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Aventura dois: trabalhando até desmaiar.

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Shiori
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Aventura dois: trabalhando até desmaiar.


Aika Kin [Marinheira]

não possui narrador definido.
Aberta

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mestrej
Marinheiro
Aika leu a carta completamente sem se mover.
Derrota, aquilo era uma verdadeira derrota, a mais profunda e completa derrota, os olhos de Aika estavam vazios enquanto ela lia a carta do terceiro.
-fui usada por esse assassino de merda e meu... meu... meu namorado ainda morreu por conta disso.
As evidencias e o restante da investigação não ajudaram a dissipar esse sentimento já que ela tinha certeza que aquilo iria ser inútil, então ela guardou a carta com o restante das provas e começou a caminhar, ignorando se estava chovendo ou não.
A soldado estava molhada, a ilha era fria, um grande frio estava percorrendo o corpo dela, mas não era possível saber se era por causa do clima ou de seus próprios sentimento, a chama dentro dela estava mais fraca do que nunca.
Ela lembrava daquele doce encontro com seu amante e sua mente a arrastou de volta para o funeral de seus pais, como eles aos poucos ficaram cada vez mais fracos e velhos e morreram em uma noite, sua loja queimada sem motivo.
-Esse seria um bom momento para começar um alcoolismo, mas eu não posso comprar nem um copo de cerveja... inclusive eu não posso ir ao hospital, eu deveria ir para a enfermaria do quartel.
A soldado vagou por mais ou menos uma hora sem rumo e sem prestar atenção e só depois disso ela tentaria voltar para o quartel general e procurar um medico para tratar as feridas dela na enfermaria, se fosse tratada ia dormir e tentar acabar com esse dia miserável.

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Diego Kaminari
Estagiário


Aventura Dois: Trabalhando até Desmaiar. - 23


A jovem marinheira se sentia derrotada mesmo diante da vitória de seu confronto, a realidade que o assassino no final das contas não era a pessoa que ela enfrentou e no fim, em sua própria convicção, foi usada pelo tal, a deixava em um estado tão depressivo que nem mesmo a chuva gélida a fazia sentir mais dor do que sentia em seu peito. Uma hora de caminhada vagando e relembrando os momentos que passou com Sasori antes do mesmo parecer em batalha, lembrava de todo percurso que passou para chegar ali. Em algum momento seus devaneios cessaram, pois a mesma havia chago no batalhão para então procurar tratamento de seus ferimentos. O lugar não teria a mesma capacidade de um hospital, entre tudo os ferimentos da menina não estavam tão graves a ponto de precisar de um tratamento intensivo. Durante o atendimento, a oficial enfermeira pegou os documentos e imediatamente levou para superiores e este foi a última vez que os tais foram vistos pela garota.


Devido à natureza desconhecida de muitos dos ferimentos e precariedade de exames que não foram feitos, foi ordenado que a menina passasse a noite na enfermaria e se até o dia seguinte a mesma não apresentasse sintomas graves, estaria livre pela manhã. A noite foi agitada e em seus sonhos via a imagem do cabo em seu encontro, todavia, os mesmos se tornavam pesadelos quando as mesmas imagens eram substituídas por aquelas que teve ao final da batalha, sons, risadas do juiz que olhava Sasori morrer enquanto se empanturrava de comida acabaram por assustar de tal forma que a mesma despertou. A manhã já se iniciava, apesar de fria, o sol raiava após a chuva do dia anterior. Ao notar que a menina acordou, a enfermeira se aproximou, checou reflexos e ferimentos e logo então sorriu.


- Está liberada. – disse com um sorriso, mas logo foi interrompida por um soldado que entra e presta continência.


- Senhora, a soldado Aika Kin está sendo requisitada na sala da tenente.


- Pois bem, como disse, ela já está liberada. Apenas tome esses remédios para dor e esse para o resfriado. – No momento que a mulher disse “resfriado”, a celestial poderia perceber seu nariz escorrendo e um espirro doido para sair. No caso de a menina seguir o soldado e ir rumo a sala da tenente a porta estaria entreaberta e Balalaika poderia ser vista em seu interior mexendo em sua mesa em algumas papeladas.


- Entre Aika! – Após a menina adentrar, a mulher então começaria. – Soldado, recebi as provas, tomei nota de todos os seus feitos, você conseguiu derrotar um Serial Killer procurado em várias ilhas, não foi o nosso o terceiro, mas ainda sim um Serial Killer que valia dez milhões de berries. – Ela falou enquanto lia uma folha, logo então passando para uma próxima. – O laudo diz que Ryuukou Yanagi, morreu no local da batalha após sérios ferimentos em sua cabeça que inclui traumatismo, queimaduras graves e AVCs, além de que o mesmo sofrerá outras hemorragias decorrentes da batalha. – A tentente então abaixa a folha. – Acho que ele realmente pisou do teu calo, Aika. – A mulher então se levanta. – Determino sua investigação completa com êxito. Você não so investigou como salvou a vida do juiz de justiça da ilha que seria morto por um Serial Killer, além disso, conseguiu matar um procurado assassino, fez bem mais que o esperado para sua posição. – A mulher então estende um envelope. – Este é seu pagamento por esta missão. Isso encerraria nossa parceria, mas acredito que isso não seja nada imutável. Soldado Aika, gostaria de vir comigo como membro de meu esquadrão para continuarmos a investigar não so o terceiro, mas outros tipos de indivíduos que possam ser dignos da investigação do QG da marinha?


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mestrej
Marinheiro
Aika suou frio naquela noite, aqueles pesadelos foram perturbadores e inescapáveis, ela não falou ou gritou durante os mesmos, mas se contorceu na cama e passou a noite apertando os dentes em esforço, ela acordou assustada, mas não levantou de maneira súbita e nem gritando, sua mandíbula e ouvido doíam por causa do bruxismo ocasionado pelos pesadelos. Ela se sentou com um olhar vazio e perturbado e ficou um tempo ali colaborando com a enfermeira de maneira meio apática, não tendo muita reação a chegada do outro marinheiro.
A celestial fez o possível para não espirar pedindo um lenço para assoar o nariz para a enfermeira. Depois de limpar um pouco o nariz, tomar um de cada do remédio e ajeitar minimamente o seu uniforme ela foi para a sala de sua tenente batendo na porta antes de entrar, mesmo estando entre aberta e se aproximando quando assim foi permitido.
A soldada estava cabisbaixa, seu nariz voltou a escorrer um pouco, sua posição habitual de respeito carecia do animo normal que lhe dava sua rigidez habitual, ouvindo em silencio pensativo com apenas uma interrupção que a mesma fez sem pensar, mas de maneira meio robótica.
Balalaika – Acho que ele realmente pisou do teu calo, Aika.
Aika – Sim e não, eu estava com raiva pelo que ele fez com Sasori, mas eu não o matei por odeio, não havia espaço para parar, era a minha vida ou a dele, além disso o jeito como meu pai me ensinou a lutar é assim mesmo, ataque forte, ataque rápido, oprima seu oponente, é fácil acabar machucando muito alguém usando essa forma de luta, se ele não tivesse matado... se ele... talvez... não importa. Continue por favor.
Aika pegou o envelope e o segurou um pouco enquanto escutava a proposta de sua superior e ficou uns alguns instantes pensando enquanto tentava tomar alguma decisão.
Aika – Eu adoraria seguir caminho como você tenente, eu quero pegar esse maldito terceiro e ajudar na busca de tantos outros criminosos por ai, pelo fogo, um dos meus sonhos é ser uma grande guerreira como os guerreiros das histórias do meu pai, porem vou confessar que não sinto que mereço esse convite, por mais que eu tenha feito tanto não foi o bastante para impedir todas essas mortes, nem pegar o terceiro e nem mesmo prender o juiz, e normalmente o que eu faria seria aceita-lo e tentar merecer essa proposta, mas, não é segredo para ninguém que um dos motivos de eu ter entrado na marinha é que eu estou até o pescoço em dívidas com um agiota ligado a uma das grandes famílias mafiosas dessa cidade, eu já dei tudo que tenho para ele, inclusive o salário de minhas 3 ultimas missões e os restos de minhas economias e nem mesmo arranhei a minha dívida. Eu tenho medo de sair da ilha sem quitar os meus débitos e acabar em problemas ainda maiores. Então acho que não posso aceitar esse convite.
A roxinha estava completamente deprimida ao admitir tudo aquilo. Ela ficaria ali esperando alguma resposta de sua superior para continuar a conversa, mas se sua recusa fosse aceita a celestial iria sair para procurar o agiota para entregar o pagamento.

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Diego Kaminari
Estagiário


Aventura Dois: Trabalhando até Desmaiar. - 24


A tenente ouviu atentamente as palavras da jovem Aika, sua preocupação para com sua dívida era fundada apesar de superestimada devido a sua inocência, ao lado de fora a jovem poderia escutar passos de soldados que procuravam “alguém que fugiu”, mas não saberia dizer quem ou do que se tratava, todavia Balalaika continuava a olhar para a mesma como se nada tivesse acontecendo do lado de fora.


- Pois bem, Aika, escutei tudo que disse. Seu problema então é esta tal dívida com um agiota aqui da ilha... Está tudo bem, quanto é o total de sua divida mesmo? - Perguntou a oficial e logo após receber a resposta voltou a falar. - Vou te ensinar duas coisas. A primeira você terá que esperar um pouco para aprender, a segunda... Bem... – A mulher então se aproxima o rosto próximo do de Aika, a menina até poderia achar que a tenente a beijaria, mas o intuito da mesma era chegar perto de seu ouvido e falar de maneira baixa com um olha para algo atrás dela. – Quando entrar em um local, sempre olhe para todos os cantos do mesmo, caso contrario você pode perder informações importantes. – No caso dê a menina então finalmente olha para trás, veria existir um sofá ao lado da porta, que quando se abre a mesma fica escondido, uma vez que a abertura da mesma é para dentro da sala. E nesse sofá estaria sentada uma figura que já tinha visto dias melhores em sua vida, mas que estava com um sorriso de lado muito contente com que via.


- Olá, menina linda. Vem sempre aqui? – Disse Sasori de forma brincalhona enquanto sorria para a menina que a pouco segundas aceitara que o jovem cabo havia morrido em combate.


- Bem, vou deixar vocês a sós enquanto eu resolvo uma coisa. – Disse a tenente enquanto pegava uma papelada e se colocava em movimento. – Sosori cuide das coisas, mas não falam barulho. Se descobrirem que você fugiu do hospital e veio se esconder em meu escritório, terei que te levar de volta para não ter problemas. – Pôr fim a mulher sai e deixa a celestial com o até então defunto Sasori que pelo que foi dito havia fugido do hospital, isso explicava a correria do lado de fora da sala e a completa apatia da tenente diante de tal fato. Aparentemente, Balalaika e Sasori, possuíam uma cumplicidade apesar de suas patentes distantes uma da outra, ela não o tratava apenas como um subordinado, mas também como um amigo. Será que Aika alcançaria esse patamar algum dia? Era bem claro que sim, principalmente por parte do Cabo, o que restava para ela era uma decisão sobre o futuro que gostaria de ter.


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mestrej
Marinheiro
Aika parou um momento para fazer os cálculos e relembrar tudo que ela deu para aquele agiota de esquina.
-Bem, eu devia 25.000.000 ฿S, entreguei a ele os 250.000 ฿S que tinham sobrado de minhas economias junto com o salário de 3 missões, o que dá 4.500.000 ฿S, mas os juros são de 10% do valor total todos os meses, ou seja 2.500.000 ฿S ao mês, por dois meses... então minha dívida está em 25.250.000 ฿S, fogo sagrando, eu me matei de trabalhar e minha dívida apenas aumentou.
A roxinha estava tão distraída com aquela conclusão desagradável que nem percebeu sua superior se aproximar até que a mesma estava invadindo seu espaço pessoal, de fato ela ficou rígida e tensa com aquilo, seu coração bateu um pouco forte, apesar de suas cicatrizes a tenente é bonita e ter alguém assim tão perto e de maneira tão intima é no mínimo um ótimo motivo para congelar, mas aquilo foi muito melhor do que algum tipo de interesse não profissional repentino parte de sua superior. A soldado ficou confusa por um momento quando ouviu aquele conselho e quando viu Sasori ali, vivo e se recuperando ela basicamente se jogou no mesmo e o apertou em um abraço.
-Fogo sagrado! Eu pensei que você tinha morrido!
A garota não tinha vontade de fazer mais nada além de segurar seu amado em seus braços como se quisesse protege-lo do mundo todo. E sinceramente depois da montanha russa emocional que foi achar que ele tinha morrido, junto com o cansaço físico, mental e emocional de toda aquela missão enorme que lhe pagou o mesmo que um dia de trabalho lavando os uniformes no quartel e claro com suas feridas se curando, junto com aquela gripe ela não queria mais nada além de se aconchegar nele e ficar ali por quanto tempo pudesse.
-Fiquei tão preocupada, você vai me pagar, não vou te lagar até me sentir forte de novo. Fiquei tão triste que fiquei gripada, assuma a responsabilidade por isso.
Ela ficou ali sendo uma gatinha dengosa o quanto pode.

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Estagiário


Aventura Dois: Trabalhando até Desmaiar. - 25


Após ouvir a informação de Aika, a tenente então saiu da sala, restando apenas um Sasori sorridente que logo foi abraçado pela celestial. Provavelmente a menina não percebeu o fato de que ele tinha fugido do hospital e provavelmente seu estado ainda era delicado, mas este fato era algo que nem mesmo ele se importava, como ela, o cabo so queria ficar junto da menina que no dia anterior quase se sacrificou para salvar.


- Não se preocupe, não precisa largar, afinal eu fugi do hospital porque queria estar com você, então... – Disse o garoto sentando no sofá e aconchegando a garota em seu colo. – Sinto muito por fazer você pensar que eu tinha morrido, o golpe por muita sorte não pegou num ponto vital, no entanto, quase morri por perda de sangue. – Falou olhando para seu ombro que tinha um curativo com algumas manchas vermelhas. – Sorte que a tenente tem o mesmo tipo sanguíneo que o meu e além de doar ficou a noite lá… Mas não ficaria por muito tempo, se estou bem para estar acordado, não poderia ficar lá sem tranquilizar você.


Depois de algumas palavras o cabo simplesmente se calor e aproveitou o abraço e o aconchego que a menina proporcionava a ele, até que por fim a tenente retorna. – Eu estou atrapalhando o casalzinho aí? Vão para um quarto depois, aqui é meu escritório. – O menino iria confrontar explicando que nada estavam fazendo além de ficar junto, mas além de não ter necessidade visto o sorriso no rosto da tenente, a mesma acabou por continuar falando.


- Aika, quero que me leve até esse agiota, não é um pedido, é uma ordem! – disse a mulher enquanto se preparava para sair. Sasori apenas riu diante disso e se levantou com dificuldade e começou a caminhar pela sala. – E você onde pensa que vai? Não pode ficar andando pelo quartel, volte para o hospital ou fique aqui até que eu consiga sua alta.


- De forma alguma, agora que finalmente Aika me aceitou, eu não vou sair de perto e eu sou um cabo da marinha, tenho meus métodos de sair daqui… – A fala do jovem foi interrompida por um tropeço que o mesmo deu ao sentir uma fraqueza nas pernas, o tropeço o debruçou pela janela e devido ao impulso o menino acabou caído, o problema era que a sala de Balalaika era no terceiro andar. Antes mesmo de qualquer uma das duas chegar à beirada, uma voz sofrida foi ouvida. – Não se preocupem, eu to bem… Eu acho… – A mulher com a cicatriz fez uma face palm ao mesmo tempo que tentava conter um riso.


– Como vai ser, Aika? Temos um lugar para ir ou você vai marcar com ele? Me leve ao tal.


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Foram ótimos momentos juntos, aconchegados em silencio, aproveitando a presença um do outro, estava tão quentinho, ela quase cochilou segurando ele como se eles fossem um par de gatos. Aika ficou um pouco vermelha quando a tenente voltou e comecou a brincar com o casal, porem logo ficou atônita com a ordem que recebeu, ela até pensou em retrucar, mas como foi uma ordem ela engoliu suas palavras antes mesmo de formula-las em sua mente, apenas levantando e acenando com a cabeça.
A celestial estendeu a mão para deter seu namorado quando o viu de pé, agora já preocupada com a condição dele, de fato ela estava prestes a argumentar contra ele ir junto, ressaltando que ela não era nem uma boneca de pano, ele estava ferido e etc, mas então seu argumento foi todo ladeira a baixo sem ela nem mesmo começar quando o mesmo fez o incrível feito de tropeçar e se jogar pela janela, transformando as palavras da soldado em um gritinho angustiado e sem folego, sua alma quase saltou de sua boca, mas então veio o grito do cabo afirmando estar bem e a mesma foi tomada por alivio.
-Volta para o hospital, eu te levo um lanche mais tarde!
E então ela se voltou para a questão de sua superior e explicou.
-Bem, ele fica no bairro onde eu tinha uma loja, sempre aparece eventualmente por lá junto com tipo uns 10 capangas, então quando eu preciso paga-lo eu vou até as cinzas da minha antiga casa e perco todo meu dinheiro. Eu te levo lá.

Então a celestial guiou Balalaika para onde ficava sua antiga loja, agora um terreno queimado entre outras lojas em um bairro comercial classe média da cidade, o tipo de lugar que dependendo do seu negócio pode ser bem prospero ou pode ser só mais um na multidão.

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Aventura Dois: Trabalhando até Desmaiar. - 26


Sasori apesar de vivo, não estava tão bem quando poderia e por isso foi levado por soldados ao hospital onde permaneceria até receber sua alta de forma legitima. Balalaika entendeu a posição da menina e logo ambas partiram ruma ao que seria as ruínas da antiga loja que sucumbira pelas chamas. O dia, apesar do habitual frio, estava mais ameno e o sol brilhava num céu sem nuvens, o que proporcionava um agradável calor que ameniza o ar gélido que acompanhava a manhã. Durante o caminho poderiam ouvir várias pessoas comentando do acontecido do dia anterior, palavras como “uma marinheira heroína que derrotou um serial killer” eram comumente escutadas entre os olhares de admiração, todavia, não pode deixar de escutar e receber olhares de desaprovação junto de conversas das quais aprovavam as atitudes do terceiro.


- Aprenda algo desde já, Aika. Você nunca vai agradar todo mundo, certifique-se apenas que está agradando o lado correto. – Falou a Tenente em tom baixo e sério.


Depois de algum tempo de caminhada lá estava o local que tantas memórias poderiam trazer, assim como um sentimento de frustração que poderia vir ao perceber que a dívida que corroía a celestial era apenas para pagar aquelas cinzas que de nada serviriam além de ser um fantasma de um fracasso. De início o local estava vazio, mas depois de algum tempo surgiu uma figura conhecida da menina, o agiota, que carregava um sorriso de superioridade que poderia deixar qualquer um com ranço dele. Entretanto, o mesmo não estava sozinho. Veio acompanhado de dez brutamontes maiores do que os que Aika estava acostumada e todos bem armados.


- O que aconteceu pequena peça rara? Trouxe uma amiga para nossa reunião ou simplesmente você perdeu o juízo e achou que ela poderia tirar sua responsabilidade. – Falou e riu logo em seguida. – Devo dizer que não importa quantos marinheiros você traga, não adiantará de nada! – Dito isso, todos os homens apontaram as armas para ambas as mulheres. – Apenas pague sua dívida, ou melhor, os juros dela, e saia com essa sua cadelinha queimada de volta pro canil.


Mesmo que Aika tenha dito algo, uma voz, apesar de calma, soou alta acima das demais. – Você me chamou de que, pequeno e insignificante homem?


- Mas hem!? Você não sabe com quem está falando! Limpe sua boca...


- Cala a boca! Você fala demais para alguém tão… Sem importância.


- Quanta insolência! HOMENS! – Gritou o agiota dando ordem para atirar, no entanto, nenhum som foi escutado e tudo que o pequeno babaca viu, cada um de seus homens caindo desmaiados um por um, o deixando sozinho diante da mulher que apenas abriu seus olhos e levantou sua cabeça encarando aquela face que a pouco foi tomada pela confiança, mas que agora era tomada pelo medo. - O que você fez com meus homens? Que truque é esse? – Falou o homem tampando o nariz suspeitando que fosse algum gás. Balalaika começou a andar encarando o mesmo como uma caça, o que ela faria ali era imprevisível, era assim que ela resolveria. – Se afaste!! Os Nava saberão disso e não gostarão nada, sai!! – Em desespero o homem sacou uma pistola e disparou em direção a tenente que com muita facilidade desviou e desarmou o homem e finalmente sua voz saiu da tonalidade baixa e tanto o agiota quanto Aika poderiam escutar a ferocidade das palavras que seguiram.


- EU TO CAGANDO PARA OS NAVA! – O pequeno homem não sabia como reagir aquilo, ninguém nunca proferiu a ele tais palavras. – São todos uns pedaços de merda criminosos como você, o que enfrentamos na Grande Line faz sua familiazinha parecer uma peça teatral infantil, então pense duas vezes antes de ofender uma capitã do quartel-general da marinha, entendido? – A voz da mulher era firme e imponente, as palavras saiam contendo uma convicção invejável.


- Sim, senhora! – Disse o homem que teve sua mão finalmente solta e seu orgulho completamente destruído. – Mas não posso apenas sumir com a dívida dela, ela nos deve e...


- Eu sei que é justo ela pagar, por piores que sejam suas escolhas, o mais correto a se fazer é honrá-las. Mas eu não vim aqui para anular a dívida dela, eu vim aqui para pagar. – Disse a tenente retirando de seu bolso um envelope que possuía um conteúdo volumoso e enfim entregando ao pequeno agiota. – Tome, aí tem todo o valor que ela deve mais os juros cobrados. Agora suma da vida dela e torça para que eu nunca mais te encontre.


Balalaika havia quitado a dívida de Aika e não mais tinha um agiota em seu alcanço, mas teria sido tão fácil assim? A mulher então se virou e foi andando em direção de Aika e fez um sinal para ela a seguir. O enviado da família Nava ficou ali com olhar temeroso e raivoso, ele havia perdido sua fonte de dinheiro mensal e não mais teria uma marinheira na palma de sua mão. Quando estavam mais afastadas, a tenente, ou melhor, capitã, falou.


- Pronto, Aika, algo mais te impede de seguir conosco?



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Marinheiro
Aika não pode deixar de ficar satisfeita com a admiração de algumas pessoas, mesmo não tendo aceitado aquela batalha como uma vitória estava ficando uma ferida menos amarga agora que sabia que seu namorado não estava morto e aqueles admiração lavava sua ferida, mas os comentários de desaprovação irritavam ela, se fossem discordâncias apenas aos atos dela ela até poderia aceitar, mas perceber que haviam pessoas que aprovavam as ações cruéis e violentas dele atraia da celestial a suspeita de que aquelas pessoas tinham uma maior chance de serem criminosos.
-A opinião deles fala muito mais sobre eles do que sobre mim.
A roxinha se posicionou no centro daquele terreno, fechou os olhos e respirou fundo inalando o cheiro misto do que restou do lugar, se apegando as suas lembranças, aquela foi sua casa de infância, no segundo andar da loja de penhores que estava sempre lutando para se manter. Ela lembrou de seu quarto, aquele lugar que mudou e mudou ao logo de sua vida, não era grande, mas sempre foi confortável, os vários moveis que ao longo dos anos ela foi trocando a medida que crescia, suas bonecas de infância, seus livros. Ela lembrou o quarto de seus pais no final do corredor, os álbuns de fotos que ficaram nele, as roupas de sua mãe que Aika as vezes pega, os cacarecos que seu pai trouxe de suas viagens.
Aika lembrou de como era ajudar na loja, depois de trabalhar o dia todo todos os dias e pagar as contas sempre sobrava apenas alguns trocados no caixa, mas ela gostava de ajudar seus pais, se sentia útil, sentia que estava aliviando o fardo deles. Ela não fez amigos na infância, tanto por que ela preferia ficar em casa ajudando, tanto por que as crianças eram malvadas, chamando-a por nomes como unicórnio e apelidos tanto por ela ser uma celestial quanto por ela ter um chifre na cabeça.
Ela se lembrou das várias histórias que seu pai lhe contou sobre suas viagens pela grande linha e os grandes guerreiros do mar que ele viu, lembrou dele ensinar a ela a arte marcial do Kami no tekken, da comida da mãe dela, do tempo que passou com eles... de quando eles envelheceram... de quando eles partiram. Ela lembrou de como era solitário tocar aquela loja sozinha e então surgiu aquela esperança tola de reformar e ganhar bastante, mudar sua vidinha chata, conseguir alguma esperança de mudança... e tudo queimou. Aquelas cinzas não eram apenas uma dívida impagável, era a perda de tudo que ela já teve de algum valor em sua vida. A soldado só não derramou uma lagrima com a lembrança estava se esforçando para engolir o choro, mas naquele momento seria possível perceber que ela estava completamente deprimida tanto pela sua expressão corporal quanto facial.
Foi quando o agiota chegou com seus capangas tirando a soldada de seu estado contemplativo e fez a garota levantar as mãos em um gesto defensivo automático.
-Pera ai, pera ai vamos com calma...
A roxinha estava pensando em apaziguar a situação, mas a real é que ela não sabia as intenções de sua chefe e portanto não sabia nem o que exatamente elas estavam fazendo ali, ela apenas ficou ali observando as hostilidades crescerem até que do nada os capangas caíram com a mera presença da tenente.
-Isso é que nem nas histórias do meu pai, um guerreiro forte que a mera presença pode fazer os mais fracos desmaiarem, o tal de haki que ele nunca soube explicar como funcionava, mas todos os mais fortes do mundo tem. Agora que eu vejo por mim mesma eu entendi por que ele não soube explicar, eu não senti nada! Nada parece ter mudado, a tenente nem mesmo fez algum tipo de movimento especial. É bizarro!
A chifruda ficou ali boquiaberta vendo como sua superior dominava a situação completamente, nem um pingo de apassivamentos, nem uma meia palavra, nem um medo de consequências de enfrentar um outro ser. E ainda ficou mais surpresa com a sua superior pagando a dívida dela. Foi tudo tão impressionante que a roxinha seguiu a superior no piloto automático quando foi sinalizado para elas seguirem e demorou um instante para a mesma lubrificar a garganta e conseguir responder a pergunta.
-Não senhora, não há mais nada me impedindo de seguir com vocês, muito obrigada tenente, eu quase não consigo acreditar que a senhora pagou a minha divida e aquilo que você fez, foi tão incrível.
-espera... as insígnias dela mudaram?
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Aventura Dois: Trabalhando até Desmaiar. - 27


A menina ficou surpresa com o desenrolar da cena diante dela, havia escutado histórias de pessoas extremamente fortes que apenas sua presença poderia subjugar inimigos fracos, mas presenciar tal fato era algo completamente diferente. Depois que tudo passou, a única coisa que a menina conseguiu expressar era seu contentamento para com a superior, uma vez que a mesma quitou sua dívida, mas será que... Quitou mesmo?


Aventura dois: trabalhando até desmaiar. - Página 4 Balalaika-black-lagoon


- Fico feliz com essa resposta e acredito que Sasori também ficará, mas Aika… Eu não quitei sua dívida. – Disse a mulher com um sorriso. – A proposito preciso do seu dinheiro que acabou de receber, pois, na verdade, eu apenas troquei seu credor. - A mulher então retira de dentro de suas vestimentas um contrato de empréstimo consignado com a logo do governo mundial. – Geralmente eles não liberam empréstimos de tão alto valor para soldados, mas consegui usar de minha posição para abrirem uma exceção, você não deve mais aos agiotas Aika, deve ao governo mundial e sua dívida será descontada em folha, logo você não receberá salário até que quite suas dívidas, de certa forma eu so troquei de um agiota para outro, so que agora é um agiota legalizado. - A agora capitã dava risadas, primeiro por satisfação e segundo por estar ansiosa para ver a reação da garota diante daquilo, a folha mostrava os números e os cálculos de juros, basicamente era a mesma dívida, mas ao menos ela não corria risco de vida nem precisava se prender aquela ilha.


- Partiremos em breve, soldado Aika. Iremos rumo ao QG da marinha na Grande Linha, mas entrarei em contato com meus superiores e checar se pararemos em alguma ilha no caminho. Use esse tempo para se despedir, você pode ir para o hospital ver como Sasori esta, logo ele terá alta. Enfim, resolva tudo que tem que resolver e se apresente a mim, amanhã pela manhã.


Balalaika seguiu para o quartel e a jovem poderia aproveitar aquele belo dia como quisesse, o sol raiva sem nuvens a atrapalhar, o clima mais frio deixava tudo muito confortável, os raios do grande astro não queimavam a pele. As pessoas continuavam a comentar com admiração e outras com pesar sobre o fato de o terceiro ter ido embora, no entanto, outros assuntos mais falados foi da honraria que o juiz no qual foi salvo por Aika, estava recebendo naquele momento na prefeitura. Agora o que a menina faria naquele último dia em Sirarossa, ficava a cargo dela.



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Aika ouviu toda a declaração da sua chefe tão paralisada como uma pedra, seu rosto sorridente estava solido até o final vendo o contrato, foi quando aconteceu.
Aventura dois: trabalhando até desmaiar. - Página 4 Rarity-screaming
A roxinha gritou, se debateu e balançou o corpo todo em pânico completo e total, o mais puro e terrível desespero, gritando extremamente alto, de maneira muito aguda e por quase um minuto cheio sem parar.
-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Terminando no chão ofegante em uma pose de donzela trágica, sendo super dramática com tudo isso.
-Eu troquei um demônio por outro sem nem perceber. Chefinha, eu confiei em você e você me pós uma situação tão comprometedora! Eu tenho muito medo do governo mundial! E você já ouviu as histórias sobre escravidão? Agora eu sou uma celestial bonita e exótica com uma grande dívida com um grupo com histórico de escravizar pessoas! Se eu não pagar minha dívida logo algo terrível pode acontecer comigo!

A roxinha ficou uns instantes cabisbaixa no chão enquanto tirava o envelope de dinheiro e estendia para a sua chefe pegar, mas ela não conseguiria soltar o mesmo, pelo menos não na primeira tentativa, seriam necessários 3 puxões para conseguir tirar o dinheiro dela, então ela pegou o contrato de empréstimo e guardaria o mesmo com ela para ler e reler sempre.
Se Balalaika questionasse por que Aika tinha medo do governo mundial, o que ela provavelmente faria, ela iria responder, mas caso a superior não questionasse Aika só iria pensar isso mesmo:
-Claro que tenho medo, o governo mundial controla dois órgãos militares que cobrem quase todo o planeta, imprimem e controlam a circulação de dinheiro, tem um forte poder sobre os jornais, as revistas e livros, suponho que até mesmo tenham um pouco de controle sobre o submundo criminoso. E é uma organização que tem centenas de anos fazendo tudo isso. E existem algumas histórias de várias ruins sobre o governo, claro tem umas boas, mas o que circula mesmo é o que assusta. Como não ter medo disso? Principalmente sabendo que como celestial eu sou mais valiosa no mercado de escravos do que um ser humano comum. Mais um ótimo motivo para a minha lista sempre crescente de por que ser uma marinheira ao invés de se aventurar por ai como muitos vagabundos que eu já vi passarem por essa cidade. É melhor ser amigo do leão do que correr o risco de irritá-lo.

Quando a Capitã se virasse para sair, antes que a mesma saísse a soldado a pararia.
-espera um momento tenente, as suas insígnias mudaram? Você foi promovida ou algo assim?
Quando a mesma confirmasse sua promoção a soldado iria sorrir e parabenizar sua superior, embora por dentro estivesse borbulhando de inveja, pensando que ela mesma merecia ser promovida pelo tanto que trabalhou e que a capitã fez menos nesse caso em particular, mas amenizaria e mataria sua própria inveja ao se relembrar que Balalaika ela estava nesse casso por conta da Balalaika e que a mesma doou sangue para Sasore, de fato, ela pode ter atuado de maneira mais indireta para essa missão, mas foi aquela mulher que decidiu confiar em uma novata e estava lá para o que quer que ela precise, então a jovem soldado terminou sua parabenização muito mais genuinamente do que começou.
-Se possível, me faz o favor? Vê se podemos fazer muitas paradas no caminho. Eu estou bem curiosa sobre o mundo e... bem, quanto mais paradas no caminho mais missões, mais missões quer dizer mais oportunidades de pagar essa divida.

Independente da resposta de Balalaika ao último pedido de sua subordinada seria naquele ponto que as duas iriam se separar até a partida amanhã.
-Bem, agora o que há para resolver antes de eu deixar essa ilha... talvez para sempre.
Aika voltou ao QG também, mas seu objetivo era a forja onde teve aulas com o velho dorminhoco de olhos esbugalhados. Ela agradeceu novamente pelo treinamento que o mesmo a havia dado na primeira semana, em que ela tinha aprendido a forjar e minerar, prometendo que iria arranjar tempo para aperfeiçoar aqueles conhecimentos.
Então ela foi para a sala onde o Sargento Wolf, o Cabo Cyan e o chato do Roberuto usavam como sala de reuniões para se preparar para as missões. Ela iria bater e entrar procurando os dois primeiros e ignorando o ultimo e então iria explicar pessoalmente ou por meio de uma carta a eles que aceitou o convite de Balalaika para seguir viagem com a mesma e então iria expressar sua grande gratidão para com aqueles que tinham sido seus superiores em missões passadas, mas também bons amigos para ela, embora ela tenha tido pouco tempo para descobrir mais sobre sua forma de pensar, agir, suas índoles e mais importante tido pouco tempo para estreitar seus laços.
A soldada foi na sua cama e arrumou suas poucas coisas (basicamente algumas roupas) para o dia seguinte e depois foi a cantina fazer uma marmita com a qual pretendia presentear Sasore, indo em seguida procura-lo.
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Aventura Dois: Trabalhando até Desmaiar. - 28


Balalaika escutou cada palavra da menina, era difícil entender como alguém que possui tanto medo do governo mundial estaria trabalhando para o tal. A celestial era um curioso caso a ser estudado de como o medo pode ser interpretado em mentes diferentes, muitos iriam sair correndo o mais longe possível, já ela acabou entrando de cabeça como um soldado leal ao mesmo.


- Aika, as palavras que está dizendo eu já ouvi de muitos aventureiros, até mesmo de alguns piratas. Como você mesma disse, se uniu ao GM para não se tornar um alvo, mas agora que está dentro ainda mantem o mesmo medo?! Aika, não fuja do quem tem medo, use como motivo para ficar mais forte! Além disso, você está no esquadrão de investigação e captura do quartel-general, aqui somos uma família. – Falou pela primeira vez quebrando sua postura rígida e sorrindo amistosamente para a menina.


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Logo antes de a tenente ir embora, a soldado, questiona sobre sua patente. – Ah, sim, ainda terá uma cerimónia de nomeação, mas em termos oficias eu agora respondo por Capitã Balalaika, e sobre seu pagamento, não precisa se preocupar... Será descontado de seu pagamento e você está comigo, acha mesmo que vou deixar você parada contemplando a paisagem? – Falou já de costas enquanto se afastava e apesar de a menina ter feito um pedido a tenente apenas fingiu que nada escutou e seguiu seu caminho, o que será que estaria esperando-as nos dias vindouros?


Aika vou até o quartel e seu objetivo era claro, rapidamente chegou a forja onde o velho dorminhoco estava, advinha? Dormindo. A presença da menina o fez pular num susto genuíno, mas ao notar de quem se tratava o homem sorriu e a recebeu com bom gosto. Após agradecer e explicar a situação, o velho apenas deixou um lembrete. “Uma joia nunca se lapidará sem esforço”. Após isso ela foi para a sala aonde seus antigos amigos de equipe usavam para reunião, quando entrou felizmente so encontrou Wolf e Cian que ao perceber a menina logo se adiantaram.


- Aika, ouvi dizer o que você fez... Devo dizer que foi um trabalho incrível, tenho a sensação de que você cresceu rápido demais. – Disse o sargento com um certo sorriso de satisfação, Cian até tava sorrindo, mas seu desconforto mostrava ter algo a mais, talvez um pouco de inveja? Mas nada que fosse toxico ou impedisse ambos de ficarem satisfeito pela conquista da celestial. Quando escutaram a notícia que ela partiria, o sargento ficou abatido assim como o cabo, ambos tiveram uma amizade e até formaram uma equipe... Era triste, mas para Aika, necessário apesar que pareciam estar levando bem a informação.


- Vê se não esquece da gente... – Disse o cabo Cian, sua expressão era firme, mas agora que Aika tinha habilidades investigativas era fácil notar o esforço que o homem fazia para conter o pesar e até mesmo um pouco de raiva. Após alguns minutos, todos se despediram e chegou o momento de a celestial ir ao hospital. A menina arrumou suas poucas coisas, roupas e alguns itens, era bom deixar tudo pronto para partir. Sem demora sua próxima parada era na cantina onde preparou uma refeição que pretendia presentear seu amado, o que por sua vez era um ótimo presente, visto que, a fama da comida de hospital não é das melhores. O caminho para seu destino não foi difícil e a demora se custou apenas pela possível ansiedade que a menina estaria sentindo, afinal iria conhecer o mundo e do lado de pessoas que a acolheram com extrema importância como Sasori e Balalaika. O hospital como sempre estava movimentado, mas o que se destacava era a figura conhecida do cabo que acenava para ela e corria em sua direção.


- Aika! – Gritava com um sorriso feliz e logo a alcançou. – Finalmente aqueles merdas burocráticos processaram o pedido de alta da tenente, digo, capitã... Ainda não me acostumei. – Riu, mas logo tornou sua expressão em preocupação. – E ae? Deu tudo certo? Você vai com a gente ou vai... Ficar? – Essa última palavra saiu como se carregasse dor com ela. Se a menina explicasse e informasse que iria seguir viagem com eles, o jovem garoto iria jogar fora toda sugestão de tristeza e então iria abraçá-la, de início pareceria que ele a beijaria, mas acabou por apenas virar a cabeça e desviar, afinal ele já estava traumatizado e não tinha ciência das decisões e pensamentos da menina. – Desculpe... – Disse sem graça mesmo não tendo feito nada para se desculpar. Independente do que a menina falasse ou fizesse ao final, ele receberia a comida agradecendo enquanto reclamava do que lhe foi oferecido no hospital e com a boca cheia, pergunta.


- Tem planos para hoje à noite?


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Aika não teve muita certeza sobre o conselho de sua superior, mas seus olhos brilharam com a palavra família. E o resto das palavras da mesma deixou a roxinha sorridente com animo para o futuro, mesmo que seu pedido não fosse atendido ela estava saindo daquela ilha e indo para um mundo de aventuras.
A soldada acenou afirmativamente para as palavras de seu professor, apesar de não ter certeza como ela deveria aplicar tal conselho, mas capitando a ideia geral que ela precisava continuar treinando.
Aika ficou um pouco desconfortável pela inveja de Cian, mas manteve isso fora de sua linguagem corporal e não reagiu ao mesmo. Ela prometeu não os esquecer e agradeceu muito aos dois por terem dado o ponta pé inicial na carreira dela e por serem bons amigos.
Encontrando com seu amado no hospital logo se alegrou ao encontrar com ele.
–Eu vou com vocês.
Ela o abraçou de volta e quando ele hesitou em beija-la e começou a se desculpar a mesma foi lá e o beijou e ficou toda manhosa abraçando-o de pertinho e com um sorriso de cheshire.
–Você pode me chamar de namorada, senhor herói imprudente, mas eu vou deixar claro duas coisa, primeiro, foi aquele ótimo encontro que me ganhou não você quase morrer por mim, eu só não te beijei antes por que uma dama não faz esse tipo de coisa no primeiro encontro, segundo, se você acabar no hospital toda semana eu vou te largar. Dito isso ótimo trabalho sendo um cavaleiro de armadura brilhante, mas acho melhor você arrumar uma armadura se você vai sair se colocando em perigo... oh, já sei, talvez eu faça uma armadura pra você, eu tenho um pouco de experiência em forja e preciso praticar mais de qualquer maneira, já mata dois coelhos com uma cajadada.
A mulher então entregou para ele a marmita de comida e foram se sentar ali perto para ele comer e reclamar da comida do hospital.
- Tem planos para hoje à noite?
–Não fale com a boca cheia. Não, eu não tenho planos para hoje, o que você tem em mente querido?
Aika iria com tudo que seu namorado sugerisse, claro com a devida preparação primeiro, afinal ela não iria com seu uniforme para um lugar chique.
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Aventura Dois: Trabalhando até Desmaiar. - 29


- Na... Morada...? – A expressão do cabo ficou cômica de tão travada, ele estava em uma fase de um jogo do qual ele nunca havia alcançado aquela parte. Claro, a falta de preparo para tal fato não significa que ele não gostou, a garota que ele estava apaixonado o havia beijado e consideraria que ambos estavam namorando. Após alguns segundos de “bug” mental, o garoto sorria de orelha a orelha e quando a mesma termina de falar, ele volta a beijá-la com um abraço. Suas condições era bem aceitáveis para alguém que se preocupa, so a parte do hospital que lhe remeteu as memórias de suas aventuras anteriores onde era um costume que ele ou Balalaika acabassem hospitalizados dando suporte um para o outro.


A refeição estava deliciosa e a informação de que a menina não tinha nada planejado deu ideias para ele. – Se arrume então, no início da noite me encontra na porta do quartel. – Então o mesmo se levantou e ambos voltaram para o edifício militar que serviu de lar para a chifruda e que agora estava finalizando seu último dia.


A menina se preparou e como sempre ficou linda, estaria mentindo a pessoa que disse que para ser uma marinheira não poder ser uma bela mulher, Aika e Balalaika provaram isso para todos os homens daquele lugar. A lua acabará de sentenciar a luz do entardecer e reinava soberana naquele céu sem nuvens, as luzes amarelas da cidade começaram a dar aquele ar aconchegante juntamente ao frio agradável que imperava quase por todos os dias. Enquanto Aika esperava no local indicado toda arrumada, outros marinheiros passavam e tinha sua atenção atraída pela jovem que era uma figura que se destacava aquele meio, isso foi demostrado por assobios não muito discretos de uns, e piscadelas mais direcionadas de outros, mas tudo cessou quando uma figura tão esperada despontou para entrada. Sasori estava vestindo uma roupa elegante, casual, mas que atendia a todos os níveis exigentes de tal programa de casal, também portava um sobretudo branco da marinha, aquela era a única peça que indicava que o jovem fazia parte da corporação.


Aventura dois: trabalhando até desmaiar. - Página 4 Sosori10


- Você esta linda, meu amor... – Seus olhos brilhavam ao olhar para ela, mas foi bem expressa que o mesmo ficou sem graça ao chamá-la daquela forma pela primeira vez, acho que ele ainda não acredita que estão num relacionamento. – Vamos? – Estendeu o braço para que a menina pudesse entrelaçar o dela e partiram na noite fria com o conforto do calor um do outro, deixando os demais soldados “garanhões” na frieza de sua inveja e ego quebrado. O caminho foi tranquilo e extremamente agradável, Sasori conversou sobre os acontecidos e como foi seu tratamento no hospital. Contou que o que lhe salvou foi que a facada não pegou num ponto vital, logo o maior problema foi o sangramento que o fez perder muito de seu sangue, todavia, tal problema foi logo resolvido pela, na época, tenente. Era estranho, afinal o adversário que enfrentaram era um médico que usava seu conhecimento para matar, esse erro é no mínimo grotesco, mas Sasori completa que ele teve sorte, uma vez que, a intenção do homem era atacar Aika e não ele.


Ambos chegaram num lugar também já conhecido do casal, o restaurante que tiveram seu primeiro encontro. O clima continuava o mesmo, todavia, agora juntos tudo parecia mais diferente como se o ambiente daquele lugar fosse feito para eles. Mais adiante lá estava ele, o indivíduo que previu a união e que foi feliz recebê-los na porta, o garçom.


- Se estão aqui novamente e... – Olhou para as mãos entrelaçada de ambos. – E juntos, é porque eu tinha razão, correto? – Falou com um sorriso amistoso de “eu te disse”. Ambos foram levados para a mesa na qual o garçom anotaria qualquer coisa que Aika pedisse e logo em seguida se retiraria. A conversa se desenrolou de forma agradável, enquanto um ouvia o outro, nada mais existia a volta deles, a música, o som do mar ao longe, estava perfeito. O garçom então trouxe uma garrafa de um vinho que tinha a aparecia e o aroma muito nobres, era de boa qualidade.


- Esse é o vinho dos entrelaçados, há muito tempo existia um casal que se amava muito, ela era filha de um grande produtor de vinhos e ele... Apenas um aldeão que colhia uvas. Certo dia o pai da garota descobriu os sentimentos daquele funcionário atrevido que ousara nutrir esse amor impossível, aonde um mero pobre poderia se relacionar com uma bela jovem de família nobre? Então ele para humilhar o rapaz mostrando que ele não tinha conhecimento nem dotes para sua filha, propôs um desafio. Ele daria a mão de sua filha se o menino criasse um vinho melhor do que qualquer um que ele já tenha produzido, aos risos, o jovem deixou aquela casa, no entanto, com desafio aceito. Ele passou dias, até meses sumido, um belo dia ele voltou aquela casa e apresentou esta garrafa. – Falou o garçom apoiando a mesma em cima da mesa. – No momento que a garrafa foi aberta o pai do menino sabia que tinha perdido aquele desafio, no primeiro gole, tudo que o pai da jovem mais queria era pode beijar sua esposa. Ninguém sabe o que o garoto fez, a receita que usou... Uns dizem que ele conseguiu colocar o próprio amor em forma líquida, e desde então diz a lenda que o casal que o toma no início de sua relação, ficam juntos para sempre e superam qualquer obstáculo. Nos não oferecemos esse vinho para todos, apenas para quem julgamos serem um casal digno. Vocês aceitam? – A pergunta foi feita para ambos, no entanto, foi Sasori quem respondeu quase que de imediato.


- Eu aceito! – Apesar de rápido, aquilo mostrava muito sobre o menino e suas intenções para com a garota. Ele tomaria mesmo que Aika negasse, a diferença é que nesse caso sua expressão estaria um pouco decepcionada.


Ambos comeriam sua refeição e finalmente chegou o final daquele encontro, o lugar foi escolhido, pois foi onde tudo começou e seria interessante que este ultimo momento da ilha fosse ali, pouco antes de ir embora, Sasori perguntou para o garçom como se lembrasse de algo importante que tinha que falar. – Eu me esqueci de perguntar... O que aconteceu com o casal depois?


O garçom sorriu e se apoiou no balcão. – Eles ficaram juntos, se casaram e se mudaram para outra ilha e abriram um restaurante aonde outras pessoas apaixonadas poderiam forjar relações e momentos marcante e duradouros, um negócio familiar onde todos da família inclusive seus filhos trabalham até hoje... Um deles, de garçom. – Disse o jovem trabalhador, então, voltando a atender as mesas de forma carismática.


Kakureta havia finalmente entendido toda a história e sorriu diante daquilo. – Agora tudo faz sentido... – Falou para si mesmo, ambos voltaram para o quartel, a entrada estava mais vazia devido o horário. – Estou tendo um dejavu! – Disse o menino sorrindo dando nota da similaridade que aquele momento tinha com o primeiro que ambos viveram. – Mas não, tem uma diferença. – O cabo então se aproximou e envolveu Aika com seus braços. – Agora posso te abraçar e te beijar, agora posso te chamar de meu amor, minha garota. – Disse rindo, mas dessa vez não ficou sem graça. – Obrigado por acreditar em mim e no que sinto, apesar do pouco tempo... Você é muito importante para mim, vou sempre estar ao seu lado. – Terminou encostando a testa na lateral do cifre dela e então finalizando o momento com um beijo lento, mas profundo e intenso.


- Bem, tá na hora de ir, né?



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Aika colocou a mesma roupa que tinha colocado no ultimo encontro, principalmente por que aquela era sua melhor roupa no momento.
-Eu preciso de mais roupas, mas com a falta de dinheiro que eu to... acho melhor eu aprender a costurar.
Linda em uma noite agradável e bela, ela aguardou na porta do quartel ficando tímida quando os marinheiros de passagem assobiaram e piscaram para ela, a menina era bastante estranha a esse tipo de atenção em sua vida passada, crescendo ela sempre foi meio que o patinho feio, mas sem perceber ela tinha se tornando um belo cisne.
-É tão estranho os caras estarem tão interessados em mim. Se bem que quando eu trabalhava na loja eu não me arrumava muito e nem saia tanto, eu meio que me tornei uma reclusa durante a minha adolescência.
Então Sasori chegou.
-Você está bonito querido. Disse ela antes de dar um beijinho na bochecha do mesmo e entrelaçar seu braço ao dele para seguir como um típico casal chiclete, deixando a menina com um sorriso no rosto.
A menina ouviu o papo todo do ferimento e tratamento enquanto caminhavam pelas belas ruas e em seus pensamentos pulavam imagens de vários designers para armaduras e ela tentava imaginar como seria o processo para faze-las, apesar de não estar tendo sucesso em imaginar o mesmo, ela realmente precisava praticar muito ainda se quisesse tirar tais pensamentos de sua mente para o papel, quanto mais para a vida real.
Aika não pode deixar de dar uma risadinha para o sorriso do garçom enquanto acenava com a cabeça, ele acertou, estava mais do que livre para se gabar disso.
A marinheira pediu uma carne com algum molho que parecia gostoso acompanhado de vegetais e batatas e então ela ficou imersa na conversa que estava tendo com seu namorado, até que o garçom voltou com um vinho que tinha simplesmente uma linda história do tipo romeu e julieta, mas sem morte no final.
-Depois de ouvir uma história tão linda? Como não aceitar?! Mas eu só vou tomar uma taça. E você também não deve tomar muito querido, acabou de sair do hospital e tudo mais, mas acho que um pouquinho não faz mal.
A roxinha apreciou a bebida junto com sua refeição tendo grande satisfação com ambos.
A chifruda ficou surpresa quando descobriu que aquela história era a dos pais do garçom que também era um dos donos daquele restaurante, e isso ficou bem visível em seus olhos arregalados.
-impressionante, tá ai uma linda e surpreendente história, devo elogiar principalmente o quanto o senhor é um romântico nato, magnifico.
Ao fim da refeição os dois voltaram para o quartel mais tarde naquela noite com a barriga cheia e o coração agitado um pelo outro. Aika retribuiu o abraço e sorriu com os olhos brilhantes para seu amado enquanto ele falava as coisas mais doces para ela e se aconchegava na mesma carinhosamente, fazendo-a não querer se afastar.
-Eu normalmente faria você ter que esperar por um terceiro encontro, mas... por que você não fica? Não sei se tem, mas podemos encontrar algum lugar privado por aqui e aproveitarmos a ultima noite nessa ilha.
E dito essas palavras ela o convidaria a entrar e juntos eles procurariam um lugar em que pudessem ter alguma privacidade e que pudessem ficar mais íntimos sem que ninguém os encontrasse. Se possível eles fariam amor naquela noite, claro usando proteção e sendo bastante silenciosos para não serem pegos. E depois soldado iria mandar que Sasore fosse dormir no sofá da sala da capitã e ela mesma iria para sua própria cama para que os dois não fossem pegos juntos na manhã seguinte.
E falando da manha seguinte Aika iria tentar acordar o mais cedo possível, se fosse cedo o bastante ela iria praticar seus golpes como havia feito antes de todo esse caso começar, iria tomar um banho, tomar café da manha e iria ficar pronta para a partida, caso ela acordasse mais tarde iria pular o treino, mas faria o resto, esperando ficar pronta para partir.
Ela estava pronta para ir, com suas coisas arrumadas e pronta para embarcar e partir para o mar.
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