltar. No entanto, estávamos em missão e com testemunhas em excesso, o que não pegaria bem para mim. Vendo, também, que Sophia e Aiko não haviam recusado minha proposta, senti que não podia arriscar de colocar a missão a perder. — Considere a proposta aceita, Flay-san. Mas permita-me te responder qual das opções a sós, sim? 


Levaria a mão em frente à boca, dando uma leve piscadinha com o olho esquerdo, insinuando qual delas seria. Se ele permitisse que ficássemos a sós, caminharia em direção a ele. Deixaria meu florete para trás, a fim de demonstrar que não tinha intenções hostis. Daria um sorrisinho travesso para ele, enquanto aproximava-me de seu rosto. — Que bom que apostou correto, Flay-san. Você é uma pessoa... interessante.   Sussurraria para ele, aproximando meus lábios do dele. No último instante, entretanto, desviaria minha boca para seu ouvido esquerdo, complementando minha fala: — Você me parece um cara honrado, que cumpre com a palavra, mas não custa avisar... Não tente nos passar para trás, sim? Se for bonzinho conosco, quem sabe não podemos fazer outras parcerias mais para a frente?


Deixaria minha língua passar levemente pelo ângulo de sua mandíbula, beijando-o em seguida. Não somente um selinho, como pedira, mas um genuíno beijo. Afastaria-me em seguida, lentamente, observando o impacto de minha ação nele. Se se mostrasse um pouco bobo ou excitado, levaria o indicador à minha boca, dando um sorrisinho agora falsamente ingênuo. — Vamos? Acho que a primeira luta é minha. Colocaria o florete de volta em seu lugar, acompanhando-o até o telhado.


Se, no entanto, ele não permitisse que ficássemos a sós, olharia com uma expressão mista entre desaprovação e tristeza autêntica. — Uma pena... eu tinha expectativas sobre essa aposta. Você receberá seu selinho. Cumpriria com o combinado, mas visivelmente demonstrando insatisfação. Uma vez que chegássemos ao telhado, analisaria nosso terreno para a luta e, então, pediria para que Aiko e Sophia chegassem mais perto. Falaria de modo que elas ouvissem, mas os demais, mais distantes, não. — Obrigada por concordarem com meu plano. Como fui eu quem dei a ideia, acho justo que eu lute primeiro. Não interfiram em meu duelo, mas fiquem atentas se também não vão jogar sujo, sim? E Sophia-san... peço que não use sua pistola, a menos que seja estritamente necessário. Vamos mantê-la como nosso trunfo, se as negociações falharem, sim?


Restava, então, escolher meu oponente. Dentre os três, a que mais me chamava atenção era Agonia. A sua aparência de espadachim, em corpo e alma, fazia-me vibrar com a ideia de lutar com ela. Mais uma vez, contudo, meu senso de dever desviava-me do que eu realmente queria. Apesar de querer Agonia, escolheria Santo. Seu tipo de espada me fazia pensar que ele seria um oponente duro de aguentar para nosso trio. Apesar da clara desvantagem de alcance, confiava em minha agilidade e meus movimentos acrobáticos para furar sua defesa e, por isso, tornava-me a melhor opção para enfrentá-lo.


Aguardaria pelo sinal do início do duelo e, então, sacaria meu florete, mantendo-o em minha mão esquerda, com minhas pernas firmes e minha mão direita atrás do corpo. Esperaria, inicialmente, que ele viesse até mim, aproveitando para analisar sua postura e sua pegada na arma. Se ele me atacasse, procuraria esquivar-me sempre para trás e para o lado oposto ao golpe, fazendo uma dança com ele enquanto movimentava-me. Buscaria, assim, fazer um semi-círculo, mantendo uma boa distância tanto das bordas do prédio quanto dos espectadores. Se viesse algum golpe que notasse que não conseguiria desviar, utilizaria meu florete para aparar o golpe, dando força e movimento necessários para desviar o ataque para fora do alcance de meu corpo.


Quando, enfim, deduzisse a melhor forma de atacá-lo, seja vendo uma brecha, seja como criar uma, o atacaria, realizando uma finta de golpe no lado oposto ao alvo planejado e, no último instante, impulsionando meu florete para a mão direita, ao mesmo tempo que tiraria ela de minhas costas para pegá-lo e complementar o golpe. Caso, durante o plano de ataque, fosse necessário usar de uma movimentação mais avançada, assim o faria, podendo dar saltos, piruetas ou até mesmo girar meu corpo ao máximo, a fim de não só esquivar-me, como também encontrar um ponto crítico do meu alvo exposto.


Meus ataques não seriam contínuos ou buscando desestabilizá-lo em força, até porque isso claramente seria desvantajoso para mim. Focava em minha maior mobilidade, apesar do menor alcance, para encontrar e acertar ataques em pontos críticos da anatomia adversária, como fígado, baço, carótidas ou virilha, se pela frente, ou em seus joelhos, se por trás, de modo a cortar seus ligamentos e tendões. Esse era o estilo Chocho de esgrima. Não precisávamos acertar muitos ataques para vencer. Muitas vezes sequer precisávamos acertar mais do que um.


No caso do embate terminar ali, agradeceria o oponente e recuaria, dando espaço para a próxima que fosse lutar. Se estivesse ferida de alguma forma, pediria que Sophia cuidasse de meus ferimentos. Mas, se após as investidas, ainda houvesse luta, buscaria recuar e tomar uma distância segura do oponente, para fazer nova análise e pensar em como poderia vencer. Uma coisa é certa: perder ali não era uma opção.

Esgrima Real Chocho:
Esgrima real Chocho:

A esgrima real Chocho é o estilo de combate espadachim ensinado somente para a família real de Tsubasa Island. Constitui-se do uso de floretes, com golpes precisos e pontuais em pontos vitais do adversário. Em termos ofensivos, os golpes podem (e devem) ser realizados com a troca de mãos constantemente, tornando mais imprevisível o movimento verdadeiro do ataque. Em termos defensivos, o florete é utilizado para desviar ligeiramente os ataques, reposicionando-os e dificultando que eles acertem seu usuário. Requer conhecimentos em anatomia para aplicação correta dos golpes nos pontos vitais, ambidestria para manejo adequado dos golpes com ambas as mãos e acrobacia para movimentos coordenados na troca constante entre elas.

N.A.: Chou significa borboleta em japonês. Os movimentos constantes e a flutuação dos ataques possuem inspiração nos movimentos erráticos das borboletas. Daí também o nome da família real do qual Kimiko descende, Chocho.

Vital Strike
Quando o usuário realiza uma finta para o ataque, a imprevisibilidade do golpe aumenta a chance de acertar o ponto crítico do alvo.

Bônus: +5% em acerto


Ganhos: Florete (clássico?)
Perdas:
Relações: -
HP: 200
SP: 100
Força: Regular
Peso máximo suportado: 118 kg
Destreza: Regular
Acerto: Regular
Reflexo: Regular  Constituição: Regular
Acrobacia
Anatomia
Engenharia mecânica
Estratégia
Forja
N/A


Última edição por Akuma Nikaido em Ter 08 Jun 2021, 07:59, editado 1 vez(es)
Pepe
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Créditos : 03
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PepeEstagiário
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Ter 08 Jun 2021, 01:34
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Aiko SaitoRelatório:
Localização:Flevance – North Blue7
Missão:Coletar Impostos
Tom começava a me explicar o que era mentira, mas novamente tudo que conseguia ver era uma pobre pessoa que não entendia como a verdade era muito mais ampla do que a superfície rasa que Flay estava atingindo. Ele contava como a mãe dele era uma heroína na verdade que ele enxergava, era lindo ver como esse tipo de mãe existe na mente de alguns, mas lá no fundo sabia que isso não era a verdade da moça que o criminoso chamava de mãe.

Quão indelicada seria apontando a verdade para ele? Muitas pessoas preferiam viver em suas próprias bolhas de verdade sem tentar enxergar a verdade toda da história, por isso que muitas brigas existiam, mas a dele não parecia fazer mal a ninguém. Será que é melhor deixar Tom escolher se queria a verdade ou não?

Em minha indecisão acabaria balançando a cabeça de forma negativa bem devagar para indicar que discordava da resposta dele e falaria. — Existe tantas coisas que você não enxerga, posso explicar para você se desejar — não sei se ele estava no clima para isso, pois Flay parecia mais entretido em apimentar a aposta com Chocho.

Porém se fosse o caso responderia séria, para Tom entender a verdade completa da situação. — A sua mãe não mentiu. Mães não amam seus filhos, elas não têm esse senso de proteção com seus filhos — falaria de forma simples para Flay ter o primeiro choque. — Quando ela falou para o seu pai que não sabia onde você estava era meramente porque ela se importava tão pouco com você que ela apagava da mente dela essa informação — explicava, mas sentia que não estava sendo clara o suficiente em minha explicação. — Imagine que ela te visse como uma formiga no chão, no instante que ela te vê ela até sabe onde você está, mas assim que ela para de olhar para você... é como se você sumisse da mente dela. Então ela não conseguia te localizar mais — com esse detalhamento maior acho que ficava claro, então poderia concluir. — Claro que por causa disso você realmente sobreviveu, mas não foi uma mentira dela, foi meramente uma coincidência de como as mães são — concluiria, porém, daria um contraexemplo para finalizar de vez o assunto. — Se fosse o contrário, por exemplo, a sua mãe que bebesse e fosse te violentar. O seu pai quando fosse perguntado, saberia responder prontamente, pois pais amam seus filhos, então ele não se esqueceria de você em um instante. Claro, infelizmente você morreria nesse caso, que é o que acontece em muitas famílias, você foi só sortudo de ser a sua mãe que tinha que responder — com a história concluída acho que não haveria mais dúvidas da coincidência que era a vida de Tom.

Assim, enquanto Tom propunha algumas coisas para Chocho me pegaria pensando que a resposta dele me deixava triste, pois ainda não era uma resposta boa para definir o que não sabia, apesar de ser um dos melhores pontos que já haviam me falado de longe. O exemplo dele era basicamente perfeito para entender por que as pessoas acreditavam tanto nesse conceito de mentira. Claro que sempre era a ignorância de não saber a verdade como um todo, mas geralmente os exemplos são superficiais.

No meio do caminho a princesa até quis ficar a sós com ele, era fofo pensar que a princesa era tímida, mas estava disposta a fazer aquilo pelo bem da missão, algo muito nobre pelo andamento da missão, ou teríamos que tirar o dinheiro dali de forma não agradável.

Quando tivessem terminado a discussão entre eles, subiríamos para o telhado, onde a princesa falou que seria a primeira a lutar e perguntou se queríamos lutar com alguém em específico. Balançava a minha cabeça de forma positiva. — Quero, mas não sei quem — porém, ao invés de explicar para minha colega, iria falar com os nossos adversários. Levantando um dos meus braços me aproximaria deles um passo ou dois e perguntaria. — Qual de vocês três é o mais fraco? — a pergunta era genuína como sempre. — Sempre fui uma fracassada completa em luta, então acho que vamos entreter Tom mais se lutar o mais fraco comigo... —falava explicando meu ponto de vista. — Ou o mais forte de vocês, se ele for sádico... — e mencionava mais baixo pensando melhor no tipo de pessoa que estávamos lidando. Independentemente de quem fosse o meu adversário, comentaria. — Que tenhamos uma boa luta — e assim recuaria.

Observaria a luta da princesa. — Arrebenta eles princesa! — gritaria torcendo para Chocho. Me atentaria não só a forma como ela lutava, mas como o adversário lutava, tentando entender quão forte eles eram, para assim tentar entender quão forte seria a pessoa com quem eu lutaria depois.


Nome: Aiko Saito
Cargo: Agente Junior – CP2
EDC: Espadachim
Profissão: Cozinheira
Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

Ganhos: 2x Katana
Perdas: N/A
Relações com NPCs: N/A
Informações que julguei importante: Agente Senior – Nicolai – Pescotapa
Tom Flay – Criminoso – Apaixonado na princesa
HP: 2400
SP: 100

Força: 160 + 80 = 240 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 120 + 40 + 60 = 220 [Regular]
Reflexo: 120 + 40 + 60 = 220 [Regular]
Constituição: 0 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
Peso que aguenta carregar: 340 kg
CulináriaVocê é capaz de preparar pratos e refeições simples ou complexos, seguindo receitas ou a sua própria criatividade.

DegustaçãoVocê consegue identificar alguns ingredientes e preparos dos pratos que experimentar por meio de paladar, olfato ou observação visual.

HerbalismoVocê conhece plantas, ervas e suas propriedades. Sabe onde encontrar a planta ou erva que deseja, como cultivá-la, se elas têm propriedades venenosas, características curativas ou alucinógenas. Você pode utilizar as propriedades in natura das plantas e ervas que encontrar, mas essa proficiência não permite a manipulação das mesmas.

MixologiaVocê é um especialista em bebidas, sendo elas alcoólicas ou não, inovadoras ou extremamente tradicionais. Você é capaz de criar e reproduzir bebidas.

NutriçãoVocê sabe encontrar o meio-termo entre alimentação e saúde, sabendo criar pratos e cardápios bem equilibrados quando se trata de nutrientes, escolhendo os melhores ingredientes.
2 katanas

Wesker
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Créditos : 00
Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Ter 08 Jun 2021, 21:42
Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Sophia SteinbergRelatório:
Localização:Flevance7
Missão:Imposto NÃO é roubo!


Tom Flay provavelmente não estava acostumado a ser rejeitado. Na verdade, isso era algo que ficava bem evidente em sua expressão após a rejeição de Kimiko. Por sorte, ele ainda assim sabia como se portar nessas situações e decidia continuar a negociação.

A minha maior preocupação naquele momento, entretanto, vinha da interação do sujeito com Aiko. A garota parecia não ter nenhuma noção de filtros sociais e, sem saber disso, Flay contava a ela parte de sua história de vida, fosse verdadeira ou não. Mesmo estando a pouco tempo na companhia de Aiko, já havia visto o suficiente para entender os riscos do que poderia vir a seguir.

- Aiko! - Chamava atenção da garota - Não é o momento para debates filosóficos sobre verdade e mentira com o senhor Flay. Estamos em missão. Se quiser é melhor voltar aqui e falar com ele depois do expediente - Repreendia a garota, esperando que aquilo a impedisse ou ao menos fizesse Tom não dar corda para a maluca.

A conversa continuava e a aposta de Kimiko era aceita, assim como os termos de Flay. Na verdade,a princesa mostrava até um outro lado seu no momento em que pedia para ficar a sós com o sujeito, algo com o qual eu não tinha porquê discordar.

Quando os adversários eram apresentados, era fácil perceber que cada um lutava de um jeito diferente, ainda que todos ali fossem espadachins. Santo, que seria minha primeira escolha simplesmente pelo “nome”, acabava sendo escolhido pela princesa que falava um pouco comigo antes de ir para o combate.

- Fique tranquila. Creio que preciso aliviar um pouco do estresse, de qualquer forma - Respondia olhando de relance para Aiko. A partir daí, apenas assistiria a batalha de Chocho enquanto analisava os outros dois que restavam. Aiko se mostrava muito inocente em falar de sua fraqueza, provavelmente não sabendo que os adversários poderiam querer se aproveitar disso. Decidia não escolher meu adversário, apenas observaria a expressão do que escolheria lutar com a garota.


Nome: Sophia Steinberg
Cargo: Agente Junior – CP2
EDC: Espadachim/Atirador
Profissão: Médica
Operação de Treinamento Naval de Combate a Trapaceiros, Ordinários, Narcotraficantes e Infames

Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Relações com NPCs: (Depois faço, por hora só vou listando quando lembrar).
Agente Senior – Nicolai - Pescotapa
Nível: 1
Experiência: 20

PdV: 140
STA: 100

Força: 0[Inábil]
Destreza: 7 +2 EdC +2 Racial  = 11 [Regular]
Acerto: 5 +2 EdC +4 Racial  = 11 [Regular]
Reflexo: 7 +2 EdC +2 Racial = 11 [Regular]
Constituição: 1 [Regular]

Agilidade: 11
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
Anatomia
Diagnose
Farmácia
Toxicologia
Primeiros socorros
Que absurdo você insinuar que uma nobre como eu não tem nada no inventário!

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Alexander III
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Créditos : 07
Alexander IIIEstagiário
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Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Qua 09 Jun 2021, 04:14

OPERAÇÃO T.N.C.T.O.N.I.


Around the world : Première partie - Kanto [ft. Lise & Shinzo] 506h






Flevance – North Blue
09:30 AM
Dia fresco com céu azul, 22 °C


Assim que a explicação sobre a mentira era finalizada por Flay, Aiko logo retrucava com sua conturbada visão sobre relações maternas, ele aceitava que ela explicasse a sua visão já que parecia minimamente interessante.

Sophia tentava parar sua amiga, porem ela não dava muita bola, e isso fazia Flay ficar ainda mais curioso do porque ela não poder falar e a deixava prosseguir

A medida que ela falava a sua expressão ia ficando pior e pior, parecia que estava enojado, com pena e raiva da garota, antes que ela pudesse perceber ele já estava com uma pistola em sua testa e dizia:

— Eu não me importo se sua mãe era uma prostituta que matou e comeu alguém, ou mesmo a pior pessoa do universo, porém não compare a sua visão doentia com a minha mama, se fizer isso de novo eu explodo sua cabeça, nunca, nunca mais compare minha mama dessa forma.

Ele guardava a pistola logo após isso e dava um grande suspiro tentando se acalmar, e percebia que provavelmente a chifruda da sala era provavelmente muito fechada em relação a esse assunto pela sua vivencia doentia com sua mãe.

Depois de tudo a princesa percebia que de fato o homem aceitava a sua aposta e que a luta ocorreria de fato, quando ela pedia para ficar a sós ele mandava todos irem lá para cima para organizarem o local da luta.

Quando ela se aproximava dele e falava sobre ele ser uma pessoa interessante até mesmo sem jeito ele respondia.

— Eu tenho que dizer o mesmo sobre ti Kimiko, como eu disse não me interesso por qualquer mulher...

Quando ela desviava do beijo e sussurrava em seu ouvido ela podia sentir que ele arrepiava e seu corpo ficava mais travado do que antes, ele retribuía o beijo mesmo que envergonhado e surpreso pelo ato.


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Após algum tempo de um beijo intenso o homem parecia até mesmo estar confuso, ele logo a respondia.

— Como eu já lhe disse senhorita Kimiko, eu apesar de ser um homem de negócios do mercado negro sou um homem de palavra, até mesmo foi por isso que o senhor Kenway me contratou, ele jamais deixaria uma pessoa sem comprometimento cuidar das coisas, apesar de tudo ele é uma “pessoa” boa.

Ele a deixava pegar suas coisas e dava seu braço para que ela apoiasse caso quisesse nas escadas, quando chegavam lá em cima tudo já estava organizado para o grande show, algumas cadeiras com grandes guarda-sóis já eram postas por ali, e sucos cítricos com gelo também.

Tom chegava na frente de todos ali e como um bom anfitrião começava a explicar sobre tudo.

— Bom é um prazer estar aqui com vocês nessa linda e agradável manhã, para quem me conhece mais a fundo sabe que eu amo uma festa e principalmente uma posta, então tenho que agradecer as três garotas que me proporcionaram uma situação tão atipicamente prazerosa.

Todos começavam uma leve salva de palmas para elas, até mesmo seus “inimigos”

— Bem faremos cada luta por vez, e claro como eu disse antes vocês poderão escolher seus adversários da forma como bem entenderem, então a linda senhorita Kimiko ira primeiro e claro que ela escolhera seu oponente.

Aiko rapidamente ia na frente de Tom e seus possíveis oponentes e começava a tentar escolher algum deles, logo agonia ia para frente e falava aproximando seu rosto se abaixando levemente para ficar na altura da agente.

— Eu tenho bons ouvidos sabe? Então você gosta de pessoas sádicas? Então nada melhor do que eu ser sua oponente, só não vá quebrar logo “brinquedinho”...

Ela se afastava rindo baixinho de toda a situação, enquanto isso Kimiko ia em suas amigas e falava com elas sobre toda a situação, agora estava sentadas em cadeiras luxuosas com uma bela mesa com sucos e alguns doces, um belo café da manhã, a brisa era agradável e fresca, de fato um local de “camarote” para ver a luta.


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O santo era escolhido pela princesa, Aiko logo gritava em torcida por sua companheira de serviço, ele se aproximava e sacava sua espada que mais parecia uma cruz do que de fato uma arma.

— É um prazer e uma honra lutar com você, não gosto de machucar seres de deus porem meu chefe me ordenou então não irei me segurar, espero que faça o mesmo para que eu não me sinta mal, AMEM!

Ele abaixava cordialmente a cabeça mostrando respeito e humildade e logo começava a tirar um manto que cobria seu corpo, uma roupa toda branca com uma cruz era mostrada, um tecido bem fino cobria toda a roupa, e agora alguns barulhos de vidro se mostravam, quase como se estivessem pendurados e presos a sua camisa.

Senhor doce logo se aproximava de Sophia que estava sentada e dizia:

— Ehh parece que a gente ficou um com o outro né?? Aceita uma balinha? Ahhhh não se preocupe ela não esta envenenada não não!! Meu chefe me mataria caso eu fizesse algo assim, de fato mataria!!

Ele parecia completamente pilhado em açúcar e frenético do jeito que falava com muita emoção, quase como se estivesse em um doping açucarado.

— Bom, agora que está tudo pronto, então que comecem os jogos!




Kimiko rapidamente sacava seu florete e ficava pronta para a batalha, porem antes de poder analisar o seu inimigo sua visão ficava totalmente branca, e no último segundo conseguia ver a espada do santo vindo em um corte lateral, ela defendia porem era lançada para longe.

O impacto no chão não era agradável e a machucava levemente com alguns arranhões, as duas que estavam sentadas podiam ver que o homem agora estava apenas com sua calça e camisa, e sua roupa era completamente igual a uma armadura laminada, porem aqueles quadrados serviam para refletir a luz do sol de forma extremamente incomoda aos olhos.


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Era muito difícil para Kimiko olhar diretamente para o homem, e quando tentava ele até usava a lamina de sua espada para refletir mais luz ainda sobre seus olhos, sem conseguir analisar seu inimigo a situação ficava complicada, porem ela não podia deixar de atacar e tentava encontrar uma abertura.

O que infelizmente era sem sucesso já que ela praticamente não via nada, era fácil até demais para o homem aparar seus golpes ou mesmo esquivar, porem seu estilo esgrimista real de luta a ajudava criando movimentos imprevisíveis para o homem que levava alguns golpes em sua armadura que até arrancavam algumas gotas de sangue em áreas mais fracas, porem ela logo tinha de se afastar quando ele girava sua espada.

— A luz purifica, não tenha medo dela, a luz é salvação, ela é amor é tudo! AMEM!

Ele parava por um segundo enquanto parecia que até rezava por um instante o que dava um tempo para a princesa pensar, mas agora a grande questão era o que ela iria fazer já que não conseguia enxergar seu oponente?

OFF:
Qualquer coisa me chama no Discord ou me manda MP XD
Discord: Ex-panda#8692

Histórico:
Post: 8
Perdas:

Ganhos:

Considerações:


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Akuma Nikaido
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Créditos : 00
Re: Operação T.N.C.T.O.N.I. Qui 10 Jun 2021, 21:14

Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Chocho KimikoRelatório:
Localização:Flevance8
Missão:Cobrar imposto
Um sentimento de pena me invadia quanto mais eu conhecia Aiko. Eu podia ter perdido minha casa, minha ilha e meu reino, mas ao menos ainda possuía minha sanidade. A garota, no entanto, parecia ter perdido a própria mente, o único lar restante para quem não possuía mais nada. Tinha algumas respostas para dar a ela, pensando em ajudá-la, mas isso teria de ficar para depois. O foco no momento era o desafio que se impunha ante nós.


Encantava-me ver a reação do mafioso à minha investida. Conseguia acreditar em suas palavras e, dentro do conceito de verdades e mentiras, acreditava que ele acreditava no que dizia. Após subirmos as escadas, nossos adversários eram escolhidos e logo minha luta com Santo iniciava. Não demorava para que eu percebesse a real intenção das roupas do homem. O uso da luz como forma de dificultar minha visão mostrava que sua conduta era diametralmente oposta a seu nome. Golpe após golpe, o máximo que eu conseguia era causar pequenos arranhões no homem, enquanto eu mesma ficava a todo tempo em vias de ser atingida de maneira direta. Quando, enfim, conseguia algum tempo, arfava rapidamente, puxando o ar para meus pulmões e dizendo: — Desculpe-me, Santo-san. Acho que te subestimei e me segurei, apesar do seu alerta. Pode esperar dez segundos antes de retomarmos o duelo, por favor? 


Se ele assim permitisse, recuaria dois passos e começaria a me despir de meu quimono, revelando minhas vestes formais por baixo. Com um movimento, cortaria a manga de um dos lados, removendo-a do restante do traje e abrindo-a ao meio. — Meninas, vou utilizar o dinheiro extra para fazer um novo robe pra mim, ok?   Diria, enquanto amarrava o tecido em meu rosto, de modo a cobrir minha testa, olhos e nariz, tal qual um véu. O tecido de meu quimono tornava-o algo translúcido, mas permitiria absorver parte dos raios, melhorando minha visão do iluminado homem à minha frente. Deixaria, ainda, o resto do quimono jogado sobre meu corpo, com seu tecido sobre os meus ombros, mas agora sem estar de fato vestindo ele. — Desculpe a demora, Santo-san. Podemos retomar a luta agora.


Se, entretanto, ele não concordasse, ou investisse em minha direção enquanto preparava-me, apenas recuaria, tentando manter uma distância segura enquanto diria: — Tsc, pra quem prega pela luz, esse seu lado é bem sombrio, sabia? De toda forma, a partir de agora começaria a atacá-lo sem olhar diretamente para ele. Se a claridade era tanta assim para me atrapalhar, era também o bastante para formar sombras. E eu era inteligente o bastante para conseguir utilizar isso a meu favor. Usaria de minha visão periférica para ver o movimento do corpo de Santo, enquanto minha visão central observaria sua sombra, permitindo-me ler seus passos e manter o ritmo de ataques que desejava. Utilizaria de minhas fintas para confundi-lo, dificultar sua defesa e melhorar minha precisão.


Se em algum momento notasse que Santo faria algum ataque que me atingiria, procuraria desviar-me enquanto simularia uma finta com meu braço, como se fosse atacá-lo novamente. Mas, dessa vez, tendo tempo hábil para isso, pegaria o tecido do quimono sobre meus ombros e arremessaria na direção do rosto do homem, buscando confundi-lo por um momento e melhorando minha esquiva. Tendo a disponibilidade, faria um contra-golpe fulminante, atingindo o local mais vulnerável possível. Se algum desses movimentos resultasse no término da luta, afastaria-me, embainhando o florete e dizendo: — Obrigada pela ótima luta, Santo-san. Você poderia ser ainda melhor se não ficasse tão... cego na sua própria estratégia.


No entanto, caso mesmo após tais tentativas eu não obtivesse êxito em terminar o combate, tentaria recuar novamente, ganhando tempo para pensar novamente e para recuperar meu fôlego. O adversário era formidável e, injusta ou não, aquela luta desafiava-me cada vez mais. Eu podia ser habilidosa, mas minha maior arma era meu intelecto e minhas capacidades estratégicas. Esse seria meu trunfo, mesmo que ainda não houvesse conseguido arrumar uma ideia brilhante o bastante para derrotá-lo.


Ganhos: Florete (clássico?)
Perdas:
Relações: -
HP: 200
SP: 100
Força: Regular
Peso máximo suportado: 118 kg
Destreza: Regular
Acerto: Regular
Reflexo: Regular  Constituição: Regular
Acrobacia
Anatomia
Engenharia mecânica
Estratégia
Forja
N/A